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‘Stargirl’: Courtney está à beira da morte na sinopse oficial do episódio 02×11; Confira!

A The CW divulgou a sinopse oficial do 11º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 11”.

Na trama, “depois de um derradeiro encontro deixar a vida de Courtney por um fio, o time se une para determianr quais serão os próximos passos”.

O capítulo vai ao ar no dia 19 de outubro.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Supergirl’ reflete sobre sua vida e suas escolhas na sinopse oficial do episódio 06×16; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Nightmare in National City”, décimo sexto episódio da 6ª e última temporada de Supergirl.

Na trama, “Kara conta a história do seu sonho para Catco, mas quando a cidade é atacada por um monstro de pesadelos no mesmo momento da sua entrevista, ela é forçada a analisar sua vida e decidir se quer continuar a viver como Kara e como Supergirl. À medida que Dreamer lidera as buscas pelo Totem dos Sonhos, que pode extinguir o monstro de National City, ela percebe que precisa pedir ajuda a Maeve. Mágoas antigas ressurgem conforme as irmãs ficam cara a cara”.

O capítulo será exibido em 19 de outubro.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Halloween Kills’: Michael Myers está de volta no novo teaser oficial da sequência; Confira!

Halloween Kills - Official Trailer https://www.youtube.com/watch?v=hL6R3HmQfPc

A Universal Pictures Brasil divulgou um novo trailer oficial da sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 14 de outubro de 2021.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Recentemente, foi divulgado que a sequência terá alta classificação etária e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘The Righteous Gemstones’: 2ª temporada da dramédia da HBO ganha primeiras imagens oficiais; Confira!

Dois anos após o anúncio de novos episódios, a 2ª temporada de ‘The Righetous Gemstones’, série da HBO, finalmente ganhou suas primeiras imagens promocionais.

As fotos foram divulgadas através do Twitter oficial da plataforma de streaming.

Confira:

Ainda sem data de estreia confirmada, acredita-se que os próximos episódios sejam lançados em 2021 ou no começo de 2022.

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

O episódio piloto é escrito e dirigido por McBride, que também assume a função de produtor executivo, ao lado de Jody Hill e David Gordon Green – parceiros da série ‘Vice Principals‘, também da HBO.

‘Carandiru’: Elogiado drama de Héctor Babenco estreia na Netflix!

O elogiado drama brasileiro Carandiru, dirigido por Héctor Babenco (‘O Beijo da Mulher Aranha’), já está disponível na Netflix.

O longa-metragem foi lançado no catálogo de streaming no último dia 01 de outubro.

Relembre o trailer:

Com roteiro de Babenco, Fernando Bonassi e Victor Navas, Carandiru recebeu críticas positivas dos especialistas nacionais e internacionais e arrecadou R$12 milhões.

Médico sanitarista se oferece para realizar o trabalho de prevenção ao vírus HIV no Carandiru, maior presídio da América Latina, durante a década de 1990. Convivendo diariamente com a dura realidade dos detentos, ele presencia a violência agravada pela superlotação, a precariedade dos serviços prestados e a animalização dos presos. Paradoxalmente, ele conhece o sistema de organização interna e o lado frágil, romântico e sonhador dos homens cumprindo pena.

O elenco contou com nomes como Luiz Carlos VasconcelosRodrigo SantoroMilton GonçalvesLázaro RamosCaio BlatMilhem CortazWagner Moura e outros.

‘Grey’s Anatomy’: 17ª temporada já está disponível na Netflix!

A 17ª temporada da adorada série médica ‘Grey’s Anatomy’ finalmente chegou à Netflix.

A nova leva dos episódios estreou na plataforma de streaming no último dia 01 de outubro.

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

‘Clube da Luta’: Famoso filme de David Fincher já está disponível na Netflix!

Ótima notícia para os fãs de David Fincher!

O clássico e elogiado longa-metragem Clube da Luta já está disponível na Netflix. O título foi lançado na plataforma de streaming no último dia 01 de outubro.

Confira:

O clássico, lançado em 1999, conta a história de Jack (Edward Norton) um executivo que trabalha como investigador de seguros, tem uma boa vida financeira, mas sofre com problemas de insônia. Para tentar se curar, ele começa a frequentar terapias em grupo, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando ele conhece Tyler (Brad Pitt). Com ele, forma um clube da luta, onde pessoas são amigas, mas se esmurram violentamente em algumas noites.

Helena Bonham CarterMeat LoafJared LetoZach Grenier também fizeram parte do elenco.

