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‘Batwoman’: Ruby Rose fala sobre a importância do papel para ela

A atriz Ruby Rose foi a grande escolhida para viver a heroína na série ‘Batwoman‘ da CW.

Em entrevista com o The Tonight Show, a atriz revelou que só soube que tinha conseguido o papel pouco antes de entrar no tapete vermelho para o seu filme ‘MegaTubarão‘.

“Eu tava muito nervosa no tapete vermelho, então eu basicamente passei rápido porque eu estava, tipo, chorando. Estava muito animada.”

A atriz recebeu ofensas e ameaças dos fãs, e teve que bloquear os comentários de suas redes sociais.

“Eu cresci assistindo TV, e eu nunca vi ninguém que pudesse me identificar, muito menos um super-herói.” Rose se declarou animada para o papel, destacando a sexualidade de sua personagem, que, segundo ela, ajudará a aumentar a representatividade e “mudará tudo” [os padrões atuais].

Ela já participou de ‘Orange is the New Black’, ‘Resident Evil: O Capítulo Final’ e ‘John Wick 2’.

Para celebrar o anúncio, o popular artista conceitual BossLogic desenvolveu um belo cartaz, que traz a protagonistas com o manto da aclamada personagem.

Confira:

Soon! #arrowverse @rubyrose #batwoman @thecw

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

As filmagens serão iniciadas no primeiro semestre de 2019, durante a primavera norte-americana (entre 20 de março e 21 de junho).

Com essa calendário, a expectativa especulada no ramo é que a série estreie na temporada Fall TV de 2019, que compreende o período de setembro a outubro.

Em ‘Batwoman’, a primeira heroína abertamente homossexual da DC aprenderá a enfrentar seus demônios internos enquanto combate o crime em Gotham.

Durante a San Diego Comic-Con 2018, o canal The CW, que já havia anunciado a presença da Batwoman no Super-Crossover  de Arrowverse deste ano, contou que a vigilante de Gotham ganhará um projeto piloto desenvolvido por Caroline Dries (The Vampire Diaries), que também trabalhou como roteirista de Smallville, com produção de Greg Berlanti e Sarah Schechter.

‘Boneco do Mal 2’: Sequência ganha título oficial!

Durante o CinemaCon, o título oficial da sequência ‘Boneco do Mal 2‘ foi revelado. O segundo filme será intitulado ‘Brahms: The Boy II‘.

Confira o logo:

William Brent Bell retornará como diretor, e Stacey Menear como roteirista.

Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”

O elenco inclui Katie HolmesRalph Ineson, Christopher Convery e Owain Yeoman.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 26 de julho.

Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe

(Motherless Brooklyn)

 

Elenco:

Edward Norton

Gugu Mbatha-Raw

Alec Baldwin

 

Direção: Edward Norton

Gênero: Drama

Duração: 144 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 26 milhões

Estreia: 05 de Dezembro de 2019

Sinopse: 

A trama acompanha Lionel Essrog (Norton), um detetive particular solitário que convive com a síndrome de Tourette, conforme tenta solucionar o assassinato de seu mentor e único amigo, Frank Minna. Munido somente de algumas pistas e a força de sua mente obsessiva, Lionel desvenda segredos guardados a sete chaves que colocam o destino da cidade inteira em cheque. Em um mistério que o leva desde clubes de jazz no Harlem até os cortiços sombrios do Brooklyn e às suntuosas propriedades dos figurões mais influentes de Nova York, Lionel tem que lidar com capangas, corrupção e o homem mais perigoso da cidade para honrar seu amigo e salvar a mulher que pode ser sua própria salvação.

Curiosidades: 

» O filme é baseado no livro homônimo do autor Jonathan Lethem;

» Além de estrelar e dirigir, Edward Norton também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Monster Problems’: Terror ganha novo título e será lançado direto em VOD

De acordo com o THR, a Paramount decidiu cancelar o lançamento do terror pós-apocalíptico ‘Monster Problems‘ nos cinemas.

Agora intitulado ‘Love and Monsters‘, o longa será lançado direto em VOD no dia 16 de outubro. A produção estará disponível para aluguel nos EUA por US$ 19.99 (por um período de 48 horas), e a compra de um cópia digital ficará por US$ 24.99.

Confira as primeiras imagens oficiais:

Dirigido por Michael Matthews, a expectativa inicial era que a produção fosse o início de uma nova franquia.

A história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro.

O longa será estrelado por Michael Rooker (‘The Walking Dead‘), Dylan O’Brien (‘Maze Runner‘), Jessica Henwick e Ariana Greenblatt.

A dupla Brian Duffield e Matthew Robinson é responsável pelo roteiro.

‘The Flash’: Carlos Valdes e Tom Cavanagh deixam o elenco da série após 7 temporadas

De acordo com o Deadline, Carlos Valdes e Tom Cavanagh irão deixar o elenco da série ‘The Flash‘ após sete temporadas.

Ambos os atores estão presentes na produção desde o seu primeiro episódio.

Valdes, que interpreta o Cisco Ramon, permanecerá na série até o término da sétima temporada. Cavanagh, por sua vez, já fez sua aparição final como membro do elenco fixo, mas fará uma participação no episódio que irá ao ar no dia 11 de maio.

“Tom e Carlos têm sido uma parte importante da nossa série por sete temporadas e sentiremos muita falta deles,” o showrunner Eric Wallace declarou. “Ambos são incrivelmente talentosos e criaram personagens amados por todos os fãs da série. É por isso que deixamos as portas abertas para futuras aparições deles no futuro.”

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Hotel Transilvânia 4’: Monstros causam confusão no novo clipe divertido da sequência; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo clipe divertido da sequência ‘Hotel Transilvânia: Transformonstrão‘.

Confira:

O longa será lançado exclusivamente pela plataforma de streaming no dia 14 de janeiro.

Dirigido por Derek DrymonJennifer Kluska, este será o último capítulo da franquia.

Neste longa, Drac (Brian Hull) e o bando estão de volta para uma aventura totalmente nova, com sua tarefa mais aterrorizante até agora. Quando a misteriosa invenção de Van Helsing (Jim Gaffigan), o “Raio Monstrificador”, fica descontrolada, Drac e seus amigos monstros são todos transformados em humanos, e Johnny (Andy Samberg) se torna um monstro. Em seus novos corpos incompatíveis – Drac, destituído de seus poderes, e Johnny amando a vida como um monstro – o grupo de Drac contará com a ajuda de Mavis (Selena Gomez) para correr ao redor do mundo e encontrar uma cura antes que a mudança se torne permanente – e antes que eles enlouqueçam um ao outro.

A produção conta com o retorno das vozes de Selena Gomez, Keegan-Michael Key, Molly Shannon, David Spade e Andy Samberg.

A Sony Pictures pegou todos de surpresa ao confirmar que Adam Sandler não estará de volta para dublar o Drácula. Em seu lugar, foi chamado o pouco conhecido Brian Hull.

Vale lembrar que o longa anterior, ‘Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas‘, se tornou a animação de maior bilheteria da Sony Pictures, com arrecadação de US$ 526.5 milhões.

Juntos, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1.3 bilhão.

Bombeiros arriscam suas vidas no trailer da série ‘Fire Country’; Confira!

A CBS divulgou o novo trailer de ‘Fire Country‘, série de bombeiros estrelada por Max Thieriot (‘Bates Motel’).

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 7 de outubro.

A série é inspirada pelas experiências de Thieriot ao crescer no Norte da Califórnia, e é baseada em uma ideia original do ator – que também é responsável pelo roteiro ao lado de Tony Phelan e Joan Rater.

Buscando redenção após um tempo na prisão, Bode Donovan (Thieriot) se junta a um programa de bombeiros que o faz retornar a sua pequena cidade natal. Lá, ele e outros ex-condenados irão trabalhar ao lado de bombeiros de elite para apagar incêndios perigosos através da região.

