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Netflix interrompe TODAS as suas produções e aquisições na Rússia

A Netflix anunciou que não vai mais produzir qualquer série ou filme na Rússia, bem como não vai comprar qualquer produção vinculada ao país.

A proibição e paralização da produção da Netflix inclui ‘Anna K‘, que seria estrelado por Svetlana Khodchenkova em uma releitura moderna do romance clássico de Tolstoi, ‘Anna Karenina‘. Outras séries impactadas incluem uma série de detetive original russa chamada ‘Zato‘, mas não outra série sem nome, que está a um dia de ser concluída.

O povo russo, no entanto, poderia esperar mais pela quarta temporada da série original da Netflix, ‘Stranger Things‘, ou pelo próximo filme original da Netflix, ‘Rescued by Ruby‘, estrelado por Grant Gustin como um policial estadual que aspira se juntar a uma busca K-9. & equipe de resgate e acaba sendo resgatado por um cachorro.

Em 24 de fevereiro de 2022, a Rússia invadiu a Ucrânia na tentativa de recuperar o ex-membro do bloco soviético como território. A reação da comunidade internacional foi rápida, com a Suíça prometendo que seus bancos congelariam os ativos russos.

O presidente Joe Biden condenando o russo Vladimir Putin em seu discurso sobre o Estado da União e países europeus se juntando aos Estados Unidos na imposição de sanções econômicas.

Ator de ‘Lucifer’ estrelará nova série de bombeiros da CBS

De acordo com o Deadline, Kevin Alejandro (‘Lucifer’) irá estrelar a série sobre bombeiros ‘Cal Fire‘, que está sendo desenvolvida pela CBS.

Billy Burke (‘Maid’) e Max Thieriot (‘Bates Motel’) também irão protagonizar o projeto.

A produção é inspirada pelas experiências de Thieriot ao crescer no Norte da Califórnia, e é baseada em uma ideia original do ator – que também é responsável pelo roteiro ao lado de Tony Phelan e Joan Rater.

Na trama…

Buscando redenção após um tempo na prisão, Bode Donovan (Thieriot) se junta a um programa de bombeiros que o faz retornar a sua pequena cidade natal. Lá, ele e outros ex-condenados irão trabalhar ao lado de bombeiros de elite para apagar incêndios perigosos através da região.

Thieriot, Phelan e Rater servirão como produtores executivos ao lado de Jerry Bruckheimer, Jonathan Littman e KristieAnne Reed.

Novas informações serão divulgadas em breve.

‘Good Omens’: Filmagens da 2ª temporada já foram finalizadas!

Através do seu Twitter, o showrunner Douglas Mackinnon revelou que as filmagens da 2ª temporada de ‘Good Omens‘ já foram finalizadas.

Além disso, Mackinnon divulgou uma imagem dos bastidores do novo ciclo.

Confira:

Gloria Obianyo, Liz Carr, Jon Hamm, Doon Mckichan e Quelin Sepulveda também foram confirmados no vindouro ciclo como os anjos Uriel, Saragael, Gabriel, Michael e Muriel, respectivamente.

Shelley Conn também se junta ao elenco como uma “peça chave do Inferno”, conforme revelou a plataforma de streaming.

Paul AdeyefaMichael McKean, Miranda RichardsonMaggie ServiceReece Shearsmith e Nina Sosanya também fazem parte do elenco do próximo ciclo.

A segunda temporada do drama de fantasia humorístico terá seis episódios, que ainda não possuem data de estreia na plataforma.

A nova temporada irá explorar histórias que vão além do material de origem para iluminar a amizade misteriosa entre Aziraphale, um anjo exigente e negociante de livros raros, e o demônio de vida agitada Crowley. Tendo estado na Terra desde o início e com o Apocalipse frustrado, Aziraphale e Crowley estão voltando a viver facilmente entre os mortais no distrito de Soho, em Londres, quando um mensageiro inesperado apresenta um mistério surpreendente.

Gaiman continua como produtor executivo e será co-showrunner. Ele diz:

“Já se passaram trinta e um anos desde que ‘Good Omens‘ foi publicado, o que significa que se passaram trinta e dois anos desde que Terry Pratchett e eu deitamos em nossas respectivas camas em um quarto de hotel em Seattle em uma World Fantasy Convention e planejamos a sequência. Eu tive que usar pedaços da sequência de Good Omens – é de onde nossos anjos vieram. Terry não está mais aqui, mas quando ele estava, conversamos sobre o que queríamos fazer com ‘Good Omens’ e para onde a história iria seguir. E agora, graças aos estúdios da BBC e à Amazon, posso levá-lo para lá. Eu alistei alguns colaboradores maravilhosos, e John Finnemore veio a bordo para carregar a tocha comigo. Há tantas perguntas que as pessoas fizeram sobre o que aconteceu a seguir (e também, o que aconteceu antes) ao nosso anjo e demônio favoritos. Aqui estão as respostas que você esperava. Estamos de volta ao Soho, e por todo o tempo e espaço, resolvendo um mistério, que começa com um anjo vagando pelo Soho, sem memória”.

Lembrando que primeira temporada de ‘Good Omens‘ já está disponível na Amazon Prime.

‘O Massacre da Serra Elétrica’ é o 3º filme mais POPULAR da semana na Netflix

A Netflix compartilhou que o terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ resultou em um grande sucesso durante sua primeira semana, tornando-se o terceiro filme mais popular do serviço de streaming globalmente.

