Foi divulgado um trailer para maiores de idade de ‘Kill Me Three Times‘, comédia de humor negro que tem a brasileira Alice Braga e Simon Pegg no elenco.
Assista:
Na trama, desenrolada na Austrália, Braga vive uma cantora envolvida em situações de assassinato, chantagem e vingança.
Sullivan Stapleton, Teresa Palmer, Bryan Brown, Callan Mulvey e Luke Hemsworth, irmão de Chris Hemsworth (o Thor da Marvel), também estão no filme.
Dirigido por Kriv Stenders (responsável pelos filmes de terror ‘Wolf Creek – Viagem ao Inferno’ e ‘Morte Súbita’), ‘Kill Me Three Times’ será exibido no Festival de Toronto, em setembro.
‘Kill Me Three Times‘ estreia nos EUA dia 10 de Abril.
O vídeo chama a atenção por seu grandioso elenco:Jim Parsons (‘The Big Bang Theory’),Isla Fisher (‘Truque De Mestre’), Eva Longoria (‘Desperate Housewives’),Anson Mount (‘Hell On Wheels’), Gillian Jacobs (‘Girls’) e Joanna Cassidy (‘Blade Runner’).
Assista:
Após deixar a vida agitada da cidade para trás, a jovem grávida Julia e seu marido David se mudam para uma linda casa em um vinhedo, e começa a ser atormentada por estranhos ruídos e visões de uma sinistra figura encapuzada. Ninguém mais ouve ou vê essas alucinações, nem mesmo David, que fica cada vez mais preocupado com o bem-estar de sua esposa. Desesperada para provar a sua sanidade, ela procura um médium, que a ajuda a descobrir a história assombrada de sua nova casa.
A estreia nos EUA acontece dia 17 de Setembro. Sem previsão no Brasil.
A Sony Pictures divulgou o terceiro trailer de ‘Caça-Fantasmas‘, filme que chega aos cinemas em julho, dirigido por Paul Feig e, a exemplo do clássico de 84, conta com um time de grandes nomes da comédia atual.
Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido porIvan Reitman, que dirigiu ‘Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.
O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.
Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.
Na sequência, com estreia prevista para o dia 20 de outubro, o combatente retorna à base militar que serviu na Virgínia, onde pretende encontrar uma comandante local (Cobie). Mas, ao chegar, descobre que ela corre sério perigo. Não demora muito para que ele assuma a responsabilidade de salvá-la.
Confira, com o primeiro trailer e cartaz nacional:
Além de Cruise, o elenco ainda conta com Cobie Smulders (‘Os Vingadores’), Patrick Heusinger (‘Gossip Girl’) Aldis Hodge (‘Straight Outta Compton’) e Holt McCallany (‘Clube da Luta’).
A sequência de ‘Jack Reacher: O Último Tiro’ é baseada em ‘Never Go Back’, o 18ª romance protagonizado pelo ex-militar Jack Reacher. O personagem foi criado por Lee Child, pseudônimo do escritor britânico Jim Grant.
A trama do livro acompanha Jack Reacher (Cruise) em uma viagem de volta à sua antiga base militar, na Virgínia. Ele encontrará a nova comandante oficial da instalação para um jantar, mas, ao chegar, descobre que ela foi presa. Além disso, o protagonista é acusado de agredir um homem e de ter um filho com uma mulher. Como ele não se recorda de nenhum dos atos, Jack se vê obrigado a usar sua inteligência e sua força bruta para se salvar.
A Paramount inicialmente ficou relutante em confirmar a sequência, mas o filme foi bem no mercado internacional. A adaptação teve um orçamento de US$ 60 milhões e rendeu US$ 218,3 milhões no mundo. Havia rumores de que a bilheteria deveria alcançar US$ 250 milhões para que uma continuação fosse aprovada, mas o filme também teve bons resultados fora dos cinemas (ótimos US$ 23 milhões em vendas de home vídeo).
Marshall Herskovitz assinou o roteiro do segundo filme, baseado no script original de Richard Wenk (O Protetor).
Apenas com a legenda – Arma – o perfil da Arma X no Instagram esta nova imagem de ‘Logan‘.
Confira:
A 20th Century Fox lançará o filme por aqui no dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.
Situado em 2024, Logan e o Professor Charles Xavier devem lidar com a perda dos X-Men, quando uma corporação comandada por Nathaniel Essex está destruindo o mundo. Com as habilidades de cura de Logan lentamente desaparecendo, e com um Xavier sofrendo de Alzheimer – e esquecendo de praticamente todo seu passado – Logan travará uma batalha mortal para derrotar Nathaniel Essex com a ajuda de uma jovem chamada Laura Kinney, clone feminina de Wolverine.
Em entrevista à revista Empire, o diretor James Mangold falou sobre o trailer, que chocou os fãs ao mostrar um clima obscuro ao som de Hurt, de Johnny Cash.
“Aos poucos, estamos tentando mudar o tom desses filmes. Os filmes precisam falar com o público atual, que mudou de estilo. Quantas vezes as pessoas vão assistir a mesma coisa sem se cansar? É como se nosso filme não fosse de super-heróis. Para ser sincero, não é nem mesmo um filme de super-heróis”, afirmou.
O diretor também explicou em qual linha do tempo da franquia o filme se encaixa – Confira!
Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.
Stuhlbarg será Sy Feltz, mão direita de Emmit (Ewan McGregor). McNairy é definido como Maurice LeFay, um homem com passado criminoso. Whigham viverá Moe Dammick, chefe da polícia do condado de Meeker. Soni assumirá o cientista Dr. Homer Gilruth. Melamed interpreta Howard Zimmerman e Mann completa o elenco como Thaddeus Mobley, um autor premiado de ficção científica.
Durante a feira de produtos licenciados que está acontecendo nos Estados Unidos, a Disney distribuiu um folder com os próximos lançamentos do estúdio.
Nele, o estúdio divulgou a primeira sinopse oficial de ‘Vingadores – Guerra Infinita‘:
“À medida que Os Vingadores e seus aliados continuaram a proteger o mundo de ameaças extremas para qualquer herói, um nov perigo emergiu das sombras cósmicas: Thanos. Um déspota da infâmia intergaláctica, seu objetivo é reunir todas as seis Joias do Infinito, artefatos de poder inimaginável para usá-los para influenciar sua vontade em toda a realidade. Tudo o que os Vingadores lutaram levou até este momento – o destino da Terra e da própria existência nunca foi mais incerto.”
O terceiro filme da franquia ‘Os Vingadores‘ está sendo filmado em Edimburgo, Glasgow e Highlands, e teve seu orçamento GIGANTESCO revelado. O filme custará US$ 486 milhões, e vai impulsionar a economia da Escócia em US$ 12,1 milhões.
Em torno da metade do valor total do orçamento será destinado para pagar os roteiristas, diretores, produtores e principais membros do elenco. Robert Downey Jr., aparentemente, fica “com metade do orçamento destinado a todos os atores do filme”.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
‘The Passage‘, best-seller homônimo de Justin Cronin, será adaptado pelo Canal Fox em forma de série de TV – mas o episódio piloto não agradou.
