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‘Y: Marshals’: Luke Grimes estrela nova imagem da série derivada de ‘Yellowstone’; Confira!

A Paramount+ divulgou uma nova imagem de Y: Marshals, série derivada do universo de Yellowstone. O spin-off será focado em Kayce Dutton, interpretado por Luke Grimes, e contará também com o retorno de Gil Birmingham, Mo Brings Plenty e Brecken Merrill.

A produção tem estreia marcada para o dia 1º de março de 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Luke GrimesLogan Marshall-Green estrelam a produção. O elenco ainda conta com Gil BirminghamBrecken Merrill, Mo Brings PlentyArielle KebbelAsh Santos e Tatanka Means.

Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Kayce Dutton (Grimes) se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.

O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.

Steven Spielberg relembra filme CANCELADO sobre lendária dupla de compositores da Broadway

O lendário cineasta Steven Spielberg revelou recentemente que esteve muito perto de levar aos cinemas uma cinebiografia sobre Ira e George Gershwin, a famosa dupla de compositores da Broadway. O longa-metragem seria focado nos bastidores de criação da clássica ópera “Porgy and Bess” e traria o indicado ao Oscar Colman Domingo no elenco principal.

Conforme o Deadline, Spielberg deu detalhes de como o projeto tomou forma antes de ser engavetado: “Eu iria fazer um filme sobre Ira e George Gershwin, e também sobre o processo de criação e montagem de Porgy and Bess”.

O cineasta explicou que o processo de seleção de elenco já havia começado e que ficou impressionado ao conhecer Domingo: “Eu tinha um roteiro, estava animado e já estava escalando o elenco. Procurava alguém para interpretar Todd Duncan, que interpretou Porgy originalmente. Conheci muitos atores e, quando Colman entrou na reunião, foi a primeira vez que o encontrei. Depois daquele encontro, minha intenção era escalá-lo para viver Todd Duncan”.

Apesar do desenvolvimento avançado, um sentimento raro na carreira de Spielberg acabou interrompendo a produção de forma definitiva:

“O que aconteceu foi que eu já havia escalado boa parte do elenco quando tive algo que raramente acontece comigo nesse estágio: comecei a ter dúvidas sobre o projeto. Então decidi não seguir adiante com o filme. Essa foi a única razão pela qual Colman e eu não trabalhamos juntos naquela época”, explicou.

Mesmo com o cancelamento da cinebiografia, o diretor garantiu que o talento do ator deixou uma marca permanente: “Eu me lembrava muito bem dele”.

A ópera “Porgy and Bess” é uma adaptação da peça teatral de Dorothy e DuBose Heyward, baseada no romance homônimo de 1925. A trama acompanha Porgy, um homem negro com deficiência que vive em Charleston e tenta salvar Bess de seu amante abusivo e traficante de drogas.

Considerada um marco cultural, a obra já havia sido adaptada para as telonas em 1959, em um aclamado musical produzido por Samuel Goldwyn e protagonizado pelos lendários Sidney Poitier e Dorothy Dandridge.

Vale lembrar que o trabalho mais recente de Steven Spielberg nos cinemas foi o drama épico Dia D.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média ficou abaixo dos últimos lançamentos do cineasta nas telonas – ‘Os Fabelmans‘ (A), ‘Amor, Sublime Amor‘ (A) e ‘Jogador Nº 1‘ (A-).

DIA D’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Carrie, a Estranha (2)

A nova versão de Carrie é mesmo um terror.

Quando Brian De Palma lançou, em 1977, a primeira adaptação do romance de Stephen KingCarrie, a Estranha, não imaginava que este acabaria se tornando um dos trabalhos mais emblemáticos de sua carreira. Além de montar uma nova estrutura narrativa e engendrar planos absolutamente brilhantes, do ponto vista estético, De Palma soube lidar com temas extremamente complexos, como religião, sociedade e a rejeição popular pelo diferente, desenvolvendo com eficiência cada ponto empreendido.

Ao longo dos anos, continuações e pequenas novas versões de Carrie foram feitas em menor escala, ainda que nenhuma delas tenha tido, sequer, um atinente destaque, em relação à obra referencial. E, provavelmente, essa lacuna tenha despertado o interesse da indústria hollywoodiana e seu maior filão atual: os remakes e reboots – demonstrando, de certa forma, uma carência de novas ideias.

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Deste modo, comandado por Kimberly Peirce (Stop-Loss – A Lei da Guerra), e estrelado pela nova queridinha da América, Chloë Moretz (A Invenção de Hugo Cabret), Carrie, a Estranha ganha, enfim, sua roupagem mais moderna. No entanto, o resultado obtido surpreende de forma tão negativa, ao ponto de inserir-se entre os piores títulos lançados esse ano. É um longa que nada tem a acrescentar ao conto original, possui um roteiro pedestre e é repleto de atuações vexatórias, que poderiam servir bem à franquia Todo Mundo em Pânico – aliás, a fita seria perfeita como uma paródia contemporânea.

Seguindo a linha narrativa do clássico de De Palma, quase que cena por cena, Peirce realiza um trabalho de direção genérico, que em nenhum momento transporta o espectador para a atmosfera de conflito, na qual, justamente, sua protagonista vive. Pelo contrário, a todo o instante nos deparamos com um sorriso no rosto, pelo fato da má construção de cenas e atuações histéricas, que beiram o ridículo. Tal como a dupla de roteiristas, Roberto Aguirre-Sacasa e Lawrence D. Cohen, entrega um texto raso, detentor de terríveis diálogos e de uma deficiência artística impressionante. O que espanta ainda mais, já que Cohen também assina o roteiro do primeiro filme.

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E, mesmo contando com boas atrizes em seu cast, como a própria Moretz – que, em títulos como Kick-Ass – Quebrando Tudo e Deixe-me Entrar, mostrou-se talentosa –, ou a consagrada Julianne Moore (Longe do Paraíso), não temos um mínimo alento. Ambas realizam trabalhos extremamente caricatos e artificiais, principalmente Moore, que costuma exagerar em suas performances, e aqui extrapola todos os limites. Os demais jovens atores, Gabriella WildeAlex Russell e Portia Doubleday, também demonstram descompromisso com o troço, logo, ninguém consegue se sobressair.

Mas o principal problema está mesmo no descaso dos temas presentes na obra do King e na adaptação do De Palma. É aparente que o intuito da diretora seja apenas o entretenimento e o suspense escapista, já que não se aprofunda em qualquer linha de debate, e tenta, a todo o momento, impressionar o espectador médio, com sustos e efeitos visuais – muito ruins, por sinal. É triste constatar que uma cineasta como Kimberly Peirce, que realizou um trabalho tão tocante como Meninos Não Choram, renda-se ao comodismo artístico.

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Assim, este Carrie, a Estranha junta-se a uma extensa lista de terríveis refilmagens descartáveis; estando em nível de desastres como, por exemplo, O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda ContinuaA Hora do EspantoA Hora do Pesadelo, A Morte Pede CaronaA Profecia Psicose. Ratificando o quão sem sentido é sua existência e, mais ainda, a contumácia e proveito dos produtores em trazer de volta às telonas, clássicos do gênero, sem ter um mínimo de cuidado, em relação à qualidade dessas obras. Quem sabe com consecutivos fracassos, estes se emendem e parem com esta demência, que já encheu há tempos.

Christian Bale fala sobre Chris Rock em ‘Amsterdã’: “Tão engraçado que eu não conseguia atuar”

De acordo com Christian Bale, o seu colega de elenco Chris Rock era tão engraçado no set de ‘Amsterdã’ que até o atrapalhava a entrar no personagem.