Apesar de ter arrecadado abaixo do esperado nas bilheterias (US$101,2 milhões), o filme encontrou sucesso financeiro após o lançamento do DVD e ascendeu ao status de cult anos depois de seu lançamento.

‘Sex Education’: Novo vídeo explora a história da educação sexual; Confira!

A 3ª temporada de ‘Sex Education‘, aclamada dramédia adolescente da Netflix, finalmente estreou e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo explorando de forma didática a história da educação sexual.

Confira:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

Jake Gyllenhaal revela sua série favorita da Netflix em novo vídeo; Confira!

Jake Gyllenhaal recentemente se reuniu com a Netflix para o remake estadunidense do thriller de ação O Culpado – e, para promover o longa-metragem, participou de um divertido vídeo em que revela qual sua série favorita da gigante do streaming.

Confira:

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘), O Culpado já está disponível.

Na trama, um detetive rebaixado a operador de chamadas de emergência tenta salvar uma mulher desesperada em meio a um dia frenético cheio de revelações – e acertos de contas.

O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

Sarah Paulson, Beanie Feldstein e mais revelam segredos dos bastidores de ‘Impeachment: American Crime Story’ em novo vídeo

FX divulgou um novo vídeo de bastidores oficial de ‘Impeachment: American Crime Story, reunindo-se com Sarah PaulsonBeanie Feldstein e mais para contar alguns segredos da terceira temporada da antologia.

Confira:

Lembrando que o próximo episódio, “Do You Hear What I Hear”, será exibido no dia 05 de outubro.

Na trama, “conforme Monica se prepara para deixar D.C., ela começa a desconfiar de que alguém está divulgando notícias sobre seu caso. Linda se encontra com o FBI”.

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill ClintonBeanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

Lady Gaga e Tony Bennett criam mágica no clipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, do álbum ‘Love for Sale’; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett lançaram recentemente o videoclipe oficial de “I’ve Got You Under My Skin”, novo single do elogiado álbum Love for Sale.

Confira:

O disco marca a segunda colaboração dos artistas, sete anos após o elogiado Cheek to Cheek, e já está está disponível em todas as plataformas digitais.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

Crítica | Round 6 – Série de TERROR da Netflix é inovadora, bizarra e deve se tornar um FENÔMENO

Em um biênio em que a maior parte das pessoas tiveram que ficar em casa e, por conta disso, acabaram consumindo mais entretenimento televisionado, encontrar uma produção que seja inovadora ao ponto de arrebatar pessoas de diferentes idades, culturas e países é uma tarefa quase impossível – e que a sérieRound 6’ conseguiu alcançar facilmente desde a sua estreia na Netflix, tornando-se, em breve, a produção mais assistida da plataforma.

Seong Gi-Hun (Lee Jung-jae) é um pai de família de 47 anos, desempregado, viciado em jogos de azar e devedor de grandes quantias de dinheiro a diversos agiotas. Prestes a perder a filha – que vai se mudar para os Estados Unidos com a mãe – e, literalmente, encontrando-se no fundo do poço, Seong Gi-Hun é desafiado no metrô por um desconhecido que lhe oferece muito dinheiro caso ele o vença em uma partida simples de um jogo bastante similar ao bafo, aquele de cartas. Em seguida, o mesmo desconhecido convida-o a participar de um jogo maior, com uma promessa de muito mais dinheiro como prêmio. Endividado até o pescoço e sem muita opção, Seong Gi-Hun acaba topando participar dessa maluquice, sem saber que essa decisão colocaria literalmente a sua vida em risco.

Dividido em apenas nove episódios de duração distintas, entre meia hora e uma hora, ‘Round 6’ usa a isca certa para fisgar o espectador: o afeto que criamos pela nossa infância. Ainda que se tratando da cultura sul-coreana, bastante diferente da brasileira, a memória afetiva que as pessoas criam das brincadeiras e diversões da época que eram crianças permanece, e muitos jogos são bastante iguais, de modo que qualquer adulto pode se relacionar com o que os personagens estão tendo que enfrentar na trama.

O roteiro de Dong-hyuk Hwang é muito bem escrito e convida o espectador a jogar também. Já no primeiro episódio somos fisgados, hipnoticamente, para dentro desse universo estético muito atraente, mas que no fundo sabemos ser uma grande ameaça. Ainda assim, é impossível desviar os olhos dos desafios simples, porém bizarros, aos quais os personagens são submetidos. O primeiro episódio (o da boneca) propõe o jogo ao espectador: quem quiser continuar assistindo e saber o final da história é só seguir adiante nos episódios; quem achar que o conteúdo é pesado demais, pode ficar apenas no primeiro capítulo mesmo, que já dá o tom do que se trata a série e, inclusive, oferece um final meio que alternativo aos que desistirem do jogo, digo, da série.

