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Melissa Barrera foi DEMITIDA de ‘Pânico 7’ por apoiar a Palestina, afirma rumor

Segundo um rumor publicado pelo One Take News, a atriz Melissa Barrera foi demitida de ‘Pânico 7‘ por apoiar a Palestina em meio à crise Israel-Palestina.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA supostamente ter descartado Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Mais notícias devem surgir em breve:

Em entrevista ao CRAVEN Something Scary, o diretor Christopher Landon (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’) comentou sobre ‘Pânico 7‘.

O cineasta planeja homenagear toda a franquia no próximo filme, respeitando o trabalho dos diretores anteriores e adicionando sua própria visão para o futuro da saga.

“Meu maior objetivo [em ‘Pânico 7’] é homenagear todos os cineastas que vieram antes de mim na franquia. Acredito que todos eles são brilhantes, e acrescentaram muito à saga. Eu quero reunir todos esses elementos e adicionar minha própria visão. Eu quero poder sentar com o público e amar assistir este próximo capítulo.”

Ele completa, “A notícia sobre a minha direção foi estranhamente prematura, pois ainda não estávamos planejando anunciar. Meio que vazou. Mas eu fiquei feliz em ver o apoio dos fãs, que estavam abertos a essa mudança. Matt e Tyler estavam fazendo algo muito específico, e eles fizeram isso com muito carinho e amor pela franquia. Sei que foi uma mudança chocante, mas eu me senti muito bem-vindo.”

Segundo rumores, o filme iria trazer todos os sobreviventes da franquia, incluindo Neve Campbell e Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como Mark Kincaid.

Vale lembrar que o cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

As filmagens devem começar em março de 2024 e rumores indicam que a estreia pode acontecer em Outubro de 2025 – dependendo de quando a greve dos atores vai acabar.

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ já está disponível na Paramount+!

 

 ‘Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Beau DeMayo, criador de ‘X-Men ’97’, rebate acusações de assédio

Beau DeMayo, ex-showrunner de ‘X-Men ’97‘, rebateu as acusações de assédio que recebeu.

“Essas alegações de má conduta flagrante são falsas”, disse hoje o ex-showrunner sobre a nuvem negra de “fofoca” sobre sua repentina saída da Marvel / Disney da série de animação indicada ao Emmy pouco antes de sua estreia no início deste ano.

“Os rumores que estão sendo espalhados sobre mim online são mentiras e são ofensivos, mas o mais preocupante é que eles são uma campanha de difamação projetada para desacreditar minha credibilidade, a fim de encobrir a conduta preconceituosa e flagrante que se estende desde membros selecionados da equipe de X-Men ’97 até o topo da Marvel Studios”, declarou DeMayo em seus comentários.

O advogado de Beau ameaçou processar a Disney após o estúdio alegar que o demitiu após descobertas chocantes sobre sua vida pessoal.

Investigações afirmam que DeMayo compartilhou fotos íntimas com jovens que trabalhavam na série, além de abusar de um assistente emocional e fisicamente.

O advogado Bryan Freedman emitiu um comunicado à imprensa ameaçando o estúdio.

“Tenho muita experiência com a Disney, e a maneira que eles operam é sempre a mesma. Secretamente tentando plantar itens ilegais e inconstitucionais em contratos que silenciam a verdade e impedem que a verdade seja revelada”, afirmou.

“Como explicaremos por meio de exemplos detalhados que iremos desenvolver em detalhes um por um, o modelo da Disney é muito claro e um padrão ilegal repetitivo. Uma vez que ele é desafiado ou exposto, o gaslighting e o redirecionamento da culpa para qualquer um disposto a dizer a verdade começam por meio de uma máquina de publicidade internacional bem lubrificada. Beau DeMayo não quer nada da Marvel/Disney, exceto a verdade. Ele vai bravamente contar a verdade. Eu também. Fiquem atentos.” 

A 1ª temporada já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Mais de 14 filmes com direção feminina se destacam na programação da 14ª edição do Olhar de Cinema

A 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba começou na última semana e conta com mais de 90 produções, entre curtas e longas-metragens. Neste ano, muitos dos longas disponíveis ao público são dirigidos por mulheres, reafirmando a proposta do evento em promover diferentes olhares sobre determinado segmento, pauta, idade ou estilo de produção.

Entre os destaques está o filme “Torniquete”, dirigido pela curitibana Ana Catarina Lugarini e estrelado por Marieta Severo. Com os ingressos esgotados, o longa faz parte da Mostra Competitiva Brasileira e traz três diferentes gerações de mulheres vivendo pela primeira vez sob o mesmo teto e que precisam reinventar o significado da palavra lar.

Com direção de Letícia Simões, “Glória & Liberdade” chama atenção ao ser o primeiro  longa-metragem de animação a ser selecionado para a Mostra Competitiva Brasileira de Longas na história do festival.

Outro longa com direção feminina é “Cais”, de  Safira Moreira, que também faz parte da Mostra Competitiva Brasileira e foi premiado anteriormente pelo Rumos Itaú, Fundo Avon Mulheres e Sundance Documentary Fund.

Confira a seguir todos os longa-metragens dirigidos por mulheres na edição deste ano do Olhar de Cinema.

“Aoquic iez in Mexico! O méxico Não Existirá Mais” (“¡Aoquic iez in Mexico! ¡Ya México no existirá más!|Dir. Annalisa D. Quagliata Blanco | México | 2024 | 80’)
Sinopse: Uma visão frenética percorre uma Cidade do México convulsionada, uma colossal metrópole sustentada pelo mito do “mestizaje” e outras formas de violência colonial. Passado e presente tecem uma série de imagens; memórias fragmentadas dessa terra. Deidades antigas se encarnam, enquanto os sonhos se desenrolam através da intimidade, cumplicidade e tumulto.

– “Cais (Dir. Safira Moreira | Brasil | 2025 | 69’)
Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

“Eu, A Pior de Todas” (“Yo, La Peor de Todas”| Dir. Maria Luisa Bemberg | Argentina | 1990 |105 min)
Sinopse: Yo, la peor de todas retrata a vida da escritora e freira mexicana Sor Juana Inés de la Cruz, abordando sua luta por liberdade intelectual e sexual no século XVII. O filme explora sua relação com a Igreja, o amor proibido e seu legado literário, destacando o conflito entre a fé, o desejo e a razão.

–  “Explode São Paulo, Gil” (Dir. Maria Clara Escobar | Brasil, Portugal | 2025| 97’)
Sinopse: Gil sempre quis ser cantora. Ela se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e poucos anos. Agora, aos 50, é faxineira. Maria Clara lhe propõe fazer um filme no qual Gil será CANTORA. Ela também quer explodir São Paulo. Gil não quer, mas aceita para que o filme aconteça. Gil se torna uma famosa, elas explodem duas cidades e refletem sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento.

“Fire Supply” (“Fire Supply” | Dir. Lucía Seles | Argentina | 2024 | 156’)
Sinopse: Por que os podcasts têm um limite? Uma pessoa que ama sua mãe e seu pai gostaria de fazer gelo ou aço ou ter um cemitério para que sua mãe não sofresse por ninguém

“Glória & Liberdade” (Dir. Letícia Simões | Brasil | 2025 | 73’)
Sinopse: 2050. O continente Pau-Brasil celebra 200 anos das Revoltas Regenciais que dividiram o Brasil em nações. Azul, documentarista da República da Bahia, viaja pelo Norte e Nordeste para investigar o colapso da unidade brasileira. Entrevistando líderes, camponeses, pajés e hackers, ela explora revolução e identidade. Em casa, enfrenta uma insurreição que desafia suas certezas sobre história e luta.

“Hot Milk” (Dir. Rebecca Lenkiewicz | Reino Unido, Grécia | 2024 | 92 min)
Sinopse: Com uma doença estranha, mãe e filha embarcam em uma jornada para a costa espanhola para encontrar uma cura, e ao longo do caminho a filha descobre outra realidade longe de sua mãe controladora.

– “Invenção” (“Invention” | Dir. Courtney Stephens| Estados Unidos | 2024 | 72’)
Sinopse: Após a morte inesperada de um pai obcecado por teorias da conspiração, sua filha recebe a patente de um dispositivo experimental de cura. Com imagens de arquivo do verdadeiro falecido pai da atriz Callie Hernandez, Invenção explora o processo de luto por um pai complicado, e a própria realização do filme se torna parte desse processo.

“Medidas para um Funeral” (“Measures For A Funeral”|Dir. Sofia Bohdanowicz|Canadá|2024|142 min)
Sinopse: De Toronto a Oslo, seguimos a jornada de uma jovem acadêmica, Audrey Benac. Audrey embarca em uma busca por uma mulher — a renomada violinista canadense do início do século XX, Kathleen Parlow — enquanto, ao mesmo tempo, foge de outra: sua mãe, uma musicista fracassada.

