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‘Vingadores: Ultimato’: Novas reações consideram o filme um GRANDE ÉPICO; Confira!

A épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’ já teve sua pré-estreia em Los Angeles e novas reações da produção continuam surgindo.

E as primeiras impressões não poderiam ser melhores! Segundo a crítica especializada, a produção supera todas as expectativas, surpreendendo os fãs para além do esperado. Além disso, a sequência foi eleita um épico poderoso.

Confira:

“Acabei de assistir ‘Vingadores: Ultimato’. Eu não acredito que hipérbole é possível para esse filme. Este é o filme máximo da Marvel em todas as maneiras possíveis e palavras não são capazes de descrever o quão épico ele é. E sim, o Gavião Arqueiro é um astro do rock”.

“‘Vingadores Ultimato é muito. É até demais em alguns momentos. Mas, uau, a recompensa é enorme. Me deixou orgulhoso por ter investido uma década em uma franquia que entrega uma exploração inspiradora do que significa ser família e herói (Ultimato agora também tem uma das minhas tomadas favoritas de todo o MCU).

“Imagine a melhor versão possível de ‘Vingadores: Ultimato’ e de algum jeito o filme ainda supera todas as expectativas. Eu chorei umas cinco ou seis vezes. É o filme mais emocional e épico do MCU. Um tributo aos dez anos deste universo e, caramba, o grande fan service neste filme. É muito bom”.

“Acabei de assistir ‘Vingadores: Ultimato’. Esse tweet não terá spoilers. Ao invés, só terá bobagem emocional. Neste filme, Thor é o meu humor neste exato momento. Além disso, foi tão incrível que eu chorei…muitas vezes. E eu assistirei esse filme muitas vezes. Eu me sinto tão preenchido após uma década”.

“Isso não pode ser atenuado: ‘Vingadores Ultimato’ é tudo o que você quer que seja e muito mais. Eu estou absolutamente no chão. Uma reflexão perfeita dos últimos 11 anos que compensa em todas as melhores maneiras possíveis. Sem sombra de dúvidas, meu novo filme favorito do Marvel Cinematic Universe. Estou atordoado”.

“#VingadoresUltimato é um filme surpreendente e maravilhoso. Nunca vi nada como isso antes. Esse filme é tudo o que eu queria que fosse e MUITO mais. Maravilhoso”.

“Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus, Meu Deus. Estou traumatizado. Estou um caco. Não consigo respirar. Minha garganta dói. Estou com dor de cabeça. Que filme”.

“#VingadoresUltimato é uma épica obra-prima – uma verdadeira culminação de 22 filmes que não apenas concluem a história, mas a expandem. Você irá aprender mais sobre os outros filmes enquanto este se desenrola. […] E uau, que final!”.


Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril.

‘Kill Bill Vol. 3’: Vivica A. Fox ainda acredita que a sequência vai acontecer

Desde que ‘Kill Bill Vol. 2‘ fo lançado em 2004, muito tem se especulado a respeito da produção de um terceiro capítulo, com os próprios fãs da franquia insistindo na realização da sequência.

E mesmo após inúmeras especulações e até mesmo afirmações do próprio diretor Quentin Tarantino, que dizia que o projeto estava em seus planos, o filme nunca saiu do papel e desde então se passaram 15 anos.

Mas para a atriz Vivica A. Fox, ainda há esperança de que ‘Kill Bill Vol. 3‘ venha a acontecer. Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, ela revelou que ainda acredita na possibilidade e está apenas esperando Quentin Tarantino tomar uma posição definitiva.

Disse:

“Ah meu Deus, eu mal posso esperar para poder voltar. A cada dois anos a possibilidade dessa sequência ganha novas forças. Eles vão dizer: ‘Então Vivica, Kill Bill 3, eles estão tentando fazer a continuação de todos os seus filmes’. E eu fico pensando: ‘Acho que eles estão esperando a minha filha crescer’. Mas aí você sempre escuta que Quentin se apaixona e deixa de se apaixonar por Hollywood. Ele fica tipo ‘já deu, estou de volta, já deu de novo’. Mas a última coisa que ouvi foi que ele e Uma estava conversando e eu adoraria que eles resolvessem isso. Quentin é ótimo com flashbacks e em como encontrar um jeito de trazer seus personagens de volta à vida em um filme. Então, eu realmente espero que Vernita Green consiga sua vingança”.

No ano passado, em uma entrevista ao SiriusXM, o diretor deu a seus fãs uma esperança renovada, afirmando que o filme ‘está em seus planos’.

Na ocasião, ele afirmou:

“Bem, por acaso eu jantei com Uma Thurman na noite passada, estávamos em um restaurante japonês muito legal … Ela estava se gabando de mim, e eu estava me gabando dela, foi uma noite adorável [risos]. Bem, eu tenho uma ideia do que eu faria em Kill Bill Vol. 3, e foi isso, conquistamos esse conceito. Quero mostrar o que aconteceu com a noiva desde então, algo grandioso. A Noiva lutou muito e muito. Agora, tenho uma ideia que pode ser realmente interessante… e quero fazer, mas vai demorar pelo menos três anos ou algo assim. Mas veja, está definitivamente nos meus planos”, confirmou.

No Vol. 3, Beatrix Kiddo (Thurman) teria que acertar as contas com a vingativa Nikki, filha da assassina Vernita Green (Vivica A. Fox). A garota procura vingar a morte de sua mãe, morta pela “noiva”.

Kill Bill‘ foi o quarto filme do escritor-diretor Quentin Tarantino. Originalmente concebido como um único filme, foi lançado em dois volumes (nos EUA, Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido à sua duração de aproximadamente quatro horas. O filme é um drama fictício de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes antigos asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, uma grande referência à música popular e cultura pop; e alta violência deliberada.

‘500 Mil Quilômetros’: Drama indiano já está disponível na Netflix

O drama indiano ‘500 Mil Quilômetros‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (07) na grade de programação.

Na trama, depois de alcançar a marca de 500 mil quilômetros rodados, um caminhoneiro enfrenta a ameaça de perder o emprego para um novo estagiário.

Confira:

O longa é dirigido por Ivan Ayr. Suvinder Vicky estrela.

‘Divertida Mente 3’: Roteiro da sequência já está em desenvolvimento

Divertida Mente 2‘ se tornou um dos maiores sucessos da história da Pixar, consolidando permanentemente a franquia como uma das mais amadas entre os amantes de animação.

E após ganhar a série derivada ‘Produção de Sonhos’, o universo das emoções de Riley não parece querer desacelerar tão cedo. Segundo o portal The Direct, o roteiro do terceiro capítulo já está em desenvolvimento. A informação foi revelada por um dos co-roteiristas da produção, Dave Holstein.

Na ocasião, o criativo foi questionado a respeito da possibilidade de ‘Divertida Mente 3‘ sair do papel e o futuro parece bastante promissor. Ao ser indagado se a equipe já estaria discutindo ideias e fazendo um brainstorm sobre os caminhos que a trama poderia seguir, ele revelou:

“Sim, um pouco. Sabe, eu diria que ainda estamos curtindo essa divertida onda, o segundo filme. Mas eu não tenho dúvidas que em algum momento um terceiro e, assim espero, um quarto, quinto, sexto, sétimo e oitavo Divertida Mente aconteçam”.

Holstein foi ainda mais longe e comentou sobre como o novo capítulo deve expandir o desenvolvimento e amadurecimento da protagonista:

“Em cada novo filme, você quer que a dinâmica mude e em cada sequência você quer que ela mude em sua fundação. O que torna incrível em ter a Riley como o motor dessa franquia é o fato de que ela vai entrar em um capítulo diferente de sua vida, onde a fundação muda. As coisas que você quer na vida mudam e quem você é muda. Sua noção sobre si mesmo muda. Sabe, é fascinante da perspectiva de um roteirista, pois você recebe novos materiais para trabalhar algo legal”.

Divertida Mente 2’ está disponível no Disney +. 

Divertida Mente 2’ traz Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção.

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.” 

Crítica | Lumière! A Aventura Continua — O documentário que prova por que o cinema nunca morrerá

Há uma frase frequentemente atribuída a François Truffaut segundo a qual o cinema nasce do encontro entre a verdade do mundo e a força do espetáculo. Verdadeira ou não em sua formulação literal, a ideia funciona como ponto de partida simbólico para pensar toda a história da sétima arte. É nesse espírito que se insere Lumière! A Aventura Continua, documentário dirigido por Thierry Frémaux que revisita a origem do cinema a partir dos irmãos Lumière, responsáveis pela primeira projeção pública de imagens em movimento — gesto fundador daquilo que hoje chamamos de cinema.

Desde sua primeira exibição pública paga, o cinema se afirmou como uma arte singular, capaz de transformar o real em experiência coletiva, sensorial e emocional. Nesse percurso histórico, é impossível não evocar Jean-Luc Godard, que costumava afirmar que o cinema fala de tudo e que, portanto, pouco sentido haveria em falar de outra coisa além dele próprio.

Se Truffaut e Godard são fundamentais para pensar o cinema francês, isso se deve à marca histórica que deixaram — uma influência que permanece viva. Em 2025 no Festival de Cannes, por exemplo, Richard Linklater lançou Nouvelle Vague, homenagem ao processo de filmagem de Acossado, um dos títulos mais emblemáticos do movimento, reafirmando como essa herança segue registrada na memória e no imaginário cinematográfico contemporâneo.

