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Uma das séries mais INTRIGANTES da TV vai chegar à Netflix em breve

De acordo com a página do Twitter Netflix BR, a aclamada série ‘Lost‘ será adicionada ao catálogo da plataforma de streaming em breve.

Apesar da novidade não ter sido confirmada oficialmente, a página tem um histórico de credibilidade confiável ao divulgar com antecedência as vindouras produções que estarão disponíveis para os assinantes.

Criada por J.J. Abrams (‘Star Wars: O Despertar da Força’), Damon Lindelof (‘Watchmen’) e Jeffrey Lieber (‘Lucifer’), ‘Lost‘ foi exibida orginalmente entre 2004 e 2010, com 121 episódios ao longo de seis temporadas.

Descrita como uma das produções mais marcantes da história da TV, ‘Lost‘ também conta com o episódio piloto mais caro das telinhas até hoje, com um orçamento avaliado entre US$ 10 e 14 milhões.

A trama acompanha os sobreviventes de um acidente de avião, que acabam ficando isolados uma inóspita ilha no Pacífico Sul, palco de eventos sobrenaturais que desafiam a lógica e a razão, atribuindo à série uma aura enigmática e que confundiu a mente do público por um bom tempo.

Com uma narrativa que se desenrola de maneira não linear através de flashbacks e vários outros recursos para explorar o passado e o presente, ‘Lost‘ também aproveita para abordar temas como destino e livre arbítrio, bem como a eterna luta do bem contra o mal e como tudo isso está ligado com o conceito de redenção e da fé.

Com um elenco de peso, a atração conta com nomes como Jorge Garcia, Daniel Dae Kim, Evangeline Lilly, Terry O’Quinn, Josh Holloway, Matthew Fox e Yunjin Kim.

Embora ‘Lost‘ tenha adquirido uma legião dos fãs nas primeiras temporadas, a série terminou dividindo a opinião do público por conta de furos no roteiro e erros de continuidade, tornando-se lembrada por seu final controverso.

Ainda assim, o ator Michael Emerson, que interpretou o vilão Ben Linus na série, defendeu o final em uma entrevista ao Screen Rant, afirmando que o considera “um final excelente”, mas muitos outros não compartilham desse sentimento, já que é “a maior reclamação que recebo nas ruas”.

Emerson reconhece que o final não agradou a todos, mas acredita que ele foi fiel à história e aos personagens da série. Ele também ressalta que o final de Ben Linus, que escolheu não entrar na igreja na última cena, foi propositalmente deixado em aberto para interpretações.

“Sim, eu acredito que eventualmente ele o fará, mas ele terá que viver várias vidas e liderá-las com mais sucesso do que anteriormente. Ele terá que encontrar seu redentor espelhado para então poder entrar na capela e sair com outro, como no final de uma comédia shakespeariana, onde todos partem em pares para a felicidade ou o paraíso”.

Relembre a abertura:

‘Andor’: Diego Luna diz como é trabalhar na temporada FINAL da série

Diego Luna, protagonista da série ‘Andor‘, compartilhou detalhes emocionantes sobre sua experiência trabalhando na temporada final da produção.

Durante uma entrevista à Associated Press, Luna revelou como tem sido interpretar o personagem Cassian Andor e expressou sua empolgação e nostalgia em relação aos momentos finais de gravação da série, que faz parte do universo ‘Star Wars‘ e é transmitida pelo Disney+.

“Estou extremamente animado para filmar. A todo momento, sinto que estamos nos aproximando do fim, e, por isso, o processo é vivido com uma certa melancolia”, disse Luna. “Há também uma parte inevitável que é a tristeza de deixar essa equipe, de deixar essa dinâmica, de deixar esse tempo que vivemos aqui.”

Anteriormente, o criador da série, Tony Gilroy, disse à Empire que a 2ª temporada da série será ambientada três dias antes dos eventos de ‘Rogue One‘, filme que deu origem à atração.

Ao fim da primeira temporada, Andor (Diego Luna) já estava flertando com os ideais da Aliança Rebelde contra as forças imperiais.

Ao que tudo indica, esses três dias serão extremamente essenciais para transformá-lo naquele personagem que o público conheceu no filme dirigido por Gareth Edwards em 2016.

Vale lembrar que os novos episódios serão lançados no Disney+ apenas em agosto de 2024, ainda sem dia oficial confirmado.

Relembre o trailer da 1ª temporada:

A primeira temporada conta com 12 episódios, que são dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘The Walking Dead’: Diretor de conteúdo quer CROSSOVER entre os spin-offs da saga

O diretor de conteúdo principal de ‘The Walking Dead’, Scott Gimple, recentemente compartilhou suas expectativas para o futuro dos derivados, sugerindo a possibilidade de um crossover entre os spin-offs da saga.

Durante uma entrevista à TV Line, Gimple explicou que, quando era roteirista da equipe na terceira temporada do show principal, desejava um spin-off com Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) e até “insinuou discretamente” isso no episódio “Clear” (o 12º episódio da terceira temporada).

Gimple afirmou: “Eu não sabia se seria capaz de contar essa história. Você precisa ser flexível, ter este jardim de caminhos divergentes e pivôs quando necessário”.

“Quando se trata de algo como um crossover, sim, tenho sonhos de unir tudo isso e deixei pequenas pistas nessa direção. No entanto, nunca se sabe exatamente quando e como isso se concretizará, devido a uma variedade de razões”, compartilhou Gimple.

“Dead City é um show vibrante, Daryl Dixon é um show vibrante, e este aqui, The Ones Who Live… estou construindo esses caminhos, mas pode haver todo tipo de mudança ao longo do caminho que os altere. Então, acho que a resposta é sim…?”, acrescentou Gimple.

Embora a série principal, ‘The Walking Dead’, tenha terminado, juntamente com ‘Fear The Walking Dead’, ‘The Walking Dead: Um Novo Universo’ e ‘Tales of The Walking Dead’, ainda existem vários spin-offs preenchendo o universo. Entre eles estão ‘The Walking Dead: The Ones Who Live’, que finalmente reunirá Rick e Michonne, ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’, ‘The Walking Dead: Dead City’ com Negan (Jeffrey Dean Morgan), e ‘More Tales From the Walking Dead Universe’, que também foi anunciado.

Vale lembrar que ‘The Walking Dead: The Ones Who Lived’ estreará oficialmente no dia 25 de fevereiro.

Inicialmente planejado como uma trilogia de filmes, o spin-off focado no Rick (Andrew Lincoln) e Michonne (Danai Gurira) acabou se transformando em uma minissérie.

Confira o trailer:

Lincoln e Gurira se reúnem para finalmente continuar a jornada de Rick Grimes e Michonne. A série limitada apresenta uma história de amor épica de dois personagens alterados por um mundo diferente. Mantidos separados pela distância. Por um poder imparável. Pelos fantasmas de quem eram. Rick e Michonne são jogados em outro mundo, construído sobre uma guerra contra os mortos… E, em última análise, uma guerra contra os vivos. Eles podem encontrar um ao outro e quem eram em um lugar e situação diferente de qualquer um que já conheceram antes? São inimigos? Amantes? Vítimas? Vencedores? Sem um ao outro, estão mesmo vivos – ou descobrirão que também são os mortos-vivos?”

A trama também vai abordar onde esteve Michonne, que se despediu da série na 10ª temporada para tentar encontrar o amado.

‘No Ritmo do Natal’: Longa natalino da Netflix com Chad Michael Murray ganha fotos e data de estreia!

‘No Ritmo do Natal’, o novo longa da Netflix estrelado por Chad Michael Murray (‘One Tree Hill’) e Britt Robertson (‘Tomorrowland’), ganhou novas imagens e data de estreia.

O filme natalino chega à plataforma no dia 20 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“A trama gira em torno de uma ex-dançarina que, para salvar a casa de shows dos pais, organiza um espetáculo inusitado em uma pequena cidade do interior”.

Casal em rua decorada para Natal à noite.

‘Premonição 6’: Cineastas falam sobre possíveis sequências após novo filme

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, diretores de ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, falaram recentemente sobre o futuro da franquia após o lançamento do novo filme.

Em entrevista à Variety, Adam B. Stein revelou que, embora tenha colocado todas as ideias mais intensas neste último capítulo, não descarta a possibilidade de continuações.