Há também um quê de ridículo nas situações por vermos adultos de várias idades desesperados para tentar resolver seriamente brincadeiras muito simples de crianças; tudo isso envolto em uma plasticidade colorida, tentadora e pulsante, cheio de referências à cultura pop e às artes ocidentais, como o famoso quadro de escadas de Escher, e tudo isso ajuda a seduzir espectador e personagem para dentro dessa armadilha infantil.

Não é exagero dizer que ‘Round 6’ é uma das produções mais inovadoras e viciantes dos últimos anos, um verdadeiro fenômeno mundial, que nos leva de volta a nossa infância nos forçando a olhar para nossos anos ternos com mais desconfiança e medo, afinal, é uma deliciosa e instigante série de terror que provoca e desafia a nossa criança interior.

POLÊMICA! Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos foram consultados para ‘A Menina que Matou os Pais’?

Quando foi anunciado o início da produção de ‘A Menina que Matou os Pais‘, muitos leitores ficaram indignados que a horrível história de terror real brasileira seria contada em dois filmes.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Mauricio Eça e o roteirista Raphael Montes falaram sobre a polêmica em torno dos filmes sobre Suzane von Richthofen e revelaram que NENHUM dos envolvidos no caso foram consultados para os filmes.

Assista:

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da história do casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos.

‘A Menina que Matou os Pais’: Quanto Suzane Von Richthofen vai ganhar pelos filmes?

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

‘Halloween Ends’, último filme da franquia, já tem data para chegar nos cinemas

Ryan Freimann, produtor dos novos filmes da franquia ‘Halloween‘, revelou ao ComicBook que o cronograma do terceiro e último filme da saga não foi afetado pela pandemia e pelo adiamento dos filmes.

A última parte da trilogia, Halloween Ends‘, será lançada em 14 de outubro de 2022.

“Continuamos exatamente de onde tínhamos parado. David Gordon Green é um talento. Ele já terminou Halloween Ends e agora está fazendo O Exorcista. Está tudo seguindo conforme planejado”, afirmou.

Em entrevista ao Total Film, Jamie Lee Curtis afirmou que ‘Ends‘ provavelmente marcará a última vez que ela interpretará a icônica sobrevivente Laurie Strode.

“Eu diria que, baseando-me no que sei sobre o terceiro filme, será a última vez que eu irei interpretar a Laurie Strode. E eu não estou dizendo: ‘Ah, eu morro!’. Não tem nada a ver com isso. Estou falando sobre a conclusão da história que construímos. Será um jeito espetacular de encerrar essa trilogia.”

Além disso, o diretor voltou a falar ao site sobre o terceiro filme: “Senti vontade fazer algo diferente. Se fosse para fazer mais do medo, eu preferia deixar outra pessoa assumir. Quando você tem essa oportunidade em uma franquia já estabelecida, é realmente divertido pensar em formas, tons e perspectivas diferentes para evoluir”.

O segundo filme, ‘Halloween Kills‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

Assista ao trailer:

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

EXCLUSIVO! Henry Golding fala sobre ‘G.I. Joe – Snake Eyes’, já disponível em VOD no Brasil

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Henry Golding falou sobre ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘, que já está disponível em VOD no Brasil.

Ele também comentou sobre o possível crossover de ‘Transformers‘ e suas origens.

Assista a entrevista:

“Eu costumava ler os quadrinhos com o crossover entre os personagens. Eles existem no mesmo universo. Quem sabe? Eles estão desenvolvendo um novo filme dos Transformers nesse momento. Espero que possamos explorar o universo do G.I. Joe ao mesmo tempo”, afirmou.

Recentemente, o produtor Lorenzo Di Bonaventura explicou ao Uproxx porque o crossover ainda não aconteceu.

“Para falar a verdade, o estúdio não quer que isso aconteça. É por isso que nunca fizemos. Os executivos que passaram pela Paramount enquanto estivemos fazendo os filmes dessas franquias eram contra. Eles não queriam pegar duas franquias lucrativas e transformá-las em uma só. Enquanto tivermos histórias para as duas franquias, ainda não acho que devemos juntá-las. Mas veja ‘Alien vs. Predador’, o filme estragou um pouco ambas as franquias”, afirmou. 

O filme estará disponível para compra na Apple TV, Google Play e Microsoft Store; e para aluguel digital na NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi e Microsoft Store

Assista ao trailer:

Will Smith revela qual foi O PIOR filme de sua carreira… e os MELHORES!

