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007: Aaron Taylor-Johnson pode ser o novo James Bond?

O ator Aaron Taylor-Johnson, conhecido por seus papéis de ação, continua sendo alvo de especulações sobre assumir o posto de James Bond.

Apesar de não confirmar os rumores, o ator desviou das perguntas com bom humor, deixando a dúvida no ar.

Durante sua participação no Good Morning America, o apresentador perguntou diretamente se ele aceitaria vestir o clássico smoking do 007. Taylor-Johnson, mantendo o mistério, respondeu: “Eu adoro vestir um smoking.

Ao ser pressionado para falar especificamente sobre James Bond, ele mudou de assunto, mantendo o mistério sobre a possibilidade de assumir o personagem.

“Sabe… Eu uso um smoking neste [filme, ‘Kraven, o Caçador’]. Você deveria assistir a este filme. Honestamente, tem muita ação, e é uma aventura emocionante, de verdade.” 

A Amazon assumiu recentemente o controle criativo da franquia James Bond, mas para que Barbara Broccoli e Michael G. Wilson filhos do lendário produtor de 007, Albert R. Broccoli, cedessem, a empresa de Jeff Bezos precisou investir uma verdadeira fortuna.

Conforme o Deadline, a Amazon desembolsou cerca de US$ 1 bilhão para garantir o controle total da franquia.

Inicialmente, a empresa pagou um valor acima do comum pela MGM, estúdio responsável pela franquia, em um acordo orquestrado pelo então presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich.

O estúdio foi adquirido por US$ 8,5 bilhões, embora sua avaliação girasse entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões.

No entanto, para ter controle criativo total sobre o personagem, a Amazon precisou investir mais US$ 1 bilhão, garantindo assim a liberdade para Broccoli e Wilson explorarem e controlarem a propriedade intelectual de Ian Fleming.

Essa decisão de compra foi motivada pelo desejo da Amazon de expandir a franquia James Bond para um universo próprio, semelhante ao que Marvel e Star Wars fizeram. Algo que Broccoli, não concordava. Eles sempre defenderam um controle rigoroso da qualidade da franquia, mantendo a série como uma marca independente nos cinemas.

‘Os Estranhos: Capítulo FINAL’ ganha data de estreia no streaming

O terror ‘Os Estranhos: Capítulo Final‘, que marca a conclusão da nova trilogia da saga, ganhou data de estreia no Prime Video.

O filme chega no catálogo dia 22 de Agosto.

No capítulo final, Maya enfrenta os assassinos mascarados pela última vez em um brutal acerto de contas, mas antes ela precisa se juntar a eles para conseguir escapar de uma vez por todas.

Confira o trailer:

Madelaine Petsch (‘Riverdale’) retorna como a sobrevivente Maya.

O terror alcançou apenas 19% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O críticos detonaram o capítulo final, considerando-o tão desnecessário e vazio quantos as duas partes anteriores da trilogia. A atuação de Madelaine Petsch (‘Riverdale’) foi o ponto mais elogiado, mas nem a performance da atriz consegue salvar do longa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Todos os três filmes poderiam (e deveriam) ter sido condensados ​​em um thriller potencialmente acima da média.” (Reel Film Reviews)

“Se o ‘Capítulo 2’ disfarçou bem o peso das refilmagens, aqui há uma sensação inevitável de que a direção da trilogia (e a jornada de sua protagonista para o lado sombrio) mudou completamente durante a produção.” (Looper)

“Este filme não é um desastre nem um triunfo. Oferece momentos de tensão e uma atuação central convincente, mas tropeça no ritmo, na previsibilidade e numa curiosa relutância em concluir a sua história de forma decisiva.” (Free Press Journal)

“Este filme é tão ruim que [o diretor e roteirista do longa original Bryan] Bertino deveria poder processar por danos à reputação de ‘Os Estranhos’.” (Inverse)

“Um tédio absoluto, desperdiçando todo o potencial que havia para levar a história para uma direção completamente maluca, deixando os espectadores com três filmes vazios que deveriam ter sido um único filme terrível.” (Blu-ray.com)

“A boa notícia é que o ‘Os Estranhos: Capítulo Final’ representa uma melhoria em relação aos filmes anteriores; a má notícia é que essa melhoria não é suficiente.” (Rue Morgue Magazine)

“Finalmente acabou.” (Mark Reviews Movies

Saiba em QUAL STREAMING assistir ao novo TERROR do diretor de ‘Os Estranhos’ com Dakota Fanning

Madelaine Petsch é atacada em clipe inédito da sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 3’; Confira!

Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões. Já o segundo fez apenas US$ 21,9 milhões mundialmente…

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Crítica | Agentes do FBI – Distopia reflete quando códigos culturais são substituídos por códigos artificiais

O que foi, o que é, e o que pode ser. A visão de uma turma de aprendizes do FBI sobre o mundo virtual mapeando o mundo real, conectadas por novas leis ligadas a avançada nova tecnologia, é a base de Agentes do FBI, minissérie disponível na Star Plus criada por Tom Rob Smith. Em três linhas temporais, uma no presente, uma no passado e uma no futuro, vamos percorrendo a obsessão pelo trabalho, os dilemas pessoais, as difíceis escolhas, os traumas que nunca vão embora de diferentes personagens e seus respectivos pontos de vistas na hora de entender mudanças drásticas na instituição que fazem parte. As relações pessoais são a base do refletir dessa distopia, através de um microscópio social proposto.

Na trama, acompanhamos um grupo de novos recrutas que são selecionados para fazerem parte de uma nova turma do FBI que vai se formar no ano de 2009. Assim, acompanhamos alguns protagonistas e suas dificuldades no início do recrutamento, depois no presente, já com alguma experiência na nova profissão, e também no futuro, onde uma série de situações acaba culminando na chegada forte de uma inteligência artificial que passa a realizar julgamentos de futuros transformando leis em donos de destinos onde o estado democrático aos poucos de torna um perigoso autoritarismo.

Ficção científica camuflada de drama policial, Class of ’09, no original, joga luz sobre os recortes profundos sociais quando surge a variável da tecnologia desenfreada ligada às leis. As evidências, as relevâncias, entre outros pontos, se tornam variáveis com enorme peso, como se as linhas do algoritmo criado fosse capaz de prever situações através de uma estatística cheia de falhas. A visão dos personagens nessa trajetória é fundamental para entendermos as ações que são tomadas ao longo da longa linha temporal. Onde mais enxergamos pontos de refletir através da desconstrução na maneira de pensar é no personagem Tayo (interpretado pelo indicado ao Oscar Brian Tyree Henry), um brilhante agente que de aprendiz virou o chefe do FBI no futuro e se vê em conflito quando percebe as reais interpretações do que seriam as novas ‘Buscas pela justiça’.

Ao longo dos vigorosos oito episódios, o espectador precisa estar atento, em um mesmo episódio é um vai e vem danado na linha temporal. Como o debate proposto sobre a tecnologia é muito impactante, algumas subtramas (relacionadas a vidas pessoais) não conseguem profundidade, mas nada que atrapalhe a narrativa que executa com muito dinamismo as linhas do roteiro.

 

Agentes do FBI se torna marcante por trazer para debate os perigosos caminhos que se chega em uma ditadura, no autoritarismo, na censura, onde códigos culturais são substituídos por códigos artificiais.

Crítica | Dois Caras Legais

Boogie Nights

É covardia comparar o humor sofisticado de Shane Black com o das recentes pseudocomédias lançadas no cinema. A minúcia de cada detalhe, a atenção ao que compõe a cena e o que é investido na construção dos personagens são elementos muito importantes e fazem toda a diferença.

Dois Caras Legais é a nova produção escrita e dirigida por Shane Black, um dos maiores talentos de Hollywood em atividade. O cineasta ganhou fama na década de 1980 com roteiros que misturavam ação (com conteúdo), humor e bons personagens. No entanto, seu debute na direção de um longa ocorreria muitos anos depois, com o subestimado Beijos e Tiros (2005). Dois Caras Legais é apenas o seu terceiro filme para os cinemas.

CinePOP2 - Dois Caras Legais

Na trama passada na década de 1970, dois detetives particulares cruzam seus caminhos numa investigação que envolve uma jovem atriz pornô (e tal submundo), grandes festas ostensivas, figurões da alta roda de Los Angeles e criminosos com longos braços até a polícia. Todos os elementos para um bom noir estão posicionados, pense em Los Angeles – Cidade Proibida (1997), que coincidentemente possui Russell Crowe e Kim Basinger também em seu elenco.

Dois Caras Legais igualmente ecoa Vício Inerente, filme de Paul Thomas Anderson lançado no ano passado nos cinemas brasileiros, em seu retrato de protagonistas na tênue linha entre a eficiência e a completa incompetência. Entretanto, o filme de Black consegue se manter mais acessível, divertido e menos pretensioso do que a obra de Anderson. Em matéria de exuberância em retratação de época (direção de arte) e referências à mesma (como uma marquise mostrando o filme Tubarão 2, de 1978, em cartaz nos cinemas), o filme de Black se comporta com a mesma grandiloquência de homenagens da recente Stranger Things – sendo para os 70´s o que a elogiada série da Netflix é para os 80´s.