O longa foi assistido por 46.620.000 horas durante os sete primeiros dias, ficando atrás apenas de ‘O Golpista do Tinder‘ e ‘Madea: O Retorno‘. Além disso, a produção permaneceu no TOP 10 do serviço de streaming em 87 países durante a primeira semana.

Anteriormente, o diretor David Blue Garcia havia revelado que já tem “ideias incríveis” para uma possível sequência do terror.

“Eu tenho pensado muito sobre o que aconteceria em uma sequência dessa história ou outro conto desse universo. Eu tenho algumas ideias incríveis que eu adoraria compartilhar com a produtora Legendary se ela quiser desenvolver um novo filme. Também há coisas que eu gostaria de ter feito nesse filme, e queria de ter a oportunidade de trazê-las para a continuação.”

Ele completa, “E, claro, há aquele gancho [para uma sequência] na cena pós-créditos do filme, então definitivamente há um futuro para ser explorado.”

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘Skeletons in the Closet’: Udo Kier se junta ao elenco do novo terror sobre a Llorona

De acordo com o Deadline, Udo Kier (‘Hunters’) entrou para o elenco do terror sobrenatural ‘Skeletons in the Closet‘, que terá como vilã a lendária Llorona.

Além disso, o site afirma que Asif Akbar assumirá a direção no lugar de Lance Kawas, que abandonou o projeto por causa de “diferenças criativas”.

O elenco ainda contará com Cuba Gooding Jr., Terrence Howard, Clifton Powell, Valery M. Ortiz, Sally Kirkland e Louis Mandylor.

A trama gira em torno do espírito da Llorona concedendo um pedido dos pais de uma criança ao curá-la de seu câncer. Ao salvar a criança, a mãe sofre as consequências ao perder seu marido e se torna mais malvada até que ela jura lealdade à Llorona. O pai (Howard) entra no caminho da autodestruição depois de pedir dinheiro emprestado a um mafioso implacável para pagar as contas do hospital de sua filha.

O roteiro foi escrito por Koji Steven SakaiJoshua A. Cohen, a partir de uma história de Al Bravo.

As filmagens irão começar essa semana, em Las Vegas.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Assassinos mascarados caçam turistas no trailer do terror ‘Veneciafrenia’; Confira!

O terror ‘Veneciafrenia‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por Álex de la Iglesia, o longa faz parte da saga antológica ‘The Fear Collection‘.

Na natureza existe uma ligação indissolúvel entre a beleza e a morte. O ser humano, devedor de seu ambiente, imita o que observa. Como mosquitos atraídos pelo farol mais brilhante, os turistas estão apagando a luz na cidade mais bonita do planeta. A agonia das últimas décadas provocou raiva entre os venezianos. Para impedir a invasão, alguns se organizaram, liberando seus instintos de sobrevivência. Nossos protagonistas, um simples grupo de turistas espanhóis, viajam a Veneza com a intenção de se divertir, alheios aos problemas que os cercam. Lá, eles serão forçados a lutar para salvar suas próprias vidas.

O terror será lançado nas telonas no dia 22 de abril, na Espanha.

‘The Batman’ será uma experiência “visceral”, afirma diretor Matt Reeves

*Atenção, esta matéria possui pequenos spoilers do filme

A adaptação solo ‘The Batman‘ promete proporcionar uma experiência impactante e “visceral” para os fãs do herói, segundo o cineasta Matt Reeves. A informação foi compartilhada durante uma coletiva de imprensa da qual o CinePOp foi convidado.

Na ocasião, o aclamado cineasta explicou como o design de som e a trilha sonora original do vencedor do Oscar Michael Giacchino foram fundamentais para garantir que o filme seja palpável para audiência.

“O design de som e a trilha original são cruciais aqui. A ideia completa do filme sempre foi colocar a audiência no ponto de vista dos personagens o máximo possível, mais especificamente no do Batman. E o design de som foi uma das ferramentas usadas para fazer isso. Foi a mesma equipe de designers que tem trabalhado comigo desde Cloverfield – que também faz outro exercício de explorar um novo ponto de vista. Estamos dentro daquela câmera, sendo fieis a essa perspectiva”.

O cineasta foi ainda mais longe e detalhou o processo criativo e técnico necessários para que o público seja imerso na trama, a partir da sonoridade de cada cena. De acordo com Reeves, a tecnologia Dolby Atmos determinou o nível de profundidade que ‘The Batman‘ teria dentro das salas de cinema:

“Preciso dizer, nós fizemos a mixagem de som na Atmos e o trabalho que eles fizeram foi incrível! Nós sentamos naquela sala de cinema com o som da Atmos e você literalmente percebe o seu cabelo mexer. Na cena de perseguição com o Batmóvel, você se sente dentro dela. E essa foi a intenção, que você sentisse a qualidade visceral do filme. Que ele fosse uma experiência subjetiva e nessa perspectiva ele é como um clássico noir. Se o Batman for nocauteado, você também será – de uma forma bem noir. E o som ajuda a fazer essa transição”.