O elenco ainda conta com Billy Burke, Kevin Alejandro, Diane Farr, Stephanie Arcila, Jordan Calloway e Jules Latimer.

‘Bird Box Barcelona’ divide a opinião dos críticos com 50% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 8 reviews publicadas até o momento, o terror ‘Bird Box Barcelona‘, spin-off do filme de 2018 estrelado por Sandra Bullock, dividiu a opinião dos críticos com apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Enquanto alguns críticos elogiaram a produção e destacaram positivamente a expansão deste universo, outros sentiram que este spin-off é apenas mais do mesmo e não chega perto do nível do longa original.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Infelizmente, nenhuma reviravolta em ‘Bird Box Barcelona’ funciona após um primeiro ato que faz o filme parecer muito mais interessante do que realmente é.” (Inverse)

“‘Bird Box Barcelona’ se desvia muito do que tornou o primeiro filme interessante, assustador e atemporal.” (IndieWire)

“O filme é bem feito, com boas atuações e uma atmosfera sinistra. Dá para assistir.” (Hollywood Reporter)

“‘Bird Box Barcelona’ carece de uma atuação como a da Sandra Bullock e da tensão gerada ao redor dela.” (Guy at the Movies)

“‘Bird Box Barcelona’ consegue ampliar o universo do filme anterior, construindo uma experiência que parece familiar enquanto oferece uma nova perspectiva cheia de tensão.” (Nightmarish Conjurings)

“Apesar de ser difícil imaginar que ‘Bird Box Barcelona’ fará tanto sucesso quanto o filme anterior, especialmente por causa da falta de um ator conhecido, esse é um filme muito melhor do que o de 2018.” (Digital Spy)

O longa será lançado na plataforma da Netflix no dia 14 de julho.

Confira o trailer:

O elenco contará com Mario Casas, Georgina Campbell, Diego Calva, Alejandra Howard, Naila Schuberth, Patrick Criado, Celia Freijeiro, Lola Dueñas, Gonzalo de Castro, Michelle JennerLeonardo Sbaraglia.

“Após uma força misteriosa dizimar a população mundial ao fazer com que todos que a veem cometerem suicídio, Sebastian e sua jovem filha Anna irão enfrentar sua própria jornada de sobrevivência através das desoladas ruas de Barcelona. Enquanto eles formam uma aliança incerta com outros sobrevivências e buscam um lugar seguro, uma ameaça mais sinistra do que as criaturas que não podem ser vistas começa a crescer.”

Alex e David Pastor serão responsáveis pela direção, além de escreverem o roteiro.

Vale lembrar que uma sequência oficial de ‘Bird Box‘ também está em desenvolvimento. Detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas é provável que adapte os eventos do romance ‘Malorie‘.

Em seu primeiro dia, o filme ‘Bird Box‘ alcançou 3.5 milhões de visualizações na Netflix. Comparativamente, ‘Bright‘, com Will Smith, foi visto por 5.4 milhões de pessoas. Essa dinâmica não se sustentou, no entanto, como ‘Bright‘ acumulou apenas 20 milhões de espectadores até o final de sua própria primeira semana.

Pisque Duas Vezes

(Blink Twice)

 

Elenco:

Channing Tatum
Naomi Ackie
Christian Slater
Geena Davis

 

Direção: Zoë Kravitz

Gênero: Suspense

Duração: 102 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 22 de Agosto de 2024

Sinopse: 

Em PISQUE DUAS VEZES, quando o bilionário de tecnologia Slater King conhece a garçonete Frida em sua gala de arrecadação de fundos, faíscas voam. Ele a convida para se juntar a ele e seus amigos nas férias dos sonhos em sua ilha particular. É o paraíso. Noites selvagens se misturam com dias ensolarados e todos estão se divertindo. Ninguém quer que esta viagem acabe, mas à medida que coisas estranhas começam a acontecer, Frida começa a questionar a sua realidade. Há algo errado com este lugar. Ela terá que descobrir a verdade se quiser sair viva desta festa.

Curiosidades: 

» Originalmente intitulado Pussy Island, o longa marcará a estreia diretorial da Zoë Kravitz;

» Além de dirigir, Kravitz também assina o roteiro ao lado de E.T. Feigenbaum;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kaitlin Olson é uma DETETIVE improvável no trailer da série ‘Uma Mente Excepcional’; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer nacional de ‘Uma Mente Excepcional‘ (High Potential), série cômica estrelada por Kaitlin Olson (‘Hacks’).

Confira, dublado e legendado:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 23 de janeiro.

Criada por Drew Goddard, a série é baseada no popular seriado francês ‘Haut Potentiel Intellectuel (HPI)‘.

A trama acompanha Morgan, uma mãe solteira de três filhos com uma mente brilhante, enquanto ela reorganiza algumas evidências durante seu turno como faxineira do departamento de polícia, ajudando na resolução de um caso insolúvel. 

O elenco ainda conta com Javicia LeslieDeniz AkdenizAmirah JMatthew LambJudy Reyes Daniel Sunjata.

Jogadores de Hockey se apaixonam no trailer de ‘Heated Rivalry’, nova série de romance LGBTQ+

O serviço de streaming Crave divulgou o primeiro trailer de ‘Heated Rivalry‘, série de romance LGBTQ+ baseado no livro homônimo de Rachel Reid.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 28 de novembro.

Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.

Hudson Williams e Connor Storrie estrelam a produção.

O elenco ainda conta com François Arnaud, Robbie GK, Sophie Nélisse, Ksenia Daniela Kharlamova, Dylan Walsh e Christina Chang.

INCRÍVEL! Trailer de ‘Duna: Parte 3’ promete conclusão ÉPICA da saga; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer completo da sequência ‘Duna: Parte 3‘, capítulo final da aclamada saga sci-fi dirigida por Denis Villeneuve.

Na trama, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de dezembro.

O próximo capítulo adaptará o romance ‘Duna: Messias’, de Frank Herbert, trazendo Timothée Chalamet de volta como Paul Atreides e Denis Villeneuve como diretor e produtor.

ZendayaJason MomoaFlorence PughRebecca FergusonIsaach de BankoléCharlotte RamplingAnya Taylor-JoyRobert PattinsonJavier Bardem integram o elenco.

Lembrando que a franquia está disponível na HBO Max.

‘Han Solo’: Paul Bettany, o Visão de ‘Vingadores’, entra para o elenco

As filmagens de ‘Han Solo‘ continuam a todo vapor e o mais novo acréscimo à narrativa foi o astro Paul Bettany, o Visão de ‘Vingadores‘.

O anúncio da contratação foi feito pelo próprio diretor Ron Howard, em uma publicação feita em sua conta do Twitter.

Confira:

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo (ainda sem título oficial) tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘A Ultima Coisa Que Ele Queria’: Anne Hathaway e Ben Affleck vão estrelar filme da Netflix

Os vencedores do Oscar, Anne Hathaway e Ben Affleck, vão se unir à Netflix para o seu próximo filme.

A dupla, que também já estrelou a saga de ‘Batman’ em períodos distintos, vai protagonizar a adaptação do livro homônimo, ‘A Última Coisa Que Ele Queria’, de Joan Didion, lançado em 1996.

Na trama, acompanhamos a jornalista do caderno policial do Washington Post, Elena McMahon, que possui uma vida tranquila e meticulosamente controlada, sendo casada com um figurão de Hollywood, que a permite levar uma vida regada a muito poder, luxo e riqueza. No entanto, sua aparente rotina perfeita é interrompida por um telefonema inesperado de seu pai. E repentinamente, a jornalista se vê em uma reviravolta, voando para uma misteriosa jornada na América Central. Lá, ela se encontrará no meio de um assassinato, ações clandestinas, tráfico de armas e ligação com a Guerra dos Contra da Nicarágua.

