Antes de ganhar seu trailer completo amanhã (9), ‘Matrix Resurrections‘ ganhou um teaser com várias cenas inéditas do filme – que chega em 16 de Dezembro nos cinemas.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
A produção se despede da plataforma de streaming na próxima semana, dia 15 de setembro.
Na trama, um time de cientistas a bordo da Estação Espacial Internacional cuja missão de descoberta se transforma em medo puro quando eles encontram uma forma de vida em desenvolvimento que causou a extinção da vida em Marte e agora ameaça a tripulação e a vida na Terra.
Confira o trailer:
Daniel Espinosa assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Paul Wernick e Rhett Reese.
De acordo com a Variety, o renomado compositor Ludwig Goransson, responsável pela trilha de ‘Pantera Negra‘, vai retornar para a sequência.
Para quem não sabe, Goransson até ganhou um Oscar por sua trilha para o filme estrelado por Chadwick Boseman.
Além disso, ele também compôs a trilha sonora de alguns episódios de ‘O Mandaloriano‘, o que lhe rendeu um Emmy no ano passado.
Em entrevista ao portal, o artista disse que já está conversando com o diretor Ryan Coogler sobre o tom da nova trilha, mas não entrou em detalhes.
“Ryan já entrou em contato comigo e estou criando umas ideias bem conceituais para este novo filme”, disse Goransson.
Lembrando que as principais gravações de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ estão acontecendo a todo vapor no Tyler Perry Studios em Atlanta, nos EUA.
Mas diversas cenas da segunda unidade estão sendo gravadas pelas ruas de Cambridge, em Massachusetts, como uma intensa perseguição de carros.
Em seu perfil do Twitter, um repórter do The Direct compartilhou vídeos das cenas e revelou que a perseguição é protagonizada por Shuri (Letitia Wright) e Okoye (Danai Guria).
Confira:
“Shuri e Okoye (em uma moto suja e um muscle car, respectivamente) perseguem uma van cinza. Elas perseguem uma moto enquanto dão uma volta para outra tomada.”
The muscle car and dirt bike follow a motorcycle as they loop around for another shot. pic.twitter.com/z0YoQ2bh2B
— Liam Crowley – TheDirect.com (@LiamTCrowley) August 30, 2021
Anteriormente, as estrelas foram fotografadas enquanto gravavam outras cenas.
Confira, com imagens de Dominique Thorne (‘Judas e o Messias Negro’) como Riri Williams, a ‘Coração de Ferro’.
Confira:
Danai Gurira and Letitia Wright is seen filming for Black Panther: Wakanda Forever at MIT in Massachusetts, 21-08-2021
Uma página do Twitter também entregou as primeiras pistas sobre a introdução da personagem ao MCU.
As imagens mostram veículos sendo transportados para Worcester, Massachusetts, e apresentam uma identificação de ‘Cambridge’.
Cambridge Massachusetts, é a localização do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a escola que Riri frequenta enquanto constrói o traje da Coração de Ferro.
Então é possível que o filme mostre certos detalhes da jovem idealizando o projeto, que será mais explorado na série da Disney+.
Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do filme que coloca Atlantis e Namor na sequência.
“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos
No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”
Lembremos que o ator mexicanoTenoch Huerta será o Namor.
O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.
Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.
‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.
A produção, que ainda é protagonizada por um elenco grandioso de astros de Hollywood, ganhou suas primeiras imagens oficiais.
No material de divulgação, é possível notar também a drástica mudança no visual das atrizes Cate Blanchett – que dará vida a uma âncora de um telejornal – e Jennifer Lawrence, – que vive uma astrônoma, uma das encarregadas de avisar o mundo sobre a ameaça apocalíptica apresentada por um cometa que se aproxima da Terra.
Confira as primeiras cenas oficiais do longa, a partir do minuto 2:12:
O filme é descrito como uma sátira de ficção científica que gira em torno de dois astrônomos que embarcam em uma tour midiática para avisar aos seres humanos que um asteroide se aproxima e irá destruir o planeta.
A narrativa também irá explorar temas como idiotice sistêmica, ineficiência e corrupção.
McKay não é um estranho a produções de grande calibre, visto que comandou o incrível ‘A Grande Aposta’ (faturando cinco indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme) e ‘Vice’, que levou a estatueta de Melhor Maquiagem e Cabelo para casa.
