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Confira as primeiras CRÍTICAS de ‘Halloween Kills’

Com 16 críticas publicadas até o momento, a sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘ dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que o novo filme não traz nada de novo à franquia, apenas um aumento no número de vítimas.

Confira as primeiras críticas:

“‘Halloween Kills’ é confuso […] e tem pouco a oferecer a não ser uma contagem de corpos elevada em uma produção cheia de fan service.” (Indiewire)

“Nessa segunda parte da trilogia, o diretor David Gordon Green fez exatamente o tipo de sequência estúpida e inútil que desgastou a franquia nos anos 80-90.” (Hollywood Reporter)

“Esse filme é uma bagunça! É um terror que quase nunca é assustador, cheio de subtramas irrelevantes que não levam a lugar nenhum.” (Variety)

“Quarenta anos após John Carpenter ter feito o maior filme de terror de todos os tempos, o diretor David Gordon Green fez uma tentativa honesta, por assim dizer, de reanimar o título.” (Guardian)

“O novo filme da franquia, dirigido por David Gordon Green, é assustador e absurdo.” (HeyUGuys)

“‘Halloween Kills’ parece um filme da franquia ‘Halloween’, mas não traz nada de novo; a única coisa que eles aumentaram foi a contagem de corpos.” (Daily Telegraph UK)

“Competente e, na maioria das vezes, divertido.” (Screen International)

O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘O Esquadrão Suicida’ | 5 lições que o filme de James Gunn deixa para a DC

Sucesso disponível no catálogo do HBO Max, O Esquadrão Suicida fez muito mais do conquistar críticas positivas ao redor do mundo. Na verdade, o frescor que o filme de James Gunn trouxe para os longas baseados em quadrinhos mostra que não existe fórmula mágica para o sucesso, mas que existem, sim, algumas ações que os estúdios podem tomar para propiciar a realização de bons filmes com seus personagens. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco lições que a Warner pode tirar da aventura comandada por Gunn. Confira!

Escolher diretores que tenham o mesmo “estilo” dos personagens

O universo dos personagens DC é riquíssimo, ostentando personagens mais sérios, outros completamente galhofas, alguns infantis e uns mais adultos. É um mundo em que o sombrio e o colorido convivem na mesma realidade, muitas vezes separados apenas pela fronteira de duas cidades. É a terra em que a desilusão e a esperança se encontram e trabalham juntas. Dito isso, é um grande desperdício trazer diretores para trabalharem com personagens que não têm nada a ver com o estilo de trabalho desses profissionais. Se um diretor é conhecido por seus filtros escuros e personagens moralmente questionáveis, por que escalá-lo para comandar o filme de um herói cujas maiores características são a moral, a ética e a esperança? Não bate. Ao trazer James Gunn, que é famoso por seus trabalhos surtados, coloridos e sádicos, para comandar O Esquadrão Suicida, a Warner colocou um diretor dentro de um playground milionário com todos os brinquedos possíveis. O resultado foi excelente.

Dar liberdade aos diretores

No início do Universo DC, a Warner foi quase obrigada a lançar versões estendidas de seus filmes nas mídias de Home Video por conta dos cortes grosseiros das edições lançadas nos cinemas. Isso não é comum e nem é benéfico para o cinema, porque a repercussão das versões estendidas acabou sendo muito grande, escancarando que um dos maiores problemas daquele começo de universo era justamente a interferência dos executivos. Com o passar dos tempos, e depois de algumas campanhas de boicote, essa prática foi diminuindo até chegar a O Esquadrão Suicida, o primeiro filme em que um diretor alegou ter 100% de liberdade criativa para produzir o que quisesse com os personagens DC. Sem as limitações da empresa, Gunn trouxe uma aventura anárquica, caótica e com mensagens que certamente desagradaram a metade dos acionistas. No entanto, essa liberdade criativa resultou num filmaço.

Saber usar a Classificação Indicativa

Depois do sucesso estrondoso de Deadpool (2016), todos os estúdios correram atrás de filmes para maiores de idade, tentando surfar no êxito do Mercenário Tagarela. Alguns até deram certo, mas a maioria não justificou ser para maiores porque foram produções feitas apenas para lucrar. Por anos, a DC teve alguns personagens que flertavam e até pediam por uma classificação para maiores de idade. No entanto, por conta da interferência do estúdio, acabaram passando por refilmagens para se enquadrarem no famoso PG-13. Esse tipo de ação afeta as tramas e limita muito as equipes criativas. Por outro lado, não adianta pegar qualquer personagem e colocá-lo em um filme +18, sendo que ele não combina com aquilo. Por exemplo, Shazam! (2019) é um filme que precisava ser PG-13, até mesmo por sua temática. Não seria interessante fazer uma história para maiores sobre ele. Agora, o Batman já poderia ter um filme nesse corte.

Explorar a fundo o universo 

Conforme dito anteriormente, o Universo DC é um dos maiores, senão o maior, dos quadrinhos. A gama de personagens diferentes que eles ostentam é de dar inveja a qualquer editora ou estúdio. Só que os executivos da Warner parecem estar presos aos mesmos heróis de sempre. Se o estúdio precisa fazer um longa para chamar o público, sempre apela para o Batman ou o Superman. Foi assim ao longo das últimas três décadas e só agora parece que os empresários perceberam que existe vida na DC sem esses dois. Em O Esquadrão Suicida, James Gunn apostou em personagens secundários, alguns até abaixo dessa classificação. Ao escapar do convencional, o diretor conseguiu não apenas resgatar personagens pouco falados nos quadrinhos, mas também elevá-los ao status de ícones da Cultura Pop. É uma relação que só traz benefícios.

