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‘The Westies’: Estrelada por J.K. Simmons, série CRIMINAL do criador de ‘Narcos’ ganha trailer oficial; Confira!

MGM+ revelou o trailer oficial de The Westies, drama criminal de época criado por Chris Brancato (‘Narcos’).

A série será lançada na plataforma de streaming no dia 12 de julho.

Confira:

Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.

Confira a sinopse:

Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.

Brancato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.

Stanley Morgan (‘Argylle’), Sarah Bolger (‘Once Upon a Time’), J.K. Simmons (‘Whiplash’), Tom Brittney (‘Greyhound’), Titus Welliver (‘Bosch’), Jessica Frances Dukes (‘A Idade Dourada’), Aidan Wojtak-Hissong (‘Are You There God? It’s Me Margaret’), Jeremy Walmsley (‘Agente Cross’) e Dylan Taylor (‘Covert Affairs’) estrelam.

The Westies é a 3ª série desenvolvida por Brancato para a MGM+. Ele é o mesmo responsável por ‘Godfather of Harlem‘ e ‘Hotel Cocaine‘.

Entrevista | “A arte não precisa resolver problemas”: Sebastian Stan e Mungiu debatem polarização política em ‘Fjord’ (Cannes 2026)

Na última terça-feira (19 de maio), a equipe de Fjord transformou a coletiva de imprensa em um dos debates mais políticos e filosóficos desta edição do Festival de Cannes. O diretor Cristian Mungiu e o elenco, liderado por Sebastian Stan e Renate Reinsve, discutiram temas como intolerância, imigração, religião e os limites entre liberdade individual e intervenção do Estado. 

Inspirado em casos reais envolvendo famílias estrangeiras na Noruega, Fjord acompanha o choque entre valores tradicionais e políticas sociais progressistas. Na narrativa, autoridades passam a interferir na dinâmica familiar e na criação de crianças, abrindo espaço para um debate sobre até que ponto o Estado pode agir em nome da proteção social. 

Filme construído a partir de pesquisa extensa

Mungiu explicou que levou quase uma década pesquisando histórias semelhantes antes de transformar o tema em ficção: “Eu nunca reenceno fatos reais”, afirmou o diretor. “Gosto de partir de acontecimentos verdadeiros para falar sobre algo que considero importante na sociedade contemporânea.”

Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de 'Fjord' em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de ‘Fjord’ em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

A pesquisa incluiu entrevistas com parlamentares, policiais, juízes, ONGs, jornalistas e famílias envolvidas em disputas judiciais. O cineasta também acompanhou audiências na Noruega para compreender os mecanismos institucionais por trás desses conflitos.

Ambiguidade e polarização como eixo central

Durante a coletiva, Mungiu defendeu que Fjord não deve ser interpretado como uma crítica simplista à Noruega, mas como uma reflexão sobre sociedades contemporâneas cada vez mais polarizadas.

Para ele, o filme trata do embate entre valores tradicionais e progressistas em um mundo globalizado que, paradoxalmente, estaria cada vez mais dividido. “O primeiro passo para entender o outro é escutar”, afirmou. “Talvez também duvidar de que você esteja completamente certo.”

O diretor também destacou a importância da ambiguidade no cinema. “A vida é ambígua. Se você faz cinema inspirado na realidade, o filme também deve ter essa ambiguidade.”

Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de 'Fjord' em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Sebastian Stan, Cristian Mugiu e Renata Reinsve na coletiva de imprensa de ‘Fjord’ em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

Em outro momento, criticou a tendência de dividir grupos sociais entre aqueles considerados legítimos e aqueles vistos como ameaça. Para Mungiu, essa lógica pode levar a formas de autoritarismo simbólico. “Ou existem minorias e você defende seus direitos, ou não”, apoia o cineasta. “Não acredito que alguém tenha autoridade para decidir quais minorias merecem ser defendidas.”

Ele ainda relacionou o avanço de discursos de extrema direita em diferentes países ao aumento da polarização política global, incluindo reações a posições progressistas: “O que acontece hoje com a extrema direita é também uma reação ao que acontecia antes. Quando qualquer lado tenta impor seus valores, acaba provocando o efeito contrário.”

Sebastian Stan: “A arte deve incorporar, não resolver”

Um dos momentos mais comentados da coletiva veio com Sebastian Stan, ao refletir sobre o papel da arte em um contexto de radicalização política. Questionado sobre experiências pessoais com discriminação e olhares paternalistas dirigidos a estrangeiros, o ator afirmou que o cinema deve abrir espaço para conversas difíceis, mesmo sem oferecer respostas definitivas.

“Não estamos em um bom momento”, disse. “Tudo o que posso fazer é participar de filmes que tragam diferentes pontos de vista.” Stan citou o escritor George Saunders ao retomar uma ideia associada a Anton Tchekhov: “A arte não precisa resolver um problema. Ela apenas precisa incorporá-lo corretamente.”

O ator também comentou a repercussão política de O Aprendiz (2024), no qual interpretou Donald Trump, afirmando que o ambiente nos Estados Unidos se tornou “muito perigoso”, com relatos de ameaças, censura e pressão sobre artistas e veículos de imprensa.

 

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Renate Reinsve e o desafio de interpretar o “outro”

Renate Reinsve destacou que aceitou o projeto por confiança na visão de Mungiu e pelo desafio de interpretar uma personagem distante de sua própria realidade: uma mãe cristã conservadora de cinco filhos. “Eu adoro mergulhar em novos universos através do olhar do diretor”, afirmou. “Era uma personagem completamente distante de mim”, compartilhou. 

Segundo a atriz, o método de Mungiu busca eliminar julgamentos morais e construir as cenas de forma mais objetiva, o que exige dos atores um trabalho baseado em observação e empatia. “Uma das coisas mais difíceis foi tentar compreender alguém cuja vida é completamente diferente da minha sem necessariamente julgá-la”, disse.