A aclamada animação ‘Uma Aventura LEGO‘ será removida da Netflix em breve. A produção deixa a grade de programação no próximo doming, dia 12 de setembro.
Na trama, Emmet é um Lego comum, até o dia em que é confundido com o Master Builder, o grande criador deste mundo de brinquedo, por ter encontrado a famosa peça de resistência. Este peça, procurada por todos há séculos, seria capaz de desarmar uma poderosa máquina criada pelo presidente do país, o perverso Sr. Negócios, que pretende colar todas as peças e impedir as mudanças no sistema. Mesmo sem ter grandes habilidades como criador, Emmet gosta de ser considerado um Lego especial, e faz de tudo para merecer a confiança de seus amigos, que incluem a rebelde Mega Estilo, o sábio Vitrúvius, e o gato-unicórnio UniKitty.
O romance ‘JJ+E‘ já está disponível na Netflix. A produção, que é um original do streaming, teve a sua estreia nesta quarta-feira (08) na grade de programação.
Na trama, Elisabeth e John-John vivem na mesma cidade, mas em mundos completamente diferentes. Será que essa paixão vai conseguir romper as barreiras sociais e culturais?
O longa é uma adaptação do livro homônimo de Mats Wahl.
Confira o trailer:
O filme, de origem sueca, é dirigido por Alexis Almström, a partir de um roteiro escrito por Dunja Vujovic.
Elsa Öhrn, Mustapha Aarab e Magnus Krepper estrelam a produção.
No entanto, Terry Crews, intérprete de Hale Caesar nos filmes anteriores, ficou de fora da sequência… Mas por que?
Desde que o movimento Black Lives Matter começou a ganhar importância, Crews vem criticando a causa, considerando-a um ‘mi mi mi’.
E, em seu perfil do Twitter, o astro alfinetou a equipe por trás do novo filme, mas utilizou uma expressão considerada preconceituosa nos EUA.
Na publicação, ele escreveu “The best thing about being uninvited to the cookout… Is you never drank the koolaid”, algo como “A melhor coisa de não ser convidado para o churrasco é que você nunca se contagia com ideias ridículas”.
Nos EUA, a expressão ‘drink the koolaid’ significa concordar com ideias idiotas… E Crews usou a mesma expressão ao criticar o movimento Black Lives Matter.
Por conta disso, diversos seguidores se irritaram com a publicação e pediram ao astro para apagá-la, outros foram mais enérgicos e sugeriram que o astro fosse cancelado.
Confia a publicação:
The best thing about being uninvited to the cookout…
Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência, cujas filmagens devem começar nos próximos meses.
“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”
Os novos episódios foram lançados hoje, 08 de setembro, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Os novos episódios darão continuidade ao misteriosos evento cósmico que abalou o mundo enquanto passageiros e tripulantes de um voo noturno são mantidos reféns numa corrida contra o tempo — e contra o sol.
Na trama, 12 estranhos entram no mesmo avião, a única coisa que tinham em comum era o destino do voo. A trama segue a jornada desse grupo que foge do sol após um evento solar repentino. Sem destino certo, eles mergulham Noite Adentro.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao quinto episódio de What If…?, não leia esta matéria para não receber spoilers.
A paixão dos fãs de Cultura Pop pelos zumbis é algo quase inexplicável. Anualmente, dezenas de produções sobre o gênero são lançadas e pouquíssimas trazem novidades ou o famoso frescor para esse estilo de filmes e séries. No entanto, seguem atraindo a atenção de muita gente por aí. Então, quando a Marvel anunciou que juntaria essa temática aos seus personagens em uma linha do tempo alternativa, gerou-se muita expectativa.
Nos quadrinhos, esse “ZumbiVerso” é bem popular, embora esteja longe de ser um consenso de aprovação. Essa “franquia” se inicia ali no início dos anos 2000, quando o gênero de zumbis estava em alta novamente. As HQs resolveram explorar essa temática e colocaram o Quarteto Fantásticopara viajar até uma realidade alternativa, na qual os super-heróis foram determinantes para que a humanidade perecesse ante um vírus zumbi. Então, o Quarteto Zumbificado daquela dimensão revela que a viagem de suas contrapartes humanas foi planejada por eles, resultando num apocalipse zumbi na linha do tempo natal do Quarteto Fantástico “humano”.
