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Imagens dos X-Men no set de ‘Vingadores: Doomsday’ extremamente REALISTAS levantam debate sobre IA

Que saudades da era do Photoshop. Na época que ‘X-Men‘ foi lançado, em 2000, você batia o olho em uma foto e falava: “Isso aí é montagem”. Com o avanço da IA, as coisas estão ficando cada vez mais realistas e perturbadoras. O que é real e o que não é?

‘Vingadores: Doomsday’ ganhou uma série de fotos supostamente vazadas do set, que provavelmente são IA, mas são realistas demais.

A primeira imagem mostra a formação dos X-Men de ‘Vingadores: Doomsday’ — Ciclope (James Marsden), Magneto (Ian McKellen), Mística (Rebecca Romijn), Gambit (Channing Tatum), Noturno (Alan Cummings), Monica Rambeau (Teyonah Parris) e Charles Xavier (Patrick Stewart) — todos juntos, trajando uniformes fiéis aos quadrinhos. A foto rapidamente incendiou debates online.

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Enquanto alguns afirmavam que era apenas mais uma criação de inteligência artificial, outros defendiam que ela possuía detalhes “realistas demais” para ter sido gerada por esse tipo de ferramenta. A discussão, enfim, era tudo menos simples.

O caos continuou com uma suposta “selfie” de Teyonah Parris, James Marsden e Channing Tatum caracterizados como seus personagens. Contudo, o telefone que a atriz segurava — apresentado como um iPhone 17 Pro — não correspondia ao design real do aparelho, mais uma pista clara de que se tratava de uma imagem gerada por inteligência artificial.

Nas redes sociais, as pessoas ficaram confusas sobre a veracidade das fotos tamanho o realismo:

Além disso, o insider The Beyond Reporter divulgou uma suposta sinopse do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’, que se for verdadeira parece bem interessante.

O teaser começa com uma narração em off do Doutor Destino (Robert Downey Jr.), que fala sobre sua vida de provações e sofrimentos. Victor Von Doom aparece em um cemitério na chuva, com o rosto oculto, até que a cena é interrompida por uma explosão de chamas, deixando apenas a silhueta de seu traje.

A tela se transforma com uma poderosa explosão e a voz de Loki desaparece. Thor aparece em uma vasta costa, Sam Wilson e Reed Richards olham para o céu com medo, e o Doutor Estranho corre por uma sala escura enquanto dois universos colidem. Cidades também são vistas sendo destruídas simultaneamente em dois planetas.

Doom declara que irá libertar a armadilha eterna na qual estava prisioneiro. Várias batalhas protagonizadas pelo próprio Doom são mostradas, seguidas por uma narração adicional feita por ele. Após uma máscara cair, revela-se que o rosto de Doom está gravemente desfigurado, com uma grande cicatriz e uma textura semelhante à lama queimada.

O trailer termina com Steve e Peggy emergindo de um portal no estilo da TVA e olhando diretamente para a câmera.

E aí, o que achou?

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O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

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Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

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‘Pânico’: Qual é a MELHOR cena de abertura da franquia? Ranqueamos da Pior à Melhor…

A franquia ‘Pânico’ se encontra atualmente em sua melhor fase desde a estreia lá atrás, em 1996, quando se tornou fenômeno pop e correu para tirar do papel uma continuação igualmente elogiada, com ‘Pânico 2’, logo no ano seguinte. Depois disso, a franquia (que na época não sabia que era uma franquia) sofreria um hiato de 3 anos, por motivo de Neve Campbell naquela época, ter ficado relutante a retornar. Em 2022, já nas mãos da Paramount, ‘Pânico’ faria um retorno triunfal, conseguindo finalmente o tão sonhado reboot, que irá se tornar uma trilogia.

O sétimo filme contará com o retorno de Neve Campbell (Sidney Prescott) e Courteney Cox (Gale Weathers), e chega aos cinemas em 26 de Fevereiro de 2026.

3 Anos de ‘Pânico 5’! Por que o original e seu “requel” são tão aclamados?

Como forma de ir aquecendo para o sétimo filme, e como homenagem para esta que é uma das franquias de terror mais adoradas dos fãs pelo mundo todo, resolvemos nesta nova matéria criar um ranking diferente. Aqui iremos eleger da pior para a melhor, as cenas de abertura (os prólogos) de todos os seis filmes que formam a franquia. Confira abaixo.

3 Anos de ‘Pânico 5’! Por que o original e seu “requel” são tão aclamados?

06) Pânico 3 (2000)

A verdade é que todas as cenas de abertura da franquia possuem seu charme e seu diferencial, ficando difícil ranqueá-las. Bem, difícil digamos a partir da quinta posição, pois tudo em relação a ‘Pânico 3’ é unanimemente considerado o ponto baixo da franquia – e sua cena de abertura não é exceção. Por outro lado, mesmo o terceiro filme sendo o mais fraco, muitos fãs enchem o peito para dizer que ‘Pânico’ não possui um filme verdadeiramente ruim. Você concorda? Pode até ser, mas o que chega mais perto disso sem dúvida é o terceiro.

A cena de abertura de ‘Pânico 3’ mostra a morte de Cotton Weary, um personagem trágico. Após ser preso injustamente e quase cair no corredor da morte, ele ganha seus 15 minutos de fama e se torna uma celebridade da TV – é onde o encontramos no início do terceiro filme. A cena choca pela morte de uma figura conhecida (como de costume na franquia), mas fora isso é corriqueira, com o assassino tentando descobrir o paradeiro de Sidney. A inovação aqui é que o assassino possui um “brinquedinho” que nunca mais voltaria a ser mencionado na franquia: um emulador de voz, que consegue imitar a voz de qualquer um, fortalecendo ainda mais o psicopata.

05) Pânico 6 (2023)

O mais recente exemplar da franquia ‘Pânico’ surpreendeu mais uma vez em sua abertura – dando o tom do que encontraríamos no filme. Como de costume, temos um rosto famoso como a primeira vítima de Ghostface – todos os filmes sempre começam com um assassinato na primeira cena. Desta vez, a vítima famosa é Samara Weaving, que estrelou os dois filmes slasher adolescentes ‘A Babá’, para a Netflix. Mas o motivo de Weaving aparecer aqui é na verdade o cult ‘Casamento Sangrento’, dirigido pelos mesmos cineastas de ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico VI’ (2023).

Samara Weaving pôde atuar com seu sotaque australiano original, interpretando uma professora universitária de um curso sobre terror. Ela marca um encontro às cegas, mas o sujeito parece nunca chegar ao restaurante combinado, perdido na cidade de Nova York. Ao pedir ajuda para a moça, ela vai até um beco esperando encontrá-lo, quando é assassinada por Ghostface, numa cena que lembra a morte de Sarah Michelle Gellar em ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ (1997). Mas a grande sacada deste último filme de ‘Pânico’ é o que vem depois da morte. Acontece que o psicopata mascarado remove sua máscara, revelando seu rosto para a vítima e para o espectador também. Essa é a primeira vez que uma cena assim acontece na franquia. O momento dá a entender que ficaremos sabendo logo nos primeiros minutos quem é o assassino. Mas alguns minutos depois, esse maníaco, nas formas de Tony Revolori, e seu parceiro, também são mortos – pelo verdadeiro vilão do sexto filme. Criativo.

04) Pânico 4 (2011)

Contra fatos não há argumentos. A arte é subjetiva, assim como os gostos do público. Para cada diferente espectador, a ordem de preferência dos filmes pode mudar. Porém, existe também o consenso. É consenso, por exemplo, que para a maioria dos fãs, ‘Pânico 3’ é o filme mais mal avaliado da franquia. Agora é fato que o mais malsucedido financeiramente é o quarto filme. Curiosamente, o quarto filme é também um dos mais queridos pelos fãs. A ideia de Wes Craven e Kevin Williamson era criar uma nova trilogia a partir dele, mas a má recepção junto às bilheterias colocou um ponto final a esta intenção.

Seja como for, ‘Pânico 4’ recebeu elogios na época. E um de seus grandes diferenciais criativos é justamente a cena de abertura: a segunda melhor da franquia. Na cena em questão, o filme brinca com a metalinguagem de uma forma nunca antes apresentada na franquia, elevando o conceito a novos níveis. ‘Pânico’ sempre foi considerado uma franquia de metalinguagem, já que seus personagens conhecem outros filmes de terror e seus clichês, e os citam constantemente. Fora isso, existe o filme dentro do filme, com a série ‘Stab’, a ‘Facada’, que retrata nas telas os ocorridos com os personagens. Em ‘Pânico 4’, duas amigas estão sozinhas em casa e começam a ser assediadas, somente para depois serem atacadas. Mas daí percebemos que era apenas um filme na TV, que outras duas estão assistindo. Essas duas também eram personagens em um filme, e somente a terceira dupla é que faz parte do filme que estamos assistindo. Uau.

03) Pânico (2022)

A palavra criatividade precisa sempre estar atrelada à cena de abertura de algum filme ‘Pânico’. É um desafio para os realizadores se superarem, e criarem introduções que deixam o expectador se perguntando o que está acontecendo. O artifício se tornou tão comum para a franquia, que nos deixa ansiosos para saber o que irão aprontar a seguir. A entrada dos novos diretores na franquia não deixou a “peteca” cair. Dentre os dois filmes dirigidos pela dupla Gillett e Bettinelli-Olpin (conhecidos como “Radio Silence”), escolhemos essa primeira incursão. Porém, as duas são muito boas e subvertem as expectativas.