A Última Coisa Que Ele Queria’ será dirigido por Dee Rees, a mesma cineasta indicada ao Oscar por ‘Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi’, produção da Netflix.

O roteiro é assinado por Marco Villalobos.

O elenco ainda conta com Willem Dafoe (‘Projeto Flórida‘), Toby Jones (‘O Espião que Sabia Demais‘), Rosie Perez (‘Rise‘), Edi Gathegi (‘The Blacklist‘) e Mel Rodriguez (‘Philip K. Dick’s Electric Dreams‘)

Além de dirigir, Rees produz o filme ao lado de Cassian Elwes, com Jamin O’Brien, Wayne Godfrey, Robert Jones, Mark Lane e James Harris como os produtores executivos.

A produção está sendo filmada em Porto Rico e a previsão de estreia é para 2019.

‘Sorry For Your Loss’: Elizabeth Olsen comemora início das filmagens da 2ª temporada

A série do streaming Facebook Watch, intitulada ‘Sorry For Your Loss‘, iniciou a produção de sua segunda temporada.

E para comemorar o retorno aos trabalhos, a atriz Elizabeth Olsen fez um vídeo direto dos bastidores da produção, no camarim.

Confira:

 

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@sorryforyourloss Day 1 of Season 2 here we go!!!!!!!!!

Uma publicação compartilhada por Elizabeth Olsen (@elizabetholsenofficial) em


A trama acompanha Leigh, uma colunista que dá conselhos e cuja vida sofre uma reviravolta, em virtude da repentina morte de seu marido Matt, que fora assinado. A narrativa acompanha sua jornada à medida que ela inicia seu processo de luto, com a ajuda de sua irmã Jules, que também está lutando com seus próprios problemas internos e tenta se livrar de seu vício de drogas. Essa caminhada ainda conta com a ajuda de sua mãe Amy e do irmão de Matt, Danny. E conforme Leigh começa a limpar sua casa, mediante os trágicos acontecimentos, ela também vai descobrir que seu marido guardava uma série de segredos.

Kelly Marie Tran, Mamoudou Athie, Marie Tran, Janet McTeer Jovan Adepo completam o elenco.

Confira as estreias da Netflix nesta semana

Os usuários da Netflix serão contemplados como novos conteúdos ao longo dessa semana e entre as principais estreias, estão o aguardado documentário ‘Atleta A‘, que narra o histórico de abusos sexuais cometidos com ginastas da seleção norte-americana, além da comédia musical ‘Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’.

E para você não perder nada, separamos a agenda completa desta semana. Confira e prepare suas maratonas!

23/06

Eric Andre: Legalize Everything
Um especial de stand-up do comediante norte-americano Eric Andre.

24/06

Crazy Delicious
Com ingredientes de uma floresta mágica comestível, esses chefs amadores precisam preparar delícias inovadoras para impressionar os jurados.

Atleta A
Acompanhe os repórteres que revelaram a história sobre os abusos do médico Larry Nassar e veja o depoimento de ginastas como Maggie Nichols.

26/06

Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
Eles têm um sonho: participar da maior competição de música do mundo, o Eurovision. Desistir não faz parte dos planos. Com Will Ferrell e Rachel McAdams.

Esportes do Mundo
Da luta livre vodu no Congo ao roller derby no Texas, conheça algumas das práticas esportivas mais esquisitas e emocionantes do mundo.

 

 

 

 

 

 

Primeiras Impressões | A Misteriosa Sociedade Benedict: Tony Hale brilha em peculiar série de comédia do Disney+

Em mundo cercado por fakes news e abusos de poder que se infiltram pelas ondas do rádio e pelos canais de TV, se posicionar como alguém com identidade própria e pensamento livre tem se tornado um desafio e tanto. E em meio às questões éticas e morais, viver em sociedade é quase como habitar em um campo minado de cancelamentos, opiniões infundadas e expectativas inatingíveis. E a saga literária de Trenton Lee Stewart, A Misteriosa Sociedade Benedict, entendeu o nosso tempo antes de nós mesmos. Com seu primeiro volume lançado em 2007, o autor desafiou o pensamento infantojuvenil, com uma trama que fala de fake news bem antes de elas ganharem vida própria. E pelas mãos da Disney, os amados best-sellers nascidos nos anos 2000 ganham novas cores e abrem um debate fundamental com aqueles que já são o futuro das gerações: Os pequenos.

Criada por Todd Slavkin e Darren Swimmer, A Misteriosa Sociedade Benedict inicia sua jornada falando sobre ética. Se enquadrando na linguagem e contexto juvenis, a produção imprime a essência dos livros de Stewart para um formato interessante. Brincando com sua estética e disposta a entregar uma série que já encante os olhos por seu visual, a Casa do Mickey faz da nova produção o seu próprio Wes Anderson. Simetria, tons pastéis, estampas cheias de presença e enquadramentos lindos formam o design da produção, que traz um ar de Desventuras em Série, com uma pureza muito mais categórica.

Com Tony Hale mais uma vez mostrando a sua versatilidade em cena, a produção acompanha um grupo de crianças órfãs, que se infiltram em uma prestigioso e elitista internato, para tentar desvendar uma complexa trama que envolve controle mental – à la MK Ultra -, manipulação midiática, pulverização de fake news e uma tentativa de extinção do pensamento democrático por meio dos meios de comunicação. Com sua trama embasada na tenra e purista década de 50, A Misteriosa Sociedade Benedict explora – didática e divertidamente – como a luta pela liberdade de pensamento e de identidade só pode ser vencida pelos puros de coração em essência: As nossas crianças.

Prometendo uma trama cada vez mais envolvente, a série inicia a passos lentos, com um ritmo pautado que pode desmotivar alguns. Mas ainda assim, seus assuntos tão profundos e sua abordagem tão conceitual são um brilho diante dos nossos olhos e nos deixam curiosos e intrigados para a próxima página dessa aventura. Se comunicando facilmente com os pequenos, a produção possui um potencial de conquista enorme e traz uma bela composição, incrementada por uma trilha sonora adaptada repleta de hits icônicos, que passam a ser introduzidos a uma nova geração de crianças.

Completamente contemporânea e em sinergia com o momento em que vivemos, a produção original Disney+ ainda explora o que é ser herói por uma ótica mais realista. Ao tratar os valores morais e as virtudes como atributos heróicos, A Misteriosa Sociedade Benedict passa o recado certo para a sua jovem audiência, à medida em que a estimula a questionar os conceitos falhos tantas vezes pregados como corretos pela sociedade moderna. Com um elenco mirim cativante e fazendo uma pequena mistura entre drama e humor, a nova e peculiar série de comédia ainda pode melhorar em seu ritmo e agilidade narrativa, mas nada lhe impede de ser a próxima favorita entre as famílias.

 

‘Jumanji 3’: Jack Black É CONFIRMADO em sequência

A produção de ‘Jumanji 3‘ finalmente ganhou novidades e o retorno do astro Jack Black foi confirmado.

O anúncio foi feito por ele mesmo, durante suas entrevistas para a divulgação do vindouro ‘Um Filme Minecraft‘. Na ocasião, ele chegou a brincar, dizendo que estaria de fora da continuação, mas voltou atrás – afirmando ser apenas uma brincadeira de 1º de abril.

De acordo com o Deadline, o restante do elenco principal, formado por Dwayne Johnson, Kevin Hart e Karen Gillan, também deve retornar para a se sequência.

Jake Kasdan deve assumir a direção novamente.

No quarto filme, o videogame será levado para o mundo real, e os personagens do jogo poderão ser eles mesmos, interagindo com o elenco mais jovem – ao invés de serem controlados.  

Relembre o trailer do filme anterior:

‘Game of Thrones’: 8ª temporada só em 2019; Série ganhará spin-offs

Agora temos a confirmação: a 8ª temporada de ‘Game of Thrones’ só será lançada em 2019, segundo o porta voz da HBO América Latina, Gustavo Grossmann, em um encontro com jornalistas realizado nesta quarta-feira para promover a nova programação do canal.

