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O streaming está ameaçando o futuro do cinema? Presidente da Disney responde!

Atualmente com US$ 1,057 bilhão nas bilheterias mundiais, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa provou que o cinema ainda se mantém forte mesmo com a pandemia do Coronavírus.

No entanto, filmes com menos apelo comercial sofreram bastante, como ‘Amor, Sublime Amor’, musical de Steven Spielberg, que arrecadou apenas US$ 36,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.

A diferença é que ‘Homem-Aranha 3‘ já era um filme bem aguardado e o personagem tem uma legião de fãs que vem crescendo há anos.

Mas como novos lançamentos e filmes voltados para um público mais diversificado podem sobreviver dessa forma?

Por conta disso, ainda existe o debate se o cinema terá futuro em comparação ao streaming, já que o conforto de casa e o acesso a vários filmes pode ser muito mais vantajosos para alguns clientes.

Durante uma entrevista para a CNBC, o ex-presidente da Disney, Bob Iger, argumentou que o cinema realmente pode perder força, mas garante que nunca irá desaparecer.

“Estamos vivendo o real versus digital. Não estou sugerindo que o digital não vai continuar crescendo. Mas as pessoas gostam de sair. Isso não vai mudar. Eles adoram experimentar as coisas na forma física.”

Para ele, as pessoas não vão deixar de ir ao cinema, mas podem ir com menos frequência justamente por conta do conforto que o streaming proporciona.

“Com o streaming há mais coisas para assistir sem sair de casa. E os preços também são atrativos. O cinema está ficando muito caro. E você pode pagar bem barato e ter conteúdo de qualidade com o streaming.”

Esse é o maior problema para a indústria cinematográfica, já que alguns filmes custam mais de US$ 100 milhões para serem produzidos.

“Infelizmente, os preços do cinema estão se tornando um problema cada vez maior para as pessoas, principalmente em tempos de inflação. Quando você compara o custo de ir ao cinema com o custo de ficar em casa e acessar um serviço de assinatura, acho que está o cinema pode ficar para trás, admitiu ele. “Talvez os resultados de ‘Amor, Sublie Amor’ traduzam exatamente o que estamos conversando. Um alto custo para baixo retorno, e às vezes fica difícil competir em plena pandemia.”

Por outro lado, ele lamentou a decisão da Warner Bros por lançar seus principais títulos de 2021 simultaneamente com a HBO Max.

Iger acredita que é preciso investir cada vez mais no cinema e encontrar uma forma de atrair o público.

“Migrar completamente para o streaming não seria algo que eu aconselharia. Mas essa não é uma decisão que estará mais nas minhas mãos”, isso porque ele deixará o cargo de presidente da Disney em 31 de dezembro.

Ele continuou, argumentando que:

“Há uma magia no conceito de uma data de lançamento global. Imagine o mundo indo ao cinema naquele dia específico, experimentando personagens maiores do que a vida nas telonas, junto com outras pessoas. Acho que há algo muito, muito poderoso nessa experiência, algo que provavelmente tem um impacto nas pessoas. O público vai ao cinema pensando no filme e saem da sala falando sobre o filme. Isso é cinema.”

Crítica | King’s Man: A Origem tem muita história e pouca ação

Tal qual toda franquia que faz sucesso, ‘King’s Man’ buscou trazer aos fãs as origens de como a organização secreta de espiões se tornou a sociedade bem-sucedida que conhecemos desde o primeiro filme, lançado em 2014. Com personagens carismáticos e um tom narrativo bem cativante, a tarefa de contar a forma como tudo começou não deveria ser difícil, entretanto, não é bem isso que encontramos em ‘King’s Man: A Origem’, mais novo filme da franquia que tem a missão de abrir o ano cinematográfico para os cinéfilos brasileiros em 2022.

Orlando Oxford (Ralph Fiennes) é um típico lorde inglês, desses que toma chá às cinco da tarde e faz questão de manter a finesse até mesmo nos momentos mais tensos. Ele é assessorado por Polly (Gemma Arterton) e Shola (Djimon Hounsou), enquanto tenta manter sua promessa à sua falecida esposa, de que irá manter seu filho, Conrad (Harris Dickinson), a salvo e longe de qualquer perigo. Porém, quando a Inglaterra entra na II Guerra Mundial e a Rússia parece ameaçar retirar suas tropas, Conrad insiste em se alistar para cumprir seu dever civil para com seu país, e, numa tentativa de conseguir manter sua palavra, Oxford irá apresentar a seu filho a verdadeira origem de seus negócios e bolar um plano para tentar impedir que Rasputin (Rhys Ifans) continue a influenciar o czar da Rússia, salvando, assim, a Inglaterra e o mundo durante a guerra.

Escrito e dirigido novamente por Matthew Vaughn – responsável pelos primeiros filmes da franquia e também por sucessos como ‘X-Men: Primeira Classe’ e ‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’ – o novo ‘King’s Man: A Origem’ é um longa muito mais comportado e menos comprometido com a ação do que seus predecessores. Ainda inspirado nos personagens criados nos quadrinhos de Mark Millar e Dave Gibbons e de obviamente se dedicar a contar como a King’s Man foi fundada, o longa dá uma volta enooooorme no seu enredo para alcançar seu objetivo, que só ocorre na cena final.

O roteiro traz diversos eventos históricos reais e os recheia de frases de efeito – dessas de encher o peito de orgulho a qualquer britânico. Ao se debruçar nesses eventos, a trama insere diversos personagens (reais e fictícios); uma grande variedade de datas, nomes, costumes e locais que não são de comum familiaridade ao público não-britânico e pega tudo isso como pano de fundo a um drama familiar que serve como fio condutor para a ideia da fundação da sociedade. Assim, temos uma questão pai e filho enfadonha que segura o freio da evolução da trama com uma cortesia excessiva que muitas vezes não se justifica e, por outras, se contradiz.

Para corroborar a parte ficcional e exaltar seus protagonistas lordes, Matthew Vaughn constrói vilões abusadamente caricatos, ao ponto do espectador não os levar a sério. Apesar disso, a cena de luta entre Rasputin e os protagonistas é, de longe, o auge do filme, resgatando a verdadeira luta-balé que tanto fez sucesso na franquia. Depois disso, só a cena do bode, no final do longa, volta a trazer alguma reação no espectador.

Com muita história de pano de fundo e pouquíssimas cenas de ação, o novo ‘King’s Man: A Origem’ até cumpre seu papel de ser um prelúdio na história e contar como tudo começou, porém, não entretém. Por outro lado, abre uma nova vertente de possibilidades, de modo que a partir de agora será possível ter duas linhas temporais correndo ao mesmo tempo na franquia, com núcleos e personagens distintos que atuam em tempos diferentes do enredo, contribuindo, assim, como um bom acréscimo ao todo da franquia.

Tobey Maguire é eleito o melhor ‘Homem-Aranha’ de TODOS os filmes, animações e games; Confira a lista!

Para comemorar o sucesso de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, o IGN fez uma pesquisa para eleger a melhor versão do herói, entre quadrinhos, filmes live-action, animações e games.

Com 91,3% dos votos, o Aranha de Tobey Maguire ficou em primeiro lugar, seguido pelo personagem do game exclusivo para PS4 e PS5, com 89,6%.