CinePOP3 - Dois Caras Legais

Seguindo de perto a cartilha do cinema noir (o cinema de detetives particulares e tramas pra lá de intrincadas), a história de Dois Caras Legais talvez desafie a compreendê-la, mas em casos assim o que importa de verdade é a jornada pela qual seguimos ao lado de dois grandes personagens. Ryan Gosling está impecável e acerta todas as notas do timing cômico no seu retrato de Holland March. Uma vez um detetive proeminente, o sujeito se entregou à bebida, negligencia a pequena Holly (papel da excelente Angourie Rice, roubando todas as cenas), sua filha, após a morte da esposa e sobrevive de arrancar dinheiro fácil de velhinhas em trabalhos sem empenho.

O vencedor do Oscar Russell Crowe (Gladiador) representa o “homem sério” desta equação, a escada para as piadas de Gosling. Mesmo assim, Crowe emplaca boas tiradas, mostrando que igualmente possui talento para o humor. Ele é definitivamente o “tira mau” da dinâmica, na pele de Jackson Healy, espécie de detetive particular / agiota, que parou de se importar com trabalhos importantes e de fazer a diferença com o que é certo. A química da dupla é perfeita e funciona mais do que a de muitos casais apaixonados em histórias de amor. Este “casal”, porém, é adepto de sopapos, tiros e todo tipo de histeria violenta própria de uma época muito pré-politicamente correta.

CinePOP4 - Dois Caras Legais

A harmonia da estrutura concebida ao longo da filmografia de Black atinge outro patamar aqui, conseguindo pairar acima do confeccionado pelo cineasta para Máquina Mortífera e Beijos e Tiros, acredite, é bom neste nível. Embora Dois Caras Legais seja também violento e impróprio, flertando enormemente com o humor negro e o slapstick (o famoso estilo pastelão), o filme nunca perde o gás ou fica sem graça. A metralhadora de piadas saídas da mente de Black dispara incessantemente, deixando sem fôlego a plateia e obtendo um saldo muito positivo. Este é o filme mais engraçado e divertido do ano.

Oscar 2023 | Os Filmes Completamente ESNOBADOS pela 95ª edição do maior prêmio do cinema

Foram divulgados nesta manhã de terça-feira, dia 24 de janeiro, os indicados ao Oscar 2023. Esta será a 95ª edição dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Como de costume algumas produções eram certas de figurarem entre os nomeados, como Os Fabelmans (novo trabalho do genial Steven Spielberg) e Os Banshees de Inisherin (do diretor Martin McDonagh, que vem sendo enaltecido como um dos melhores filmes da temporada). Outros, embora muito badalados e donos de grande torcida por parte de seus fãs, se tornam uma bem-vinda surpresa quando suas indicações são de fato confirmadas. Nesta edição, produções como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Avatar: O Caminho da Água e até mesmo Top Gun: Maverick se tornam os azarões.

Existe ainda outra categoria que ano após ano deixa os cinéfilos sem entender: o motivo da ausência de filmes de grande hype. São as produções completamente esnobadas pelo Oscar. E se os fãs ficam pasmos com essas ausências, o que dirá os artistas envolvidos em tais produções – já que é inegável que certas obras de teor mais dramático e assuntos pungentes são miradas, e às vezes empurradas de maneira nada sutil, para o Oscar. É muito difícil prever o que realmente será indicado e o que não será, mas um dos fatores mais notáveis nos últimos anos é a popularidade de tais filmes junto aos fãs e aos críticos. Funciona desta forma, para os votantes da Academia elegerem um filme para ser indicado, muitos eleitores seguem a maré e o burburinho, afinal são muitos filmes que eles precisam assistir.

Aqui nessa nova matéria iremos justamente olhar para os filmes que prometiam figurar entre os indicados desta edição do Oscar – ao menos geravam grande expectativa antes de seus lançamentos -, mas que por uma razão ou outra terminaram completamente ESNOBADOS. Confira abaixo.

Babilônia

Não dá para começar a lista de outra forma. Babilônia era considerado “o filme do Oscar” desta edição, desde que começamos a ouvir sobre o novo trabalho do menino prodígio Damien Chazelle (La La Land e Whiplash), uma incursão alucinada pela era de ouro de Hollywood, que tinha como principal proposta descortinar os excessos e o quão incorreta a maior indústria de cinema do mundo sempre foi. Com nomes como Brad Pitt e Margot Robbie protagonizando, o filme tinha respaldo suficiente para se legitimar junto aos votantes. Mas aí vieram as críticas não muito elogiosas da imprensa mundial, e o público igualmente deu de ombros, deixando Babilônia passar quase em branco. No entanto, o filme ainda assim recebeu 3 indicações ao Oscar: direção de arte, figurino e trilha sonora. Mas, é claro, esperava-se muito mais.

Ela Disse

O filme do movimento #metoo era tido como o Spotlight – Segredos Revelados (2015) desta edição do Oscar. Uma investigação jornalística de duas repórteres, que usava o muito real, devastador e conhecido caso de abuso dentro da indústria de Hollywood. Ela Disse acompanha as jornalistas do New York Times interpretadas por Carey Mulligan e Zoe Kazan enquanto investigam os crimes que mudariam para sempre a conduta no trabalho na indústria do entretenimento norte-americano e mundial. Um tema digno e importante, que seria bem-vindo para reforçar este discurso de eterna vigilância. Neste caso, Ela Disse ainda caiu nas graças da crítica, mas por alguma razão (talvez falta de popularidade com o público) terminou completamente esnobado, sem uma indicaçãozinha sequer para chamar de sua.

Decisão de Partir

Dirigido pelo cultuado cineasta sul-coreano Park Chan-Wook (Oldboy e A Criada), Decisão de Partir era para ter sido o grande representante asiático desta edição do Oscar, seguindo os passos de Parasita e Drive My Car em anos recentes. A história sobre um policial investigando a morte de um homem, descobrindo todas as pistas apontando para a viúva do sujeito, se apaixonando por ela e iniciando um tórrido caso de amor teve o aval máximo dos críticos, com uma das maiores avaliações da temporada. Ou seja, com um diretor prestigiado no comando, e elogios rasgados da imprensa especializada, era certo que Decisão de Partir figuraria na 95ª edição do Oscar – no mínimo na categoria de filme estrangeiro. Mas não foi isso o que aconteceu, com a obra sendo solenemente ignorada pelos votantes.

RRR – Revolta, Rebelião, Revolução

RRR é provavelmente o blockbuster mais enérgico, empolgante e original dos últimos anos. Ainda mais se formos pensar que foi feito bem longe de Hollywood, já que se trata de uma superprodução indiana, mas que não fica devendo em nada aos filmes mais caros que são feitos na terra do tio Sam. RRR redefine a palavra “épico” e desafia qualquer espectador a não se empolgar assistindo a esta história baseada em fatos, com muitas liberdades poéticas e cenas de ação de tirar o fôlego. É verdadeiramente impressionante. O filme ganhou muita fama ao cair na programação da Netflix e sua popularidade merecia ter o levado até o Oscar. RRR até foi indicado na categoria de melhor canção, mas queríamos mais, como fotografia, efeitos visuais e quem sabe filme estrangeiro.

Armageddon Time

Esse é outro que era alardeado como certo para indicações nesta edição do Oscar. Quando os cinéfilos souberam deste novo projeto do diretor James Gray, os radares ficaram imediatamente ligados. Para colaborar com este desejo, o filme saiu de Cannes com elogios de sobra. Com Anne Hathaway, Anthony Hopkins e Jessica Chastain no elenco, a história fala sobre um menino crescendo nos anos 80 e precisando lidar com assuntos sensíveis como o racismo (mesmo vindo de uma família branca), e representa uma autobiografia do próprio diretor e seu crescimento em família na infância – o que colocava Armageddon Time na mesma categoria de Os Fabelmans (com estruturas de trama similares). Enquanto o filme de Spielberg recebeu 7 indicações, Armageddon Time saiu de mãos abanando.

Um Filho

Outra produção muito alardeada e vendida para a época de prêmios, em especial o Oscar. Fora isso, os especuladores davam como certa a indicação do astro Hugh Jackman na categoria de melhor ator. O filme foi exibido nos badalados festivais de Veneza e Toronto, mas quando as críticas começaram a sair, elas não foram nada favoráveis, o comparando a um melodrama barato. Uma pena, ainda mais se formos pensar que o filme era tido como a “sequência espiritual” do excelente Meu Pai (2020), que deu a vitória de melhor ator para Anthony Hopkins e foi indicado a melhor filme. Um Filho é do mesmo diretor de Meu Pai e mostra o casal divorciado vivido por Jackman e a vencedora do Oscar Laura Dern precisando lidar com o filho adolescente problemático. Um Filho foi totalmente ignorado pelos votantes.

