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Conheça a série de apocalipse ZUMBI que atualmente é a MAIS VISTA da Netflix

A Netflix conquistou novamente o público com sua nova série de terror coreana, que há mais de uma semana figura o primeiro lugar entre os títulos mais assistidos do catálogo.

Intitulada ‘All of Us Are Dead‘, a série coreana acompanha um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.

Nas Redes Sociais, os assinantes foram só elogios para a série:

A produção será baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.

A série será escrita por Chun Sung-il e dirigida por Lee JQ e Kim Nam-su.

‘Um Pequeno Favor 2’: Sequência com Anna Kendrick e Blake Lively começa a ser filmada esse ano

Os amantes do adorável filme ‘Um Pequeno Favor‘ tem motivos para festejar hoje, pois a Amazon Studios e a Lionsgate anunciaram a continuação oficial do título.

Anna Kendrick e Blake Lively devem retornar aos seu papéis e Paul Feig também comanda o longa como diretor. Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’) é quem assina o roteiro.

De acordo com a PEOPLE, o novo filme pode começar a ser filmado entre setembro e novembro deste ano.

“A sequência de Um Pequeno Favor está em negociações avançadas para começar a produção no outono norte-americano”, afirmou a revista.

Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.

Henry Golding, Rupert Friend, Linda Cardellini e Jean Smart estiveram no elenco.

Blake Lively fará sua estreia na direção da adaptação de ‘Repeteco‘, quadrinho de Brian Lee O’Malley (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’). Feig trabalhou na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘.

Crítica em Vídeo | Minha Irmã e Eu – Ingrid Guimarães e Tatá Werneck BRILHAM em ótima comédia nacional

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do ótimo ‘Minha Irmã e Eu‘, comédia nacional estrelada pela Ingrid Guimarães e Tatá Werneck.

A estreia oficial está marcada para 28 de dezembro.

Assista nossa entrevista e a entrevista que CONFIRMA Paulo Gustavo em Minha Vida em Marte 2:

Susana Garcia (‘Minha Mãe é Uma Peça 3’) é responsável pela direção.

As irmãs Mirian e Mirelly não realizaram o sonho da mãe, Dona Márcia (Arlete Salles), de se tornarem uma dupla sertaneja e, além de terem seguido caminhos opostos, vivem às turras. Mirian nunca saiu de sua cidade e se acostumou à rotina pacata do interior. Ela vive em função da família e do lar. Já Mirelly ostenta uma vida glamurosa nas redes sociais ao lado de amigos famosos, como Lázaro Ramos e Iza, interpretando eles mesmos no longa. Mas, na verdade, o estilo de vida deslumbrante é uma mentira. Ela está com todas as contas atrasadas, vive em um conjugado apertado e trabalha como cuidadora dos animais de estimação das celebridades.

Mirelly retorna a Rio Verde para comemorar o aniversário da mãe em uma luxuosa festa organizada por Mirian. Após a comemoração, Dona Márcia desaparece misteriosamente e as irmãs vão precisar se unir em busca da matriarca em uma aventura pelas estradas do interior de Goiás.

O elenco ainda conta com Antônio Pedro, Márcio Vito, Jaffar Bambirra, Nina Baiocchi e George Sauma.

‘Detetive’: Diretor de ‘Noites Brutais’ negocia para dirigir filme baseado em jogo clássico de mistério

O jogo de tabuleiro ‘Detetive‘ (Clue) vai ser adaptado em forma de filme, além de ganhar uma série de TV.

A TriStar Pictures da Sony e a Hasbro Entertainment se uniram para fazer o novo filme, produzido por Nicole Brown e Katherine Pope da TriStar, e Zev Foreman e Gabriel Marano da Hasbro.

Agora, um novo relatório afirma que o diretor de ‘Noites Brutais‘, Zach Cregger, está em negociações para dirigir o reboot.

Este relatório vem do jornalista Jeff Sneider:

Ouvi dizer que Cregger está em negociações para dirigir o filme Detetive para o selo TriStar Pictures da Sony, que adquiriu os direitos de cinema e TV do clássico jogo de tabuleiro da Hasbro em abril (junto com a Sony Pictures Television).

Disseram-me que Shay Hatten escreverá o roteiro, tendo escrito anteriormente John Wick: Capítulo 3 – Parabellum e Capítulo 4, bem como os filmes Rebel Moon de Zack Snyder e o filme de zumbis do diretor Army of the Dead. 

Detalhes sobre a produção não foram divulgados, mas ela irá incorporar a dinâmica emocionante e cheia de suspense que fez do jogo uma sensação global por mais de sete décadas.

“‘Coronel Mustard… no Conversatório… com uma pista’. Só de ouvir essas frases icônicas, você imediatamente sabe do que se trata, o que não deixa dúvidas de que ‘Clue’ é um dos jogos mais populares de todos os tempo,” afirmou Michael Thorn, presidente da Fox Entertainment. “Não poderíamos estar mais animados com a chance de desenvolver uma adaptação.”

Clue‘ foi criada em 1943, por Anthony E. Pratt. O jogo foi adaptado pela primeira vez em 1985, em um filme estrelado por Tim Curry, e, posteriormente, em uma minissérie de 2011.

‘Vingadores’: “Mesmo antes do que aconteceu com Jonathan Majors, vimos que Kang não era Thanos”, diz Kevin Feige

Antes de ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’) ser oficialmente confirmado pela Marvel Studios, a franquia de super-heróis ganharia um filme intitulado ‘Vingadores: Dinastia Kang’, trazendo Jonathan Majors como o personagem titular.

Em entrevista à Variety enquanto falava sobre o futuro da Marvel, Kevin Feige falou sobre a mudança de Kang para Doutor Destino:

“Mesmo antes do que aconteceu com [Jonathan Majors], começamos a perceber que Kang não era Thanos.”

“Começamos a conversar sobre o Dr. Destino antes mesmo de oficialmente deixarmos o Kang de lado. Aliás, eu já tinha começado a conversar com o Robert sobre essa ideia audaciosa antes mesmo do Homem-Formiga 3 estrear.”, ele afirmou.

Em meio às polêmicas e das acusações enfrentadas pelo ator, a companhia alterou seus planos, recontratando Robert Downey Jr. como o antagonista Victor Von Doom/Doutor Destino e remodelando o projeto para ‘Apocalipse’.

Em uma recente sessão de perguntas e respostas, o famoso insider Alex Perez comentou que essas alterações tiveram repercussões grandiosas dentro do estúdio – e acabou revelando a principal reviravolta do projeto descartado.

“Um dos principais pontos da trama de toda a Saga do Multiverso, que se mantém consistente para o Parlamento Marvel desde Loki’ (2021), é que o MCU (e o multiverso em geral) está atualmente preso em um ciclo/loop sem fim”, ele disse.

Perez continua:

“Deixe-me elaborar: tudo o que Aquele que Permanece disse durante seu discurso no final da 1ª temporada de Loki’ e um pouco na 2ª temporada é verdade. Não importa o curso de ação que nossos personagens tomem, o final sempre permanecerá o mesmo: após a Guerra Multiversal com as variantes Kang, Aquele que Permanece venceria usando Alioth, construiria a TVA, que então levaria à história que todos conhecemos como MCU e então se repetiria constantemente. Essa deveria ser uma das grandes revelações em ‘Vingadores: Dinastia Kang’: essa iteração do universo em que estamos, os filmes, os programas de TV, as Apresentações Especiais, qualquer coisa relacionada à Marvel Studios é apenas a Tentativa #14.000.605 ou mais das tentativas de Aquele que Permanece de criar um universo/linha do tempo em que a Guerra Multiversal não acontecesse, e ele pudesse simplesmente governar a existência para sempre.

Agora que Kang e suas variantes estão oficialmente fora de cena por enquanto, isso permite que a Marvel continue este ponto da trama de uma maneira muito diferente do que originalmente pretendido. Inicialmente, teríamos visto as variantes de Kang causando estragos através do tempo e do espaço, interrompendo o Multiverso uma incursão de cada vez. No entanto, agora, o principal motivo gira em torno dos diferentes heróis que têm interferido na estrutura do espaço e do tempo. Em Apocalipse’, a principal incursão que veremos a princípio gira em torno da Terra-616 e do universo em que Monica se passa, onde os X-Men residem atualmente no filme. Outras incursões também serão abordadas, como a de Sem Volta para Casa’, causada pelo Homem-Aranha e pelo Doutor Estranho”.