Como os fãs já sabem, Maguire deu vida ao herói na trilogia dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, retornando ao papel em ‘Sem Volta Para Casa‘.

A 3ª posição ficou com o Peter Parker de Tom Holland, protagonista da atual trilogia do Cabeça de Teia.

Por incrível que pareça, a versão de Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) ficou em 7º lugar, com 84,2%.

Miles Morales também entrou para a lista na 5ª e na 10ª posição, com as versões de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ (85,8%) e do game para PS4/PS5 (81,8%), respectivamente.

Confira:

“Vencendo mais de 91% de suas lutas, o Homem-Aranha de Tobey Maguire foi eleito o favorito dos leitores do IGN, o Homem-Aranha, o amigo da vizinhança. Qual é o seu favorito?”


Antes da estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, diversos vazamentos entregaram a presença de Maguire e Garfield, mas nada havia sido confirmado oficialmente, e a ausência da dupla nos trailers só fez aumentarem as dúvidas.

Felizmente, a Marvel e a Sony ouviram os fãs e convidaram os astros para reprisarem seus papéis no aguardado título de encerramento da trilogia estrelada por Tom Holland.

Mas, como o retorno dos heróis é mostrado no filme?

Logo após a morte da tia May (Marisa Tomei), feriada por uma bomba lançada pelo Duende Verde (Willem Dafoe), Peter Parker (Tom Holland) decide ficar sozinho enquanto planeja sua vingança.

Precoupados, Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) usam o anel roubado do Doutor stranho para abreim um portal e invocarem o Homem-Aranha.

No processo, eles acabam invocando a versão de Andrew Garfield, que também atravessou as brechas do Multiverso e foi parar na realidade do MCU.

Depois de se apresentarem a explicarem a confusão, o trio tenta localizar Peter mais uma vez, mas eles acabam invocando o Peter de Tobey Maguire, trazido para a realidade do MCU assim como o Peter de Garfield e os vilões dos filmes anteriores.

Depois de um breve e divertido confronto entre os dois Aranhas, o grupo decide ir atrás do Peter de Holland no local onde ele costumava refletir na companhia de MJ.

Devastado pela morte da tia, Peter promete e vingar do Duende, mas suas versões alternativas compartilham seus sofrimentos e perdas com ele e o motivam a tentar curar o vilão de sua loucura em vez de matá-lo.

Após o sucesso da missão, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) consegue enviá-los de volta aos seus respectivos universos.

O mais legal é que a presença do trio de Aranhas conectou cada um dos filmes do herói ao longo dos 20 anos em que ele foi adaptado para as telonas.

Além das referências às mortes do tio Ben, à Mary Jane e Gwen Stacy, o longa também explicou o que aconteceu com os vilões das adaptações após os eventos dos últimos filmes, o que era uma grande curiosidade do público.

E como não poderia faltar, a sequência reproduziu até mesmo um dos memes mais famosos do Cabeça de Teia, quando as três versões apontam para si mesmas, incrédulas com a existência de outros Aranhas.

E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland?

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Atriz pensou que AQUELE final seria alterado antes do lançamento

Em entrevista ao CinemaBlend, a atriz Naomie Harris revelou ter ficado chocada com o desfecho do James Bond em ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘. A atriz chegou a pensar que o desfecho era falso e seria alterado antes do filme chegar aos cinemas.

“Eu teria ficado furiosa se eles realmente tivessem me enganado… Eu não podia acreditar. Realmente achei que eles iriam mudar o final. Eu pensei: ‘Certo, eles estão escrevendo esse final, mas ele não é real. Eles não podem fazer isso’. Porque isso nunca aconteceu com o James Bond, certo? Quero dizer, eu nunca vi isso acontecer com o Bond. Nunca.”

Vale lembrar que muitos atores interpretaram o James Bond no decorrer dos anos, geralmente sem nenhuma menção em relação à troca do intérprete, o que permitiu o personagem embarcar em dezenas de aventuras ao longo das décadas.

Em ‘Sem Tempo para Morrer‘, no entanto, o diretor Cary Fukunaga queria um desfecho apropriado para o personagem, o que parece ter chocado não só os espectadores, como também a própria equipe e elenco da produção.

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Filmes com super-heróis que estreiam em 2022

Como era de se esperar, o filmes com super-heróis novamente dominaram as bilheterias em 2021, sendo um deles, inclusive, o primeiro a romper a marca do US$ 1 bilhão em bilheteria desde o início da pandemia da Covid-19. Esse sucesso vem sendo padrão ao longo da última década, quando esses longas se consolidaram como verdadeiros fenômenos. Por isso, separamos o principais filmes com super-heróis que chegam aos cinemas do mundo em 2022. Confira!


Morbius

Morbius (Jared Leto) é um doutor brilhante que sofre com uma doença degenerativa sem cura. Então, ele recorre a um tratamento místico envolvendo morcego e acaba ganhando poderes de vampiro, como voar, ser forte e ter ecolocalização. O problema é que ele adquire também a sede por sangue humano. Será que ele vai conseguir controlar seus impulsos para não se tornar um vilão? Outra dúvida dessa história é sobre o universo em que ele se passa, já que o trailer traz referências ao Homem-Aranha do Tobey Maguire e ao do Andrew Garfield, menciona o Venom e traz o Abutre (Michael Keaton), vilão do Aranha do Tom Holland.

Morbius estreia nos cinemas em 27 de janeiro de 2022.


Batman

Um dos filmes mais esperados de 2022, Batman traz Robert Pattinson em uma versão psicótica do herói. Dirigido por Matt Reeves, o longa trará uma abordagem mais realista e perturbada do bilionário de Gotham, que enfrentará o Charada (Paul Dano).

Batman estreia nos cinemas em 3 de março de 2022.

 

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

Seguindo os eventos mostrados em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) está com um problemão em suas machucadas mãos envolvendo a quebra do Multiverso. Então, quando uma visitante interdimensional, a jovem America Chavez (Xochitl Gomez) chega saltando pelas brechas do Multiverso, ele vai pedir ajuda à Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para tentar resolver a situação. Pelo que diz o trailer, podemos ter o icônico Shuma-Gorath como vilão e também o Doutor Estranho do Mal de What If…?.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreia nos cinemas em 5 de maio de 2022.


Liga dos Super Pets

Investindo no mercado das animações para cinema, Liga dos Super Pets é um filme sobre os mascotes dos heróis da Liga da Justiça, que claramente também tem poderes (ou quase, né? O Bat-cão só é rico mesmo). Seu protagonista, claro, é Krypto, o Supercão, e o elenco dessa brincadeira é composto por nomes como The Rock, Kevin Hart e John Krasinski.

Liga dos Super Pets chega aos cinemas em 19 de maio de 2022.

Thor: Amor & Trovão 

Seguindo a tragédia de Thor (Chris Hemsworth) pelo MCU, o Deus do Trovão estará viajando pelo espaço com os Guardiões da Galáxia quando Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale) surge para tocar o terror. Outro ponto confirmado é que Jane Foster (Natalie Portman) voltará para a franquia, mas agora assumindo o papel da Poderosa Thor.

Thor: Amor & Trovão chega aos cinemas em 7 de julho de 2022.