Elenco de 'Fjord' na coletiva de imprensa em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)
Elenco de ‘Fjord’ na coletiva de imprensa em Cannes 2026 (Foto: Letícia Alassë)

Stan também destacou o processo rigoroso de preparação do elenco. Parte dos ensaios aconteceu na Romênia, incluindo visitas a igrejas pentecostais e encontros com famílias religiosas para aproximar os atores do universo retratado no filme.

Com discussões sobre religião, imigração, identidade cultural, direitos das famílias e polarização política, Fjord acabou se transformando em um dos títulos mais debatidos de Cannes até agora. A recepção na coletiva reforçou o caráter do projeto como uma obra que evita respostas fáceis e tensiona leituras ideológicas de diferentes espectros políticos tanto da direita quanto da esquerda.

Crítica | ‘Fjord’ transforma choque ideológico em forte candidato à Palma de Ouro (Cannes 2026)

Das montanhas brancas cobertas de neve dessa pequena cidade da Noruega, não se espera ouvir o som brutal do martelo do julgamento. Mas é exatamente isso que Fjord faz: transforma o silêncio gélido da paisagem em uma avalanche moral, social e política, onde cada acusação derruba certezas e arrasta consigo tudo aquilo que os personagens acreditavam ser seguro. O que começa como um cotidiano austero e isolado vai lentamente desmoronando diante de um um sistema incapaz de compreender o que lhe escapa à norma. 

Na mostra competitiva do Festival de Cannes, o novo filme de Cristian Mungiu surge como um dos mais fortes candidatos à Palma de Ouro. O cineasta romeno, que venceu Cannes em 2007 com 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, retorna mais uma vez ao território que domina com precisão: o das ambiguidades morais que nos obrigam a confrontar nossos próprios limites éticos.

Ambientado nessa Noruega fria, lírica e visualmente hipnotizante, Fjord acompanha uma família pentecostal vivida por Sebastian Stan e Renate Reinsve. Os dois atores, que já haviam trabalhado juntos em Um Homem Diferente (2024), constroem aqui uma relação profundamente crível. Eles vivem um casal religioso, conservador, que educa os filhos segundo os princípios bíblicos: sem celulares, sem músicas mundanas, sem muitos dos hábitos considerados normais pela sociedade contemporânea.

Mas o filme vai além da simples discussão sobre educação rígida. Um dos elementos mais delicados da narrativa está justamente na maneira como determinadas opiniões religiosas passam a ser tratadas socialmente não apenas como divergências morais, mas como sinais de perigo. Em determinado momento, a crença da família de que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria pecado — uma visão fundamentada na leitura religiosa deles — passa a ser interpretada como possível sinal de intolerância, em um contexto em que discursos e práticas são avaliados sob crescente vigilância social.

Mungiu não parece interessado em validar discursos conservadores nem em atacar pautas progressistas. O que ele faz é questionar o momento em que uma sociedade deixa de se concentrar exclusivamente em atos de violência e passa a tensionar também pensamentos, crenças e opiniões que não correspondem ao consenso dominante. . O desconforto do longa nasce exatamente dessa zona cinzenta: até que ponto discordar moralmente de algo constitui uma ameaça real? E quando a proteção legítima das minorias se transforma numa lógica de exclusão de qualquer indivíduo que pense diferente?

Essa tensão cresce após um suposto caso de maus-tratos envolvendo a filha mais velha da família. Marcas em seu corpo despertam suspeitas e rapidamente o aparato estatal entra em ação. O que inicialmente parece uma investigação preventiva vai escalando até um desfecho mais grave: a possibilidade concreta de os pais perderem a guarda dos filhos.

Com brilhantismo, Cristian Mungiu jamais oferece respostas prontas. Não há vilões absolutos nem inocentes perfeitos. Há apenas pessoas presas dentro de sistemas ideológicos, culturais e legais que colidem o tempo inteiro.

Inspirado em casos reais ocorridos na Noruega envolvendo famílias estrangeiras acusadas de maus-tratos por diferenças culturais na criação dos filhos, Fjord expõe um debate profundamente contemporâneo: como sociedades modernas lidam com valores que consideram ultrapassados, mas que ainda fazem parte da identidade de milhões de pessoas?

Renate Reinsve entrega uma atuação extraordinária, sustentada por silêncios, olhares e uma dor crescente que nunca explode de maneira óbvia. Já Sebastian Stan abandona completamente qualquer vaidade para interpretar esse patriarca rígido, contido e constantemente acuado pelo olhar social ao redor.

O filme também provoca ao insinuar que estruturas estatais extremamente burocratizadas acabam transformando proteção infantil em mecanismos quase automáticos de intervenção, sem espaço suficiente para compreender nuances culturais ou religiosas. E isso torna tudo ainda mais desconfortável.

Ao final, Fjord não absolve nem condena ninguém. O julgamento permanece suspenso, como blocos de neve prestes a despencar de uma montanha. A imagem mais poderosa do filme talvez seja essa: quando todos já estão soterrados pela avalanche do julgamento — pais, filhos, comunidade e até o espectador —, a única saída possível parece ser partir. Não como fuga da culpa, mas como tentativa desesperada de encontrar um lugar onde ainda seja possível coexistir antes que toda diferença precise ser destruída.

Cannes 2026 | Dias 4 e 5 — Javier Bardem e Adam Driver empolgam; Léa Seydoux e Kore-eda decepcionam

A 79ª edição do Festival de Cannes chegou à metade de sua programação trazendo filmes intensos, atuações explosivas e algumas decepções inesperadas na mostra competitiva. Entre os destaques dos dias 4 e 5 estão os novos trabalhos estrelados por Javier Bardem e Adam Driver, enquanto produções com Léa Seydoux e o diretor japonês Hirokazu Kore-eda acabaram dividindo opiniões.

Um dos momentos mais comentados do festival foi a estreia de Aventuras nas Alturas, filme protagonizado por John Travolta, que recebeu de surpresa uma Palma de Ouro Honorária em Cannes. O longa é um projeto extremamente pessoal para o ator, revisitando sua paixão pela aviação desde a infância em uma narrativa ambientada nos anos 60. Leve, nostálgico e emocional, o filme estreia no streaming em 29 de maio.

