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Sebastian Stan diz que o roteiro de ‘Capitão América 4’ é INOVADOR e lembra ‘Rocky: O Lutador’

A Marvel Studios não perdeu tempo em dar o pontapé inicial para a estreia de Anthony Mackie como o novo Capitão América, com o anúncio inicial no mesmo dia em que ele se vestiu pela primeira vez em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.

Foi revelado que o escritor principal da série do Disney Plus, Malcolm Spellman, estava desenvolvendo o roteiro ao lado de Dalan Musson, mas não sabemos nada sobre o projeto desde que Mackie foi oficialmente confirmado para estrelar o Capitão América em agosto do ano passado.

Com base no pouco que sabemos a respeito, seria seguro dizer que Sebastian Stan estará envolvido no projeto como Bucky Barnes, dado o quão amigo é de Mackie. Falando com o jornalista Kevin Polowy, Stan fez uma comparação interessante quando perguntado sobre como estavam as filmagens de ‘Capitão América 4‘.

“Estou muito animado para esse filme e acho que ele vai ser ótimo. Ele vai trazer uma sensação totalmente diferente e inovadora para a franquia. Ele me lembra ‘Rocky: Um Lutador’, de certa forma.”

Capitão América 4‘ é o primeiro filme a trazer Sam Wilson, interpretado por Anthony Mackie, vestido com o famoso manto que foi passado por Steve Rogers, vivido por Chris Evans, depois da série do Disney+ Falcão e o Soldado Invernal. Na nova era, a produção irá abordar como é ser um super-herói sem poderes.

Guillermo del Toro diz que ‘O Beco do Pesadelo’ é PERFEITO para o mundo cruel de hoje

Os artistas geralmente acreditam que os seus trabalhos causam impacto e o diretor Guillermo del Toro não é diferente. O diretor, que já ganhou o Oscar de Melhor Diretor por seu trabalho em ‘A Forma da Água‘, compartilhou sua opinião sobre o seu filme mais recente, ‘O Beco do Pesadelo‘.

“Achei que havia tantas possibilidades no livro para falar sobre verdade, mentiras e a ascensão de um mentiroso. Uma ascensão quase imparável. Parecia muito, muito maduro para o momento em que estamos vivendo. É perfeito para hoje porque o noir sempre fala sobre o momento em que é feito. O noir pós-guerra fala sobre essa ansiedade. ‘The Long Goodbye’ feito por Robert Altman fala sobre o pós-Vietnã e assim por diante. Este filme parecia perfeitamente adequado para discutir onde estamos hoje. A crueldade que temos um pelo outro e a capacidade que temos de mentir.”

Baseado em um romance de William Gresham de 1946, este filme é sobre um Carny (interpretado por Bradley Cooper) que engana os outros a acredita que ele pode se comunicar com os mortos, o longa foi indicado a Melhor Filme, Melhor Fotografia, Figurino e Design de Produção.

Embora não tenha se saído bem nas bilheterias, no início deste ano em uma entrevista, Del Toro discutiu como foi a experiência de trabalhar ao lado de Cooper, algo que mudou sua vida e deu a entender que eles fariam uma nova parceria.

O Beco do Pesadelo‘ estreou no dia 27 de janeiro no Brasil e ainda não tem data de quando vai sair aqui em home video.

Crítica em Vídeo | Naquele Fim de Semana – Bom SUSPENSE da Netflix com Leighton Meester, de Gossip Girl

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO de ‘Naquele Fim de Semana‘ (‘The Weekend Away’), novo suspense estrelado por Leighton Meester (‘Gossip Girl’).

O filme já está disponível na Netflix.

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Na produção, a atriz vive Beth, uma mulher que viaja com sua melhor amiga Kate para a Croácia. No entanto, sua viagem se transformará em um enorme pesadelo ao descobrir que sua amiga morreu e que agora ela também seria a principal suspeita do crime.

Christina Wolfe, Ziad Bakri, Luke Norris e Amar Bukvić completam o elenco do filme.

Naquele Fim de Semana‘ é uma adaptação do best-seller homônimo escrito por Sarah Alderson.

