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‘Oito Mulheres e um Segredo’ ganha seu último trailer; Assista!

Oito Mulheres e Um Segredo‘ (‘Ocean’s Eight’), a versão feminina de ‘Onze Homens e Um Segredo’, ganhou seu último trailer.

Confira:

Na trama, Danny Ocean, personagem de George Clooney na franquia original, morreu e deixou uma mapa para sua irmã (Sandra Bullock) vingar sua morte.

O elenco conta com Rihanna, Sarah Paulson, Mindy Kaling, Cate Blanchett, Helena Bonham Carter, Matt Damon e Richard Armitage. Alguns famosos devem devem fazer participações, como Kim Kardashian, Kendall Jenner, Anna Wintour, Adriana Lima e Katie Holmes.

‘Oito Mulheres e Um Segredo’ tem estreia marcada para 8 de junho de 2018.

Confira o trailer e fotos:

Evan Peters, o Mercúrio de ‘X-Men’, que viver o Wolverine nos cinemas

O astro Evan Peters, mais conhecido por ser o intérprete do mutante Mercúrio na nova saga de ‘X-Men‘, revelou que gostaria de interpretar outro personagem da franquia dos quadrinhos.

Durante sua participação no painel de ‘X-Men: Fênix Negra‘, o ator revelou que gostaria de viver o herói Wolverine nos cinemas.

Disse:

“Wolverine, com toda a certeza. Ele é simplesmente incrível! Eu realmente tenho pensado nisso e sempre será o Wolverine, 100%. O cara sabe rejuvenescer”.

O painel ainda contou com a presença dos atores Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee, intérpretes de Tempestade e Noturno.

 

E durante a WonderCon, duas cenas fantásticas de ‘Fênix Negra‘ foram exibidas.

Confira a descrição:

A primeira cena foi a mesma exibida na CCXP, e mostra os X-Men indo para o espaço em uma missão para resgatar um ônibus espacial da NASA. Mística lidera o grupo que tem a Tempestade, Ciclope, Mercúrio, Noturno e a Jean Grey – com seus uniformes amarelos dos quadrinhos. Chegando no espaço, Jean tenta salvar os astronautas e acaba sendo possuída por uma força avermelhada que paira no espaço. A cena seguinte mostra que Charles Xavier (James McAvoy) foi corrompido pela fama após aparecer na capa de várias revistas, e entra em um embate com a Mística – que diz que as mulheres estão fazendo o papel de líderes do grupo, que devia chamar X-Women.

A segunda cena foi ainda mais ÉPICA. Jean Grey está se transformando na Fênix Negra e é encontrada no meio de Nova York. Charles, Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) querem salvá-la da Irmandade, grupo que quer matá-la comandado pela Fera (Nicholas Hoult) e Magneto (Michael Fassbender). Foi uma das melhores cenas de ação da franquia. A dinâmica dos X-Men nunca esteve tão boa. A luta acontece em plena Nova York, e temos um grande embate entre o Ciclope e o Fera. Épico.

Depois de assistir essa cena, ficamos empolgados com o filme. Será que a Fox está escondendo um tesouro?

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘Killing Eve’: É tudo uma questão de escolha na divertida promo do episódio 3×04; Confira!

A 3ª temporada de ‘Killing Eve’ segue eletrizante e com fortes emoções e o quarto episódio ganhou uma nova promo, que pontua que Eve e Villanelle podem estar cada vez mais próximas de novamente se encontrarem.

Confira:

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.

‘Killing Eve’: Sandra Oh é a primeira atriz asiática a ser indicada ao Emmy

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.

Sandra Oh (‘Grey’s Anatomy‘) e Jodie Comer (‘My Mad Fat Diary‘) estrelam.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Fotos vazadas podem ter revelado o destino de John Walker [SPOILER]

John Walker pode até ser – momentaneamente – o novo Capitão América na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, mas isso não significa que o sua jornada no MCU já esteja traçada e definida.

E novas imagens vazadas podem ter revelado qual será o verdadeiro destino do personagem. As fotos em questão contém SPOILERS, portanto, siga com a leitura da publicação por sua conta em risco.

[SPOILER]

 

Nas imagens, o ator Wyatt Russell aparece trajando um uniforme militar, com várias insignias e honrarias por seus méritos como agente do exército. O intérprete de John Walker também está machucado, com o seu braço esquerdo engessado.

Confira:

Lembrando que o 5º episódio será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Crítica | Ghostbusters: Apocalipse de Gelo aquece o coração dos nostálgicos com uma despretensiosa aventura familiar

Imortalizada pelo tempo e regada por uma infindável coletânea de memórias afetivas que atravessam as décadas, a franquia de Ghostbusters pertence a uma seleta prateleira de clássicos oitentistas que, inevitavelmente, conseguiriam vencer o teste do tempo, se consagrando como um marco sociocultural emblemático. Em 2021, seus quase 40 anos de legado ganharam um fôlego novo com a sequência ‘Mais Além‘. Em 2024, a jornada retomada por Jason Reitman apresenta um novo capítulo pelas mãos de Gil Kenan – onde passado e presente formam um amálgama colorido e divertido que anuncia o futuro da saga dos Caça-Fantasmas para uma outra geração.

No clássico e estreito prédio de tijolos terracota, localizado em uma das esquinas da região nobre de Tribeca, a nova geração de heróis do cotidiano retoma sua corrida contra as manifestações fantasmagóricas que circulam pela amada cidade de Nova York. Agora em uma nova forma, os Ghostbusters são essencialmente estruturado por um pequeno núcleo familiar, conduzido por um Paul Rudd paternal, dócil e cômico. Seu protagonismo é seguido por McKenna Grace, Finn Wolfhard e Carrie Coon, que complementam essa família disfuncional cuja rotina é marcada por mochilas de prótons e capturas insanas de fantasmas pouco assustadores. E a alma da franquia original está ali. Nos detalhes, no design de figurino e de produção, na icônica canção original de Ray Parker Jr. Mas o tempo é outro e as histórias também.

E ainda que Ghostbusters: Apocalipse de Gelo se apegue à memorabília oitentista que fez do longa de 1984 o marco cinematográfico que até hoje é, a verdade é que Kenan visa conduzí-la de maneira um pouco mais independente, ainda que não saiba muito bem como fazê-lo. Mantendo a conexão entre passado e presente bem viva, a produção se compromete a reverenciar os originais, mas tenta consolidar seu próprio humor, seu próprio ritmo narrativo e até mesmo sua própria carga dramática – o que pode ser um pouco confuso para os mais nostálgicos.

