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Rumor sugere que a Marvel planeja filmes e séries solos dos ‘X-Men’

Mais um dia, mais um rumor. Enquanto a compra da Fox pela Disney é finalizada pelos executivos e advogados dos estúdios, rumores prevendo o futuro dos personagens da Marvel pipocam na internet. O mais recente sugere que a casa do Homem de Ferro estaria planejando filmes solos para os ‘X-Men‘.

A história começou quando um usuário do fórum Reddit chamado ixconkid publicou a seguinte mensagem:

“Eles definitivamente têm planos de fazer alguns filmes solo de X-men. Essa é outra razão pela qual Fiege está animado para recuperar os X-men. Tantos podem ser desmembrados ou ter um papel MUITO mais importante do que o jeito que a Fox fez o público e os fãs pensarem. Confie em mim, meu amigo, ele tem planos.”

O primeiro ponto de dúvida neste comentário é o fato do sobrenome de Kevin Feige, atual presidente da Marvel, estar escrito errado. Porém, este mesmo usuário já publicou uma foto exclusiva de ‘Capitã Marvel‘, não vista em nenhum trailer até agora, e garante que possui uma fonte de confiança no estúdio. Pois então, seguimos com as mensagens.

Incrédulo do que havia sido publicado, um outro usuário comentou:

“100% de certeza que isso não vai acontecer. Todos eles são personagens baseados em equipes, definidos por seus momentos como equipe. Os fãs de X-Men literalmente enlouqueceriam se certos personagens tivessem franquias solo e não seus favoritos. Além disso, como eles vão se encaixar em franquias solo e uma franquia de equipe, além do Quarteto Fantástico e mais 10 franquias que eles têm? É completamente irracional e não é possível”

Então ixconkid rebateu:

“Você está literalmente esquecendo o momento em que os X-Men estão integrados ao MCU. Outros heróis estarão pendurando as capas. Você está olhando muito à frente. Há milhares de X-men que não vão estar no time, vamos começar por aí. Alguns vão ser novos que nunca vimos, para a diversidade e etc. Fiege vai ter uma abordagem de retorno ao lar para os X-men, para diferir do universo da Fox, e haverá um ou dois filmes a partir dessa franquia também. Quarteto Fantástico é fácil de fazer. Requer um filme para colocá-los no MCU. Eles não planejam fazer as típicas trilogias solo no futuro. Eles também planejam usar a Disney+ para filmes e séries e adotar uma abordagem massiva para alguns heróis, se cruzando também. Sem mencionar que eles estão planejando fazer até quatro filmes por ano. Eles têm bastante espaço para fazer um filme de equipe e dois filmes solo por ano, ou três filmes solo por ano se quiserem, mais a Disney+ para mais heróis que Fiege planeja fazer.”

Ele continua:

“Eles definitivamente planejam fazer filmes e séries no Disney+ para personagens menores que eles acreditam não precisar de um grande filme de Hollywood, e planejam dar a certos X-men filmes solo spin off. Se eu tivesse que confiar em minha fonte pessoal que tem 99% de certeza e me deu informações eu compartilhei com todos no Reddit em relação a você? Me desculpe, eu fico com ele. Mas se você for contra, definitivamente não vai gostar dos planos do Feite INCLUINDO Wolverine”

Eita! Agora a p*rra ficou séria! Será que a Marvel não planeja incluir Wolverine em seu universo tão cedo? Ou o aguardado encontro do herói pode não acontecer? Por que não iríamos gostar dos planos de Feige? Isso só o futuro nos dirá!

‘The Lighthouse’: Filme do diretor de ‘A Bruxa’ ganha trailer sombrio

The Lighthouse, filme do aclamado diretor Robert Eggers (A Bruxa), ganhou um novo trailer.

Assista:

O terror fez um enorme sucesso após sua estreia no Festival de Cannes e já aumentou as expectativas para quando chegar aos cinemas brasileiros. O longa recebeu sua primeira nota no agregador de reviews Rotten Tomatoes, abarcando uma pontuação perfeita: 100% de aprovação.

A nota é uma das maiores da história do site, fincando-se em 9.03/10 baseada em, por enquanto, 31 críticas especializadas. O consenso geral diz que o filme é uma “arrepiante história brilhantemente filmada e liderada por performances poderosas”, acrescentando que estabelece mais uma vez Eggers como um cineasta de talento excepcional.

“Eu amei A Bruxa, mas The Lighthouse está em outro nível. A construção imagética é brutal, Pattinson & Dafoe estão extraordinários. Eggers parece acreditar que, para fazer um filme de época, você deve também ressuscitar sonhos, pesadelos, linguagem e contos do mar”.

“Pattinson e Dafoe entregam as melhores performances de suas carreiras no insano e estupendamente bem produzido The Lighthouse. Um manicômio no meio do oceano; um antigo poema irlandês de desejo e orgulho. Meu coração ainda está acelerado”.

The Lighthouse – Dois homens ilhados no meio do mar lentamente enlouquecem. Absolutamente fenomenal, visceral, intenso. […] Willem Dafoe e Robert Pattinson estão incríveis”.

The Lighthouse é absolutamente incrível. Eu já gostava de Pattinson antes, mas ele está muito melhor aqui. Melhores papéis da carreira para ele e para Dafoe”.

“O pesadelo de Robert Eggers é a melhor coisa no Festival de Cannes 2019, com performances chocantes de Willem Dafoe e Robert Pattinson”. 

O filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

A trama é sobre uma dupla de homens que cuidam de um farol na Nova Escócia no início do século XX.

The Lighthouse será produzido pela A24, que tem como um de seus produtores o brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features – também de ‘A Bruxa‘.

A estreia acontece em 2019.

‘Planeta dos Macacos’: Novo filme não será um reboot, mas sim uma sequência

Quando a Disney anunciou um novo filme da franquia ‘Planeta dos Macacos‘, não foi revelado se a produção seria um reboot dos originais lançados na década de 1970 ou uma continuação da recente trilogia.

No entanto, nos últimos dias surgiram rumores de que se tratava mesmo de um reboot, o que não é o caso.

O diretor Wes Ball, responsável pela futura adaptação, esclareceu que o longa irá continuar o legado de César, protagonista dos últimos filmes.

“Nunca foi tão fácil para os jornalistas de cinema entrarem em contato com as pessoas que realmente podem responder suas perguntas… Mas alguns continuam dando informações sem checar os fatos. Independentemente disso, não se preocupem… Não vou estragar as surpresas, mas posso dizer que o legado de César vai continuar.”, afirmou.

Apesar do esclarecimento, agora resta saber do que se trata a história. Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Anteriormente, Ball também revelou que está animado para trazer um novo ponto de vista à franquia.

“Eu vou dizer isso sobre ‘Planeta dos Macacos‘… Eu cresci assistindo ao original e amo a recente trilogia. Eu só faria isso se sentisse que poderia oferecer algo especial, além de honrar o material que veio antes. Estamos preparando um capítulo incrível para essa franquia.” 

O primeiro ‘Planeta dos MacacosA Origem’ conquistou 82% de aprovacão da crítica especializada, enquanto ‘Confronto’ obteve 91%. Já ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ obteve a maior porcentagem, conquistando 93%.

 

 

‘Pânico’: Neve Campbell se diverte com o novo elenco em vídeo do set

As filmagens do novo ‘Pânico‘ (2022) acabaram na última semana, mas somente agora um vídeo dos bastidores viralizou na internet.

Ele mostra a veterana atriz Neve Campbell socializando com o novo elenco em um jogo de cartas.

Assista:

À convite da Paramount Pictures, o CinePOP foi o ÚNICO SITE DO BRASIL a entrevistar o elenco do novo ‘Pânico‘, que estreia dia 13 de Janeiro de 2022.

No vídeo abaixo, o editor Renato Marafon conta com quais astros ele teve a oportunidade de conversar, além de divulgar as primeiras fotos e o logotipo nacional.

Assista:

Para quem ainda tinha dúvidas de que o novo filme será uma sequência, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett confirmaram a informação durante uma entrevista para o Cinema Blend.

Questionado se o longa iria reinicializar a franquia, Gillett disse que:

“Tínhamos medo disso, na verdade. Tocamos no assunto e Matt me lembrou do peso que têm os quatro filmes… São tantos personagens sobre os quais tantas pessoas querem saber mais, não poderíamos simplesmente apagar tudo isso. Os fãs querem que a história desses personagens seja contada [com mais detalhes].”

Apesar do novo filme introduzir um grupo de novos personagens, Gillett se refere ao trio de protagonistas: Sidney Prescott (Neve Campbell), Gale Weathers (Courteney Cox), e o Xerife Dewey Riley (David Arquette).

Ele também argumentou que o legado construído por Wes Craven e Kevin Williamson, criadores da franquia, não podia ser remodelado.

“Existe um nível de amor e respeito pelo mundo que Wes [Craven] e Kevin [Williamson] criaram. Não podíamos alterar isso, e a única maneira de fazer um novo filme era conectá-lo com o que já foi feito antes. E você não pode ter algo novo sem trazer referências daquilo que veio antes. Por isso, decidimos continuar e não remodelar [os filmes]. Vamos respeitar homenagear [os longas anteriores].”

Recentemente, Williamson (atual produtor) se reuniu com elenco do filme original e revelou que a sequência terá uma direção bem diferente dos anteriores.

Mas o que isso significa?

Lançado em 2011, o 4º filme teve o pior desempenho financeiro da franquia, arrecadando apenas US$ 97 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$  42 milhões.

Um número bem abaixo de ‘Pânico 3‘, que teve o mesmo orçamento e arrecadou US$ 161 milhões pelo mundo, mesmo sendo considerado o pior dos filmes, com míseros 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Isso só prova que Hollywood precisava encontrar uma forma de encerrar o desgaste de toda a trama criada no primeiro filme pelo diretor Wes Craven e se concentrar em meios de renovar o que já foi feito.

Quando questionado sobre os rumos do próximo filme, Williamson não soube, ou não quis, revelar quais são as novas regras para o sucesso dos filmes de terror.

Ainda assim, ele fez questão de afirmar que o novo filme irá se sustentar por conta própria, sem ignorar os principais elementos que impulsionaram a franquia.

“O que adoro no novo ‘Pânico’ é que ele tem uma abordagem totalmente nova, e é capaz de se sustentar por si só. É um novo filme, mas também tem um fator nostálgico que nos transporta aos primórdios da franquia permeia. É a mistura perfeita!”

Ele também elogiou o trabalho de Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet (‘Casamento Sangrento’).

“Estou encantado com os diretores e muito nervoso porque ninguém chega aos pés de Wes Craven. Eu estava realmente hesitante em embarcar nesse projeto… Mas, cara, como estou feliz por ter feito isso, porque acho que vai deixar Wes orgulhoso.

