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Liberado no YouTube os 10 primeiros minutos de ‘Shin Ultraman’; Veja agora!

E na última sexta-feira (24), o canal oficial da Toho, no YouTube, divulgou os primeiros 10 minutos de ‘Shin Ultraman‘, filme reboot da série clássica de 1966.

As cenas de ação são bastante intensas, mostrando a SSSP enfrentando o kaiju Neronga (do episódio 3 de Ultraman) e a chegada triunfal do herói gigante para enfrentar a criatura. O vídeo também se destaca pela homenagem à série Ultra Q (que antecedeu Ultraman ainda em 1966), tanto pela citação dos monstros gigantes deste clássico quanto pelo tema de abertura.

Vale destacar que o vídeo estará disponível por 48 horas e vai expirar às 7h59 da manhã deste domingo (26). Assista agora antes que saia do ar:

Hideaki AnnoShinji Higuchi são responsáveis pela direção. A dupla já trabalhou junta na direção do excelente ‘Shin Godzilla‘ (2016).

“Quando criaturas gigantes e desconhecidas começam a aparecer, suas existências passam a ser parte do cotidiano. Ao chegar ao seu limite, o governo japonês reúne especialistas para desenvolver medidas contra as feras . No entanto, um gigante prateado surge de fora da atmosfera disposto a aniquilar as bestas malignas.”

Takumi Saitoh estrela a produção. O elenco ainda conta com Masami Nagasawa, Hidetoshi Nishijima, Daiki Arioka, Akari Hayami e Tetsushi Tanaka.

No Japão, o longa será lançado no dia 13 de maio. No Brasil, segue sem previsão.

Novo jogo dos criadores de ‘Dark Souls’ e ‘Elden Ring’ será anunciado em breve; Veja detalhes!

O game designer Hidetaka Miyazaki, presidente e diretor de vários sucessos da FromSoftware, divulgou em uma entrevista que um jogo ainda não anunciado pela empresa está nas fases finais de desenvolvimento. O game tinha sido citado em 2018 em uma outra entrevista de Miyazaki.

Miyazaki também afirmou que está trabalhando em um novo jogo dirigido por ele mesmo. O diretor comentou que não pode falar muito sobre a produção, já que o título ainda não está em uma fase onde já é possível compartilhar detalhes.

O diretor comentou planos futuros da FromSoftware. Além dos jogos ainda não anunciados, também foi comentado por enquanto o foco é lançar atualizações para ‘Elden Ring‘, lançamento mais recente da empresa feito em parceria com o escritor George R.R. Martin (‘Game of Thrones’).

Miyazaki também reafirmou que a empresa está trabalhando em vários títulos, porém reforçou que não pode dar detalhes. Ele cuidou da direção de vários outros grandes projetos da FromSoftware, como ‘Sekiro: Shadows Die Twice‘, ‘Bloodborne‘ e, mais recentemente, ‘Elden Ring‘, que já ultrapassou as 13 milhões de cópias vendidas.

‘The Umbrella Academy’: Elliot Page fala sobre Viktor se assumir como trans

The Umbrella Academy‘ impressionou ao mostrar Viktor se assumindo como trans na série da Netflix, e agora o ator Elliot Page fala como isso foi possível.

Em uma entrevista concedida ao Late Night with Seth Meyers, Page diz que a história nunca teria sido possível sem que o showrunner da série tivesse presente, chamando também o roteirista Thomas Page McBee para escreve-la.

“Sim, foi, e aconteceu realmente com Steve Blackman, o showrunner de Umbrella. Ele é simplesmente incrível, é uma pessoa maravilhosa. Então, quando falamos sobre isso pela primeira vez, ele parecia muito animado em incorporar minha transição na série e, em seguida, tivemos a adição do incrível roteirista, jornalista e autor Thomas Page McBee, que conheci fazendo uma minissérie chamada Tales of the City”, disse Elliot Page.

Que completou: “Thomas escreveu um livro extraordinário chamado ‘Amateur’, que eu recomendo a todos que leiam. Ele foi o primeiro homem trans a lutar boxe no Madison Square Garden e seu livro, e seu trabalho em geral, são sobre masculinidade e o que isso significava”.

Veja a entrevista completa:

‘Thor: Amor e Trovão’: Colecionável da Hot Toys detalha o novo traje do herói; Confira!

A Hot Toys revelou sua primeira action figure inspirada em ‘Thor: Amor e Trovão‘, apresentando um olhar mais atento ao novo traje que o Deus do Trovão usará em sua próxima aventura.

Trajado em azul, vermelho e dourado, esta é a versão mais colorida do Thor (Chris Hemsworth) até hoje, em um design que homenageia os quadrinhos de Walter Simonson e Sal Buscema.

Embora o Deus do Trovão já tenha usado elmos de vez em quando, esse design traz um com um visual bem mais ameaçador que os anteriores.