Fazendo da trama uma combinação mais delicada entre o drama existencial da jovem Phoebe (McKenna Grace) e a comédia pastelão de um alívio cômico inesperado – vivido pelo vencedor do Oscar Kumail Nanjiani, a nova sequência ainda patina para encontrar seu eixo, mas se salva por saber conduzir muito bem seus personagens. Com um elenco carismático e o apelo afetivo dos protagonistas originais, ‘Apocalipse de Gelo‘ é uma mistura agridoce e imperfeita daquilo que sempre funcionou muito bem nos longas antigos e de uma nova narrativa ainda pouco madura, mas cheia de potencial.

Com um humor leve, suave e bastante familiar, a sequência consegue construir um ambiente cômico ótimo o suficiente para se sustentar até os instantes finais, ainda que nem todas as suas piadas genuinamente funcionem. Se concentrando em construir uma comédia que flerte bem menos com os trocadilhos e duplos sentidos tão presentes no passado, o mais recente capítulo opta por brincar com o bobo – o que provavelmente fará os fãs antigos torcerem o nariz. Mas ainda que a comédia não seja do mesmo nível de sagacidade e perspicácia de outrora, ‘Apocalipse de Gelo‘ não é uma fria e consegue sim aquecer os corações mais apaixonados e dispostos a encarar uma aventura que se preocupe mais em agregar um novo público do que essencialmente reter o antigo.

Ainda assim, Ghostbusters segue sendo aquele mesmo museu de antiguidades irretocáveis e apaixonantes, con Bill Murray, Annie Potts, Dan Aykroyd e Ernie Hudson entregando aquele fan service que tanto esperamos. Tratados na trama como o elo intríseco e o ponto de equilíbrio entre a geração millennial e a geração Z, os veteranos são devidamente honrados em tela, protagonizam momentos que rendem suspiros, ativam memórias afetivas e são fundamentais para o clímax do filme. Mas nos instantes finais, Kenan reitera que possui outros rumos para a franquia, tornando McKenna Grace o pilar de sustentação desse novo futuro que já se anuncia.

E com temáticas familiares um pouco mais densas que tentam permear o humor, a continuação desse clássico oitentista é em suma uma despretenciosa experiência cinematográfica. Com seu viés dramático pouco aprofundado, sendo usado apenas como uma âncora emocional para vincular a audiência mais jovem aos novos personagens, Ghostbusters: Apocalipse de Gelo funciona mais como uma comédia familiar sem compromisso. Brincando com as nossas memórias através da nostalgia, a produção pode até ser previsível, mas se garante por saber trabalhar bem o riso frouxo. É o Caça-Fantasmas que talvez você espere? Não. Mas ainda assim é uma deliciosa aventura cheia de referências apaixonantes.

Crítica | Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams falha em alcançar o encanto esperado em versão Lego

A cinebiografia animada Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams (Piece by Piece) apresenta um conceito ousado que, na prática, falha em alcançar o encanto esperado. A abordagem em Lego parece divertida, no entanto, ao tentar narrar a história complexa e inspiradora de um dos maiores músicos e produtores da atualidade, o filme se torna uma mistura sem vigor, não fazendo jus à intensidade de seu personagem central.

Claramente inspirado pelo sucesso da franquia Uma Aventura Lego (2014), o longa tenta capturar o espírito de Pharrell por meio de dramatizações Lego de momentos marcantes de sua vida e de entrevistas conduzidas pelo diretor Morgan Neville. Contudo, ao contrário da ironia e do humor afiado das animações Lego anteriores, Peça por Peça adota uma abordagem excessivamente séria e quase didática. Isso resulta em um produto que parece mais um especial televisivo do que uma obra cinematográfica.

Bonecos LEGO em palco de show musical iluminado
Em Peça por Peça, Jay-Z e Pharrell Williams

Embora haja toques de inventividade – como o conceito de que a vida é um grande conjunto de peças que podem ser reorganizadas, ecoando as filosofias de Pharrell – o filme tropeça em sua execução. A escolha de retratar um artista tão carismático e humano através de figuras Lego genéricas elimina grande parte da nuance que caracteriza a personalidade vibrante do cantor e dos artistas que o impulsionam nesse percurso como Jay-Z e Gwen Stefani, para citar apenas dois. 

A narrativa do filme começa com a infância de Pharrell em Virginia Beach, seu período escolar e a formação dos Neptunes, quando foram descobertos pelo produtor musical Teddy Riley em um show de talentos. Essas cenas poderiam ser fascinantes, mas o formato Lego inibe a profundidade emocional que a história exige. Momentos mais atuais, como o sucesso global de Happy e o apoio ao movimento Black Lives Matter, são abordados com sinceridade, mas a produção evita temas mais polêmicos, como as controvérsias em torno da canção Blurred Lines sobre violência sexual contra mulheres. 

Minifiguras LEGO dançando alegremente
Cena de Peça por Peça, Lego dançando ao som de ‘Happy’.

Visualmente, há instantes impressionantes, como as representações do oceano em Lego brilhando sob o sol, refletindo as dúvidas e aspirações de Pharrell, além de suas composições serem representadas como peças de encaixe luminosas e vibrantes. Mesmo esses momentos, entretanto, não conseguem compensar a sensação de que o filme, no geral, é uma oportunidade desperdiçada. A ideia de Pharrell Williams em Lego pode parecer intrigante à primeira vista, mas torna-se uma versão apática da energia criativa do artista.

Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams parece não alcançar nenhum de seus públicos-alvo. As crianças dificilmente se conectarão com a narrativa, e os fãs de Pharrell não encontrarão grandes novidades ou insights sobre sua vida e carreira. A obra poderia ter sido uma celebração inventiva do icônico músico, mas acaba sendo um espetáculo frustrante, no qual a estética do Lego se torna a única peça realmente memorável.

Com distribuição pela Cinecolor Film, Peça por Peça – Uma História de Pharrell Williams estreia nos cinemas brasileiros dia 9 de janeiro de 2025.

Tommy Wiseau interpretando o Coringa é o vídeo que você precisa assistir!

O ator Tommy Wiseau que também dirigiu o controverso ‘The Room’ (servindo de inspiração para ‘Artista do Desastre’, de James Franco), já declarou que gostaria de viver o Coringa nos cinemas, e agora divulgou um vídeo de audição caracterizado como o vilão. O resultado merece sua atenção. Assista!

Recentemente, um fã talentoso recriou o trailer de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ com Tommy Wiseau como Coringa usando cenas do clássico ‘The Room’. Confira:

Já o Coringa mesmo vai ganhar um novo filme, dirigido por Todd Phillips e podendo ter o astro Joaquin Phoenix no papel do vilão da DC.

