A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contactar os outros do além.
A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.
A primeira temporada será comandada por Emmanuel Osei-Kuffour (‘Black Box’), Axelle Carolyn (‘A Maldição da Mansão Bly), Viet Nguyen (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Morgan Beggs (‘Once Upon a Time’) e Michael Fimognari (‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’).
Trevor Macy serve como produtor executivo da adaptação.
Em entrevista ao Total Film, Scott M. Gimple, chefão da franquia ‘The Walking Dead‘, revelou que o spin-off focado no Daryl (Norman Reedus) será ambientado na França, com o personagem encontrando novos personagens e ameaças.
“Daryl é um personagem meio deslocado. Se Daryl encontra novas pessoas, ele ficará deslocado. Na França, em um país que está enfrentando o apocalipse, é um cenário completamente diferente.”
Ele completa, “Daryl terá que se reinventar de novo. Ele terá que se reencontrar sem ter as pessoas com quem se sente confortável ao seu redor.”
O site também afirma o que Daryl terá que enfrentar zumbis rápidos, que foram introduzidos no spin-off ‘The Walking Dead: World Beyond‘.
Ainda sem título oficial, a derivada traz David Zabel(‘Plantão Médico’) como showrunner e deve estrear em algum momento de 2023.
Vale lembrar que a AMC está desenvolvendo diversos spin-offs desse universo, incluindo ‘Isle of the Dead‘, que focará na Maggie e no Negan; ‘Tales of the Walking Dead‘, uma série antológica com cada episódio narrando histórias isoladas; e uma série derivada focada no Rick e na Michonne.
Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.
A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.
De acordo com o Deadline, o thriller de ação ‘A Mãe‘, estrelado pela Jennifer Lopez (‘As Golpistas’), já registrou mais de 2.8 milhões de visualizações, no território norte-americano, durante o seu primeiro final de semana na Netflix.
Análises apontam que a produção ressoou fortemente com pessoas não caucasianas, tendo atraído a atenção do público negro (30%) e latino (25%).
Para termos de comparação, a estreia do filme superou o lançamento de sucessos recentes do serviço de streaming, como ‘Glass Onion: Um Mistério de Knives Out‘ (2.6M) e ‘Mistério no Mediterrâneo 2‘ (2.4M).
Vale destacar, no entanto, que os números não representam a audiência total da produção – só levando em consideração os dados coletados através de televisores nos EUA.
Na trama, Lopez interpreta uma assassina que sai da sombras, a fim de proteger a filha que ela abandonou há anos atrás. Ela terá que fazer isso enquanto lida com um grupo de perigosos homens, que as estão perseguindo.
Relembre o trailer:
Além de estrelar, Lopez produz o filme ao lado da sua parceira de longa data, Elaine Goldsmith Thomas.
Em entrevista ao podcast Fade to Black, Giancarlo Esposito (‘Breaking Bad’) revelou que adoraria interpretar o Professor Xavier em uma adaptação dos ‘X-Men‘ nos cinemas.
No entanto, o ator gostaria de viver uma versão do personagem que não estivesse presa a uma cadeira de rodas.
“Eu pensei que seria muito legal interpretar uma versão do Professor X em que ele não estivesse em uma cadeira de rodas. A ideia física de estar em uma cadeira de rodas todos os dias não me atrai.”
Ele completa, “Eu não quero me sentir velho e também não gosto de ficar muito tempo sentado. Mas nós certamente poderíamos combinar algo, talvez. O Professor X nem sempre esteve em uma cadeira de rodas, mas isso é parte do desenvolvimento do personagem. Eu pensei um pouco sobre isso, mas não não seria uma decisão minha.”
Lembrando que o último filme da franquia foi ‘X-Men: Fênix Negra‘.
No entanto, a adaptação foi extremamente criticada pelo público e arrecadou apenas US$ 252,4 milhõespelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.
Além da péssima bilheteria, o longa também foi massacrado pela crítica especializada, registrando apenas 23%de aprovação no Rotten Tomatoes.
O que você achou do filme?
Confira nossa crítica:
Escrito e dirigido por Simon Kinberg, ‘X-Men: Fênix Negra’ é estrelado porJames McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Holt, Sophie Turner, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters e Jessica Chastain.
A NEON finalmente anunciou quando ‘A Vida de Chuck‘, novo filme dirigido pelo aclamado Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), será lançado.
A adaptação do conto homônimo de Stephen King estreará nos cinemas norte-americanos no dia 30 de maio de 2025.
A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de outubro, pela Mares Filmes.
Com 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…
Vale lembrar que o sexto filme da franquia recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá assistida por maiores de idade. O longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo sexual explícito, nudez gráfica, violência intensa, uso de drogas e linguagem imprópria ao longo de todo o filme”.
A produção retoma a alta classificação etária dos dois primeiros filmes. Vale lembrar que, após a saída dos Irmãos Wayne, as sequências seguintes foram lançadas com baixa classificação (PG-13) – na esperança de conquistar um público maior.
As estrelas Anna Faris eRegina Hall também reforçaram que o novo capítulo pretende ultrapassar limites. Em entrevista à Entertainment Weekly, Hall afirmou que o filme vai “ofender todo mundo”, enquanto Faris brincou dizendo que os irmãos Wayans sempre tiveram um estilo de humor que “atira para todos os lados”.
A proposta já vem dividindo opiniões na internet. Enquanto muitos fãs comemoram o retorno da franquia às mãos dos Wayans e enxergam a produção como uma tentativa de ressuscitar as grandes comédias sem censura dos anos 2000, outros acreditam que o humor “anti-cancelamento” pode soar datado ou forçado. Discussões no Reddit mostram exatamente essa divisão entre nostalgia e receio sobre o tom adotado pelo filme.
Ainda assim, uma coisa é certa: em uma Hollywood cada vez mais cautelosa, ‘Todo Mundo em Pânico‘ parece disposto a fazer exatamente o contrário — provocar, incomodar e rir de absolutamente tudo. E talvez seja justamente isso que esteja faltando nas salas de cinema.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
Em uma publicação feita em sua conta de Instagram, veterano o chamou de “o grande homem” e salientou o porte físico admirável que o ex-fisiculturista exibia no início de sua carreira.