O astro Will Smith participou do quadro Actually Me da revista GQ e admitiu qual foi o pior filme de sua carreira.

As Loucas Aventuras de James West foi horrível, sinto uma vergonha tremenda. Me ver vestindo aquelas calças… Eu odeio”, revelou.

Ele também elegeu os melhores filmes de sua carreira:

“O melhor filme da minha carreira é um empate entre o primeiro MIB – Homens de Preto e À Procura da Felicidade. Acho esses filmes quase perfeitos”, concluiu.

Em revente entrevista com Jimmy Fallon, ele revelou que não ficou satisfeito com a sequência de ‘MIB – Homens de Preto‘.

Will tem refletido muito ao pensar sobre seu passado, e admitiu que fez filmes que não gostou e teve que mentir para divulgá-los.

O intérprete do agente J admitiu que se sentiu forçado a elogiar ‘MIB 2‘ durante o período de divulgação, mas ficou decepcionado com o resultado do filme:

“Sinceramente, quando estamos divulgando uma produção, sempre vamos dizer: ‘Está incrível, vocês vão adorar o que fizemos nesse filme’. Mas não é verdade, nem sempre o público vai gostar. Quando eu assisto uma versão teste de um filme, eu tenho noção se vai ser bom ou ruim. Com ‘MIB 2‘, eu sabia que os fãs não iriam gostar.”

E ele não está errado… Ao contrário do primeiro filme, a sequência foi considerada uma péssima produção por grande parte dos fãs, apesar de ter se saído bem nas bilheterias mundiais com US$ 441 milhões.

A última vez que Smith atuou na franquia foi em 2012, em ‘MIB – Homens de Preto 3‘, que recuperou um pouco do sucesso e encerrou a trilogia original de forma positiva.

Orçado em US$ 215 milhões, o longa dirigido por Barry Sonnenfeld, arrecadou US$ 624 milhões pelo mundo.

Fever – 20 anos | Ranqueamos todas as músicas do lendário álbum de Kylie Minogue

Kylie Minogue teve muito a celebrar nos últimos dias com o aniversário de Fever, seu oitavo álbum de estúdio.

Minogue nasceu na Austrália e, depois de ter feito sucesso como atriz, investiu esforços em sua carreira de cantora – motivo pelo qual não conseguiu conquistar o mercado estadunidense logo de cara. Apesar de dominar as paradas de sua terra natal e também calcar um nome no Reino Unido, não foi até o já mencionado disco que ela conquistou a América do Norte e demonstrou uma força incomparável.

Além dos hits “Can’t Get You Out of My Head”“Come Into My World”, a vibrante produção estende-se por doze faixas que homenageiam o melhor do disco e do dance-pop e, por sua envolvente sutileza, inspirou diversas artistas a seguirem os mesmos passos de Kylie.

Para comemorar seus recentes 20 anos de lançamento, preparamos uma lista ranqueando todas as canções presentes na versão padrão do álbum.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua track favorita:

12. FRAGILE

Antes de mais nada, é preciso dizer que Fever não tem músicas ruins, por assim dizer, e sim escolhas artísticas que ficam isoladas em segundo plano quando comparadas a canções mais envolventes, dançantes e infecciosas – como é o caso de “Fragile”. A fabulesca semi-balada traz alguns elementos do dream-pop acompanhada por uma cíclica batida que a apaga, talvez por sua presença no miolo do álbum, talvez por não ter a mesma paixão que as outras exibem com tanto fervor.

11. BURNING UP

Num espectro totalmente diferente de “Fragile”“Burning Up” atrai nossa atenção por seus propositais exagero e repetição. A incompreensível acústica do violão que abre a faixa é logo jogada fora e dá espaço a uma explosão de estilos que variam do electro-pop ao nu-disco e que não dão espaço para que Kylie entregue seus melhores vocais e nem mesmo uma letra que fuja da obviedade do título.

10. LOVE AFFAIR

“Love Affair”, também concentrado na metade final do álbum, permite que Kylie dê uma volta completa no estilo que vinha nos apresentando. A sensual e envolvente atmosfera é perfeitamente combinada com seus vocais únicos, ousando até mergulhar no pop-rock (mesmo que brevemente). Porém, não podemos deixar de notar que o brilho de originalidade da faixa é colocada em xeque por suceder as similares progressões de “Come Into My World” e “Can’t Get You Out of My Head”.

9. YOUR LOVE

Depois de sete álbuns que já vinham revelando pedaços de uma versatilidade invejável, Minogue resolveu assumir por completo seu espaço no mundo fonográfico com uma imagem confessional e bastante sedutora. “Your Love” é um dos melhores exemplos disso: sem perder a mão na temática romântica, a artista abre espaço para alguns elementos latinos que adornam o pano de fundo e que culminam para um memorável e delicioso refrão.

