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‘Warrior Nun’: Elenco da 2ª temporada ganha 3 novos nomes; Confira!

De acordo com o Deadline, mais três atores foram adicionados ao elenco da 2ª temporada de ‘Warrior Nun‘, ainda sem previsão de estreia.

Foi dito que Meena Rayann (‘Game of Thrones’) será Yasmine Amunet, uma freira copta que também é acadêmica e jornalista freelancer.

Divertida e alegre, a personagem também é descrita como uma moça intelectual, e não uma lutadora, que se vê atraída pela jornada da protagonista Ava (Alba Baptista).

Jack Mullarkey (‘Vikings: Valhalla’) será Miguel, um ativista tanto carismático quanto misterioso, que também se envolve na missão de Ava. Ele é um guardião de muitos segredos e os forasteiros acham muito difícil decifrá-lo.

Por fim, Richard Clothier (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’) será o cardeal William Foster. Como o segundo em comando no Vaticano, Foster é o tipo de homem pelo qual toda pessoa deseja receber apoio.

Descrito como rigoroso, leal e brilhante, ele cumpriu seus deveres ao pé da letra desde o início de sua jornada no clero.

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Rayann, Mullarkey e Clothier.

Relembre o anúncio de confirmação da 2ª temporada.

Na publicação, as principais atrizes do elenco expressam um momento de emoção e surpresa depois que o showrruner Simon Barry revela a novidade.

Confira:

“Caso você precise de um pequeno raio de sol de positividade em seu dia: assista ao elenco de ‘Warrior Nun‘ reagindo à notícia de que a série foi renovada para a segunda temporada.”

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na Netflix!

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

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O Mês do Terror | ‘Häxan’ (1922) – Conheça um dos filmes de terror mais antigos do cinema

Obra reuniu ao longo de quase um século uma mística diferente

Se havia um local que fomentava a produção de novas e ousadas obras do terror no início do século XX, este lugar era a Europa. Enquanto que Hollywood descobria aos poucos o valor mercadológico de filmes de terror (com a franquia de monstros da Universal sendo esse laboratório), mas ainda priorizando os western e as comédias, alguns países europeus conduziam experimentos avançados.

Um exemplo é o famoso movimento expressionista alemão que se desenrolou na mesma época. Formado majoritariamente por obras do terror, o movimento alemão integrou novas formas estéticas a esse tipo de ambientação, dessa maneira o terror alemão quase sempre era apresentado como uma trama de sonhos, em que a ambientação e tramas procuravam realçar os aspectos fantasiosos.

Esse olhar não era um privilégio do modelo que estava se desenvolvendo na Alemanha, entretanto. Muitas obras que surgiram na aurora do cinema tinham uma visível inclinação à teatralidade e adoração ao irreal; isso se deve a uma herança do próprio teatro, uma vez que muitos dos primeiros nomes do cinema (George Méliès por exemplo) tinham suas origens na dramaturgia.

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“The House of the Devil” (1896) é creditado como o primeiro filme de terror.

Foi também nesse mesmo período que o cinema sueco começava a se desenvolver de forma mais notória no cenário internacional. No que ficou conhecida como sua época de ouro, a linha temporal entre o ano de 1912 até 1924 ofertou de maneira inédita, até então, opções das mais diversas de produções suecas.

Tal fase é constantemente associada a dois nomes: Victor Sjöström e Mauritz Stiller; ambos os cineastas foram responsáveis por algumas das obras mais influentes do cinema mudo sueco tais como Terje Vigen, Johan e Berg-Ejvind och hans hustru. No entanto, dentre eles surgiu outra produção que escapou ao “domínio” da dupla.

O objetivo inicial de Benjamin Christensen ao dirigir Häxan não era criar uma obra assustadora, apenas pelo bel prazer, mas conceder uma certa lógica histórica a ela. A trama do filme segue um ritmo cronológico específico, no qual é dissecado o culto à religiões pagãs (historicamente associadas à bruxaria) em diversas regiões da Europa. No Brasil, o filme recebeu o subtítulo A Feitiçaria Através dos Tempos.

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A obra de Christensen tinha a intenção de ser uma viagem no tempo pela história do paganismo.

A partir de determinado ponto o enredo eventualmente passa a tocar no capítulo das inquisições e, principalmente, os critérios utilizados pelo corpo inquisidor da igreja para determinar quais mulheres eram fiéis a Deus e quais eram praticantes de “bruxaria”.

Para tanto, Christensen voltou suas atenções para a obra Malleus Maleficarum, uma espécie de manual publicado em 1487 que instrui os inquisidores a identificar praticantes de magia negra, julgá-los e inevitavelmente que tipo de punição aplicar a esses indivíduos. O material bibliográfico, inclusive, foi a inspiração inicial do diretor para compor o filme mudo.

A linguagem narrativa adotada pelo diretor também é importante uma vez que ele optou por algo mais próximo a um documentário do que a uma romantização; tendo dedicado três anos de sua vida em pesquisas sobre a evolução do paganismo europeu, Christensen pôde conferir a Häxan uma inédita abordagem realista.

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O filme aborda o choque entre as antigas tradições e o cristianismo.

Mesmo assim, a opção não impediu o cineasta de utilizar elementos surrealistas em meio ao conteúdo histórico, o que deu à luz para diversas cenas icônicas do terror na primeira parte do século XX. Em termos de legado é creditado à Häxan o título de ancestral do sub gênero Folk Horror, classificação que seria criada apenas nos anos 70 para reunir as obras que utilizavam elementos folclóricos (geralmente da Europa) para construir a tensão.

Atualmente em domínio público, o filme assumiu por muito tempo uma certa aura de misticismo, muito pela qualidade das imagens e a estética adotada por Christensen para representar visualmente elementos naturais ao paganismo abordado. Ainda assim, a reverência às conquistas da produção permaneceram desde a sua estreia em 1922.