“Passamos os últimos três anos colocando todos os pensamentos mais sombrios e ansiosos de nossas mentes neste filme, então é difícil imaginar o que mais poderíamos explorar em um próximo. Mas o trabalho da Morte nunca termina, então tenho certeza de que ainda há mais a ser descoberto”, declarou o cineasta.

 

Assista a nossa entrevista com os diretores e siga o CinePOP no Youtube:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘One Piece’: Ator brasileiro critica Hollywood após não conseguir papel de Ace

O ator brasileiro Lucas Amorim usou as redes sociais para criticar Hollywood e a Netflix, acusando as produções internacionais de fecharem as portas para atores brasileiros e latinos.

A declaração veio após o anúncio da escalação de Xolo Maridueña (‘Besouro Azul’) para interpretar Portgas D. Ace na terceira temporada do live-action de ‘One Piece’.

Em um vídeo publicado nas redes, Amorim desabafou sobre o processo de seleção e revelou que nunca teve sequer a oportunidade de fazer um teste para o papel, apesar de seus esforços.

Desde o lançamento do live-action, Amorim vinha usando as redes sociais para promover a campanha #LucasForAce, pedindo aos fãs apoio para interpretar o pirata na série. Segundo ele, mesmo com a mobilização online, a Netflix nunca entrou em contato.

O personagem Ace é um dos mais queridos do universo de One Piece e fará sua estreia na terceira temporada da adaptação live-action, que ainda não tem data de estreia confirmada.

One piece

Lembrando que a 2ª temporada chega à plataforma de streaming em 10 de março de 2026.

Live-action de ‘One Piece’ ganha novo vídeo com cenas INÉDITAS da 2ª temporada; Confira!

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

Vale lembrar que o novo ano da série adaptará os arcos Loguetown, Laboon, Whisky Peak, Little Garden e Ilha Drum.

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o manga de mesmo nome.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

“Você está demitido!”: ‘O Aprendiz’ pode ganhar REBOOT com Donald Trump Jr. no comando

O clássico reality show ‘O Aprendiz’, que consolidou a imagem de Donald Trump antes de sua ascensão à presidência dos EUA, pode estar prestes a retornar. Desta vez, os rumores indicam que o comando da atração ficaria a cargo de seu filho, Donald Trump Jr.

De acordo com a Variety, o assunto surgiu durante um evento no Salão Oval. Ao ser questionado pelo repórter da Fox News, Steve Doocy, sobre o possível retorno do programa com seu filho como apresentador, Trump respondeu de forma cautelosa: “Bem, eu tenho ouvido isso. Vamos ver o que acontece. Ele é bom. É um cara legal. Provavelmente seria bom. Ele tem um certo carisma”.

Rumores sobre um reboot da franquia já circulam nos bastidores da indústria. A Amazon estaria considerando trazer a marca de volta para o catálogo do Prime Video. No entanto, o projeto ainda parece estar em estágios embrionários.

Embora o chefe do Amazon MGM Studios, Mike Hopkins, e outros executivos tenham iniciado discussões sobre a ideia em 2024, próximo à posse de Trump para seu segundo mandato, a empresa evita oficializar o desenvolvimento.

Um porta-voz afirmou à Variety: “Desde a aquisição da MGM, tivemos discussões internas preliminares sobre o futuro de The Apprentice como propriedade. O programa não está em desenvolvimento ativo, e qualquer informação sobre detalhes ou possíveis apresentadores é puramente especulativa”.

Exibido originalmente entre 2004 e 2015, ‘O Aprendiz’ acompanhava empreendedores em desafios de negócios, culminando no famoso bordão “Você está demitido”. Donald Trump esteve à frente de 186 episódios, garantindo à atração nove indicações ao Emmy e gerando derivados como Celebrity Apprentice, versões internacionais (incluindo a brasileira) e uma edição com Martha Stewart.

Curiosamente, Donald Trump Jr. não foi a primeira escolha sugerida pelo pai. Em 2024, no livro “Apprentice in Wonderland”, do jornalista Ramin Setoodeh, Trump revelou que, ao deixar o programa para concorrer à presidência em 2015, sugeriu Ivanka Trump como sua substituta ideal.

‘Jovens Vingadores’: Marvel está perto de DEFINIR showrunner da série

A série dos Jovens Vingadores explorará novos heróis do UCM, dando espaço a figuras que já apareceram anteriormente e que devem representar o futuro do universo.

De acordo com o insider Daniel Richtman, a Marvel Studios está próxima de contratar um showrunner para a produção, que ainda não entrou em desenvolvimento.

Vale lembrar que, de acordo com Ritchman, as gravações da produção do Disney+ devem começar em algum momento de 2026.

A série está prevista para chegar ao serviço de streaming da Disney após ‘Vingadores: Guerras Secretas’, com lançamento estimado para o segundo semestre de 2027 ou o primeiro semestre de 2028.

Segundo vazamentos anteriores, a produção deve ser intitulada ‘Campeões’. 

Vale lembrar que a Marvel ainda não anunciou oficialmente uma produção focada nos Jovens Vingadores.

No entanto, rumores sobre o live-action surgiram há algum tempo, com o projeto sendo, supostamente, um filme.

Segundo Daniel Ritchman, a Marvel Studios planejava começar as filmagens de um longa-metragem dos Jovens Vingadores no ano que vem.

Hailee Steinfeld já teria assinado contrato para reprisar o papel de Kate Bishop.

Um vazamento também havia revelado o nome dos jovens que estrelariam o suposto filme.

Segundo o Cosmic Circus, a equipe dos Jovens Vingadores seria formada por Kamala Khan/Ms. Marvel (Iman Vellani), a protagonista do filme, Kate Bishop/Gaviã Arqueira (Hailee Steinfeld), Cassie Lang/Estatura (Emma Fuhrmann), America Chavez (Xochitl Gomez), Billy Maximoff/Wiccano (Joe Locke) e Tommy Maximoff/Célere.

Os rumores ainda apontavam para a possível participação de Theodore Altman/Hulkling, Axl Heimdallson (Kieron L. Dyer), RiRi Williams/Coração de Ferro (Dominique Thorne), Eli Bradley/Patriota (Elijah Richardson) e Skaar.

Série de J. J. Abrams com Jennifer Garner é CANCELADA pela Apple

O reencontro de Jennifer Garner e J. J. Abrams, após a parceria em ‘Alias‘, vai ter que esperar mais um pouco, pois a Apple TV+ descartou a minissérie ‘My Glory Was I Had Such Friends‘.

Segundo o Deadline, a decisão da Apple veio depois que Garner saiu do projeto devido a conflitos de agenda. A Warner Bros. Television e a produtora de Abrams, Bad Robot, planejam levar a série para outro lugar.

Baseado no livro de memórias de Amy Silverstein com o mesmo nome, ‘My Glory Was I Had Such Friends‘, recebeu, pela primeira vez, um pedido direto para a série no Apple TV+ em dezembro de 2018.

A minissérie – que marcaria o primeiro projeto de TV de Garner e Abrams juntos desde ‘Alias‘ terminou em 2006 – seguiu uma mulher que aguardava um transplante de coração de última hora e suas amigas íntimas que a apoiaram ao longo do caminho.

Além de estrelar a série, Garner teria servido como produtor executivo ao lado de Abrams, mas as notícias sobre o programa eram mínimas após o pedido inicial da série. Garner ainda deve aparecer em outra minissérie da Apple, A última coisa que ele me disseque está em produção desde maio.

A Casa Torta

(Crooked House)

 

Elenco: Julie Andrews, Matthew Goode, Gemma Arterton, Gabriel Byrne

Direção: Neil LaBute

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 26 de Março de 2017

Sinopse: O octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinqüenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. O único motivo evidente é a fortuna deixada como herança. Mas parece pouco provável que alguém se dispusesse a sujar as mãos por causa do testamento de um velho em idade já tão avançada. Charles Hayward não tem como não se envolver na história: Sir Arthur Hayward, seu pai, é o comissário-assistente da Scotland Yard responsável pelo caso; e Sophia, com quem pretende se casar, é uma das netas da vítima. Portanto, Charles tem seus motivos para tentar solucionar o mistério.

Curiosidades:
» Adaptação de ‘A Casa Torta‘ (Crooked House), livro escrito por Agatha Christie em 1949.

» Neil LaBute (‘O Sacrifício’) foi contratado para dirigir o longa, orçado em US$ 20 milhões.