Um documentário dedicado ao nascimento do cinema é, portanto, ao mesmo tempo uma homenagem e um lembrete de que a história da arte só avança graças a gestos ousados. Não é casual que, ao falar dos Lumière, Thierry Frémaux — também diretor do Festival de Cannes — dialogue com cineastas como Truffaut, Godard, Agnès Varda e outros nomes centrais dessa tradição. A França, frequentemente considerada o berço do cinema, reafirma sua própria história ao revisitar, preservar e celebrar continuamente essa arte.

Quantas vezes já ouvimos falar dos primeiros filmes, como A Saída da Usina (1985) ou A Chegada de Um Trem na Estação (1985)? A célebre história de que o público teria fugido da sala ao ver o trem se aproximando é hoje tratada como exagero, mas ela traduz algo essencial: desde o início, a imagem em movimento provoca uma conexão quase mágica. O cérebro reconhece rostos, lugares e gestos; acreditamos, ainda que por instantes, que fazemos parte daquilo que vemos. Criamos vínculos com outros seres humanos por meio da representação.

O documentário reúne mais de 120 filmes inéditos dos irmãos Lumière, restaurados pelo Centro Nacional do Cinema e da Imagem Animada (CNC) em parceria com o Institut Lumière. São imagens que nunca haviam sido exibidas ao público e que agora ganham nova vida na tela. Lumière! A Aventura Continua é, assim, como assistir a mais de uma centena de filmes dentro de um único longa, conduzidos por uma narração que combina emoção, contexto histórico e uma paixão declarada pela arte cinematográfica.

Não por acaso, o filme foi exibido em sessão especial no Festival de Cannes e lançado na França em 19 de março de 2025 — data simbólica que marca os 130 anos do primeiro filme da história do cinema, rodado por Louis Lumière na rue Saint-Victor, em Lyon. A estreia no Brasil ocorre próxima a outro marco fundamental: 28 de dezembro de 1895, quando aconteceu, no Salon Indien do Grand Café, em Paris, a primeira exibição pública paga de cinema. O longa dialoga diretamente com Lumière! A Aventura Começa (2017), primeiro filme-homenagem de Frémaux, igualmente apoiado no vasto acervo dos irmãos franceses.

Esses dois momentos — o primeiro dia de filmagem e o primeiro encontro com o público — estruturam a memória do cinema tanto como arte quanto como experiência coletiva. Graças ao minucioso trabalho de restauração, o espectador descobre não apenas a história, mas também a técnica, a curiosidade e a ousadia dos Lumière. Percebe-se que o cinema nasceu de forma simples e quase improvisada, com uma câmera na mão — algo que dialoga, curiosamente, com a produção de imagens na era contemporânea dos vídeos curtos e das redes sociais.

O filme também recupera registros essenciais da ficção nascente, como O Regador Regado (1895), considerado o primeiro filme de ficção da história do cinema. Em seus 93 minutos, o documentário se afirma como um gesto de cinefilia assumida, celebrando a permanência do cinema como uma arte viva, em constante reinvenção.

Indicado ao Prêmio Lumière da Imprensa Internacional e com grandes chances de figurar entre os destaques do César, o “Oscar francês”, o filme confirma a relevância de Thierry Frémaux ao transformar sua erudição e seu amor pelo cinema em uma experiência acessível e envolvente para o público contemporâneo.

Mais do que um resgate histórico, Lumière! A Aventura Continua propõe uma reflexão sobre o que colocamos diante da câmera e sobre como essas imagens atravessam o tempo. Trata-se de uma homenagem luminosa a uma arte que, 130 anos depois, continua a nos observar — e a nos emocionar — de volta.

Distribuido pela Imovion, Lumière! A Aventura Continua chega aos cinemas brasileiro no dia 18 de dezembro de 2025, após estreia no 78ª Festival de Cannes.

Produção de ‘The Batman’ deve começar em 2019; Saiba mais!

De acordo com novas informações do Heroic Hollywood, a produção de ‘The Batman deve começar já em 2019. Durante esse ano, o diretor Matt Reeves terá um pouco mais de tempo para desenvolver o roteiro ao lado de Mark Bomback.

A DC Films já tem outros projetos em desenvolvimento no momento, como Mulher-Maravilha 2’, Flashpoint e o longa solo do Coringa, sem falar nas gravações de Shazam!’, em andamento no momento. Sendo assim, faz sentido o filme do herói ficar para após isso.

Recentemente, o diretor Matt Reeves tranquilizou os fãs em seu twitter ao garantir que não abandonará a direção de The Batman, mesmo com os possíveis problemas que a DC está enfrentando atualmente dentro da Warner Bros.

Rumores recentes sobre o polêmico The Batman vindo de uma reportagem no site Revenge of the Fans afirmam que o diretor Matt Reeves e a Warner já ofereceram o papel do herói para o até então cotado Jake Gyllenhaal. Porém, seria necessário uma desistência de Ben Affleck para que o ator pudesse assumir:

De acordo com o site, uma fonte próxima a produção revelou:

“O estúdio está um pouco amargo com Ben, mas ele ainda tem um contrato. Estão todos esperando para ver”

Outros rumores sobre The Batman divulgados pelo Comic Book, indicam que o filme solo do herói não terá conexão com o Universo compartilhado que a DC está construindo.

De acordo com o site, essa mudança daria maior liberdade para o diretor Matt Reeves (Cloverfield) criar um filme singular e diferente, além de planejar escalar um novo ator para o papel do herói. Com isso, Ben Affleck retornaria como Batman em apenas mais um filme, ouEsquadrão Suicida 2 ou emFlashpoint’.

Devemos tratar tudo ainda como rumores. Novas informações oficiais devem sair em breve.

Enquanto isso, durante uma entrevista ao podcast Q&AMatt Reeves contou que já definiu a trama de The Batman, filme solo do herói da DC. Apesar de não entrar em muitos detalhes, o diretor disse que já está trabalhando no rascunho do primeiro tratamento do roteiro, e que a trama já está quase toda definida.

Originalmente, o roteiro estava sendo escrito por Ben Affleck e Geoff Johns, porém, Reeves havia descartado e decidiu começar do zero.

O filme passou por diversas reformulações ao longo dos últimos meses. O filme seria estrelado, dirigido e roteirizado por  Ben Affleck (o texto teria a ajuda de Geoff Johns), mas o ator sentiu o peso do trabalho e decidiu se afastar de algumas funções, seguindo como protagonista (apesar de vários rumores alegarem que ele não viverá o herói no filme).

Especula-se que o projeto possa chegar aos cinemas em 2020 ou 2021.

‘The Batman’: “Quero encontrar uma forma graciosa e legal de sair”, comenta Ben Affleck; Saiba mais!

‘Roma’: Netflix libera trailer de novo filme de Alfonso Cuarón

O novo drama do premiado Alfonso Cuarón (‘Gravidade‘), intituladoRoma’, acabou de ganhar um trailer minimalista. Confira:

“Existem períodos na história que assustam sociedades e momentos na vida que nos transformam como indivíduos”

O filme será exibido no Festival de Veneza e também no Festival de Toronto e já é um dos grandes cotados para Oscar 2019. Situado na década de 70, a história semi-autobiográfica narra a vida de uma família de classe média na Cidade do México. O drama também deve ficcionalizar os eventos da tragédia que ficou conhecida como El Halconazo, uma chacina de estudantes que protestavam contra o governo, ocorrida em 1971.

Romaserá lançado na Netflix após sua estreia no Festival de Veneza. Ainda não possui data de estreia no Brasil.

10 curiosidades de ‘Duna – Parte 1’, o fenômeno recente da ficção científica

Lançado em 2021, Duna – Parte 1 teve um hype bastante incomum para filmes de ficção científica. Comandado por um dos diretores mais queridos da atualidade e trazendo um elenco recheado das maiores estrelas de Hollywood, não é exagero dizer que Duna “furou a bolha”.

Com o segundo capítulo da saga enfim próximo de chegar aos cinemas – estreia na próxima quinta-feira, 29 -, o CinePOP decidiu amenizar a ansiedade dos fãs separando dez curiosidades de bastidores que você talvez não conheça sobre a Parte 1. Confira!

Sem garantia

O diretor Denis Villeneuve sempre falou que iria dirigir a história de Duna dividida em duas partes. Segundo ele, era uma opção para evitar que a trama original fosse picotada em vários pedaços, cortando momentos importantes da história. No entanto, a Warner não aprovou os dois filmes de uma vez. Os executivos condicionaram a aprovação da ‘Parte 2’ ao desempenho do primeiro longa nos cinemas. Duna – Parte 2 ganhou sinal verde cinco dias depois da estreia mundial da parte 1.

Sonho realizado

Adaptar Duna para os cinemas era o sonho da vida de Denis Villeneuve. Ele conheceu a história por meio das entrevistas e materiais promocionais da adaptação de David Lynch nos anos 80. Então, ainda criança, ele foi atrás do material original, leu e se apaixonou pelo livro de Frank Herbert. O amor pela obra foi tanto que ele passou a sonhar em dirigir filmes para conseguir fazer uma adaptação cinematográfica extremamente fiel.

Inspiração

Ao longo de sua brilhante carreira, Villeneuve passou a apostar em dirigir filmes de ficção científica para provar ao mercado ser um diretor bom o bastante para comandar uma adaptação de Duna. Por isso, ele dirigiu o espetacular A Chegada (2016) e aceitou dirigir Blade Runner 2049 (2017), que muitos diziam ser muito arriscado por mexer com um clássico imortal da ficção. Mais do que isso, o diretor se inspirou muito nos conceitos e interpretações que teve de suas leituras de Duna para trabalhar nessas obras.