Segundo o Deadline, a equipe voltará para Atlanta no próximo mês para realizar uma série de refilmagens. Se o episódio for aprovado, estreará em 2018.
A série será produzida por Ridley Scott, que também produziu a minissérie britânica ‘Taboo‘.
Scott tenta adaptar a trilogia de livros escritos por Cronin desde de 2007.
Em 2011, um filme sobre a história foi anunciado, mas o projeto não vingou. Na ocasião, o roteiro estava sendo escrito por John Logan (‘Penny Dreadful‘) – que também roteirizou ‘Alien: Covenant‘.
O livro ‘A Passagem‘ apresenta uma história que se desenvolve ao decorrer de mais de um século. Na trama, o governo americano conduz uma série de testes com um vírus capaz de curar diversas doenças, mas os teste fogem do controle e soltam uma praga apocalíptica. Os pacientes, em que o vírus foi aplicado, adquirem uma força incrível, aumentam a sua capacidade mental e desenvolvem uma grande sensibilidade ao sol, porém, ao mesmo tempo sentem uma enorme sede de sangue.
Liz Heldens (‘Friday Night Lights‘) escreve o roteiro do piloto.
A imprensa americana rotula a série como “uma nova ‘The Walking Dead“, mas se for fazer comparações, a trama é mais similar com o drama apocalíptico do FX, ‘The Strain‘.
A Marvel pegou todos de surpresa e acaba de anunciar, com um emocionante vídeo, que o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado amanhã, dia 29 de Novembro.
Assista:
Ontem, a Vanity Fair divulgou o primeiro ensaio e imagens oficiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, trazendo todo o elenco atual do MCU.
Entre as mudanças mais notórias, está o novo visual da Viúva Negra (Scarlett Johansson) – que sempre foi ruiva nos filmes e nas HQs.
Segundo a publicação, a personagem decide mudar seu visual após os eventos de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, quando trai Tony Stark e começa a ser caçada pelo governo dos Estados Unidos.
Após Stark avisá-la que o governo vai atrás dela, ela decide pintar seus cabelos de loiro e fugir do país. O mesmo acontece com Steve Rogers, que agora está barbudo.
Segundo ele, ‘Vingadores 4′ irá surpreender muitos fãs e será um divisor de águas para os heróis.
“Temos 22 filmes na Marvel e outros 20 guardados que são completamente diferentes de tudo que veio antes, intencionalmente. Vingadores 4 trará algo nunca visto em filmes de super-heróis: um final. Haverá dois períodos distintos. Tudo antes de Vingadores 4 e tudo depois. Sei que não será do jeito que as pessoas estão esperando.”
O CEO da Disney, Bob Iger, ressaltou que o estúdio tem direito a cerca de 7 mil personagens e muitas histórias ainda podem ser contadas nos cinemas.
“Estamos procurando mundos que sejam completamente individuais, geograficamente ou com relação a tempo, dos mundos que já visitamos e conhecemos”
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em
Rebecca Ferguson (‘Missão Impossível: Efeito Fallout’) será a protagonista feminina. Detalhes sobre o personagem estão atualmente em sigilo, embora de acordo com o veículo, ela começará a trabalhar no spin-off assim que terminar o filme ‘Doutor Sono‘ (Doctor Sleep), do diretor Mike Flanagan.
Emma Thompson, que interpretou a Agente O em ‘Homens de Preto 3‘, retornará à franquia no reboot, o que conectará o novo filme diretamente com a franquia original.
O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.
Pega um lencinho! ‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou um novo trailer que recapitula os eventos dos filmes anteriores da Fase 3.
Assista:
Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Com a estreia de ‘Bad Boys para Sempre‘, o astro Will Smith está rodando o mundo para a divulgação e teve uma crise de sinceridade.
Will tem refletido muito nas últimas semanas ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.
Durante uma entrevista com Jimmy Fallon no programa The Tonight Show, o ator revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.
O intérprete do agente J também admitiu que se sentiu forçado a elogiar o longa durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:
“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”
E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.
A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.
Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.
Qui-Gon Jinn é um dos mestres Jedi mais adorados da saga ‘Star Wars‘ e muitos fãs ainda torcem pelo seu retorno em uma futura produção da Lucasfilm.
No entanto, Liam Neeson, intérprete de Jinn em ‘A Ameaça Fantasma‘, disse ao Comic Book que não tem nenhum interesse em reprisar o papel futuramente.
Questionado sobre uma possível participação especial na série ‘Kenobi‘, Liam respondeu:
“Conheço alguns atores que reprisaram seus papéis na saga e os admiro muito, porque fizeram isso de maneira fantástica, mas eu não estou disposto a retornar à saga. Participei de ‘Star Wars‘ há 22 anos e adorei, era tudo novo… Eu estava contracenando com bolas de tênis que seriam alienígenas, foi muito engraçado e interessante. Foi bom para a imaginação, mas também foi muito cansativo, não posso fazer isso de novo.”
Para quem não conhece, Qui-Gon Jinn era o mestre de Obi-Wan Kenobi e acabou sendo assassinado por Darth Maul (Ray Park).
Em ‘A Vingança dos Sith‘ é revelado que Jinn aprendeu a se comunicar com os vivos através da Força.
Lembrando que a voz de Neeson pode ser ouvida em uma rápida cena de ‘A Ascensão Skywalker‘, quando Rey (Daisy Ridley) ouve os Jedi do passado e Qui Gon Jinn a incentiva a derrotar o imperador.
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
Estrelada por Dylan O’Brien, a aventura pós-apocalíptica ‘‘Amor e Monstros‘ (Love and Monsters) finalmente ganhou data de estreia no Brasil.
O ator anunciou em um vídeo especial que o filme chega no streaming dia 14 de Abril.
Assista, com o trailer:
Em Amor e Monstros, Dylan O’Brien é um homem tentando cruzar a terra infestada de monstros pra se reconectar com a garota que ama. Na vida real, Dylan O’Brien é apenas um homem tentando dizer quando o seu filme estreia na Netflix. pic.twitter.com/Jo61ziNvUc
O filme seria lançado nos cinemas pela Paramount Pictures, mas teve sua estreia direto em Home Video (apenas nos EUA).
A comédia pós-apocalíptica foi um sucesso entre os críticos nos Estados Unidos e recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhores Efeitos Visuais.
A produção, que será lançada no Brasil pela Netflix, disputará a estatueta ao lado dos longas ‘O Céu da Meia-Noite‘, a versão live-action de ‘Mulan‘, ‘O Grande Ivan‘ e sci-fi ‘TENET‘.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 91% de aprovação, baseada em 38 análises, até o momento.
Entre os principais comentários, os elogios vão desde a atuação energética de O’Brien, ao roteiro que mistura drama e aventuras, até os efeitos especiais convincentes.
Confira as principais críticas:
“Uma excelente exibição da imaginação contagiante e da energia cômica de O’Brien.” – RogerEbert.com.
“Um filme criativo pós-apocalíptico sobre a maioridade…” – New York Times.