John Travolta e sua filha Ella Bleue Travolta em Cannes 2026
John Travolta e sua filha Ella Bleue Travolta em Cannes 2026

Leia também: John Travolta é surpreendido com Palma de Ouro Honorária em Cannes: “Isso é maior que o Oscar”

Na competição pela Palma de Ouro, Gentle Monster, da diretora Marie Kreutzer, trouxe um drama pesado estrelado por Léa Seydoux. A trama acompanha uma mulher que descobre que o marido está sendo acusado de pedofilia infantil online. Apesar da atuação intensa da atriz francesa, o longa foi recebido com ressalvas por sua abordagem considerada excessivamente manipuladora e unilateral, apostando mais na denúncia manequeísta do que em nuances dramáticas.

El Ser Querido (The Beloved), novo filme de Rodrigo Sorogoyen, surgiu como um dos grandes destaques até agora. No longa, Javier Bardem interpreta um diretor de cinema tóxico, arrogante e emocionalmente abusivo que tenta reconstruir a relação com a filha ao convidá-la para estrelar seu novo filme. O resultado é um retrato brutal dos bastidores do cinema e das relações familiares destruídas pelo ego. Bardem entrega uma atuação gigantesca e já desponta como possível candidato ao prêmio de interpretação masculina.

Victoria Luengo e Javier Bardem em Cannes 2026 pelo filme El Ser Querido
Victoria Luengo e Javier Bardem em Cannes 2026 pelo filme El Ser Querido

Outra decepção veio com Sheep in the Box, novo trabalho de Hirokazu Kore-eda. Após o elogiado Monster, vencedor da Palma Queer em Cannes, o diretor retorna com um melodrama sci-fi sobre uma família que tenta reviver o filho morto através de um ciborgue. Apesar da proposta emocional, o filme parece repetir ideias já exploradas inúmeras vezes no cinema e nunca encontra a força dramática necessária para realmente envolver o público.

Leia mais: Crítica | Monster – Diretor japonês constrói fabuloso suspense premiado em Cannes 2023

Fechando os destaques do quinto dia, Paper Tigers, de James Gray, se consolidou como um dos favoritos da crítica para a Palma de Ouro. O suspense ambientado nos anos 1980 acompanha um engenheiro comum, interpretado por Miles Teller, que acaba envolvido com a máfia russa por causa do irmão, vivido por Adam Driver. O elenco ainda conta com Scarlett Johansson, que entrega uma das performances femininas mais comentadas do festival até agora.

Com metade da programação concluída, Cannes 2026 segue equilibrando grandes atuações, filmes divisivos e fortes candidatos à temporada de premiações.

Mile Teller, James Gray e Adam Driver em Cannes 2026
Mile Teller, James Gray e Adam Driver em Cannes 2026

10 FILMES BRUTAIS que misturam sangue, medo e agonia

Ao tratar os momentos de tensão como uma ferramenta do chocar, algumas obras mergulham rapidamente nas agonias de uma situação. Esses filmes, geralmente, contém algumas cenas que dão muita aflição em quem assiste. Se você que tem estômago forte e curte filmes intensos, anote as dicas abaixo:

 

Vingança Brutal (Prime Video)

Estrada (Omar Chaparro) é um militar respeitado, de alta patente, integrante de uma força especial do exército mexicano. Ao lado de sua equipe, consegue capturar um criminoso ardiloso, com contatos nas mais altas instâncias. Alguns dias depois, acaba vendo sua esposa ser assassinada a sangue frio por um grupo de pessoas provavelmente ligado ao criminoso preso. O tempo passa e Estrada precisa ficar no anonimato e conta com a ajuda de um outro militar, Miguel (Alejandro Speitzer). Quando se vê numa estrada sem rumo, algo inusitado acontece com Estrada: ele ganha um prêmio milionário na loteria. Assim, com o dinheiro no bolso, reúne parte de sua ex-equipe e parte para uma vingança contra os responsáveis pela morte de sua esposa.

 

Prédio Vazio

Desde criança tendo lembranças vagas de um certo momento traumático que viveu com sua mãe, a jovem Luna (Lorena Corrêa) está em um relacionamento ainda de descobertas com o namorado (Caio Macedo). Quando ela percebe que a mãe (Rejane Arruda) possa estar em perigo durante os últimos dias de carnaval, viaja até Guarapari em sua busca, entrando num edifício arrepiante na orla capixaba. Nesse lugar, vai se deparar com um enorme pesadelo.

 

O Elixir (Netflix)

Um bem-sucedido empresário do ramo de produtos de origem vegetais (Donny Damara) se vê em uma tempestade de conflitos na sua família após se casar com a melhor amiga da filha (Eva Celia Latjuba). Além disso, está disposto a continuar com a sua empresa, mesmo com ofertas generosas de terceiros, fato que não é bem aceito por outros integrantes. Durante uma reunião familiar, ele toma um novo composto que o faz rejuvenescer quase instantaneamente, mas logo acaba vindo os efeitos colaterais, propagando um surto zumbi na região onde mora.

 

Com Unhas e Dentes (Netflix)

Ambientado em um mundo distópico, onde a fome se tornou um dos graves problemas da humanidade, um lutador de Muay Thai (Mark Prin Suparat) sobrevive do jeito que pode ao lado da companheira, a cirurgiã Rin (Nuttanicha Dungwattanawanich). Quando o local onde ela trabalha é tomado por uma epidemia zumbi, o lutador fará de tudo para conseguir salvá-la.

 

Noites Brutais (HBO MAX, Telecine)

Tess (Georgina Campbell) chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Quando chega ao local, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård), que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa, Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem, AJ (Justin Long), que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

40 Acres (Netflix)

Com uma competente construção narrativa, que explora com eficiência muitos pontos do roteiro – dividido em alguns atos bem definidos – e apresenta um bom desenvolvimento dos personagens dentro de um contexto bem amarrado, com explicações razoáveis, o projeto dirigido pelo cineasta canadense R.T. Thorne, em sua estreia em longas-metragens, nos leva por dilemas envolvendo recursos escassos, ao mesmo tempo em que foca nas relações pessoais ligadas à moral em contexto apocalíptico.