Isso rendeu uma série que volta e meia ganha novos capítulos, spin offs e prequels. A maioria detonada pela crítica, claro, porque não agrega tanto ao universo e nem se torna tão memorável assim. Baseada nessa trama, a Marvel resolveu trazer os zumbis para o MCU por meio do quinto episódio de What If…?. As imagens do Capitão América zumbificado no trailer foram emblemáticas e deixaram os fãs muito ansiosos. Agora, será que o episódio foi isso tudo?
Bom, uma coisa que tem ficado nítida nas últimas semanas é que What If…? parece seguir uma sequência de um episódio morno e um episódio bom. Não a toa os melhores episódios foram justamente os do T’Challa das Estrelas e o Doctor Strangelove. O episódio dessa semana tinha bastante potencial para ser memorável, já que traz essa temática zumbi para a animação, que não costuma ter os mesmos limites de orçamento de um live action. Porém, a pressa em terminar o episódio faz dele uma boa introdução de uma série animada que não fazemos ideia se verá a luz do dia mais pra frente.
Isso porque a estrutura do roteiro faz uma introdução muito boa do vírus ser uma ameaça interdimensional, também é interessante ao mostrar os heróis sob a perspectiva de vilões e dos sobreviventes precisando se unir para tentar reverter a pandemia. Só que a trama abraça também o dinamismo dos filmes pop de zumbi, o que até dá certo nas telonas ao longo de 1h30 ou 2h de duração. O problema é que esse episódio dura cerca de meia hora, então acaba ficando muita coisa para digerir em pouquíssimo tempo. É como se ele não desse ao público tempo para apreciar o resgate de alguns personagens escanteados do universo regular dos filmes, como a Hope (Evangeline Lilly), o Kurt (David Dastmalchian), a Okoye (Danai Gurira) e o Happy (Jon Favreau), em prol de terminar logo o capítulo. E ver esses coadjuvantes assumindo papéis de protagonistas é muito interessante, porque dá para vê-los desenvolvendo relações e começando a se aprofundar, então vêm os zumbis e acabam com eles bem rápido.
Por outro lado, outros grandes heróis conseguem desenvolver ainda mais suas personalidades, como o Peter Parker tendo que liderar um grupo com seu otimismo – e efetivamente citando o nome do Tio Ben como parte importante de seu passado -, T’Challa (Chadwick Boseman) aparecendo num papel idêntico ao de sua versão dos quadrinhos, e Bruce Banner (Mark Ruffalo) voltando para a Terra para anunciar um apocalipse e tendo que enfrentar um outro tipo de cataclisma logo em seguida. São pontos legais que fortalecem ainda mais esses personagens fora das telonas.
De qualquer forma, por mais que algumas abordagens sejam muito boas, fica aquele sentimento de que poderiam ter desenvolvido mais a história. Na verdade, a sensação real que esse episódio passa é a de que a Marvel está usando o What If…? como um grande laboratório de testes para saber o que o público gostaria ou não de ver nas próximas produções, sejam elas filmes pro cinema ou séries para o streaming. Caso seja esse o propósito desta série animada, basta torcer para que o gancho deixado no último frame desse capítulo renda uma animação todinha ambientada nesse Universo Zumbificado Marvel o quanto antes, cheia de episódios, personagens e tempo de desenvolvimento. Assim, a sensação de episódio morno poderá passar, e todo mundo poderá mergulhar de vez nessa linha do tempo mortal.
Os novos episódios de What If…? estreiam toda quarta-feira no Disney+.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Os fãs precisam ficar atentos, pois a jornada da série ‘Lost‘ na plataforma de streaming Amazon Prime Video está chegando ao fim.
Todas as quatro temporadas serão removidas da grade de programação até o fim do mês de setembro.
A mudança acontecerá em virtude da chegada do novo streaming Star+, que teve a sua estreia em solo brasileiro na última terça-feira (31). A produção passará a ser um dos principais títulos exclusivos da plataforma, que pertence à Disney Company.
Vale lembrar que todas as temporadas já estão disponíveis na grade de programação da Star+.