8. GIVE IT TO ME

A cantora e compositora foi caracterizada, de modo pejorativo, como “excessivamente camp” quando fez sua estreia no mundo da música – e “Give It to Me” parece uma resposta direta àqueles que nem ao mesmo tentaram compreender sua imagem. Desde a proposital bizarrice dos toques de telefone ao fundo até o despreocupado fraseamento dos pré-refrões, tudo na faixa funciona dentro da fórmula em se resvala (com exceção de uma frenética e desconjuntada conclusão).

7. MORE MORE MORE

“More More More” é um ótimo jeito de iniciar uma jornada tão incrível como Fever. Emulando lendas da música como Donna SummerGloria Gaynor (sem deixar, é claro, de colocar sua própria identidade nela), a canção é uma ode ao neo-disco e já prepara o terreno para o que encontraríamos nas próximas faixas. O único problema da faixa é o fato de ter sido subestimada e de não ter seu gritante apelo comercial explorado ad nauseam por Kylie e por seu incrível time de produtores.

6. FEVER

A espetacularidade da faixa-título de Fever está no minimalismo e na simplicidade de sua produção. O estilo contemporâneo que acompanha os sintetizadores e o teclado eletrônico é guiado por sagazes versos que comparam a ardente paixão aos sintomas febris de uma forte doença. Enquanto a verborragia lírica pode comprometer a aderência de determinada canção pelos ouvintes, aqui essa investida é feita com cautela extrema e carrega uma dinâmica praticidade que nos conduz  fluidamente do começo ao fim.

5. LOVE AT FIRST SIGHT

“Love at First Sight” é uma das músicas mais conhecidas de Kylie Minogue – e uma de suas clássicas assinaturas. Misturando dance-popnu-disco, a faixa se mostra menos experimental e mais simples que outras e, por esse motivo, alcança sucesso em não querer entregar mais do que consegue. Aliás, a artista fica responsável pela composição da faixa e começa a tomar controle da própria carreira e do próprio amadurecimento.

4. DANCEFLOOR

“Dancefloor” é uma das melhores músicas de Fever e não tem o reconhecimento que merece. Apesar das várias inflexões que nos remetem aos anos 1970 e 1980, nenhuma delas é tão impactante quanto a que ouvimos nessa orgásmica e narcótica atmosfera. A track utiliza uma produção à la Diana Ross, habilidosamente acolhida por Steve Anderson e apresentada com otimismo retumbante pela performer.

3. COME INTO MY WORLD

“Come Into My World” rendeu a Minogue seu primeiro e merecido Grammy por Melhor Gravação Dance – e não foi por qualquer motivo: aclamado pela crítica especializada e contando com o manejo aplaudível de Cathy DennisRob Davis, a track é considerada até hoje como uma das melhores músicas dos anos 2000 e uma das melhores da discografia da performer. A vibrante ambientação dance-pop é envolvente do começo ao fim e traz consigo uma potente carga nostálgica.

2. IN YOUR EYES

Sucesso na Austrália e no Reino Unido, “In Your Eyes” não pode ficar de fora das playlists festivas e, certamente, tem um espaço especial em nossos corações. A contagiante faixa tem referências que atravessam as múltiplas gerações da música, fundindo passado e presente no conflito impetuoso entre violinos e sintetizadores – que recheiam uma das rendições mais poderosas e fascinantes de Minogue.

1. CAN’T GET YOU OUT OF MY HEAD

O primeiro lugar de nosso ranking não poderia pertencer a nenhuma outra música além de “Can’t Get You Out of My Head”. Afinal, cada engrenagem dessa intrincada faixa é cuidadosamente arquitetada e incorpora elementos do techno, do pop, do disco e do dance como nenhuma outra.

Com um gancho célebre e extraordinário, Kylie cria mágica ao longo de breves três minutos e cinquenta segundos que poderiam se estender por muito mais tempo sem quaisquer prejuízos. Novamente, Dennis e Davis unem forças para dar vida a uma narrativa que fala sobre obsessão amorosa e que viria se tornar seu single de maior sucesso comercial, com mais de cinco milhões de cópias vendidas ao redor do mundo e ajudando a cimentar seu status como ícone global.

‘Alita: Anjo de Combate’: Abaixo-assinado pedindo SEQUÊNCIA passa mais de 170 mil assinaturas

Lançada em fevereiro de 2019, a adaptação de ‘Alita: Anjo de Batalha‘ registrou uma bilheteria mediana (US$ 404,9 milhões), fazendo a Fox desistir de uma sequência.