‘Bumblebee’: Hailee Steinfeld conhece Transformer em nova foto

A Entertainment Weekly divulgou uma nova foto de ‘Bumblebee’, o primeiro filme derivado da franquia ‘Transformers’, que mostra a protagonista Hailee Steinfeld. Confira:

O diretor Travis Knight concedeu uma entrevista ao site Fandango e deu novos detalhes do filme. Entre eles, confirmou que o líder dos autobots, Optimus Prime vai sim aparecer no filme.

“Eu posso confirmar que Optimus faz uma aparição. Uma espécie de cameo”

 

Hailee Steinfeld (indicada ao Oscar por Bravura Indômita) viverá uma garota esperta que trabalha como mecânica quando não está na escola, e assim se envolve com Bumblebee.

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, é quem irá dirigir o filme, marcando assim sua estreia em longas de live action.

Recentemente, Bumblebee’ ganhou uma nova data de lançamento no Brasil, 25 de dezembro de 2018.

 

Primeiras impressões | ‘Monarch – Legado de Monstros’ expande e conecta o ‘Monsterverse’

Nos últimos anos, os grandes estúdios correram atrás de um universo compartilhado para chamar de seu. O maior exemplo de sucesso é, claro, o Universo Cinematográfico Marvel, que cativou legiões de fãs. Porém, numa escala menor, teve um outro universo que foi crescendo timidamente até interligar suas diferentes franquias, unindo os fãs em um filme evento tão grande que acabou por se tornar um marco na retomada dos cinemas nos tempos de pandemia.

Chamado de Monsterverse, esse universo teve início em 2014, com o lançamento do Godzilla de Gareth Edwards. Com os longas produzidos pela Legendary, o Monsterverse trouxe para as telonas monstros icônicos como o King Kong, Ghidorah e a Rainha Mothra. E assim, em meio a dois longas do Rei dos Monstros e um do Gorilão da Ilha da Caveira, veio o fenômeno Godzilla Vs Kong (2021), o primeiro filme que fez o público deixar o lockdown e se dirigir a salas de cinema em todo o mundo, mesmo que um vírus mortal estivesse circulando por aí e ainda não houvesse tratamento.

Por mais absurdo que isso pareça agora, esse sucesso do filme só mostra a força da franquia e desse universo, que ganha, a partir desta sexta-feira (17) um novo capítulo que promete ser o mais interessante até agora. Na série Monarch – Legado de Monstros, a Apple fechou uma parceria com a Legendary para contar a história de origem e a podridão da organização que estuda e tenta manipular os monstros ao longo dos anos, a Monarch. O CinePOP teve acesso a alguns episódios, que serão lançados semanalmente a partir desta sexta, e vai contar um pouco mais sobre o que esperar dessa série.

O primeiro momento do episódio piloto é uma prova do que esperar da produção: conexão. Ele remonta aos eventos de Kong: A Ilha da Caveira (2017), nos anos 70, e já dá a chave para entender a série. Ela gira em torno da família Randa, que já deu as caras em outros filmes desse universo. Então, o episódio se divide em dois núcleos: um ambientado nos anos 50 e outro em 2015. E a impressão que fica é que a história da galera da década de 1950 é muito mais interessante que a trama dos anos 2010. No entanto, o que falta de interesse dos personagens sobra de construção de universo.

Isso porque a história de 2015 é guiada pela ótica de Cate (Anna Sawai), uma sobrevivente do ataque do Godzilla a São Francisco, que foi mostrado no filme de 2014. Ela viaja para o Japão para buscar as coisas do falecido pai, mas se vê no meio de uma situação completamente desagradável. Assim, ela entra em contato com Kentaro (Ren Watabe) e a ex-namorada do rapaz, May (Kiersey Clemons), criando o tal núcleo mais atual.

E aí que as coisas ficam interessantes. Cate é traumatizada pelo monstro e se vê em uma cidade que teve sua rotina totalmente alterada pelos ataques da lagartona radioativa. E ver como essa sociedade se moldou para evitar novas ações da criatura é interessantíssimo. Eles criaram abrigos emergenciais, instalaram armas nas rodovias e criaram todo um mercado armamentista e biossanitário para passar a sensação de segurança para o povo.

Já o trio dos anos 50 é interessante por completo. Eles viajam para zonas radioativas atrás de Cryptides, animais supostamente lendários, cujas existências não são cientificamente comprovadas. Nisso, eles se envolvem em várias furadas. Mas o interesse não se resume apenas ao caos que o trio vive. A estética deles é muito marcante, lembrando um pouco a adotada em Kong (2017), sem perder a personalidade própria.

A interação entre eles também é incrível. Lee, William e Keiko ou Wyatt Russell, Anders Holm e Mari Yamamoto, respectivamente, esbanjam química em tela e proporcionam momentos divertidos, tensos e bem… interessantes. Você anseia por saber para onde aquelas furadas vão levar e como a história deles se conectará com a do trio no futuro.

Por fim, a série fala sobre um Legado de Monstros, então podem esperar uma porção de criaturas novas habitando esse mundão. Porém, o que o piloto indica é que as criaturas terão uma trama secundária que provavelmente resultará em um problema bem grande no final, mas não serão o centro da série. O drama e os mistérios humanos, principalmente no que tange à Monarch, serão o foco desta produção, que aproveita para mostrar outros ângulos de ataques antigos do Godzilla por meio de flashbacks e memórias. É um prato cheio para os fãs, porque a produção replicou os cenários do primeiro filme com muito esmero. É uma série com um potencial tão grande quanto o próprio Godzilla.

Monarch – Legado de Monstros estreia nesta sexta-feira (17), no Apple TV+.

Crítica | Tire 5 Cartas – Lilia Cabral Vive Taróloga Trambiqueira em Comédia Almodovariana

Um dos gêneros que mais atrai público aos cinemas brasileiros é a comédia – mais especificamente a comédia protagonizada por mulheres, que enfrentam uma jornada de aprendizado, trazendo ensinamento aos espectadores através do entretenimento. Esse é provavelmente um dos melhores métodos de diálogo com o grande público consumidor de cinema. Talvez por isso vira e mexe as produtoras busquem trazer novas histórias com essas características, tal como o grande lançamento brasileiro da semana, a comédia nacionalTire 5 Cartas’.

Fátima (Lilia Cabral) é uma mulher que saiu de São Luís, no Maranhão, para viver seu sonho de se tornar uma grande cantora na capital do Rio de Janeiro. Porém, o sonho foi frustrado e sua vida se tornou uma sequência de trambiques, organizados por ela e seu marido, Lindoval (Stepan Nercessian), que, quando não está ajudando a esposa a enganar os clientes durante a leitura das cartas, está trabalhando como cover fajuto de Sidney Magal. Certo dia Fátima recebe uma inesperada visita de um cliente suspeito, que acaba deixando em cima da sua mesa um valioso anel de esmeralda. Fátima, então, acha que essa será a grande virada de sua vida. Ao mesmo tempo, ela recebe uma surpreendente ligação de sua irmã, comunicando o falecimento de uma pessoa que deixara a mansão como herança para as duas. Diante da reviravolta em sua vida, Fátima e o marido decidem voltar a São Luís atrás dessa herança, mesmo que isso signifique encarar velhas desavenças do passado.