Trabalhar equipes

Um dos problemas que ter grandes equipes traz para os cinemas é a dificuldade de alguns diretores trabalharem os personagens com o mesmo tempo de tela. Geralmente, eles focam em um ou dois personagens para conduzirem a história enquanto os outros heróis ficam quase como figurantes de luxo. Foi assim em Esquadrão Suicida (2016), Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016), Liga da Justiça (2017) e Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa (2020). Em O Esquadrão Suicida, James Gunn teve a chance de trabalhar com a Arlequina (Margot Robbie), mas conseguiu escapar da armadilha que David Ayer e Cathy Yan caíram nas produções anteriores, que foi dedicar tempo demais a ela, deixando os outros de lado. Gunn conseguiu trabalhar a história dela em conjunto com a dos outros anti-heróis, desenvolvendo cada um com tempo praticamente igual em tela. Além de ter funcionado muito bem, elevou a importância de personagens pouco conhecidos e comentados. Se todos os filmes de equipe tiverem essa dinâmica, o futuro dos grupos da DC nos cinemas será interessantíssimo.

O Esquadrão Suicida está disponível no HBO Max.

‘O Regresso’: Aclamado filme estrelado por Leonardo DiCaprio já está disponível na Netflix!

O aclamado drama O Regresso, estrelado por Leonardo DiCaprio, estreou na Netflix.

O título foi lançado na plataforma de streaming hoje, 15 de setembro.

Relembre o trailer:

Inspirado em fatos reais, ‘O Regresso‘ é uma experiência cinematográfica imersiva e visceral que capta a épica aventura de um homem por sobrevivência e o extraordinário poder do espírito humano. Em uma expedição pelo desconhecido deserto americano, o lendário explorador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) é brutalmente atacado por um urso e deixado como morto pelos membros de sua própria equipe de caça. Em uma luta para sobreviver, Glass resiste à dor inimaginável, bem como à traição de seu confidente, John Fitzgerald (Tom Hardy). Guiado pela força de vontade e pelo amor de sua família, Glass deve navegar um inverno brutal em uma incessante busca por sobrevivência e redenção.

Will Poulter e Domhnall Gleeson completam o elenco.

A produção levou para casa inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Ator para DiCaprio, o de Melhor Diretor para Alejandro G. IñárrituMelhor Fotografia para Emmanuel Lubezki.

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‘Caça Invisível’: Assinantes da Netflix estão com ÓDIO do final do filme; Confira as reações!

O thriller original da Netflix, intitulado ‘Caça Invisível‘, já está disponível na plataforma de streaming.

Porém, a produção falhou em conquistar o público e vários assinantes foram até as redes sociais reclamar do final do filme – que deixa a desejar com uma reviravolta para lá de bizarra.

Confira as reações:

Crítica | Caça Invisível – Pseudo-suspense da Netflix é cansativo e tem final de DAR RAIVA

Na trama, uma despedida de solteiro na floresta torna-se mortal quando cinco amigos ficam sob a mira de um caçador invisível e implacável.

Confira o trailer:

O longa é dirigido e roteirizado por Thomas Sieben.

David Kross, Hanno Koffler, Maria Ehrich, Robert Finster, Livia Matthes e Yung Ngo estrelam a produção.

‘Noitários de Arrepiar’: Terror fantástico estrelado por Krysten Ritter já está disponível na Netflix!

A fantasia sombria ‘Noitários de Arrepiar‘ (Nightbooks), estrelado por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’), já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado hoje, 15 de setembro, na plataforma de streaming.

Assista ao trailer:

Na trama, Alex (Winslow Fegley) é um garoto obcecado por histórias de terror que se vê aprisionado por uma jovem bruxa malvada (Ritter) em um apartamento em Nova York. Com isso, ele acaba conhecendo Yasmin (Lydia Jewett), que também está presa, e descobre que precisa contar uma nova história assustadora a cada noite para salvar sua vida.

Dirigido por David Yarovesky (‘Brightburn – Filho das Trevas’), o longa é produzido por Sam Raimi e baseado no livro de J.A. White.

‘Invocação do Mal 4’: Casos ASSUSTADORES que podem inspirar o próximo filme

A investigadora paranormal Lorraine Warren morreu aos 92 anos em 2019. Ela foi encontrada morta em sua cama durante a madrugada.

Lorraine e seu marido Ed já eram lendas de renome mundial, mas alcançaram a atenção do mundo todo ao terem suas histórias contadas na franquia ‘Invocação do Mal’.

Nos cinemas, o casal é interpretado pelos atores Patrick Wilson e Vera Farmiga que confirmaram interesse em retornar para ‘Invocação do Mal 4‘.

Considerando que o casal afirma ter investigado mais de 10 mil casos durante seus mais de 50 anos em atividade, resolvi listar outros 5 relatos paranormais desse período que podem servir de inspiração para novos filmes.

Ed e Lorrain Warren ficaram famosos como um casal que investigava casos paranormais relativos a possessões e assombrações e ajudava suas vítimas a se livrarem das entidades demoníacas causadoras dos problemas. Eles foram os primeiros a abrir, em 1952, um grupo de “caçadores de fantasmas” e ganharam projeção na mídia ao estarem envolvidos em casos de grande repercussão como o “The Amityville Horror” da década de 70, que já inspirou duas adaptações ao cinema. Reverenciados por muitos e contestados por outros, este casal também escreveu diversos livros e ganhou dinheiro com palestras e seminários. Independente da polêmica, o fato é que sua vida e seus relatos despertam o interesse e a curiosidade de muita gente e são um prato cheio para servir de inspiração para filmes de Hollywood.

Nesta linha, os dois primeiros filmes da série ‘Invocação do Mal‘ dirigidos pelo talentoso James Wan foram baseados em casos reais investigados e documentados pelo casal. O primeiro se baseou no caso da família Perron. Em 1971, os Warren afirmaram que, em Harrisville, Rhode Island, a casa da família Perron foi assombrada por uma bruxa que viveu lá no início do século 19. De acordo com os Warrens, Bathsheba Sherman amaldiçoou a terra de modo que quem viveu lá acabou morrendo de forma trágica. Já a continuação foi baseada em um caso de possessão do final da década de 70 em Enfield, no norte de Londres, no qual duas meninas foram vítimas de uma série de eventos paranormais. Este último, inclusive, tem vários vídeos online mostrando entrevistas e gravações da época relatando os acontecimentos macabros.