Recusou

Inicialmente, Denis Villeneuve era o grande favorito da MGM para dirigir 007: Sem Tempo Para Morrer (2021). No entanto, na mesma época em que o diretor recebeu o convite, a Warner deu o sinal verde para sua adaptação de Duna. Por mais que a franquia 007 seja o sonho de praticamente todo cineasta do mundo, Denis agradeceu a chance e cordialmente recusou para se dedicar exclusivamente a Duna – Parte 1.

Envolvido

Foto: Reprodução/ Jay L. Clendenin – Los Angeles Times

Outro fanático pela obra de Frank Herbert é o lendário compositor Hans Zimmer. Ele já estava quase escalado para compor a trilha de Tenet (2020), de seu parceiro de trabalho de longa data, Christopher Nolan, mas recusou a proposta de trabalho no momento em que recebeu o convite para trabalhar em Duna. O empenho do compositor foi tão grande que ele passou cerca de uma semana no deserto de Utah só para compreender como eram os sons do deserto e como a areia agia no ambiente para se inspirar na composição da trilha.

Responsabilidade

Por conta desse fanatismo dos dois pela obra original, tanto Villeneuve quanto Zimmer viveram uma história curiosa depois de embarcarem no projeto. Momentos antes do diretor pegar o voo para gravar as cenas na Jordânia, Hans conversou com ele e disse: “por favor, não estrague tudo”, mas de um jeito menos educado, por assim dizer. Quando Denis voltou, e era hora de Zimmer trabalhar a trilha, foi a vez de Villeneuve dizer “por favor, não estrague tudo” para o compositor. Claro que eles falaram em meio a uma boa relação de trabalho, mas é engraçado ver como eles são realmente apaixonados pela história.

Monstruoso

O grande ícone da saga são os ameaçadores Vermes da Areia. Eles marcam a capa do livro, o filme dos anos 80 e deveriam ser o símbolo desta nova adaptação. Por isso, Villeneuve tomou cerca de um ano de sua vida trabalhando em conjunto com o time de design para criar a versão mais marcante possível do minhocão. Em entrevista à revista Empire, ele disse que “conversamos sobre os mínimos detalhes para deixar o verme o mais monstruoso possível. Foi um ano de trabalho até encontramos a forma perfeita para deixá-lo com essa aparência de monstro pré-histórico”.

Fremen

A característica mais marcante dos Fremen, o povo do planeta Arrakis, são os brilhantes olhos azuis. Na época, a produção garantiu que conseguiria fazer lentes de contato que replicassem esse efeito. Porém, prevendo irritações oculares pelo acúmulo de areia dos desertos do Oriente Médio, a direção pediu para o time de efeitos visuais adicionar a coloração azul dos olhos na pós-produção.

Híbrido

Hoje em dia parece impensável, mas por conta da pandemia de Covid-19, Duna teve seu lançamento nos EUA feito de forma híbrida. Vale lembrar que para promover o HBO Max, a Warner aproveitou o fechamento de boa parte dos cinemas para lançar seus filmes simultaneamente nas telonas e no streaming na terra do Tio Sam. Dessa forma, longas como Godzilla Vs. Kong (2020) e O Esquadrão Suicida (2021) estrearam no HBO Max dos EUA no mesmo dia que chegou aos cinemas por lá. Porém, quando Duna chegou, a pandemia já estava dando sinais de controle e os cinemas do mundo já estavam funcionando novamente. Ainda assim, a Warner optou por manter o lançamento simultâneo no streaming. A decisão chateou profundamente o diretor Denis Villeneuve, que reclamou publicamente e afirma até hoje que foi um grande erro comercial do estúdio.

Sucesso total

Reprodução: Gilbert Flores/ Variety

Apesar do alto orçamento, algo em torno de 165 milhões de dólares, Duna foi um sucesso estrondoso de críticas e bilheteria. Com mais de 430 milhões de dólares, o longa teve um ótimo desempenho para os padrões da pandemia. Além disso, foi indicado a dez estatuetas do Oscar, tendo vencido seis delas.

Duna – Parte 1 está disponível no HBO Max.

 

 

 

Crítica | O Primeiro Natal do Mundo – Filme Natalino com Ingrid Guimarães e Lázaro Ramos é um ACERTO do Prime Video

Os últimos meses do ano são o melhor momento para os cinéfilos que amam filmes de Natal. É quando a maioria dessas produções chega nos streamings, enchendo-nos de sonhos e sentimentos bons. É verdade que a maioria dessas produções é feita em outros países, majoritariamente no eixo nórdico, mas é verdade também que, de uns anos pra cá, as plataformas têm olhado com bons olhos os projetos brasileiros com essa temática, de modo que hoje os espectadores têm sido contemplados com alguma oferta de filmes natalinos brasileiros. Este ano a Prime Video inaugura a sua biblioteca nacional com o longa ‘O Primeiro Natal do Mundo’, uma comédia brasileira já disponível aos assinantes desde a última sexta-feira.

Pepê (Lázaro Ramos) é pai de Nanda (Yasmin Londuik) e Maju (Valen Gaspar). Há pouco tempo ele se casou com Tina (Ingrid Guimarães), que é mãe de Gael (Theo Matos) e Arthur (Igor Jansen). As famílias ainda estão se conhecendo, mas uma coisa já ficou evidente: enquanto a família de Pepê ama o Natal, a família de Tina enxerga a data como um feriado caótico e estressante. Na tentativa de agradar a todo mundo, ambas as famílias planejam a grande noite, mas, com tantas vontades distintas, a confusão fica armada e muitas brigas surgem. Diante de tantos ruídos, a pequena Maju faz um desejo para o Papai Noel: gostaria que o Natal desaparecesse. Para a sua surpresa, no dia seguinte o mundo simplesmente não se lembra da data: não sobrou nada, nem enfeites, nem presentes, nenhuma lembrança. Aparentemente sendo os únicos a lembrarem da existência do Natal, Pepê, Tina e seus filhos entenderam isso como uma missão para fazer o mundo a voltar a acreditar no que realmente importa na noite feliz.

Com uma hora e meia de duração, já fica evidente, logo nos primeiros minutos, que ‘O Primeiro Natal do Mundo’ se propõe a ser daqueles filmes para toda a família, para ser assistido no aguardo da chegada do bom velhinho. O roteiro tem aquele tom ingênuo para ser facilmente absorvido tanto pelas crianças pequenas quanto por aqueles da melhor idade. Os obstáculos enfrentados pelos personagens são simples e aleatórios, lembrando o estilo dos clássicos programas dominicais da TV aberta brasileira.

A direção de arte é o que mais chama a atenção nessa produção, trazendo não só um ambiente bastante imersivo na decoração natalina convencional, mas também um set harmoniosamente decorado, construindo uma casa não só com ares de lar, como também ambientes aconchegantes agradáveis aos olhos do espectador. Soma-se a isso aí uma competente equipe de figurino, que a certa, em grande parte, nas opções de vestuário dos personagens, combinando ambos os setores com uma palheta de cores azuis, laranja e terra cota.

Mesmo com um elenco que conta com Ingrid Guimarães e o papai pop sempre carismático Lázaro Ramos, é a pimpolhada que brilha no filme, com especial destaque ao jovem Theo Matos, que transparece impressionantes segurança e maturidade. Claramente um jovem talento despontando a partir desse projeto. Com direção de Susana Garcia, ‘O Primeiro Natal do Mundo’ ainda conta com duas hilárias participações especiais de Rafael Infante e com Fabiana Karla, belíssima de cabelos avermelhados e surpreendente como vilã de filme infantil.

O Primeiro Natal do Mundo’ é uma comédia bem-intencionada para toda a família e que abre o leque da Prime Video para esse tipo de produção nacional.

TRETA! Dave Bautista volta a defender James Gunn e seu retorno para ‘Guardiões da Galáxia 3’

Dave Bautista, um dos atores da franquia Guardiões da Galáxia, continua a mostrar apoio a James Gunn, que foi repentinamente demitido pela Disney no ano passado depois de controversos tweets antigos do diretor ressurgirem nas redes sociais.

Desde que Gunn foi demitido, Bautista foi um dos porta-vozes a falar contra a decisão dos estúdios em questão. O cineasta em questão também havia escrito o roteiro para Guardiões da Galáxia Vol. 3’ e voltaria na cadeira de direção em janeiro deste ano. Porém, a terceira parte da franquia foi engavetada, visto que nenhum substituto foi encontrado.

Bautista, que criou uma campanha para a recontratação de Gunn, recentemente foi entrevistado pelo Tampa Bay Times e, quando questionado sobre o diretor, disse que ele “não machucaria uma mosca”, mas que seus tweets eram “nojentos… Piadas terríveis”.

Eventualmente, o que eu sei é que elas eram piadas, e essa dura e desnecessária decisão de demiti-lo deu poder a pessoas horríveis.

Ele também deixou claro o quão importante o sentido de lealdade é para ele.

Se eu não sou o cara que defende meus amigos, quem sou eu?

Apesar de Gunn não retornar para Guardiões da Galáxia Vol. 3’, Bautista deve reprisar seu papel como Drax na conclusão épica ‘Vingadores: Ultimato’, que estreia no dia 25 de abril.

‘A Pequena Loja dos Horrores’: Billy Porter é cotado para viver Aubrey II no remake

Segundo o Collider, a Warner Bros. já tem um favorito para viver a planta devoradora de humanos Aubrey II no remake de ‘A Pequena Loja de Horrores’Billy Porter.

O ator é conhecido por seu papel como Pray Tell na aclamada série Pose, pela qual levou para casa o Emmy de Melhor Ator. Recentemente, ele foi elencado no novo musical da Sony PicturesCinderela, ao lado de Camila Cabello.

