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‘Loki’: Tom Hiddleston estampa belíssimo ensaio fotográfico; Confira!

A nova série da Marvel Studios, ‘Loki‘, estreia na plataforma Disney+ em pouco mais de duas semanas e para celebrar a proximidade do seu lançamento, o astro Tom Hiddleston estampou um belo ensaio fotográfico para a revista EW.

Confira:

LOKI
Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.

Confira o mais recente teaser de ‘Loki‘:

Ainda que a trama da série esteja repleta de mistérios, a Amazon divulgou a sinopse do dicionário visual baseado na atração, revelando a missão do personagem.

Confira:

“Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.”

Obviamente, o vilão vivido por Tom Hiddleston vai escolher a segunda opção e embarcar nesta importante missão.

Apesar dos poucos detalhes, tudo indica que esta nova ameaça seja Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).

De acordo com Brandon Katz, repórter do The Observer, fontes ligadas à produção disseram que Majors gravou uma cena para a vindoura atração, mas esta versão do personagem será bem diferente de como ele será visto em ‘Homem-Formiga 3′.

Infelizmente, não foram revelados outros detalhes sobre a sua presença na trama.

Lembrando que a série tem estreia marcada para 09 de junho na Disney+.

Confira o trailer:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’: 3ª temporada já está disponível na Netflix

A 3ª temporada da série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia nesta sexta-feira (21) na grade de programação.

Na nova temporada: “Os campistas descobrem mais detalhes sobre a pesquisa secreta do Doutor Wu. Agora, eles vão tomar as rédeas do próprio destino e se arriscar em um plano muito perigoso, para deixar a Ilha Nublar para sempre. Mas quando uma tempestade tropical atrasa a partida, uma nova ameaça letal se aproxima rapidamente, colocando tanto a fuga quanto as vidas dos campistas em grande perigo.”

Confira:

A trama se passa na mesma linha temporal de ‘Jurassic World‘ e acompanha um grupo de adolescentes que fora escolhido para a experiência única de viver uma aventura no lado oposto da Ilha Nublar. No entanto, o passeio foge de controle quando os dinossauros começam a atravessar para o outro lado, colocando a turma toda em um perigo iminente. Sem contato com o mundo exterior, eles terão que se unir para tentar sobreviver.

A produção conta com as vozes de Paul-Mikél Williams (‘Westworld’), Jenna Ortega (‘Você’), Ryan Potter (‘Titãs’), Raini Rodriguez (‘Austin & Ally’), Sean Giambrone (‘The Goldbergs’) e Kausar Mohammed (‘Silicon Valley’).

Crítica | ‘SOUR’ marca a grandiosa e íntima estreia de Olivia Rodrigo na música

Olivia Rodrigo alcançou fama mundial ao estrelar a série sequência da adorada franquia High School Musical, dando vida à sonhadora e ambiciosa Nini Salazar-Roberts – mas a conquista do cenário mainstream definitivamente veio com o lançamento de seu primeiro single oficial, “drivers license”. Tornando-se a maior estreia feminina de todos os tempos – debutando em primeiro lugar nos charts da Billboard pelo íntimo bedroom pop a que se prestou a construir, a canção recebeu aclame universal por parte da crítica internacional e nos deixou bastante intrigados para descobrir o que vinha a seguir e o que a artista estava escondendo em sua borbulhante mente.

Pouco depois, Rodrigo lançou mais duas canções promocionais, “deja vu” e a recente “good 4 u”, transmutando-se um dos ícones do futuro da música pela originalidade identitária e por um afastamento relativo do que se via no escopo fonográfico. Não é surpresa que a cantora e compositora de apenas dezoito anos, abrindo a primeira página de um novo capítulo, tenha caído no gosto popular, seguindo os passos de um nicho criativo que vinha sido calcado desde 2013, com Lorde, e atingindo mais um ápice em 2018 com Billie Eilish. Agora, nos aproximando do meio do ano, a performer lança seu aguardado álbum de estúdio, SOUR – cujas múltiplas falhas e repetições são ofuscadas por uma produção impecável e por versos pungentes.