Confira a data de estreia dos próximos filmes da Marvel:

Homem-Aranha: Brand New Day (Sony) – 31 de julho de 2026

Vingadores: Apocalipse – 18 de dezembro de 2026

Marvel sem título – 23 de julho de 2027

Vingadores: Guerras Secretas – 17 de dezembro de 2027

Marvel sem título – 18 de fevereiro de 2028

Marvel sem título – 5 de maio de 2028

Marvel sem título – 10 de novembro de 2028

Marvel sem título – 15 de dezembro de 2028

5 Séries DOCUMENTAIS Imperdíveis nos streamings

As séries documentais viraram um formato interessante e com grande demanda dentro do planeta audiovisual. Com a chegada dos streamings, essa produções ganharam maior destaque e muitas vezes somos apresentados a ótimos trabalhos com uma qualidade que impressiona. Pensando nesse recorte, viemos aqui com sugestões para você que gosta desse formato, abaixo, segue 5 séries documentais imperdíveis pelos streamings:

 

A Garota Desaparecida do Vaticano

Os segredos por trás das verdades escondidas. Chegou recentemente à Netflix uma série documental que aborda um fato real, um misterioso desaparecimento de uma jovem de 15 anos que morava no Vaticano nos anos 80 que se torna o início de uma história onde acompanhamos a busca de soluções de familiares e jornalistas em um caso que abalou os italianos. A Garota Desaparecida do Vaticano é recheado de matérias da época, entrevistas, depoimentos de quem viveu intensamente essa história. O projeto busca reunir em uma via todos os passos de família e jornalistas em busca das verdades sobre o ocorrido.

 

Vale Tudo com Tim Maia

O Spielberg frustrado que virou um ícone da música brasileira. Com exibição de dois episódios no Festival do Rio 2022, a série documental Vale Tudo com Tim Maia, já toda disponível na Globoplay, consegue por meio de uma ótima edição e montagem contar a trajetória de um dos artistas mais peculiares da história da música popular brasileira, por ele mesmo. Dirigido por Nelson Motta e Renato Terra, com manchetes de jornais, vídeos da vida pessoal, entrevistas na televisão, imagens inéditas, até mesmo uma passagem de um curta-metragem da década de 80 do cineasta Flávio Ramos Tambellini, e também gravações na antiga TV Tupi, o projeto nos mostra vários momentos do eterno síndico.

 

Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez

Disponível na HBO Max, uma das séries documentais que mais chamaram a atenção do público em 2022 foi sem dúvidas Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez. No projeto, dividido em alguns episódios, vamos conhecendo detalhes importantes da história por trás do assassinato da atriz Daniella Perez na década de 90 no Rio de Janeiro, um crime que choca o país até hoje.

 

Arremesso Final

Uma das maiores dinastias dos esportes norte-americanos, o super time do Chicago Bulls que dominava a liga da NBA nos anos 90 ganhou uma série documental de 10 impactantes episódios onde conhecemos um pouco melhor alguns detalhes que fizeram parte da história dos esportes mundiais. Liderados por Michael Jordan, grande ícone desse time, o projeto nos mostra o início da carreira desse grande astro do basquete, sua aposentadoria e seu retorno para uma nova conquista. Há reflexões sobre o início, meio e fim dessa dinastia que já está na história.

 

Hebe – Um Brinde À Vida

Disponível no Globoplay, a série documental sobre a maior apresentadora da história da televisão brasileira, Hebe Camargo, é um projeto emocionante que mostra muito da personalidade carismática dessa grande mulher que deixa saudades até hoje. Com depoimentos da família, de amigos, e de inúmeras personalidades de todos os campos culturais de nosso país, temos a chance de relembrar momentos históricos no seu caminho profissional.

Crítica | O Ataque

ROLAND EMMERICH DETONA A CASA BRANCA NOVAMENTE, DESSA VEZ SEM ALIENS

Não é estranho para o cinema de Hollywood apresentar dois filmes muito parecidos em sua trama, no mesmo ano. O que acontece é que apesar das similaridades de assuntos principais, geralmente todo o resto é diferente. Em 1998, por exemplo, a Disney e a Dreamworks apresentaram animações sobre insetos, diferentes em seu conteúdo. E por aí seguem filmes sobre vulcões, meteoros e a Segunda Guerra Mundial. Tudo isso ainda na década de 1990.

Esse ano, os filmes gêmeos resolveram escolher como tema ataques à Casa Branca. O curioso, no entanto, é que esses talvez sejam os filmes mais parecidos a usar o mesmo tema, não diferindo quase em nada. Em abril, recebemos nos cinemas brasileiros Invasão à Casa Branca, filme de ação nos moldes dos feitos na década de 1980, no qual Gerard Butler (Um Bom Partido) protagonizava como um sujeito marcado pela tragédia no trabalho, que desistia de servir como chefe da equipe treinada para proteger o presidente.

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O filme misturava Duro de Matar com Na Linha de Fogo, e outra dezena de obras do gênero, se tornando um eficiente prazer culposo, daqueles em que deixamos apenas a diversão entrar conosco na sala de cinema, e o bom senso do lado de fora. Num cinema blockbuster atual regido por telas verde, Invasão à Casa Branca foi um bom respiro para os cinéfilos da velha guarda. O Ataque é o novo filme que aborda exatamente o mesmo tema: uma invasão absurda e inesperada num dos lugares mais bem guardados do mundo, onde apenas um sujeito pode salvar o dia.

Sai Gerard Butler e entra Channing Tatum. Não sei até que ponto isso é bom ou ruim, para meninas e rapazes. Entra Jamie Foxx também, como um presidente mais semelhante ao atual norte-americano. Tatum é Cale, um ex-soldado americano procurando emprego como agente do Serviço Secreto. Sua filha, papel de Joey King (quase sósia de Chloe Grace Moretz), é uma aficionada por tudo que diz respeito à Casa Branca, e não poderia estar mais feliz pelo pretenso novo trabalho do pai.

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Através de um elaborado plano, que não vale revelar aqui para não estragar a surpresa, a Casa Branca é tomada com uma facilidade tremenda. Vale dizer apenas que aqui os vilões não são mais os coreanos, e que a trama consegue ser mais complexa e intrincada, e envolver mais pessoas, com diferentes objetivos. Também sentimos falta de cenas de ação insanas e non-sense, como quando o avião chega azucrinando o território americano, no filme de Gerard Butler. Embora não possua nada tão grandioso, O Ataque não deixa por menos em matéria de contagem de corpos e sangue.

Tatum faz um herói identificável. Ele não é o osso duro de roer de Butler (que sabemos que irá salvar o dia quase sem suar a camisa), e em muitos momentos realmente pensamos que ele não triunfará (precisando ser salvo por terceiros muitas vezes). O fato o aproxima mais do homem comum de Bruce Willis. O presidente americano dessa vez participa de quase toda a ação, o que transforma O Ataque em grande parte num buddie movie, filmes de ação com duplas disfuncionais.

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O Presidente Sawyer de Foxx dispara gracinhas e frases de efeito, enquanto chuta a cara de bandidos, pula de elevadores e inclusive manuseia e dispara bazucas, enquanto o carro acelera pelos gramados da Casa Branca e mergulha na piscina. Em matéria de insanidade de ação, o filme chega bem perto de seu antecessor. Aqui também temos vilões atraentes para a garotada odiar. E eles vêm na forma de Jason Clarke (A Hora Mais Escura) e um caricato sujeito anabolizado e tatuado.

A criança do filme é mais esperta e não apenas a vítima dessa vez, ela filma os bandidos e publica na internet. O Ataque ainda conta com o peso de atores como James Woods (Jobs), Maggie Gyllenhaal (Histeria) e Richard Jenkins (Jack Reacher – O Último Tiro). Mas não podemos esquecer que seu predecessor fazia uso de gente como Morgan Freeman e Melissa Leo. Tá ok, isso não é uma competição, e muita gente que não assistiu a Invasão à Casa Branca certamente irá se divertir com O Ataque. Para todo o resto o sabor fica um pouco passado.

HBO Max | Sucessos Recentes do Cinema para Curtir na Plataforma

Durante o auge da pandemia, quando os cinemas passaram por seu momento mais difícil precisando fechar completamente as portas, a solução encontrada pela indústria para seguir funcionando foi lançar suas produções nas plataformas de streaming para serem assistidas em casa pelo público. A tendência deu muito certo e viu surgir diversas novas empresas americanas, a terra do empreendedorismo. Assim, em pouco tempo todos os maiores estúdios de Hollywood, a terra do cinema, colocaram para funcionar seus próprios canais de streaming, onde estrearam suas superproduções. Demonstrando que esta nova forma de se consumir lançamentos chegou para ficar, mesmo as coisas caminhando a passos largos para voltarem ao normal, tudo o que não recebe lançamento exclusivo nos streamings diminuiu consideravelmente a ponte entre os cinemas e nossa casa. Ou seja, mesmo os lançamentos nas telonas de grandes filmes, em pouco tempo já estão disponíveis para serem vistos no conforto de nossos lares. Pensando nisso, resolvemos formular uma nova lista com os grandes filmes que em pouquíssimo tempo já estão todos disponíveis na plataforma da HBO Max – uma das preferidas do grande público, e uma das que mais cresce, de propriedade do grupo Warner. Confira abaixo.