O diretor ainda deu detalhes de como uma das cenas cruciais do filme foi toda elaborada a partir dessa qualidade visceral proporcionada pelo design de som. Na ocasião, ele falou sobre um dos instantes em que a identidade do Morcegão é quase revelada:

“Há uma cena em que eu amo muito o trabalho de som, em que Robert está ali deitado no gabinete da polícia e Jeffrey está tentando conter todos os demais, que querem tirar sua máscara. E você consegue ouvir as pessoas conversando à distância, murmurando. E na hora você pensa: ‘Oh, ele está encrencado. Ele vai fazer alguma coisa’. E de repente ele volta à realidade e o som também volta com tudo. Até mesmo em momentos sutis e mais íntimos o som é uma parte importante para criar essa imersiva experiência subjetiva”.

Quanto à trilha sonora original de Giacchino, Matt refletiu sobre como ela se apresenta como uma extensão da personalidade de Bruce Wayne, que aqui é um jovem determinado a desvendar uma sucessão de crimes incrustados em Gotham City.

Sempre muito sombria e densa, a trilha se inspira na atmosfera lírica do clássico “Ave Maria“, com melodias que trazem um ar gótico, sempre salutar e soturno.

“A outra parte importante do filme é claro a trilha de Michael, que é incrivelmente emotiva. Ele está realmente explorando toda a paisagem emocional deste filme. Há esta obsessiva determinação no Batman, que é o seu foco central. E o próprio Michael me disse: ‘Eu sei que tem gente que vai achar essa trilha repetitiva, mas eu fico tentando mudá-la, mas sei que ela deveria ser assim mesmo’. E isso acontece porque ela simboliza essa persistência que há no Batman. E já a música tema do Bruce possui esse ar mais melancólico em virtude de tudo o que aconteceu com ele, essa questão de ser famoso em um lugar em que você não gostaria de ser reconhecido e a beleza que há por trás disso. É um tema com uma qualidade mais noir, o que é maravilhoso. E a ‘Ave Maria‘ é essa trilha que tem a ver com as origens do Charada. A trilha do Michael é extraordinária”.

E com a trilha sonora complementando a personalidade de Bruce Wayne e Batman, o filme solo do herói apresenta ao público uma visão diferenciada do personagem dos quadrinhos – conforme ponderado por Robert Pattinson. Para o ator, o que torna o protagonista tão interessante é justamente suas fraquezas.

“Eu amo todas as fragilidades que ele tem. Por exemplo, na cena em que ele está usando a capa de voo pela primeira vez. O Batman sempre foi meio falível, ele é apenas um homem em uma armadura e o filme abraça muito essa premissa, o que torna muito mais interessante interpretá-lo aqui”.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

‘Bull’: Assassino de aluguel busca vingança no trailer do suspense; Assista!

O thriller ‘Bull‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Paul Andrew Williams.

Um cruel assassino da máfia busca de vingança contra a gangue que o traiu. Dez anos depois de ter sido visto pela última vez, Bull volta para casa para caçar metodicamente aqueles que o traíram e encontrar seu amado filho. Bull persegue sua antiga gangue, levando a um confronto selvagem entre sua esposa e seu pai chefe da máfia.

Neil MaskellDavid HaymanTamzin Outhwaite estrelam a produção.

O thriller será lançado em VOD no dia 5 de abril.

‘Fullmetal Alchemist’: Sequência do live-action ganha trailer; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer da sequência da adaptação live-action de ‘Fullmetal Alchemist‘, que será dividida em duas partes.

Confira:

A primeira parte, intitulada ‘Fukushūsha Scar‘ (A Cicatriz do Vingador), será lançada no dia 20 de maio. Já a segunda parte, ‘Saigo no Rensei‘ (A Última Transmutação), será lançada em 24 de junho.

Ryosuke Yamada retorna como o protagonista Edward Elric.

Ed e Al visitam a Central, onde estão ocorrendo diversos assassinatos focados em alquimistas nacionais. Embora o criminoso não tenha sido identificado, ele foi chamado de “cicatriz” por causa de um ferimento cruzado na testa. Os irmãos também lutam por suas vidas, mas diante de sua força avassaladora, sua armadura mecânica é destruída e ele fica desesperado. Eles serão capazes de superar essa crise e recuperar seus corpos originais?

Originalmente publicado entre 2001 e 2010, o manga foi escrito e ilustrado por Hiromu Arakawa – rendendo diversas adaptações em anime.

‘Master’: Regina Hall é assombrada pelo racismo sistêmico no trailer do terror

A Amazon Prime divulgou o primeiro trailer do terror ‘Master‘, estrelado pela Regina Hall.

Confira:

O longa será lançado na plataforma no dia 18 de março.

Mariama Diallo é responsável pela direção.

Três mulheres negras se esforçam para encontrar seu lugar no célebre Ancaster College, uma universidade de elite na Nova Inglaterra. A escola foi construída no local de uma colina da era Salem e os legados fantasmagóricos da perseguição da época puritana assombram o campus de uma maneira cada vez mais sobrenatural.

Zoe ReneeAmber Gray também estrelam a produção.

Stephen King anuncia obra focada em personagem de ‘Mr. Mercedes’

Em entrevista ao Fangoria, Stephen King anunciou que seu próximo livro será focado na Holly Gibney, personagem de ‘Mr. Mercedes‘, que também apareceu nos livros ‘The Outsider‘ e ‘If It Bleeds‘.