E se em ‘Pânico VI’ temos revelado na primeira cena o “assassino”, no filme anterior os diretores igualmente trouxeram uma introdução de abrir a boca. Acontece que o quinto ‘Pânico’ foi o primeiro da franquia a mostrar a vítima inicial sobrevivendo. Todos os filmes anteriores, assim como o posterior, mostram um ataque fatal de Ghostface a uma vítima famosa – apenas mencionada pelos personagens depois. Mas em ‘Pânico 5’, a atacada não apenas sobrevive para contar a história, como também se torna uma das duas personagens principais do filme. É claro que falamos da cena de abertura com Jenna Ortega no papel de Tara. Mas quem assistia ao filme pela primeira vez não imaginaria. Tara é um dos chamarizes desta nova fase de filmes. Fora isso, a cena do ataque em si é muito bem orquestrada e repleta de tensão.

02) Pânico 2 (1997)

Como dito, daqui para a frente todas as aberturas podem ser consideradas muito boas, sendo difícil ranqueá-las. Temos certeza que a de cada um de nossos leitores será diferente, por isso coloque a sua ordem nos comentários. Escolhemos para quinta posição a de ‘Pânico 2’, que ainda assim é bastante icônica, marcou época e foi até satirizada em ‘Todo Mundo em Pânico’ (2000). A sacada é que o assassino ataca dentro de uma sala de cinema, um lugar considerado seguro, criando ainda mais metalinguagem com o filme de terror nas telas e os personagens dentro do cinema.

A cena em questão mostra um casal de jovens negros – fortalecendo e brincando com o estereótipo de que os personagens pretos são sempre os primeiros a morrer. Maureen é vivida por Jada Pinkett-Smith, e Phil é o papel de Omar Epps. Ele morre no banheiro, já que o cinema inteiro está repleto de pessoas fantasiadas como Ghostface. O assassino rouba suas roupas e se senta ao lado da namorada dele. Ele a mata sem que muitos saibam o que aconteceu. Sua morte é impactante e operística.

01) Pânico (1996)

Em questão de criatividade, a franquia ‘Pânico’ sem dúvidas domina. Os realizadores estão sempre inovando, seja com o “filme dentro do filme” do quarto, a revelação logo na primeira cena do assassino (que depois é morto por outro assassino) ou a primeira vítima ser a protagonista, os três últimos exemplares da franquia exalam criatividade como poucos slashers. Mas nada disso seria possível sem o primeiríssimo filme. E sem o impacto da cena de abertura, que logo de cara mostrava que não estávamos assistindo a um filme de terror qualquer. Para começar, Drew Barrymore, o nome mais famoso do elenco, é quem abre o filme, deixando o público pensar que se trata da protagonista.

No melhor estilo ‘Psicose’, logo percebemos que ela na realidade será a primeira vítima do filme – deixando claro que ninguém está a salvo e qualquer um pode morrer. Fora isso, já nesta cena existe muito humor, diálogos afiados e autorreferentes quando o assunto é filme de terror. Nunca um trote de telefone foi tão ameaçador quanto em ‘Pânico’ e parte da influência que o longa gerou em seus “imitadores” saiu dessa cena de abertura ousada. De uma tacada só a personagem de Barrymore e o sujeito do outro lado da linha comentam sobre ‘A Hora do Pesadelo’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘Halloween – A Noite do Terror’, a tríade do subgênero. Os dois são amantes de filmes de terror e confessam seu amor pelo gênero. Mas os comentários cinéfilos logo dão espaço para o medo, para ameaças e mortes. Simplesmente revolucionário.

10 Filmes de Terror IMPERDÍVEIS dos Últimos 10 Anos

Quem não gosta de um bom filme de terror para assistir debaixo das cobertas em uma noite chuvosa? Bem, se você for fã do gênero essa matéria é para você. Aqui iremos listar 10 filmes de terror que julgamos essenciais para você completar a sua cartilha cinéfila do gênero – filme que foram lançados nos últimos 10 anos e que muitos podem ter deixado escapar. Afinal, é impossível conferir tudo com tamanha oferta, até mesmo para nós que trabalhamos com isso. Confira abaixo e já anote os que você não viu, não conhecia e se for o caso assista novamente.

01) Fale Comigo

Esse é uma sensação do ano passado. A premissa conta sobre uma mão embalsamada, que permite quem a toque conversar com os mortos. É claro que os que se aventuram são adolescentes e a consequência disso é o famoso “vai dar m$rda”. Da produtora A24, o longa fez um enorme sucesso no circuito independente e se tornou queridinho do público, igualmente ganhando sinal verde para uma continuação.

02) Corrente do Mal

Começamos a lista com um dos longas mais antigos da matéria. ‘Corrente do Mal’ é um dos melhores exemplares do gênero dos últimos dez anos e recentemente foi divulgado que ganhará uma continuação. Era esperada? Não. Mas será muito bem-vinda, ainda mais levando em conta que na direção teremos o mesmo David Robert Mitchell e a mesma atriz Maika Monroe. O longa fez sua estreia no prestigiado Festival de Cannes em maio de 2014, mas estreou em circuito nos cinemas em março do ano seguinte, chegando ao Brasil em agosto do mesmo ano.

03) Noites Brutais

Sucesso absoluto em 2022, ‘Noites Brutais’ fez sua estreia no FrightFest, festival especializado no gênero no Reino Unido, em agosto, e estreou em circuito nos EUA em setembro. No Brasil chegou direto em streaming em outubro, a tempo para fazer o dia das bruxas feliz dos fãs. ‘Noites Brutais’ na verdade se divide em dois filmes. O primeiro mais interessante e misterioso, mostra uma jovem chegando a uma casa alugada através do Airbnb e percebendo que o local já tem um locatário. Um sujeito que se mostra tão intrigado quanto ela. Sem ter para onde ir, ela aceita passar a noite com um total estranho. Você teria coragem? Na segunda metade, o filme se transforma em algo completamente diferente. Vale dizer que remete a ‘Um Drink no Inferno’ – no sentido da troca de gêneros, apelando para um filme de monstros.

04) X – A Marca da Morte / Pearl

Aqui trapaceamos um pouco, acontece que se tratam praticamente de filmes complementares, embora esta não tenha sido a intenção inicial. Acontece que enquanto filmavam ‘X’, a pandemia atingiu e a equipe precisou parar o trabalho. Nesse tempo, o diretor Ti West e a estrela Mia Goth começaram a construir um backstory para a idosa Peal, ou seja, como teria sido sua vida na juventude. Quando voltaram a filmar, perceberam que o que tinham escrito para ‘Pearl’ dava um filme e assim ele foi gravado quase de forma simultânea. Em ‘X’ uma equipe vai fazer um filme pornô na década de 70 em uma fazenda de propriedade de um casal de idosos. E em ‘Pearl’ conhecemos uma jovem obcecada em se tornar uma estrela de cinema. Esse ano receberemos a terceira parte da história com ‘Maxxxine’.

05) Fresh

Sucesso no Festival de Sundance em 2022, esse filme une em tela os talentos de Sebastian Stan e Daisy Edgar-Jones. Ela interpreta uma jovem cansada do mundo do namoro e dos joguinhos de primeiros encontros. Essa primeira parte mostra um insight interessante do que é ser jovem e solteiro nos dias e hoje, e o que precisa ser feito em um mundo onde as pessoas são cada vez mais individualistas e pensam apenas em si. Tudo muda quando ela conhece um médico, papel de Stan, que parece ser o homem perfeito. Dizer mais é estragar a surpresa, mas prepare-se para cenas intensas e também para momentos inusitados, como o da dança entre os dois.

06) Noite Passada em Soho

O que dizer de um filme de Edgar Wright, um dos diretores mais interessantes trabalhando na atualidade. Dono de um currículo de obras como a trilogia do Cornetto – filmes que misturam terror e muito humor, a expectativa era grande em relação a este seu primeiro filme completamente mergulhado no gênero do horror. E vindo do diretor não poderíamos esperar um resultado melhor, já que o longa não é um terror explícito e dá mais importância ao desenvolvimento de personagens e até ao drama. Em sua essência, ‘Noite Passada em Soho’ fala sobre duas jovens mulheres de épocas distintas chegando a Londres com o sonho de grandes feitos – uma quer ser cantora e a outra estilista. Uma carta de amor a Londres e mais um show das ótimas Anya Taylor-Joy e Thomasin McKenzie.

07) Maligno

O mundo do terror possui muitos bons diretores, mas um dos melhores da atualidade atende pelo nome James Wan. É claro que o cineasta não é só um diretor de terror (como se fosse pouca coisa) e já se mostrou bem à vontade no comando de grandes blockbusters como ‘Velozes e Furiosos 7’ e os dois ‘Aquaman’. Mas Wan é mais conhecido mesmo como um dos reis do terror, tendo no cinturão obras como ‘Jogos Mortais’, ‘Sobrenatural’ e ‘Invocação do Mal’. E ‘Maligno’, seu penúltimo filme, bem que poderia estar nessa seleta lista, apesar de ser o menos conhecido deles. Um longa que faz grande homenagem aos giallo italianos, mistura filme B e trash em grande estilo.

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08) A Lenda de Candyman

Por falar em filmes cult, ‘O Mistério de Candyman’ foi um dos grandes exemplares do terror nos anos 90 – uma década não muito conhecida por grandes filmes do gênero (tirando os slashers da segunda metade). ‘Candyman’ é um terror poético, político e social, e isso o diferencia de todos os demais. E Jordan Peele, um dos maiores representantes do subgênero na atualidade, não deixa por menos e pega para si a tarefa de reformular o conceito nos dias de hoje. A diretora Nia DaCosta realiza um grande trabalho de trazer a lenda para os dias de hoje, enraizando os terrores modernos na sua obra, realizando uma das transições mais satisfatórias de passado e presente de anos recentes.

