Site Página 4013

‘Adão Negro’: Quintessa Swindell surge como Ciclone em nova imagem dos bastidores

Adão Negro‘ ganhou uma nova imagem dos bastidores que apresenta Quintessa Swindell como a Ciclone.

Novidades do filme serão divulgadas dia 16 de outubro, na DC FanDome.

Confira, com mais fotos:

Lembrando que ‘Adão Negro também vai apresentar a Ciclone (Quintessa Swindell), Adrianna Tomaz (Sarah Shahi, o Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e o Senhor Destino (Pierce Brosnan).

Bodhi Sabongui, Marwan Kenzari, James Cusati-Moyer Mo Amer também foram escalados em papéis não revelados.

A estreia está marcada para julho de 2022.

Há algumas semanas, Dwayne Johnson publicou uma imagem caracterizado como o personagem em meio a um cenário destruído.

Infelizmente, o astro está de costas e a imagem é em preto e branco, mas é possível notar os detalhes textura do traje, que parece semelhante aos trajes usados pela Família Shazam.

Na legenda, ele escreveu:

“Esta imagem de ‘Adão Negro’ dá a você uma sensação tátil da escala e tamanho do nosso filme… E da apropriada destruição apropriada. Os super-heróis têm um código de justiça e não matam os bandidos, diferente do Adão Negro. A hierarquia de poder no Universo DC está mudando. O anti-herói. O homem de preto. O protetor do povo. Adão Negro.”

Confira:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

Uma publicação partilhada por therock (@therock)

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘Minari’: Drama vencedor do Oscar 2021 estreia na Amazon Prime Video

O aclamado vencedor do Oscar 2021, Minari – Em Busca da Felicidade’, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

A trama gira em torno de uma família coreana-estadunidense que se muda para uma pequena fazenda em Arkansas em busca de recomeçarem a vida e alcançarem o tão prometido “sonho americano”. Entretanto, a casa muda completamente com a chegada da irreverente e amada avó.

A obra é dirigida e escrita por Lee Isaac Chung.

Steven Yeun, Yeri Han, Alan Kim, Noel Kate Cho e Yuh-Jung Youn estrelam a produção.

Assista ao trailer:

‘O Bingo Macabro’: Diretora teve ideia para o filme por que parentes são viciadas em cassinos [EXCLUSIVO]

Em entrevista ao CinePOP, a diretora e roteirista Gigi Saul Guerrero (‘México Bárbaro’) revelou que teve a ideia para ‘O Bingo Macabro‘ por que a sogra de seu corroteirista e a sua avó são viciadas em cassino.

“Eu e [o corroteirista] Shane McKenzie estávamos conversando e nos perguntamos o que aconteceria se elas não pudessem mais jogar. Eu respondi que estaríamos mortos. Aquilo foi o que me inspirou”, afirmou Gigi.

Asssista:

Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror cômico da Blumhouse, ‘O Bingo Macabro‘ (Bingo Hell), dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é, apesar do filme ser divertido, não acrescenta nada de novo ao gênero, além de ter uma narrativa previsível e rasa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há muito pouco para se temer ou se pensar sobre esse filme.” (RogerEbert.com)

“O resultado é uma diversão passageira, mas, por causa das narrativas rasas, essa jornada ‘macabra’ parece arrastada, mesmo que o filme só tenha 85 minutos.” (Variety)

“Minha única esperança é que ‘O Bingo Macabro’ abra as portas para que o diretor Gigi Saul Guerrero possa contar esses tipos de histórias nas telonas no futuro.” (Independent UK)

“Quando a ação fica difícil, a fotografia de Byron Werner agita as coisas: ele é especialmente eficaz com cenas rasteiras que adicionam uma surrealidade assustadora a configurações simples.” (New York Times)

“O diretor traz uma nova abordagem a essa premissa de barganha faustiana, com uma visão sangrenta, divertida e com heróis improváveis.” (Bloody Disgusting)

“O último ato é agitado, mas é bem conduzido pelo diretor Gigi Saul Guerrero e as expressões rabugentas da Adriana Barraza.” (Guardian)

Vale lembrar que o terror já está disponível na Amazon Prime!

Dirigido por Gigi Saul Guerrero (‘México Bárbaro’), o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

Depois que a ativista de bairro de 60 e poucos anos Lupita (Barraza) descobre que sua amada sala de bingo local foi ocupada por um misterioso empresário chamado Mr. Big (Brake), ela reúne seus amigos idosos para lutar contra o enigmático empresário. Mas quando seus vizinhos de longa data começam a aparecer mortos em circunstâncias terríveis, Lupita de repente descobre que a gentrificação é o menor de seus problemas. Algo aterrorizante se fez sentir em casa no bairro tranquilo de Oak Springs, e a cada novo grito de “Bingo!” outra pessoa é vítima da presença diabólica. À medida em que os prêmios em dinheiro e a contagem de corpos aumentam constantemente, Lupita deve enfrentar a assustadora percepção de que, neste jogo, o vencedor realmente leva tudo.

O elenco conta com Adriana Barraza, L. Scott Caldwell, Richard Brake e Joshua Caleb Johnson.

10 REFERÊNCIAS dos games no trailer de ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’

O trailer completo do novo filme de Resident Evil, Bem-Vindo a Raccoon City, foi divulgado dando o que falar pelo visual, digamos, paupérrimo da caracterização dos atores.

E ao mesmo tempo impressionou por adaptarem quase que de maneira literal os cenários e os figurinos dos personagens da série de jogos. E todo mundo ficou com aquela sensação de que precisava ver mais um pouco para opinar. Após a revelação, com mais cenas, o detalhamento da trama e sabendo como provavelmente será a dinâmica dessa nova empreitada, já dá pra saber o que vem por aí.

Sim, a coisa pode ir mal no futuro, mas dessa vez os produtores ouviram os fãs e fizeram o possível para levar às telas algo que tivesse, pelo menos, a estética e a história original de Resident Evil.

Obviamente, por ser um filme de cinema e precisar funcionar isoladamente, é possível perceber mudanças claras logo no começo do trailer, como os irmãos Chris e Claire Redfield se encontrando diversas vezes – algo que não acontece no jogo, já que Claire nunca acha Chris, que já tinha ido combater a Umbrella na Europa no momento que acontecia os eventos do segundo jogo – e Claire depois foi em busca de Chris nos acontecimentos do game Code: Veronica. O helicóptero caindo na Mansão Spencer também vai de encontro aos eventos originais, já que ele tomba na RPD, a delegacia do Resident Evil 2. Ou mesmo a Lisa Trevor que deve ganhar um novo conceito para sua origem, que em outrora era filha do arquiteto da mansão Spencer e foi submetida a experiências horríveis, por isso possui aquela aparência.

Resident Evil: Welcome to Raccoon City chega aos cinemas no dia 24 de novembro, ainda esse ano, e teve todo seu elenco divulgado, sendo formado por Kaya Scodelario (Maze Runner) como Claire Redfield, Hannah John-Kamen (Black Mirror, Game of Thrones) como Jill Valentine, Robbie Amell (Flash, Quando nos Conhecemos) como Chris Redfield, Tom Hopper (The Umbrella Academy) como Albert Wesker, Avan Jogia (Zumbilândia: Atire Duas Vezes, Now Apocalypse) como Leon Kennedy, Donal Logue (Gotham, Sons of Anarchy) como o delegado Brian Irons e Neal McDonough (CSI: NY, Flash) como William Birkin. Temos apenas que aguardar e ver se tudo vai dar certo, pois quem sabe a partir daí uma nova franquia se inicie e eles comecem adaptar arcos incríveis e inéditos já vistos nos games.

Uma coisa que já podemos adiantar é que, sem dúvidas, essa já é a intepretação live action mais fiel que fizeram até o momento. É realmente muito nostálgico poder conferir cenas quase idênticas dos jogos sendo refeitas, praticamente quadro a quadro. E pensando nisso, pra quem não lembra ou mesmo desconhece esses cenários e momentos, colocamos lado a lado alguns desses quadros ou mesmo ideias visuais que foram tiradas dos jogos. Deixando claro que o filme adapta os eventos do primeiro e do segundo Resident Evil, que saíram na época para o primeiro Playstation, nos anos de 1990, mas anos depois ganharam remakes lindíssimos para o GameCube e Playstation 4. Os eventos desses jogos aconteciam com diferença de meses, mas o filme parece intercala-los. Enfim, sem mais delongas, veja algumas dessas cenas.

Claire de Moto:

Filme
Jogo

O motorista do caminhão:

Filme
Jogo

O caminhão:

Filme
Jogo

A frente da delegacia RPD:

Filme
Jogo

O hall da mansão:

Filme
Jogo

O primeiro zumbi:

Filme
Jogo

O Licker aparece:

Filme
Jogo

O cachorro zumbi:

Filme
Jogo

A aparência de William Birkin:

Filme
Jogo

A aparência de Lisa Trevor:

Filme
Jogo

‘Matrix’: Madonna se arrepende de ter recusado papel na franquia

Matrix‘ se tornou um dos filmes mais revolucionários da história do cinema, sendo até hoje considerado uma das produções mais fundamentais do mundo.

O filmes das Irmãs Wachowski, se consagrou por sua poderosa e transformadora tecnologia – que ajudou a redefinir os rumos do cinema -, além de ter sido responsável por criar o subgênero Distopia, dentro da ficção científica.