Lady Gaga também recebeu a oferta para encarnar um dos papéis no longa-metragem. A notícia ainda afirma que a performer está “muito interessada em continuar atuando” depois de sua dupla indicação ao Oscar nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Canção Original (sendo condecorada com a estatueta nesta aqui) por Nasce Uma Estrela.

É provável que Gaga se junte ao elenco potencialmente no papel principal de Audrey, uma jovem mulher que trabalha em uma floricultura com Seymour, seu chefe que acaba descobrindo uma planta nada comum que precisa ser alimentada de humanos para sobreviver.

Greg Berlanti, diretor de ‘Juntos Pelo Acaso‘ e produtor das séries ‘Supergirl‘, ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘, ficará responsável pelo projeto.

A Pequena Loja dos Horrores‘ teve duas adaptações nos cinemas: em 1960, do diretor cult Roger Corman, e em 1986, dirigido por Frank Oz.

Em 2010, Joseph Gordon-Levitt (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) assinou contrato para protagonizar e produzir. Porém, o projeto nunca saiu do papel.

Os negócios vão muito mal na pequena floricultura Mushnik quando Seymour mostra uma exótica planta, a qual ele deu o nome de Audrey II, para seu chefe. A pequena planta começa a atrair muitos clientes, curiosos com a exótica planta. O que o pobre Seymour não sabia era do que ela se alimentava, é ai que começam os problemas pois ele se vê cada vez mais envolvido em cuidar da planta que lhe trouxe muito sucesso mas também muito terror.

‘Mulan’: Niki Caro e Liu Yifei estampam nova imagem de bastidores; Confira!

Walt Disney Studios divulgou uma nova imagem de bastidores do remake em live-action de Mulan, que estampa a diretora Niki Caro e a protagonista Liu Yifei.

Confira:

O filme foi recentemente reagendado para o dia 24 de julho, tomando o lugar outrora ocupado por Jungle Cruise.

Antes de ser adiado, Mulan foi exibido para a imprensa, e as primeiras reações indicam que este talvez seja a melhor adaptação da Casa Mouse desde Cinderela (2015).

Confira:

“Estou muito surpreso com o quanto gostei de Mulan. É majestoso, a ação é de tirar o fôlego, e [o filme] busca por um nível de sofisticação e beleza que você não esperava”.

“O remake deixa para trás bastante coisa, mas oferece muito mais em sua ausência. Várias referências ao filme de 1998 apimentam uma história cheia de ação, humor e coração”.

Mulan é absolutamente fantástico. Diferente o bastante com ótimas cenas de ação, mas com o coração do filme original. Nem mesmo importa que não seja um musical Se você é fã da animação, há sutis inclinações para várias das canções”.

Mulan é animado, vibrante, emocionante e diferente da versão animada. Definitivamente, [o filme] tem sua própria identidade – um filme da Disney mais maduro, trazendo um design de produção e coreografias incríveis”.

Mulan é o melhor live-action da Disney desde Cinderela  nem mesmo senti falta das músicas. Ele encontra novas notas em uma história que já conhecemos, enquanto entrega ação, coração e humor”.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘Ozark’: 4ª e ÚLTIMA temporada começa a ser rodada em novembro

Netflix anunciou recentemente que o aclamado drama Ozark havia sido renovado para a 4ª e última temporada e, agora, a nova iteração já tem previsão de início das gravações.

Em entrevista ao IndieWire, o astro e diretor Jason Bateman revelou que:

“Vamos começa no dia 09 de novembro. Tudo está seguindo como o planejado e estamos bastante confiantes com os protocolos e as diretrizes de segurança. Temos vários consultantes e estamos aprendendo bastante com outras produções”.

Ainda sem previsão de estreia, o próximo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.

Relembre o trailer da 3ª temporada:

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Raya e o Último Dragão’: Animação ganha adoráveis colecionáveis Funko Pop; Confira!

A próxima animação da Walt Disney Studios chega em breve aos cinemas mundiais e aos serviços de streaming e, enquanto isso, os fãs poderão apreciar a nova linha de Funko Pops inspirada na produção.

Os colecionáveis incluem a protagonista Raya e duas outras versões (Raya Guerreira e Raya e o Bebê Tuk Tuk), bem como Ongi, o Dragão Sisuas, Noi, Tuk Tuk e Namaari. É possível adquiri-los na pré-venda comprando na Entertainment Earth ou na Amazon.

Enquanto isso, a animação será lançada como um título do Premier Access do Disney+, no mesmo dia em que chegar aos cinemas em 5 de março de 2021.

A Disney não forneceu um preço para o filme, mas ‘Mulan‘ foi lançado no Premier Access pelo valor de US$ 30.

Confira o trailer dublado:

Don HallCarlos López Estrada comandam a produção. Paul Briggs entra como produtor executivo.

Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Awkwafina também faz parte da equipe de dublagem como o dragão Sisu.

O aclamado dramaturgo Qui Nguyen assina a versão mais recente do roteiro, primeiramente escrito por Adele Lim (‘Podres de Ricos’).

RAYA AND THE LAST DRAGON – As an evil force threatens the kingdom of Kumandra, it is up to warrior Raya, and her trusty steed Tuk Tuk, to leave their Heart Lands home and track down the last dragon to help stop the villainous Druun. © 2020 Disney. All Rights Reserved.
CR: Walt Disney Animation Studios

Crítica | ‘All I Know so Far’ é um comovente retrato de uma das maiores artistas da atualidade

Pink é um dos nomes mais únicos e espetaculares da indústria fonográfica contemporânea – e não o é por qualquer razão: com seu estilo irreverente e suas músicas de empoderamento, como “What About Us”, “So What” e, mais recentemente, “Hustle”, a cantora e compositora ascendeu a uma fama espetacular, quebrou recordes e mais recordes de vendas e de prêmios e caiu no gosto popular por uma identidade apaixonante e recheada de brilho. Dona de três estatuetas do Grammy Awards e a segunda turnê feminina mais lucrativa de todos os tempos (atrás apenas da lendária Madonna), Pink despontou em meio a uma amálgama de similaridades do cenário do entretenimento, cuja constância é a reinvenção. Anos depois de seu début oficial, está na hora de conhecer um outro lado da performer com o belíssimo documentário All I Know so Far, da Amazon Prime Video.

É certo dizer que, nos últimos anos, filmes do gênero protagonizados por artistas essencialmente do mundo da música dominaram as plataformas de streaming. Ainda que date de ‘Na Cama com Madonna’, de 1990, uma das incursões mais famosas do tipo, tivemos, com o passar dos anos, ‘Five Foot Two’, de Lady Gaga, ‘Homecoming’, de Beyoncé’, ‘Miss Americana’, de Taylor Swift, e ‘The World’s a Little Blurry’, de Billie Eilish. Pink é o mais novo objeto de estudo do longa-metragem de Michael Gracey – e o resultado é nada menos que espetacular, recheado de reflexões bastante humanas e comoventes acerca de uma das mulheres mais excepcionais de todas (o que é algo interessante, considerando que ela nunca realmente deu muita atenção ao que a mídia pensava sobre sua persona).

Antes de mais nada, o alter-ego de Alecia Beth Moore é nada menos que uma desbravadora de seu próprio mundo. Nunca contente em se limitar apenas ao óbvio ou ao que se esperava, Moore se junta a tantos outros nomes que marcaram e continuam marcando presença no escopo mainstream – tornando-se alvo de tabloides honestamente ridículos que colocavam em xeque sua índole, ainda mais com a família. Mas a verdade é que Pink não precisa provar nada para ninguém – e o documentário, que gira em torno da turnê promocional do álbum Beautiful Trauma, serve apenas como alicerce de um fato que já sabíamos: ela é, antes de mais, um ser humano, em busca de conciliar a vida pessoal e profissional como qualquer outro e, dessa forma, passiva de erros e obstáculos.

O filme segue uma estrutura simples e prática, que funciona em uma totalidade envolvente: temos, de um lado, os ensaios contínuos para os shows, que almejam a um perfeccionismo árduo e que não admitem amadorismos; de outro, somos transportados para os bastidores, em que Pink cuida de seus dois filhos, Willow Sage Hart e Jameson Moon Hart, que a estão acompanhando ao redor do mundo, percebendo que o cotidiano pode ser muito mais artístico do que acreditam. Servindo como a rocha que sustenta a família, como Pink bem pontua em meados do longa-metragem, há seu marido, Carey Hart, ex-motociclista profissional.

Enquanto é normal que certas fórmulas sejam empregadas numa obra como essa, é a condução mirabolante e bastante dinâmica de Gracey que nos mantém ansiosos para descobrir o que irá acontecer a cada nova sequência. Pegando vários elementos emprestados do exuberante O Rei do Show, é notável o apreço do diretor pelo frenesi imagético e pela oscilação atmosférica de cada um dos atos: os momentos mais pessoais são transformados em uma espécie de diário gravado, em que a performer revela segredos sobre seu passado e dá detalhes sobre o relacionamento com Hart, com Willow e Jameson, com os fãs e com o que representa para si mesma. Inclusive, ela nem mesmo se faz centro do enredo, abrindo espaço para cada pessoa próxima que considera de extrema importância para levantar todos os dias e seguir em frente.

