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Quase três décadas depois, conheça o poder de ‘O Rei Leão’ no Cinema, nos Games e na Cultura Pop

Não é segredo que a Walt Disney sempre foi sinônimo de qualidade quando o quesito é animações. Seus filmes têm um poder mágico de encantar milhões de pessoas, de todas as idades, no mundo inteiro. E quem viveu a era de ouro dos videogames, no final dos anos 80 e durante toda década de 90, deu a sorte de presenciar o lançamento do filme ‘O Rei Leão’ e todo fenômeno causado por essa que é, até hoje, uma das animações mais emocionantes da Casa do Mickey.

O filme foi lançado tardiamente, em 1994, quando já estávamos caminhando para nova era das animações 3D, pois, pra quem não lembra, ‘Toy Story‘ saiu um ano depois. Já ‘O Rei Leão’ era feito completamente no estilo clássico em 2D, desenhado todo a mão. Isso mesmo, a produção de ‘O Rei Leão’ começou ainda em 1988 e foram anos para chegar naquele resultado impressionante. Com a Disney tomando emprestado diversos elementos da cultura africana, japonesa e inglesa, como ‘Kimba – O Leão Branco‘ e ‘Hamlet‘.

Em pouco tempo, ‘O Rei Leão‘ se tornou a animação que conquistou a maior bilheteria da história, gerando automaticamente linhas de brinquedos, coleções de roupas e adereços e, obviamente, adaptações de videogames. Algo que era muito comum naquela época, antes ou depois de alguma animação da Disney, preparam um game correspondente e lançar nos principais consoles do momento.

The Lion King’, o jogo, saiu ainda no ano de 1994, no dia 8 de dezembro pra ser mais exato, para Super Nintendo e Mega Drive, tanto na América do Norte e Europa quanto no Japão. A paixão pela história de Simba, Timão e Pumba foi mundial, o que deu margem para a Disney idealizar um lançamento simultâneo de escala continental. E esse foi só o primeiro indício de que aquele não era apenas mais um game qualquer da Disney.

Assim como outros títulos da Disney, ‘The Lion King’ também contou com o a Disney Software como parte da sua equipe de desenvolvimento, até para supervisionar e dar o tom da obra em questão. No entanto o principal estúdio a desenvolver o projeto foi o cultuado Westwood Studios, muito conhecido hoje por serem especialistas em incríveis jogos de plataforma, como a série ‘Command & Conquer‘.

Assim como o diretor responsável pelo projeto era o também respeitado Louis Castle, que ficou conhecido quando adaptou, de maneira fiel, o filme de ficção cientifica ‘Blade Runner’ para um jogo point click focado em narrativa, além de colaborar com o lendário cineasta Steven Spielberg em várias produções.

E a ideia da Disney era gerar com o game a mesma sensação do filme, onde vivemos os momentos do leão Simba desde pequeno até crescer e se tornar o conhecido Rei Leão. Passamos então por vários cenários presentes no longa animado e participamos de aventuras inéditas que só quem jogou pôde conferir – por exemplo, duas fases do jogo, Hakuna Matata e ‘Be Prepared’, foram diretamente adaptadas de conceitos e cenários descartados na versão final do filme original. Aliás, antes até de acontecer a série animada do Timão e Pumba, já podemos aqui controlar a dupla nas fases bônus.

No entanto o que salta aos olhos em ‘The Lion King’ é o seu visual arrebatador, que parece uma aquarela pintada a mão. E isso não é à toa, pois o jogo foi realmente desenhado pelos próprios animadores da Disney, nos estúdios Disney Feature Animation, o estúdio das animações oficiais da Disney, onde alguns responsáveis pelo filme também fizeram parte do game. Primeiro desenhavam cada um dos cenários fixos, depois os elementos e sprites utilizados como plantas, pedras, troncos e espinhos – além, é claro, dos animais, que possuem diversos quadros animados, algo bem diferente dos jogos da época.

De fato, o game é bem interativo, animado e possui uma movimentação super fluida, com cada uma das formas do leão se diferenciando. Quando controlamos o pequeno Simba pulamos em cima dos inimigos para atacar, já com o Simba adulto usamos as garras e o rugido pra isso. Uma das coisas mais legais do gameplay é como o Simba escalar as paredes, espinhos e se pendura nas pedras, com animações perfeitas e naturais que parecem ter saído direto do filme.

E se a parte gráfica já estava garantida, o Westwood Studios também tratou de maneira especial toda técnica sonora de ‘The Lion King’, trazendo, primeiramente, as vozes originais de atores renomados como Jeremy Irons no papel do tio e vilão Scar, e James Earl Jones como o pai e rei Mufasa – isso sem mencionar o próprio Jonathan Taylor Thomas, a voz original do Simba.

Já pra trilha sonora, a Disney adaptou diretamente as músicas que faziam parte do filme e álbum lançado, desde as composições do cantor e pianista Elton John quanto as do maestro Hans Zimmer (‘A Origem‘). E mesmo codificada no chip sonoro de cada console, os temas ficaram impecáveis e completamente distintivos. Dá pra dizer que ouvir aquelas músicas em meio toda aventura é como se a gente tivesse fazendo parte do filme.

Muitos se perguntam qual a melhor versão de ‘The Lion King’, bom, não dá pra dizer isso porque tanto a versão do Super Nintendo quanto a do Mega Drive são quase idênticas. A do Mega parece ser um pouco mais rápida, enquanto a do Super Nintendo apresenta animações mais sólidas. O console da Nintendo, pelo chip sonoro avançado da Sony, apresenta uma qualidade de som mais clara, enquanto a do Mega é mais pesada.

De todas as versões, a que mais vendeu ‘The Lion King’ foi a do Super Nintendo, com quase 1,3 milhões de unidades faturadas nos EUA, com a do Mega Drive fazendo menos da metade disso – nessa época o console da Nintendo vendia muito mais que o da Sega, que estava no fim de sua vida útil. A versão especial de MS-DOS atingiu a marca de 200 mil cópias vendidas. As outras versões para os portáteis e consoles anteriores ajudaram bastante, com o próprio Louis Castle afirmando que, somando todas as plataformas, o jogo do Rei Leão tinha passado de 4,5 milhões de cópias vendidas. Um número e tanto para uma produção como essa.

O hoje clássico jogo de ‘O Rei Leão’ continua sendo adorado por “nintendistas” e “seguistas” que fazem questão de jogar nas suas respectivas máquinas antigas e comparar ainda hoje qual é a melhor experiência. Porém, pra galera que ficou com vontade de jogar, as versões de Super Nintendo, Mega Drive e Game Boy foram relançadas na coletânea ‘Disney Classic Games: Aladdin and The Lion King’, saindo em 2019 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.

Jared Leto já tem uma desculpa caso ‘Morbius’ FRACASSE nas bilheterias; Saiba qual!