Mas poucas pessoas sabem que a aclamada cantora Madonna quase chegou a compor o elenco da franquia. No entanto, a também atriz preferiu abrir mão da oportunidade e recusou o convite das diretoras.

E em uma recente participação no talk show The Tonight Show with Jimmy Fallon, a cantora admitiu que até hoje se arrepende de ter recusado a oportunidade.

“Eu também recusei um papel em Matrix. Dá para acreditar nisso? Eu queria me matar. Esse é um dos melhores filmes já feitos na história. Uma pequena parte de mim se arrepende desse momento da minha vida”.

A Ingresso.com divulgou um comercial legendado com cenas inéditas de ‘Matrix Ressurrections‘, que estreará no Brasil numa quarta-feira, dia 22 de Dezembro de 2021.

Assista:

Confira a sinopse do novo filme:

The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX. Ele reúne Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho. Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

O novo filme contará com o retorno de Keanu Reeves (Neo), Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Denzel Washington é eleito o MELHOR ator do SÉCULO; Confira o TOP 25!

Famoso por seus papéis em ‘Malcolm X’, ‘Um Ato de Coragem’, ‘Duelo de Titãs’, ‘O Livro de Eli’ e tantos outros sucessos, Denzel Washington foi eleito o melhor ator do século XXI pelo The New York Times.

Vencedor do Oscar de Melhor Ator por ‘Dia de Treinamento‘ e Melhor Ator Coadjuvante por ‘Tempo de Glória‘, o astro aparece na frente de Isabelle Huppert (‘Elle’) e Daniel Day-Lewis (‘Lincoln’), que ocupam a 2ª e a 3ª posição, respectivamente.

A lista com os 25 melhores atores da atualidade foi composta pelos críticos Manohla Dargis e AO Scott, que disseram que o 1º lugar foi a escolha mais fácil.

“Priorizamos uma lista além de Hollywood, com atores de composição e camaleões, heróis de ação e veneráveis do cinema art-house. Foi difícil compor uma lista em um universo tão versátil como o da 7ª arte. Por outro lado, o nome de Denzel Washington foi o primeiro que veio a nossa mente quando discutimos quem poderia se enquadrar em todos os requisitos que queríamos”, disse Dragis ao Perthnow.

Scott acrescentou que:

“Discutimos e discutimos sobre todos os outros espaços da lista, mas não houve hesitação ou debate sobre este. Denzel Washington está além da categoria: um titã da tela que também é um artista sutil e sensível, com um sério treinamento de palco e uma presença marcante como estrela de cinema apaixonada pelo que faz. Ele pode fazer Shakespeare e August Wilson, vilania ou heroísmo. Ele faz atuar parecer tão simples quanto respirar. Ele respira dramaturgia.”

E aí, você concorda com a escolha?

Confira a lista completa:

1) Denzel Washington
2) Isabelle Huppert
3) Daniel Day-Lewis
4) Keanu Reeves
5) Nicole Kidman.
6) Song Kang Ho
7) Toni Servillo
8) Zhao Tao
9) Viola Davis
10) Saoirse Ronan
11) Juliane Moore
12) Joaquin Phoenix
13) Tilda Swinton
14) Oscar Isaac
15) Michael B. Jordan
16) Kim Min-hee
17) Alfre Woodard
18) Willem Dafoe
19) Wes Studi
20) Rob Morgan
21) Catherine Deneuve
22) Melissa McCarthy
23) Mahershala Ali
24) Sonia Braga
25) Gael García Bernal

Lembrando que o próximo filme de Washington é ‘The Tragedy of Macbeth‘, primeiro filme solo de Joel Coen, que chega aos cinemas norte-americanos em 25 de dezembro. .

Já despontando como um dos grandes favoritos do Oscar, o filme recebeu 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, “liderado por um Denzel Washington estelar, The Tragedy of Macbeth reduz a história clássica aos seus fundamentos visuais e narrativos.”.

Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.

Assista ao trailer:

Washington vive o personagem-título, enquanto McDormand será Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncan Moses Ingram como Lady Macduff. Corey Hawkins está em negociações para participar do filme.

A produtora A24 será a responsável por lançar o projeto.

Em 2015, a peça de Shakespeare ganhou uma nova adaptação, intitulada ‘Macbeth: Ambição e Guerra‘. Essa versão foi estrelada por Marion Cotillard e Michael Fassbender.

Documentário vai explorar os últimos dias de vida e a misteriosa morte da atriz e cantora Brittany Murphy; Assista ao trailer!

De acordo com a People, os últimos dias de vida da atriz e cantora Brittany Muprhy, falecida aos 32 anos em 2009, serão retratados em um documentário da HBO Max em parceria com a Blumhouse Productions.

Intitulado ‘What Happened, Brittany Murphy?‘ (O que aconteceu, Brittany Murphy?), o documentário pretende mostrar um lado ainda desconhecido sobre a atriz de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ (1995) e ‘Garota, Interrompida’ (1999).

Ela também fez bastante sucesso por suas participações em ‘Os Garotos da Minha Vida(2001), ‘8 Mile’ (2002), ‘Recém-Casados’ (2003) e ‘Sin City – A Cidade do Pecado’ (2005).

Seu último trabalho foi no terror psicológico Something Wicked‘, lançado postumamente em 2014.

Durante anos, a causa da morte foi considerada um grande mistério, já que Murphy foi encontrada sem vida no banheiro da própria casa, localizada em Los Angeles.

Após o incidente, sua mãe relatou que passou o dia anterior com a filha, que estava bastante introspectiva e vomitando a todo momento, além de se manter trancada no quarto.

Anos mais tarde, exames apontaram que Murphy apresentava sinais de pneumonia, deficiência de ferro e “intoxicação por múltiplas drogas”.

Para o pai da atriz, não há dúvidas de que ela foi envenenada pela mãe, mas a morte foi oficialmente considerada acidental.

O mistério se tornou ainda mais forte quando seu marido, o roteirista e diretor Simon Monjack, foi encontrado morto cinco meses após a partida de Murphy, apresentando os mesmos sintomas de pneumonia e anemia por falta de ferro no sangue.

Falando nisso, o passado sombrio de Monjack também é tema do documentário.

Em um trecho do documentário, a ex-noiva de Monjack, Elizabeth Ragsdale, diz que:

“Ele era um indivíduo perturbado que estava acostumado a enganar as pessoas e Brittany foi uma de suas últimas vítimas.”

A maquiadora Trista Jordan, que trabalhou com Murphy em ‘Something Wicked‘ que a aparência da atriz em seus meses finais foi alarmante.

“Seus olhos estavam fundos e ela parecia tão triste. Ela já não era ela mesma. Ela estava com muita dor. Ela estava com as pernas finas e nem conseguia ficar de pé.”

Além disso, a produção trará depoimentos inéditos dos familiares de Murphy e especialistas com a promessa de ir além das teorias da conspiração e manchetes tendenciosas para oferecer um retrato íntimo e profundo da estrela.

Dividido em suas partes, ‘What Happened, Brittany Murphy?‘ será lançado na plataforma de streaming em 14 de outubro.

Confira o trailer:

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Produtora fala sobre a possibilidade de novos filmes derivados

007: Sem Tempo Para Morrer‘ já é um sucesso de crítica e bilheteria ao redor do mundo, consagrando a jornada do astro Daniel Craig como um dos melhores intérpretes do amado espião britânico.

E com o ator encerrando sua trajetória como James Bond, muito tem se especulado a respeito do futuro do personagem.

E além das discussões envolvendo o possível novo intérprete do herói de ação, também tem se falado sobre a possibilidade de outros personagens da saga ganharem suas próprias histórias independentes.

E durante uma entrevista ao Fandango, a produtora da franquia, Barbara Broccoli foi questionada a respeito da possibilidade de 007 ganhar outros filmes ou séries derivados, baseados nos demais personagens de destaque do filme ‘Sem Tempo Para Morrer‘.

E segundo ela, é improvável que isso aconteça:

“Nós nunca fizemos um spin-off no passado e não creio que temos qualquer plano para fazer isso no futuro”. 

Vale lembrar que Henry Cavill é um dos preferidos para viver o novo James Bond.

007 – Sem Tempo para Morrer‘ surpreendeu e conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões em sua estreia no mercado internacional.

O longa arrecadou US$ 119.1 milhões através de 17 mercados – incluindo o Brasil, onde o filme abriu em primeiro lugar.

Vale lembrar que a produção superou as projeções iniciais, que indicavam uma estreia internacional em torno de US$ 90 milhões

Lembrando que 007 – Sem Tempo para Morrer’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O longa abriu 87% de aprovação no Rotten Tomatoes e recebeu grandes elogios por sua intrigante trama e por honrar a jornada de Daniel Craig como o amado espião britânico.

A produção ainda foi considerada uma excepcional despedida de Craig do papel que ajudou a alavancar ainda mais sua carreira ao estrelato.

O filme será o mais longo de toda a franquia com 163 minutos – 2h 43m – de duração, revelou o IndieWire.

Na trama, o agente secreto britânico (Daniel Craig) está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Venom’: Adaptação dos quadrinhos com Tom Hardy já está disponível na Netflix

O primeiro filme da franquia ‘Venom‘, estrelado por Tom Hardy, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste sábado (09) na grade de programação.

Na trama, o jornalista Eddie Brock desenvolve força e poder sobre-humanos quando seu corpo se funde com o alienígena Venom. Dominado pela raiva, Venom tenta controlar as novas e perigosas habilidades de Eddie.