“Na Passagem do Trópico” (Dir. Francisco Miguez| Brasil |2025 | 86’)
Sinopse: Um topógrafo mapeia áreas de risco de deslizamento na cidade de Ubatuba, em uma região de encosta na mata atlântica. Obcecado por medir e organizar, ele se depara com um território de ocupação humana caótica e repleta de conflitos. A história da cidade cruza seus passos, e através de seu teodolito, vê imagens do passado.

“Os Lobos” (“Les Loups” | Dir. Isabelle Prim| França | 2024 | 96’)
Sinopse: No meio do século XVIII, a Besta é caçada ao redor do Château de Saint-Alban. No meio do século XX, um novo tipo de psiquiatria é inventado lá. Teatro e loucura atravessam os séculos.

“Paraíso(Dir. Ana Rieper | Brasil | 2025 | 76’)
Sinopse: Documentário de longa-metragem sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas, o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e de pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto.

“Quando o Telefone Tocou” (“Kada je Zazvonio Telefon”|Dir. Iva Radivojević|Sérvia, Estados Unidos|2024|73 min)
Sinopse: Por meio da reconstrução íntima de um telefonema importante, When The Phone Rang investiga o deslocamento e a natureza da memória. Na mente da protagonista de onze anos, a ligação apaga todo o seu país, sua história e identidade.

– “Torniquete(Dir. Ana Catarina Lugarini | Brasil | 2025 | 75’)}Sinopse: Uma família multigeracional de três mulheres enfrenta as marcas de mais uma invasão traumática, revisitando o passado, reconstruindo o futuro e curando suas feridas.

Mais de 90 produções e novos locais de exibição

Considerado um dos principais festivais dedicados à sétima arte no Brasil, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba de 2025 contará com sessões no Museu Oscar Niemeyer (MON), Cine Passeio, Cine Guarani, Teatro da Vila, Cinemateca e Ópera de Arame. A 14ª edição reúne mais de 90 produções, entre curtas e longas-metragens, entre estreias mundiais, nacionais, clássicos reapresentados na tela e produções infantis que integram as 10 mostras do evento, cada uma propondo um olhar diferente sobre os filmes apresentados e a forma de consumir cinema.

 

Serviço:
14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data: 11 a 19 de junho de 2025
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Ingressos: R$8 (meia-entrada), R$16 (inteira). Há também sessões gratuitas – consultar programação.
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
                            Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema

Crítica 2 | Pixels

Será que a vida é um grande jogo de videogame? Voltando a décadas passadas, pura nostalgia para grande parte do público, chega aos cinemas brasileiros a nova aposta do humorista Adam Sandler, Pixels. Estimado em mais de 110 milhões de dólares e dirigido pelo experiente cineasta norte-americano Chris Columbus (‘Esqueceram de Mim’), o longa-metragem é uma grande decepção do início ao fim. Personagens sem carisma, embalados ou não pelas piadas americanizadas de Sandler, um roteiro repleto de falhas, uma direção que beira somente ao razoável transforma Pixels em uma grande e intensa experiência sonolenta.

Na trama, conhecemos logo no início e ainda crianças, os nerds Brenner (Adam Sandler) e Cooper (Kevin James), o primeiro é um grande campeão dos jogos estilo arcade e o segundo seu fiel escudeiro. Os anos passam e Brenner se tornou um homem desiludido que trabalha em uma empresa de montagem de equipamento, já Cooper se tornou o todo poderoso presidente dos Estados Unidos. Durante uma invasão inusitada à Terra, Cooper precisará de todo o conhecimento de Brenner para combater um mal nunca antes visto.

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Uma característica inusitada deste blockbuster é que principalmente em seu início, o filme já veste a camisa do impossível. Partindo desta ideia o roteiro deveria pelo menos mostrar uma certa direção para a história, coisa que não acontece. O filme tenta se sustentar em diálogos repleto de improvisos, atuações bem abaixo da média, até mesmo do ótimo Peter Dinklage (Game of Thrones). Brian Cox, outro baita ator parece uma marionetes dentro de um projeto que deixa muito a desejar. Fora as atuações, a direção parece em alguns momentos meio equivocada exagerando no uso da tecnologia e esquecendo da origem da história. Tudo é muito confuso neste projeto.

Não adianta colocar o Pac-Man, disparado o melhor ‘ator’ do filme, e tentar fazer menções a clássicos do videogame das antigas se não há o mínimo de evolução na trama. É um tipo de entretenimento que até mesmo os amantes nerds podem não gostar do resultado final.

Crítica | ‘Chuzalongo’ – Terror sonolento: longa equatoriano entrega mais drama arrastado do que tensão [Bonito CineSur]

Os dois lados do milagre. Chegando com seu tom sobrenatural ao Bonito CineSur 2025, o longa-metragem equatoriano Chuzalongo apresenta para o público uma versão novelesca da lenda de uma criatura mitológica andina, num cenário ambientado no Século XIX, que se mistura com o dilema de um padre em uma região consumida por disputas políticas. Nesse recheado cenário, com um pé no universo fantástico e outro no desencontro com algum clímax, acompanhamos de interessante mesmo somente uma conturbada relação paternal entrelaçada.

Ao longo dos quase 100 minutos de projeção, acompanhamos Melalo (Wolframio Sinué), um homem que vê sua vida desmoronar após a morte de sua filha grávida, logo após o parto. Inicialmente rejeitada por ele, a criança sobrevive e, anos depois, torna-se uma figura sobrenatural que vaga pela região, precisando alimentar-se do sangue de mulheres para continuar viva. Mais adiante, o padre Nicanor (Bruno Odar) cruza seu destino com o da misteriosa criatura e se vê diante de dilemas profundos ao assumir a responsabilidade de cuidar dela.

À primeira vista, parecia que assistiríamos a um épico equatoriano — com longas tomadas de uma paisagem camponesa nos Andes e um clima crescente de vingança. Mas era apenas uma ilusão. O primeiro arco do filme se dedica a retratar o amplo contexto das disputas entre liberais e conservadores por volta de 1888, entrelaçado a dramas familiares que surgem de forma espaçada, tanto na narrativa quanto na linha temporal. O ritmo começa a se arrastar, e quando a trama finalmente vira a chave, ela encontra inesperadamente o Gore — subgênero do terror — levando o drama para outra estrada, onde os dilemas ganham abrigo no suspense.

Escrito e dirigido por Diego Ortuño, o discurso desse projeto apresenta no ponto principal compor uma atmosfera sobre o vazio existencial e as necessidades na falta de esperança, a partir do que se sabe da tal lenda. Logo, a política e a fé se misturam, com a adição de uma trilha sonora viva (que é ‘too much’ em muitos momentos) buscando de qualquer forma dar amplitude a composição dos elementos em cena.

Mesmo com certa coesão narrativa, esse longo novelão aborda os dilemas morais de forma atabalhoada — especialmente no que deveria ser o centro da trama: os conflitos dos dois lados de um dito milagre. O filme se alonga na construção de seu discurso, levanta questões, mas não as resolve de forma convincente, num clássico exemplo de narrativa que perde o fôlego antes da linha de chegada. Em resumo, Chuzalongo é mais um drama arrastado do que um terror, que falha tanto em provocar medo quanto em gerar tensão.

 

Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 40 Anos em 2021

2020 foi sem dúvidas um ano marcante. Para o mundo do cinema, entre outras coisas, foi o ano em que as adoradas produções da década de 1980 começaram a completar 40 anos de seus lançamentos nas telonas. Essa época é guardada com muito carinho pelos fãs de cinema por ter marcado toda uma geração. Foi o berço do cinema entretenimento como conhecemos hoje e justamente por isso, se tornou palco das reprises diurnas da TV aberta – o que definitivamente deu origem à cinefilia de muitos de nós. Justamente por isso, dei início à coluna “Os Maiores Sucessos do Cinema”, com os filmes mais rentáveis que completaram 40 anos e também 35 anos em 2020. Você pode conferir nos links abaixo.

Leia também: Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 40 Anos em 2020

É curioso notar a jornada de certos filmes através dos tempos. Certas produções fizeram muito sucesso em sua época de lançamento, mas terminaram seguindo para a obscuridade, ao ponto de não serem mencionadas pelas novas gerações. Já outras que passaram totalmente em branco quando estrearam nos cinemas, se tornando fracasso de bilheteria e crítica, foram redescobertas depois (algumas graças ao advento das locadoras), às vezes anos depois, vindo a adquirir status de cult, ao ponto de se popularizarem tanto que voltaram aos holofotes, algumas gerando inclusive novos produtos – vide Blade Runner, O Enigma de Outro Mundo e Tron: Uma Odisseia Eletrônica.

Leia também: Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 35 Anos em 2020

Aqui, no entanto, o foco são os filmes de 1981. E neste ano, algumas das obras que ainda mantém viva sua popularidade são Mad Max 2, Fuga de Nova York, os filmes de terror Halloween 2, Sexta-Feira 13 – Parte 2, Um Lobisomem Americano em Londres, Evil Dead, e os cult Excalibur – A Espada do Poder e Fúria de Titãs. Agora a surpresa: nenhum deles está na lista das maiores bilheterias de 40 anos atrás.