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09) Feriado Sangrento

Eli Roth sempre foi conhecido como um carniceiro, um diretor gore que adora inserir litros e litros de sangue em suas obras de terror, vide ‘O Albergue’ e ‘Canibais’. Com ‘Feriado Sangrento’ ele adiciona bastante humor (que sempre esteve pelas beiradas de seus filmes). Aliás, o filme já nasce de uma brincadeira – um trailer falso no projeto ‘Grindhouse’ dos amigos Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. Aqui, Roth desenvolve seus poucos minutos em um filme de quase duas horas de duração. E ainda faz uma sátira ao consumismo desenfreado na black Friday, que é o que desencadeia esse slasher passado no dia de ação de graças.

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10) Dezesseis Facadas

Fechando a matéria temos mais um slasher, este podendo ser considerado bem mais uma comédia do que um terror. Seguindo a veia de filmes como ‘A Morte te dá Parabéns’ e ‘Freaky – No Corpo de um Assassino’, temos uma volta divertidíssima para a década de 80, em uma comédia que ares do clássico ‘De Volta para o Futuro’. Um assassino mascarado volta a atormentar uma cidadezinha décadas depois de um ataque de deixou algumas adolescentes mortas. Assim, a protagonista Jamie (Kiernan Shipka) consegue voltar no tempo e impedir o primeiro ataque do matador. Além de se preocupar com a ameaça do vilão, ela ainda terá que encarar os costumes de uma época que não conhece e lidar com sua mãe adolescentes e as amigas dela.

Filmes DETONADOS pela Crítica que Tiveram Produção de Grandes Diretores do Cinema!

Todos nós fãs de cinema temos nossos diretores preferidos. Quem ama cinema também entende muito bem a importância de certos realizadores para a indústria em um todo, mesmo que seu estilo não seja particularmente o nosso favorito. Quando somos fã de determinado artista, nossa tendência é relevar ao máximo seus deslizes profissionais, sempre conseguindo enxergar algo de positivo mesmo naquela obra que a maioria, e até nós mesmos, considera seu esforço mais fraco.

Temos que entender que até mesmo o mais bem-sucedido realizador de Hollywood é humano e está suscetível a cometer erros. Erros estes que não dependeram só dele. É o caso em especial quando grandes diretores de cinema resolvem dar aquela força a um colega, produzindo o filme dele. Assim, nessa nova matéria, iremos dar uma olhada em dez grandes diretores que decidiram emprestar seus nomes para produzir filmes de outros cineastas, e o resultado não foi dos melhores, com estes filmes resultando em fracassos de crítica. Confira abaixo.

01) Transcendence: A Revolução / Christopher Nolan

“In Nolan We Trust”. Que Christopher Nolan é um dos maiores diretores da atualidade ninguém duvida. Ele consegue como ninguém mesclar o cinema autoral com um produto altamente vendável, sempre entregando sucessos retumbantes de bilheteria. É só dar uma olhada em seu mais recente trunfo, ‘Oppenheimer’. O sucesso, porém, passou longe de ‘Transcendence’, com Johnny Depp e grande elenco – quando Nolan resolveu produzir a estreia na direção de Wally Pfister, diretor de fotografia de alguns de seus filmes.

02) A Família / Martin Scorsese

Martin Scorsese é um diretor lendário, considerado por muitos o maior realizador ainda em atividade. O cineasta veterano coleciona sucessos elogiados pela crítica, mas em seu acervo também foi produtor, e alguns destes filmes passaram longe de serem aclamados. É o caso com a pseudo comédia ‘A Família’, de Luc Besson, que traz Robert De Niro e Michelle Pfeiffer como chefes de uma família de mafiosos. O filme marca apenas 27% de aprovação.

03) Cowboys & Aliens / Steven Spielberg

Assim como Martin Scorsese, Steven Spielberg é um dos maiores de todos os tempos. Ao contrário do colega, Spielberg ficou conhecido como o rei dos blockbusters, colecionando sucessos como ‘Indiana Jones’, ‘Tubarão’, ‘E.T.’ e ‘Jurassic Park’. Ele também abriu portas para outros diretores consagrados. Mas quando quis impulsionar o projeto do talentoso Jon Favreau como produtor, não deu muito certo. Com Daniel Craig e Harrison Ford no elenco, ‘Cowboys & Aliens’ era uma obra promissora, mas o resultado ficou com 44% de aprovação da crítica.

04) Máquinas Mortais / Peter Jackson

Com um estilo meio ‘Mad Max’ com esteroides, ‘Máquinas Mortais’ talvez seja uma produção subestimada, e o tempo dirá se irá ressurgir como filme cult. O que é inegável é que não fez sucesso algum em seu lançamento em 2018 nos cinemas, e colocou fim em uma franquia em potencial. Nem mesmo a produção de Peter Jackson (‘O Senhor dos Anéis’) conseguiu dar gás a obra, que amargou 26% de aprovação da crítica.

05) Hell Ride / Quentin Tarantino

Quentin Tarantino é o diretor preferido de muitos cinéfilos. A combinação de ultraviolência e diálogos sempre afiadíssimos, repletos de humor ácido, é a mistura certa para seus fãs. Ah sim, não podemos esquecer que Tarantino é um cinéfilo gigante e enche seus filmes de muitas referências. Mas nem mesmo ele é à prova de falhas. A força que tentou dar impulsionando ‘Hell Ride’ não adiantou muito e o thriller de ação que muitos sequer ouviram falar amargou 10% de aprovação dos críticos.

06) Convenção das Bruxas / Guillermo del Toro

Calma, não confunda com o clássico da infância de muitos, que era figurinha carimbada nas reprises do SBT. Aqui estamos falando da reimaginação de 2020, com Anne Hathaway, dirigida por ninguém menos que Robert Zemeckis, o responsável por ‘De Volta para o Futuro’. Zemeckis ultimamente tem dado muitas bolas fora, e nem mesmo a produção de um gigante como Guillermo del Toro foi o suficiente para elevar o remake, que amargou 49% de aprovação dos críticos.

07) Penalidade Máxima / Guy Ritchie

Você já tinha ouvido falar em ‘Penalidade Máxima’? Tudo bem, não se culpe, muitos não ouviram. Essa é uma produção britânica de 2001, estrelada pelos usuais colaboradores de Guy Ritchie, Vinnie Jones e Jason Statham. Apesar de ter toda a cara de um filme de Guy Ritchie, ele não é dirigido pelo cineasta, apenas produzido. Ritchie na época ainda estava começando sua carreira, mas já era um diretor celebrado, considerado o “Tarantino inglês”. Apesar de tudo isso, esse filme amargou 34% de aprovação dos críticos.

08) Space Jam: Um Novo Legado / Ryan Coogler

Talvez agora tenhamos uma das maiores injustiças da lista. E eu espero não ser cancelado ao afirmar que não vi esse insulto todo ao assistir a ‘Space Jam – Um Novo Legado’. É verdade que ele repete tudo o que havia sido feito no original, adicionando apenas uma tecnologia melhor. Mas em uma época de sequências legado, você esperava o que? Seja como for, os críticos não gostaram nada e o longa amargou 25% de aprovação, mesmo contando com a produção do “Midas” Ryan Coogler, de ‘Pantera Negra’.

09) Esquadrão Red Tails / George Lucas

George Lucas sempre será o rei para toda uma geração, pois o sujeito foi simplesmente o responsável pela criação da maior saga espacial do cinema, ‘Star Wars’. Fora isso foi também o responsável pela produção e criação de ‘Indiana Jones’. Apesar de ter o coração no lugar quando decidiu produzir também ‘Esquadrão Red Tails’, sobre uma esquadra de pilotos negros durante a Segunda Guerra Mundial, o filme não teve um bom resultado e amargou 40% de aprovação dos críticos.

10) Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros / Tim Burton

Finalizando a matéria temos Tim Burton, diretor extremamente cultuado, que promete voltar com tudo esse ano no comando da sequência ‘Beetlejuice Beetlejuice – Os Fantasmas Ainda se Divertem’, continuação de um de seus filmes mais queridos. Burton coleciona sucessos como diretor, mas como produtor, deu seu nome para o lançamento de ‘Abraham Lincoln – Caçador de Vampiros’ – baseado em quadrinhos cult, que reimagina o icônico presidente americano em meio a uma infestação de vampiros na América. O filme obteve apenas 34% de aprovação dos críticos.

Filme EMOCIONANTE com Tom Hanks estreia fazendo sucesso na Netflix e vai te fazer chorar…

Todo mundo conhece alguém que nunca passa frio, porque a pessoa está sempre coberta de razão. É aquela pessoa que não importa o quanto você tente explicar, demonstrar ou até mesmo desenhar, ela sempre acha (ou melhor, tem certeza) que o que ela acha ou pensa é o certo, é o bom, e não há maneira de convencê-la do contrário. É, todo mundo conhece alguém cabeça dura assim, e esta é a razão pela qual o espectador irá se conectar imediatamente com o protagonista do drama cômicoO Pior Vizinho do Mundo’, que estreou em terceiro lugar entre os filmes mais vistos da Netflix.

Otto (Tom Hanks) tem sempre razão. Preocupado com a ordem do mundo, ele simplesmente não consegue entender por quê deve pagar por dois metros de corda, se está consumindo apenas um metro e sessenta. Ou por quê carros de não-moradores usam a via do condomínio como corta-caminho, sempre deixando o portão aberto, embora isso seja proibido. Por isso, Otto está sempre vigiando, fiscalizando, cuidando para que todos os moradores cumpram com as regras sociais, pois, para ele, todos são uns idiotas justamente por isso. Quando os novos moradores da casa da frente, Marisol (Mariana Treviño) e Tommy (Manuel Garcia-Rulfo), se mudam com suas duas filhas, Otto sente seu espaço invadido, especialmente porque por algum motivo inexplicável, Marisol parece gostar dele, e o procura com frequência, oferecendo e pedindo ajuda. Mas Otto tem seus próprios planos, e, ao ver sua rotina frequentemente frustrada por causa das cada vez mais frequentes interrupções, Otto começa a se sentir mais e mais irritado, agravando sua condição de saúde que poucos sabem.