Império da Luz

Império da Luz tem toda a cara de Oscar. Fala sobre a paixão pelo cinema e o racismo, dois temas sempre relevantes na hora de homenagear e prestigiar determinadas obras. Fora isso, tem assinatura de Sam Mendes, diretor de grife que vira e mexe figura em produções indicadas. Ter uma atriz vencedora recente do Oscar como Olivia Colman sem dúvida ajuda a impulsionar o projeto. Mas Império da Luz não agradou muito nem os críticos, nem o público, e terminou levemente ignorado. O filme, no entanto, não saiu totalmente de mãos abanando e recebeu a indicação de consolação para melhor fotografia.

Emancipation – Uma História de Liberdade

Parece que a Academia ainda não está disposta a perdoar o astro Will Smith por sua perda de controle e agressão física, realizando uma das cenas mais vergonhosas (ou melhor, a cena mais vergonhosa) de todos os 95 anos da história do Oscar. Não bastasse ter banido o astro por 10 anos do evento, os votantes deram de ombros também para o esforço mais recente do astro em busca de prêmios. Talvez fosse cedo demais, mas a Apple TV+ resolveu empurrar Emancipation, que fala sobre um escravo que foge de sua plantação para voltar para sua família, ao Oscar desse ano, passado apenas um ano do ocorrido. O resultado foi uma senhora esnobada, sem qualquer indicação ao filme.

Bardo

Tendo na direção o nome do mexicano Alejandro Iñárritu, que tem no currículo produções Oscarizadas como Babel, Birdman e O Regresso, era de se esperar que Bardo – sua mais nova obra que fala sobre um documentarista retornando ao seu país de origem (e serve como autoretrato do próprio cineasta) – recebesse algumas indicações da Academia. No mínimo melhor filme estrangeiro e mirando alto, quem sabe para melhor filme principal. Mas não foi isso que ocorreu, e Bardo terminou sem as duas indicações – recebendo apenas a de “consolação” por melhor fotografia.

A Baleia

A Baleia é o novo projeto badalado do cineasta Darren Aronofsky e que muito bem poderia figurar entre os 10 indicados a melhor filme. Na verdade, desde que os cinéfilos ficaram sabendo de sua produção, esperavam que o longa chegasse forte neste Oscar, e que rendesse ainda indicação de melhor diretor para Aronofsky. A Baleia nem foi tão esnobado assim, e além da já esperada indicação de melhor ator para Brenda Fraser, rendeu ainda ao filme as nomeações de melhor coadjuvante para Hong Chau e maquiagem.

A Mulher Rei

A Mulher Rei era para ter sido o Pantera Negra (2018) desta edição do Oscar. É estranho pensar isso, ainda mais quando temos um exemplar de Pantera Negra, com Wakanda Para Sempre, também concorrendo. A categoria de melhor filme até era um tiro no escuro, mas o esperado mesmo era a indicação de melhor atriz para a protagonista Viola Davis. O filme, no entanto, apesar do carinho que recebeu dos críticos e do público, terminou completamente esnobado no Oscar.

Aftersun

O queridinho indie do ano, Aftersun mostra o relacionamento entre um jovem pai e sua filha pequena, de uma forma reflexiva e introspectiva. Ou seja, é tipo de filme que os críticos adoram, mas o público geral não tem muita paciência. Contava-se que Aftersun fosse ocupar a cota de produção independente esse ano no Oscar, mas o filme terminou recebendo “apenas” a nomeação de melhor ator para Paul Mescal, o novo namorado de Angelina Jolie e que estrelará Gladiador 2.

Amsterdam

Sabe aquela história da expectativa versus realidade? Quando ficamos sabendo de algumas produções chamativas, automaticamente já imaginamos que irão dar em Oscar. Ainda mais se os nomes envolvidos forem de artistas com histórico de passagem pelo maior prêmio do cinema. Ou seja, poucos não pensariam em Oscar ao ouvir que David O. Russell (O Lado Bom da Vida e Trapaça) estava fazendo um novo filme com Christian Bale e Margot Robbie, de quebra tendo Robert De Niro, Rami Malek e grande elenco. Mas Amsterdam foi uma bagunça tão grande que terminou de mãos vazias. Muitos diriam merecidamente.

Ruído Branco

Caso similar ocorreu com esse novo trabalho do prestigiado Noah Baumbach, o marido de Greta Gerwig. Seu último filme havia sido o badalado História de um Casamento (2019), que foi sinônimo de Oscar para todos os lados. Assim, os radares estavam ligados para esta sua produção seguinte, que ainda contou com Adam Driver novamente protagonizando. Mas diferente do filme anterior, Ruído Branco não teve sequer uma indicaçãozinha para chamar de sua.

Batman

Terminando a lista dos filmes esnobados pelo Oscar 2023, temos o longa mais popular do ano passado. Pelo menos no que diz respeito ao grande público usuário do IMDB. Por lá, The Batman, de Matt Reeves, ainda é a produção com mais avaliações de 2022. Mas não apenas isso, ninguém nega as inúmeras qualidades desta nova versão barra-pesada do personagem sombrio da DC. O filme não foi completamente ignorado, recebendo 3 indicações a prêmios técnicos: maquiagem, som e efeitos especiais. O que os fãs queriam mesmo era justiça para o Morcego. Esperamos o dia em que um filme do personagem receba indicação na categoria principal de melhor produção do ano. E o ano poderia ter sido esse.

‘Godzilla 2’: Filme ganha data de estreia na Netflix; Assista ao trailer!

A sequência de ‘Godzilla, longa animado do monstro gigantesco que estreou na Netflix Brasil recentemente, finalmente ganhou data de estreia. O filme será lançado no serviço de streaming no dia 18 de julho.

O filme ganhou o título ‘Godzilla: City on the Edge of Battle‘, e foi lançado nos cinemas norte-americanos em 18 de maio.

Para dar vida a mais nova adaptação de Godzilla, a Toho está trabalhando com o proeminente estúdio de anime japonês Polygon Pictures (Knights of Sidonia, BLAME!), os diretores Kobun Shizuno (Knights of Sidonia, Detective Conan) e Hiroyuki Seshita (AJIN: Demi-Human, BLAME!) com roteiro do aclamado escritor de anime Gen Urobuchi (Psycho-Pass, Madoka Magika).

A animação leva a franquia a um território inexplorado – um mundo hostil em um futuro no qual Godzilla dominou a Terra pelos últimos 20 mil anos, e se aproxima de um fatídico confronto final com a humanidade.

‘The Walking Dead’: David Morrissey afirma que adoraria retornar à série

Em entrevista ao RCN TV, David Morrissey revelou que adoraria voltar a interpretar o temido Governador na série ‘The Walking Dead‘, declarando que ainda não sente que se despediu do personagem.

“Eu amo esse mundo, esse gênero e esse personagem. Se eles pedirem para eu voltar, eu iria adorar. Às vezes, você termina um trabalho e pensa: ‘terminei com esse personagem’. Com o Governador, eu não sinto isso. Há muito mais para ser explorado.”

Ele continua, “Eu adoraria retornar em qualquer capacidade.”

Vale lembrar que o personagem já teve um desfecho bastante definitivo no final da quarta temporada.

Confira o trailer do próximo episódio:

O episódio irá ao ar no dia 3 de março.

No episódio, “Enquanto uma comunidade tem dificuldades em amenizar as tensões que ameaçam dividi-la por dentro, a verdadeira natureza de outro grupo entra em foco; uma missão para resgatar um amigo tem consequências mortais.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

‘Pennyworth’ é renovada para a 2ª temporada

O streaming Epix renovou oficialmente a série ‘Pennyworth‘, que conta a origem de Alfred Pennyworth, para a 2ª temporada.

Foram encomendados 10 episódios para o próximo ano, que começará a ser filmado em janeiro, no Reino Unido.

 

A série irá acompanhar a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben AldridgeRyan Fletcher, Hainsley Lloyd BennettPaloma FaithJason Flemyng.

‘The Bold Type’: Atriz critica falta de representatividade e DETONA os roteiristas da série

Através do seu Instagram, Aisha DeeDee, que interpreta a Kat Edison, criticou a falta de representatividade nos bastidores da série ‘The Bold Type‘. Além disso, a atriz também fez fortes críticas à narrativa de sua personagem na 4ª temporada.

“Levou duas temporadas para termos uma única pessoa que não seja branca entre os roteiristas de ‘The Blod Type’. E, ainda assim, a responsabilidade de dar voz à experiência negra não deve ser responsabilidade apenas de uma pessoa. Nós pudemos contar a história de uma mulher negra e uma muçulmana se apaixonando, mas nunca teve nenhum roteirista LGBT negro ou muçulmano na sala dos roteiristas.”