 

Adão Negro

Estrelado por The Rock, o filme do vilão do Shazam enfim chegará aos cinemas. Esse longa deve ser uma aventura através do tempo, já que o Adão Negro é um vilão com origem que remete aos deuses egípcios. A aventura também contará com a formação da Sociedade da Justiça da América e deve terminar com um gancho para o tão sonhado embate com o Shazam.

Adão Negro chega aos cinemas em 28 de julho de 2022.

Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – Parte 1

Uma das continuações mais aguardadas dos últimos tempos, Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – Parte 1 trará o reencontro de Miles Morales com a Gwen Aranha em uma nova falha do Multiverso. Agora, o Homem-Aranha será caçado pelo Homem-Aranha 2099 em uma nova aventura pelas infinitas realidades e seus infinitos Homens-Aranha. Já podemos ficar ansiosos para a Parte 2?

Homem-Aranha: Através do AranhaVerso – Parte 1 estreia em 6 de outubro de 2022.

The Flash

Baseado na consagrada saga “Flashpoint”, esse filme levará o Flash (Ezra Miller) em uma aventura pelas linhas do tempo. Depois de voltar no tempo para salvar sua mãe, ele descobre que bagunçou o futuro, causando um apocalipse. Na versão para os cinemas, ele vai acabar indo de encontro ao Batman do Michael Keaton, com direito a dois Ezra Miller interagindo.

The Flash estreia em 3 de novembro de 2022.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre 

Sequência do fenômeno ganhador do Oscar, o novo filme do regente de Wakanda deve girar em torno da escolha do novo Pantera Negra, já que o ator Chadwick Boseman faleceu em 2020, e a Marvel afirmou que não vai substituí-lo, provavelmente matando o T’Challa nos cinemas. A favorita a assumir o manto de Vibranium é Shuri, talvez seja por isso que a Marvel esteja aturando as polêmicas de Letitia Wright, que deu declarações contrárias a que a Disney costuma passar. Boatos indicam também que esse filme pode introduzir o Namor nos cinemas. E contará ainda com a chegada de Riri Williams (Dominique Thorne), a Coração de Ferro.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre chega aos cinemas em 10 de novembro de 2022.

 

Aquaman e o Reino Perdido

Fechando o ano, a continuação do filme do Aquaman chegará aos cinemas com uma trama ainda desconhecida, mas com visuais mais fiéis aos quadrinhos e um traje stealth para o próprio Aquaman (Jason Momoa). O vilão da vez é o Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II), que voltará mais ameaçador do que no filme anterior.

Aquaman e o Reino Perdido chega aos cinemas em 16 de dezembro de 2022.

 

Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia 

Escrito e dirigido por James Gunn, o primeiro especial de natal do MCU acompanhará os Guardiões da Galáxia em uma aventura inédita e canônica, que introduzirá um misterioso novo personagem ao Universo Cinematográfico Marvel.

O Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia chega ao Disney+ no Natal de 2022.

‘Gente Ansiosa’: Minissérie de comédia estreia na Netflix

A minissérie de comédia sueca Gente Ansiosa já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (29) na grade de programação.

Um roubo ao banco dá errado. O assaltante se refugia num apartamento que está à venda e faz todos de refém. Dois policiais, Jack e Jim, não são as pessoas ideais para resolver o caso, mas cabe a eles nos guiar nessa história igualmente engraçada e emocionante.

Confira:

A série é dirigida e escrita por Felix Herngren, baseada no romance homônimo de Fredrik Backman.

Elina Du RietzCarla SehnSascha ZachariasAlfred SvenssonDan Ekborg e Petrina Solange estrelam.

‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square’: Minissérie sobre assassinatos CHOCANTES estreia na Netflix

A minissérie documental ‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square‘ já está disponível na Netflix. A produção, que acompanha a chocante história de um predador sexual que abusava de mulheres, teve a sua estreia nesta quarta-feira (29).

Os três episódios narram a diabólica jornada de um assassino que ataca mulheres para realizar fantasias grotescas, no auge da Nova York dos anos 70. A série documental traz à tona todos os detalhes de seus crimes.

Joe Berlinger (‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘) assina a criação da produção.

Assista ao trailer:

‘Café com Aroma de Mulher’: Remake da novela colombiana estreia na Netflix

A série ‘Café com Aroma de Mulher‘, remake da clássica novela de 1994, exibida pelo SBT, já está disponível na Netflix. A nova versão teve a sua estreia nesta quarta-feira (29) na grade de programação.

A trama segue a história de amor entre a trabalhadora rural Gaviota e Sebastián, um herdeiro da aristocracia cafeeira.

Adriana Suarez assina a criação do remake.

Confira o trailer:

Laura Londoño, Mabel Moreno, Diego Cadavid, Lincoln PalomequeWilliam Levy estrelam a nova versão.

A novela original, criada por Fernando Gaitán, teve 169 capítulos. Transmitida e adaptada em vários países, ela é considerada uma das telenovelas mais populares da televisão colombiana, tendo ganhado 7 prêmios TVyNovelas, incluindo o de melhor telenovela.

‘Nós 2’: Jordan Peele CONFIRMA interesse em fazer uma sequência para o terror

O terror ‘Nós‘, do cineasta vencedor do Oscar, Jordan Peele, já está disponível na Netflix.

Elogiadíssimo pela crítica especializada, o novo longa foi considerado uma obra-prima, rendendo ainda a Peele o título de “o próximo Alfred Hitchcock“.

Recentemente, Peele revelou em entrevista ao Polygon que ele toparia retornar para uma sequência.

“Com certeza eu voltaria! Seria divertido. Há muita coisa acontecendo lá. O ‘verso de nós’ … eu gosto disso.”, afirmou.

Peele explicou que ele criou uma mitologia detalhada para esse mundo cinematográfico porque era praticamente uma exigência para contar uma história como essa:

“Eu tenho toda a mitologia deste mundo porque o público pode perceber se você não tiver.  A linha que estou explorando neste filme é uma linha muito difícil. Algumas pessoas podem querer mais explicações. Algumas pessoas podem querer menos explicações. Estou tentando servir o que quer que seja seu apetite, mas, no final, estou tentando dar contexto suficiente para poder discutir e formular hipóteses sobre a história. Quando tudo está muito detalhado, não dá medo.”, afirmou.

Nós‘ se tornou a MAIOR abertura de um filme original live-action desde ‘Avatar‘ (que estreou com US$ 77 milhões há 10 anos).

A produção também conquistou a maior estreia da história de um filme para maiores de 18 anos, superando ‘Um Lugar Silencioso‘ (US$50.2 milhões).

Internacionalmente, o longa arrecadou US$16.7 milhões, totalizando uma estreia global sólida de US$86.9 milhões.

O terror conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e segundo o consenso dos críticos, “Peele desenvolve um filme de terror genuinamente emocionante e assustador.”

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

Confira o que os críticos falaram do filme na época do lançamento:

“‘Nós’, de Jordan Peele, é uma obra-prima do terror. Nós estamos testemunhando o nascimento de nosso Hitchcock dos dias modernos. Daqui 20 anos nós perguntaremos uns aos outros qual é o nosso filme favorito de Peele e você terá 10/12 respostas diferentes. Atuação incrível de Lupita Nyong’o!”