Apesar do título em português, Otto não é ‘O Pior Vizinho do Mundo’. Ele é um cara cheio de manias (muitas das quais oriundas de transtornos psicológicos que não são trabalhados no filme, mas que sabemos que estão ali) e alguns traumas, que corroboram seus comportamentos extremamente centrados em si e na sua lógica mui particular. Inspirado no livro Fredrik Beckman, a história retrata toda uma geração de mais velhos que viveram um tipo de educação bastante rígida, recheada de normas e limites que precisavam ser respeitados; nesse sentido, é extremamente comovente ver como Tom Hanks consegue criar uma carapuça para esse personagem que, no fundo no fundo, tem um coração e tem sentimentos, mas enfrenta muita dificuldade para demonstrá-los por ser extremamente cabeça dura.

A construção da relação de Otto com sua vizinha Marisol é muito cativante – mérito não só dos atores como também do diretor Marc Forster, cuja trajetória é de trabalhos emocionantes (‘Em Busca da Terra do Nunca’, ‘O Caçador de Pipas’) e de boas adaptações literárias. Forster baseia seu filme na relação de empatia e ódio entre os personagens e também na dicotômica relação paradoxal de Otto consigo mesmo. Mérito também do roteiro de David Magee, que costura a história desse protagonista com diversas explicações, ainda que os flashbacks sejam um pouco longos e frequentes.

Para quem gosta de filmes emocionantes e extremamente humanos, ‘O Pior Vizinho do Mundo’ é desses que você inesperada e provavelmente pode acabar chorando no fim, afinal, todo mundo conhece alguém como Otto. A proximidade e a realidade do universo desses personagens bate fundo no peito. E Tom Hanks consegue mais uma vez, por trazer humanidade a esse personagem geralmente odiado por todos. 

Hugh Jackman responde se pode aparecer como o Wolverine em ‘Vingadores: Apocalipse’

Apesar do anúncio do retorno de diversos mutantes dos ‘X-Men’ em ‘Vingadores: Apocalipse’, Hugh Jackman, o icônico Wolverine, não foi oficialmente confirmado no elenco do novo longa da Marvel.

Em entrevista ao TheGNShow, Jackman falou sobre um possível retorno como Wolverine nos próximos filmes dos ‘Vingadores‘:

“Talvez. Nunca mais direi ‘nunca’… Já fiz dez filmes, então acho que já têm material suficiente para uma versão minha feita por inteligência artificial.”

Segundo o ComicBookMovie, Jackman deve se juntar a seus colegas de ‘X-Men’ no filme. Essa informação contrasta com a expectativa de que o retorno de Jackman ao papel de Logan ocorreria apenas em ‘Guerras Secretas’.

A presença de tantos personagens dos filmes originais dos ‘X-Men’ da 20th Century Fox, tem aumentado as teorias de que o longa vai apresentar um conflito entre Vingadores e X-Men, com o Doutor Destino (Robert Downey Jr.) liderando os mutantes para a guerra contra os Heróis Mais Poderosos da Terra.

Um rumor anterior indicava que Destino poderia formar uma equipe de variantes “más” dos Vingadores para ‘Guerras Secretas’, mas não há indícios do retorno de Chris Evans (Capitão América), Scarlett Johansson (Viúva Negra) ou outros Vingadores originais em ‘Apocalipse’.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Robert Downey Jr. irá retornar ao Universo Cinemático Marvel, dessa vez dando vida ao antagonista Victor von Doom/Doutor Destino.

Vale lembrar que recentes rumores apontam que Deadpool, Wolverine, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Thunderbolts, Jovens Vingadores, Doutor Estranho, Clea, Hulk, Mulher-Hulk, Shang-Chi, Pantera Negra (Shuri), Sam Wilson, Capitã Marvel, Monica Rambeau, Cavaleiro da Lua, Demolidor, Gavião Arqueiro, Senhor das Estrelas, Loki, Thor, Visão Branco, Wanda, Agatha Harkness, Homem-Formiga, Máquina de Combate e Pepper Potts devem aparecer em ambos os projetos.

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

James Cameron quase dirigiu ‘Jurassic Park’: “Seria para maiores de 18 anos e muito assustador”

James Cameron revelou à revista Empire que quase dirigiu ‘Jurassic Park‘ antes de Steven Spielberg assumir o projeto.

“Ele era a pessoa certa para fazer isso. Eu não, porque eu teria feito algo muito assustador e para maiores de 18 anos. Seria tipo Aliens com dinossauros.”

Será que seria um filmão?

Vale lembrar que ‘Jurassic World: Recomeço‘ arrecadou US$ 868 milhões nas bilheterias mundiais.

Com o sucesso, o insider DanielRPK revelou que uma nova sequência já está em desenvolvimento e terá o retorno de Scarlett Johansson como Zora Bennett.

A trama do último filme se passa cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Ranking | Do PIOR ao MELHOR filme da franquia ‘Jurassic Park’ – incluindo ‘Jurassic World: Recomeço’

Jurassic World: Recomeço já está disponível para aluguel no Prime Video e é uma tentativa de recomeçar a franquia dos dinossauros geneticamente alterados. O sétimo capítulo da saga chega em um momento no qual até mesmo os fãs se questionam se ainda há o que abordar neste universo de quase 40 anos de existência.

Porém, a saga segue com uma quantidade absurda de fãs pelo mundo, mostrando que existe muita força nos filmes com dinossauros. Pensando nisso, o CinePOP fez um ranking de toda a saga, incluindo Jurassic World: Recomeço, partindo do pior até chegar ao MELHOR filme. Confira!

 

7. Jurassic World: Recomeço (2025)

Com estreia marcada para esta quinta-feira (3), Jurassic World: Recomeço é indefensável. A trama se passa alguns anos após os eventos de ‘Domínio’. Os dinossauros soltos pelo mundo começam a morrer por conta de problemas de adaptação ao clima, então, os poucos sobreviventes se encontram em uma ilha no Equador, na qual a InGen escondeu dinossauros híbridos experimentais que ‘deram errado’. Nesse meio, uma gigante farmacêutica descobre que o DNA desses dinossauros pode ser a chave para uma nova droga capaz de evitar doenças cardíacas nos seres humanos. Porém, como a presença de pessoas na ilha é expressamente proibida, a empresa contrata uma mercenária e obriga um de seus especialistas em paleontologia para integrarem um time de extração de DNA de três espécies vivas de dinossauros.

Paralelamente, uma família decide atravessar o oceano num barquinho, mas acaba sendo atacada pelo Mosassauro e para na ilha mutante. Por lá, o filme acompanha os dois núcleos tentando sobreviver, mas esbarra nas idiotices de uma família completamente ausente de carisma e no pior grupo de especialistas que o Jurassic World já viu – e olha que a concorrência é grande. Não bastasse isso, o filme ainda conta com um CGI muito abaixo dos padrões da própria saga e traz “dinossauros” pouco interessantes. É uma mistura de redundância com falta de inspiração e desgaste que fazem deste o primeiro filme legitimamente chato da franquia.

6. Jurassic World: Domínio (2022)

Talvez o capítulo mais odiado da saga, Jurassic World: Domínio conta com uma direção não muito inspirada de Colin Trevorrow e um roteiro quase inexistente, que está ali com a única função de reunir o trio dos filmes originais com o elenco da segunda trilogia. Apesar de ter momentos em que funciona como parque de diversões para os fãs da saga, o saldo do longa não é tão positivo, e muito por conta de uma escolha criativa para lá de questionável, que foi colocar uma praga de gafanhotos como a grande ameaça do longa. Quer dizer, os vilões ocultos são o capitalismo e a espionagem empresarial, mas o fio condutor da trama é mesmo uma nuvem de gafanhotos mutantes.

Apesar disso, as novas de dinossauros introduzidas misturam muito bem os efeitos práticos com o CGI, dando um aspecto de realismo muito bem-vindo para a segunda trilogia. A trama mostra o mundo lidando com os dinossauros soltos pelas ruas, e uma das consequências desse novo planeta foi a volta de pragas pré-históricas. Por conta disso, o Dr. Grant e a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) embarcam em uma aventura para tentarem descobrir o que está por trás desses gafanhotos. Paralelamente, Owen e Claire têm a filha sequestrada junto com a Blue, se enfiando em uma confusão no mercado clandestino de dinossauros para tentarem encontrá-las. É um filme fraco, mas tem como piorar…

5. Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

O segundo capítulo da trilogia Jurassic World trouxe o diretor J.A. Bayona para dar ao filme um tom mais próximo do suspense e do terror, remontando bastante ao segundo filme da saga original. No entanto, deu para sentir que houve uma interferência do estúdio nesse tema, parecendo ter havido um pedido para que o diretor segurasse um pouco a mão na hora de retratar a violência. Então, apesar de ter a melhor direção da trilogia nova, há uma falta de coesão na história.

A trama começa abordando a destruição da Ilha Nublar por meio da erupção do vulcão. Assim, o governo americano entra em um debate ético sobre decidir se irá resgatar os dinossauros ou se deve deixá-los para morrer. Essa já seria uma premissa interessante por si só, mas entra uma nova subtrama envolvendo a criação de um novo dinossauro híbrido, o que deixa o filme redundante, já que é uma repetição do capítulo anterior da saga. Não bastasse isso, ‘Reino Ameaçado’ ainda entra no debate ético sobre a clonagem de seres humanos, fazendo desta aventura uma colcha de retalhos. Mesmo com tanta bagunça, o filme ainda consegue ser divertido e criar tensão em bons momentos.