No passado recente, o criador da produção, Damon Lindelof, comentou sobre a possibilidade da série ganhar um reboot, afirmando que adoraria ver outra pessoa realizando o projeto.
Em uma entrevista exclusiva ao ComicBook.com, o produtor comentou que gostaria de ver mais coisas do universo de ‘Lost‘ sendo apresentadas:
“Nós tivemos uma grande oportunidade de meio que fazer tudo o que queríamos lá. E aqui é, novamente, outra situação para alguém que já pôde trabalhar no universo Alien, no universo Star Trek e agora no universo Watchmen. A ideia de que eu criei um protocolo em Lost e que agora outra pessoa pode vir e dar sua própria contribuição…Eu adoraria ver mais de ‘Lost’. Eu adoraria ver o que outras pessoas fariam com a série. Eu apenas achou que já tive a minha oportunidade e que agora é hora do velho sair de cena e deixar outra pessoa tomar as rédeas. Seria legal termos mais sobre ‘Lost’, mas novamente, eu não acho que eu deveria ser o responsável”.
Para quem não se lembra, ‘Lost’ foi lançada em 2004 e revolucionou as produções de TV do gênero de aventura e ficção científica.
Na trama, um avião cai em uma ilha deserta e um grupo de passageiros precisa lutar para sobreviver na inóspita região. Liderados pelo médico Jack Shephard (Matthew Fox) e pelo misterioso John Locke (Terry O’Quinn), eles irão descobrir que o local esconde perigosos segredos.
A atração chegou ao fim em 2010, com 118 episódios.
No Brasil, o seriado passou pelos canais pagos AXN e Sony e na rede aberta pela Rede Globo.
‘Rick e Morty’ estreou em 2013 no Adult Swim e se tornou uma das produções mais aclamadas não apenas da década, mas também do século.
Composta por cinco temporadas (e com mais duas já confirmadas), a narrativa é centrada em um brilhante e psicótico cientista chamado Rick Sanchez, que parte em aventuras mirabolantes e incríveis ao lado de Morty Smith, seu neto. Trazendo uma variedade de temas que incluem explorações sci-fi a reflexões niilistas, a obra foi criada por Justin Roiland, que também dubla os personagens titulares, e Dan Harmon – além de trazer nomes como Spencer Grammer, Chris Parnell e Sarah Chalke ao elenco.
Com o término da 5ª temporada, disponível juntamente às outras no catálogo da HBO Max, resolvemos separar uma breve e complicada lista com os dez melhores episódios da animação, perpassando por todos os ciclos e focando também nos capítulos mais adorados pelo público. Vale lembrar que colocamos as iterações em ordem de exibição, não em ranking.
Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
“MEESEKS AND DESTROY” (01×05)
Centrando na efemeridade da vida e na superficial completude da ambição humana, “Meeseks and Destroy” é um dos capítulos mais chocantes da saga animada e apresenta inúmeros personagens novos ao panteão – incluindo os Meeseks, seres de outra dimensão que têm como único propósito realizar desejos e depois desaparecer; e também o sádico Rei Jujubinha, um complexo antagonista que se envolve com Rick e Morty em sua aventura em um reino encantado.
“RICK POTION #9” (01×06)
Logo no episódio piloto, ‘Rick e Morty’ sempre se baseou em inúmeros conceitos científicos para dar origem às suas tramas – e “Rick Potion #9” os utiliza da forma mais inesperada possível. Aqui, Morty pede a Rick uma espécie de poção que faça Jessica, a garota dos seus sonhos, se apaixonar por ele. Entretanto, as coisas saem de controle e transformam a realidade que vivem em um caótico cenário dominado por monstros disformes.
“TOTAL RICKALL” (02×05)
A simplicidade de “Total Rickall”, quinto episódio da 2ª temporada, é o que o torna irretocável e extremamente envolvente. Inspirado pela clássica série ‘Buffy – A Caça-Vampiros’ e conquistando aclame por parte da crítica, a trama explora temas como a incerteza da existência e a confiança nos instintos mais primitivos. Aqui, a família Smith lida com uma infestação de parasitas alienígenas que infiltram em suas memórias e os fazem questionar quem é real ou não.