Ela completa, criticando os rumos que sua personagem tomou na temporada atual – Kat acabou se envolvendo com uma lésbica conversadora –, o qual a atriz acredita que não representa sua personagem:

“A decisão da Kat entrar em um relacionamento com uma mulher conservadora privilegiada foi confusa e totalmente fora de personagem. Apesar dos meus sentimentos sobre essa escolha, eu tentei o meu melhor contar a história com honestidade, apesar do fato de que a personagem que eu conheço e amo nunca teria feito essas escolhas. Foi de partir o coração ver a história da Kat se tornar um ponto de redenção na história de outra pessoa; uma pessoa que é cúmplice na opressão de tantas minorias. Alguém cuja visão política ativamente machuca sua comunidade.”

Criada por Sarah Watson, a série é baseada na vida da editora da revista Cosmopolitan, Joanna Coles.

Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

O elenco conta com Katie Stevens, Aisha Dee, Meghann Fahy e Nikohl Boosheri.

Diretor de ‘A Freira’ irá comandar o novo terror sobrenatural da Netflix

De acordo com o Deadline, Corin Hardy (‘A Freira’) vai dirigir o terror sobrenatural ‘Every House is Haunted‘, que está sendo desenvolvido pela Netflix.

Jason Pagan e Andrew Deutschman são responsáveis pelo roteiro.

Na trama, “Um investigador de seguros tenta desmascarar as alegações de que a morte de um casal foi causada por uma casa mal-assombrada, mas suas dúvidas são contestadas por um vidente e pelas misteriosas ocorrências que ele testemunha com seus próprios olhos.”

O terror será produzido pelo Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’), através da Raimi Productions, ao lado de Roy Lee, da Vertigo Entertainment.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Kevin Can F**k Himself’: 2ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o TVLine, a 2ª temporada da aclamada comédia ‘Kevin Can F**k Himself‘ será a ÚLTIMA da produção.

O ciclo final, que contará com 8 episódios, estreará em 2022.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Amazon Prime!

A série foi criada por Valerie Armstrong.

A trama explora a vida secreta de uma mulher que todos nós crescemos assistindo: a esposa da sitcom. Uma beleza emparelhada com um marido menos atraente, desprestigiado e parecido com um homem das cavernas que pode ser um porque ela é uma nag e ele é engraçado. Nossa série parece quebrar a convenção de televisão e perguntar como é o mundo através dos olhos dela? Alternando entre o realismo de câmera única e o zaniness multi-câmera, os formatos estarão constantemente informando uns aos outros enquanto perguntamos o que acontece quando esse personagem coadjuvante é apresentado como uma pessoa real? E se essa pessoa estiver chateada?

Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Mary Hollis Inboden, Eric Petersen, Alex Bonifer, Brian Howe e Raymond Lee.

Casa tecnológica toca o TERROR no trailer de ‘Margaux’; Assista!

O terror ‘Margaux‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Steven C. Miller (‘Natal Sangrento’) é responsável pela direção.

Um grupo de estudantes aluga uma casa inteligente para festejar o final de semana. No entanto, eles lentamente percebem que Margaux, o avançado sistema de inteligência artificial da casa, há planos sinistros para eles.

O elenco conta com Vanessa Morgan (‘Riverdale’), Madison Pettis (‘Treinando o Papai’) e Richard Harmon (‘The 100’), além de Lochlyn Munro, Jedidiah Goodacre, Phoebe Miu, Jordan Buhat, Brittany Mitchell Louis Lay.

O terror será lançado em VOD no dia 9 de setembro.

2ª temporada de ‘Queen of the Universe’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil; Confira!

A Paramount+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada do reality musical ‘Queen of the Universe‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo será lançado no catálogo brasileiro no dia 3 de junho.

Confira o trailer:

A lista de competidoras da nova temporada, que inclui: Aura Eternal (Itália), Chloe V (Brasil), Jazell Royale (EUA), Love Masisi (Holanda), Maxie (Filipinas), Militia Scunt (EUA), Miss Sistrata (Israel), Taiga Brava (México), Trevor Ashley (Austrália) e Viola (Reino Unido).

A produção acompanha drag queens de todo o mundo para se enfrentarem em uma competição musical épica. As Queens irão dominar os palcos para cantar ao vivo e descobrir quem irá reinar suprema.

Mel B, Michelle Visage, Trixie Mattel e Vanessa Williams são os jurados do programa, que conta com Graham Norton como apresentador.

The Chosen – Os Escolhidos – 4ª Temporada

(The Chosen)

 

Elenco:

Jonathan Roumie
Shara Isaac
Elizabeth Tabish

 

Direção: Dalla Jenkins

Gênero: Drama

Duração: 135 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Março de 2024

Sinopse: 

Em THE CHOSEN – OS ESCOLHIDOS, os reinos em conflito e os governantes são rivais. Os inimigos de Jesus se aproximam enquanto seus seguidores lutam para acompanhá-lo, deixando-o sozinho para carregar o fardo.

Curiosidades: 

» Baseada na série religiosa ‘The Chosen‘, a produção traz um compilado dos dois primeiros episódios da 4ª temporada;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tim Burton explica por que NÃO tem interesse em dirigir SEQUÊNCIAS

Em entrevista ao IndieWire, Tim Burton (‘Os Fantasmas se Divertem’) explicou por que não tem interesse em retornar para o comando de sequências.

O cineasta recentemente dirigiu ‘Os Fantasmas se Divertem 2‘ – que marcou a primeira continuação sob o seu comando desde ‘Batman – O Retorno‘, de 1992 –, mas não espere que ele revisite outros clássicos de sua carreira.

“Há certos filmes que eu não quero fazer sequências. Eu não quero fazer uma sequência para ‘Edward, Mãos de Tesoura’ porque foi uma história única. Também não quero uma sequência para ‘O Estranho Mundo de Jack’, porque também pareceu uma história completa. Certas coisas são melhores quando deixadas em paz, e essas para mim são algumas delas.”

Sobre seus futuros projetos, o diretor não quis revelar nada e explicou o motivo: “Uma coisa que eu aprendi é que, se eu não estiver filmando algo, então não é algo certo. Eu não gosto de falar sobre essas coisas. Já trabalhei em muitos projetos, às vezes eles acontecem, outras não. Eu cheguei a desenvolver um filme do Superman uma vez. Houve outro projeto que eu trabalhei por cerca de um ano, e não aconteceu. É algo bem traumático, bem emocional.”

Vale lembrar que ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ se tornou um sucesso nas bilheterias, superando a marca dos US$ 420 milhões mundialmente.

O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

Isso Ainda Está De Pé?

(Is This Thing On?)

 

Elenco:

Bradley Cooper
Will Arnett
Laura Dern

 

Direção: Bradley Cooper

Gênero: Comédia

Duração: 124 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 19 de Fevereiro de 2026

Sinopse: 

Em ISSO AINDA ESTÁ DE PÉ?, enfrentando uma crise de meia-idade e um divórcio iminente, Alex busca um novo propósito na vida através da carreira de comediante em Nova York. Enquanto isso, seu esposa, Tess, reflete sobre os sacrifícios feitos pela família — obrigando-os a lidar com a coparentalidade, identidade e a possibilidade do amor tomar uma nova forma.

Curiosidades: 

Will Arnett busca recomeço como comediante no teaser de ‘Isso Ainda Está De Pé?’, novo filme de Bradley Cooper

» Além de estrelarem o longa, Will Arnett e Bradley Cooper também assinam o roteiro ao lado de Mark Chappell;

» O filme é inspirado na história real do comediante britânico John Bishop;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Stream 2’: Tim Curry tem RETORNO confirmado na sequência do TERROR

De acordo com o Variety, Tim Curry (‘It: Obra-Prima do Medo’) retornará na sequência ‘Stream 2: Sudden Death‘ (Stream 2: Morte Súbita, em tradução livre).

Após fazer uma participação especial no primeiro filme, o papel do ator será expandido na continuação.

Tim Curry é alguém que inspirou gerações de fãs de terror e cineastas. Desde o início, imaginamos seu personagem como parte de uma história muito maior dentro do universo de ‘Stream’. O primeiro filme apenas arranhou a superfície, e estamos animados para trazê-lo de volta em um papel maior que o público realmente vai adorar,” declarou o diretor Michael Leavy.

David Howard Thornton, que dá vida ao psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, reprisará seu papel do primeiro filme. Damian Maffei (‘Os Estranhos – Caçada Noturna’) também retornará.

Brian “Q” Quinn e Joe Imburgio são responsáveis pelo roteiro do novo filme.

A continuação irá “explorar os temas apresentados no primeiro filme e se aprofundar no esquema do jogo doentio de vida e morte”.

Confira o primeiro cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

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No longa original, em busca de reaproximar a família, Roy e Elaine Keenan decidem recrear antigas férias em um hotel tranquilo. O que deveria ser um fim de semana relaxante se torna um pesadelo quando quatro assassinos transformam sua estadia em um jogo mortal.