“Uma aventura despreocupada através de uma zona de perigo apocalíptica.” – The Hollywood Reporter.
“Há um espírito estimulante em toda a produção e os efeitos são de primeira classe.” – San Jose Mercury News.
“Uma referência levemente humorada às aventuras de ação para adolescentes dos anos 80 e 90.” – Variety.
“‘Love and Monsters’ não é especialmente assustador… No entanto, é agradável e divertido, ambas qualidades que fazem valer a pena assistir.” – Assignment X.
Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Michael Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro – enquanto ele cruza o país procurando sua amada.
O elenco ainda conta com Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Primeiro e Único Ivan’).
O editor-chefeRenato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, que é bem melhor que o primeiro filme.
Dessa vez, o roteiro se assume como uma comédia e abraça o absurdo, abordando o “bromance” entre Venom e Eddie.
Assista a crítica:
‘Venom: Tempo de Carnificina‘ alcançou US$ 90,1 milhões em sua estreia nos EUA, estabelecendo um novo recorde na era pandêmica. Para se ter uma ideia, a Sony esperava arrecadar apenas US$ 50 milhões.
Para comparação, o primeiro filme abriu com US$ 80,2 milhões em sua estreia nos EUA em 2018, antes da pandemia.
O longa da Sony Pictures ainda superou a estreia de ‘Viúva Negra‘ (US$ 80.8 milhões), tornando-se a MAIOR estreia após a pandemia no país.
Vale lembrar que ‘Venom 2‘ será lançado nos cinemas nacionais amanhã, dia 7 de outubro.
O Amazon Prime Video lançou em seu catálogo o suspense inédito ‘Um Jantar entre Espiões‘ (All the Old Knives) e a produção se tornou um dos filmes mais assistidos da plataforma.
Segundo o consenso dos críticos, ‘Um Jantar entre Espiões‘ é “um thriller inteligente, atraente e simples para adultos, ancorado por duas performances incrivelmente charmosas de Chris Pine e Thandiwe Newton”.
Henry (Pine) e Celia (Newton) eram agentes da CIA e amantes, juntos os dois viveram um tormento em uma missão em Viena, seis anos atrás. Na tentativa de resgatar centenas de reféns das mãos de terroristas tudo acabou dando errado, e agora Henry e Celia tentam viver com as consequências daquela noite.
Janus Metz (‘True Detective’) é responsável pela direção.
Como uma comédia sexual classificada para maiores de idade, a nudez em ‘Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings) era de se esperar. Mas ninguém imaginava que Jennifer Lawrence apareceria em NUDEZ TOTAL em uma grande sequência do filme.
A atriz já apareceu pelada em ‘Operação Red Sparrow‘, mas dessa vez ela tem uma sequência inteira de ação com nudez frontal mostrando tudo.
Em entrevista entrevista à Variety, a atriz revela que não usou dublê de corpo.
“Todo mundo que conheço e minha equipe me perguntaram se eu estava fazendo a coisa certa e dizendo: ‘Você tem certeza? Tem certeza?’ Eu nem pensei duas vezes. Foi hilário para mim”, afirmou.
SPOILERS!
Na cena, Lawrence mergulha no mar totalmente nu. Inicialmente, é filmado como você esperaria que uma cena de nudez de uma grande estrela de Hollywood fosse filmada: principalmente por trás ou do pescoço para cima, vendendo a ilusão de nudez. Então, alguns punks de fraternidade adolescentes aparecem e roubam suas roupas.
Lawrence sai correndo da água e luta contra os três punks em uma cena com nudez frontal completamente para maiores de 18, mostrando TUDO. Não é uma provocação sensual, é uma mulher guerreira. Lawrence está nua, pingando de água e empurrando universitários para a areia, enquanto literalmente apanha, antes de detonar os homens totalmente pelada.
É uma cena bastante corajosa para uma estrela do naipe dela.
Com as avaliações sendo publicadas na internet, o site agregador de críticas Rotten Tomatoes deu uma aprovação inicial de 57% para o filme.
Confira:
“Muito melhor apreciado como uma história de amizade improvável do que a comédia atrevida que é anunciada, ‘Que Horas Eu te Pego?’ é estereotipado, mas divertido, alimentado pela química envolvente do par principal.” –Empire
“O roteiro cria sua própria zona de conforto, projetada para fazer pouco mais do que deixar Maddie e Percy formar uma amizade na qual eles se ajudam a crescer.” –Variety.
“Esta comédia arejada e revigorante de baixo risco fará você rir constantemente, se não necessariamente rolar no chão de tanto rir. Mas também tem uma quantidade surpreendente de coração.” –The Hollywood Reporter
“Os cenários ridículos obviamente pretendem ser engraçados, mas na maioria das vezes eles parecem planejados e chegam do nada, com pouco desenvolvimento para súbitos ultrajantes forçados.” –indieWare
Relembre o trailer:
A personagem de Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que está se preparando para a faculdade.
Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa é para maiores de 18 anos.
Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.
O destino enigmático da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), um das personagens mais adoradas da Marvel Studios, pode ter sido revelado em um novo livro oficial do universo cinematográfico do estúdio.
Segundo o livro “The Marvel Cinematic Universe: An Official Timeline”, Wanda Maximoff teria se sacrificado para eliminar o Darkhold de todos os universos.
Desaparecida desde os eventos finais de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, Wanda teria reconhecido o perigo representado pelo livro e tomado medidas drásticas para proteger o Multiverso.
No Monte Wundagora, ela teria enfrentado seu destino, encerrando duas grandes ameaças ao Multiverso quando o local desmoronou sobre si mesmo.
A citação do livro, divulgada pelo Culture Crave, sugere que a personagem teve um destino trágico e definitivo na sequência. No entanto, considerando a natureza complexa do Multiverso no MCU, a possibilidade de retorno para a Feiticeira Escarlate não pode ser descartada.
Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, já indicou anteriormente que há muito mais a explorar na história da personagem no futuro.
Relembre o trailer de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.
Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.
O longa se conecta com a série do Disney+ ‘WandaVision’ e tem relação também com ‘Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de ‘WandaVision’.
Zack Snyder, famoso por épicos como ‘300’ e ‘Rebel Moon’, anunciou que dará um tempo dos blockbusters.
Em entrevista ao World of Reel, Snyder comentou sobre seu próximo projeto.
“Estou tentando fazer um filme pequeno agora. Não vou dizer o que é, mas pensei: posso fazer um filme sem efeitos visuais por, sei lá, cinco minutos? Depois, voltarei à loucura […] Eu deveria estar escrevendo esse pequeno filme, e é mais ou menos isso que eu quero fazer”.
Enquanto aguardamos mais detalhes sobre o próximo longa, é bom lembrar que ‘Crepúsculo dos Deuses’ (Twilight of the Gods), a nova animação criada por Zack Snyder, está disponível na Netflix.
O novo longa de ação estrelado por Chris Hemsworth,Mark Ruffalo, Halle Berry e Barry Keoghanconquistou impressionantes 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 75 avaliações da crítica especializada.
A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.