Uma publicação partilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) a
“Feliz pré-aniversário Arnold! Enquanto você viver e após isso, você sempre será o “GRANDE HOMEM”, que estabeleceu um nível tão alto que jamais será superado, uma lenda e herói de ação!”
O aclamado terror‘Hereditário’, considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Com críticas avassaladoras, o terror está sendo elogiado pela tensão emocional ao longo de toda a produção, aliado à impressionante atuação deToni Collette.
Confira as principais avaliações da crítica especializada:
“Esta memorável estreia na direção de Ari Aster se constrói em clássicos tropos do terror – o oculto, a possessão, a doença mental – para desenvolver sua própria visão única do terror”. – Sara Stewart, New York Post
“Um filme profundamente perturbador, o tipo de filme de terror que puxa de emoções humanas relacionáveis como o pesar e o ressentimento para finalmente se tornar um pesadelo absoluto”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com
“O desempenho de Collette é impressionante. Ela interpreta Annie como uma mulher que começa a usar sua raiva e culpa enterradas de maneira externa”. – Owen Gleiberman, Variety
“‘Hereditário‘ toma o núcleo do elemento assombrado de um espírito com uma agenda malévola e corre com ele em uma série aparentemente interminável de direções inesperadas ao longo de duas horas sem fôlego, de um terror crescente que nunca diminui por um minuto sequer”.
“É puro terrorismo emocional, agarrando você com verdadeiro horror, o tipo indescritível, e então impregnando as coisas sobrenaturais com esses sentimentos. Não me atingiu como um violino. Ele bateu no meu interior como um piano de cauda” – A.A. Dowd, AV Club
“Uma história angustiante de tragédia familiar impensável, que entra no reino do sobrenatural, ‘Hereditário‘ toma o seu lugar como ‘O Exorcista‘ da nova geração – para alguns, ele vai virar a cabeça de maneira ainda mais selvagem” – Joshua Rothkopf, Time Out
Confira, com o trailer:
Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.
O inverno chegou e finalmente a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones’ está começando!
Para celebrar, o CinePOP fará uma live antes e depois da estreia. Acompanhe Bruno Fai, Geo Franco Neto e a Rafa Gomes e participe com suas teorias e ajude a traçar a rota do novo ciclo.
Assista:
A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.
Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.
Uma das curiosidades mais antigas de ‘Halloween‘ envolve justamente a assustadora máscara usada pelo serial killer Michael Myers ao longo do filme.
Para os que desconhecem o fato, o seu visual fora criado a partir de uma máscara do Capitão Kirk de ‘Star Trek‘, na época interpretado por William Shatner.
Mais de quarenta anos depois da criação da máscara original, o designer de artefatos do clássico dos anos 70, Tommy Lee Wallace, está de volta para apresentar o passo a passo de como o rosto de William Shatner acabou se transformando na horripilante e um tanto desfigurada máscara de Michael Myers.
O vídeo fora produzido em 2014 e inicialmente faria parte do box de colecionador de Halloween.
Confira:
Lembrando que as duas novas sequências da franquia, intituladas ‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, serão filmadas simultaneamente e até o momento estão planejadas para estrearem no dia 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.
Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).
David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.
As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘ seguem a plenos pulmões e novas imagens dos bastidores estão circulando na internet e elas trazem o astro Christian Bale em destaque, com um visual completamente diferente.
Nas fotos em questão – divulgadas pelo Just Jared, o vencedor do Oscar surge totalmente careca para viver o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses.
Confira:
O elenco também é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).
Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Ben Falcone e Russell Crowe também estão no elenco em papéis não revelados.
Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.
O terror ‘A Hora do Vampiro‘ (Salem’s Lot), adaptação da aclamada obra de Stephen King, acaba de estrear no streaming Max. Dirigido por Gary Dauberman (IT: A Coisa, Annabelle), o longa resgata uma das primeiras obras do amado autor.
Na trama, o escrito Ben Mears retorna para a pequena cidade onde cresceu em busca de uma nova inspiração para o seu próximo livro, sem saber que está prestes a se deparar com a devastação de toda uma comunidade, que é consumida por uma misteriosa manifestação sobrenatural.
E durante uma entrevista ao CinePOP, o elenco do remake revelou detalhes da nova produção e ainda contou que King não apenas deu sua benção para o filme, como também amou a nova versão.
Gary Dauberman, roteirista de ‘It: A Coisa‘ e ‘A Freira 2‘, é responsável pela direção.
Ben Mears regressou a Jerusalem’s Lot com a esperança de que entrar na Casa Marsten, uma velha mansão há muito alvo de rumores obscuros – e Ben já atravessou aquela porta, ainda criança -, o ajude a exorcizar os seus próprios demônios e lhe forneça inspiração para o seu próximo romance.
Salem’s Lot é uma pequena cidade em New England, as casas revestidas com ripas de madeira pintadas de branco, as ruas ladeadas por árvores, os sinos no topo da igreja… No entanto, quando dois rapazes se aventuram no bosque próximo e apenas um deles sai, Ben suspeita que a povoação possa estar rodeada por algo mais sinistro.
Na verdade, a sua cidade está sitiada por forças obscuras muito para lá da imaginação e apenas ele e um pequeno séquito de aliados podem fazer frente ao Mal que cresce em ‘Salem’s Lot.
O elenco ainda conta com Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody), John Benjamin Hickey (Padre Callahan), Pilou Asbæk (Richard Straker) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).
O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.
Em um cenário historicamente dominado por diretores homens, Cannes segue — ainda que lentamente — abrindo espaço para novas vozes femininas. Pelo segundo ano, o festival atinge um marco simbólico: 7 das 22 obras selecionadas para a Palma de Ouro são assinadas por mulheres. Embora ainda representem apenas 32% da competição oficial, esses números consolidam um movimento crescente de diversidade que tem ganhado corpo desde a vitória de Jane Campion (1993), até o impacto de Julia Ducournau (2021) e Justine Triet (2023).
Entre veteranas e novas apostas, as cineastas de 2025 trazem obras que exploram identidade, corpo, memória e tradição — refletindo a pluralidade do olhar feminino no cinema contemporâneo. E, como reforço desse momento, duas figuras conhecidas do cinema — Scarlett Johansson e Kristen Stewart — estreiam na mostra Un Certain Regard, prometendo unir sensibilidade artística e poder narrativo, agora atrás das câmeras.