Kim Farrant assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Alderson.

‘Rebel Heart’, subestimado álbum de Madonna, faz 7 anos; Relembre nossa crítica!

Demorou três anos, mas Madonna mostrou estar disposta a se reinventar mais uma vez, talvez para apagar da memória uma incursão extremamente problemática que se intitulou MDNA, cujas boas intenções acabaram não valendo a pena e, quando aspiravam a uma centelha de esperança, não combinavam com o teor e com a estética da obra. No final de 2014, a artista começava a promover seu 13º álbum de estúdio, o subestimado Rebel Heart, procurando misturar aspectos contemporâneos e clássicos de sua própria discografia, num estilo proprioceptivo que é ausente em diversas carreiras da atualidade. Em março de 2015, o CD nascia e, apesar de ter tido uma recepção sólida por parte da crítica e um sucesso comercial considerável, ainda não representava o retorno à forma da rainha do pop; não obstante, merecia maior reconhecimento do que teve, principalmente por servir de influências para jovens cantores e compositores que dominavam a cenário fonográfico.

Diferente de suas duas iterações predecessoras, a performer retoma as rédeas de sua arte com força descomunal e, apesar dos claros deslizes que se destrincham em certas faixas (como a repetição exaustiva de construções sonoras e de interjeições vocálicas), o resultado é bastante positivo e ganha requinte conforme os anos passam por seu progressivo tom e pela manutenção da originalidade das músicas. Ainda com o impressionante número de colaboradores – que, contando com a lead singer, alcança as duas dezenas -, Rebel Heart é coeso o suficiente para nos fazer ansiar por mais e por nos deixar animados para os capítulos que virão dentro de uma discografia nada menos que icônico. E, visto que estamos analisando a versão deluxe, nada mais justo que deixar claro que as dezenove faixas desenrolam-se em um piscar de olhos.

A princípio, o escopo instrumental é bastante familiar, principalmente a meados da década de 2010, que começava a fornecer para a esfera musical um apreço mais experimental (coisa que Madonna faria com mais ousadia em seu próximo capítulo, Madame X). Temos a presença constante dos sintetizadores, aqui aliados aos drills do novo século e mascarados com o piano elétrico e com um místico baixo que parece se transmutar em vários elementos diferentes em uma mesma canção. “Living for Love” é uma incrível abertura para o álbum, refrescante em cada acorde propositalmente unidimensional e criando um ecoante e bem estruturado pano de fundo – tudo isso conforme é pincelado com camadas vocais secundárias on point e um beat-drop comedido e funcional; o mesmo acontece com “Unapologetic Bitch”, que usa elementos do reggae para agregar certa sensualidade, eventualmente se tornando repetitivo; em “Illuminati”, uma aventura divertida e crítica dentro de seus limites, nota-se o electro-synth embebido em uma arquitetura mais dark e dissonante.

No geral, a cantora e compositora destina sua atenção para alguns detalhes em detrimentos de outro – e deixa que produtores secundários tenham uma voz maior, o que, de fato, explica certos exageros e redundâncias. Em “Bitch I’m Madonna, o epílogo é tão desnecessário e pedante que acaba manchando as compactas bases apresentadas nos atos anteriores; “Body Shop” se transforma numa rendição infantil demais quando colocada ao lado do restante das faixas, retomando os problemas de MDNA, mas não deixando que eles controlem o decorrer da narrativa; “Best Night” força um conceito que estende suas raízes para as melodias orientais e não consegue se reencontrar em momento algum, representando um dos declives da obra; “S.E.X.” é uma homenagem frustrada ao revolucionário Erotica e tenta misturar os tabus da década de 1990 com a libertação do corpo dos dias de hoje.

Nenhum aspecto fora de contexto é gritante a ponto de manchar o que Madonna pretende entregar para seus fãs – e, como já mencionado, o saldo positivo fala mais alto e deixa de se isolar na profusão desmedida, adornando basicamente todas as tracks. É claro que a performer não retornou ao auge prometido, valendo-se de forma contínua de vícios de linguagem reminiscentes de antigas eras; ela não chega a criar uma colcha de retalhos dançante como Music, mas também não instiga reflexões intimistas como Bedtime Stories. De qualquer forma, as partes se fundem em um painel competente e despontado pelo brilhantismo da semi-balada “Ghosttown”, a críptica e sensorial viagem promovida por “Iconic” e a teatral e épica orquestra de “Messiah”.