Uncharted – Fora do Mapa

Começamos a lista com o lançamento mais recente da plataforma, e um dos maiores desta primeira metade do ano. O que acontece aqui é que embora este blockbuster não faça parte da biblioteca da Warner, a HBO Max fechou um acordo com a Sony Pictures de exclusividade de estreia de suas produções. Assim esperem ver o acervo do estúdio presente no catálogo do streaming. Segundo filme da dobradinha do jovem astro Tom Holland com a Sony, após o mega sucesso de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (que em breve chega nas plataforma também), Uncharted foi igualmente um sucesso estrondoso, que sacudiu as coisas na primeira metade de 2022 como uma das maiores bilheterias da temporada. Baseado num famoso videogame sobre um explorador nos moldes de Indiana Jones, o filme traz Holland e Mark Wahlberg unindo forças em aventuras à moda antiga de tirar o fôlego. O sucesso foi tanto que não deixa dúvidas para a eventual continuação.

Morbius

Por falar em Tom Holland e no herói Homem-Aranha, a Sony ainda é dona dos direitos do personagem e de todo o seu universo, o que inclui seu elenco coadjuvante, como os vilões. O estúdio tirou rapidamente do forno o filme do Venom e sua sequência – e já planeja longas com Kraven – O Caçador, Madame Teia e a Mulher-Aranha. Isso sem falar nas animações do Aranhaverso. No meio tempo, lançou este Morbius, sobre um personagem secundário da galeria de vilões do protagonista, que a Sony tratou de elevar ao primeiro time ao escalar o vencedor do Oscar Jared Leto para o papel título. Michael Morbius é um médico exemplar, que sofre com uma terrível doença rara. Entre a vida e a morte, ele resolve arriscar tudo num tratamento não muito ortodoxo. Ele encontra a cura, mas os efeitos colaterais são, digamos, fantásticos. Morbius ganha habilidades de um morcego, incluindo capacidade de voo, radar, mas também sua sede de sangue. O filme foi um dos sucessos deste início de 2022.

Um Diário para Jordan

Baseado no livro de Dana Canedy e no diário pessoal do verdadeiro Charles Monroe King, este drama sobre uma história real passou fora de todos os radares, apesar de contar com talento de sobra na frente e atrás das câmeras. Com produção da Sony, começaremos com o maior nome envolvido na produção: o do astro Denzel Washington. É o vencedor do Oscar quem dirige o filme, fazendo deste seu quarto longa como realizador, e o primeiro após o sucesso do indicado ao Oscar Um Limite Entre Nós (2016). Ou seja, prestígio não falta a este drama. Segundo, conta no elenco protagonizando o jovem astro em ascensão Michael B. Jordan – marcando assim o primeiro encontro entre dois dos mais talentosos artistas negros de gerações distintas. Na trama, Jordan interpreta Charles Monroe King, um militar em missão em Bagdá, que mantém um diário para seu filho ainda na barriga da esposa, por precaução caso não consiga conhece-lo devido à guerra.

Me Tira da Mira

Também temos produções brasileiras entre as dicas dos filmes que acabaram de sair dos cinemas e fizeram sucesso. Aqui quem comanda o show é Cleo, que interpreta uma policial num filme de teor muito diferente de Operações Especiais (2015), longa no qual a atriz igualmente vivia uma agente da lei. Esse trata-se de uma comédia, na qual Cleo traz quase toda a família para a festa – só faltou mesmo Glória Pires. Mas temos os reforços de Fábio Júnior e Fiuk, vivendo colegas de profissão da protagonista. Ela investiga mortes muito suspeitas que podem ter ligação com uma clínica de estética para dondocas. Quem dirige o longa é Hsu Chien, cineasta que tem se especializado em comédias nacionais badaladas, e cujo trabalho anterior, Quem Vai Ficar com Mário? está disponível na plataforma “rival” Amazon Prime Video.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

Por falar em plataformas de streaming rivais, a Netflix estreou recentemente a primeira série em live-action baseada numa das franquias de games mais famosas e bem-sucedidas da história: Resident Evil. Quando falamos em adaptações em carne e osso do jogo, a primeira que vem à mente ainda é a série de filmes protagonizados pela ucraniana Milla Jovovich. Esta franquia rendeu nada menos que seis filmes. Mas aí foi a hora de Jovovich e sua personagem Alice se aposentarem e darem espaço para uma nova geração. O que a Sony planejou ao lado do diretor Paul W. S. Anderson (criador da franquia no cinema e marido de Jovovich – aqui atuando como produtor) foi um reboot, recomeçando do zero a história. Muito mais fiel aos jogos e respeitando o espírito de terror ao invés da ação, o novo Resident Evil é mais minimalista e mostra o início da infecção na cidade de Raccoon City, que transformou a população em zumbis. Kaya Scodelario e Robbie Amell são os irmãos Claire e Chris Redfield, e Hannah John-Kamen vive a policial Jill Valentine. Ainda temos espaço para personagens como Leon Kennedy (Avan Jogia) e Albert Wesker (Tom Hopper) na trama.

Venom: Tempo de Carnificina

Voltando para o universo derivado de Homem-Aranha da Sony, o primeiro filme solo de Venom (2018), um dos antagonistas mais populares da galeria do herói, se mostrou um baita sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$800 milhões de forma surpreendente. Assim, o estúdio não perdeu tempo e começou logo a confeccionar uma continuação. A primeira grande mudança foi a troca de direção. Saía Ruben Fleischer e entrava Andy Serkis. Apesar disso, a dança das cadeiras foi quase imperceptível, pois os filmes mantêm uma estética e narrativa similar. Tom Hardy retorna como o protagonista Eddie Brock e seu alter-ego, a gosma mutante Venom – só esperando a hora de encontrar seu maior inimigo, o Homem-Aranha. Enquanto isso, ele enfrenta o terror trazido por outra criatura gosmenta, esta conhecida como Carnificina, que se junta a um serial killer interpretado por Woody Harrelson. E mais uma vez o sucesso foi enorme, garantindo uma terceira parte.

Ghostbusters – Mais Além

Uma das franquias mais queridas da sétima arte, Os Caça-Fantasmas surgiu na década de 80, em 1984, e logo se tornou febre, originando todo tipo de merchandising. E isso antes mesmo de lançar sua continuação em 1989. Muitas divergências fizeram um terceiro filme ficar empacado por décadas – enquanto os fãs ficavam órfãos de novas aventuras do grupo de investigadores paranormais que mais se comportavam como humoristas. Em 2016, o impasse parecia finalmente ter chegado ao fim quando a Sony optou por reformular a franquia, numa nova aventura protagonizada só por mulheres. Podia ter dado certo, não fosse o roteiro sem sal (o que incluía participações especiais bem ruins do elenco original em outros papeis pífios). Assim, a solução foi abandonar essa ideia e resgatar o espírito original, passando a tocha para uma nova geração. Muitos anos depois, Os Caça-Fantasmas finalmente ganhou o tão aguardado terceiro filme, com direito ao retorno dos veteranos, com este Ghostbusters – Mais Além, no ano passado.

Bônus: O Pai da Noiva

Além das produções da Warner, DC e da Sony, o acervo de filmes da HBO Max conta com obras próprias da plataforma, com seus longas originais – planejados para um lançamento já no streaming, independente dos cinemas. É o caso com esta terceira versão de O Pai da Noiva, baseado no livro clássico de Edward Streeter sobre o “pesadelo” de todo pai – pelo menos no passado: entregar a mão de sua filinha em casamento. Isto é, sua filha adulta, mas que todo pai ainda vê como uma criança. A primeira adaptação ocorreu em 1950, num filme protagonizado por Spencer Tracy e Elizabeth Taylor. Já na década de 1990, foi a vez do humorista Steve Martin dar corpo à narrativa, que contava ainda com Diane Keaton e Martin Short no elenco. Agora chega a repaginada de 2022, com uma família de cubanos vivendo nos EUA. Os patriarcas são interpretados por Andy Garcia e Gloria Estefan, e suas “filinhas” são vividas por Adria Arjona e Isabela Merced.

