Os mortais inimigos da casa Atreides são traiçoeiros
No decorrer de Duna, primeiro livro de uma saga escrita por Frank Herbert em 1965, o protagonismo da história repousa nos ombros do jovem Paul Atreides (interpretado por Timothée Chalamet), filho do Duque Leto (Oscar Isaac) e herdeiro da casa de mesmo nome. À eles é concedido o direito de governar o estratégico planeta Arrakis em nome do imperador Padishah; a oferta, porém, jamais soa como um prêmio.
Isso porque Arrakis não só é um planeta desértico e extremamente perigoso graças aos ataques dos insurgentes conhecidos como Fremen, como também foi governado por muito tempo pela casa Harkonnen. Inimigos declarados dos Atreides, com uma inimizade especial e profunda entre os líderes Duque Leto e Barão Vladimir (a ser interpretado por Stellan Skarsgard), os Harkonnen tem sua sede no planeta Geide Prime porém Arrakis sempre foi importante para eles.
Isso se dá pelo já mencionado valor estratégico do mundo desértico, uma vez que Arrakis é o único produtor na galáxia da especiaria Melange. Tudo no universo de Duna, em termos econômicos, gira ao redor dessa commodity que é basicamente um entorpecente; dentre seus efeitos há o aumento do tempo de vida do usuário, aprimoramento da saúde e até mesmo uma senciência mais desenvolvida.
O flutuante Barão Harkonnen marcará presença no vindouro filme.
Seu alto valor em quantidades mínimas e inestimável em quantidades maiores concede à casa que comanda Arrakis uma faca de dois gumes: ao mesmo tempo que ela se assenta sobre uma mina de ouro ela também passa a lidar com os interesses da companhia CHOAM, esta que detém o monopólio dos transportes espaciais e da extração de melange. Outra complicação é o grupo mencionado anteriormente dos Fremen.
Tidos como um povo da areia, eles aprenderam a sobreviver nos desertos do planeta com pouco acesso a água (graças a seus trajes especiais para reaproveitamento de líquidos) bem como sobrevivendo às ameaças dos imensos vermes das areias e da brutalidade lendária dos Harkonnen. Enquanto a casa em questão governou, é referido várias vezes como eles caçavam e matavam os Fremen por esporte.
Em diversas passagens é referida a crueldade e genialidade do Barão Harkonnen, que armou a armadilha perfeita para eliminar tanto o duque Leto quanto sua linhagem para sempre. Essa mesma maldade foi o que gerou cicatrizes no povo local e hostilidade inicial com a chegada da casa Atreides.
Retomar Arrakis é essencial em todos os sentidos.
Dessa forma, a casa de Giedi Prime assume uma posição similar às de muitas monarquias do passado, que pouca afinidade tinha com a população geral ou de potências nacionais que ocasionalmente ocupavam uma nação menor sem se dar ao trabalho de entender as nuances culturais desse povo.
Dentre seus membros que aparecem na trama além do mencionado Barão há também seu sobrinho mais velho Glossu Rabban (um infame torturador dos Fremen que teve vasta atuação no reinado de terror dos Harkonnen em Arrakis) e seu sobrinho mais novo Feyd-Rautha, que funciona como um inimigo na mesma idade à Paul Atreides. Por último vale a menção à Piter De Vries, um mentat (gênios de intelecto quase similar aos das banidas máquinas) que serve ao Barão e demonstra por diversas vezes grande tendência ao sadismo e até desprezo aberto para com seu amo.
Apesar de em livros seguintes muito da rivalidade entre as casas Atreides e Harkonnen ficarem para trás é interessante notar como Frank Herbert criou um futuro regressivo, em que práticas medievais como títulos e feudos voltaram a fazerem parte das relações humanas e a casa do Barão Vladimir surge como uma representação de nobreza egoísta.
O material ainda mostra as caóticas consequências que se sucederam no programa matinal homônimo, após as denúncias de abuso sexual feitas publicamente ao vivo.