A artista também é sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde) ou o country-dance da faixa-título, que merecia maior reconhecimento por sua simplicidade comovente e por sua mensagem inspiradora. Madonna também viaja para os anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações sintéticas do novo século e, enfim, gerando a narcótica e blasfema “Devil Pray”. Com menos clareza, ela também desconstrói os preceitos elegíacos engessados na música para acrescentar comoção e emoção a “Wash All Over Me”.

Retomando o caminho da redenção, mas ainda não exatamente atingindo o potencial que sabemos que tem, Rebel Heart merecia mais atenção à época de seu lançamento e, talvez com o passar dos anos, continue a ser redescoberto da maneira digna.

Nota por faixa:

  • Living For Love – 4,5/5
  • Devil Pray – 4,5/5
  • Ghosttown – 5/5
  • Unapologetic Bitch – 3,5/5
  • Illuminati – 3,5/5
  • Bitch I’m Madonna – 2,5/5
  • Hold Tight – 3,5/5
  • Joan Of Arc – 3,5/5
  • Iconic – 4/5
  • HeartBreakCity – 4,5/5
  • Body Shop – 1,5/5
  • Holy Water – 3/5
  • Inside Out – 2,5/5
  • Wash All Over Me – 4,5/5
  • Best Night – 2/5
  • Veni Vidi Vici – 3/5
  • S.E.X. – 3/5
  • Messiah – 3,5/5
  • Rebel Heart – 4/5

Vikings: Valhalla | O que é fato e o que é ficção sobre a nova série da Netflix

Vikings: Valhalla chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou uma das novas sensações da plataforma de streaming. Ambientada cem anos depois da série original, a narrativa acompanha a saga de Leif Erikson (Sam Corlett), Freydís Eiríksdóttir (Frida Gustavsson) e Harald Sigurdsson (Leo Suter), um grupo de guerreiros nórdicos que enfrenta o extermínio sistemático de seus clãs frente ao avanço da Inglaterra como potência ideológica e política mundial – premeditando o declínio da linhagem viking no continente europeu.

É claro que os vikings realmente existiram e, até hoje, são objetos de estudo por parte dos historiadores e de realizadores que resolvam se envolver com as histórias de outrora e como essa complexa sociedade dominou um território considerável durante alguns séculos. Entretanto, isso não significa que o criador da série, Jeb Stuart, não tenha utilizado alguns artifícios criativos para fornecer um pouco mais de misticismo e fábula a personagens que, de fato, habitaram a Europa – porém, não do jeito que imaginamos.

Como já mencionado na crítica que escrevi sobre o spin-offValhalla não tem a mínima intenção em fornecer qualquer estudo sólido e verdadeiro para o público, e sim expandir a mitologia iniciada com a produção original em uma exaltação dos dramas de época e de como a mentalidade da humanidade funcionava àquela época. Enquanto os acertos se restrigem essencialmente ao retrato dos cenários e aos figurinos, boa parte do enredo parte de criações fantasiosas cujo único objetivo é manter os espectadores ansiosos para as revelações em cada capítulo e como os arcos dos protagonistas e coadjuvantes irão colidir.

A obra se inicia com Harald deixando a Inglaterra ao lado do irmão, Olaf (Jóhannes Haukur Jóhannesson), em uma missão para reconquistar o trono norueguês do Rei dinamarquês Canute (Bradley Freegard). Todavia, na mesma noite, o Rei inglês Æthelred, o Despreparado, organiza um massacre contra os dinamarqueses que viviam em solo britânico, que ficou conhecido como o Massacre do Dia de São Brice de 1002, um acontecimento histórico que ganhou uma roupagem diferente, sugerindo que Æthelred queria, na verdade, limpar suas terras de qualquer um que fugisse à etnicidade inglesa. Em resposta ao massacre em questão, Canute une as forças da Noruega e da Dinamarca para invadir a Inglaterra, deixando de lado as diferenças entre as tribos para um bem maior

Mas não foi isso o que aconteceu exatamente.