Infelizmente, os protagonistas Neve Campbell e David Arquette não compartilharam nada sobre o enredo do filme durante a reunião, mas Arquette deixou claro que:

“Estamos fazendo exatamente o oposto do que fizemos antes. Eu me preocupo que a franquia meio que se desgastou ao longo dos anos. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror como esse, ou algo parecido. Então você se preocupa com os rumos que [o próximo] vai seguir. Mas este é diferente.”

Será que o novo filme será mesmo capaz de reviver a franquia em sua glória? E aí, como estão suas expectativas?

Lembrando que as filmagens do quinto filme já foram encerradas e Williamson divulgou as primeiras imagens oficiais dos bastidores, ao lado de Neve Campbell, Courteney Cox e do Ghostface, além do logotipo oficial do novo filme – que vai se chamar apenas ‘Pânico‘.

Confira:

A saga se tornou conhecida por sua metalinguagem e por desconstruir os filmes de terror de uma maneira sagaz e inteligente, se tornando uma autoparódia dos slasher movies. Porém, a fórmula se desgastou nos últimos anos e o novo filme da saga terá um ar mais sério e realista, deixando de lado a paródia para apostar no terror.

Pelo menos é o que revelou o produtor Kevin Williamson, criador da franquia ao lado de Wes Craven.

“O novo filme não terá desconstrução. Não terá tanta metalinguagem. Apenas faremos o oposto do que fizemos nos primeiros quatro filmes. Eu fiquei preocupado que a franquia tenha se desgastando com toda a metalinguagem e desconstrução que fizemos do gênero. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror nesse mesmo estilo.”

Segundo ele, o novo filme será “inovador e nostálgico”.

“O que eu mais amei no roteiro do novo ‘Pânico’ é que traz uma abordagem inovadora. É um filme novo, mas também há elementos nostálgicos. Para mim, é o equilíbrio perfeito de como deveria ser um próximo filme da franquia. É por isso que estou muito animado com o novo filme. Eu fiquei impressionado pelos diretores, e eu estava muito nervoso, porque ninguém é igual ao Wes Craven. Eu estava hesitante em participar do projeto, mas estou feliz por ter aceitado. Acredito que eles deixarão o Wes orgulhoso.”

As filmagens de ‘Pânico 5‘ foram finalizadas ontem (17), após dois meses, em Wilmington, na Carolina do Norte.

O filme teve suas cenas rodadas de 23 de setembro à 17 de novembro, totalizando 8 semanas. Trata-se do mesmo período de tempo de filmagem do primeiro filme da franquia, em 1996.

Para comemorar, o elenco divulgou fotos e vídeos da festa de despedida.

Confira:

O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Velozes e Furiosos 9’ passa ‘Invocação do Mal 3’ e tem a MAIOR estreia no Brasil

A sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ dominou as bilheterias brasileiras e quebrou o recorde de maior abertura durante a pandemia.

O filme levou 679 mil espectadores e arrecadou R$ 12,5 milhões nas bilheterias do Brasil em seu primeiro fim de semana no Brasil, segundo a Comscore.

O recorde até então era de ‘Invocação do Mal 3‘, que arrecadou R$ 8 milhões em seu primeiro fim de semana no Brasil.

Confira nossas entrevistas do filme:

Nos EUA, o filme estreou com gigantes US$ 70 milhões – o que representa a MAIOR estreia no país desde o início da pandemia de COVID.

Anteriormente, o recorde pertencia ao terror ‘Um Lugar Silencioso 2‘, que havia estreado com impressionantes US$ 57 milhões no final de semana estendido.

No mercado internacional, o novo filme da franquia já ultrapassou US$ 400 milhões, incluindo R$ 12.7 milhões arrecadados no Brasil – o que também representa a maior estreia desde a pandemia em nosso país.

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Boneca Russa’: Netflix divulga primeiras imagens da 2ª temporada

A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de ‘Boneca Russa’.

Confira:

Além de estrelar, Natasha Lyonne é cocriadora da série ao lado de Leslye Headland e Amy Poehler.

Em seu aniversário de 36 anos, Nadia morre. Mas retorna para morrer de novo. E de novo. Presa nesse ciclo surreal, só lhe resta encarar a própria mortalidade.

As novas adições contam com o ator sul-africano Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’) e Carolyn Michelle Smith (‘Colony’).

O elenco ainda conta com Charlie Barnett, Greta Lee, Elizabeth Ashley e Rebecca Henderson.

Após polêmicas, Ezra Miller vai CONTINUAR como o ‘Flash’ no DCU? James Gunn e Peter Safran respondem!

Segundo a Variety, alguns executivos da Warner Bros. Discovery estão dispostos a deixar  Ezra Miller continuar interpretando o Flash.

Agora, James Gunn e Peter Safran falaram sobre os rumores em entrevista ao Deadline.

“Ezra está totalmente comprometido com a recuperação delu. Apoiamos totalmente a jornada em que elu está agora. Quando chegar a hora certa, quando elu sentir que está pronte para a discussão, todos descobriremos qual é o melhor caminho a seguir”, acrescentou o co-chefe da DC, “Mas agora, elu está completamente focado em sua recuperação.”

“E em nossas conversas com elu nos últimos meses, parece que elu está fazendo um enorme progresso.”

Há rumores de que uma série de sequências foram filmadas com ex-estrelas da DC, como a Mulher-Maravilha de Gal Gadot, o Superman de Henry Cavill, etc. A dupla foi questionada se a atriz escolhida para interpretar a Supergirl em The Flash – Sasha Calle (a primeira Supergirl latina) – continuaria a interpretar a personagem em futuros filmes da DC.

“Estamos descobrindo tudo”, respondeu Gunn. 

Flash‘ tem recebido ótimas avaliações nas exibições-teste, o que teria empolgado a DC… mesmo com a reestruturação liderada por James Gunn e Peter Safran.

“Se levarmos em consideração que Miller ficou longe de problemas desde que começou seu tratamento para saúde mental, os executivos da Warner Bros. Discovery estão favoráveis a ideia de mantê-lo no papel”, afirmou.

O que você acha da ideia?

The Flash‘ estreia no dia 16 de junho de 2023.

A trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

29 anos de PÂNICO | Saiba várias CURIOSIDADES do clássico filme de terror slasher

Pânico (1996), de Wes Craven, se tornou um dos maiores sucessos do terror adolescente no cinema, e um dos filmes mais influentes e revolucionários do gênero. O longa revitalizou o subgênero slasher no fim dos anos 1990, que se encontrava sem fôlego no início da mesma década. O uso de humor, metalinguagem e diálogos espertos – que demonstravam como os jovens realmente interagiam entre si – foram alguns dos segredos do sucesso do filme.

Pânico fez 29 anos de lançamento no dia 18 de Dezembro de 1996 nos EUA, mas só chegou no Brasil no dia 31 de Janeiro de 1997… sim, o tempo passa. E dando continuidade às homenagens desta querida franquia, entregamos agora uma matéria especial sobre curiosidades do filme que deu origem a tudo. Vem conhecer e não esqueça de comentar.

Baseado em uma história REAL

O roteiro de Pânico foi escrito por Kevin Williamson, que se tornou um dos nomes mais quentes da indústria na época, após o sucesso do filme. O roteirista se baseou em partes em um caso verídico para criar a história. O tal caso ocorreu em 1990, em Gainesville, na Flórida, quando o psicopata Danny Harold Rolling, conhecido como o “estripador de Gainesville”, assassinou cinco adolescentes de forma cruel. Ele foi capturado, confessou o crime e foi condenado à morte, depois sendo executado.

O roteiro de Kevin Williamson foi alvo de uma verdadeira guerra de ofertas, como um leilão entre grandes estúdios. Querendo adquirir o texto do escritor estavam a Paramount, a Universal e a produtora Morgan Creek. Os lances finais ficaram entre o diretor Oliver Stone, na época à frente da produtora Cinergi Pictures, e os irmãos Weinstein, da Miramax.

Williamson, inclusive, já havia escrito um tratamento de cinco páginas, que serviu como o esqueleto para Pânico 2, ao final do roteiro original. Após o sucesso do filme, a continuação recebeu sinal verde, e Williamson desenvolveu sua ideia para um roteiro completo. O título original, como muitos podem saber, era Scary Movie – ou “filme assustador”. Quando foi mudado para Scream, ou Grito, o título planejado originalmente foi usado pela paródia Todo Mundo em Pânico (2000).

Para o papel protagonista, o autor do texto escreveu Sidney pensando na ruivinha Molly Ringwald, a rainha dos filmes adolescentes da década de 1980 (vide Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco), e uma das atrizes favoritas do roteirista. Ringwald, por outro lado, apesar de lisonjeada, optou por não interpretar uma colegial no auge de seus 27 anos. Neve Campbell, que viria a interpretar o papel, tinha 23 anos na época.

Assassino Mascarado

A máscara do vilão Ghostface, o assassino da franquia, surgiu por acaso. Enquanto procurava locações para o filme, o diretor Wes Craven estava visitando uma das casas que havia gostado e dentro de um dos quartos ele encontrou a máscara. Assim que bateu os olhos, a enviou para o estúdio, onde os executivos pediram para que uma máscara similar fosse produzida, porém, modificando alguns detalhes – já que não possuíam os direitos autorais da máscara original.

O visual da máscara é baseado em algumas obras pré-existentes. Primeiro, no clássico quadro “Scream”, O Grito, de Edvard Munch. Segundo, no personagem na capa do álbum The Wall, do Pink Floyd. E por último, no personagem fantasmagórico do desenho Betty Boop, de 1930. Segundo a designer da máscara, a artista Brigitte Sleiertin, a imagem que lembra ao mesmo tempo um grito e um choro, retrata diferentes emoções: uma face de horror, uma face de pesar e uma face de frenesi.

Inicialmente, o famoso traje do assassino Ghostface seria branco, para ficar mais semelhante a um fantasma. Porém, a ideia foi descartada devido ao medo dos produtores de que a fantasia ficasse muito semelhante às vestimentas usadas pelo grupo racista Ku Klux Klan.

 

Personagens e Atores

Originalmente, Drew Barrymore havia sido escalada para o papel da protagonista Sidney. Porém, Barrymore sugeriu que ficasse com o papel de Casey – apesar de ser o nome mais conhecido do elenco. Sua teoria era a de que ao viver Casey, o público imaginaria que tudo poderia acontecer no filme, já que a atriz mais famosa morreria logo de início. Drew Barrymore filmou suas cenas em 5 dias. Para manter a atriz assustada e chorando durante a cena de abertura, o diretor Wes Craven contava histórias de crueldade contra animais para ela, uma amante e defensora das causas dos bichinhos.