The Batman tem tudo que funciona na trilogia de Christopher Nolan e algo mais; Confira e compare!

Passada toda euforia após a revelação do aguardado trailer de The Batman, já tivemos muitos reacts e uma infinidade de teorias e referências criadas pelos fãs ao redor do mundo. Porém, ainda que o novo filme do morcego tenha trazido algumas novidades e possua em Gotham uma estética própria, é inegável o quanto o diretor do projeto, Matt Reeves, pegou emprestado da sempre elogiada trilogia The Dark Knight, comandada por Christopher Nolan – sobretudo de Batman Begins. Desde sua estrutura que tenta adaptar um pouco do que vemos no arco BatmanAno Um, de Frank Miller, onde o Cruzado Encapuzado, no início de sua carreira como vigilante, enfrenta a máfia de Gotham e seus primeiros inimigos. E se tínhamos em Batman Begins a trinca de vilões formada por Ra’s al Ghul (Liam Neeson), Espantalho (Cillian Murphy) e Carmine Falcone (Tom Wilkinson), que representavam, respectivamente, o planejamento, o caos e o crime organizado; em The Batman o Pinguim (Colin Farrell) faz às vezes de arquiteto do crime, o Charada (Paul Dano) aparece como o objeto desestabilizador da trama e a Mulher-Gato (Zoë Kravitz) é parte do que Gotham representa, um misto de beleza e perigo.

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O Alfred de Andy Serkis também não é tão diferente daquele de Michael Caine, com uma classe que é habitual do personagem original, mas com o tom irônico igualmente trazido por Caine. E se realmente é comum vermos o Batman utilizar o seu gancho e cair na porrada com bandidos em meio a um galpão/estacionamento, a maioria dos ângulos e a concepção das cenas parecem ter saído diretamente de O Cavaleiro das Trevas, como aquela cena da abertura do Batman fake. Por outro lado, é engraçado e até carinhoso que Matt Reeves tenha referenciado o Batman Eternamente, do Joel Schumacher, logo na cena inicial por enquadrar o herói da mesma maneira que víamos Val Kilmer nessa situação.

E já falando das intenções de Matt Reeves, é óbvio e correto que ele tenha escolhido voltar para a pegada mais séria e palpável dos filmes de Chris Nolan. Tanto que Reeves confessa sua influência e o próprio Nolan elogia e entende a necessidade de repetir tal interpretação, vide a má sucedida passagem de Ben Affleck que, sob o comando de Zack Snyder, entregou um Batman visualmente interessante, mas tapado feito uma porta e agindo como um brutamontes constantemente. Reeves abdica criar um viés mais autoral e artístico, tanto no perfil do Batman quanto do filme de um modo geral. O que fez, por exemplo, Tim Burton, com sua estética gótica e onírica que beirava o expressionismo alemão no Batman de 1989, e, por que não, o próprio Joel Schumacher que criou um visual pulp e colorido visto nas histórias do Batman da chamada Era de Prata, e da série clássica de Adam West e cia. O Batman idealizado por Reeves é, aparentemente, um homem agindo como pode e gritando, rouco como um cachorro asmático, com os seus inimigos.

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No começo de tudo, o Batman de Christian Bale parecia mais contido que este de Robert Pattinson, explodindo emocionalmente assim apenas, mais a frente, como nos eventos de O Cavaleiro das Trevas Ressurge – ainda que Pattinson consiga ser verossímil suficiente pra funcionar bem quando trajado. E a despeito do temperamento, não que inexista classe no herói de The Batman, pois vemos o ator histérico em apenas uma cena que envolve o Charada, ainda que acabe sendo tão canastrão quanto o próprio Bale. Por outro lado, precisamos ver mais do Bruce Wayne interpretado pelo antigo Edward Cullen, pois, nesse sentido, o Bale arrebentava e usava bem o seu carisma, mesclando as duas personalidades distintas do personagem de maneira eficiente e sutil.

Ainda que Matt Reeves utilize a formula de Batman Begins e resgate alguns vilões que estrelaram as três maiores interpretações do Detetive das Sombras nos cinemas – o caso do Pinguim (Danny DeVito) em Batman O Retorno, o Charada (Jim Carrey) em Batman e Robin e a Mulher-Gato (Anne Hathaway) em Batman O Cavaleiro das Ressurge – eles são arqui-inimigos que ainda não foram devidamente apresentados, pelo menos não do jeito que realmente funcionam nos quadrinhos. E isso pode ser uma carta interessante. Reeves é um cineasta que tem lastro, sua visão nos dois últimos filmes da trilogia Planeta dos Macacos e a nova interpretação que deu ao remake Deixe-me Entrar comprovam o talento do sujeito, não só por sua veia autoral, mas também por sua visão de mercado. Contudo, a escolha também é arriscada, existe sim um risco real, o público pode encarar The Batman apenas como mais um filme sério e genérico do maior detetive do mundo, bem aos moldes de Nolan. Ah, pra gente não achar que o Matt Reeves tirou tudo daqueles filmes de Chris Nolan, a Gotham destacada em The Batman possui um estilo mais clássico e diferente daquela vista na trilogia anterior, que mais parecia a metrópole de Blade Runner – ideia intencional que partiu do próprio Nolan.

Nolan
Gotham do Nolan
Reeve
Gotham do Reeve

O primeiro Batman de Nolan tentava fazer diferente também e trazia Ra’s al Ghul que, apesar de ser um personagem icônico em várias sagas do morcego nos quadrinhos, nos cinemas ainda não tinha dado as caras. Junte isso ao fato do personagem, naquele momento, ter “se queimado” devido aos filmes peculiares do Schumacher, que novamente transformarem o Batman numa figura pastelona. Batman Begins teve uma bilheteria mundial de US$ 371 milhões, mas sua sequência bateu a casa do bilhão. Hoje o terreno é mais fértil para um filme como The Batman, mas Reeves e a Warner devem entender que, mesmo em 2022, o público total talvez não se reestabeleça – ainda que as bilheterias recentes de 007 Sem Tempo para Morrer e Venom Tempo de Carnificina já demonstrem uma força considerável. Só vamos realmente ter uma melhor noção sobre isso quando a Marvel Studios lançar uma das suas produções com exclusividade das telonas. No mais, creio que os fãs curtiram o que viram nesse novo trailer e até abriram o coração, principalmente em relação a Robert Pattinson, que vai poder mostrar ao grande público o seu indiscutível talento.