Após uma série de atrasos relacionados à pandemia, ‘Morbius‘ foi adiado sete vezes e finalmente estreará nos cinemas em 31 de Março… e caso seja um fracasso, o ator Jared Leto já tem uma desculpa.

“Se não der certo, temos uma boa desculpa. Esperamos muito tempo para lançar o filme”, revelou. 

Na entrevista, Leto ousou e falou da tamanha importância dos filmes da Marvel, e de super-heróis em geral, para a indústria cinematográfica, sobretudo em meio a esse período pandêmico e de crise.

‎”Olha, se não fosse pelos filmes ‎‎da Marvel‎‎, não sei se os cinemas ainda existiriam… Ao mesmo tempo, parece que não há espaço para todos, e isso começa a se tornar um pouco triste, algo de partir o coração. Mas, sendo honesto, tenho gratidão por esses filmes, porque estão mantendo a experiência do cinema viva.”‎, declarou o Leto.

‎E complementou dizendo que: ”Eu sei como isso era importante para mim quando era jovem, quando fugia para ver alguma coisa no cinema. Essa experiência cultural foi bastante informativa e impactante. Vi filmes nos cinemas que mudaram minha vida.”

Morbius terá classificação para maiores de 13 anos por conta de “intensas sequências de violência, algumas imagens assustadoras e linguagem inapropriada”.

A assessoria da Sony Pictures revelou ao CinePOP que o filme estreia nos cinemas do Brasil dia 31 de março de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.

O elenco também conta com Tyrese Gibson, Jared Harris e Matt Smith.

‘Resident Evil’: Série live-action da Netflix ganha data de estreia e pôster OFICIAL; Confira!

A Netflix divulgou anunciou hoje (17) que a série live-action ‘Resident Evil‘ já tem data de estreia em seu catálogo: 14 de julho.

Além disso, a plataforma divulgou o primeiro pôster oficial da produção.

Confira, junto ao teaser, e siga o CinePOP no YouTube:

O ator Lance Reddick (‘John Wick’) irá viver o vilão Albert Wesker. Será a primeira vez que um ator negro interpreta o personagem.

O elenco ainda contará com Ella Balinska, Tamara Smart, Siena Agudong, Adeline Rudolph e Paola Nunez.

Na primeira timeline, as irmãs adolescentes Jade e Billie Wesker se mudam para Raccoon City. Uma cidade manufaturada e corporativa, mas quanto mais tempo eles passam lá, mais elas percebem que a cidade é mais do que parece e seu pai pode estar escondendo segredos obscuros. Segredos que podem destruir o mundo.

A segunda timeline será ambientada uma década no futuro: há menos de 15 milhões de pessoas no planeta. E mais de seis bilhões de monstros – pessoas e animais infectados com o T-Vírus. Jade, agora em seus trinta anos, luta para sobreviver nesse novo mundo, enquanto seu passado – sobre sua irmã, seu pai e a si mesma – continua a assombrá-la.

Bronwen Hughes (‘The Walking Dead’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.

“Para todos os fãs de ‘Resident Evil’, incluindo as pessoas que se juntarão a nós pela primeira vez, essa série estará repleta de velhos conhecidos e algumas coisas (insanas e sedentas de sangue) que vocês nunca viram antes,” declarou o showrunner Andrew Dabb (‘Supernatural’), que também servirá como produtor executivo e roteirista da série.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Ms. Marvel’: Iman Vellani se emociona em agradecimento ao apoio do público após o trailer; Confira o vídeo!

Através do Twitter, a página oficial da série ‘Ms Marvel‘ compartilhou um vídeo no qual a protagonista Iman Vellani agradece ao público após a ótima recepção ao trailer!

Emocionada, a estrela mostra toda a sua gratidão, dizendo:

“Oi, eu sou Iman Vellani e interpreto a Ms. Marvel. Eu gostaria de agradecer a todos por assistirem ao trailer. A recepção foi incrível e estou muito animada para finalmente compartilhar Kamala com o mundo. Vocês sabem, ela é como um segredinho que eu guardei por muito tempo e agora é real. É uma loucura. 08 de junho. Vai ser ótimo!”

Confira:

Agora que a heroína está finalmente sendo apresentada ao MCU, Brie Larson aproveitou para dar boas-vindas à personagem.

Em seu perfil do Twitter, a intérprete da ‘Capitã Marvel‘ compartilhou o trailer e escreveu:

“Você é uma super-heroína, Kamala.”

Confira, junto com a sinopse da atração:

‘Ms. Marvel é uma nova e original série que introduz Kamala Khan, uma jovem adolescente muçulmana-americana da cidade de Nova Jersey. Ávida gamer e uma voraz leitora de fan-fictions, Kamala é uma megafã de super-heróis com uma imaginação gigantesca – principalmente quando se trata da Capitã Marvel. Entretanto, Kamala sente como se não pertencesse à própria escola e, às vezes, dentro de casa – isso é, até conseguir superpoderes como os heróis que sempre admirou. A vida fica melhor com superpoderes, certo?”.

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 08 de junho na plataforma de streaming.

Vellani dará vida à protagonista titular, alter-ego de Kamala Khan, uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Laurel Marsen será Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos originais e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Aramis KnightsSaagar ShaikhRish ShahMatt LinzZenobia Shroff, Anjali BhimaniMohan Kapur também fazem parte do elenco.

Na trama, Kamala é afetada pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como seu ídolo e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘Pânico 6’: Courteney Cox CONFIRMA seu retorno e revela quando começam as filmagens

Courteney Cox confirmou que vai retornar como a icônica Gale Weathers no sexto filme da franquia ‘Pânico‘, que ainda não tem título oficial.

As filmagens começam em junho, no Canadá.

“Eu recebi o roteiro ontem mesmo. Não tive tempo de começar a ler, mas estou muito animada para descobrir o que eles fizeram dessa vez. As filmagens começam em junho, no Canadá. Acho que não posso dizer mais nada. Ah, deixa eu te contar quem é o assassino…”, brincou a atriz em entrevista ao Just a Variety.

Em entrevista ao HalloweenDailyNews, a atriz Neve Campbell também voltou a falar sobre seu possível retorno da sequência:

“Eles me abordaram [para retornar em ‘Pânico 6’], mas ainda não há roteiro. Eles me disseram irão apresentar o primeiro rascunho em breve. Na verdade, eu deveria ter ligado para um produtor ontem, porque ele queria falar comigo sobre o que está acontecendo com o projeto. Eu vou ler o roteiro e ver como irei me sentir.”

O próximo filme trará de volta os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett e os roteiristas James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento).

A estreia deve acontecer em 2023.

Vale lembrar que o quinto filme da franquia ‘Pânico‘ já arrecadou sólidos US$ 134.6 milhões mundialmente, conseguindo ultrapassar a bilheteria total de ‘Halloween Kills‘ ($131.6m).

Agora, o longa se tornou a maior bilheteria para um filme de terror durante o período da pandemia.