A notícia boa é que Grossmann também anunciou que estão desenvolvendo spin-offs de ‘Game of Thrones’, e garantiu que cinco projetos estão sendo analisados cuidadosamente. Um deles, seria um possível ”prequel” (pré-sequência)

Com filmagens programadas para serem iniciadas em outubro, as gravações do último ano de ‘Game of Thrones‘ deverão seguir até junho de 2018.

Isso porque apesar da quantidade de episódios ter diminuído, os criadores da série já confirmaram que cada episódio poderá ter média 1 hora e 20 minutos.

 

‘Indiana Jones’: Franquia pode ter uma mulher como protagonista, sugere Steven Spielberg

Apesar de Harrison Ford estar confirmado para o quinto filme da franquia ‘Indiana Jones’, previsto para chegar aos cinemas em 2020, o futuro após isso ainda está nebuloso.

Porém, o diretor Steven Spielberg sugeriu, em entrevista ao The Sun, que uma mulher pode assumir o posto deixado pelo herói após ‘Indiana Jones 5’.

“Nós teríamos apenas que mudar o nome de Jones para Joan. E não há nada de errado com isso”

Garantiu o diretor, comentando que a franquia deve continuar mesmo após a saída de Ford.

“Este será o último filme de Indiana Jones de Harrison Ford, tenho certeza disso, mas a franquia certamente continuará depois desse”

Enquanto isso, o elenco de ‘Indiana Jones 5’ continua ganhando forma, principalmente com o retorno de um velho conhecido da franquia, o personagem Short Round.

E na nova sequência, o astro Ken Jeong dará vida à versão adulta do garotinho, que conhecemos em ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição’.

O anúncio da contratação foi feito pela própria Lucasfilm:

Ken Jeong (‘Se Beber Não Case’), foi escalado para o quinto filme de ‘Indiana Jones’, no papel de Short Round. Jeong atuará ao lado de Harrison Ford, que reprisa seu icônico papel como Indiana Jones. Mais informações relacionadas ao elenco do filme serão reveladas em breve”.

Sobre a nova adição, Steven Spielberg se posicionou com entusiasmo, lembrando sua admiração pelo famoso sidekick:

“Eu sempre achei o Short Round um ótimo personagem, então estou bem empolgado por finalmente ter a oportunidade de trazê-lo de volta, como um adulto. Quanto ao Ken, eu creio que ele compacta perfeitamente todas as melhores qualidades de Short Round e trará muito coração e humor para o papel. Eu não poderia estar mais feliz e acho que ele e Harrison farão um grande time”.

A Disney divulgou 26 novas datas de lançamentos até 2023 e, entre elas, está a data oficial de lançamento de ‘Indiana Jones 5’, que chegará aos cinemas em 10 de julho de 2020. A informação é do Slash Film.

Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’

Os quatro filmes renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

‘Coringa’ ganha trailer SENSACIONAL feito por fã com cenas de filmes do Martin Scorsese

Um fã criativo resolver criar um trailer especial para o novo filme solo do vilão ‘Coringa’, com Joaquin Phoenix como protagonista. No vídeo, o fã utilizou uma cena de ‘O Rei da Comédia’, filme de Martin Scorsese que foi citado pelos produtores como uma das inspirações. Confira:

Parece que a Warner Bros. está realmente mantendo sigilo total sobre a produção ‘Coringa‘, com Joaquin Phoenix no papel do vilão, já que, de acordo com o jornalista Umberto Gonzalez, do The Wrap, as filmagens começam daqui a uma semana, em Nova York.

Além disso, alguns fotógrafos já conseguiram avistar Phoenix, com cabelos grandes e a aparência bem mais magra, pelas ruas da cidade. Confira:

O site Geeks WorldWide revelou que a trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

Robert DeNiro também está no elenco.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

O filme de origem do vilão, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Crítica | ‘Skeleton Crew’ é a produção revigorante que ‘Star Wars’ precisava

Pensado originalmente como um filme, Skeleton Crew chegou a sofrer com rumores de que seria cancelado, mas foi confirmado como série em 2022. Desde então, diversos atrasos no calendário de lançamento ocorreram, até dezembro de 2024, quando a produção enfim viu a luz do dia. E ainda bem que isso aconteceu, porque a série é espetacular!

Com episódios lançados semanalmente, a trama das crianças de condomínio perdidas na galáxia em meio a piratas e vilões desconhecidos foi se desenvolvendo de forma cativante e muito competente. Ao longo desses oito episódios, novos ícones do universo Star Wars foram criados e houve um resgate de forma orgânica do deslumbramento infantil da saga e do conceito de esperança.

A trama conta a história de um grupo disfuncional de crianças do planeta At Attin, um local lendário que é descrito pela galáxia como um “Planeta do Tesouro”. E se tratando da miséria que permeia o universo de Star Wars, viver em uma sociedade funcional, em que todos têm sua casa, as crianças vão para a escola em segurança e a maior ameaça é o seu carro ficar sem combustível, levar uma vida confortável e pacata é um verdadeiro tesouro.

Pois bem, a molecada está prestes a fazer o seu “vestibular”, quando descobrem uma misteriosa nave espacial afundada num penhasco onde elas brincam. Após matarem aula, acabam religando e embarcando na espaçonave, saindo do planeta acidentalmente. Viajando rumo ao desconhecido, eles fazem amizade com o droid auxiliar da antiga tripulação e rumam para um porto de piratas sem saber que carregam um cobiçado tesouro de créditos da República consigo. Assim, eles conhecem um suposto Jedi desertor que promete ajudá-los a voltar para casa.

Se você ainda não assistiu a série, o texto contará com alguns spoilers a partir daqui. Então siga por sua conta e risco.

Parte do brilho da série é não se ancorar na nostalgia para se sustentar, um defeito que vem assolando a maré de chorume que marcou as piores produções do “Star Wars da Disney”, seja nos cinemas ou nas séries do streaming. Skeleton Crew não se preocupa em fazer conexões com produções prévias nem em trazer personagens do passado para tentar resgatar uma sensação nostálgica. Pelo contrário! Na verdade, a série promove um resgate quase nostálgico, por assim dizer, por prezar pela originalidade, pelo lúdico e pelo encantamento, assim como fizeram os primeiros filmes da saga lá nas décadas de 1970 e 1980.

Hollywood vive uma crise de criatividade tão grande e incômoda, principalmente no que tange franquias, que ser original já pode ser tratado quase como nostalgia, por remeter a um tempo em que as tramas ousavam criar e não apenas repetir o passado. Nesse âmbito, Skeleton Crew é revigorante. É encantador.

E vale destacar como a série é bem escrita. Ao longo dos oito episódios, a produção te faz acreditar que o Jod ainda tem jeito. Por mais que ele se mostre um péssimo indivíduo, arriscando a vida das crianças e destruindo tudo que possa ser positivo para elas, há momentos simples em que ele mostra que há alguma bondade nele, seja aconselhando a Fern ou incentivando o Wim a acreditar em si.

É um personagem que foge daquele preto no branco que costuma marcar os vilões dessas séries. Ele não é mau por fé num credo ou por querer vingança, ele só quer sobreviver e recuperar o prestígio de outrora. E por mais que ele seja realmente mau e inescrupuloso, é tão bem escrito que te faz torcer para que ele se redima a qualquer momento, o que não acontece. No fim das contas, o público assume o papel da molecada de se ver numa situação em que não há outra saída além de confiar nele. E isso se deve também à grande atuação de Jude Law, que prende sua atenção sempre que entra em cena.