O vídeo promocional ainda veio acompanhado da data de estreia da vindoura temporada. A nova leva de episódios começará a ser exibida a partir do dia 17 de setembro no streaming Apple TV+.
Confira:
Vale lembrar que Steve Carell foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo.
Recentemente, o ator Mark Duplass revelou que o novo ano será reescrito para incluir a crise sanitária global na narrativa.
“Nós rodamos dois episódios antes de pararmos por causa da pandemia, mas sei que eles estão reescrevendo, o que é insano, porque foi isso o que aconteceu na primeira temporada. Eles tinham vários roteiros e então reescreveram tudo para incluir o movimento #MeToo, e agora temos outro fenômeno global, bem maior, com que lidar. Não sei o que eles estão fazendo, mas sei que estão reescrevendo”.
A série foi criada por Jay Carson e Kerry Ehrin.
Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.
Na última semana, a Marvel lançou seu tão aguardado trailer final de Eternos, a mais nova produção cósmica do estúdio, que promete explorar não só o futuro, mas também as origens do Universo Cinematográfico Marvelnas telonas.
Grande parte disso passa diretamente pela presença dos seres superpoderosos conhecidos como Celestiais. Nos quadrinhos, eles são uma espécie alienígena superpoderosa que está diretamente ligada a criação não apenas dos Eternos, mas também ao início da vida humana nesse universo. O passado deles é uma grande interrogação, apesar de saber que essa aura praticamente divina que envolve os personagens se dá por eles serem uma das primeiras raças da história. Além disso, eles são peça-chave na evolução humana, já que fizeram experimentos genéticos na pré-histórica Terra, onde forjaram Eternos, Deviantes e o Humanos. No entanto, essa engenharia genética acabou expandindo a capacidade evolutiva de alguns humanos, o que resultou no surgimento do Gene X Mutante, que deu origem aos X-Men.
Como dá para perceber, os Celestiais são praticamente personagens bíblicos. Troque “Eternos” por “Anjos”, “Deviantes” por “Demônios” e você tem praticamente uma versão do livro cristão de Gênesis com engenharia genética.
Sabe-se também que os Celestiais retornam aos planetas nos quais eles desenvolveram vida para ver se as respectivas civilizações estão crescendo de acordo com o esperado. Dependendo da resposta, o futuro desse povo pode estar em risco. Sua principal característica física é ter mais de 600 metros de altura, também usam sempre uma armadura própria, o que aumenta o mistério acerca de como será a verdadeira aparência dos Celestiais.
Vale lembrar também que eles resistem ao tempo, mas podem ser mortos por criaturas muito poderosas, como Galactus, o Devorador de Mundos. Não é fácil, mas acontece. Tanto que, no início dos tempos, eles eram a espécie dominante do Universo Marvel, só que acabaram tendo seu povo drasticamente reduzidos durante a Guerra Celestial, sobrando apenas alguns, que seguiram influenciando e gerando vida de incontáveis seres pelo espaço sideral.
No MCU, entretanto, os Celestiais não são exatamente uma novidade. Eles vêm aparecendo aos poucos desde a Fase Dois, quando foi introduzido nos filmes de James Gunn. Caso você não se lembre, vamos dar nome aos Celestiais nesta matéria.
Aparecendo pela primeira vez nos cinemas em 2014, em Guardiões da Galáxia, Luganenhum é a cabeça decepada de um Celestial que foi assassinado por um deus. Com o passar dos anos, os mercadores e contrabandistas perceberam que ela havia parado em um ponto e se estabelecido quase como um satélite. Sabendo disso, o Grupo Tivan começou a explorar o local, fazendo um trabalho de mineração para extrair ossos, sangue, líquidos e órgãos celestiais, que valem muito no mercado de contrabando. Com o passar do tempo, o crânio do Celestial morto se tornou um dos principais pontos da contravenção galáctica, funcionando como um planeta sem leis, famoso por ser o lar do Colecionador (Benicio Del Toro).