Quando pensamos no ineditismo artístico, não falamos exatamente de histórias revolucionárias ou qualquer coisa do tipo – muito pelo contrário: sabemos que os enredos serão bastante similares e que o modo de contá-los é o que deve prevalecer. Aliando-se à Geffen Records, Olivia decide gerar uma íntima jornada adolescente, apelando para um simples e profundo diálogo com as angústias pelas quais jovens passam e que são, normalmente, descreditadas por adultos. Logo, é óbvio que iremos encontrar diversas reflexões amorosas sobre traição, namoros, decepções e um senso de sempre querer seguir em frente e almejar pela felicidade. O interessante é de que forma Rodrigo arquiteta cada uma das onze breves faixas, emulando diversas influências que variam desde o pop-punk de Avril Lavigne à rebeldia do rock de Joan Jett – as quais já marcam presença na track de abertura.

Apesar das assimilações a outras conterrâneas serem quase instantâneas, a jovem artista nutre de uma singularidade apaixonante, que se estende de vocais reformulados a uma obliteração total de seguir as regras – ainda que, nessa tentativa, esbarre em paradigmas familiares. Dito isso, não seria possível pensar em nenhuma outra canção além de “brutal” para começar uma jornada com propósitos tão bem delineados: a rendição, que nos soa ligeiramente emprestada de Taylor Momsen, é resumida no verso “eu estou cansada dos meus 17, onde está meu sonho adolescente?”, seguido e precedido de uma consciência de (des)pertencimento absolutamente fantástica.

O álbum faz um claro movimento de dilatação e contração – algo que explica a intercalação constante de baladas e frenéticas explosões. Inspirada até mesmo pela “bênção” que recebeu de Taylor Swift alguns meses atrás, Olivia alterna entre as dramatizações teatrais da belíssima “traitor”, cuja poética verborrágica é o melhor elemento da canção, bem como a retórica envolvente da cantora, e a vendeta pessoal soft-rock que ganha vida na exuberância de “good 4 u”. Em outro aspecto, a narratividade literária de Rodrigo é traduzida com excelência na sinestesia da já mencionada “drivers license”, ramificando-se para a cândida, ainda que amiudada “1 step forward, 3 steps back”. E, enquanto boa parte da obra demonstra as habilidades invejáveis de Dan Nigro, que inclusive co-assina as faixas, há um certo senso de desespero que se apodera do arco de conclusão e que esbarra com força num aparato mercadológico – mesmo com uma praticidade inegável.

Em “jealousy, jealousy”, a performer dá uma sensação de cansaço ao, novamente, abrir espaço para a densidade do baixo. Tal reciclagem é logo esquecida pelas dissonâncias do piano que dominam a arquitetura sonora a partir do bridge e pelos vibrantes sintetizadores que implodem em um dos melhores refrões do ano. Já “favorite crime” traz, mais uma vez, um violão e uma multiplicidade de camadas para a artista – algo que tornou-se tão comum que dificilmente conta algo novo (além de um problema estrutural de ritmo que antecede os versos principais). “hope ur ok” é uma reminiscência do lead single do álbum e, mesmo com a falta de prospecto, é um atrativo e bem-vindo desfecho, inclusive quando justaposta a “brutal”.

A concisão do álbum, que se destrincha em rápidos 34 minutos, talvez é o que o faça despontar com positiva recepção – mas confesso que não me importaria com algumas faixas a mais. Com exceção dessa clara e um tanto quanto exaustiva continuidade, SOUR é uma esplêndida estreia para uma jovem artista que, com apenas dezoito anos, emergiu como um ícone da própria geração.

Nota por faixa:

  1. brutal – 5/5
  2. traitor – 5/5
  3. drivers license – 4/5
  4. 1 step forward, 3 steps back – 3,5/5
  5. deja vu – 4/5
  6. good 4 u – 5/5
  7. enough for you – 3,5/5
  8. happier – 3,5/5
  9. jealousy, jealousy – 4/5
  10. favorite crime – 2,5/5
  11. hope ur ok – 3/5

‘Superman & Lois’ é renovada para a 2ª temporada

A nova série original da DC para a emissora CW,Superman & Lois‘, foi oficialmente renovada para a sua 2ª temporada.

Desde a sua estreia, a produção tem se tornado um sucesso entre o público, com o seu episódio inaugural sendo visto no canal por mais de um milhão de telespectadores.

Além disso, ela recebeu críticas extremamente positivas, conquistando 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, por parte da imprensa especializada.

Lembrando que o primeiro ciclo ainda está em exibição e o próximo episódio vai ao ar no dia 25 de maio.