Crítica | ‘40 Acres’ – Canibais e a luta pela sobrevivência em uma narrativa eficiente

 

Inferno Sangrento (Prime Video)

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco. Por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote, resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde seu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas – que inclusive pratica o canibalismo.

 

A Última Casa à Esquerda (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Dirigido por Dennis Iliadis esse é um daqueles filmes muito tensos e recheados de surpresas. Na trama, conhecemos alguns fugitivos que após maltratarem duas garotas, acabam buscando refúgio na casa da família de uma delas, desencadeando uma vingança brutal por parte da família.

 

Piggy

Sara (Laura Galán) é uma adolescente que sofre frequentemente bullying das outras garotas da região onde mora. Certo dia, após ir nadar sozinha numa espécie de piscina que tem no local, acaba passando por mais uma situação constrangedora, tendo suas roupas roubadas e precisando voltar pra casa com o que não foi roubado. Nessa caminhada, seu destino cruzará com uma série de pessoas e situações que a colocarão no centro de escolhas aterrorizadoras.

 

Invasão Zumbi (Netflix)

Seok Woo (Yoo Gong) vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem para encontrar a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo: quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis e uma grande luta pela sobrevivência começa.

 

 

‘Little Brother’: John Cena e Eric André são irmãos no trailer da nova COMÉDIA da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de Little Brother, sua mais nova aposta no gênero de comédia. O longa é estrelado por John Cena (‘Pacificador’) e Eric André (‘The Eric Andre Show’).

Com estreia marcada para o dia 26 de junho, o filme foi idealizado por Matt Spicer (‘Ingrid Vai para o Oeste’) e promete uma dinâmica explosiva entre os protagonistas.

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A história acompanha um corretor imobiliário de sucesso (Cena), cujo estilo de vida rigorosamente planejado entra em colapso quando seu excêntrico irmão mais novo (André) reaparece de forma inesperada.

Além do trio principal, o elenco de peso conta com: Christopher Meloni, Ego NwodimSherry ColaCaleb Hearon e Ben Ahlers.

O roteiro é assinado pela dupla Jarrad Paul e Andrew Mogel. A produção fica a cargo de David Bernad e Ruben Fleischer, garantindo uma equipe experiente no comando da nova comédia original do streaming.

Terror na estrada em clipe SINISTRO do terror ‘Passageiro do Mal’; Confira!

O terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo filme do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), ganhou um novo clipe sinistro.

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Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.

Melissa Leo (‘O Vencedor’), Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) estrelam a produção.

Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.

Zachary Donohue e T.W. Burgess são responsáveis pelo roteiro.

Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.

O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.

Diretores de ‘Vingadores: Doutor Destino’ descrevem o filme como uma REINVENÇÃO completa

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas mundiais ainda este ano e já é um dos títulos mais aguardados de 2026, dando início à conclusão da Saga do Multiverso do Universo Cinemático Marvel (que será oficialmente encerrada com ‘Vingadores: Guerras Secretas’).

Ainda que detalhes mais precisos sobre a drama permaneçam sob segredo, os diretores Joe e Anthony Russo deram uma recente entrevista em que caracterizam ‘Doutor Destino’ como uma “reinvenção completa”, indicando que os fãs não estão preparados para o que os aguarda em dezembro.

“O que a Marvel fez melhor do que qualquer outra empresa na história foi contar histórias seriadas em grande escala. E ‘Doutor Destino’ é uma reinvenção completa, é mais uma mudança radical”, disse Joe. “Não acho que o público esteja esperando por isso, pelo que acontece no filme, pelo seu tom e pelo seu tema. Mas espero que seja mais uma mudança profunda para eles nessa narrativa seriada”.

O longa trará Robert Downey Jr. de volta ao MCU, mas dessa vez encarnando o psicótico e vilanesco Victor von Doom – e, para tanto, Anthony aproveitou o espaço para dar alguns vislumbres da dinâmica entre o antagonista e Steve Rogers (Chris Evans), mencionando a explosiva relação entre o Capitão América e Homem de Ferro (Downey Jr.) em ‘Capitão América: Guerra Civil’ como fonte de inspiração.

“Tony Stark e Steve Rogers continuam sendo personagens com os quais é fácil se identificar e torcer, e até hoje as pessoas se dividem sobre quem era mais fácil de se identificar em [Guerra Civil’]. Trata-se muito dessas aspirações não resolvidas e das falhas desses personagens. Isso continua a se desenrolar à medida que avançamos para ‘Doutor Destino’, disse o diretor.

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas em breve e, assim como os outros capítulos da elogiada franquia da Marvel Studios, reunirá vários personagens conhecidos e trará Robert Downey Jr. de volta ao Universo Cinemático Marvel – mas, desta vez, como o perigoso Victor von Doom/Doutor Destino.

O retorno de Downey Jr. foi anunciado na San Diego Comic-Con 2024, causando um alvoroço enorme entre os fãs do MCU. Em uma recente entrevista, o diretor Joe Russo revelou de quem foi realmente a ideia de trazê-lo mais uma vez ao icônico universo super-heroico.

“Foi o Kevin [Feige], ele contou. “Algo interessante sobre isso é que foi uma conversa que tivemos um tempo atrás”.

O vilão foi interpretado no filme de 2005 por Julian McMahon, com Downey estreando como Tony Stark em Homem de Ferro’, de 2008. Entretanto, o chefe da Marvel Studios insistiu na ideia de escalar Downey como Destino.

Agora, após o astro vencedor do Oscar ter concordado em assumir o manto do antagonista, ele tentou convencer os Irmãos Russo a reunirem a equipe para os dois próximos capítulos da saga ‘Vingadores’. Segundo Joe, a dupla ficou hesitante a princípio.

“Robert tentou nos convencer e nós dissemos ‘não’. Simplesmente não tínhamos uma história. Não tínhamos como entrar no projeto. Resistimos por um tempo.”