Mas o destaque mesmo é a molecada. Que personagens incríveis! Jon Watts conseguiu reunir em tela quatro arquétipos clássicos – e contraditórios – da infância, interagindo e aprendendo a conviver em uma jornada que mudará suas vidas para sempre. Eles viajam por diferentes cantos da galáxia, sempre deslumbrados com o que veem. Não apenas por serem “moleques de condomínio”, mas principalmente porque são crianças. Tudo é mais encantador nessa idade, por mais caótica e perigosa que seja a situação em que estão inseridos.

E essa ótica infantil acerca da contravenção na galáxia é sensacional. Seja explorando um covil escondido de um antigo pirata, a oficina de uma coruja mecânica, um quarto de luxo de hotel ou um planeta em guerra protegido por guerreiros mirins, as personalidades da tripulação infantil afloram e conquistam todos ao redor. Nada é mais emblemático do que o episódio em que o Neel ensina à futura líder de um planeta o poder do otimismo e da educação. Ele não força isso, ele só é assim. Um querido.

Mais do que isso, após duas trilogias atribuindo o heroísmo a praticamente uma única linhagem familiar, Skeleton Crew vem para mostrar que você não precisa ser filho de uma lenda ou conter partículas no seu sangue para fazer a diferença. A molecada é cria de apertadores de botões, contadores e afins. A cena final do episódio, em que o Wim – que passa a série inteira sendo ridicularizado sobre o que sonha para seu futuro – olha para o céu e enxerga a esperança, uma prova de que seu sonho é possível, é lindíssima.

E a escolha por terminar a produção com os créditos personalizados como as histórias de Jedi que o menino lia e sonhava, inserindo o capítulo estrelado por eles em meio às sagas dos Sith e Jedi é a coisa mais ‘Star Wars em essência’ que a Disney já fez.

É preciso comentar também sobre o primor técnico que constrói essa série. Os efeitos visuais são infinitamente melhores que os de muitos blockbusters que tomam as telonas a cada mês. Seja com as naves espaciais, os planetas diversos, as armas e ameaças… Tudo é visualmente crível, criativo e bem executado.

Mais do que isso, a série deixa um pouco de lado o CGI exacerbado e aposta mais em personagens construídos por meio de próteses e efeitos práticos. Até monstro de Stop Motion foi trazido para o show. Não sei quanto a vocês, mas efeitos práticos desse nível me passam uma sensação de esmero, de carinho gigantesco da produção. É como se a direção me abraçasse, quase como se os diretores olhassem no meu olho e falassem: “cara, a gente gosta muito de você”. Porque não é uma escolha barata ou rápida. Esse processo mais analógico de criar personagens e cenários demanda tempo e dinheiro, palavras que estão sempre em falta para os executivos de Hollywood. Mas aqui, como disse John Hammond em Jurassic Park, eles não pouparam despesas. É realmente de encher os olhos.

Por fim, ainda falando sobre essa ideia de não terem economizado, a série traz um time de direção estelar. Além de Jon Watts (trilogia Homem-Aranha do MCU), nomes como Lee Isaac Chung (Minari), os Daniels (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo) e David Lowery (A Lenda do Cavaleiro Verde) comandaram episódios com um feito raríssimo, que é trazer coesão a episódios dirigidos por pessoas diferentes. Tudo dialoga certinho entre si e ainda assim os diretores conseguem imprimir suas personalidades a cada capítulo.

E o melhor de tudo é que os episódios não deixam “a peteca cair”. O nível dos capítulos é altíssimo e constante. Para se ter uma ideia, o episódio mais “fraquinho” é o dirigido pela Bryce Dallas Howard, que é notoriamente reconhecida como a diretora de alguns dos melhores episódios de diferentes séries do universo Star Wars. E esse “fraquinho” é entre muitas aspas, porque o episódio é espetacular e traz uma das cenas mais impactantes, visualmente falando, de toda a série. É que o nível é realmente muito alto.

Com todos esses fatores, Skeleton Crew se consolida como uma das melhores produções do Star Wars da Disney e um dos capítulos mais fantásticos da franquia em geral. É a série perfeita para introduzir a saga para quem nunca viu ou para resgatar o amor de um fã que andava descrente dada a enxurrada de decepções a que foi submetido nos últimos anos. Infelizmente, por conta dessas decepções, é bem provável que muitos não tenham dado bola de acompanhar a série, mas ela definitivamente vale a pena ser assistida. É daquele tipo de produção que quase te obriga a assistir o próximo episódio de tão encantadora e deslumbrante que é. Agora é torcer para que possamos ver essa molecadinha do barulho de novo em breve.

star wars skeleton crew

Skeleton Crew está disponível no Disney+.

Crítica | Incrível História Real Com Atores Detentos Alicerça Indicações ao Oscar de ‘Sing Sing’

Essa época do ano é a grande festa dos cinéfilos. É a época em que temos a chance de nos depararmos com histórias incríveis, inacreditáveis, que inspiram de alguma forma e são transformadas em filmes – que estreiam geralmente aqui no Brasil durante o verão, época das grandes premiações no hemisfério norte. Assim nos deparamos com o longa ‘Sing Sing’, produzido em 2023 que só chegou agora nos cinemas nacionais, e tem colecionado diversas indicações nesta temporada, incluindo 3 indicações ao Oscar.

Grupo de homens de uniforme em fila, olhando sérios.

Divine G (Colman Domingos, de ‘A Cor Púrpura’) é um detendo muito dedicado aos estudos do Direito, pois tenta encontrar uma prova que possa usar para defender seu caso e conquistar a liberdade. Para escapar da realidade terrível, Divine G também é dramaturgo, e ajuda a gerenciar um grupo de teatro dentro da penitenciária ‘Sing Sing’, onde cerca de dez detentos dedicam seus tempos interpretando peças distintas para apresentar ao resto de seus colegas. Certo dia, um novo integrante chega no grupo: é Divine Eye (Clarence Maclin), um detento cheio de raiva, que entra desafiando a dinâmica do grupo ao sugerir que a próxima peça a ser ensaiada fosse uma comédia, criada por eles.

O mais incrível (no real sentido da palavra, ou seja, de ser difícil de acreditar, e aqui vai um pequeno spoiler do bem) em ‘Sing Sing’ é que tirando Colman Domingo e Paul Raci do núcleo principal, todo o resto do elenco é composto por detentos reais da penitenciária. Ao final do filme há pequenos clips do verdadeiro grupo de teatro performando as peças, e esse ponto convida o espectador a sair da ficção e encarar a beleza do que esse conjunto de pessoas conseguiu alcançar mesmo encontrando-se em estado de confinamento.

Dois homens sentados, um em primeiro plano com capuz roxo.

Escrito por John H. Richardson, Brent Buell e Clint Bentley, o roteiro faz uma escolha incomum de centrar sua história essencialmente no processo, não necessariamente no final feliz. Isso significa que tanto o roteiro quanto o diretor Greg Kwedar optaram por mostrar o talento desses atores na jornada de construção de seus personagens (na peça e no filme) do que se aprofundar no drama esperado de filmes de cárcere. Assim, os dilemas que os personagens enfrentam têm a ver com seus conflitos internos versus a apresentação cênica, e não com suas vidas primevas ou a luta jurídica. Dessa escolha, brilham os atores secundários, mas, em contrapartida, o espectador não se aprofunda nos dramas individuais, nem no drama coletivo.

E provavelmente esse tenha sido a principal motivação da produção: construir um filme que iluminasse o trabalho desse grupo teatral e os levasse para o mundo pelos seus talentos, não pelas motivações que os levaram ao confinamento carcerário. Agora que fomos apresentados a tantos talentos, vai ser difícil a indústria ignorar os trabalhos de Sean San José, Patrick Griffin, David Giraudy, Mosi Eagle, Sean Dino Johnson, Dario Peña e James Williams.