Apesar de também existir nos quadrinhos, não se sabe exatamente de qual Celestial era essa cabeça. Mas pelo menos é revelado que ele foi morto por Knull, o Deus da Escuridão, um vilão que costuma aparecer nas histórias do Venom e do Thor.
Eson, o Pesquisador
Em Luganenhum, quando o Colecionador explicava aos Guardiões da Galáxia o que eram as Joias do Infinito, ele mostra que diversos seres usaram a Joia do Poder para a destruição através do tempo. Nesse momento, ele mostra Eson com a Joia acoplada ao cajado dizimando uma população inteirinha. E a melhor parte é que ele pode voltar a aparecer nos filmes.
Como diz seu título de “pesquisador”, Eson realiza buscas e pesquisas para os Celestiais e se notabiliza pela capacidade de absorção de energia, o que provavelmente pesou bastante na hora de James Gunn escolhê-lo para portar a Joia do Poder nesse easter egg do filme. Nos quadrinhos, seu feito mais famoso foi sugar toda a energia de Lemúria, uma ilha submersa da Terra que, tomada por Deviantes, ousou atacar os Celestiais. Enfurecido pela insubordinação, Eson absorveu e destruiu a ilha, matando Deviantes e Lemurianos.
Em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), James Gunn revela que o verdadeiro pai do Senhor das Estrelas é Ego, o Planeta Vivo. Diferentemente das HQs, em que Ego é “apenas” um planeta vivo, a versão cinematográfica do personagem foi promovida a Celestial.
No filme, Ego conta ser tão antigo quanto o tempo e que aprendeu a manipular energia para criar seu próprio corpo e até mesmo criar vida pelo universo. Porém, após tantos anos, ele percebeu que precisaria de alguém que compartilhasse de seu DNA e poderes para que juntos, como pai e filho, eles dominassem a galáxia e expandissem o domínio genético de Ego para o máximo de planetas possíveis. Por isso, ele criou um corpo humanoide, interpretado por Kurt Russell, para que pudesse seduzir fêmeas por todos os cantos do universo em uma tentativa de que pelo menos um de seus filhos herdasse os genes de manipulação energética celestial.
Acaba que o Senhor das Estrelas é o único com essa habilidade. Porém, ele se recusa a ajudar o pai e conta com a ajuda dos Guardiões da Galáxia para matá-lo. Isso só é possível porque o Bebê Groot (Vin Diesel) é miudinho o suficiente para entrar no sistema nervoso de Ego e detonar uma bomba no cérebro do Celestial.
Arishem é “apenas” o líder dos Celestiais. Ninguém sabe como ele se parece debaixo da imponente armadura vermelha, porém é a ele que todos os outros Celestiais respondem em suas Expedições. Seus poderes consistem na manipulação praticamente ilimitada de energia e na resistência extrema, que faz dele um ser quase imbatível. Sim, apesar de todo esse poder, Arishem, assim como os outros Celestiais, não são imortais.
Ele é chamado de “O Juiz” porque retorna periodicamente para os planetas aos quais trouxe vida para checar se o desenvolvimento daqueles povos está de acordo com o esperado. Caso não esteja, ele julga se eles precisarão ser purificados ou não. Com “purificados”, entenda-se “chacinados” por Exitar, o Exterminador.
Por estar na liderança, ele também lida com as engenharias genéticas que os Celestiais fazem na hora de criar e evoluir vidas por aí. Em meio a essa total falta de ética, é Arishem quem comanda sua espécie na guerra contra os Vigias, que discordam da forma Celestial de agir e afetar o fluxo do universo.
Apesar desse nome que vai dar muita dor de cabeça para a equipe de tradução e dublagem brasileira, Jemiah é um acadêmico dos Celestiais. Ele é especialista em engenharia genética e ficou responsável pela criação de vida e pelas mutações que as diferentes raças pelo universo sofreriam, incluindo os Eternos, os Deviantes e os Skrulls.