Ruben Fleischer assina a direção do primeiro filme, a partir de um roteiro escrito por Kelly Marcel, Scott Rosenberg e Jeff Pinkner.

Michelle Williams, Riz Ahmed e Scott Haze também estrelam.

Assista ao trailer:

Vale lembrar que a sequência, intitulada Venom: Tempo de Carnificina‘, chegou aos cinemas nacionais na última quinta-feira (07) quebrando recordes.

O filme arrecadou R$ 3.072.630 em bilheterias no dia de abertura, melhor número desde o inicio da pandemia, em março de 2020.

Este número significa também 4% de renda acima do dia de abertura do primeiro filme lançado em 2018.

A produção da Sony estreou no Brasil em 1.700 salas no Brasil, cerca de 87% dos cinemas em funcionamento.

Confira a nossa crítica da sequência:

 

‘Justiça Jovem’: Pôster da 4ª temporada destaca a nova formação da equipe; Confira!

Após quase um ano sem novidades, a 4ª temporada da animação Justiça Jovemganhou um belíssimo pôster, destacando a nova formação da equipe: Asa Noturna, Aqualad, Superboy, M’gann M’orzz, Tigresa, Zatanna e Rocket.

Lembrando que a nova iteração da animação é intitulada: ‘Young Justice: Phantoms’ (‘Justiça Jovem: Fantasmas’).

Infelizmente, os novos episódios seguem sem data oficial de lançamento, mas devem chegar ao catálogo da HBO Max no final de 2021 ou no início de 2022.

Confira o pôster:

Criada por Brandon ViettiGreg Weisman, a série serve como contraparte jovem para a famosa equipe adulta Liga da Justiça.

A trama centra-se na jornada de um grupo de ajudantes e protegidos de super-heróis tentando mostrar-se eles próprios como heróis, enquanto lidam com problemas típicos da adolescência em suas vidas pessoais.

O elenco é formado por Jesse McCartney, Nolan North, Stephanie Lemelin, Jason Spisak, Zehra Fazal, Troy Baker, Khary Pyton, Alyson Stoner, entre outros.

‘Pacificador’ se exibe em novo pôster da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida’; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o diretor James Gunn divulgou um novo pôster da série do ‘Pacificador‘, mostrando o personagem vivido por John Cena em uma pose exibicionista vestindo seu traje de ‘herói’ e portando sua icônica pistola.

Além disso, o cineasta provocou os fãs ao lembrar que a atração vai ganhar um teaser na DC Fandome, que acontece no próximo dia 16.

Confira:

“Dê a p#rr* de uma chance à paz. A série do ‘Pacificador’ vai ganhar um novo teaser durante a #DCFandome.” 

A série irá explorar as origens de um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

Além de dirigir diversos episódios, Gunn escreveu o roteiro da série. Cena, por sua vez, também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘, por sua vez, já está disponível na plataforma de streaming.

Os Filmes de Terror que Completam 11 Anos em 2021

Sim, caros amigos, o tempo voa cada vez mais rápido e fora de nosso alcance. Para termos uma ideia, filmes que parecem ter sido lançados “ontem”, como A Origem e A Rede Social, por exemplo, estão completando 11 anos de sua estreia em 2010. Já está se sentindo velho? No entanto, como você pode ter lido no título, o tema desta matéria é um assunto muito caro para todos aqui no CinePOP, filmes de terror. E se voltarmos um pouco no tempo, perceberemos que 2010 não foi o melhor dos anos quando falamos no gênero.

É verdade que tivemos o retorno às telonas de dois verdadeiros mestres do horror, John Carpenter e o saudoso Wes Craven, assim como alguns remakes de novos clássicos das décadas de 1970 e 1980, e até mesmo uma nova roupagem para um dos filmes mais icônicos do cinema quando o tema é monstro imortal. Ah sim, as continuações de sucessos recentes não poderiam faltar, assim como versões americanas para obras de terror europeias. No fim das contas, a maioria resultou em longas abaixo da média, seja na opinião dos críticos ou do público. Do lote, podemos citar um projeto verdadeiramente bem sucedido também, que resultou em sua própria franquia muito querida, terminando por cimentar os nomes de uma dupla de cineastas responsáveis ao estrelato.

Sem mais delongas, vamos conhecer alguns filmes de terror famosos que completam 11 anos em 2021.

Leia também: 12 Filmes de Terror que Completam 40 Anos em 2020

Sobrenatural

Começamos a lista com o filme bem sucedido citado acima. Do lote que separamos para vocês, Sobrenatural (Insidious) é o que melhor coexistiu entre boas avaliações da crítica e sucesso do público. Tanto que seguiu para gerar mais três continuações, e a possibilidade de novos capítulos. Esse, no entanto, foi um sucesso surpresa de um filme independente, que se comporta como grande herdeiro do clássico Poltergeist (1982).

Fora isso, o primeiro Insidious deu continuidade para a parceria do diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, iniciada em Jogos Mortais (2004), outro grande acerto. Hoje, é claro, Wan e Whannell são estrelas do Time A de Hollywood tendo comandado trabalhos como Aquaman e O Homem Invisível respectivamente.

Demônio

Saindo de grandes nomes do cinema atual para outro, o indiano M. Night Shaymalan já teve seus dias de glória e seus dias de luta. E aqui, o cineasta se via basicamente na segunda parte da frase citada. Após escorregadas consecutivas em A Dama na Água (2006) e Fim dos Tempos (2008), Shyamalan teve um 2010 sofrido. Primeiro com a adaptação de O Último Mestre do Ar, um pretenso e malfadado blockbuster. Depois com a criação de um selo de horror que em muito pouco tempo morreu na praia.

Talvez nem todos lembrem, mas este Demônio seria o primeiro passo do ‘The Night Chronichles’, proposta do diretor para diversos filmes do gênero lançados sob o selo, que contariam com sua produção e direção de artistas em início de carreira. Bem, o resultado deste longa sobre cinco estranhos presos num elevador, onde um deles é o próprio mal encarnado, tratou de pôr um fim a esta empreitada. E você, curte o filme?

Leia também: Os Filmes de Terror que Completam 30 Anos em 2020

A Hora do Pesadelo

Cada época tem a sua tendência no cinema. E quando falamos em terror, as refilmagens começavam a bater muito forte em meados da década de 2000 e ainda não possuem data para acabar. É fato que daqui a pouco todos os filmes antigos do gênero terão ganhado novas roupagens, e quando penso nisso, o que mais resume essa sensação é uma cena de Pânico 4 na qual a personagem de Hayden Panettiere narra em fração de segundos diversas refilmagens de clássicos famosos do gênero das décadas de 1970 e 1980. Pânico 4, Wes Craven… olha a ponte para este remake.

A Hora do Pesadelo (1984) é não somente um dos slashers mais famosos do cinema, como um dos filmes de terror mais icônicos de todos os tempos. E há dez anos ganhava sua refilmagem – após seis continuações e um derivado. Sem qualquer envolvimento de Craven, o novo A Hora do Pesadelo terminou não dando em nada e serviu para colocar, até o momento, um ponto final nas matanças de Fred Krueger. O melhor foi deste remake foi nos apresentar Rooney Mara como protagonista.

O Lobisomem

Agora adentramos por um terreno de obras subestimadas. Por menor apreço que eu tenha por refilmagens de clássicos, não gosto de taxa-las sempre no mesmo patamar, e acredito sim que existam boas “reimaginações”. Não me leve a mal, O Lobisomem foi sem dúvidas uma produção pra lá de problemática, vivendo para se tornar um verdadeiro flop. Com mais jeitão de blockbuster do que de um filme intimista sobre o tema, a versão 2010 para o clássico guarda igualmente seus atrativos, boas atuações e muita criatividade na hora de criar suas cenas.

Os efeitos são legais, temos boas atuações do elenco, em especial Benicio Del Toro e Anthony Hopkins, e a maquiagem… bem, nem precisa ser dito, já que levou o Oscar para o excepcional Rick Baker – o clássico de 1941 foi o que fez o artista se apaixonar por cinema e a profissão. Ou seja, vale muito a pena dar novas chances a este filme incompreendido.

Leia também: Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2020

Deixe-me Entrar

Por falar em refilmagens que recebem menos amor do que deveriam dos fãs, há dez anos ganhávamos a versão americana do cult sueco Deixa Ela Entrar (2008). Não me leve a mal (parte 2), o original é irretocável, perfeito em todos os sentidos e, além disso, não apoio este mau costume dos EUA de querer refilmar sucessos de outras nacionalidades para fugir das legendas – o que só propaga o preconceito com o cinema estrangeiro.

Porém, tirando todos estes entraves da frente, vale mencionar a surpresa com uma obra que todos estavam prontos para odiar, inclusive este que vos fala. O medo era de uma versão muito mais “domada” e que fugisse dos temas principais propostos. No entanto, para a surpresa geral, embora desnecessária, esta refilmagem acerta em todos os quesitos, demonstrando o talento do diretor Matt Reeves e nos deixando muito animados para o seu vindouro The Batman (2022).