Gravado em sua maioria no próprio São Luís, em cerca de uma hora e meia o espectador é convidado principalmente a se deslumbrar com a deliciosa paisagem da capital maranhense. A fotografia é um dos principais pontos fortes do filme, demonstrando as fortes influências almodóvarianas do filme de Diego Freitas (‘O Segredo de Davi’), numa estética bastante colorida imprimida à personagens bastante demarcados, que remetem a uma espécie de releitura contemporânea do clássico ‘O Cortiço’, de Aluísio Azevedo. O elenco inclui nomes luxuosos como Giulia Bertolli, Sérgio Malheiros, Gabriel Godoy, Allan Souza Lima, da influencer Thaynara OG e da cantora Alcione.

Com um humor inocente voltado para o grande público, ‘Tire 5 Cartas’ é uma comédia bem dirigida e finamente estrelada por Lilia Cabral e Stepan Nercessian, afinados na medida certa com tiradas sagazes e rápidas, assumindo a responsabilidade do protagonismo com desenvoltura. Destaque para Thaynara OG, que ganhou espaço para sua personagem carismática e demonstra potencial artístico para as telonas.

A produção de Joaquim Haickel e Elisa Tolomelli é um filme que atende à toda a família, demonstrando, justamente, as imperfeições da vida comunitária de um casarão e seus inquilinos disfuncionais. Mesmo com um momento inesperado e controverso de reviravolta na trama, ‘Tire 5 Cartas’ é um filme leve de risada mais leve ainda, com todo o potencial para ser desenvolvido em uma série de humor posteriormente.

‘Blade’: Mahershala Ali é imaginado como o caçador de vampiros em nova arte

Nos últimos anos, Wesley Snipes deu a entender que houve conversas sobre sua reprise no papel de Blade para um novo projeto dos estúdios Marvel, que recentemente readquiriram os direitos do personagem após a fusão da Disney com a Fox. Entretanto, nenhum anúncio confirmou esse retorno do ator às telonas.

De qualquer forma, é possível que diversos personagens da Marvel ganhem um novo rosto, e foi pensando nisso que o Bosslogic reimaginou o famoso caçador de vampiros sendo reencarnado por Mahershala Ali (‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ ‘Green Book: O Guia’).

Confira:

 

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Another quick piece I wanted to do after watching @alitamovie – @mahershalaali #blade 🙂

Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em

Nos quadrinhos, Blade é também conhecido como Eric Brooks, um meio-humano, meio-vampiro cuja mãe foi assassinada por uma dessas criaturas noturnas logo após seu nascimento. Desde então, ele se especializou em seu próprio estilo de luta para derrotar monstros e livrar o mundo dos sugadores de sangue.

Snipes deu vida ao herói em 1998 com ‘Blade – O Caçador de Vampiros’ e na sequência dirigida por Guillermo del Toro‘Blade II’‘Blade Trinity’ foi a aparição final do ator como o personagem. 

‘O Sobrevivente’: Clássico dos anos 1980 vai ganhar remake

A onda de remakes cinematográficos continua a crescer: depois das releituras em live-action dos estúdios Walt Disney, do reboot de ‘Cemitério Maldito’ e de ‘It: A Coisa’, é a vez de ‘O Sobrevivente’ ganhar sua nova versão.

Segundo o site We Got This Covered, a Sony Pictures (que lançou o longa original pelo nome de TriStar Pictures) já está desenvolvendo o projeto. Entretanto, não se sabe se Arnold Schwarzenegger retornará como o protagonista.

Lançado em 1987, o filme é uma livre adaptação de ‘O Concorrente’, romance lançado por Stephen King sob o pseudônimo de Richard Bachman. Ambientado entre os anos de 2017 e 2019, a história mostra os Estados Unidos como um regime totalitário onde o programa de televisão favorito é o “The Running Man”, uma competição em que os prisioneiros devem correr para a liberdade e evitar uma morte brutal. Como bode expiatório por parte do governo, o preso Ben Richards (Schwarzenegger) tem a oportunidade de se ver livre, apenas participando no programa mortal. O problema é que o anfitrião Damon Killian (Richard Dawson) não tem a menor intenção de deixá-lo escapar.

O elenco também foi formado por Maria Conchita AlonsoYaphet KottoGus RethwischJim Brown e outros.

Apesar de não ter feito muito sucesso à época do lançamento, arrecadando pouco mais de 38 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, o longa tornou-se um cult e ganhou uma legião de fãs.

‘When the Streetlights Go On’: Mistério com Queen Latifah ganha trailer arrepiante; Confira!

O serviço de streaming Quibi divulgou o trailer oficial de ‘When the Streelights Go On’, seu novo mistério original.

Confira:

A série foi escrita por Chris HuttonEddie O’Keefe, com direção de Rebecca Thomas.

Depois do assassinato de uma linda jovem chocar uma comunidade suburbana, a irmã da vítima e seus colegas do colégio lutam para recuperar a normalidade à medida que amadurem forçosamente durante a investigação.

Chosen JacobsSophie ThatcherSam StrikeSophie ThatcherSam StrikeDavid LewisMark DuplassCameron BancroftTony HaleBeh AhlersKristine Froseth e Queen Latifah estrelam.

A série estreia no dia 06 de abril.

‘Lost Girls and Love Hotels’: Alexandra Daddario estampa BELÍSSIMO pôster do thriller de máfia

O thriller dramático-romântico ‘Lost Girls and Love Hotels’, estrelado por Alexandra Daddario (‘True Detective’, ‘Why Women Kill’), ganhou um belíssimo pôster oficial.

Confira, junto ao trailer:

No longa, Daddario dá vida a uma professora de inglês vagando pelas terras japonesas que encontra conforto (e muito mais) nos braços de um membro da máfia Yakuza (Takehiro Hira).

‘Lost Girls and Love Hotels’ é baseado no romance homônimo de Catherine Hanrahan, que também assina o roteiro da adaptação. William Olsson comanda o projeto.

Carice Van Houten completa o elenco.

O filme será lançado em VOD no dia 18 de setembro, ainda sem previsão de chgada no Brasil.

‘WandaVision’: Heróis estampam ADORÁVEL cartaz animado da série; Confira!

A Disney+ divulgou um novo teaser animado da vindoura e promissora série ‘WandaVision’, trazendo os dois heróis protagonistas em suas versões em 2D.

Confira:

A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, Teyonah ParrisKathryn Hahn.