Quatro anos depois de conquistar a Palma de Ouro com Titane (2021), a cineasta francesa retorna à competição com um thriller existencial e a promessa de body horror, assim como em suas duas obras precedentes.
Com a trama mantida completamente em segredo, tudo que se sabe é que a narrativa acompanha a menina Alpha, de 13 anos. Ela é uma adolescente inquieta que vive sozinha com sua mãe. Seu mundo desmorona quando, um dia, ela volta da escola para casa com uma tatuagem em seu braço.
Pela primeira vez em Cannes, a diretora alemã apresenta seu segundo filme já em competição pela Palma de Ouro. Seu primeiro longa Dark Blue Girl foi lançado no Festival de Berlim em 2017, mas nunca chegou ao Brasil. Com mais visibilidade no evento, sua estética contemplativa e de reconexão com a natureza deve ressoar aos distribuidores e pode chegar ao país.
Em Sound of Falling, Schilinski narra a trajetória de quatro jovens em quatro épocas diferentes. Alma, Erika, Angelika e Lenka passam sua adolescência na mesma fazenda no norte da Alemanha. À medida que a casa se transforma ao longo do século, ecos do passado reverberam em suas paredes. Apesar dos anos que as separam, suas vidas parecem responder umas às outras.
Atriz e, mais recentemente, diretora franco-tunisiana, Hafsia Herziestreou no cinema em O Segredo do Grão (2007), de Abdellatif Kechiche, pelo qual ganhou um César e um troféu de Atriz Revelação no Festival de Veneza. De lá para cá, ela atuou em mais de 50 projetos e acaba de ganhar o César, em março deste ano, por sua performance como uma ambígua policial emBorgo, de Stéphane Demoustier.
Sua estreia atrás das câmeras ocorreu com Você Merece Um Amor (2019), apresentado na Semana da Crítica de Cannes, e, dois anos depois, sua segunda obra, A Boa Mãe(2021), esteve na mostra Un Certain Regard. Agora, retorna a Cannes com um drama intimista sobre maternidade e imigração no sul da França. Fátima, 17 anos, vai para Paris estudar filosofia e começa a questionar sua própria identidade, buscando se emancipar de sua família e de suas tradições.
A diretora escocesa é conhecida pelas intensas obras Precisamos Falar Sobre o Kevin (2011) e Você Nunca Esteve RealmenteAqui (2017), este último ganhador do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes. Sua carreira é marcada por personagens femininas complexas e dramas psicológicos.
Em Morra, Amor, adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz, Ramsay apresenta uma protagonista instável à beira da loucura, vivida por Jennifer Lawrence, enquanto tenta cumprir os papeis sociais de esposa e mãe.
Esta é a terceira vez deKelly Reichardt na Croisette. Sua primeira participação foi com Wendy e Lucy, na mostra Un Certain Regard, e a segunda já em competição oficial com Esculturas da Vida (2022). Seu filme de estreia, Antiga Alegria (2006), e First Cow – A Primeira Vaca da América (2021) estão entre os títulos mais aclamados por crítica e público. Reichardt tornou-se conhecida por seu estilo minimalista e naturalista.
Seu novo trabalho The Mastermind segue um ladrão amador de arte nos anos 70, vivido por Josh O’Connor, e sua relação conflituosa com o mundo acadêmico. A obra explora os meandros entre memória, obsessão e identidade.
Vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), seu primeiro longa-metragem, a diretora espanhola é conhecida pelo retrato delicado da vida rural e das relações familiares.
Em seu novo projeto Romería, Carla Simón traz a história de Marina, uma jovem que volta à Galícia em busca de suas origens, confrontando tradições e segredos familiares. Guiada pelo diário de sua mãe, ela viaja para a costa atlântica e encontra toda uma parte da família de seu pai que ela não conhecia.
Aos 48 anos, a cineasta japonesa ganhou projeção internacional com seu primeiro longa, Plan 75, indicado ao Oscar pelo Japão e participante da seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2022.
Em seu segundo longa, Renoir, Chie Hayakawa investiga a sensibilidade infantil de uma menina em meio ao luto e à solidão, em um verão nostálgico e misterioso nos anos 80. Aos 11 anos, Fuki vive com um pai sobrecarregado e uma mãe ausente. Este é o retrato de uma jovem com uma sensibilidade incomum, que busca fazer contato com os vivos, os mortos e, talvez, consigo mesma.
Uma das atrizes mais reconhecidas de sua geração, Scarlett Johansson estreia na direção com sensibilidade e carisma. Conhecida por seu trabalho em filmes como Encontros e Desencontros, História de um Casamento e pelo papel icônico de Viúva Negra, ela agora assume o controle criativo completo com uma comédia dramática tocante.
Em Eleanor the Great, June Squibb dá vida a Eleanor, uma viúva de 94 anos que, em meio ao luto, inventa uma pequena mentira que cresce fora de controle. Johansson explora temas como envelhecimento, identidade e reinvenção com leveza, humor e um olhar carinhoso para a terceira idade.
Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.
Após uma carreira de destaque como atriz — com papeis marcantes em Spencer, Acima das Nuvens e Crepúsculo — Kristen Stewartestreia na direção com um projeto ousado e profundamente pessoal. A cineasta adapta a autobiografia de Lídia Yuknavitch, em uma narrativa que flui como poesia e dor.
A Cronologia da Água acompanha Lídia, uma jovem marcada por traumas familiares e abusos, que encontra na literatura um caminho de salvação. Em uma abordagem lírica e visceral, Stewart explora a sexualidade, a violência e o poder transformador da arte com coragem.
Já conhecia todas essas cineastas presentes em Cannes 2025? A partir do dia 13 até o dia 24 de maio, fique de olho na cobertura especial do Festival de Cannes no site e mídias sociais do CinePOP.
O site LRM confirmou que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ terá 2 horas e 36 minutos de duração, como sugeriram as primeiras informações da rede de cinemas AMC e do Fandango.
Isso significa que ‘Guerra Infinita‘ será o filme mais longa da Marvel – superando ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (2 horas e 27 minutos).
‘Pantera Negra’, o filme mais recente do estúdio, teve 134 minutos (2 horas e 14 minutos).
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Com novos filmes da franquia ‘Star Wars’ em desenvolvimento, todo mundo quer fazer parte da saga que consagrou tantos astros no passado, como Carrie Fishere sua eterna Leia.