Piranha 3D

Este é outro grande acerto quando falamos em terror de dez anos atrás. O longa do francês Alaxandre Aja demonstra como tirar da cartola um remake original, adicionando novos elementos e inclusive mudando a dinâmica do gênero. O Piranha (1978), de Joe Dante, era uma desavergonhada cópia de Tubarão (1975), que tentava desesperadamente surfar em tal onda, no processo se levando a sério. Foi só na sequência comandada por James Cameron (1981) que os realizadores se tocaram do quão ridículo era o material que tinham em mãos, decidindo tirar sarro da coisa toda.

Já o remake, de começo já se mostra uma grande brincadeira, se comportando como uma verdadeira ida a um parque de diversões. O humor é elemento pulsante na produção, que não esquece os sustos, o sangue e as referências: como Richard Dreyfuss num barco, por exemplo. Fora isso, enfatizando ainda mais a diversão, Piranha 3D, como diz o título, se mostrou um dos melhores exemplares da tecnologia dos “óculos no cinema” no período de seu boom – deixando toda a experiência ainda mais saborosa.

Doce Vingança

Por falar no ano de 1978, foi exatamente de onde saiu este puro exemplar do exploitation. Filmes de baixo orçamento cuja trama explorava (no sentido mais literal e intenso da palavra) algum tema – fosse o cinema negro, as lutas marciais, etc., eram lançados a torto e a direito durante seu auge na década de 1970. E o cruel e visceral A Vingança de Jennifer se enquadrava no tópico dos exploitation de “estupro e vingança”, no qual ainda se encaixa Aniversário Macabro (1972), primeiro filme de Wes Craven, por exemplo.

A Vingança de Jennifer viveu para se tornar um dos filmes mais polêmicos da época. E é claro que os produtores de Hollywood iriam tirá-lo do baú durante a “febre das refilmagens”. Assim, há exatos dez anos, chegava às salas a nova versão de I Spit on Your Grave – título original de ambos o clássico e o remake, que por aqui ficou chamado de Doce Vingança. Na trama, uma jovem escritora decide trabalhar em sua casa de campo na floresta, quando é atacada, estuprada e deixada para morrer por caipiras trogloditas. Uma vez recuperando suas forças, a caça agora é caçadora.

A Epidemia

Seguindo pelos remakes de clássicos setentistas, quem entra em pauta agora é o filme do mestre George Romero, pai do cinema zumbi. O Exército do Extermínio (1973), como ficou conhecido este The Crazies no Brasil, nada mais é do que uma tentativa do cineasta em retocar os filmes dos zumbis, dando-lhes uma leve repaginada. Na trama, um vírus feito pelo homem faz uma tremenda bagunça numa cidadezinha, transformando os contaminados em criaturas insanas e raivosas – ou seja, zumbis.

A diferença aqui é um tom mais crítico ao governo americano. Seguindo esta mesma lógica, o remake moderniza o tópico, tem produção do próprio Romero, e trouxe Timothy Olyphant, Radha Mitchell e Danielle Panabaker no elenco. Quem diria que dez anos depois estaríamos vivendo no mundo nossa própria versão deste filme.

Jogos Mortais: O Final

Para sentirmos o drama da situação, até o momento na lista tivemos apenas duas produções originais (bem, uma quase, já que Sobrenatural é praticamente um remake não declarado de Poltergeist) e nada menos que seis remakes. Bem, agora adentramos no terreno das continuações – sempre populares também. Citamos Jogos Mortais (2004) no início do texto, a primeira colaboração entre o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell. E acho que nem mesmo eles esperavam o tamanho sucesso que o filme se tornaria.

O longa se tornou influente, criando (ou modernizando) seu próprio subgênero (os torture porn) e viveu para se tornar o “Sexta-Feira 13” dos anos 2000, com um exemplar lançado a cada ano durante toda a década.  Após cinco continuações lançadas até 2009, finalmente a série chegava à sua autoproclamada conclusão com este Jogos Mortais: O Final – em inglês “Saw 3D”, enfatizando mais o artifício em terceira dimensão do que o fim da franquia em si. E os americanos estavam certos, já que sete anos depois era lançado Jogos Mortais: Jigsaw, e ano que vem estreia Espiral, o reboot encabeçado por Chris Rock. Largar o osso pra quê?

Atividade Paranormal 2

E se Jogos Mortais chegava a seu pseudo desfecho há dez anos, outra franquia de sucesso no terror estava em seus primeiros passos. Assim como Jogos Mortais, Atividade Paranormal foi um sucesso independente inesperado. Este ainda mais, levando em conta que o filme foi feito a troco de banana, com a câmera no estilo found footage e basicamente dois atores numa casa – é quase um filme amador destes de conclusão de curso mesmo.

O filme foi exibido pela primeira vez em 2007 em um festival de terror, mas só veria a luz do dia dois anos depois, após ter chamado atenção de um certo Steven Spielberg, que bancou seu lançamento. Foi só o que o longa assustador precisava para ficar conhecido como A Bruxa de Blair do fim dos anos 2000. O longa virou fenômeno e a campanha de marketing foi insana. Com tanto sucesso é claro que os produtores não iriam dormir no ponto, e um ano depois a continuação era lançada.  Assim, novas sequências e derivados foram lançados em 2011, 2012, 2014 e 2015. Um novo exemplar é prometido para 2022.

A Sétima Alma

Terminando a lista, mas não menos importante, muito pelo contrário, temos as voltas de duas verdadeiras lendas do cinema de terror: Wes Craven e John Carpenter. Aqui, começamos pelo primeiro, falecido em 2015 e deixando muita saudade. Os anos até sua morte não foram tão gentis para a carreira do inesquecível Wes Craven, que durante toda a sua filmografia viu altos (A Hora do Pesadelo, Pânico) e baixos (A Maldição de Samantha, Shocker). Depois da trilogia Pânico, Craven lançou apenas mais quatro filmes, incluindo a tardia quarta parte da franquia citada (seu melhor trabalho dentre os últimos, mas igualmente subestimado).

O primeiro que viria era o malfadado Amaldiçoados (2005) – que o reuniu ao roteirista Kevin Williamson para uma história de lobisomens desta vez – você pode ler sobre o filme aqui. Cinco anos sem filmar e o diretor retornava neste longa saído de uma ideia unicamente sua. E mais uma vez, Craven viu um terror seu passar completamente em branco. A história pensada pelo cineasta aqui fala sobre alguns jovens ligados por uma tragédia. A ideia era promover um novo vilão icônico, nos moldes de Freddy Krueger e Ghostface. O resultado? Bem, veja por si mesmo – se tiver coragem.

Aterrorizada

Caminho parecido trilhou outra verdadeira lenda do horror, esta ainda viva. John Carpenter também não estava obtendo bons resultados em seus últimos filmes. Nos anos 2000, por exemplo, dirigiu apenas a ficção com doses de Fuga de Nova York, Fantasmas de Marte – que viveu para se tornar um de seus últimos flops, após o subestimado Vampiros (1998). Assim, quase dez anos após sua visita a Marte, Carpenter resolveu que uma história sobre uma ala só de jovens mulheres num hospital psiquiátrico assombrado seria um bom tema para seu novo filme.

Quem protagoniza é a então promissora Amber Heard – e apesar do título esta não é uma recriação de seu casamento com Johnny Depp (de fato eles ainda não estavam juntos aqui, o que teria sido um grande favor para o universo caso seguissem desta forma). Heard se sai bem como uma jovem traumatizada, que precisa enfrentar seus demônios e talvez alguns externos também, nesta mistura de Garota, Interrompida (1999) num manicômio amaldiçoado. Completando o elenco de jovens problemáticas, Mamie Gummer (a filha de Meryl Streep), Danielle Panabaker (ela de novo!) e Lyndsy Fonseca. E você, tinha ouvido falar deste filme do grande John Carpenter?

Saiba o que está fazendo o elenco de ‘Pânico’ (1996)…

Na coluna ‘por onde anda o elenco…’ já tivemos alguns slashers da retomada dos anos 1990, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana, mas havíamos deixado de fora o carro-chefe e grande responsável pela sobrevida do gênero no período, Pânico. Com o anúncio do quinto filme da franquia, agora pelas mãos da Paramount, a volta do elenco original e a data de estreia já definida para 13 de janeiro de 2022, não existe ocasião mais perfeita para celebrarmos este terror adolescente tão querido pelos fãs. Assim, iremos finalmente recapitular por onde andam os principais envolvidos com sua produção.

Portanto, sem mais delongas, enquanto aquecemos os motores para o quinto capítulo da franquia – e começamos a maratonar os quatro longas anteriores – vamos descobrir, bem a tempo para o halloween, o paradeiro do elenco de Pânico (Scream).

Neve Campbell (Sidney Prescott)

Recentemente, andamos falando muito sobre a estrela da década de 1990, Neve Campbell. Primeiro na matéria sobre as Screm Queens dos 90’s e depois na matéria sobre Jovens Bruxas – o primeiro papel de destaque da atriz no cinema. Na época, Campbell se preparava para a terceira temporada da série Party of Five (O Quinteto), produção que realmente colocou seu nome no mapa. Mas, seu primeiro papel protagonista nas telonas viria alguns meses depois com Pânico – época em que o seriado citado se encontrava a pleno vapor por seu terceiro ano. Há pouco tempo, Neve chegou inclusive a revelar que ninguém nos bastidores do slasher tinha certeza de sucesso.