‘Peter Pan e Wendy’: Sininho terá mais ação no remake em live-action, diz Yara Shahidi

Em entrevista à Variety, a atriz Yara Shahidi, que dará vida à nova versão de Sininho no live-action ‘Peter Pan e Wendy’, comentou sobre a visual da icônica fada e de que forma abordou a personagem.

“Sabe, Sininho é realmente muito divertida. Acho que o que eu mais gosto dessa nova versão é que ela vem com bastante ação. Ela pode ser uma famosa ajudante, mas amo o fato de que ela tem objetivos e motivações próprias. Não quero revelar muito, mas estou bastante animada para essa adaptação”.

O filme tem previsão de lançamento para 2022.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony será o intrépido Peter Pan.

O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Look como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling e Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee.

Assista ao primeiro teaser abaixo:

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Trailer internacional revela cenas INÉDITAS do reboot; Confira!

Sony Pictures Malaysia divulgou um novo trailer internacional de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘, trazendo cenas inéditas da adaptação.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) vive Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) é seu irmão, Chris.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Robbie Amell (Chris Redfield), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, ‘Resident Evil’ se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, ‘Resident Evil’ já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

‘Hightown’: Drama policial da STARZ é renovado para a 3ª temporada!

Ótima notícia para os fãs de ‘Hightown’!

STARZ revelou que o drama policial, estrelado por Monica Raymund, foi oficialmente renovado para a 3ª temporada.

Ainda não se sabe quando o próximo ciclo será exibido, mas acredita-se que seja no final de 2022.

Rebecca Cutter é a produtora executiva do show ao lado de Gary Lennon, Jerry Bruckheimer, Jonathan Littman e KristieAnne Reed.

A série é ambientada na idílica cidade de Cape Cod e gira em torno da jornada de uma mulher em direção à sobriedade, entrelaçada com a investigação de um assassinato que a leva ao limite.

James Badge DaleRiley VoelkelShane HarperAtkins EstimondRumi C. Jean-LouisAmaury Nolasco completam o elenco.

Vídeo de ‘Madame Teia’ indica que Dakota Johnson não interpretará quem achamos que ela ia…

Através das redes sociais, foi divulgado um novo vídeo de bastidores do aguardado ‘Madame Teia’spin-off de ‘Homem-Aranha’ supervisionado pela Sony Pictures.

O vídeo em questão traz Dakota Johnson como destaque e pode ter confirmado o papel da atriz no longa-metragem.

Apesar de ter sido escalada como a personagem titular, Johnson não será a versão mais conhecida da protagonista, Cassandra Webb, e sim Julia Carpenter (se o figurino da artista serve como qualquer indicativo).

Para aqueles que não conhecem, Julia é uma versão da Mulher-Aranha que se transforma na Madame Teia. Ela foi introduzida no famoso arco ‘Guerras Secretas’, em 1984, como a segunda Mulher-Aranha (depois de Jessica Drew), tendo obtido as habilidades aracnídeas de um experimento governamental secreto. A heroína também aparecia nos quadrinhos do ‘Homem-Aranha’ por várias décadas consecutivas, até fazer a transição para Madame Teia em 2010, à medida que a personagem original perecia e escolhia Carpenter como sucessora.

Confira:

Lembrando que o filme teve estreia adiada em três meses e chegará aos cinemas apenas em 06 de outubro de 2023.

Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Emma Roberts (‘Pânico 4’) também estrelam.

O elenco ainda conta com Celeste O’Connor (‘Ainda Estou Aqui’), Tahar Rahim (‘O Paraíso e a Serpente’), Isabela Merced (‘O Pai da Noiva’) e Adam Scott (‘Ruptura’).

Matt SazamaBurk Sharpless, de ‘Morbius’, assinam o roteiro.

Artigo | ‘Se a Rua Beale Falasse’ é um poderoso drama romântico para você conferir neste final de ano

Tornou-se de praxe para o cinema contemporâneo buscar novas formas de se contar histórias dos mais variados gêneros. E nos últimos anos, poucos foram os filmes que conseguiram nos entregar uma nova perspectiva – como por exemplo Moonlight: Sob a Luz do Luar’ ou Três Anúncios para Um Crime’, que mergulharam em narrativas marcadas pelas fórmulas fílmicas e quebraram-nas em diversos pedaços, apenas para juntá-las em algo novo ou que ao menos seja construído com o intuito de se afastar do que já nos é comum. E talvez um dos gêneros que mais tenha sofrido com essa saturação exacerbada seja o dos romances – que, caso não estejam inseridos em um escopo tragicômico, respaldam-se no preciosismo romântico que foge à nossa realidade, rendendo-se a um fabulesco conto de fadas que, convenhamos, não traz absolutamente nada de interessante (ao menos não hoje).

É aqui que Barry Jenkins, retornando para as telonas dois anos depois de se aventurar na complexa vida da comunidade negra norte-americana, delineia sua mais nova história e partindo novamente de uma ótima obra assinada por James Baldwin. Diferente do que podemos imaginar, os tensos temas raciais não são tratados com a crueza dos documentários ou dos dramas que insurgem volta e meia na indústria, mas sim travestidos com doses quase diabética de onirismo e sutileza. Afinal, Jenkins já provou ser um amante de devaneios intimistas e das mais íntimas relações interpessoais – em Moonlight, cada cena era coreografada com a maior precisão possível e construía-se sobre um estudo de autoaceitação e identidade.

Ainda que o diretor tenha encontrado seu triunfo em sua segunda investida cinematográfica, era de se esperar que se nível se mantivesse para sua mais nova produção, Se a Rua Beale Falasse’. No geral, Jenkins continua nos bombardeando com deliciosos shots catárticos, envolvendo-nos em mais um enlace romântico tão puro quanto a neve e tão complicado quanto a nossa própria vida. Entretanto, sua preocupação cênica, mesmo buscando referências dentro de sua filmografia, deixa a desejar em alguns momentos e não consegue se privar de se entregar a algumas saídas um tanto quanto convencionais, ainda que compreensíveis. De qualquer forma, o drama de época consegue atravessar a cronologia na qual se insere, estendendo-se para os dias de hoje de modo coeso e incólume.

Situado entre as décadas de 1970 e 1980 nas periferias nova-iorquinas do Harlem, cujo bairro sempre serviu de abrigo para a comunidade afro-americana exilada dos grandes centros patriarcais e brancos dos Estados Unidos, a narrativa principal gira em torno de dois jovens cujos sonhos vão muito além de suas realidades: Tish (KiKi Layne), a narradora onisciente de nossa jornada perscrutada de inúmeros obstáculos, e Alonzo “Fonny” (Stephan James). Os dois são uma tradução menos idealizada de Romeu e Julieta, ainda que estejam envolvidos em uma cúpula sonial simbolizada principalmente pela iluminação difusa em diversas sequências nas quais se olham por longos e longos minutos. E trilhando o mesmo caminho do casal shakespeariano, Tish e Fonny também veem suas vidas virarem de cabeça para baixo quando este é preso logo depois daquela engravidar.