Trailer:


Cartazes:


Fotos:

 

 

Assista ao novo trailer de ‘Homem-Formiga’

Foi divulgado o segundo trailer da adaptação de HQ ‘Homem-Formiga’, cheio de cenas inéditas.

Veja a prévia legendada, que mescla humor e muita ação:

Primeira foto oficial do vilão de ‘Homem-Formiga’

Refilmagens de ‘Homem-Formiga’ retomam origem criminal do herói

“A próxima evolução do Universo Marvel no cinema traz um membro fundador dos Vingadores à telona pela primeira vez, em Homem-Formiga. Armado coma incrível habilidade de encolher em escala mas crescer sua força, o desenvolto ladrão Scott Lang deve abraçar o seu herói interior e ajudar seu mentor, Dr. Hank Pym, a proteger o segredo por trás de seu espetacular uniforme de Homem-Formiga de uma nova geração de ameaças que aumentam gradativamente. Contra obstáculos aparentemente insuperáveis, Pym e Lang devem planejar e executar um assalto que salvará o mundo”, diz a sinopse oficial.

As filmagens já foram encerradas. ‘Homem-Formiga‘, que vai encerrar a Fase Dois da Marvel no cinema, tem estreia marcada para 17 de julho de 2015.

Veja foto do set e arte conceitual do vilão Jaqueta Amarela

Paul Rudd (Scott Lang), Evangeline Lilly (Hope Van Dyne), Michael Peña, Corey Stoll, Bobby Cannavale, Abby Ryder Fortson, Wood Harris, David Dastmalchian, o comediante Neil Hamburger (também conhecido como Gregg Turkington), o rapper T.I., Judy Greer (‘Carrie – A Estranha’) e John Slattery, que retorna como Howard Stark (pai de Tony Stark), após uma breve participação em ‘Homem de Ferro 2’, completam o elenco.

O ator espanhol Jordi Mollà (‘Riddick 3’, ‘Bad Boys 2’) está no filme como Castillo, vilão que aparece no começo da trama, situada nos anos 1960. Especula-se que Castillo seja uma versão do presidente cubano Fidel Castro – que, inclusive, aparece nos quadrinhos da Marvel.

Michael Douglas não usará uniforme em ‘Homem-Formiga’

Após o diretor Edgar Wright (‘Todo Mundo Quase Morto’) ser demitido por “diferenças criativas” com a Marvel Studios, Adam McKay (‘Quase Irmãos’, ‘Tudo por Um Furo’) chegou a ser anunciado para substituí-lo mas também não assinou contrato, alegando conflitos de agenda. Peyton Reed (‘Separados pelo Casamento’, ‘Sim, Senhor’) é o novo diretor.

Adam McKay (‘Os Outros Caras’) escreveu a última versão do roteiro.

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Sarah Michelle Gellar divulga fotos da série ‘Segundas Intenções’

Sarah Michelle Gellar (‘Ringer’) divulgou novas imagens  da série ‘Segundas Intenções‘, que começa 15 anos após o filme acabou e segue Kathryn Merteuil lutando pelo controle da empresa Valmont International. Kate Levering viverá Annette,  papel desempenhado por Reese Witherspoon no filme.

Confira:

O roteirista e diretor do filme original, Roger Kumble (‘Tudo para Ficar com Ele’), roteirizou o primeiro episódio, que dará sequência aos eventos da trama estrelada por Reese Witherspoon e Ryan Phillippe.

Gellar voltará a interpretar Kathryn, que estará disputando a herança de sua família com o sobrinho Bash Casey, filho de Sebastian Valmont (Ryan Phillippe) e Annette Hargrove (Reese Witherspoon).

Após descobrir o diário de seu falecido pai, Bash descobre que tem um legado familiar a cumprir. Em busca de respostas, ele se muda para San Francisco para estudar na caríssima Academia Preparatória de Brighton. Lá, descobre um submundo de sexo, drogas e muito dinheiro.

Peter Gallagher (‘The O.C.’) foi escalado para viver Edward Valmon, um “poderoso e implacável bilionário magnata da hotelaria que tem várias posses financeiras”.

Como estão os astros de filmes de terror adolescente dos anos 90

O canal NBC aprovou o episódio-piloto.

Vale lembrar que o original ganhou duas sequências lançadas diretamente em Home Video, sem os astros ou a qualidade do primeiro filme.

O segundo filme foi dirigido por Roger Kumble para ser lançado como série de TV, mas como não foi aprovado pelo canal, os dois primeiros episódios foram reeditados em formato de longa-metragem.

Segundas Intenções‘ se passa em Manhattan, e acompanha Kathryn Merteuil (Sarah Michelle Gellar) e Sebastian Valmont (Ryan Phillippe), que  pertencem à uma rica família e vivem como irmãos, desde quando seus pais se casaram. Ele tem a fama de ser um incrível sedutor e gosta de manter tal reputação, enquanto que Kathryn, apesar de ser ainda mais amoral que ele, prefere fazer o gênero da jovem boa e comportada. Quando seu namorado a troca pela inocente Cecile Caldwell (Selma Blair), Kathryn decide se vingar e desafia Sebastian a um jogo, em que ele teria que seduzir e acabar com a reputação de Cecile. Sebastian por sua vez diz que o desafio é simples e não tem graça e mostra-lhe uma reportagem, na qual Annette Hargrove (Reese Whisterpoon), a filha do futuro diretor da escola preparatória que irão frequentar, diz que pretende se manter virgem até o casamento, afirmando ainda que seu namorado compreende a situação. Sebastian diz que isto sim é um verdadeiro desafio e Kathryn termina lhe propondo um novo jogo: se ele não conseguir levar Annette para a cama até o final do verão, seu carro, um magnífico Jaguar 56, será dela. Mas, se vencer, poderá fazer o que quiser na cama com a única mulher que não pode possuir: ela mesma.

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Universal adquire novo longa de Jennifer Lawrence com diretor de ‘A Grande Aposta’

O The Hollywood Reporter confirma que a Legendary – subsidiária da Universal Pictures – adquiriu ‘Bad Blood‘, o mais novo longa de Jennifer Lawrence. A direção e o roteiro serão de Adam McKay, que comandou o sensacional ‘A Grande Aposta‘.

Jennifer viverá  Elizabeth Holmes, uma jovem garota que desistiu da faculdade de Engenharia para fundar a empresa Theranos em 2003, especializada em criar diagnósticos médicos instantâneos à partir de uma gota de sangue.

Jennifer Lawrence pode ser substituída nos próximos ‘X-Men’ 

A revolucionária técnica revolucionou a medicina e atraiu bilhões de dólares em investimentos, transformando Holmes na mulher mais jovem dos Estados Unidos a se tornar uma bilionária sem ter recebido herança.

Em apenas onze anos, sua empresa já valia US$ 5 bilhões.

Lawrence parece ter gostado de viver uma empreendedora após estrelar ‘Joy: O Nome do Sucesso‘, em que interpretou responsável pela criação do utensílio doméstico conhecido como “Magic Mop” (Esfregão Mágico) em 1990.

Em breve, a atriz será vista no sci-fi ‘Passengers‘, ao lado de Chris Pratt.

 Elizabeth Holmes
Elizabeth Holmes

Perfect Illusion, nova música de Lady Gaga, em comercial de ‘American Horror Story’

Afinal, nada melhor do que unir uma música que está no topo do iTunes em 60 países com a série na qual sua protagonista também é cantora.

A seguir, você confere o novo comercial da 6ª temporada de ‘American Horror Story‘.

A trilha fica por conta de Perfect Illusion.

Assista, com os vídeos anteriores:

 

A série estreia por aqui dia 15 de Setembro, à 00h30. Nos EUA, a exibição acontece um dia antes.

 

‘A Chegada’: Ficção científica ganha dois vídeos legendados

A Chegada‘, do diretor Denis Villeneuve, ganhou dois vídeos legendados focados nos personagens de Amy Adams e Jeremy Renner.

Assista:

» Leia a nossa crítica (Nota: 10.0)

Lembrando que ao invés de 9 de Fevereiro de 2017, o filme agora aterriza no Brasil no dia 24 de novembro de 2016.

O filme abriu a 18ª edição do Festival do Rio, no começo de outubro, após passar por outros grandes festivais mundiais, chamando a atenção da crítica e do público.