Agora que a franquia é de propriedade da Disney, os fãs do longa criaram um abaixo assinado no Change.org pedindo um novo filme, garantindo que a história tem uma grande base de fãs.

E, por incrível que pareça, o documento já registrou mais de 173.000 assinaturas.

Como justificativa, o autor diz que:

“O filme foi feito para gerar sequências e tem uma grande base de fãs, como os leitores dos mangás e o público que conheceu a história a partir da adaptação. Então há uma boa razão para desenvolver novos filmes.” 

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é estrelado por Rosa Salazar, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

Assista ao trailer:

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Casa onde ‘Harry Potter’ cresceu está à venda; Saiba o valor e veja fotos!

Qual fã da saga ‘Harry Potter‘ nunca sonhou em visitar ou morar na casa onde o bruxinho viveu a infância ao lado dos tios na Rua dos Alfeneiros, Nº 04?

De acordo com a Loja Hogwarts, a casa original que serviu de cenário para os filmes está à venda, mas o sonho ainda parece bastante inacessível, pois não é qualquer um que tenha disponível US$ 616.576, aproximadamente R$ 3.360.277.

Desde que a propriedade foi usada nas gravações de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ (2001), a região de Bracknell passou a receber bastante turistas, o que justifica o preço do imóvel.

Em 2003, a casa já havia sido comprada por Sandra Smith, no valor de US$ 324.513. Sete anos depois, ela decidiu vender para outro dono por US$ 376.435.

Localizada na rua Martins Heron, em Bracknell, na Inglaterra, a casa passou por algumas reformas na cozinha, na sala de jantar e no banheiro, mas manteve o gramado do quintal e o icônico quarto embaixo das escadas, onde Harry morava antes de ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

De qualquer forma, quem passar por Bracknell pode ter seu sonho realizado ao visitar a propriedade.

Confira algumas imagens:

 

10 ÓTIMOS Filmes que FRACASSARAM nas bilheterias…

Já percebeu que muitas vezes aquele filme que adoramos não faz sucesso. Ou quando ficamos esperando a continuação prometida (quando é o caso) e ela nunca chega. Isso se deve ao fraco desempenho de determinada obra nas bilheterias.

Uma crítica positiva ou negativa pode influenciar o resultado, no entanto, na maioria dos casos o sucesso de um filme depende mesmo do público. Enquanto precisamos aguentar o sucesso de produções como Transformers e Crepúsculo, filmes elogiados ficam muitas vezes a ver navios.

Pensando nisso resolvemos criar uma lista com dez filmes que fizeram menos sucesso do que mereciam. Veja abaixo e diga se concorda.

Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres

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Muitos ainda preferem a versão sueca original das adaptações das obras do escritor Stieg Larsson. Mesmo eles não podem negar que a versão de David Fincher é primorosa. Bancada pela Sony, a produção foi cara (mas podemos ver cada centavo na tela) e trouxe nomes famosos no elenco, como Daniel Craig.

O empenho da então novata Rooney Mara ao viver a protagonista Lisbeth Salander foi tão intenso que rendeu para a atriz uma indicação ao Oscar. Mara chegou a perfurar os mamilos de verdade para suas cenas de nudez no filme. Numa entrevista na época, revelou que ainda mantinha os piercings para a continuação.

Millenium não atingiu a renda esperada pelo estúdio e até hoje sofre um grande embargo, sem que a Sony saiba o que fazer com os projetos das continuações. Um dos motivos que explica a falta de retorno é o gênero do filme, um suspense barra-pesada, mirado a uma fatia específica do público e para maiores de idade.

Orçamento: US$ 90 milhões.

Renda: US$232 milhões.

Scott Pilgrim Contra o Mundo

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Um dos filmes mais legais e criativos dos últimos anos, Scott Pilgrim é baseado nos conceituais quadrinhos de Bryan Lee O´Malley. O talentoso diretor britânico Edgar Wright (da trilogia do Cornetto) utiliza muito de seu típico humor afiado e seco, que casa perfeitamente com a obra de O´Malley.

Justamente por isso, por ser um filme com um tipo de humor específico, diálogos e sacadas rápidas, Scott Pilgrim passou em branco junto ao grande público, sempre acostumado a receber mais do mesmo. O filme ficou abaixo, por exemplo, de Kick-Ass, lançado no mesmo ano (um bom filme, mas muito menos criativo).