Sing Sing’ colocou as intenções acima das ambições, e é isso que faz desse filme algo tão especial. Para além de uma história real inspiradora, é um filme que nos lembra quantos talentos estão por aí no mundo, precisando de uma mão que os puxe para o holofote.

Homem com coroa olhando sério, fundo azul com pássaros.

‘Vingadores: Ultimato’: Chris Evans disse que chorou três vezes apenas na primeira hora do filme

‘Vingadores: Ultimato’ promete ser o filme mais emocionante dos últimos dez anos do extenso e epopeico Universo Cinemático Marvel – e parece que as expectativas subiram ainda mais com as recentes declarações de um dos astros do longa, Chris Evans.

Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, o ator, que dá vida a Steve Rogers/Capitão America disse que chorou três vezes apenas na primeira hora da produção.

Evans também refletiu sobre o futuro de seu personagem, tentando se esquivar de spoilers.

Questionado sobre a possibilidade de morrer no longa, ele brincou sobre o fato:

Tá certo, é isso aí. Depois que sou morto pelas mãos de Tony, eu disse: ‘quer saber? Eu não posso mais assistir isso’. É difícil ver minha própria morte. Vai ser um filme bem longo, isso eu te garanto. O primeiro corte de edição tinha mais de três horas. Só o eu funeral tem uma hora de duração!

O astro ainda falou sobre a produção em si, quase entregando um pequeno spoiler:

Esse é dos bons. Esse filme está realmente bom e eu até já tive a oportunidade de assistir a primeira hora. […] E eu não acredito que eles conseguiram fazer um trailer de todo o material, porque basicamente, boa parte do filme é um spoiler visual. Muitos dos personagens possuem…opa, acho que não deveria ter dito isso.

E como se não bastasse, ‘Ultimato’ aparentemente fará um estrondo nas bilheterias, com previsão de arrecadar 840 milhões de dólares apenas no primeiro final de semana.

Quanto à sua duração, a expectativa é que ‘Vingadores: Ultimato’ tenha 181 minutos (3 horas e 2 minutos). 

Confira o trailer:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Little Things’: John Harlan Kim entra para novo thriller de Denzel Washington

Segundo a Variety, o ator John Harlan Kim foi elencado no novo thriller ‘Little Things’, ao lado dos previamente anunciados Denzel WashingtonRami MalekJared Leto.

Conhecido por seus papéis nas séries ‘The Librarians’‘Pandora’, Kim será um policial novato na produção.

As filmagens estão agendadas para começar em setembro deste ano.

John Lee Hancock, conhecido por seu filme ‘Um Sonho Possível’, está no projeto como roteirista. Ele também foi cotado como diretor, mas ainda não houve confirmação. Mark Johnson assume como produtor. Ele já trabalhou com Hancock no passado, em ‘Desafio do Destino‘ e em ‘O Alamo‘.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

A Importância dos Filmes de Terror para as Crianças

Quando pensamos no gênero terror, logo nos recordamos de grandes produções cinematográficas como ‘O Exorcista’ ou a franquia ‘Invocação do Mal’ ou até mesmo suspenses clássicos como ‘Psicose’. Entretanto, mais frequentemente do que se imagina, esse estilo fílmico é bastante presente em obras infantis.

Quem nunca se assustou com a transformação das bruxas em ‘Convenção das Bruxas’, ficando com medo de ser perseguido por criaturas maléficas que apenas queriam te transformar em rato para sempre? Ou então assustou-se com as verdadeiras intenções da Outra Mãe em ‘Coraline e o Mundo Secreto’? Ou cobriu o rosto para não ver as terríveis feições do lobo Gmork tentando destruir as boas intenções do jovem Atreyu em salvar Fantasia em ‘A História Sem Fim’?

Como podemos perceber, a infusão da ficção fantástica e da animação com o horror é mais comum do que parece e tem um papel bastante importante no próprio amadurecimento das crianças e no modo de ajudar-lhes a enfrentar os obstáculos do mundo, se impor perante os perigos e saber que sempre há esperança até nos momentos mais obscuros e aterradores. Enquanto a própria psicologia discorre acerca dos processos de amadurecimento e crescimento – seja através da metapsicanálise ou dos estudos acerca de eventos traumáticos e irreversíveis -, essas obras audiovisuais carregam uma profundidade muito maior do que a mera superfície imagética.

Tomemos como exemplo ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, filme de estreia dos estúdios Walt Disney que revolucionou o cenário pueril e as próprias técnicas de animação. De um lado, temos a exuberante presença da personagem titular, uma moça cândida tipificada como a donzela em perigo que irá passar por inúmeras provações até encontrar liberdade. De outro, a presença da Rainha Má (cujo nome real é Grimhilde), uma poderosa, invejosa e aterrorizante monarca cujo principal objetivo é destruir sua inimiga (Branca de Neve) e tornar-se a mulher mais bela de todas. Apesar da curta duração do longa-metragem e de seus óbvios problemas estruturais (ainda mais para os tempos de hoje), a personagem vilanesca é retratada de modo bastante arquetípico quando se pensa num escopo mais geral: ela é a representação das “ruindades” do mundo e, sendo obrigada a mudar sua identidade para conseguir o que quer, transgrede os conceitos de benevolência e justiça e, como já sabemos, se dá mal de uma forma dramática.

No filme, essa ambiência arrepiante é, ao mesmo tempo, convidativa e rechaçável: as crianças a princípio se sentem coagidas a desviar o olhar da tela, do momento em que o Caçador tenta matar Branca de Neve ou que a colorida natureza cede a um cenário expressionista e distorcido; mas logo percebem que o arco das personagens é traçado por um motivo específico – o de mostrar que as adversidades podem existir, mas sempre serão transpostas.

Em ‘Coraline e o Mundo Secreto’, a narrativa de Neil Gaiman nos convida para uma outra perspectiva aventuresca: os estereótipos românticos caem por terra e ganham uma camada mais complexa, que gira em torno de uma jovem infeliz com sua família e que busca por algo maior do que já tem. É aí que, movida pela curiosidade, ela descobre um mundo escondido atrás de uma portinhola, em que cada pedaço daquilo que conhece é transmutado a seu favor e como modo de fazê-la ficar por lá mesmo. Nessa animação, as concepções de perfeição e alegria regem a orquestral e magnífica atmosfera, sendo colocadas em um patamar duvidoso que serve como base para as reais intenções da Bela Dama e sua fome ávida por crianças insatisfeitas – como é-nos revelado pouco antes do terceiro ato.

Mais uma vez, todos os elementos contribuem para arrebatar o público-alvo em direção a uma mensagem específica: a própria contraposição artística entre o Mundo Real e o Outro Mundo é um elemento de subserviência inconsciente que causa maior atração ou repulsão. Os aspectos fantásticos, como banquetes infindáveis, cachorros de três olhos e shows circenses de camundongos, fazem parte da esfera impossível que se torna possível, gradativamente tomando conta do coração da jovem Coraline. Entretanto, quando as coisas não saem como o planejado, as máscaras caem – e os olhos de botões ganham uma dimensão assustadora.

Cada narrativa que faz parte desse específico e abundante suis-generis carrega consigo uma necessidade em comum: usar o terror como exploração metafórica e simbólica dos perigos que realmente existem. Enquanto confinadas à esfera familiar, as crianças mantêm contato apenas com as figuras paternas e/ou maternas e acreditam que a presença deles é o bastante para mantê-los a salvo de tudo. Mas, quando menos esperamos, a mortal inveja de uma Madrasta pode nos apunhalar pelas costas – e, mais do que isso, faz-se preciso encontrar as forças para enfrentar esse medo.