Quando pisa no palco, notamos uma mudança notável, que se inicia com os ensaios e culmina em um poderoso e impecável espetáculo. Cuidando para que tudo esteja em seu devido lugar, Pink toma um ar confessional que explora traumas de shows anteriores – como a fatalidade de 2010 em Nürnberg e de que modo superou os medos para dar a volta por cima e chegar aonde está: numa apresentação em Wembley, um dos mais icônicos estádios do planeta. Mais do que isso, o documentário lança luz sobre seu treinamento como ginasta e a incorporação de uma paixão a outra – transfigurando concertos em rendições circenses de tirar o fôlego.

All I Know so Far é um tocante retrato de uma figura que merece mais atenção do que tem, especialmente hoje. Pink é um símbolo de empoderamento e de vitória, alguém que nunca se esqueceu de quem realmente é e que nunca precisou mascarar o que representa para os oprimidos, os deslocados e aqueles que acreditam não pertencer ao status quo.

‘Batwoman’: Crocodilo é destaque nas novas imagens promocionais da 3ª temporada; Confira!

EW divulgou com exclusividade duas novas imagens oficiais da 3ª temporada de Batwoman, apresentando o amedrontador Crocodilo.

O personagem fará sua estreia oficial no episódio “Loose Tooth”, a ser exibido em 20 de outubro.

Confira:

Na trama, “quando uma nova encarnação de pantanoso Crocodilo ressurge e começa uma série de matanças, a união inaugural de Batwoman e de Alice é colocada em teste. Mas Alice não é a única intrusão na vida de Ryan: Jada Jet também dá as caras na Wayne Enterprises, interessada em conhecer o novo CEO da companhia. O relacionamento de Luke e Mary enfrenta o peso de um segredo que ele está guardando, enquanto Sophie começa a se tornar parte do círculo mais íntimo de Ryan”.

Assista à promo:

Criada por Caroline Dries, a série faz parte do Universo Compartilhado da DC nas telinhas, conhecido como o Arrowverse.

A trama segue Kate Kane e Ryan Wilder, enquanto elas lutam para enfrentar seus demônios se tornando vigilantes, combatendo o crime na cidade de Gotham.

O elenco conta com Javicia Leslie, Rachel Skarsten, Meagan Tandy, Nicole Kang, Camrus Johnson, Robin Givens, Nick Creegan e Victoria Cartagena.

Crítica | Red: Crescer é uma Fera – Domee Shi cria uma vibrante aventura com a INCRÍVEL animação

São poucos os estúdios de animação que consegue se manter vivos dentro de uma indústria que muda dia após dia – e a Pixar é um deles. Tendo seu início ainda em 1995 com o lançamento do atemporal ‘Toy Story’, a companhia ascendeu a uma fama e a um sucesso inesperados e inenarráveis, consagrando-se como um antro de criatividade e de histórias bastante profundas cujo maior feito é a capacidade de dialogar com os mais diversos públicos (desde as crianças, com suas investidas coloridas, cheias de vida e explodindo com mensagens motivacionais, até os adultos, com subtextos impactantes e que nos levam a refletir sobre a funcionalidade do mundo.

Pouco depois de ter lançado ‘Soul’ e ‘Luca’, duas produções bastante diferentes entre si e que tiveram problemas próprios para enfrentarem, a Pixar retomou sua parceria com a incrível Domee Shi, vencedora do Oscar pelo curta-metragem Bao, para uma de suas narrativas mais honestas. Tomando forma no título de Red: Crescer é uma Fera, Shi, aliando-se a uma equipe técnica e artística aplaudível, constrói uma jornada relacionável pelas complexidades do amadurecimento e pelos conflitos intergeracionais – algo que é costumeiro dentro desse panteão animado. A diferença é que, pela primeira vez, começamos a ter uma representatividade mais acentuada com personagens complexos e que fogem da bolha mainstream dos últimos anos (cortesia da diretora e de um elenco de dublagem que não perde a mão em qualquer que seja a cena).

A narrativa é centrada em Mei Lee (Rosalie Chiang), uma jovem de treze anos que mora com os pais na cidade de Toronto, no Canadá, e vê sua vida mudar totalmente quando passa a se transformar em um gigante panda vermelho quando passa por experiências de estresse ou de emoções muito fortes. Depois que descobre que essa “habilidade secreta” é uma herança milenar de família, ela mergulha em um arco de autorreflexão que determinará quem ela é e como ela deseja se portar de agora em diante – como a filha perfeita de Ming Lee, sua mãe superprotetora (dublada pela sempre incrível Sandra Oh), ou finalmente desfrutar de um gostinho de liberdade ao lado de um grupo de amigas inseparáveis que traz à tona um de seus lados mais rebeldes.

Através dos extensos materiais promocionais, é compreensível que parte do público fique com um pé atrás, acreditando que a trama seja extremamente simples e que os visuais incríveis sejam uma forma de mascarar essa falta de ousadia – entretanto, não é isso o que acontece. Shi, assim como sua obra anterior, demonstra ter uma habilidade inegável em comandar, de forma certeira, cada sequência que se dispõe à sua frente: lidamos com uma menina chinesa-canadense, cuja família autoritária reitera a cultura asiática de honrar a família e sempre colocar seus parentes de sangue acima de tudo, contrapondo-se às personalidades gritantes e desinibidas de Miriam (Ava Morse), Priya (Maitreyi Ramakrishnan) e Abby (Hyein Park). Mais do que isso, há um pungente confronto do que realmente são os laços familiares e como a engessada construção social desse núcleo pode ser quebrada da maneira mais cândida possível.

Shi pode até se valer de algumas metáforas explícitas demais, mas aqui o objetivo é permitir que não apenas as crianças e adolescentes de outrora se reconectem com um passado não muito distante, como também a nova geração e os laços que criamos com os nossos pais e com as nossas amizades. Mei Lee, assim como todos que já passaram pela transição da infância à adolescência, acredita que sabe tudo e que nada pode machucá-la – motivo pelo qual quer mostrar para seus colegas seu “poder mágico”, sem pensar nas consequências. É claro que ela comete erros, mas a profundidade de sua construção permite que ela inverta papéis com a mãe e que ela perceba que mesmo uma mulher sedenta pela perfeição e pelo autocontrole pode cometer um deslize (incluindo um trauma que a assombra desde criança).

Algumas similaridades com títulos passados da Pixar são encontradas pelo enredo – sendo perceptíveis aquelas que se restringem ao intrincado relacionamento de Mei e Ming (uma tradução mais estilizada de Nemo e Marlin, de Merida e Elinor, e de Luca e Daniela). Todavia, é impossível desassociar o filme de uma originalidade imagética que nunca foi vista dentro da companhia e que celebra uma cultura que, cada vez mais, se insere no cenário hollywoodiano e norte-americano. As expressões arquitetadas para os personagens partem de uma estética que relembra os mangás e os doramas, com referências que viajam desde ‘Sakura’ a ‘Cavaleiros do Zodíaco’ a ‘Pokémon’, enquanto a transformação de Mei Lee em panda se vale do significado espiritual de paciência para os chineses (algo que a protagonista precisa encontrar, mesmo em meio a obstáculos).

Em diversas entrevistas, Shi comentou sobre o longa ser um encerramento de seus anos quando criança e dos problemas que enfrentou, bem como uma homenagem à mãe e às coisas de que gostava mais nova – a boyband 4*Town, cujas músicas foram assinadas por Billie Eilish e Finneas O’Connell, faz alusão ao sucesso dos grupos N*SYNC e Backstreet Boys, por exemplo. É essa humildade e tamanho carisma de trazer experiências íntimas às telonas e compartilhá-las com o restante do planeta que deixa a obra ainda mais convidativa e recheada de momentos sensacionais.

Red: Crescer é uma Fera não é apenas um grande acerto da Pixar, como uma das animações mais honestas e verdadeiras de seu universo. Pavimentando caminho para o início de uma nova era do estúdio, a produção celebra a vida, a família e os amigos com o coração no lugar certo – e uma paixão por aquilo que nos torna únicos.

‘Eu Sou Groot’: Série animada ganha adorável trailer DUBLADO; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer DUBLADO da série animada ‘Eu Sou Groot‘, que trará cinco curtas originais.

Confira, com o novo cartaz:

A produção irá estrear oficialmente no dia 10 de agosto.

A série conta com o retorno de Vin Diesel dando voz ao personagem em um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot.

James Gunn, diretor da franquia original, entra como um dos produtores executivos da série.

Ainda não se sabe se outros personagens da saga irão aparecer na seleção de curtas, mas acredita-se que Drax (Dave Bautista) dê as caras em alguns episódios.

Lembrando que o terceiro volume de Guardiões da Galáxia está confirmado para chegar aos cinemas no dia 23 de maio de 2023, com o retorno de Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki e Will Poulter.

Novas informações revelam o que Jeremy Renner estava fazendo quando foi atropelado pelo limpa-neve

Nos últimos dias, o ator Jeremy Renner, conhecido por seu trabalho como Gavião Arqueiro no Universo Cinemático Marvel, sofreu um grave acidente envolvendo um trator limpa-neve e foi levado às pressas para o hospital.

Agora, Hillary Schieve, prefeita da cidade de Reno, em Nevada, revelou que o ator estava tentando ajudar um motorista encalhado na neve, próximo a seu rancho, quando o acidente aconteceu (via Sky News).

“Ele estava ajudando alguém que estava preso na neve”, Schieve disse em entrevista ao Reno Gazette-Journal.

A prefeita também comentou que é amiga de Renner e que ficou ciente do evento pouco depois de ter acontecido. “Ele sempre estava ajudando os outros”, ela continua.

Recentemente, um novo relatório do Condado de Washoe revelou mais detalhes sobre o evento (via ComicBook.com), após conversas com testemunhas oculares e investigações da cena.