Refilmagens do reboot de ‘Halloween’ devem acontecer este mês

Há algumas semanas, havia sido relatado que o reboot de ‘Halloween‘ passaria por algumas refilmagens. Foi revelado que, depois de exibições testes, o final seria reajustado.

Foi confirmado por vários sites de elenco que as filmagens devem começar no dia 11 de junho, na segunda, na Carolina do Sul. Os produtores estão procurando por adolescentes para interpretar alunos do colégio em uma cena desconhecida.

Hoje, Jason Blum foi até o twitter anunciar que o trailer será lançado na próxima sexta-feira (08).

Enquanto o trailer não é liberado, confira a descrição das cenas:

“Laurie está com sua filha e a sua neta na noite de Halloween. Ela diz que a Laurie se tornou uma guerreira quando se trata em proteger sua família ‘e está determinada a manter Michael preso para sempre’.”

“As primeiras cenas de Halloween parecem ótimas. Na nova história, depois que Loomis atirou no Michael, ele foi reinternado e Laurie tem se preparado caso ele escape.”

“Alguns adolescentes estão conversando uns com os outros. ‘Não foi o irmão dela que matou todas aquelas pessoas?’ ‘Não foi o irmão dela, isso é algo que as pessoas inventaram.’ Então, sim. Adeus narrativa da sequência!”

“Tem uma cena de Myers, depois de escapar, atormentando uma garota em um banheiro. Ele coloca sua mão sobre a porta e derruba uma dúzia de dentes ensanguentados no chão. Eles não estão para brincadeira com este filme. Também é ótimo ver a máscara de volta em ação.”

“Além disso, Laurie nunca aparece assustadas nas cenas que vimos. Ela é uma mulher em uma missão, uma caçadora, assim como o Michael. Amei esse ângulo [para a personagem].”

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’), Dylan Arnold (‘Mudbound’), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’), Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

‘Fyre Festival: Fiasco no Caribe’: Documentário da Netflix sobre festival trágico ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do documentário ‘Fyre Festival: Fiasco no Caribe‘.

Confira:

Diretor de documentário indicado ao Emmy, Chris Smith apresenta sua visão privilegiada do desastroso fiasco do Fyre Festival, na versão dos próprios organizadores.

Concebido por Billy McFarland e pelo rapper Ja Rule, o Fyre Festival foi promovido como um megaevento luxuoso em uma ilha particular no Caribe, com top models de biquíni, shows de artistas consagrados, instalações e serviços de primeira classe. Quando chegaram, os convidados encontraram uma realidade que não tinha nada a ver com a propaganda.

O documentário já está disponível na plataforma!

‘Dickinson’: Confira o videoclipe de ‘Afterlife’, música de Hailee Steinfeld para a série

A música-tema da série ‘Dickinson‘, intitulada Afterlife, teve seu videoclipe divulgado.

Confira:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

‘Creepshow’: 3ª temporada já está em desenvolvimento!

De acordo com o Variety, o Shudder já encomendou os roteiros da 3ª temporada de ‘Creepshow‘, apesar de não ter renovado a produção oficialmente.

Craig Engler, representante do serviço de streaming, declarou que os roteiros são um plano de contingência para permitir o showrunner Greg Nicotero e sua equipe criativa “se adiantarem o máximo possível”.

“Apesar da produção da segunda temporada atualmente estar pausada enquanto esperamos que seja seguro retornar as filmagens, nós queríamos usar esse tempo para começar a trabalhar na 3ª temporada,” declarou Engler.

Recentemente, Nicoreto compartilhou o seu trabalho com os efeitos práticos da 2ª temporada da série:

Greg Nicoteroshowrunner da produção, comentou sobre suas expectativas para o próximo ciclo em uma declaração oficial:

“Para mim, Creepshow é o verdadeiro fruto do amor. Ser capaz de fazer um tributo ao projeto visionário [do diretor] George A. Romero e ter o show abraçado pelos fãs é incrível. Não poderia estar mais feliz e animado para continuar a série”.

‘Adão Negro’: Produtor revela quando as filmagens irão começar

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Hiram Garcia revelou quando as filmagens da aguardada adaptação de ‘Adão Negro‘ irão começar, após terem sofrido diversos atrasos devido a pandemia de COVID.

“Nós vamos começar a produção em breve. As filmagens começarão em abril, na Georgia. Nós estamos muito animados com isso. Está tudo pronto e mal podemos esperar.”

Dwayne Johnson estrelará o filme como o personagem-título.

O elenco ainda contará com Noah Centineo como o Esmaga-Átomo, Quintessa Swindell como Ciclone, Aldis Hodge como Gavião Negro.

Marwen Kenzari e Sarah Shahi também foram escalados, mas os detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Apesar dos detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Confira as primeiras artes da adaptação:

‘Encanto’: Conheça os personagens da nova animação da Disney com os cartazes individuais!

Disney divulgou os novos cartazes individuais da animação ‘Encanto‘.

Confira:

A animação será lançada nos cinemas nacionais em 25 de novembro.

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia‘) são responsáveis pela direção.

Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).

O longa também trará canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘Virgin River’: Novos dramas e romances no trailer da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada da série dramática ‘Virgin River‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 20 de julho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada!

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘A Visita Cruel do Tempo’: Olivia Wilde vai dirigir a nova série antológica da A24

De acordo com o Deadline, Olivia Wilde (‘Não se Preocupe, Querida’) vai contratada para dirigir a nova série antológica da aclamada produtora A24.

A produção será baseada no livro ‘A Visita Cruel do Tempo‘ e sua sequência ‘A Casa dos Doces‘, escritos por Jennifer Egan.

Vencedor do Pulitzer, o livro original é composto por histórias curtas – 13 contos sobre relações familiares, indústria fonográfica, jornalismo de celebridades, efeitos da tecnologia, viagens e a busca por identidade versus o esfacelamento de ideais –, interligadas pelas memórias de um grupo de personagens em diferentes pontos de suas vidas.

A sequência, lançada em 2022, revisita alguns dos personagens e seus descendentes.

Além de dirigir, Wilde também servirá como produtora executiva ao lado de Jennifer Fox.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

 

Confira as imagens da 2ª temporada de ‘Wreck’, terror slasher estilo ‘Pânico’

O site Bloody Disgusting divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Wreck‘, série slasher de terror estilo ‘Pânico‘.

Confira:

Sem data de estreia, o novo ciclo está programado para 2024.

“Após os eventos dramáticos no cruzeiro Sacramentum, a corporação Valorum quer vingança, caçando o grupo que conseguiu tomar o navio. Jamie e Vivian não conseguiram expor o segredo assassino da corporação, mas a dupla está determinada a recrutar antigos colegas de equipe e sobreviver o máximo possível para expor a verdade perturbadora que ocorre nos corredores segredos desses cruzeiros, mas eles logo percebem que não estão seguros nem em terra firme…”

O elenco conta com Oscar KennedyThaddea GrahamJodie TyackAnthony RickmanAmber GrappyPeter ClaffeyMiya OcegoWarren James Dunning, Alice Nokes, James Phoon, Ali Hardman, Rory O’Neill e Harriet Webb.

Ryan J. Brown é responsável pelo roteiro.

‘Assassino Zen’: Série de suspense estilo ‘Dexter’ estreia na Netflix; Confira o trailer!

A série de suspense ‘Assassino Zen‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, buscando o equilíbrio, um advogado da máfia faz um curso de atenção plena e descobre estratégias surpreendentes para lidar com o estresse, inclusive o assassinato.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Com direção de Boris Kunz, Martina Plura e Max Zähle, a série tem o roteiro assinado por Karsten Dusse, Doron Wisotzky, Michael Kenda e Anneke Janssen.

 

O elenco conta com Tom Schilling, Emily Cox, Peter Jordan, Murathan Muslu, Sascha Gersak, Britta Hammeistein, Marc Hoseman, Pamuk Pilavci e Johannes Allmayer.

Confira o trailer de ‘A História Distorcida De Amanda Knox’, minissérie baseada em um CRIME REAL

O Disney+ divulgou o trailer de ‘A História Distorcida De Amanda Knox‘, minissérie baseada na história real de uma jovem que foi erroneamente condenada pelo assassinato de sua melhor amiga.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 20 de agosto.

Grace Van Patten (‘Me Conte Mentiras’) estrela a produção.

O projeto é baseado na história real de Amanda Knox, que foi erroneamente condenada pelo assassinato de sua colega de quarto, Meredith Kercher, e sua luta pela liberdade que durou 16 anos.

KJ Steinberg (‘This is Us’) serve como roteirista e produtor executivo.