Em outras construções animadas, como ‘O Estranho Mundo de Jack’, a expressividade do perigo é deixada de lado, optando pela desconstrução de criaturas outrora consideradas medonhas e um reorganização quase psíquica de personagens cujas intenções são puras o bastante para compreendemo-los. Em ‘A Noiva Cadáver’, a tênue linha entre vida e morte é literalmente cortada quando Victor acaba ficando noivo da já falecida Emily, descobrindo que o submundo pode ser mais divertido do que se imagina. Já em ‘Frankenweenie’, o atemporal conto do Prometeu moderno transforma-se em uma bela adaptação sobre amizade e sacrifício guiada pelo amor de um menino por seu cãozinho.

A complexidade dos longas-metragens de terror também vai além disso: por vezes, o caminho trilhado pelos protagonistas serve de inspiração para ações corajosas e destemidas, como é o caso de Coraline, que resolve voltar para sua algoz e enfrentá-la de uma vez por todas de modo bastante sagaz. Atreyu e Bastian, de ‘A História sem Fim’, percebem que a esperança e a bondade é a principal arma contra as calamidades que nos bombardeiam dia após dia. Em ‘ParaNorman’, o personagem homônimo percebe que lendas podem ser reescritas e que um vilão pode ter sido, na verdade, a vítima.

A importância dos longas-metragens do gênero explanado nessa breve matéria é inegável – e, desde o surgimento e ápice do cinema, continua influenciando de modo positivo os espectadores infanto-juvenis que resolvem, bravamente, aventurarem-se em mundos arrepiantes, apenas para descobrirem um novo lado de si mesmos e estarem prontos para começar uma jornada de autodescoberta inenarrável e imprescindível.

Crítica | Hilary Swank alcança as estrelas na nova série sci-fi da Netflix, ‘Away’

Espaço: a fronteira final.

O universo sempre foi matéria de exploração do homem – fosse na ciência, fosse na ficção. Desde que o mundo é mundo, pensadores e artistas voltavam sua atenção para o céu e para os astros que cintilavam ao longe, imaginando que seres habitavam os confins do vácuo. Desde H.G. Wells com seu revolucionário ‘Guerra dos Mundos’ até Christopher Nolan com seu tour-de-force ‘Interestelar’, diversas narrativas apresentaram panoramas únicos do que os outros planetas escondiam em suas atmosferas e cenários inabitáveis, por vezes nos fazendo confrontar o desconhecido, por vezes colocando em perspectiva a pequenez egocêntrica do ser humano. E, agora, chegou a vez da Netflix nos apresentar a sua própria dramatização de uma perigosa viagem tripulada para Marte.

Intitulada ‘Away’, a série de ficção científica flerta com dramas cotidianos que ganham uma dimensão extremamente gratificante e frustrante para qualquer um que se aventure ao longo de seus dez episódios. Distendendo-se em minutos e mais minutos de uma coesa e clássica investida estética, a obra criada por Andrew Hinderaker carrega consigo uma solidez mimética que foge das atribulações circinais de construções do gênero, deixando claro qual será seu foco – e quais são as cautelas necessárias para que as tramas não se repitam entre si. Eventualmente, a produção esbarra em certos obstáculos técnicos que não conseguem dosar com exatidão as fabulosidades sci-fi com os íntimos arcos de cada protagonistas, mas isso não importa: o público permanece envolvido do começo ao fim, torcendo angustiado para que tudo dê certo no final.

AWAY (L to R) RAY PANTHAKI as RAM ARYA and HILARY SWANK as EMMA GREEN, in episode 109 of AWAY. Cr. DIYAH PERA/NETFLIX © 2020

Hilary Swank lidera um time estelar de astronautas como a Comandante Emma Green, que finalmente realizou seu sonho de ir para o planeta vermelho – apesar dos sacrifícios que teve que fazer. Ela deixa para trás seu marido e colega de profissão, Matt (Josh Charles), que não conseguiu ir na viagem em virtude de uma condição genética degenerativa, e sua filha adolescente, Alexis (Talitha Bateman), que lida com o fato de que a mãe os deixará para trás, quase incomunicável, por três longos anos. Logo de cara, percebe-se que o dilema principal da série é conciliar a vida pessoal e a profissional sem perder a sanidade no confinamento da nave Atlas e sem deixar que a pressão de seus companheiros afete o trabalho a que foi confiada.

Enquanto Swank brilha em uma das melhores atuações de sua carreira, o roteiro supervisionado por Hinderaker garante que cada membro da equipe espacial tenha seu momento de glória. A ideia aqui é afastar-se dos convencionalismos de tantos longas-metragens ambientados no extraterrestre, que fornecem mínimos esclarecimentos acerca da personalidade dos personagens em prol de colocá-los à mercê de forças cósmicas que não podem ser premeditadas e controladas. De fato, é de se esperar que certas escolhas rendam-se aos thrillers de sobrevivência – e os realizadores sabem disso e usam as fórmulas a seu favor.

Em outras palavras, não temos o básico conflito entre alienígenas demoníacos e mortais e a impotência humana: Emma, junto aos outros tripulantes, percebe e nos faz perceber, querendo ou não, que prevenções não significam muito quando estamos resistindo à vastidão do vácuo. Por mais que testes preparatórios tenham sido feitos, eles são colocados à prova quando se deparam com erros vitais para o prosseguimento da viagem, como uma pane no sistema de fornecimento de água, o racionamento de suprimentos, defeitos nos painéis de energia e, no topo de tudo isso, o prospecto agourento da morte. Afinal, ninguém nunca havia viajado tão longe – e não saber o que os aguarda é o que move a curiosidade dos espectadores e das próprias personas.

Como se não bastasse, o pano de fundo se desenrola no âmbito externo e interno em uma complexa e catártica coreografia. Na Terra, Matt defronta desilusões de sua incapacidade motora, que coloca em xeque até mesmo sua a carreira na NASA, enquanto Alexis é obrigada a amadurecer agora que sua mãe e melhor amiga está há milhões de quilômetros de distância e não pode servir como confidente. No espaço, Emma enfrenta as múltiplas divergências de sua equipe, como a teimosia protetora de Misha (Mark Ivanir) e o obsessivo autocontrole da inteligentíssima Yu (Vivian Wu), ambos tendo testemunhado uma prova de fogo (literalmente) que os faz duvidar da capacidade de liderança da comandante. Temos também o otimismo desenfreado do traumatizado Ram (Ray Panthaki) e a polidez ferrenha de Kwesi (Ato Essandoh).

A cereja do bolo vem, sem sombra de dúvida, com a categórica performance dos atores e atrizes que permeiam os capítulos. Cada lágrima colocada em cena é uma representação anafórica daquilo que foi deixado de lado para que a sociedade progredisse em sua incansável carestia pela dominação e pelo controle – como um amor perdido, um pai que se foi precocemente ou uma nação que conta com o sucesso e não aceita o fracasso. São essas minúcias reflexivas que aumentam a carga dramática da série e, por vezes, falam muito mais alto do que qualquer outra coisa. Porém, como vemos à medida que nos aproximamos do season finale, a cronologia expande-se em oito extensos meses que transformam uma aventura de tirar o fôlego em um rotineiro ciclo claustrofóbico.

Aliado a eventos pungentes que analisam a frágil psique humana – e que são refletidas em reviravoltas interessantes, ainda que limitadas às fronteiras que criam -, temos a preocupação visual do show, que tem em mente a sobreposição da urgência corriqueira e da melancolia isolatória. Por isso mesmo, vê-se a preferência pela acidez da paleta alaranjada, acompanhada pela sóbria prostração do verde, nutrindo referências de produções como ‘Ad Astra’. Em contraposição, é fantástico como os enquadramentos e as inclinações procuram ousar, transformando a nave (que é cultivada como protagonista ao lado de seus passageiros) em um labirinto sem fim e em uma prisão sem grades.

‘Away’ é uma das melhores iterações do ano e, mesmo com seus breves defeitos, não deixa de nos convida para uma viagem inesquecível e emocionante que não enxerga fronteiras e cujo limite é o infinito.