A atriz mencionou que durante os takes, onde ela e os colegas de elenco esperavam para a próxima cena cobertos de sangue artificial, se perguntavam se no ano seguinte os fãs do gênero usariam a fantasia do assassino Ghostface no halloween, ou se o vilão cairia para sempre no esquecimento, como aconteceu com tantos. Hoje, 24 anos depois, três sequências (e mais uma ficando pronta) e três temporadas de uma série derivada, é seguro dizer que desde sua estreia o Ghostface nunca saiu de moda, e se tornou uma das máscaras mais populares saídas de um filme de todos os tempos. Campbell foi vista na superprodução da Universal Arranha-Céu (2018), ao lado do maior astro da atualidade, Dwayne Johnson, e, como dito, se prepara para estrear Pânico 5 em 2022.

Courteney Cox (Gale Weathers)

O legal dos filmes de terror slasher desta época é que testavam no cinema a capacidade de atores que brilhavam em séries de TV populares. E em Pânico, tínhamos duas jovens atrizes saídas de dois dos maiores programas de TV da época: o citado Party of Five e o fenômeno inesgotável Friends. A série de comédia sobre os seis amigos solteiros vivendo em Nova York é uma das mais populares de todos os tempos, sendo redescoberta consecutivamente por gerações ainda hoje, desde sua estreia lá em 1994. O programa durou dez anos, e na época do lançamento de Pânico em dezembro de 1996, Friends estava, vejam só, igualmente em seu terceiro ano e a pleno vapor. E não apenas isso, como no terceiro episódio da temporada, o programa contou com participação de ninguém menos que David Arquette, imortalizado como o policial Dewey na franquia Pânico!

É claro que Cox viveu a perfeccionista Monica Gellar no humorístico. Vale mencionar que nos quase 25 anos desde o primeiro filme, Cox conheceu o colega citado durante as filmagens, iniciaram um relacionamento, se casaram, ela mudou o nome para Arquette, tiveram uma filha e depois de alguns anos eles se divorciaram, com a atriz voltando ao nome de solteira. Apesar disso, continuam amigos e ambos retornam para o quinto filme. Cox, ainda bem novinha, fez o filme do He-Man, Mestres do Universo (1987), e o primeiro Ace Ventura (1994), com Jim Carrey, no qual estava lindíssima. Depois do fim de Friends, Cox protagonizou a série Cougar Town por seis temporadas, e participou de programas famosos como Shameless (2018) e Modern Family (2020).  No cinema, seu último filme foi a coletânea dramática sobre mães e filhas, Minha Mãe e Eu (2016).

Depois de cinco anos longe das telinhas, Courteney Cox irá volta para o mundo das séries com uma nova comédia de terror intitulada Shining Vale.

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.

David Arquette (Dewey Riley)

O policial atrapalhado Dewey morria no primeiro roteiro de Pânico, mas o carisma de David Arquette no papel foi tanto que os realizadores optaram por mantê-lo vivo no desfecho do filme original. Curiosamente, na continuação de 1997, o mesmo ocorre, com Dewey terminando entre a vida e a morte. Irmão mais novo das atrizes Rosanna Arquette e Patricia Arquette, David possui um jeito peculiar de ser e atuar nos filmes, sempre beirando o estranhamento e a esquisitice, características que leva consigo para seus papeis.

Após o sucesso de Pânico, Arquette teve destaque na comédia romântica Nunca Fui Beijada (1999) e no “terrir” Malditas Aranhas (2002), da Warner. Atualmente, no entanto, fora da franquia Pânico, Arquette se concentra basicamente em filmes da categoria B, sem nomes conhecidos no elenco e produção, e deve estar seguindo os passos do ex-cunhado Nicolas Cage, já que tem nada menos que 7 filmes em fase de pós-produção para estrear antes de Pânico 5, todos, certamente, renegados ao mercado de vídeo por aqui. Fora isso, desde 2000 David Arquette investe na carreira como lutador de luta livre (Wrestling) – é sério!

Drew Barrymore (Casey Becker)

Drew Barrymore era o maior nome do elenco na época do lançamento de Pânico, tanto que os realizadores a queriam no papel da protagonista Sidney. Barrymore, é claro, havia sido uma atriz mirim de sucesso, e um de seus primeiros trabalhos foi o blockbuster E.T. – O Extraterrestre (1982). Na fase adolescente se envolveu em diversos problemas pessoais com o uso de drogas e bebidas, mas deu a volta por cima emplacando em filmes como Relação Indecente, Quatro Mulheres e um Destino, Somente Elas, Amor Louco, Batman Eternamente e Todos Dizem Eu te Amo – tudo isso antes de estrelar Pânico. A atriz achou melhor optar por uma participação menor no filme, terminando com o papel da primeira vítima Casey.

A intenção da atriz era passar ao público a sensação de que nem mesmo o rosto mais conhecido do elenco estava seguro, assim tudo poderia acontecer. Algo orquestrado por Hitchcock em Psicose, porém, ainda mais intenso, já que Barrymore sai de cena logo nos primeiros minutos do filme. A atriz seguiu como nome mais forte do elenco, sendo a única considerada verdadeiramente uma estrela – dentre seus sucessos, a franquia As Panteras, da qual é produtora. Barrymore protagonizou as três temporadas de Santa Clarita Diet, da Netflix, ganhou seu próprio talk show e prepara sua volta às telonas com The Stand-In, comédia sobre uma atriz e sua dublê, onde viverá papel duplo. Seu último filme no cinema havia sido o drama Já Estou com Saudades (2015).

Skeet Ulrich (Billy Loomis)

Pânico é uma bela homenagem orquestrada pelo roteirista Kevin Williamson aos slashers do cinema. Uma das mais fortes referências é ao clássico absoluto Halloween – A Noite do Terror (1978), do mestre John Carpenter. Além das diversas citações, entre elas à atriz Jamie Lee Curtis, e do filme ser exibido na TV durante uma festa num momento chave de Pânico, o nome do personagem de Skeet Ulrich é pura dedicatória ao herói do filme de Carpenter, o psiquiatra do assassino Michael Myers, que trata de caça-lo na noite de dia das bruxas mais perigosa de todas. Porém, o personagem do saudoso Donald Pleasence era por sua vez uma dedicatória ao mestre Alfred Hitchcock e ao namorado da protagonista Janet Leigh em Psicose – que se chamava Sam Loomis (vivido pelo ator John Gavin).

Ulrich foi contratado por sua semelhança física com Johnny Depp, outro ator descoberto por Wes Craven para um de seus filmes, este no caso A Hora do Pesadelo (1984). Billy Loomis logo se torna o principal suspeito dos assassinatos, mas será que o personagem mais óbvio é mesmo o culpado? Depois de participações em filmes como Melhor é Impossível, Newton Boys e Suando Frio, todos ainda na década de 1990, Ulrich deu uma sumida e não cumpriu o estrelato prometido. Atualmente ele se encontra na série Riverdale, sucesso do canal CW.

Rose McGowan (Tatum Riley)

A morena Rose McGowan colocou uma peruca loira para viver Tatum, a desbocada cheia de atitude irmã do policial Dewey, que é também a melhor amiga da protagonista Sidney e namorada do amalucado Stu. É claro que com tantas conexões, apesar de ser a personagem preferida de muitos neste primeiro filme, a coisa ia dar ruim para Tatum. É dela que vem algumas das referências mais legais do longa, como citações a filmes, atores e diretores na forma de trocadilhos, embaralhando títulos e personalidades – como “Wes Carpenter” (mistura dos lendários cineastas do gênero). Apesar de seu destino cruel, a realidade pode ser ainda mais aterradora, já que Pânico, fora das telas, serviu como marco zero para o movimento #metoo e o início das acusações contra o mega produtor Harvey Weinstein.

Pânico foi produzido pelo empresário, e McGowan trabalharia com ele novamente no terror Fantasmas (1998). A atriz foi a primeira a vir a público com as denúncias. Na época, McGowan ainda participou de Um Crime Entre Amigas, Prontos para Detonar e foi parte do elenco fixo da série de sucesso Charmed, sobre um trio de irmãs bruxas, após a saída da problemática Shannen Doherty em 2001. Seu último filme conhecido foi em 2011, com o remake de Conan – O Bárbaro, protagonizado por Jason Momoa, no qual interpretou a vilã.

Matthew Lillard (Stu)

Outro amalucado do elenco, Matthew Lillard trazia sua excentricidade para os papeis que fazia, ficando conhecido pelo jeitão todo particular. Foi assim, por exemplo, em Hackers – Piratas de Computador (1995), no qual atuou lado a lado com a vencedora do Oscar Angelina Jolie, então uma solene desconhecida. Assim, Stu foi apenas mais uma extensão deste “personagem-ator”, cheio de trejeitos e maneirismos, além das gírias, risadas e jeito aloprado em geral.

Desta forma, não é de se espantar que o ator tenha sido escolhido para viver a versão de carne e osso do “maconheiro” Salsicha nos live-action do Scooby-Doo (2002 e 2004). Lillard segue até hoje como a voz do personagem em variadas animações. Ainda aproveitando o sucesso de Pânico, ele faria Wing Commander e 13 Fantasmas. Somente nos últimos anos foi que Matthew Lillard optou por papeis e uma atuação mais séria e contida, longe de sua sempre caricatura. O epicentro de tal mudança foi o indicado ao Oscar Os Descendentes (2011), trilha que continuou em Twin Peaks: O Retorno (2017). Atualmente, ele faz parte do elenco de Good Girls, série da Netflix.