Eventualmente, os irmãos tiveram uma ideia: “um dia, Steve McFeely, um de nossos principais colaboradores, disse: ‘tenho uma ideia’. Nós respondemos: ‘essa é a história!’. Essa história precisa ser contada. É uma história realmente poderosa”.

Joe acrescenta: “a única coisa que direi sobre o filme é o seguinte: adoramos vilões que se acham os heróis de suas próprias histórias. É aí que eles se tornam tridimensionais e mais interessantes. E quando você tem um ator como Robert Downey Jr., precisa criar um personagem bem construído e tridimensional para o público”.

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

HBO renova série de ‘Harry Potter’ para 2ª temporada antes da estreia do primeiro ano

Harry Potter já se prepara para se tornar uma das maiores séries do ano e, pouco depois da HBO ter divulgado o primeiro trailer oficial, novas fotos viralizaram nas redes sociais oferecendo um vislumbre mais detalhado dos figurinos da adaptação.

Como visto nas postagens abaixo, a Licensing Expo 2026 em Las Vegas trouxe um arsenal de vestimentas usadas pelos alunos de Hogwarts, ostentando o design de cada uma das quatro casas da escola para bruxos frequentada pelo protagonista titular: Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa.

Além disso, as imagens dão destaque ao uniforme usado pelos jogadores de Quadribol, o esporte oficial do mundo mágico, da Grifinória (time do qual Harry faz parte como a posição mais importante, a de apanhador).

Confira:

A estreia global está marcada para o dia 25 de dezembro de 2026 no serviço de HBO Max.

A trama inicial seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

Zona Zero

(Colony)

 

Elenco:

Gianna Jun
Jun Ji-hyun
Shin Hyun-been

 

Direção: Yeon Sang-ho

Gênero: Terror

Duração: 122 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 8 de Outubro de 2026

Sinopse: 

Em ZONA ZERO, uma conferência de biotecnologia se transforma em caos quando um vírus que sofre rápida mutação transforma os infectados, forçando as autoridades a isolar as instalações com os sobreviventes presos lá dentro.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Yeon Sang-ho também assina o roteiro ao lado de Kyu-Seok Choi;

» O projeto está sendo descrito como “o ápice do universo de Yeon Sang-ho, que começou por ‘Invasão Zumbi'”, mas não está claro se a produção se passará no mesmo universo da popular franquia;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cavalo Selvagem Nove

(Wild Horse Nine)

 

Elenco:

Sam Rockwell
Steve Buscemi
John Malkovich
Parker Posey

 

Direção: Martin McDonagh

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 5 de Novembro de 2026

Sinopse: 

Em CAVALO SELVAGEM NOVE, pouco antes do golpe de Estado chileno de 1973, os agentes da CIA Chris e Lee são enviados de Santiago para a Ilha de Páscoa por seu chefe de escritório, MJ. Em meio às estátuas icônicas da ilha, e enquanto os parceiros de longa data lidam com seus passados ​​sombrios e conspirações presentes, o novo vínculo de Chris com duas estudantes rebeldes ameaça comprometer a viagem de todos a esse paraíso remoto.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Martin McDonagh também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Two men converse indoors; the man on the left points as he speaks, wearing a dark polo with a crossbody strap.

Insaciável

(Saccharine)

 

Elenco:

Midori Francis
Anna Adams
Joseph Baldwin

 

Direção: Natalie Erika James

Gênero: Terror

Duração: 112 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em INSACIÁVEL, Hana, uma estudante de medicina, entra em um programa extremo de emagrecimento em busca de uma transformação. Mas, por trás das pílulas milagrosas, existe um segredo assustador.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Natalie Erika James também assina o roteiro do longa;

» O longa recebeu uma alta classificação etária (R) do MPAA por “conteúdo perturbador, imagens sinistras, sexualidade, uso de drogas, nudez gráfica e linguagem”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Primeiras Impressões | ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ marca a INQUIETANTE estreia de Kane Parsons na direção

A A24 é lar de algumas das produções mais aclamadas do cenário cinematográfico, tendo voltado sua atenção para obras independentes de diretores estreantes ou não tão conhecidos no circuito fílmico. E um dos carros-chefes do estúdio é, sem sombra de dúvida, o terror: desde sua concepção, nomes como Robert Eggers, Ari Aster, Ti West e Danny e Michael Philippou causaram grande impacto ao apresentar novas formas de explorar esse gênero tão saturado no mercado, entregando arrepiantes rendições como ‘A Bruxa’ e ‘Faça Ela Voltar’, apenas a encargo de exemplificação.

À medida que abre mais espaço a realizadores que procuram a oportunidade certa para brilharem, o estúdio caminha para mais um aguardado lançamento: Backrooms – Um Não-Lugar’, que marca o vindouro debute de Kane Parsons após ascender a uma popularidade com a websérie de mesmo nome, que trouxe os conceitos dos espaços liminares sob uma ótica de horror e ficção científica.  A trama original acompanha um cineasta que vai parar em outra dimensão e vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais.

Contando com Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, o longa-metragem que chega às telonas nacionais no próximo dia 28 de maio é uma expansão dessa insana e enervante mitologia e acompanha um homem frustrado com a própria vida que encontra esses corredores e salas infinitos em sua loja de móveis, desaparecendo na imensidão ensandecida de uma realidade paralela e compelindo sua terapeuta a procurá-lo para trazê-lo de volta. E, funcionando como uma exploração mais exagerada e contundente do que Parsons nos apresentou alguns anos atrás, o resultado é muito além do esperado e integra a nata das produções da A24 com uma originalidade inquietante.

Parsons fez história ao se tornar o diretor mais jovem a firmar contrato com o estúdio – e mostra que não veio para brincar. Utilizando-se de inúmeras referências estilísticas e construindo um filme de monstros inesperado e recheado de peculiaridades, o jovem cineasta aposta na experiência sinestésica e garante que seus dois personagens principais sejam explorados o máximo que puderem. Nesse quesito, Ejiofor faz um ótimo trabalho, mas é Reinsve que, recém-saída de mais uma indicação ao Oscar, rouba os holofotes com uma rendição visceral e, ao mesmo tempo, imbuída de letargia.