 

Nós (2019): É tentador enquadrar ‘Nós’ como um episódio de Twilight Zone – e é, em alguns momentos, mais conceito do que personagens -, mas isso não faz justiça ao quão eficiente e envolvente o filme é por completo. Aquelas sequências de invasão a domicílio são absolutamente únicas”.

 

Nós, de Jordan Peele, desfia seus nervos com precisão exata, ideias originais ambiciosas e momentos que vão traumatizar (da melhor maneira, como grandes filmes de gêneros o fazem?) uma geração inteira de jovens que se esgueiram para assistir. Além disso, Lupita. Está. Incrível”.

 

Jordan Peele fez algo incrível. Nós é outro filme que você precisa assistir várias vezes. Tipo, mas que diabos. Mal posso esperar para sua estreia nos cinemas, em 22 de março!”

 

“Ok, então Nós é p*** aterorizante”.

 

“O filme ‘Nós’ é uma super emocionante continuidade de Jordan Peele. Há tantas peças do quebra-cabeça para serem juntadas ao longo do caminho. E, claro, Lupita Nyong’o é uma força na atuação. Você nunca viu algo do tipo”.

 

“Eu não irei, nem por um minuto, alegar qualquer entendimento do que eu acabei de assistir, mas foi – confortavelmente – uma experiência cinematográfica Top 10 da minha vida inteira”.

 

Nós, de Jordan Peele, é – definitivamente – uma carta de amor ao gênero do terror. A família amável, os slashers aterrorizantes, a trilha sonora de formigar a espinha dorsal, os baldes de sangue e mais importante, uma baita de uma experiência que vai colocar um sorriso permanente no seu apavorado rosto”.

 

Nós é aterrorizante, bizarro, assustador pra caramba. Tem um pouco da vida de ‘Violência Gratuita, de Michael Haneke, mas o filme de Jordan Peele está em um outro nível de golpes”.

 

“CARAMBA, que filme assustador, confuso e p*** insano e, acima de tudo, incrível. Jordan Peele conseguiu de novo, com outra história de terror maravilhosa, cada performance é surpreendente. Mal posso esperar para ver o que Peele fará em seguida. Caramba”.

 

Nós é cheio de camadas, assim como Corra! é. Essa é a genialidade de Jordan Peele. E ainda que eu odeie filmes de terror, mal posso esperar para assistir Nós várias vezes, para pegar todas as referências e easter-eggs que eu perdi hoje à noite”.

“Mas que p***! Nós prova que Jordan Pele é um mestre no suspense e terror. Um filme seriamente intenso. Se preparem!”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O longa foi escrito e dirigido por Jordan Peele, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Original com ‘Corra!‘.

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

‘Motoqueiro Fantasma’: Keanu Reeves ou Norman Reedus? Fãs disputam quem deveria interpretar o personagem

Segundo o Freakin Robot, Norman Reedus está em negociações para interpretar o Motoqueiro Fantasma no MCU depois de se aposentar da série The Walking Dead‘.

No entanto, boa parte dos fãs já vinha fazendo campanha há anos para que Keanu Reeves fosse o novo intérprete do personagem.

Por conta disso, as redes sociais foram invadidas com diversas publicações gerando um embate entre os fãs de Reedus e Reeves.

Confira as reações:

Norman Reedus como Motoqueiro Fantasma. Façam isso acontecer.”

Keanu Reeves como Motoqueiro Fantasma. Isso é tudo.”

“Motoqueio Fantasma é um do assuntos mais comentados no Twitter. Keanu Reeves deveria interpretá-lo.” 

“Imaginem se Keanu Reeves interpretasse o motoqueiro fantasma? Seria muito louco.” 

“Se fizerem o Johnny Blaze como Motoqueiro Fantasma, eu digo pra escolherem Keanu Reeves, ele tem uma coleção inteira de motos e tem aquele olhar maldito e misterioso que Johnny teria.”

Norman Reedus tem que ser o maldito Motoqueiro Fantasma já. Já tem anos que estão falando sobre isso.”

“Que tal se não tivéssemos Norman Reedus como Motoqueiro Fantasma? Nunca!”

Norman Reedus deveria ser o próximo Motoqueiro Fantasma.”

Lembrando que o personagem foi vivido por Nicolas Cage em ‘Motoqueiro Fantasma (2007) e ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança’ (2011).

Juntos, os dois filmes arrecadaram apenas US$ 361,2 milhões pelo mundo.

E aí, quem você acha que seria o melhor substituto de Cage no papel?

Crítica | Victoria e Mistério – Netflix lança EMOCIONANTE filme de amizade entre uma menina e um lobo

Nessa época de recesso de fim de ano, o que boa parte dos cinéfilos quer é assistir a um filme tranquilo, que faça você imergir numa boa história sem exigir grandes aprofundamentos filosóficos. As pessoas querem descansar a cabeça e serem entretidas por um filme emocionante. É assim que ‘Victoria e Mistério’ acabou se destacando entre os lançamentos do mês da Netflix e rapidamente pulou para o Top 10 da plataforma de streaming.

Victoria (Shanna Keil) é uma menininha de oito anos que recém perdeu a mãe, e, por causa desse trauma, não fala mais. Por isso seu pai, Stéphane (Vincent Elbaz), em uma tentativa de proporcionar novos ares à vida de sua filha, faz com que os dois se mudem para uma casa no interior da França. E, em um passeio pelos descampados das fazendas locais, os dois acabam encontrando um velho homem que os ajuda a encontrar o caminho de volta para casa, mas também presenteia Victoria com um animalzinho muito especial vindo da floresta, criando, assim, um belo vínculo de amizade entre os dois.

Em aproximadamente uma hora e meia de duração ‘Victoria e Mistério’ apresenta uma historinha bem infantil, focada justamente em atingir esse público mais inocente – e, consequentemente, buscando também agradar à toda a família. E é bem um programa para assistir numa sentada de sofá com os pequenos reunidos, pois o filme não apresenta nenhuma questão complexa ou de difícil assimilação pela criançada.

O roteiro de Mathieu Ouillion, Rémi Sappe e Stéphanie Vasseur é bem básico, sem trazer grandes reviravoltas no enredo e construindo a coisa toda de maneira linear, oferecendo maior facilidade para a compreensão de seu público-alvo. Assim, para os adultos, ‘Victoria e Mistério’ se mostra bastante previsível, não muito diferente do que os outros (muitos) filmes de amizade entre seres humanos e animais já trouxeram, com exceção talvez do final, que traz maior maturidade para a temática e propõe um bom ensinamento para a garotada em fase de transição da infância para a adolescência.

Com um início meio ‘Bambi’, o filme de Denis Imbert é ambientando em belas planícies que fazem o plano iluminar nas cenas, especialmente as com o filhote de lobo (muito bem treinado, ainda que haja um excesso da direção de som em inserir um som de choro em quase todas as vezes que a criaturinha aparece). Do meio para o final, porém, Denis Imbert perde a sua segurança inicial e começa a picotar o próprio filme, fazendo com que o roteiro dê saltos temporais que causam estranhamento momentâneo no espectador ou cortando cenas abruptamente, impaciente com a resolução do que certos desafios propõe (como quando o vizinho atira em um lobo – que é, em si, uma cena de tensão emocional, mas que foi trabalhada de maneira bem superficial).