Em Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, dirigido por Michael Chaves, os caçadores sobrenaturais investigaram o caso de Arne Cheyenne Johnson (Ruairi O’Connor), o primeiro homem dos Estados Unidos a tentar se defender de uma acusação de homicídio justificando estar possuído pelo demônio.

Desta forma, considerando a longa carreira do casal e a imensa lista de casos investigados por eles, existem vários candidatos para servir de inspiração para novos filmes, seja da série ‘Invocação do Mal‘, ou de obras inéditas. Após uma pesquisa na internet, montei uma lista com 4 dos casos mais famosos liderados pelo casal na vida real.

Sem maiores explicações, vamos à lista e fique à vontade para registrar nos comentários quais desses casos você acredita serem os mais interessantes para uma adaptação ao cinema.

Invocação do Mal | Conheça o caso real que inspirou o terceiro filme da saga

A assombração da família Smurl

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Jack e Janet Smurl se sentiram como prisioneiros em sua casa na Pensilvânia entre 1974 e 1989. A família experimentou ruídos inexplicáveis, mal cheiro e objetos se movendo. Conforme o tempo passava, a atividade paranormal piorou. O cão da família foi agredido fisicamente e sua filha foi empurrada por um lance de escadas. Em seguida, Jack e Janet começaram a ser rotineiramente abusados sexualmente por uma força invisível. A família tentou exorcizar sua casa, mas afirmou que os demônios apenas os seguiam onde quer que fossem. Os Warren, em 1986, apareceram para oferecer sua experiência, determinando que quatro demônios residiam na casa. Eles disseram ser demônios muito poderosos ao investigar e, após um exorcismo fracassado, conseguiram afastar os demônios através de oração constante. Um filme feito para a TV estrelando o ator de “Walking DeadJeffrey DeMunn foi feito em 1991 sobre suas experiências, mas o caso tem potencial para uma adaptação melhor para as telonas.

 

A colheita do Diabo

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O chefe de polícia Jerry Seibert estava apenas respondendo a uma chamada de distúrbio doméstico de rotina quando ele entrou na casa de Maurice “Frenchy” Theriault em fevereiro de 1985. Ele ficou chocado ao encontrar Frenchy desmaiado em uma sala, coberto de sangue. Quando Seibert se aproximou de Frenchy, viu sangue sob seus olhos, sob a forma de uma cruz. Frenchy, um agricultor de tomate em Massachusetts, sabia que algo mal estava dentro dele. Ele já havia ido à delegacia para deixar todas as suas armas, apenas por segurança. Ele finalmente procurou a ajuda de seu sacerdote local, que logo chamou Ed e Lorraine. Os Warren e sua equipe notaram alterações de humor ao entrar a casa de Frenchy. Eles examinaram sua força incomum e outras atividades poltergeist. Depois de falar com Frenchy, descobriram do abuso que ele sofreu durante sua infância, e de uma vez, quando ele pediu ajuda a forças invisíveis. Os investigadores paranormais tinham certeza de que ele pediu a ajuda do diabo, e que ele estava possuído. Eles chamaram a assistência do famoso Bispo Robert McKenna, que realizou um exorcismo bem-sucedido.

‘Invocação do Mal 2’: Documentário raro mostra a garota possuída na VIDA REAL! 

 

O lobisomem real de Londres

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Este caso é baseado na história de Bill Ramsey, que demonstrou pela primeira vez o comportamento de licantropia com nove anos de idade. Aparentemente, ele mostrou força sobre-humana, até mesmo conseguindo arrancar um poste de sua base de concreto. Ele também tentou morder a sua família e parentes antes de ter convulsões. Em 1983 – agora um homem adulto – ele admitiu-se a uma instituição após afirmar que a possessão voltou, mas quando chegou no hospital, ele atacou uma enfermeira e latiu como um cão. Em 1987, durante a exibição de um comportamento de lobo, ele atacou um policial com força sobre-humana. Foram necessários mais seis oficiais para conter “a besta”. Ramsey voou para Connecticut para a ser exorcizado pelos Warren. Seis guarda-costas estavam presentes quando o exorcismo aconteceu e Lorraine descreveu que durante o evento as orelhas de Ramsey ficaram pontudas, suas mãos viraram garras e ele uivava como um lobo. O exorcismo funcionou e Ramsey nunca experimentou crises de raiva ou comportamento de lobo novamente.

Diretor de ‘Invocação do Mal 2’ revela seus Filmes de Terror preferidos

 

A assombração em Connecticut

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Ed e Lorraine Warren foram os investigadores paranormais que disseram que a casa dos Snedeker estava infestada com demônios. Esta investigação foi realizada na década de 1980, a pedido de Carmen Snedeker. A família mudou-se para Southington, Connecticut, para que pudessem estar mais perto de um hospital onde seu filho estava sendo tratado de câncer. Carmen descreveu as aparições demoníacas: “Um dos demônios era muito magro, com maçãs do rosto altas, longos cabelos negros e olhos negros enquanto o outro tinha cabelos e olhos brancos, usava um smoking risca de giz, e seus pés estavam constantemente em movimento.”. Mais tarde descobriu-se que a casa era uma antiga casa mortuária com um passado trágico. Os ex-agentes funerários estavam envolvidos em necromancia e necrofilia com os cadáveres. Lorraine Warren disse mais tarde que o caso era “muito, muito mais assustador do que qualquer filme jamais poderia ser”, depois de assistir à adaptação “The Haunting in Connecticut” lançada em 2009. Lorraine diz que a casa foi liberta de qualquer presença após o exorcismo de 1988. Este é um dos casos mais famosos do casal e sem dúvidas merece uma adaptação para os cinemas melhor do que a feita em 2009.

 

Ontem, o terror ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ ganhou um novo comercial de TV com cenas inéditas, que apresenta uma nova entidade.

Confira, com o trailer:

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga estrelam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

 

‘Armor Wars’: Vilão de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ deve retornar para a série

Ainda não há muitas informações sobre ‘Armor Wars‘, vindoura série da Marvel que será estrelada por Don Cheadle, intérprete de James Rhodes, o Máquina de Combate.