Jemiah, o Analisador estava na equipe que veio para a Expedição original à Terra, quando fez diversas experiências nos primeiros hominídeos do planeta, que viria a se tornar o ser humano. Baseado nesse DNA primário, ele “forjou” os Eternos, os Deviantes e os Mutantes. Ele já enfrentou Odin, Zeus e outros diversos deuses da história humana.
Em sua aparição no trailer, o Analisador está manipulando energia com as mãos, muito provavelmente enquanto cria ou submete a mutação alguma criatura do filme, demonstrando seu grande poder.
Uma de suas habilidades é a grande resistência a explosões nucleares.
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Apesar de não serem Celestiais, a Marvel trouxe dois personagens que estão diretamente ligados a essa mitologia, incluindo um que potencialmente poderá causar bastante dor de cabeça para os Celestiais futuramente.
Por mais que sua personalidade brincalhona faça com que muitos não levem o personagem muito a sério, a adaptação de Peter Quill, o Senhor das Estrelas (Chris Pratt), para a telonas foi praticamente um conto grego. Filho de uma divindade que não controla o próprio zíper com uma humana inocente, o filho do casal herda a personalidade humana e os poderes divinos. Em outras palavras, Peter não é um Celestial. No entanto, assim como Hércules na mitologia grega, ele é um “Semideus” que ostenta habilidades da raça de seu pai. Conforme visto ao final de Guardiões da Galáxia, quando o grupo se une para dividir a energia da Joia do Poder para vencer o inimigo, eles só conseguem fazer isso quando Peter centraliza a energia. A princípio, muitos tinham pensado que isso aconteceu pelo velho clichê do Poder da Amizade. Só que o próprio Ego explica, na sequência de 2017, que a absorção da energia só foi possível porque Peter chegou. Inclusive, se ele não tivesse se unido ao grupo, Rocket (Bradley Cooper), Gamora (Zoe Saldana) e Drax (Dave Bautista) teriam explodido.
Quando Ego ensina Peter a usar seus poderes ocultos, o Senhor das Estrelas começa a manipular a energia que compartilhava com o pai para criar coisas simples, como uma bola. Porém, ao ter seu Walkman destruído e descobrir que a traumática morte de sua mãe (Laura Haddock) foi causada por um câncer inserindo pelo próprio Ego, Peter se recusa a ajudar o pai no plano nefasto de dominação universal.
Assim, Ego conta ao filho que ele não passa de uma grande bateria viva para seu plano ególatra. Então, contra a vontade de Peter, o Celestial começa a absorver sua energia. Mais tarde, com seu sangue parte celestial, Peter vai na força do ódio para enfrentar seu próprio pai com sua manipulação de energia. Tudo bem que o Peter usa essa habilidade divina para atacar o pai com um Pac-Man gigante, mas foi uma ação celestial.
Quando Ego morre, ele diz que Peter Quill abriu mão de seus poderes e da suposta imortalidade que a energia celestial proveria para ele. Só que ainda resta um último filme dos Guardiões da Galáxia, no qual James Gunn pode voltar a explorar esse poder Celestial que talvez permaneça adormecido na genética “semicelestial” de Quill.
Introduzido em Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017), os Vigias são uma raça tão antiga quanto os Celestiais e que já consideraram que sua missão no universo era auxiliar no desenvolvimento de raças “inferiores”. Só que acontece uma catástrofe e eles traçam um objetivo de não interferência para sua raça. Ou seja, eles observam tudo que acontece em todas as galáxias, mas sem interferirem no rumo que tais ações possam ocasionar, mesmo que isso signifique a morte de um vigia ou até mesmo o fim daquela realidade. Esses grandes contadores de histórias são poderosíssimos, mas muito raramente tomam efetivamente uma ação.
No filme, eles aparecem brevemente escutando as histórias de Stan Lee sobre o Universo Cinematográfico Marvel. Atualmente, Uatu(Jeffrey Wright), o Vigia mais famoso de todos, é o fio condutor de What If…?, série da Marvel no Disney+ que retrata diferentes realidades dos personagens do estúdio.