Quando misteriosas naves espaciais aterrissam em todo o mundo, uma equipe de elite – liderada pela linguista Louise Banks – é reunida para investigar. Enquanto a humanidade hesita à beira de uma guerra mundial, Banks e sua equipe correm contra o tempo em busca de respostas – e para encontrá-las, ela terá de se arriscar pondo em perigo a própria vida e, muito possivelmente, a do resto da humanidade.

Jeremy Renner e Amy Adams estrelam. Esta é a nova parceria dos atores após o indicado ao Oscar ‘Trapaça’.

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‘The Good Fight’, spin-off de ‘The Good Wife’, é renovada para 2ª Temporada

O canal CBS divulgou em comunicado oficial a renovação para a segunda temporada do spin-off de ‘The Good Wife’, ‘The Good Fight‘.

The Good Fight‘ é ambientada um ano depois da série regular e traz um escritório de advocacia na tentativa de livrar um jovem advogado de um escândalo que está abalando sua estrutura pessoal e profissional.

Fazem parte do elenco principal: Christine Baranski, Cush Jumbo, Rose Leslie, Delroy Lindo, Sarah Steele, Paul Guilfoyle, Bernadette Peters e Erica Tazel.

Cada episódio da primeira temporada é liberado todos os domingos, e a expectativa é que a nova temporada estreie em fevereiro de 2018.

 

 

5ª temporada de ‘Ray Donovan’ ganha data de estreia e trailer sensacional

O canal Showtime liberou o primeiro trailer completo da aguardada 5ª temporada de ‘Rey Donavan’.

Neste ano, a atriz convidada é Susan Sarandon, que irá interpreta Samantha Winslow, a chefona de um estúdio hollywoodiano que precisará dos serviços de Ray. 

A temporada tem 12 episódios filmados e a exibição vai ser iniciada a partir de 6 de agosto.

Confira:

Vale lembrar que a série está ganhando notoriedade, sobretudo, por conta dos Emmys que vem concorrendo. Enquanto nas suas primeiras temporadas ela mal era notada pelos votantes, na edição 2016 já angariou nada menos que cinco indicações, sendo uma delas em Melhor Ator – Drama para Liev Schreiber, que concorreu à categoria pelo segundo ano consecutivo.

A série acompanha a vida do personagem titular (feito por Liev Schreiber), um homem que mantém uma agência com a função de dar um jeito nos problemas causados pelos ricos e famosos em Los Angeles. Enquanto lida com as neuroses das celebridades ele também precisa cuidar de sua família de origem irlandesa e cheia de problemas.

Rumor diz que Beyoncé pode cantar a música-tema do novo ‘007’

O tabloide britânico The Daily Star diz que Beyoncé poderá ser a voz da música-tema do 25º filme do espião.

A publicação cita que Adelle e Beyoncé chegaram a conversar sobre a ideia.

“As duas chegaram a conversar antes do primeiro encontro de Bey com os produtores e Adelle contou a ela como co-escrever e cantar uma música de Bond foi ótimo para sua carreira.”

Vale lembrar que um outro rumor afirma que Beyoncé ainda negocia com a Disney para realizar toda a trilha sonora do live-action de ‘O Rei Leão‘.

Os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli anunciaram no mês passado que o próximo 007 chega aos cinemas no dia 8 de novembro de 2019

O 25ª filme da franquia James Bond será escrito por Neal Purvis e Robert Wade, roteiristas de longa data dos filmes anteriores do personagem, incluindo ‘007 – Cassino Royale‘, ‘Quantum of Solace‘, ‘Skyfall‘.

 

 

‘Lá Vêm os Pais’: Netflix divulga trailer da nova comédia de Adam Sandler

A Netflix divulgou o trailer de ‘Lá Vêm os Pais‘ (The Week Of), nova comédia de seu contrato de exclusividade com Adam Sandler.

Assista:

O filme estreia globalmente na Netflix em 27 de abril de 2018.

A comédia conta a história de dois pais que são pólos opostos (Adam Sandler e Chris Rock) e o humor disfuncional que acontece quando suas famílias se reúnem para celebrar o casamento de seus filhos. Eles são forçados a passar a semana mais longa de suas vidas juntos e o grande dia não poderia demorar mais a chegar.

Lá Vêm os Pais‘ (The Week Of) é estrelado por Adam Sandler, Chris Rock, Rachel Dratch e Steve Buscemi. O filme é dirigido por Robert Smigel.

‘De Repente Uma Família’ terá pré-estreias em mais de 70 salas neste feriado!

A comédia ‘De Repente Uma Família‘ (Instant Family) só chega ao circuito comercial no dia 29 de novembro.

Mas para quem não aguenta mais esperar, o filme estará em cartaz em mais de 70 cinemas, em 11 cidades no Brasil em pré-estreias pagas de 15 a 20 de novembro, no feriado prolongado.

As praças são: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Manaus e Belém. Para garantir seu ingresso, Clique aqui!

Baseado na história real do diretor, a trama apresenta Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne), um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo, eles acabam se apaixonando pela adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam as suas vidas por inteiro.

Sean Anders (‘Pai em Dose Dupla’) dirige e roteiriza.

Assista:

‘Ad Astra’: Brad Pitt estampa novo cartaz da ficção científica

O aguardado ‘Ad Astra‘ ganhou seu primeiro cartaz estampado por Brad Pitt.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2450601144971254?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

 

Inicialmente previsto para janeiro deste, o filme havia sido adiado para 23 de maio e agora estreia em
20 de Setembro.

Ad Astra‘ é dirigido e co-roteirizado por James Gray (‘Z- A Cidade Perdida’), estrelado por Brad Pitt e produzido pela RT Features, empresa cinematográfica comandada pelo brasileiro Rodrigo Teixeira.

A ficção científica futurista trará Pitt no papel do engenheiro espacial levemente autista Roy McBride. Tommy Lee Jones viverá o pai de Pitt.

Após 20 anos da partida do seu pai para uma missão sem volta em Netuno, com objetivo de encontrar sinais de extraterrestres, McBride viaja pelo sistema solar para encontrá-lo e tentar descobrir por que sua missão falhou.

Ad Astra‘, que significa “para as estrelas” em latim, foi escrito por Gray e Ethan Gross.

O elenco ainda conta com Donald Sutherland.

BOMBA! ‘Mulher-Maravilha 1984’ pode ser lançado direto no streaming

Por essa, ninguém esperava. Com os cinemas fechados em todo o mundo por um período indeterminado de tempo, a Warner Bros. está discutindo se deve lançar o aguardado ‘Mulher-Maravilha 1984‘ diretamente no streaming e ignorar o lançamento nos cinemas. A informação foi revelada pelo TheWrap.

O site afirma que as discussões ainda são preliminares e permaneceram próximas do presidente da Warner, Toby Emmerich, e de seus principais conselheiros.

Até o momento, a diretora Patty Jenkins e o produtor Charles Roven não foram incluídos nas conversas.

Para os os especialistas da Warner, a preferência ainda é lançar o filme nos cinemas. Mas se a pandemia demorar mais que o esperado, o filme pode ser vendido em VOD, como a Universal e a Sony estão fazendo, com seus lançamentos custando na média dos US$ 20,00. É o mesmo valor médio do ingresso nos cinemas norte-americanos.

Como não há uma data estabelecida para a reabertura dos cinemas, pode haver uma escassez de datas favoráveis ​​quando os cinemas voltarem a abrir.

Até o momento, ‘Mulher-Maravilha 1984‘ está agendado para estrear nos cinemas em 4 de junho.

Roven e Jenkins gostariam que a estreia fosse adiada para agosto, já que o plano é que o filme seja exibido nos cinemas.

Por enquanto, encare tudo como um rumor.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

‘Linha de Ação’: Trailer do filme com Mark Wahlberg e Russel Crowe que está fazendo sucesso na Netflix

Linha de Ação‘, (Broken City), filme estrelado por Mark Wahlberg, Russel Crowe, Catherine Zeta-Jones e Kyle Chandler, entrou para a lista dos mais vistos da Netflix.

O suspense policial acompanha um ex-policial (Wahlberg) contratado pelo prefeito (Crowe) da cidade para descobrir se sua esposa (Zeta-Jones) está o traindo.

Com a confirmação, o amante da mulher é encontrado morto, e o ex-policial começa a procurar provas de que o prefeito é o assassino.  

Assista ao trailer:

Dirigido por Allen Hughes, o filme foi lançado em 2014 nos cinemas.