Jamie Kennedy (Randy)

Uma das grandes sacadas de Pânico é a metalinguagem. Os personagens sabiam tudo sobre filmes de terror, e traçavam um paralelo com o que lhes ocorre na “vida real”, dentro do filme. No entanto, nenhum personagem personifica tanto este artifício quanto Randy, o funcionário cinéfilo de uma vídeo locadora (sim, Pânico já está no túnel do tempo) que entende tudo de filmes de terror. Ele é o nerd de plantão, o personagem com que todo aficionado se identifica. Devido a estas características, ele é também o eterno apaixonado pela protagonista Sidney, que nunca sai da “friend zone”.

Após o sucesso na franquia Pânico, na qual permaneceu como favorito de muitos até o terceiro episódio, Jamie Kennedy aproveitou sua popularidade para ganhar seu próprio programa de pegadinhas, intitulado The Jamie Kennedy Experiment (2002-2007). Neste período, resolveu protagonizar comédias ambiciosas para a Warner e sua subsidiária New Line, vide Sequestro em Malibu (2003) e O Filho do Máskara (2005), ambos fracassos de crítica e público, com o segundo vivendo para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos. Em 2018, Jamie Kennedy participou de O Ataque dos Vermes Malditos 6, lançado direto em vídeo.

Wes Craven (Diretor)

O mestre Wes Craven nos deixou em agosto de 2015. Pânico viveu para se tornar um dos maiores sucessos de sua carreira, e uma muito bem-vinda reenergizada em sua filmografia, que na época amargava produções que não estavam emplacando muito com o público. É claro que Craven era dono de sucessos, como A Hora do Pesadelo (1984), mas nos anos que precederam Pânico andava meio mal das pernas. Ele havia lançado, por exemplo, Um Vampiro no Brooklyn – comédia de horror subestimada, protagonizada por Eddie Murphy, no ano anterior.

E nem mesmo uma nova investida pelos pesadelos de Freddy Kruger em 1994 se mostrou apelo de bilheteria suficiente. Craven repetiria muito da metalinguagem, dos bastidores de cinema e do filme dentro do filme tirado de O Novo Pesadelo (1994) para Pânico e suas sequências. Seus últimos trabalhos foram como produtor da série Scream e do longa de terror The Girl in the Photographs. Como diretor, Craven se despediu com Pânico 4 (2011).

Kevin Williamson (Roteirista)

Midas dos slasher adolescentes no fim da década de 1990, Kevin Williamson tinha o dedo em tudo, desde Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, passando por Pânico e sua continuação, até Prova Final – e dizem boatos que retocou o roteiro de Halloween H20. Não bastasse isso, o escritor criou sua própria série de sucesso juvenil com Dawson’s Creek. Mas foi quando se aventurou a dirigir que as coisas saíram dos trilhos e Tentação Fatal (1999) se viu em meio a polêmicas reais, se tornando um fracasso – que muitos sequer tem conhecimento da existência.

Depois da ausência em Pânico 3, Williamson voltaria a se reunir com o colega Wes Craven para duas outras obras, o fracasso Amaldiçoados (2005) e o subestimado Pânico 4 (2011). Williamson, embora nem todos saibam, esteve por trás de seriados de sucesso, como The Following (2013-2015) e Vampire Diaries (2009-2017). Atualmente está em cartaz, como criador, da série Tell me a Story. Infelizmente, em Pânico 5 não teremos o envolvimento dos criadores originais, já que Craven faleceu há cinco anos e Williamson não terá participação no roteiro do longa.

Treta e Baixaria! As 10 Grandes Brigas de Celebridades

Todo mundo adora uma treta, e o CinePOP resolveu trazer à tona este lado feio de Hollywood, que muitos preferiam esquecer. Vamos conhecer algumas das brigas mais emblemáticas nos sets de filmagens.

Mad Max: Estrada da Fúria (2015)

Quem olha o sucesso que Estrada da Fúria fez, entre críticos e o grande público (recebendo inclusive uma indicação ao Oscar na categoria principal de melhor filme), não imagina o quanto suas filmagens foram conturbadas. As três maiores forças, responsáveis pelo sucesso do longa, entraram em colisão durante as gravações: Charlize Theron, Tom Hardy e o veterano diretor George Miller, mostrando que a guerra de egos nos bastidores de filmagem podem ser cruéis até mesmo para artistas do porte do cineasta.

O problema principal era Tom Hardy, tido como um ator de temperamento difícil. Theron e Miller vieram a público afirmar que não se deram bem com o ator, o que prejudicou bastante a produção do quarto filme da franquia. Os ânimos estavam quentes entre Theron e Hardy e, durante uma cena de luta, a atriz acidentalmente ou não quebrou o nariz do protagonista com uma cotovelada. Fora isso, ambos Hardy e Theron não compreendiam a visão de Miller e por vezes se sentiam perdidos nas filmagens, sem saber inclusive qual era a motivação de seus personagens durante certas cenas. Como diziam, tudo o que conseguiam ver era o deserto. Uma vez pronto, o filme foi exibido e a dupla finalmente pôde conceber a visão do diretor. Hardy se desculpou publicamente durante a coletiva do filme no prestigiado festival de Cannes.

Batman Eternamente (1995)

O terceiro longa-metragem do Homem Morcego no cinema foi provavelmente o que teve o set mais problemático, isso contando o fiasco que viria a seguir: Batman & Robin. Acontece que Val Kilmer é notoriamente um ator quase intratável e fez da vida do diretor Joel Schumacher um inferno. Tanto que o diretor afirmou que nunca mais iria trabalhar com o ator, a quem chamou de infantil, dizendo que ao invés de resolverem suas diferenças, Kilmer optava por passar dias a fio sem se dirigir ao cineasta.

Os problemas de bastidores em Eternamente não se resumiam ao protagonista e o diretor, já que a “chapa esquentou” entre os intérpretes dos vilões também. Segundo o próprio Jim Carrey (que roubou a cena no filme, devido a sua popularidade na época, na pele de Charada), ele e Tommy Lee Jones não se deram bem. Carrey se pronunciou dizendo que o carrancudo ator (que deu vida ao afetado Duas Caras) deixou bem claro que não gostava de Carrey e de seus filmes, simplesmente se pronunciando desta exata forma ao próprio. Isso é que é uma recepção fria.

Blade: Trinity (2004)

Outro filme de super-herói, outra produção problemática. Aqui, o estresse todo se deu por causa do astro Wesley Snipes, que estava passando por um surto mental. Segundo relatos do ator Patton Oswalt, que viveu Hedges no filme, confirmados por Ryan Reynolds (Hannibal King no filme), Snipes se recusava a interagir com o elenco e membros da equipe, passando a maior parte do tempo trancado em seu trailer fumando maconha. O protagonista também exigia ser chamado de ‘Blade’ e, segundo o próprio, ao quebrar o silêncio com Reynolds apenas proferiu a sentença: “Mantenha a boca calada, você viverá mais assim”. Não sei o que vocês acham, mas soou como uma baita ameaça.

Obviamente, o nível de desentendimento maior ocorria entre o astro e o diretor do longa, David S. Goyer, que tinha a maioria das ideias vetadas, ou pelo estúdio, ou pelo próprio Snipes. De acordo com o próprio Goyer, durante uma das muitas discussões acaloradas, o ator teria perdido a compostura e esganado o cineasta. Fora isso, uma das gafes homéricas envolvendo Blade: Trinity se deu em sua campanha de divulgação, quando um comercial do filme foi veiculado na TV e precisou ser recolhido no mesmo dia. O motivo? Jessica Biel, estrela feminina do longa, foi creditada como a xará Jessica Alba. Após tudo isso, Wesley Snipes atualmente considera o filme águas passadas e já exprimiu o desejo de voltar a interpretar o personagem, agora já nas mãos da Disney / Marvel.

Adoro Problemas (1994)

Não se chega ao topo sem quebrar alguns ovos, ou fazer alguns inimigos. E foi exatamente este o caminho da musa Julia Roberts, considerada uma das maiores estrelas de Hollywood ainda em atividade. Em meados da década de 1990, Roberts estava aos poucos perdendo seu starpower (ou poder de estrela), e aqui, neste filme, pode ser onde tudo saiu dos trilhos.

Roberts não se deu com o colega de cena e par romântico Nick Nolte, a quem acusava constantemente de ser um machista desprezível. As trocas de ofensas e farpas eram constantes, já que Julia também é (ou ao menos era) uma conhecida estrela problemática – durante as filmagens de Hook: A Volta do Capitão Gancho (1991), a equipe e o diretor Steven Spielberg a apelidaram de “Tinkerhell” (uma alusão a sua personagem Tinkerbell e a palavra hell, inferno) e suas cenas precisaram ser reduzidas. Aqui, quanto mais o comportamento machista de Nolte a incomodava, mais o ator fazia questão de enfatizá-lo. No final, a maioria das cenas da dupla precisou ser rodada de forma separada e quando o momento exigia os dois em cena, foram usados dublês. Roberts só recuperaria o prestígio em 1997, com O Casamento do Meu Melhor Amigo.