Além disso, o colecionável apresenta uma cabeça esculpida com um efeito reflexivo luminoso que acentua os poderes estrondosos do personagem.

Ele também possui vários pontos de iluminação em LED, com um Stormbreaker iluminado, acessórios variados de efeito de relâmpago e um suporte.

Infelizmente, a peça só deve ser comercializada a partir de outubro de 2023, ao custo de US$ 345,00.

Confira as imagens:

Lembrando que o filme chega no dia 07 de julho aos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para a estreia?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Crítica | Intimidade – Atriz de ‘La Casa de Papel’ Estrela Série sobre Machismo

Hoje conseguimos falar abertamente sobre diversos obstáculos enfrentados pelas mulheres na sociedade pelo simples fato de serem mulheres. Esta sociedade machista, construída pelos homens e para os homens, da qual todos nós fazemos parte, encara e trata os assuntos de maneira diferente quando os envolvidos são do sexo masculino ou do feminino. Da polarização em que o contemporâneo vive, surge o mote da série ‘Intimidade’, nova produção que recém chegou à plataforma da Netflix e tem se mantido entre os mais buscados e no Top 10 da gigante do streaming desde a sua estreia.

Malen (Itziar Ituño) é uma política superimportante, candidata à vice-prefeita nas eleições por vir. Pressionada por todos os lados em um ambiente dominado por homens, ela tenta se manter forte. Porém, quando um vídeo em que aparece fazendo sexo com um homem na praia vaza na imprensa e nas redes sociais, sua reputação é colocada em xeque. Ao mesmo tempo, sua filha Leire (Yune Nogueiras) tenta lidar com problemas de raiva e também com a possibilidade de fotos suas serem divulgadas pelo seu ex, Kepa (Jaime Zatarain). Em paralelo, Bego (Patricia López Arnaiz) quer encontrar respostas para o suicídio de sua irmã, Ane (Verónica Echegui), que não aguentou o assédio no ambiente de trabalho após fotos e vídeos íntimos seus também serem espalhados entre os colegas. Investigando os três casos, a policial Alicia (Ana Wagener) se empenha em desvendar a autoria desses crimes, encorajando as vítimas a denunciarem.

Dividido em oito episódios com cinquenta e poucos minutos de duração cada, a primeira temporada de ‘Intimidade’ entrelaça a história de três personagens aleatórias com estilos de vida diferentes e personalidades distintas para jogar luz nas vítimas mulheres de crimes de internet. Encabeçadas pelo rostinho já conhecido de Itziar Ituño – que demonstra a mesma firmeza e segurança que lhe concederam o estrelado como a investigadora Raquel Murillo/Lisboa na série ‘La Casa de Papel’ –, as histórias distintas que caem no mesmo resultado servem para ilustrar para os espectadores como, independentemente da posição social da mulher, todas acabam se tornando presas fáceis do ego masculino quando estes se sentem ameaçados por elas. Assim, a confiança que outrora pode ter construído uma linda relação, rapidamente é terminada quando os segredos compartilhados na intimidade são difundidos em forma de vingança.

Partindo desse mote bastante relevante, o roteiro de ‘Intimidade’ busca estender o conceito por longos episódios, que poderiam ser uns dez minutos mais curtos cada um deles. Não surpreendentemente, o roteiro de Verónica Fernandez e Laura Sarmiento Pallarés é adaptado de uma versão em 3 episódios escritos em inglês por Dave Wallace. Também a direção de Jorge Torregrossa poderia ter dado mais atenção às resoluções dos criminosos, pois tão importante quanto deixar claro quem é a vítima na história é mostrar que há punição, sim, para os agressores, e a série pouco se dedicou a garantir clareza nesse ponto.

Intimidade’ deixa bem evidente que a união, a sororidade entre as mulheres é a melhor proteção e o melhor combustível para enfrentar a estrutura patriarcal dos ambientes laboral, escolar e social. Quando as mulheres se unem, a força é coletiva, pois a luta é de todas e para todas. De maneira bem ilustrativa, propõe o debate dos gêneros para mostrar principalmente às espectadoras que elas não estão sozinhas. A primeira temporada termina de maneira satisfatória e bem amarrada, deixando dúvidas sobre uma possível renovação do projeto.

Crítica | Dissonantes – Thati Lopes ENCANTA como Estrela Pop em Filme Rock’n Roll da StarPlus

Viver de arte não é fácil. Muitos cantores, escritores, pintores, artistas no geral se veem obrigados a admitir um ou mais empregos para conseguir pagar suas contas, pois a arte, em si, não paga o aluguel. Para sobreviver, uns passam a dar aula, se tornam mentores; outros se veem obrigados a deixar um pouco de lado aquilo que se quer fazer em prol daquilo que se precisa fazer para conseguir um dinheiro – o que, em alguns casos, pode significar o total abandono do que se é para assumir uma versão mais comercial/vendável da arte. Esta é apenas uma das inquietações que conduzem o longa ‘Dissonantes’, nova dramédia nacional em co-produção da StarPlus e que estreia essa semana nas salas de cinema do país.