Com a saída de Barrymore do papel principal, ele foi oferecido a Reese Witherspoon, que o recusou. No mesmo ano, a atriz vencedora do Oscar estrelaria o suspense Medo. Outras que fizeram teste para o papel foram a saudosa Brittany Murphy (As Patricinhas de Beverly Hills) e Melissa Joan Hart (Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira). O papel eventualmente ficaria com Neve Campbell, atriz imortalizada pela personagem Sidney. Wes Craven a escolheu devido ao seriado O Quinteto (Party of Five). O diretor achou que Campbell era a mistura perfeita de inocência e força física para se cuidar das ameaças. Porém, a atriz estava relutante em aceitar o papel de início por não querer participar de outro filme de terror seguido, após Jovens Bruxas – lançado no mesmo ano.

Para o papel da repórter Gale Weathers, a icônica Brooke Shields por pouco não foi escalada, após a atriz Janeane Garofalo recusar o personagem. Mostrando como Hollywood pode ser cruel, Elizabeth Berkley fez o teste para o mesmo papel, porém, foi imediatamente recusada após o fracasso de sua atuação e do filme Showgirls (1995). Courteney Cox, que ficaria definitivamente com o trabalho no filme, correu atrás dele com unhas e dentes, e insistiu apesar das recusas dos produtores. Ela estava decidida a mudar a imagem de boazinha, conquistada pelo seriado Friends, e procurava interpretar uma “megera”.

O policial trapalhão Dewey, vivido por David Arquette, morreria no desfecho original do filme. No entanto, em exibições teste, o público gostou tanto do personagem que Craven decidiu gravar uma cena em que ele sai de ambulância caso mudasse de ideia sobre deixá-lo viver. Outra curiosidade é que inicialmente Dewey seria uma espécie de galã do filme, e Arquette só aceitou interpretá-lo quando o roteiro foi reescrito para que o personagem ganhasse suas características cômicas.

Skeet Ulrich, que ficou com o papel de Billy Loomis, o namorado da protagonista, foi escolhido por sua semelhança física com Johnny Depp. A cena em que o personagem entra pela janela da namorada, é inclusive uma homenagem para A Hora do Pesadelo (1984) – com o próprio Depp realizando a façanha. No entanto, a primeira opção dos produtores para Billy era o então jovem ator Joaquin Phoenix, que recusou a proposta. Já pensaram?

Freddie Prinze Jr. fez o teste para o papel de Stu – que ironicamente ficou com Matthew Lillard, após este ter sido visto, no corredor do prédio onde estavam sendo realizadas as audições, por uma das produtoras de elenco. Lillard estava somente acompanhando sua então namorada para outro teste no mesmo prédio. Prinze viria a participar de outro terror adolescente de sucesso, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, lançado no ano seguinte de Pânico.

Diretor e Produção

Como todos sabem, Pânico se tornou uma franquia de sucesso devido a uma harmoniosa colaboração. Além do roteiro criativo de Kevin Williamson, um dos grandes responsáveis por esta obra icônica foi o diretor Wes Craven, grande nome do gênero. Mas o saudoso cineasta não foi a primeira opção do estúdio, e o longa foi oferecido a outros diretores. Entres eles, George A. Romero (A Noite dos Mortos Vivos), Sam Raimi (A Morte do Demônio), Danny Boyle (Trainspotting) e Robert Rodriguez (Um Drink no Inferno). O roteirista Williamson, no entanto, afirmou que nenhum deles havia entendido a ideia, pois todos acreditavam que se tratava mais de uma comédia do que um terror. Coincidentemente, dois anos depois de Pânico, Rodriguez viria a colaborar com Williamson em Prova Final (1998).

Fora isso, o diretor Wes Craven inicialmente recusou a proposta de dirigir o filme, por considerá-lo muito violento. Ele voltou atrás, pensando em dirigir um novo filme de terror que agradasse aos fãs. Na época, o cineasta estava desenvolvendo um remake de Desafio do Além (1963), que nunca se concretizou. O filme eventualmente seria refilmado em 1999, produzido por Steven Spielberg com o título A Casa Amaldiçoada. O texto também deu origem à elogiadíssima série A Maldição da Residência Hill, da Netflix.

Pânico é a única franquia de terror na qual o mesmo diretor assinou o comando de todos os filmes, com Wes Craven à frente dos quatro longas. Infelizmente, isso mudará com o possível lançamento do quinto filme, já que o saudoso cineasta nos deixou em 2015, antes de realizar seu desejo de Pânico 5.

O produtor Bob Weinstein, irmão de Harvey Weinstein, responsáveis pelo estúdio dono de Pânico, não gostou dos copiões que viu e achou a máscara do assassino, em suas palavras: “idiota”. O mega empresário sugeriu que fossem gravadas cenas com diversas outras máscaras, para depois decidirem pela que seria a definitiva. A equipe protestou e ameaçou parar a produção, pedindo para Weinstein assistir à cena completa do ataque no início do filme. Após atender ao pedido, Bob gostou do que viu e não reclamou mais.

O clímax do filme, a cena da festa, dura 40 minutos. As gravações ocorreram por 21 dias, sempre do momento em que o sol se punha ao nascer dele – durante toda a madrugada. Ao término desta maratona, a equipe mandou fazer camisas com os dizeres: “Eu Sobrevivi à cena 118”. O elenco apelidou a cena como “a noite mais longa na história do terror”.

Pânico foi o primeiro trabalho do compositor Marco Beltrami em uma produção cinematográfica de grande escala. Beltrami depois foi indicado duas vezes ao Oscar, por suas composições em Os Indomáveis (2007) e Guerra ao Terror (2009). Entre suas composições mais recentes estão as dos filmes Ford Vs Ferrari e a franquia Um Lugar Silencioso.

Referências e Homenagens

Pânico é lotado de referências, e algumas delas são ao clássico absoluto de John Carpenter, Halloween – A Noite do Terror (1978), que inclusive aparece numa cena  assistido pelos jovens na festa do final. Na cena de abertura em que o pai de Casey manda a mãe pedir ajuda na casa dos vizinhos, os Mackenzie, é o mesmo diálogo proferido por Laurie (Jamie Lee Curtis) para as crianças no desfecho de Halloween.

Outro clássico de horror que é mencionado no longa é O Exorcista (1973), quando Billy escala a janela do quarto de Sidney. Além desta citação, a própria protagonista Linda Blair, que interpretou a menina Reagan, faz uma ponta em Pânico, no papel de uma repórter.

Além de inúmeros filmes serem citados ao longo da projeção de Pânico, um dos momentos mais curiosos é quando o próprio diretor Wes Craven aparece com as vestimentas de sua outra grande criação, Freddy Krueger, no papel do faxineiro… bem, Freddy.

Recepção do Filme

Pânico é um ótimo exemplo do que a propaganda boca a boca pode fazer para o sucesso de um filme. A ideia dos produtores em lançar o longa em dezembro, época de filmes voltados para o Natal e a família, com o propósito de dar aos fãs de terror algo para assistirem no período, se mostrou um equívoco. Pânico estreou em quarto lugar, com US$6.4 milhões arrecadados. A qualidade do filme, no entanto, evitou o fracasso da decisão dos executivos. Desesperados, os produtores viram o boca a boca positivo elevar a cada semana a arrecadação do filme. Isso é algo que raramente ocorre após a estreia. No final de sua estadia nas telonas, o terror somava mais de US$100 milhões em bilheteria, fazendo dele um blockbuster.

Em matéria de “esta capa foi feita por um estagiário”, um dos cartazes do filme mostra o ator Skeet Ulrich portando bigode e cavanhaque, imagem tirada de sua participação em Melhor é Impossível (1997). Em Pânico, Ulrich está barbeado.

Pânico, infelizmente, ficou marcado por ser o marco zero do movimento Me Too. Foi nesta produção que a atriz Rose McGowan, que vive Tatum, a melhor amiga da protagonista Sidney, conheceu o produtor Harvey Weinstein, responsável por este longa. McGowan foi a primeira mulher a vir a público com denúncias contra o mega executivo do cinema, fazendo acusações de assédio. Ela incentivou outras a seguirem o mesmo caminho, e marcarem nas redes sociais a hashtag (#) Me Too. Assim nasceu o movimento e a queda do poderoso abusivo e tóxico.

CONFIRMADO! Além de ‘Pânico 7’, franquia vai ganhar filme derivado focado na Kirby

A Spyglass tem grandes planos para a franquia ‘Pânico‘ e ela está longe de acabar.

Além do sétimo filme, o estúdio já está desenvolvendo novas sequências, um filme derivado e uma série de TV.

A Production Weekly confirmou hoje que outro longa-metragem está em desenvolvimento, e será um derivado focado na Kirby Reed (interpretada por Hayden Panettiere ).

Kirby foi a única sobrevivente adolescente do segundo assassinato de Woodsboro em ‘Pânico 4′, se tornou um ícone entre os fãs da Geração Z.

Agora uma agente do FBI, Kirby liderará seu próprio enredo, investigando uma nova onda aterrorizante de ataques de Ghostface. Este spinoff está definido para explorar caminhos mais sombrios e distorcidos dentro do universo ‘Pânico‘, e seguirá a linha da série The Following.

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou Hayden Panettiere e Dermot Mulroney.

Questionada se ela imaginava que a personagem tinha sobrevivido, Hayden disse: “Eu esperava que sim, mas eu não sabia. Eu tive que ligar e lembrar os diretores que ainda estava aqui, que se eles tivessem alguma ideia, eu toparia. Eu queria voltar. ‘Tragam-me de volta! Tragam-me de volta!'”. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

O filme terá o selo da franquia ‘Pânico‘, mas vai se afastar da linha principal da franquia.

Neve Campbell e Courteney Cox (Gale Weathers) retornam à franquia em ‘Pânico 7‘.

Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.

Alegadamente, os produtores do filme estão procurando duas atrizes para interpretarem as filhas de Sid. O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e as duas filhas.

A estreia é prevista para 2025.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

No dia mundial da conservação da natureza, Bonito CineSUR traz seleção PODEROSA de filmes da mostra ambiental

Situado no coração do ecoturismo brasileiro, o BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANOchega a sua terceira edição promovendo o encontro entre o cinema sul- americano e o meio-ambiente. Um dos destinos mais procurados do país graças às suas belezas naturais, a cidade localizada no Mato Grosso do Sul oferece atrações como flutuação em rios cristalinos, grutas milenares e cachoeiras.

Na semana em que se comemora o Dia Mundial da Conservação da Natureza, o Festival traz alertas urgentes e atos de resistência. A Mostra Ambiental apresenta uma seleção poderosa de filmes que refletem a urgência das questões ecológicas contemporâneas, especialmente aquelas que afetam diretamente as comunidades e ecossistemas sul-americanos.