A história de Knox já foi contada diversas vezes nas telas. Além de reportagens e documentários, a Lifetime também lançou o filme original ‘Amanda Knox: Murder on Trial in Italy‘, em 2011. O filme ‘Stillwater‘, estrelado por Matt Damon, Abigail Breslin e Camille Cottin, e alegadamente inspirado no caso, estreou em 2021.

Confira o LOGO e detalhes do trailer do novo reboot de ‘Resident Evil’, do diretor de ‘A Hora do Mal’

A Sony Pictures divulgou o logo oficial do novo filme da franquia ‘Resident Evil‘.

Contando uma história original que promete capturar o “espírito” dos jogos, o longa será dirigido pelo aclamado Zach Cregger – cineasta por trás dos sucessos ‘Noites Brutais‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que o primeiro trailer do filme foi exibido durante a CinemaCon 2026.

Confira a descrição:

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Lembrando que a nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 17 de setembro, mesmo dia em que estreia ‘Da Magia à Sedução 2‘.

A história acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador encarregado de transportar uma misteriosa maleta para o Hospital de Raccoon City durante um surto de um vírus mortal. Abrams basicamente interpreta o mesmo tipo de personagem que fez em ‘A Hora do Mal‘ — um sujeito meio excêntrico, meio viciado em drogas, que se vê envolvido no caos. Não se trata de uma atuação profunda, e essa é a intenção. O personagem funciona mais como um avatar do jogador, simplesmente transitando de um cenário de pesadelo para o próximo.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

‘Liga da Justiça’ e ‘Aquaman’ vão ganhar jogos de realidade virtual

A Warner Bros. e a IMAX firmaram uma parceria para transformar duas das suas próximas produções em jogos de realidade virtual. ‘Liga da Justiça’ e ‘Aquaman’ vão migrar do cinema para um novo universo, que permitirá os fãs ingressarem na trama.

A experiência, que foi anunciada em uma coletiva de imprensa feita pela IMAX, será feita em um novo espaço criado pela empresa, conjuntamente com o estúdio AMC, no cinema Kips Bay, em Manhattan.

Adotando o espaço vazio e inutilizado do local, serão criados cápsulas de Realidade Virtual, onde os visitantes poderão pagar para jogar os jogos, que incluem também uma outra experiência envolvendo o reboot de ‘A Múmia’.

Além de ‘Aquaman’ e ‘Liga da Justiça’, um terceiro filme da Warner entrou nessa parceria, mas a escolha só será feita no futuro.

Durante a coletiva, o chefe do gabinete de Desenvolvimento de Negócios da IMAX, Robert Lister, comentou sobre o desejo de expandir os nichos atuantes da empresa:

“Queríamos entrar neste ramo e a parceira com a Warner Bros. foi sempre a nossa premissa para isso. As mesmas pessoas com as quais temos acordos para grandes filmes, agora também possui grandes negociações para o mercado da realidade virtual. Isso nos permite também aumentar o alcance das campanhas de marketing destas produções, que já são bem grandes”.

‘Creed II’: Stallone publica nova foto com figurino de Rocky; Confira!

As filmagens da sequência ‘Creed II’ já estão rolando e o veterano Sly Stallone publicou uma nova imagem, que o traz trajando seu figurino como mentor de Adonis Creed.

Confira:

Stallone assina o roteiro da sequência. Michael B. Jordan reprisa o papel de Adonis Creed, Tessa Thompson volta como Bianca e Dolph Lundgren será Ivan Drago. Ryan Coogler, que dirigiu o primeiro filme, volta apenas como produtor. Steven Caple Jr. (‘Class’) assume a direção.

Creed 2 tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘O Quinteto’: Aclamada série dos anos 90 vai ganhar reboot

A popular série dos anos 90 ‘O Quinteto‘ (‘Party of Five‘) vai ganhar um reboot pela emissora Freeform, da Disney. A informação foi revelada pela revista EW.

Segundo a publicação, a nova versão foi desenvolvida pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘Schitt’s Creek’: Popular série vai ganhar documentário após episódio final

A aclamada série ‘Schitt’s Creek‘ está caminhando para o seu fim e a exibição do episódio final da série virá acompanhado de um especial de encerramento..

Logo após a exibição do capítulo em questão, os fãs poderão conferir o documentário ‘Best Wishes, Warmest Regards: A Schitt’s Creek Farewell‘, um programa de uma hora de duração que vai refletir sobre o impacto sociocultural da série.

O documentário para TV vai ao ar no dia 07 de abril, em uma exibição simultânea nos canais Comedy Central, POP e Logo.

Confira o trailer oficial da 6ª e última temporada: 

 

Schitt’s Creek‘ acompanha as peripécias da família Rose, que após ter sido trapaceada pelo seu próprio advogado, vê toda sua fortuna se perder completamente. Mas, por sorte (ou não), eles conseguem resgatar um de seus bens: A pequena e apagada cidade Schitt’s Creek, comprada por eles mesmo no passado como parte de uma brincadeira.

A série recebeu várias indicações ao Emmy Awards 2019 e foi criada por Eugene Levy e seu filho, Daniel Levy, que protagonizam a produção lado de Catherine O’HaraAnnie Murphy, Emily HampshireNoah Reid.

‘A Dança da Morte’: Assista a uma cena do ÚLTIMO episódio da minissérie

A minissérie ‘A Dança da Morte (The Stand), baseada no livro homônimo de Stephen King, chega ao fim nesta quinta-feira (11).

E para aguçar o entusiasmo dos fãs, a CBS All Access divulgou um pequeno trecho do capítulo de encerramento, que trará uma conclusão diferenciada para a personagem Frannie.

Na cena divulgada, ela reflete sobre a sua jornada e sobre a forma como o mundo se encontra.

Assista:

A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).

A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.

O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård, Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata, James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.

 

‘Através da Minha Janela’: Elenco recria cena em divertido vídeo legendado; Assista!

A nova comédia romântica teen intitulada ‘Através da Minha Janela‘, já se tornou um sucesso na Netflix, dominando a 3ª posição do TOP 10 títulos mais vistos da plataforma de streaming.

E para comemorar o lançamento do longa, os atores Clara Galle e Julio Peña se reencontraram para fazer uma breve leitura de um dos trechos da obra original, na qual a produção é baseada.

Ao longo do vídeo, a dupla recria a cena em que Raquel confronta Ares por ele ter hackeado sua senha da wifi e por ter invadindo o seu computador.

Confira:

Na trama, A paixão de Raquel pelo vizinho vira algo a mais depois que ele também começa a sentir algo por ela, apesar das objeções da família.

Confira o trailer:

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Pilar Castro, Hugo Arbues e Eric Masip completam o elenco.

Do Pior ao Melhor: 10 Filmes que Recontam a Origem de Histórias Consagradas

Com a chegada de Robin Hood: A Origem aos cinemas, uma discussão foi levantada: Qual o motivo de Hollywood recontar a história de personagens ícones da cultura popular? A resposta pode estar na bilheteria e no receio de apostar em roteiros originais. De certo, apresentar um personagem já conhecido é um convite para o público revisitar suas memórias afetivas, vide as grandes expectativas de 2019: Dumbo e O Rei Leão.

Este ranking apresenta 10 filmes lançados na última década, exceto as obras de super-heróis, que buscaram trazer uma nova visão sobre um personagem, mas não agradaram tanto a crítica. Para fazer esta lista do pior ao melhor, a base de avaliação foi a nota do Rotten Tomatoes (RT) e os números de bilheterias do Box Office Mojo. Vindos da literatura ou do videogame, os filmes foram amados por uns – com direito a sequências – e odiados por outros. Vamos começar! 

  1. A Garota da Capa Vermelha (2011) – RT: 10% | Box Office Total: $$89,162,162

Talvez você nem se lembre, mas uma das histórias mais emblemáticas da idade contemporânea, Chapeuzinho Vermelho, ganhou sua versão moderna pelas mãos de Catherine Hardwicke, logo após filmar Crepúsculo (2008). As más línguas dizem que ela continuou filmando o mesmo filme, apenas com atores diferentes. A premissa da história dos irmãos Grimm é totalmente perdida. O objetivo era contar a origem da famosa fábula, no entanto, o filme torna-se um monótono triângulo amoroso.

  1. Robin Hood: A Origem (2018) –  RT: 13% | Box Office EUA: $5,095,000 (em dois dias)

O jovem Robin Hood, vivido por Taron Egerton, mal estreou e já quase encabeça a lista das piores adaptações clássicas. A culpa não é tanto por conta do ator, apesar de um Robin muchocho, mas pela produção sem esmero e as firulas do diretor Otto Bathurst. Para ter um ideia, o Príncipe dos Ladrões vivido por Russell Crowe (2010) obteve 43% de aprovação, enquanto Kevin Costner (1991) teve 51%. Ou a crítica está mais severa agora ou a qualidade está decaindo com o tempo.