A verdade é que Sweyn Forkbeard, pai de Canute, foi o responsável por retaliar a armada inglesa em 1003 como resposta ao extermínio de Æthelred. Canute só viria a assumir o trono após a morte de Sweyn, e 1014 – e, mais do que isso, Harald, que tem um papel importante em Valhalla, não havia nem nascido quando os combates ocorreram (isso aconteceria apenas em 1015). Olaf, inclusive, ascende ao domínio dos povos vikings antes de morrer, ser canonizado e só então abrir espaço para que Harald também faça história.

Como se não bastasse, temos também a introdução de um grupo de groenlandeses, liderado por Leif e Freydís, que aporta em Kattegat, uma das principais cidades vikings da Noruega, e ajuda Canute e Harald a lutar contra a opressão inglesa. Não obstante as boas intenções dos roteiristas em trazer um pouco mais de unificação aos guerreiros nórdicos, a Groenlândia se configurava como um território remoto em relação aos padrões vikings e não teve papel significativo nas engrenagens políticas da época; Leif e Freydís realmente existiram, assim como outros personagens já citados, mas foram parar na costa litorânea da América do Norte, como apontam as sagas literárias.

Uma outra mudança drástica que foi feita na série se volta à caracterização de Jarl Haakon, pintada como rainha de Kattegat e interpretada por Caroline Henderson. Nos episódios, Jarl Haakon revela sua história e comenta que o pai se apaixonou por uma guerreira africana e, pouco depois, viajaram para a Noruega, onde ela ascendeu ao trono e se tornou uma das combatentes mais temidas e poderosas do século XI. Mas a personagem, na verdade, é baseada em Haakon Ericsson, Lorde de Lade e governador noruguês entre os anos 1012 e 1015 (ou seja, antes mesmo de Harald nascer, como já mencionado), lutando lado a lado com Forkbeard.

Até mesmo o episódio que retrata sobre a queda da Ponte de Londres não pode ser adotada como totalmente verdadeira. Afinal, Stuart comentou em diversas entrevistas que se baseou em canções da época sobre os feitos vikings e adotou uma intitulada “Heimskringla”, uma coleção de sagas do século XII do historiados islandês Snorri Sturluson, que “cria a ideia de que a música fala sobre Olaf”, como ele mesmo disse. “Mas, francamente, às vezes a falta de evidência é ótimo para mim”, o criador completa, reiterando as pulsões fantasiosas da série.

Comentar sobre as imprecisões históricas de Vikings: Valhalla é um trabalho extenso e seria tema de um artigo científico, ainda mais juntando-as com os “erros” da série original. Entretanto, sabemos que, em se tratando de uma série ficcional, esses equívocos não são nada menos que expressões criativas de um time de artistas que criou uma aventura envolvente e que nos trouxesse um pouco de entretenimento para tempos tão complicados como o que vivemos.

De qualquer forma, é possível que a próxima temporada, caso confirmada pela Netflix, aposte fichas em um pouco mais de verossimilhança, em vez de se basear apenas em fábulas incríveis de verdadeiros heróis e antagonistas – impulsionando, por exemplo, a viagem de Leif e Freydís à América do Norte e a jornada de Harald à Constantinopla e à Sícilia (dois de seus maiores feitos).

Lembrando que a iteração de estreia já está disponível na plataforma de streaming.

Atores tentam gravar filme durante a pandemia no trailer de ‘A Bolha’, nova comédia da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da comédia ‘A Bolha‘.

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O longa será lançado na plataforma no dia 1º de abril.

Judd Apatow (Descompensada) é responsável pela direção.

A trama segue um grupo de atores e atrizes tentando terminar de gravar um filme de uma franquia de ação sobre dinossauros voadores. Só que a equipe inteira está presa em um hotel no meio da pandemia.

O elenco conta com Karen Gillan, Pedro Pascal, Leslie Mann, Fred Armisen, Keegan-Michael Key, David Duchovny, Iris Apatow e Guz Khan.