Para a curadora da Mostra Ambiental, Elis Regina, essa parte da programação é essencial por estar profundamente conectada com o território onde o festival acontece. “Essa mostra propõe uma travessia cinematográfica entre denúncia, esperança e memória. São filmes que abordam a crise climática, os incêndios no Pantanal, a escassez de água, o uso de agrotóxicos, mas também apontam caminhos de resistência, a força dos povos originários, a relação ancestral com a terra e a natureza. É um convite para repensar a nossa relação com o meio ambiente não apenas como recurso, mas como organismo vivo”, explica.

Entre os longas selecionados está KOPENAWA: SONHAR A TERRA-FLORESTA, documentário brasileiro de Tainá de Luccas e Marco Altberg, exibido no Festival no sábado, dia 26 de julho. A obra, centrada na figura do xamã e líder yanomami Davi Kopenawa, conduz reflexões poéticas e políticas sobre os saberes ancestrais, a crise ambiental e a resistência indígena. O filme conta ainda com participações de Ailton Krenak, Gilberto Gil e fotos de Claudia Andujar.

O cineasta Marco Altberg esteve presente e ressaltou a força e a sabedoria dos povos originários, cuja conexão ancestral com a terra e a água apontam caminhos possíveis de resistência, cura e reconexão.

Do Brasil, a cineasta Bárbara Paz e a produtora Daniela Mazzilli apresentaram, na noite de domingo, 27 de julho, o filme RUA DO PESCADOR Nº 6, documentário que mostra os impactos das enchentes históricas no Rio Grande do Sul, centrando-se na comunidade da Ilha da Pintada, em Porto Alegre. A diretora Bárbara Paz, que é gaúcha, enfatizou a importância do Festival ao dar maior visibilidade a filmes ambientais e comentou que o documentário é feito de muito afeto. “É um filme forte, sensorial e muito urgente, um ensaio sobre a tragédia”, explicou.

Outro destaque da Mostra é o documentário chileno LA CUENCA, que será exibido hoje, 28 de julho. Do coletivo Left Hand Rotation, o filme apresenta uma leitura crítica e colaborativa sobre as transformações dos territórios naturais e sociais no Chile, abordando temas como agricultura intensiva, controle hídrico e crise climática.

KARUARA: O POVO DO RIO é um documentário peruano dirigido por Miguel Araoz Cartagena e Stephanie Boyd, que acompanha a luta das mulheres Kukama na Amazônia pelo reconhecimento jurídico dos rios e dos espíritos Karuara, seres sagrados da cosmovisão indígena e será exibido no dia 29 de julho. O argentino POR EL PARANÁ, de Alejo di Risio e Franco Gonzalez, lança luz sobre as disputas em torno do rio Paraná, um dos mais importantes do continente, evidenciando seus impactos sociais, ecológicos e econômicos e será exibido no dia 30 de julho.

Por fim, o brasileiro SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli, será exibido no dia 31 de julho. O longa documenta os efeitos devastadores das queimadas no Pantanal e o esforço coletivo para salvar vidas humanas e animais.

Já a seleção de curtas inclui: “Insustentável: A Realidade do Petróleo na Amazônia”, de Andrés Borges e Fer Libague (Brasil), que denuncia os impactos da exploração petrolífera em territórios indígenas e comunidades amazônicas. Da Bolívia, “Jichi: En busca del guardián de las aguas”, de Paola Gabriela Quispe Quispe, que propõe uma reflexão espiritual e cultural sobre os protetores sagrados das águas. Da Argentina, “Por la Tierra”, de Irene Kuten, aborda resistências ecológicas de base comunitária. Os curtas brasileiros “Sobre a Cabeça os Aviões”, de Amanda Costa e Fausto Borges e “Sobre Ruínas”, de Carol Benjamin, trazem olhares poéticos sobre territórios urbanos e tradicionais em processo de destruição ou transformação; enquanto “Uma Menina, Um Rio”, de Renata Martins, apresenta, com delicadeza, a conexão entre infância e natureza por meio da relação afetiva entre uma jovem e um curso d’água.

Ao todo, a curadoria recebeu 47 filmes para concorrer na Mostra Ambiental. Neste 28 de julho, data em que se comemora o Dia Mundial da Conservação da Natureza, a Mostra Ambiental é a oportunidade de discutir uma temática que nos coloca diante dos desafios e novas formas de pensar o futuro do planeta a partir do olhar sul americano.

O BONITO CINESUR é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal), por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet. Conta com patrocínio da Fecomércio-MS, Sesc, Emgea, Agência Nacional do Cinema (Ancine), Petrobrás, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Tem o apoio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico e da Prefeitura de Bonito, da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur), da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) e do Governo de Mato Grosso do Sul, além do apoio cultural da Energisa e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O Festival reafirma também seu compromisso real com o clima. Pelo segundo ano consecutivo, o evento é Carbono Neutro, com o apoio da Compensei, fortalecendo seu posicionamento sustentável. Todas as emissões de carbono do evento serão monitoradas pelo Carbonômetro, reduzidas sempre que possível e compensadas com créditos certificados, em conformidade com as normas ISO 14064, ABNT NBR ISO 2060 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Crítica Netflix | Esquadrão Trovão: Comédia com Melissa McCarthy e Octavia Spencer é fraca e esquecível

Em um contexto onde os super-heróis nunca estiveram tão em alta como atualmente, a indústria de Hollywood tenta sempre espremer uma nova história envolta no subgênero. E Esquadrão Trovão é a tentativa da Netflix de flertar com o universo dos quadrinhos de maneira mais popular e abrangente, trazendo a dupla Ben Falcone e Melissa McCarthy novamente à frente do projeto. Mas infelizmente, nem a presença da vencedora do Oscar Octavia Spencer é capaz de garantir um fôlego sustentável nesta, que entra para a lista de fracas produções originais da gigante do streaming.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram mais de trinta anos depois, para combater uma ameaça mortal de um grupo de supervilões que segue aterrorizando sua cidade natal. Com estilos de vida bem distintos, elas serão submetidas a um experimento que lhes garantirá os super poderes necessários para conquistar a paz dos moradores locais. Formando um contraste peculiar, McCarthy e Spencer tentam dar corpo e gás a uma trama que se inspira nas dinâmicas dos longas buddy cop, mas infelizmente não conseguem garantir aquele delicioso sabor de uma comédia de ação inusitada, como vemos em filmes como Um Tira da Pesada, A Hora do Rush e Máquina Mortífera.

Mas as intenções são boas e Falcone – que assina o roteiro, a direção e ainda faz uma ponta no longa – tenta mesclar o humor pastelão com o screwball, a fim de promover o riso a partir de situações simples, banais e mais práticas. No entanto, os clichês de outros dos seus filmes anteriores não funcionam tão bem aqui, fazendo com que o longa caia em um limbo em sua primeira metade. Com um roteiro que se estende exageradamente na introdução de suas personagens, Esquadrão Trovão segue a maior parte do tempo sem conseguir aquelas risadas esperadas e a seriedade excessiva da protagonista de Spencer não causa o contraste inicialmente idealizado pelo diretor.

THUNDER FORCE (L-R): MELISSA MCCARTHY as LYDIA, POM KLEMENTIEFF as LASER. Cr. HOPPER STONE/NETFLIX © 2021.

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.

Com uma ideia comum até demais, mas que poderia muito bem ter se desenvolvido com maior habilidade, a comédia inspirada no mundo dos quadrinhos é fraca em suas piadas e quase chega a ser repetitiva em alguns momentos. Deixando a audiência a ver navios, Esquadrão Trovão nos coloca à espera de uma comédia que, embora apareça em sua descrição oficial, esqueceu de comparecer ao longo de suas quase duras horas de produção.

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Criando um caleidoscópio de cores neon, Emerald Fennel faz de Saltburn um sonho de uma noite de verão. Luxúria, obsessão amorosa e desejos não consumados se fundem em um anseio compulsivo por algo que ainda não sabemos. Arranhando apenas a superfície de sua história, percorremos 1h30 de filme observando o suntuoso palácio de Saltburn como o palco para o que aparenta ser um vindouro crime passional. Mas enquanto nos distraímos com a beleza fugaz de uma família rica e mesquinha, custamos a perceber uma outra narrativa que gradativamente se aflora ao nosso redor. E de maneira quase metalinguística, a vencedora do Oscar transforma seu filme em uma catarse sobre si mesmo. Enquanto achamos que a trama se retém unicamente a uma paixão jamais consumada, Fennel vai além dessa superficialidade, para narrar um conto sobre poder, ostentação e um outro tipo de obsessão.

Não seria incorreto afirmar que Saltburn flerta com os mesmos temas de O Talentoso Ripley. Mas muito mais suntuoso e verborrágico em seus diálogos, o longa da cineasta e atriz britânica é muito mais do que o suspense sobre golpes milimetricamente arquitetados. Vendendo um ideal simultaneamente idílico e sombrio, ela transforma a belíssima e aristocrática paisagem da Inglaterra dos anos 2000 em um cenário satisfatório de personagens peculiares e belamente configurados. Como se estivéssemos diante de uma pintura renascentista que ganha vida diante dos nossos olhos, o suspense ainda faz um amálgama entre o drama e a comédia, pautando sua trilha sonora por acordes tensos e instigantes, a fim de sempre nos deixar atentos e à espreita – à espera de uma iminente tragédia que só verdadeiramente chega em seus 20 minutos finais.

Nos convidando a desfrutar desse pequeno universo de possibilidades infinitas em meio a um verão quente que exala sensualidade, Saltburn é a história sobre um lugar maldito e como ele rege o comportamento daqueles que o frequentam. Nesse contexto, Barry Keoghan é um desajeitado estudante universitário que parece não se encaixar no rico cenário da Oxford University, mas se encontra em uma estranha amizade com o ótimo Jacob Elordi – o belo aristocrata com quem divide parte de seu cronograma escolar. Em uma relação pautada por uma constante tensão sexual, ambos são como diferentes partes de um único corpo. Suas personas se completam, ainda que se distanciem por seus contextos socioculturais. São de mundos dispersos, mas se encontram em um ponto em comum. Não se desejam, mas parece que sim – o que torna tudo ainda mais turvo. E assim seguimos até o grande plot twist.

E essa é a riqueza criativa por trás de Saltburn. Há sempre uma segunda agenda escondida nas entrelinhas, que nós nunca conseguimos tocar. É como se sempre chegássemos perto de algo absolutamente revelador e conclusivo, mas nunca o bastante para compreendermos a dimensão da história. Essa habilidade de storytelling desenvolvida por Fennel torna nossa experiência cinematográfica um espetáculo à parte. Sempre progressiva e evolutiva, ela nunca é plenamente satisfeita, mas é sempre satisfatória. Somos hipnotizados por seus personagens, seduzidos por suas falas mansas e diálogos regados de pedantismo, somos induzidos pela linguagem corporal dúbia de cada um deles. E todos esses elementos criam a tempestade perfeita de toxicidade que nos levará a ruína de (quase) cada um deles.