“THE RICKSHANK REDEMPTION” (03×01)
‘Rick e Morty’ sabe como entregar season finales incríveis – e como nos fazer ansiar pela estreia da próxima temporada. “The Rickshank Rickdemption” é, sem sombra de dúvida, a melhor estreia da série e um dos poucos episódios que demonstra o lado mais humano de Rick. Preso na própria mente depois de ser capturado pela Federação Galáctica, Rick é forçado a reviver alguns dos piores momentos de sua vida para, talvez, conseguir redenção por seus crimes – e comer, pela última vez, o incrível Molho Szechuan.
“PICKLE RICK” (03×03)
Sim, é isso mesmo: “Pickle Rick” é o episódio que traz Rick na forma de um picles. Afinal, era só questão de tempo até que a mente mais brilhante do universo ousasse ir além das próprias capacidades e se transformasse em um vegetal em conserva. Fugindo da sessão de terapia para melhorar o relacionamento familiar, Rick é arrastado para uma luta contra ratos gigantes e seguranças de uma prisão fortificada que rendeu à série um Annie Award e um Emmy.
“THE RICKLANTIS MIXUP” ou “TALES FROM THE CITADEL” (03×07)
Depois de explodir a Cidadela de Ricks, era apenas uma questão de tempo até a série revisitar um dos cenários mais únicos da série – e isso aconteceu no sétimo episódio da terceira temporada. Aqui, a trama centrada nos protagonistas é deixada de lada para uma antológica incursão na Cidadela modernizada, explorando discussões como corrupção policial, capitalismo predatório e desolação sistêmica, entregando o maior plot twist da animação até agora.
“MORTY’S MIND BLOWERS” (03×08)
“Morty’s Mind Blowers” retoma o conceito antológico e se afasta de quaisquer relação com tramas exploradas em episódios anteriores. Na verdade, o capítulo, que novamente teve recepção bastante favorável pela crítica especializada e pelo público, apresenta cenas de inúmeras aventuras “cortadas” da mente de Morty e armazenadas em um vasto galpão abaixo da residência dos Smith.
“RATTLESTAR RICKLACTICA” (04×05)
Apostando fichas na icônica franquia ‘O Exterminador do Futuro’, “Rattlestar Ricklactica” traz uma roupagem bem-humorada e totalmente despreocupada ao que conhecemos por efeito borboleta. Aqui, Morty acaba sendo responsável pela morte de uma serpente astronauta e, tentando reparar os danos, muda completamente a história desse peculiar planeta e atrai a ira de seus habitantes para si e para sua família.
“THE VAT OF ACID EPISODE” (04×08)
Facilmente um dos episódios mais chocantes da série, “The Vat of Acid Episode” deixa as impactantes questões da ficção científica de lado em prol de uma incursão filosófica recheada de reviravoltas. Na trama, Morty se cansa das exigências de Rick e diz que, caso ele não faça para ele um controle remoto que cria checkpoints na vida real, não ajudará mais seu avô em nenhuma aventura. Entretanto, o jovem descobre que cada ação tem sua consequência – e que o momento de enfrentá-las chegará, mais cedo ou mais tarde.
“RICKMURAI JACK” (05×10)
Apesar de vários fãs criticarem algumas das escolhas narrativas da 5ª temporada, o mais recente ciclo da animação é recheado de ótimos momentos e plot twists – incluindo o season finale“Rickmurai Jack”. Depois de se separarem no capítulo anterior, Rick e Morty se reúnem na Cidadela e reencontram o icônico Morty do Mal, cujas reais intenções são finalmente reveladas. Como se não bastasse, o frenético episódio também revela a verdadeira identidade de Rick C-137 (a versão protagonista) e o que aconteceu em seu traumático passado.
Através do Twitter, o realizador Ryan Murphydivulgou um clipe oficial da 3ª temporada da série antológica ‘American Crime Story‘, intitulada ‘Impeachment‘.
A Netflix anunciou recentemente que as filmagens da 3ª temporada de ‘The Umbrella Academy’ chegaram ao fim e, para celebrar, reuniu o elenco protagonista em um novo e divertido vídeo LEGENDADO.