Filho das Sombras

(Stray)

 

Elenco:

Sevastian Bugaev

Roza Khayrullina

Elena Lyadova

 

Direção: Olga Gorodetskaya

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 5 de Maio de 2022

Sinopse: 

Alguns anos depois que seu único filho desapareceu, um casal decide adotar uma criança. No orfanato, sob circunstâncias esquisitas, a esposa de luto encontra um menino selvagem e convence o marido a aceitá-lo. O casal não sabe que, em vez de adotar uma criança humana, trouxeram para casa uma criatura maligna que muda de forma e não tem gênero ou idade. Ao encontrar alguém lutando com a perda, a criatura gradualmente se transforma nessa “perda do amor”. Com o passar do tempo, o casal chocado percebe que o órfão se parece cada vez mais com o filho desaparecido. Quando a esposa fica grávida, a criatura fica hostil porque não quer compartilhar o amor dos pais.

Curiosidades: 

» Esse é o primeiro longa-metragem dirigido por Olga Gorodetskaya;

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Downton Abbey 2 – Uma Nova Era

(Downton Abbey 2)

 

Elenco:

Maggie Smith

Laura Haddock

Michelle Dockery

Imelda Staunton

Hugh Bonneville

 

Direção: Simon Curtis

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Sem Data – 2022

Sinopse: 

Downton Abbey 2 – Uma Nova Era acompanha mais uma saga da nobre família Crawley e seus funcionários na sua grandiosa mansão, mas desta vez eles vão para o sul da França e se metem em um mistério. Um dia, a Condessa Viúva chama seu filho e sua neta mais velha para contar um segredo que não revelou por anos.

Curiosidades: 

» De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye;

» Julian Fellowes voltará a escrever o roteiro do novo filme;

» O primeiro filme foi um grande sucesso nas bilheterias, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente;

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Fotos: 

‘Julia’: Série sobre a icônica chef Julia Child ganha trailer legendado e data de estreia; Confira!

HBO Max Brasil divulgou hoje (06) o trailer legendado de Julia, série biográfica que gira em torno da icônica chef de cozinha Julia Child.

Além disso, foi confirmado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 31 de março.

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Daniel Goldfarb entra como criador da série, enquanto Christopher Keyser é o showrunner.

A narrativa oferece um vislumbre por trás dos bastidores do show apresentado por JuliaThe French Chef, que revolucionou o conceito da cozinha moderna nos Estados Unidos. De acordo com a HBO Max, a produção “explora um momento decisivo na história estadunidense – a emergência da televisão pública como uma nova instituição social, o feminismo e os movimentos feministas, a natureza da celebridade e a evolução cultural americana”.

Sarah Lancashire interpreta Julia. O restante do elenco conta com David Hyde Pierce como Paul Child, marido da personagem titular; Bebe Neuwirth como o editor culinário Avis DeVoto; Fiona Glascott como Judith Jones, a editora que descobriu JuliaBrittany Bradford como a produtora televisiva Alice; e Fran Kranz como o produtor Russ Morash.

Isabella Rossellini, Judith Light, Robert Joy, Erin Neufer, Jefferson Mays, James Cromwell e Adriane Lenox farão participações especiais.

A Verdade

(The Truth)

 

Elenco:

Catherine Deneuve

Juliette Binoche

Ethan Hawke

 

Direção: Hirokazu Koreeda

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de outubro de 2021 na Hbo max

Sinopse: 

Fabienne é uma estrela do cinema francês. Ela reina entre homens que a amam e a admiram. Quando ela publica suas memórias, sua filha Lumir retorna de Nova York a Paris com seu marido e filho. O reencontro entre mãe e filha se transforma rapidamente em um confronto: verdades serão contadas, relatos acertados, amores e ressentimentos confessados.