Paulão (Marcelo Serrado) é um homem de princípios. Aí pela faixa dos 40/50 anos, ele vive enraizado ao seu passado de pseudo-sucesso, quando tinha uma banda de rock com seu melhor amigo Ohio (Luís Miranda). Porém, o tempo passou e os anos 80/90 ficaram pra trás. Enquanto Ohio se casou com a baixista da banda deles e se tornou um respeitado júri de um reality de revelação de talentos, Paulão continuou no mesmo lugar, morando de favor nos fundos da casa de uma senhora aposentada, dizendo trabalhar em um novo disco inédito que, há 10 anos, não sai da ideia. É nesse contexto que sua esposa Clara (Maria Manoella) decide deixá-lo para viver com a nova namorada (Emanuelle Araújo), e ele tenta se recuperar do baque amargurando a qualidade do programa ‘A Próxima Canção’, no qual seu amigo Ohio trabalha. Porém, quando Ohio decide levar sua protegida Loly (Thati Lopes) para ensaiar no estúdio de Paulão, o ranzinza terá que aprender a lidar com o furacão pop que é a jovem cantora, e talvez perceba que música boa é aquela que vem do coração.

Numa pegada meio ‘O Grande Lebowski’ com ‘Alta Fidelidade’, ‘Dissonantes’ é uma declaração à música. Mais especificamente, o rock’n roll. Em um pano de fundo o roteiro de Mariana Trench Bastos com colaboração de Fernando Ceylão, Patricia Corso e Pedro Rieira busca construir um retrato do choque de gerações – cringe e millenial – através das aspirações musicais: enquanto um protagonista se agarra na nostalgia de um tempo que não volta mais e define que apenas a experiência que ele viveu é boa, a outra protagonista busca encarar a atualidade com mais foco na vida, disposta a vencer fazendo o que for necessário para, já estável economicamente, começar a cantar aquilo que de fato quer cantar. Nessa equação, não há certo nem errado, mas tem a ver, sim, com a forma com que se encara a vida.

 

 

 

 

É bastante contagiante a direção de Pedro Amorim (‘Carlinhos e Carlão‘), erigindo uma atmosfera grunge com cheiro de cigarro e cerveja em oposição à estética solar e colorida da jovem cantora teen. Dá para sentir e ouvir esses dois ambientes do longa, que nem Bradley Cooper e Lady Gaga em ‘Nasce uma Estrela’. E tal como no oscarizado, em ‘Dissonantes’ o frescor, a energia e as melhores cenas são com a talentosa Thati Lopes – que, oriunda do teatro musical, solta sua voz e mostra ao grande público que é, sim, uma atriz completa.

Voltado para o público adulto e produzido pelo braço da Disney StarPlus, ‘Dissonantes’ chega aos cinemas para arrancar risadas dos cabeludos de plantão que, com suas camisas xadrezes, vão se identificar com o protagonista e rir com ele sobre seu estilo de vida.

‘Woke’ é CANCELADA pelo Hulu após 2 temporadas

De acordo com o Deadline, Hulu cancelou oficialmente comédia satírica ‘Woke‘ depois de apenas duas temporadas.

Lançada em 2020, a série apresentou uma visão única sobre identidade e cultura. A trama seguia Keef, um cartunista prestes a alcançar o sucesso quando um incidente inesperado muda tudo. Com uma nova visão do mundo ao seu redor, Keef confronta as novas ideias e vozes que o desafia.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

O elenco também conta com Blake AndersonT. MurphLara Goldie.

Sam Raimi revela que os fãs foram responsáveis por um dos GRANDES momentos de ‘Doutor Estranho 2’

Um dos grandes momentos de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, sem sombra de dúvida, foi a breve e trágica aparição do icônico John Krasinski como Reed Richards/Sr. Fantástico, um dos membros do Quarteto Fantástico.

E, nos comentários extras do longa-metragem, o diretor Sam Raimi confirmou que a escalação do ator só foi possível graças aos fãs, que falaram durante muito tempo sobre como Krasinski ficaria perfeito no papel.

“É muito engraçado que Kevin [Feige, presidente da Marvel Studios] tenha escalado John, porque os fãs tinham um sonho sobre quem seria o Reed Richards perfeito”, ele disse. “E, por ser um universo alternativo, Kevin disse: vamos fazer esse sonho acontecer”.

Lembrando que o longa-metragem, estrelado por Benedict CumberbatchElizabeth Olsen, já está disponível no Disney+.