A ideia de Backrooms não é entregar tudo mastigado ao público e, por essa razão, é bem provável que divida os espectadores, principalmente conforme a história se encerra. Porém, é esse elemento que torna o projeto tão diferente dos outros, apostando num bizarro jogo de gato-e-rato psicológico que nos deixa instigados desde os primeiros minutos.

A crítica completa será lançada em 27 de maio.

Lestat leva vida imortal de FRACASSO em novo teaser da 3ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’; Confira!

A AMC divulgou um vídeo inédito da 3ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, intitulada ‘O Vampiro Lestat‘.

Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de junho.

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A adaptação contemporânea do romance gótico de de Anne Rice acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).

Jennifer Ehle, Christopher Heyerdahl, Damien Atkins, Ella Ballentine, Jeanine Serralles e Assad Zaman também estrelam.

Sheila Atim (‘A Mulher Rei’), Noah Reid (‘Schitt’s Creek’), Ryan Kattner (‘Destroy All Neighbors’), Seamus Patterson (‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo Del Toro’) e Sarah Swire (‘The Boys’) farão parte dos novos episódios.

No Brasil, a série está disponível no Prime Video.

ÉPICO! ‘Mestres do Universo’ ganha trailer FINAL com cenas inéditas; Confira!

O aguardado live-action de ‘Mestres do Universo‘ ganhou trailer final.

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As primeiras impressões do live-action de ‘Mestres do Universo‘ foram divulgadas, e trazem opiniões divididas dos críticos.

Enquanto uns críticos amaram a vibe cafona e o universo criado para o filme, outros acharam que a maior parte da produção ficou uma “bagunça”.

Confira as reações dos críticos:

Mestres do Universo tem cerca de 20 minutos finais muito divertidos, estranhos, mas agradáveis. Quanto ao resto do filme? É uma bagunça. Coisas sérias tocadas para dar risadas, risadas tocadas para emoção, funciona, não funciona, realmente tenta, mas acaba sendo constrangedor demais. Cenas incríveis dos créditos finais, no entanto.”

“A melhor parte de ‘Mestres do Universo’ é que o filme abraça completamente suas raízes como um desenho animado exagerado dos anos 80 que ganha vida. O live-action nunca se leva muito a sério, se entrega totalmente ao lado mais brega e exibe com orgulho suas emoções. Em vez de tentar modernizar demais a franquia, ele resiste a essa ideia e é muito melhor por isso.”

Mestres do Universo é como um filme-irmão do primeiro Thor. Tem dificuldades para encontrar seu equilíbrio na primeira metade, mas, uma vez que se firma em seus temas de masculinidade frágil e ego, abre caminho para uma diversão incrivelmente gostosa que também é visualmente estimulante. Nicholas Galitzine é ótimo!”

“O charme despojado de ‘Mestres do Universo’ me conquistou. Uma experiência colossalmente épica. O live-action tem um tom autoconsciente ao estilo ‘Guardiões da Galáxia’ e uma mensagem radical em sua essência. Nicholas Galitzine e Camila Mendes arrasaram. […] O diretor Travis Knight demonstra uma genuína reverência por todas as encarnações do He-Man, desde os bonecos de ação até as animações. Cheguei a me emocionar em um determinado momento.”

Nicholas Galitzine está impecável em ‘Mestres do Universo’, mas é seu timing cômico que rouba a cena. Assumidamente caricato, repleto de referências aos anos 80 (a trilha sonora!), e Jared Leto exagera na interpretação vocal como Esqueleto. Um pouco extravagante, mas, em sua maior parte, diversão para toda a família.

“Adorei ‘Mestres do Universo’ – uma das maiores surpresas do ano para mim. Sou muito fã de várias pessoas envolvidas, mas [a franquia] nunca foi muito a minha praia quando eu era mais novo. Além disso, baseado no que eu sei do material original, parecia um filme extremamente desafiador de se fazer. Mas Travis Knight e sua equipe conseguiram! Fui completamente arrebatado por essa aventura super vibrante, estranha e alegre. É totalmente absurdo, mas o absurdo funciona quando o elenco e a equipe entendem completamente o tipo de filme que estão fazendo e se dedicam totalmente para dar vida a ele.”

“Eu AMEI ‘Mestres do Universo’! É uma verdadeira declaração de amor a tudo relacionado ao He-Man, além de ser um filme de fantasia/ficção científica lindo e bombástico que agrada a todos e não esconde suas emoções. É inacreditável que esse filme exista, mas estou muito feliz por isso. Passei o filme inteiro com um sorriso enorme no rosto.”

Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Nicholas Galitzine (Príncipe Adam/He-Man), Camila Mendes (Teela), Morena Baccarin (Feiticeira), Jared Leto (Esqueleto), Alison Brie (Maligna/Evil-Lyn), Idris Elba (Mentor/Man-At-Arms) e Kristen Wiig (Voz de Roboto) estrelam.

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

FINALMENTE! Arnold Schwarzenegger confirma retorno de Conan, o Bárbaro no filme ‘Rei CONAN’

Não é segredo que Arnold Schwarzenegger está ansioso para voltar ao papel de Conan, o Bárbaro, já que vem mostrando interesse em uma nova adaptação do velho guerreiro.

Agora, os fãs podem finalmente começar a comemorar. Após décadas de rumores, idas e vindas e inúmeros projetos cancelados, Arnold Schwarzenegger revelou que o aguardado filme do Rei Conan está oficialmente caminhando para sair do papel.

Em entrevista ao TheArnoldFans, o astro confirmou que todos os acordos necessários já foram assinados e que o projeto recebeu sinal verde para avançar para a produção.

Segundo Schwarzenegger, a previsão é que as filmagens tenham início em algum momento de 2027.

A notícia representa um momento histórico para os admiradores da franquia, já que o ator fala sobre retornar ao personagem há muitos anos. Desde o lançamento de Conan, o Bárbaro e sua sequência Conan, o Destruidor, Schwarzenegger frequentemente demonstrava interesse em revisitar o guerreiro cimério em uma história mais madura e sombria.