“Eu nunca consegui deixar a Holly Gibney, do meu livro ‘Mr. Mercedes’, para trás,” revelou King. “Ela deveria ter sido uma personagem secundário, mas ela roubou a cena no livro. E também roubou o meu coração. Eu acabei de terminar um livro chamado ‘Holly’ e será focado nela.”

Holly Gidney é a prima mais nova de Janey e Olivia Gibney. Ela sofre com TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), sinestesia, distúrbio de processamento sensorial, e está em algum lugar no espectro do autismo. Apesar disso, ela é muito observadora, sem filtros e inconsciente de sua inocência.

Vale lembrar que Justine Lupe interpretou a personagem na série ‘Mr. Mercedes‘, além de também ter sido vivida por Cynthia Erivo em ‘The Outsider‘, da HBO.

‘The Afterparty’: Série com Tiffany Haddish é RENOVADA para a 2ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série ‘The Afterparty‘, suspense cômico estrelado por Tiffany Haddish (‘Viagem das Garotas’), para a 2ª temporada.

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série foi criada pela dupla Phil Lord Chris Miller, produtores conhecidos pela aclamada animação vencedora do Oscar Homem-Aranha no Aranhaverso.

Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

Os personagens incluem: Aniq (Sam Richardson), um designer de escape rooms que espera se reconectar com uma antiga paixão do colégio; Zoe (Zoë Chao), uma ex-artista que agora é administradora da escola; Yasper (Ben Schwartz), melhor amigo de Aniq que deseja conquistar o mundo da música; Brett (Ike Barinholtz), ex-marido de Zoe e um ex-atleta arrogante; Chelsea (Ilana Glazer), oradora e presidente da turma; Xavier (Dave Franco), um antigo estudante de teatro da história que agora é um famoso ator e astro do pop; e Walt (Jamie Demetriou), outrora ignorado por seus colegas, comparece à reunião na esperança de ser relembrado por alguém.

Anthony KingAubrey Lee entram como produtores executivos ao lado de Lord e Miller.

Artigo | Misticismo, revolução e fábula na clássica animação da Disney ‘A Bela e a Fera’

É inegável que, na década de 1990, os estúdios Disney já estavam com seu império cinematográfico extremamente consolidado. Desde o final da década de 1930, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, as técnicas para filmagem em animação alcançaram uma evolução exponencial, atravessando a utilização de lâminas de vidro para a ilusão de profundidade até culminar nas animações em 3D que conhecemos hoje. Entretanto, ouso dizer que não há animação mais marcante que ‘A Bela e a Fera’, uma das principais obras que colocaram os estúdios na chamada Era de Ouro – e que permitiu a produção de outros clássicos como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’.

Devemos ter em mente de que a narrativa desta obra é atemporal, até mais que outras histórias adaptadas pela companhia supracitada. A trama principal gira em torno de uma jovem garota, emprestando seu nome ao título, que vê sua vida mudar completamente ao incidentalmente se tornar prisioneira de uma terrível criatura – que também dá nome às cartas do jogo. Conhecendo o estilo de releituras de contos de fada seculares, já é de se esperar que os maniqueísmos conflituosos entre “bem x mal” acompanhem as viradas no roteiro – mas, diferente do que estávamos acostumados, cada entrada de personagem tem um propósito muito maior.

O longa começa com uma composição sonora essencialmente formada por violoncelos e a suave melodia modal de um piano, arquitetada por um dos grandes mestres da música, Alan Menken – em companhia de seu letrista Howard Ashman. A câmera desliza por paisagens quase paradisíacas até se aproximar de um vitral adornado por campânulas murchas – cujos tons de lilás casam perfeitamente com a sobriedade da narração de David Ogden Stiers (também dublador original de outro personagem, Cogsworth). Somos apresentados ao pano de fundo da obra, e a utilização das janelas como recurso estilístico confere uma aura angelical e macabra, combinada com uma geometria exacerbada que prevê conflitos e obstáculos.

O foco desta introdução é a Fera (Raymond Benson), um personagem arrogante e mimado que se importa mais com as aparências que com as essências – uma metáfora interessante inclusive para a sociedade contemporânea. Seu reino e sua estabilidade monárquica são ameaçados pela inevitável aparição de uma Feiticeira, cuja maldição é fortalecida pelo símbolo da rosa vermelha (uma flor associada à paz, à pureza e aos novos começos). A potência de seu feitiço é tamanha que todos os habitantes do Castelo são transformados em mobília, enquanto o príncipe regente exterioriza toda a podridão de sua personalidade, ganhando chifres, presas, garras e um temperamento agressivo.

O foreshadowing entra como um recurso óbvio aqui, indicando que a outra protagonista será a responsável por quebrar a maldição e livrá-los de um destino muito pior que a morte. Deste modo, prever o desfecho não é um trabalho complicado, mas isso em momento algum interfere na grandiosidade de sua composição e no desenrolar dos eventos. Os acontecimentos são muito bem delineados pelo roteiro assinado por Linda Woolverton, cujas inúmeras referências à história original e a produções anteriores (vide a ópera ‘La Belle et la Bête’) contribuem para endossar A Bela e a Fera como uma obra-prima.

Já aqui percebemos a identidade teatral do filme: o foco oscila entre os vários elementos dentro de uma sequência, como se seguisse um holofote invisível capaz de desviar ou canalizar a atenção do público. Os takes em que a Fera entra em autocomiseração logo a colocam em pontos cegos para que o espectador seja atraído pelo mortal brilho da rosa e da redoma encantada, pincelada com um misticismo aterrorizante.