Pensando nisso, até mesmo o elenco da Marvel quer fazer parte dessa nova geração, como a atriz Evangeline Lilly (‘Lost’, ‘Homem-Formiga e a Vespa’), que declarou, em entrevista ao ComicBook, que havia implorado aos produtores para lhe dar um papel na nova trilogia.
“Cara, quando anunciaram que o J.J. Abrams faria seu primeiro filme de ‘Star Wars’, contatei o parceiro produtor dele, pela primeira vez desde o final de Lost, e eu nunca tinha pedido nada antes; eu falei ‘Eu quero ser a Leia! Me deixa interpretar a Leia, por favor!'”
Vocês acham que Lilly daria uma boa Leia?
Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe), Lupita Nyong´o (Maz), Domhnall Gleeson (Hux), Kelly Marie Tran (Rose), Joonas Suotamo (Chewbacca) e Billie Lourd – filha de Carrie Fisher na vida real – retornam para seus personagens no desfecho.
Já entre os veteranos, Mark Hamill (Luke), Anthony Daniels (C3PO) e Billy Dee Williams (confirmado como Lando) também marcarão presença. Carrie Fisher estará de volta como Leia. Para isso, serão utilizadas filmagens da atriz que não entraram no episódio VII. O diretorJ.J. Abrams, que volta para a direção do último filme da saga Skywalker, disse que Fisher é insubstituível e que não foi cogitado o uso de outra atriz para a personagem, ou tampouco efeitos especiais de computador.
Adam Driver também está creditado para retornar como Kylo Ren. E o filme conta ainda com a adição de Keri Russell em um personagem que não foi divulgado.
O roteiro é assinado por Abrams em parceria com Chris Terio (Argo), Derek Connolly (Jurassic World) e Colin Trevorrow.
‘Star Wars: Episódio 9’ estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.
[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o oitavo episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.
Um dos episódios mais aguardados desde o lançamento do trailer era esse aqui. Inspirado na saga dos quadrinhos escrita pelo espetacularNeil Gaiman, esse episódio tem uma estrutura bastante similar. Nas HQs, a trama mostra uma realidade em que os heróis Marvel aparecem 400 anos antes e assumem papéis fundamentais na estrutura política europeia. O Doutor Estranho alerta a Rainha Elizabeth sobre um distúrbio na realidade, que poderia dar fim a própria existência. Então, em meio a tramoias e golpes de estado, eles descobrem que a chave de tudo é Rojhaz (uma versão do Capitão América), um homem vindo do futuro, numa época em que foi atacado pelo governo fascista dos EUA e acabou sendo enviado para fora de sua linha temporal. Descoberta essa situação, a paz é restaurada e o Vigia presencia o surgimento de uma nova linha temporal em que o Universo 1602 continua existindo normalmente.
Dito isso, a adaptação para a série animada ficou muito bem-feita. A protagonista da vez é novamente a Capitã Carter (Hayley Atwell), que terminara o quinto episódio da temporada sendo “sugada” de sua realidade pela Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). A Capitã era vista como a super-heroína capaz de evitar um apocalipse que sondava essa realidade. Porém, quando ela se vê incapaz de evitar o desaparecimento da Rainha Hela, seu irmão, o agora Rei Thor, põe seus principais guerreiros atrás da forasteira.
O episódio tem diversos momentos curiosos, mas é interessante ver como ela manteve a inexplicável habilidade de enxergar, ouvir e falar com oVigia, quase como uma criatura que transcende os próprios conceitos de tempo, espaço e realidade. Mas o ápice dessa história é quando ela precisa encontrar um ladrão para tomar o certo de Thor e encontra a gangue de Steve Rogers.
Seguindo a premissa das HQs, Steve é a anomalia temporal que está colocando a existência dessa linha em risco. Entretanto, aqui ele foi transportado durante a Batalha de Wakanda, quando tentou golpear oThanos, e acabou acertando a Joia do Tempo. Sem saber de sua culpa, o rapaz se encanta com a Capitã Carter, já que também perdeu a Peggy em sua vida “original”. E então, pela primeira vez na história do MCU, vemos a Capitã Carter e o Capitão América lutando lado a lado, partilhando o icônico escudo redondo, combinando golpes e usando toda a química que têm a favor um do outro no campo de batalha. O resultado é incrível.
Igualmente, os heróis e vilões do MCU impressionam por assumirem papéis diferentes do padrão e por usarem uniformes com estética que remonta ao steampunk. O mais diferente deles é o do Homem-Formiga (Paul Rudd), que traz um capuz preso junto ao capacete e arrumaram uma formiga ainda maior para ele voar. Seguindo esse mesmo esquema, o exército do Jaqueta Amarela é realmente infernal, assim como o Destruidor, que ganha um visual mais ameaçador.
Por fim, a trama é amarradinha e termina com um gancho para o episódio final, que deve reunir os principais destaques dessa temporada. Ansiosos?
O último episódio da segunda temporada de What If…? estreia neste sábado, dia 30 de dezembro, somente no Disney+.
Uma das coisas mais legais de qualquer festival ou mostra de cinema é se permitir assistir a filmes que provavelmente você não teria acesso no grande circuito ou nas plataformas de streaming. De alguma forma esses eventos dedicam um espaço para produções experimentais, doidas e que de alguma forma não se enquadram nos moldes comuns de uma narrativa padrão do cinema. Muitas das vezes o espectador que gosta desse tipo de desafio escolhe o filme a partir do seu título – ou melhor, do quão estranho este título seja. Assim podemos dizer de ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’, longa de animação exibido durante o Festival do Rio2023 que surpreendentemente lotou várias salas de cinema, comprovando o interesse do público nesse tipo de formato.
Uma mulher (na voz original delaNatália Lage) com superpoderes bastante curiosos percorre os quatro cantos do universo atrás de pedaços de um jarro em cuja superfície supostamente poderia ser encontrado um mapa muito especial, que levaria a pessoa à localização exata de uma planta de propriedades medicinais importantes. Porém, esta mulher não é a única nessa busca, e, no caminho, ela terá que enfrentar criaturas animalescas que farão de tudo para impedir a reunião de todos os pedaços. Felizmente para ela sua jornada poderá contar com a ajuda de uma nuvem fofa (dublado por ninguém menos que Rodrigo Santoro) e uma tartaruguinha (Guilherme Briggs) bastante invocada e com transtorno obsessivo-compulsivo, que a todo momento interrompe seus afazeres para ajeitar alguma coisa ou alinhar algum objeto.