O Amazon Prime Video desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, superando a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.
Os críticos elogiaram o filme como um verdadeiro espetáculo de ação, destacando o elenco estrelado e a condução segura da narrativa.
“Possivelmente o primeiro grande filme de 2026”, disse Ben Morganti do CBR.
“Há um certo prazer em ver um elenco tão estrelado em um thriller cinematográfico elegante. Mas, além disso, Crime 101 oferece pouco que permaneça na memória após os créditos finais”, disse Ben Travis do Empire Magazine.
“Este é um filme propositalmente cadenciado, que prova que é possível construir uma tensão real e genuína sem precisar explodir tudo na sua cara. Em uma era de cortes rápidos e explosões cada vez maiores, é revigorante assistir a algo tão confiante em seu próprio DNA”, disse Gregory Nussen do Screen Rant.
“Como sobras requentadas com carinho, tem seus momentos satisfatórios: um elenco carismático, locações evocativas em Los Angeles e aquele tipo de detalhes minuciosos sobre transporte de diamantes e avaliação de seguros que podem até dar ideias aos espectadores mais impressionáveis”, disse Ben Kenigsberg do New York Times.
“Visto como um thriller, ‘Crime 101’ tem seus excessos, mas, ao final, se sustenta como um curso avançado sobre do que são feitos os sonhos do submundo”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“Um espetáculo altamente envolvente, deixando um rastro ardente de borracha no asfalto”, disse Peter Bradshaw do Guardian.
“Embora a dependência do filme em histórias criminais já consagradas mergulhe um pouco demais no território do clichê, o resultado geral é uma experiência empolgante e divertida de assistir, dos momentos mais silenciosos entre os personagens às sequências de perseguição mais intensas”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Infelizmente, o filme demora demais para encontrar seu ritmo, resultando em uma produção que melhora ao longo do tempo, mas nunca consegue superar totalmente seu início arrastado”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
Sintetizando as qualidades de Game Of Thrones – GoT, produziu-se o melhor final de temporada da séria!
O encontro de Jon Snow (Kit Harington) e Mance Rayder (Ciarán Hinds) foi cercado de suspense. Ele ajudou a vermos que os povos para-lá-da-muralha não são tão selvagens assim. No instante mais tenso, o suspense foi quebrado pela tropa de Stannis Baratheon (Stephen Dillane). Um massacre que recoloca Stannis no jogo. Em GoT, essas soluções inesperadas, que poderiam soar como preguiça dos roteiristas, são sempre eficientes.
Já comentei o quanto gosto de Stannis. Sua ambiguidade, sua oscilação entre a honra e o desejo pelo poder, as tragédias em sua família, o constante sentimento de dúvida que o cerca dão-lhe uma insuspeita dimensão trágica.
Seguindo o conselho de Tormund Giantsbane (Kristofer Hivju), Jon Snow queimou o corpo de Ygritte (Rose Leslie) no verdadeiro norte. Uma síntese visual para uma tortuosa história de amor.
Se numa campanha eleitoral, tudo são flores, na realidade do poder, só resta a desolação da ambiguidade. Enquanto estava libertando os povos, apenas víamos (e ela apenas percebia) o lado heroico de Daenerys Targaryen (Emilia Clarke), da princesa espoliada de seu trono e da libertadora dos escravizados. Agora que governa Meereen, as dificuldades revelam suas fragilidades e limitações.
O diálogo entre Khalessi e o ex-escravo confirmou a capacidade de R. R. Martin e dos roteiristas de usar a fantasia para revelar as mazelas do ser humano diante do poder. O ex-escravo explicou as dificuldades por que passam os mais velhos, e suplicou para voltar a ser escravo. Não haveria lugar para os velhos nesse novo mundo livre. O dialogo foi tão impressionante que poderia ser usado em uma sala de aula para debater as consequências da política atual. Depois, vemos um senhor chorando pela filha de 3 anos!, morta pelos dragões de Daenerys. Enfim, a realidade bate a porta dela, aguardar para ver seu futuro.
Khalessi encerrou sua participação nesta temporada aprisionando dois dos três dragões. Foi uma sequência inusitadamente tocante. Quando sentimos a dor de uma personagem fictícia ao punir criaturas que não existem, percebemos a qualidade de GoT.
Em Porto Real, Cersei (Lena Headey) esfregou o incesto na cara de seu pai, revelando a hipocrisia que cerca os Lannister. Ela também expôs os seus sentimentos mais verdadeiros: o amor pelos filhos e por Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Duas perguntas ficam: Jaime realmente vai voltar a ser o parceiro de Cersei? E o qual será o futuro Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson)?
Bran Stark (Isaac Hempstead Wright) e seus miquinhos amestrados chegaram ao seu destino. Antes, porém, foram atacados por esqueletos saídos da neve. Foi uma briga difícil, que terminou com a morte de Jojen Reed (Thomas Brodei-Sangster). Os demais se salvaram depois que uma garota destruiu os esqueletos e os levou ao encontro de Pai Mei… digo ao encontro do Corvo de Três Olhos. Este revelou que Jojen sabia de sua morte e que Bran não voltará a andar, mas conseguirá voar! Uma boa troca. Considerando as capacidades que Pai Mei demonstrou no treinamento da Noiva, em Kill Bill, não será difícil fazer Bran voar. Brincadeiras à parte, o lado fantasioso da série foi reforçado com essas personagens. Enfim, grandes revelações nós aguardam. Anotar no caderninho para conferir em 2015.
Brienne (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman) encontram Arya e Sandor (Rory McCann). Brienne tentou cumprir a promessa feita para Catelyn Stark (Michelle Fairley), mas nem Sandor, nem Arya compraram a história. Seguiu-se uma das lutas mais cabulosas da série. De uma tradicional briga de espadas, logo desceu para um mano-a-mano, com socos, chutes, pedradas e dentada estilo Mike Tyson. No fim, Sandor caiu ferido. Brienne ainda tentou achar Arya, mas não conseguiu.
O diálogo seguinte entre Arya e Sandor comprovou mais uma vez a competência dos roteiristas. Sandor foi da raiva à súplica. E Arya permaneceu gélida! Ele chegou a implorar para que ela o matasse. Mas, ela apenas pegou o dinheiro e foi embora. Maisie Williams demonstrou total controle da personagem. Estou, até agora, tentando decodificar aquele olhar, aquela passividade, aquele ressentimento. Pela primeira vez, mais do que admiração, senti medo dela.
Novamente em Porto Real, Jaime e Lord Varys (Conleth Hill) ajudaram Tyrion a fugir. Foi a comprovação de que Varys estava tentando salva a pele no julgamento. Quanto à relação entre Jaime e Tyrion, ela produziu alguns dos momentos mais tocantes da temporada. Realmente, parece haver amor entre os Lannisters.