4. Jurassic Park III (2001)

Massacrado pela crítica e dono da menor bilheteria da saga até o momento, Jurassic Park III foi dirigido por Joe Johnston, que tentou se desvencilhar ao máximo do trabalho feito e consagrado por Steven Spielberg nos anos anteriores. Para isso, ele levou o Dr. Grant (Sam Neill) para a Ilha Sorna, após ser enganado por uma família que procura o filho desaparecido. O que deveria ser um tour de avião sobre a ilha, logo se transforma em uma luta pela sobrevivência, enquanto o casal procura pelo filho.

Além de destruir a vida amorosa do protagonista, o filme ainda muda o comportamento de certos personagens e mata o principal astro da saga, o Tiranossauro, para dar lugar ao psicótico Espinossauro, o que trouxe novos fãs para a franquia, mas também desagradou a parte dos fãs dos longas anteriores, até por flertar mais com o suspense do que com a aventura. Mas o grande incômodo é que esse filme faz menos uso dos animatrônicos e traz alguns dinossauros feitos com um CGI bem meia boca. Ainda assim é um entretenimento muito honesto.

3. O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Protagonizado pelo sarcástico Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum), o segundo e último filme da franquia Jurassic a ser dirigido por Steven Spielberg é uma adaptação com bastante liberdade criativa do romance homônimo de Michael Crichton. A trama gira em torno do Dr. Malcolm, que revelou ao mundo os horrores que viveu na Ilha Nublar em 1993. Porém, a InGen, sob nova direção, usa seu dinheiro e influência para destruir sua imagem no meio acadêmico, fazendo com que ele fosse visto como louco. No entanto, após convocação de um doente John Hammond (Richard Attenborough), ele descobre que sua namorada foi mandada para a Ilha Sorna, uma segunda ilha, onde os dinossauros foram libertados, para documentar essa vida dos bichos na natureza. Então, ele integra um time que vai para a ilha, em busca de fazer sua própria missão de resgate e salvamento. O problema é que a nova direção da InGen enviou um grupo de mercenários para levarem algumas espécies ao continente, onde planejam fazer um novo parque.

O interessante é que mesmo mantendo a excelência técnica do filme original, mesclando com maestria o CGI com os animatrônicos, o próprio Steven Spielberg já assumiu que não gosta tanto desse filme. Ele tem dois momentos bem distintos. O primeiro é toda a saga de Malcolm indo para a ilha e tentando sair de lá, que é ainda mais brutal que o primeiro longa. Já o segundo momento é o do T-Rex na cidade. Ele funciona como um conto anacrônico isolado, mas acaba estendendo por demais. Ainda assim, é uma aventura com momentos memoráveis e com um suspense muito bem trabalhado.

2. Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

Reiniciando a franquia Jurassic nos cinemas, Jurassic World se passa décadas depois da tragédia original e traz o parque funcionando nos dias atuais. A InGen revitalizou a ilha e melhorou a tecnologia do esquema de segurança, fazendo do Jurassic World uma das principais atrações do mundo. Porém, quando o primeiro híbrido do parque escapa de seu padoque, o público passa a correr sérios riscos, dada a imprevisibilidade deste animal “nascido para matar”.

Há quem não goste muito das propostas desse filme, como ter os Velociraptores sendo treinados por uma pessoa, mas ver o parque funcionando e ter a dupla de irmãos comandando grande parte da história faz desse filme uma aventura muito boa e divertida de assistir.

1. Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

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O primeiro lugar desse ranking não tinha como ser diferente. O primeiro Jurassic Park é um clássico imortal do cinema e responsável por despertar o amor pela sétima arte em algumas gerações. A trama é adaptada do livro homônimo pelo próprio autor, Michael Crichton, e leva um grupo de cientistas para um fim de semana em uma ilha, onde um bilionário decidiu investir na clonagem de dinossauros para abrir um parque temático. As coisas dão errado, os dinossauros escapam e agora o grupo precisa encontrar um jeito de sobreviver e pedir ajuda ao continente para deixar a ilha.

Trazendo os dinossauros mais realistas que a humanidade já viu, Steven Spielberg praticamente redefiniu os conceitos de blockbuster com esse longa, criando um clássico instantâneo que inspirou gerações a amarem o cinema.

Artigo | Nada é o que parece ser: o final explicado de ‘Não Fale o Mal’, TERRORZÃO no Prime Video

O remake hollywoodiano de ‘Não Fale o Mal’ está disponível no catálogo do Prime Video. O terror psicológico, baseado no longa dinamarquês de mesmo nome lançado em 2022, acompanha a família Dalton, que é convidada a passar um final de semana no interior da Inglaterra, na propriedade de Paddy (James McAvoy), sua mulher e seu filho; porém, o que deveria funcionar como uma aventura dos sonhos por idílicas terras longe do caos urbano de Londres transforma-se em uma luta pela sobrevivência quando os Dalton descobrem os verdadeiros motivos por trás do convite.

Supervisionada pela Blumhouse em uma de suas melhores incursões dos últimos anos, o longa-metragem é sólido do começo ao fim e emerge como um dos melhores títulos do ano por não desejar reinventar a roda, e sim trabalhar com o que lhe é entregue e garantir que a densa atmosfera de suspense guie os telespectadores por essa angustiante jornada. Porém, é notável como o roteiro, assinado por James Watkins (que também fica responsável pela direção), é competente o bastante para nos desviar de algumas pistas óbvias e calcar algumas reviravoltas chocantes e bem-vindas, que auxiliam na compreensão do enredo e até mesmo da construção das personagens.

A princípio, Paddy, Ciara (Aisling Franciosi) e Ant (Dan Hough) parecem apenas excêntricos aos olhos da formalidade convencional dos Dalton, atraindo certos olhares confusos de Louise (Mackenzie Davis), seu marido Ben (Scoot McNairy) e sua filha Agnes (Alix West Lefler) – que, talvez, apenas não estejam acostumados ao estilo de vida despojado de seus anfitriões. Porém, em determinada sequência (que insurge após certas atitudes condenáveis de Paddy para com o filho e de Ciara para com Agnes), Ant consegue chamar a atenção de Agnes e levá-la ao porão do celeiro do terreno, ansioso e desesperado para mostrar-lhe alguma coisa.

Assim que chegam lá, a jovem garota se depara com um arsenal de relógios, carteiras, mochilas e malas de viagem que, por alguma razão, estão escondidos ali. Pouco depois, Ant pega em mãos um álbum de fotografias, mostrando as fotos dos pais ao lado de outras famílias – mas algo está errado: Ant não está em todas elas, aparecendo muito para frente e sempre com um semblante tristonho e derrotado. Não demora muito até que Agnes entenda exatamente o que ele quer dizer. Ant não é filho de Paddy e Ciara, e sim foi abduzido pelos dois após o casal dar cabo de seus verdadeiros pais, cortando a língua do garoto para impedi-lo de pedir ajuda e de contar a verdade para os outros.

Agnes, então, consegue chamar a atenção dos pais, contando a eles o que descobriu e afirmando copiosamente que precisam ir embora – e é aí que as coisas tomam um rumo muito mais sombrio e que, pouco a pouco, vão revelando as intenções dos psicóticos antagonistas.

A princípio, acreditamos que Paddy e Ciara se renderam à insanidade por não conseguirem ter a família que sempre quiseram, tomando para si crianças de pais disfuncionais para, enfim, terem tudo aquilo que sempre quiseram. Entretanto, o buraco é mais embaixo do que imaginamos: Ciara foi a primeira criança raptada por Paddy e, ao amadurecer o suficiente, foi obrigada a tornar-se sua companheira e forçada a cuidar dele até que a família estivesse completa – enfrentando ataques de fúria e uma culpa constante de não poder satisfazê-lo por completo. E, após a traição de Ant, Paddy resolve cortá-lo de uma vez por todas dos planos que possuía e volta seu foco para Agnes.

Eventualmente, Louise une todas as forças que ainda têm para impedir que o plano insano de Paddy se concretize – e fazendo de tudo para que Ant também seja liberto de sua prisão. E, em um último suspiro antes de se ver, enfim, livre desse odioso psicopata, Ant vinga os pais e o fato de ter sido privado da própria família de sangue e começa a deixar para trás os traumas com os quais foi forçado a viver.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

“Wakanda para sempre!” Chadwick Boseman recebe estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood

O aclamado ator Chadwick Boseman (1976–2020), que conquistou o público mundialmente ao interpretar o herói Pantera Negra, recebeu uma homenagem eterna: ele ganhou uma estrela na prestigiada Calçada da Fama de Hollywood.

Segundo o TMZ, a homenagem póstuma aconteceu na última quinta-feira, e sua viúva, Simone Boseman, comentou sobre o legado do ator e o significado desse reconhecimento.

“Ele criou espaço, e agora pode haver cada vez mais… ele preparou tudo. Ele interpretou o papel que deveria interpretar”, ressaltou Simone.

Ela enfatizou que a estrela é um reconhecimento físico do impacto que Boseman teve na indústria: “É uma representação física de todo o trabalho que ele fez e da vida que ele viveu, e eu estou extremamente orgulhosa dele”.

Simone esteve acompanhada na cerimônia por familiares, incluindo o irmão de Chadwick, Derrick Boseman, e por co-atores dePantera Negra, como Letitia Wright e Michael B. Jordan, além de Viola Davis, com quem ele trabalhou em A Voz Suprema do Blues’.

Derrick Boseman chamou o evento de “incrível”, destacando a importância do legado de Chadwick para a comunidade:

“Imagine ter um irmão que é uma estrela de cinema, sobre quem as pessoas fazem músicas e simplesmente o amam. E ele pôde ser um rei, que é o que nossa comunidade precisa. Nossa comunidade precisa nos ver sendo reis e rainhas”, concluiu.

Chadwick Boseman faleceu tragicamente em agosto de 2020, aos 43 anos, devido a complicações de um câncer colorretal, doença contra a qual lutava em segredo desde 2016. A doença progrediu para o estágio 4, e sua morte ocorreu em casa, cercado pela família.