Com apenas uma hora e quinze de duração, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ cumpre a expectativa de quem o escolhe para assistir: é, com certeza, um dos filmes mais doidos da edição deste ano do Festival do Rio.
Partindo de uma história um bocado sem pé nem cabeça (e que lá no fundo se assemelha ao mote apresentado na série ‘Ahsoka’), o diretor Marão comanda o filme com o intuito de fazer confluir as histórias paralelas desses três personagens – a mulher, a nuvem e a tartaruga – para, por fim, direcioná-las ao local que dá título à produção. Por conta disso o filme tem ritmos diferentes, começando com a ação já em andamento, deixando de lado qualquer ambientação ou introdução da trama (que vai ser explicada já depois da metade da produção); indo para uma pegada mais dramática, quando os personagens são aprofundados; para depois ficar longos minutos nas tais fossas abissais, apresentando um panorama infinito de peixes e outras criaturas marinhas.
Cria de outro festival, o Anima Mundi, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ é o primeiro longa-metragem de Marão, que trouxe para o seu projeto nomes reconhecidos do grande público para dar voz a seus personagens – os atores Natália Lage e Rodrigo Santoro e o famoso dublador Guilherme Briggs. É uma felicidade ver projetos de animação brasileiras não só sendo feitos, mas também conseguindo espaço em grandes festivais. Com seu jeitinho meio doido e totalmente nonsense, ‘Bizarros Peixes das Fossas Abissais’ provoca o riso e agrada ao público jovem sedento por doideiras.
‘Altered Carbon’, uma das sensações da Netflix no ano passado, ganhou um vídeo anunciando um novo elenco para a segunda temporada.
Confira:
No mais novo ano, Anthony Mackie entra para o elenco como Takeshi Kovacs, um ex-soldado do protetorado da CTAC que se tornou um mercenário. Mackie será acompanhado por Simone Missick como Trepp, Dina Shihabi como o androide DIG 301, Torben Liebrecht como o Coronel Ivan Carrera, James Saito como Tanaseda Hideki, Renée Elise Goldsberry como Quellcrist Falconer e Chris Conner como Poe.
Ainda não se sabe quando a segunda temporada estreia. As showrunners Laeta Kalogridis e Alison Schapker retornam para a série.
Confira a sinopse da primeira temporada:
No futuro, a sociedade se acostumou à prática da troca de corpos: após armazenar a consciência de uma pessoa, ela pode ser transferida a outra “capa”, podendo viver várias vidas. O mercenário Takeshi Kovacs (Joel Kinnaman) acorda após 250 anos em outro corpo. Além de se adaptar a esta situação e à nova sociedade, ele é contratado por um homem riquíssimo para descobrir o autor de seu próprio assassinato. Tak conta com a ajuda de uma policial mexicana, um ex-militar tentando ajudar sua filha e um robô equipado com inteligência artificial.
A animação ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ (Onward) ganhou um novo teaser de bastidores trazendo os astros Chris Pratt e Tom Holland dublando os dois personagens principais.
Além disso, o vídeo também anuncia que amanhã, 10 de outubro, a animação vai ganhar seu novo trailer oficial!
Assista ao primeiro teaser:
Em um mundo de fantasia suburbano, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ apresenta dois irmãos elfos adolescentes que embarcam em uma jornada extraordinária para descobrir se ainda há alguma magia no mundo.
“Na Disney•Pixar, nós tentamos criar histórias que surgem de algum tipo de verdade pessoal”, disse Scanlon. “Esse filme foi inspirado na minha própria relação com meu irmão”.
Com direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘, de 2013, ‘Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ está previsto para estrear nos cinemas dia 6 de março de 2020.
Em comemoração ao Dia da Mentira, o ator Danny Trejo divulgou o pôster “oficial” da sequência ‘Machete 3’, intitulada ‘Machete Kill Again… In Space’.
Confira:
Em entrevista ao SyFy Wire, Trejo afirmou que o novo longa ainda está em desenvolvimento e revelou que quer dirigir o novo filme da franquia.
“Todos querem uma nova sequência. Eu continuo dizendo isso ao Robert [Rodriguez], mas ele está ocupado com outros projetos. Talvez eu produza o próximo filme e o tire do papel, se o Robert não o fizer. Todos querem isso. Já fui perguntado em todos os cantos do mundo: ‘Você irá fazer ‘Machete 3’?”
Ele continua, “Estou tentando descobrir como fazer esse filme sair do papel. Eu gostaria de dirigi-lo. Tenho umas ótimas ideias para o próximo filme. Estou escrevendo o roteiro.”
Vale lembrar que o final do segundo filme mostrou um trailer falso com o protagonista matando no espaço com um facão-laser. Confira:
Lançado em 2010, o primeiro filme arrecadou US$ 44 milhões. Já o segundo, fracassou nas bilheterias com um retorno de apenas US$ 15 milhões.
‘Pânico 5’ já é um dos filmes mais aguardados do ano que vem e, agora, a página Creepy Duck Designcompartilhou em seu Twitter oficial um pôster de fã incrível.
Confira:
Ainda sem muitos detalhes sobre a trama revelados, sabe-se que David Arquette e Courteney Cox irão reprisar seus papéis com Dewey Riley e Gale Weathers, respectivamente. Melissa Barrera foi a mais recente adição ao elenco.
Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme, que será uma sequência, e não um reboot.
Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.
“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era”
Olpin e Gillertt (‘Casamento Sangrento‘) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretorWes Craven.
“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.
Em seu Instagram oficial, a Netflix Brasil divulgou uma série de imagens de bastidores da adorada e aclamada série ‘Bridgerton’, baseada nos romances homônimos de Julia Quinn.
Nas fotos, o elenco protagonista se diverte entre as gravações.
A cantora e compositora MARINAlançou hoje (19) o single e o videoclipe oficiais de “Ancient Dreams in a Modern Land”, 3º single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.
Confira:
A faixa é precedida pelas canções “Man’s World” e “Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.
O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.
Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-pop e new wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles“How to be a Heartbreaker” e “Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.
Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.