Confira o trailer da série:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

 

‘The Good Doctor’: Shaun sofre gravíssimo acidente na nova promo da 4ª temporada; Assista!

As coisas estão ficando ainda mais tensas em ‘The Good Doctor‘ e o 18º episódio da 4ª temporada – intitulado “Forgive or Forget” – reserva fortes emoções para os amantes da série.

O médico Shaun sofreu uma grave torção enquanto acampava com Lea e os reflexos desse ferimento podem até mesmo lhe custar uma amputação, conforme revela a tensa nova promo da temporada.

Assista a promo:

Confira a sinopse oficial do capítulo em questão:

Shaun e Lea vão acampar para se distrair da dor pelo aborto. Enquanto isso, Morgan e Park discutem sobre o melhor curso de tratamento para seu paciente

Lembrando que ABC renovou oficialmente a série ‘The Good Doctor‘ para a 5ª temporada.

A quarta temporada tem registrado 4.23 milhões de espectadores, com média de 0.6 na demo. Considerando os números do ciclo anterior, há uma queda de 30% na audiência.

Porém, dentre as oito séries de drama exibidas nos últimos meses, ‘The Good Doctor‘ tem a terceira maior audiência da emissora, ficando atrás apenas de ‘Station 19‘ e ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

‘Star Wars’: Dave Filoni, co-criador de ‘The Clone Wars’, é promovido a diretor criativo da Lucasfilm

Através do site oficial da saga Star Wars‘, a Lucasfilm anunciou que o produtor Dave Filoni foi promovido a diretor criativo do estúdio.

Filoni é bastante querido entre os fãs da franquia por ter atuado como co-criador das animações ‘The Clone Wars’ e ‘Rebels‘, além de ser um dos produtores de ‘O Mandaloriano’.

Atualmente, o cineasta também contribui na produção executiva de ‘The Bad Batch‘, a mais nova animação da Lucasfilm em parceria com a Disney+.

Lembrando que a equipe de Clonetroopers foi introduzida em um episódio homônimo co-escrito por Filoni na sétima temporada de ‘The Clone Wars’.

Por enquanto, ainda não há detalhes explicando como a nova função de Filoni terá reflexo no universo expandido da franquia na TV e no cinema.

Então só nos resta aguardar pelas atualizações.

Lembrando que os três primeiros episódios da série já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

Star Wars: The Bad Batch gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

‘Raised by Wolves’: 2ª temporada contrata seis novos nomes ao elenco

Segundo o Deadline, a HBO Max contratou seis novos nomes à 2ª temporada de Raised by Wolves, série de ficção científica criada por Ridley Scott.

Os próximos episódios trarão nomes como Peter ChristoffersenSelina JonesMorgan SantoJames HarknessKim EngelbrechtJennifer Saayeng.

Confira a descrição oficial dos personagens abaixo:

  • Christoffersen como Clever: um devoto soldado ateu, veterano na guerra na Terra, cujo único amigo é um supercomputador que jurou proteger.
  • Jones como Avó: uma androide divina, construída milhares de anos atrás por membros da civilização perdida que existir em Kepler 22b.
  • Santo como Vrille: um traje humanoide e androide construído para se parecer e se comportar como a verdadeira Vrielle Pell, que morreu depois de cometer suicídio. Ela é rebelde, impulsiva e obscura – e tem uma afeição por coelhos e outros animais pequenos.
  • Harkness como Tamerlane: um soldado carrancudo ateu com personalidade desafiadora. Seu passado foi um horror – até encontrar o chamado como membro do exército ateu e lutar contra os Mithraic na Terra.
  • Engelbrecht como Decima: altamente educada, Decima foi uma proeminente cientista/desenvolvedora de armas que fez coisas bastante imorais para conseguir sucesso. Ela é notoriamente impiedosa, mas ainda carrega culpa (apesar de ter apagado boa parte dela em terapias futurísticas)
  • Saayeng como Nerva: uma forte mulher ateia que controla uma rede subterrânea de bens e serviços. Nerva é uma civil que foi levada à colônia através de uma arca sequestrada. No processo, perdeu uma criança – e secretamente deseja por outra.

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram.

Confira as primeiras imagens oficiais abaixo:

Criada por Ridley Scott (‘Blade Runner;Alien‘), a série futurista acompanha dois androides que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androides descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.