Scott Pilgrim é dono de estética e visual únicos. Mistura quadrinhos, música e vídeo games, ou seja, o sonho de consumo da cultura pop. Mesmo enaltecido pelos especialistas como uma das melhores produções pipoca do ano, o filme não teve o devido reconhecimento do grande público.

Orçamento: US$ 60 milhões.

Renda: US$ 47 milhões.

Círculo de Fogo

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Robôs Gigantes contra monstros gigantes são uma venda difícil para o grande público. Muitos não querem ver isso. No entanto, dentro deste conceito, a superprodução de Guillermo del Toro é muito bem explorada, e cria bons personagens dentro de tal mundo. O roteiro é bem explicado e os detalhes são minuciosos. Mas não tem como fugir do grande mote: monstros gigantes contra robôs gigantes. A superprodução é muito mais satisfatória do que tantas outras que caem nas graças do grande público (não irei citar nomes).

Dentro desse mesmo paradigma podemos encaixar ainda outra superprodução satisfatória e injustiçada, Godzilla. Essa, felizmente, um sucesso de público. A falta de um grande interesse retardou a chegada da inevitável sequência. O filme é o sonho das crianças que assistiam aos seriados japoneses como Jaspion e Changeman.

Orçamento: US$ 190 milhões.

Renda: US$ 411 milhões.

Os Mercenários 3

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Tudo bem que a terceira incursão na “piada” confeccionada por Stallone não foi um grande sucesso de crítica. Mas também não diferiu muito do resultado dos primeiros filmes. O teor do terceiro foi em grande parte semelhante ao dos antecessores.

Stallone respeita o mesmo conceito, e o legal dos filmes desta série é justamente ver quem irão trazer de volta da aposentadoria. No terceiro, entram na brincadeira Wesley Snipes, Harrison Ford, Antonio Banderas e Mel Gibson. O resto é ação descerebrada, típica dos anos 1980.

O verdadeiro motivo pelo mau desempenho foi o filme ter vazado na internet um pouco antes de seu lançamento nos cinemas. Tá certo que a apresentação de uma equipe de jovens mercenários não colou, e a censura mais branda – mirando a um público mais amplo – também foi considerado golpe baixo. O que importa é que a franquia dos velhinhos durões ainda é legal, e queremos ver novos episódios.

Orçamento: US$ 90 milhões.

Renda: US$ 206 milhões.

Dredd

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A primeira adaptação dos quadrinhos ingleses de John Wagner e Carlos Ezquerra para o cinema foi uma verdadeira bomba (por falar em Stallone). Uma nova tentativa de levar o interessante personagem às telonas era planejada por anos. Finalmente ela saiu do papel em 2012, com um filme que respeitava a essência violenta da obra.

Num futuro distópico, Dredd faz parte da corporação de agentes da lei, que são juiz, júri e carrasco num só. A trama mistura essa realidade de ficção com personagens bem explorados, juntando tudo num filmaço de ação conceitual, passado inteiramente dentro de um conjunto habitacional recheado de criminosos. A história se desenrola no imenso prédio e o resultado é uma mistura de Cidade de Deus e Operação Invasão passado no futuro.

Por sua censura alta (drogas e violência), Dredd não rendeu o esperado. Agora é a velha batalha entre o estúdio e os fãs, que exigem mais filmes do novo Dredd.

Orçamento: US$ 50 milhões.

Renda: US$ 35 milhões.

Jack Ryan – Operação Sombra

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Pobre Jack Ryan. O personagem criado pelo romancista Tom Clancy é o agente secreto menos eficiente do cinema. Explico: seus filmes são os menos satisfatórios financeiramente da galeria que conta com James Bond, Ethan Hunt e Jason Bourne.

Pode-se explicar também que os filmes protagonizados pelo agente da CIA são mais sérios e voltados para a história, e nem tanto para a ação. Os filmes de Ryan soam mais como suspenses políticos do que blockbusters propriamente ditos. Ou melhor, eram.

Iniciada com Alec Baldwin no papel (Caçada ao Outubro Vermelho), as aventuras de Ryan seguiram com o rosto de Harrison Ford (Jogos Patrióticos e Perigo Real e Imediato). Em 2002, um Ryan mais jovem foi planejado na pele de Ben Affleck, mas A Soma de Todos os Medos morreu na praia. Um novo reboot foi tentado em 2014, com Operação Sombra – e um Ryan ainda mais novo (Chris Pine), entrando na CIA. O que parece funcionar nos livros, não emplaca no cinema. O novo Ryan é inclusive voltado ao público mais jovem e mais próximo a um filme de ação.

Orçamento: US$ 60 milhões.

Renda: US$ 135 milhões.