Assista nossa crítica:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

30 ANOS de ‘Esqueceram de Mim 2’ | Conheça curiosidades da sequência com Macaulay Culkin…

Macaulay Culkin eternizou Kevin McCallister com a estreia do clássico ‘Esqueceram de Mim’, em 1990 – e é claro que o sucesso não demoraria muito a render uma sequência.

Dois anos mais tarde, ‘Esqueceram de Mim 2 – Perdido em Nova York’, chegava aos cinemas estadunidenses com uma trama bastante similar do primeiro filme, mas agora ambientada em Nova York, como bem aponta o título. Marcando o retorno de nomes como Joe PesciDaniel SternCatherine O’Hara, a história acompanha Kevin, que se perde do pai no aeroporto e pega o avião em direção à Nova York, enquanto sua família inteira vai para a Flórida. Agora, sozinho na grande cidade, o garoto encontra um jeito de se hospedar no Hotel Plaza e começa a fazer suas travessuras. Mas quando Kevin descobre o plano de dois bandidos de roubar uma loja de brinquedos na véspera de Natal, ele tenta impedir o assalto.

Apesar das críticas mistas, as performances do elenco protagonista e coadjuvante foram motivo de elogios por parte dos especialistas – e o longa se tornou a 3ª maior arrecadação financeira do ano, com US$359 milhões nas bilheterias mundiais.

Para celebrar os 30 anos da obra, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Culkin recebeu a enorme quantia de US$4,5 milhões para reprisar seu papel na sequência – o maior salário de um ator de onze anos à época.
  • A sequência do “ataque dos pombos” foi rodada em 25 de março de 1992. De acordo com Pesci, a produção cobriu ele e Stern com sementes de pássaro de verdade e cerca de trezentos pombos.

  • Depois de determinada sequência, Culkin perguntou a Pesci o motivo dele nunca sorrir. Pesci falou para que ele calasse a boca. À época, Pesci comentou: “ele era mimado bastante por muitas pessoas, mas não por mim – e acho que ele gosta disso”.
  • Todas as crianças figurantes que apareceram na cena da loja de brinquedos puderam levar para casa seus brinquedos favoritos como parte do salário. Apesar de não ter funcionado e ter sido criado especificamente como um adereço, Culkin pôde ficar com o Talkboy.
  • O diretor Chris Columbus se recorda de que a produção gastou bastante dinheiro para criar neve artificial para o Central Park – e, pouco depois, Nova York foi alvo de uma forte nevasca.

  • O’Hara ficou preocupada que sua personagem, Kate, não estava tentando o suficiente para encontrar Kevin. Para tanto, cenas extras foram acrescentadas ao filme. O’Hara comentou que praticava seu rosto de “tristeza e culpa” em casa.
  • Entertainment Weekly contratou um médico de verdade para analisar os efeitos reais das lesões causadas a Harry (Pesci) e Marv (Stern). De acordo com o especialista, tijolos caindo sobre a cabeça de Marv teriam causado “na melhor das hipóteses, danos cerebrais; na pior, morte”.
  • A cena da piscina foi rodada no Four Seasons, em Chicago, porque o Hotel Plaza não tinha uma.

  • A operadora do hotel com quem Kevin faz a reserva, fingindo ser o pai, foi interpretada por Monica Devereux-Columbus, esposa de Chris Columbus.
  • Em várias entrevistas, Columbus comentou que considera ‘Esqueceram de Mim 2’ muito melhor que o filme original.

Demi Moore | Os Bons filmes de uma das Musas dos anos 90

Nascida no Novo México, Demi Moore cresceu num ambiente turbulento, inclusive com um caso profundo de alcoolismo na família. Uma influência positiva na sua vida para se tornar atriz foi de uma vizinha que também viria a fazer sucesso, Nastassja Kinski. Sua estreia no cinema foi com o filme Escolha do Destino, de 1981, dirigido por Silvio Narizzano. Ela tempos depois fez o teste para o papel principal do filme Flashdance mas o papel ficou com Jennifer Beals.

Nos anos 90 foram feitos os seus filmes de maiores sucessos, o maior deles: Ghost, contracenando com Patrick Swayze. Para indicar alguns bons filmes feitos por ela nessa época de grandes lançamentos, segue abaixo uma pequena lista:

 

 

Assédio Sexual

Dirigido pelo cineasta Barry Levinson e estrelado por Michael Douglas e Demi Moore, baseado no livro homônimo do grande escritor Michael Crichton , Assédio Sexual possui uma narrativa que aborda crimes empresariais e o assédio nas empresas. O longa-metragem, que faturou 4 vezes mais do que custou, nos mostra a trajetória de um executivo que sofre um assédio e acaba envolvido em uma trama que envolve chantagens e outras questões. Tem na HBO Max.

 

A Jurada

Com um orçamento na casa dos 44 milhões de dólares, em maio de 1996 chegava aos cinemas brasileiros o drama/suspense A Jurada, protagonizado por Demi Moore, Alec Baldwin e James Gandolfini. Baseado na obra homônima do escritor George Dawes Green, o filme conta a história de uma jurada selecionada para um grande julgamento que acaba sendo pressionada por criminosos a manipular o júri a favor de determinada sentença. Caso ela não faça, uma gangue ameaça matar seu filho. Tem na HBO MAX.

 

Questão de Honra

Lançado no final de 1992 nos cinemas de todo o planeta, Questão de Honra, dirigido por Rob Reiner e com roteiro assinado por Aaron Sorkin, conta a história de um novato procurador da Marinha dos EUA (Tom Cruise) que é encarregado de defender dois Fuzileiros, perante a Corte Marcial, acusados de serem os responsáveis por um homicídio. Aos poucos ele vai descobrindo novas verdades sobre o ocorrido e conta com a ajuda da Capitã Joanne Galloway (Demi Moore). Tem na HBO MAX.

 

Proposta Indecente

Um dos filmes da carreira de Moore mais exibidos na Sessão da tarde e em outros programas televisivos por aqui no Brasil, Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário aparece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador. Tem na Netflix.

 

Até o Limite da Honra

Dirigido por Ridley Scott, Até o Limite da Honra conta a história de Jordan O’Neil (Demi Moore), a primeira mulher a receber formação pelo grupo de elite de forças de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos. A história não é baseada em fatos reais por mais que muita gente imagine isso. O longa-metragem custou 50 milhões de dólares e faturou quase o dobro em bilheterias pelo mundo. Está disponível no STAR+ .

 

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Whoaaaaaaaa! My loooooooove, my daaaaaaarling… Com direção de Jerry Zucker e roteiro assinado por Bruce Joel Rubin, Ghost – Do Outro Lado da Vida fala sobre o amor, sobre a inveja, o egoísmo, sobre as inúmeras formas de manter vivo um amor que não se encontra por aí. Talvez o maior sucesso da carreira de Patrick Swayze, Ghost conta a história de um ótimo executivo que possui um relacionamento muito bonito com sua namorada Molly (Demi Moore). Planejando o futuro juntos e juntando suas vidas, tudo muda quando Sam é assassinado. Só que Sam não consegue passar para o outro lado e acaba encontrando como se comunicar com uma médium chamada Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg) e assim parte em busca de se reaproximar de Molly. Tem na Netflix.