O elenco da produção inclui Travis FimmelAmanda Collin, Abubakar Salim, Winta McGrath, Niamh Algar, Felix Jamieson, Ethan Hazzard, Jordan Loughran, Aasiya Shah e Ivy Wong.

Além de ser produtor executivo do projeto, Scott também será responsável pela direção.

“Eu sempre procurei por novas fronteiras no gênero da ficção científica, e eu encontrei algo realmente original em ‘Raised by Wolves’ – um mundo completamente imaginativo e distinto, cheio de personagens lutando com questões existenciais: O que nos torna humanos? O que constitui uma família? E se começássemos de novo e apagássemos a bagunça que fizemos em nosso planeta? Nós sobreviveríamos? Seria melhor?”, refletiu Scott.

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Série de aventura do Disney+ ganha trailer oficial; Confira!

O Disney+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, série original que tem lançamento agendado para o dia 25 de junho.

Confira, junto ao logo oficial:

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

‘All I Know so Far’: Documentário da cantora Pink já está disponível na Amazon Prime Video!

O documentário All I Know so Far, da icônica cantora, compositora e acrobata Pink, finalmente estreou na Amazon Prime Video.

O filme foi acrescentado ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 21 de maio.

Confira o trailer:

O filme é dirigido por Michael Gracey (‘O Rei do Show’) e traz detalhes sobre o processo de criação do espetáculo da cantora no Estádio de Wenbley, como parte da turnê do álbum Beautiful Trauma.

Creditada por quebrar barreiras para as mulheres no cenário fonográfico, Pink tornou-se mundialmente famosa com o lançamento de ‘Can’t Take Me Home’, em 2000. Desde então, entregou nada menos que outros sete álbuns e vendeu mais de 90 milhões de discos.

Aclamada por sua voz rouca e por sua presença de palco acrobática, ela já levou para casa três Grammy Awards, dois Brit Awards, um Emmy e sete VMAs, incluindo o Prêmio Vanguarda Michael Jackson.

‘SOUR’, álbum de estreia de Olivia Rodrigo, já está disponível em todas as plataformas digitais!

A jovem popstar Olivia Rodrigo, que se tornou mundialmente conhecida por sua participação na série High School Musical, lançou hoje (21) seu álbum de estreia, intitulado SOUR.

A produção conta com 11 faixas, incluindo os singles “drivers license”, “deja vu” e “good 4 u”.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. brutal
  2. traitor
  3. drivers License
  4. 1 step forward, 3 steps back
  5. deja vu
  6. good 4 u
  7. enough for you
  8. happier
  9. jealousy, jealousy
  10. favorite crime
  11. hope ur ok

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

No ano passado, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.

‘Army of the Dead’: Novo thriller de zumbi do Zack Snyder já está disponível na Netflix

A espera acabou! O aguardo thriller de zumbi do Zack Snyder, ‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (21) na grade de programação.

Antes de chegar ao streaming, superprodução foi lançada em 430 cinemas por nos Estados Unidos

Na trama, após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

O filme tem cenas extremamente sangrentas, batalhas épicas em CGI, bizarrices (como um Tigre Morto-Vivo), diálogos pra lá de cafonas e tudo isso adicionado de maneira exagerada. Mas extremamente divertida.

Assista a crítica:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘) e rodado em Las Vegas, o longa contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

Zack Snyder revela que não mudaria nada no MCU

Após o sucesso da nova versão de Liga da Justiça, surgiram rumores apontando que Zack Snyder e a Marvel Studios estavam em negociações para futuros projetos comandados pelo cineasta.

E o diretor acaba de confirmar que é fã do estúdio durante entrevista ao The Guardian.

Snyder foi questionado o que mudaria se estivesse no comando do Universo Cinematográfico da Marvel, e respondeu:

“Nada. Eu poderia ter mudado algo, mas talvez eles ganhassem menos dinheiro ou seriam menos amados. Mas pelo que eles criaram – não sei se existe uma maneira melhor de fazer isso.”, afirmou.

Snyder também conversou com a MTV News e negou que está em negociações para ir para a Marvel.

“Eu nunca conheci Kevin Feige pessoalmente, eu conheço o seu trabalho. Aliás, um trabalho incrível e incrivelmente bonito, vamos ser honestos. Mas não há nada além de admiração.”

Ele continuou a elogiar a Marvel e como seus filmes conseguem misturar vários gêneros dentro das tramas de super-heróis.