Antes de encontrar-se com Varys, Tyrion foi ao quarto de seu pai e encontrou Shea (Sibel Kekilli) na cama. A sequência surpreendeu muita gente. A morte Shea foi dolorosa. A de Tywin (Charles Dance) foi humilhante para este e libertadora para Tyrion. A melodia de Rains of Castamere foi a ironia fatal, um fundo musical para o fim vergonhoso do patriarca. As cosequências da morte de Tywin vão ressoar ainda por muitas temporadas. E mais uma vez, R. R. Martin recorre à morte para rearranjar o tabuleiro. E poucos eps. seguiram tão à risca o a expressão Valar Morghulis (“todos os homens devem morrer”)
A sequência final da temporada coube à Maisie Williams. Arya chegou a um porto, onde pediu ao capitão para levá-la à Muralha, que se recusou. Ela implorou, ofereceu dinheiro e trabalho, mas o capitão explicou que estava voltando para casa, a Cidade Livre de Braavos… Então, seguindo as instruções de Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), Arya entregou ao capitão a moeda de ferro. Atônito, ele esboçava uma pergunta, quando Arya falou “Valar Morghulis”. Positivamente surpreso, responde-lhe “Valar Dohaeris” – que em Alto Valiriano significa “todos os homens devem servir”. E, pronto, ela ganhou a viagem.
Digo e repito, foi o MELHOR final para a melhor temporada de GoT. Muitas perguntas ficam: qual será o futuro da corte? Stannis promoverá nova ofensiva? Qual o papel dos White Walkers na próxima temporada? Como ficará a Patrulha da Noite? Qual o futuro de Tyrion, Arya, Jon e Daenerys? Os produtores têm um material precioso em mãos – e até o ano que vem, R. R. Martin deve lançar mais um livro. As possibilidades de uma nova temporada, no mínimo, igual a esta são imensas!
Agradeço aos leitores que nos acompanharam. E que passemos com tranquilidade por mais um período de abstinência. Que 2015 chegue logo!
As mãos dadas da ciência com quem protege a sociedade. Trazendo os detalhes – de forma cirúrgica – de uma das mais famosas e extensas investigações de assassinato da história da Suécia, a minissérie true crime da Netflix, A Grande Descoberta, nos mostra de maneira incisiva e sem rodeios como a ciência e uma operação policial andaram lado a lado através da genealogia genética.
Ao longo de quatro episódios percorremos um amplo contexto sobre o ocorrido, desde o luto e dor das famílias atingidas pela tragédia, passando pelo pesadelo emocional e peso da responsabilidade do encarregado chefe das investigações, as linhas das leis de proteção de dados até a ciência que estuda a origem e a evolução de uma família. Tudo isso é exprimido em capítulos que se projetam cada um com uma base trazendo um ponto fundamental que como um todo interligam de forma certeira todas as questões.
Na trama conhecemos John (Peter Eggers) um policial, ex-atleta olímpico, que é detetive na pequena cidade de Linköping, no sul da Suécia. Ele está prestes a ser pai pela primeira vez e ao mesmo tempo acaba sendo o encarregado principal de uma investigação sobre um duplo homicídio que chocou sua cidade. Conforme o tempo vai passando, a polícia vai se distanciando da solução e John acaba sendo consumido pelo caso. Mais de uma década e meia depois, John conhece Per (Mattias Nordkvist), um genealogista que pode ajudar a enfim solucionar o ocorrido.
Baseado no livro Genombrottet : så löste släktforskaren dubbelmordet i Linköping , escrito pela dupla Anna Bodin e Peter Sjölund, o projeto com curtos episódios – ótimo pra maratonar – consegue resumir um caso real que chocou a Suécia através de uma narrativa muita bem organizada em suas ideias que trabalha em direção ao passado sem esquecer de mostrar as consequências no presente. Através dessa imersão, e tendo o desenvolvimento da investigação como plano de fundo chegamos em camadas profundas do emocional ligadas à responsabilidades, o confronto com a dor e ao luto ininterrupto.
Se alguém ainda tem dúvidas sobre a importância dos streamings em trazer histórias interessantes e que geram reflexões em toda a sociedade, que nunca chegariam por aqui senão fosse através dessas plataformas virtuais, A Grande Descobertachega para validar mais uma vez esse ponto.
O CinePOP separou uma nova lista com os 13 filmes mais Rock n’ Roll da Sétima Arte.
Ah, e como seria muito fácil listar biografias musicais (muito em voga atualmente), deixamos este subgênero de fora – então não espere encontrar The Doors (1991), Bohemian Rhapsody (2018) ou Rocketman (2019) na lista. Vem conhecer.
A dupla formada por Jack Black e Kyle Gass começou de forma underground, mas ganhou tanto status cult que chegou inclusive a se apresentar neste Rock in Rio, no último dia 28 de setembro. E deram um baita show. Antes disso, no entanto, eles estrelaram seu próprio filme, no qual interpretam a si mesmos numa busca pela palheta do destino – que irá transformá-los na melhor banda de rock de todos os tempos. O roteiro alucinado foi escrito por eles mesmos e o filme conta com a participação de Dave Grohl (Foo Fighters) no papel do diabo.
Ele de novo! Jack Black é um dos maiores representantes do rock n’ roll na sétima arte. Escola de Rockjá se tornou um novo clássico e traz o ator na pele de um “professor substituto” que decide ensinar apenas rock para as crianças de uma escola particular de alto nível. O filme fez tanto sucesso que se tornou uma série de TV em 2016 (durando 3 temporadas até 2018), e um musical na Broadway (que já veio até para o Brasil).
Nascido na forma de uma esquete no humorístico Saturday Night Live(o mais duradouro na história da TV norte-americana), Mike Myers é o idealizador do Wayne´s World – o qual sempre contou com o parceiro Dana Carvey. O quadro virou um filme, que narra as aventuras de Wayne e Garth, dois roqueiros amalucados que possuem um programa na TV pública transmitido do porão da casa de seus pais. Foi o pioneiro e pai da geração Youtube – do faça você mesmo. O longa fez tanto sucesso que gerou uma continuação em 1993, na qual a dupla organiza um festival de rock, o Waynestock!
O diretor Cameron Crowe (Jerry Maguire) ama rock, e este filme é uma espécie de biografia sua, da época em que tinha 15 anos e escreveu para a revista Rolling Stone, enquanto acompanhava uma banda em turnê. Patrick Fugit vive o alter ego do cineasta no filme, uma obra verdadeiramente emotiva. Essencial para os fãs do cinema e da boa música. O longa conta ainda com nomes como Billy Crudup, Kate Hudson, Frances McDormand e Philip Seymour Hoffman no elenco.
O Rock farofa dos anos 1980 em toda a sua glória é representado neste filme, que abraça bem a atmosfera cafona e brega. Baseado no musical homônimo dos palcos de teatro, este longa traz um grande elenco encabeçado por Tom Cruise na pele do rebelde Stacee Jaxx, o típico estereotipo do roqueiro problemático e estrela. No meio da confusão, um jovem casal se apaixona (Julianne Hough e Diego Boneta), uma beata (Catherine Zeta-Jones) tenta fechar uma boate de rock tradicional e, é claro, muita música boa irá rolar.