‘O Projeto Adam’ se torna a 3ª estreia MAIS VISTA da Netflix; Saiba quais são as primeiras!

O Projeto Adam‘, ficção científica protagonizada por Ryan Reynolds e dirigida por Shawn Levy, conquistou mesmo os assinantes da audiência.

O filme teve a terceira maior estreia de um filme original na história do streaming.

Segundo o The Hollywood Reporter, o filme foi visto mais de 92,4 milhões de horas em seu primeiro final de semana.

Isso o coloca atrás de ‘Alerta Vermelho‘ (148 milhões de horas no primeiro final de semana) e de ‘Não Olhe Para Cima‘ (111 milhões).

Você gostou do filme?

Não entendeu o final de ‘O Projeto Adam’? Nós EXPLICAMOS!

O texto abaixo contém SPOILERS!

Estrelado por Ryan Reynolds, ‘O Projeto Adam‘ acompanha um piloto que viaja no tempo e se une ao seu eu mais jovem e seu falecido pai para aceitar seu passado na tentativa de salvar o futuro.

E, como em todo filme envolvendo viagem no tempo, a trama pode se tornar um tanto confusa e complicada se você tentar analisar cada detalhe.

A premissa de ‘O Projeto Adam‘ trata de uma organização capaz de viajar no tempo através de naves que criam portais temporais.

Logo no início do filme, quando Adam viaja de 2050 para 2022, ele encontra sua versão infantil (Walker Scobell) e explica que tudo o que acontece no passado afeta o futuro.

Por conta disso, uma das maiores dúvidas do público é: por que o futuro descrito por Adam não foi alterado após a morte da personificação mais jovem da vilã Sorian (Catherine Keener) quando sua versão atual a mata acidentalmente?

Vamos recapitular… A trama explica que o pai de Adam, Louis (Mark Ruffalo) foi o pioneiro na aplicação prática da teoria sobre a viagem no tempo, mas foi traído por sua sócia, a versão mais jovem de Sorian.

Isso porque a Sorian do futuro viaja para 2018 e entrega informações privilegiadas para sua versão mais jovem, dando início ao programa de pilotos temporais.

Quando a Sorian mais nova é assassinada, ela acaba sendo apagada da linha temporal, junto com a invenção da viagem no tempo… Já que, até então, somente ela e o pai de Adam sabiam sobre a teoria.

Como Adam explica ao pai que a viagem no tempo se tornaria um grande problema, ele não avança em seus estudos.

Mas por que todo o futuro descrito por Adam acontece exatamente como ele disse mesmo após a alteração do passado?

A resposta é simples, Adam não viajou ao passado para alterar nada, apenas para corrigir o que Sorian havia modificado.

Essencialmente, apenas o programa de pilotos temporais foi apagado, já que a principal modificação na linha temporal do futuro foi causada pela viagem de Sorian ao passado… Como ela morreu em 2018, o futuro seguiu seu curso, com exceção de seus planos sobre a viagem no tempo.

E por que Adam ainda conseguiu se reencontrar com sua esposa Laura (Zoe Saldana) apesar do programa de pilotos não existir mais?

Vale lembrar que o casal se conheceu quando Laura entrou na sala de aula errada enquanto eles estavam na faculdade para se tornarem pilotos da Força Aérea.

Isso ainda acontece na cena final do filme, e a única alteração relativa ao destino deles é que eles não seriam mais pilotos temporais, mas continuariam servindo às forças armadas dos EUA.

Além disso, nem um dos dois se lembra do que aconteceu porque Adam explica em um momento do filme que quando o corpo de um viajante do tempo retorna ao seu tempo fixo, sua memória é resetada para se adequar à sua devida linha temporal.

Dessa forma, nada realmente mudou, de fato… Como se toda a trama ao longo de 2022 e 2018 nunca tivesse acontecido na época a qual eles pertencem.

E aí, o que você achou do filme?

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves já está em negociações para VOLTAR em ‘Batman 2’

Batman‘ é um sucesso de público e crítica e já soma quase US$ 500 milhões mundialmente em 3 semanas.

Com o sucesso, é claro que uma sequência já está em desenvolvimento na Warner, e o Matt Reeves confirmou que já teve conversas para retornar à direção.

“Eu realmente acredito no que fizemos e ficaria animado em contar mais histórias… com Colin [Farrell], que vai ser super legal”, compartilhou Reeves ao The Independent. “E estamos trabalhando em outras coisas também, mas começamos a falar sobre outro filme.”

Apesar da empolgação, a sequência deve demorar um pouco.

“Acho que a primeira coisa que eu vou fazer é tirar uma soneca muito longa, a minha ideia desde que eu comecei a fazer o filme é que eu nunca trataria isso como se fosse uma espécie de “capítulo 1”. Porque o capítulo 1 assume e depende que existe mais capítulos. Então, eu queria tornar este filme uma experiência satisfatória para que as pessoas pudessem experimentar uma nova versão de um personagem que o mundo amou por mais de 80 anos.

Acho que se tivermos sucesso nesse, sei que tenho muitas histórias que quero contar e então faremos enfim o capítulo 2, mas mas com a certeza que tivemos nesse uma experiência completa. Vamos ver o que acontece, ver o público assistir e reagir. Espero que eles se conectem ao filme, e se isso acontecer, sim, não vou tirar sonecas como essa que falei durante um bom tempo.”

Reeves, admitiu durante um evento recente a imprensa que estaria aberto a uma reinterpretação do Mr. Freeze mais elaborada, de acordo com a sua visão.

“Me sinto atraído pela ideia ao encontrar a versão fundamentada de tudo. Então, para mim, seria um desafio interessante tentar descobrir como isso poderia acontecer, até mesmo a ideia de algo como Senhor Frio, que é uma história tão boa… Acho que na verdade existe uma versão fundamentada dessa história, que pode ser muito poderosa”, declarou Reeve.

Isso não significa que devemos esperar que o Sr. Frio apareça na sequência, mas as especulações e os rumores começarão a apontar nessa direção logo após ‘The Batman‘ chegar aos cinemas, sobretudo quando cada quadro do filme for analisado.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da franquia BATMAN – incluindo o novo filme

Sucesso de crítica e bilheteria, Batman está nos cinemas de todo o Brasil, conquistando públicos de diversas faixas etárias. O novo filme do Homem-Morcego é só elogios, fazendo com que os fãs debatam nas redes sociais se esse é ou não a história definitiva do herói nas telonas. Por isso, o CinePOP decidiu rankear do pior para o melhor filme solo do Batman lançado nos cinemas.