Sem mais delongas, para matar logo sua curiosidade, continuamos a homenagear esta época tão amada do cinema apresentando as produções de maior bilheteria que completam 40 anos, desta vez na dobradinha 2021/1981, para você relembrar, conhecer e comentar. Confira abaixo.

10 | As Quatro Estações

O que? Quem? Como e quando? Sim, caros leitores, é preciso lembrar que em 1981 o cinema blockbuster apenas engatinhava, e na época tínhamos apenas três representantes: Tubarão (1975), Star Wars (1977) e sua continuação, O Império Contra-Ataca (1980). Assim, outros tipos de filme eram os que faziam sucesso com o público nas salas de cinema. Podemos dizer, um estilo de cinema mais adulto. Como esta comédia dramática escrita, protagonizada e dirigida pelo ator Alan Alda. As Quatro Estações é uma incursão em tópicos da meia idade como casamento, paternidade e outras questões típicas da vida após a juventude.

Na trama, três casais viajam juntos durante todas as estações do ano: Primavera, Verão, Outono e Inverno, onde discutem com propriedade tais elementos do cotidiano. É perceptível que o longa não resistiu ao teste do tempo, no que diz respeito a sua ressonância – afinal, você já havia ouvido falar sobre ele? Apesar disso, seu prestígio na época foi grande, já que além de ser a décima maior bilheteria de seu respectivo ano, também foi indicado a quatro prêmios no Globo de Ouro: Melhor filme comédia ou musical, melhor ator e atriz para Alda e Carol Burnett respectivamente, e melhor roteiro para Alda. O filme abriu com quase US$5 milhões no fim de semana de estreia, e em sua jornada nas telonas somou um pouco mais de US$50 milhões só nos EUA.

09 | Carruagens de Fogo

Uma das coisas mais interessantes de notarmos no cinema são os filmes que caem no gosto dos críticos, quase sempre ecoando aos maiores prêmios da sétima arte, e no gosto do grande público igualmente. Desta forma a divergência que diz que os críticos só gostam de filmes “chatos” cai por terra. E esta tendência se mantém até hoje, é só olharmos para uma produção como Parasita ou Infiltrado na Klan, obras extremamente populares com os espectadores igualmente. Aqui, voltando 40 anos no passado já tínhamos isso, talvez ainda mais forte.

Carruagens de Fogo foi o grande vencedor do Oscar daquela época, com o prêmio de melhor filme do ano e mais os de melhor roteiro, figurino e trilha do icônico Vangelis (você com certeza já ouviu e a conhece mesmo que não se dê conta – é só procurar). Além disso, recebeu indicações de melhor coadjuvante (Ian Holm), diretor (Hugh Hudson) e edição. Tido como um dos melhores filmes de esporte da história, Carruagens de Fogo conta a edificante história de dois atletas corredores britânicos, um judeu e outro cristão, competindo nas Olimpíadas de 1924, no pós-Primeira Guerra Mundial. O longa, com um orçamento de US$5.5 milhões, arrecadou US$59.3 milhões mundiais.

08 | 007 – Somente para Seus Olhos

O comentário poderia ser “é claro que um filme de 007 tinha que estar entre os mais rentáveis”, mas precisamos levar em conta que em 1985 (na lista dos Maiores Sucessos de 35 anos em 2020), a última aparição de Roger Moore como 007 (em Na Mira dos Assassinos) ficou de fora do top 10 daquele ano. Aqui, temos a quinta incursão de Moore como Bond. Depois que O Foguete da Morte (1979) saiu completamente dos trilhos abraçando o nonsense e o ridículo, os produtores decidiram voltar ao tom mais sério e pé no chão.

Justamente por isso, por jogar no seguro, Somente para Seus Olhos é um dos menos memoráveis da era Roger Moore e da franquia em si. Afinal, digam o que quiserem de O Foguete da Morte (o pior da franquia), mas quem poderia esquecer de Bond no espaço com raios laser, do herói nos bondinhos do Pão de Açúcar e passando o carnaval no Rio de Janeiro? O filme foi indicado ao Oscar por sua canção tema. O 12º filme da franquia oficial 007 no cinema arrecadou mundialmente US$54.8 milhões.

07 | O Cão e a Raposa

Estamos acostumados a ter as animações da Disney sempre entre as maiores bilheterias de seus respectivos anos. Mas mesmo a Toda Poderosa empresa, que é referência no terreno das histórias edificantes miradas para toda a família, passou por uma época difícil, na qual suas produções não eram consumidas com o vigor atual pelo grande público. E esta época se chama anos 1980. A verdade é que as obras da casa andavam mal das pernas desde a década anterior, e a mudança só viria no fim da década, com A Pequena Sereia (1989), a guinada na popularidade da Disney que se mostraria um marco histórico para o estúdio. Aqui, ainda enfrentavam uma era de escuridão com O Cão e a Raposa, um filme que fala sobre a amizade de Copper e Tod, os animaizinhos do título, vindos de “lados opostos” de sua “sociedade” e cadeia alimentar, vistos como inimigos. A animação clássica fez US$63.4 milhões mundiais num orçamento de US$12 milhões.

06 | Quem Não Corre, Voa

Apesar de não ter se mantido relevante no boca a boca através das gerações, como por exemplo seu “parça” Clint Eastwood (icônico e imortal), o durão Burt Reynolds reinou nas bilheterias das décadas de 1970 e 1980. Esta é a diferença, no entanto, entre fazer sucesso e ecoar através dos tempos. E infelizmente a maioria das produções com envolvimento do astro Reynolds se tornaram datadas rapidamente, não resistindo ao teste dos anos. Seus filmes eram, por assim dizer, precursores do gênero carros em alta velocidade, vide a franquia Velozes e Furiosos. Burt Reynolds reinou em tal subgênero, tendo realizado diversos filmes que surfavam em tal onda.

Ano passado, em nossa matéria citamos Desta Vez Te Agarro (Smokey and the Bandit 2), que completou 40 anos em 2020. Agora, é a vez deste Cannonball Run (no título original) completar 40 anos em 2021. Em comum além da presença de Reynolds protagonizando, a direção de Hal Needham. Aqui, diversos personagens amalucados participam de uma corrida alucinada através dos EUA. Na tela, desfila uma verdadeira constelação, com as participações de Roger Moore (ele de novo), “a pantera” Farrah Fawcett, Dean Martin, Sammy Davis Jr., Peter Fonda, Adrienne Barbeau e, até mesmo, Jackie Chan! Quem Não Corre, Voa faturou US$72 milhões nos EUA, num orçamento de US$18 milhões.

05 | Recrutas da Pesada

Este foi o filme que fez de Bill Murray um astro da comédia mundial. Foi aqui que tudo começou e temos que agradecer a este filme por termos as grandes obras da filmografia do humorista, como Os Caça-Fantasmas (1984), a maior deles. Essa foi a primeira vez que Murray protagonizava uma comédia de grande porte de um estúdio famoso, e o resultado foi um verdadeiro sucesso, que mostrou o comediante como possibilidade de um ótimo rendimento nas bilheterias. Mas o elo com Os Caça-Fantasmas não para por aí, já que aqui temos o roteiro escrito por Harold Ramis e direção de Ivan Reitman, dupla do citado blockbuster.

Ramis igualmente participa como ator, e o elenco conta ainda com John Candy e Sean Young. Recrutas da Pesada, ou Stripes (Listras) no original, é uma mistura entre A Recruta Benjamin (lançado no ano anterior, e presente na lista das maiores bilheterias de 41 anos atrás) e Loucademia de Polícia (que claramente bebeu na fonte deste filme). Aqui, um sujeito deslocado e gozador embarca no alistamento militar, decidido a tirar muito sarro de tudo. Num orçamento de US$10 milhões, o filme fez impressionantes US$85 milhões nos EUA.

04 | Arthur – O Milionário Sedutor

Outro nome que não transcendeu bem para as gerações mais novas de cinéfilos, terminando “esquecido”, foi o do humorista inglês baixinho Dudley Moore. Mas a geração que viveu nos anos 1980 jamais o esquecerá. E este é seu papel e filme mais marcantes. Tanto que, em seu aniversário de 30 anos, Arthur ganhou um remake, estrelado pelo sumido Russell Brand, Helen Mirren e Greta Gerwig. A refilmagem falhou em ter o mesmo apelo e carisma do original, terminando apagada e lançada direto em vídeo no Brasil.

Na trama do clássico, Arthur (Moore) é um milionário fútil e inútil que passa seus dias vivendo a boa vida e bebendo muito. O sujeito termina por se apaixonar por uma mulher simples (Liza Minnelli) e descobrir as coisas que verdadeiramente importam. Arthur foi um sucesso tão grande que terminou emplacando no Oscar, sendo indicado em quatro categorias (ator para Dudley Moore e roteiro) e vencendo duas (ator coadjuvante para John Gielgud e canção original). Com um orçamento de US$7 milhões, o filme rendeu US$95.4 milhões nos EUA.