“Os filmes da Marvel mesclam todos os gêneros possíveis, sabe? Eles brincar com seus personagens de maneiras experimentais sem medo de arriscarem, eles estão seguros o suficiente para explorar o que for preciso para trazer inovação ao gênero dos super-heróis. Eles não estão mais jogando na defesa, o que eu acho incrível.”

Bom, não foi dessa vez, mas não custa sonhar que a Marvel poderia fazer um convite a Snyder para dirigir um filme ou série com uma pegada mais sombria, não é?

O que você acha da ideia?

‘Como Hackear Seu Chefe’: Clipe hilário mostra Thati Lopes em terapia laboral [EXCLUSIVO]

O CinePOP divulga um clipe EXCLUSIVO da comédia ‘Como Hackear Seu Chefe‘, estrelada por Victor Lamoglia e Thati Lopes, que estreia em 4 de junho nas plataformas digitais.

Acena exclusiva traz Guru Beni (Paulinho Serra) propõe uma terapia laboral para desestressar os colegas de trabalho Victor (Victor Lamoglia), Mariana (Thati Lopes) e João (Esdras Saturnino).

Assista:

 

Na trama, por conta de uma dedetização na empresa AN&N, os funcionários estão em home office. Durante uma reunião por vídeo, Victor e João são escolhidos para atualizar a apresentação da empresa. Essa simples tarefa torna-se um pesadelo quando, depois de comemorar seu aniversário, Victor, de ressaca, envia o arquivo errado: uma apresentação com memes comprometedores sobre o chefe criada por João. Logo que percebem o erro, os dois tentam diferentes estratégias para reverter a situação.

Com o sucesso de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, conheça outros “Director’s Cuts” FAMOSOS!

Quem diria! Muitos não acreditavam, mas o corte do diretor Zack Snyder para Liga da Justiça finalmente está entre nós. Para quem pegou o bonde andando, após dirigir O Homem de Aço (2013) e Batman vs Superman (2016), Snyder partiu instantaneamente para a terceira parte destes filmes com Liga da Justiça, cujo lançamento estava programado para o final de 2017. O resultado tanto de crítica quanto de público de Batman vs Superman foi, digamos, um pouco desesperador para o estúdio. Assim, a primeira medida adotada foi transformar a superprodução que seria dividida em dois longas (assim como Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato, da rival Marvel), em apenas um filme.

Depois disso, a tragédia atingiu, e Snyder deixou a produção para se concentrar em dar apoio à sua família após o suicídio de sua filha adolescente. Substituindo o diretor na missão de finalizar a obra então entrava Joss Whedon, justamente o cineasta responsável por levar aos cinemas os dois primeiros Vingadores. O resultado de Liga da Justiça foi uma obra de tom conflitante, que terminou agradando apenas momentaneamente – ou melhor dizendo, não desagradando. Logo, os fãs (sempre eles), levaram às redes sociais seu desejo em ver realizado o corte original planejado por Zack Snyder, alimentados pela lenha na fogueira colocada pelo próprio diretor, que instigava seus seguidores com imagens de bastidores.

O movimento foi ganhando cada vez mais proporção e os artistas envolvidos na produção também aderiram ao pedido, até se tornar a # mais compartilhada nas redes sociais para um filme não lançado. Assim, numa manobra sem precedentes, a Warner desembolsou mais US$70 milhões (além dos US$300 milhões já gastos na produção) para Snyder concluir sua visão, finalizando ou modificando efeitos, e refilmando algumas cenas. O resultado foi um filme de 4 horas de duração que tem feito os fãs morrerem de amores, arrancado elogio da imprensa, e mesmo os mais turrões reconhecerem que é uma obra superior à vista em 2017. Ou seja, um filme totalmente novo.

Nunca na história do cinema algo assim foi visto. Mas algo semelhante sempre ocorreu neste mais de um século da sétima arte. Pensando nisso, e nesta justiça que foi feita para um diretor, digamos, subestimado, resolvemos lembrar com você alguns casos de filmes que receberam edições especiais depois de seus lançamentos, adicionando e modificando o que havíamos visto e conhecíamos até então. Vamos conferir.