E dentro disso, a direção de fotografia se incorpora à belíssima performance de seu elenco, nos banhando com cores neon e sombras profundas que flertam com a estética gótica e que evidenciam ainda mais a opulência desse pequeno universo de excessos, prazeres subversivos e comportamentos destrutivos. Nessa efervescência artística tão conceitual, Barry Keoghan é um espetáculo à sua maneira, com uma atuação poderosa e inebriante, que transita entre uma estranha inocência e uma peculiaridade, que escondem em si um comportamento muito mais perturbador, que jamais poderíamos imaginar. Dominando a tela a todo momento, ele uma vez mais prova ser um dos melhores atores da atualidade e caminha em direção ao Oscar como quem sabe a dimensão de seu talento.

Rosamund Pike não fica atrás e transforma sua verborragia em uma espécie de artefato criativo para compor sua performance. De sua postura altiva aos diálogos lindamente pausados e repletos de adjetivos passivo-agressivos e pedantes, a indicada ao Oscar mostra sua versatilidade em tela como a personificação da soberba aristocrática. Trajando figurinos que deslizam pelo seu corpo e agregam movimento e leveza ao seu andar, ela brilha em tela com uma atuação onde a serenidade e a necessidade de sustentar uma fachada imperam. Seguindo essa mesma toada, Carey Mulligan faz uma ponta como a epítome de Camden Town dos anos 2000, exalando estilo e exageros fashionistas no pouco, mas excepcional tempo de tela que possui. E assim segue o restante do elenco, que ainda traz Jacob Elordi e Richard E. Grant em destaque.

Proporcionando uma experiência sinestésica que jamais sacia toda nossa curiosidade e anseios, Emerald Fennell faz de Saltburn uma suntuosa e imprevisível jornada. Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma aventura cinematográfica regada de elementos satisfatórios que vão desde sua soturna fotografia ao belíssimo e clássico design de produção, o novo longa da aclamada cineasta é o encontro perfeito entre arte e entretenimento. Pode até trazer elementos familiares do cinema de outrora, mas é impossível não ficar fascinado por esse distante e exibicionista palácio de desejos nefastos e perigosos.

Crítica 2 | Furiosa – Uma Saga Mad Max – Com menos cenas de ação, prequel concentra-se na construção de um mito [Cannes 2024]

Diferente dos outros filmes da franquia, Furiosa Uma Saga Mad Max é construído para ser uma ópera mítica em cinco atos, contando desde a infância o percurso da poderosa mulher de um braço presente no premiado Mad Max: Estrada da Fúria (2015). Acostumado às sequências de ação aceleradas, George Miller segura um pouco as explosões para concentrar-se nas artimanhas e vivências da sua heroína, desta vez vivida por Anya Taylor-Joy na adolescência.  

Descoberta no Vale Verde, um dos poucos lugares dessa devastada terra desértica ainda em harmonia e, como dito no roteiro, em abundância de recursos, a pequena Furiosa (vivida por Alyla Browne) é capturada por aventureiros sob domínio de Dementus (Chris Hemsworth). Sua saúde e aparência tornam-se objeto de interesse em um reino onde mulheres são escassas e mantidas em cativeiro para procriação, mas poucas conseguem gerar crianças saudáveis. 

Embora tenhamos um vislumbre do Vale Verde, o local ainda é um mistério neste filme e pode ser algo ainda a ser explorado pela franquia. O primeiro ato é o rapto da menina e busca da sua mãe para recuperá-la. Ao arriscar sua vida nessa perigosa missão, a progenitora deixa uma promessa em forma de semente a ser regada com dor e lágrimas por toda a vida da filha. Assim como o herói Max do primeiro filme, ela vê-se incapaz de continuar sem completar a sua vingança. 

Figura principal da promoção da obra, Anya Taylor-Joy aparece somente depois da primeira hora de projeção. Depois que a sua versão juvenil já passou de bibelô de Dementus e a objeto de desejo de Rictus Erectus (Nathan Jones), filho do maligno Immortan Joe (Lachy Hulme), vivido anteriormente por Hugh Keays-Byrne — falecido em dezembro de 2020. A sensação é de uma reencontro com esses personagens e ambientes, nos quais nos aprofundamos na dinâmica de governança caótica da região de Desolação. 

Quando Chris Hemsworth aparece em tela os vemos transformado em sua fisionomia para uma imposição mais dura de um imperador tirano da Idade Média, o qual nos remete — apenas fisicamente — a Peter O’Toole em Lawrence da Arabia (1962), mas também cômico com seu ursinho à tiracolo. Com tantos homens brigando pelo poder, Furiosa consegue escapar de seus carrascos embaixo dos seus próprios olhos e tornar-se indispensável para continuar viva. 

Os momentos mais impactantes dessa aventura são guardados para os dois atos finais. Um deles é o encontro entre os personagens Furiosa e Praetorian Jack (Tom Burke). Ele torna-se um admirador da sua jornada e, portanto, um par na busca do seu ideal de encontrar o caminho de volta para casa, a terra prometida.

Ainda que as cenas não tenham a grandeza dos acordes musicais com as sequências de batalha de tirar o fôlego do seu antecessor, Furiosa Uma Saga Mad Max tem o objetivo de nos colocar no coração e na mente de uma personagem já conhecida. Um dos momentos mais esperados, portanto, é como Furiosa perdeu o braço e, em seguida, o transformou em arma. 

O primeiro momento é um choque rápido e pouco impactante, porém a perda é encenada em duas sequências. A segunda é emblemática para demonstração da força e da ambição da personagem. Em tempo, Anya Taylor-Joy convence com o desenvolvimento da força jovem e em pulsão para tornar-se a fera vivida por Charlize Theron em 2015. 

Nomeado como “Para além da Vingança”, o quinto ato e último ato fecha um dos ciclos da personagem e dá início a outro: o mito. Dessa forma, Furiosa Uma Saga Mad Max amarra as pontas perfeitamente entre o seu final e o início do seu percurso de modo que as próximas gerações devem começar por este filme, depois o de 2015 e, posteriormente, assistir a cronologia original dos anos 1980. 

‘Sherlock Holmes 3’ ainda pode acontecer, afirma Robert Downey Jr.

Após anos engavetado, ‘Sherlock Holmes 3‘ pode finalmente acontecer. Pelo menos é o que garante Robert Downey Jr. em uma entrevista à Entertainment Weekly. Ao ser questionado sobre o futuro da franquia e os próximos projetos da produtora que compartilha com sua esposa, Susan Downey, a Team Downey, o ator disse:

“Primeiro, minha esposa está liderando a produção de ‘The Voyage of Doctor Dolittle’ com Joe Roth. Eu estou me divertindo, mas decidi me dar uns 40 desafios, como um sotaque de galês. E aí temos todas as coisas depois disso, estamos tentando também outro ‘Sherlock Holmes’ e estamos desenvolvendo ‘Pery Mason’ para HBO, sem contar que ainda quero fazer ‘Pinóquio'”

Recentemente, com uma franquia potencial em mãos, a Warner Bros. havia contratado um grupo de roteiristas conceituados para trabalhar no roteiro do terceiro filme.

São eles: Nicole Perlman (‘Guardiões da Galáxia’), Justin Malen (‘Baywatch’), Gary Whitta (‘Uma História Star Wars – Rogue One), Geneva Dworet-Robertson (do novo ‘Tomb Raider’) e Kieran Fitzgerald (‘Snowden – Herói ou Traidor’).

“Estamos fazendo algumas coisas preliminares. Se pudéssemos filmá-lo pelo Skype, poderíamos ter o filme pronto em uma semana. É realmente um grande negócio poder fazer esses filmes. Estou cansado o tempo todo, mas eu estou muito empolgado em retornar”, afirmou o astro Downey Jr

É provável que o filme também trará o retorno de Jude Law.

Sherlock Holmes‘ arrecadou US$ 515 milhões mundialmente, e a sequência fez US$ 543,8 milhões.

Matthew Perry, de ‘Friends’, é hospitalizado com grave perfuração no intestino

O ator Matthew Perry, conhecido pelo icônico papel de Chandler Bing na série Friends’ (1994-2004), foi levado às pressas a um hospital de Los Angeles, na terça-feira (7), para ser submetido a uma cirurgia de emergência.

Segundo o site Daily News, Perry foi internado por causa de uma grave perfuração no intestino. A informação foi confirmada pela própria assessoria do ator.

“Matthew está agradecido com o carinho do público e pede privacidade enquanto se recupera”, disse um anúncio divulgado pela equipe do ator.

Vale lembrar que as possíveis causas da perfuração do intestino incluem possíveis acidentes, além de consequências de colonoscopia, câncer, úlceras e outras infecções na região.

 

Crítica | ‘A Incrível História de Henry Sugar’ é maravilhoso para fãs do Wes Anderson

Dando prosseguimento a sua parceria com a Netflix e a família Dahl, Wes Anderson faz uma adaptação praticamente literal do conto A Incrível História de Henry Sugar, do britânico Roald Dahl, em um curta de aproximadamente 40 minutos. Para quem acha que já ouviu esse nome antes, mas não se lembra do contexto, ele é o autor de outra história adaptada anteriormente pelo diretor, O Fantástico Sr. Raposo, e por clássicos da literatura infantil que também foram adaptados para os cinemas, como A Fantástica Fábrica de Chocolate e Matilda.

Essa história, porém, é completamente voltada para o público adulto, porque aborda o propósito e como as pessoas perdem tempo com coisas mundanas, enquanto a vida passa. Ao longo desses quase 40 minutos, acompanhamos Roald Dahl, interpretado por Ralph Fiennes, contar a história de Henry Sugar (Benedict Cumberbatch), um herdeiro milionário egoísta cuja única preocupação na vida é ganhar mais dinheiro. No entanto, sua vida muda de uma hora para outra quando ele descobre um livro fininho que contém o relato de um médico sobre um misterioso artista de circo que, por meio de treinamento, aprendeu a enxergar sem abrir os olhos. Ele fica fascinado pelo relato porque acredita ser capaz de dominar a técnica para ler cartas e ganhar mais dinheiro trapaceando em cassinos.