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‘Em Ritmo de Fuga’: Edgar Wright fala sobre importância da trilha sonora no filme

Em ‘Ritmo de Fuga‘, o personagem vivido por Ansel Elgort é movido à música. Percorrendo pelos mais variados estilos musicais ouvidos por ele, a audiência de quebra será presenteada com uma trilha sonora escolhida a dedo.

E durante uma conversa com o site Cinema Blend, o diretor da produção, Edgar Wright, comentou sobre o papel da música no thriller de ação.

Segundo ele:

“A trilha é e não é a peça chave do filme. Não é um musical, tipo ‘Mamma Mia!‘, mas a música é uma parte importante, considerando que o personagem de Ansel está escutando o tempo todo. Então não se trata de uma produção na qual as pessoas cantam, mas é aos moldes do que vemos nas obras de Scorsese, Tarantino e Soderbergh, em que a trilha sonora possui uma atmosfera de jukebox. A ideia é que o protagonista esteja tocando essas canções e é por isso que elas são escolhidas a dedo. E a música ou estará em seus ouvidos, tocando em uma lanchonete ou em um aparelho de som. Ou seja, há sempre música nas cenas. Essa é a premissa adotada”.

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily JamesJon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

‘How To Talk To Girls At Parties’: Adaptação de Neil Gaiman ganha trailer; Confira!

A adaptação de Neil Gaiman, estrelada por Nicole Kidman e Elle Fanning, intitulada ‘How To Talk To Girls At Parties’, ganhou um novo trailer.

Confira, com as imagens:

Dirigido por John Cameron, o filme se passa nos anos 70 e coloca a geração punk no centro da narrativa. Na história, Henry e seus amigos John e Vic querem conquistar o respeito da matriarca musical Boadicea (Kidman). Para isso, o trio invade uma festa que ela está oferecendo e lá descobrem que as coisas não são tão simples como parecem. Os adolescentes presentes, embora sejam atraentes, possuem um comportamento estranho. Henry acaba conhecendo um deles, chamada Zan (Fanning), e vai descobrir que a origem desta adorável jovem é mais distinta do que pensava.

Crítica | Abe: Drama com Seu Jorge e Noah Schnapp provoca o paladar e uma profunda reflexão

Abe já está em exibição nos cinemas brasileiros

Em tempos globais, tratar a arte, a culinária e a cultura de maneira segmentada é um tanto leviano demais. Em um contexto universal amplamente conectado pela tecnologia, o isolamento das manifestações artísticas já se faz antiquado. E essa fusão sinestésica é o grande cerne do mais novo filme do cineasta brasileiro Fernando Grostein Andrade. Levando seu talento para além mar e para além da nossa atmosfera tropical, ele estreia seu longa Abe em meio ao gélido clima invernal de Park City, trazendo uma acalentadora história sobre uma família multicultural cheia de conflitos de gerações, capaz de aquecer qualquer coração.

Como brasileiros, sabemos bem o que é nascer em extensos hibridismos raciais e culturais. Graças à nossa colonização, somos um pouco de tudo e de todos, com traços tão exóticos, incapazes de serem distinguidos por sua nacionalidade pelos olhos de um estrangeiro. Essa mistura brasileira ganha sua versão norte-americana, por meio da família do jovem Abe (Noah Schnapp). Fruto de um casamento cujas famílias vivem em lados sócio religiosos tão opostos, ele tenta casar a cultura árabe e muçulmana com a israelense e mediterrânea. Por meio de seu amor e talento nato pela culinária, dois mundos díspares vão encontrar um ponto de contato entre si: a boa e velha fome.

Nessa jornada, Abe encontra Chico Catuaba (Seu Jorge), nome mais brasileiro impossível. Com seu carisma, fala escrachada e gingado, ele é a personificação da brasilidade, em termos de criatividade e autenticidade. Único, o personagem do talentoso cantor e ator é um deleite aos olhos da audiência e carrega em si a leveza do humor que permeia esse drama familiar tão profundo. E da maneira mais peculiar e inusitada possível, duas gerações de cozinheiros se colidem em uma bela amizade, regada por um sentimento de mentoria e quase paternidade, tamanha a afeição desenvolvida entre os protagonistas.

Com um roteiro simples, mas que reside na complexidade do ser humano, Abe enche nossos olhos com uma estética encantadora. Fazendo dos condimentos, temperos, frutas, verduras e legumes sua paleta de cores, Andrade entrega um design de produção cativante, a ponto de também despertar um apetite voraz na audiência. Trazendo alguns dos elementos da culinária local, como o saboroso dadinho de tapioca, ele apresenta o Brasil por aquilo que ele tem de melhor: seu povo e sua versátil gastronomia. Encontrando as audiências mais diversas possíveis, o longa apresenta mais que a fusão gastronômica da família de Abe, trazendo também uma prazerosa fusão cultural entre Brasil e Estados Unidos. Com a presença de outros atores brasileiros, nos sentimos honrados como nação e ansiosos pela percepção da audiência que não faz parte do circuito tupiniquim.

E pela culinária e inocência de um garoto de 12 anos, uma profunda e importante reflexão sobre a dinâmica familiar é proporcionada ao público. Como um longa que estreou no Festival de Sundance na categoria Kids, ele permite que essa percepção seja vivenciada pelas mais distintas gerações, tratando também os simbolismos históricos do ato de sentar-se à mesa e degustar de uma refeição ao lado de alguém. Sensível, doce e delicado, o filme passa num piscar de olhos, tem uma narrativa ágil e bem desenvolvida, promovendo uma empatia instantânea no público.

Embalado por uma rica trilha sonora bem brasileira, Abe é aquele conto ideal para o Sundance. Focando sua trama nas sensações e percepções humanas, a produção cruza as fronteiras de um filme com temática gastronômica, se tornando – genuinamente – um longa sobre os dissabores da vida familiar intercultural. E ainda que apenas algumas tradições de países específicos sejam diretamente abordadas, o filme mantém sua universalidade, como sendo uma história capaz de muito mais que cativar, promovendo também um importante debate sobre o significado e o valor desse poderoso enlace inter-racial tão forte na contemporaneidade.

Filme assistido no Festival de Sundance 2019

‘The Beatles: Get Back’: Documentário de Peter Jackson ganha data de estreia

O novo documentário dirigido por Peter Jackson, intitulado ‘The Beatles: Get Back‘, ganhou data de estreia.

A produção chegará aos cinemas norte-americanos no dia 04 de setembro. O longa ainda não tem data de lançamento ao redor do mundo.

O documentário foi adquirido pela Disney e acompanha a meteórica jornada de sucesso do grupo britânico, que conseguiu se imortalizar como uma das bandas mais influentes da contemporaneidade.

Trazendo um material riquíssimo, ‘The Beatles: Get Back‘ contará com antigas filmagens que passaram por um longo processo de restauração.

Em um comunicado oficial, o presidente executivo da Disney, Bob Iger, falou sobre a aquisição da produção:

“Nenhuma banda conseguiu ter o mesmo tipo de impacto no mundo que os Beatles conseguiram e ‘The Beatles: Get Back‘ é uma cadeira na primeira fila para conferir de perto todo o trabalho interno e íntimo desses criativos gênios durante um influente momento da história da música. A produção ainda conta com filmagens restauradas espetaculares, que aparentam ter sido gravadas ontem. Eu sou um grande fã, então não poderia estar mais feliz pelo fato da Disney poder compartilhar o belíssimo documentário de Peter Jackson com as nossas audiências mundiais em setembro desse ano”.

 

‘The Equalizer’: Queen Latifah toda poderosa em nova imagem da série baseada em ‘O Protetor’

A série ‘The Equalizer‘, baseada na franquia cinematográfica ‘O Protetor‘, estrelada por Denzel Washington, já teve a sua estreia nas telinhas e uma nova imagem da produção foi divulgada.

O material em questão traz a protagonista Queen Latifah toda empoderada em meio aos destroços de um prédio em chamas, pronta para o embate.

Confira:

THE EQUALIZER
“Pilot”
Queen Latifah
CR: Barbara Nitke/CBS ©2020

Confira o trailer:

Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira também estrelam a produção.

A série original de O Protetor foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.

Andrew MarloweTerri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.

‘Juvenile Justice’: Juíza enfrenta delinquentes juvenis no INCRÍVEL trailer legendado da nova série da Netflix

A vindoura série coreana original da Netflix, intitulada ‘Juvenile Justice‘, ganhou um intenso e poderoso trailer.

No vídeo promocional, uma destemida juíza luta contra um grupo de delinquentes juvenis que está sendo julgado por diversos crimes terríveis.

Inflexível e casca grossa, ela não deixará que nada a impeça de garantir que a justiça seja feita, independente de qual seja a idade desses jovens criminosos.

Confira:

Na trama, uma juíza linha dura que acredita na justiça e na punição vive o dia-a-dia de um tribunal de menores infratores.

Kim Hye-soo, Kim Moo-yeol, Lee Sung-min e Lee Jung-eun estrelam a produção.