O xerife Darin Balaamb caracterizou o evento como um “trágico acidente” e diz acreditar que Renner não foi prejudicado. Segundo ele, Renner estava tentando remover um carro preso na neve, saindo do próprio limpa-neve pouco depois, o que resultou em um atropelamento que esmagou sua perna.

“Neste ponto da investigação, não acreditamos que o Sr. Renner foi prejudicado de qualquer forma, e acreditamos que esse seja um trágico acidente”, Balaam comentou. “A delegacia de Washoe está em posse de seu PistenBully [o limpa-neve] e estamos analisando-o para descartar quaisquer falhas mecânicas em potencial. Isso é parte da nosso processo corriqueiro de investigação. Como mencionei antes, a investigação continua. Entretanto, não suspeitamos de qualquer crime, quero repetir isso, não suspeitamos de qualquer crime. Acreditamos que tenha sido um trágico acidente”.

Anteriormente, o ator quebrou o silêncio sobre o acidente e compartilhou uma foto em uma cama de hospital em seu Instagram.

“Obrigado a todos por suas amáveis ​​palavras. Estou muito confuso agora para digitar. Mas envio amor a todos vocês.”, ele escreveu.

Confira a imagem:

O ator indicado ao Oscar sofreu ferimentos graves como resultado de um acidente envolvendo um Snowcat em sua casa na área de Reno. O ocorrido aconteceu enquanto o astro limpava a neve com um maquinário que capotou e passou por cima de sua perna, o fazendo perder muito sangue.

Renner só chegou ao hospital com vida graças a um vizinho, que conseguiu colocar um torniquete antes da chegada dos paramédicos em um helicóptero.

Abaixo você confere o momento do resgate:

Artigo | Como ‘A Bruxa de Blair’ revolucionou os filmes de terror…

Em 1999, os diretores e roteiristas Daniel Myrick e Eduardo Sánchez estavam prestes a fazer história ao reunirem forças para comandarem um filme independente que mudaria o curso da sétima arte norte-americana: A Bruxa de Blair.

Apenas o título é forte o suficiente para despertar memórias ou até mesmo a curiosidade do público – afinal, é muito difícil encontrarmos alguém que nunca tenha ao menos ouvido falar do longa-metragem. Para aqueles que não conhecem, a narrativa é centrada em um grupo de cineastas amadores que viaja para uma pequena cidade no estado de Maryland, nos Estados Unidos, para rodarem um documentário sobre a mítica Bruxa de Blair – uma lendária personagem que, alegadamente, foi responsável pela morte de diversas pessoas e ainda assombra aquela região. E, movidos por essa instigante trama, o trio formado por Heather, Mike e Josh (que são os nomes dos atores que os interpretam) se embrenham nas medonhas florestas para encontrarem respostas ou ao menos material com que possam produzir o filme. Todavia, o que deveria ser uma pesquisa de campo se transforma em um pesadelo sem fim quando eventos misteriosos os levam a crer que a bruxa, de fato, existe.

A produção pertence ao conhecido gênero do found footage e, apesar de não ter sido a primeira a utilizar o recurso, foi responsável por popularizá-lo ao redor do mundo e a causar grande comoção por sua estética realista e por técnicas que não eram vistas. É claro, se voltarmos um pouco mais no tempo, podemos citar o clássico italiano Holocausto Canibal como precursor oficial desse estilo – mas foi apenas com A Bruxa de Blair que o suis-generis se tornaria um dos avais do terror nas décadas subsequentes.

Cada engrenagem do longa, da pré-produção às repercussões consecutivas, foi de importância significativa para a imortalização de seu legado. Por se tratar de um título de baixíssimo orçamento (por volta de US$60 mil) e por se configurarem como realizadores estreantes, Myrick e Sánchez investiram pesado em um marketing genial: a princípio, houve a contratação de atores não conhecidos para interpretarem os protagonistas; logo depois, a Haxan Films, que supervisionou o projeto, divulgou cartazes que anunciavam o desaparecimento de três jovens cineastas, começando a atrair atenção. E, quando o trailer foi lançado, ninguém conseguiria acreditar que aquela história era fictícia. Boa parte dos espectadores comprou a ideia de que o filme exibido era factual e que todas as pessoas que apareceram estavam envolvidas em uma controversa tragédia sem solução. Ora, os atores foram até aconselhados a não aparecem em público para aumentar o suspense.

Quando assistimos a A Bruxa de Blair, é automático pensarmos que, no geral, a composição foi fácil de ser feita. Todavia, Myrick e Sánchez estavam comprometidos a criar algo nunca visto e delinearam uma mitologia aprofundada (e fictícia, logicamente); entretanto, as falas e as reações de Heather, Mike e Josh são improvisadas e legítimas, feitas, grosso modo, sem a ciência deles para garantir uma naturalidade quase cruel. Logo, era apenas de se esperar que a repercussão não fosse apenas positiva, mas atraísse a atenção de autoridades para garantir que ninguém estava machucado e que todos da equipe estavam vivos. E, a encargo de comparação, os espectadores se sentiram compelidos a conferi-lo, visto que a arrecadação ultrapassou o orçamento em mais de 2000 vezes, fechando em US$248,6 milhões (algo equivalente a mais de US$450 milhões em 2023, ajustando-se à inflação).

Mesmo assim, é preciso comentar sobre a disparidade gritante entre a recepção da audiência e da crítica internacional: podemos perceber um embate entre os 86% de aprovação dos especialistas e uma melancólica nota C+ dos circunstantes – e essa é uma percepção que se estende até os dias de hoje, mas agora mergulhando em uma compreensão de que, de certa forma, o filme não envelheceu tão bem quanto deveria. Não obstante a discrepância mencionada, seu legado permanece vivo e influenciou uma quantidade inenarrável de projetos subsequentes – que não se limitaram apenas ao terror, mas se estenderam ao drama e ao suspense com facilidade invejável.

É possível ver o influxo do projeto em grandes produções mainstream que seriam lançadas com o passar dos anos. A primeira que nos vem à mente é Atividade Paranormal, que incorporou todos os elementos explorados pelo título de 1999 e os transformou em algo ainda mais aterrorizante; mas, para além do óbvio, temos incursões como ‘Assim na Terra como no Inferno’, que se tornou um queridinho dos aficionados por terror; o aclamado ‘REC’ e a “versão” norte-americana intitulada ‘Quarentena’; e, trazendo ainda mais para o presente, vemos as ramificações ocasionadas, direta ou indiretamente, com Amizade Desfeita, Buscando…’ (e a sequência espiritual ‘Desaparecida’) e ‘Host’ – os três oferecendo perspectiva originais para revitalizar o gênero.

Quase duas décadas e meia mais tarde, A Bruxa de Blair permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, os projetos citados no parágrafo acima não existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

Opinião | ‘Pânico 4’ é o filme mais SUBESTIMADO da franquia slasher; Você concorda?

Pânico não se tornou uma das maiores franquias de todos os tempos por qualquer motivo: ao ser idealizada por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996 e encontrando sucesso crítico e comercial, a saga slasher reviveu um gênero que já vinha passando por maus bocados – principalmente pela queda de orçamento de produções anteriores e pelo lançamento direto em VOD. Pouco depois de estrear nas telonas, o filme teve sua sequência confirmada e, alguns anos depois, um terceiro capítulo para encerrar a trilogia. Entretanto, embarcando na onda de remakes que já começava a crescer no início dos anos 2010, a dupla percebeu que poderia reapresentar a narrativa a uma nova geração de fãs que crescia em meio às redes sociais e às inovações tecnológicas.

E foi assim que nasceu Pânico 4’.

O longa-metragem chegou aos cinemas em 2011 e trouxe de volta o trio-legado dos títulos anteriores: Sidney Prescott (Neve Campbell), Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey Riley (David Arquette), anos depois dos massacres que acometeram Woodsboro. Sidney tornou-se uma escritora de enorme sucesso com um livro recontando as traumáticas memórias da cidade – e retornando para seu lar para promovê-lo; Dewey é o novo xerife local e é acompanhado de sua assistente, Judy Hicks (Marley Shelton); e Gale casou-se com Dewey e passa por uma espécie de “crise profissional” em que não sabe sobre o que escrever e deseja, mais que tudo, retomar sua carreira como jornalista investigativa. E tudo se transmuta em um pesadelo vivo quando Ghostface retorna e promete criar caos e coletar mais vítimas – incluindo os três.

Apesar das boas intenções, Pânico 4’ não fez o sucesso prometido: além da decepcionante bilheteria de US$97,2 milhões (a menor arrecadação da franquia), a recepção crítica não foi a das melhores (com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, a segunda menor avaliação, estando atrás apenas de Pânico 3’). E, dentre os vários comentários tecidos, boa parte se valeu das fórmulas idênticas dos capítulos predecessores – o que já era de se esperar, considerando que faz parte da mesma mitologia. Obviamente, é compreensível a frustração sentida pelos especialistas e pela audiência – mas, mais de uma década depois, revisitar a obra é uma ótima pedida para perceber que ele esteve muito à frente de seu tempo.

A princípio, vamos analisar a história: Sidney, agora, consagra-se como uma “personagem legado” (termo que seria explorado no filme de 2022) ao lado de Gale e Dewey. Caracterizada como “o anjo da morte”, a protagonista é tratada como um medonho agouro, trazendo catástrofe por onde anda. Não é surpresa que todos queiram ficar longe dela e, em contrapartida, desejam conhecer uma “celebridade” que ganhou fama por traumas constantes e um senso de despertencimento e solidão dilacerantes. Ora, ela é até mesmo convidada pelo clube de cinema presidido por Charlie Walker (Rory Culkin) e Robbie Mercer (Erik Knudsen) com os crescentes ataques do serial killer.