Até mesmo a brutal diferença de atmosferas entre o Castelo e o vilarejo é tratada com naturalidade. O corte é acompanhado pelo fade out antes de sermos finalmente apresentados à comunidade de Villeneuve, um lugar praticamente saído dos livros de ficção e que não é muito diferente de outras cidadelas tão presentes em narrativas épicas. Temos cenários levemente distorcidos e curvilíneos, como se estivessem buscando uma estabilidade dentro de um microcosmos homogêneo, tudo adornado com simplicidade de humildade – em contraste com a imponência exacerbada da morada da Fera. A paleta de cores encontra sua voz na excentricidade e na mistura de cores vivas como amarelo, dourado e vermelho, indicando a inegável ficcionalidade daquele lugar.

E então, finalmente, Bela (Paige O’Hara) se mostra. E sua presença é notada quase de imediato, justamente por não seguir o padrão dos outros moradores – ela é excêntrica por não ser excêntrica. Suas vestes restringem-se à simples combinação transparecida de branco e azul, conferindo-lhe uma graça à medida que anda pelas ruas de pedra. Ela sai de casa carregando uma cesta de cânhamo em uma mão, e um livro em outra, como se estivesse flutuando – e então vemos a primeira característica de sua personalidade: o instinto de aventura. Através de seu solo, chamado “Belle” (no original), ela constantemente diz para si mesma que “deve haver mais além desta vida provinciana”. Bela deseja e está pronta para expandir seus horizontes e sair da bolha à qual todos os outros parecem estar presos; ela é um arquétipo sobrepondo-se em meio a tantos estereótipos.

Seja o padeiro, o vendedor, a dama-de-companhia ou a dona-de-casa, seus vizinhos são cobertos com uma luz dura que os funde às instalações do vilarejo; eles já fazem parte daquela comunidade e não querem alguma mudança – e a protagonista é rechaçada justamente por estar à frente de seu tempo e remexer no comodismo social, seja pelo fato de ler, seja pelo fato de sonhar grande. O próprio arranjo orquestral traz uma animação interior que se aproxima da psique libertária de Bela.

Mas a narrativa não seria envolvente o suficiente caso ela não encontrasse obstáculos – e em A Bela e a Fera, tais conflitos vêm encarnados pelas personalidades extremamente caricaturadas de Gaston (Richard White) e LeFou (Jesse Corti), a “dupla herói-ajudante” que claramente faz uma referência irreverente às construções heroicas das narrativas gregas. Gaston é um homem sem caráter e completamente cego pela própria megalomania – o típico valentão musculoso e primitivo da épica antiga -, enquanto LeFou é uma vítima da circunstância, cuja adoração por seu “mestre” o transforma em um escape cômico submisso e sem qualquer traço de personalidade aparente.

Suas tentativas para conquistar Bela são no máximo cômicas, se não fossem trágicas. Ele constantemente tenta submetê-la ao padrão milenar do casamento, diminuindo sua incrível força de vontade para transformá-la num fantoche. Mas é claro que ela não se deixa vencer e volta a sonhar com uma vida completamente diferente – note que a protagonista não se restringe aos valores que lhe são impostos, mas deseja criar seu próprio entendimento sobre o mundo, afastando-se da massa amorfa e inalterável da comunidade em que vive.

Um dos grandes motivos dessa afinidade com a mudança é representado por seu pai, Maurice (Rex Everhart), que também emerge como o estereótipo do cientista louco de bom coração. Sua caracterização se baseia principalmente na falta de senso coletivo e na individualização de seus problemas – citando aqui seu enclausuramento no porão que utiliza para suas criações. Entretanto, ele não consegue passar um sentimento de segurança totalmente legível, sendo amparado diversas vezes pela filha, a qual deseja se desprender de sua vida campesina e explorar o desconhecido.

É possível até dizer que, se não fosse por seu pai, Bela jamais teria o motivo essencial para abandonar sua vida campesina. Afinal, logo depois que consegue fazer uma de suas últimas invenções funcionar, Maurice viaja até a cidade mais próxima para vendê-la, mas acaba entrando no caminho errado e chegando ao Castelo da Fera. A transição entre segurança e mortandade é evidenciada principalmente pela paleta de cores, a qual oscila entre tons de vermelho e verde para os mais neutros e pastéis, e pela melodia – uma composição em piano e xilofone tétrica que contribui para a atmosfera de suspense.

A estética expressionista é também muito presente na animação. Além dos cenários distorcidos do vilarejo, a arquitetura do Castelo é uma mistura híbrida e muito certeira das obras góticas do século XIII com toques da vanguarda artística supracitada. As sombras metamórficas são constantes e, a princípio, indicam a presença de um perigo eminente – ainda que se revelem inofensivas, como podemos ver em algumas sequências de Maurice dentro da morada da Fera. Árvores secas e com galhos retorcidos, a constância da névoa e a sensação de aprisionamento se relacionam ao locus horrendus da escola simbolista – e mostram a capacidade de intertextualidade que este filme traz consigo.

A imponência é também evidenciada pela composição dos planos: contra plongées muito bem colocados, exacerbação da dramaticidade, o contraste entre a pequenez dos personagens humanos e o gigantismo do “refúgio simbólico” e a continuidade azulada que reafirma a sensação de solidão, mesmo num cenário tão vasto quanto aquele. A superposição de tons cálidos e frios entra como um elemento assertivo para a sensação de profundidade e de infinitude, além de ajudar a narrativa a declarar que há mais coisas além do que observamos na superfície.