Ah, só pra não esquecer, também foi visto nesse novo trailer que, quando o Batman vai encontrar o Charada na prisão, na roupa do sujeito está escrito Hospital Arkham. Como todos sabem, nos quadrinhos o lugar é conhecido por Asilo Arkham, porém, no filme solo do Coringa, o Asilo Arkham foi retratado exatamente como Hospital Arkham. Sim, o Coringa do Joaquin Phoenix passa várias vezes pelo Hospital Arkham, por sinal, ele acaba sendo preso por lá. Será mesmo possível alguma ligação?

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Uniforme do Charada
Arkham State Hospital
Hospital visitado pelo Coringa

‘Diário de um Banana’: Greg enfrenta o 1º dia de aula no divertido trailer da animação da Disney+; Assista!

A Walt Disney Studios divulgou o primeiro trailer oficial da animação inspirada nos romances ‘Diário de um Banana‘, que chega ao catálogo da Disney+ em 03 de dezembro.

Confira, em versão dublada e legendada:

Dirigida por Swinton Scott (‘Futurama’) e escrita e produzida por Jeff Kinney, autor  dos romances, a trama acompanha Greg Heffley, um garoto magricelo, mas ambicioso, com uma imaginação ativa e grandes planos de ser rico e famoso – ele só precisa sobreviver ao ensino fundamental primeiro.

Para piorar a situação, o adorável melhor amigo de Greg, Rowley, parece viver a vida tranquilamente e ter sucesso em tudo, mesmo sem tentar!

O público descobre cada uma dessas histórias a partir dos detalhes narrados em seu diário, ao mesmo tempo em que Greg aprende a apreciar os verdadeiros amigos e a satisfação de lutar pelo o que é certo

Confira o pôster:

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‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Principais personagens ganham destaque em INCRÍVEL pôster do reboot; Confira!

Sony Pictures divulgou um novo pôster de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘, dando destaque aos principais personagens do reboot.

Da esquerda para a direita, estão Albert Wesker (Tom Hopper), Claire Redfield (Kaya Scodelario) Leon (Avan Jogia), Ada Wong (Lily Gao) e Chris Redfield (Robbie Amell).

Confira, junto com o trailer:

“Testemunhe o início do mal”, diz a legenda.

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O filme chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige e também assina o roteiro ao lado de Greg Russo.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

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‘Ozark’: 4ª temporada ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial da 4ª temporada de ‘Ozark‘.

O vídeo também anuncia a estreia dos próximos episódios: 21 de janeiro de 2022.

Confira:

O novo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

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‘The Great’: Cabeças vão rolar no trailer oficial da 2ª temporada; Assista!

A aguardada 2ª temporada da série ‘The Great‘ ganhou um hilário e ácido trailer oficial, que revela que novas maquinações, decapitações e confusões estão por vir nos vindouros episódios.

Confira:

 

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O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 19 de novembro.

 

Criada por Tony McNamara, a série foca na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Elle Fanning e Nicholas Hoult estrelam. Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan completam o elenco.

Gillian Anderson aparecerá em dois episódios do novo ciclo, interpretando a mãe de Catarina II.

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‘Instinto Predador’: Thriller de ação com Nicolas Cage estreia na plataforma Telecine

O thriller de ação ‘Instinto Predador‘, estrelado por Nicolas Cage, teve a sua estreia no streaming Telecine. A produção chegou recentemente na grade de programação.

Na trama, o caçador Frank Walsh (Cage) trabalha para alguns zoológicos dos Estados Unidos e está dedicando sua vida para proteger uns animais que capturou na Floresta Amazônica. Ele embarca num navio cargueiro sem saber que está ao lado de Richard Loffler, um assassino que está sendo extraditado para os EUA em segredo, e, com isso, a viagem começa a ter problemas.

Famke Janssen, Kevin Durand e LaMonica Garrett completam o elenco da produção.

Nick Powell assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Richard Leder.

Confira o trailer:

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‘Cowboy Bebop’: Série live-action ganha trailer INCRÍVEL recheado de ação; Confira!

A Netflix divulgou hoje (19) um novo teaser trailer oficial da aguardada série live-action Cowboy Bebop.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de novembro.

A adaptação é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Tomorrow Studios e terá 10 episódios em sua primeira temporada.

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

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‘The Flash’: Ezra Miller revela que, de certa forma, o filme não tem vilões

Durante o evento virtual chinês da DC FanDome, o astro Ezra Miller, que reprisa seu papel titular no aguardado ‘The Flash’, comentou que o longa-metragem dirigido por Andy Muschietti será um tanto quanto diferente dos outros do DCEU.

Miller comentou sobre os antagonistas da produção e disse que, de certa forma, o filme tem poucos vilões; de outra, não tem nenhum.

“De certa forma, diria que há poucos vilões, ou assim chamados vilões, que estão no nosso filme. E, de outra, diria que não há vilões de uma forma que pode ser parte da exploração  e da mensagem do filme”, ele explicou. “Posso dizer essas coisas, porque juntas elas não fazem sentido, e deixa uma atmosfera críptica e misteriosa. O que é bom para um vilão ter um ar de mistério que o cerca – até aparecerem”.

Lembrando que o longa ganhou seu primeiro teaser recentemente.

Além de apresentar o novo visual do traje do herói e duas versões de Barry Allen, a prévia mostra o primeiro vislumbre do retorno do Batman de Michael Keaton e seu clássico Batmóvel.