Curiosidades: 

» O longa é baseado em um curta-metragem escrito por Ken Liu;

Trailer:

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Fotos: 

Intervenção

 

Elenco:

Marcos Palmeira

Bianca Comparato

Zezé Motta

Dandara Mariana

Juliana Araújo

Rainer Cadete

Babu Santana

Antonio Grassi

 

Direção: Caio Cobra

Gênero: Drama / Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: Dezembro de 2021 na Netflix

Sinopse:

A trama, baseada em fatos reais, vai mostrar a história de Larissa, uma policial militar recém-concursada, que acredita no projeto de pacificação através das UPPs e vê na instituição uma saída para a situação de violência de sua comunidade, além de um caminho para uma vida melhor. Empolgada com a nova empreitada e com a possibilidade de contribuir para a segurança da cidade, a recruta vê seu sonho virar pesadelo diante da realidade cotidiana na Unidade Pacificadora onde é alocada.

Crítica | Intervenção – Ação policial mira em Tropa de Elite e acerta em Polícia Federal: A Lei é Para Todos 

Curiosidades:

» Roteiro original de Rodrigo Pimentelautor dos livros ‘Elite da Tropa’ 1 e 2, que inspiraram o sucesso Tropa de Elite, de José Padilha;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Pokémon Company doa 200 mil dólares para as famílias ucranianas

Em meio à invasão russa a Ucrânia, a Pokémon Company doou US$ 200.000 para a GlobalGiving, que ajudará a fornecer ajuda humanitária às famílias afetadas pelo conflito.

A empresa anunciou sua mudança em um comunicado nas redes sociais, dedicado às “crianças e famílias da Ucrânia”.

Veja o recado:

“A crescente crise na Ucrânia na Europa Oriental, que continua causando o desalojamento de famílias e ameaçando a segurança das crianças, é de partir o coração.

A Pokémon Company International está fazendo uma doação imediata de US$ 200.000 aos nossos parceiros da GlobalGiving para fornecer ajuda humanitária. A organização sem fins lucrativos direcionará efetivamente os fundos para organizações lideradas pela comunidade que apoiam famílias e crianças afetadas pela crise.”

Via The Pokémon Company International

A GlobalGiving é uma organização sem fins lucrativos que ajuda outros serviços sem fins lucrativos a acessar ferramentas como financiamento, ferramentas e treinamento.

A Pokémon Company é a mais recente entidade de videogame a fornecer suporte ao povo da Ucrânia. A Hyper Hippo Entertainment do Canadá prometeu doar US$ 25.000 para a Fundação Canadá-Ucrânia.

‘Homem-Aranha 3’: Marvel divulga imagens INÉDITAS que destacam Tom Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield

Foram divulgadas três novas imagens de ‘Homem-AranhaSem Volta Para Casa‘, nelas vemos os três Spideys em toda a sua glória, com o trio da Marvel programado para chegar em home video físico e digital no final deste mês.

O hype está voltando para o que acabou sendo o maior filme de 2021, justamente pelo motivo de vermos Tom Holland se unindo às versões do Cabeça de Teia de Tobey Maguire e Andrew Garfield, no primeiro evento do multiverso no MCU.

Então, antes do lançamento do filme em home video, o marketing está se apoiando fortemente no amor de todos pelo melhor crossover de super-heróis desde ‘Vingadores: Ultimato‘. Por isso a Sony divulgou essas três fotos especiais.

“Ouvimos que vocês queriam fotos do Homem-Aranha?!?” escreveu a conta oficial do Homem-Aranha no Twitter, tomando como referência a clássica frase de J. J. Jameson.

Confira as imagens:

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ já faturou US$ 1,8 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Jeff Goldblum divulga novos fotos de ‘Jurassic World: Domínio’ com Sam Neill e Laura Dern

Jurassic World: Domínio‘ ganhou novas fotos com o trio de personagens mais famoso da franquia ‘Jurassic Park‘. Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, protagonistas do clássico dirigido por Steven Spielberg, retornam à nova franquia e agora parecem mais felizes do que nunca juntos.

Confira as imagens divulgadas pelo próprio Goldblum:

O filme acontece quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história”, diz a sinopse oficial.