No entanto, como citado anteriormente, nos quadrinhos, os Vigias percebem que os Celestiais estão interferindo muito nos rumos do universo com suas manipulações e experimentos genéticos, o que contradiz a crença Vigia, dando início a uma guerra entre as duas raças. Seria interessante ver um pouco disso em tela, não?
Cerca de 46 anos atrás, chegava aos cinemas de todo o planeta um dos filmes mais divertidos da década de 70, um projeto que mudou o mundo dos musicais, de muita força dentro da liberdade artística, quase virando um conceito filosófico por meio do uso de arquétipos feitos para refletir e divertir. The Rocky Horror Picture Show, escrito e dirigido por Jim Sharman, baseado na obra homônima do escritor neozelandês Richard O’Brien, é atemporal, empolgante, que desmonta tabus até hoje.
O deboche e a arte como arma contra o conservadorismo
Na trama, conhecemos o casal Brad (Barry Bostwick) e Janet (Susan Sarandon), dois corações apaixonados que estão se guardando um para o outro. Certo dia, em uma estrada escura e com uma tempestade caindo sob suas cabeças, um problema com um dos pneus do automóvel que estavam os fazem pedir abrigo em um castelo que encontram no meio do nada. Nesse lugar conhecem um homem pra lá de excêntrico, uma espécie de cientista doidão, o Dr. Frank-N-Furter (Tim Curry) que através de um universo cheio de danças, apetite sexual, experiências e criações os apresenta a um novo mundo libertador em muitos sentidos.
Muito à frente de seu tempo e com a coragem que toda obra ousada deve ter
The Rocky Horror Picture Showfala sobre a liberdade sexual, os prazeres, a libido, um contrafluxo contra a maior parte de uma sociedade que obediente por si só gerou engessamentos do pensar, do agir, deixando a felicidade e o prazer sempre em segundo plano. É uma engenharia de loucura, pulsante, dançante, orquestrada por O’Brien e Cia que se aprofunda em entrelinhas para gerar seus pontos reflexivos.
Os artistas se doam aos seus personagens, gerando uma intensidade e interação com o público poucas vezes vistas
Parece que estão em um teatro com uma plateia os assistindo, uma energia linda é sentida do lado de cá da telona. No elenco nomes consagrados hoje em dia como: Tim Curry e Susan Sarandon, além do outro protagonista interpretado por Barry Bostwicke com uma participação também do autor desse universo dançante, Richard O’Brien e seu inesquecível Riff Raff.
A cereja do bolo é a trilha sonora
Genial, é uma mistura de empolgação e rock and roll, as coreografias também são ótimas, gera risos fáceis e nos fazem mexer as pernas já nas primeiras batidas. Cenários coloridos, figurinos provocativos são elementos que acabam se completando dentro do liquidificador musical criado.
Atemporal, já teve milhares de sessões em comemoração
Algumas inclusive no saudoso Cine Joia em Copacabana. Com ingressos a preços populares, sessões lotadas sempre, onde o público ia caracterizado em homenagem aos personagens, cantando todas as canções da primeira à última, uma grande festa dos fãs com seus ídolos na tela. Afinal, essa é ou não é a certeza que a tela do cinema é mágica né?
Você que nunca viu esse musical, não sabe o que está perdendo, vai grudar nas suas memórias durante anos! Disponível na plataforma de Streaming do Telecine, é dar o play e se divertir!
O filme é a adaptação do aclamado musical Everybody’s Talking About Jamie. Na adaptação vamos acompanhar Jamie (Max Harwood), um jovem de uma pacata cidade que sonha em se tornar uma drag queen, mas a jornada até os palcos não vai ser nada fácil.
Curiosidades:
» ‘Todos Estão Falando sobre Jamie’, adaptação do musical homônimo de 2017, será lançado direto pro streaming do Amazon Prime e estreia em 17 de setembro.