O Poderoso Chefão III / O Desfecho

Uma das trilogias mais famosas do cinema, senão a mais famosa (ou quem sabe a mais prestigiada), a conclusão da saga da família mafiosa Corleone demorou um tempo a sair do papel. O primeiro filme (1972) e o segundo (1974), ambos foram baseados no livro de Mario Puzo, e lançados num curto intervalo de tempo. O sucesso foi tanto que a Paramount resolveu fazer mais um, porém, não existia mais livro para basear. Assim, Puzo, ao lado do diretor Francis Ford Coppola, escreveram o roteiro da parte III, lançada em 1990. A recepção da época o elegeu como o mais irregular da trilogia. Assim, nada menos que trinta anos depois, no fim de 2020, Coppola decidiu, a pedido do estúdio, remontar o filme da maneira inicialmente planejada por ele. Esta edição foi chamada de ‘Desfecho’ (Coda).

Blade Runner – O Caçador de Androides

Um dos casos mais notórios do cinema quando falamos em edições especiais é esta ficção científica ainda muito influente, dirigida por Ridley Scott, lançada originalmente em 1982. Além desta, Blade Runner possui outra peculiaridade. O filme foi um fracasso de crítica e público em seu lançamento, vindo a ressurgir no gosto coletivo graças às vídeolocadoras, se tornando assim um dos casos mais conhecidos de filmes cult que ganharam uma legião de fãs após seu lançamento. Devido ao fracasso, o estúdio remontou o filme com uma narração em off do protagonista Harrison Ford, a fim de explicar um pouco mais ao público, e aproximar a trama ainda mais ao gênero noir detetivesco, mas um situado no futuro. Ao todo foram nada menos que 7 versões lançadas do filme: as mais famosas sendo a original, a edição norte-americana, a edição internacional, a edição do diretor e a edição final. Foi justamente o status de cult do filme ao longo de todos esses anos que gerou uma continuação tardia intitulada Blade Runner 2049 (2017).

Trilogia original Star Wars

Nem toda nova edição chega para agradar. E esse foi justamente o caso com uma das trilogias mais queridas do cinema – que fez os fãs olharem diferente para o criador de tudo, o cineasta George Lucas. Para ir aquecendo os motores e despertar falatório com a base de fãs para o lançamento de Ameaça Fantasma (1999), dois anos antes o diretor resolveu trazer o nome da marca de volta à boca do povo e dar a chance para quem não tinha idade na época, conferir as produções na telona. Essa foi a primeira oportunidade de muitos (como este que vos fala) assistirem aos primeiros blockbusters do cinema… bem, numa sala de cinema. Mas nem tudo estava como antes. Lucas não tinha a tecnologia na época, assim, numa era de efeitos plenamente digitais, o cineasta resolveu “polir” sua trilogia com efeitos modernos (para meados da década de 90). Adicionando novas cenas inclusive, tudo de “presente” para a nova geração. O problema é que ele simplesmente sumiu com as versões originais, as quais a maioria eventualmente preferiu.

E.T. – O Extraterrestre

Aprendendo com o colega acima, Steven Spielberg também resolveu relançar nos cinemas um de seus filmes mais queridos, sobre a amizade entre um menino e uma criatura boazinha vinda do espaço. Novos efeitos foram adicionados, substituindo o boneco por uma criação virtual de computador. Mas o cineasta não parou por aí, e no embalo, resolveu ouvir sua veia politicamente correta e remover digitalmente as armas dos policiais que perseguiam as crianças, substituindo-as por Walk talkies. A reação dos fãs foi: “tinha mesmo necessidade?”. Ah sim, nesta mesma pegada, esqueci de comentar acima que Lucas fez Han Solo atirar depois de seu inimigo Greedo (deixando o personagem mais coretinho), o que agradou exatamente a zero pessoas.

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Quando foi anunciado, este filme do universo mutante da FOX parecia um projeto dos sonhos para os fãs. Iria juntar os novos atores de Primeira Classe (2011), com os veteranos da franquia original lá de 2000, se tornando assim um crossover dentro da própria linha narrativa. A adaptação de um dos arcos mais queridos das HQs dos personagens pedia tal grandiosidade. No entanto, o que vimos em tela ficou parecendo muito um filme picotado, com atores de peso entrando mudos e saindo calados, e outros sequer aparecendo no filme, terminando cortados na sala de edição – como foi o caso da vencedora do Oscar Anna Paquin, eliminada da versão que foi aos cinemas, puro desrespeito. Tratando de remediar um pouco o ocorrido, o estúdio lançou em home vídeo, uma edição especial do filme chamada Rogue’s Cut – Edição da Vampira (a personagem de Paquin), frisando um pouco a importância dela na história. Algo me diz que esse filme tem mais coisa a ser remontada, pena que o diretor Bryan Singer entrou numa roubada e deverá ficar um tempo sumido.