Para as crianças entre oito e dez anos, ‘Victoria e Mistério’ é um entretenimento emocionante, que retrata uma fofa amizade entre uma garota e um lobinho. Lembra um pouco a pegada dos primeiros filmes da Disney, abordando temas mais profundos como a morte e a separação sem, entretanto, trazer uma carga pesada à produção. ‘Victoria e Mistério’ é uma boa opção para assistir em família nesse fim de ano.

Terror ASSUSTADOR do diretor de ‘Corra!’ está disponível na Netflix e conquistou os críticos

O terror ‘Nós‘, do cineasta vencedor do Oscar, Jordan Peele, já está disponível na Netflix.

Elogiadíssimo pela crítica especializada, o novo longa foi considerado uma obra-prima, rendendo ainda a Peele o título de “o próximo Alfred Hitchcock“.

O terror conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e segundo o consenso dos críticos, “Peele desenvolve um filme de terror genuinamente emocionante e assustador.”

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

Confira o que os críticos falaram do filme na época do lançamento:

“‘Nós’, de Jordan Peele, é uma obra-prima do terror. Nós estamos testemunhando o nascimento de nosso Hitchcock dos dias modernos. Daqui 20 anos nós perguntaremos uns aos outros qual é o nosso filme favorito de Peele e você terá 10/12 respostas diferentes. Atuação incrível de Lupita Nyong’o!”

 

Nós (2019): É tentador enquadrar ‘Nós’ como um episódio de Twilight Zone – e é, em alguns momentos, mais conceito do que personagens -, mas isso não faz justiça ao quão eficiente e envolvente o filme é por completo. Aquelas sequências de invasão a domicílio são absolutamente únicas”.

 

Nós, de Jordan Peele, desfia seus nervos com precisão exata, ideias originais ambiciosas e momentos que vão traumatizar (da melhor maneira, como grandes filmes de gêneros o fazem?) uma geração inteira de jovens que se esgueiram para assistir. Além disso, Lupita. Está. Incrível”.

 

Jordan Peele fez algo incrível. Nós é outro filme que você precisa assistir várias vezes. Tipo, mas que diabos. Mal posso esperar para sua estreia nos cinemas, em 22 de março!”

 

“Ok, então Nós é p*** aterorizante”.

 

“O filme ‘Nós’ é uma super emocionante continuidade de Jordan Peele. Há tantas peças do quebra-cabeça para serem juntadas ao longo do caminho. E, claro, Lupita Nyong’o é uma força na atuação. Você nunca viu algo do tipo”.

 

“Eu não irei, nem por um minuto, alegar qualquer entendimento do que eu acabei de assistir, mas foi – confortavelmente – uma experiência cinematográfica Top 10 da minha vida inteira”.

 

Nós, de Jordan Peele, é – definitivamente – uma carta de amor ao gênero do terror. A família amável, os slashers aterrorizantes, a trilha sonora de formigar a espinha dorsal, os baldes de sangue e mais importante, uma baita de uma experiência que vai colocar um sorriso permanente no seu apavorado rosto”.

 

Nós é aterrorizante, bizarro, assustador pra caramba. Tem um pouco da vida de ‘Violência Gratuita, de Michael Haneke, mas o filme de Jordan Peele está em um outro nível de golpes”.

 

“CARAMBA, que filme assustador, confuso e p*** insano e, acima de tudo, incrível. Jordan Peele conseguiu de novo, com outra história de terror maravilhosa, cada performance é surpreendente. Mal posso esperar para ver o que Peele fará em seguida. Caramba”.

 

Nós é cheio de camadas, assim como Corra! é. Essa é a genialidade de Jordan Peele. E ainda que eu odeie filmes de terror, mal posso esperar para assistir Nós várias vezes, para pegar todas as referências e easter-eggs que eu perdi hoje à noite”.

“Mas que p***! Nós prova que Jordan Pele é um mestre no suspense e terror. Um filme seriamente intenso. Se preparem!”

 

 

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

‘Gavião Arqueiro’: Cena DELETADA iria mostrar onde Clint e Kate conseguiram novas flechas; Confira a imagem!

O Comic Book divulgou uma imagem inédita de ‘Gavião Arqueiro‘, provando que uma cena deletada iria mostrar onde Clint (Jeremy Renner) e Kate (Hailee Steinfeld) conseguiram novas flechas.

A imagem mostra a dupla dentro do que parece ser uma loja de artigos esportivos, ambos segurando sacolas com várias flechas e suprimentos depois que o Gavião perdeu a maioria de seus acessórios ao longo da trama.

O que se destaca são as pontas roxas das setas combinando com os trajes que os dois arqueiros usam no confronto final contra a Gangue do Agasalho no episódio.

Confira a imagem:

Por falar nisso, as flechas especiais do Gavião foram um tema recorrente durante toda a temporada, e Kate até usou algumas delas no 3º episódio, como a flecha Pym de tamanho gigantesco.

Já no último episódio, Clint encolheu um furgão da Gangue do Agasalho, que acabou sendo carregado por uma coruja.

E aí, qual das flechas especiais foi a sua preferida?

Confira nossa entrevista com a produtora Trinh Tran e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Protagonista acha que é o momento CERTO para fazer ‘As Branquelas 2’

Marlon Wayans revelou em entrevista à Variety queAs Branquelas 2‘ é o filme que o mundo precisa nesse momento.

O ator afirmou que ele acha que agora é o melhor momento para realizar a sequência, dado o que está acontecendo ultimamente no mundo. Ele também insiste que o filme seria um grande sucesso nos cinemas e ainda acrescenta que os Wayans têm muita inspiração da vida real para buscar ideias para histórias.

“Acho que As Branquelas 2 é um filme necessário. Acho que apertamos tanto que precisamos afrouxar um pouco nossas amarras e rir um pouco. Não acho que Hollywood entenda como As Branquelas 2 seria um fenômeno nas bilheterias. E o mundo continua nos dando mais [ideias]. O filme está se escrevendo sozinho.”, afirmou.

Lançado em 2004, ‘As Branquelas‘ foi dirigido por Keenen Ivory Wayans baseado em uma história que ele desenvolveu com Marlon e Shawn Wayans.

Já se foram quase 20 anos desde o lançamento, e finalmente Marlon e seu irmão Shawn Wayans vão conseguir tirar a sequência do papel.

Durante uma entrevista ao Page Six, as irmãs Paris Hilton e Nicky Hilton confirmaram que vão aparecer em uma sequência de ‘As Branquelas‘, que ironicamente foi inspirado nas herdeiras do hotel Hilton.

No Twitter, os fãs estão fazendo festa com anúncio. Alguns estão pedindo até que o Amazon Prime assuma o filme após o streaming lançar ‘Um Príncipe em Nova York 2‘  33 anos depois do original.

Confira:

 

 

Os irmãos Shawn Wayans e Marlon Wayans começaram a produzir ‘As Branquelas 2‘ em meados de 2010, mas a Sony acabou cancelando a produção. Com o sucesso do primeiro filme, e o interesse dos fãs no segundo, os irmãos levaram o roteiro a outro estúdio de Hollywood.

O longa custou US$ 37 milhões e arrecadou US$ 113 milhões mundialmente.