03 | Porky’s – A Casa do Amor e do Riso

E se os filmes de Burt Reynolds fizeram o molde do que teríamos no quesito “carros em alta velocidade” atualmente, Porky’s trouxe um novo renascer para as comédias adolescentes picantes, que alguns anos mais tarde veria a franquia American Pie como seu maior exemplar. Assim como os críticos da época, podemos argumentar que American Pie ao menos trazia certa doçura abaixo da camada de toda sua base de piadas escatológicas, demonstrando que pode haver consciência nestes filmes no que diz respeito ao relacionamento amoroso entre jovens e, acima de tudo, amizade.

Porky’s anda meio que na contramão, com o politicamente incorreto sendo a palavra de ordem. Assim eram os anos 1980. O filme, porém, se passa nos anos 1950, e foca num grupo de rapazes colegiais doidos para perder a virgindade, de qualquer maneira possível, mesmo que precisem apelar para prostíbulos. Daí o Porky’s do título. Essa é a comédia mais escancarada da época, mas para os tempos politicamente corretos de hoje, algumas piadas de teor mais machista e racista talvez não desçam tão redondas. Porky’s inaugurou uma franquia para a Fox e com um orçamento de US$2.5 milhões, retornou absurdos US$111.2 milhões nos EUA, se tornando um verdadeiro blockbuster para a época.

02 | Num Lago Dourado

Talvez o maior ponto fora da curva desta lista, aqui temos literalmente um filme “de velhinhos”. O mais surpreendente é que uma obra de tal teor tenha feito tanto sucesso 40 anos atrás, ao ponto de se tornar o segundo filme mais rentável de seu respectivo ano. Aqui temos protagonizando os astros Henry Fonda e Katharine Hepburn, duas verdadeiras lendas do cinema de Hollywood, já em idades bem avançadas (76 e 74 anos respectivamente). Fora isso, completando o trio de peso, Jane Fonda, filha na vida real de Henry Fonda, interpretando sua filha também no filme.

Baseada numa peça escrita por Ernest Thompson, que adapta para o roteiro do filme, o longa mostra o casal de idosos (Fonda e Hepburn) desenvolvendo um laço de afeto por um menino, filho do namorado de sua filha. Como era de se esperar, este drama extremamente popular na época, emplacou no Oscar, sendo nomeado para nada menos que 10 estatuetas – entre elas melhor filme (o qual perdeu para Carruagens de Fogo), melhor coadjuvante (Jane Fonda) e diretor (Mark Rydell). Terminou ganhando três: roteiro e para os protagonistas Henry Fonda e Katharine Hepburn. Num Lago Dourado arrecadou colossais US$119.2 milhões nos EUA – se tornando um dos filmes mais populares da década de 1980 (ao menos para os adultos).

01 | Os Caçadores da Arca Perdida

E você achava que algum outro filme poderia bater em bilheteria a primeira aventura do arqueólogo mais famoso do cinema? Indiana Jones fez tanto sucesso em sua estreia na telona, que logo entrou no imaginário coletivo como um dos heróis da sétima arte. Lembra quando eu disse que até então só haviam quatro blockbusters reais no cinema de Hollywood – filmes que ultrapassaram nos EUA a barreira dos US$200 milhões? Pois bem, aqui surgia o quinto. O nascimento de uma verdadeira lenda, Os Caçadores da Arca Perdida foi uma colaboração mais que eficiente entre os maiores nomes criativos da época: Steven Spielberg e George Lucas.

O primeiro queria dirigir um 007. O segundo o fez desistir da ideia ao criar um novo personagem num filme que seria a modernização das aventuras de matinê do passado. Lucas, por outro lado, não queria ter Harrison Ford novamente em um filme seu depois de Star Wars, e escolheu Tom Selleck, mas o contrato do ator com a série Magnum o proibiu. Spielberg convenceu o amigo e assim Ford se tornaria o astro/herói definitivo e mais emblemático da década. Ah sim, talvez nem todos saibam ou se lembrem, mas o primeiro Indiana Jones estava lá lado a lado com Carruagens de Fogo e Num Lago Dourado disputando a estatueta de melhor filme no Oscar.

Indiana Jones foi indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme e diretor para Spielberg – e saiu com 4 estatuetas debaixo do braço: melhor direção de arte, som, edição e efeitos visuais. Os Caçadores da Arca Perdida é também o único da lista que mantém sua popularidade atualmente, constando entre os 60 melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB. Com um orçamento de US$18 milhões, o filme arrecadou monstruosos US$248 milhões nos EUA, e US$389 milhões totais pelo mundo; demonstrando que era “o” filme a se ver há 40 anos atrás.

‘My Dead Ex’: Zumbi apaixonado no trailer da série; Assista!

Confira o trailer da nova série do Awesomeness TV, ‘My Dead Ex’ , cujo Piloto irá estrear esta semana no festival SXSW. Oficialmente, a série será disponibilizada para streaming no dia 20 de Março.

“My Dead Ex é a sua clássica, eles-vão-ou-não história de romance. Charley está vivendo uma vida típica de uma adolescente. Ben, o admirador não-tão-secreto da Charley, não está vivendo de forma alguma. Mas uma pequena coisa chamada morte não pode parar esses dois adolescentes de se apaixonarem. Ou talvez possa.”

Confira o trailer e o cartaz a série abaixo:

A série terá 8 episódios, e terá o ator Ryan Lee (‘Gooosebumps‘) como o protagonista. Katherine Hughes, Medalion Rahimi, Ryan Malaty e Alexa Losey também estrelam.

Brie Larson é DETONADA depois de “homenagem” à Stan Lee; Saiba mais!

Depois da morte de Stan Lee, muita comoção foi gerada na internet – com vários artistas postando homenagens especiais sobre o lendário quadrinista. Os fãs, no entanto, não viram a “homenagem” de Brie Larson com bons olhos.

A atriz postou uma foto de si mesma, com um drinque na mão, e a legenda: “Pensando em Stan. Que lenda. Descanse em paz.”

Larson foi julgada como insensível e autocêntrica, e rapidamente apagou a publicação.

Confira abaixo:

Concordam com as críticas?

‘Deu a Louca nos Monstros’ QUASE virou série de televisão; Saiba mais!

Em entrevista ao Moviefone, Fred Dekker revelou que quase desenvolveu uma série baseada no clássico ‘Deu a Louca nos Monstros‘, mas o projeto foi abandonado devido suas semelhanças com outras produções do gênero, como ‘Stranger Things‘.

“Honestamente, eu e o Shane Black fomos abordados sobre fazer uma adaptação para TV de ‘Deu a Louca nos Monstros’. Seria uma das minhas primeiras escolhas? Não. Mas sou um grande fã desse formato mais longo, e descobrir um jeito de fazer aquele filme funcionar como uma série era muito interessante para mim.”

Ele continua, “Mas, quando fomos abordados, foi logo após ‘Stranger Things’. Eu e o Shane tivemos um encontro com a Paramount. Eu disse: ‘Deixe-me ver se eu entendi – vocês querem que a gente faça uma cópia de uma cópia?’. E todos eles riram. Mas essa era basicamente a intenção. Minha ideia era mostrar como os personagens estavam depois de crescidos, mas Shane alertou que o conceito era basicamente o mesmo que ‘It: A Coisa’, de Stephen King. Então, como fã do gênero, não havia nada remotamente interessante ou novo sobre um novo filme ou série sobre ‘Deu a Louca nos Monstros’. Talvez daqui a 10 ou 15 anos. Mas, no momento, todos já estão fazendo algo parecido.”

Lançado em 1987, ‘Deu a Louca nos Monstros‘ foi um fracasso nos cinemas, arrecadando apenas US$ 3.7 milhões nos EUA. Apesar disso, com o passar dos anos, o longa ganhou status cult, construindo sua própria base de fãs.

Sophie Turner tenta sobreviver nas novas imagens da série ‘Survive’; Assista!

A série de suspense ‘Survive‘, estrelada pela Sophie Turner (‘Game of Thrones‘), ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

A série foi criada por Mark Pellington, diretor de ‘A Última Profecia‘.

Quando o avião de Jane (Turner) cai em uma montanha coberta de gelo, ela deve sair dos destroços e lutar por sua vida ao lado de Paul (Corey Hawkins), o único outro sobrevivente da colisão. Juntos, eles embarcam em uma jornada angustiante, lutando contra condições brutais e traumas pessoais.

A produção será lançada no dia 6 de abril.

‘Fuja’: Cena deletada revela segredo sobre o passado da protagonista; Assista!

O Hulu divulgou uma cena deletada do terror ‘Fuja‘, estrelado pela Sarah Paulson.