Ao descobrir que seu pai tornou-se prisioneiro da Fera (o suposto antagonista), Bela finalmente decidi sair do enclausuramento e firmar-se como a heroína da história, atravessando o mesmo perigoso bosque para dar de cara com uma cenário inesperado: torres alterosas rasgando um céu nublado, e um jardim seco tomado pela neve. E é aí que o incidente incitante da narrativa tem seu objetivo cumprido.

Talvez eu possa dizer que, assim que a protagonista se oferece para ocupar o lugar do pai, A Bela e a Fera comece a se configurar como um filme realmente da Disney, primeiramente pela presença dos personagens coadjuvantes e segundamente por alguns traços identitários difíceis de abandonar – mas que garantiram a solidez deste império cinematográfico.

É necessário dizer que, na obra original (assinada por Gabrielle-Suzanne Barbot), as criações secundárias que nos permitiram se apaixonar ainda mais pelo filme não existem. Sua grandiosidade é acompanhada de uma narrativa simples e brilhante, que foca nas relações intimistas entre os protagonistas. Provavelmente uma adaptação literal do romance não teria sido bem-vista e bem aceita pelo público – levando em conta a densidade da estória. Deste modo, optar por introduzir uma mobília encantada foi um tiro certeiro.

A adorabilidade de personagens como Lumière (Jerry Orbach), Cogsworth (Stiers), Mrs. Potts (Angela Lansbury), Chip (Bradley Pierce) e outros entra em constante conflito com a impetuosidade de seu mestre. A paixão pela servitude e a cordialidade extremas são valores inerentes a suas personalidades, mas, diferentemente dos camponeses da vila, estes traços não os transformam em um coletivo homogêneo – muito pelo contrário: enquanto Lumière é mais irreverente e mais sedutor, Mrs. Potts preza pela justiça e pelo equilíbrio, enquanto Cogsworth deixa-se levar ao pé da letra pelas regras.

A primeira noite de Bela no Castelo retoma elementos de outras criações audiovisuais dos estúdios, principalmente ‘Branca de Neve’ e ‘Bela Adormecida’. A utilização de planos holandeses, atrelada ao jogo de luz e sombra, aumentam o clima de tensão. Mas conforme o tempo vai passando, percebemos que a protagonista talvez tenha encontrado seu lugar em meio a um caos aparente – concretizada pela música “Something There”, sequência na qual duas personalidades completamente diferentes começam a se entender. A Fera não consegue compreender o conceito de altruísmo e de benevolência emanado por Bela, enquanto ela não consegue entender sua falta de controle temperamental e sua arrogância constante.

A mudança atmosférica entre os dois cenários principais é gradativa, mas notável. Enquanto o vilarejo a priori se mostra embebido por cores vivas e por uma instabilidade amorfa, a morada da Fera parece ter sido retirada diretamente de obras como ‘Drácula’ ou ‘Nosferatu’, afastando os viajantes que ousassem passar por ali. Mas conforme a narrativa se desenrola, toda a identidade visual é transgredida: a trilha sólida e dramática do Castelo dá espaço para o misticismo de um piano de causa, indicando uma compreensão mútua entre os protagonistas.

A chegada de um inverno brusco também marca uma reviravolta na história. É preciso compreender que o território comandado pela Fera se configura como um microcosmos independente, no qual o abandono de esperança é constante – e aqui a melodramaticidade registrada das adaptações Disney encontra o espaço com o puro sofrimento de Bela. Mas a primavera logo vem com mais força, transformando inclusive as sensações que outrora tínhamos quanto àquele lugar.

Um dos grandes ápices da animação é a sequência musical de “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. A escolha das cores é muito bem pensada – um hibridismo psicodélico entre cores complementares e harmônicas que arranca um sorriso até dos mais céticos (a composição entre verde e rosa é de uma perfeição inenarrável).

Outro ponto extremamente positivo é a consumação romântica entre Bela e a Fera com o baile de gala, sustentado por uma rendição emocionante de Lansbury com “Beauty and the Beast” – música ganhadora do Oscar em 1992. A justaposição entre dourado e azul é encantadora, e enquanto nas sequências anteriores as cores se fundiam, aqui a profusão é quase inexistente, marcando uma evolução no relacionamento e no amadurecimento entre eles.

Os momentos de tensão também encontram um crescimento exponencial na metade do terceiro ato, em que Gaston, mergulhando de cabeça em sua própria personalidade evasiva e controladora, consegue manipular todo o vilarejo para invadirem o Castelo e matarem a Fera, como forma de livrar Bela e Maurice de um “estado letárgico das trevas” – mas, na verdade, é o modo em que o real antagonista encontra para reafirmar sua virilidade e sua superioridade perante aos outros personagens.

A batalha final, travada e coreografada com maestria entre dois símbolos paradoxais, funciona como uma sequência resumida de todos os elementos da animação. Os planos holandeses encontram ainda mais voz, bem como as angulações distorcidas e os contra plongées. Mas diferentemente dos dois primeiros atos, o comportamento antissocial e repulsivo da Fera está subjugado à cegueira exacerbada de Gaston. À medida em que os dois se aproximam de uma construção semelhante a um penhasco, o antagonista levanta sua arma, pronto para desferir o golpe no príncipe amaldiçoado. Toda a composição do quadro mostra por segundos angustiantes o triunfo do mal sobre o bem, até que Bela, surgindo como objeto de foco, consegue – ainda que indiretamente – inverter a situação.