Em entrevista à IndieWire, o ator explicou que parte do processo do diretor David O. Russell envolve seus atores compartilharem histórias entre si, para aumentar a sinergia entre o elenco. No entanto, segundo Bale, foi que Rock era engraçado demais ao relembrar suas histórias, ao ponto de atrapalhar seu processo de atuação.

“Eu estava amando, mas Chris é tão engraçado que eu não conseguia atuar. Tive que chegar nele e dizer ‘Cara, adoro falar com você, e temos vários amigos em comum, mas não consigo mais continuar assim. David não me contratou para ficar me assistindo dando risada. Ele quer que eu interprete Burt, e estou esquecendo como ser ele’”, confessa o eterno Cavaleiro das Trevas.

Após vermos quatro temporadas de ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘, é difícil ficar surpreso com o fato de que Chris Rock sabe tornar suas próprias histórias de vida em comédia, mas ainda assim Christian Bale ficou um pouco surpreso.

“Frequentemente conheço gente incrível, mas preciso me isolar, porque se eu acabar conhecendo as pessoas bem demais, percebo que não acredito mais no que estou fazendo nas cenas”, explica Bale.

Veja a lista de cartazes individuais com Christian Bale, Chris Rock, Margot Robbie, Robert De Niro, Anya Taylor-Joy, entre outros:

Na trama, Burt (Bale), Valerie (Robbie) e Harold (David Washington) são acusados de assassinato e precisam provar que são inocentes. Situada na década de 1930, a trama leva o grupo a descobrir uma grande conspiração.

Confira o trailer:

Situado nos anos 30, três amigos testemunham um assassinato, tornam-se suspeitos e descobrem uma das tramas mais ultrajantes da história americana.

Baseado em fatos que se unem à ficção, o filme estrela o vencedor do Oscar Christian Bale, a atriz duas vezes indicada ao Oscar Margot Robbie, John David Washington, Alessandro Nivola, Andrea Riseborough, Anya Taylor-Joy, Chris Rock, Matthias Schoenaerts, Michael Shannon, Mike Myers, Taylor Swift, Timothy Olyphant, Zoe Saldana, com o vencedor do Oscar Rami Malek e o duas vezes vencedor dos Prêmios da Academia Robert De Niro.

Escrito e dirigido por Russell, o longa-metragem é produzido por Arnon Milchan, Matthew Budman, Anthony Katagas, David O. Russell e Christian Bale.

Sem Proteção

(The Company You Keep)

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Direção:
Robert Redford

Gênero:
Suspense

Duração:
125 min.

Distribuidora:
Imagem Filmes

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
24 de Maio de 2013

Sinopse:
Sem Proteção éum thriller-político sobre um ex-militante (Redford) procurado pelo FBI, que corre risco de ter a sua verdadeira identidade desmascarada por um jovem repórter (LaBeouf).

Curiosidades:

»A adaptação para os cinemas do livro ‘The Company You Keep‘, escrito por Neil Gordon.

 

Trailer:

 

Cartazes:

 

Fotos:

     

 

Sexo, Amor e Terapia

(Tu veux ou tu veux pas?)

 Sexo, Amor e Terapia (2014) on IMDb

 

Elenco:

Sophie Marceau
Patrick Bruel
André Wilms

Direção:  Tonie Marshall

Gênero:  Comédia

Duração: 88 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 20 de Agosto de 2015

Sinopse:

Em ‘Sexo, Amor e Terapia‘, presenciamos o encontro inesperado de Judith (Sophie Marceau), uma mulher que vive abertamente a sua sexualidade, mantendo casos com diversos homens; e Lambert (Patrick Bruel), um viciado em sexo que tenta justamente pensar em outra coisa e conter os seus desejos. Mas quando Judith passa a trabalhar como assistente no consultório de Lambert, a situação não vai ficar muito fácil para nenhum dos dois.

Curiosidades:

» EXCLUSIVO: Entrevistamos a gata Sophie Marceau, de ‘Sexo, Amor e Terapia’ 

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

Primeiro corte de ‘Batman Vs Superman’ tinha 4 horas de duração

E para você que achou 2h31 minutos extenso, pensa que poderia ter sido ainda pior, quer dizer, extremamente pior.

O montador de ‘Batman Vs Superman‘, David Brenner, revelou ao Hitflix que o primeiro corte da produção havia ficado em 4 horas. Algo que ele considera normal, tendo em vista que Zack Snyder gosta de produções gigantes.

O que realmente chama a nossa atenção é para a quantidade de personagens e linhas narrativas que ficaram de fora.

Para você ter ideia, o primeiro corte foi de 4 horas, e nas telonas nós conferimos a metade disso. Pode ficar certo de que é muito tempo jogado na lixeira.

Com isso, David foi bem expressivo e disse que ele e Snyder precisaram cortar personagens, diálogos e tudo o que fosse “necessário” para encurtar o corte até o tempo pretendido pela Warner Bros.

O pior não é nem isso. Ficamos aqui imaginando como que Chris Terrio, escreveu um roteiro com mais de 300 páginas?! É algo realmente quase impossível de acreditar.

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ ultrapassou a marca dos US$ 800 milhões nesta quinta-feira, 14.

O filme arrecadou US$ 302 milhões nos EUA, e US$ 499 milhões no mercado internacional.

O valor o posiciona como a SEGUNDA maior bilheteria de 2016, atrás de ‘Zootopia‘ (US$ 864 milhões) e na frente de ‘Deadpool‘ (US$ 757 milhões).

No Brasil, o filme ultrapassou ‘Deadpool‘ e se tornou o segundo filme mais visto do ano, com arrecadação de R$ 104 milhões – leia mais!

‘Batman Vs Superman’ ganha paródia PORNÔ gay 

‘Batman vs Superman’: “Lex Luthor tem uns 40 planos diferentes”, diz Jesse Eisenberg 

‘Batman vs Superman’: Zack Snyder pediu ajuda de Chris Nolan para o chocante final 

Assista nossa crítica:

Kevin Smith detona ‘Batman vs Superman’ e diz que filme “não tem coração”

 

‘Batman Vs Superman’: Versão para maiores ganha data de lançamento 

Ben Affleck fica triste com as críticas negativas a ‘Batman vs Superman’; Assista ao vídeo! 

Após os eventos de O Homem de Aço, Superman (Henry Cavill) divide a opinião da população mundial. Enquanto muitos contam com ele como herói e principal salvador, vários outros não concordam com sua permanência no planeta. Bruce Wayne (Ben Affleck) está do lado dos inimigos de Clark Kent e decide usar sua força de Batman para enfrentá-lo. Enquanto os dois brigam, porém, uma nova ameaça ganha força.

Leia nossa crítica de Batman Vs Superman: A Origem da Justiça!

Datas de estreias dos próximos 10 filmes da DC Comics 

 

‘Batman vs Superman’ nã vem para corrigir críticas a ‘O Homem de Aço’, diz Henry Cavill 

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‘Kubo e a Espada Mágica’: Trailer legendado da animação o estúdio de ‘Coraline’

Kubo e a Espada Mágica‘ (Kubo and the two Strings) ganhou um novo e deslumbrante trailer legendado.

Confira, com os trailers anteriores:

 

Com vozes de Matthew McConaughey, Charlize Theron e Rooney Mara, o longa é ambientado no Japão antigo onde um jovem contador de histórias chamado Kubo convoca acidentalmente um espírito do passado que força o garoto a perseguir deuses e monstros.