Na trama, Kevin e Marcus Copeland são dois agentes do FBI muito atrapalhados, que acbam se dando mal em uma investigação e são ameaçados de perder seus empregos. Quando um plano para seqüestrar as mimadas irmãs socialites Brittany e Tiffany Wilson é descoberto, Kevin e Marcus ficam com a humilhante missão de escoltar as duas socialites do aeroporto para o hotel.

Enquanto são escoltadas, as duas mulheres se ferem e eles se vêem obrigados a se disfarçar como elas para que seu chefe não descubra o ocorrido.

‘Batman’: Zoe Kravitz recebeu conselhos de Michelle Pfeiffer, Halle Berry e Anne Hathaway para viver a Mulher-Gato

Assumir a imagem como a nova Mulher-Gato do cinema com certeza é uma baita responsabilidade, e Zoe Kravitz tem consciência disso.

No entanto, a co-estrela de ‘Batman’ revelou ao Buzzfeed que recebeu bastante conselhos das outras intérpretes da personagem.

“É meio assustador quando você está na pela de um personagem adorado por uma legião de fãs. Mas você não poder ter medo de não agradar, esta é a minha versão da personagem.”

Ela continuou:

“Além disso, todas as outras Mulheres-Gato têm sido extremamente gentis comigo, me apoiando, me aconselhando e me dando boas-vindas ao colocar calçar essas enormes botas.”

Como os fãs já sabem a Mulher-Gato já foi vivida nas telonas por Michelle Pfeiffer, Halle Berry e Anne Hathaway.

Infelizmente, ela não revelou com quais dessas ela conversou e nem quais foram os conselhos, mas só de saber que ela teve a benção de algumas delas, já é um ótimo sinal para os fãs.

Lembrando que ‘Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março de 2022

E aí, você está ansioso para ver a nova versão da personagem?

Confira a sinopse completa:

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

‘Victoria e Mistério’: Assinantes da Netflix estão AMANDO o drama de garota com lobo; Veja as reações!

Vira e mexe a Netflix adiciona um filme em seu catálogo que se torna um fenômeno e acalora o coração dos seus assinantes, como fez com ‘Milagre na Cela 7‘.

Agora, o streaming acerta novamente com a aventura familiar sobre amadurecimento ‘Victoria e Mistério‘, que conquistou em cheio os assinantes.

Inspirado em uma história real, o filme acompanha Stéphane (Vincent Elbaz), um homem que perde a esposa e se muda para as montanhas com a filha Vicky (Shanna Keil), de apenas 8 anos de idade, que parou de falar após a tragédia familiar.

Um dia, enquanto caminhava pela floresta, Vicky descobre um cachorrinho que decide manter em segredo. Ela o batizou de Mistério. Os dois são inseparáveis, mas o pequenino filhote está crescendo e transformando a rotina da relação entre ambos.

Nas redes sociais, os assinantes indicaram a produção mas adiantaram que a choradeira vai correr solta com tanta emoção.

Confira?

 

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Denis Imbert assume a direção da cinebiografia, a partir de um roteiro escrito Rémi Sappe, Mathieu Oullion e Stéphane Vasseur.

Vincent Elbaz, Shanna Keil, Eric Elmosnino, Marie Gillain e Tchéky Karyo estrelam o drama.

PÉSSIMOS! Elegemos os 10 PIORES Filmes da Netflix em 2021…

Da mesma maneira que a Netflix entregou produções incríveis ao longo de 2021, também pisou na bola diversas vezes e apostou fichas em títulos esquecíveis e que não cumpriram com as expectativas geradas.

Desde a péssima adaptação de A Mulher na Janela, um thriller psicológico que, de fato, não conseguiu honrar o material original, até a execrável comédia romântica Amor sem Medida, que se tornou palco de inúmeras controvérsias, separamos os dez piores filmes originais lançados pela gigante do streaming neste ano.

Confira abaixo os 10 PIORES Filmes da Netflix em 2021, na opinião do CinePOP:

10. UM NINHO PARA DOIS

Apesar de ter títulos muito bons em sua carreira (como ‘Poderia Me Perdoar?’‘Missão Madrinha de Casamento’), Melissa McCarthy participou de algumas produções que poderiam facilmente ser eliminadas de sua filmografia – e um deles é o recente drama Um Ninho para Dois. Mesmo tentando ao máximo superar o fraco roteiro com sua versátil rendição, o problema do longa foi se deixar levar pela presunção desmedida e querer entregar mais do que conseguiu, mergulhando num raso e cansativo melodrama novelesco.

 

9. A MULHER NA JANELA

Joe Wright e Amy Adams são dois dos nomes mais aclamados do cenário do entretanimento, mas nem o peso que os artistas representam conseguiu salvar A Mulher na Janela’ do fracasso. Massacrado pela crítica, o longa-metragem não conseguiu capturar a essência do romance original de A.J. Finn, com um plot convulsionado e recheado de diálogos medíocres.

 

8. CÉU VERMELHO-SANGUE

“Os múltiplos equívocos poderiam facilmente ser ignorados – se a obra não se levasse a sério. O entretenimento está ali e até cumpre com o objetivo de divertir, mas só quando não se volta para mensagens subliminares de maternidade e abandono. Optar por uma homenagem aos slashers seria um caminho melhor e mais coeso, mas o realizador insiste em apostar fichas em um drama escondido que força laços com os espectadores e tenta aprofundar personalidades bastante estereotipadas, no sentido de tipos sociais em longas-metragens. Nadja é a anti-heroína que, vítima de uma maldição, tenta fazer o máximo para não se render à escuridão; Elias é a personificação da inocência e, à medida que seu arco se desenrola, mergulha em um mandatório amadurecimento e sacrifício; Farid (Kais Setti) é o ajudante-herói que, no final das contas, é encarado como o culpado antes do grand finale – e por aí seguimos.” – Thiago Nolla

7. UM CLÁSSICO FILME DE TERROR

“‘Um Clássico Filme de Terror‘ traz umas das reviravoltas mais bobas que já vi em uma produção do gênero. Além de desconstruir tudo o que tínhamos visto anteriormente, não faz o menor sentido no contexto geral da história. Para piorar a situação, o roteiro nunca se prontifica a explorar sua própria reviravolta e, quanto mais pensamos em todas as suas circunstâncias, mais ridículos e improváveis ficam esses acontecimentos.” – Nefferson Taveira

6. ENCRENCÃO

Encrencão pode ter passado do radar mainstream dos assinantes da Netflix – e talvez isso tenha sido por um motivo bom. A animação gira em torno de um insuportável cãozinho que vive no luxo e que vê a vida mudar completamente quando a dona falece inesperadamente. Lançando-se em uma aventura para recuperar o que perdeu (se é que podemos chamar essa infeliz proposta de aventura), ele não tem qualquer evolução de arco e continua tão esnobe quanto antes.

 

5. ESQUADRÃO TROVÃO

“Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

 

4. ELE É DEMAIS

Na onda de remakesreboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada Ele é Demais. Estrelada por Addison RaeTanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.