No entanto, o The Ronin divulgou que Walton Goggins vai reprisar eu papel como Sonny Burch, vilão de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, o dublê de Goggins, Rex Reddick, teve seu nome adicionado à equipe da série e rumores já haviam adiantado que Burch iria retornar ao MCU em algum momento.

Para quem não se lembra, Burch é um traficante de tecnologia, então é possível que a trama da série mostre Rhodes tentando lidar com criminosos atrás das invenções criadas por Tony Stark.

Além disso, o traficante estava envolvido em uma esquema comandando por um misterioso personagem, e alguns fãs suspeitam que seja Justin Hammer, rival de Stark, vivido por Sam Rockwell emHomem de Ferro 2‘.

Caso tudo isso seja verdade, trazer Hammer como o grande vilão de ‘Armor Wars‘ certamente iria deixar os fãs bastante empolgados.

O que você acha da ideia?

Lembrando que ‘Armor Wars‘ estreia somente em 2023.

A série é baseada no arco homônimo de sete edições, escrito por David Michelinie e Bob Layton. As Hqs foram publicadas entre os anos de 1987 e 1988 e trazem o Homem de Ferro após o roubo da tecnologia de Stark. No caso da série, a produção trará o Máquina de Combate no centro da narrativa.

Confira a logo:

 

 

Crítica | Cry Macho – Sutileza e elegância em mais um filme de Clint Eastwood sobre legado

Cenário árido, clima de fazenda, música country e um velho cowboy trajado à caráter dão a deixa, logo nos primeiros minutos, do que esperar de Cry Macho. Produzido, dirigido e estrelado pelo lendário Clint Eastwood, o longa segue um ritmo particular semelhante ao do veterano ator de 91 anos, contrastando brutalmente com a frenética narrativa habitual existente no grande circuito atual norte-americano. Escolha que deve definir, rapidamente, o interesse do público, se estará disposto a acompanhar um velho senhor numa aventura desprovida de grandes momentos de ação e ao mesmo tempo repleta de passagens tocantes; ou se irá desistir por achar a trama simplesmente enfadonha e a margem do que se espera no estilo.

Não por acaso, Cry Macho demorou algumas décadas para ganhar às telas, quando, ainda na década de 1970, Richard Nash escreveu este mesmo roteiro, na época chamado de Macho, que foi enviado e duas vezes rejeitado pela 20th Century Fox. Sem muita alternativa, o escritor transformou sua história em um romance e o lançou sob o nome de Cry Macho. O livro teve uma boa repercussão, tanto por parte da crítica quanto do público, despertando em Nash, novamente, a vontade de traze-lo para o cinema. Dessa vez, não só a Fox, mas também outros estúdios se mostraram interessados e compraram os direitos para adaptar a obra de Richard Nash, que morreu em dezembro de 2000 e não teve tempo de ver o seu texto transposto para o audiovisual.

Ainda que, por volta de 1988, o renomado produtor Albert Ruddy, conhecido por títulos premiados como O Poderoso Chefão (1972) e Menina de Ouro (2004), já pensava em fazer Cry Macho, convidando o próprio Clint Eastwood para protagonizar a aventura, que recusou a oferta por estar envolvido no segundo Dirty Harry. No entanto toparia dirigir a empreitada e indicou o ator Robert Mitchum para protagonista, mas acabaram por acertar com Roy Scheider. As filmagens foram até iniciadas, só que a coisa não deu certo e decidiram engavetar o projeto. Este que só voltou para o radar após a morte de Nash, e agora seria estrelado por Arnold Schwarzenegger, e seria gravado em 2003. Contudo, devido a candidatura política de Schwarzenegger, nada aconteceu. E mesmo anos depois, em 2011, com Arnold interessado e Brad Furman definido como diretor, o filme foi igualmente adiado por fatores externos relacionados ao divórcio do ator australiano.

Mas eis que, em outubro de 2020, foi divulgado que finalmente Cry Macho iria acontecer, e, para além disso, voltaria para as mãos de Clint Eastwood, que dessa vez não apenas topou comandar o longa, como também assumiu o papel principal. E para o roteiro chamou Nick Schenk, que foi seu parceiro em Gran Torino (2008) e A Mula (2018) – e, acredite, isto não é à toa, pois Cry Macho segue a mesma estrutura e até parece uma mescla dessas duas obras citadas. Surgindo como mais um “filme de legado” do nosso eterno Clintão, que, pra variar, não faz feio e entrega um filme funcional, bem ao seu estilo, unindo sutileza à toda dureza originada pelos seus icônicos personagens machões.

E no que se refere a enredo, o que temos aqui é um road movie que junta três figuras inusitadas: um velho devastado pela vida, um garoto rejeitado pelos pais e um galo de briga. É isso mesmo, na trama acompanhamos o ex-cowboy texano Mike Milo (Eastwood) que, por ordens do amigo e patrão Howard Polk, interpretado pelo cantor country Dwight Yoakam, é encarregado de cruzar a fronteira do México e trazer o garoto Rafo (Eduardo Minett), que é filho de Polk e mora no país latino com a sua destrutiva mãe, Leta (Fernanda Urrejola). Falando assim fica claro que isso vai funcionar como uma espécie de sequestro, mas, em dívida com Polk, Mike não tem escolha.

Por lá, Mike não tem trabalho em convencer Rafo em ir morar com o seu pai, já que vive nas ruas com o seu galo participando de rinhas por não aceitar o “estilo de vida” seguido pela mãe, que mais parece a dona de um cartel. E o problema reside justamente em Leta que, apesar de tudo, não quer entregar o moleque por ter sido abandona pelo próprio Polk, um covarde de marca maior. E a dinâmica é basicamente essa, a dupla e o galo saindo do México em direção ao Texas e sendo procurados pela polícia e os capangas de Leta. Pelo caminho, Mike e Rafo conhecem diversas figuras e descobrem a verdadeira intenção de Polk.