Escrito e dirigido pelo britânico Richard Curtis (Quatro Casamentos e um Funeral e Simplesmente Amor), o longa retrata um período real da história recente da Inglaterra, levemente alterada. Na trama, DJs têm sua base num navio, que transmite música em uma rádio pirata – o governo havia proibido a música rock, considerada subversiva na década de 1960. Uma história de amor entre jovens nasce em meio a este cenário. Philip Seymour Hoffman e Bill Nighy encabeçam o elenco nas peles de dois dos DJs muito loucos da rádio.
Cult por excelência, este filme é um dos maiores representantes do subgênero rock explotaitation da história do cinema. Codirigido por Joe Dante (Gremlins), o longa tem como maior chamariz a presença do quarteto Ramones atuando como eles mesmos. Na trama, a atriz PJ Soles (Halloween, 1978) vive a protagonista, uma jovem que ao lado de seus colegas amantes de rock (e dos Ramones) cria uma revolução em seu colégio para combater a nova administração opressiva do local.
Se os Ramones eram o foco no item acima, aqui os holofotes estão em outra banda icônica do rock: o KISS! Na trama, um grupo de adolescentes rebeldes, em pleno ano de 1978, tenta de todas as formas conseguir entrar no show de sua banda favorita, o Kiss. É claro que Gene Simmons, Paul Stanley e companhia participam interpretando a si mesmos. Mas o filme é protagonizado por Edward Furlong (O Exterminador do Futuro 2) e traz Natasha Lyonne, Melanie Lynskey, Lin Shaye e Emmanuelle Chriqui no elenco.
Escrito e dirigido pelo icônico Brian De Palma (Scarfacee Os Intocáveis), este filme é uma verdadeira Opera Rock. Outra produção nascida cult, a ideia é a clara homenagem ao Fantasma da Ópera, obra clássica da literatura e do cinema – trocando a música clássica pelo rock – assim modernizando o conto. O longa foi indicado ao Oscar de melhor música.
O que seria de nossa lista sem um belo filme de terror com temática rock? Também conhecido por seu título original, Trick or Treat, a trama apresenta um jovem roqueiro que sofre bullying em seu colégio. Sua única válvula de escape é o cantor de rock de quem é fã, de onde tira suas forças. Tudo muda quando o músico morre, deixando o rapaz desolado. Mas ele não permanece morto, e volta do além para se vingar de todos que atormentam seu fã. O curioso aqui é que temos figuras lendárias do rock, como Gene Simmons (do Kiss) e Ozzy Osbourne (na pele de um Reverendo conservador que odeia rock), realizando divertidas participações.
Indicado ao Globo de Ouro de melhor comédia ou musical, o longa é um divertido conto de roqueiros das antigas tentando reaver sua época de ouro. Na trama, um grupo de rock esteve no auge. Porém, após a morte de um de seus membros no ápice de sua fama, a banda se separou. O desejo dos fãs por uma reunião mexe com o brio dos integrantes, que ensaiam um retorno, mesmo depois de velhos e acostumados com uma vida comum fora dos holofotes. Bill Nighy, Stephen Rea, Billy Connoly e Timothy Spall são os roqueiros old school.
Algumas bandas fazem tudo pelo sucesso. Aqui temos um claro exemplo disso. Os Cavaleiros Solitários, no entanto, já começaram errado por seu nome (uma grande incoerência). Composto por Brendan Fraser, Adam Sandler e Steve Buscemi, este pretenso grupo de rock deseja que uma rádio toque sua fita demo. Ao serem recusados, eles fazem todos os funcionários do local reféns até que seu desejo seja atendido. E sim, é uma comédia.
Sim, no cinema também nada se cria e tudo se copia. Esta é a versão do menos carismático Rainn Wilson paraEscola de Rock. Aqui também temos um roqueiro das antigas se unindo a jovens para uma proposta musical. Wilson, porém, não é um professor, mas o tio de um dos jovens, que ao lado dos amigos montam uma banda que faz sucesso na internet e se torna sensação. No elenco, uma Emma Stone em começo de carreira vive uma das protagonistas e o elenco conta ainda com Josh Gad, Christina Applegate, Jeff Garlin, Jane Lynch, Jason Sudeikis e Will Arnett.
Aqui, trapaceamos um pouco. Mas só um pouquinho. O caso é que Purple Rain é levemente baseado na própria história de seu protagonista, o saudoso mega star do rock/pop Prince. Na trama, Prince interpreta Kid, um jovem músico com aspirações de sucesso, vindo de um lar abusivo, onde ele e sua mãe são maltratados pelo violento pai. Um álbum de mesmo nome foi lançado com a trilha do filme e fez um enorme sucesso – assim como a música título, carro chefe do filme e do disco. Inicialmente, Prince havia planejado o principal papel feminino do longa para sua protegida, a atriz e modelo Vanity. Mas as agendas não bateram, e Apollonia Kotero, também uma modelo e cantora, terminou com o papel.
Jamie Lee Curtis é uma veterana de Hollywood que está na estrada há nada menos que 46 anos. Já imaginou? É mais tempo do que muitos dos fãs de cinema na atualidade possuem de vida. Filha de verdadeiras lendas do cinema (Janet Leigh e Tony Curtis), Jamie estrelou seu primeiro longa-metragem nas telonas com o terror independente ‘Halloween – A Noite do Terror’, em 1978. Mal sabia a atriz que esse se tornaria um enorme sucesso em sua carreira, pelo qual não apenas é lembrada até hoje, mas participou de algumas de suas sequências, e inclusive reiniciou a franquia algumas vezes.
Ao contrário de outras atrizes que explodiram em cena na década de 80, Jamie Lee Curtis nunca caiu no ostracismo e seguiu trabalhando. É claro, assim como todos os atores, ela já viu os altos e baixos de sua carreira, e passou por períodos onde se encontrou “apagada”. Mas Jamie segue firme e forte, ainda fazendo filmes. Ultimamente não apenas isso, como vive também o melhor momento de sua carreira, no auge de seus 66 anos. O segredo é se reinventar, ao mesmo tempo se mantendo fiel às suas origens. Ela fez, por exemplo, uma nova trilogia de ‘Halloween’. Ao mesmo tempo, estrelou o “maluco beleza” ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, um sucesso cult surpresa que levou o Oscar e deu uma estatueta de atriz coadjuvante para ela.
Jamie Lee Curtis começou a carreira em filmes de terror, mas nos anos 80 ficaria conhecida também pelas comédias.
Ou seja, Jamie Lee Curtis voltou a ser um nome popular na indústria. Por isso é tão interessante conhecer os trabalhos passados da atriz e entender sua trajetória na maior indústria de cinema no mundo. Muito se fala nos chamados “nepo babies” hoje em dia, ou seja, “as crias do nepotismo”, filhos de pais famosos, que possuem maior facilidade de entrar no mesmo ramo. As portas podem se abrir com mais facilidade, mas se não tiverem o talento e o carisma, ficarão presos no primeiro obstáculo.