Relembre a trama:

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

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‘Stranger Things’: Respostas sobre o Mundo Invertido só serão reveladas na ÚLTIMA temporada

A Netflix está se preparando para lançar o volume 2 da 4ª temporada de Stranger Things daqui a alguns dias, e os fãs estão curiosos para saber mais sobre a origem do Mundo Invertido.

Agora que os personagens sabem como entrar e sair de lá, pode ser que o desfecho da 4ª temporada traga algumas respostas sobre aquele sombrio universo… Certo?

Errado!

Durante uma entrevista para a Variety, Ross Duffer, co-criador da série, disse que:

“A única coisa que não nos aprofundamos completamente no volume 2 é a história por trás do Mundo Invertido. Nós sugerimos isso em alguns trechos, e tenho certeza que alguém no Reddit será capaz de juntar as peças. Mas muitas dessas respostas só serão fundamentadas na 5ª temporada. Essa é a base para o fim da série [explorar o Mundo Invertido].”

Anteriormente, Ross e seu irmão, Matt, disseram ao The Wrap que o conceito que eles apresentaram para a última temporada deixou os executivos da Netflix em lágrimas.

“Nós realmente tentamos focar em uma temporada de cada vez. Já traçamos a narrativa da quinta temporada e apresentamos para a Netflix. Eles reagiram muito bem. Quero dizer, foi difícil. É o final da história. Eu vi executivos chorando [por causa do desfecho]. Esse é um projeto que mudou tantas vidas, incluindo essas pessoas da Netflix, que estão conosco desde o começo. É difícil imaginar essa jornada chegando ao fim.”

Ele completa, “Enquanto estávamos desenvolvendo a quarta temporada durante a pandemia de COVID, nós traçamos a narrativa do ciclo final. Desde então, eu nem olhei mais para essas anotações, pois é muito pesado.”

Enquanto isso, os episódios finais da 4ª temporada chegam ao catálogo da plataforma no dia 1º de julho.

Pensando nisso, a Netflix divulgou um novo vídeo resumindo os eventos mais bombásticos do primeiro volume do ciclo atual.

Confira:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

‘Thor: Amor e Trovão’: Jaimie Alexander faz mistério sobre o papel de Lady Sif na sequência; Confira!

Assim como Jane Foster (Natalie Portman) ficou de fora da trama de Thor: Ragnarok‘, o mesmo aconteceu com a Lady Sif, personagem de Jamie Alexander.

Presente nos dois primeiros filmes do herói, Alexander reprisou o papel em ‘Agents of SHIELD‘ e em um episódio de ‘Loki‘.

Como ela já foi confirmada em ‘Thor: Amor e Trovão‘, os fãs estão se perguntando se ela terá um papel significativo na trama.

Mas parece que ela não irá protagonizar cenas de ação no longa.

Em entrevista para o Comic Book, Alexander foi direta ao dizer:

“Para este filme, eu não tive que treinar. Não precisei ‘entrar em forma’. E você vai ver o porquê.”

Então, parece teremos que esperar como e se ela ela irá interagir com outros personagens quando o filme chegar aos cinemas, em 07 de julho.

E aí, você está curioso para ver o retorno da personagem?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Marvel Studios anuncia retorno à Comic-Con; Confira as novidades!

De acordo com o Deadline, a Marvel Studios anunciou que estará presente na San Diego Comic-Con 2022, que acontece entre 21 e 24 de julho.

A notícia marca o retorno da companhia ao evento depois de dois anos de ausência devido à pandemia do Coronavírus.

Após a edição de 2019, a Marvel optou por ficar de fora da Comic-Con@Home, que teve painéis realizados virtualmente em julho de 2020 e 2021.

O retorno foi confirmado pelo diretor criativo do estúdio, Kevin Feige, enquanto promovia a estreia de ‘Thor: Amor e Trovão‘, dirigido por Taika Waiti.

“Estaremos na Comic-Con no próximo mês e estamos muito empolgados. Então, sim, estamos animados para falar sobre o futuro do MCU”, comemorou o cineasta.

Os projetos que a Marvel divulgará na Comic-Con 2022 ainda não foram divulgados oficialmente, mas seus próximos lançamentos no cinema são:

‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ 11 de novembro.
‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ – 17 de fevereiro de 2023.
‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ – 05 de maio de 2023.
‘As Marvels’ – 28 de julho de 2023.

Já nas telinhas, as produções aguardadas para este ano são ‘Eu Sou Groot‘ (10 de agosto), ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ (17 de agosto) e o especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘.

Ainda sem previsão de estreia, há a série da ‘Echo’, ‘Invasão Secreta’, ‘Agatha: House of Darkness’, ‘Armor Wars’, ‘Coração de Ferro’ e ‘X-Men 97‘.