‘Rua Beale’ não é um simples romance estruturado dentro de suas regras imutáveis e bastante práticas. Ele estende-se para o sui generis do drama familiar e exterioriza de modo menos explícito as questões raciais que sempre permeiam as estórias de Jenkins. Não é nenhuma surpresa, pois, que algumas das melhores cenas se concentrem em lugares fechados, normalmente residências a priori aconchegantes que em poucos minutos se transformam em antros do caos. Tish vê sua felicidade se afundar na lama quando a sogra, que sempre encontrou motivos para desprezá-la através de argumentos fanaticamente religiosos, condenando a criança que nem ao menos nasceu a uma vida bastarda “pelos olhos de Deus” – e é aí que sua própria família coloca-se para ajudar a menina, defendendo-a com unhas e dentes em diálogos de tirar o fôlego.

Também é nesse meio que Jenkins orquestra uma montagem multicronológica, indo e vindo em explicações que, eventualmente, não são cansativas em quase nenhum momento, e que aproveitam o momento para colocarem um nome de incrível força no escopo periférico do longa: Regina King joga-se de corpo e alma em uma de suas melhores performances da carreira, retornando em toda sua glória e forma para as telonas no papel da protetora e compreensiva mãe Sharon, que inclusive acompanha sua filha a diversas sessões com o advogado de defesa para livrar Fonny das grades – afinal, ele havia sido acusado injustamente de estuprar uma mulher porto-riquenha, que foi coagida por um policial a apontá-lo como culpado.

São nessas pequenas entradas, nem um pouco forçadas ou pedantes, que o racismo ganha forma como uma das principais técnicas do diretor de aglutinar seu público para um determinado foco narrativo. É também com isso que ele usa e abusa de algumas técnicas já antes vistas, como a baixa profundidade de campo, aliado ao foco em big-close dos personagens mais importantes para a trama, além do jogo do campo-contracampo que é alternado conforme os diálogos se desenrolam. É claro que, à medida que nos aproximamos da metade do filme, essa “preocupação” artística é bastante previsível e perde sua força emocional, recuperando-se apenas nos últimos momentos do ato final – e graças ao poder performático de King.

‘Rua Beale’ tem seus erros incorrigíveis, mas isso não tira o mérito que Jenkins, aliado a um elenco de ponta, traz para renovar os espíritos sobre o exaustivo gênero romântico. Além de eternizar um clássico conto com suas próprias pinceladas, o diretor constrói uma belíssima história de superação e independência que, ainda que precise de lapidações, é emocionante por todos os motivos certos.

HBO não tem planos de fazer séries derivadas de ‘Succession’, revela executiva

A aclamada série ‘Succession’ chega ao fim hoje, 28 de maio, com a exibição do último episódio e marcando o encerramento de uma das maiores eras da HBO. E, como é de costume, os fãs da produção já se perguntaram se o show ganhará projetos derivados.

Em uma nova entrevista ao Deadline, a Chefe de Conteúdo de Drama da companhia, Francesca Orsi, confirmou que não há planos nem para uma 5ª temporada ou para spin-offs.

“Não, não agora”, Orsi disse. “Eu sei que houve algumas conversas sobre spin-offs, mas não, não vai acontecer”.

Ela continua: “Nunca direi nunca, mas meu instinto, e com base em uma série de conversas sobre a evolução de ‘Succession’ e esses personagens, neste estágio, não há intenção de continuar. [O criador] Jesse [Armstrong], caso ele faça outra série, irá construir algo original”.

Lembrando que o capítulo final, intitulado “With Open Eyes”, estreia às 23h de hoje na HBO Max e na HBO.

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘O Príncipe Dragão’: 6ª temporada da ACLAMADA animação ganha cartaz incrível; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro cartaz oficial da 6ª temporada da aclamada animação ‘O Príncipe Dragão’.

Ainda sem data de estreia confirmada, acredita-se que o novo ciclo chegue à plataforma de streaming apenas em 2024.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada e que as cinco primeiras iterações estão disponíveis no serviço.

 

‘O Príncipe Dragão’ foi criado por Aaron Ehasz‎ e Justin Richmond, roteiristas de ‘Avatar: A Lenda de Aang’.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

‘Ginny e Georgia’: Começam as gravações da 3ª temporada!

Netflix revelou hoje (29) que a 3ª temporada da adorada série ‘Ginny & Georgia’ já começou a ser gravada.

As boas novas vieram acompanhadas da primeira imagem de bastidores, que reúne o elenco protagonista e a equipe criativa.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para um quarto ciclo e que Sarah Glinski (‘Degrassi: The Next Generation’) será a nova showrunner, substituindo Debra J. Fisher.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

Caso Diddy | Ashton Kutcher teme que Combs INVENTE acusações sobre ele; Entenda!

rapper e produtor Sean “Diddy” Combs continua sob forte investigação após ser acusado por diversas vítimas de tráfico sexual, extorsão e promoção de prostituição – e, agora, um antigo amigo do artista teme que ele invente acusações sobre sua pessoa.

De acordo com o Daily Mail, o ator Ashton Kutcher se arrepende da amizade que manteve com Diddy por vários anos e contou, através de uma fonte próxima, que acredita que ele possa mentir deliberadamente às autoridades caso isso ajude a “limpar seu nome”.

Kutcher manteve uma próxima relação a Combs por quase duas décadas, tendo, inclusive, rasgado elogios para o rapper e participado de uma de suas infames “Festas Brancas”. Porém, com a prisão de Combs, insiders afirmaram que Kutcher está aterrorizado de que o cantor possa “dizer qualquer coisa ou fazer qualquer coisa ou passar a perna em alguém” para sair da cadeia.

“Ashton se arrepende profundamente de sua amizade com Diddy, considerando o que aconteceu”, aponta a fonte. “Ele se sente traído, subestimado e manipulado”.

insider continua: “ele se sente da mesma maneira em relação a Danny Masterson [ator de ‘That ’70s Show’, que contracenou com Kutcher]. Ele, agora, confia em ninguém além de sua própria esposa, Mila [Kunis]. Ele manterá seu círculo íntimo restrito à família”.

“Diddy poderia dizer qualquer coisa, fazer qualquer coisa ou se voltar contra qualquer um, a esse ponto. Todos que estão próximos a Diddy temem a possibilidade de que ele crie falsas alegações para limpar o próprio nome”, acrescenta a fonte.