Agora em fuga, Kubo reúne forças com Monkey (vencedora do Oscar Charlize Theron) e Beetle (vencedor do Oscar Matthew McConaughey), e sai em uma emocionante busca para salvar sua família e resolver o mistério de seu falecido pai, o maior guerreiro samurai que o mundo já conheceu. Com a ajuda de seu shamisen – um instrumento musical mágico – Kubo irá lutar contra deuses e monstros, incluindo o vingativo Moon King (indicado ao Oscar Ralph Fiennes) e as malvadas Irmãs Gêmeas (indicada ao oscar Rooney Mara) para desbloquear o segredo de seu legado, reunir sua família e cumprir seu destino

Kubo e a Espada Mágica‘ estreia nos cinemas nacionais em Outubro.

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Confira a prévia do segundo episódio da nova temporada de ‘Lucifer’

O canal Fox dos Estados Unidos deu início a sua programação de estreias nessa segunda-feira com ‘Gotham’ e ‘Lucifer’.

E neste momento, você fica com a prévia do segundo episódio da adaptação de HQ sobre mais conhecido como “coisa ruim”.

Assista:

Lembrando que o ponto X da narrativa para a nova leva de episódios será a chegada da mãe de Lucifer, Charlotte, interpretada por Tricia Helfer.

 

A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.

O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.

O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.

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Lista de indicados Critics Choice Awards é um “esquenta” para o Oscar; Confira!!!

O Critics Choice Awards, considerado o maior prêmio da crítica norte-americana, liberou sua lista de indicados.

Entre os dramas, o musical ‘La La Land – Cantando Estações‘ lidera com 12 indicações.

Já entre os longas de ação, o embate ficou mesmo entre a Marvel Studios e a DC Entertainment.

Os vencedores do Critics Choice Awards 2017 serão conhecidos no domingo, 11 de dezembro, no canal TNT.

Melhor Filme
La La Land – Cantando Estações
Manchester À Beira-Mar
Moonlight
Fences
Lion
Loving
A Chegada
Sully – O Herói do Rio Hudson
A Qualquer Custo
Até O Último Homem

 

Melhor Diretor
Damien Chazelle, por La La Land – Cantando Estações
Barry Jenkins, por Moonlight
Kenneth Lonergan, por Manchester À Beira-Mar
Denzel Washington, por Fences
Denis Villeneuve, por A Chegada
Mel Gibson, por Até O Último Homem
David Mackenzie, por A Qualquer Custo

 

Melhor Ator
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar
Denzel Washington, por Fences
Ryan Gosling, por La La Land – Cantando Estações
Tom Hanks, por Sully – O Herói do Rio Hudson
Joel Edgerton, por Loving
Andrew Garfield, por Até O Último Homem

 

Melhor Atriz
Emma Stone, por La La Land – Cantando Estações
Natalie Portman, por Jackie
Annette Bening, por 20th Century Women
Ruth Negga, por Loving
Amy Adams, por A Chegada
Isabelle Huppert, por Elle

 

Melhor Ator Coadjuvante
Mahershala Ali, por Moonlight
Jeff Bridges, por A Qualquer Custo
Lucas Hedges, por Manchester À Beira-Mar
Dev Patel, por Lion
Michael Shannon, por Animais Noturnos
Ben Foster, por A Qualquer Custo=

 

Melhor Atriz Coadjuvante
Viola Davis, por Fences
Michelle Williams, por Manchester À Beira-Mar
Naomie Harris, por Moonlight
Nicole Kidman, por Lion
Greta Gerwig, por 20th Century Women
Janelle Monae, por Estrelas Além Do Tempo

 

Melhor Roteiro Original
Manchester À Beira-Mar, por Kenneth Lonergan
Moonlight, por Barry Jenkins e Tarell Mccraney
La La Land – Cantando Estações, por Damien Chazelle
A Qualquer Custo, por Taylor Sheridan
Loving, por Jeff Nichols
O Lagosta, por Efthimis Filippou e Yorgos Lanthimos

 

Melhor Roteiro Adaptado
Fences, por Tony Kushner
Lion, por Luke Davies
A Chegada, por Eric Heisserer
Estrelas Além Do Tempo, por Allison Schroeder 2 Theodore Melfi
Sully – O Herói do Rio Hudson, por Todd Komarnicki
Animais Noturnos, por Tom Ford

 

Melhor Direção De Arte
La La Land – Cantando Estações, por David Wasco
Animais Fantásticos E Onde Habitam, por Stuart Craig 2 Anna Pinnock
Jackie, por Jean Rabasse
A Lei Da Noite, por Jess Gonchor
A Chegada, por Patrice Vermette

 

Melhor Fotografia
La La Land – Cantando Estações, por Linus Sandgren
A Chegada, por Bradford Young
Jackie, por Stephane Fontaine
Moonlight, por James Laxton
Animais Noturnos, por Seamus Mcgarvey

 

Melhor Figurino
La La Land – Cantando Estações, por Mary Zophres
Jackie, por Madeline Fontaine
Florence: Que Mulher É Essa?, por Consolata Boyle
Amor e Amizade, por Eimer Ni Mhaoldomhnaigh
Animais Fantásticos E Onde Habitam, por Colleen Atwood
Aliados, por Joanna Johnston

 

Melhor Montagem
La La Land – Cantando Estações, por Tom Cross
Moonlight, por Joi Mcmillion 2 Nat Sanders
Sully – O Herói do Rio Hudson, por Joel Cox
A Chegada, por Joe Walker
Até O Último Homem, por John Gilbert

 

Melhor Maquiagem
Star Trek: Sem Fronteiras
Jackie
Animais Fantásticos E Onde Habitam
Até O Último Homem
Doutor Estranho

 

Melhor Trilha Musical
A Chegada, por Jóhann Jóhannsson
La La Land – Cantando Estações, por Justin Hurwitz
Jackie, por Mica Levi
Lion, por Volker Bertelmann 2 Dustin O’halloran
Moonlight, por Nicholas Britell

 

Melhor Efeitos Visuais
Mogli: O Menino Lobo
Doutor Estranho
A Chegada
Animais Fantásticos E Onde Habitam
Sete Minutos Depois Da Meia-Noite

 

Melhor Canção
La La Land – Cantando Estações, por Audition
La La Land – Cantando Estações, por City Of Stars
Moana, por We Know The Way
Trolls, por Can’t Stop The Feeling!
Sing Street, por Drive It Like You Stole It
Rules Don´T Apply, por Rules Don’t Apply

 

Melhor Animação
Zootopia
Kubo E As Cordas Mágicas
Moana
A Tartaruga Vermelha
Procurando Dory
Trolls

 

Melhor Filme Estrangeiro
Toni Erdmann, de Maren Ade – Alemanha
Elle, de Paul Verhoeven – França
Neruda, de Pablo Larraín – Chile
O Apartamento, de Asghar Farhadi – Irã
Julieta, de Pedro Almodóvar – Espanha
A Criada, de Park Chan-Wook – Coreia Do Sul

 

Melhor Elenco
Estrelas Além Do Tempo
Fences
A Qualquer Custo
Manchester À Beira-Mar
Moonlight
20th Century Women

 

Melhor Jovem Ator ou Atriz
Lucas Hedges, por Manchester À Beira-Mar
Alex R. Hibbert, por Moonlight
Lewis Macdougall, por Sete Minutos Depois Da Meia-Noite
Madina Nalwanga, por Rainha De Katwe
Sunny Pawar, por Lion
Hailee Steinfeld, por Quase 18

 

Melhor Filme De Ação
Capitão América: Guerra Civil
Deadpool
Doutor Estranho
Até O Último Homem
Jason Bourne

 

Melhor Ator De Ação
Benedict Cumberbatch, por Doutor Estranho
Matt Damon, por Jason Bourne
Chris Evans, por Capitão América: Guerra Civil
Andrew Garfield, por Até O Último Homem
Ryan Reynolds, por Deadpool

 

Melhor Atriz De Ação
Gal Gadot, por Batman Vs Superman: A Origem Da Justiça
Scarlett Johansson, por Capitão América: Guerra Civil
Margot Robbie, por Esquadrão Suicida
Tilda Swinton, por Doutor Estranho

 

Melhor Comédia
Um Espião E Meio
Deadpool
Don’t Think Twice
The Edge Of Seventeen
Ave, César!
Dois Caras Legais

 

Melhor Ator De Comédia
Ryan Gosling, por Dois Caras Legais
Hugh Grant, por Florence: Que Mulher É Essa?
Dwayne Johnson, por Um Espião E Meio
Viggo Mortensen, por Capitão Fantástico
Ryan Reynolds, por Deadpool

 

Melhor Atriz De Comédia
Kate Beckinsale, por Amor e Amizade
Sally Field, por Hello, My Name Is Doris
Kate Mckinnon, por Caça-Fantasmas
Hailee Steinfeld, por The Edge Of Seventeen
Meryl Streep, por Florence: Que Mulher É Essa?