Através desse meio, Clint Eastwood busca criar um laço inusitado entre um velho texano e um revoltado menino mexicano que pensa diferente e deveria criar um conflito de ideias intenso. Mas, diferente do que víamos em Gran Torino, um sujeito carrancudo e preconceituoso com o povo Hmong, com Mike, por mais acabado que esteja física e mentalmente, possui um olhar mais sóbrio e um tanto paternal em relação ao próprio Rafael. As lições dessa vez são passadas com mais facilidade e sem tanta negação de ambas as partes. Ao ponto que, inevitavelmente, essa amizade não possui o mesmo peso ou passa tanta verdade quanto a ligação entre os personagens de Gran Torino.

De modo que Cry Macho também não é um filme que tem o mesmo brilho cinematográfico, primeira pela condução ainda mais lenta ou até pelo roteiro de Nick Schenk parecer, por muitas vezes, um tanto inocente, na falta de uma melhor definição. Com diálogos que, involuntariamente, soam hilários, mesmo que a produção aposte bastante no humor ranzinza que é natural de Eastwood. E aqui notamos que o nosso inesquecível Homem Sem Nome demonstra um cansaço físico evidente, com certa dificuldade até no andar, ainda que jamais perca sua elegância latente. Todavia, por exemplo, algumas cenas de ação como um embate direto com socos e a trucagem para domar e montar um cavalo – coisa que, segundo o próprio Clint, não fazia desde Os Imperdoáveis (1992) – poderia se resolver de outra maneira. Por outro lado, toda essa fragilidade injeta mais força para tornar Mike um personagem tridimensional, que sabe quando deve parar ou mesmo aceitar algumas situações.

Existe também outro paralelo em relação a Cry Macho e Gran Torino, o chamado elenco de apoio que sofre pela falta de traquejo ou a linha de atuação não casar com a narrativa de Eastwood. Novamente fica a impressão que a preparação de elenco foi um tanto frouxa por não conseguir trazer a organicidade necessária para alguns andamentos. E mesmo gostando mais da presença de Eduardo Minett a despeito de Bee Vang, ator coprotagonista de Gran Torino, o núcleo asiático parecia mais conectado semelhante a uma comunidade. O povo de Cry Macho aparece como um estereótipo mexicano da visão americana.

Ainda assim, é natural que você termine Cry Macho emocionado, por toda narrativa magistral, atmosfera bucólica e principalmente por estarmos tendo o prazer de acompanharmos os últimos personagens do mestre Clint Eastwood. Diria que é até fundamental que Clint interprete figuras com um background tão marcante quanto o de Mike. E que filmes pessoais como estes aconteçam e funcionem à sua maneira, pois além de qualquer opinião, é impossível ficar indiferente a cada nova produção comandada por este que é um dos grandes cineastas americanos da história.

Crítica | ‘Sex Education’ retorna com uma 3ª temporada irretocável e emocionante

Quando ‘Sex Education’ estreou ainda em 2019, jamais poderíamos imaginar o sucesso descomunal que faria tanto entre a crítica especializada quanto entre o público. Criada por Laurie Nunn, a produção, assim como títulos como ‘A Mentira’ e ‘Meninas Malvadas’ haviam feito em suas respectivas décadas, revitalizou o gênero da comédia adolescente de uma forma bastante interessante, divertida e crua, analisando a vida sexual e as descobertas da adolescência dos alunos de um colégio inglês chamado Moordale – quebrando tabus sobre orientação sexual, identidade de gênero e etarismo.

Em seu terceiro ano, a série transformou-se em um dos melhores títulos da Netflix e do cenário do entretenimento contemporâneo, incluindo performances estelares de um elenco de ponta e incursões técnicas e artísticas de tirar o fôlego. Desde o episódio piloto, Nunn demonstrou uma completa despreocupação temática em prol da importância de se discutir sobre sexo em um período marcado pelo obscurantismo fanático do retrógrado conservadorismo social, motivo pelo qual ascendeu a uma singela perfeição que não merece passar longe dos nossos radares. E agora, à medida que os protagonistas amadurecem em um turbilhão de emoções, problemas pessoas e conflitos geracionais, o show trilha o mesmo caminho e, sem sombra de dúvidas, cairá, mais uma vez, no gosto dos espectadores.

Depois de uma conturbada segunda temporada que revirou o cotidiano dos nossos protagonistas, as coisas voltam a esquentar em Moordale: Otis (Asa Butterfield) envolve-se em um secreto e controverso enlace casual com Ruby (Mimi Keene), a garota mais popular do colégio, enquanto Eric (Ncuti Gatwa) e Adam (Connor Swindells) navegam na turbulenta maré de um recente relacionamento que oscila entre as alegrias do novo amor com o enfrentamento de estigmas que acompanham seus arcos de descoberta e aceitação; de outro lado, Maeve (Emma Mackey) permanece isolada em sua bolha introspectiva à medida que se afasta de Otis e se envolve com o misterioso Isaac (George Robinson), desenvolvendo laços que explodem em um vórtice de mentiras e desconfianças.

É claro que, a princípio, o número exponencial de tramas e subtramas pode parecer denso demais para ser tratado com o respeito e a cautela que merecem – mas Nunn sabe como trabalhar com cada uma delas com paixão irretocável. Aliando-se às linhas principais, temos a forte presença de outros personagens que lidam com seus próprios problemas e incrementam o potente microcosmos da série – como Jean (interpretada pela sempre incrível Gillian Anderson), que engravidou de seu breve envolvimento com Jakob (Mikael Persbrandt) e decidiu manter o bebê, abalando as estruturas de uma casa já marcada por certos traumas e inconstâncias familiares; ou também com a chegada da nova diretora da escola, Hope Haddon (Jemima Kirke), que se revela como uma tirana passiva-agressiva que defende um rígido controle do corpo discente.

Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série).