É quase automático prever o desfecho da obra: assim como filmes antecessores, o bem triunfa sobre o mal e os personagens encontram sua redenção perante à maldição da Feiticeira. Além disso, a evolução dos protagonistas se concretiza de modo a declarar independência à personalidade aventureira de Bela – que, além disso, encontrou seu amor verdadeiro – e mostrando a generosidade e o altruísmo da Fera – que voltou ao seu estado original (assim como todos os servos do Castelo. Este finalzinho do último ato é completamente perscrutado pela melodia em crescendo de Menken, e a re-transformação é toda acompanhada por uma construção orquestral épica.

Caracterizar A Bela e a Fera como uma obra-prima é um trabalho complicado, principalmente pelas diversas e complexas camadas que compõe a animação. Sua superioridade frente a outros filmes do estúdio vai além da narrativa emocionante e envolvente, alastrando-se para vertentes simbólicas muito bem estruturadas. Temos, como exemplo mais visível, a rosa, cujo significado usual está diretamente relacionado à segurança e ao novo começo. Entretanto, o próprio design deste objeto cênico é diferenciado, e seu brilho mortal entrega as reais intenções da Feiticeira: uma versão inanimada do príncipe arrogante (bonito por fora e intragável por dentro).

O espelho é outro elemento de grande importância narrativa, e está presente na animação de diversas formas – água, janela, o objeto em si e até no reflexo dos olhos dos animais. Com grande associação ao mito de Narciso, jovem grego que se apaixonou pelo próprio reflexo do lago e acabou por se afogar, o espelho funciona como elemento de autocontemplação pessoal e universal, correlacionando-se ao fato da Fera não se importar com outras criaturas além de si mesma. Mas ele também está conectado à pureza e à sinceridade, fatores muito presentes com a chegada de Bela ao Castelo, prevendo uma mudança drástica na vida de todos que ali vivem.

Uma das comparações mais marcantes de todo o longa é, sem dúvida, os dois frames que iniciam e fecham a história. Como já dito, os vitrais do começo estão tomados por uma geometria extenuante que conversa com as flores mortas ao redor – afinal, os conflitos apenas começaram. Nos segundos finais, a mesma composição aparece, mas com uma paleta de cores mais uniforme e, desta vez, com ramos de botões de rosa formando uma pérgula arqueada.

A Era de Ouro da Disney talvez não tenha um melhor representante. A Bela e a Fera permanece até hoje conservada em sua atemporalidade, servindo como grande exemplo narrativo e técnico e entrando como o primeiro longa de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme. E, bom, convenhamos que um conto tão eterno quanto o próprio tempo não merece menos que este patamar na história.

Evan Rachel Wood interpretará Madonna em biografia do músico Weird Al

A estrela de ‘Westworld‘, Evan Rachel Wood, pareceu como a musa Madonna em uma nova foto da cinebiografia ‘Weird: The Weird Al Yankovic Story‘, revelada hoje pelo serviço de streaming Roku.

Confira:

Rachel Wood viverá a rainha do pop durante a era ‘Like a Virgin‘. Em 1985, o rei das paródias Weird Al, que será interpretado por Daniel Radcliffe, regravou a faixa título do álbum de Madonna como ‘Like a Surgeon‘, um de seus primeiros hits.

Além da atriz, a cinebiografia tem outros nomes de peso no elenco, como Rainn Wilson (‘The Office‘) que será o DJ de rádio Dr. Demento; Julianne Nicholson (‘Mare of Easttown‘) que dará vida a mãe de Weird Al; e Toby Huss (‘Halt and Catch Fire‘) que será o pai do músico.

A cinebiografia vai explorar todas as facetas da vida de Yankovic, desde sua ascensão meteórica à fama até os seus tórridos casos amorosos com celebridades e um estilo de vida notoriamente depravado. “Weird Al” Yankovic é o artista de comédia mais vendido de todos os tempos e cinco vezes vencedor do Grammy.

O filme ainda não tem previsão de estreia.

Mark Ruffalo fala sobre invasão russa e diz que presidente ucraniano é “um herói”

A invasão da Rússia na Ucrânia se tornou o principal assunto durante o tapete vermelho na premiere do novo filme de ficção científica da Netflix, ‘The Adam Project‘, e a estrela Mark Ruffalo (‘Os Vingadores‘) aproveitou e fez elogios ao presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy.

Ruffalo considera Zelenskyy “um herói”, e ao mesmo tempo disse que deseja focar a atenção para aqueles que ajudam os refugiados ucranianos a escapar do país.

“O que estamos vendo é essa incrível manifestação de boa vontade em relação ao povo ucraniano e à democracia em um momento em que a democracia está sendo atacada em todo o mundo por Putin… Eles são heróis. Zelenskyy é um herói. É assim que parece quando as pessoas se unem para lutar por algo que é certo. Estou rezando para que eles tenham sucesso no que estão tentando fazer.”, disse Ruffalo à Variety durante a estreia do filme no Lincoln Center de Nova York.