» O longa é baseado na vida real de Jamie Campbell;
Quando a vida é a linha de coisas que perdemos. Baseado na obra de Larry Watson, roteirizado e dirigido pelo cineasta Thomas Bezucha (em seu quarto trabalho em longas-metragens), Let Him Goé sobre sacrifícios que fazemos pelo caminho de nossas vidas e como nossas escolhas podem mudar trajetórias de muitos ao nosso redor. Abordando também como é muito difícil lidar com a perda, muitas vezes dentro de impactantes momentos de alta tensão, o filme vai nos guiando rumo a conclusões explosivas em torno de um casal, há décadas apaixonado, que tem uma grande última missão em suas vidas: resgatar seu neto. Um surpreendente trabalho que pode pintar em muitas premiações. Destaques para as presenças de Diane Lane e Lesley Manville, ambas maravilhosas em seus respectivos papéis, não seria nenhum absurdo pensarmos nelas como uma das cinco indicadas ao próximo Oscar, de atriz e atriz coadjuvante.
Na trama, ambientada no início da década de 50, conhecemos um casal ainda apaixonado, Margaret (Diane Lane) e George (Kevin Costner) Blackledge, depois de anos de toda uma vida, vivem sua rotina na simplicidade e pequenos gestos de amor e carinho em uma casa/rancho em Montana onde vivem seus dias. Eles passam os dias com o filho, a nora Lorna (Kayli Carter) e o recém-nascido neto. Certo dia, de maneira inesperada, o filho deles morre em um acidente com um cavalo. O tempo passa e a Lorna resolve se casar com Donnie Weboy (Will Brittain), um homem sem delicadezas e que maltrata a agora ex-nora do casal e o neto deles. Quando Donnie e Lorna se mudam sem avisar Margaret e George, o casal embarca em uma road trip em busca de resgatar o neto deles, só que enfrentarão muitos absurdos pelo caminho, principalmente os provocados pela líder do clã Weboy, a maquiavélica Blanche (Lesley Manville).
Não comece o que você não pode terminar. A busca de um senso de justiça engajado nas ações dos protagonistas é uma representação profunda de cidades sem lei e ‘clãs maquiavélicos’ de décadas atrás, principalmente no interior dos Estados Unidos. Esse ‘new Western’ camuflado de drama possui força em suas ações, deixando clímax intensos nos altos picos de tensão provocados pelo embate do casal com os Weboy. Além dos iminentes conflitos, vemos cenas lindas de Margaret e George, reflexões sobre a vida que vivem juntos, os sacríficos que fizeram e poderão fazer, as tristezas das perdas, o último respingo de alegria com a chegada do neto.
Poucos filmes no último ano tiveram vilões tão bem exemplificados e terríveis/cruéis como os integrantes do clã comandado por Blanche, os diálogos entre eles e os protagonistas, além de uma falsa guerra fria instaurada deixam a carga explosiva no gatilho para cenas de tirar o fôlego provocadas com muito sentimento de ódio e justiça com as próprias mãos. Baita filme de Bezucha disponível no Telecine Play.
‘Todos Estão Falando sobre Jamie’, adaptação do musical homônimo de 2017, será lançado direto pro streaming do Amazon Prime e estreia em 17 de setembro.
O filme é a adaptação do aclamado musical de mesmo nome. Na adaptação vamos acompanhar Jamie (Max Harwood), um jovem de uma pacata cidade que sonha em se tornar uma drag queen, mas a jornada até os palcos não vai ser nada fácil.
O aguardado remake de ‘Duna‘ é o grande destaque da mais recente edição da revista Total Film e a produção estampou duas belíssimas capas da publicação.
Confira:
Lembrando que o filme terá sua grande premiere no Festival de Cinema de Nova York. A informação foi revelada no último domingo (23) pela organização do evento.
O festival acontece entre os dias 24 de setembro e 10 de outubro, mas a data de estreia do longa ainda não fora anunciada.
Dirigido por Denis Villeneuve, o filme chega aos cinemas nacionais em 14 de outubro.
A produção terá duração de 155 minutos (2 horas e 35 minutos), dezoito a mais que a versão original de David Lynch.
Em entrevista à Total Film, Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.
“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendaryestão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.