A história é centrada em quatro melhores amigos em sua jornada eterna por conquistar influência na Avenida Fairfax, em Los Angeles – o coração pulsante da cultura hyperbeast.
A minissérie biográfica ‘The Dropout‘, que acompanha a ascensão e queda de Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried), uma da maiores golpistas da indústria biotecnológica, já está disponível no Star+.
Os três primeiros episódios da produção foram lançados no último dia 03 de março na plataforma de streaming.
Na trama, conheça a história de Elizabeth Holmes, a enigmática desistente de Stanford que fundou a empresa de exames médicos Theranos. Considerada a Steve Jobs da próxima geração da tecnologia e que já valeu bilhões de dólares, o mito desmoronou quando foi revelado que nenhuma das tecnologias realmente funcionava, colocando a saúde de milhares de pessoas em grave perigo.
Liz Meriwether é a showrunner e produtora executiva da minissérie, que será lançada pela plataforma Hulu.
Três anos depois de ter feito sua estreia solo no cenário musical, Beyoncé continuou a expandir seu império com o lançamento do elogiado álbum ‘B’Day’. O compilado de originais, que viu a luz do dia em 2006, não apenas se manteve fiel à identidade R&B calcada por uma das maiores performers de todos os tempos, como, de fato, imortalizou seu legado e sua importância como artista, principalmente pela sagaz mentalidade em se manter original frente a um escopo mainstream que exalava novos e antigos talentos em uma profusão estética e uma crescente exaltação da música pop (um ano antes, por exemplo, tivemos o retorno de Madonna com o aclamado ‘Confessions on a Dance Floor’, enquanto 2007 seria marcado pelo comeback de Britney Spears com o impactante ‘Blackout’).
Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.
Já aqui, nossa Queen B se desvencilhava do passado com o grupo Destiny’s Child – não em uma compreensão negativa, e sim como alguém que procurava outros capítulos de uma carreira marcada por sucessos atemporais. Se ‘Dangerously in Love’ permitiu que Beyoncé começasse a trilha seu próprio caminho, seu segundo álbum solo, insurge pincelado com um aspecto testamentário em que ela desfruta de uma liberdade criativa maior – como vemos, por exemplo, na ótima faixa de abertura “Déjà Vu”, novamente colaborando com Jay-Z. A track, infundida com elementos do R&B, do funk e do hip-hop, discorre sobre uma mulher que é constantemente relembrada de uma paixão do passado – mas não é isso que nos chama mais a atenção, e sim a confiança transmitida pelo poder performático da cantora, seja pelas crescentes notas que culminam no envolvente refrão, seja pela fraseamento de cada verso.
Essa mesma confiança aparece em diversas faixas da produção, como “Pound the Alarm”, uma das construções mais ousadas e diferenciadas que Beyoncé havia entregado até então. A recepção mista por parte da crítica da época parece infundada, visto que a proposital agressividade não se restringe apenas a esta canção em específico, aparecendo em grande parte delas e fazendo deste um detalhe importante para compreender o momento e o lugar em que a artista se insere (e aqui não me refiro às múltiplas controvérsias enfrentadas na construção imagética do disco e dos clipes, sendo melhor deixar a problemática de lado). As belíssimas baladas que enfeitam a obra, como “Irreplaceable” e “Listen”, partem de princípio similar: enquanto esta leva o tempo necessário para se construir em um emocionante enredo (“ouça: eu estou sozinha em uma encruzilhada”), aquela traz a participação imediatamente reconhecível de Ne-Yo em uma história de superação – e que se consagra como uma das melhores e mais importantes incursões da cantora.
Como se os riscos adotados por Beyoncé não fossem o bastante, ela também demonstra uma capacidade invejável de construir um universo próprio que nos conquista desde os primeiros toques – mesmo com músicas que não conseguem acompanhar a grandiosidade de suas conterrâneas. “Kitty Kat” é uma ode própria dos anos 2000, em que as repetições instrumentais são pontos-chave para compreendermos a mensagem; “Freakum Dress” nos conquista pela assertividade e pela força com que os versos são entregues, ainda que o crescendo para o refrão não culmine em algo tão ambiciosos quanto esperaríamos; e “Green Light”, localizada em um ponto estratégico do álbum, volta-se para o funk e abusa do poder da lead singer para nos guiar em sua sólida e prática composição.
Há diversas pérolas a serem exploradas ao longo do álbum, como “Get Me Bodied”, que deixa o R&B em segundo plano para a exaltação do bounce e de escolhas bem demarcadas que auxiliam a canção a ficar presa na mente e a nos fazer dançar com as inclinações ao reggae e ao dancehall; “Sugar Mama” é uma das músicas que merecia mais reconhecimento pelo delicioso atrevimento com que Beyoncé declama cada uma das palavras; e “Beautiful Liar”, presente na versão deluxe (e que entrou para nossa lista das colaborações femininas que definiram o século), a une a Shakira para uma impecável e exuberante construção que está presente nas playlists desde seu lançamento oficial em 2007.
‘B’Day’ mantém-se fiel ao que Beyoncé vinha nos entregando desde seu début solo em 2003, aproveitando para expandir um microcosmos que já a colocava no centro dos holofotes. Mostrando-se mais confortável e mais fiel ao que desejava transmitir a seu público, a performer de fato demonstrou como se manter original em um cenário que continuava a mudar deliberada e assustadoramente.
Nota por faixa:
1. Déjà Vu, feat. Jay-Z – 4,5/5 2. Get Me Bodied – 4/5 3. Suga Mama – 5/5 4. Upgrade U, feat. Jay-Z – 3,5/5 5. Ring the Alarm – 4/5 6. Kitty Kat – 3,5/5 7. Freakum Dress – 3,5/5 8. Green Light – 3/5 9. Irreplaceable – 5/5 10. Resentment – 4/5 11. Check On It, feat. Bun B & Slim Thug – 4/5 12. Listen – 5/5 13. Beautiful Liar – 5/5
A Netflix finalmente revelou a data de estreia da 3ª temporada de ‘Outer Banks’.
Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 23 de fevereiro de 2023.
Confira o cartaz oficial:
Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.
Recentemente, Pate revelou seus planos para a 3ª temporada, contando detalhes sobre sua decisão por trás da grande reviravolta do final do segundo ciclo.