 

Melhor Filme De Ficção Científica/Terror
A Chegada
Doutor Estranho
O Homem Nas Trevas
Star Trek: Sem Fronteiras
Rua Cloverfield, 10
A Bruxa

 

Louis Herthum, o pai de Dolores, entra para o elenco regular de ‘Westworld’

Com os roteiros em produção, a HBO e os criadores de ‘Westworld‘ estão começando a definir quem ficará no elenco regular e quem continuará como elenco de apoio.

E o canal confirma que Louis Herthum, intérprete do pai de Dolores, fará parte do elenco regular.

Tendo em vista que na primeira temporada Louis esteve em 6 dos 10 episódios, sua participação na nova temporada será ainda mais importante.

 

Vale lembrar que os dez episódios da primeira temporada custaram altíssimos US$ 100 milhões, valor gasto por um blockbuster em Hollywood.

Somente no primeiro episódio, o canal gastou US$ 25 milhões com as refilmagens e efeitos especiais.

Entre os gastos estão os salários de Anthony Hopkins e Ed Harris, que ganharam em torno de US$175 mil por episódio.

 

Diretor de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’ confirma que teve total controle criativo

Frente a demissão de Phil Lord e Chris Miller do spin-off de Han Solo, Rian Johnson – diretor e roteirista de Os Últimos Jedi – foi questionado no Twitter sobre o fato de ter tido ou não essa liberdade criativa na Lucasfilm que todos falam tanto.

Em resposta, Rian Johnson disse que teve no Episódio VIII a mesma liberdade criativa com que fez todos os seus filmes anteriores.

Confira:

 

 

 

O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.

 

Confira o que vem por aí no episódio 4×10 de ‘The Strain’

O canal FX liberou a prévia do próximo episódio da quarta e última temporada de ‘The Strain

Confira:

A série é inspirada nos livros da ‘Trilogia da Escuridão’ (The Strain Trilogy), escritos por del Toro e Chuck Hogan. Os romances receberam no Brasil os títulos ‘Noturno’, ‘A Queda’ e ‘Noite Eterna’.

 

 

Shuri encontra Bruce Banner e Feiticeira Escarlate em foto de ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Vingadores – Guerra Infinita‘ ganhou uma nova imagem, que traz Shuri encontrando Bruce Banner e Feiticeira Escarlate.

Confira, com as fotos anteriores:

Robert Downey Jr. parece realmente sincero quando se trata dos caminhos definitivos que o filme ‘Vingadores – Guerra Infinita‘ irá tomar. A essa altura, parece claro que nem todos irão conseguir sobreviver aos acontecimentos do próximo filme da Marvel. Sobre isso, Downey disparou:

“Nós somos como uma família agora. Dez anos depois, nós estamos saindo e almoçando juntos, e meio que nos perguntando quando o roteiro vai chegar. Qual de nós irá morrer e quando?”

Julgando pela sua fala, parece que um dos Vingadores originais irá conhecer o seu fim definitivo. Os seis originais são: Homem de Ferro, Thor, Hulk, Gavião Arqueiro e Viúva-Negra. Qual deles vocês acham que não irá escapar dessa nova aventura?

Considerando que a maioria deles estará com o seu contrato no fim, é quase impossível determinar quem estará respirando no final deste confronto. Pode ser qualquer um deles, e, com certeza, mais de um.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Cartazes imaginam como seria se Tim Burton tivesse dirigido os clássicos da Disney

Sensacional! Pode ficar certo que essa é uma das melhores matérias para se iniciar uma semana. O design Tarusov reimaginou os cartazes dos clássicos da Disney se eles fossem dirigidos por Tim Burton.

Afinal, Burton como inspiração é algo realmente grandioso. Vale lembrar que atualmente ele comanda a

Confira:

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‘O Continental’: Série do ‘John Wick’ será uma pré-sequência e estreia em 2021

Jeffrey Hirsch, chefe de programação do canal Starz, revelou detalhes sobre a série derivada da franquia ‘John Wick‘, chamada ‘O Continental‘.

“A história da série se passará bem antes dos acontecimentos do primeiro John Wick. Vamos mostrar a história do hotel Continental e como ele se encaixa na trama de John Wick”, afirmou Hirsch.

A estreia é programada para 2021.

A série se chamará ‘O Continental‘ e explora o funcionamento do hotel exclusivo para assassinos de aluguel que vimos nos três primeiros filmes.

Chris Collins (‘Sons of Anarchy’) roteiriza a série e será o showrunner. O diretor Chad Stahelski, dos filmes, vai dirigir o piloto.

Confira o que sabemos sobre a série:

  • A ideia da série é seguir vários personagens que se hospedam no Continental;
  • Keanu Reeves fará uma participação especial nos primeiros episódios, mas a série não é sobre John Wick;
  • As cenas de ação são descritas pela dupla como brutais, no melhor estilo ‘Game of Thrones’ e ‘Bastardos Inglórios’.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ 

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Will Smith é acusado de ESTUPRO por astro de ‘As Visões da Raven’

Orlando Brown, que ficou conhecido por viver Eddie na série da Disney ‘As Visões da Raven‘, publicou um vídeo fazendo pesadas acusações contra o astro Will Smith.

No vídeo, Brown surge descontrolado acusando Smith de tê-lo quando ele ainda era criança e se diz inconformado toda vez que olha para o astro.

“Você me estuprou quando eu era criança e ainda tenta se livrar dessa, né? Como assim? Eu estou sentado bem aqui, toda vez que eu te vejo eu quero rasgar seu pescoço”, afirmou.

Assista:

No vídeo, ele também acusa Michael Jackson de estuprá-lo.

Brown tem o hábito de fazer afirmações bizarras. No passado, ele reconheceu que tem problemas com drogas e saúde mental e disse que estava procurando ajuda para os dois problemas. Ele também cumpriu quase um mês na prisão em 2018 por acusações relacionadas ao uso de metanfetamina e roubo.

Will Smith ainda não se pronunciou.

 

‘Piratas do Caribe’: Roteirista revela que queria Hugh Jackman como o Capitão Jack Sparrow

É inegável que o sucesso da franquia ‘Piratas do Caribe‘ se deu pela atuação icônica de Johnny Depp como o Capitão Jack Sparrow.

Porém, o personagem foi concebido para ser interpretado por outro ator.

Em entrevista ao Express, o roteirista Stuart Beattie admitiu que tinha outra pessoa em mente ao desenvolver o roteiro ao lado de Ted Elliott e Terry Rossio.

“Inicialmente escrevi esse personagem com Hugh Jackman em mente. Daí o nome, Capitão Jack. Eu tinha visto Jackman em todos esses musicais enquanto crescia, então eu sabia que esse cara era um talento fenomenal e foi nisso que pensei, ‘Jack. Sim, Jack Sparrow!”, afirmou.