Conheça o suspense com Rosamund Pike e Joel Kinnaman que se tornou o filme mais visto da Netflix

Um suspense criminal inédito nos cinemas nacionais se tornou o filme mais visto da Netflix.

Lançado no Brasil diretamente pelo streaming, ‘O Informante‘ conquistou o 1º lugar entre os títulos mais vistos do catálogo.

Confira, com o trailer:

 

Na trama, depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.

Rosamund Pike, Joel Kinnaman e Common estrelam. Anna de Armas e Clive Owen completam o elenco.

O Informante‘ é dirigido por Andrea Di Stefano, a partir de um roteiro co-assinado por Rowan Joffe e Matt Cook.

 

‘Pânico’: Comercial traz cenas INÉDITAS do terror e Ghostface usando lança-chamas

Uma fã postou um comercial de ‘Pânico‘ (2022) que está sendo exibido no YouTube, e o vídeo traz cenas inéditas – incluindo Ghostface usando um lança-chamas.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O terror recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.

Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais.

A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.

Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira o trailer, a sinopse e siga o CinePOP no YouTube:

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

TERROR do diretor de ‘O Orfanato’ faz sucesso na HBO Max

Por vezes, joias escondidas da indústria cinematográfica passam longe do nosso radar em virtude de inúmeros blockbusters – e esse foi o caso de ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, uma das preciosidades fílmicas da década passada.

O filme, que foi considerado um fracasso nos cinemas, agora é um dos mais assistidos do ano na HBO MAX.

A história é uma apaixonante e comovente história de superação e amor que gira em torno de Conor (Lewis McDougall), um jovem garoto que descobre que sua mãe (Felicity Jones) foi diagnosticada com câncer terminal e que é visitado por um gigantesco monstros antropomórfico (Liam Neeson) que lhe contará três histórias diferentes.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Elogiado pela crítica especializada, o longa-metragem foi aplaudido pelo poderoso roteiro e pelas temáticas trazidas à telona, pela direção de J.A. Bayona (‘O Orfanato’) e pelos efeitos visuais – além de comentarem sobre as performances do elenco protagonista. Entretanto, a obra faturou apenas US$47 milhões nas bilheterias mundiais (contra US$43 milhões de orçamento).

‘Rocky’, ‘A História Sem Fim’ e os Grandes FLOPS do Cinema que Completam 33 Anos em 2023

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 33 Anos em 2023.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 33 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 33 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 33 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Suspense com Nicolas Cage e John Cusack que DIVIDIU os críticos faz sucesso na Netflix

Lançado originalmente em 2013, o suspense policial ‘Sangue no Gelo‘ chegou ao catálogo da Netflix e ficou semanas entre os títulos mais assistidos do streaming.

Baseada em uma história real, a trama dirigida por Scott Walker gira em torno do detetive Jack Halcombe (Nicolas Cage) e sua determinação em em acabar com a fúria assassina de Robert Hansen (John Cusack), um serial killer que tem silenciosamente perseguido vítimas pelas ruas de Anchorage por mais de 13 anos.

À medida que os corpos das mulheres começar a aumentar, o sargento Halcombe parte em uma caçada pessoal para encontrar o assassino.

Tudo fica ainda mais eletrizante quando a jovem Cindy Paulson (Vanessa Hudgens), escapa do monstro, levando Halcombe a crer que a lei poderá ser cumprida.

Lutando por sua vida, a adolescente tem o sargento Halcombe como seu único aliado, unindo-se a ele para trazer o serial killer à justiça.

Apesar de parecer uma premissa instigante, ‘Sangue no Gelo‘ não foi um sucesso unânime, dividindo os críticos com apenas 61% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as avaliações:

“Apenas mais uma adição a um gênero bastante desgastado e que está destinado a ocupar as caixas de pechinchas dos supermercados mais cedo do que o esperado.” – CineVue

“Aqui está uma prova da tensão considerável que pode ser criada por um elenco determinado a oferecer performances realistas junto a um diretor que mostra domínio na construção de personagens realistas.” IonCinema

“As cenas em que Cage encara o personagem de Cusack são a melhor coisa deste suspense mediano, que passaria despercebido sem a presença dos referidos astros.” – Movie Chambers

“Você vai descobrir que a tensão irá mantê-lo grudado na tela, graças ao tenso jogo de gato e rato entre os velhos astro de ‘Con Air’, Cusack e Cage.” – Metro UK

“O filme nos influencia a estarmos de luto pelo assassinato das mulheres ou empolgados com seus traumas, saboreando o seu abuso? Um filme de emoções baratas, que destroem quaisquer intenções de reflexão, resumindo o esforço de Walker à mais banal das entradas de filmes B.” – Blu-ray.com

‘A Princesa e o Sapo’: Disney CANCELA série focada em ‘Tiana’, sua primeira princesa negra

De acordo com o TVLine, a série animada ‘Tiana‘, baseada no filme ‘A Princesa e o Sapo‘, foi oficialmente engavetada pela Disney.

Originalmente anunciado em 2020, o projeto sofreu diversos problemas nos bastidores e atrasos, o que causou o seu cancelamento – uma vez que o streaming do Disney+ tem reduzido sua criação de conteúdo original para a plataforma.

No entanto, o site afirma que a roteirista Joyce Sherri seguirá em frente com a produção, que deve ser lançada apenas como um especial.

O longa-metragem original foi lançado em 2009 e trouxe John MuskersRon Clements como diretores.

Trabalhadora e ambiciosa, Tiana sonha um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, que foi transformado em sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe sapo tem esperanças de se tornar um humano novamente se Tiana beijá-lo.

Anika Noni RoseBruno CamposMichael-Leon WooleyJim CummingsJennifer CodyJohn GoodmanJenifer Lewis e outros fizeram parte do elenco de dublagem.

A produção foi aclamada pela crítica especializada, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e três indicações ao Oscar (incluindo Melhor Animação). Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$271 milhões ao redor do mundo.

37ª Mostra de Cinema de São Paulo: Wakolda

HUMANIZAR SEM VITIMIZAR

 

O terceiro filme da argentina Lucía Puenzo possui narrativa ágil e enxuta. Wakolda enfoca o período no qual o médico Josef Mengele (Alex Brendemühl) esteve refugiado na Argentina. Com identidade falsa, ele conseguiu fugir para o Paraguai até morrer em Bertioga, Brasil…

Wakolda (nome de uma boneca) narra a relação de Mengele com a família da pequena Lilith. Filha de mãe alemã e pai argentino, Lilith é a narradora. Por seus olhos inocentes, vemos Megele usando os membros dessa família como cobaias em sua busca pela pureza e perfeição.

Falar de um sujeito que praticou experiências com seres humanos nos campos de concentração é um duplo desafio. Primeiro, para não recair na caricatura. O caminho simples é tratar figuras do naipe de Mengele como um demônio. O outro desafio é não vitimizar uma figura como ele. Em se tratando de nazismo, esse último desafia é mais tranquilo, afinal, não é fácil tornar vítima um grupo que cometeu algumas das maiores atrocidades da história humana.

Assim, Lucía Puenzo consegue criar um Mengele esférico, que realmente parece um ser humano real, com defeitos e qualidades. É possível reconhecê-lo como uma figura verossímil sem esquecermos de seu lado cruel. Ganhamos duplamente com isso. Primeiro, porque nos lembramos da banalidade do mal. A maldade não nasce de monstros, mas de sujeitos normais. A segunda vantagem, lembrar aos cineastas brasileiros de que, para humanizar um criminoso, não é preciso transformá-lo em vítima.

Nota: Nesta quinta, dia 07 de novembro, é o último dia da Repescagem da Mostra de São Paulo.

10 Séries para MARATONAR em algumas horas!

Quem ama séries já sabe que quando a obra é boa uma maratona é iminente! Pensando em algumas séries viciantes, separamos abaixo uma lista poderosa com 10 séries para maratonar em algumas horas!

 

O Dia do Chacal (Disney Plus)

Na trama, trazida para o presente em uma Europa cheia de conflitos políticos, conhecemos um assassino de aluguel de alcunha o Chacal (Eddie Redmayne), contratado para realizar serviços quase impossíveis. Vivendo num casa luxuosa e repleta de mentiras ao lado da esposa Nuria (Úrsula Corberó), o protagonista tem um último serviço para enfim tentar a aposentadoria. Mas Bianca (Lashana Lynch), uma agente do MI6, está cada vez mais perto de descobrir seus planos.