O Poder e a Lei

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Esse é outro filme baseado em um livro de sucesso, que contém um protagonista que gostaríamos de ver novamente nas telas. O escorregadio advogado de porta de cadeia (o filme quase teve esse título no Brasil) Mick Haller possui malandragem das ruas, cruzando-as com seu motorista num Lincoln – daí o título original “Lincol Lawyer”.

Esse é o primeiro de uma série de livros que retratam os casos do personagem. Um suspense de primeira dirigido por Brad Furman, que serviu de divisor de águas na carreira do renovado Matthew McConaughey (a chamada McConassença).

O próprio ator (que interpreta o protagonista) já demonstrou vontade de retornar ao personagem diversas vezes, mas um novo caso parece estar difícil de sair do papel.

Orçamento: US$ 40 milhões.

Renda: US$ 75 milhões.

Pânico 4

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O filme Pânico original, de 1996, foi um verdadeiro marco para o cinema de terror, ajudando a reestruturar o gênero, com a adição de muito humor e metalinguagem. A continuação não demorou a aparecer, igualmente bem sucedida, e avaliada por muitos como superior ao original.

Para a terceira parte, um embargo de três anos. Os atores não queriam ficar presos aos personagens, imaginando novos ares para suas carreiras. A perda de ritmo fez do terceiro filme um relativo fracasso. Mais de dez anos depois, numa época de sequências tardias (Tron, Wall Street, Indiana Jones), chega o quarto episódio.

Embora recebido inicialmente com certo ceticismo, Pânico 4 se mostrou um bom reencontro com velhos amigos queridos. Mais do que isso, em sua estreia a crítica enalteceu a obra. Novos aspectos de sátira foram criados (que haviam ficado de fora antes devido a época), em especial em cima da “fama a qualquer preço”, provida pelas mídias sociais.  Mesmo com o sucesso de crítica, o público não compareceu como deveria, minando os planos para um quinto episódio, que foi aportar na TV.

Orçamento: US$ 40 milhões.

Renda: US$ 97 milhões.

O Estranho Thomas

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Essa é uma produção desconhecida do grande público. Um filme obscuro, por assim dizer, que no Brasil recebeu um lançamento direto no mercado de vídeo. No entanto, uma vez que damos chance ao filme descobrimos um terror cômico muito eficiente, recheado de referências e tiradas espertinhas nos diálogos.

Baseado na série literária de Dean R. Koontz (num total de seis livros), a primeira adaptação para os cinemas é dirigida por Stephen Sommers (A Múmia e G.I. Joe) e traz Anton Yelchin como protagonista. Existe ainda um forte teor emotivo aqui, totalmente inesperado, em seu desfecho.

Gugu Mbatha-Raw e Willem Dafoe estão no elenco, mas quem chama atenção é Addison Timlin, no papel da namorada do protagonista. Devido a problemas legais com produtoras, no que diz respeito a divulgação, o filme não emplacou como deveria. “Odd Thomas” merecia novas aventuras.

Orçamento: US$ 27 milhões.

Renda: US$ 570 mil.

O Espetacular Homem-Aranha 2

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Bem, vamos lá. Os novos filmes do Homem-Aranha comandados pelo outrora talentoso Marc Webb não são bons. O primeiro deixou o público meio anestesiado, sem saber direito o que achar – a maioria queria tirar algo de bom dele. É de se perdoar um cineasta em sua primeira incursão no cinema blockbuster.

Existia o grande sentimento de possível redenção. Quando o elenco (bem inusitado) foi anunciado para sequência, as informações chegaram de forma refrescante para os fãs de cinema. Jamie Foxx como Electro, Paul Giamatti como Rino, Dane DeHaan como Harry Osborn, Chris Cooper como Norman Osborn, Felicity Jones como Felicia Hardy (futura Gata Negra) e Shailene Woodley como Mary Jane (deletada do filme, para nunca mais existir).

Depois do filme pronto, o resultado: uma nova decepção. Essa em grande escala. Em partes, a infantilidade do novo Homem-Aranha é comparada a do ultrajante Batman & Robin (Electro é um dos vilões mais mal desenvolvidos da história do cinema). Mas então por que colocar este filme na lista, você pergunta. E a resposta, pena. Pena de todos os envolvidos. Pena do diretor Webb, que teve o plugue puxado sem conseguir mostrar tudo o que tinha para oferecer. Pena do antes empolgado Andrew Garfield, que já perdeu o emprego como o herói. E a esperança de um terceiro filme pudesse ser bom. Acho que era mesmo um sonho…

Orçamento: US$ 200 milhões.

Renda: US$ 708 milhões.