Confira:
Em recente entrevista ao Collider, o ator Tom Hopper, que interpreta Luther Hargreeves na série, aumentou nossas expectativas para o próximo ciclo ao elogiar a narrativa que aguarda os fãs:
“Os roteiros são ótimos, é uma diversão fazer a 3ª temporada. Me sinto bastante privilegiado em fazer parte desse show. E acho que a melhor coisa é que estamos bem confortáveis uns com os outros agora. Então parece que realmente encontramos um território certo, além de termos a mesma equipe. E acho que sabemos, agora, quem são esses prsonagens e quem estamos interpretando, e creio que, quando trabalhamos uns com os outros, estamos cientes de como reagir nas cenas”.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
Lembrando que o episódio vai ao ar nesta quarta-feira, 08 de setembro.
‘What If’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?
Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.
O trailer começou com Thomas Anderson (Keanu Reeves) em terapia, dizendo ao seu terapeuta: “Eu tive sonhos que não eram apenas sonhos. Estou louco? ” Ele sente que algo não está certo com o mundo, mas ele não tem nenhuma memória da Matrix. Mais tarde, ele encontra uma mulher (Carrie Anne Moss) em um café. Eles apertam as mãos e parece haver algo entre eles, mas nenhum se lembra do outro. Reeves passa seus dias tomando pílulas azuis prescritas e se perguntando por que todos em seu mundo estão grudados em seus celulares – olhando ao redor e percebendo que ele é o único em um elevador lotado que não está olhando para um dispositivo.
Eventualmente, Thomas encontra um homem que é uma reminiscência de Morpheus, o lutador pela liberdade interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original. Este homem misterioso entrega a Anderson uma pílula vermelha, e logo vemos imagens dele na Matrix, com o filme seguindo algumas batidas semelhantes do original, incluindo Neo lutando contra uma figura parecida com Morpheus em um dojo, e uma cena de Neo em um incubadora.
Depois, vemos muitos saltos, muitas reviravoltas no ar, caratê e várias acrobacias. Sobe o logo.
Os rumores ainda indicam que na sequência, Neo tentará libertar Trinity da Matrix, com Neil Patrick Harris interpretando um novo personagem chamado O Analista (The Analyst), uma versão atualizada do temido Arquiteto, que negociou a paz entre os homens e máquinas.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
A IFC Films divulgou hoje (07) o primeiro trailer oficial de ‘Bergman Island’, elogiado drama romântico que fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2021.
Confira:
A produção, que faz homenagem ao gênio do cinema Ingmar Bergman, é dirigida e escrita por Mia Hansen-Løve.
A história é centrada em um casal de realizadores cinematográficos em meio a um bloqueio criativo que viaja para a idílica ilha de Fårö, na costa Sueca, onde Bergman viveu e rodou boa parte de seus filmes. Os dois esperam encontrar inspiração lá, mas, à medida que Chris (Vicky Krieps) passa um tempo sozinha, percebe toda a bagagem que carrega sendo uma roteirista, uma mãe e uma esposa. As linhas entre a realidade e a ficção logo começam a se fundir, conforme ela começa a escrever um roteiro que reflete o relacionamento com o marido (Tim Roth).
Mia Wasikowska e Anders Danielsen Lee completam o elenco.
‘Bergman Island’ tem estreia marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Kelly Marcel, a roteirista de ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, revelou detalhes da trama da sequência.
O impulso principal da trama continuará a ser Eddie Brock e seu simbionte forçados a coexistir, embora pareça que eles podem acabar se afastando quanto mais tempo ficarem presos juntos.
“Eddie e Venom têm vivido juntos, compartilhando o mesmo corpo, por um tempo agora. Eles se conhecem por dentro e por fora, literalmente. E como qualquer situação de vida próxima, seus carrapatos e pontos fracos estão começando a se desgastar um pouco. Eles foram forçados a se unirem pelas circunstâncias e este filme questiona se existe uma vontade de salvar o relacionamento ou seguir caminhos separados. Eles são apenas amigos por acaso ou eles realmente pertencem um ao outro?”, afirmou.
Após o sucesso de ‘Shang-Chi‘, que arrecadou US$ 71,4 milhões em sua estreia nos EUA, ‘Venom 2‘ foi antecipado.
Ao invés de 15 de Outubro, a estreia agora acontece em 1º de Outubro nos EUA. No Brasil, o lançamento segue marcado para o dia 15.