‘Fada Madrinha’: Jillian Bell e Isla Fisher nas novas imagens de bastidores da comédia; Confira!

A comédia natalina ‘Fada Madrinha’, estrelada por Jillian BellIsla Fisher, já está disponível na grade de programação da plataforma Disney+ e, agora, ganhou novas imagens de bastidores adoráveis.

Confira:

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Jillian Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘Cruel Summer’: Série de suspense teen ganha trailer DUBLADO e data de estreia na Amazon Prime Video!

A Amazon Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial dublado da série de suspense teen ‘Cruel Summer’, anunciando também que os episódios têm estreia marcada para o dia 06 de agosto na plataforma.

Confira:

A série é produzida pela Jessica Biel, de ‘The Sinner‘.

O verão de 1993 em uma pequena cidade do Texas foi marcado pelo desaparecimento da garota mais popular do colégio, Kate Wallis (Olivia Holt). E Jeanette (Chiara Aurelia), até então uma jovem excluída, assume o posto de nova popular do Ensino Médio. Mas tudo sai do controle e a vida de Jeanette se cruza com o misterioso desaparecimento de Kate.

Cada episódio contará com o ponto de vista de um das duas garotas, fazendo com que a lealdade dos espectadores mude semanalmente, de acordo com as informações reveladas.

Olivia Holt (‘Cloak & Dagger‘) estrelará a produção. O elenco ainda conta com Chiara Aurelia, Michael Landes, Froy Gutierrez, Harley Quinn Smith, Allius Barnes, Blake Lee, Brooklyn SudanoSarah Drew.

‘Thor: Amor e Trovão’: Natalie Portman e Chris Hemsworth como Thor e Jane em novas fotos dos bastidores

A página de fãs do aguardado ‘Thor: Amor e Trovão’ divulgou através do Twitter novas imagens de bastidores do longa-metragem, trazendo os astros Natalie PortmanChris Hemsworth.

Confira:

Lembrando que o filme teve sua estreia adiada de 06 de maio de 2022 para 08 de julho de 2022.

O diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ser feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e disesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco é formado também por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

‘Kraven, o Caçador’: Aaron Taylor-Johnson como o rival do ‘Homem-Aranha’ em nova foto dos bastidores

As filmagens de ‘Kraven, o Caçador’, novo derivado de ‘Homem-Aranha’, seguem a todo vapor e, agora, uma página dedicada ao longa-metragem divulgou uma nova foto de bastidores do set.

Apesar de estar em baixa qualidade, a imagem em questão mostra Aaron Taylor-Johnson como o personagem-titular.

Confira:

Anteriormente, o mesmo perfil divulgou um vídeo em que o dublê de Taylor-Johnson é visto pendurado na lateral de um van enquanto tenta quebrar o vidro da porta.

Na cena, o personagem está descalço e usando roupas sociais em vez do icônico visual dos quadrinhos e animações.

Infelizmente, não há informações sobre o contexto da cena, mas parece que Kraven está atrás de alguma vítima que pode estar dentro do veículo.

Confira:

Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.

Há alguns dias, o Deadline divulgou que Christopher Abbott (‘Possessor’) entrou para o elenco e irá interpretar o vilão Estrangeiro, um dos maiores adversários do Homem-Aranha nos quadrinhos.

O longa ainda contará com Ariana DeBose (‘Hamilton’), Alessandro Nivola (‘Os Muitos Santos de Newark’), Russell Crowe (‘Gladiador’) e Fred Hechinger (‘A Mulher na Janela’).

Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

David Tennant, astro de ‘Jessica Jones’, diz que seria difícil retornar ao MCU

Depois de alguns anos sob a tutela da Netflix, o microcosmo formado pelos Defensores está gradativamente voltando às mãos do Universo Cinemático Marvel – ainda mais com Demolidor (Charlie Cox) e Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) retornando para reprisar seus papéis na franquia.

Recentemente, especulações indicaram que Jessica Jones (Krysten Ritter) também entraria para o MCU, levando alguns fãs a imaginarem que até o vilanesco Kilgrave (David Tennant) poderia retornar.

Entretanto, durante um painel na FAN EXPO Boston, Tennant, que também eternizou o papel titular na adorada série ‘Doctor Who’, admitiu que seria difícil retornar à franquia, em virtude da especificidade do antagonista. Além disso, o ator disse que adoraria ver alguns dos roteiristas por trás da franquia tentar envolver o personagem em histórias futuras, de alguma forma.

Confira:

‘Jessica Jones’ foi exibida originalmente entre 2015 e 2019, estendendo-se por três temporadas.

Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones (Krysten Ritter) vem reconstruindo sua carreira e passou a levar a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, na sua própria agência de investigações, a Alias Investigations. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas, mesmo tentando fugir do passado, seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, na figura de Zebediah Kilgrave (Tennant), um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção de Jessica.

Erin MoriartyRachael TaylorMike ColterColby MinifieCarrie-Anne Moss e outros também fizeram parte do elenco.

A série está disponível no Disney+.

Antes de ‘M3GAN’, boneca demoníaca da Xuxa já aterrorizava os brasileiros…

‘M3GAN’ já se tornou um grande sucesso crítico e comercial ao redor do mundo e vem aterrorizando o público ao trazer uma boneca super-tecnológica e psicótica que nos causa arrepios só de aparecer nas telonas. Entretanto, ela não foi a primeira boneca a causar espanto.

Nos anos 1980, a icônica apresentadora, atriz e cantora brasileira Xuxa Meneghel, consagrada como uma das grandes personalidades nacionais, firmou parceria com a Brinquedos Mimo para o lançamento de uma boneca inspirada em si mesma. Eventualmente (e depois de diversas postergações), o brinquedo foi lançado em maio de 1987 e se transformou em um sucesso imediato, vendendo mais de 800 mil exemplares apenas no Brasil e, alguns anos mais tarde, sendo comercializada em outros países da América Latina.

Apesar da felicidade das crianças, a boneca foi protagonista de uma lenda urbana que teve origem na cidade de Sorocaba, no estado de São Paulo. Segundo a história, ocorrida no final da década de 80, uma criança pedia que sua mãe lhe comprasse a boneca da Xuxa e, por estar desempregada e sem dinheiro para comprar o brinquedo, ela teria respondido: “só se o diabo mandar dinheiro”.

Dito e feito: no dia seguinte, a mãe teria recebido o valor exato para comprar a boneca. Feliz por dar à filha o que ela tanto pedia, a mãe ficara aliviada – mas não até uma grande tragédia acontecer.

A lenda aponta que o brinquedo teria sido possuído pelo demônio e, durante a noite, criado garras enormes para arranhar a criança. Na manhã seguinte, a mãe contou que as unhas da boneca estavam cheias de sangue e que a filha estava atônita.

Uma segunda versão da lenda conta que a boneca teria sido, de fato, possuída pelo demônio e atacado a criança enquanto ela dormia. Entretanto, o maligno espírito dentro do brinquedo teria levado a alma da jovem e a mãe a teria encontrado morta.

No final das contas, a mãe levou a boneca em questão para a Catedral Metropolitana da Nossa Senhora da Ponte e ela foi exorcizada pelo monsenhor Mauro Vallini. Quando a lenda se espalhou e ganhou as manchetes dos jornais, várias pessoas se reuniram na frente da igreja para ver a boneca demoníaca. Todavia, Vallini disse que tudo aquilo não passava de um mero boato.

E você? Já tinha ouvido falar dessa história?

Lembrando que ‘M3GAN’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

A trama acompanha Gemma (Allison Williams), uma brilhante roboticista de uma empresa de brinquedos que usa inteligência artificial para desenvolver uma boneca realista programada para ser a maior companheira de uma criança e a maior aliada dos pais. Quando Cady (Violet McGraw), sua sobrinha órfã, vai morar com ela, Gemma pega um protótipo da boneca para testar e as consequências são aterrorizantes.