  1. Hannibal, a origem do Mal (2007) – RT: 15% | Box Office Total: $82,169,884

Com a intenção de surfar no sucesso do personagem Hannibal Lecter, de Silêncio dos Inocentes (1991), e as suas continuações, o diretor Peter Webber (Moça Com Brinco de Pérola) teve a incumbência de explicar porque Hannibal tornou-se um canibal. Sem Anthony Hopkins ou Mads Mikkelsen, a história não encontrou o tom certo e saiu como uma medonha engabelação. A única coisa que a gente lembra é que Hannibal (Gaspard Ulliel) viu a sua irmãzinha ser comida por homens malvados e… tá aí a explicação. Apesar de tudo, o roteiro do filme é escrito por Thomas Harris, autor da série de livros de Hannibal.

  1. João e Maria: Caçadores de Bruxas (2013) – RT: 15% | Box Office Total: $226,349,749

Um ano após estrear como Gavião Arqueiro em Os Vingadores (2012), Jeremy Renner usou suas habilidades de arco e flecha nesta releitura do clássico infantil João e Maria. Com a ideia de transformar o trauma das crianças em uma arma de ataque, o longa de Tommy Wirkola abusa de efeitos visuais e objetos voadores, explorando ao máximo o 3D, mas esquece da construção dos personagens. Além do Vingador, a outra protagonista era Gemma Arterton. Alguém lembra o última filme da atriz? Pois é. Após sua terrível atuação, ela ainda apareceu em Aposta Máxima (2013), com Ben Affleck, mas seus outros trabalhos nunca mais chegaram ao Brasil.

  1. Peter Pan (2015) – RT: 27% | Box Office Total: $128,388,320

Com a presença de Hugh Jackman (O Favorito) e Rooney Mara (A Pé Ele Não Vai Longe), era difícil imaginar que os pontos não dariam liga, mas sempre que um diretor exagera na apresentação, o resultado é frustrante. Revisitado algumas vezes pelo cinema, Peter Pan sempre rendeu boas histórias, tal qual Em Busca da Terra do Nunca (2004), com índice de 84% no RT. Até Hook, a Volta do Capitão Gancho (1991), de Steven Spielberg, tem uma avaliação maior que esta versão rock de Joe Wright (O Destino de uma Nação).

  1. Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) – RT: 31% | Box Office Total: $148,675,066

Assim como no recém-lançado Robin Hood, a lenda do Rei Arthur (Charlie Hunnam) ganhou uma versão mais dinâmica no ano passado, sob o comando de Guy Ritchie. O que não agradou – tanto o público quanto a crítica – foi a remontagem focada nas lutas e longe da composição histórica. Aliás, grande parte destas novas adaptações acredita muito mais na ação do que no desenvolvimento de um bom roteiro. Essa escolha, entretanto, destitui o ambiente já criado do personagem e, consequentemente, desagrada os fãs dos cavaleiros da távola redonda.

  1. A Lenda de Tarzan (2016) – RT: 36% | Box Office Total: $356,700,357

Com o sucesso de Alexander Skarsgård (True Blood) e Margot Robbie (O Lobo de Wall Street) em trabalhos anteriores, os produtores acreditaram que recontar a lenda do Tarzan em um espetáculo visual inédito seria uma ótima aposta. Por um lado, a bilheteria pagou o filme, mas não chegou a dar tanto lucro. Já segundo a crítica, os grandes tropeços foram as atuações mornas dos protagonistas e os furos de roteiro. Este é mais um exemplo de atenção à forma em detrimento ao conteúdo.

  1. Branca de Neve e o Caçador (2012) – RT: 48% | Box Office Total: $396,592,829

Da infância à juventude, uma das mais famosas princesas da Disney dividiu a opinião dos críticos. Com um visual semelhante a trilogia de O Senhor dos Anéis (2001-2003), o diretor Rupert Sanders coloca uma armadura na princesa vivida por Kristen Stewart e compõe uma boa jornada do herói, neste caso o caçador (Chris Hemsworth). Vale ainda destacar a digna vilã de Charlize Theron, responsável por emplacar a sequência O Caçador e a Rainha do Gelo (2016). O tom demasiado sombrio, entretanto, incomodou os espectadores mais adeptos à história de amor e à camaradagem ressaltadas nas versões anteriores.

  1. Tomb Raider: A Origem (2018) – RT: 51% | Box Office Total: $273,821,715

Com a mudança de Angelina Jolie para Alicia Vikander,  a heroína dos videogames retorna à sua infância e ao início da sua juventude para revelar suas verdadeiras motivações e o passado do seu pai. Na versão do norueguês Roar Uthaug, a construção da Lara Croft perpassa todo o filme até ela se descobrir uma lutadora. Além de substituir a identificação do público com a versão de Angelina, o desafio do reboot era mostrar uma origem inspiradora para a personagem ter ser tornado tão combativa.

  1. Planeta dos Macacos: A Origem (2011) – RT: 81% | Box Office Total: $481,801,049

Quando você já achava que contar a origem das histórias era um erro, eis que surge Caesar (Andy Serkis) no seu caminho. Tudo bem que neste caso não é um personagem em si, mas toda uma teoria de como os macacos tomaram o Planeta Terra dos humanos. Sendo uma pré-sequel do clássico Planeta dos Macacos (1968) – com 88% no RT -,  a obra de Rupert Wyatt constrói perfeitamente a semente para a futura hecatombe. O projeto conta ainda com as continuações Planeta dos Macacos: O Confronto (2014) – com 90% de aprovação – , e Planeta dos Macacos: A Guerra (2017), com 93% no RT.

O que você achou desta lista? Deixe um comentário sobre o que você concorda, discorda e qual outro filme poderia estar aqui.

Ator acredita que Sam Raimi ainda pode voltar para a franquia ‘Homem-Aranha’

Em uma nova entrevista ao site JoBlo, o ator Thomas Haden Church, que viveu o Homem-Areia emHomem-Aranha 3, ainda acredita que o diretor Sam Raimi pode retornar para dirigir um possível ‘Homem-Aranha 4’.

“Sam sempre terá uma casa na Sony, mas em relação à franquia, eles estão divididos. Acho que Sam poderia retornar caso estivesse muito interessado, o que ainda não aconteceu. Ele é muito enérgico e cheio de combustível criativo e se eles o convidassem para retornar, acho que ele iria considerar, com certeza”

Será que a Sony faria um novo filme da franquia com Tobey Maguire?

Na mesma entrevista, Church também acha que Topher Grace fez um bom trabalho no papel do vilão. O ator defendeu o personagem, confirmando que o simbionte só foi incluído na história depois que o roteiro já estava pronto.

“O estúdio precisava de mim e de continuar a história de Franco, e então eles queriam algo mais moderno. Foi assim que o Venom e Topher Grace surgiram. E, a propósito, achei que Topher foi ótimo e que o Venom dele era bem assustador. Foi como isso evoluiu, fiquei bem emocionado, sou um grande admirador de Sam Raimi, adoro Tobey Maguire como ator. Gostei de todos os envolvidos e gostei muito do roteiro”

Homem-Aranha 3 encerrou a trilogia do herói dirigida por Sam Raimi, em 2007, sendo uma das maiores bilheterias da Sony Pictures até hoje.

O filme solo deVenom chega aos cinemas em 5 de Outubro de 2018, com Tom Hardy como Eddie Brock.

Ponto Cego

(Blindspotting)

 

Elenco:

Daveed Diggs

Rafael Casal

Janina Gavankar

Direção: Carlos López Estrada

Gênero: Drama

Duração: 95 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 4 de Outubro de 2018

Sinopse:

Collin (Daveed Diggs) precisa passar pelos últimos três dias de liberdade condicional para ganhar a chance de ter um novo começo. Ele e seu amigo de infância problemático, Miles (Rafael Casal), trabalham como mensageiros e, quando Collin testemunha um tiroteio policial, a amizade dos dois homens é testada à medida que lidam com suas identidades e diferentes realidades no bairro em que cresceram.

Curiosidades:

» Amigos e colaboradores de longa data, Daveed Diggs e Rafael Casal co-escrevem e estrelam esta história oportuna e descontroladamente divertida sobre amizade e interseção de raça e classe social tendo como pano de fundo a cidade de Oakland.

»  Repleto de energia, estilo e humor, e inspirado pelo espírito do rap e hip hop, ‘Ponto Cego‘ é corajosamente dirigido por Carlos López Estrada que estreia no cinema com uma provocante carta de amor que brilha com a humanidade.