Boseman deixou um legado notável, sendo uma figura inspiradora dentro e fora das telas. Seu papel mais icônico foi o de Rei T’Challa/Pantera Negra no Universo Cinematográfico Marvel.

Sua filmografia inclui performances aclamadas em: ’42 – A História de uma Lenda’, ‘James Brown’, ‘Crime Sem Saída’ eA Voz Suprema do Blues, trabalho pelo qual recebeu uma indicação póstuma ao Oscar de Melhor Ator.

Atores com nanismo CONDENARAM o uso de CGI para os sete anões em ‘Branca de Neve’

O live-action deBranca de Neve gerou diversas polêmicas, inclusive sobre a decisão da Disney de usar CGI para criar os sete anões, substituindo atores com nanismo por “criaturas mágicas” geradas por computador.

A decisão ocorreu após críticas do ator Peter Dinklage, que considerou a representação dos anões como estereotipada e prejudicial.

De acordo com o Daily Mail, com o lançamento do filme se aproximando, diversos atores com nanismo expressaram sua indignação com a decisão da Disney.

O ator Choon Tan descreveu o uso de CGI para os sete anões como “absolutamente absurdo e discriminatório de certa forma”.

“Acho que a Disney está tentando ser politicamente correta demais, mas, ao fazer isso, está prejudicando nossas carreiras e oportunidades. Não há nada de errado em escalar alguém com nanismo para um papel de anão, desde que sejamos tratados de forma igual e com respeito. Estamos mais do que felizes em assumir papéis de atuação adequados para nós”, afirmou.

“Além disso, é também uma oportunidade para que crianças pequenas vejam alguém com nanismo, algo que talvez nunca tenham visto antes”, ressaltou.

Tan se disse “ofendido e desapontado” com a decisão, acrescentando: “Há muitos atores capazes e que adorariam interpretar esses papéis, e isso tirou uma das poucas oportunidades que temos.”

Ele ainda questionou: “Não usariam CGI para um personagem alto, então por que precisam usar para anões? Eu me sinto discriminado, pois todos deveriam ter uma oportunidade igual”.

Ele tem receio de que essa decisão possa afetar negativamente outras produções.

“Essa decisão pode ter um efeito dominó em outras produções e oportunidades, pois isso começou com Peter Dinklage dizendo que anões não deveriam ser escalados para esses papéis específicos. Não há muitos papéis adequados para nós, então isso só torna mais difícil nossas oportunidades de atuação e nossas carreiras como um todo”, desabafou.

Tan também expressou o desejo de ter interpretado um dos sete anões no remake, dizendo: “Nos pagam para fazer o que amamos, atuar e performar”. 

O ator Blake Johnston também criticou a escolha de usar CGI, considerando-a “bastante estúpida”.

“Temos muitos atores anões que estão lutando por papéis como esse. Acho que a Disney cedeu à pressão para ser politicamente correta, o que agora acabou limitando as oportunidades dos grandes atores anões”, disse ele.

Johnston lamentou que a Disney tenha perdido a chance de dar destaque aos atores com nanismo, afirmando: “Isso nos limita ainda mais. Fico ofendido com a decisão, pois a Disney tinha uma das maiores histórias educacionais de todos os tempos, mas agora fez dela uma piada”.

Ele ainda explicou que o filme poderia ter dado “aos atores anões o destaque e mostrado ao mundo que podemos atuar e que somos bastante confiáveis”.

Blake admitiu que teria “absolutamente adorado interpretar um papel como um dos anões nesta produção”, revelando: “Sempre sonhei em interpretar o Zangado, pois ele é um dos personagens mais adoráveis”.

Will Perry, um nadador paralímpico britânico com acondroplasia, também comentou: “A Disney está tentando com força demais ser politicamente correta”.

Ele achou a decisão “triste e ultrajante”, considerando que há muitos atores talentosos esperando uma oportunidade.

“Acho que é, em primeiro lugar, triste e, em segundo, ultrajante que a Disney sinta a necessidade de substituir atores com nanismo por CGI. Há muitos atores talentosos esperando sua grande chance, e isso poderia ter sido, mas não”, afirmou.

Ele ainda ressaltou: “Anões foram substituídos por uma imagem feita por computador. O que isso diz sobre nós? Somos melhores erradicados de um título mundialmente famoso da Disney do que termos uma chance de criar um filme positivo e divertido?”.

Perry também explicou que inicialmente ficou feliz com a ideia de que a Disney não iria cancelar o clássico.

“Inicialmente, há alguns anos, eu fiquei feliz que a Disney não fosse cancelar um conto de fadas tão querido como Branca de Neve e os Sete Anões, mas eles cancelaram a inclusão de anões em vez disso”, lamenta.

Outro ator com nanismo, Martin Klebba, que dá voz ao Zangado no filme, também comentou sobre a polêmica, refletindo sobre a ausência de atores com nanismo na trama.

“Eu geralmente não entro em assuntos políticos, mas eu pensei ‘anões não vão desaparecer só porque você não consegue imaginar que eles estão lá’. Nós ainda vamos andar por aí. Então eu não entendi toda essa coisa sobre não fazer os anões. A história existe há muito tempo e é um clássico”, expressou.

A polêmica começou em 2022, quando o ator Peter Dinklage criticou a Disney, sugerindo que a história de Branca de Neve e os Sete Anões era retrógrada.

Nos cinemas, o longa arrecadou apenas US$ 205,6 milhões ao redor do mundo, o que o coloca entre os remakes live-action de menor desempenho da história da Disney.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

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Diretor do filme de origem do ‘Rambo’ promete uma abordagem diferente para a história

O cineasta Jalmari Helander comentou recentemente sobreRambo, seu próximo filme, que será uma prequel focada na história de origem do icônico herói de ação. Helander destacou que o público deve esperar uma representação muito diferente do personagem.

Em entrevista ao GamesRadar+, Helander explicou o ponto de partida do jovem John Rambo:

“Claro que é diferente, porque vamos começar em um ponto onde tudo está basicamente bem para o Rambo, diz Helander. “Ele está feliz, mais jovem e tudo mais, porque estamos contando a história de origem. O que aconteceu com ele? Por que ele se tornou aquele tipo de cara que todos vimos em Rambo: Programado para Matar? Então, é diferente”.

O ator Noah Centineo (The Recruit) foi escalado para interpretar o jovem John Rambo. Sua escalação foi anunciada em agosto, com a participação de Helander na direção revelada em maio.

O filme terá roteiro de Rory Haines e Sohrab Noshirvani, conhecidos pelo trabalho em ‘Adão Negro’.

O filme deve se passar durante o período da Guerra do Vietnã, explorando os eventos que transformaram o jovem em um veterano traumatizado.

Sylvester Stallone, não estará envolvido no projeto.

A franquiaRambo já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões. O capítulo mais recente, Rambo: Até o Fim’ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

5 Atrizes Brasileiras com Prêmios no Exterior – Você Conhece Todas?

Uma coisa da qual nenhum brasileiro duvida é o talento de seu país, seja em qual for das sete modalidades de arte: pintura, escultura, música, literatura, dança, arquitetura e cinema. Desde o início deste ano, Fernanda Torres, uma das mais irreverentes atrizes do Brasil, caiu nas graças do público e tornou-se tesouro nacional ao conquistar o primeiro Globo de Ouro de interpretação para o Brasil. 

Assim como a protagonista de Ainda Estou Aqui, outras atrizes já receberam reconhecimentos internacionais em forma de prêmios renomados, , nos principais festivais de cinema do mundo, como Berlim, Cannes e Veneza. As brasileiras levaram o Urso de Prata três vezes, enquanto a Palma de Ouro viajou para o Brasil duas vezes. Porém, ainda não recebemos nenhuma Copa Volpi, do festival italiano.

Fernanda Torres
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Embora Ainda Estou Aqui tenha participado da seleção oficial do Festival de Veneza, o filme levou apenas o troféu de melhor roteiro para Murilo Hauser e Heitor Lorega. Já a honraria de atuação feminina ficou com Nicole Kidman, por Babygirl, de Halina Reijn

Vale a pena relembrar outras talentosas atrizes brasileiras condecoradas em terras estrangeiras, provando que o cinema nacional transpõe barreiras geográficas e culturais, e conquista plateias ao redor do mundo. 

Fernanda Torres

Palma de Ouro em Cannes 1986 por Eu Sei Que Vou Te Amar, de Arnaldo Jabor
Globo de Ouro em Drama 2025 por Ainda Estou Aqui, de Walter Salles

Antes de chegar à vitória no Globo de Ouro e à indicação ao Oscar pelo aclamado Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres, aos 20 anos, ganhou um dos prêmios mais importantes do cinema no Festival de Cannes. Dirigida por Arnaldo Jabor, ela incorpora uma das partes de um casal em discussão sobre o fim do relacionamento em uma trama verborrágica e exaustiva em Eu Sei Que Vou Te Amar. Ao lado Thales Pan Chacon, Fernanda conquistou os membros do júri, presidido naquele ano pelo cineasta Sydney Pollack (Entre Dois Amores). 

De lá para cá, Fernanda Torres participou de dezenas de filmes, com destaque para Jogo de Cena (2008) e O que é Isso Companheiro? (1994, indicado ao Oscar de Filme Estrangeiro), e encontrou seu espaço na televisão com as comédias Os Normais (2001-2003) e Tapas & Beijos (2011-2015). Em setembro de 2024, dirigida pela segunda vez por Walter Salles, levou para o mundo a história de Eunice Paiva, na adaptação Ainda Estou Aqui e conquistou um prêmio inédito para o Brasil. 