Os Mercenários 3 (2014)

Os bastidores de uma produção conturbada podem inclusive acabar com amizades de décadas. Foi o que aconteceu em Os Mercenários 3, terceira parte da aventura criadas por Sylvester Stallone. Apesar do terceiro filme exibir as presenças de atores notoriamente problemáticos como Mel Gibson, Harrison Ford e Wesley Snipes, a “treta” rolou entre Sly e seu grande amigo Bruce Willis. O motivo: dinheiro. Segundo relatado, Willis ganharia US$3 milhões por quatro dias de filmagens. Mas o eterno Duro de Matar não se deu por satisfeito, e exigiu US$4 milhões, ou seja, US$1 milhão por dia de filmagem (pois é, tem algo de muito errado com mundo).

Stallone e os produtores se recusaram e Willis pulou fora do projeto, apesar de ter aparecido previamente nos dois filmes anteriores. Às pressas foi chamado Harrison Ford para viver um papel similar. Numa cena, o protagonista pergunta pelo personagem de Willis, ao que Ford retruca: “He´s out of the Picture”, ou “Ele está fora de cena”. A coisa não parou por aí, e Sly veio a público alfinetar Willis antes do lançamento do longa, com frases nas redes sociais do tipo: “ambicioso e preguiçoso, uma receita para o fracasso”. Willis é um conhecido encrenqueiro de bastidores, segundo afirma o diretor Kevin Smith, por exemplo, e recentemente foi retirado da produção de Woody Allen, Café Society, no qual viveria o personagem que ficou com Steve Carell.

A Cartada Final (2001)

Outro astro historicamente problemático, talvez o maior deles, é Marlon Brando. Ao longo de sua carreira, em filmes como A Condessa de Hong Kong (1967), Último Tango em Paris (1972) e Apocalypse Now (1979), só para citar alguns, o comportamento errático do astro se tornou notório. No entanto, esperava-se que o ator aprendesse com os erros e se comportasse bem, ao menos na velhice. Ledo engano, afinal, como já diziam os poetas do grupo de Axé, É o Tchan, “Pau que nasce torto nunca se endireita”.

Aqui, em A Cartada Final, seu último filme, Marlon Brando seguiu se comportando de forma polêmica. O atrito foi entre o astro e o veterano diretor Frank Oz, que além de cineasta, ficou famoso ao ceder a voz para bonecos clássicos, como o Yoda, de Star Wars, e a Miss Piggy, dos Muppets. O estresse atingiu o ápice e Brando começou a se referir a Oz apenas pelo nome da porquinha dos Muppets. Depois, precisou ser dirigido pelo colega de cena Robert De Niro, que tentava jogar panos quentes, já que foi a seu pedido que Brando entrou neste elenco. Será que foi aqui que Edward Norton, outro notório “estrelinha” intratável, aprendeu a se comportar de tal forma?

Corações de Ferro (2014)

Naturalmente, um filme de guerra precisa ser tenso e seus bastidores podem contribuir muito para isso. Foi exatamente o que ocorreu durante as filmagens deste longa do mesmo diretor de Esquadrão Suicida, David Ayer. Na trama, um grupo de soldados fica restrito a um tanque de guerra, durante a Segunda Guerra Mundial. Foi reportado que para manter o nível de tensão nas alturas, os atores todo dia antes das filmagens lutavam entre si. Também foi dito que a maioria tinha medo de Jon Bernthal, pugilista de verdade no passado.

Além disso, Shia LaBeouf, jovem ator que atrai problemas, estava no auge da “surtação”, fazendo cicatrizes reais na pele e arrancando os próprios dentes, a fim de criar maior veracidade para seu personagem. O arranca-rabo, no entanto, quase ocorreu com o filho da lenda Clint Eastwood, Scott Eastwood, um novato em início de carreira. Tudo porque o Eastwood Junior começou a cuspir tabaco no tanque repetidamente, fato que começou a irritar tanto Brad Pitt quanto Shia LaBeouf. As coisas começaram a esquentar entre os três, com Pitt e LaBeouf considerando o ato de Eastwood desrespeitoso. Somente depois os atores foram notificados que estas eram as instruções do novato para a cena.

Três Reis (1999)

Ainda no território dos filmes de guerra, o tempo fechou entre George Clooney e o diretor David O. Russell. O cineasta voltou ao lado certo da linha, fazendo as pazes com o sucesso de maneira renovada após O Vencedor (2010). Daí seguiram O Lado Bom da Vida (2012), Trapaça (2013) e Joy: O Nome do Sucesso (2015), todos aclamados pela crítica e com indicações a prêmios. No entanto, o dia no sol de Russell quase esteve extinto antes disso, mostrando uma das maiores redenções do cinema em anos recentes.

A fama destemperada do diretor o precedia, e a briga homérica no set de Huckabees: A Vida é uma Comédia (2004) se tornou notória, após os vídeos com as explosões de comportamento do cineasta vazarem na internet. O maior alvo da fúria de Russell então era a veterana Lily Tomlin, outra persona difícil, constrangendo com berros e palavrões atores do calibre de Dustin Hoffman, Isabelle Huppert e Jason Schwartzman, presentes nas gravações durante os disparates. Antes disso, em Três Reis (1999), Russell viu em George Clooney um desafeto muito mais do que um aliado, atrás das câmeras. Primeiro, porque Russell não queria o ator no filme, e só o aceitou porque suas outras opções estavam indisponíveis. Por sua vez, Clooney não gostou nada da forma como o diretor tratava figurantes e membros da equipe, chamando constantemente sua atenção. O ápice veio e os dois saíram no braço. Apesar de terem jurado jamais trabalhar juntos novamente, Clooney reconhece o talento do diretor. Bem, ele fez maravilhas para a carreira de Jennifer Lawrence.

Instinto Selvagem (1992)

Sharon Stone, então uma atriz em vias de deslanchar em sua carreira, também não era a primeira opção do cineasta holandês Paul Verhoeven. Conhecido pelo teor polêmico e sexual de suas películas, Verhoeven se aventurava em sua produção mais ousada, na qual o sexo era a palavra de ordem. O astro Michael Douglas topou participar do projeto, já que temia que filmes assim perdessem de vez o lugar em Hollywood devido ao pavor da Aids que dominava o mundo na época. Assim sendo, tudo estava no lugar para um dos filmes mais eróticos de que se tinha notícia, que viria a chocar e marcar seu lugar na história do cinema.

Douglas e Sharon Stone realizaram todas as ousadas cenas tórridas sem o uso de dublês. Mas foi quando a atriz realizou a infame cena da cruzada de pernas, num momento fora da cama, que o bicho realmente pegou entre ela e o diretor da obra. Segundo Stone, o cineasta pediu para que ela tirasse a calcinha, pois estava refletindo na câmera e atrapalhando a cena. A ingênua atriz atendeu o pedido, nunca em um milhão de anos imaginando que a mente fértil de Verhoeven estava a muitos passos na frente. Foi só durante a premiere do longa, que miss Stone pode conferir como ficou a cena e notar que o artista havia dado um baita close em sua genitália. Resultado, um safanão da atriz no rosto do diretor, e depois o perdão com a repercussão positiva do filme. Segundo Verhoeven, a atriz sabia do combinado e havia concordado, dando para trás por ter ficado envergonhada depois. Ano passado, o cineasta se debulhou em elogios para sua protagonista Isabelle Huppert no igualmente polêmico Elle.

Ilha do Doutor Moreau (1996)

O último item desta lista reúne dois notórios meninos-problema. Trata-se de Marlon Brando e Val Kilmer, que tiveram que ser controlados pelo pobre veterano John Frankenheimer (falecido em 2002). De forma surpreendente, Kilmer causou mais mal estar do que o icônico Brando, cuja peculiaridade no set se deu apenas por usar um ponto eletrônico no ouvido para as falas, já que sua dificuldade para decorar os textos era notória. Segundo o ator David Thewlis, o verdadeiro protagonista do filme, Brando captou até mesmo sinais de rádio da polícia com sua escuta nas filmagens.

Kilmer, por outro lado, aceitou participar do longa pelo sonho de contracenar com o ídolo Brando, a quem pode imitar durante algumas cenas, e depois reprisar a imitação no recente Virgínia (2012), de Francis Ford Coppola. Segundo relatos, Kilmer foi um verdadeiro pesadelo durante as gravações e sempre que terminava o trabalho, os envolvidos agradeciam a Deus. Segundo envolvidos na produção, no último dia de filmagens, ao terminar sua participação, o diretor Frankenheimer proferiu as seguintes palavras: “ótimo, agora tirem este bastardo do meu set”. Amor assim precisa ser conquistado.

E vocês, conhecem alguma briga de bastidores em Hollywood que queiram nos contar? Deixe nos comentários abaixo. =)

‘O Mistério das Mortes de Burari’: Minissérie documental já está disponível na Netflix

A minissérie documental ‘O Mistério das Mortes de Burari‘ já está disponível na Netflix. A produção, de origem indiana, teve a sua estreia nesta sexta-feira (08).

Suicídio, assassinato… ou outra causa? Esta série documental examina teorias e verdades arrepiantes em torno das mortes de 11 pessoas de uma família indiana.

Confira o trailer:

‘Zodíaco’: Mark Ruffalo reage à identificação do assassino que inspirou o filme; Confira!

O mistério do Assassino do Zodíaco tem confundido as pessoas desde o final dos anos 1960, já que o criminoso vinha provocando a polícia durante anos e nunca foi oficialmente identificado ou apreendido.

No entanto, uma equipe dedicada a casos arquivados conhecida como The Case Breakers – que é composta por mais de 40 investigadores, jornalistas e oficiais de inteligência militar alegaram finalmente ter identificado o assassino.