Você acha que Hugh Jackman seria um bom Capitão Jack Sparrow?

Vale lembrar que a franquia ‘Piratas do Caribe‘ ganhará um “soft reboot” nos cinemas.

Margot Robbie irá estrelar o novo filme – que será ambientado no mesmo mundo protagonizado por Johnny Depp como Jack Sparrow.

Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) ficará a encargo do roteiro.

O longa-metragem não será o reboot da saga em questão. A história será “totalmente original” e com novos personagens e, seguindo os passos das produções originais, terá inspirações das atrações da Disneyland e do Disney World.

A notícia ainda reitera que este não é o único filme do universo pirata em desenvolvimento. A Casa Mouse também está trabalhando em um reboot com os roteiristas Ted ElliottCraig Mazin. As obras não causarão interferência entre si.

O produtor Jerry Bruckheimer ficará responsável por ambos os projetos.

Robbie é conhecida por interpretar a icônica vilã Arlequina em ‘Esquadrão Suicida’‘Aves de Rapina’. Ela foi indicada duas vezes ao Oscar por suas performances em ‘Eu, Tonya’ e em ‘O Escândalo’. Seus outros créditos incluem ‘O Lobo de Wall Street’‘Era Uma Vez em… Hollywood’‘Mary Queen of Scotts’.

Sylvester Stallone confirma ‘O Demolidor 2’

Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone trouxe uma boa notícia para os fãs de ‘O Demolidor (1993) e anunciou que já está trabalhando na sequência.

O astro revelou a novidade depois que um fã perguntou se havia a possibilidade de lançarem uma continuação, então Stallone gravou um vídeo com a resposta:

“Se é possível fazer uma sequência? Na verdade, já estamos trabalhando nisso há algum tempo e está fantástico, então acho que teremos sinal verdade.”

Infelizmente, ele não disse em que estágio a produção está e nem quais membros do elenco devem retornar, mas considerando sua animação, é de se esperar que pelo menos o roteiro já esteja sendo escrito.

Para quem não se lembra, ‘O Demolidor‘ é ambientado em 1996 e acompanha a história do policial John Spartan (Stallone), que é aprisionado junto com o criminoso Simon Phoenix (Wesley Snipes) depois que é pego violando os protocolos de sua função.

Spartan e Phoenix são congelados criogenicamente e acordam em 2032, num futuro no qual não há violência. Depois que Phoenix volta ao mundo do crime, a tenente Lenina Huxley (Sandra Bullock) pede a ajuda de Spartan porque a polícia moderna não é treinada para lidar com criminosos violentos.

Dirigido por Marco Brambilla, o longa arrecadou apenas US$ 159 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 58 milhões.

Os 20 Filmes de TERROR Mais ESPERADOS de 2022 [VÍDEO]

O editor-chefe Renato Marafon traz um vídeo especial com os 20 Filmes de TERROR Mais Aguardados de 2022.

Tem ‘Pânico‘, ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Halloween‘ e muito mais.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Filmes de todos os tipos e todos os gêneros embalarão os próximos doze meses nas salas de exibição, conforme o público se sente cada vez mais confortável para retornar a estes verdadeiros templos da sétima arte. Essa matéria, dividida em duas partes para melhor apreciação, já pode ser encontrada no site. Agora, no entanto, iremos nos aprofundar um pouco mais num gênero que adoramos e sabemos que vocês também: o terror.

O ano de 2022 trará os retornos de alguns novos mestres do terror, como Jordan Peele, Ari Aster e Robert Eggers. O ano também acomodará velhos ícones do gênero, como Michael Myers, Pinhead e seus Cenobitas, Leatherface e, é claro, Ghostface. Além de marcar a estreia de um nome promissor no gênero, a atriz transformada em diretora Olivia Wilde. É muita coisa boa, então sem mais delongas se prepare para anotar tudo e ficar ligado para quando essas produções irão estrear por aqui.

Conta para a gente qual é o mais esperado na sua opinião!

‘Invocação do Mal 4’ pode ser o ÚLTIMO filme da franquia, revela James Wan

Invocação do Mal 4‘ está oficialmente em desenvolvimento, e pode ser o último filme da franquia.

James Wan afirmou ao Collider que pretende encerrar a saga com o próximo filme.

“Estamos trabalhando no quarto filme e queremos realizá-lo no nosso tempo para podermos acertar na história. Queremos encerrar a franquia com chave de outro e saber que estamos contando.”, afirmou. 

David Leslie Johnson-McGoldrick, roteirista de ‘Invocação do Mal 2‘ e ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, foi contratado para escrever o roteiro da nova sequência.

James WanPeter Safran também retornam como produtores.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

Vale lembrar que o próximo capítulo desse universo será ‘A Freira 2‘, cujas filmagens já começaram na França. O filme chega aos cinemas em 8 de setembro.

‘Madame Teia’: Confira o visual da ‘Mulher-Aranha’ e das outras heroínas do filme

Madame Teia‘, derivado de ‘Homem-Aranha‘, teve seu trailer divulgado revelando os visuais de Sydney Sweeney como Julia Carpenter, a Mulher-Aranha, Celeste O’Connor como Mattie Franklin e Isabela Merced como Anya Corazon.

Confira, com o trailer:

DUBLADO

LEGENDADO

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

Lembrando que o filme teve sua estreia adiada pela Sony Pictures. Anteriormente programado para 06 de outubro de 2023, a produção estreia agora apenas em 16 de fevereiro de 2024.

Dakota Johnson vive a personagem titular. Além dela, de Merced e de Emma Roberts, o elenco é formado por Tahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson entra como diretora, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Jenna Ortega elogia os fãs Brasileiros e fala em PORTUGUÊS em entrevista de ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem’ [EXCLUSIVO]

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, a atriz Jenna Ortega falou sobre ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem‘, elogiou os fãs brasileiros e ainda aprendeu a falar uma coisinha em português:

“Eu adoraria voltar ao Brasil. Quando fui para a ComicCon, eles me deram uma camisa de futebol. Uso até hoje, usei no set de Wandinha. Eu uso o tempo todo. Eu amo os fãs do Brasil.”, ela disse.

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Na trama, retornamos à casa em Winter River, onde três gerações da família Deetz se unem após uma tragédia familiar inesperada. Lydia Deetz já é adulta e mãe da adolescente Astrid, que repentinamente descobre a misteriosa maquete da cidade no sótão e abre, sem querer, o portal para a vida após a morte, mais uma vez virando a vida da família Deetz de ponta-cabeça com o ressurgimento do extravagante fantasma Beetlejuice.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme traz de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência.

‘Missão Impossível’: Rebecca Ferguson revela o VERDADEIRO motivo por trás de sua demissão da franquia

A atriz sueca Rebecca Ferguson, conhecida por seu papel como a agente secreta Ilsa Faust na aclamada franquia Missão: Impossível, não retornou em Missão: Impossível – O Acerto Final após o trágico desfecho de sua personagem no sétimo filme. Mas sua morte não foi apenas uma decisão do roteirista, mas sim da atriz.

A decisão foi tomada de forma consciente e planejada, segundo a própria atriz, que explicou os motivos em recente entrevista ao site JoBlo.

“Para ser absolutamente clara — porque sei que muitas pessoas estão tristes com essa notícia, e eu também estou —, eu participei de três filmes da franquia. Meu contrato chegou ao fim”, revelou Ferguson de maneira sincera. “E eu a amo além das palavras. Amo profundamente a Ilsa. Acho que ela é uma das personagens mais incríveis e complexas que já interpretei. Ela é fantástica, cheia de nuances.”