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Opinião | Netflix errou no formato de lançamento de ‘Stranger Things’?

Lançada em 2016, a série Stranger Things foi fundamental para popularizar a Netflix no Brasil e também esse formato de temporadas de séries serem lançadas de uma vez só na plataforma. Na época, isso foi algo revolucionário e acabou por popularizar um verbete muito usado hoje quando o assunto é séries: “maratonar”.

Com essa pequena revolução da Netflix, a empresa adotou esse formato como seu padrão para as séries. Com episódios variando entre 20 e 40 minutos, algumas de suas produções que vieram depois fizeram muito sucesso e consolidaram essa ideia de assistir a uma temporada inteira numa ‘batida’ só como um modelo de sucesso que chegou a ser adotado por outras empresas concorrentes.

Porém, com a pandemia e a falta de assunto com os amigos, que também estavam presos em casa, esse formato de “maratonas” perdeu um pouco do fôlego. Uma prova disso é outra série distribuída pela Netflix, Arremesso Final (The Last Dance), que teve episódios lançados semanalmente e acabou sendo um companheiro de pandemia para muita gente por aí.

A cada novo episódio, a série entrava nos assuntos mais comentados das redes sociais, o que deu a ela uma repercussão gigantesca. Coisa que a série dos Lakers, lançada neste ano no HBO Max, passou longe de ter, apesar de ser maravilhosa.

Pouco tempo depois, o Disney+ começou a ganhar força com séries como The Mandalorian e WandaVision, que foram lançadas com episódios semanais também na casa dos 20 a 40 minutos, também figurando semanalmente nos assuntos mais comentados das redes.

Isso já era um forte indicativo que o tal “formato Netflix”, de maratonas e explosão de comentários no primeiro fim de semana, talvez estivesse desgastado.

Nesse intervalo, o Amazon Prime Video, que conseguiu emplacar a série The Boys, em 2019, passou a adotar um formato híbrido entre o tradicional e o “modelo Netflix”. Eles lançaram a segunda temporada com três episódios de aproximadamente uma hora estreando de uma vez, para o público ‘maratonar’ esse início, e lançou o restante da temporada de com episódios semanais.

A decisão foi um sucesso, conseguindo resultados expressivos nas redes sociais no fim de semana de estreia, e ainda engajou os fãs nas redes sociais, que discutiam teorias e levavam a série e seus personagens aos Trending Topics toda semana. Isso trouxe uma grande relevância para a temporada e aumentou a expectativa para a terceira temporada, que chegou à plataforma nesta semana.

Agora, uma semana depois da estreia da terceira temporada de Stranger Things, já podemos assumir que a decisão do formato não foi das melhores. Diferentemente das temporadas anteriores, a Netflix decidiu dividir a temporada em duas partes, deixando os dois episódios finais para chegarem à plataforma daqui a um mês, em julho.

O problema é que a “divisão” da temporada deixou sete episódios de aproximadamente 1h de duração para o público maratonar. Esse aumento do tempo dos episódios já não é propício para ver tudo de uma vez. Porque além de cansar a audiência, é bem provável que ele canse o público e reduza a atenção prestada nos capítulos.

Fora isso, a repercussão nas redes sociais parece ter ficado abaixo do que poderia. A série figurou no Top-3 dos assuntos mais comentados por quatro dias consecutivos, incluindo o fim de semana de estreia – que é padrão de figurarem no topo dos assuntos mais falados  nesse formato.

No entanto, no resto da semana, Stranger Things ficou restrito a uma bolha de fãs que amam a série. A sensação que fica, até pelo conteúdo FANTÁSTICO que essa temporada trouxe, é que as teorias e o engajamento poderia ser muito maior caso o público tivesse mais tempo para ‘digerir’ melhor os capítulos.

“Ah, mas ninguém é obrigado a ver tudo de uma vez”, você pode dizer. É verdade, mas a tendência é que os fãs, que aguardaram três anos pela temporada, afoguem sua ansiedade vendo tudo de uma vez.

Além disso, por serem episódios maiores, aumentam as críticas negativas que apontam que os capítulos são cansativos ou coisas do tipo. Por mais que o formato da Netflix seja famoso, é nítido que essa temporada foi feita para ser consumida de forma semanal.

É interessante reparar também que até mesmo o formato da Amazon, de lançar três episódios iniciais de uma vez e trazer o resto por semana, já aumentaria a repercussão de cada episódio e sem dúvida alguma manteria a série em alta até o lançamento de sua ‘parte 2”. Isso chega a ser um erro por parte da empresa? Não. A gente não sabe quais as pretensões e os planejamentos da Netflix acerca de sua série mais popular, mas fica a sensação de que o formato de lançamento impediu uma repercussão histórica para a série. Imagina o quanto não teria de teorias e propaganda boca a boca se o público tivesse que esperar uma semana para ver o que acontece depois do episódio 4 ou do episódio 7? O pessoal catando e discutindo referências, conexões e detalhes por semanas?

Para complicar ainda mais a situação, as plataformas rivais estão com séries como Obi-Wan Kenobi e The Boys tendo episódios lançados toda semana, tendo mais uma série com potencial vindo aí: Ms. Marvel. Caso tivesse seus episódios lançados por semana, não tenho a menor dúvida que Stranger Things ofuscaria o reinado solitário dessas produções durante as semanas e promoveria um engajamento bem interessante para a série. Sem contar as matérias de jornais, portais e revistas sobre batalhas por audiência e coisas do tipo, que aumentariam ainda mais a exposição da marca.

Agora fica a dúvida: Será que a série vai ter gás até julho, quando chega sua parte 2? Vamos ter que aguardar.

A primeira parte da terceira temporada de Stranger Things está disponível na Netflix.

Crítica | A Médium – Novo Terror sobre Possessão é PERTURBADOR!

As histórias sobre possessões demoníacas ou de outros espíritos menos malignos têm povoado o imaginário da indústria cinematográfica há décadas. Desde a virada do milênio, porém, um novo estilo de narrativa foi agregado a esse subgênero, encabeçado pela produção ‘A Bruxa de Blair’ que o tornou bastante popular: o estilo “found footage”, ou, em outras palavras, uma história que surge a partir de gravações encontradas, antigas, abandonadas, desconhecidas, e que revelam determinada verdade sobre o mistério de quem a gravou e desapareceu. De lá para cá, são mais de vinte anos de sucesso desse subgênero, cujo mais novo representante é ‘A Médium’, longa de terror que chega com exclusividade nos cinemas brasileiros esta semana.

Nim (Sawanee Utoomma) é uma médium bastante respeitada em uma cidade pequena no interior da Tailândia. De acordo com suas palavras, ela costuma receber o espírito da divindade Bayan, que protege e cura as pessoas na região. Essa bendição é, também, uma maldição em sua família, uma vez que a divindade escolhe quem será sua receptora, mesmo que à revelia da vontade da pessoa. E sempre escolhe as mulheres da família de Nim, tendo passado de sua avó para sua tia no passado. Porém, quando chegou a vez de sua irmã mais velha, Noi (Sirani Yankittikan), ela recusou o chamado, obrigando, automaticamente, que Nim assumisse a função. Agora, sua filha, Mink (Narilya Gulmongkolpech), parece apresentar os mesmos sintomas de quando a divindade a escolheu, e tudo isso está sendo registrado por uma equipe de filmagem que queria documentar os médiuns da região. Porém, coisas estranhas começam a acontecer com a jovem Mink, e não tem nada a ver com o espírito de Bayan

Em pouco mais de duas horas de duração, a extensão da produção é seu ponto mais prejudicial, uma vez que cento e vinte minutos de câmera balançando e pessoas em seu cotidiano acaba dando uma cansada, especialmente nos primeiros quarenta minutos, em que a história ainda está sendo situada e a coisa toda parece ainda se tratar de um documentário sobre médiuns. Por outro lado, o novo filme de Banjong Pisanthanakun explora bem sua localização – a Tailândia – para usar como ferramenta de suporte a cultura e o misticismo local, contando com o alheiamento do espectador sobre o país de modo a transformar cerimônias ritualísticas comuns em algo fantasmagórico aos olhos de quem assiste.

Dirigido pelo mesmo diretor da franquia ‘Espíritos’ (duologia que fez sucesso no início do milênio), o roteiro de Chantavit Dhanasevi e Siwawut Sewatanon para a história de Na Hong-jin consegue fazer bem a transição do comum ao paranormal, criando uma ótima ambientação de terror sobrenatural até o fim (e principalmente no fim). O elenco é bastante competente e transparece o horror que deveria estar sentindo nas situações, convencendo-nos, especialmente a jovem Narilya Gulmongkolpech, dotada de um contorcionismo e uma expressão facial assustadoras, que consegue construir uma personagem que vai do comum ao bizarro em poucas cenas.