Confira:

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

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Curiosidades | ‘O Chamado’, icônico filme de terror com Naomi Watts, completa 19 anos!

Em 2002, o diretor Gore Verbinski lançava um dos filmes de terror mais icônicos do século: o remake hollywoodiano do clássico O Chamado.

Elogiado pelos especialistas pela envolvente e arrepiante atmosfera, bem como pelos visuais e pela atuação de Naomi Watts, a narrativa trouxe à vida a aterrorizante Samara, um espírito obsessor que coleta vítimas através de uma fita de vídeo amaldiçoada – e que dá aos seus alvos sete dias para se despedir.

Além do sucesso crítico, o longa também fez um estrondo de bilheteria, arrecadando nada menos que US$249 milhões a partir de um orçamento de US$48 milhões, tornando-o um dos remakes mais bem sucedidos da história e rendendo duas sequências que, infelizmente, não tiveram a mesma recepção.

Para celebrar seu aniversário de 19 anos, comemorado hoje, 18 de outubro, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

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  • O vídeo “amaldiçoado” está disponível como um easter egg no DVD. O mais interessante é que, uma vez que o vídeo começa, não é possível pará-lo, pausá-lo ou aumentar a velocidade. A não ser que desligue a televisão, o público é forçado a assistir ao vídeo. Quando chega ao fim, o DVD retorna ao menu e um toque de telefone é ouvido ao longe.
  • Antes do filme estrear, o vídeo amaldiçoado foi utilizado como material promocional. Entretanto, o comercial não mencionou qualquer longa-metragem por quase um mês.
  • A árvore com as folhas vermelhas que aparece no filme é um bordo japonês. Seus frutos são conhecidos como samara, nome da antagonista.

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  • O Chamado permaneceu no topo da lista dos remakes mais bem-sucedidos da história por um longo tempo, com bilheteria de quase US$250 milhões, como supracitado. O recorde foi quebrado pela nova versão de ‘IT: A Coisa’, de 2017, que arrecadou US$701,8 milhões.
  • O tipo de fantasma em que Samara (e sua incarnação japonesa, Sadako) é baseada faz referência à clássica figura mitológica de Onryo, um espírito japonês que se manifesta depois de morrer em um acesso de raiva, retornando como um fantasma muito pálido que busca por vingança.

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  • À época, Verbinski deliberadamente resolveu escolher estrelas que não tivessem apelo comercial, visto que queria que o filme fosse descoberto pelo público. Watts, Martin HendersonAmber Tamblyn ganhariam reconhecimento retroativo por esse filme.
  • O papel protagonista de Rachel foi oferecido inicialmente a Jennifer ConnellyJennifer Love HewittGwyneth PaltrowKate Beckinsale. Depois das atrizes recusarem o projeto, Watts foi contratada para estrelar o longa-metragem.
  • O sucesso de O Chamado’ nas bilheterias foi responsável por uma onda de remakes hollywoodianos de clássicos do terror japonês, incluindo ‘O Grito’‘Água Negra’‘Pulse’‘Uma Chamada Perdida’.

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  • Daveigh Chase aceitou interpretar Samara depois de perder o papel da co-protagonista Sarah Altman em ‘O Quarto do Pânico’ (também de 2002) para Kristen Stewart.
  • Tom Duffield, que ficou responsável pelo incrível design de produção do filme, se baseou fortemente nas obras do pintor realista Andrew Wyeth para criar a sombria e misteriosa ambientação da produção.

Os Maiores Sucessos do Cinema que Completam 35 Anos em 2021

Os anos 80 foram realmente inesquecíveis em matéria de entretenimento. Quando falamos em cultura popular, podemos dizer que esta década é revolucionária e serviu de marco zero para o que temos hoje. Sim, é verdade que já tínhamos o cinema e a TV nos divertindo muitos anos antes da década de 80, mas o que acontece é que a partir deste período as coisas se elevaram a um patamar inimaginado. Essa foi a época em que o que víamos nas telas transcendia mídias como o cinema e a televisão para vir fazer parte de nossas rotinas e dia a dia. Assim, as aventuras nascidas da sétima arte se tornavam blockbusters, e este sucesso gerava uma trajetória para outras mídias e produtos, como desenhos animados, videogames, brinquedos, revistas em quadrinho e todo tipo de merchandising que os mantinham na mídia.

Comprovando a frase de que cinema é a maior diversão, diversos filmes da década de 1980 continuam fortes em nossas vidas até hoje, isso mesmo depois de terem se passado quarenta anos – em alguns casos (os filmes do começo da década). Aqui, só para não perder o costume, iremos homenagear essa década tão especial, voltando 35 anos no passado para 1986, relembrando os maiores sucessos das telonas desta época tão querida. Confira abaixo e não esqueça de comentar dizendo quais você já assistiu.

10 | Curtindo a Vida Adoidado

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Clássico máximo da Sessão da Tarde e das exibições de sábado e domingo à tarde na Globo, os que cresceram na década de 1980 vão ainda mais longe, lembrando de quando a comédia foi exibida pela primeira vez de forma inédita na Tela Quente. A trama todos estão cansados de saber: o adolescente “gazeteiro” Ferris Bueller (Matthew Broderick) resolve tirar um dia de folga da escola e convence seu melhor amigo e sua namorada a o acompanharem. Segundo o próprio, a vida é muito curta para não aproveitá-la. O longa se tornou o filme definitivo sobre “matar aula” no cinema. Uma boa continuação nos dias de hoje seria ver Bueller adulto, agora como diretor de um colégio, enfrentando um aluno tão escorregadio quanto ele foi no passado. Curtindo a Vida Adoidado, do saudoso John Hughes, custou US$6 milhões para a Paramount e além de arrecadar mais de US$70 milhões em bilheteria, ainda viveria para se tornar um dos filmes mais emblemáticos dos anos 80.