A escolha da direção por adaptar o conto palavra por palavra altera bastante a linguagem cinematográfica padrão que o público se acostumou. Wes Anderson busca elementos do teatro, como os cenários móveis e os atores se revezando nos papéis menores, para deixar a história um pouco mais palatável, já que o curta é narrado por seus personagens, que estão o tempo inteiro encarando o público, literalmente contando a história para eles. Isso, junto a tão famosa estética do diretor, pode exercer duas reações, que dependem diretamente do espectador ser fã ou não do trabalho de Wes Anderson. Se você não gosta dos filmes dele, sequer cogite perder seu tempo com essa obra. O ritmo é sonolento, o humor é extremamente de nicho e a incursão das histórias certamente será cansativa. Ao fim do curta, você saíra com a sensação de que os 40 minutos foram estendidos para três horas e você gastou seu tempo vendo a versão emperiquitada da Bíblia narrada pelo Cid Moreira.

Agora, se você for fã do trabalho de Anderson, pode ir sem medo, porque o diretor trabalha sua estética ao máximo, com uma atenção irretocável para cenários e figurinos, trazendo planos visualmente instigantes e todos aqueles elogios verborrágicos que a crítica repete a cada nova obra do diretor. Nesta obra, ele atinge seu máximo, fazendo um dos mais singelos e representativos trabalhos de sua carreira. Ok, fazendo uma ponderação, esse estilo de interação direta pode ser cansativo até mesmo para quem já está acostumado com as obras dele por soar didático demais em certos momentos.

Entretanto, gostando ou não do curta, um aspecto que merece atenção e reconhecimento é a dificuldade das atuações realizadas no filme. Benedict Cumberbatch em especial dialoga com o público o tempo inteiro, sem perder a pose ou deixando seu personagem parecer bobo. É um protagonista complexo de ser feito, porque ele é um babaca que se envolve em situações ridículas, mas em momento algum se deixa parecer bobo. Ele transborda uma fragilidade mascarada pelo alto poder aquisitivo que tem e Cumberbatch retrata isso de forma espetacular. E o êxito de seu trabalho é justamente servir como uma metáfora para qualquer um que assista o filme. Por menos humano que ele se mostre, consegue “se resolver” de uma forma identificável, passando bem a mensagem não só de seu protagonista, mas do conto em si.

Outro a roubar a cena é o monstruoso Ben Kingsley. Seu papel coadjuvante desvia dessa rota e termina sendo o grande causador da trama. Ao interpretar um artista circense de Caxemira, ele mantém uma aura de inocência quase infantil que cativa e surpreende, já que é uma história bastante trágica que é abordada de forma leve.

No fim das contas, A Incrível História de Henry Sugar praticamente impõe uma breve reflexão a quem assiste e condensa um dos contos mais maduros de Dahl em um curta-metragem que explora ao máximo os trejeitos de Wes Anderson, acompanhado de atuações impressionantes. Entretanto, não é uma obra para quem não gosta do trabalho do diretor e sofre bastante com um ritmo inicial que beira o insuportável até mesmo para seus fãs. É um jeito bem diferente de fazer cinema, que certamente vai inspirar alguns poucos projetos futuros, mas que dificilmente criará uma tendência ou algo do tipo.

A Incrível História de Henry Sugar está disponível na Netflix.

Crítica | Um Ano Inesquecível – Verão – Carnaval traz Leveza a RomCom Jovem Adulto da Prime Video

Finalmente um dos principais projetos da Prime Video está chegando à sua plataforma: trata-se da quadrilogia ‘Um Ano Inesquecível’, voltada ao público jovem-adulto com histórias de romance que misturam a cultura brasileira em cidades diferentes do nosso país, ocorridas durante as quatro estações do ano. A partir desta sexta-feira estreia a primeira parte, ‘Um Ano Inesquecível – Verão’.

Inha (Lívia Inhudes) é uma talentosa estudante de moda com um grande sonho: cursar uma pós em Paris.  O problema é que ela vive numa cidade pequena no interior do Rio de Janeiro e seu pai (André Mattos) é o prefeito, com ambição de se tornar governador do estado pelo partido conservador. Quando a jovem vê pela televisão que uma influente estilista está no Rio de Janeiro para criar os figurinos do desfile da Portela, Inha vê aí a oportunidade de conseguir uma boa carta de recomendação para lhe garantir sua vaga em Paris. Decidida a correr atrás dos seus sonhos, ela deixa tudo para trás e foge para o Rio de Janeiro para se voluntariar no barracão da escola, mesmo que, no fundo, ela deteste o Carnaval.

Inspirado no conto verão, de Thalita Rebouças, da coletânea homônima ‘Um Ano Inesquecível’, é um grande acerto da Prime Video começar a estreia de seu projeto com a autora cujos livros mais foram adaptados para o audiovisual, trazendo, assim, a confiança de um público já fiel e que irá encontrar justamente aquilo que espera das histórias da autora: uma trama leve, envolvente e totalmente carioca.

Dirigida por Cris D’Amato (’10 Horas Para o Natal’) o longa caminha entre a comédia romântica e o drama coming of age, mas tudo de forma bem suave, sem pesar ao jovem espectador. A diretora acerta em gravar cenas com os próprios carros alegóricos da escola, bem como também do barracão na Cidade do Samba, da quadra e da concentração na avenida, ambientando o espectador de fora do Rio sobre como é a realidade do dia a dia da galera envolvida com o Carnaval. Do elenco, destaca-se o carismático Diego Martins no papel do irmão Tavinho, rapaz obrigado a seguir os passos políticos do pai mas que nutre antiga paixão pela escola de Madureira. O talento do ator faz a gente desejar um spin-off só dele.

O roteiro da dupla de sucesso Sylvio Gonçalves e Bruno Garotti (‘Diários de Intercâmbio’) com Maíra Oliveira e colaboração da própria Thalita foca não só em construir um romance juvenil, mas, acima de tudo, em costurar os percalços do amadurecimento da protagonista em busca de seu objetivo. Para quem gosta de caçar easter eggs, dá para identificar inspirações da animação ‘Rio’, quando a protagonista chega na cidade de carro, e também do filme anterior de Thalita, ‘Pai em Dobro’, também sobre uma personagem do interior que vem ao Rio viver o Carnaval. Aliás a própria Thalita aparece no filme, como um destaque do desfile, bem como também seu marido, como profissional da imprensa.

Um Ano Inesquecível – Verão’ é uma declaração de amor ao Carnaval tradicional carioca e à Portela, que acaba de completar 100 anos. Um belo filme para apresentar um outro lado da maior festa a céu aberto do mundo para brasileiros que não a conhecem e para assinantes da Prime Video ao redor do mundo.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Edição em câmera-lenta revela participação especial de Stan Lee

O animador Nick Kondo, de Homem-Aranha no Aranhaverso revelou ontem, 11, no Twitter, um clipe em câmera-lenta que mostra Stan Lee fazendo uma aparição especial na animação indicada ao Oscar.

Confira:

Sem a edição acima, a participação da lenda dos estúdios Marvel é quase imperceptível – então, é provável que quando o filme seja lançado em DVD, os fãs possam ver e rever Lee fazendo uma de suas últimas aparições no Universo Cinemático Marvel.

Os produtores do filme, Phil LordChris Miller, também falaram sobre a pungência de Lee ter dado as caras na animação, visto que este foi seu primeiro papel nas telonas após falecer.

Acho que adicionou um elemento triste desde que o perdemos, mas mesmo assim nós nos divertimos e damos risadas. Estou feliz que conseguimos colocá-lo em um momento importante e emocionante do filme.

Dirigido por Bob PersichettiPeter Ramsey e Rothman, com um roteiro assinado por Phil Lord, o filme traz as vozes de Shameik MooreHailee SteinfeldMahershala AliJake JohnsonLieve SchreiberBrian Tyree HenryLuna Lauren VelezLily Tomlin.

Homem-Aranha no Aranhaverso ainda está em cartaz.

Ninguém é confiável no novo trailer de ‘Parasite’; Assista!

Parasite, novo filme de Bong Joon Ho, ganhou seu segundo trailer oficial.

Confira:

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

O filme levou para casa o Palma de Ouro no último Festival de Cannes e ainda não tem data de estreia no Brasil.

‘Emma’: Anya Taylor-Joy na nova cena divulgada do longa; Confira!

A Universal Pictures divulgou uma nova cena oficial da guardada adaptação de Emma, romance assinado por Jane Austen.

Anya Taylor-Joy (FragmentadoA Bruxa) estrela a produção como a personagem-titular. O elenco também é formado por Mia GothJohnny FlynnBilly NighyGemma WhelanJosh O’ConnorCallum Turner.

Confira, junto ao trailer completo:

O filme é dirigido por Autumn de Wilde e funciona como um remake do longa lançado em 1996.

Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.

‘The Amityville Harvest’: Terror ganha novo cartaz oficial; Confira!

O terror ‘The Amityville Harvest‘ ganhou um novo cartaz oficial.

Confira, junto ao trailer:

O longa é escrito e dirigido por Thomas J. Churchill.

Uma visita a uma mansão abandonada se torna uma jornada pelo terror. Enquanto permanece em uma antiga mansão para pesquisar sobre a história do local, Christina e sua equipe de documentaristas entrevistam o assustador hóspede Vincent – mas ninguém consegue capturar sua imagem em vídeo. Depois de sonhos assustadores e encontros paranormais, o grupo cai sob os poderes do Vincent. Será que Christina e sua irmã conseguirão enfrentar a magia do Vincent e sobreviver à colheita mortal de Amityville?

Sadie Katz, Paul Logan, Julie Anne Prescott e Kyle Lowder estrelam a produção.

O terror será lançado direto em VOD e VOD no dia 20 de outubro.

‘(Des)Encanto’: Cartazes individuais da 3ª temporada apresentam nova personagem; Confira!

A Netflix divulgou os cartazes individuais da 3ª temporada da série ‘(Des)Encanto’, apresentando inclusive uma personagem nova chamada Mora, a Sereia.

Os novos episódios estreiam no dia 15 de janeiro de 2021.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘), a série já está renovada para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2021.

A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.

‘Sonic 2’: Filmagens já terminaram e diretor divulga foto dos bastidores

Através do Twitter, o diretor Jeff Fowler compartilhou uma nova imagem de bastidores de Sonic 2’, anunciando o término das filmagens da sequência.

Confira:

“E terminam as filmagens em Vancouver! Obrigado a todos pela equipe maravilhosa na cidade… Muitos talentos incríveis que ajudaram a tornar Sonic 2’ bastante especial (e, alerta de spoiler… Épico!)”, ele escreveu.

Segundo o Comic Book, Jason Momoa (‘Game of Thrones’, ‘Aquaman’) foi convidado para dublar Knuckles, que é um aliado do rápido ouriço azul.

O personagem no filme será fiel à sua representação na série de videogame, o que significa que ele será um personagem sério, e a Paramount acredita que Momoa é perfeito para o papel.