Agora, o ator finalmente deu detalhes concretos sobre a abordagem do novo longa — e a inspiração escolhida promete algo bastante diferente dos filmes clássicos de fantasia dos anos 80.

De acordo com Schwarzenegger, o projeto terá forte influência de Os Imperdoáveis, clássico western dirigido e estrelado por Clint Eastwood. O filme é conhecido por apresentar um protagonista envelhecido, cansado da violência e lidando com o peso de seu passado.

A ideia parece indicar que o novo Conan seguirá um caminho semelhante.

“Ele é o rei e ficou um pouco complacente. Ele está cansado do cargo e quer seguir em frente”, explicou Schwarzenegger.

A declaração sugere uma versão muito mais melancólica e introspectiva do personagem, deixando de lado apenas a brutalidade e a ação desenfreada para explorar também o desgaste emocional de um guerreiro que passou décadas governando.

O conceito lembra diretamente o que muitos fãs sempre imaginaram para “King Conan”, adaptação inspirada na fase final dos contos escritos por Robert E. Howard, em que o bárbaro já se tornou rei de Aquilônia e precisa enfrentar ameaças políticas, traições e o vazio deixado após anos de batalhas.

Além da nostalgia, o retorno de Schwarzenegger ao papel também tem potencial para repetir o impacto recente de produções protagonizadas por heróis envelhecidos, como Logan e Creed, que apostaram em abordagens mais dramáticas e humanas para personagens clássicos.

Tatiana Maslany fala sobre a série de suspense ‘Prazer Máximo Garantido’ e dá BRONCA sobre celular [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a talentosa Tatiana Maslany (‘Orphan Black’) falou sobre a série de suspense cômico ‘Prazer Máximo Garantido‘ (Maximum Pleasure Guaranteed), que estreia amanhã (20) no AppleTV.

A atriz falou sobre a série, sua carreira e ainda deu bronca em quem assiste TV enquanto mexe no celular.

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Com dez episódios, a produção tem estreia marcada para o dia 20 de maio na plataforma de streaming.

A série foi criada por David J. Rosen (‘Sugar’).

Maximum Pleasure Guaranteed acompanha Paula (Maslany), uma mãe recém-divorciada, enquanto ela se vê envolvida em uma perigosa trama de chantagem, assassinato e futebol infanto-juvenil. Convencida de ter testemunhado um crime e em meio a uma batalha pela guarda dos filhos e uma crise de identidade, Paula inicia sua própria investigação, que pode desvendar uma conspiração ainda maior e, ao mesmo tempo, conter as chaves para reconstruir sua família e sua autoestima.

Brandon Flynn (’13 Reasons Why’), Jake Johnson (‘New Girl’), Murray Bartlett (‘The White Lotus’), Jessy Hodges (‘Barry’), Jon Michael Hill (‘Elementary’), Charlie Hall (‘A Vida Sexual das Universitárias’), Kiarra Hamagami Goldberg (‘Invasão’), Nola Wallace (‘Os Estranho’) e Dolly De Leon (‘Nove Desconhecidos’) integram o elenco.

David Gordon Green (‘Halloween Ends’) assina a direção.

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 4’: o capítulo mais POLÊMICO da icônica franquia animada

Desde sua estreia em 1995, Toy Story veio para provar que o gênero da animação merecia ser respeitado assim como qualquer outro, apostando em uma narrativa extremamente original que trouxe brinquedos à vida em uma jornada de amadurecimento marcada por tiradas cômicas e um profundo drama existencialista que o transformou em uma aclamada incursão para todas as gerações. Funcionando como carro-chefe da então recém-fundada Pixar, agora parte do conglomerado da Walt Disney, o longa deu origem a uma saga multimidiática de extremo aclame, incluindo uma franquia cinematográfica irretocável que conquistou a crítica e os fãs ao redor do planeta.

Diferente do que imaginávamos, o terceiro capítulo chegou aos cinemas em 2010 e nos apresentou a uma emocionante história que, a princípio, deveria ter encerrado o arco dos personagens da forma mais impecável possível. Mas, como é costumeiro no escopo do entretenimento, planos mudam – e, nove anos mais tarde, fomos convidados a voltar para mais uma aventura com Toy Story 4’. Ainda que esse capítulo soe mais como um especial derivado do que uma entrada necessária na franquia, o resultado é positivo o suficiente para apresentá-la a uma nova geração e para trazer os inveterados fãs às salas em um misto de saudosismo e nostalgia que se tornou um sucesso massivo de bilheteria, além de ter conquistado a estatueta de Melhor Animação no Oscar.

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A trama é ambientada pouco depois dos eventos de Toy Story 3’, em que Andy foi para a faculdade e seus brinquedos foram doados para a jovem e adorável Bonnie, mostrando um Woody (Tom Hanks) frustrado por não conseguir a atenção de sua nova dona. Em meio a várias tentativas falhas, Woody encontra uma brecha quando descobre que Bonnie está ansiosa e um pouco temerosa de entrar para o jardim de infância – a oportunidade perfeita para que o xerife a ajude e, finalmente, seja amado como deseja. Porém, ele não esperava que a garota desse vida a um garfinho de plástico chamado Forky (Tony Hale), tornando-se parte do vasto arsenal de Bonnie, mas mergulhando em uma crise existencial por acreditar que é apenas um amontoado de lixo, e não um brinquedo de verdade.

Não demora muito até a frustração de Woody aumenta, principalmente quando Forky se torna o brinquedo favorito de Bonnie. Todavia, em uma viagem em família, o garfinho de plástico pula para fora do carro e compele o caubói a resgatá-lo. O que ele não esperava era se reunir com uma paixão antiga quando cruza caminho com Bo Peep (Annie Potts), há muito doada para uma criança e agora descobriu os prazeres de uma vida livre e sem pertencer a alguém. É claro que as coisas não são tão simples quanto imagina, ainda mais quando Forky é tomado como refém de uma boneca ventríloqua chamada Gabby Gabby (Christina Hendricks), que deseja roubar a caixa de voz de Woody para sair de seu confinamento eterno, e Buzz (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack) e os outros unem forças para salvá-los.