Anteriormente, o Daily Mail havia revelado que Kutcher estava esperando uma intimação quando as casas de Combs foram invadidas pelas autoridades no início deste ano.

“Ele não quer se envolver com isso, mas sabe que sua associação [com Diddy] significa que ele já está. Se ele for contatado pelas autoridades, ele será totalmente cooperativo e não tem nada a esconder. Ashton sabe o buraco em que se enfiou com [o rapper], mas nunca, em um milhão de anos, acreditava que Diddy estava fazendo essas coisas horríveis”.

ENTENDA O CASO


Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

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No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

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Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.

Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.

Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

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Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.

Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado ‘Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

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Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.

Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

3ª temporada de ‘A Roda do Tempo’ chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘ (The Wheel of Time) chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O novo ciclo será lançado no próximo dia 13 de março na plataforma de streaming.

Na terceira temporada, enquanto as ameaças contra a Luz se multiplicam, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) e Rand al’Thor (Josha Stradowski) embarcam em uma perigosa jornada para o Deserto de Aiel para descobrir o verdadeiro destino do Dragão Renascido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter Franzen, Maja Simonsen, Ragga Ragnars, Jay Duffy, Rima Te Wiata e Kate Fleetwood também estrelam a produção.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova COMÉDIA de Adam Sandler

A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ chegou recentemente ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Crítica | 6º episódio da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ começa a nos preparar para o grand finale

Cuidado: spoilers à frente.

Estamos na reta final da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ – e, agora, a série nos prepara para um aguardado confronto final entre heróis e vilões que promete nos deixar ainda mais ansiosos para o próximo ciclo. Mergulhando cada vez mais em ‘O Mar de Monstros’, romance assinado por Rick Riordan, o ciclo atual retornou esta semana com um episódio que, ainda que não tenha mantido o altíssimo nível das duas semanas anteriores, serviu como desenvolvimento para uma narrativa que deixa um ponto de interrogação no futuro do Acampamento Meio-Sangue e do próprio Olimpo.

O sexto capítulo, intitulado “Nobody Gets the Fleece”, já se inicia com ótimas notícias: Tyson (Daniel Diemer) está vivo e está bem. Após o naufrágio do navio onde se encontravam, o jovem ciclope foi salvo por hipocampos – viajando até a Ilha de Polifemo (Aleks Paunovic). Enquanto isso, Percy (Walker Scobell) e Annabeth (Leah Sava Jeffries), após escaparem do refúgio de Circe, também chegam à ilha e esquadrinham um plano para não apenas colocarem as mãos no Velocino de Ouro, o objeto mágico que lhes fez sair em uma perigosa missão para salvar o Acampamento, como resgatarem Grover (Aryan Simhadri) e Clarisse (Dior Goodjohn), presos às mãos de Polifemo.

Porém, as coisas não saem exatamente como o planejado – visto que Percy voltou a ter dúvidas sobre seu real papel na batalha entre Cronos e os Deuses do Olimpo, além de um premonitório sonho em que Thalia, filha de Zeus transformada em árvore, assassinava todos os semideuses em uma vendeta pessoal e mortal contra o próprio pai. Entretanto, guiado por Annabeth, eles se inspiram em Odisseu para enganar Polifemo, mas eventualmente são arrastados para uma armadilha ardilosa que coloca Percy em conflito com sua bússola moral – e não ajuda o fato de Luke (Charlie Bushnell) ter aparecido na ilha e ser o único capaz de salvar Annabeth após um poderoso ataque desferido pelo algoz ciclope.

Novamente, Catriona McKenzie assume a cadeira de direção e traz um tom mais melancólico e denso ao universo de Riordan, marcando o início de um compulsório amadurecimento que nossos protagonistas enfrentarão daqui para frente. Apostando fichas em uma fotografia que oscila entre o panfletarismo panorâmico e uma emulação clara aos clássicos de aventura e fantasia, a realizadora arquiteta um microcosmos que se afasta da costumeira exuberância exótica do cenário que pincela a trama ao colocar os personagens em conflitos ambíguos e bem sólidos.

Albert Kim, responsável pelo roteiro, faz um trabalho igualmente prático para trazer dinamismo e para reunir os semideuses em um mesmo lugar – voltando a lançar dúvidas sobre o caminho que se desenrolará com uma das principais reviravoltas da segunda iteração e encontrando um ponto de convergência que se distancia do caráter antológico dos episódios predecessores, preparando-nos para o grand finale. É claro que algumas escolhas soam ocasionais, como o momento em que Grover encontra o Velocino ou até mesmo certos diálogos que almejam um teor mais épico e dêitico, mas se transformam em meras repetições que tapam alguns buracos no enredo.

Como já mencionado, o pragmatismo é a principal arma de que McKenzie e Kim se valem, deixando que o elenco se divirta em arcos que precisam ser finalizados para que um antecipado encerramento esteja à vista. Scobell e Jeffries continuam a brilhar em um coming-of-age necessário, em que Percy permanece duvidando de seu inato caráter (algo que fica mais claro quando ele volta a colocar o futuro do Olimpo em jogo ao entregar o Velocino às mãos de Luke) e Annabeth se vê dividida entre o que é certo e o que é fácil. Goodjohn e Simhadri também têm seu momento de roubar os holofotes, mesclando drama e comédia em um único lugar, enquanto Diemer volta de maneira gloriosa ao nos reapresentar ao lado corajoso e protetor de Tyson.

O novo episódio de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, e antepenúltimo da 2ª temporada, escorrega aqui e ali ao não conseguir encontrar o ritmo certo para acompanhar as semanas anteriores – mas isso não significa que a iteração cumpra com o seu papel de encerrar o arco na Ilha de Polifemo e colocar os nossos heróis em rota de colisão com a aventura mais perigosa que já enfrentaram até agora.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 14 de janeiro.

JoJo e Mike Colter irão estrelar o novo DRAMA romântico ‘The Very Thought of You’

Segundo o Deadline, a cantora, compositora e atriz JoJo (‘Moulin Rouge! O Musical’) e o astro Mike Colter (‘Luke Cage’) irão estrelar o novo drama romântico ‘The Very Thought of You’.

A dupla também assume o cargo da produção executiva do projeto, que é escrito e produzido por John Zaring (‘À Procura da Felicidade’).

Descrito como uma “história de amor comovente e repleta de jazz”, o filme é ambientado no bairro de Eagle Rock, em Los Angeles.

Na trama…

Emmy Davis (JoJo) é uma ex-finalista de um programa de talentos na televisão, cuja vida desmoronou aos dezesseis anos após ser abusada sexualmente por um poderoso produtor musical. Agora aos trinta, ela vive tranquilamente como barista, cuidando da avó e mantendo seu passado em segredo — até conhecer um pianista de jazz e professor universitário (Colter) que luta para reencontrar seu ritmo enquanto cria sua filha pequena como pai viúvo. Quando a música os une, ambos são forçados a confrontar o passado e decidir se estão dispostos a arriscar tudo por uma segunda chance no amor.