Todos os filmes de Terrence Malick

Um dos diretores mais metódicos e peculiares dos últimos, digamos, 40 anos no cinema atende pelo nome Terrence Malick. Em 2011, com quase 40 anos de carreira, o diretor tinha apenas 5 filmes dirigidos por ele no currículo, para termos uma ideia. Mas isso é só uma parte da mitologia em torno de Malick. O que chama atenção de verdade e deixa muita gente furiosa, é a forma como o cineasta monta seus filmes, modificando totalmente sua história e linha narrativa. Malick é a mais pura representação do ditado que diz que “uma obra cinematográfica ganha vida de verdade é na edição”. É de lá que o diretor consegue muitas vezes tirar um novo filme do zero, diferente daquele que gravou. Foi o que fez o vencedor do Oscar Adrien Brody perceber que não era mais o protagonista do drama de guerra Além da Linha Vermelha (1998), apenas na pré-estreia do filme, e que agora a história girava em torno de Jim Caviezel. E foi também o que fez o saudoso veterano Christopher Plummer (falecido em 5 de fevereiro deste ano) pegar o telefone e soltar os bichos com Malick, com quem gravou a versão “séria” de Pocahontas, O Novo Mundo (2005), garantindo nunca mais trabalhar com o cineasta.

The Death and Life of John F. Donovan

Enaltecido por ser uma voz representativa para a comunidade LGBTQ+, o jovem diretor Xavier Dolan ganhou status neste nicho. Alguns o consideram pretensioso para além do talento. Seja como for, sua maior audácia até o momento ocorreu neste drama que passou muito em branco em seu lançamento em 2018. O maior falatório a respeito do longa ocorreu justamente devido a seus bastidores e talvez esta tenha sido toda a jogada do cineasta. Com um elenco de peso que inclui Natalie Portman, Kit Harrington, o pequeno Jacob Tremblay e as veteranas Susan Sarandon e Kathy Bates, definitivamente um dos maiores atrativos era a presença da musa ruiva Jessica Chastain, então na crista da onda em sua popularidade. A atriz indicada ao Oscar era inclusive a mais marketeira do projeto, divulgando em suas redes sociais cada passo da produção e muitas fotos que refletiam a amizade e proximidade com Dolan. Mas aí veio o fatídico anúncio. Para “melhorar” seu filme, Dolan achou necessário cortar por completo a participação de Chastain da obra. A ruiva disse que tudo foi feito na boa e sem rancor. Mas será mesmo… ?

Rocky IV

Se essa onda de novas edições pega… bem, acho que já pegou. E o próximo a surfar nela é o astro septuagenário Sylvester Stallone que está neste momento, enquanto escrevo esta matéria, editando uma nova versão para seu clássico oitentista absoluto Rocky 4 (1985). O quarto Rocky pode não ser o melhor da franquia, mas definitivamente é o mais empolgante e o que fez mais companhia na infância a este colega que vos escreve. Hoje, algumas coisas não são vistas com bons olhos, em especial toda a parte rocambolesca com o robô falante (sim, isso mesmo) que é servente / esposa do fanfarrão Paulie (Burt Young). Se vai tirar este trecho (o que queremos muito), só o tempo dirá. Como o filme ainda não foi lançado (e estamos mais que ansiosos para a estreia), só nos resta aguardar para ver o que o garanhão italiano aprontou no filme.

Batman Eternamente

Após o sinal verde para o corte de Zack Snyder para a Liga da Justiça, imediatamente os fãs começaram um novo movimento, desta vez para ver o corte original planejado pelo diretor Joel Schumacher para Batman Eternamente (1995). Em partes uma lenda urbana, muitos afirmam que existe muito material extra que não entrou no corte final, aguardando apenas uma edição especial. Porém, aqui temos outro agravante. Schumacher nos deixou ano passado, então caso a nova versão saia realmente do papel a pedido dos fãs pela Warner, um novo artista ficará responsável pela edição, sem o comando de Schumacher acompanhando tudo.