Hong Jong-chan e Kim Min-suk assinam a criação da série.

Juvenile Justice‘ estreia dia 25 de fevereiro na Netflix.

Nasce uma Estrela – Conheça TODAS as versões no cinema desta emocionante história de amor

Neste fim de semana, estreou no Brasil (dia 5 nos EUA e parte do mundo) a quarta versão do filme Nasce Uma Estrela (A Star is Born), comandada, adaptada e estrelada por Bradley Cooper, ao lado da cantora Lady Gaga. Esta dupla de protagonistas, no entanto, já foi vivida por outros três icônicos casais Janet Gaynor e Fredric March (1937), seguidos por Judy Garland e James Mason (1954) e, por fim, a diva Barbra Streisand e o cantor Kris Kristofferson (1976).

Para saber de onde veio a inspiração do estreante diretor Bradley Cooper, vamos fazer uma viagem no tempo e nos detalhes de cada obra. A começar pelo enredo que segue idêntico em todos os quatro filmes, ainda que com algumas discrepâncias por conta das mudanças sociais de cada época.

Claro, este artigo está recheado de spoilers, leia por sua conta e risco.

O enredo: o começo de tudo

Criado por William A. Wellman e Robert Carson, em 1937, o roteiro original de Nasce Uma Estrela foi premiado com o Oscar daquele ano. O único prêmio apesar de outras seis indicações.

Na história, Esther é uma aspirante ao showbusiness, que luta à sua maneira para realizar seu desejo. A jovem conhece o famoso e bem sucedido artista Norman Maine, que a ajuda a perseguir sua carreira artística. Ele, no entanto, sofre de dependência alcoólica, a qual está arruinando seu trabalho.

Apesar disso, eles se apaixonam, se casam e a carreira de Esther decola. Ela se torna a estrela Vicki Lester e sua fama supera a do seu marido. Ao ganhar um grande prêmio, Norman arruína o seu discurso de agradecimento de forma completamente embaraçosa.

O artista vai para a reabilitação, mas ele não consegue se ajustar à nova realidade. Esther considera largar sua carreira para cuidar dele e ajudá-lo a se recuperar, mas Norman não suporta lidar com angústia de sua ruína e comete suicídio. Esther retorna ao palco para honrar a memória do marido e continua sua carreira.

1937: Nasce uma estrela após a Grande Depressão

Para entender as diferenças de cada adaptação é necessário olhar a sociedade de cada época. Em 1937, por exemplo, era o fim da Grande Depressão, ou Crise de 1929, em que ocorreu o mais longo período de recessão econômica do século XX. Assim, o cinema de Hollywood volta a aquecer suas engrenagens e milhares de jovens sonham em ser como Shirley Temple (A Pequena Órfã).

Neste contexto, Esther (Janet Gaynor) parte da Dakota da Norte com o apoio financeiro e emocional de sua avó para tentar ser um estrela na Califórnia. Lá, ela é desmotivada de várias formas, contudo, com a sua própria perspicácia tenta ser notada ao trabalhar como garçonete em uma festa, onde conhece Norman Maine (Fredric March).

Além da mudança da cidade, a aspirante passa pela mudança de aparência, nome e até de sua origem, controlada absolutamente pelos jornais e os estúdios de produção. Logo após a estreia do seu primeiro filme, Vicki torna-se uma estrela do cinema, enquanto Norman é esquecido pelos produtores.

Com um apelo dramático, a diretor William A. Wellman apresenta o filme com uma atmosfera nublada, em que há mais discussões sobre a indústria cinematográfica e um protagonista mais sisudo e irritado. Em contraponto, a adaptação, 16 anos depois, de George Cukor, passa do melodrama para o musical, com muito mais cores, intenção mais cômica e uma duração de 2h55min.

1954: A Era dos Musicais depois da Segunda Guerra Mundial

Os números musicais tomam conta da tela nesta adaptação, a origem da mocinha protagonista desaparece do enredo e Esther (Judy Garland) se torna muito menos vulnerável que a da primeira versão. A contar que ela já cantava em eventos e tinha um banda, quando Norman Maine (James Mason) cruza seu caminho ao atrapalhar sua apresentação por estar bêbado.

Cheia de atitude, Esther o confronta e o impressiona a ponto dele oferecer uma chance em Hollywood, caso ela fique na cidade ao invés de seguir em turnê com os outros músicos. Vale lembrar que esta era a época dos grandes musicais de Hollywood, tais como Cantando na Chuva (1952) e A Roda da Fortuna (1953), e a jovem depois de exaustivas noites cantando em cabarés e eventos poderia ter uma chance nos estúdios.

Desta vez, os atores trazem mais vida aos personagens e Judy Garland, já queridinha do público por conta de Dorothy em O Mágico de Oz (1939), brilha e engrandece a nova Vicki Lester. Apesar de ter perdido o Oscar para Grace Kelly (Amar é Sofrer), Judy levou o Globo de Ouro de Comédia e Musical. Já a postura de Norman é mais debochada do que raivosa nesta adaptação, além de mais galanteador, no entanto, seu orgulho é mais ferido.

Os roteiristas foram bastante fiéis ao original, reproduzindo em vários momentos as mesmas falas do script anterior, como o aviso do casamento para o CEO do estúdio, ou quando Esther tira Norman da prisão, até o último diálogo entre o casal, assim como o seu suplício e decisão de acabar com a própria vida.

Ou seja, o segundo filme garante a mesma linha narrativa, porém, insere a música em suas sequências aumentando a sua duração.

1976: Feminismo e Rock ‘n’ Roll são os Grandes Diferenciais

Sob o comando de Frank Pierson, Nasce Uma Estrela (1976) ganha uma nova roupagem saindo do universo cinematográfico para o mundo das estrelas do rock, adaptando-se ao maior apelo dos anos 70. Neste momento, a sociedade passa pelo desenvolvimento econômico pós-guerra do Vietnã e a busca da igualdade salarial entre homens e mulheres, tanto que algumas características se refletem nesta adaptação.

Independente desde o início, Esther (Barbra Streisand) é quem pede John em casamento, enquanto ele tenta demovê-la da ideia, mas eles se casam. Outro ponto é que ao anunciar o seu nome na apresentação final de homenagem, a frase usada era: meu nome é Mrs. Norman Maine. Já Barbra apenas acrescenta o último nome do marido ao seu.

O grande acerto do filme é a direção, colocando o espectador dentro de um verdadeiro concerto, no entanto, o charme da história dá lugar a um casal em busca de uma aprovação mútua. Desta vez, Esther não muda o seu nome, nem seu cabelo e segue como uma sombra da própria Barbra Streisand, assim como Kristofferson entrega um personagem pouco complexo, apenas na superfície do abuso de entorpecentes.

Para época, o ator encarou o estereótipo dos artistas conturbados, como Jim Morrison e Jimi Hendrix. Ambos os atores, entretanto, levaram os Globos de Ouro de Comédia e Musical, em suas respectivas categorias, mas apenas um Oscar pela canção Evergreen, cantada na cena final do filme.

Ademais da mudança dos estúdios para os palcos, a morte de John é um acidente em vez de um ato desesperado de culpa, até porque Esther não chega a renunciar sua carreira para ficar ao lado dele. O casal não consegue ter a química dos primeiros filmes e o conflito sobre declínio da carreira é confuso. O roteiro ainda coloca uma traição em cena, tirando o peso da doença do cantor, e colocando mais um atrito entre os dois.

A mudança de panorama funciona, no entanto, os outros elementos naufragam, tanto que é a única versão com uma baixíssima nota no Rotten Tomatoes, apenas 35%. Enquanto a original possui 100% de aceitação da crítica e o seu sucessor, 97%.

2018: Renasce uma Magnífica História

Pelas mãos de Bradley Cooper, Nasce Uma Estrela torna-se uma obra de arte lapidada em puro diamante. Sem exageros, Cooper resgata as melhores ideias de todas as versões e preenche com um olhar artístico e apaixonado. Nesta edição, os palcos da estrela do rock continuam, mas o contexto é o ponto chave da história.

Se antes os roteiristas não dedicam sequer uma linha sobre o passado do protagonista, Jack (Bradley Cooper) tem todo o seu background descortinado desta vez, desde o seu nascimento, dificuldades da infância até a superação de uma doença auditiva. É o primeiro filme mais focado na decadência de uma estrela do que o nascimento de uma. Além do maior tempo de tela, Jack possui muito mais complexidade em sua jornada.

Com a mudança do nome para Ally (Lady Gaga), afinal ninguém mais chama-se Esther atualmente, a protagonista se assemelha mais à do primeiro filme. Alguém ainda no início da sua descoberta artística, sem independência financeira e que tem um emprego regular. O que mais chama atenção é a transformação do ícone pop Lady Gaga em uma cantora completamente diferente de si mesma, algo que Barbra não conseguiu realizar.