3. A BARRACA DO BEIJO 3

‘A Barraca do Beijo’ fez sua estreia lá em 2018 e, apesar dos clichês, se tornou um prazer culposo dos assinantes da Netflix e dos amantes de comédia romântica. Mas o que ninguém entendeu foi o motivo do filme se transformar em uma trilogia, expandindo um universo narrativo (se é que podemos chamá-lo disso) totalmente desnecessário e que funciona apenas como uma amulação de qualquer outra produção do gênero. O terceiro capítulo, consagrando-se como o pior deles, é uma mistura vergonhosa de más atuações, um fraco roteiro e uma direção sem sentido.

 

2. VOZES E VULTOS

Outro título que prometia reacender a emoção dos espectadores foi o terror Vozes e Vultos. O longa-metragem marcou o retorno da indicada ao Oscar Amanda Seyfried ao gênero em questão, mas, apesar de interessantes trailers e imagens promocionais, a obra não conseguiu cumprir com o prometido. Trazendo inúmeros temas para um arrastado enredo de duas horas, o filme também peca por um desfecho frustrante e pela falta de coerência.

 

1. AMOR SEM MEDIDA

Amor sem Medida se tornou um sucesso de exibição no mercado internacional – mas uma boa recepção financeira não tira o fato do longa-metragem ser um dos piores títulos não só de 2021, mas também de todo o catálogo da Netflix. Trazendo Leandro HassumJuliana Paes, o enredo é centrado entre uma advogada recém-divorciada e um conceituado cardiologista de baixa estatura. Entretanto, nem mesmo a despreocupada comédia pastelão consegue salvar a obra de ser uma completa bomba, infundida em personagens caricatos e rodeada de controvérsias acerca do capacitismo, que chamaram a atenção de nomes como Peter DinklageJuliana Caldas.

Hugh Jackman testa positivo para COVID-19

Hugh Jackman anunciou em suas redes sociais que testou positivo para COVID-19. O ator, que ficou eternizado como o Wolverine nos filmes ‘X-Men‘, compartilhar a notícia por conta própria como um meio de compartilhá-la diretamente da fonte, em vez de começar a circular boatos sobre sua saúde.

“Só queria que você ouvisse de mim. Eu testei positivo para COVID. Meus sintomas são como um resfriado. Estou com a garganta arranhando e um pouco de nariz escorrendo, mas estou bem e Vou fazer tudo o que puder para melhorar o mais rápido possível e, assim que estiver liberado, estarei de volta ao palco em direção a River City. Só queria que você ouvisse de mim. Por favor, fique seguro, seja saudável, seja gentil.”, escreveu no tweet.

Confira:

 

Pânico (1996) | Metalinguagem e Renovação do Slasher

Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico moderno Pânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil. Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica. É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.

Vamos nessa?

A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados. Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.

Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem de Drew Barrymore. Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.

Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar. Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.

O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.

A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante. Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.

Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum. Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.

Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.

Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe. Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.

Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger. Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.

O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.

Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.

Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.

No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento. Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o segundo capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

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De St. Vincent a Adele e Luísa Sonza | Os 21 MELHORES Álbuns de 2021

2021 está chegando ao fim – o que significa que está na hora de fazermos as tão aguardadas retrospectivas.

Para começar, montamos uma breve lista com os 21 melhores álbuns do ano – e garantimos que não foi uma tarefa nem um pouco fácil. Entre incríveis obras brasileiras que nos tiraram o fôlego e produções internacionais que mereciam maior reconhecimento, nossas escolhas variam desde o suprassumo do MPB até o pop-noir e a eletrônica.

Confira abaixo nossa lista e conte para nós qual foi seu álbum favorito de 2021:

21. DOCE 22, Luísa Sonza

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

20. STAR-CROSSED, Kacey Musgraves

Depois de ter conquistado o tão cobiçado prêmio de Álbum do Ano pelo irretocável ‘Golden Hour’Kacey Musgraves retornou para o mundo da música sedenta por encantar os fãs com seus vocais angelicais e por narrativas relacionáveis e muito bem construídas. E foi então que nasceu Star-Crossed, sua quinta obra musical. Ainda mais pessoal que os discos anteriores, Musgraves misturou elementos como folkrockdance e música psicodélica para tratar de um tema muito delicado, o divórcio, criando um enredo inspirado na clássica tragédia shakespeariana ‘Romeu e Julieta’. Apresentando um novo lado de sua personalidade apaixonante, a cantora e compositora cumpriu com o prometido e conquistou seu lugar não apenas na nossa lista, mas em várias outras.

19. SOUR, Olivia Rodrigo

“Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.” – T.N.

18. BACK OF MY MIND, H.E.R.

É muito estranho pensar que H.E.R., depois de conquistar o mundo com suas músicas incríveis, nunca tenha lançado um álbum completo. Isso é, até agora: depois de nos encantar com sua belíssima voz e com necessários versos que conversam com os temas explorados na atualidade. Guiado por canções como “Slide”“Damage”“Come Through” e vários outros, Back of My Mind reflete o lado de uma artista que ainda tem muito a dizer. Como se não bastasse, o lirismo pungente da cantora e compositora é acompanhado por uma produção on point que conta com Tiara Thomas e Carl McCormick.

17. COR, ANAVITÓRIA

“Os melhores momentos de Cor insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – T.N.

16. CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB, Lana Del Rey

“Da mesma forma que arquiteta algo novo, por assim dizer, ela faz questão de mencionar a si própria em faixas como “Tulsa Jesus Freak”, movida pela paixão e pela devoção (talvez não de outro alguém para si própria, mas no movimento contrário, principalmente quando reverencia Marina’s Apartment Complex”); na cândida “Wild at Heart”, ela se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale; em “Dark But Just a Game”, Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves“Breaking Up Slowly”, mas é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção, une duas powerhouses com a química harmônica de Lana e de Nikki Lane para a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).” – T.N.

15. A TOUCH OF THE BEAT, Aly & AJ

“Composto por doze faixas, o monstruoso e poético título, A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, representa uma forte mudança no estilo apresentado aos fãs desde sua estreia nos anos 2000. Carregando apreço pelo costumeiro e mercadológico pop-rock ou pelo classicismo do nu-house, Aly e AJ resolveram apostar fichas em um nicho que começou a ser explorado ainda nas protuberâncias sessentistas do cenário europeu – o rock eletrônico ou synth-rock. É a partir daí que insurge a arquitetura principal da produção, alastrando-se ao longo de quase cinquenta minutos de forma a não cair na repetição e apresentar uma nostálgica e, ao mesmo tempo, original identidade sonora.” – T.N.

14. LOVE FOR SALE, Lady Gaga & Tony Bennett

“Sete anos mais tarde, os icônicos performers resolveram se juntar mais uma vez com um segundo álbum colaborativo, intitulado Love for Sale. Após as belíssimas homenagens feitas a nomes como George GershwinCole PorterJerome Kern e Irving Berlin, Gaga e Bennett resolveram continuar o projeto de apresentar a universalidade do jazz ao público mais jovem com um tributo especial a Porter, separando doze faixas (na versão deluxe, vale lembrar) pinceladas com uma química apaixonantes e com um sabor agridoce que acompanha a despedida de Tony do cenário fonográfico após ser diagnosticado em 2016 com Alzheimer. Por essa razão e por tudo o que o cantor e compositor representa para a história, não podemos deixar de nos emocionar track a track, ainda que a construção e a progressão sejam divertidas e dançantes.” – T.N.

13. HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

“O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R..” – T.N.

12. JUBILEE, Japanese Breakfast

“Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra – motivo pelo qual ocupa o quarto lugar da nossa lista.” – T.N.

11. ANCIENT DREAMS IN A MODERN LAND, MARINA

“De fato, quando pensamos que a performer sempre fez o que bem entendeu com a carreira, o compilado de originais se transforma em uma declamação antêmica de liberdade, em que ela se sente na obrigação de apoiar os marginalizados (“me queimou na fogueira, achou que eu era uma bruxa” talvez seja uma das constatações mais bem-vindas da iteração). Mas, quando o frenesi cansativo dessa austeridade é posto de lado, somos arrastados para pequenas joias musicais que tomam forma na balada “Highly Emotional People”, talvez uma ode à melancolia da amiga Lana Del Rey, talvez apenas um jeito elegante de dizer o que precisa.” – T.N.

10. HAPPIER THAN EVER, Billie Eilish

“Se há algo que fica claro com a chegada da nova obra é a homenagem que a performer faz a cada um dos artistas que a influenciaram desde as primeiras incursões artísticas com EPs que merecem mais reconhecimento do que tem. Inclinando-se inclusive para referências brasileiras, é notável como Billie não tem remorsos em fazer o que bem entender: em “Therefore I Am”, outro dos singles promocionais lançados em 2020, ela retoma o pop noir de “bad guy”, que a colocou no topo das paradas mundiais e lhe rendeu duas estatuetas do Grammy (Música do Ano e Canção do Ano), em uma narrativa que beira o metafísico sem perder a veia ácida (“não sou sua amiga ou qualquer coisa, droga; você acha que é o cara”). O mesmo teor trip-hop se estende para a deliciosa percussão de “Lost Cause”, outro dos vários ápices, que flerta com uma complexa sensualidade.” – T.N.

9. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, Te Amo Lá Fora merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

8. BLUE WEEKEND, Wolf Alice

“Quatro anos depois de terem lançado seu último álbum, a banda inglesa Wolf Alice retornou sem muito alvoroço com a impecável produção Blue Weekend. Sem sombra de dúvida uma das obras mais subestimadas de 2021 e uma que merece entrar para a lista dos apaixonados por rock alternativo e indie pop, a construção das onze breves faixas representa o amadurecimento e a completa compreensão do que significa ser um artista na atualidade, contando com singles como “The Last Man on Earth” e “No Hard Feelings”.” – T.N.

7. 30, Adele

“Já tendo passado dos trinta anos, a única direção em que a performer poderia seguir era o do amadurecimento – da mesma maneira que vimos acontecer com nomes como Lady GagaGwen Stefani e Taylor Swift. É claro que 30, desde seu inesperado lançamento, já fomentava inúmeras expectativas e um dos comebacks mais aguardados da década, algo que Adele definitivamente cumpriu com enorme êxito. Seu quarto álbum de estúdio, estendendo-se por doze faixas de puro êxtase criativo, é uma carta de amor para si mesma e a representação do profundo processo de cura em que se lançou após o divórcio (uma drástica mudança para qualquer um que enfrente algo similar). Novamente se apoiando no soul, no pop e no jazz, a cantora explorou territórios ainda inóspitos dentro de sua carreira, mas sem deixar sua identidade de lado – o que significa vocais esplêndidos, versos de tirar o fôlego e uma produção aplaudível do começo ao fim.” – T.N.

6. MONTERO, Lil Nas X

Depois de ter parado o mundo com a colaboração “Old Town Road”, que quebrou inúmeros recordes de vendas e passou 18 semanas no topo da Hot 100 da Billboard, o rapper Lil Nas X se lançou de cabeça em seu debut oficial na indústria fonográfica e entregou o impecável MONTERO. Indescupavelmente abraçando tudo o que representa para as minorias sociais, o musicista se aliou a nomes como Doja CatElton John Megan Thee Stallion para uma jornada de tirar o fôlego, assinada pelo pop rap e por um sarcasmo ácido aplaudível.

5. DEATH BY ROCK AND ROLL, The Pretty Reckless

“Os momentos de extravagância explodem proposital e profusamente ao longo de doze belíssimas faixas – e o primeiro vislumbre dessa caprichosa inflexão dá-se em “Broomsticks”, uma espécie de interlúdio que se fecha em si mesmo, mas que, ao mesmo tempo, nos prepara para a narcótica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices da produção que se guia pelos vocais de Taylor e que restringe a guitarra e o baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal. “Turning Gold” abarca certos elementos do arabic pop para uma familiar e exultante arquitetura country-rock – que também revela um dos melhores pré-refrões já entregues pela banda através de versos que falam da inexorabilidade do tempo.” – T.N.

4. CALL ME IF YOU GET LOST, Tyler the Creator

Tyler the Creator é um dos artistas mais originais e aclamados da contemporaneidade – e seu retorno à música com CALL ME IF YOU GET LOST veio seguido de perto por uma expectativa gigantesca. Mas Tyler não nos decepcionou e entregou o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua exuberante discografia. O álbum, movido ao classicismo inigualável do hip hop, traz colaborações com Ty Dolla $ignLil WaynePharrell Williams, trazendo referências inesperadas da poética de Charles Baudelaire e fundindo gêneros como popjazzsoulreggae.

3. IF I CAN’T HAVE LOVE, I WANT POWER, Halsey

“Apesar do pouco material promocional divulgado – e isso não inclui qualquer single divulgado -, a artista chamou nossa atenção com a exibição da belíssima capa do CD, em que posava ao lado do filho recém-nascido em um cenário ressoante a ‘Game of Thrones’ e às pinturas renascentistas. Pouco depois, confirmou a produção de um filme que estrearia nos cinemas em IMAX, com a prévia de uma faixa que, até então, não havia visto a luz do dia. E nesta última sexta-feira, os fãs foram agraciados com o début do álbum, que conta com 13 faixas originais e que adota um tom assumidamente político e crítico em seu cerne, tratando de temas como feminismo, misoginia, disparidade de gênero e as mazelas do patriarcado tradicionalismo. Aliadas a um amadurecimento ideológico, as faixas são envolventes pela estrutura dissonante e pela ousadia fonográfica que se afasta dos preceitos mercadológicos e nos infunde com reflexões sobre a própria sociedade.” – T.N.

2. ÍNDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – T.N.

1. DADDY’S HOME, St. Vincent

St. Vincent demonstra que o passado tem lugar marcante em sua vida – sutilmente aludindo aos estilos que o próprio pai lhe apresentou quando criança, como revelou em diversas entrevistas promovendo a obra. “Down And Out Downtown” é uma elegia de empoderamento, um hino de independência e uma viagem tétrica, em que ela “estava voando pelo Empire State, então você me beijou e eu caí de novo”. Em “Laughing Man”, ela mostra uma versatilidade apaixonante e aplaudível que se alastra tanto para o ritmo frasal do blues quanto para um enredo à la John Cassavetes (que é inclusive reconhecido em um dos versos). “Somebody Like Me”, como a própria performer já explicou, é um cândido e íntimo retrato sobre a mútua ilusão do amor, perpassando pelos vários estágios de um relacionamento e pela construção de uma compreensão recíproca e profunda.” – T.N.