Além disso, é possível que haja anúncios de projetos ainda não revelados.

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ chega aos cinemas nacionais em 07 de julho.

E aí, você está animado para a estreia?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘O Telefone Preto’: Terror do diretor de ‘A Entidade’ conquista nota B+ no CinemaScore

Apesar da aprovação de ‘O Telefone Preto’ ter caído para 84% entre os críticos, o aguardado terror está fazendo sucesso entre o público.

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’), o longa conquistou a nota B+ no CinemaScore.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.

Confira a publicação, junto com as reações ao filme:

“Nós estávamos lá para pesquisar a aceitação de ‘O Telefone Preto‘ e o filme obteve uma pontuação B+ dos cinéfilos. Você vai assistir neste fim de semana?”

Aqui no Brasil, o longa estreia em 21 de julho.

“Acabei de sair da exibição antecipada de ‘O Telefone Preto‘ na CinemaCon. Este é definitivamente um dos melhores filmes da Blumhouse. Os atores mirins são ótimos, especialmente as estrelas Mason Thames e Madeleine McGraw. Ethan Hawke nunca foi tão assustador ou aterrorizante.”

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

‘Jurassic World: Domínio’ agradece fãs pelo sucesso após filme passar os US$ 600 milhões nas bilheterias

Apesar das críticas negativas, a sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ continua a DOMINAR as telonas.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 249.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 372.3 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou incríveis US$ 622.1 milhões mundialmente – o que representa a quinta MAIOR bilheteria do ano.

“Obrigado ao público em todo o mundo por vir ver nosso filme de dinossauros. Nós agradecemos vocês.”, escreveu.

Vale lembrar que longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’ e a Dinomania que dominou os anos 90

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993. Hoje, uma franquia estabelecida, o fenômeno chega ao seu sexto filme com o recente Jurassic World – Domínio, já um dos grandes sucessos de 2022, tendo estreado no início de junho nos cinemas.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças ao derivado / reboot Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

Crítica com Spoilers | ‘The Boys – Herogasm’ subverte sua ‘subversão padrão’

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o sexto episódio da terceira temporada de The Boys, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Conhecida por sua visão subversiva dos super-heróis, The Boys trouxe um dos melhores episódios, se não o melhor, de suas três temporadas até aqui. O tão aguardado Herogasm, que contou com uma publicidade massiva tanto da produção quantos dos fãs, teoricamente teria apenas que adaptar uma super-suruba para as telas que já teria agradado aos fãs das baixarias, mas vai além ao manter seu padrão de críticas sociais certeiras e de abrir mão do seu estilo e abraçar um pouco do frenesi dos Supers na nossa sociedade. Como assim? A missão da série é subverter as expectativas dos fãs quanto aos heróis, mas ao trazer o clímax desse episódio, eles abraçaram o clichês desse tipo de produção e fizeram um dos embates mais empolgantes dos últimos tempos. Essa “subversão de sua própria subversão” poderia ter sido desastrosa? Poderia. No entanto, a forma como fizeram foi tão bem encaixada que dificilmente alguém não se envolveu no embate entre Billy, Soldier Boy e Hughie contra o Capitão Pátria.

Mas antes de falar da porradaria final, o episódio já começa com uma crítica a uma das ações mais toscas que o mundo viu recentemente. Lá no comecinho da pandemia, a Gal Gadot parou para refletir sobre a vida e chamou uns amigos famosos para cantarem Imagine por um mundo melhor. Como isso melhorou o mundo ninguém sabe, mas é claro que The Boys não ia perder a oportunidade de zoar a falta de bom senso das celebridades e reuniu um monte de famosos, Supers ou não, para cantarem a música em prol da paz após o atentado feito pelo Soldier Boy no episódio anterior. O interessante é que essa foi a sátira mais escrachada acerca da pandemia, mas o episódio faz uma outra um pouco mais sutil. Quando o Capitão Pátria surta durante a entrevista, na qual a repórter pergunta o que os Supers estão fazendo para conter a ameaça que está mantendo as pessoas em casa – no caso, o Soldier Boy -, o Pátria, completamente ignorante, repete o mantra que todo governo imbecil do mundo adotou nos meses de pandemia: “Saiam de casa, é seguro lá fora”, mesmo que várias pessoas estivessem morrendo e fosse de conhecimento público.

Essa críticas tão recentes e certeiras passam longe da coincidência, afinal a temporada foi gravada durante a pandemia.

Não à toa, todo o arco envolvendo o Trem-Bala e o Blue Hawk é baseado no assassinato covarde de George Floyd e a repercussão do movimento Black Lives Matter. E por esse contexto, a temporada parece trabalhar em uma redenção para o velocista. Depois de agir de forma tão irresponsável por anos e tendo sua sujeira varrida para baixo do tapete, o Trem-Bala se tornou descartável e agora sofre com sua invalidez. Diante desse descarte, ele desceu do pedestal e tentou buscar seu lugar de volta na comunidade, mas não é assim.