Confira o trailer:
A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
Indústria cinematográfica da China e Japão tem uma longa história de consolidação, censura e retomada; trajetória que inspirou a produção de Shang-Chi
A mais nova aventura envolvendo um personagem da Marvel Comics já está disponível para o público, sendo ela um mergulho profundo e inédito (para a franquia) no universo das artes marciais asiáticas. Muito mais do que uma continuação do trabalho conduzido pelo estúdio desde 2008, ele também existe como uma homenagem a todo um subgênero.
Bastante popularizado nos anos 70 e 80, os filmes de artes marciais se tornaram uma febre junto ao público graças às obras protagonizadas por Bruce Lee. Mais importante ainda foi a representatividade fornecida por essas produções e pelo próprio astro mencionado. Até o momento de popularização desses filmes, porém, a imagem dos asiáticos não era positiva nos EUA.
Sendo um elemento remanescente da Segunda Guerra Mundial e da Guerra da Coreia, nos anos 50, a visão negativa que esse público possuía tanto de atores como produções asiáticas eram indícios que a rivalidade sino-americana (incendiadas após os ataques a Pearl Harbour mas com início nos embargos sofridos pelo Japão antes) ainda era um tópico bem vivo na sociedade.
Os ataques à Perl Harbor tiveram grande impacto na percepção do público acerca dos japoneses
Algumas das representações mais infames de asiáticos em Hollywood tiveram lugar em produções extremamente importantes nos anos 60, ou seja, não era algo reservado a filmes menores. Nesse sentido, Bonequinha de Luxoé um exemplo histórico pela forma como apresentou o personagem Sr. Yunioshi.
Interpretado por Mickey Rooney, o personagem hoje é lembrado como uma amostra do pensamento xenófobo da época, principalmente por envolver um ator ocidental interpretando um personagem de origem japonesa, carregado de esteriótipos e visualmente remetente às antigas propagandas de recrutamento de guerra, estas que demonizam estes grupos para assim incitar novos soldados.
Ainda na mesma década, o primeiro filme de James Bond (007 – Contra o Satânico Dr. No) trouxe o ator canadense, Joseph Wiseman, para representar o vilão Julius No; um cientista que trabalhava para a organização terrorista S.P.E.C.T.R.E e possui traços orientais evidentes; é válido também citar uma obra ainda mais antiga, de 1956, intitulada Sangue de Bárbaros no qual o ator John Wayne interpretou o conquistador mongol Gengis Khan.
Todas essas situações, como dito anteriormente, tinham raízes na relação tumultuosa entre EUA e Japão, porém, já no raiar do século XX a relação com a China também não era perfeita. No artigo The Evolution of Chinese and Asian Faces in Hollywood, assinado por Elizabeth Lee para o portal Voa News, é abordado que conflitos anteriores geraram indisposição também nas relações dos norte-americanos com os chineses e que por sua vez fomentaram todo tipo de narrativas ofensivas.
“ Durante esse período na história, as tensões políticas entre o ocidente e a China chegaram a um pico durante a rebelião dos Boxers em 1900, um levante contra as influências ocidentais na China. Com toda essa história veio a percepção do chinês como o ‘perigo amarelo’, o chinês sinistro, o chinês que você não podia confiar. E isso resultou no personagem chamado Fu Manchu”.
Este era o principal antagonista nas histórias assinadas pelo escritor Sax Rohmer na primeira parte do século XX, carregando diversas críticas ao longo das décadas por representar uma visão ocidental negativa incentivada contra os chineses. No artigo The Yellow Peril: Dr Fu Manchu and the Rise of Chinaphobia Review, escrito por Phillip French ao The Guardian, é dissecado como Rohmer chegou à essa visão do vilão.