“Para o primeiro filme, nós realmente estávamos apenas olhando para o jogo de 1991 e vendo onde tudo começou para mantê-lo simples. Tentamos realmente acertar o Sonic e o Robotnik e criar sua rivalidade. Contamos um pouco da história de origem, fazendo com que todos se apaixonem por ele como personagem e torçam por mais. E então, agora podemos abrir e trazer alguns desses outros personagens que os fãs conhecem e amam. E sim, quero dizer, ninguém está mais animado do que eu por ter essa oportunidade.”, disse Fowler ao ComicBook.

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com James Marsen, Tika Sumpter, Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘The Ghost and Molly McGee’: Greta Gerwig é destaque no novo clipe da animação; Assista!

The Ghost and Molly McGee é a mais nova série animada da Disney Television Animation e, agora, o canal divulgou um clipe oficial trazendo ninguém menos que a diretora indicada ao Oscar Greta Gerwig (‘Lady Bird’, ‘Adoráveis Mulheres’).

Confira:

A produção, criada por Bill MotzBob Roth (‘LEGO Star Wars’), foi lançada hoje, 06 de outubro, na plataforma do Disney+.

Ashly Burch (‘Mythic Quest: Raven’s Banquet’) e Dana Snyder (Aqua Teen Hunger Force) estrelam como Molly e o epônimo fantasma, respectivamente.

A série gira em torno de uma jovem otimista chamada Molly, que vive para transformar o mundo em um lugar melhor, e do fantasma ranzinza Scratch, cujo trabalho é espalhar miséria e caos por onde passa. Mas quando uma das maldições de Scratch sai pela culatra, ele se vê para sempre atado à vida de Molly.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

Crítica | Avril Lavigne mergulha na nostalgia do pop-punk com o frenético ‘Love Sux’

Avril Lavigne começou a fazer sucesso a partir de 2002, quando lançou seu elogiado e lendário álbum de estreia ‘Let Go’. Contando com diversas músicas que ficaram marcadas na cultura pop, incluindo “Complicated” e “Sk8er Boi”, Lavigne alcançou um status de ícone da indústria fonográfica contemporânea, tornando-se uma das artistas canadenses mais bem-sucedidas de todos os tempos e auxiliando a popularizar o pop-punk. Através de letras relacionáveis e uma produção bastante envolvente, pincelada pela guitarra, pela bateria e por vocais memoráveis. Não é surpresa que ela tenha se consagrado como a Rainha do Pop-Punk por diversos consórcios de imprensa, construindo uma imagem imortal que alavancaria fãs ao redor do mundo.

Três anos depois de ter apostado fichas em uma arquitetura pessoal com ‘Head Above Water’, a performer se mostrou pronta para retornar às raízes em 2022 – uma década que, apesar de ter apenas iniciado, já se caracteriza como um compilado de homenagens às décadas finais do século passado. Se Lady Gaga exaltou o French-house com ‘Chromatica’ e Dua Lipa mergulhou de cabeça no pop e no disco dos anos 80 com ‘Future Nostalga’, Lavigne reclamaria seu lugar no escopo musical ao se respaldar numa mistura gritante de alternativo e mainstream, trabalhando com “pessoas que me entendiam e vinham de vários gêneros”, como bem disse à Entertainment Weekly em dezembro do ano passado. E foi assim que nasceu Love Sux, uma ode à sua própria carreira e uma divertidíssima jornada por um estilo que merece mais reconhecimento na atualidade.

Devo dizer que não havia gostado como achei que gostaria dos singles promovidos nos meses anteriores – mas acreditei que, no momento em que as ouvisse dentro da obra completa, teria uma experiência diferente. Hoje, 25 de fevereiro, abri o Spotify para fazer o download das músicas e me surpreendi ao ver a curta duração do disco – compilando doze breves músicas em meia hora de duração. Talvez Avril tivesse sentido que a geração TikTok não seria atraída por canções muito longas, revelando uma mentalidade mercadológica bastante funcional, ainda que nos deixando com gostinho de quero mais. O resultado dessa explosão sensorial é positiva na maior parte do tempo – e posso dizer que é a melhor incursão da cantora e compositora em quase uma década e meia.

Love Sux não apresenta nada de original, comparando à estética sonora apresentada por Lavigne nas décadas anteriores ou dentro do estilo que sempre adotou em suas canções. Entretanto, isso não é uma coisa ruim – pelo contrário, percebemos que, às vezes, se restringir ao que você sabe é uma opção válida para aqueles que precisam se reencontrar. Desde a primeira faixa, “Cannonball”, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.

Mesmo com 37 anos, Lavigne não se desvencilha de sua adolescente interior e consegue dialogar com os jovens de hoje de maneiras surpreendentes – como visto em “Bois Lie”, uma ótima colaboração ao lado de Machine Gun Kelly, ou na inesperada rendição em semi-balada de “Avalanche” (“eu digo que estou bem, mas não me sinto bem”). O problema das faixas reside em termos estruturais, como a fraca ousadia das rimas e uma energia infindável que nos deixa exauridos antes de chegar à metade do álbum – o que é assustador, visto sua brevidade. Todavia, quando paramos para compreender as mensagens que a lead singer quer nos entregar, percebemos uma necessidade urgente de gritar e se expressar de maneira clara e sem ambiguidades (e é isso que deve irá aquecer os corações de seus fãs mais assíduos e daqueles que bradam por mais nostalgia).

É inegável dizer que a obra é coesa em demasia (o que é irônico, visto que em outros textos já comentei sobre a falta de tato de artistas para unir suas iterações em um cosmos identitário), cortesia de nomes como John Feldmann e Travis Barker, responsáveis pela produção. Certas pessoas podem criticar a falta de intrepidez de Avril e de seus colaboradores, enquanto alguns sabem o motivo de tantas repetições de acordes e incursões. Se duas décadas atrás a cantora roubou a atenção da mídia por seu estilo cru e honesto, ajudando a atos como Paramore e Kirstin Maldonado a ganhar vida, ela agora aproveita o legado que construiu para revisitar a própria carreira – com o pop punk de “All I Wanted” e de “F.U.”, ou com as realizações alternativas do rock com “Déjà vu” e “Bite Me” (esta nutrindo de similaridades explícitas com ‘The Best Damn Thing’). E, caso esteja esperando pela densidade reflexiva de “I’m with You” ou “Don’t Tell Me”, sinto informar que não há nenhuma faixa aqui que chegue perto disso.

Alicerçado no saudosismo e em seus álbuns anteriores, Avril Lavigne demonstra que voltou para ficar com Love Sux, falando de temas conhecidos dentro de sua discografia, mas divertindo-se como nunca e demonstrando uma despreocupação com o que os outros irão pensar dela – motivo pelo qual compramos essa aventura.

Nota por faixa:

1. Cannonball – 4,5/5
2. Bois Lie, feat. Machine Gun Kelly – 3,5/5
3. Bite Me – 4/5
4. Love It When You Hate Me, feat. Blackbear – 3,5/5
5. Love Sux – 3,5/5
6. Kiss Me like the World Is Ending – 3,5/5
7. Avalanche – 4,5/5
8. Déjà vu – 3/5
9. F.U. – 4/5
10. All I Wanted, feat. Mark Hoppus – 3/5
11. Dare to Love Me – 3,5/5
12. Break of a Heartache – 3,5/5

O pesadelo não tem fim no novo teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories’; Confira!

O canal FX divulgou um novo teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 21 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

‘Babilônia’, com Brad Pitt e Margot Robbie, deve dar prejuízo MILIONÁRIO para a Paramount Pictures

Babilônia, novo filme do vencedor do Oscar Damien Chazelle (‘La La Land’), prometia ser uma das melhores e mais ambiciosas produções do ano, com grandes chances de se tornar um dos favoritos da próxima temporada de premiações. Entretanto, as coisas não saíram como o planejado.

Além da medíocre recepção crítica, o longa parece não ter agradado ao público – conquistando 48% de aprovação da audiência no Rotten Tomatoes e uma baixa nota C+ no CinemaScore.

Não demorou muito para que isso se refletisse na bilheteria: em quatro dias, o título arrecadou meros US$5,3 milhões, tornando-se a menor abertura das carreiras de Margot Robbie (ultrapassando o recente ‘Amsterdam’) e de Brad Pitt (cujo “recorde” era ‘Amor à Queima-Roupa’, de 1993) (via Deadline).

Enquanto Babilônia ainda será lançado em vários mercados ao redor do mundo em janeiro de 2023, é bem provável que não consiga gerar lucro para a Paramount Pictures, responsável pela distribuição. Com orçamento de US$80 milhões, o longa teria que arrecadar mais de US$250 milhões para quitar os gastos de produção e marketing – um feito que, agora, parece muito distante e praticamente impossível.

Apesar do fracasso crítico e financeiro, a obra conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme – Musical ou Comédia, e nove ao Critics’ Choice Awards, incluindo Melhor Filme.

Lembrando que Babilônia chega aos cinemas nacionais em 19 de janeiro.

Ambientada numa Los Angeles da década de 1920, a narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.

Chloe FinemanJeff Garlin, Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun LiKatherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.

Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.

A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.

Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.

Olivia HamiltonMatt Plouffe, MaguireMarc Platt entram como produtores.

Vídeo nos leva aos bastidores da aguardada adaptação em live-action de ‘Gran Turismo’; Confira!

Sony Pictures divulgou um novo vídeo promocional do live-action Gran Turismo – De Jogador e Corredor’, nos levando aos bastidores da produção.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de agosto.

Confira:

Em entrevista ao Total Film, o diretor Neill Blomkamp, comentou sobre a vindoura adaptação cinematográfica e explicou por que resolveu comandar o live-action.

“Eu sou obcecado por carros. Totalmente obcecado”, ele conta. “Então, eu fiquei: ‘sim, eu provavelmente deveria fazer esse filme”.

Anteriormente, em conversa com o PlayStation Blog, o cineasta revelou que, a princípio, havia apresentado um roteiro de ficção científica para a Sony Pictures, mas acabou sendo convidado a trabalhar na adaptação.

“A primeira coisa que eu pensei foi: ‘como um simulador de corrida poderia ser adaptado para o cinema?’. Mas eu li o roteiro e me interessei rapidamente, porque sou um amante de carros”, ele disse..

Segundo Blomkamp, o filme se diferencia por tratar o jogo como um jogo e por ser baseado na história real de Jann Mardenborough, que aprendeu a dirigir jogando antes de se tornar um piloto profissional na vida real. “É uma história incrível”, afirmou.

O diretor também destacou que se interessou pelo projeto porque seus filmes costumam ser sombrios e distópicos, enquanto ‘Gran Turismo‘ é uma história inspiradora.