Obs: Por não serem filmes do Batman, mas sim de vilões ou de equipes, Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016), Esquadrão Suicida (2016), Liga da Justiça (2017) e Coringa (2019) não entraram no ranking, mesmo que o herói/ Bruce Wayne apareça nele, ok?

Outra coisa: essa matéria é opinativa, então esteja livre para discordar respeitosamente. Inclusive, queremos que vocês digam seus rankings nos comentários.

 

10- Batman & Robin (1997)

Responsável por enterrar de vez a franquia Batman iniciada lá em 1989 nos cinemas, essa aberração de Joel Schumacher é presença certa na lista dos piores filmes com super-heróis de todos os tempos. Dando sequência ao jeito galhofa do filme anterior, que já não tinha agradado a absolutamente ninguém no mundo, esse longa traz um elenco incrível para subaproveitá-lo num festival de bagunças mais feio que briga de foice. Quem se salva dessa bizarrice acaba sendo Arnold Schwarzenegger, que dá vida ao Senhor Frio. De resto… Só vergonha alheia.

9- Batman Eternamente (1995)

Mantendo a tradição de ruindade, Joel Schumacher emplaca outro filme na categoria de piores com Batman Eternamente. Com a saída de Tim Burton e sua estética gótica, Schumacher assumiu para continuar a franquia, mas agora adotando o jeito farofa da série clássica da década de 1960. O problema é que esse clima não casava com o que havia ditado a saga anteriormente, dando a impressão de ser um reboot não assumido. Para piorar, Val Kilmer é uma verdadeira catástrofe no papel de Homem-Morcego, assim como Jim Carrey, que estava em seu auge nos cinemas, mas acabou dando vida a um Charada completamente caricato.


8- Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge
(2012)

Depois de dois filmes fenomenais, Christopher Nolan sofreu com a maldição do terceiro filme e entregou essa aventura cansativa e distante da pegada mais pé no chão que a franquia adotava até então. Com direito a forçadas de barra mais fantasiosas, o longa sofre com uma série de furos de roteiro e erros bizarros de coreografias. É sério, se você reparar nos capangas que lutam ao fundo do Batman – em todas as cenas de luta do filme -, vai conseguir encontrar gente caindo sozinha ou batendo em ninguém. Sem contar que toda a subtrama da Talia (Marion Cotillard) é insuportavelmente desinteressante, perdendo apenas para sua morte. Por outro lado, quem manda bem demais é Tom Hardy, pena que não é o bastante para salvar o filme.

7- Batman: O Homem-Morcego (1966)

Responsável por uma geração inteira de apaixonados pelo Batman, o filme dos anos 60 é um reflexo da época em que foi lançado e como a sociedade americana encarava a vida naqueles anos. Então, temos um longa mais cômico que coloca o Batman de Adam West contra seus principais rivais de uma só vez. É uma aventura honesta que teria sua continuação na clássica série de TV, além de ter gerado a sequência do Batman fugindo com a bomba que inspirou o final de O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

6- Batman (1989)

Assim como o filme dos anos 60, esse longa fez com que uma geração inteirinha caísse de amores pelo Cruzado Encapuzado. Dirigido por Tim Burton, que usou seu jeitão excêntrico para construir uma das Gotham City mais fascinantes de todas as adaptações, o filme traz Michael Keaton em uma das melhores interpretações do Batman nos cinemas, assim como o icônico Coringa de Jack Nicholson, que habita o hall de melhores vilões de filmes com super-heróis. Com uma história criativa e uma música tema maravilhosa, esse é um dos melhores filmes do Morcegão.

5- Batman: O Retorno (1992)

Um dos raros casos em que a sequência superou o original, Batman: O Retorno é para muitos o melhor filme do Morcegão. Construído em uma Gotham natalina, a história expande o universo estabelecido no primeiro filme e conta com duas adições de peso: a sensual Mulher-Gato de Michelle Pfeiffer e o Pinguim de Danny DeVito. A trama agora ganha um viés mais político, mas sem perder a inventividade e paixão pelo estranho de Tim Burton. Assim, esse filme se constrói de forma excêntrica e fascinante.

4- Lego Batman: O Filme (2017)

Depois do sucesso estrondoso de Uma Aventura Lego (2014), a Warner correu para entregar um spin off focado no Batman (Will Arnett) daquele universo, que roubou a cena. Dessa forma, eles fizeram um filme infantil que parodia absolutamente todas as versões do herói nas telonas, se tornando uma homenagem fantástica que vai agradar a todo tipo de fã do Homem-Morcego. Fora isso, a trama é bem desenvolvida enquanto ele tenta entender que trabalhar sozinho não está com nada, e conta também com uma gama de personagens coadjuvantes muito carismáticos.

3- Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)

Ok, muitos vão discordar desse filme estar apenas em terceiro no ranking, mas está longe de ser uma posição ruim. Dirigido por Christopher Nolan, esse filme é completamente dominado pela atuação sobrenatural do falecido Heath Ledger como Coringa. Ao ter o principal vilão enfrentando seu nêmesis, o longa desenvolve uma trama instigante de gato e rato envolvendo os planos mirabolantes do Coringa e o Batman tentando ficar um passo à frente do rival. Os coadjuvantes também são incríveis, sempre auxiliando ou atrapalhando o herói, mas acaba que quem não se destaca tanto assim é justamente o protagonista, que termina sendo ofuscado pelo vilão.

2- Batman Begins (2005)

Em segundo lugar, Batman Begins é um filme revolucionário. Não só por retratar o Batman de forma mais adulta e realista, mas por ter praticamente definido a década seguinte da DC nos cinemas. Inspirado em Ano Um e O Longo Dia das Bruxas, o filme traz vilões da mitologia do herói nunca antes utilizado nas telonas, além de construir o protagonista com base no medo. Vale lembrar que foi o primeiro filme do Morcegão após as trágicas versões de Joel Schumacher, então, fora ter reestabelecido a visão do personagem como um detetive super-equipado, que funcionava também para os adultos, esse longa conseguiu passar uma borracha nas porcarias anteriores, fazendo com o que público mal falasse de Batman & Robin, e levasse o personagem a sério novamente.

1- Batman (2022)

Maravilhoso em tudo que se propõe, Batman é um filme pé no chão que tenta mostrar que heróis e vilões podem ser bem parecidos se você reparar bem. Protagonizado por um Batman (Robert Pattinson) que tenta entender seu papel em Gotham, o filme tem seu maior mérito em construir perfeitamente a lendária Gotham City nos primórdios do crime organizado, transformando a cidade em um personagem importantíssimo da história de mistério envolvendo o Charada (Paul Dano) e o Batman. Junto a isso, o vilão é monumental e os coadjuvantes são fantásticos. Tudo isso ao som de uma trilha sonora surreal, que dita o ritmo e a tensão com maestria.

Revelado o visual do vilão Exterminador que estaria no ‘Batman’ CANCELADO de Ben Affleck; Confira!