“Nós consideramos o elemento da caça ao tesouro uma parte importante e integral da série. Ao trazer o Big John de volta, nós percebemos que talvez pudesse haver uma forma de combinar esses tesouros diferentes e criar uma mitologia maior. Nós ficamos animados com as possíveis tramas para o terceiro ciclo com o seu retorno.”
Ele completa, “Nós sentimos que o retorno do personagem pode ser fundamental para entrelaçar essas narrativas.”
A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.
A HBO Max divulgou o trailer oficial e legendado de ‘The Idol’, série criada por Sam Levinson (‘Euphoria’) e estrelada por The Weeknd e Lily Rose-Depp.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 04 de junho.
Confira:
Após a exibição de seus primeiros episódios em Cannes, a produção alcançou apenas 27% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes – o que representa a PIOR média da história para uma série original da HBO.
Para termos de comparação, as únicas outras séries “podres” da emissora foram ‘The Nevers‘ (49%) e ‘A Mulher do Viajante do Tempo‘ (38%) – e nenhuma das duas ganhou uma segunda temporada.
Os críticos destacaram que ‘The Idol‘ é extremamente exagerada quanto ao seu conteúdo sexual e nudez, sendo incapaz de sustentar uma narrativa rodeada de clichês com o intuito de apenas chocar o telespectador.
Confira algumas avaliações:
“‘The Idol’ carece da autoconsciência necessária para ser muito de qualquer coisa, na verdade. É a extensão da autoconfiança equivocada de uma estrela da música sobre suas credenciais de estrela de cinema em potencial. Resumindo, é grosseiro, nojento e sexista.” – The Playlist.
“O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?” – Collider
“O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos.” – Variety
“Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo.” – The Hollywood Reporter
“O conteúdo de Levinson não é para todos – e muitas vezes não para mim – mas ‘The Idol’ oferece entretenimento regular o suficiente para equilibrar seu floreio agressivo e a arrogância de suas ambições temáticas.” – Vanity Fair
A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.
São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da franquia ‘Jogos Vorazes’.
Criada por Suzanne Collins, a saga literária dominou as listas de vendas ao redor do mundo desde seu lançamento em 2009 e eternizou um cosmos distópico conhecido como Panem – uma reimaginação trágica da América do Norte após uma guerra civil ter devastado o continente e ter dividido a população entre os vitoriosos, exilados na Capital; e os perdedores, espalhados por doze Distritos que deveriam entregar, todo ano, um casal de crianças ou adolescentes para competirem em um massacre cruel e puramente pautado no espetáculo social. Pouco depois, a narrativa foi levada aos cinemas, consagrando-se como uma quadrilogia de sólido sucesso crítico e comercial guiada pela aplaudida performance de Jennifer Lawrence como a protagonista Katniss Everdeen.
Agora, oito anos depois da estreia do último capítulo da saga original, Collins e a Lionsgate nos convidam a revisitar Panem com o vindouro ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’. A trama, ambientada sessenta e quatro anos antes de Katniss, nos arremessa para os primórdios dos Jogos Vorazes e para a ascensão de Coriolanus Snow (aqui interpretado por Tom Blyth) como presidente de Panem e como o impiedoso homem que transformou a vida de Katniss e dos habitantes dos Distritos em um pesadelo sem fim. Todavia, o enredo é centrado em um jovem Snow que, morando ao lado da prima, Tigris (Hunter Schafer), e da avó, tem como único objetivo conquistar um considerável prêmio em dinheiro para salvar a reputação da família e tirá-la de um poço de desonra e esquecimento em que fora deixada.
Todavia, as coisas não saem como o planejado: no dia da formatura, em que poderia jurar que servia condecorado com a honraria, ele e seus colegas são surpreendidos quando o Reitor Casca Highbottom (Peter Dinklage) anuncia que o prêmio não será entregue naquele ano. Em vez disso, os estudantes que mais se destacaram foram eleitos mentores dos tributos da próxima edição dos Jogos, ficando responsáveis por recuperar a audiência e aumentar as expectativas de uma competição mergulhada em sangue e sacrifício. E, considerando que Casca não tem um bom relacionamento com a família Snow, ele destina Coriolanus como responsável pelo tributo feminino do Distrito 12, Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), jovem que faz parte de um grupo de artistas itinerantes que não aparenta ter qualquer qualidade para sobreviver ao massacre.
Diferente do que muitos poderiam pensar, o longa-metragem é arquitetado de tal maneira a superar as expectativas e funcionar como uma ótima adaptação do romance (ainda que seja obrigada a cortar várias partes da história), guiada por performances incríveis e uma paixão notável do diretor Francis Lawrence pelo universo que é convidado a revisitar. Afinal, Lawrence foi responsável pela melhor entrada da saga, ‘Em Chamas’ – o que significa que ele tinha todos os elementos para nos envolver em uma explosiva artimanha de traição, confiança, vingança e amor da melhor maneira possível. E, apesar dos breves deslizes, é exatamente o que ele nos entrega.
É notável como o primeiro ato é o mais “problemático”, por assim dizer: Lawrence sabe que não precisa introduzir elementos desse cosmos, visto que eles já foram mostrados no filme de 2012. Entretanto, considerando que voltamos no tempo em quase sete décadas, certos elementos precisam ser relembrados para que o público acompanhe a história sem se confundir com os múltiplos acontecimentos. É a partir daí que o cineasta, em colaboração com os roteiristas Michael Lesslie e Michael Arndt, condensa a extensa narrativa de Collins e, por essa razão, acaba pecando no desenvolvimento do arco entre Lucy Gray e Coriolanus e prezando por um ritmo frenético demais que é ajustado no segundo ato e na conclusão (esta marcada por uma forte presença do drama e do suspense, seguindo de perto a condução promovida pela autora.
As grandes estrelas do projeto são Zegler e Blyth. Blyth tem uma habilidade invejável de criar sua própria versão de Snow à medida que pega elementos que nos recordam da performance de Donald Sutherland na quadrilogia original – e delineando um entreposto entre um Coriolanus marcado pelos traumas da guerra e outro letárgico e psicótico, desesperançoso quanto a si mesmo e quanto a um prospecto de melhora entre a Capital e os Distritos. Zegler, por sua vez, encarna Lucy Gray com majestade, mostrando que estudou cada um dos diálogos do livro e que abraçou a personagem com zelo e respeito – além de reiterar sua imensa habilidade vocal com rendições musicais de tirar o fôlego.