09 | Por Favor, Matem Minha Mulher

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Hoje, os atores Danny DeVito e Bette Midler, conhecidos por filmes de comédia, podem até se encontrar meio sumidos dos holofotes, porém, em algum momento da década de 80, os nomes deles foram alguns dos mais quentes da indústria de Hollywood. De Fato, DeVito até tem virado assunto atual com a sequência de Irmãos Gêmeos (1988), Irmãos Trigêmios, e com a campanha insana de alguns malucos na internet para que seja o novo Wolverine do cinema. Midler não sai por menos e gera hype para Abracadabra 2. Ou seja, ambos ensaiam um retorno. Há 35 anos no passado, no entanto, um filme teve a sorte de juntá-los em cena. Trata-se de Por Favor, Matem Minha Mulher, no qual DeVito vive um empresário rico e inescrupuloso que tem a esposa (Midler) sequestrada por um casal que ele passou para trás. A sacada é que o ricaço está dando festa pelo sumiço da mulher, uma verdadeira megera que fará a vida dos bandidos iniciantes (vividos por Judge Reinhold, de Um Tira da Pesada, e Helen Slater, de Supergirl – O Filme) um verdadeiro inferno. No comando da comédia, o trio de Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu (David e Jerry Zucker, e Jim Abrahams). Por Favor, Matem Minha Mulher custou US$13 milhões aos cofres da Disney (através da Touchstone Pictures) e rendeu mais de US$71 milhões em bilheteria.

08 | O Rapto do Menino Dourado

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Você certamente já ouviu falar do conceito dos “filmes gêmeos”. Ele se refere ao fato de certos filmes lançados de forma muito próxima (quase sempre no mesmo ano) possuírem histórias ou temáticas muito parecidas. E há 35 anos no passado, isso ocorria com dois longas voltados para aventuras místicas, repletas de magia e com a cultura chinesa como pano de fundo. Enquanto Os Aventureiros do Bairro Proibido fracassou financeiramente, mas depois viria a se tornar um cult absoluto, O Rapto do Menino Dourado se beneficiava da presença de um astro daquele momento, Eddie Murphy, para se dar bem. Na trama, o comediante é um detetive particular especializado em encontrar crianças desaparecidas, contratado para investigar o sumiço de um menino iluminado, sequestrado por forças sobrenaturais malignas. Tendo em mente que este foi o filme escolhido por Murphy para seguir o sucesso estrondoso de Um Tira da Pesada (1984), com um orçamento de US$25 milhões da Paramount, o filme arrecadou US$80 milhões em bilheteria.

07 | Aliens – O Resgate

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Quando falamos em continuações que são melhores que o seu original na história do cinema, poucos filmes veem à nossa mente cinéfila. Um deles definitivamente é Aliens – O Resgate, lançado há 35 anos, que continua a história eletrizante de Alien – O Oitavo Passageiro (1979). Isso se dá pelo diretor em comando, James Cameron, que tem em seu currículo não apenas uma sequência melhor que o original, mas duas, com O Exterminador do Futuro 2 (1991) sendo a segunda. O que o cineasta faz em Aliens é aumentar tudo de forma positiva e subverter o clima intimista e quase estático de puro medo do original, transformando essa segunda parte num filme de guerra espacial, recheado de adrenalina, porém, sem esquecer o fator determinante: o terror. O filme da extinta Fox (agora Disney) se tornou um dos mais populares da época e uma das propriedades mais valiosas adquiridas recentemente pela Disney. Com um orçamento de US$18.5 milhões, viu de volta em bilheteria US$85 milhões só nos EUA – US$131 milhões mundiais.

06 | De Volta às Aulas

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Vamos pensar assim, tudo o que vemos hoje no cinema e achamos super original e especial, podemos ter a certeza de que não é, e de que algo muito similar já foi feito no passado, servindo de inspiração para o que vemos agora. Por isso a história nos é tão importante como sociedade. E na arte o mesmo ocorre. Em 2018, a comediante de sucesso Melissa McCarthy protagonizou a comédia Alma da Festa, sobre uma mulher de meia idade que resolve se matricular na mesma universidade de sua filha. Bem, por mais divertido que possa ser, o filme de Melissa é basicamente uma refilmagem deste De Volta às Aulas, que traz a mesma trama, apenas trocando o sexo dos protagonistas (um homem de meia idade, seguindo o filho na instituição de ensino) e o fato de ser um sujeito “podre” de rico. Aqui também tínhamos um comediante gordinho liderando o elenco, o saudoso Rodney Dangerfield – que todos deveriam conhecer. Keith Gordon (Christine – O Carro Assassino) interpreta o filho, e Robert “Homem de Ferro” Downey Jr. ainda na adolescência interpreta o melhor amigo “punk” do rapaz. Com um orçamento de US$11 milhões, o filme arrecadou para a renovada Orion Pictures (um marco dos 80’s), mais de US$91 milhões.

05 | Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa

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Sim, querido leitor, nesta época a franquia Star Trek era chamada por sua versão brasileira Jornada nas Estrelas; assim como Star Wars ainda era Guerra nas Estrelas. Pegando carona na viagem espacial do ator William Shatner, intérprete do protagonista Capitão Kirk, que aos 90 anos deu “um pulinho” fora de órbita recentemente, chega na nossa quinta posição da lista um dos filmes da franquia que o imortalizou. Nos filmes originais da tripulação da Enterprise, um fato curioso se tornou muito conhecido dos fãs: os episódios pares da série no cinema eram os bons, e os ímpares eram os ruins. Para a sorte dos fãs, há 35 anos no passado, os cinemas exibiam o quarto filme, que leva Kirk, Spock e toda a tripulação de volta ao passado de 1986 para a aventura mais celebrada da franquia, dona de uma missão ecológica mais que importante e emocionante. Nas mãos da Paramount, o filme custou US$25 milhões, porém, recuperou mais de US$109 milhões.