Cada uma das engrenagens encaixa perfeitamente a outra, sendo guiadas por escolhas estéticas originais e ousadas que prestam homenagens a dramédias dos anos 1980 e 1990, por exemplo. Aliás, é preciso dizer que, apesar do tempo presente ser marcado por objetos do dia a dia, como os celulares, a narrativa que se desenrola quebra as barreiras do espaço-tempo – posicionada em uma espécie de dimensão alternativa que atravessa épocas e demonstra uma duradoura importância em meio a produtos descartáveis e esquecíveis. O enquadramento e a fotografia da terceira temporada se mantém firme numa elegância apaixonante, que preza pelo proposital excesso de simetria, em oposição às atribulações que cercam a vida dos personagens. A paleta de cores migra, numa fluidez surpreendente, a leveza dos momentos cômicos à sobriedade das revelações epifânicas e cruéis, como o embate entre Maeve e Aimee (Aimee Lou Wood), ou a briga entre Otis e Jean.

‘Sex Education’ retorna do melhor jeito possível com episódios tocantes, avassaladores e hilários – tudo ao mesmo tempo. Para além de entregar o ciclo mais sólido de sua breve existência, o show continua tão excêntrico quanto sua estreia há alguns anos e prova que é admirável por tratar com naturalidade aspectos da vida que são vistos com maus olhos por aqueles que não aceitam a si mesmos.

‘O Culpado’: Thriller da Netflix com Jake Gyllenhaal recebe 66% de aprovação no Rotten Tomatoes

O Culpado (‘The Guilty’), remake da Netflix do thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möller, teve a sua estreia no Festival de Toronto 2021 e as primeiras avaliações já estão entre nós.

E abrindo com 66% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu elogios pela precisa direção de Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) e pela performance do astro Jake Gyllenhaal.

Além disso, a produção foi elogiada pela forma com a tensão e angústia são construídas ao longo da trama.

Confira as principais avaliações do momento:

“A produção extrai toda a energia que requer da direção precisa de Fuqua, que sabiamente mantém o foco bom e firme em Gyllenhaal, capturando cada momento febril de sua palpável angústia”. – Michael Rechtshaffen, Hollywood Reporter

“Fuqua, como Möller antes dele, realmente não dá tempo para você sentar e pensar sobre isso. O Culpado permanece em um lugar, mas se move como um filme de ação eficiente e difícil; é um passeio emocionante em uma cadeira de escritório”. – Steve Pond, TheWrap

“O filme carece de um pouco da tensão corajosa do original de Moller – ou, talvez, apenas pareça muito familiar para aqueles que o viram – mas a performance explosiva de Gyllenhaal o mantém fresco e avançando de maneiras diferentes”. – Kate Erbland, indieWire

“Gyllenhaal é impressionante, mas O Culpado quase certamente teria sido mais eficaz se ele diminuísse um pouco a intensidade”. – Peter Debruge, Variety

“Um filme bem feito e assistível de um homem no confessionário secular, um pecador forçado a ocupar o lugar de um padre”. – Peter Bradshaw, Guardian

“Do ponto de vista da narrativa, O Culpado de Antoine Fuqua é muito bom. Como não poderia ser? É seguir o filme original que o inspirou pedaço por pedaço”. – Chris Evangelista, Slashfilm

Confira o trailer, junto às imagens:

THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
THE GUILTY: BEHIND THE SCENES with ANTOINE FUQUA (DIRECTOR). CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: NETFLIX © 2021.

A produção, estrelada por Jake Gyllenhaal, estreia no dia 1º de Outubro.

A história é focada em um operador da polícia em um call center que recebe uma ligação de uma mulher sequestrada e logo é arrastado para um mundo de puro caos.

Antoine Fuqua dirige. O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

‘Lucifer’: Tom Ellis e Lauren German mandam recado especial para os fãs brasileiros; Confira!

LUCIFER (L to R) LAUREN GERMAN as CHLOE DECKER and TOM ELLIS as LUCIFER MORNINGSTAR in episode 603 of LUCIFER Cr. JOHN P. FLEENOR/NETFLIX © 2021

A 6ª e última temporada da adorada série Lucifer já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um recado especial que os astros Tom EllisLauren German mandaram para os fãs brasileiros.

Confira:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Star+ divulga o cartaz NACIONAL de ‘Chucky’, série baseada em ‘Brinquedo Assassino’; Confira!

O streaming brasileiro Star+ divulgou o cartaz nacional de ‘Chucky‘, série baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

A série irá estrear oficialmente no dia 12 de outubro, sem previsão no Brasil.

Confira:

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

‘O Beco do Pesadelo’: Cartaz e fotos do TERROR de Guillermo del Toro com Bradley Cooper, Toni Collette e Cate Blanchett

O remake de ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), novo filme de Guillermo del Toro, ganhou seu cartaz e as primeiras imagens oficiais.

Um jovem circense com um talento para manipular as pessoas com poucas palavras bem escolhidas acaba se envolvendo com uma psiquiatra que é muito mais perigosa do que ele imaginava.

Confira:

Após ser adiado em duas semanas, o longa será lançado nos cinemas no dia 17 de dezembro.

Além de produzir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

‘7 Prisioneiros’: Filme da Netflix sobre escravidão com Rodrigo Santoro ganha trailer IMPACTANTE

O novo filme nacional da Netflix, intitulado 7 Prisioneiros, ganhou seu primeiro trailer.

A produção é dirigida por Alexandre Moratto e protagonizada por Christian Malheiros e Rodrigo Santoro;

Assista:

Na trama, o jovem Mateus (Malheiros) sai do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo comandado por Luca (Santoro). Chegando lá, acaba se tornando vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão.

A produção é de Ramin Bahrani (diretor indicado ao Oscar® com O Tigre Branco, também da Netflix) e Fernando Meirelles (indicado ao Oscar® com Cidade de Deus), com a O2 Filmes, e o roteiro é assinado por Thayná Mantesso e pelo diretor Alexandre Moratto. Conhecido por seu trabalho em Sócrates (2018, vencedor do Spirit Awards), este é o segundo longa metragem do cineasta brasilo-americano.

Crítica em Vídeo | Mate ou Morra traz ação ESPETACULAR em uma trama pra lá de envolvente

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Mate ou Morra‘, o novo filme de ação sci-fi estrelado poFrank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’).