 

Você Faria o Mesmo (Apple Tv Plus)

Numa noite, um ônibus é sequestrado e os bandidos são encontrados mortos pela polícia. As únicas testemunhas são alguns passageiros que estavam na hora do crime que juram ter visto um homem encapuzado matar os bandidos. Só que a polícia começa a desconfiar e algumas verdades começam a aparecer sobre o que aconteceu naquele ônibus.

 

Matéria Escura (Apple Tv Plus)

Na trama acompanhamos um pacato professor formado em física que certo dia se vê de frente com uma situação inusitada sendo apresentado a uma versão alternativa da própria vida. Ao longo do tempo muitas surpresas vão estar pelo caminho e escolhas precisarão serem feitas.

 

Disclaimer (Apple Tv Plus)

Na trama conhecemos uma jornalista de sucesso que certo dia percebe ser a personagem principal de um livro que começa a circular entre seus conhecidos próximos. A partir disso um segredo do passado e suas versões começam a aparecer aos poucos em uma trama cheia de reviravoltas.

 

Station Eleven (Max)

Na trama, até certo ponto complexa, com muitos paralelos nas suas linhas temporais, conhecemos uma figura central de todos os personagens, Arthur Leander (Gael García Bernal), um ator muito famoso que está estreando uma adaptação da peça Rei Lear de William Shakespeare. Acontece que ele sofre um infarto e morre no meio da peça. Sabendo dessa informação, alguns personagens, ou que estavam presentes nesse dia ou que faziam parte da vida de Arthur, vão precisar fazer escolhas e lutar pela sobrevivência 20 anos depois quando uma gripe terrível e mortal matou mais de 90% da população mundial. Mas será que seus destinos vão se cruzar?

 

Meu Querido Zelador (Disney Plus)

O egocentrismo do desequilíbrio. Explorando conflitos de um enigmático protagonista que mora faz mais de 30 anos em um prédio onde é o zelador durante todo esse tempo, o seriado argentino Meu Querido Zelador nos leva para uma jornada com paradas na psicologia, na sociologia, onde assistimos um metódico modo de pensar egoísta entrar em descontrole. Com uma narrativa puxada para a comédia, brilha o veterano ator argentino Guillermo Fancella.

 

Som na Faixa (Netflix)

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões.

 

Barry (MAX)

Na trama, acompanhamos um depressivo assassino profissional chamado Barry (Bill Hader) que mora no meio-oeste norte-americano. Quando é chamado para um serviço em Los Angeles, de forma inusitada, acaba parando em uma aula de teatro, fato que o faz repensar muito sobre seu momento e sua vida como um todo. Agora, buscando o equilíbrio entre sua profissão arriscada e o novo mundo que aparece em sua frente, Barry passará por enormes conflitos emocionais em busca de dias melhores.

 

Gente Ansiosa (Netflix)

Na trama, lançada no final de 2021 na poderosa rede de streaming, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir enfim quem foi o responsável por tal ato.

 

Noite de Verão (Netflix)

Uma reunião familiar. Um segredo a contar. Partindo dessas duas variáveis a minissérie norueguesa Noite de Verão nos leva até ultrapassagens do limite moral, histórias se entrelaçando num presente momento. Nesse engenhoso e surpreendente roteiro criado por Per-Olav Sørensen, com cinco episódios de 30 minutos, a brilhante minissérie contorna crises existenciais que logo se mostram grandes aprendizados. Inveja, egoísmo, imaturidade, desabafos, dilemas encontram caminhos para serem demonstrados guiados por um elenco impecável.

Os 8 Filmes Slasher de Acampamento Mais Famosos do Cinema

O cinema é realmente uma coisa maravilhosa. Dentro de cada tópico de assunto de um gênero existe uma especificidade, criando os subgêneros. Por exemplo, do terror tiramos os filmes slasher – produções geralmente protagonizadas por adolescentes nas quais um assassino quase sempre mascarado usa uma arma de corte para perseguir e matar os jovens. Dentro deste subgênero temos ainda algo mais específico, que são os filmes de acampamento – imortalizados pelo clássico absoluto e um dos maiores representantes do slasher, Sexta-Feira 13 (1980).

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar os oito filmes mais famosos do slasher de acampamento no cinema. Veja abaixo, não esqueça de comentar e dizer se já viu todos e quais seus preferidos.

Acampamento Sinistro (Sleepway Camp, 1983)

Seguindo de perto no rastro de Sexta-Feira 13 (1980), este filme se tornou um dos mais cultuados do segmento. Adquirindo uma verdadeira legião de fãs, o longa caiu no gosto dos aficionados devido a seu final incrivelmente surpreendente – que por sua vez remete (novamente) ao citado ápice do subgênero acima. Na trama, os pais da jovem Angela (Felissa Rose) morrem e ela termina criada pela tia ainda muito pequena. Na adolescência, ela é mandada ao lado do primo a um acampamento de férias, onde pouco tempo depois, brutais assassinatos começam a ocorrer. Assim como Sexta-Feira 13, este é um whodunit, um filme no qual temos que descobrir o assassino dentre todos os personagens. Algumas sequências foram produzidas, mas não obtiveram o mesmo impacto.

Chamas da Morte (The Burning, 1981)

Este é um dos filmes do qual a nova temporada de AHS mais pega emprestado. Produzido por Harvey Weinstein, a ideia para o longa foi baseada numa lenda urbana nova yorkina. Na trama, uma brincadeira sai terrivelmente errada, quando um grupo de adolescentes num acampamento ateia fogo no zelador do local, Cropsy (Lou David). O sujeito passa anos em coma num hospital, somente para levantar e retornar ao acampamento, onde irá exercer sua vingança com uma grande tesoura de jardinagem. O terror marca a estreia de alguns rostos conhecidos, como a vencedora do Oscar Holly Hunter (O Piano), Jason Alexander (o George de Seinfeld), Fisher Stevens (Um Robô em Curto Circuito) e Brian Backer (Picardias Estudantis e Loucademia de Polícia 4). A trilha de Rick Wakeman, da banda Yes, é similar à confeccionada para Sexta-Feira 13.

Stage Fright (2014)

Um dos mais diferentes, criativos e recentes exemplares do subgênero, Stage Fright é ao mesmo tempo uma comédia e um filme de terror – seguindo mais a linha de produções dos slasher pós-Pânico (Scream), de Wes Craven. Aqui, temos um acampamento diferente, voltado para as artes e para a música. Mas, como nos melhores no estilo, infestado de mortes violentas causadas por um assassino mascarado. Aqui temos também uma mocinha traumatizada, que teve a mãe, uma famosa artista do teatro, assassinada ainda na sua infância. Por se tratar de um longa com temática de músicas e canções, Stage Fright é, ele mesmo, um musical igualmente.

Psicose para Matar (Cheerleader Camp, 1988)

Para se diferenciar dos demais e da mesmice, algumas produções da época, mesmo fazendo parte do subgênero, tentavam dar uma temperada em sua trama. Esta obra de 1988 trouxe como atrativo um acampamento somente para líderes de torcida. Mesmo fazendo parte da seara de filmes da década de 1980, Psicose para Matar já acrescentava muito humor intencional em seu roteiro, sendo considerado também uma comédia. Na trama, a protagonista Alison (papel de Betsy Russell – a Jill da franquia Jogos Mortais) decide se juntar às amigas no tal acampamento, local onde… você acertou, as garotas começam a aparecer mortas uma a uma.

Madman (1981)

Os jovens são inconsequentes e gostam de brincar com fogo. Bem, muitas vezes terminam queimados. É exatamente o que ocorre neste slasher, quando um grupo de adolescentes evoca o assassino em massa Madman Marz – chamando seu nome! E não é que o serial killer aparece, tocando novamente o terror no acampamento!

Terror nos Bastidores (The Final Girls, 2015)

Outro exemplar recente e que brinca muito com a estrutura e fórmula de produções no estilo. De maneira muito criativa, o filme arruma uma forma inusitada de homenagear tais obras, adicionando humor à mistura. Uma carta de amor à franquia Sexta-Feira 13, o filme traz como protagonista uma jovem (Taissa Farmiga), cuja mãe era estrela de produções deste estilo de terror (papel de Malin Akerman). Sua mãe termina falecendo num acidente de trânsito. Alguns anos depois, uma maratona irá exibir no cinema o tal filme estrelado por ela – e a protagonista ao lado dos amigos estarão na primeira fila. Um acidente sobrenatural os joga diretamente dentro do filme, ao lado dos personagens, onde mãe e filha poderão interagir por uma última vez – enquanto tentam sobreviver a um assassino no melhor estilo Jason Voorhees.