“Eu nunca imaginei que faria um filme que deixaria o público animado e inspirado na saída do cinema. Isso realmente me atraiu”, concluiu Blomkamp.

A trama segue a história de um jogador adolescente de Gran Turismo, cujas habilidades de jogo o permitiram vencer uma série de competições da Nissan, e até mesmo se tornar um verdadeiro piloto profissional de carros de corrida.

O elenco ainda conta com Archie Madekwe, Orlando Bloom, Darren Barnet, Josha Stradowski, Djimon Hounsou, Geri Horner e Emelia Hartford.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

Vídeo inédito de bastidores de ‘Napoleão’ nos leva ao campo de BATALHA; Confira!

A cinebiografia ‘Napoleão‘, estrelada por Joaquin Phoenix e dirigida por Ridley Scott, ganhou um novo vídeo promocional nos levando aos bastidores do longa-metragem.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais em 23 de novembro antes de chegar ao catálogo da Apple TV+.

Confira, junto com o trailer:

O longa irá abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em Pieces of a Woman.

Ridley Scott (‘Casa Gucci’) entra como diretor.

David Scarpa, conhecido por seu trabalho em ‘The Man in the High Castle’, fica responsável pelo roteiro. Ele já trabalhou com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo’.

O filme terá nada menos que 157 minutos e 43 segundos de duração (isto é, 2 horas e 37 minutos).

‘Reacher’: Alan Ritchson está de VOLTA nas imagens da 3ª temporada; Confira!

Prime Video já renovou sua adorada série de ação Reacher para a 3ª temporada e, agora, foram reveladas as novas imagens de bastidores do próximo ciclo.

As fotos mostram Alan Ritchson de volta como o personagem titular.

Confira:

https://twitter.com/neilmorton/status/1782829462427496549?t=U-guzm9pAKw7X6GfNcuOHA&s=19

Ritchson havia divulgado uma críptica imagem de bastidores indicando o que os fãs podem esperar da nova leva de episódios – que já está em produção.

Ainda que detalhes não tenham sido revelados, Ritchson postou uma foto de uma lagosta em sua conta oficial no Instagram, escrevendo: “detalhes importam na 3ª temporada de Reacher… Especialmente na astúcia”.

A imagem pode fazer referência ao sétimo livro da saga de romances, ‘Acerto de Contas’, que é ambientado no Maine – um estado conhecido por suas lagostas.

Confira:

Ritchson também disse ao Comic Book que os vindouros episódios vão apostar em uma trama completamente das anteriores.

“Não posso falar muito sobre a 3ª temporada, mas direi que há muitas histórias clássicas dos romances que são aventuras nas quais Reacher é profundamente envolvido. E vamos aproveitar para levá-lo a um novo mundo. Pode não ter nada a ver com a família ou com seu passado, ele está apenas vivendo essa aventura e essa é a direção que tomamos.”

Por fim, ele garantiu que:

“Parece realmente funcionar muito bem para o ritmo que pretendemos levá-lo.”

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o autor da saga de livros Lee Child revelou qual dos 26 livros publicados pode ser adaptado para a terceira temporada.

“Eles podem fazer o que quiserem porque o lance dos dos livros é que você não precisa lê-los em ordem. Todos se seguram sozinhos. O mesmo personagem, obviamente, mas todos se seguram sozinhos. Reacher não é uma pessoa que pensa no passado. Ele nunca prevê o futuro e que vive no hoje então nunca há referências nos livros a livros anteriores. Você não perderá nada se os ler fora de ordem. Podemos fazer a série fora de ordem também.”, ele afirmou.  

Assista à entrevista:

Lembrando que os dois primeiros ciclos estão disponíveis no Prime Video.

Na segunda temporada, o veterano investigador da polícia militar Jack Reacher recebe uma mensagem codificada de que os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, a 110ª MP de Investigações Especiais, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados um por um. Para desvendar os culpados e as razões por trás dos crimes, Reacher se reúne com três de seus ex-companheiros de equipe: Frances Neagley (Maria Sten), Karla Dixon (Serinda Swan) e David O’Donnell (Shaun Sipos).

Malcolm Goodwin, Willa FitzgeraldKristin Kreuk também fazem parte do elenco.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.

Kit Connor, de ‘Heartstopper’, não quer trabalhar com Joe Locke na Marvel e revela o MOTIVO

Joe Locke, conhecido por seu trabalho na aclamada série Heartstopper, fez sua estreia no Universo Cinemático Marvel como o Jovem em Agatha Desde Sempre.

Ainda que sua identidade não tenha sido revelada, várias pistas e materiais promocionais apontam-no como Billy Maximoff/Wiccano, filho da Feiticeira Escarlate – mas vale lembrar que há chances de que o Jovem seja, na verdade, Nicholas Scratch (filho da protagonista Agatha Harkness).

Enquanto o astro já faz parte desse icônico panteão super-heroico, alguns fãs ficaram desapontados ao descobrirem que Kit Connor, parceiro de Locke em Heartstopper, não tem pretensão de se juntar ao MCU como o namorado de Wiccano, o híbrido de Kree e Skrull conhecido como Hulkling.

Em entrevista ao Omelete, Connor comentou:

“Não acho que eu seria uma boa escolha para o Hulkling, honestamente. Acho que as pessoas ficariam cansadas de ver eu e Joe juntos, caso continuássemos assim nos próximos anos”.

Lembrando que a 3ª temporada de Heartstopper’ chega no dia 03 de outubro ao catálogo da Netflix.

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, “o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos”.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e Jonathan Bailey também fazem parte do elenco.

Gostou de ‘Queimando o Filme’? Aqui estão outras FOFAS rom-coms para ver no Prime Video!

Queimando o Filme‘, comédia romântica estrelada por Simone Ashley (‘Bridgerton’) e Hero Fiennes Tiffin (‘Harry Potter’) chegou hoje (06) ao catálogo do Prime Video e já está fazendo sucesso entre os assinantes.

Inspirado no longa australiano ‘Cinco Chances para Ser Feliz’, a trama acompanha a fotógrafa batalhadora Pia (Ashley) recebe uma previsão do futuro: seu amor verdadeiro será encontrado nos seus próximos cinco encontros. Com o casamento da sua irmã prestes a acontecer e sua família brincando de cupido, seu ex (Tiffin) reaparece e transforma sua vida em um caos.

A estreia da produção reacendeu nossa predileção por produções do gênero e, pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando outras cinco rom-coms para você assistir na plataforma de streaming.

Veja abaixo as nossas escolhas:

PODRES DE RICOS (2018)

Disponível para aluguel

‘Podres de Ricos’, além de ser uma ótima releitura da famosa obra homônima de Kevin Kwan, mostra que até as narrativas mais clichês ainda podem ser contadas de modos diferentes. Mesmo com a resolução premeditada em que tudo se resolve em um final feliz, o panorama geral entretém e é agradável, inclusive preparando o terreno para futuras obras originais em um gênero saturado – e conta com performances incríveis de nomes como Constance Wu e Michelle Pfeiffer, em uma química de tirar o fôlego e de cativar os olhos.

MAIS QUE AMIGOS (2022)

Disponível para aluguel

Dirigido por Nicholas Stoller, que não é nenhum estranho às rom-coms, e contando com o roteiro de Billy Eichner e Stoller, o longa-metragem desmistifica os estereótipos encontrados em filmes similares ao trazer para o centro dos holofotes um homem gay chamado Bobby (que também é interpretado por Eichner), que beira os quarenta anos e praticamente desistiu do amor. Logo no começo da história, é notável como Bobby talvez tenha percebido que não nasceu para ficar com alguém em uma relação duradoura – e ele nem sequer procura por isso. As coisas começam a mudar quando ele cruza caminho com Aaron (Luke Macfarlane), um advogado testamentário. Os dois começam a conversar e se lançam em uma jornada de autodescoberta de importância ímpar para compreender a complexidade da comunidade queer e que é destinado a seus membros.

O AMOR MANDOU MENSAGEM (2023)

E se uma mensagem de texto aleatória levasse ao amor da sua vida? Lidando com a trágica perda de seu noivo, Mira Ray envia uma série de mensagens românticas para seu antigo número de celular… sem perceber que o número foi transferido para o novo telefone comercial de Rob Burns. Jornalista, Rob é cativado pela honestidade nos belos textos confessionais. Quando ele é designado para escrever um perfil da estrela Celine Dion, ele pede a ajuda dela para descobrir como conhecer Mira pessoalmente… e conquistar seu coração.

UPGRADED: AS CORES DO AMOR (2024)

Ninguém imaginaria que a comédia romântica Upgraded: As Cores do Amor faria tanto sucesso ao chegar ao Prime Video no ano passado. Porém, a sólida direção de Carlson Young e a magnética performance de Camila Mendes foram o suficiente para nos levar a uma jornada romântica adorável com toques de ‘O Diabo Veste Prada’. Na trama, Ana (Mendes) é uma estagiária de arte que é convidada para uma viagem de trabalho para Londres, pela sua super chefe. No entanto, o destino a coloca na primeira classe do avião, ocasionando um encontro com o jovem William (Archie Renaux), um belo rapaz de família rica que vai mudar sua história!

UMA IDEIA DE VOCÊ (2024)

Inspirado no livro homônimo de Robinne Lee‘Uma Ideia de Você’ tornou-se uma das produções mais elogiadas de 2024, principalmente pela tórrida e envolvente química entre os incríveis Anne Hathaway e Nicholas Galitzine. O filme narra a história de Solène Marchand (Hathaway), proprietária de uma galeria de arte que reluta em levar a filha para conhecer sua boyband favorita. No entanto, ela acaba se envolvendo romanticamente com um dos integrantes do grupo, Hayes Campbell (Galitzine).

‘A Casa do Dragão’: Annie Shapero será Alysanne Blackwood na 3ª temporada

Segundo o Deadline, a atriz australiana-britânica Annie Shapero (‘The Border’) foi escalada para a 3ª temporada da aclamada série A Casa do Dragão, pré-sequência de Game of Thrones.

Shapero dará vida a Alysanne Blackwood nos novos episódios. Conhecida como Black Aly, a personagem tem papel fundamental no romance Fogo & Sangue, assinado por George R.R. Martin. A destemida guerreira é tia de Lorde Benjicot Blackwood e luta pela Rainha Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) na Dança dos Dragões antes de se casar com Lorde Cregan Stark (Tom Taylor) – tornando-se uma figura essencial na Casa.

Vale lembrar que as gravações do novo ciclo já começaram no Reino Unido.

A terceira temporada deverá ser lançada em 2026 e promete trazer acontecimentos importantes e decisivos relacionados à guerra que se aproxima após os eventos finais da segunda temporada, exibida em 2024.

No Brasil, a série está disponível na HBO Max.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.