Para além da importância do retorno de Sidney, ela também lida com a nova geração de jovens que é arrastada para um complexo emaranhado de reviravoltas e segredos que atravessa décadas. Temos, por exemplo, sua prima Jill Roberts (Emma Roberts), que vive à sombra de uma família marcada por calamidades; a icônica Kirby Reed (Hayden Panettiere), melhor amiga de Jill e uma aficionada por filmes de terror; a dupla supracitada formada por Charlie e Robbie; e vários outros. Sidney, Gale e Dewey unem forças para passar o conhecimento que têm sobre Ghostface, mas devem prezar pela própria vida ao serem caçados um a um.

A sutil profundidade do filme é respaldada por adições memoráveis a esse microcosmos, com a primeira delas sendo Roberts como Jill. Como revelado no terceiro ato, Jill é a mente por trás dos assassinatos, influenciando Charlie a seguir seus passos e a ajudá-la a reviver o fantasmagórico antagonista. Sua motivação é, de longe, uma das mais palpáveis e críveis da saga slasher: buscando por seu momento de glória e tentando usurpar o “trono” de Sidney, ela declama que não precisa de amigos, e sim de fama. Subsistindo no auge de redes sociais como Facebook e Twitter, ela almeja pelo sucesso e pelo reconhecimento, arquitetando um plano muito intrincado para garantir que fosse a única sobrevivente e seu nome caísse na mídia.

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Dito e feito, ela alcança a sonhada fama ao morrer nas mãos da própria prima e ser tratada como a “heroína” de toda a história. E Jill divide os holofotes com Kirby, uma das grandes personagens coadjuvantes que roubou a nossa atenção desde sua primeira aparição nas telas. A jovem foi encarnada com perfeição por Panettiere e nos deixou sem ar quando levou duas facadas mortais de Charlie – nos levando a acreditar em sua morte instantânea. Kirby se tornou uma das personas favoritas da audiência e foi honrada anos depois ao fazer um retorno glorioso com Pânico VI’ (reiterando sua importância na produção de 2011).

O principal problema do filme foi não ter aberto espaço para que os novos personagens tivessem um futuro sólido na franquia, porque boa parte deles foi brutalmente assassinado. Com exceção de Judy, que encontrou seu trágico fim no capítulo seguinte, e de Kirby (que, como já comentado, apareceria no sexto longa-metragem), a promessa de apostar fichas em uma geração mais jovem caiu por terra e deixou os fãs querendo mais. Mas, no final das contas, Pânico 4’ é uma boa aventura e uma das entradas mais subestimadas desse icônico cosmos. E, assim, ele vem sendo redescoberto como uma gema de Wes Craven que precisa ser apreciada em sua completude.

Show de Madonna em Copacabana reúne 1,6 MILHÃO de pessoas

A icônica rainha do pop Madonna voltou a se tornar o centro dos holofotes neste último dia 04 de maio ao dar as caras na Praia de Copacabana para o show de encerramento da The Celebration Tour.

O espetáculo gratuito contou com os maiores hits da carreira da artista e reuniu nada menos que 1,6 milhão de pessoas no local, consagrando-se como o maior público da performer até então. O maior número de espectadores de Madonna, até então, havia sido em Paris, em 1987, com 130 mil fãs.

Além disso, o show da cantora e compositora configura-se como um dos maiores de todos os tempos no local, ficando à frente da apresentação do The Rolling Stones em 2006 (1,2 milhão de pessoas) e atrás do maior concerto gratuito de rock da história, guiado pelas mãos de Rod Stewart em 1994 (4 milhões de pessoas).

The Celebration Tour in Rio | Madonna reitera seu legado em apoteótico e poderoso grand finale

Produzida pela Live Nation, a ‘The Celebration Tour‘ começou em 14 de outubro, em Londres, Inglaterra – tendo sido reprogramada após Madonna ter tido uma grave infecção bacteriana.

O show foi recebido com aclame por parte dos críticos, que rasgaram elogios para a performance da artista e por seu contínuo impacto no cenário fonográfico.

‘I Love Boosters’: Keke Palmer e Demi Moore vão estrelar novo filme do diretor de ‘I’m a Virgo’; Saiba mais!

Segundo o Deadline, o diretor Boots Riley (‘Desculpe Te Incomodar’, ‘I’m a Virgo’) já encontrou seu próximo projeto e já escalou o elenco protagonista.

Reunindo-se com a Neon, Riley contratou Keke PalmerNaomi AckieLaKeith StanfieldDemi Moore para estrelar o longa-metragem.

O restante do elenco será anunciado em breve, enquanto as filmagens devem começar entre outubro e novembro deste ano.

Aaron RyderAndrew Swett entram como produtores através da Ryder Picture Company, unindo-se a Allison Rose CarterJon Read, da Savage Rose Films.

Mike JackanGus Deardoff são os produtores executivos.

O filme gira em torno de um grupo de incentivadores de negócios (também conhecidos como ladrões de lojas ou golpistas) que tem como alvo um cruel especialista em moda. Detalhes adicionais da trama estão em segredo.

Fique ligado para mais informações!

‘A Vida de Chuck’: Novo filme de Mike Flanagan ganha teaser trailer INCRÍVEL; Confira!

A NEON divulgou o primeiro teaser trailer oficial de ‘A Vida de Chuck‘, novo filme dirigido pelo aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), será lançado.

A adaptação do conto homônimo de Stephen King estreará nos cinemas norte-americanos no dia 30 de maio de 2025.

Confira:

A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

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Esta será a terceira adaptação de King pelo o cineasta após os incríveis ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘.

Tom Hiddleston (‘Loki’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Chiwetel EjioforKaren Gillan, Jacob Tremblay, Mark Hamill, Matthew LillardHeather Langenkamp.

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A$AP Rocky, Jensen McRae e mais integram a trilha sonora do suspense CRIMINAL ‘Highest 2 Lowest’

Apple TV+ revelou o dia de lançamento da trilha sonora oficial de Highest 2 Lowest, novo suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington (‘O Protetor’).

O álbum tem estreia agendada para o dia 15 de agosto, coincidindo com o lançamento do filme nos cinemas selecionados.

O compilado conta com canções originais de A$AP RockyAiyana-LeeJensen McRae, enquanto a trilha sonora é assinada por Howard Drossin, Fergus McCreadieEddie Palmieri.

O filme chega ao catálogo da Apple TV+ em 5 de setembro.

O filme teve uma estreia impressionante no Rotten Tomatoes, conquistando 89% de aprovação com base em 37 análises.

Os críticos, de modo geral, elogiaram o filme, destacando o trabalho do diretor Spike Lee, que conseguiu dar vida e uma identidade própria ao longa, originalmente inspirado em um filme japonês.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“A premissa se encaixa perfeitamente com a indústria da música, e Washington está impecável, entregando uma de suas melhores atuações recentes como um homem preso em um dilema moral impossível”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Ao final, Lee eleva Highest 2 Lowest a novos patamares, entregando um filme de gênero envolvente e provocativo, que entretém enquanto faz um alerta sobre os possíveis caminhos que a cultura contemporânea pode estar seguindo”, disse Peter Debruge da Variety.

“O diretor assume aqui o papel de um showman chamativo e cheio de estilo, e o interpreta com perfeição, entregando um grande e altamente refinado pedaço de cinema que é puro entretenimento”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Embora esteja longe de ser o melhor de Lee, Highest 2 Lowest é um filme divertido, e para os fãs de Denzel Washington, é imperdível”, disse Therese Lacson do Collider.

“Descaradamente épico, corajosamente engraçado e orgulhosamente negro, Highest 2 Lowest pode ter origem em um cineasta japonês, mas sua alma pertence claramente a Lee”, disse Robert Daniels do RogerEbert.

“Lee é muito mais interessante pelo que ele acrescenta a um projeto do que pelo que ele retira dele, e Highest 2 Lowest está naturalmente em seu melhor quando se desvia do material original”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Highest 2 Lowest é uma mistura de cinema reluzente e profissional com escolhas curiosas. É uma vitrine tanto para um veterano consagrado, Washington, quanto para uma revelação promissora, ASAP Rocky, disse Steve Pond do TheWrap.

“O filme pulsa com uma energia e vitalidade incríveis, movendo-se na tela com a elegância expansiva de seu astro Denzel Washington, embora um pouco da melancolia discreta, do pessimismo complexo e do cinismo do filme original tenha se perdido”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.

Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.

Ilfenesh HaderaJeffrey WrightIce SpiceASAP RockyDean WintersJohn Douglas Thompson completam o elenco.

Margot Robbie é Catherine no novo teaser de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’; Confira!

Em alguns meses, o remake de ‘O Morro dos Ventos Uivantes‘, estrelado por Margot Robbie (‘Barbie’) e Jacob Elordi (‘Euphoria’), chegará aos cinemas ao redor do mundo, sendo encabeçado pela vencedora do Oscar Emerald Fennell (‘Bela Vingança’).

Agora, a Warner Bros. divulgou um novo teaser promocinal do longa, dando destaque a Robbie como a protagonista Catherine.

Assista, junto ao trailer:

Durante um painel Brontë Women’s Writing Festival na Inglaterra, a diretora revelou que queria o filme traduzisse como ela se sentiu ao ler o livro pela primeira vez quando adolescente.

“Eu queria fazer algo que me fizesse sentir como me senti quando li pela primeira vez, o que significa que é uma resposta emocional a algo”, disse Fennell. “É, tipo, primitivo, sexual”.