O Pesadelo (Twisted Nightmare, 1987)

Este filme possui uma curiosa ligação com Sexta-Feira 13 – Parte 3 (1982), apesar de que a esta altura a franquia de Jason já se encontrava em sua sétima parte. O longa foi filmado no mesmo set da Parte 3 e utiliza até mesmo uma cena de morte como homenagem, tendo uma de suas vítimas morta por um ancinho – na forma em que simula um efeito 3D (o terceiro Sexta-Feira 13 foi lançado utilizando a tecnologia na época). Na trama, um grupo de jovens ganha uma viagem ao acampamento onde estiveram quando criança. Bom, desta vez a excursão não será tão alegre e mortes começam a ocorrer. Tudo pode estar conectado com o desaparecimento de uma criança deficiente anos antes.

Just Before Dawn (1981)

Um dos primeiros do subgênero, seguindo de perto o sucesso de Sexta-Feira 13 no ano anterior, este longa conta com a presença do renomado George Kennedy (vencedor do Oscar por Rebeldia Indomável) no elenco, dando algum respaldo e credibilidade à produção. Na trama, um grupo de jovens decide acampar numa floresta nas montanhas, enquanto examinam a terra que compraram. Logo, eles são surpreendidos por um maníaco portando um facão bem afiado. Kennedy interpreta o guarda florestal que tenta ajudar os desavisados jovens. O filme conta ainda com Gregg Henry (Seres Rastejantes e Dublê de Corpo) em início de carreira, como um dos protagonistas.

Bônus:

Sexta-Feira 13 (1980)

Por mais óbvio que possa parecer, não poderíamos terminar esta lista sem falar do “pai” dos filmes slasher de acampamento! Sexta-Feira 13 foi produzido para pegar clara carona no sucesso de Halloween, e a além de ter feito mais sucesso (de bilheteria pelo menos – já que tinha um grande estúdio por trás ajudando na distribuição) que seu homenageado, terminou por dar origem a um novo subgênero, os filmes de acampamento. Na trama, um grupo de monitores viaja a um local inóspito, a fim de reformarem o Campo Crystal Lake para sua reabertura. Alguém, no entanto, tem outros planos e não deseja que o acampamento “maldito” volte a funcionar. Como se tornou esperado e uma fórmula de filmes assim, o assassino só é revelado de surpresa ao desfecho. Nas inúmeras continuações que seguiram, um novo assassino, Jason, se tornou uma superestrela, pairando como ícone pop do cinema.

Os 50 Anos dos Blockbusters no Cinema

Todo fã de cinema conhece o conceito dos “blockbusters” ou arrasa-quarteirões. Em resumo, bem resumido, são os filmes que deixam de ser filmes e se tornam eventos culturais. Porém, ainda existe confusão sobre o que de fato cria um blockbuster. Muitos acreditam que os blockbusters são planejados e dependem unicamente do tamanho de seu orçamento. Hoje, a coisa até pode ser assim. É só pensar que os filmes mais caros serão os que terão mais retorno financeiro.

Mas se formos olhar para os primórdios dos blockbusters, para os filmes que deram origem ao conceito, entenderemos que os blockbusters quem faz é o público. Ou seja, são os filmes que caem nas graças dos espectadores, e eles sim o elegem e o transformam em fenômeno. Alguns blockbusters hoje até tentam ser fabricados, mas nem todos conseguem.

‘Tubarão’, de Steven Spielberg, com mais de US$200 milhões nos EUA, foi o primeiro blockbuster da história do cinema.

Em 2025 os blockbusters fazem 50 anos de idade. Pois é, querido leitor, temos apenas meio século com estes filmes que atingiram um novo patamar. Se levarmos em conta que o cinema tem 130 anos, a coisa é relativamente recente. E qual foi o primeiro blockbuster da história, você pergunta? Esta resposta, todo cinéfilo de carteirinha sabe. Foi ‘Tubarão’, de Steven Spielberg. Este filme foi lançado em 1975 e está completando 50 anos este ano – trazendo consigo um rastro de meio século dos blockbusters.

É claro que antes de ‘Tubarão’ já tínhamos grandes sucessos da sétima arte. Obras lendárias como ‘E o Vento Levou’ e ‘O Mágico de Oz’ podem ser consideradas algumas das superproduções da sétima arte. O que acontece é que depois da revolução cultural da década de 1970, e a chegada de realizadores que formavam “a nova Hollywood”, a forma de consumo dos filmes mudou, e o contato do público com tais obras também. Era aberto um espaço maior de entretenimento, de produções mais dinâmicas, que visavam entregar um espetáculo antes inimaginável ao espectador.

Os blockbusters no cinema completam 50 anos em 2025. Isso porque ‘Tubarão’ também completa a mesma idade.

Tubarão’, bancado pela Universal Pictures, custou ao estúdio US$7 milhões. Para o comando foi trazido um diretor novato, mas cheio de aspirações. Seu nome: Steven Spielberg. Hoje, já foi muito relatado em entrevistas, vídeos e livros, o pesadelo que o jovem de então menos de 30 anos passou no comando da obra. Nada funcionava. O boneco mecânico do tubarão só quebrava. E o cineasta descobriu da pior maneira o que significa filmar na água. É irônico, como em muitos casos no cinema, ‘Tubarão’ era para ter se tornado um fiasco. Mas quando o produto ficou pronto, foi a sensação do verão norte-americano de 1975. Literalmente tirando as pessoas das praias para as salas de cinema. Ao término das sessões, as filas se formavam de novo.

Tubarão’ estreou no seu primeiro fim de semana com o exato valor de seu orçamento, se pagando nos primeiros três dias. É claro que o longa permaneceu em cartaz por muito tempo – e qual cinema era louco de tirá-lo de cena? Na América do Norte, o filme terminou sua carreira com US$267 milhões. Ou seja, por isso recebeu o título de primeiro blockbuster de todos, sendo o primeiro filme a atingir esse valor na história de Hollywood. Pelo resto do mundo a coisa foi ainda melhor, já que naquela época, ‘Tubarão’ chegou perto do meio bilhão de dólares, com US$ 477 milhões mundiais. Algo impressionante e sem precedentes.

Mesmo com filmes como ‘Rocky’, ‘Superman’ e ‘Alien’, depois de ‘Tubarão’, o próximo blockbuster seria ‘Star Wars’.

Na segunda metade dos anos 1970, ainda teríamos grandes sucessos do cinema, como ‘Rocky – Um Lutador’ (1976), ‘Superman – O Filme’ (1978) e ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979). Todos se tornaram filmes muito queridos, mas havia ficado estipulado por ‘Tubarão’ que para se tornar um verdadeiro blockbuster, um filme precisava ultrapassar a marca de US$200 milhões dentro dos EUA. E nenhum destes atingiu esta meta. O próximo filme que viria a realizar o feito iria ainda mais longe, criando um universo próprio, e mesclando como nunca o cinema e a cultura popular.

É claro que falamos de ‘Star Wars’, antes conhecido como ‘Guerra nas Estrelas’. Criado pelo amigo de Steven Spielberg, e também parte do movimento da “nova Hollywood’, George Lucas escreveu, produziu e dirigiu a aventura espacial com toques de cinema matinê, que estreou em 1977. Uma aposta arriscadíssima, em um filme que misturava ficção científica, aventura, efeitos especiais revolucionários, maquiagem, criaturas, robôs, em um produto antes tipicamente consumido por crianças.

Com ‘Star Wars’, George Lucas conseguiria transformar sonho e realidade, e criar uma marca que gera lucro até hoje.

A aventura espacial de George Lucas bebeu em muitas fontes para criar sua mitologia, em especial os seriados de matinê exibidos nos cinemas nas manhãs dos fins de semana, antes da criação da televisão. ‘Star Wars’ capturou a imaginação dos fãs de cinema e atingiu um público muito maior do que o planejado, pois criou algo sem precedentes para a sétima arte. George Lucas começava a demonstrar que não existia limites para a imaginação e que o cinema era realmente um lugar de magia, de sonhos, onde tudo poderia virar realidade.