04 | Karatê Kid 2

Karate Cinepop

Com o subtítulo desnecessário de A Hora da Verdade Continua, ganhávamos dois anos depois do estrondoso sucesso original, a continuação de Karatê Kid. Precisava? Não. Mas isso serve para mostrar que sequências deslocadas e caça-níqueis são tão antigas quanto o berço dos blockbusters. O primeiro Karatê Kid (1984) possui uma história fechadinha, contida em si mesmo que, é claro, falava sobre bullying e sobre as formas de superarmos nosso medo e nos defendermos. O segundo leva nossos queridos Daniel e Sr. Miyagi para o Japão, mudando completamente de cenário a ampliando o conceito ao focar sua trama muito mais no mestre sábio desta vez. Se o personagem do saudoso Pat Morita era coadjuvante no original, desta vez sua narrativa é que ganha os holofotes. De forma muito bem-vinda, os acontecimentos de Karatê Kid 2 igualmente foram incluídos na série Cobra Kai (uma bela homenagem atual para a franquia). Karatê Kid 2 custou US$13 milhões aos cofres da Columbia (Sony) e só em seu fim de semana de estreia nos EUA recuperou quase tudo, terminando sua passagem pelos cinemas com impressionantes mais de US$115 milhões.

03 | Platoon

Platoon Cinepop

O cinema é uma arte extremamente eclética, no sentido em que existem filmes de todos os tipos e para todos os gostos. Sabemos que a maior fatia pagante das salas são os jovens, desta forma invariavelmente os filmes que mais arrecadam em bilheterias são os voltados para esta turminha. Porém, vira e mexe quando examinamos de perto as maiores bilheterias de cada ano, conseguimos notar quase sempre entre o top 10 uma produção que se destaca por não ser necessariamente voltada ao público adolescente. Muito pelo contrário! Este é o caso com Platoon, que há 35 anos se posicionou em terceiro no ranking dos filmes mais lucrativos de Hollywood. E bom, só podemos dizer para os mais novos e todos aqueles que não tiveram a chance de conferir o filme ainda que não percam mais tempo e corram para encontrar esta verdadeira obra-prima de guerra. A Guerra do Vietnã foi tema de muitas produções da sétima arte, e como na década de 1980 fazia relativamente pouco tempo do fim da mesma, o assunto ainda estava muito fresco na mente dos americanos. O que podemos dizer é que Platoon é um dos melhores, quiçá “o” melhor, a abordar o tópico. Dirigido por Oliver Stone e vencedor de 4 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, Platoon custou para a Orion Pictures US$6 milhões e viu de retorno impressionantes mais de US$138 milhões em bilheteria.

02 | Crocodilo Dundee

Crocodile Cinepop

Aqui temos mais um fenômeno surpresa. Como dito, desde seus primórdios, alguns tipos bem específicos de filmes faziam sucesso e eram considerados verdadeiros blockbusters, o cinema entretenimento fortificado após os anos 1980. Em sua maioria, superproduções de ação, esses arrasa-quarteirão eram produtos de entretenimento aparentemente feitos sob medida como uma espécie de fórmula. Porém, de forma surpreendente (e positiva), vira e mexe essa fórmula era quebrada. E assim, tínhamos entre as bilheterias mais ricas, filmes como o drama de guerra para adultos Platoon, e uma comédia romântica sobre um caipira da zona rural da Austrália (os outbacks) se sentindo um peixe fora d’água na maior metrópole do mundo: Nova York. Ninguém, nem mesmo os envolvidos poderiam prever a febre que Crocodilo Dundee seria há 35 anos. Não por menos, o longa “perdido no tempo” se tornou um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde alguns anos depois, assim como sua continuação imediata. O filme da Paramount (de novo o estúdio da montanha) custou US$8.8 milhões e levou para os cofres US$174 milhões só nos EUA, e US$328 milhões mundiais, sendo um dos longas mais lucrativos não apenas de 1986, mas também de toda a década de 80.

01 | Top Gun – Ases Indomáveis

Topgun Cinepop

Há 35 anos no cinema, o estúdio mais lucrativo da época era a Paramount. Não teve para ninguém. São seus cinco dos dez filmes mais rentáveis daquele ano de 1986. E como tudo funciona em ciclos, o cinema não sendo exceção, alguns dos itens presentes nesta lista ainda se mantém ativos em novas produções até hoje, seja no cinema ou na TV, vide Karatê Kid (Cobra Kai), Jornada nas Estrelas e Alien. Agora, chega na lista em primeiríssimo lugar mais um. Top Gun – Ases Indomáveis por muitos anos, 35 exatamente, só existiu nos anos 80, como um filme sobre caças, romance e rock n roll. E mesmo assim o sucesso foi tanto que sua popularidade ecoa até hoje. Mesmo que jamais fosse feito qualquer outra produção desta marca. Como sabemos, no entanto, Top Gun: Maverick, a continuação tardia do longa, foi adiado de 2020 para este ano, e agora novamente para 2022. Os fãs terão que esperar mais um pouquinho para ver o retorno de Tom Cruise como o audacioso piloto de jatos, agora em outra fase de sua vida. Enquanto isso, a boa pedida é relembrar o original, que com um orçamento de US$15 milhões, rendeu mais de US$180 milhões somente nos EUA, e mais de US$357 milhões pelo mundo.

INSANO! Suspense Cômico com humor ácido está fazendo o maior SUCESSO na Netflix; Confira as reações!

O novo thriller cômico ‘The Trip‘, uma comédia politicamente incorreta estrelada por Noomi Rapace, estreou na Netflix se tornando o 3º filme mais visto do catálogo.

O filme tem sido elogiadíssimo nas redes sociais, e traz um casal decidido a pôr um fim no casamento…. assassinando um ao outro. Eles vão para uma cabana remota, mas logo precisam enfrentar uma ameaça ainda maior.