Por outro lado, as preocupações com aparência desde 1937, passando por todos os outros filmes, ainda perdura nesta versão. O nariz sempre é pauta para o rosto das estrelas femininas. O que muda completamente são as motivações do declínio de Jack que já não cabem no século XXI.

Antes os personagens Norman Maine se entregavam completamente ao vício por conta do seu ego afetado pela fragilidade masculina ao perderem sua identidade e serem chamados de “Mr. Lester”, no entanto, isso não funcionaria em 2018. Jack é um ser humano de carne e osso, que desce do estrelato para lidar com seus vícios e doenças, ao mesmo tempo que se angustia ao ver Ally perdendo sua identidade para o showbusiness.

Por ser um filme do nosso tempo, a identificação é imediata, mas para além disso, Lady Gaga e Bradley Cooper funcionam perfeitamente como um casal se apaixonando um pelo outro, enquanto compartilham o amor pela música. A entrega é tão grande que é possível sentir os olhares de admiração entre os dois. Sem falar em todas as arrebatadores canções, como Shallow e I’ll Never Love Again.

Será que daqui a 20 anos alguém vai ousar readaptar a obra novamente? Existem ainda muitos detalhes a serem discutidos, como as prováveis indicações ao Oscar 2019, mas vamos deixar você dar as suas impressões também. Compartilhe nos comentários o que achou.

‘Liga da Justiça’: Novo banner super colorido reúne Superman com a equipe

O site Heroic Hollywood divulgou um novo e super colorido banner deLiga da Justiça, que mostra o Superman junto com os outros heróis da equipe:

Mais uma cena deletada de Liga da Justiça foi divulgada no Youtube. A cena em questão mostra o esperado encontro entre Superman e Alfred, que ocorre antes do herói se juntar Liga na luta contra Lobo da Estepe. Assista:

Os fãs também poderão ver o aguardado traje negro do Superman em ‘Liga da Justiça‘.

Após um grande mistério quanto à possibilidade ou não do uso do uniforme, uma cena deletada da produção traz o herói frente a frente com a nova versão.

Confira:

 

 

 

 

 

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

 

‘Todo Mundo Odeia o Chris’ pode ganhar novas temporadas

O sucesso Todo Mundo Odeia o Chris poderá voltar à TV muito em breve. Pelo menos é o que garante o ator Tyler James Williams, o protagonista da série.

Segundo ele, há o interesse de fazer um reboot do famoso seriado. A informação foi anunciada via Instagram, ao responder perguntas dos fãs presentes.

“Estou aberto a isso. Algumas pessoas já trouxeram esse assunto à tona antes, já tentamos fazer isso acontecer algumas vezes. O grande problema são as agendas, todo mundo está trabalhando muito atualmente, mas seria muito bacana”

Todo Mundo Odeia o Chris foi ao ar de 2005 à 2009, com 88 episódios exibidos.

Ator de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ critica fãs brasileiros em divertido comercial

Dica do fim de semana | Filmes para todos os gostos na Netflix

Apesar de vir perdendo assinantes numa velocidade assustadora nos últimos meses, a Netflix segue como o streaming mais popular no Brasil. Diante de tantas opções no catálogo, o CinePOP selecionou cinco delas para te ajudar a escolher o que assistir neste fim de semana. Confira!

Viagem ao Topo da Terra

Baseada em um mangá, essa aventura com animação diferentona acompanha um jovem fotojornalista japonês que investigava a primeira expedição ao Monte Evereste, até o dia em que ele encontra uma câmera com imagens que vão envolvê-lo no mundo do montanhismo atrás de um alpinista lendário que todos acreditavam ter desaparecido anos atrás.

Rush – No Limite da Emoção

Baseado na história real da Fórmula-1, esse filme acompanha a crescente rivalidade entre os pilotos Niki Lauda e James Hunt, enquanto eles duelam dentro e fora das pistas, competindo para ver quem consegue os melhores carros, os melhores patrocínios e até mesmo as melhores companhias. É um drama fantástico sobre os bastidores da época romântica da F-1, capaz de conquistar até mesmo quem não liga para o esporte.

 Fuja

Lançado durante a fase mais complicada da pandemia, Fuja é um terror que fez sucesso no lançamento, mas que acabou não sendo mais tão lembrado assim. A trama gira em torno de uma mãe superprotetora e a filha doente, que decide viver sua própria vida longe da mãe. O problema é que mulher não aceita bem isso e começa a transformar a vida da garota em um inferno, fazendo com que ela desconfie das intenções de sua própria mãe. É uma história pesada, mas contada de forma tensa e muito interessante.

Círculo de Fogo

Homenagem de Guillermo Del Toro aos animes de monstros gigantes, Círculo de Fogo é uma aventura de visual encantador sobre um futuro no qual criaturas desconhecidas invadem a Terra semanalmente por meio de um portal em uma foça do oceano. A alternativa escolhida pela humanidade é criar robôs gigantes que podem ser controlados por duplas por meio de uma conexão neural. Assim, quando eles decidem bombardear a foça, a última equipe de pilotos é convocada para salvar o dia. A premissa pode parecer batida, mas a estética do filme e o ritmo da história empolgam qualquer um.

Akira

Se abrimos essa matéria com uma indicação de adaptação de mangá, nada mais justo do que encerrar com outra. Akira é uma das maiores obras de ficção de todos os tempos. Ambientada no distante ano de 2019, a cidade de Neo Tóquio, que nada mais é do que uma Tóquio reconstruída após a Terceira Guerra Mundial, precisa lidar com brigas de gangues e arruaceiros. A trama acompanha Kaneda e seus amigos, que se envolvem em uma conspiração do governo, que sequestra um dos membros da gangue para fazer experimentos nele, visando transformá-lo em um soldado com poderes paranormais. Agora, eles vão precisar deter o exército antes que as coisas deem errado novamente. O longa é um ícone da ficção e toda a atmosfera cyberpunk o elevou ao status de referência na cultura pop mundial.

Crítica | Élite – Liberdade e Libertinagem dão o tom da Pegação na 5ª Temporada

Las Encinas está pegando fogo!!! Depois do final da última temporada, com mais uma reviravolta chocante que deixou um gancho de “como assim?” no ar, a nova temporada de ‘Élite’ finalmente chegou para os assinantes da Netflix hoje – e já chegou colocando fogo no parquinho.

Phillipe (Pol Granch) está sendo acusado publicamente de ter estuprado uma jovem, e, por isso, sofre com acusações e cancelamentos diários em Las Encinas. Mesmo ainda dividida por conta do que aconteceu na limusine, Cayetana (Georgina Amorós) tenta apoiar o príncipe, incentivando-o a fazer um tratamento, porém, a chegada de uma nova aluna – a influencer digital milionária Isadora (a atriz argentina Valentina Zenere) – fará com que a relação já estremecida deles fique ainda mais frágil. Ao mesmo tempo, Rebe (Claudia Salas) e Samuel (Itzan Escamilla) continuam a acobertar os crimes do passado, enquanto tentam de alguma forma se reaproximarem ou se afastarem de vez das irmãs Ari (Carla Díaz) e Mencía (Martina Cariddi), porém, o irmão delas, Patrick (Manu Ríos) irá se encantar com um novo estudante da turma delas, o brasileiro Iván (André Lamoglia), o que bagunçará ainda mais a relação explosiva de todos eles.

Novamente dividido em oito episódios com cerca de quarenta e oito minutos de duração cada, a quinta temporada de ‘Élite’ oferece o mesmo formato que veio construindo até agora o sucesso da produção: alguns personagens novos que botam pimenta na trama, um ou mais crimes que coloca a polícia e o diretor na cola dos estudantes, regras rígidas que constantemente são quebradas na escola, e muita, mas muuuuita pegação descontrolada como solução para todo e qualquer problema.

Por um lado, para quem é fã, a nova temporada entrega uma proposta segura, e o espectador vai encontrar exatamente o que espera; por outro, a sensação que temos na quinta parte de ‘Élite’ é que a série já esgotou a sua história, e, desde a quarta temporada fica andando em círculos, trocando seis por meia dúzia para fazer render. Se estreitarmos os olhos, enxergamos que o roteiro de Darío Madrona e Carlos Montero se recicla, razão pela qual a certinha Ari, que meio que ocupava o lugar da falecida mãe na família Blanco, nesta temporada está toda soltinha, enquanto sua irmã, Mencía, ocupou o lugar dela ao lado do pai – tudo para que a estrutura seja mantida, mesmo que alternando os personagens, contando, assim, basicamente a mesma história. Ao menos a inserção do personagem brasileiro traz riso ao espectador, pois, malandro, ele fica falando carioquês o tempo todo com os outros.

Entretanto, não é essa a razão do sucesso de ‘Élite’, por isso toda e qualquer restrição de gênero ficou completamente para trás nessa quinta temporada, que exerce atividades sexuais livres independentemente da orientação sexual de seus personagens, gerando quase que uma nova categoria: o sexo por tédio. Basicamente, na nova temporada quem não se pegou até agora, vai se pegar.