Star Wars’ se tornou um passo acima de ‘Tubarão’, em especial porque criou algo que ainda dá frutos até hoje. E não apenas isso, como também se tornou uma das maiores marcas do entretenimento mundial, um empreendimento multibilionário, que domina diversas vertentes, como parques temáticos, videogames, animações, livros, quadrinhos, brinquedos, séries de TV e, claro, filmes. ‘Tubarão’ ganhou três Oscar e foi indicado para melhor filme naquele ano. ‘Star Wars’ também foi indicado para melhor filme no Oscar, e levou para casa outras seis estatuetas.

O próximo filme a ser considerado um blockbuster legítimo seria ‘O Império Contra-Ataca’, de 1980, a continuação de ‘Star Wars’.

Essa fase inicial dos blockbusters misturava cinema entretenimento na sua melhor forma, com a qualidade de um cinema de alto padrão, e o prestígio de prêmios. Qualidade essa que veio se diluindo até chegar aos dias de hoje. ‘Star Wars’ custou US$11 milhões, e arrecadou só na América do Norte US$460 milhões. Mundialmente, fez impressionantes US$775 milhões. Nem mesmo o trabalho seguinte de Steven Spielberg, o pai de ‘Tubarão’, conseguiria se tornar um blockbuster. ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ foi lançado no mesmo ano de ‘Star Wars’ e foi eclipsado pela aventura espacial. ‘Contatos…’ mostra da forma mais realista até então, a visita de seres de outro planeta na Terra, um tema que fascina o diretor.

O terceiro blockbuster da história viria pelas mãos de George Lucas novamente. E sem grandes surpresas, ele era a continuação de ‘Star Wars’. O primeiro filme da saga começa com um texto em que o anuncia como o episódio 4. Se não tivesse dado certo, ficaria por aí mesmo. O final, apesar de vermos nitidamente que o vilão não morreu, é fechadinho e não deixa necessariamente a porta aberta. Mas o sucesso absurdo garantiu o episódio 5. E para a surpresa de todos, ele era ainda melhor que o filme original, embora mais sombrio e melancólico.

Depois de criarem os blockbusters com ‘Tubarão’ e ‘Star Wars’, Steven Spielberg e George Lucas se uniram em ‘Indiana Jones’.

O Império Contra-Ataca’ foi lançado em 1980, e não fez o mesmo sucesso financeiro que o anterior. A continuação acrescentou muito à mitologia original, apresentando novos personagens e novas questões; além de possuir a maior reviravolta que o cinema já viu, quando ao final é revelada uma paternidade inesperada, que mexeu com os alicerces do que poderia ser um roteiro de um filme de entretenimento – ou seja, mexer com as emoções do público em outro nível. ‘O Império Contra-Ataca’ custou US$18 milhões e arrecadou nos EUA US$292 milhões, mundialmente fazendo US$550 milhões. Mas seu maior feito foi ser considerado pelos fãs como o melhor filme da saga até hoje.

Os blockbusters surgiram no fim da década de 1970. Mas foram apenas dois filmes que causaram tamanha comoção. Esse número aumentou na década seguinte, por isso dizemos que os arrasa-quarteirões engataram mesmo nos anos 1980. Na primeira metade da década, George Lucas e Steven Spielberg se revezavam criando a cada ano um novo blockbuster. A dupla de amigos é considerada os pais deste cinema grandioso. Daí vieram ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ (1981), ‘E.T. – O Extraterrestre’ (1982) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983), todos superando a marca em bilheteria para se tornar um blockbuster verdadeiro.

No início dos anos 80, Spielberg e Lucas se revezavam a cada ano lançando um novo blockbuster. ‘E.T.’ e ‘O Retorno de Jedi’ estão na lista.

Em 1984, outros estúdios e diretores resolviam entrar na brincadeira, confiando no carisma de seus astros. Lucas e Spielberg começavam a perder um pouco de força a partir daí, mas não deixaram de ser a cara da década, em especial o pai de ‘Tubarão’ e ‘E.T.’. O segundo ‘Indiana Jones’, considerado o mais sombrio e de forma geral o menos apreciado da trilogia original, não chegou perto do sucesso do primeiro e não se tornou um blockbuster legítimo, arrecadando menos de US$200 milhões em seu país de origem. Por outro lado, comédias de ação e fantasia como ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’ se juntavam ao clube dos blockbusters, impulsionados pelos carismas de Bill Murray e Eddie Murphy, respectivamente.

Curiosamente, na década de 1980, teríamos apenas mais dois blockbusters legítimos: ‘De Volta para o Futuro’ (1985) e ‘Batman’ (1989). Nem mesmo as sequências ‘Indiana Jones 3’, ‘De Volta para o Futuro 2’ e ‘Os Caça-Fantasmas 2’ conseguiram atingir o status de blockbuster. Eles fizeram sucesso sim, e mundialmente fizeram fortuna, mas não chegaram à marca de US$200 milhões no mercado interno. Ou seja, com o fim dos anos 1980, tínhamos ao todo 10 blockbusters.

Em 1984, nem Spielberg e nem Lucas, os blockbusters foram ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Um Tira da Pesada’.

Esse número aumentaria significativamente com a chegada de mais uma década, os anos 1990. Com o surgimento do CGI e o investimento cada vez maior em superproduções, a nova década elevou o jogo em todos os sentidos. Mais do que isso, as “regras” para definir os blockbusters agora haviam mudado. Isso porque o mercado internacional começou a contar muito, e os estúdios prestaram atenção nisso. Por exemplo, um filme não dependia mais unicamente de sua bilheteria no próprio território. Ele poderia lucrar muito mais internacionalmente e se tornar um sucesso, mesmo que dentro dos EUA não tivessem ultrapassado a marca de US$200 milhões.

Esse efeito também serviu para apontar a diferença entre os continentes e países, no que diz respeito ao gosto. Por exemplo, alguns filmes são produzidos com o público americano em mente, em especial os filmes de esportes como o baseball. Isso prova que certos filmes fazem enorme sucesso nos EUA, mas passam em branco em outros locais pelo mundo, como o Brasil, por exemplo. Em contrapartida, alguns filmes caem nas graças dos fãs pelo mundo, mesmo que nos EUA não tenham se tornado fenômeno.

A segunda metade dos anos 80 apresentaram apenas dois blockbusters: ‘De Volta para o Futuro’ e ‘Batman’.

A década de 1990 serviu também para redefinir o jogo em termos de o quanto um filme poderia arrecadar em bilheteria. Isso porque em 1997 foi lançado ‘Titanic’, um filme problemático, que muitos classificavam prematuramente como fracasso (por ter estourado o orçamento e o prazo da produção). Demonstrando que nunca se deve apostar contra ele, James Cameron entregou um filme que se tornou sensação mundial, e o primeiro longa da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria pelo mundo.

Bem, se o mundo fosse justo mesmo esse título pertenceria a outro filme. Clássico dos clássicos dos anos 1990, ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, de 1993, fez estrondosos US$914 milhões mundiais, e por muito pouco não se tornava o primeiro filme bilionário na história do cinema, ainda no início da década. Hoje, o filme ultrapassou essa marca (meio que como uma questão de honra) devido a diversos relançamentos nos cinemas. Ao contrário de ‘Jurassic Park’, ‘Titanic’ não precisou de uma segunda vez nos cinemas (embora também tenha tido várias) para atingir a marca. O filme parecia nunca deixar as salas de cinema, você lembra? Era preciso diversas idas até finalmente encontrar vaga em algum horário para conseguir assistir ao fenômeno.

‘Titanic’, em 1998, foi o primeiro filme da história a ultrapassar a marca de US$1 bilhão mundial. ‘Jurassic Park’ por pouco não chegou.

Hoje, o que seria classificado como blockbuster não mais é medido por US$200 milhões nos EUA, mas sim por US$1 bilhão no mundo. Hoje temos o chamado “clube do bilhão”, um seleto grupo de filmes cuja popularidade parece poder ser sentida até na lua. É claro que hoje também temos um investimento gigantesco nestas superproduções, já que vivemos numa era de excessos. A grande diferença, como dito no início, é que esse espetáculo cada vez maior acabou sacrificando boas histórias e personagens. A coisa hoje funciona como uma busca desenfreada pelo sucesso, já que a indústria se profissionalizou em blockbusters. E não mais o sucesso como consequência da qualidade.