Jurassic World: Domínio‘ estreia 9 de junho e traz Colin Trevorrow na direção novamente, ele que foi responsável pela retomada da franquia com o sucesso ‘Jurassic World’, protagonizado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

 

‘Eu Sou a Lenda’: Confira o final alternativo em que o personagem de Will Smith SOBREVIVE

Após a Warner Bros. CONFIRMAR que está desenvolvendo ‘Eu Sou a Lenda 2‘ (I Am Legend 2) com o retorno de Will Smith, muitos fãs ficaram confusos porque seu personagem Neville morre no final.

Os fãs relembraram o final alternativo em que o personagem entrega a mutante do vírus que ele estava fazendo testes e sobrevive.

Assista o final alternativo e siga o CinePOP no YouTube:

O anúncio do retorno do ator deixou os fãs confusos, afinal, como vão trazê-lo de volta para a sequência?

Na internet, vários cinéfilos comentaram o anúncio. Confira:

Além do retorno de Smith, o filme terá no elenco o ator Michael B. Jordan (Pantera Negra). Os filmes de Smith e Jordan arrecadaram juntos US$ 12,3 bilhões em todo o mundo.

Os detalhes da trama, é claro, estão sendo mantidos em sigilo.

O vencedor do Oscar Akiva Goldsman, que adaptou o romance de 1954 de Richard Matheson para o filme original de 2007, também voltará para escrever a continuação.

Na trama do original, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Lançado em 2007, ‘Eu Sou a Lenda‘ arrecadou US$ 586 milhões pelo mundo, a partir de uma orçamento de US$ 160 milhões.

Diretor de ‘Batman’ admite que SENTIU MEDO da reação dos fãs após o 1º trailer

Atualmente com 90% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, ‘Batman‘ já se tornou um tremendo sucesso em menos de uma semana de lançamento.

No entanto, não é segredo que a produção foi bastante criticada nas fases iniciais devido à escalação de Robert Pattinson na pele do herói.

O fato de ser um reboot bastante recente gerou comentários sobre a necessidade de um novo filme do Hpmem-Morcego.

Por conta disso, o diretor Matt Reeves revelou que sentiu medo da reação dos fãs após o lançamento do 1º trailer.

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o cineasta disse que:

“A primeira DC FanDome foi muito empolgante. Devo dizer que uma das coisas que é realmente empolgante para mim é que adoro ver as reações dos fãs sempre que lançamos um desses trailers. Eu me senti bastante confiante após a reação dos fãs ao primeiro trailer de ‘Batman‘. Quando você uma responsabilidade como essa, o medo das críticas negativas é inevitável porque cada pessoa tem sua própria visão, e nem sempre as pessoas concordam com você. Para ser mais claro, cada fã quer ver o ‘seu’ Batman porque eles já têm uma imagem do personagem em sua mente.”

Felizmente, Reeves já pode dormir tranquilo porque o filme está se provando melhor do que o público esperava.

Nas redes sociais, há diversos comentários elogiando a atuação de Pattinson e do restante do elenco, assim como a forma inteligente como Reeves conduziu o enredo ao longo das quase 3h de duração do longa.

Além disso, os fãs já iniciaram uma campanha pedindo por uma sequência.

Confira as reações:

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Naomi’ deve proteger sua identidade na sinopse oficial do episódio 01×08; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Fellowship of the Disc”, 8º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “Naomi deve tomar cuidados especiais para proteger sua identidade depois de Jacob compartilhar informações obscuras com ela e com Annabelle. Greg e Jennifer celebram seu aniversário de casamento de 20 anos, enquanto discutem sobre coisas importantes para o futuro e como proteger Naomi. Enquanto isso, Dee e Zumbado discordam sobre como Naomi deve ser treinada para uma ameaça muito maior e iminente. Nathan e Anthony escolhem a loja de quadrinhos para o projeto voluntário da escola, mas Lourdes vê a presença dos dois como uma invasão à sua vida privada”.

O capítulo, dirigido por DeMane Davis e escrito por Gussie Roc, vai ao ar no dia 22 de março.

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘Homem-Formiga 3’: Paul Rudd está de volta nas primeiras IMAGENS do set da sequência; Confira!

O site Daily Mail divulgou recentemente as primeiras imagens de bastidores da aguardada sequência Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, que já viralizaram nas redes sociais.