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Marcélia Cartaxo

Urso de Prata em Berlim 1986 por A Hora da Estrela, de Suzana Amaral

O encontro perfeito entre o talento de três mulheres resultou no filme A Hora da Estrela e na atuação hipnotizante de Marcélia Cartaxo. A partir do texto de Clarice Lispector, a diretora Suzana Amaral realizou o seu desejo de estrear no cinema e, ao ver Marcélia Cartaxo no teatro, descobriu sua protagonista. Dessa combinação, o Brasil ganhou, pela primeira vez, um prêmio de atuação no Festival de Berlim. Antes disso, a única laurea brasileira na Alemanha era o Urso de Prata do Grande Prêmio do Júri para A Queda (1976), de Ruy Guerra e Nelson Xavier

Com uma carreira proeminente no teatro, Marcélia Cartaxo teve participações pequenas, mas memoráveis em Madame Satã (2002) e O Céu de Suely (2006), ambos do cearense Karim Aïnouz. Somente 30 anos após o prêmio alemão, Marcélia voltou a protagonizar um filme: Pacarrete (2020), de Allan Deberton, seguido por A Mãe (2022), de Cristiano Burlan, pelo qual foi premiada no Festival de Gramado. Desde 2023, ela pode ser vista como Zeza Vaqueiro na série Cangaço Novo, na Prime Video, renovada para a segunda temporada. 

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Ana Beatriz NogueiraUrso de Prata em Berlim 1987 por Vera, de Sérgio Toledo

Ana Beatriz Nogueira recebe o Urso de Prata em 1987 (Foto: Arquivo/ O Globo)

No ano seguinte à vitória de Marcélia, Ana Beatriz Nogueira se afirmou como a segunda brasileira a conquistar o prêmio de atuação em Berlim. Aos 19 anos, recebeu o seu Urso de Prata pelo papel-título em Vera, de Sérgio Toledo, inspirado na autobiografia A Queda para o Alto, de Anderson Herzer. No filme, Ana Beatriz interpreta um jovem homem trans em uma jornada de autodescoberta, enfrentando preconceitos e aprendendo a lidar com seus traumas.

Após a conquista em Berlim, Ana Beatriz foi laureada no Festival de Locarno, na Suíça, e no Festival dos 3 Continentes, na França. Durante os anos 1990 e 2000, destacou-se em novelas e minisséries da TV Globo, como Felicidade (1991-1992), O Rei do Gado (1996) e Celebridade (2003). No cinema, brilhou no drama O Vestido (2004), de Paulo Thiago, e, recentemente, participou das novelas Um Lugar ao Sol (2021) e Mania de Você (2024).

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Fernanda Montenegro

Urso de Prata em Berlim 1998 por Central do Brasil, de Walter Salles

Dirigida por Walter Salles, a maior atriz brasileira deste e do último século se consolidou como a terceira mulher a receber a honraria em Berlim, assim como o seu filme, Central do Brasil, tornou-se o primeiro a receber o Urso de Ouro. Levaria 10 anos até o Brasil chegar ao maior troféu novamente com Tropa de Elite, de José Padilha. O reconhecimento do júri da Berlinale, presidido pelo ator Ben Kingsley, conduziu a atriz e a obra às nomeações do Globo de Ouro e do Oscar. O resto dessa história a gente conhece. 

Passado o alvoroço de Central do Brasil, Fernanda Montenegro protagonizou Casa de Areia (2005), ao lado da filha Fernanda e dirigida pelo genro Andrucha Waddington, e participou da adaptação internacional da obra de Gabriel Garcia Marquez, O Amor nos Tempos do Cólera (2007), de Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo) — seu único filme fora do país. Outro grande reconhecimento veio — anos depois — com o sucesso da série Doce de Mãe (2014), da Globoplay, pelo qual ganhou o Emmy Internacional de Melhor Atriz.

Em março de 2025, Fernandona se fez presente nos cinemas brasileiros em dose dupla: vivendo a personagem título do drama Vitória, de Andrucha Waddington, e como narradora do documentário Milton Bituca Nascimento, de Flávia Moraes.   

▶️Onde assistir? Netflix, Globoplay e Amazon Prime Video.

Sandra Corveloni

Palma de Ouro em Cannes 2008 por Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas

Sandra Corveloni em Linha de Passe (2008)

Em co-direção com Daniela Thomas, Walter Salles levou mais uma atriz brasileira ao estrelato, com a conquista da Palma de Ouro em Cannes, pelo primeiro trabalho de Sandra Corveloni, aos 43 anos, no cinema. Em Linha de Passe, ela vive Cleuza, mãe solo de quatro rapazes na periferia de São Paulo, onde cada um sonha com uma vida melhor, enquanto enfrenta as adversidades do cotidiano. 

Após o prêmio, Sandra trabalhou tanto no cinema quanto na televisão. Ela conseguiu o seu primeiro personagem fixo na 18° temporada de Malhação (2010) e ganhou destaque nas telenovelas Amor à Vida (2013) e O Outro Lado do Paraíso (2017). Na telona, ela ainda não voltou ao protagonismo, mas participou dos títulos Somos Tão Jovens (2013), de Antonio Carlos da Fontoura, e Vazante (2017), de Daniela Thomas. Em 2025, a atriz estave no longa Alegria do Amor, de Márcia Paraíso

▶️Onde assistir? Aluguel na Claro TV, Google Play e Apple TV. 

Narrativas de tensão dominaram streamings: respondendo por 27% dos top-titles de 2025

Os dados consolidados pelas principais plataformas de streaming revelam que produções centradas em suspense, decisões sob pressão e reviravoltas inesperadas conquistaram lugar de destaque no primeiro trimestre do ano. Entre os cem títulos mais assistidos globalmente, vinte e sete compartilham elementos narrativos que mantêm o espectador em estado de alerta constante, transformando a tensão em componente essencial da experiência audiovisual contemporânea.

Mecânicas de expectativa e o apelo das histórias sob risco

A crescente popularidade desses formatos reflete uma busca por imersão que vai além do entretenimento passivo. O público demonstra preferência por enredos onde cada escolha pode alterar destinos, padrão que migrou para diversos setores do entretenimento digital. Produtores e roteiristas adaptaram técnicas clássicas do cinema noir e dos jogos de tabuleiro para criar sequências onde cada segundo importa. A fragmentação de capítulos curtos, cliffhangers estratégicos e múltiplas camadas de subtrama mantêm métricas de retenção elevadas, superando formatos lineares tradicionais.

Perfil demográfico e hábitos de consumo emergentes

Dados internos apontam que a faixa etária entre vinte e cinco e quarenta anos lidera o consumo desses títulos, com picos de audiência nos períodos noturnos de dias úteis. A preferência por histórias fragmentadas reflete rotinas urbanas marcadas por intervalos curtos de lazer, onde a intensidade narrativa compensa a limitação temporal.

Dispositivos móveis respondem por quarenta e dois por cento das visualizações desses conteúdos, indicando que a portabilidade reforça o apelo. O uso de fones de ouvido e telas individuais favorece a criação de bolhas de imersão mesmo em ambientes compartilhados, ampliando o alcance dessas narrativas fora do espaço doméstico tradicional.

Estruturas narrativas e arquétipos recorrentes

Os roteiros analisados apresentam protagonistas colocados diante de dilemas morais sem solução evidente, forçando o espectador a projetar suas próprias escolhas. A ausência de heróis clássicos e a presença de personagens ambíguos refletem valores contemporâneos que privilegiam complexidade psicológica sobre maniqueísmo.

Três arquétipos dominam essa categoria: o sobrevivente em jogo mortal, o investigador que desconfia de sua própria memória e o jogador forçado a enfrentar adversários ocultos. Todos compartilham a premissa de controle limitado sobre circunstâncias que evoluem de forma acelerada, gerando tensão constante e reforçando o engajamento emocional.

Impactos na produção e estratégias das plataformas

As principais redes de streaming ajustaram seus investimentos para priorizar produções de formato médio, com orçamentos concentrados em fotografia claustrofóbica, design sonoro envolvente e trilhas que potencializam desconforto. Estúdios independentes ganharam espaço ao oferecer roteiros ágeis e equipes enxutas, entregando qualidade competitiva com prazos reduzidos.

Algoritmos de recomendação foram refinados para identificar padrões de abandono e propor títulos similares nos momentos de maior propensão ao engajamento. Estratégias de lançamento em blocos semanais, em vez de temporadas completas, visam prolongar discussões nas redes sociais e sustentar presença na mídia especializada ao longo de ciclos mais extensos.

Reflexos culturais e debate sobre representação

Críticos apontam que o sucesso dessas narrativas espelha incertezas coletivas amplificadas por contextos econômicos voláteis e transformações tecnológicas aceleradas. A sensação de controle limitado sobre o futuro encontra eco em histórias onde personagens navegam labirintos sem saída aparente, validando ansiedades individuais através de ficções compartilhadas.

Ao mesmo tempo, grupos dedicados à diversidade no audiovisual questionam a predominância de cenários urbanos ocidentais e elencos homogêneos. Embora algumas produções recentes tenham ampliado representatividade, a maioria ainda replica esquemas estabelecidos, limitando a pluralidade de vozes e perspectivas dentro do gênero.

Perspectivas para a segunda metade do ano

Analistas preveem que a tendência permanecerá relevante pelo menos até o final do terceiro trimestre, com novos lançamentos já confirmados por estúdios asiáticos e europeus. A internacionalização do gênero promete enriquecer abordagens narrativas, incorporando mitologias regionais e estruturas dramáticas menos convencionais ao repertório global.

Paralelamente, surgem experiências híbridas que combinam episódios lineares com segmentos interativos, permitindo ao espectador influenciar desdobramentos pontuais. Essa convergência entre passividade e participação pode redefinir limites do formato seriado, transformando audiências em coautoras de enredos que se ramificam conforme escolhas coletivas.

 

‘Anaconda’: Sony divulga novo clipe do remake com Selton Mello; Confira!

A Sony Pictures divulgou recentemente mais um clipe deAnaconda, aguardado remake que traz Selton Mello no papel de Carlos Santiago. No vídeo, vemos o ator brasileiro contracenando de forma descontraída com Ronald (Paul Rudd).