Ele tenta usar o que restou de sua influência, mas logo é submetido ao corporativismo que salvou sua imagem algumas vezes. Só que agora ele não é mais útil, então passa a sentir os efeitos de suas ações. Vivendo algumas semanas como uma “pessoa normal” para os olhos da Vought, o Trem-Bala foi vítima da empresa e viu seu irmão ficar paraplégico em um discurso que supostamente seria de desculpa. Ele teve que aguentar aquilo que sempre fez vista-grossa e não aguentou a pressão, pegando o babaca do Blue Hawk e colocando ele pra ralar peito, literalmente.

É curioso como a produção lida com a inversão de papéis nesta temporada. Enquanto o Trem-Bala vira o impotente, alguém passivo aos acontecimentos da vida – momentaneamente -, o Hughie, seu primeiro rival, ganha os poderes e assume uma arrogância que era típica do velocista. Caso ele sobreviva ao ataque cardíaco, será interessante ver como a série vai voltar nesse embate com as posições invertidas.

Falando na inversão de papéis, coitado do Francês. Ele começou como um membro ativo e fanático por explosões nos ‘The Boys’. Mesmo com esse jeitão meio gênio psicótico e sacana, ele tinha um lado “fofo” que trouxe carisma e o transformou em um dos favoritos dos fãs. Nesta terceira temporada, ele está cansado de tudo e só quer fugir dessa vida para viver feliz com a inocente e mortal Kimiko. O problema são os fantasmas do passado que impedem que ele viva em paz ou deixe as atividades.

Mas chega a ser cômica a dualidade das situações em que ele é referenciado neste episódio. Enquanto nosso último romântico está amarrado pelado, sofrendo tortura física e psicológica por não querer matar seus amores, Bruto e Leitinho – que justifica seu nome, como visto na cena acima – chegam ao Herogasm e falam a mesma coisa: “O Francês vai ficar revoltado quando souber que perdeu isso”. Pois é, já dizia a música: “parece ironia querer viver um amor no século da p…”

Sobre o Herogasm, que dá nome ao episódio, ele acaba não chamando tanta atenção porque a própria série já havia explorado muitas bizarrices quando o assunto era sacanagem entre Supers. Claro que o Leitinho entrou numa fria, já que levou uns carinhos do bingulim elástico do Salsicha do Amor, agora com um visual mais parecido com o das HQs, e coisas ainda mais nojentas. No entanto, chama atenção como um episódio que tenha tanta nudez e sexo rolando abertamente no entorno, se sobressaia pelo que está acontecendo com as pessoas que não estão transando no recinto.

Isso porque a estética das grandes produções de heróis chega avassaladora para um duelo de titãs tão bem conduzido que faz até mesmo com que o público esqueça momentaneamente dos absurdos ditos pelo Soldier Boy para que ele saia no braço com o Capitão Pátria. E olha que ele defendeu o Bill Cosby, comediante condenado por estupro, assédio e agressão – chegou a dizer que ele fazia uns drinks fortes, sendo que uma das acusações era que ele drogava as mulheres para dormir com elas -, como exemplo de como deve ser um homem. Fora isso, ele faz uma reflexão de como ele serviu aos interesses do seu país e foi abandonado por ele, substituído. É um discurso interessante sobre os veteranos de guerra. Mas como a série não deixa que esqueçamos que os Supers são babacas, ele faz um elogio depois aos Mujahidin, soldados islâmicos bancados pelos EUA que formariam a Al-Qaeda.

Isso tudo acaba sendo “varrido para baixo do tapete momentaneamente” para que ele caia na porrada com o Capitão Pátria. A sequência de luta entre eles é fascinante porque o público conhece os heróis em que eles foram baseados e o embate entre Capitão América e Superman já foi discutido algumas vezes pelos fãs. É legal ver isso acontecendo, mesmo que na versão deturpada deles.

Por fim, o Capitão Pátria e a Luz-Estrela trazem momentos que vão definir os próximos episódios. Enquanto o Pátria conversa com seu reflexo “super”, ao melhor estilo Duende Verde, sobre exterminar seu lado humano, a Luz-Estrela decide abandonar de vez o apego a sua própria vida ao abrir mão da vaga nos 7 e revelar os podres da Vought e do Pátria para o público. E depois de apanhar horrores do trio Super, é provável que o Pátria se torne 100% do monstro que seu interior quer. Já a Luz-Estrela, que resistiu à explosão de cabeça, pintou um alvo gigantesco sobre ela para que o Pátria Descontrolado a persiga.

E vocês? O que acharam do Herogasm?

Digam nos comentários!

Os episódios de The Boys estreiam toda sexta no Amazon Prime Video.