Van Scott Folger também entra como produtor.

“Sempre me senti atraído por histórias que conectam música e emoção”, disse Colter. “Este filme é sobre duas pessoas reencontrando seu ritmo, não apenas em seus corações, mas também no palco”.

JoJo, que faz sua primeira aparição no cinema em mais de uma década, acrescentou: “a história aborda os desequilíbrios de poder que existem em uma indústria onde as mulheres são frequentemente exploradas, e o faz de uma forma sincera e compassiva. O papel de Emmy é um presente para uma atriz que canta, e estou muito animada para dar vida a ela”.

‘Morbius’: J. K. Simmons voltará a viver seu J. Jonah Jameson de ‘Homem-Aranha’

De acordo com uma publicação do DR Movie News, J. K. Simmons irá reprisar seu papel como J. Jonah Jameson em ‘Morbius‘, adaptação dos quadrinhos da Marvel estrelada por Jared Leto.

Também foi dito que o filme terá uma participação de Eddie Brock, mencionado em um noticiário como foragido da polícia. Então tudo indica que Jameson é quem dará a notícia em uma cena semelhante à sua participação em ‘Homem-Aranha de Volta ao Lar’.

Pelo visto, a Sony está mesmo empenhada em criar seu universo compartilhado como no MCU, o que abre possibilidades para um futuro encontro do Homem-Aranha com o Venom.

Quanto a ‘Morbius‘, pouco foi divulgado sobre o filme, que é dirigido por Daniel Espinosa e está programado para chegar às telonas em julho de 2020.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris, e Matt Smith.

Para quem não conhece, o personagem surgiu pela primeira vez na edição #101 de ‘O Espetacular Homem-Aranha’, lançada em 1971.

Na trama, o Dr. Michael Morbius sofre um acidente enquanto testava a possível cura para uma doença sanguínea e acaba se transformando em um vampiro, criado artificialmente e diferente das criaturas mitológicas.

Inicialmente, Morbius era um vilão do Homem-Aranha, mas passa a atuar como anti-herói e já dividiu algumas HQ’s com o Blade.

 

‘The Witcher’: Filmagens da 2ª temporada serão finalizadas apenas em 2021

De acordo com o Redanian Intelligence, as gravações da 2ª temporada de ‘The Witcher‘ serão finalizadas apenas em fevereiro de 2021.

Antes da pandemia do Coronavírus a produção seria encerrada dentro de seis meses, entre fevereiro e agosto de 2020.

No entanto, diversas alterações causadas pela pandemia do Coronavírus forçaram a equipe de produção a adicionar mais dois meses de planejamentos.

Como as filmagens serão retomadas no final de agosto deste ano, espera-se que tudo esteja pronto até o início do ano que vem, quando será iniciado o estágio de pós-produção.

Por conta do atraso, é provável que a estreia dos novos episódios seja adiada em alguns meses.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano de 2021 (entre junho e setembro).

Enquanto isso, vale lembra que os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’: Simu Liu divulga o 1º pôster oficial da adaptação; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o astro Simu Liu divulgou o 1º pôster oficial de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Além de mostrar o visual do herói oriental, Liu também provocou os fãs ao dizer que o trailer será lançado em breve.

Confira:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Anteriormente, uma página da rede social divulgou a descrição dos personagens no verso das embalagens, revelando a conexão entre eles, incluindo o parentesco entre Shang-Chi e Wenwu, o Mandarim.

Confira:

Shang-Chi (Simu Liu): Treinado desde a infância pela misteriosa organização Os Dez Anéis, Shang-Chi precisa confrontar o passado que ele pensava ter deixado para trás quando se vê preso nas teias de intrigas de seu pai.

Xialing (Meng’er Zhang): Quando seu alienado irmão Shang-Chi aparece de repente em sua vida, Xialing precisa escolher entre viver a vida solitária que criou para si mesma ou se unir ao irmão na luta contar Os Dez Anéis.

Wenwu/Mandarim (Tony Leung): O pai de Shang-Chi, Wenwu é o temido líder da organização Os Dez Anéis, que se escondeu nas sombras desde o início do MCU.

Death Dealer: Este é um dos oponentes mais formidáveis que Shang-Chi já enfrentou em sua vida.

O curioso é que cada embalagem vem com uma peça destacável de um outro personagem.

Considerando o tamanho e a cor do terno, tudo indica que seja o Mr. Hyde, um famoso inimigo do Demolidor e aliado de ninguém menos que o Loki.

Confira:

Por causa da pandemia de COVID, a Disney anunciou diversas alterações em seu calendário de estreias. Anteriormente programada para julho, a adaptação ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ teve sua estreia adiada em dois meses.

Agora, o longa está programado para ser lançado no dia 03 de setembro.

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Homem-Aranha 3’ ultrapassa ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’ nas bilheterias norte-americanas

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ bateu mais um recorde ao ultrapassar a bilheteria de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ nos cinemas norte-americanos.

De acordo com o Deadline, a sequência estrelada por Tom Holland conquistou a 12ª posição entre os filmes mais rentáveis dos EUA e do Canadá com US$ 536,5 milhões.

Antes disso, o posto era do filme dirigido por Christopher Nolan em 2008, que conta com US$ 534,8 milhões no mercado interno.

Agora falta pouco para ‘Homem-Aranha 3′ ultrapassar o live- action de ‘O Rei Leão‘ (2019), que assume a 11ª posição com US$ 543,6 milhões.

Como a adaptação da Sony/Marvel Studios continua com bastante força, é possível que chegue à 10ª posição da lista, tomando o lugar de ‘Os Incríveis 2‘ (US$ 608,5 milhões).

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas e já acumulou US$ $1,161 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Zack Snyder vira desenho animado em ‘Jovens Titãs em Ação’: Assista!

Há alguns meses, o diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’) revelou em seu perfil do Twitter que iria aparecer em ‘Jovens Titãs em Ação‘, um dos maiores sucessos da DC nas animações.

E o episódio já foi exibido no Cartoon Network dos EUA.

Na cena, vemos Snyder conversando com a equipe, e o mais legal é que o cineasta é retratado vestindo suas clássicas roupas sociais, como ele geralmente é visto.

Outro detalhe interessante é que há cartazes de seus filmes mais famosos na parede de sua sala, incluindo ‘300′, ‘Batman vs Superman’ e ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘.

Confira:

Jovens Titãs em Ação‘ segue no ar até os dias de hoje. Com seis temporadas de 52 capítulos, o longa chegou a ganhar um derivado no filme ‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas‘ (2018).