Assista:

Crítica | ‘Mate ou Morra’ bebe na fonte de ‘O Feitiço do Tempo’ para criar um incrível e irônico filme de ação

No Rotten Tomatoes, o longa dirigido por Joe Carnahan (‘Esquadrão Classe A’), registrou 74% de aprovação a partir de 81 críticas.

Ao total, foram 60 avaliações positivas e apenas 21 negativas.

Entre os principais comentários, os jornalistas descreveram o título como uma divertida aventura sustentada pelo carisma de Grillo.

Apesar de não renovar o gênero sci-fi, ‘Mate ou Morra‘ consegue surpreender e chamar a atenção do público com suas cenas de ação e com seu exagerado tom cômico .

Por conta disso, o filme foi considerado uma inesperada e contagiante surpresa para 2021.

Confira as críticas:

“‘Mate ou Morra‘ não é particularmente profundo, nem é uma reviravolta inovadora no gênero. Mas todos na tela estão claramente se divertindo, e seu entusiasmo é contagiante, tornando este filme simplesmente divertido de assistir.” – Ars Technica.

“Quando seu queixo não estiver caindo com as sequências de ação, você estará rindo de uma das piadas carregadas de palavrões.” – Colorado Spring Gazette.

“Uma aventura totalmente despretensiosa e agradável, que fornece tantas risadas quanto momentos de ação.” – Knotfest.

“Vez após vez, Grillo consegue surpreender e encantar, não importa as restrições criativas ou financeiras impostas sobre ele. ‘Mate Ou Morra‘ poderia aprender uma ou duas coisas com seu protagonista.” – Globe and Mail.

“O carismático coadjuvante Frank Grillo é o centro das atenções neste divertido thriller que mexe com o tempo.” – Chicago Sun Times.

“Embora a história seja um tanto previsível… O filme consegue fazer com que nos preocupemos com o nosso protagonista de uma forma que não esperávamos.” – Cine Premiere.

“‘Mate ou Morra‘ é uma ficção científica de ação extremamente divertida e ultrajante e exibicionista.” – The Upcoming.

Confira o trailer:

Joe Carnahan é responsável pela direção.

Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistas sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.

Mel GibsonNaomi WattsMichelle YeohAnnabelle WallisKen JeongRob Gronskowski completam o elenco.

‘O Guarda-Costas’ vai ganhar remake

O Guarda-Costas‘ (The Bodyguard), icônico filme de 1992 com Whitney Houston e Kevin Costner, vai ganhar remake.

Matthew López, o dramaturgo indicado ao Tony de ‘The Inheritance’, foi contratado para escrever roteirizar o novo filme. A notícia foi divulgada pela Variety.

O novo filme será inspirado no drama romântico de 1992, que arrecadou mais de US $ 400 milhões nas bilheterias mundiais e tem o que é considerado a trilha sonora do filme mais vendida de todos os tempos, com várias canções originais de Houston no topo das paradas.

Lawrence Kasdan vai produzir. Kasdan foi o escritor-produtor do original.

Amazon Prime divulga o trailer da série de terror ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’; ASSISTA!

O Amazon Prime Video acaba de divulgar o primeiro trailer da série Original AmazonEu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – que estreia na sexta-feira, 15 de outubro, no serviço de streaming.

Assista:

Os primeiros quatro episódios serão lançados em 15 de outubro, com novos episódios disponíveis semanalmente a cada sexta-feira. A série culminará em um final de temporada cheio de suspense em 12 de novembro de 2021.

Escrito e produzido por Sara Goodman, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado é baseado no romance de Lois Duncan de 1973, que também foi a base do icônico filme de 1997.

Um ano após o acidente de carro fatal que assombrou a noite de formatura, um grupo de adolescentes se vêem unidos por um segredo obscuro e perseguidos por um assassino brutal. Enquanto tentam descobrir quem está atrás deles, eles revelam o lado obscuro de sua cidade aparentemente perfeita – e de si mesmos. Todo mundo está escondendo algo, e descobrir o segredo errado pode ser mortal.

 

James Wan será o produtor executivo da série.

Vale lembrar que Madison Iseman (‘Jumanji: Próxima Fase’) viverá a protagonista:

Madison Iseman
Madison Iseman

O elenco também conta com Brianne Tju (‘Light as a Feather’), Ezekiel Goodman, Ashley Moore (‘Popstar: Never Stop Never Stopping’), Sebastian Amoruso (‘Solve’), Fiona Rene (‘Stumptown’), Cassie Beck (‘Conectando’), Brooke Bloom (‘Homecoming’) e Bill Heck (‘I’m Your Woman’).

 

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em vídeo em 2006.

‘Welcome to the Blumhouse’: Depois dos trailers, confira os belíssimos cartazes dos filmes de terror da Amazon

Depois dos trailers, a Amazon Studios e a Blumhouse divulgaram os cartazes oficiais da nova leva de filmes da antologia de terror Welcome to the Blumhouse.

Confira:

BLACK AS NIGHT

Dirigido por Maritte Lee Go e escrito por Sherman Payne, o longa é estrelado por Asjha Cooper, Fabrizio Guido, Craig Tate, Keith David, Mason Beauchamp, Abbie Gayle e Frankie Smith.

Sinopse: Uma adolescente com problemas de autoestima encontra confiança da maneira mais improvável: passando o verão lutando contra vampiros que se aproveitam dos desprivilegiados de Nova Orleans com a ajuda de seu melhor amigo, do garoto que ela sempre desejou e de uma peculiar garota rica.

Lançamento: 01 de outubro de 2021

BINGO HELL

Dirigido Gigi Saul Guerrero e escrito em parceria com Shane McKenzie e Perry Blackshear.

Sinopse: O longa é ambientado no bairro de Oak Springs, onde vive um grupo forte e teimoso de amigos idosos que se recusam que o lugar seja gentrificado. Sua líder, Lupita, os mantém unidos como uma família. Porém, pouco sabiam eles que a amada sala de bingo está prestes a ser vendida a uma força muito mais poderosa do que o próprio dinheiro.

Lançamento: 01 de outubro de 2021

THE MANOR

Escrito e dirigido por Axelle Carolyn, o longa é estrelado por Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane.