As fotos em questão revelam o visual de Paul Rudd no longa-metragem, que retorna como Scott Lang/Homem-Formiga.

Confira:

Em uma recente entrevista ao The Digital Fix, a atriz Evangeline Lilly comentou um pouco sobre sua ansiedade em retornar como Hope Pym/Vespa na continuação, dizendo, inclusive, que o terceiro capítulo é “o melhor de todos”.

“Nós terminamos de gravar no final de novembro e, acredito, de longe, que foi o mais difícil que nós dizemos. Foi o mais difícil. Foi o único que fizemos durante os lockdowns do COVID-19”, ela explicou. “Isso apenas acrescenta uma complicação incrível para fazer um filme. Adiciona muito estresse. E torna as coisas muito impessoais, porque você não consegue ver os rostos”.

Lilly continua: “sets de filmagens já são impessoais o bastante, há muito que acontece e é feito em pouco tempo, e o nível de intensidade é realmente muito alto. Então, foi uma experiência única fazer o filme com as medidas contra o COVID… Mas eu realmente acredito… O que nós fizemos, as coisas que gravamos, o material que conseguimos obter, acho que [o filme] é o melhor de todos até agora”.

Lembrando, além de Lilly e Rudd, Michelle Pfeiffer também retorna como Janet Van Dyne e Michael Douglas volta como Hank Pym. Kathryn Newton dará vida à nova versão de Cassie Lang, enquanto Bill Murray foi escalado em um misterioso papel.

Jonathan Majors também irá aparecer no longa-metragem como Kang, o Conquistador, principal antagonista da narrativa.

Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.

Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.

Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.

Ainda não se sabe como o personagem será adaptado, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.

Anteriormente, Rudd conversou com a Variety e não mediu as palavras ao elogiar o trabalho de Majors como o vilão.

“Eu amei tudo que Jonathan fez e o que está fazendo no nosso filme. Sua atuação me deixou nocauteado. É muito divertido trazer novas pessoas para o grupo, e o entusiasmo dele é algo muito perceptível.”

Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para  28 de julho de 2023.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

Avril Lavigne lança clipe oficial de “Love It When You Hate Me”, single do álbum ‘Love Sux’; Confira!

A princesa do pop-punk Avril Lavigne divulgou recentemente o clipe oficial de “Love It When You Hate Me”single oficial de seu sexto álbum de estúdio, Love Sux.

A faixa é performada ao lado do músico blackbear.

Confira:

O álbum foi lançado no último dia 25 de fevereiro e conta com outras onze faixas – incluindo colaborações com Machine Gun KellyMark Hoppus.

Confira o alinhamento de faixas oficial:

1. Cannonball
2. Bois Lie, feat. Machine Gun Kelly
3. Bite Me
4. Love It When You Hate Me, feat. Blackbear
5. Love Sux
6. Kiss Me like the World Is Ending
7. Avalanche
8. Déjà vu
9. F.U.
10. All I Wanted, feat. Mark Hoppus
11. Dare to Love Me
12. Break of a Heartache

Crítica | Avril Lavigne mergulha na nostalgia do pop-punk com o frenético ‘Love Sux’

Sucesso de crítica e público, ‘Batman’ conquista nota ‘A-‘ no CinemaScore

Batman‘ já acumulou US$ 57 milhões pelo mundo em apenas quatro dias de exibição e recebeu 85% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.

Mas, além disso, o filme recebeu uma das melhores pontuações no CinemaScore, alcançando a nota ‘A-‘.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F’.

Confira a publicação:

“Estivemos nos cinemas hoje à noite para fazer uma pesquisa sobre ‘Batman’ e o filme recebeu a nota ‘A-‘. Parabéns a @wbpictures, #RobertPattinson e ao resto do elenco e equipe! #CinemaScore.”

Nas redes sociais, há diversos comentários elogiando a atuação de Robert Pattinson e do restante do elenco, assim como à forma inteligente como o diretor Matt Reeves conduziu o enredo ao longo das quase 3h de duração do longa.

Além disso, os fãs já iniciaram uma campanha pedindo por uma sequência.

Confira as reações:

E aí, você já assistiu ao filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).