Reciclando velhas tramas e soltando a mão na pimenta malagueta, a quinta temporada de ‘Élite’ eleva a temperatura de um enredo em que as relações sexuais são consumidas como fast-food, entregando exatamente o que se espera em sua já em desgaste história, com hormônios salpicados que faz com que a série seja vista a portas fechadas.

Quando Margot encontra Margot

(La belle et la belle)

 

Elenco:

Agathe Bonitzer,

 

Direção: Sophie Fillières

Gênero: Comédia

Duração: 95 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ —

Estreia: 04 de Abril de 2019

Sinopse: 

Margot, 25 anos, tem uma vida despreocupada, pontuada por frequentes noitadas em Paris. Uma noite, durante uma festa, ela conhece outra Margot, 20 anos mais velha. Detalhes curiosos e grandes semelhanças fazem com que elas descubram que são a mesma pessoa em fases diferentes. Na manhã seguinte, no mesmo trem para Lyon, elas se deparam com Marc, o ex de uma delas, cujo charme desperta grande atração em ambas. Daí em diante, Margot e Margot acharão cada vez mais difícil se desligar uma da outra e também de Marc.

Curiosidades: 

» O filme encerra a Fase 3 do Universo Cinematográfico da Marvel nos cinemas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Filme abre com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes

A aguardada sequência ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ chega ainda nesta semana aos cinemas de todo o Brasil, mas as primeiras reações acerca do filme já saíram.

O filme abriu com 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes, com nota 6,75/10 baseada em 38 críticas (até o momento). O consenso geral indica que a continuação “prova que maior não significa mais assustador para franquias de terror, mas um elenco ótimo e uma abordagem próxima do material original a mantém sólida”.

Confira as principais reações:

“Realmente, o principal problema com ‘Capítulo 2’ é que ele se estende por muito tempo” – Entertainment Weekly.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ não é melhor que o ‘Capítulo 1’. Certamente não é mais assustador. Mas aqui está: no que é importante, é tão agonizante quanto” – London Evening Standard.

“Uma aventura imensamente satisfatória e consideravelmente enervante” – New York Post.

“No geral, ‘It: A Coisa – Capítulo 2’ não é tão assustador assim” – AV Club.

“Aos dez minutos das três longas horas, o filme se expande constantemente ao ponto de explodir, e tudo o que sobra é um tapa-buracos divertido, mas desnecessário” – entertainment.ie.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård no papel de Pennywise e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de setembro.

‘She-Hulk’: Bruce Banner pode aparecer na nova série do Disney+

Em alguns meses, as filmagens da série ‘She-Hulk’ irão começar e, agora, os estúdios Walt Disney podem ter revelado que Bruce Banner/Hulk pode aparecer brevemente na produção.

Segundo o ComicBook.com, a Casa Mouse divulgou detalhes do elenco do show, indicando que Jennifer Walter é a prima de Bruce e que ela ganhou poderes similares aos deel depois de recusar uma infusão de sangue. Os detalhes também sugerem que a Marvel está em busca de uma atriz entre 20 e 30 anos para interpretar a personagem – preferivelmente alguma que tenha experiência no âmbito cômico.

As duas companhias também estão abertas a qualquer etnia.

Alguns meses atrás, Mark Ruffalo, que interpreta Hulk no Universo Cinemático Marvel, comentou sobre quem ele acha que seria uma ótima protagonista.

Tessa Thompson já interpreta Valquíria [no MCU], mas ela seria uma ótima She-Hulk”, o ator falou. Apesar de ser uma ótima ideia, é pouco provável que Thompson interprete outra personagem dentro do panteão super-heroico.

Ainda que sem muitos detalhes confirmados, o site The Hollywood Reporter anunciou recentemente que Jessica Gao, conhecida por seu trabalho na aclamada série animada Rick and Morty, ficará responsável pelo roteiro da produção.

Além disso, Liv Tyler deve reprisar seu papel de Betty Ross após ‘O Incrível Hulk‘, estrelado por Edward Norton. William Hurt também deve retornar como Thunderbolt Ross.

Após uma lesão, Jennifer Walters recebeu uma emergência de transfusão de sangue de seu primo, Bruce Banner, e adquiriu uma versão mais branda de sua condição de Hulk. Como tal, Walters torna-se uma versão grande e poderosa em tons de verde de si mesma enquanto ainda retém sua personalidade. Em particular, ela mantém sua inteligência e controle emocional, embora, como Hulk, ela se torne mais forte se enfurecida.

‘Star Trek: Picard’: 1ª temporada ganha data de lançamento em Blu-ray

A CBS Home Entertainment e a Paramount Home Entertainment anunciaram hoje (22) que a 1ª temporada de Star Trek: Picard’ já tem data para ser lançada em Blu-ray, DVD e numa versão limitada em Steelbook06 de outubro.

Trazendo vídeos de bastidores, cenas deletadas e conversas com o elenco e a equipe, ainda não se sabe quando a versão física chegará ao Brasil.

A série ganhou aclame generalizado por parte da crítica e tornou-se uma das produções do panteão intergaláctico mais adoradas pelo público – ainda mais por marcar o retorno de Patrick Stewart para as telinhas.

Para celebrar o sucesso da obra, a editora Simon & Schuster revelou que vai lançar um livro em homenagem ao personagem. Intitulado Star Trek: The Wisdom of Picard’, a obra, que tem divulgação marcada para o dia 10 de novembro, irá explorar os ensinamentos do capitão – e alguns de seus melhores momentos na saga televisiva.

Leia a sinopse oficial abaixo e confira a capa:

“Descubra todos os conselhos, toda a sabedoria e todas as reflexões do Capitão Jean-Luc Picard do convés da USS Enterprise e além, nessa coleção de palavras sagazes do estimado membro da Frota Estelar”.

Em entrevista ao IndieWire, o produtor Akiva Goldsman revelou alguns detalhes sobre o próximo ano da série, indicando que a Frota Estelar terá maior peso narrativo.

Sabíamos que trazer a Frota era uma promessa, então tentamos ser considerativos quanto a isso. Especialmente conforme seguimos em frente, vamos começar a fazer declarações sobre o que é o mundo da Frota Estelar, ao menos tecnologicamente, se não social e culturalmente… Essas são as coisas que vão ter mais atenção que tiveram [na primeira temporada], que foi essencialmente uma história sobre alguém que está fora da Frota Estelar”.

Em entrevista ao Collider, Goldsman revelou que os planos iniciais da série mudaram.

“Nós não iremos gravar. Iríamos começar em junho, o que garanto que não vamos fazer a não ser que o mundo abra amanhã. Tínhamos quebrado a temporada e tínhamos escrito metade dela. Sabe, vamos começar assim que o mundo reabrir. A preparação terá que continuar, e então nós vamos começar”.

Recentemente, o astro Patrick Stewart, que retorna mais uma vez como o personagem-titular, comentou que o próximo ciclo terá eventos bastante surpreendentes.

“Tudo está se juntando, sim. Por causa de como estamos vivendo, não há reuniões de roteiristas, é claro. Mas todos estão escrevendo e estão me deixando a par do que está acontecendo”, ele disse em entrevista ao Goldderby“Há eventos surpreendentes previstos para a 2ª temporada. Estou muito animado para eles, porque vai continuar exatamente de onde paramos na 1ª temporada. Não vamos cobrir as mesmas coisas. Será extraordinário”.

O showrunner Michael Chabon também comentou em recentes entrevistas acerca do que se pode esperar do futuro da série, deixando claro que a perspectiva narrativa será diferente.

“Será diferente de alguma maneira. Definitivamente iremos em direções que não vimos na primeira temporada. Acho que estávamos envoltos de várias formas pela popularidade do show. Eu só fiz isso uma vez, mas imagino que é provavelmente verdade para vários shows televisivos, especialmente nesta era: a 1ª temporada foi, de muitos jeitos, sobre aprender a fazer Star Trek: Picard’. Tanto em termos de produção quanto em termos de narrativa, e quem é o nosso elenco, como esses personagens formaram elos surpreendentes e se uniram uns aos outros”.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

Britney Spears lança “Swimming in the Stars”, música inédita da versão deluxe de ‘Glory’

A princesa do pop Britney Spears fez seu tão aguardado comeback hoje (02), em seu aniversário de 39 anos, com o lançamento da inédita “Swimming in the Stars”.

A canção irá integrar a versão deluxe em vinil de Glory, nono álbum de estúdio da artista que foi lançado em 2016.

Confira:

A nova versão do CD ainda não tem data de lançamento confirmada; entretanto, a capa oficial já foi vazada nas redes sociais e conta com outra faixa inédita ao lado do icônico grupo Backstreet Boys.

Confira:

Conquistando críticas bastante positivas, Glory alcançou o terceiro lugar da Billboard 200 e contou com os singles “Make Me” e “Slumber Party”. O re-lançamento também traz a canção “Mood Ring”.