O Tudum se reinventa novamente e, desta vez, além de uma nova versão celebratória do Almanaque, os fãs poderão mostrar sua paixão em uma Batalha de Fandoms, e mais surpresas ainda vão ser divulgadas em breve.
O Almanaque Tudum ganha mais uma edição.
Confira fotos:
Ainda mais divertido e interativo, o Almanaque traz a participação de atores e atrizes queridos pelo público, dos criadores mais incríveis da internet e muito material inédito dos filmes e séries Netflix que já estrearam e que ainda estão por vir. O público poderá pedir sua unidade de forma totalmente gratuita a partir das 00h01 desta terça-feira (24) pelo site. Mas não dê bobeira! São mais de 200 mil unidades, mas que podem acabar num piscar de olhos. Se você não conseguir o seu, a partir do dia 30 de agosto ele vai estar disponível no formato digital – e com algumas surpresinhas – lá no site Tudum.
E como somos fãs dos nossos fãs, que tal uma competição para movimentar as redes sociais?! A Batalha Tudum de Fandoms começa no dia 6 de setembro e terá a participação dos nossos maiores aliados: as páginas e fãs clubes dos filmes e séries mais amados da Netflix.
A votação acontece entre os dias 6 e 13 de setembro, com o grande vencedor sendo revelado no dia 14. Fique de olho no site do Tudum para conhecer em breve as páginas selecionadas para a competição e prepare a sua torcida. E a comemoração não termina por aqui. Em breve, mais novidades do Tudum vão ser anunciadas.
O CinePOP participou do últimoTudum Festival. Assista ao nosso vídeo completo:
No último episódio da segunda temporada de ‘O Mandaloriano‘, que estreou ano passado noDisney+, a aparição do jovem Luke Skywalker foi uma das revelações mais importantes e um dos segredos mais bem guardados até o momento da aclamada série.
E a história da tecnologia de ponta usada para trazer Luke de volta é o grande destaque do episódio extra de ‘Disney Gallery: The Mandalorian’, que estreia no próximo dia 25 de agosto.
E a Casa do Mickey divulgou novas imagens oficiais dos bastidores, que revelam detalhes do episódio em questão.
Confira:
Assista a uma prévia mostrando Mark Hamill reprisando seu papel como o poderoso Mestre Jedi, antes dele ser rejuvenescido através de efeitos visuais:
Ao longo do especial, a equipe de produção vai detalhar como conseguiram rejuvenescer Hamill e como conseguiram manter o segredo sobre sua aparição no elogiado episódio.
Confira o anúncio:
“Conheça os bastidores do segredo mais bem guardado da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’. Um episódio especial da Disney Gallery, intitulado ‘Making of the Season 2 Finale‘, será transmitido em 25 de agosto na DisneyPlus.”
Go behind the scenes of the best-kept secret of @TheMandalorian Season 2.
Lembrando que a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ manteve o altíssimo nível da série – e seu sucesso foi reconhecido no anúncio dos indicados ao Emmy Awards 2021.
Conquistando nada menos que 24 indicações, a produção foi a mais nomeada ao lado de ‘The Crown’. Ela disputa em categorias como Melhor Drama, Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama para Giancarlo Espositoe Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Timothy Olyphant e Carl Weathers.
Os vencedores serão revelados no dia 19 de setembro.
Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.
O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.
Na trama, Charlie Croker é um gênio do crime e está decidido a recuperar um cofre repleto de ouro que fora roubado por seu ex-sócio que o traiu. Para isso, Croker conta com uma gangue formada pelo gênio da computação Steve, pelo piloto Handsome Rob, pelo especialista em explosivos Left Ear, pelo arrombador de cofres John Bridger e pela bela Stella Bridger. Extravagante, o plano de mestre deles é recuperar o cofre em plena Los Angeles, criando o maior engarrafamento que a cidade já viu em sua história.