Enquanto isso, o ator e produtor de ‘The Adam Project‘, Ryan Reynolds (‘Deadpool‘), prometeu doar, junto com sua esposa Blake Lively, até US$ 1 milhão de dólares para ajudar os refugiados ucranianos durante a crise atual; e estrela Jennifer Garner (‘Elektra‘) tem apoiado a instituição de caridade Save The Children para enviar suprimentos para as famílias da Ucrânia.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para mais um desafio na promo oficial do episódio 14×09; Confira!

WoW divulgou um novo vídeo promocional do nono episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as queens se preparam para o próximo desafio.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 04 de março.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘The Girl From Plainville’: Série de crime real com Elle Fanning ganha TENSO trailer oficial; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo de ‘The Girl From Plainville‘, estrelada por Elle Fanning.

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 29 de março, com os capítulos seguintes sendo exibidos em caráter semanal.

Confira, junto às imagens promocionais:

The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)

Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.

A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.

 Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.

‘iCarly’: 2ª temporada do revival ganha trailer oficial e data de estreia; Confira!

Paramount+ divulgou hoje (02) o trailer oficial da 2ª temporada do revival de iCarly e confirmando a participação especial de Josh Peck (‘Drake e Josh’).

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia agendada para o dia 08 de abril.

Confira:

Nos próximos episódios de ‘iCarly, Peck vai interpretar Paul, um empresário agressivo e ambicioso da Carly’s.

O episódio vai mostrar Paul discutindo com Freddie (Nathan Kress) por causa da forma como ele administra o trabalho do grupo, enquanto Carly (Miranda Cosgrove) tenta manter sua equipe unida.

“Miranda é uma grande amiga minha e quando eles anunciaram o novo ‘iCarly, conversamos sobre encontrar algo divertido para eu fazer”, disse Peck durante uma entrevista. “Estar no set de ‘iCarly‘ depois de todos esses anos parece um círculo se fechando e eu adoro a ideia de trabalhar com Miranda novamente, junto com Nathan [Kress] e Jerry [Trainor]. Estou animado para poder fazer parte do que eles estão criando.”

Dan Schneider, criador da série original, retorna para o revival.

A produção se passa 10 anos após o término da série original e acompanha Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco conta com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

‘Futurama’: John DiMaggio, a voz do Bender, fala se retornará ou não à série

Depois de muito boato, debates e novos acordos, o ator John DiMaggio, a voz por trás do icônico robô Bender de ‘Futurama‘, retornará ao revival da série, que sairá pelo serviço de streaming Hulu.

Em uma declaração que à Variety, o astro revelou que finalmente entrou em acordo para retornar ao papel, após mais de três semanas de discussão.

“ESTOU DE VOLTA, QUERIDA! Muito grato pelo amor e pelo apoio dos fãs e colegas durante todo esse tempo (especialmente, minha esposa, Kate), e mal posso esperar para voltar a trabalhar com a minha família ‘Futurama’.”

Quando a revival foi anunciado, não ficou claro se DiMaggio estaria interessado em voltar. Pouco tempo depois, o dublador foi às redes sociais compartilhando uma mensagem sobre o por quê dele ainda não ter fechado um acordo para seu retorno.

Em um comunicado oficial, John DiMaggio explicou que não apenas ele, mas todo o elenco da animação deveria ser mais bem pago pelo envolvimento nesse novo reboot.

Os novos episódios devem ser lançados apenas em 2023, com a produção programada para começar ainda março desse ano.

Futurama‘ segue a história de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

‘Metrópolis’: Clássico do gênero sci-fi vai ganhar série de TV da Apple TV+ com criador de ‘Mr. Robot’

De acordo com o Deadline, a Apple TV+ está desenvolvendo uma série de TV inspirada em ‘Metrópolis, romance escrito pela autora alemã Thea von Harbou em 1925.

Fruto de uma parceria entre a plataforma de streaming e as produtora UCP e Anonymous Content, a série será escrita, dirigida e produzida por Sam Esmail, criador deMr. Robot.

O cineasta vem trabalhando no roteiro do piloto desde 2016, mas só agora teve sinal verdade para iniciar a produção, que ainda não tem previsão de estreia.

Para quem não conhece, o romance também deu origem ao clássico filme dirigido por Fritz Lang em 1927, no qual Harbou desempenhou a função de roteirista.

O filme mudo é considerado um dos primeiros longas-metragens do gênero sci-fi e, embora tenha sido muito criticado em seu lançamento, foi elogiado por nomes como Martin Scorsese e nomeado o 35º maior filme de todos os tempos pela British Film Institute.

Ambientada na cidade futurística de Metrópolis, a trama acompanha uma população que se divide em dois patamares. No primeiro, uma elite dominante aproveita os prazeres da vida, enquanto os trabalhadores que mantém a cidade funcionando lutam para sobreviver no subterrâneo.

Quando Freder, o filho do Senhor da grande Metrópolis e habitante do primeiro andar, se apaixona por Maria, considerada uma figura santa no subterrâneo, o rapaz descobre as péssimas condições às quais os trabalhadores são submetidos.

Quando Maria profetiza que um mediador irá surgir para trazer justiça ao povo do subterrâneo, uma revolta começa a ganhar força entre os operários em meio ao surgimento de uma figura metálica feminina.

Por enquanto, ainda não há previsão para o início das filmagens e nem informações sobre o elenco.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.