Além da dupla, temos a forte presença de Dinklage como Casca Highbottom, como já mencionado. A construção do personagem é soberba em todos os aspectos, colocando-o como um homem que fez inúmeras escolhas erradas e, impotente à condição de mudar o curso da história, rende-se a opioides para conviver com uma dor contínua e crescente. E, como a cereja do bolo, Viola Davis nos presenteia com um tour-de-force dilacerante como a Dra. Volumnia Gaul, idealizadora da 10ª edição dos Jogos e defensora ferrenha do abismo entre a Capital e os Distritos – não pensando duas vezes antes de demonstrar seu completo desprezo pelos rebeldes e por aqueles que compactuam com seus ideários “destrutivos” e “antipatrióticos”.
‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ é uma ótima adição ao universo ‘Jogos Vorazes’, mantendo-se fiel às características dos filmes anteriores e procurando reunir o melhor de cada um deles em uma exploração sociopolítica de opressão e de submissão. Lawrence acerta mais uma vez com o projeto e permite que Zegler e Blyth demonstrem todo seu poder performático em uma celebratória e nostálgica aventura.
Na última reviravolta na saga de fusões e aquisições daParamount Global, a Sony Pictures Entertainment e a Apollo Global Management fizeram uma oferta para tornar a Paramount privada com uma oferta de compra em dinheiro de exorbitantes US$26 bilhões (via Variety).
As informações indicam que a Sony e a Apollo, uma empresa de capital privado, enviaram uma carta com a oferta não vinculativa nesta última quarta-feira (01) à Paramount Global, conforme relatado pelo Wall Street Journal. A oferta, que incluiria a assunção de dívidas, ocorre no momento em que o comitê especial do conselho da Paramount Global estabelecido para considerar propostas de fusões e aquisições está avaliando a melhor e última oferta da Skydance Media para fundir a Paramount e a Skydance, mantendo a Paramount Global pública.
Todavia, Shari Redstone, acionista controladora da Paramount Global, continua inclinada a consumar um acordo com a Skydance de David Ellison, cuja oferta é apoiada pela RedBird Capital Partners e pela KKR.
Os representantes da Paramount Global e do comitê especial do conselho não quiseram comentar. Os representantes da Apollo e da Sony Entertainment não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
Além disso, as ações da Paramount Global aumentaram em mais de 13% com a notícia da oferta da Apollo e da Sony, subindo para US$13,90 por ação nas negociações da tarde.
Não está claro como o conselho da Paramount irá proceder com a proposta Sony-Apollo, tendo rejeitado propostas anteriores da empresa. A companhia tem janela de negociação exclusiva com a Skydance, que termina nesta próxima sexta-feira, 03 de maio – mas as discussões entre ambas partes podem se estender além disso.
Se a proposta seja aceita, a combinação da Sony Pictures com a Paramount Pictures provavelmente resultaria em demissões em massa – e reduziria o número de grandes estúdios de Hollywood de cinco para quatro, depois que a Disney assumiu o controle da 20th Century Studios. A Sony Corp., que adquiriu a Columbia Pictures em 1990 por US$3,5 bilhões, é a maior operadora de estúdio do setor que não possui um serviço de streaming direto ao consumidor em larga escala.
A produção foi lançada no último dia 06 de outubro na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
Na trama…
Uma equipe presa no inferno disfuncional da franquia de filmes de super-heróis – e, no final do dia a questão que eles enfrentam é: este é o novo amanhecer de Hollywood ou a última resistência do cinema?
‘Ainda Estou Aqui’ conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, tornando-se o primeiro longa nacional a ganhar o prêmio. Estrelado por Selton Mello eFernanda Torres, o filme sagrou-se um fenômeno sem precedentes – e, como é de costume, recebeu um “tratamento” pirata que foi encontrado pelo autor do romance original, Marcelo Rubens Paiva.
Através do X (antigo Twitter), Paiva postou a foto de uma versão ilegal do longa-metragem, colocado em um saco plástico. A imagem adultera o título da obra para “Ainda To Aqui” e vem acompanhado da seguinte legenda: “imagem e som filé”.
— Marcelo Rubens Paiva (@marcelorubens) March 9, 2025
Nos comentários da postagem, internautas se divertiram com a imagem, com alguns explicando que “‘filé é sinônimo de coisa boa, arretada, extraordinária em boa parte do Nordeste”.
filé é sinônimo de coisa boa, arretada, extraordinária em boa parte do Nordeste, amigo.
Recentemente, ‘Ainda Estou Aqui’ alcançou um marco significativo ao se tornar o 7º filme brasileiro mais assistido do século XXI, de acordo com dados da Comscore.
A empresa, especializada em monitoramento de audiência de filmes, acompanha o desempenho de filmes nas salas de cinema brasileiras desde 2002.
Com impressionantes 5,67 milhões de espectadores, o longa-metragem dirigido por Walter Salles superou recentemente a bilheteira de ‘Se Eu Fosse Você 2‘, comédia romântica de 2009, que havia registrado 5,64 milhões de ingressos vendidos.
Esse feito coloca ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os grandes sucessos da história do cinema nacional, ao lado de outras produções que conseguiram grandes públicos nos cinemas brasileiros. O filme, que conquistou o Oscar de Melhor Filme Internacional, trata de temas emocionantes e universais, o que lhe conferiu uma popularidade duradoura, atraindo um público amplo e diversificado.
A marca de 5,67 milhões de espectadores também demonstra o crescente apelo das produções brasileiras no cenário cinematográfico global. Ao longo dos anos, o cinema nacional tem conquistado cada vez mais espaço, tanto nas bilheteiras quanto no reconhecimento internacional, com filmes que abordam uma vasta gama de temas, desde a comédia até o drama e o romance, como é o caso de ‘Se Eu Fosse Você 2‘. A comparação entre ambos os filmes também destaca a relevância e a variedade do cinema nacional, que é capaz de gerar tanto sucessos de crítica quanto de público.
Essa conquista reafirma o potencial do cinema brasileiro não apenas para agradar o público local, mas também para conquistar reconhecimento internacional, consolidando o lugar de ‘Ainda Estou Aqui‘ entre os filmes nacionais de maior sucesso das últimas décadas.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
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