Ilsa Faust foi introduzida no universo da franquia em Missão: Impossível – Nação Secreta (2015) e rapidamente se tornou uma das personagens favoritas dos fãs. Sua inteligência, habilidades de combate e dilemas morais trouxeram uma profundidade inesperada à história, além de estabelecer uma química magnética com Ethan Hunt (Tom Cruise). Ferguson reprisou o papel nas sequências Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018) e Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte Um (2023), consolidando sua posição como uma das figuras centrais da narrativa.

Apesar do sucesso e da popularidade da personagem, Ferguson explicou que foi convidada a retornar para o oitavo filme, mas preferiu recusar a proposta. Segundo ela, a decisão não foi motivada por problemas de bastidores, mas por um desejo criativo de preservar a integridade e o legado da personagem.

“Eu senti que a Ilsa, como personagem, precisava ser preservada”, afirmou. “Com o aumento do número de personagens na franquia, há o risco de que figuras marcantes como ela acabem perdendo espaço e significado. Ilsa sempre foi uma agente solitária, cheia de mistérios, ousadia e imprevisibilidade. Ela não era uma peça no tabuleiro, ela era o próprio jogo. E, com tantas novas adições ao elenco, senti que talvez já não houvesse mais espaço para ela brilhar como antes.”

Ferguson também destacou que essa escolha partiu de um profundo respeito pela personagem e pelos fãs. “Eu queria sair no auge, mantendo a essência de Ilsa intacta. Não queria que ela se tornasse apenas mais uma entre muitos. Prefiro deixá-la como a lembrança forte e independente que todos conheceram.” 

Outro fator importante na decisão de Ferguson foi o tempo e a dedicação exigidos para fazer um filme de Missão Impossível.

“Egoisticamente, é muito tempo para fazer um filme de ‘Missão’. E a menos que você vá ter muito tempo de tela, é muito tempo sentado esperando para filmar um grande filme que pode levar mais de um ano para ser filmado. É dedicação. Há um momento em que você pensa que precisa valer a pena, não apenas amar o personagem e abraçar Tom e [McQuarrie] e a história. Eu quero trabalhar, cara. Eu quero trabalhar. Eu não quero ficar sentada em um trailer e saber que talvez haja uma cena nos créditos”.

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 6 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$947M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$610.8M), ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M) e ‘Thunderbolts*‘ (US$369.5M).

Nos EUA, a produção soma US$ 122.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 231.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 353.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$22.3M), Japão (US$18.5M), Coreia (US$17M), França (US$14.2M) e Índia (US$11.3M).

Vale lembrar que ‘O Acerto Final‘ arrecadou sólidos US$ 204 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura da história da franquia.

Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.

O longa segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

5 Filmes que mostram enormes RESSACAS e suas consequências!

Tem dias que só queremos ver aqueles filmes que vão fazer tirar risos incontroláveis! Ao longo dos anos, inúmeros projetos abordam a situação onde amigos estão em conflitos com suas vidas e resolvem curtir uma bebedeira sem pensar no amanhã e em muitos caos as consequências desses atos acabam gerando uma série de confusões!

Buscando refletir sobre o tema e para você leitor que quer dar boas risadas, separamos abaixo 5 Filmes que mostram enormes ressacas e suas consequências:

 

A Ressaca

Dirigido pelo ator, escritor e cineasta norte-americano Steve Pink, A Ressaca nos apresenta quatro amigos que se unem após tempos distantes para um resort para poderem curtirem e relembrar as inúmeras história. Só que após uma grande bebedeira, acabam acordado em meados da década de 80 tendo a chance ou não de reescrever suas histórias. Disponível no streaming da MGM.

 

Projeto X – Uma Festa Fora de Controle

Quem nunca sonhou em dar uma grande festa e chamar todos os conhecidos da escola/faculdade e por essa ser lembrado por onde passa?  Em Projeto X, três amigos exageram na dose e realizam uma grande comemoração recheada de confusões. Com direito a pula-pulas, bebidas, cachorros voadores, um gnomo mal educado, e muita azaração, o longa do diretor Nima Nourizadeh promete levar muita diversão. Disponível na HBO Max e na Netflix.

 

Se Beber, Não Case!

Um dos grandes sucessos de comédia dos últimos tempos, que ganhou outros filmes de sequência, Se Beber, Não Case! estreou nos cinemas sem muito oba oba no ano de 2009 e aos poucos foi se tornando um imenso sucesso. Na trama, um grupo de amigos vão comemorar a despedida de solteiro de um deles e acordam na manhã seguinte cheios de situações inusitadas que precisam entender como ocorreram. Dirigido por Todd Phillips (Coringa) e protagonizado por Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis.

 

Eurotrip

Feito para se divertir sem nenhuma pretensão de caminhar em questões existenciais profundas, em 2004, chegou às telonas um filme que ficaria na memória de gerações e gerações: Eurotrip – Passaporte para a Confusão. Dirigido pelo cineasta Jeff Schaffer, seu primeiro e único trabalho assinando como diretor de um longa-metragem, o projeto é um curioso acoplado de cenas muito engraçadas, longe de um politicamente correto, que diverte do início ao fim. Para ser a cereja do bolo, uma música chiclete composta para um dos personagens se tornou um ponto de encontro para risos e gargalhadas para toda uma geração de cinéfilos. Disponível na Globoplay.

 

Finalmente 18

Essa comédia lançada no ano de 2013 e disponível na Netflix acompanhamos a saga de amigos que comemoram o aniversário de um deles, que está prestes a realizar uma prova importante nas próximas horas, de maneira muito intensa. O longa-metragem é assinado pelos cineasta Jon Lucas e Scott Moore.

Crítica | ‘Confiança’ – Um desfile de erros que roubam a atenção

Chega a ser surpreendente como algumas produções usam das conveniências narrativas de forma descontrolada para criar um cenário de impossibilidades, afastando um básico de real e deixando tudo no campo que a ficção permite. Confiança, suspense que chegou à Netflix nesse mês de abril, segue por essa linha, recheado de cenas que buscam causar impacto da maneira mais inverossímil possível.

Em seu terceiro longa-metragem como diretora, a atriz e cineasta Carlson Young conduz uma narrativa que não sustenta o suspense e ainda tropeça em problemas de continuidade e um desenvolvimento limitado de personagens, transformando a obra em uma experiência frustrante que simplesmente não convence.

Lauren (Sophie Turner) é uma famosa atriz que brilha em Hollywood desde a infância. Certo dia, vê sua intimidade ser exposta quando um ataque hacker divulga na internet fotos íntimas, que geram um verdadeiro tsunami em sua vida. Para tentar fugir um pouco dessa situação, ela resolve alugar uma casa em uma região mais afastada para passar um tempo sozinha. Nesse lugar, é surpreendida pela invasão de criminosos e precisará lutar pela própria vida.

O roteiro, escrito por Gigi Levangie, apresenta equívocos nas conveniências, deixando escapar uma oportunidade de um olhar mais profundo sobre os assuntos polêmicos que se apresentam, como o assédio no mundo do entretenimento, a cultura da exposição por meio da mídia sensacionalista e o tão falado cancelamento.

A sensação que temos é que tudo parece desencontrado, simplesmente as peças não se encaixam. Personagens vão surgindo de forma aleatória e não contribuem para a construção do roteiro, extremamente confuso, que transforma a luta pela sobrevivência em algo como um divisor de águas, sugerindo um significado renovador à experiência vivida – uma conclusão, no mínimo, incoerente de acordo com tudo que é apresentado.

Será que o público está disposto a embarcar em uma história que nunca chega na tensão? Partindo de uma premissa limitada – e muito parecida com à de outros filmes -, que não dá margem para possibilidades de grande desenvolvimento nem encontra camadas além da superfície, esse longa-metragem se torna um verdadeiro teste de paciência para o público ao longo dos seus 90 minutos de projeção.