Os assinantes amaram o humor ácido, o roteiro inteligente e as atuações – com destaque para Noomi.

Confira:

Confira o trailer:

Tommy Wirkola assina a direção, além de co-escrever o roteiro ao lado de Nick Ball e John Niven.

Aksel Hennie, Atle Antonsen e Christian Rubeck também estrelam a produção.

The Trip 2

Crítica | Falsos Milionários: Evan Rachel Wood brilha em comédia sobre trambiques e traumas familiares

A primeira instância, Falsos Milionários aparenta ser um uma obra incompleta. Explorando uma tumultuada dinâmica familiar a partir da sucessão de trambiques que os une e – tecnicamente – os denomina como uma família, a produção parece ter dificuldades de expressar toda a complexidade que inicialmente determina. Mas como um bom vinho cujo sabor se acentua com o tempo, a comédia dramática indie de Miranda July às vezes precisa de um certo tempo para ser digerida. Mas quando absorvida em sua totalidade, se desabrocha como um inusitado relato caricato sobre a solidão, amor, busca por uma identidade e o que essencialmente define uma família.

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Entre trambiques e pequenos golpes, pai, mãe e filha passam os seus dias tentando extrair qualquer coisa de qualquer situação. Como uma família às avessas, que não é estruturada como tradicionalmente deveria ser, esse trio vive à deriva da própria existência humana, comendo pelas beradas de tudo que sobra e – eventualmente – aparece em seu caminho. E sem muita explicação, o que sabemos logo de cara é que, sem a determinação de levar uma vida digna e justa por meio do trabalho e conquistas pessoais, o patriarca e a matriarca viveram suas vidas tentando tirar proveito de todo tipo de situação. Fazendo pequenos roubos de caixas de correio que, normalmente, não trazem nada de muito valor, eles tentam ganhar o pão de cada dia de forma desonesta. E no meio dessa confusão socioeconômica familiar, está Old Dolio, uma jovem de cabelos loiros que cobrem quase toda a sua estrutura, constrangida por sua própria existência. Com o corpo curvado, ombros projetados para frente e feições escondidas por suas madeixas, ela é a filha que mais parece membro de uma gangue da melhor idade do que genuinamente de um elo de ligação familiar.

E é justamente por essa falta de amor e carinho existente entre os três protagonistas que Dolio possui tais características. Vivendo em um constante sentimento de deslocamento social, a personagem é – naturalmente – aquela na qual nossos olhos são vidrados. Sua peculiar linguagem corporal, sua voz baixa que fracassadamente tenta ser assustadora e grossa revelam uma figura franzina e esguia, que tem medo de tudo e todos. Aqui, Evan Rachel Wood constrói essa bela caracterização, se desfazendo de todas as suas características de destaque para trazer à vida essa personagem tão desconfortável em sua própria pele. E ao lado dela, Debra Winger e Richard Jenkins completam esse estranho trio, onde o que deveria ser solidificado pelo amor parental e pela familiaridade, se transforma em uma pequena trupe de foras da lei inofensivos, mas emocionalmente perigosos.

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Em Falsos Milionários, Miranda July usa as artimanhas e extravagância dos pequenos furtos e trambiques dos protagonistas como pilares para abordar uma narrativa muito mais madura e profunda. Leva um pouco de tempo para processar a premissa de forma genuína, mas é inegável que o charme da produção está justamente em querer contar uma história muito maior que si mesma. Aqui, a trama explora essa relação familiar como uma forma de ensinar a audiência a tamanha diferença que faz crescer em um ambiente amoroso cercado por valores e princípios. Ainda que a produção explore pouco tal estrutura sadia (apenas nos momentos finais do filme), ao jogar os holofotes para a catastrófica dinâmica existente entre os protagonistas, inerentemente absorvemos a ideia que a cineasta quer dissecar. Em um mundo solitário e capitalista onde todos caminham em torno das coisas que querem e precisam ter para se apresentar diante dos outros, a comédia dramática aborda o peso que tais escolhas podem gerar na alma, salientando que muito mais importante que ter, ser é o que realmente preencherá o vazio que as futilidades capitalistas são incapazes de preencher.

E é por isso que, logo no início, é difícil dimensionar toda a extensão da produção. Pois embora seus alicerces sejam bem estruturados, a compreensão humana contemporânea, cercada por mídias sociais e estilos de vida plásticos irreais e invejáveis, insiste em nos levar à percepção mais medíocre sobre a vida. Mas como quem não tem pressa em se fazer ser entendida, July faz de sua obra uma comédia dramática que – provavelmente – a cada nova assistida se revelará a nós de forma ainda mais profunda. Como um filme que parece não se desgastar em querer desafiar a nossa metanoia, Falsos Milionários é uma doce e peculiar narrativa que, para um bom apreciador dos filmes do Festival de Sundance, uma única conferida não bastará.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld posa imponente no cartaz oficial da 3ª temporada; Confira!

A Apple TV+ divulgou o belíssimo cartaz oficial da 3ª e última temporada de ‘Dickinson‘, série estrelada por Hailee Steinfeld (‘Bumblebee’).

Confira, junto ao trailer:

Dickinson

Os três primeiros episódios do ciclo final serão lançados no dia 5 de novembro, com o restante da temporada sendo exibido semanalmente.

Na sinopse da última temporada, “a famosa poeta Emily Dickinson percebe que seu momento mais produtivo como artista ocorre em meio à violenta Guerra Civil Americana e uma batalha igualmente feroz que divide sua própria família. Enquanto Emily tenta curar as divisões ao seu redor, ela se pergunta se a arte pode ajudar a manter viva a esperança e se o futuro pode ser melhor do que o passado”.

Crítica | ‘Dickinson’ retorna com uma 2ª temporada profundamente espetacular

A série foi criada por Alena Smith.

A obra é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

O elenco ainda conta com Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa.