O artista Keith Christensen foi contratado pela Warner Bros. Pictures para fazer os designs de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘, e também havia sido contratado para criar os conceitos visuais do filme solo do Cavaleiro das Trevas, que seria dirigido por Ben Affleck.

Porém, como todos nós sabemos, os planos deram errado e todas as produções do chamado SnyderVerse foram descartadas.

Christensen então tem compartilhado, recentemente, algumas das artes que fez na época, como a que ele acaba de postar no Instagram, mais um dos seus trabalhos feitos na época, desta vez mostrando o visual do Exterminador, que seria interpretado por Joe Manganiello.

Confira a imagem abaixo:

Ele também compartilhou uma arte anteriormente que mostrava como seria o visual do próprio Batman do Affleck nesse filme.

Diferente da versão de Zack Snyder, o uniforme seria mais escuro e com placas de armadura, algo que já se tornou um marca nas adaptações do personagem.

Na legenda, o artista escreveu:

“Traje do Batman que desenhei para o filme que seria dirigido e estrelado por Ben Affleck. Tentou projetar um traje consistente, modular e funcional feito de materiais balísticos.”

Confira:

Recentemente, Affleck contou ao The Herald Sun que sua aparição como Batman em ‘The Flash‘ vai marcar sua despedida na pele do Homem-Morcego.

Quem acompanha a trajetória do astro sabe que ele já havia se desinteressado do papel após conflitos nos bastidores de ‘Liga da Justiça‘, mas resolveu retornar para o longa estrelado por Ezra Miller.

No entanto, Miller publicou uma curiosa imagem no Stories do Instagram, lançado dúvida sobre a afirmação de Affleck.

Na publicação, Miller compartilhou uma notícia sobre a declaração de Affleck e fez questão de sublinhar a frase sobre ‘a última vez‘ do ator como Bruce Wayne. Em seguida, ele escreveu um HA HA HA‘ por cima da imagem.

Não demorou muito para que começassem a surgir teorias de que Affleck ainda pode viver o herói em outros filmes do DCEU e está apenas despistando os fãs.

Confira a imagem:

E aí, quais são suas teorias?

Relembre a declaração de Affleck:

“Eu nunca disse isso, mas talvez minhas cenas favoritas como Batman esteja em ‘The Flash’. Particularmente, eu adorei minha atuação neste filme. Espero que mantenham a integridade do que fizemos porque achei ótimo e realmente interessante, foi bem diferente, mas não de uma forma positiva.”

Infelizmente, ele admite que só se encontrou no personagem agora que está se despedindo do papel.

“Foi muito divertido, satisfatório e encorajador fazer este filme. Teve um momento que eu pensei: ‘Uau – acho que finalmente me encontrei como Batman. Essa experiência foi uma despedida muito boa para o personagem.”

E aí, você está animado para revê-lo como o herói?

Com estreia marcada para 04 de novembro deste ano, ‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tentativa de impedir a morte da mãe.

E a trama será marcada por um enorme conflito emocional, como revelou o diretor Andy Muschietti durante sua participação da DC FanDome.

De acordo com o Comic Book, o cineasta disse que:

“Como um filme de super-heróis, ‘The Flash’ é uma grande aventura de ação, mas o que realmente me atraiu para o projeto foi sua carga emocional. O conflito emocional que Barry carrega por conta de sua viagem ao passado foi muito conveniente para mim.”

Ele continuou:

“Há uma mensagem bem forte por trás disso. Eu amo tramas de viagem no tempo e todos os elementos que vem junto com essa ideia, mas o coração da história é um menino que procura sua mãe, e isso é o que me atraiu, foi o que me deu aquele empurrãozinho emocional.”

Como os fãs já sabem, Nora Allen morreu misteriosamente quando Barry era apenas uma criança, e seu pai foi acusado de assassinato.

Após anos tentando provar a inocência do pai, Barry vê a chance de corrigir a tragédia ao perceber que tem o poder de voltar no tempo.

Confira o teaser:

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Artigo | Steven Spielberg, Christian Bale e o coming-of-age do subestimado ‘Império do Sol’

Steven Spielberg, em toda sua filmografia, sempre soube lidar com crianças. Sua primeira investida no mundo da ficção científica, com E.T. – O Extraterrestre’, talvez seja uma de suas obras mais memoráveis – e não podemos nos esquecer da incrível performance de Drew Barrymore como a pequena Gertie. Entretanto, para que a jovem alcançasse toda a catarse necessária para as cenas mais dramáticas, fazia-se necessário um tato imprescindível e que foi manejada de modo hábil pelo cineasta. Falamos, porém, de um filme de aventura, voltado para um público-infantil; o que aconteceria caso Spielberg migrasse bruscamente para um escopo caótico, ditado pelas duras regras bélicas da década de 1940, e trouxesse como protagonista um jovem garoto que é arrancado de suas raízes abastadas para uma ambiência quase condenável?

É justamente a isso que o diretor se propõe a fazer com Império do Sol. Baseado no romance homônimo de J.G. Ballard, a história gira em torno de uma garoto que se perde dos pais após uma represália ocorrer na cidade chinesa em que vivem, e então mergulha em um arco de reencontro perscrutado por inúmeros obstáculos tanto internos quanto externos que inclusive o levam a parar num campo de refugiados britânico em plenas planícies asiáticas. O protagonista Jamie “Jim” Graham é encarnado pelo novato Christian Bale, que viria a se tornar um dos atores mais versáteis da indústria hollywoodiana, sendo chamado inclusive de “camaleão” por sua incrível capacidade de se adaptar intrinsecamente a qualquer papel que lhe fosse designado. E é nesse longa-metragem que Bale firmou sua futura reputação e roubou completamente os holofotes da época.

Primeiramente, devemos entender que Jim não é como qualquer outra criança: sua mente aberta é uma extensão da própria perspectiva pueril e inocente que Spielberg sempre forneceu para suas obras, mas com um fator que vai além da mera compreensão pelo que lhes damos crédito. Desde os momentos iniciais, o garoto se mostra muito mais maduro que aqueles que o cercam, por permitir pensar “além da caixinha” e dissertar em suas próprias palavras sobre assuntos como Deus, sobre sonhos e até mesmo sobre a guerra, da qual tem noção que acontece, apesar de não senti-la de forma palpável. Ele tem noção e, vivendo bem longe de seu país natal – a Inglaterra – ele corrobora com a genialidade bélica dos japoneses, crendo piamente que eles serão os reais vencedores da guerra por serem mais estrategistas.