Confira:

O longa já estreou nos circuitos internacionais e fez um grande e surpreendente estrondo entre a crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 93% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 83 reviews até o momento. Segundo o consenso gerla, o filme é “solidamente atuado” e “sagazmente construído”, transformando-se em um “thriller de suspense incrível”.

Confira os principais comentários:

“Uma frágil e sórdida diversão” – Entertainment Weekly.

“Um thriller perfeitamente dinâmico, bem editado e ágil” – FilmWeek.

“Representação de pessoas com deficiência é necessária, e ‘Fuja’ faz isso do jeito certo” – The Mary Sue.

“Rápido e limpo – o filme vem, faz o que tem que fazer, e vai embora antes de conseguirmos agradecer” – The MacGuffin.

“A performance de Paulson é o que ajuda a transformar esse thriller em uma diversão distorcida” – Entertainment Voice.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando…‘.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

‘American Crime Story’: Sarah Paulson está IRRECONHECÍVEL no trailer completo da 3ª temporada; Assista!

O canal FX divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘American Crime Story‘, intitulada ‘Impeachment‘.

Confira:

A terceira temporada irá estrear no dia 7 de setembro.

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill Clinton; Beanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; e Edie Falco como Hillary Clinton.

A trama é baseada no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Tumor assassino ataca no novo trailer do terror cômico ‘Cyst’; Assista!

O terror cômico ‘Cyst‘ ganhou um novo trailer.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa é dirigido por Tyler Russell, que coescreveu o roteiro ao lado de Andy Silverman.

“A trama segue um entusiasmado cirurgião plástico que não irá parar por nada para patentear sua nova máquina removedora de cistos. O que começou como o último dia de trabalho da enfermeira Patricia (Eva Habermann), logo se torna uma batalha pela sobrevivência quando o máquina inadvertidamente transforma o tumor de um paciente em um monstro que aterroriza o prédio.”

O terror será lançado em DVD e VOD no dia 21 de junho.

Após ser cancelada pela HBO Max, ‘Minx’ é RESGATADA pelo Starz

No mês passado, a HBO Max surpreendeu a todos ao cancelar a série ‘Minx‘, revertendo sua decisão de renovar a série para a 2ª temporada.

No entanto, as gravações do segundo ciclo já haviam sido quase concluídas quando o serviço de streaming optou por cancelar a produção em uma tentativa de reduzir gastos.

A Lionsgate, então, passou a buscar um novo lar para série… E ela finalmente encontrou. O canal Starz resgatou a produção e lançará oficialmente sua 2ª temporada.

Em comunicado oficial, a criadora Ellen Rapoport declarou: “Estou muito animada em fazer parte da família Starz, e pela oportunidade de introduzir ‘Minx’ a um novo público. Nós encontramos o lar perfeito para a série. Nossos roteiristas, elenco e equipe criaram uma segunda temporada muito especial, e mal podemos esperar para que todos possam conferi-la.”

A série foi criada por Ellen Rapoport, além de servir como showrunner e produtora executiva.

Minx‘ se passa na Los Angeles dos anos 1970 e gira em torno de Joyce (Ophelia Lovibond), uma jovem feminista sincera que une forças com um editor barato (Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres.

O elenco também conta com Michael Angarano, Jessica Lowe, Oscar Montoya, Lennon Parham Idara Victor.

Matt LeBlanc compartilha tributo EMOCIONANTE ao ator Matthew Perry

Através do seu Instagram, Matt LeBlanc fez uma linda homenagem ao seu colega de elenco Matthew Perry, que faleceu recentemente aos 54 anos.

O ator se despediu do amigo, compartilhando uma mensagem emocionante.

“Matthew, é com o coração pesado que eu me despeço de você. Os tempos que tivemos juntos foram os melhores da minha vida, honestamente. Foi uma honra compartilhar o palco com você e chamá-lo de amigo. Eu sempre irei sorrir quando lembrar de você, e nunca irei esquecê-lo. Nunca. Abra sua asas e voe, irmão. Você finalmente está livre. Muito amor. E eu acho que você ficará com os 20 dólares que você me deve.”

Confira a publicação:

Perry foi encontrado inconsciente em sua jacuzzi no dia 28 de outubro, em sua casa, localizada em Pacific Palisades.

A polícia revistou a casa do ator e não encontrou nenhuma droga ilícita e o escritório legista do condado de Los Angeles ainda não determinou a causa oficial da morte, o que levou ao pedido de exames toxicológicos que devem levar pelo menos 6 semanas.

Nas redes sociais, os fãs expressaram sua tristeza após o trágico falecimento do ator, celebrando a carreira do astro.

Confira:

De acordo com o TMZ, o artista foi vítima de um aparente afogamento horas após a prática de atividade física na manhã deste sábado. O ator chegou em casa no período da manhã após jogar pickleball por cerca de duas horas, e quando seu assistente chegou ele estava afogado.

O site afirma que o ator foi encontrado na jacuzzi de sua casa, em Los Angeles, e que nenhuma droga foi encontrada no local.

Fontes afirmam que os socorristas foram chamados à casa por causa de uma parada cardíaca.

A polícia não encontrou drogas em sua casa, mas encontrou remédios antidepressivos e ansiolíticos, que exigem prescrição médica.

Além disso, foi encontrado um medicamento para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que é usado para pessoas que têm enfisema ou bronquite crônica. O ator era fumante.

Perry se tornou um enorme sucesso em Hollywood após estrelar ‘Friends‘, sitcom dos anos 90 que durou por 10 temporadas, rendendo um total de 234 episódios. Seu personagem era um dos favoritos dos fãs.

Além disso, o artista também participou de diversas outras séries no decorrer de sua carreira, incluindo ‘Boys Will Be Boys‘, ‘Growing Pains‘, ‘Silver Spoons‘, ‘Charles in Charge‘, ‘Sydney‘, ‘Barrados no Baile‘, ‘Home Free‘, ‘Ally McBeal‘, ‘The West Wing‘, ‘Scrubs‘, ‘Go On‘, ‘The Good Wife‘ e ‘The Odd Couple‘.

Ele também estrelou filmes de sucesso, como ‘Vidas Paralelas‘ (1994), ‘E Agora, Meu Amor?‘ (1997), ‘Meu Vizinho Mafioso‘ (2000), ‘A Serviço de Sara‘ (2002), ‘17 Outra Vez‘ (2009), entre outros.

Recentemente, Perry lançou o seu livro de memórias, intitulado ‘Friends, Lovers, and the Big Terrible Thing‘, onde revelou sua luta contra o vício em drogas e álcool.

Confira o logo e o primeiro TEASER da sequência ‘Toy Story 5’

A Disney divulgou o primeiro teaser da aguardada sequência ‘Toy Story 5‘ durante sua apresentação na Expo D23, revelando o logo oficial da produção.

O novo filme vai ser focado na competição dos brinquedos contra a tecnologia.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção.

A nova sequência da franquia clássica da Pixar está programada para no dia 19 de junho de 2026.

O novo filme contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).

A informação foi revelada pelo próprio Allen durante o programa The Tonight Show with Jimmy Fallon.

Em sua declaração, o astro disse que:

Bob Iger nos disse o que estava acontecendo. Na verdade, ele disse que isso [o novo filme] iria acontecer. Eles entraram em contato com Tom Hanks e eu para voltarmos a dublar. Mas eles nem estão falando muito sobre isso.”

Ele continuou:

“Sabe? Você se pergunta se quatro [filmes] eram demais. Então, cinco vai ser demais? Boatos dizem que o roteirista que está nesta missão escreveu um dos melhores roteiros do estúdio, ele disse: ‘Se eu não acertasse, eu não o faria’.”

Confira:

Há alguns meses, o site The DisInsider apresentou alguns rumores do que podemos esperar da sequência.

Além disso, alguns detalhes da trama foram discriminados: o Sr. e a Sra. Cabeça de Batata irão retornar. Entretanto, como os dubladores Don RicklesEstelle Harris faleceram nos últimos anos, ambos os personagens serão reelencados para a nova sequência. Além disso, Andy irá retornar como adulta, com sua família sendo parte importante da trama; e Randy Newman deve reprisar seu papel como compositor.

Além disso, o diretor criativo da Pixar, Pete Docter, confirmou à Variety que o filme terá o retorno de Woody e Buzz Lightyear.

“Temos outro Toy Story a caminho, então Woody e Buzz vão voltar”, afirmou. 

Por enquanto, ainda não há maiores detalhes sobre a sequência, como uma previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que todos os filmes da franquia estão disponíveis na Disney+!

Confira as primeiras imagens de ‘A Longa Marcha’, adaptação do romance de Stephen King

O site Vanity Fair divulgou as primeiras imagens oficiais da adaptação ‘A Longa Marcha‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O longa está programado para chegar aos cinemas nacionais no dia 11 de setembro – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

Na trama…

“Em um percurso anual que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir o ritmo nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.”