Jamie Lee Curtis possui uma carreira repleta de sucessos, como ‘Meu Primeiro Amor’, ‘True Lies’, ‘Eternamente Jovem’, ‘Sexta-Feira Muito Louca’ e ‘Um Natal Muito, Muito Louco’. Mas voltando para os anos 80, um de seus maiores títulos é mesmo ‘Um Peixe Chamado Wanda’, comédia da MGM de 1988, que chega pela primeira vez ao acervo da Amazon Prime Video, dono atual do citado estúdio. Você certamente já ouviu esse título antes, mesmo que não tenha assistido ao filme.
Depois de estrelar o segundo ‘Halloween’, de 1981, Jamie Lee Curtis, que então era conhecida como a “Rainha do Grito”, a musa dos filmes de terror, resolveu mudar um pouco seu repertório e tentar a sorte em outros tipos de produções. E ela conseguiu logo emplacar um sucesso em seu currículo. Em 1983, Jamie estrelou ‘Trocando as Bolas’, ao lado de gente tarimbada como Eddie Murphy e Dan Aykroyd. Clássico absoluto da época e uma ótima pedida para o Natal, o filme demonstrou que a atriz também possuía bastante talento para a comédia. Este foi o filme que abriu a porta do gênero para ela, e a atriz viria a se aventurar por diversas produções. Hoje, ela é mais conhecida pelas comédias do que pelo terror.
Depois de ‘Trocando as Bolas’,Jamie Lee Curtis seguiu para estrelar ‘Perfeição’, drama investigativo sobre o universo das academias (que estava surgindo na época), ao lado de John Travolta. Para o trabalho, Jamie atingiu o auge de sua forma física como uma instrutora de ginástica aeróbica. O filme, no entanto, fracassou e se tornou um dos casos notórios de bons filmes ruins, um cult por excelência, do qual a própria atriz tirou sarro recentemente em um programa de entrevistas.
Após ‘Perfeição’ (1985),Jamie Lee Curtis precisava de um sucesso para chamar de seu, e recobrar o brilhantismo de ‘Trocando as Bolas’. E ela conseguiria com ‘Um Peixe Chamado Wanda’, de 1988. Na trama, um grupo de ladrões americanos planeja um roubo em Londres. Porém, ao chegarem no local para surrupiar alguns diamantes, percebem que a mercadoria já não se encontrava mais no local. Daí esses vigaristas precisam pensar num plano B e tentar usar um advogado que pode conseguir o que eles querem.
No elenco, os vigaristas são formados por Otto (Kevin Kline), Wanda (Jamie Lee Curtis) e Ken (Michael Palin). O advogado que se torna alvo deles, em especial do forte poder de sedução de Wanda, é Archie (John Cleese). Aliás, existe ainda o golpe dentro do golpe. Pois até mesmo para Ken, Wanda e Otto mantém a farsa de que são irmãos, e que Otto na verdade é gay. Wanda e Otto na verdade são um casal. Isso porque Ken é apaixonado por Wanda, e inclusive deu o nome da mulher para sua peixinha, que mantém no aquário. Daí o título do filme.
Em ‘Um Peixe Chamado Wanda’ um grupo de vigaristas planeja um golpe, mas as coisas não serão tão simples assim.
Pelo elenco podemos ver que ‘Um Peixe Chamado Wanda’ é quase um filme da trupe humorística Monty Python, da qual fazem parteJohn Cleese e Michael Palin. Aliás, Cleese “joga nas onze” e além de ter estrelado, também escreveu, dirigiu e produziu o filme. Não por coincidência, Cleese, o nome por trás de ‘Um Peixe Chamado Wanda’, disse ter escolhidoJamie Lee Curtis para o papel feminino principal após tê-la visto em ‘Trocando as Bolas’.
‘Um Peixe Chamado Wanda’ foi o maior sucesso da carreira de todos os envolvidos nos anos 80. Aliás, o ano de 1988 foi o melhor da década para as comédias. Em cada ano de uma década temos o destaque de um gênero, e na década de 80, o ano para as comédias definitivamente foi o de 1988. Veja só, nele tivemos os lançamentos de filmes como ‘Um Príncipe em Nova York’, ‘Os Fantasmas se Divertem’ (Beetlejuice), ‘Irmãos Gêmeos’, ‘Corra que a Polícia Vem Aí’, ‘Os Fantasmas Contra-Atacam’, ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’, ‘Quero ser Grande’, ‘Os Safados’ e ‘Elvira – A Rainha das Trevas’, entre outros.
Mas você sabia que ‘Um Peixe Chamado Wanda’ é um filme vencedor do Oscar? Pois bem, a comédia tem tanta qualidade que terminou recebendo uma estatueta do maior prêmio do cinema. Bem, quem levou na verdade foi o ator Kevin Kline na categoria de coadjuvante, mas mesmo assim conta. E o curioso é que Kline levou o Oscar sem ter sido indicado a qualquer outro prêmio na temporada (somente um BAFTA – o Oscar inglês). Além de ator coadjuvante, ‘Um Peixe Chamado Wanda’ foi indicado também para dois outros Oscar: melhor diretor Charles Crichton, que dividiu o crédito com John Cleese no comando do longa, e melhor roteiro original para a dupla Cleese e Crichton.
‘Um Peixe Chamado Wanda’ fez tanto sucesso no fim dos anos 80, que se tornou uma das comédias mais populares da época com os fãs de cinema. O sucesso foi reprisado com o lançamento do longa em vídeo, nas locadoras. E depois nas exibições da TV aberta, onde, aqui no Brasil, é claro, passou na rede Globo. Um tempo depois, viraria também um clássico da Sessão da Tarde.
Nove anos depois de ‘Um Peixe Chamado Wanda’, elenco e realizadores se reuniriam para ‘Ferocidade Máxima’.
Nove anos mais tarde, todos os envolvidos resolveram reunir a banda para mais um round. Mas ao invés de bolar uma sequência para ‘Um Peixe Chamado Wanda’, John Cleese (agora com a ajuda de outro integrante do Python, Terry Jones) bolou outra história e iria fazer uso apenas do elenco do filme anterior. Poucos talvez se lembrem e muitos talvez não saibam, mas ‘Ferocidade Máxima’ (1997) é uma espécie de sequência espiritual para ‘Um Peixe Chamado Wanda’. Assim como o anterior, o novo filme também seria focado em animais. Ao invés de um pequeno peixe no aquário, o filme usaria como cenário um zoológico indo à falência, que precisava ser reinventado.
John Cleese, Kevin Kline, Jamie Lee Curtis e Michael Palin estavam de volta na frente das câmeras. Mas desta vez, Cleese não pegaria para si a tarefa de dirigir o longa – que ficou a cargo da dupla Robert Young e Fred Schepisi. Mas essa foi apenas uma função a menos em relação ao filme anterior, porque Cleese ainda escreveu, produziu e estrelou o longa. Na trama de ‘Ferocidade Máxima’, John Cleese interpreta o diretor de um zoológico falido. Entram em cena os novos investidores do local: Kevin Kline interpreta o filho de um bilionário, que irá administrar o local ao lado de sua companheira de negócios e na vida pessoal, Jamie Lee Curtis. A sacada do novo filme é que Kline interpreta também o pai de seu personagem, em um papel duplo. A jogada sem dúvida se deu por sua vitória no Oscar pelo filme anterior.