É claro que esse pensamento tem como principal base a segurança familiar fornecida por seus pais, John (Rupert Frazer) e Mary Graham (Emily Richard). Não é nenhuma surpresa que, apesar deste ser um filme de guerra, o personagem principal mergulhe em uma forçada jornada do herói às avessas e completamente distorcida, separando-se deles de modo abrupto e forçado e continuar sobrevivendo perante à gradativa decadência de seus semelhantes. Assim como as inúmeras figuras míticas que têm como incidente incitante de seus arcos a perda do arquétipo parental, Jim sofre um choque terrível em uma das sequências mais emocionantes e tensas do cinema contemporâneo: em meio à caótica confusão, Jim se embrenha na multidão para resgatar um pequeno objeto que sempre carrega – a versão em miniatura de um de seus aviões favoritos – e acaba perdendo de vista Mary. Rapidamente, ele sobe em um dos veículos para procurá-la e se vê impotente frente à onda de chineses, japoneses e britânicos que a arrasta para longe até que ela se perca de vista.

Spielberg tem uma capacidade incrível de criar incríveis obras de arte com a câmera e com o jogo de luzes. Na sequência supracitada, ele e o diretor de fotografia Allen Daviau mesclam os melancólicos tons neutros próprios de uma ambientação em ruínas ao gradativo vermelho e laranja que se alastram conforme o exército japonês toma controle das ruas da cidade. É impressionante ver como, utilizando-se de um enquadramento que segue a linha do olhar do protagonista, a situação que se desenrola é muito mais aterrorizante – até mesmo seus trajes escolares vermelhos se fundem ao pano de fundo em chamas, colocando-o em um ciclo aparentemente inquebrável.

Jim logo começa a enxergar as coisas de uma outra perspectiva. Se os enquadramentos outrora o colocavam como submisso à sua condição acalentada pelos pais, agora ele está por conta própria. Ainda que consiga retornar para casa, ele não tem mais as figuras adultas tanto de John e Mary quanto de sua governanta. Sua crescente estadia à mercê de um mundo perigoso e mais complexo do que sempre imaginou se relaciona à deterioração da mansão em que vivia, cuja explicitação é representada pela piscina que existe no quintal. O garoto retorna ao seu estado primitivo e de completa barbárie à medida em que toda a água evapora e torna-se insípida e barrenta, assim como a nuvem de incerteza acerca de seu futuro.

As metáforas não permanecem apenas nesse primeiro ato, mas se repetem de inúmeras formas à medida em que ele já não se reconhece. Inserido em uma sociedade marginalizada e refém de um governo tirânico e impiedoso, ele luta pelas necessidades básicas para continuar sobrevivendo, até encontrar uma breve salvação na figura do egocêntrico e oportunista Basie (John Malkovich). Ele é a típica encarnação do americano canastrão que não se importa com ninguém além de si mesmo, e apenas abraça o garoto supostamente órfão para ter um “escudeiro” para realizar o trabalho sujo. É claro que, em se tratando de um drama de guerra, ele encontra um arco de redenção não muito bem delineado, mas que o mantém preso aos convencionalismos da própria personalidade conturbada.

Jim reencontra um pouco de humanidade em uma zona de conforto mascarada. Ao ser transportado com outros personagens de extrema importância para seu amadurecimento para um campo de refugiados, ele firma-se em uma nova comunidade autossuficiente e dentro de um microcosmos totalitário. É claro que ele tenta fazer o máximo que pode para manter o clima relativamente feliz, principalmente após se mostrar grato à hospitalidade tirânica dos japoneses em uma reverência poética e marcada apenas pelo contraste entre sua silhueta e o epifânico pôr-do-sol, cuja construção intimista premedita o fim da guerra e seu retorno para um lar do qual não mais se recorda.

Uma das pessoas que mais lhe ajuda é a irreverente e a debilitada Sra. Victor (Miranda Richardson). É engraçado levar em conta como seu nome nunca nos é revelado pelo fato dela ter se entregue à perda da personalidade e enfrentar o destino que lhe foi reservado. Sua primeira aparição é ainda marcada pela tenacidade de sua maquiagem e pelas chiques roupas que exibe com tanta pompa; seu último frame a coloca em um estado de humildade excessiva em meio a um paraíso perdido, um receptáculo de todos os objetos roubados dos ingleses pelo governo inimigo e que ainda reluzem com riqueza. Ela prefere morrer em um ambiente familiar a continuar seguindo, e Jim, que presencia sua morte com uma inexpressividade compreensível, a deixa partir.

Bale é sem dúvida o ponto de maior destaque. Ele transpassa de forma reafirmativa todas as tensões que permeiam seu personagem, em delineações chocantes e extremamente impactantes, principalmente pelos olhos mareados que ora mostram lucidez, ora desistência e, como trágica finalização, a pura loucura. Seu ápice vem logo após a morte de Sra. Victor, momento no qual presencia a detonação da bomba atômica de Nagasaki e associa com a chegada da alma da mulher ao tão esperado paraíso. A construção é belíssima pelos motivos errados – e é tão simbólica que chega a ser utópica.

Império do Sol nos leva a um significado totalmente repaginado e o mais real possível sobre a vertente narrativa do coming-of-age. Apesar do longo tempo fílmico – mais de duas horas e meia – a jornada de Jamie Graham traça paralelos com as inúmeras histórias que ouvimos sobre a maior guerra de todos os tempos, mas de uma forma não-convencional e extremamente emocionante.

‘Gaslit’: Série com Julia Roberts e Sean Penn ganha novo trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

A nova série da plataforma de streaming StarzplayGaslit, baseada no escândalo de Watergate, ganhou seu novo trailer oficial.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia agendada para o dia 24 de abril.

Confira:

A antologia é baseada no aclamado e premiado podcast Slow Burn‘, da revista Slate.

A primeira temporada gira em torno de Martha Mitchell (Julia Roberts) e sua descoberta sobre as controvérsias acerca do caso que culminou na renúncia do presidente Richard NixonSean Penn dá vida a John, marido de Martha e ex-advogado de Nixon.

Robbie Pickering (‘Mr. Robot’) entra como showrunner e produtor executivo. Matt Ross (‘Capitão Fantástico’) será o diretor dos episódios.

Betty GilpinShea WhighamDarby Camp completam o elenco.

Gilpin será Mo Dean, esposa de John Dean (Dan Stevens), que foi um outro advogado que auxiliou Nixon. Whigham será G. Gordon Liddy, chefe de operações dos White House Plumbers até Nixon entrar para o gabinete. Darby será Marty Mitchell, filha de Martha e John.

Leia a sinopse oficial abaixo:

Gaslit é uma releitura moderna do caso Watergate, que foca nas histórias não contadas e nos personagens esquecidos do escândalo – desde os desastres de Nixon, dos subordinados oportunistas até as trágicas denúncias que eventualmente levaram um grande império à ruína.

Katherine McNamara, de ‘Arrow’, entra para a pré-sequência de ‘Walker’

Segundo o Deadline, a família ‘Walker’ está crescendo e acabou de escalar Katherine McNamara, conhecida por seu trabalho na adorada série Arrow, para a pré-sequência ‘Walker: Independence’.