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

‘A Empregada’: Suspense com Amanda Seyfried ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O suspense ‘A Empregada‘, estrelado por Amanda SeyfriedSydney Sweeney, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de oito vezes do valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 35 milhões.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 120.6 milhões. Internacionalmente, foram US$ 189.1 milhões através de 66 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 309.7 milhões.

Com o sucesso, a Lionsgate já deu sinal verde para a sequência do suspense, que será baseada no segundo livro da saga literária de Freida McFadden.

Crítica | Amanda Seyfried e Sydney Sweeney brilham na DELICIOSA e despojada adaptação de ‘A Empregada’

Na trama, Sweeney interpreta Millie, uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios e se envolve em uma artimanha que pode colocar sua vida em grande risco.

A Empregada‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

O romance original está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

‘Apostle’: Michael Sheen e Dan Stevens vão estrelar drama sobre seita religiosa

Michael Sheen e Dan Stevens vão estrelar um drama sobre uma seita religiosa, intitulado ‘Apostle’. Dirigido por Gareth Evans, a produção também conta com Lucy Boynton, Bill Millner e Kristine Froseth no elenco.

A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante. Os demais papéis interpretados pelo elenco ainda não foram divulgados.

A Netflix comprou os direitos de distribuição e a expectativa é que ‘Apostle’ seja lançado em alguns cinemas e logo já esteja disponível em sua plataforma de streaming. As filmagens da produção começam em abril.

Sterling K. Brown é o primeiro negro a vencer o SAG Awards de Melhor Ator

O ator Sterling K. Brown fez história na noite deste último domingo (21). O astro, que interpreta Randall na aclamada série ‘This is Us’, foi o primeiro negro a conquistar o SAG Awards de Melhor Ator em Série Dramática.

A produção do canal Fox ainda levou a estatueta por Melhor Série Dramática, contrariando as expectativas de que ‘The Handmaid’s Tale’ levaria.

Em seu discurso de aceitação, Brown agradeceu o reconhecimento pelo seu trabalho, afirmando que é uma honra poder fazer aquilo que ama como trabalho. Ele ainda encorajou os colegas a não procurarem a fama ou dinheiro, pontuando que nenhuma delas o sustentará.

Encerrando suas palavras, Sterling incentivou todos a buscarem o genuíno amor.

Confira seu discurso na íntegra:

‘Três Anúncios para um Crime’ vence o SAG Awards 2018

‘Mrs. America’: Cate Blanchett vai estrelar série do FX sobre igualdade de gênero

A vencedora do Oscar, Cate Blanchett, vai estrelar a mais nova minissérie do canal FX, intitulada ‘Mrs. America‘. A revelação foi feita pelo portal JoBlo.

Segundo a publicação, a produção terá nove episódios que relatarão o movimento para ratificar a emenda de Direitos Iguais.

A minissérie é de autoria do vencedor do Emmy Award, Dahvi Waller (‘Mad Men‘ e ‘Desperate Housewives‘), que será o showrunner e o produtor-executivo do projeto, ao lado de Blanchett, Stacey Sher e Coco Francini.

Confira a sinopse oficial:

“‘Mrs. America‘ conta a história verdadeira do movimento para a ratificação da Emenda dos Direitos Iguais e a revolta sofrida por parte de uma mulher conservadora, chamada Phyllis Schlafly (Blanchett). Pelos olhos das mulheres daquela era – tanto Schlafly, bem como as feministas da segunda onda, Gloria Steinem, Betty Friedan, Shirley Chisholm, Bella Abzug e Jill Ruckelshaus -, a série explora um dos mais duros campos de batalha na cultura de guerras dos anos 70, que ajudaram a originar a Majoritária Moral e que mudaram, para sempre, a paisagem da nossa política”.

 

 

‘Falcão e Soldado Invernal’: HQ será lançada antes da série

A dupla ‘Falcão e Soldado Invernal‘ não vai apenas ganhar sua própria série de TV do Disney+. A Marvel Comics oficializou o lançamento de uma série de HQs baseadas na narrativa dos personagens.

O primeiro volume dos quadrinhos homônimos chega às lojas em fevereiro de 2020 e a série vai contar com apenas cinco edições no total.

Na trama, Sam Wilson e Bucky Barnes vão se unir para que juntos possam sobreviver e evitar um gigantesco ataque por parte da Hydra.

E enquanto na série original da Disney há a expectativa de que o Falcão se transforme no novo Capitão América, é importante salientar que nos quadrinhos, tanto Sam como Bucky, já ocuparam – oficialmente – o lugar do herói (logo após a morte de Steve Rogers e também quando ele passou seu escudo adiante para o Sam). E a contar pela descrição da nova HQ, essa responsabilidade compartilhada talvez seja um dos motivos que uniu ambos os personagens.

Confira a capa da HQ, desenvolvida por Dan Mora:

Confira a sinopse oficial dos quadrinhos:

“Um escritório de agentes do governo mortos. Um novo assassino talentoso. Dois ex Capitão América… Quando uma dramática tentativa contra a vida de Bucky Barnes o reúne com Sam Wilson, os dois velhos amigos mergulharão de cabeça em uma corrida para descobrir o novo líder da Hydra, antes que um ataque em massa anuncie o ressurgimento do grupo terrorista para o mundo. O tempo está passando…”

Falcão e Soldado Invernal‘ foi escrita por Derek Landy e conta com os desenhos de Federico Vicentini.

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Mulher-Hulk’: Nova série do Disney+ ganha título oficial de produção

A plataforma Disney+ está se preparando para iniciar os trabalhos da sua nova série original do MCU, ‘Mulher-Hulk‘, nos próximos meses.

E o projeto já ganhou um título oficial de produção. Segundo o portal Production Weekly, a série irá operar sob o título de trabalho ‘Libra’. O nome em questão possui uma ligação direta à narrativa da personagem Jennifer Walters.

Para os que desconhecem, libra é um signo do zodíaco tradicionalmente marcado por um par de escalas, o mesmo símbolo que é associado ao universo da advocacia. Na trama de ‘Mulher-Hulk’, a protagonista Jennifer divide o seu tempo como um advogada e uma super-heroína.

Vale lembrar que a série ainda segue sem anunciar a atriz que assumirá o papel homônimo. Recentemente, Tatiana Maslany (‘Orphan Black‘) havia sido revelada como a protagonista, mas tudo não passou de um erro de comunicação, conforme pontuado por ela mesma em uma entrevista ao The Sudbury Star.

Para quem não conhece, a advogada Jennifer Walters é prima de Bruce Banner e recebe uma transfusão de sangue do Hulk depois de ficar entre a vida e a morte ao ser baleada por bandidos. Por conta disso, ela acaba sofrendo uma transformação, tornando-se a Mulher-Hulk. Diferente do primo, ela consegue manter o controle de sua mente, mas sua aparência humana desaparece permanentemente.

Ao longo dos anos, ela se tronou uma heroína muito respeitada e já fez parte dos ‘Vingadores‘, ‘Defensores‘ e até mesmo do ‘Quarteto-Fantástico‘.

Criada por Stan Lee e John Buscema, ela foi introduzida nas HQ’s da Marvel em ‘The Savage She-Hulk’ #1, publicada em 1980.

Segundo novas reportagens do site The Direct, a produção deve começar a ser rodada em fevereiro de 2021. As gravações estão agendadas para ocorrer em Atlanta, Geórgia, onde diversas produções recentes da Marvel Studios e da Casa Mouse foram feitas.

Kat Coiro (‘Disque Amiga para Matar’; ‘Broklyn 99‘) vai dirigir os episódios da série. Seus outros créditos também incluem ‘Shameless’, ‘Modern Family’, e ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’. Além de dirigir, a cineasta também vai atuar como produtora executiva da atração, que ainda não tem previsão de estreia.

Jessica Gao coordena o time de roteiristas.

‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’: Aclamada adaptação será REMOVIDA da Netflix em breve; Saiba quando!

A aclamada adaptação ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘ será removida da Netflix em breve. A produção deixará a grade de programação no próximo dia 22 de novembro.

Scott Pilgrim (Michael Cera) tem 23 anos, integra uma banda de colégio, vive trocando de emprego e tem um namoro firme. Sua vida está maravilhosa, até conhecer Ramona V. Flowers (Mary Elizabeth Winestead). Ele logo se apaixona perdidamente por ela, só que não será fácil conquistar seu amor. Para tanto ele precisa enfrentar os sete ex-namorados dela, que estão dispostos a tudo para impedir sua felicidade com outra pessoa.

Lançado em 2010, ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’ é uma adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e publicados a partir de 2004.

Chris Evans, Kieran Culkin, Alison Pill, Johnny Simmons, Jason Schwartzman e Anna Kendrick completam o elenco.

Fracasso de bilheterias na época de seu lançamento, o longa se tornou um ícone da cultura POP ao longa dos anos, sendo hoje um cult contemporâneo.