Confira o trailer:
F. Gary Gray assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Wayne Powers e Donna Powers.
Três gerações de uma família se encontram na casa da matriarca para um fim de semana. Doente terminal, ela está decidida a acabar com sua vida naquele domingo e, por isso, deseja dar o adeus final a seus entes mais queridos. Sanne e Heidi, suas filhas, já concordaram em acatar a decisão da mãe de partir antes da doença se agravar, mas a proximidade com o fim faz da decisão algo cada vez mais difícil de lidar. Enquanto o fim de semana progride, antigos conflitos voltam a atormentá-los.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.
O décimo episódio da 6ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’ finalmente apresentou o “jogo dentro do jogo” e colocou as queens eliminadas para batalharem entre si em lip syncs icônicos.
Agora, a página oficial do reality show divulgou todas as dublagens em seu canal do YouTube para você reassistir quantas vezes quiser antes do próximo capítulo.
Confira:
O próximo capítulo será exibido na próxima quinta-feira, 26 de agosto.
A nova temporada conta com o retorno de A’Keria C. Davenport (Season 11), Eureka! (Season 9, 10), Ginger Minj (Season 7, All Stars 2), Jan (Season 12), Jiggly Caliente (Season 4), Pandora Boxx (Season 2, All Stars 1), Ra’Jah O’Hara (Season 11), Scarlet Envy (Season 11), Serena ChaCha (Season 5), Silky Nutmeg Ganache (Season 11), Kylie Sonique Love (Season 2), Trinity K. Bonet (Season 6) e Yara Sofia (Season 3, All Stars 1).
Quais são as suas favoritas para vencer a temporada?
Demi Lovato lançou de surpresa o videoclipe oficial de “Melon Cake”, novo single de ‘Dancing with the Devil’, seu sétimo álbum de estúdio.
Confira:
A música é precedida por “Anyone”, “What Other People Say” e a faixa-título.
Confira a tracklist oficial do álbum, que já está disponível em todas as plataformas digitais:
1. anyone 2. dancing with the devil 3. i.c.u. 4. intro 5. the art of starting over 6. lonely people 7. the way you don’t look at me 8. melon cake 9. met him last night (com Ariana Grande) 10. what other people say (com Sam Fischer) 11. carefully 12. the kind of lover I am 13. easy (feat. Noah Cyrus) 14. 15 minutes 15. girlfriends are my boyfriends (feat. Saweetie) 16. california sober 17. mad world 18. butterfly 19. good place
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso seis anos após ficar sóbria e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a cançõ “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse pronta, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmois incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017. Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, eScott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.
Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.
A Disney antecipou a estreia da animação ‘Encanto’ no Brasil.
O filme seria lançado em 6 de Janeiro de 2022, e agora chega por aqui em 25 de Novembro de 2021.
A animação conta a história de uma família extraordinária, os Madrigal, que vivem escondidos nas montanhas da Colômbia em uma casa mágica localizada na vibrante cidade que dá título ao filme. O longa trará canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).
Assista ao trailer:
A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia‘) são responsáveis pela direção.
‘Encanto‘ será a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo Moana (polinésia) e Raya e o Último Dragão (asiático).
O aguardado remake de ‘Duna‘ terá sua grande premiere no Festival de Cinema de Nova York. A informação foi revelada no último domingo (23) pela organização do evento.
O festival acontece entre os dias 24 de setembro e 10 de outubro, mas a data de estreia do longa ainda não fora anunciada.
Vale lembrar que o filme, que é dirigido por Denis Villeneuve, chega aos cinemas nacionais em 14 de outubro.
A produção terá duração de 155 minutos (2 horas e 35 minutos), dezoito a mais que a versão original de David Lynch.
Em entrevista à Total Film, Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.
“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendaryestão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.
A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason Momoa, Dave Bautista, Javier Bardem, Charlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.
Em Free Guy: Assumindo o Controle, Guy (Ryan Reynolds) é um caixa de banco que descobre ser um jogador secundário (NPC) de um jogo de videogame interativo e então, decide se tornar o herói de sua própria história. Agora, em um mundo onde não há limites, ele está determinado a ser o cara que salva seu mundo.