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O longa chega aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2025.

A trama do novoAnaconda acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye integram o elenco.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

‘Invencível’: Ator decide não voltar para a animação por considerar trama “pesada demais”

O ator Aaron Paul, conhecido por dar voz ao complexo vilão Powerplex na animação Invencível (Invincible), revelou recentemente que não retornará à série, alegando que a intensidade dramática do personagem foi “pesada demais” para ele.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Paul, que é um fã declarado da animação, explicou sua decisão incomum:

“Eu fiz alguns episódios, e eles me pediram para voltar na próxima temporada, mas tenho que dizer… sou tão fã desse show. Eu assisto a cada episódio. Eu adoro. Foi simplesmente pesado demais para a minha psique”, revelou Paul. “Foi algo tão emocional… Tenho tanto respeito pelo que eles estão fazendo”.

O ator detalhou o impacto emocional de interpretar um vilão com motivações tão profundas: “Powerplex não está apenas brincando. Ele está passando por muitas coisas. Turmoil. Eu me coloquei naquela pele, e era uma pele na qual eu não me sentia confortável, para ser honesto”.

“Eu não queria mais fazer isso… A questão é que todos os envolvidos são incríveis. O que isso fez comigo, eu não gostei. Eu não podia continuar”, acrescentou.

Apesar da saída de Aaron Paul, o serviço de streaming confirmou que o próximo ciclo de ‘Invencível’ estreará em março de 2026.

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Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Benedict Cumberbatch revela estar “deprimido” com o crescente uso de IA em Hollywood

O ator Benedict Cumberbatch, eternizado no cinema como o Dr. Estranho, falou recentemente sobre o crescente uso da Inteligência Artificial (IA) na indústria, revelando seu receio sobre o futuro das produções de Hollywood.

Conforme noticiado pelo ComicBookMovie, Benedict Cumberbatch compartilhou suas opiniões a respeito do impacto da IA no cinema.

“Bem deprimido, para ser honesto. Sinto que estamos em risco de perder nossos defeitos e aperfeiçoar e asfaltar por cima daquilo que nos torna humanos, que são nossa chance de errar, nossa bagunça e nossa imprecisão, tudo isso cria a tensão, o conflito e o atrito necessário para que o pensamento criativo original aconteça. Nossa necessidade de resultados imediatos e nossos apetites estão sendo dominados pela abundância e, claro, pela necessidade de gratificação imediata, o que considero muito perigoso para a mentalidade criativa humana”, afirmou.

O ator britânico ressaltou que, embora reconheça o potencial da ferramenta, a limitação humana é essencial:

“Mas veja, eu não sou um ludita [pessoa que se opõe à tecnologia]. Entendo que essas ferramentas podem ser usadas mantendo a bagunça analógica da bioquímica que as utiliza e ainda assim gerar grande impacto sem prejudicar a autenticidade. Também me sinto como Nick Cave que, se você não leu a carta dele, articula isso perfeitamente: nossas limitações são o que nos torna humanos e as histórias são como entendemos nossa humanidade. A página em branco, o desafio do pensamento lento, de falhar e pensar melhor, e as dificuldades da labuta do nosso ato criativo são o que tornam tudo isso tão, tão gratificante”, acrescentou.

O tema tem gerado amplos debates e polêmicas na indústria. Para os atores, a principal preocupação é que suas imagens e vozes sejam usadas por meio de IA, sem o seu consentimento ou aprovação, o que foi um ponto central na última greve de Hollywood.

Emma Thompson condena o uso de Inteligência Artificial em Hollywood

‘Sonhos de Trem’: Drama da Netflix ganha novo trailer emocionante; Confira!

O dramaSonhos de Trem (Train Dreams), cotado para o Oscar, estreou oficialmente na plataforma de streaming Netflix. Para celebrar o lançamento, a plataforma divulgou um novo trailer sobre o filme.

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Crítica | Train Dreams: Drama histórico do diretor de ‘Sing Sing’ é um convite ao extraordinário

O longa é uma adaptação do livro homônimo de Denis Johnson e acompanha a jornada de Robert Grainer, um homem comum que trabalhava como diarista. Em meio ao luto pela perda da família, Grainer precisa se adaptar à vida no Oeste Americano no início do século XX.

Clint Bentley assina a direção do longa e também foi responsável pelo roteiro, ao lado de Greg Kwedar. Os dois cineastas colaboraram recentemente no roteiro indicado ao Oscar por Sing Sing.

Joel Edgerton, Felicity Jones, Will Patton, William H. Macy, John Diehl, Paul Schneider, Nathaniel Arcand e Nathaniel Arcand.

Sonhos de Trem’ já está disponível na Netflix. 

‘Davi’: Animação da Angel Studios divulga novo trailer; Confira!

DAVI, filme animado da Angel Studios, divulgou seu mais novo trailer, destacando o protagonista Rei Davi, um dos personagens mais célebres da Bíblia.

O longa-metragem de animação tem estreia marcada para 19 de dezembro nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá.

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Ainda não há uma data de estreia definida para o Brasil.

‘The Senior’: Angel Studios distribuirá drama esportivo RELIGIOSO baseado em fatos reais

A Angel Studios promete uma jornada musical e épica do jovem pastor que se torna o mais famoso Rei de Israel.

Sinopse: “Em um reino dilacerado pelo medo e pela corrupção, um menino pastor é chamado para enfrentar um gigante e a escuridão atrás dele. Com nada além de fé, coragem e uma funda, ele desafia um império e desperta o coração de uma nação. Das colinas tranquilas de Belém ao rugido do campo de batalha, sua jornada moldará reis, testará corações e revelará que a maior força é encontrada na confiança, não no poder”.

Para quem não conhece, Davi é um dos personagens mais emblemáticos da Bíblia. Ainda jovem, enfrentou e derrotou o gigante Golias, tornando-se símbolo de fé e coragem. Além disso, é creditado como autor de diversos Salmos e é lembrado como o mais famoso rei de Israel.

‘The Chosen Adventures’: Série BÍBLICA animada do criador de ‘The Chosen’ ganha trailer e data de estreia

A produção deDAVI é a mais recente empreitada da Angel Studios, que se consolidou no mercado com produções aclamadas e de grande impacto como The Chosen (série sobre a vida de Jesus), ‘Som da Liberdade e ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot’.

10 filmes que moldaram a infância de quem cresceu nos anos 1990 e 2000

Ah, nossa infância! Uma época boa que só aprendemos a valorizar na fase. Nesse início de trajetória, a vida é regada por quase nenhuma obrigação, os desafios vão surgindo aos poucos, nos levando pela jornada da vida. Nesse período, lindos filmes chegam fortes e grudam pra sempre em nosso imaginário. Abaixo, fizemos uma lista com alguns deles:

 

Meu Primeiro Amor

Lançado no início da década de 1990, esse filme nos mostra a sonhadora filha de um agente funerário, que perdeu a mãe muito cedo e entra em conflito quando o pai se apaixona novamente.

 

Free Willy

Na trama, um jovem órfão se aproxima de uma baleia Orca chamada Willy após vandalizar um parque aquático. Assim, aos poucos, vai nascendo uma incrível amizade.

 

Jumanji

Na trama, conhecemos Alan (Robin Williams/Adam Hann-Byrd), um jovem que tem problemas de relacionamento com o pai, que certo dia acaba achando um jogo de tabuleiro chamado Jumanji, em meio a uma obra de uma casa. Quando resolve jogar, ao lado da amiga Sarah (Bonnie Hunt/Laura Bell Bundy), acaba ficando preso no jogo. Depois de duas décadas, os irmãos Judy (Kirsten Dunst) e Peter (Bradley Pierce), que recentemente perderam os pais, acham o mesmo jogo, libertando Alan. Agora, todos eles precisam terminar de jogar até o fim.

 

Aladdin

Baseado no conto árabe Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, que tem na obra em As Mil e uma Noites, uma das clássicas animações da Disney chegou aos cinemas em 1992 e foi um estrondoso sucesso. Na trama, conhecemos um jovem que liberta um gênio e assim embarca em uma aventura inesquecível.

 

Independence Day

Dirigido por Roland Emmerich, esse estrondoso sucesso nos mostra o nosso planeta sendo invadido por uma raça alienígena onde, corajosas pessoas, vão contribuir para o combate dessa invasão.

 

Toy Story

Dirigido por John Lasseter, uma das franquias de animações mais conhecidas da história do cinema teve seu início em 1995 contando o início da história de Woody e Buzz Lightyear que embarcam em aventuras com outros brinquedos.

 

Uma Babá quase Perfeita

Daniel (Robin Williams) é um ator com enorme coração mas sem emprego fixo, imaturo, também um pai que não consegue viver longe dos filhos, após um doloroso divórcio. Sem saber o que fazer e já na linha do desespero, tem a inusitada ideia de se vestir de governanta mais velha e assim se candidatar a vaga de babá na casa da mãe dos filhos. Uma série de situações loucas acontecem e o protagonista passa por mirabolantes situações para manter o seu disfarce.

 

Os Goonies

Em um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, aventura dirigida por Richard Donner, acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.

 

O Rei Leão

Uma das mais aclamadas animações da Disney, O Rei Leão teve uma bilheteria mundial quase na casa do bilhão. No filme, acompanhamos o carismático leão Simba que, após uma tragédia na sua família, precisa lutar pelo seu reino de volta numa briga com o seu venenoso tio.

 

Hook – A Volta do Capitão Gancho

Numa leitura de um clássico de J. M. Barrie. , acompanhamos Peter Pan já adulto e com as obrigações da vida longe de onde viveu boa parte da vida. Quando precisa voltar à Terra do Nunca para enfrentar um grande inimigo, memórias despertam, o levando para novas aventuras com a família.