Edgar Wright assina a direção do longa, além de ter escrito o roteiro ao lado de Michael Bacall.

Confira o trailer:

Da BBC ao Sertão: A jornada emocionante de Carla Di Bonito rumo ao cinema — e ao coração de quem assiste

Trocar a estabilidade de um cargo na BBC por um sonho incerto no cinema independente não é uma decisão comum — mas Carla Di Bonito nunca foi uma mulher comum. Nordestina, radicada na Europa e mãe solo, ela vem conquistando o mundo com uma história marcada por superação, luto e resistência feminina — tanto dentro quanto fora das telas.

Seu curta-metragem Luzinete, feito durante a graduação em cinema no Reino Unido, já coleciona mais de 220 prêmios em 44 países, incluindo reconhecimentos no BFI e em festivais de peso mundo afora. Mas o que há por trás dessa obra comovente vai muito além dos troféus.

Bastidores das gravações do curta “Luzinete” – rodado em Londres

“Eu fui calada durante muitos anos. Mas a minha voz é muito maior. E ela não é só minha, é a voz de toda mulher nordestina e brasileira que já sofreu, que já foi silenciada.”

Foi esse impulso visceral que levou Carla a escrever e dirigir o curta inspirado na morte de sua irmã — um processo que ela descreve como catártico e transformador. A ideia surgiu durante um exercício de roteiro sem diálogos, em plena pandemia. O resultado? Um filme cru, sensível e potente que retrata, com olhar afiado, os últimos momentos de uma mulher abandonada, sozinha e invisibilizada.

Luzinete é só o começo. Agora, Carla se prepara para dirigir seu primeiro longa, Nossos Caminhos, onde a história se expande, entrelaçando a trajetória de sua irmã com a dela mesma — e de tantas outras mulheres brasileiras.

Quando coragem vira direção

 

Antes de mergulhar de vez no audiovisual, Carla trilhou uma carreira sólida como jornalista na BBC. “Jornalistas do mundo todo sonham com uma vaga lá”, comenta. Mas o chamado da arte falou mais alto. “Foi uma decisão lenta e dolorosa. Eu duvidava de mim, como muitas mulheres fazem.”

A transição de profissão aconteceu já na vida adulta, após cuidar da mãe com Alzheimer, adotar uma criança e viver muitas vidas dentro de uma só. Aos quase 60 anos, ela encara com tranquilidade os olhares enviesados da indústria para “novos talentos” mais velhos. “Experiência de vida conta — e muito — na hora de contar uma boa história”, diz.

Um filme sobre mulheres, feito por mulheres

Carla Di Bonito e elenco de “Nossos Caminhos”

Outro destaque do trabalho de Carla é o protagonismo feminino nos bastidores. Desde a roteirista à primeira assistente de direção, passando pela produção executiva e elenco principal — tudo é tocado majoritariamente por mulheres.

“Eu não fiz isso por moda. Fiz porque era necessário. É um filme sobre mulheres fortes, então quem melhor para contar essa história do que outras mulheres?”

No elenco, nomes como Marcélia Cartaxo, Hermila Guedes e Dani Gondim dão vida a personagens que representam diferentes faces do feminino: da santa à pecadora, da mãe à filha. E, claro, a própria história de Carla também pulsa forte na narrativa.

Luto, raízes e pertencimento

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O luto é o fio condutor de Luzinete e, agora, também do longa Nossos Caminhos. Carla descobriu a morte da irmã à distância, morando fora do Brasil, e usou o cinema como forma de processar essa ausência — e se reconectar com suas origens.

“Eu sou filha do cangaço, neta de índio, tenho sangue negro e europeu. Tudo isso está no filme”, resume. Para compor o roteiro do longa, ela voltou ao Brasil e mergulhou em entrevistas com pessoas próximas à irmã, revirando memórias e dores adormecidas. “A ideia é que quem assista veja a si mesmo ali. Porque essa é uma história universal: é sobre luto, pertencimento, superação.”

Um sonho coletivo

Nossos Caminhos

Mesmo com a repercussão internacional do curta, Carla ainda busca apoio para viabilizar o longa — seja por meio de coproduções no Brasil, editais europeus ou iniciativas independentes. A produtora é sediada em Londres, mas o coração da narrativa está no sertão nordestino.

“Eu quero que esse filme mostre que não importa de onde você veio, quantos obstáculos existam: se você tem um sonho, você pode. Só precisa correr atrás. Eu não tinha nada. Mas eu fui buscar.”

E é justamente por isso que a trajetória de Carla Di Bonito emociona tanto: ela é, antes de tudo, sobre resistência. E sobre como contar histórias pode ser, ao mesmo tempo, um ato social, artístico — e profundamente humano.

‘A Assombração da Casa da Colina’: Livro que será adaptado pela Netflix será lançado no Brasil

Os fãs de terror já podem comemorar. A editora Suma de Letras anunciou que vai relançar o clássico ‘A Assombração na Casa da Colina’ no Brasil em 2018. O livro, escrito por Shirley Jackson, já deu origem a filmes como ‘A Casa Maldita’, de 1963; e ‘A Casa Amaldiçoada’, de 1999.

O livro também será adaptado para uma série de TV produzida pela Netflix, também prevista para lançar em 2018. Com Lulu Wilson (de ‘Ouija: A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), Violet McGraw e Mckenna Grace no elenco.

Carla Gugino, de ‘Watchmen‘e ‘Sin City‘, vai protagonizar a série.

O projeto é descrito como uma ‘reimaginação’ da obra de Shirley Jackson, publicada em 1959 e sua primeira temporada terá 10 episódios.

A trama acompanha quatro pessoas vivendo em uma antiga mansão mal-assombrada, existente há 80 anos.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

‘A Garota na Teia de Aranha’ ganhará primeiro trailer amanhã; Confira o teaser!

A Sony Pictures anunciou no seu Twitter que o primeiro trailer de ‘A Garota na Teia de Aranha’ será divulgado amanhã (7). Assista o teaser:

No filme, Claire Foy pega o manto de Lisbeth Salander após Noomi Rapace e Rooney Mara. Fede Alvarez, que dirigiu ‘O Homem nas Trevas‘, comanda.

“A personagem de Lisbeth é verdadeiramente icônica … ela é uma sobrevivente”, disse Foy .

Sequência da série Millenium, o filme é uma adaptação do best-seller escrito por David Lagercrantz.

O elenco da produção também conta com Stephen Merchant, além da a atriz norueguesa Synnøve Macody.

A estreia acontece dia 9 de outubro.

 Sylvia Hoeks (Blade Runner 2049) também foi confirmada e vive a irmã gêmea de Salander, e Claes Bang (The Square) é o vilão. É uma pena que a refilmagem norte-americana de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’ (2011), de David Fincher, não tenha dado certo. Embora ainda não tenhamos superado, é hora de encarar que vem um novo filme por aí, sem Fincher, Rooney Mara e Daniel Craig.

‘The Batman’, ‘Coringa’… Estamos prontos para o DC Black?

O primeiro trailer de The Batman, dirigido por Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson, acabou de ser lançado oficialmente no DC FanDome e já é um sucesso absoluto. O público está surtando com a nova versão dark e pé no chão do Cavaleiro das Trevas, e mal pode esperar para que este filme chegue aos cinemas.

No entanto, reparando no trailer, nota-se algo familiar. A paleta de cores utilizada é mais sóbria, dando um ar quase retrô. No último ano, a DC parou o mundo com Coringa. Dirigido por Todd Phillips, o filme trouxe Joaquin Phoenix no papel do Palhaço de Gotham para contar sua história de origem. Influenciado – demasiadamente – pelas obras de Martin Scorsese, o diretor trouxe o vilão para uma Gotham corrupta, sóbria e à beira de um colapso social. Abordando tudo de forma bem pé no chão e se compromissando com uma trama realista, o filme usou e abusou dessa paleta de cores mais sóbria.

Na época em que Coringa chegou aos cinemas, foi noticiado que a DC tinha pretensões de iniciar o DC Black, um selo mais realista e sombrio, voltado para filmes com uma pegada mais autoral. Com o sucesso estrondoso de Coringa e com o público começando a bolar teorias de como o palhaço poderia participar de outros filmes da DC, o assunto DC Black perdeu os holofotes.

No entanto, com a chegada de The Batman e toda essa trama de história de detetive e de um Batman aprendendo a ser o Batman – E com a série sobre o Departamento de Polícia de Gotham já em produção – é muito condizente com o que o selo DC Black pretendia entregar. Em um outro painel do DC FanDome, Walter Hamada, Presidente de Produção da DC, explicou que há sim a possibilidade de mais filmes desconectados do Universo DC nos Cinemas: “A possibilidade existe. Realmente se resume a gostar [da ideia], que nosso foco são ótimas histórias e, portanto, se encontrarmos um cineasta com uma história interessante que não funciona dentro de nossa linha do tempo existente e funcionaria como um outro mundo, definitivamente explorá-lo. Então, sim, a resposta é sim, haverá oportunidades.”, disse Hamada.