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‘Halloween Ends’ terá um tom bem diferente dos outros filmes, revela David Gordon Green

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor David Gordon Green aproveitou a recente estreia de Halloween Kills: O Terror Continua’ para já fornecer alguns detalhes sobre a terceira e última parte da nova franquia, Halloween Ends’.

Green revelou que o próximo capítulo terá uma atmosfera bem diferente dos outros dois filmes – e que ele vem explorando novos temas e gêneros para a continuação da narrativa.

“É bem diferente em relação a tom de HalloweenHalloween Kills’, e acho que isso é parte de minha autoindulgência. Eu normalmente pulo de gênero em gênero e exploro diferentes temas e personagens ao longos dos filmes. Então, criei um ponto de interesse para mim como fã de explorar diferentes abordagens para cada um dos filmes na trilogia. Estou animado para mostrar a vocês em que estamos trabalhando, mas estamos cozinhando, por enquanto”, ele disse.

Green também revelou que tem bastante flexibilidade em relação à conclusão da trilogia e que, apesar de já ter criado um final, pensou em um desfecho totalmente novo que quer adicionar ao filme:

“Tenho certeza de que vai evoluir. Eu criei uma nova reviravolta para o final que já existe há algumas semanas, e isso é algo que apenas eu sei. Então, sem spoilers”.

Lembrando que ‘Halloween Kills‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros!

Sucesso nos cinemas, ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ estreou nos EUA com impressionantes US$ 50.3 milhões – o que representa a MELHOR estreia para um filme para maiores desde o início da pandemia.

Além disso, ‘Halloween Kills‘ se tornou a terceira maior estreia da história para um filme de terror lançado em outubro, atrás apenas do reboot ‘Halloween‘ ($76.2M) e ‘Atividade Paranormal 3‘ ($52.5M).

Halloween Ends‘ será lançado nos cinemas no dia 14 de outubro de 2022.

‘Girls Can’t Shoot (& Other Lies)’: Michaela Jaé Rodriguez e Beanie Feldstein vão estrelar nova antologia feminista

Segundo o Deadline, a produtora Mark Gordon Pictures está dando continuidade a sua nova série antológica intitulada ‘Girls Can’t Shoot (& Other Lies)’.

Baseada na coleção de ensaios best-seller ‘Feminists Don’t Wear Pink (and Other Lies)’, a produção será estrelada por um time de peso que inclui: Michaela Jaé Rodriguez (‘Pose’), Beanie Feldstein (‘Impeachment: American Crime Story’), Kat Dennings (‘WandaVision’), Jameela Jamil (‘The Good Place’) e a comediante Lolly Adefope.

Saoirse Ronan (‘Adoráveis Mulheres’) entra como produtora executiva do episódio piloto.

A primeira temporada irá explorar as expectativas das mulheres na arte de se contar histórias, ao colocar heroínas no centro de papéis de gênero normalmente dominados por homens.

Scarlett Curtis, que ficou responsável pela curadoria dos ensaios, será a produtora executiva e irá assinar o episódio piloto. Shadi Hamta, Dennings e Adefope também foram contratadas como roteiristas, enquanto Feldstein e Rodriguez criaram parcerias para produzir os capítulos em que irão estrelar.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Round 6’: Vídeo revela fatos surpreendentes sobre a aclamada série sul-coreana da Netflix; Confira!

A série sul-coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix e se tornou um sucesso mundial – quebrando recordes de exibição e se tornando a maior estreia original da gigante do streaming.

Para continuar a promovê-la, a plataforma divulgou um breve vídeo compilando alguns fatos surpreendentes sobre a produção.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘Maya e os 3 Guerreiros’: Picchu é destaque no novo clipe oficial da minissérie animada; Confira!

A Netflix divulgou recentemente um novo clipe oficial de Maya e os 3 Guerreiros (‘Maya y los Tres’), sua próxima minissérie animada mexicana.

Confira:

Lembrando que a produção tem estreia agendada para o dia 22 de outubro na plataforma de streaming.

A produção foi escrita e dirigida por Jorge R. Gutiérrez, mesmo nome por trás do aclamado Festa no Céu.

Em um mundo mítico, onde a magia é real e quatro reinos governam, vive uma princesa guerreira, corajosa e rebelde chamada Maya. Ela embarca em uma aventura fantástica para cumprir uma antiga profecia, mas será que vai conseguir derrotar os deuses e salvar a humanidade?

O elenco conta com Zoe Saldaña, Gabriel Iglesias, Allen Maldonado, Stephanie Beatriz, Diego Luna, Gael García Bernal, Alfred Molina, Kate del Castillo, Danny Trejo, Cheech Marin, Rosie Perez, Queen Latifah, Wyclef Jean, Gutiérrez, Sandra Equihua, Isabela Merced, Chelsea Rendon, Joaquín Cosío, Carlos Alazraqui e Rita Moreno.

A minissérie é composta por nove episódios.

Maya E Os Tres Guerreiros

‘A Mouthful of Air’: Amanda Seyfried é destaque no novo cartaz animado do drama; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo cartaz animado de ‘A Mouthful of Air‘, drama estrelado por Amanda Seyfried (‘Mamma Mia!’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’).

Confira, junto ao trailer:

Escrito e dirigido por Amy Koppelman, o longa é baseado em seu livro homônimo.

A trama gira em torno de Julie Davis, uma bem-sucedida autora de livros infantis. Enquanto seu trabalho lida sobre como libertar medos da infância, ela ainda precisa libertar um segredo sombrio que tem assombrado sua própria vida. Quando seu segundo filho nasce, uma cadeia de eventos traz esse segredo à tona – e, com ele, uma batalha pela vida.

O elenco ainda conta com Paul Giamatti, Britt Robertson, Amy Irving, Jennifer Carpenter e Michael Gaston.

O longa será lançado nos cinemas estadunidenses no dia 29 de outubro.

A Mouthful Of Air Poster