‘Obi-Wan Kenobi’: Ewan McGregor explica porque Yoda não apareceu na série

Nos eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith‘, os Jedi que sobreviveram ao ataque dos Clonetroopers foram obrigados a se esconder para evitar chamar a atenção do Império.

E a série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘ mostra que os Inquisidores estavam em missão ao redor do universo em busca de suas presas.

E, assim como Kenobi (Ewan McGregor) se escondia em Tatooine enquanto vigiava Luke Skywalker, Yoda se escondia em Dagobah para evitar ser encontrado.

Muitos fãs esperavam que o pequeno alien verde tivesse alguma participação na série, mesmo que fosse em flashback, o que não aconteceu.

Durante uma entrevista para a Rádio Sirius XM, McGregor foi questionado por que Yoda não apareceu na série, e sua resposta foi bem contextualizada.

“Após ‘A Vingança dos Sith‘, tudo o que resta para Obi-Wan é cuidar de Luke Skywalker. Isso é tudo o que lhe resta, enquanto ele tenta se comunicar de forma espiritual com seu antigo mestre, Qui-Gon. Ele não poderia contatar nenhum de seus antigos mentores que ainda estavam vivos ou poderia colocá-los em uma posição de risco. Por isso ele não podia contatar Yoda ou qualquer um dos Jedi sobreviventes por medo de se entregar ou entregá-los.”

McGregor acrescentou que: “Se um Jedi usar a Força neste período, os Inquisidores poderão sentir e saberão onde encontrá-lo. É como usar seu telefone ou algo assim, eu acho.”

Resumindo, McGregor quis dizer que talvez Yoda não estivesse vivo se Kenobi o importunasse.

Confira a entrevista:

Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).

 

‘The Boys’: “Não posso desver”, diz Jeffrey Dean Morgan sobre o infame episódio do “Herogasm”

O novo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis – já chegou à plataforma do Prime Video e o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) compartilhou suas impressões sobre o capítulo.

Através das redes sociais, o ator escreveu: “uma palavra. HEROGASM. É isso. Esse é o tweet. Eu vi. Não posso desver. Apenas… Se preparem (eu assisti três vezes!)”.

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tentativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Doutor Estranho 2’: Cena DELETADA do filme mostraria morte violenta de um dos personagens do filme

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ chegou no Disney+ nesta quarta-feira, 22 de junho, e uma cena deletada do filme foi revelada.

Segundo o Heroic Hollywood, o diretor Sam Raimi revelou que a versão 616 do barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) seria morto violentamente por Wanda (Elizabeth Olsen).

A Feiticeira arrancaria a cabeça do personagem de maneira agressiva e levaria para o Strange (Benedict Cumberbatch).

Além da cena que foi cortada, uma versão alternativa do personagem também apareceria com os Illuminati, junto com Reed Richards (John Krasinski) e o Professor Xavier (Patrick Stewart).

Mordo

Outra cena deletada mostra um flashback do Dr. Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) comentando sobre o Método Strange-Palmer, uma técnica cirúrgica que faria pessoas voltarem a andar, e que ele desenvolveu com Christine Palmer (Rachel McAdams).

Assista:

A sequência ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 945 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 407,4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 537,8 milhões.

Sam Raimi dirige.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

10 Filmes Pouco Conhecidos que são SURPREENDENTES

Como há muitos lançamentos toda semana, não só no Brasil, no circuito exibidor, algumas ótimas produções passam desapercebidas (algumas nem estreiam nos cinemas) pelos cinéfilos.

Buscando indicar alguns ótimos longas-metragens que não tiveram grande divulgação, segue abaixo 10 Filmes Pouco Conhecidos que são SURPREENDENTES:

 

71: Esquecido em Belfast

Em seu primeiro longa-metragem na carreira, o diretor Yann Demange não podia ter começado de maneira mais certeira. O filme ganhador de uma menção honrosa no Festival de Berlim, é elogiado por crítica e público, mostrando a realidade nua e crua por trás de uma guerra.  Estrelado pelo bom ator Jack O’Connell, 71 promete deixar o público impactado com essa história cheia de dor e sofrimento.

 

Free Fire

Em terra de cego, quem tem olho é rei. Com produção executiva de Martin Scorsese, chegou aos cinemas ingleses anos atrás um filme pouco badalado mas bastante sangrento. Com óbvias referências a filmes policiais e ação de décadas passadas, como o clássico Cães de Aluguel,  Free Fire chegou às telonas sem muita repercussão, mesmo tendo um elenco bem interessante, e manobra suas ações em um roteiro simples, bem objetivo e uma direção que dá muito ritmo a história. O roteiro e a direção são assinados pelo cineasta inglês Ben Wheatley que executa um trabalho convincente e cheio de momentos hilários em meio ao caos.