As informações indicam que a atriz dará vida a Abby Walker, ancestral de Cordell Walker do final do século XIX. Ela é originalmente da alta sociedade de Boston e descrita como uma “mulher de pensamento forte, que cruza o país junto ao marido para uma nova vida em Independence. Depois do marido ser assassinado por um ladrão de cavalos, Abby resolve chegar sozinha à cidade e adota o nome de Walker, construindo a própria força pessoal e financeira – porque, agora, ela será a primeira Walker a ir para a guerra contra todos os obstáculos. A primeira, mas não a última”.

Ela se junta ao recém-confirmado Philemon Chambers (‘Um Crush para o Natal’), que dará vida a Augustus “Gus”, descrito como um “charmoso homem negro com olhos cheios de experiência. Gus é o xerife-assistente de Independence. Polido, cuidadoso e genuinamente disposto a ajudar, ele não dá sua opinião sobre seu novo chefe, Tom Davidson, a ninguém”.

Matt Barr, que interpreta Hoyt Rawlins na série principal, será um personagem de nome idêntico na produção derivada.

A nova versão do protagonista é descrito como um fora da lei charmoso, escorregadio e apostador que se esconde na cidade de Independence. Convencido, confiante, impetuoso e um pouco imprudente, ele tem tido um caso complicado com Lucia Montero, filha do rancheiro local – mas depois de conhecer Abby, ele parece ter congelado no tempo, chegando a perceber que ela pode ajudá-lo a sair da vida do crime.

Lawrence Kao (‘Wu Assassins’, ‘The Originals’) e Greg Hovanessian (‘Another Life’, ‘When Hope Calls’) também fazem parte do elenco.

A produção é ambientada no século XIX e acompanha Abby Walker, “uma mulher abastada de Boston cujo marido é assassinado diante de seus olhos durante sua jornada para o oeste. Em sua busca por vingança, Abby cruza com Hoyt Rawlins, um amável ladino em busca de um propósito. A jornada de Abby e Hoyt os leva a Independence, no Texas, onde eles encontram diversos residentes ecléticos fugindo de seus próprios passados conturbados e perseguindo seus sonhos”.

Jared Padalecki, que estrela a produção original, servirá como produtor executivo ao lado de Anna FrickeSeamus Fahey, Dan Lin e Lindsey Liberatore.

Seamus Fahey fica responsável pelo roteiro ao lado de Fricke, que é a showrunner.

‘Riverdale’ se torna a pior cidade da América na sinopse oficial do episódio 06×08; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial de “The Town”, 8º episódio da 6ª temporada de Riverdale.

Na trama, “depois de descobrirem que Percival Pikens está por trás de um artigo borbulhante que chama Riverdale da ‘pior da cidade da América’, Archie cria um plano para mostrar que ele está errado. Enquanto isso, depois do Conselho da Cidade visitar seu cassino, Veronica e Reggie decidem que farão tudo juntos a partir de agora. Por fim, Britta se arrisca para ajudar Cheryl”.

O capítulo vai ao ar no dia 03 de abril.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘The Flash’: Time Flash passa por poucas e boas na sinopse oficial do episódio 08×10; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Reckless”, décimo episódio da 8ª temporada de The Flash.

Na trama, “o desejo de Barry em manter o Time Flash a salvo é testado quando Frost atrai o perigo quando tenta impedir a Chama Negra; enquanto isso, Iris tenta ajudar uma adolescente a se reunir com a mãe, mas intencionalmente acaba atrapalhando mais do que ajudando”.

O capítulo vai ao ar no dia 06 de abril.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Madame Teia’: Sydney Sweeney, de ‘Euphoria’, entra para o elenco do filme

Segundo o DeadlineSydney Sweeney, atriz conhecida por seu trabalho em obras como EuphoriaThe White Lotus, foi escalada para a adaptação de ‘Madame Teia’, do universo do ‘Homem-Aranha’.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Sweeney se junta à previamente confirmada Dakota Johnson, que será a protagonista titular.

Nos quadrinhos, a personagem é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus ​​poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico. Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.

Anteriormente, foi revelado que as gravações do spin-off têm previsão de início para este ano. A informação foi revelada pelo insider Charles Murphy.

Em uma recente postagem no Twitter, Murphy comentou que “a Sony está planejando começar com ‘Madame Teia’ este ano” e que ela “tem locações, mas nenhuma data ainda”.

Confira:

S.J. Clarkson foi contratada para comandar o projeto. Matt SazamaBurk Sharpless, de Morbius, vão escrever o roteiro.

Clarkson é uma conhecida diretora de televisão que já trabalhou em séries como ‘Succession’HouseDexterBates Motel. Essa é sua segunda incursão nos cinemas depois de sua estreia com a comédia biográfica Toast (2010). Ela também ficará responsável pela prequela de Game of Thrones focada na Casa Targaryen, House of the Dragon’.

‘Nossos Sonhos de Marte’: Rom-com com Lana Condor e Cole Sprouse ganha cartaz OFICIAL; Confira!

A HBO Max divulgou o cartaz oficial de ‘Nossos Sonhos de Marte’ (‘Moonshot’), nova comédia romântica sci-fi estrelada por Lana Condor e Cole Sprouse.

O filme tem estreia agendada para o dia 31 de março na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

Zach Braff, Mason GoldingEmily Rudd e Lukas Gage também fazem parte do elenco.

Condor interpreta a protagonista Sophie, uma estudante universitária focada e conservadora, que possui sua vida toda planejada. Pelo menos, era o que ela tinha, até o seu namorado decidir mudar para Marte, fazendo com que ela decida ir atrás dele a todo custo.

O longa é dirigido por Chris Winterbauer, que faz sua estreia na cadeira de direção. Max Taxe assina o roteiro.

Greg BerlantiSarah SchechterJill McElroyJenna Sarkin entram como produtores.

‘DMZ’: Minissérie distópica de Ava DuVernay já está disponível na HBO Max!

A série distópica DMZ, da aclamada produtora, diretora e roteirista Ava DuVernay, finalmente chegou à HBO Max.

Os quatro episódios foram lançados hoje, 17 de março, no catálogo da plataforma de streaming.

A história, baseada nos quadrinhos homônimos de Brian Wood, é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Rosario Dawson estrela como Alma Ortego. Benjamin Bratt também faz parte do elenco.

Robert Patino entra como produtor executivo e showrunner. Ele é conhecido por seu trabalho nas séries WestworldSons of Anarchy.

DuVernay comanda o projeto. Ela recentemente dirigiu a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar Selma, a adaptação cinematográfica de Uma Dobra no Tempo e o documentário 13th.

‘Bridgerton’: Nicola Coughlan e Claudia Jessie nos levam para um passeio nos bastidores da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de Bridgerton chega muito em breve ao catálogo da Netflix e, para nos manter animados para o próximo ciclo, a gigante do streaming se reuniu com as atrizes Nicola CoughlanClaudia Jessie para fazer um tour pelos bastidores da série.

Confira:

Lembrando que os novos episódios estreiam no dia 25 de março e vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.