Segundo a equipe, o serial killer era Gary Francis Poste, que morreu em 2018.

Obviamente, a notícia se tornou um dos assuntos mais comentados da semana e chamou a atenção de Mark Ruffalo, que estrelou uma adaptação do caso no filme ‘Zodíaco‘, dirigido por David Fincher.

Em seu perfil do Twitter, o astro escreveu:

“Eu já estive nessa estrada antes. Eles fizeram um filme sobre isso. Talvez [tenham descoberto a identidade do assassino], talvez não. A cada ano, alguém diz que descobriu. Vamos torcer para que eles tenham o cara certo. #Zodíaco”

Confira, junto com as informações sobre o caso:

Imagem divulgada pelo grupo de investigadores Case Breakers

O responsável pela série de crimes que aconteceu na década de 60 é um homem chamado Gary Francis Poste. Infelizmente, a sua identificação chega um pouco tardiamente, uma vez que ele falecera ainda em 2018, sem nunca ter sido detido ou responsabilizado pelos crimes cometidos.

Poste se consagrou publicamente por sua habilidade de escapar da polícia e por constantemente zombar das autoridades, enviando pistas, códigos e enigmas relacionados aos seus assassinatos em cartas para o jornal San Francisco Chronicle.

Acredita-se que o Assassino do Zodíaco cometeu seus crimes num intervalo de 10 meses, entre 1968 e 1969, no norte do estado da Califórnia. Suas cartas ameaçadoras foram enviadas deste então até o ano de 1974.

De acordo com a Fox News, uma equipe de mais de 40 detetives, jornalistas e oficiais de inteligência militar formaram os chamados Case Breakers, que acreditam que Poste é o responsável por um assassinato em 1966 na cidade de Riverside, no sul do estado.

A história do serial killer acabou servindo de inspiração para diversos filmes, sendo ‘Zodíaco‘, o mai famoso deles.

Lançado em 2007, a produção é dirigida pelo aclamado cineasta David Fincher e é estrelada pelo trio de atores da Marvel: Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo e Robert Downey Jr., além de Anthony Edwards, Chloë Sevigny, Brian Cox e John Carroll Lynch.

Na trama, o medo aumenta em São Francisco com os ataques de um assassino maníaco chamado Zodíaco. Investigadores e jornalistas tentam descobrir a identidade do assassino e levá-lo à justiça. Enquanto isso, Zodíaco provoca as autoridades com mensagens crípticas, cifras e telefonemas ameaçadores.

James Vanderbilt assina o roteiro.

Vale lembrar que o filme ‘Zodíaco’ está disponível no streaming Telecine e na Globoplay.

‘Something’s Wrong With Rose’: Ator de ‘Pânico 5’ estrelará novo terror sobrenatural

Kyle Gallner

De acordo com o The Hollywood Reporter, Kyle Gallner, que está no elenco do novo filme da franquia ‘Pânico‘, estrelará o terror ‘Something’s Wrong With Rose‘.

O elenco ainda contará com Kal Penn, Jessie T. Usher, Sosie Bacon, Rob Morgan, Judy Reyes, Caitlin Stasey e Gillian Zinser.

A trama acompanhará uma psiquiatra que, após um incidente traumático com um paciente, começa a ter visões assustadoras e a suspeitar que está sendo seguida por uma entidade sobrenatural.

Parker Finn será responsável pela direção e pelo roteiro.

A produção é baseada no curta Laura Hasn’t Slept.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Após sucesso dos longas sobre Suzane von Richthofen, Galeria fará filme sobre outro caso que chocou o Brasil

A Galeria Distribuidora anuncia o seu novo projeto original, uma produção sobre o caso do Castelinho da Rua Apa, local que desde os anos 30 carrega a fama de ser mal assombrado.

A obra de ficção, ainda em fase de desenvolvimento, será inspirada na lenda e imaginará o que pode ter acontecido com três membros da família Reis, mãe e dois filhos adultos, encontrados mortos dentro da sua residência em 1937.

Muito influente na elite da cidade de São Paulo da época, a família Reis era dona do Broadway, um cinema na Avenida São João e vivia em um peculiar castelo na mesma avenida. Esse é um dos crimes mais intrigantes de todos os tempos porque até hoje é cercado de mistério, inconsistências e dúvidas sobre os fatos.

Com produção prevista para o primeiro semestre de 2022, diretor e elenco serão divulgados nos próximos meses pela Galeria Distribuidora.

Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora e codiretor geral da Diamond Films Brasil, é o produtor do projeto em desenvolvimento. O executivo comenta: “Estamos agora celebrando o sucesso dos lançamentos dos nossos filmes A Menina Que Matou Os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, mas não entraríamos em outro projeto do gênero True Crime se realmente não acreditássemos no potencial da história. Não queremos apenas replicar histórias, gêneros ou formatos, mas sim desenvolver cases e conceitos únicos para cada obra que desenvolvemos, e não será diferente nesse caso!”. 

 

Michael B. Jordan interpretará o primeiro ‘Superman’ negro em série da HBO Max

Conforme indicavam os rumores nos últimos anos, Michael B. Jordan vai mesmo interpretar o Superman.

De acordo com o Collider, o astro de ‘Creed’ e ‘Pantera Negra está desenvolvendo uma produção do Homem de Aço para a HBO Max através de sua produtora, a Outlier Society.

Foi dito que um roteirista ainda não divulgado oficialmente já foi contratado para escrever o projeto, que deve ser uma série de TV focada em Val-Zod, um dos Superman negros da DC Comics.

Para quem nunca ouviu falar, o personagem é o Superman da Terra 2 e um dos últimos Kryptonianos. Sendo o segubndo da raça a assumir o título, Val-Zod ficou órfão depois que seus pais foram executados pela alta corte de Krypton, embora ele tenha sido encontrado na Terra 2 por Terry Sloan, que ofereceu abrigo ao jovem alienígena para ‘protegê-lo’ do mundo exterior.

O outro Superman negro é Calvin Ellis, o Superman da Terra 23, onde é o Presidente dos Estados Unidos.

Pelo visto, a produção de Jordan não tem relação com o vindouro filme produzido por J.J. Abrams, que está atualmente sendo escrito por Ta-Nehisi Coates, roteirista de HQs do ‘Pantera Negra e do ‘Capitão América’ para a Marvel.

Fontes próximas ao Black Girl Nerds também indicaram que Jordan não estava interessado no projeto Abrams porque será mais uma história protagonizada por Clark Kent/Kal-El.

Por enquanto, ainda não há informações se Jordan irá encarnar Val-Zod ou se outro ator será escalado para o papel principal da série.

Além disso, ainda não há informações sobre possíveis diretores, elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Jordan já havia comentado sobre a possibilidade de viver o primeiro Superman negro nos cinemas.

O nome do ator começou a ser ligado ao do herói após ele se reunir com a Warner Bros., mas aparentemente as negociações não avançaram.

Ele revelou que existem outras franquias e personagens que ele pode interpretar – e parece ter mandado uma mensagem pro estúdio.

“Eu não sei o que realmente está acontecendo com [o Superman Negro] em particular. Mas o nosso desejo e a vontade de todos é ver personagens negros em papeis heróicos. A representatividade é importante… Há tantas oportunidades com franquias diferentes, personagens diferentes que nunca receberam a luz do dia. E há alguns que deveriam estar onde estão. Então, vamos ver como as coisas vão acontecer. “, afirmou.

Assista:

Em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey em 2019, Jordan revelou qual versão do Homem de Aço gostaria de viver nos cinemas.

Ele disse que preferiria dar vida a Calvin Ellis (o Superman da Terra-23) a interpretar Clark Kent:

“É complicado. Eu odeio ser um empresário e entender ambos os lados da situação. Há uma enorme vantagem dentro disso, mas estar sob esse microscópio e ser comparado com tantas versões diferentes do Superman… Eu gostaria de fazer algo original. Eu seria Calvin Ellis. Há outro Superman da Terra-23. Uma versão […] em outra dimensão que é negro nos quadrinhos… Isso existe.”

‘Os Mercenários 4’: Fotos revelam o visual de Megan Fox na sequência

A atriz Megan Fox postou fotos do seu visual para Os Mercenários 4. A atriz será a protagonista feminina e vai estrelar o filme ao lado de Jason Statham, Sylvester Stallone, Dolph Lundgren, Randy Couture e Andy Garcia.

Confira:

Em seu perfil do Instagram, Sylvester Stallone publicou as primeiras imagens dos bastidores.

Em uma das imagens, o astro aparece caracterizado ao lado de Jason Statham, intérprete de Lee Christmas. Na outra, a dupla aparece como civis em um momento descontraído

Na legenda, Stallone escreveu:

“Estou me divertindo muito trabalhando com meu grande amigo Jason no novo ‘os Mercenários’!!!”

Confira:

Segundo o Hollywood Reporter, Os Mercenários 4 não será focada no personagem de Sylvester Stallone, Barney Ross, que dessa vez será coadjuvante.

A história será focada no Lee Christmas, personagem de Jason Statham, que viverá uma aventura ao lado da personagem de Megan Fox.

Além do retorno de Sylvester Stallone, o elenco terá Dolph Lundgren como Artilheiro e Randy Couture como Toll.

Os Mercenários 4‘ também apresentam uma série de novos atores: Andy Garcia, Curtis Jackson, também conhecido como 50 Cent e Tony Jaa.

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.

“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.