Como visto no primeiro trailer promocional, a versão de Fennell contará com muitas cenas picantes – que atraíram certos comentários negativos por parte do público, caracterizando o projeto como muito “erótico”. Todavia, a diretora discorda deles.

“Há uma enorme dose de sadomasoquismo neste livro. Há uma razão para as pessoas terem ficado profundamente chocadas com ele [quando foi publicado]”, ela afirmou. “Trabalhar nele tem sido uma espécie de exercício masoquista, porque eu o amo muito, e ele não consegue me amar de volta, e eu tenho que conviver com isso. Então, tem sido perturbador, mas acho que de uma forma muito útil”.

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 12 de fevereiro de 2026.

Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

‘Outer Banks’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser trailer e data de estreia na Netflix!

Boas notícias para os fãs de Outer Banks!

Netflix divulgou o primeiro teaser trailer oficial da 5ª e última temporada da popular série jovem, revelando também que o ciclo de encerramento será lançado em seu catálogo no dia 20 de agosto.

Confira:

Lembrando que as quatro primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Snake Eyes’: Atriz de ‘La Casa de Papel’ se junta ao elenco do spin-off

De acordo com o The Wrap, Ursula Corberó, estrela de ‘La Casa de Papel‘, está confirmada no elenco de ‘Snake Eyes‘, derivado da franquia ‘G.I. Joe’.

Corberó dará vida à vilã Baronesa, e se junta  a Andrew Koji (Storm Shadow) e Henry Golding, intérprete do personagem título.

A Baronesa apareceu pela primeira e única vez nos cinemas em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘, lançado em 2009.

Previsto para 2020, ‘Snake Eyes‘ será dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos (‘A Bela e a Fera‘).

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na hq intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.

Anteriormente, Jeff Sneider havia sido confirmado como diretor do spin-off e até agora não foi revelado o motivo de sua saída do projeto.

 

‘Liga da Justiça’: Henry Cavill fala sobre a importância do Snyder Cut

Durante uma entrevista para a Variety, Henry Cavill foi questionado sobre suas expectativas em assistir o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ e aproveitou para falar sobre a importância do filme.

“Eu acho que não um fã que não esteja ansioso para assistir, inclusive eu. Eu acho que a versão lançada em 2007 não mostra uma visão única, porque há uma clara distinção entre os estilos de [Zack] Snyder e Joss Whedon. Foi por isso que o público não aceitou muito bem a adaptação.”

Ele prosseguiu, elogiando o trabalho de Snyder.

“Eu sempre admirei Snyder como profissional e como pessoa, por isso eu acho muito importante que tenham lhe dado a oportunidade de mostrar sua real visão para o filme. Desde o lançamento de ‘Liga da Justiça‘, os fãs pedem por isso [pelo lançamento do Snyder Cut], o que só faz aumentar a credibilidade dele. Eu acho que o Snyder Cut é uma conquista, não só para Zack, mas para os fãs, eles conquistaram o direito de assistir.”

Cavill também revelou que está pronto para continuar interpretando o Superman nos próximos anos.

“Eu sempre fui fã do Superman. Com um personagem como esse, você carrega o manto com você fora das telonas. E isso se torna parte de sua representação pública. Quando você conhece crianças, elas não me veem apenas como Henry Cavill, mas como Superman. É uma grande responsabilidade. Por ser um personagem tão maravilhoso, é na verdade uma responsabilidade que tenho prazer em ter, e espero poder interpretar mais Superman nos próximos anos.”, afirmou.

Recentemente, o Comic Book revelou que o astro está em negociações para um contrato que envolve “vários filmes.”

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, Cavill já havia revelado que não desistiu do papel, mesmo estando afastado desde 2017.

E você, está ansioso para ver o astro como o herói mais uma vez?

Lembrando que Cavill também é o protagonista de ‘The Wicther’, adaptação que já está disponível na Netflix.

Assista ao trailer:

‘Cavaleiro da Lua’? Vídeo mostra Oscar Isaac treinando artes marciais para misterioso papel

Recentemente, Oscar Isaac foi anunciado como protagonistas das vindouras adaptações de ‘Metal Gear Solid’ e ‘Cavaleiro da Lua‘…

E parece que ele já está treinando para um desses papéis…

Em um vídeo publicado no Instagram, Isaac mostra suas habilidades em artes marciais e, considerando o estilo de luta, é provável que ele esteja reproduzindo os movimentos do herói da Marvel.

No vídeo, o astro derruba e espanca vários oponentes com facilidade usando acrobacias… Bem diferente das táticas militares de Solid Snake.

Além disso, as filmagens de ‘Cavaleiro da Lua‘ estão agendadas para começar ainda em março, na cidade de Budapeste, capital da Hungria.

Confira o vídeo:

Lembrando que May Calamawy (‘Ramy’) e Ethan Hawke (‘O Predestinado’) também foram anunciados como parte do elenco, mas sem detalhes sobre quem serão seus personagens.

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic‘) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Para quem não conhece, o Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.

‘Viúva Negra’ tem ERRO na linha temporal e você nem notou; Confira!

Agora que ‘Viúva Negra está disponível na Disney+ com o resto do MCU, os fãs estão prestando mais atenção aos detalhes do filme.

E um desses detalhes revela um erro de continuidade na linha temporal da trama.

Como foi apontado por um usuário do Reddit, a falha acontece logo no início do filme e envolve a popular linha de brinquedos My Little Pony.

Na cena ambientada na década de 1990, Natasha e Yelena ainda eram crianças, e podemos ver um dos famosos pôneis de relance.

Trata-se de uma unidade Twilight Sparkle da série My Little Pony: Friendship Is Magic.

No entanto, esta versão só começou a ser produzida em 2010.

Na década de 1990, o visual dos My Little Pony ainda eram bastante simplificados, como os das versões criadas na década anterior, ainda sob o nome My Pretty Pony.

Então seria impossível Natasha e Yelena terem versões atualizadas dos bonecos.

Confira a imagem:

Lembrando que a Disney+ disponibilizou recentemente o especial ‘Avante: Os Bastidores de Viúva Negra, que explora a criação do filme solo da heroína titular.

Confira o cartaz:

Lembrando que Viúva Negra já está disponível na plataforma de streaming.

Na trama, Natasha Romanoff precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Crítica | Viúva Negra é um eletrizante espetáculo de cenas de ação, com direito a assuntos bem complexos

‘O Ensaio’: Comédia criada por Nathan Fielder é renovada para a 2ª temporada

Através do Twitter, a página oficial da HBO anunciou que a comédia documental ‘O Ensaio‘ foi renovada para a 2ª temporada.

Criada por Nathan Fielder (‘Nathan For You’), a atração é uma espécie de ‘O Show de Truman‘ e mostra o humorista canadense dando às pessoas a chance de ensaiarem as próprias vidas em um mundo em que nada funciona como o esperado.

Antes do lançamento da 1ª temporada, o projeto era cercado de segredos, pois explora uma temática tão estranha e ambiciosa que era difícil resumir em um trailer ou sinopse.

Por conta disso, o público estava curioso se o programa seria renovado ou não.

Confira o anúncio, junto com o trailer da atual temporada:

“Mais uma chance para acertar”, diz a legenda.

Fielder também entra como diretor, produtor e roteirista.

Nathan Fielder retorna à televisão para uma nova série que explora até onde um homem vai para reduzir as incertezas da vida cotidiana. Com uma equipe de construção, uma legião de atores e recursos aparentemente ilimitados, Fielder permite que pessoas comuns se preparem para os maiores momentos da vida ‘ensaiando-os’ em simulações cuidadosamente elaboradas de seu próprio projeto. Quando um único passo em falso pode destruir seu mundo inteiro, por que deixar a vida ao acaso?”

‘Os Winchesters’: Fãs de ‘Supernatural’ NÃO estão incomodados com o cancelamento da derivada; Confira as reações!

Foi revelado ontem que a série ‘Os Winchesters’, derivada de Supernatural acabou sendo cancelada pela CW com apenas uma temporada.

Apesar disso, parece que os fãs da série original não estão nem um pouco preocupados com o cancelamento.

Nas redes sociais, boa parte do público já estava prevendo a decisão, dizendo que ‘Os Winchesters‘ não estava conseguindo conquistar o público como a antecessora.

Confira as reações:

Mesmo assim, a Warner Bros. Television mantém as esperanças de continuar o programa.

De acordo com o Deadline, o grupo já está se preparando para procurar um novo lar para ‘Os Winchesters‘ e planeja ser agressivo em seus esforços.

Até o momento, não foram revelados mais detalhes sobre as negociações, então não se sabe quais emissoras ou plataformas de streaming estariam interessadas em adquirir a derivada de Supernatural‘.

Enquanto isso, o produtor executivo Jensen Ackles iniciou uma campanha para ajudar a salvar a série.

Em seu perfil do Twitter, ele incentivou os fãs a ajudarem na campanha.

“Parece que temos trabalho para fazer. #SalveOsWinchesters #FamíliaSupernatural,” declarou o ator.

A produção registrou uma média de 0.2 na demo, e um total de 790 mil espectadores. Em termos de comparação, a série representava a sétima maior audiência do canal (dentre 14 dramas) e o segundo maior índice demográfico (atrás apenas de ‘All American‘).

“Enquanto construímos a nova CW, nós tivemos que tomar algumas decisões difíceis em nossa programação. Agradecemos nossos parceiros na Warner Bros, o elenco e a equipe criativa da série pelo trabalho duro, talento e dedicação,” declarou a emissora em um comunicado oficial.

A série é narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show explora as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”