“O novo século abriu com a primeira referência, no Daily News de 21 de julho de 1900, ao ‘perigo amarelo na sua forma mais grave’…É neste ponto que a própria encarnação desta ameaça na forma do Dr. Fu Manchu começa a se desenvolver na mente confusa, fértil, florida e prolífica de seu criador., um autodidata da classe trabalhadora de ascendência irlandesa chamado Arthur Sarsfield Ward, que foi adotar o pseudonimo de Sax Rohmer…Como jornalista ele se tornou uma falsa autoridade em Limehouse (distrito de Londres) e na comunidade chinesa, além de afirmar ter visto um chinês alto e sinistro lá uma noite…”
Christopher Lee interpretando Fu Manchu
Em contrapartida, se Hollywood oferecia um campo escasso para talentos asiáticos, o pós Segunda Guerra testemunhou o renascer das indústrias cinematográficas chinesas e japonesas. A partir de 1945, a cidade de Xangai viu o retorno de diversos estúdios de cinema que haviam tido suas atividades interrompidas durante a ocupação japonesa; dentre os cineastas que voltaram nenhum representou peso mais simbólico do que Cai Chusheng.
Foi sob a euforia de um retorno do cinema chinês que a obra The Spring River Flows East ganhou vida em 1947, sendo considerada a obra prima do cinema da China em todos os tempos. Com mais de três horas de duração, a história narra um drama poderoso sobre o ponto de vista chinês a respeito da guerra e as privações inerentes desse cenário na população.
Após a instauração do regime comunista, ainda nos anos 40, o cinema nacional não sofreu um novo esfriamento mas sim um incentivo; isso porque o Partido Comunista Chinês entendia o potencial daquele meio para a perpetuação da ideologia junto à população. Em contrapartida, todos os filmes vindos do ocidente (principalmente de Hollywood) e de Hong Kong (então protetorado inglês) estavam banidos.
“The Spring River Flows East” é um filme essencial do cinema chinês
Também nesse mesmo período, o cinema japonês se viu ainda estagnado; durante a guerra ele serviu como ferramenta de propaganda do império, no qual todas as produções obrigatoriamente deveriam seguir uma cartilha de recomendação no qual exaltavam as glórias do exército e do imperador.
A situação não se viu muito melhor no pós guerra, quando as forças de ocupação norte-americanas verificavam cada produção realizada afins de verificar se não circulavam mensagens antiamericanas. Foi nessa fase que a carreira do cineasta Akira Kurosawa começou a ascender e com ele vieram os anos 50, tidos como o mais importante período do cinema nipônico.
Filmes como Os Sete Samurais(1954), Gojira (1954), Rashomon (1950) ultrapassaram as barreiras nacionais e inspiraram levas de artistas no ocidente; tendo a filmografia de Kurosawa um papel essencial nesse intercâmbio. Mesmo após décadas de seu primeiro filme, estilo de condução da câmera; enquadramento de cenário e senso estético.
Akira Kurosawa, um dos arquitetos do cinema japonês do pós guerra
A partir do final dos anos 60 e início dos 70, Hollywood, tomada por um novo movimento com identificação profunda nos filmes independentes europeus, viu o surgimento de uma nova gama de artista vindos de seções tradicionalmente marginalizadas da sociedade. Foi o período da Blaxploitation de Gordon Parks e das artes marciais de Bruce Lee.
Graças à Operação Dragão(1973) Lee se tornou o primeiro ator sino-americano a figurar dentre os grandes nomes do cinema nacional; ele não se conteve apenas com a fama mas utilizou dessa nova posição para expor a situação precária com que outros sino-americanos eram vistos e representados; sendo mestre em diversos estilos de artes marciais, ele constantemente apresentava essa filosofia em seus filmes.
Como consequência o público, antes estranho a essa prática, a abraçou e, principalmente, abraçou a versão dela apresentada por Lee de que artes marciais não era algo bélico por natureza mas sim de reflexão e pesquisa.
Bruce Lee foi essencial não só para a popularização de filmes sobre artes marciais mas também de artistas chineses em geral
Ainda que a devida igualdade de representações asiáticas e ocidentais não seja uma realidade plena em Hollywood, dificultadas ainda mais pela deflagração da pandemia de Covid-19 e pela relação turbulenta entre Washington e Pequim, existe um gradual interesse em trabalhar abordagens dessas culturas (ainda que motivadas principalmente pelo potencial de bilheteria do público chinês) de forma mais comum.
É com isso em mente que Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis se apresenta com uma dignidade não muito diferente de obras como O Tigre eo Dragão ou Amor à Flor da Pele; não se propondo a ser a obra unificadora entre ocidente e oriente mas como algo que simplesmente não se envergonha da bagagem cultural que carrega pela origem e não teme mistura-la com conceitos do estilo de vida ocidental.