 

Respire

A paixão é um caminho ou um obstáculo à liberdade? Depois de adentrar Hollywood sendo musa do grande filme de Tarantino, Bastardos Inglórios, Mélanie Laurent se joga de vez no mundo da direção cinematográfica e continua mostrando seu talento, dessa vez, atrás das câmeras. Respire, baseado no romance da autora francesa Anne-Sophie Brasme, é um soco no estômago para quem ainda acha que a adolescência é uma fase qualquer de nossas vidas. Percorrendo Nietzsche e as razões do excesso, esse longa-metragem francês possui um clima tenso desde o primeiro minuto e um arrebatador desfecho.

 

Tarde para la Ira

A vingança é uma espécie de justiça selvagem. Em seu primeiro trabalho como diretor de longa metragem, o ator espanhol Raúl Arévalo acerta em cheio em uma trama repleta de tensão e mistério cercando um protagonista impactante que nos faz não tirar os olhos da telona durante todos os 92 minutos de projeção. Tarde para la Ira (2016) possui um poderoso roteiro, assinado por David Pulido e também pelo diretor, e atuações marcantes. Pena que é um filme que passou desapercebido pelos premiações mundiais.

 

Cicatrizes

Nunca desconfiem de um sentimento maternal. Contra tudo e contra todos, perdida em uma solitária e dura não compreensão de seus sentimentos em uma busca improvável a um filho que fora lhe roubado a 18 anos, assim podemos definir a saga da forte protagonista desse surpreendente e impactante filme sérvio chamado Cicatrizes (Savovi, no original). Exibido no Festival de Berlim no ano de 2019, dirigido por Miroslav Terzic, com roteiro assinado por Elma Tataragic, o longa-metragem é inspirado em fatos reais e conta com uma atuação magistral da atriz Snezana Bogdanovic.

 

Juliet, Nua e Crua

As armadilhas do destino e a quantidade de açúcar que pode ter uma relação. Dirigido pelo cineasta Jesse Peretz, Juliet, Nua e Crua conta a saga de uma mulher em busca de novos desafios no campo amoroso após perceber que o atual relacionamento que se encontra não está dando o resultado que deseja. Com personagens excêntricos e guiados pelo universo da música de alguma forma, o longa-metragem é uma grande viagem rumo as aberturas das portas que o destino realiza de vez em quando. O filme é protagonizado pela competente atriz Rose Byrne e o astro norte-americano Ethan Hawke.

 

O Mundo Fora do Lugar

A vida segue acontecendo nos detalhes, nas surpresas e nas alterações de curso que não são determinadas por você.  Escrito e dirigido pela excelente cineasta alemã Margarethe von Trotta (do ótimo Hannah Arendt), O Mundo Fora do Lugar fala sobre os imprevistos e surpresas do destino quando segredos de uma família são revelados a partir de um rosto parecido de alguém que já se foi. O roteiro navega em uma história turbulenta, repleta de carga dramática e com duas atuações impressionantes (Katja Riemann e Barbara Sukowa).

 

The Lunchbox

As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem. E vem da Índia o filme mais delicado dos últimos anos. Escrito e dirigido pelo cineasta indiano Ritesh Batra, em seu primeiro longa-metragem na carreira, The Lunchbox teve uma estreia surpresa no circuito anos atrás. Mesclando comédia, romance e um drama muito bem estruturado, o filme merece aplausos de pé de todo mundo que ama cinema.

 

7 Caixas

O sonho e a violência ganham contornos surpreendentes no elogiado drama paraguaio 7 Caixas. Dirigido pela dupla Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori, o filme é uma grande caixinha de surpresas onde o espectador é o grande privilegiado. O longa-metragem (a maior bilheteria da história do cinema paraguaio) mostra o sonho, nos gestos e expressões do jovem protagonista que leva uma vida na pobreza, trabalhando duro todos os dias em um mercado.

 

Dois Coelhos

Você já parou para pensar sobre o sentido de sua vida? O trabalho do diretor Afonso Poyart nos faz refletir sobre a sociedade e as consequências de nossos atos, através de seu personagem principal que possui um plano mirabolante para matar dois coelhos com uma cajadada só. Contornando a rota de colisão entre corruptos e criminosos, o longa aborda uma temática atual e possui muitos efeitos nas suas sequências de ação, com direito a cenas à la ‘Sucker Punch’ e outros filmes do gênero.

‘Obi-Wan Kenobi’: Disney+ divulga as imagens oficiais do ÚLTIMO episódio; Confira!

Através do Twitter, a página oficial da série dedicada ao ‘Obi-Wan Kenobi‘ divulgou algumas imagens do último episódio da série, exibido no dia 22/06.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.

A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).

Confira o trailer:

Além de McGregor e Christensen, Joel Edgerton e Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.

O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’)  Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).