Nem precisa ser dito que o raio não foi capturado novamente na garrafa. Talvez pela espera de quase 10 anos ou talvez pelo roteiro ou a história em si, ‘Ferocidade Máxima’ não chegou aos pés de ‘Um Peixe Chamado Wanda’. Mas hoje, faz até uma companhia interessante para uma sessão dupla, a título de curiosidade. Porém, enquanto a Amazon Prime Video não providencia essa “continuação”, os fãs poderão se deleitar com o superior ‘Um Peixe Chamado Wanda’, uma das melhores comédias dos anos 80.
Em parceria com o serviço de streaming Hulu, a Blumhouse iniciou um novo projeto ambicioso, a série antológica ‘Into the Dark‘. A primeira temporada terá 12 episódios, com tramas originais isoladas, cada uma focando em uma data comemorativa diferente. O diferencial? Os episódios serão lançados mensalmente, na primeira sexta-feira de cada mês. Iniciando o “ano do terror” em outubro, o primeiro episódio, intitulado ‘The Body‘, foca no Halloween e traz um divertido slasher, que tem a bem-sucedida missão de nos deixar ansiosos pelos próximos episódios.
A trama de ‘The Body‘ gira em torno de um assassino de aluguel, que precisa descartar um corpo na noite de Halloween. Para facilitar o seu trabalho, todos pensam que o corpo que ele carrega é apenas um adereço para sua fantasia. Seu serviço é dificultado, porém, quando ele encontra um grupo de jovens festeiros, que ameaça o sucesso de seus planos. Para cortar os problemas, o assassino começa a caçá-los e eliminá-los, um por um, mas passa a ser surpreendido quando algumas máscaras finalmente caem…
O filme tem uma pegada divertida e parece ter bebido da fonte de ‘Pânico‘, cheio de referências e brincando com a autoconsciência de seus personagens sobre o gênero. O roteiro segue basicamente a mesma estrutura que os slashers tradicionais, mas não se leve a sério. Apesar de ser engraçado, o humor não é forçado, e diretor não sacrifica o terror em detrimento da comédia. Há cenas tensas de suspense, e algumas mortes são especialmente brutais.
Os personagens seguem o mesmo esteriótipo esperado no gênero, mas destacam-se com personalidades fortes e até apresentam algumas habilidades que conseguem nos surpreender. Eles cometem burrices? Sim, várias. Mas a grande maioria delas são relacionáveis, e, em alguns casos, faríamos as mesmas escolhas que eles. Algumas dessas burrices, inclusive, nascem de referências da cultura popular, o que torna toda a experiência ainda mais divertida. Além disso, o grupo é estranhamente carismático, então nunca é entediante acompanhar a jornada de sobrevivência deles.
O ponto forte do episódio, no entanto, está no carisma de Tom Bateman como o assassino da trama. Mesmo matando adolescentes, e com as lições filosóficas de moral, seu personagem nunca deixa de ser carismático. O roteiro divide sua atenção em dois núcleos, e ambos são divertidos de acompanhar. Sem contar que o enredo nunca perde tempo para responder perguntas que não acrescentariam em nada na trama, como a identidade do corpo – apesar de fazer várias brincadeiras em torno disso.
Com mais de 90 minutos de duração, ‘The Body‘ é mais do que um simples episódio. É um filme completo, inventivo e divertido, que se mostra uma opção muito melhor do que alguns dos filmes de terror exibidos nas telonas. Com este episódio, a antologia ‘Into the Dark‘ começa com o pé esquerdo e nos deixa ansiosos para o que está por vir. O próximo episódio, intitulado Flesh & Blood, será lançado no dia 2 de novembro, e terá sua trama focada durante o Thanksgiving. O ano do terror apenas começou!
De acordo com o Deadline, a Universal Pictures está desenvolvendo um novo filme de monstro, intitulado ‘Don’t Go in the Water‘, que está sendo descrito como um “suspense”.
O site ainda afirma que a Universal pagou seis dígitos pelo roteiro do filme, que foi escrito por Peter Gaffney.
A ABC divulgou o trailer do último episódio da série ‘Fresh Off the Boat‘.
Confira:
A comédia se encerrará no dia 21 de fevereiro, com um episódio duplo.
A série foi criada por Nahnatchka Khan.
A história se passa nos anos 90, quando o garoto Eddie está crescendo no subúrbio de Orlando, criado pelo seu pai, um imigrante obcecado pelo modo de vida americano, e pela sua mãe, uma imigrante perplexa pela cultura do país. Enquanto gerenciam uma unidade da rede All-American Steakhouse, essa família de descendentes de taiwaneses tenta viver o sonho americano, mantendo a sua identidade cultural e senso de família.
A dupla John C. Lyons e Dorota Swies é responsável pela direção.
A trama segue um pai desesperado para salvar sua família que acaba despertando uma força sinistra em uma cidade pequena que estava dormente há muito tempo.
O elenco conta com Adrienne Barbeau (‘A Bruma Assassina’), Marc Blucas (‘Buffy: A Caça-Vampiros), Brooke Sorenson (‘Modern Family’) e P.J. Marshall (‘American Horror Story’).
A produtora Gun Interactive anunciou que o lendário Kane Hodder, que interpretou Jason Voorhees em SEIS filmes da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, dará vida ao Leatherface no jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.
Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”
Vale lembrar jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.
“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.
Confira o trailer do jogo:
Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento.
Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo será lançado no dia 28 de dezembro.
Confira o trailer:
Em busca do amor verdadeiro, várias pessoas solteiras, charmosas e interessantes vão conhecer potenciais pretendentes, mas com um único porém: sem se ver! Será que a conexão às cegas dá casamento?
Khédidja trabalha para uma rica família parisiense que a leva para cuidar de seus filhos durante um verão na Córsega. É uma oportunidade para ela voltar com suas próprias filhas adolescentes, Jessica e Farah, para a ilha que deixaram quinze anos atrás em circunstâncias trágicas. Enquanto Khédidja luta com suas lembranças, as duas garotas se entregam a todas as tentações do verão: encontros inesperados, aventuras e o primeiro amor. Tudo vai bem, até que surgem perguntas sobre o passado distante na ilha, levando as garotas a questionarem a versão da mãe sobre sua verdadeira história familiar.
Estrelado por Dwayne Johnson, Operação Natal é uma comédia de ação imperdível com uma história original e revigorante para a temporada de férias. Dirigido por Jake Kasdan, em nova parceria com Johnson após os filmes de sucesso da série “Jumanji”, este autêntico espetáculo global multigeracional traz também o astro megawattsChris Evans para a aventura de alto risco repleta de adrenalina e atitude.
Depois que o Papai Noel – codinome: Das Neves – é sequestrado, o Chefe de Segurança do Polo Norte (Dwayne Johnson) deve se unir ao mais infame caçador de recompensas do mundo (Chris Evans) em uma missão internacional e cheia de ação para salvar o Natal.
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