 

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico exibido na GLOBO é ‘A Rede’ do nosso tempo

O Fantasma da Máquina

Vivemos uma era de tanto material reciclado, de tantas cópias carbono e de tanto mais do mesmo, que quando surge uma ideia um pouco mais adulta e fora da caixinha, é quase impossível não sermos atraídos como um ímã para ela. É exatamente o que ocorre aqui, com este O Círculo, baseado no livro homônimo de Dave Eggers, roteirista experiente, que também assina a adaptação.

Vivemos num mar onde tudo parece ser filmes de super-heróis, sequências intermináveis ou blockbusters inflados, na maioria das vezes falhando no primordial, a humanidade. Quando livros são adaptados ao cinema, surge uma enxurrada de romances infanto-juvenis – forte tendência atual – onde a mínima porcentagem se destaca pela qualidade (sejam ficções científicas sobre futuros distópicos ou os famosos dramas românticos de doença). Quando um livro de sucesso para o público adulto surge anunciado, os cinéfilos mais velhos se veem aguando, e daí nossas gigantescas expectativas para obras como Garota Exemplar (2014), A Garota no Trem (2016) ou Assassinato no Expresso Oriente (2017).

O Círculo é mais um que chega para suprir esta necessidade, de um filme que fuja de todos os quesitos apresentados no primeiro parágrafo. É uma produção mainstream, vendida ao grande público, com verdadeiros astros. Ou seja, uma parcela de cinema cada vez mais rara na atualidade. Na trama, Emma Watson interpreta Mae, jovem dedicada, que recebe a oportunidade de sua vida ao conseguir emprego numa empresa de tecnologia conhecida como Círculo. Imagine uma mistura de Google e Facebook. No local, ela é apadrinhada por Annie (Karen Gillan, a Nebulosa de Guardiões da Galáxia), amiga que lhe consegue a vaga.

Aos poucos a protagonista, uma menina simples, vinda do interior, vai se adaptando à nova realidade. A companhia preza por um forte senso de comunidade, beirando o excessivo, onde vida pessoal e profissional se conectam de tal forma que desembocam numa via única. Tal comprometimento é inicialmente rebatido pela protagonista, assim como seria com qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e equilíbrio emocional. Mas até isso é incorporado aos poucos e de forma orgânica, uma vez que Mae perceba que o Círculo não é de todo mau, de fato, até a saúde de seus pais é acolhida pela empresa.

A falta de privacidade é o tema central de O Círculo, cuja proposta é bem mais criativa e interessante do que a maioria dos projetos propostos por Hollywood. A verdade é que a ideia é tão boa que nem mesmo o filme consegue acompanha-la. Discutir a era da falta de privacidade, num tempo onde câmeras monitoram cada passo nosso, involuntariamente ou através de nosso desejo de estrelato, cria uma suculenta dualidade sobre direitos, deveres e a tênue linha coexistente no tópico atualíssimo. Espionagens governamentais de filmes de suspense da época da Guerra Fria deram lugar a empresas privadas com acesso instantâneo a milhões de pessoas. O Círculo tem muito a dizer sobre nosso comportamento em relação à tecnologia e os limites do aceitável.

Como O Círculo não é um documentário, precisa existir o mínimo de conflito, e aqui a trama da vez é a da jovem humilde engolida por um mundo maior que ela, quando recebe sua grande chance profissional. Do clássico Wall Street – Poder e Cobiça (1987) até a comédia O Segredo do meu Sucesso, do mesmo ano, o mundo corporativo já foi apresentado como o ‘vilão’ de diversas obras do cinema. A diferença em O Círculo é que agora esta entidade tão malvada trabalha às claras e a nosso favor. Ou quase.

Completando o elenco principal, Tom Hanks, um dos maiores astros do cinema atual, interpreta o dúbio dono da empresa, e Patton Oswalt vive seu fiel escudeiro no negócio. John Boyega (o Finn de O Despertar da Força) é o  jovem gênio rebelde Ty, que enxerga o potencial de ameaça da companhia, se tornando a consciência do longa, e os saudosos Bill Paxton e Glenne Headly, ambos falecidos este ano, são os pais de Mae.

Com o filme, o cineasta James Ponsoldt, dono de um currículo invejável de filmes independentes (Smashed – De Volta à Realidade, O Maravilhoso Agora e O Final da Turnê), realiza sua produção mais ambiciosa. E entrega uma obra moderna e relevante, dona de uma montagem dinâmica, dessas que tratam de incluir na tela mensagens de inúmeros aplicativos sociais, dividindo espaço com a ação da narrativa.

O Círculo pode não ser tão impactante quanto sua proposta, e até ser considerado previsível de certa forma – ao percebermos para onde a história irá caminhar. Ao mesmo tempo, sua falta de pretensão em querer responder ou solucionar os avanços do mundo moderno, recai como ponto a favor. Longe de ser um marco como A Rede Social, O Círculo entrega comentários sociais pungentes, mesmo banhados em cinema entretenimento.

‘Aves de Rapina’ será um “filme para maiores sobre gangue de mulheres”, diz Margot Robbie

Apesar do fracasso de crítica de ‘Esquadrão Suicida‘, todos concordaram que Margot Robbie como a Arlequina foi o grande destaque do filme. Sabendo disso, a DC está desenvolvendo nada menos do que três projetos envolvendo a personagem. Um deles será ‘Birds of Prey‘, com a direção de Cathy Yan.

O filme irá focar em Harley Quinn e outras personagens femininas do Universo da DC. Recentemente, em entrevista ao Collider, Robbie falou sobre o projeto.

“Eu dei uma ideia de um filme para maiores sobre uma gangue de mulheres incluindo a Harley, eu estava tipo: ‘A Harley precisa de amigas’. Harley adora interagir com as pessoas, então não a faça ter um filme solo. Ela tem que estar com outras pessoas, e deveria ser uma gangue de mulheres.”

A atriz continua, “E, claro, ter uma diretora para contar essa história. E dar a essa diretora um grande orçamento para trabalhar. […] Era muito importante encontrar uma diretora para isso. Mas, no final do dia – homem, mulher – o melhor diretor consegue o trabalho, e Cathy era a melhor.”

Christina Hodson está trabalhando no roteiro.

Maldição mortal é libertada no trailer do terror ‘A Maldição Maia’; Assista!

O terror ‘A Maldição Maia‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Joaquin Rodriguez, o filme será lançado no Brasil pela A2 Filmes.

Contratados para explorar uma antiga caverna submarina, um grupo de mergulhadores profissionais têm como missão encontrar mais informações sobre a civilização maia e os reais motivos do desaparecimento. Quando a equipe localiza nas profundezas o que parece ser uma prisão muito bem trancada, mal sabem eles que jamais deveria abrir essa porta. Determinados a descobrir o que está preso lá embaixo, os mergulhadores conseguem abrir a misteriosa prisão, libertando uma ameaça alienígena que estava trancada e que é capaz de destruir toda a humanidade. Seria esse o verdadeiro apocalipse previsto nas profecias maias?

O elenco conta com Luis Felipe Tovar, Steve Wilcox, Carla Ortiz, Olga Fonda, Juan Pablo Castañeda, Mark Tacher, Mauricio Martinez e Bernardo Peña.

‘Carnival Row’: Novo vídeo revela os bastidores da criação do universo da série

A Amazon divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘Carnival Row‘, estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Vingadores: Era de Ultron’: Artes conceituais trazem versão alternativa do vilão Ultron

Através do seu Instagram, o artista Phil Saunders divulgou três artes conceituais de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, que trazem uma versão alternativa do vilão Ultron.