Numa pegada bem ‘Atividade Paranormal’ com ‘Espíritos: A Morte Está a Seu Lado’, o terrorA Médium’ traz frescor ao subgênero found footage, abraçado por uma cultura bastante desconhecida do grande público, que oferece certo fascínio em quem assiste. ‘A Médium’ é para ser assistido durante o dia, pois, à noite, pode ser perturbador.

Crítica | The Walking Dead – Despedida de Rick e surgimento dos Sussuradores marcam boa 9ª temporada

Quando foi anunciado, em 2018, que a nona temporada de The Walking Dead marcaria a despedida de Andrew Lincoln da série, muita gente apostou que a produção estaria com os dias contatos. Já sem alcançar os números de audiência dos primeiros anos, TWD via seus fãs perderem a paciência com os acontecimentos e com o ritmo da trama. A série que surgiu como fenômeno foi a cada dia se tornando menos relevante e a saída de Rick Grimes poderia ser o último prego no caixão.

Curiosamente, não foi o que aconteceu. Pelo contrário. O que vimos foi, pela primeira vez em anos, uma temporada de The Walking Dead que podemos classificar como acima da média. Em algum ponto entre as temporadas quatro e oito, assistir à série se tornou quase um sacrifício. Os fãs tinham dois ou três episódios relevantes por ano, alguns momentos chocantes e nada mais. Felizmente, isso mudou.

Uma das principais críticas dos fãs era que os realizadores e roteiristas alongavam os acontecimentos ao máximo, gerando temporadas com ritmo muito lento. O maior exemplo disso é a gravidez de Maggie, que chegou a um ponto que virou piada dentre os espectadores por ter durado quase três temporadas. O nono ano vem para mudar isso radicalmente. Não só conta com dois grandes saltos temporais, como deixa claro que alguns episódios se passam ao longo de vários dias, talvez semanas.

A temporada inicia prometendo um novo começo, pouco mais de um ano após o fim da guerra e a prisão de Negan. Rick segue tentando possibilitar o novo mundo pensado por Carl, mas a decisão de manter o vilão vivo ainda pesa, principalmente com Maggie.

Apostando numa trama mais intimista, a série dá tempo aos personagens para viverem seus sentimentos, sem soar verborrágica ou desinteressante. Rick defende suas ideias sempre com muita clareza. Mas os lados de Maggie e Daryl também são bem explorados na primeira metade da temporada.

Mesmo a decisão de não matar Rick – e anunciar três filmes com Andrew Lincoln na pele do personagem -, que há alguns anos poderia ser vista como mais uma tentativa da série em fazer o espectador de bobo, aqui foi bem encaixada e desenvolvida. O desaparecimento do personagem tem um impacto maior para a trama do que sua eventual morte. A falta de respostas é uma nuvem que paira sobre o grupo, especialmente Michonne.

Ao longo dos anos, o fãs de TWD ficaram acostumados com uma certa fórmula. A temporada geralmente começava seguindo o cliffhanger do ano anterior e ia enrolando até criar um mega conflito na midseason finale, aquele episódio antes do intervalo. Depois, voltava com o ritmo lento até criar um novo momento de impacto no penúltimo ou último capítulo da temporada. Eis que quase tudo foi diferente no ano nove da série. Começamos com um salto temporal e temos outro antes mesmo da metade da temporada. A despedida de Rick, que obviamente foi o ponto mais marcante, aconteceu no episódio de número cinco. Na semana seguinte, os fãs já estavam anos à frente, num cenário de isolamento entre as comunidades e com a revelação de que Rick e Michonne tiveram um filho.

Pela primeira vez em anos, The Walking Dead assume que tinha muito o que corrigir e investe em diferente abordagens, sem perder a essência. Na verdade, acaba abraçando de vez o cenário apocalíptico, soando por vezes como um faroeste contemplativo. Neste sentido, há de se valorizar bastante o trabalho dos roteiristas e designers de produção. Acabou aquela história de gasolina e munição infinitas. Na nona temporada, vemos os personagens lidando com a falta de itens como estes. Há uma volta ao básico, e isso é marcado pelo episódio em que os personagens visitam um museu para obter materiais de cultivo e que possam ajudar na vida em sociedade.

O visual dos humanos e dos zumbis também está diferente. Com o passar dos anos, há um estado maior de degradação dos mortos e o time de maquiagem faz um belo trabalho neste sentido. A série também investe em novos cenários para surpreender o público, com direito à chegada de um forte inverno no último episódio. Ver o grupo tendo que lidar com um cenário de neve e quase congelamento foi algo que não havíamos visto antes. O que é muito para uma produção que estava com problemas para apresentar novidades nos últimos tempos.

Se a despedida de Rick funciona, a de Maggie serve apenas para deixar uma interrogação na cabeça dos espectadores. Como se sabe, a atriz Lauren Cohan teve problemas na negociação de seu contrato e acabou fechando com uma outra série (Whiskey Cavalier). Mas há uma abertura grande para o retorno da personagem.

Como não poderia deixar de ser, a saída de Maggie deixa uma lacuna em Hiltop, e os líderes seguintes da comunidade (Jesus e Tara) não tiveram destino melhor, pelo contrário. Neste sentido, é interessante notar como o elemento político das comunidades foi valorizado na temporada, tanto no que diz respeito à necessidade de se aproximarem, quanto com relação aos traumas vividos e a vontade de se isolar do mundo.

Rick, Maggie, Jesus, Tara, Enid, Henry… estes foram alguns dos personagens que se despediram da série ao longo do ano, boa parte de forma definitiva. Mas há de se destacar também a chegada de novas pessoas e ameaças. Enquanto o time dos “heróis” ganha reforços, há o aguardado surgimento dos Sussuradores, grupo liderado pela temida Alpha (Samantha Morton). O fato do grupo usar máscaras de pele humana e andar ao meio de zumbis dá toda uma nova dinâmica à série. A dúvida e a ameaça diante de qualquer walker impacta os personagens e os fãs.

Se o tom político funciona bem, o mesmo não dá pra falar dos relacionamentos. Se a dinâmica familiar de Michonne cativa, seja no início com Rick e Judith, seja no final com Judith e RJ, o oposto ocorre com a relação entre Carol e o rei Ezequiel, que surge como algo já consolidado, com direito a um filho bem chatinho. Mas pior mesmo é a insistência de se criar um par romântico para o padre Gabriel. Primeiro o padre aparece ao lado de Jadis. Quando esta deixa a série, ele passa a fazer parte de um quadrado romântico com Rosita, Eugene e Siddiq. Todos os momentos entre tais personagens são descartáveis e desinteressantes.

Os últimos anos de The Walking Dead eram marcados por cenas impactantes, mas sem a profundidade sentimental de antes (exceção para a morte do Carl). A nona temporada, no entanto, trouxe picos emocionais como nos episódios do sequestro das crianças e da mensagem (bem gráfica) dos Sussuradores, e a despedida de Rick, é claro.

Como dito anteriormente, pela primeira vez em muito tempo a série se manteve acima da média. Ainda é pouco para uma produção que surgiu de forma tão impactante e prometia revolucionar as séries de TV, mas não deixa de ser um alívio e uma promessa de que as coisas podem continuar a melhorar. Assim esperamos.

‘The Boys’: Atores de ‘Timeless’ entram para a 2ª temporada

Segundo a Entertainment WeeklyClaudia DoumitGoran Visnjic, atores conhecidos por seus papéis na série Timeless, entraram para a 2ª temporada da controversa série The Boys.

Doumit será Victoria Neuman, uma congressista do governo estadunidense que pode ou não ser a favor de super-heróis no exército militar. Enquanto isso, Visnjic dará vida a um líder religioso chamado Alistair Adana. Ambos terão grande importância para o próximo ciclo.

Em entrevista para o Comic Book, os produtores Evan Goldberg e Seth Rogen revelaram que o novo ano será “maior e melhor”.

“Eles já têm mais recursos para a segunda temporada. Terá novos personagens, a ideia da série se expande organicamente conforme ela continua. Acabamos de assistir, na verdade, ao primeiro episódio da 2ª temporada. Foi uma coisa maravilhosa como produtores. Isso é muito melhor do que eu esperava…”, disse Rogen, empolgado.

Confira a primeira imagem dos bastidores da próxima temporada:

Crítica | The Boys – Série violenta de super-heróis que parodia Liga da Justiça

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.