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Assim como o capítulo anterior, Toy Story 4’ conta com um novo diretor, Josh Cooley, que demonstra respeito e conhecimento em relação a esse icônico microcosmos da Pixar. Aqui, o realizador aposta fichas em mais uma trama de amadurecimento, mas garantindo que os espectadores entendam que os brinquedos, assim como os humanos, estão envelhecendo – e que nunca é tarde para “virar a página” e começar um novo capítulo. Todos os elementos funcionam como deveriam e é muito interessante ver que, em meio a vários personagens inéditos – incluindo Duke Caboom (Keanu Reeves), Patinho (Keegan-Michael Key) e Coelhinho (Jordan Peele) -, existe espaço para uma profunda análise sobre recomeço e sobre despedida.

O cuidado estético é inegável e imprescindível, valendo-se de mais inovações tecnológicas que reiteram o emblemático status da franquia e não perdendo a mão em nenhum momento conforme ousadias cênicas se estendem pela paleta de cores, pela trilha sonora e por enquadramentos inspirados que trazem toques do suspense e da tragicomédia aos espectadores. Mais do que isso, os roteiristas Andrew Stanton e Stephany Folsom constroem uma ponte intergeracional metadiegética que encerra o arco de Woody dentro do panorama Toy Story ao passo que introduz o universo a um público mais jovem e que, com certeza, irá se apaixonar por essa história.

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O caráter dispendioso existe, mas o incomparável sucesso não deixa dúvidas quanto à aceitação dos espectadores – ora, o filme arrecadou expressivos US$1,074 bilhão nas bilheterias, ultrapassando inclusive o montante de Toy Story 3’, além de ter varrido a temporada de premiações. De qualquer maneira, mesmo com alguns erros óbvios que se estendem pela estrutura do projeto, Toy Story 4’ configura-se como mais uma sólida iteração para a saga animada e se vale do carisma de seus personagens para nos satisfazer como pode.

Lembrando que a franquia completa está disponível no catálogo do Disney+.

‘Os Testamentos’: Série sequência de ‘The Handmaid’s Tale’ é RENOVADA para a 2ª temporada!

Ótimas notícias para os fãs do universo ‘The Handmaid’s Tale’!

Segundo o Deadline, a série derivada Os Testamentos: Das Filhas de Gilead’, que dá continuidade aos eventos da produção original, foi oficialmente renovada pelo Hulu para a 2ª temporada.

As boas novas vêm após o massivo sucesso de crítica e de público, que garantiu ao spin-off nada menos que 45 milhões de horas assistidas desde sua estreia até o oitavo episódio (o nono capítulo é exibido hoje, 20 de maio, enquanto o season finale vai ao ar no próximo dia 27 de maio) e sólidos 87% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Contando com Chase Infiniti (‘Uma Batalha Após a Outra’) e Lucy Halliday (‘Blue Jean’) no elenco principal, a trama se passa 15 anos depois dos eventos da série original e é centrada nas jovens garotas que são preparadas para servir à República de Gilead – até que cruzam caminho com artimanhas e segredos obscuros que podem mudar tudo o que conhecem.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ann Dowd retorna como a perversa Tia Lydia, enquanto Infiniti dará vida à Agnes. Já Halliday interpretará Daisy, uma adolescente canadense cuja vida vira do avesso ao descobrir que possui conexões profundas com a República de Gilead.

Os Testamentos‘ se passa 15 anos depois dos eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘. A vindoura série é baseada no livro de Margaret Atwood. Na obra original, a trama é contada pela perspectiva de três mulheres distintas.

Publicado em 2019, a sequência foi lançada 34 anos depois do livro “O Conto da Aia“.

Assim como ‘The Handmaid’s Tale‘, ‘Os Testamentos‘ é criada por Bruce Miller, que também assume o papel de showrunner. Steve Stark e Warren Littlefiend entram como produtores executivos da produção. A série será lançada pelo Hulu (que pertence à Disney), em parceria com a MGM Television.

Criador de ‘Halt and Catch Fire’ é escalado para a possível 2ª temporada de ‘Lanternas’

Muito em breve, o DCU irá se expandir com o lançamento de Lanternas, série da HBO que trará à cena a legião de heróis conhecidos como Lanternas Verdes.

E, enquanto os fãs já se preparam para uma iminente renovação para a 2ª temporada, o estúdio também aguarda o sinal verde para o novo ciclo – e parece ter escalado um novo membro à sua equipe.

Segundo o famoso jornalista e insider Jeff SneiderChristopher Cantwell, aclamado cocriador de ‘Halt and Catch Fire’, se juntou ao projeto como roteirista e produtor executivo.

Damon Lindelof e Tom King devem permanecer na equipe, mas Sneider acredita que “a HBO aproveitou a oportunidade para trazer um veterano da TV com experiência, e Cantwell era a escolha perfeita, já que ele é um prolífico roteirista de quadrinhos. Cantwell trabalhou em títulos como Homem de Ferro’, Capitão América’, Doutor Destino’, Duende Dourado’, O Máscara’ e Star Wars: Obi-Wan’“.

“Cantwell está se juntando à equipe agora porque a sala de roteiristas de Lanternas se reunirá em breve, apesar da falta de uma renovação oficial. As emissoras geralmente querem ter os roteiros prontos para poderem iniciar a produção mais rapidamente caso uma série seja renovada para uma segunda temporada, o que, novamente, parece inevitável neste caso — apesar da fusão pendente com a Paramount”.

Lembrando que a série estreia em 16 de agosto na HBO Max.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen WilliamsGeeta Vasant PatelAlik Sakharov também comandam a produção.

O elenco deLanternas também conta com Garret Dillahunt, Poorna Jagannathan, Ulrich Thomsen, Jasmine Cephas Jones, Sherman Augustus, J. Alphonse Nicholson, Jason Ritter, Nathan Fillion, Chris Coy, Cary Christopher e Paul Ben-Victor.