Confira:

Lançada em 2015, a sequência dirigida por Joss Whedon foi um dos filmes mais criticados da Marvel, mas ainda foi um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 1,402 bilhão pelo mundo.

Assista ao trailer:

Ator fala sobre possível romance gay entre Jimmy Woo e o Homem-Formiga

Em entrevista ao Yahoo Entertainment, o ator Randall Park, que interpreta o agente Jimmy Woo no universo da Marvel, afirmou que estaria aberto a um possível romance entre seu personagem e o Scott Lang, o Homem-Formiga.

“O relacionamento [entre o Jimmy Woo e Scott Lang] cabe ao Kevin Feige e o resto do time dele, mas eu estaria aberto a seguir qualquer caminho que eles quiserem.”

Conversando com BUILD Series, o ator revelou como veio a participar da série ‘WandaVision‘: “Eu tive uma reunião com a Marvel para conversar sobre o meu personagem e eu estava tipo: ‘Sim, eu adoraria retornar como o Jimmy Woo se houver a oportunidade’. Então, uma semana depois, eles disseram: ‘Volte aqui, nós queremos falar com você sobre essa série’. E eu topei.”

O 5º episódio de ‘WandaVision‘, intitulado “Em um Episódio Especial…” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 141.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 43.9 milhões – incluindo o Brasil, onde a produção quebrou recordes e já arrecadou mais de R$ 14.8 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 185.5 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica da produção:

Não é de hoje que a Sony Pictures acalenta a ideia de fazer um filme do Venom, desde os tempos áureos em que Tobey Maguire vestia o manto do Homem-Aranha, o estúdio já pretendia, após o terceiro filme, emendar um spin-off do vilão. Algo que também deveria acontecer na passagem de Andrew Garfield pelo Teioso, após o arco do Sexteto Sinistro. No entanto, como sabemos, ambas as empreitadas foram interrompidas e a coisa não andou. Após muita conversa, o Homem-Aranha aportou no universo da Marvel Studios numa parceria inédita com a Sony. Agora com um ator bem mais novo, Tom Holland, a figura do herói foi reconstruída e “atualizada” para funcionar melhor com os Vingadores. E tudo deu muito certo, tanto a participação do Aranha em Guerra Civil (2016) quanto em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017).

Agora com o Amigão da Vizinhança sob a batuta temporária da Casa das Ideias, a Sony teve tempo para organizar um novo universo e utilizar os conhecidos vilões do personagem, como Kraven, Morbius e, claro, Venom, que ainda em 2018 ganhou finalmente sua primeira aventura solo. E mesmo sendo o filme visualmente desagradável e possuindo apenas um remendo de roteiro para a trama, a presença de Tom Hardy no papel de Eddie Brock e toda veia cômica misturadas aos (de)efeitos visuais, que pareciam tiradas do filme Spawn – O Soldado do Inferno (1997), foram suficientes para a produção e o personagem caírem nas graças do público. Tanto que deu muita grana e imediatamente encomendaram uma sequência, agora sem o diretor original, Ruben Fleischer, que estava ocupado em outra continuação da série zumbi que o revelou como cineasta, Zombieland.

Para substituir Fleischer, a Sony tentou trazer realizadores como Travis Knight, que tinha feito o ótimo Bumblebee (2018), e Rupert Wyatt, do primeiro Planeta dos Macacos (2011). Ambos não toparam, mas o membro mais famoso da franquia dos símios, Andy Serkis, tinha sido contratado para ajudar com os elementos de CGI pela sua vasta experiência de marcantes personagens digitais como Gollum e o próprio macaco Ceaser. Serkis também comandou a adaptação de Mogli da Netflix, que, mesmo com um orçamento mais modesto, não ficou devendo a Disney. O filme, aliás, usava e abusava das cenas em CGI e não fazia feio. Após isso, os executivos da Sony perceberam que tinham contratado a pessoa certa para comandar o segundo Venom, e foi exatamente o que aconteceu, Andy Serkis assumiu o comando.

O então chamado Venom – Tempo de Carnificina segue a pegada bem humorada do primeiro e adiciona ainda mais cenas cômicas que funcionam graças a desenvoltura de Tom Hardy. Ainda que exagere em alguns momentos, o ator possui um tom cômico ideal para ambos os personagens e consegue imprimir uma forte energia nos andamentos mais movimentados. Digo ‘personagens’ porque, de fato, Eddie Brock e Venom possuem personalidades bem diferentes, com a criatura alienígena soando como uma espécie de entidade vista em O Máskara (1994). Eddie é sempre receoso, tenta evitar brigas e seguir uma vida normal, já Venom vive um dilema que o atormenta por demais, pois quer devorar novas cabeças e é barrado pelo Eddie. Contudo o Venom literalmente ama o Eddie, ou pelo menos o seu corpo que usa como avatar. Por outro lado, Eddie percebe que, após se fundir com o Venom, ganhou mais coragem e começou a fazer coisas que melhoraram sua vida.

O dilema em questão não acontece por acaso, já que, em diversos momentos, fica clara a intenção de Andy Serkis em criar uma espécie de romance entre a figura do Eddie e com o Venom. E não para ali no campo da amizade ou das divergências de opinião, o sentimento é para além do físico. Os dois estão numa DR constante que, no fim das contas, acaba sendo a coisa mais legal da longa. O ápice acontece em dois momentos específicos: primeiro na cena que ocorre numa boate e traz o Venom falando que alienígenas também tem sentimentos e o Eddie precisa entender; e depois quando o monstrengo se funde ao corpo da ex-namorada do Eddie, Anne Weying (Michelle Williams), e pede que Brock se desculpe de maneira especial, pois só assim ele vai voltar e penetrar o seu corpo. Querem alegoria maior que essa? Bom, nós teríamos, pois o subtítulo oficial desse novo Venom seria O Amor Vai nos Separar – é sério! Só podemos dizer que isso é uma certo e tanto para o filme.

Este que, sim, é melhor que o primeiro, mas ainda tão problemático quanto. A começar pelo visual pobre e a maioria dos momentos de maior ação continuarem genéricos. Talvez alguns cenários sejam mais inspirados dessa vez, como o manicômio e a igreja, mas todo apelo estético se mostra artificial, onde claramente vemos a utilização nada sutil de efeitos digitais grosseiros de maneira geral, podendo tirar toda credibilidade do espectador – mas certamente não a do público alvo, que vai se deleitar ao ver, pela primeira vez nos cinemas, Venom e Carnificina trocando simbiontadas e explodindo a cidade.

Nesse sentido, o Cletus Kasady de Woody Harrelson confere um ar alucinado que contrasta com a animalidade de Venom. Harrelson que foi escolhido a dedo por Ruben Fleischer que enxergou em Assassinos Por Natureza (1994), um dos grandes papéis da carreira do ator, o Carnificina que queria. E a nível de história, Tempo de Carnificina é um pouquinho mais criativo que o original, por apresentar o passado de Kasady e sua parceira Frances Barrison (Naomie Harris), que vai desempenhar um papel “importante” no ato final. No entanto tudo é muito telegrafado e didático, com acontecimentos que você já sabe onde vão dar, perdendo qualquer noção de perigo.

De maneira geral, Venom – Tempo de Carnificina deve atender perfeitamente o seu público alvo, que nem vai perceber o romance em aqui destacado. O filme tem muita ação, humor e desenvolve mais ainda o anti-herói. Ainda que o melhor fique mesmo para a cena pós-créditos, que a essa altura deixou a internet em polvorosa e fez muita gente criar as mais insanas teorias em relação ao rumo desse novo universo arquitetado pela Sony e por que não dizer a Marvel. Contudo se você não aguenta mais ver super-heróis nos cinemas e todo escapismo latente dessas produções, passe longe disso aqui.

Nota: 5.0