Sinopse: Depois de sofrer um derrame, Judith Albright se muda para uma casa de repouso histórica, onde começa a suspeitar que algo sobrenatural está atacando os residentes. Para escapar, ela precisará convencer todos ao seu redor de que, afinal, ela não pertence àquele lugar.

Lançamento: 08 de outubro de 2021

MADRES

Dirigido pelo estreante Ryan Zaragoza e escrito por Marcella Ochoa e Mario Miscione, o longa é estrelado por Tenoch Huerta, Ariana Guerra, Evelyn Gonzalez, Kerry Cahill e Elpidia Carrillo.

Sinopse: Um casal mexicano-americano que espera seu primeiro filho se muda para uma comunidade agrícola migrante na Califórnia dos anos 1970. Quando a esposa começa a sentir sintomas estranhos e visões aterrorizantes, ela tenta identificar se isso está relacionado a uma maldição lendária ou algo mais nefasto.

Lançamento: 08 de outubro de 2021

Lembrando que Welcome to the Blumhouse dá continuidade ao legado de uma narrativa de gênero original e de alta qualidade, que é a assinatura da Blumhouse. Centrados em temas perturbadores de horrores institucionais e fobias pessoais, os filmes exploram os medos mais profundos das pessoas. Esses thrillers sociais apresentam uma visão distinta e uma perspectiva única.

‘Batwoman’: Vilã Alice retorna no primeiro teaser da 3ª temporada; Assista!

A CW divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Batwoman‘.

Confira:

O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 13 de outubro.

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Guilherme Briggs é o novo dublador oficial do Scooby-Doo no Brasil | Saiba mais sobre o caso!

Na noite da última terça-feira (14), o ator e dublador Guilherme Briggs anunciou em suas redes sociais que será a nova voz oficial do Scooby-Doo no Brasil. Por meio de uma carta aos fãs, ele explicou que foi indicado pelo próprio Reginaldo Primo – dublador que assumiu o personagem após Orlando Drummond se aposentar – para assumir o cachorro mais amado dos cinemas e da TV, já que o Reginaldo precisou deixar alguns de seus personagens para o tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada, que o afastou da dublagem por algum tempo.

Reginaldo Primo precisou deixar de dublar alguns personagens por conta do tratamento, incluindo o Scooby-Doo.

Briggs era amigo pessoal de Orlando Drummond, que faleceu em julho deste ano, aos 101 anos de idade. Segundo o dublador, seu trabalho à frente do Scooby-Doo será uma grande homenagem ao amigo e, para isso, manterá os bordões e o bom humor que marcaram o personagem ao longo de todos esses anos. O trabalho de Drummond, que dublou o Scooby de 1969 até 2013, foi reconhecido pelo Guinness Book. Ele foi eternizado no Livro dos Recordes como o dublador que ficou mais tempo trabalhando com um personagem. Foram mais de 40 anos que imortalizaram o Scooby-Doo no imaginário de várias gerações diferentes. Porém, quando foi reconhecido pelo Guinness, ele estava há pouco mais de 35 anos interpretando o cachorrinho.

Orlando Drummond e Guilherme Briggs desenvolveram uma grande amizade.

Curiosamente, essa não será a primeira vez que Guilherme Briggs dará voz ao Scooby-Doo. Em 2020, no longa SCOOBY! O Filme – que pode ser conferido no HBO Max -, Reginaldo Primo já havia indicado Briggs para substituí-lo na dublagem do filme. De acordo com Briggs, esse trabalho foi pensado como uma homenagem a Drummond. A partir de agora, então, Briggs passará a interpretar o doguinho em todas as produções vindouras, sendo a primeira delas Straight Outta Nowhere: Scooby-Doo Meets Courage the Cowardly Dog, o crossover da Mistério S/A com os excêntricos personagens de Coragem, o Cão Covarde.

Confira a carta de Briggs na íntegra:

“Eu dublei o Scooby Doo no longa animado de cinema de 2020  a pedido do próprio amigo Reginaldo Primo e com a autorização  da Warner. Com isso, essa dublagem se tornou uma homenagem  ao meu velho amigo Orlando Drummond, juntamente com o  Fernando Mendonça homenageando o Salsicha do nosso  também agora saudoso Mário Monjardim. Pra mim e pro Nando  foi já a realização de um sonho poder fazer isso para os nossos  amigos e mestres em vida.

Passou um ano e infelizmente o Reginaldo foi diagnosticado  com TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada) e com isso  teve que parar com suas atividades durante alguns meses.  Ele agora está recuperado e totalmente de volta à dublagem,  para nossa felicidade. Mas, durante o tratamento, alguns  personagens ele teve que parar de gravar. Como foi o caso do  Loki, na série da Marvel, sendo substituído pelo querido Wesley  Santana, que se esforçou e se dedicou ao máximo.

Outro personagem que ele teve que parar de dublar durante o  tratamento foi o Scooby Doo. Com isso, Reginaldo mais  uma vez me indicou para assumir o Scooby daqui pra frente,  o substituindo oficialmente.

O primeiro projeto como dublador oficial do Scooby será  no crossover com o Coragem, o Cão Covarde.

Reginaldo, a você todo o meu carinho, respeito e admiração.  Muito obrigado por ter cuidado do Scooby durante esses  quase 10 anos e por ter feito a alegria dos nossos fãs, que  amaram a sua versão. Muito obrigado por sua amizade e  carinho comigo. Eu agora sigo com o Scooby, homenageando  nosso amado mestre e amigo, Orlando Drummond. Vou cuidar dele com todo meu amor, relembrando na minha dublagem os  bordões e frases clássicas, mantendo vivo o estilo e o humor  maravilhoso que ele criou de uma forma tão gostosa e que  conquistou o nosso público.

Tenho certeza que o Drummond nos abençoou e está muito  feliz pela nossa dedicação e amor pelo Scooby, que a gente  sabe que sempre será dele e de todo o Brasil.

Hoje e para sempre…  SCOOBY DOOBY DRUUUUUUUU!!  ❤

Guilherme Briggs