No momento, muitos fãs já estão especulando se o Coringa de Joaquin Phoenix encontrará o Batman de Robert Pattinson. Eu acredito que não, principalmente porque o trailer lançado hoje mostra a Mulher Gato (Zoe Kravitz), o Charada (Paul Dano) e o Pinguim. Além desse vasto universo de vilões começando a ser explorado, a própria personalidade iniciante do Batman, agindo de forma violenta e aprendendo a ser um grande detetive já rende uma série de filmes com muito a explorar. Não vejo, no momento, a necessidade da entrada do Coringa. Mas é aquela história, a estética é bem similar e não para ignorar sucessos de crítica e bilheteria. E com todo esse potencial de material a ser explorado, é bem difícil acreditar que o DC Black não vá se consolidar com facilidade.

Você gostaria de ver o Batman e o Coringa se encontrando nos cinemas nessa versão realista?

Se eles vão adotar o selo DC Black ou não, no momento, pouco importa. Fato é que esse universo alternativo de histórias isoladas do Universo Compartilhado DC já começou. E será LINDO vê-lo se expandir nos próximos anos!

Confira o trailer oficial de The Batman!

Crítica | Armas em Jogo – Daniel Radcliffe INSANO em Filme Estilo Videogame

Você já se sentiu uma pessoa comum, extremamente comum, tão comum que parece não ter nenhum atrativo que chame a atenção de seu chefe ou da sua ex? É assim que Miles (Daniel Radcliffe) se sente, trabalhando numa empresa de joguinho fofinho na internet. Certa noite, após um dia difícil no trabalho, Miles decide entrar no game do momento e, sob a proteção do anonimato da internet, começa a destilar diversos comentários acusatórios e críticas aos seguidores do jogo Skizm – uma espécie de ‘Uma Noite de Crime’ da vida real, exceto que no game dois players da sociedade são escolhidos pelo dono do app e essas duas pessoas precisam matar a outra para poder sobreviver. Simples assim. Miles começa a criticar os espectadores do reality underground, só que o dono, Riktor (Ned Dennehy), descobre seu IP e, no dia seguinte, seus capangas invadem a casa de Miles, costuram duas armas em suas mãos e lhe dão uma missão: se quiser sobreviver, terá que matar Nix (Samara Weaving), uma jovem completamente descontrolada e melhor jogadora da parada.

O conceito de ‘Armas em Jogo’ é meio fraquinho, mas não é isso que importa no longa, e sim sua grande produção regada de boas doses de non sense. Com efeitos visuais e especiais tal qual os games mais famosos do mundo, os fãs desse tipo de entretenimento vão se sentir num verdadeiro ‘Call of Duty’, com tiro, porrada e bomba para todos os lados. Soma-se a isso uma trilha sonora maneiríssima, que entra nos momentos certos e embalam diretamente o que está rolando na trama. Por fim, acrescente uma belíssima edição, que acelera a cena nos momentos certos, para em outras diminuir o ritmo, junto com um picote essencial que ajuda a focar no que realmente importa: as cenas de ação dentro de uma ambientação gamer.

Jason Lei Howden ficou responsável tanto pelo roteiro quanto pela edição, e parece ter se dedicado mais à essa segunda função. Mas esse é um filme estilo sessão de meia-noite de festival de cinema, então, o que importa mais é a roupagem geek que remete a sucessos como ‘Scott Pilgrim’ e ‘The Umbrella Academy’ e personagens que vão enlouquecendo num crescente, como Nix, uma jovem psicopata sem filtro bem pior que a Arlequina e, bom, o próprio Miles, sujeito ordinário que contrasta tão ridiculamente nesse contexto. Quer dizer, quando você imaginou que iria ver Daniel Radcliffe correr de cueca pelas ruas com armas em mãos e pantufas fofinhas nos pés?

Ainda que levando tudo isso em consideração, o roteiro de Jason Lei Howden parte da rotina comum de Miles para transformá-lo no super-herói justiceiro que precisa se tornar herói na sua jornada, aumentando o nível de adrenalina em jogo à medida que a ficha vai caindo pro seu protagonista. Os plot twist são meio bobos e há boas doses de bobeirol, que o espectador deve deixar de lado para melhor aproveitamento do filme pois, no final das contas, ‘Armas em Jogo’ é tão tosco e absurdo, que diverte.

‘Krypton’: Ator diz que Lobo é uma mistura de Coringa com Wolverine

Lobo fará sua primeira aparição na 2ª temporada de ‘Krypton‘. Enquanto a série ainda não chega, muita gente aguarda para ver como o vilão será retratado na série.

Oferecendo mais detalhes do personagem, o ator protagonista Cameron Cuffe falou mais do personagem no Twitter. Na postagem, escreveu:

“Imagine se o Coringa e o Wolverine tivessem tido um filho, e eles tivessem criado esse filho utilizando a dieta do Venom, ouvindo muito Metal e com muito assassinato. Esse é o Lobo”.”

Confira:


O personagem será interpretado por Emmett J. Scanlan.

A série é uma prequel para a conhecida história de origem do ‘Superman‘. A criação é de David Goyer (‘O Homem de Aço‘).

A trama, que se passa duas gerações antes da destruição do planeta natal de Superman, segue Seg-El (Cameron Cuffe), o lendário avô do Homem de Aço e cuja casa de foi condenada ao ostracismo e envergonhada. Com a liderança de Krypton em desordem, Seg-El encontra o viajante terrestre Adam Strange (Shaun Sipos), que adverte que está prestes a salvar seu mundo amado do caos. Lutando para redimir a honra de sua família e proteger os que ama, Seg também enfrenta um conflito de vida e morte: Salvar seu planeta natal ou deixá-lo ser destruído para restaurar o destino de seu futuro neto.

Blake Ritson, Paula Malcomson, Ian McElhinney, Elliot Cowan, Ann Ogbomo, Wallis Day e Aaron Pierre completam o elenco.

Lulu Wang dirigirá a ficção científica ‘Filhos do Novo Mundo’

Lulu Wang, conhecida por seu filme ‘The Farewell’, irá dirigir o novo longa-metragem de ficção científica intitulado ‘Children of the New World’ (‘Filhos do Novo Mundo’, em tradução livre). As informações são da Variety.

Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. O que se sabe, porém, é que a história é baseada na coleção de contos de Alexander Weinstein.

Big Beach e a Votiv ficam encarregados da distribuição em território internacional. Dani Melia e Peter Saraf entram como produtores executivos.

Wang ganhou considerável aclame pela crítica especializada após dirigir o drama ‘The Farewell’:

Quando a família de uma doce senhora descobre que ela possui apenas mais algumas semanas de vida, eles decidem não informá-la a respeito do diagnóstico. Em vez disso, seus filhos e netos tentam arranjar um casamento de última hora para que todos os parentes mais distantes possam vê-la por uma última vez sem que ninguém saiba o que está acontecendo de verdade.

O elenco é formado por AwkwafinaTzi MaGil Perez-AbrahamJim Liu. O drama deve ser lançado ainda neste ano no Brasil.

Enquanto isso, ‘Children of the New World’ não tem data de estreia definida.

‘The Night Clerk’: Drama com Tye Sheridan ganha trailer oficial; Confira!

O drama criminal ‘The Night Clerk’, estrelado por Tye Sheridan, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Michael Cristofer.

Durante seu turno, um jovem recepcionista presencia um assassinato em um dos quartos do hotel, mas suas ações suspeitas o colocam no topo da lista de suspeitos.

Tye Sheridan, Ana de Armas, John Leguizamo, Helen Hunt, Johnahton Schaech e Jacque Gray fazem parte do elenco.

O filme estreia em 20 de fevereiro nos Estados Unidos.

‘Halloween Kills’: Primeiro trailer deve sair em breve, diz Jason Blum

Em entrevista à Entertainment Weekly, o produtor Jason Blum revelou alguns detalhes sobre a aguardada continuação ‘Halloween Kills’ – inclusive quando os fãs podem esperar o primeiro trailer.

“Tentaremos divulgar o trailer e tentar lançar o filme antes do fim do ano. É isso o que esperamos, sonhamos, planejamos. Vamos ver”, ele disse. “Se você gostou do anterior, vai gostar deste, isso eu garanto”.

A estreia da continuação está marcada para o dia 15 de outubro.

Em uma recente entrevista ao Movie Web, o corroteirista Scott Teems afirmou que a continuação do filme de 2018 será “maior e mais perturbadora”:

“A sequência será como o primeiro, mas bem mais frenética. Eu não posso dar detalhes, mas eu estou muito animado. Eu vi o primeiro corte do longa há algumas semanas e sou um pouco tendencioso, mas meu instinto diz que as pessoas que gostaram do último filme ficarão muito empolgadas com esse.”

Ele completa, “É como uma versão maior, mais perturbadora e maldosa do primeiro filme.”

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.