‘Invocação do Mal 3’: Primeiras reações indicam que o filme é FANTÁSTICO e ARREPIANTE

Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ chega em breve às salas de todo o mundo e, agora, o público já pode ter uma ideia do que vem por aí, visto que as primeiras reações viralizaram nas redes sociais.

Apesar de certas ressalvas quanto ao nível de sustos do terceiro capítulo da franquia, os comentários rasgaram elogios para a obra, caracterizando-a como “fantástica”, “arrepiante” e uma “ótima nova direção para a saga”.

Confira:

 “[O filme] é demoníaco e arrepiante em todos os pontos principais, trazendo uma sequência de abertura sensacional e uma cena que rivaliza com os momentos mais assustadores da franquia até agora”.

“Eu amo os filmes de Invocação do Mal – e o terceiro não seria diferente. Amei tudo, desde os colarinhos dos anos 1980 de Vera Farmiga até a afeição sonhadora de Patrick Wilson pela esposa, a cada easter egg. Além disso: há uma piada de que ri por cinco minutos sem parar”.

“Um filme que sabiamente se afasta das fórmulas de casas assombradas e investe em diversões arrepiantes”.

“Tive sorte de, na semana passada, assistir a Invocação do Mal 3’ e, cara, se preparem. Os Warren estão de volta, querido! Prepare-se para uma aventura arrepiante – e não se preocupe: há sustos de sobra”.

“O filme é um capítulo incrível para a franquia! Tem coração de sobra e uma história de amor apaixonante. Fiquei tão envolvido com ele que esqueci de jantar enquanto assistia ao screener. Sem spoilers, mas dormi de luzes acesas”.

Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ estreia em 03 de junho nos cinemas nacionais.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

Por Onde Anda… o elenco de ‘Pretty Little Liars’?

Lançada em 2010, Pretty Little Liars contou com sete temporadas de muito suspense, drama e romance. A série marcou época na TV americana e ficou conhecida pelo elenco jovem e carismático. Agora, três anos após o final da produção, é hora de descobrir o que estão fazendo as atrizes e os atores da série.

O CinePOP decidiu matar saudade dessa clássica série adolescente dos anos 10. Como poderão ver a seguir, alguns nomes seguiram numa trajetória de sucesso após o trabalho na produção, enquanto que outros acabaram não tendo tantas oportunidades. Vem ver!

 

Lucy Hale (Aria Montgomery)

Nossa Aria Montgomery foi dos nomes que mais se destacou após o fim de PLL. Ela atuou nos suspenses Verdade ou Desafio e A Ilha da Fantasia (ainda inédito no Brasil), e é protagonista de uma nova série de destaque: Katy Keene. Trata-se de um spin-off do hit Riverdale, em que Lucy interpreta a personagem-título, uma jovem que trabalha como consultora de moda em uma loja de departamentos e que sonha em criar sua própria linha de roupas. A atriz possui alguns projetos em andamento no cinema, com destaque para The Hating Game, A Nice Girl Like You, Big Gold Brick e Son of the South

 

Troian Bellisario (Spencer Hastings)

Filha de importantes produtores de Hollywood, Troian Bellisario atua desde os três anos de idade. Seu papel mais famoso, é claro, é o de Spencer Hastings. Após a série, a atriz viu a carreira dar uma esfriada, mas isso foi algo opcional. Ela se casou com o também ator Patrick J. Adams (Suits) em 2016, e os dois tiveram uma filha em 2018. Com isso, Troian acabou dedicando boa parte de seu tempo pós-PLL à família. No ano passado, a atriz ensaiou uma retomada na carreira com Cadê Você, Bernadette?, contracenando ao lado de Cate Blanchett. Ela também fez participação na série Stumptown, estrelada por Cobie Smulders e Jake Johnson. No momento, está escalada para atuar ao lado de Patrick Dempsey no drama Ways & Means.

 

Shay Mitchell (Emily Fields)

Destaque como Emily Fields em PLL, Shay Mitchell praticamente saiu da série para outra produção de sucesso. A atriz interpretou Peach Salinger, melhor amiga de Guinevere Beck, na primeira temporada de Você. Ainda em 2018, ela protagonizou o filme de terror Cadáver. No ano seguinte, embarcou em uma nova série, Dollface, em que atua ao lado de Kat Dennings e Brenda Song, e que já foi renovada para uma segunda temporada. Mitchell também está envolvida com uma outra série, The Heiresses, ainda sem previsão. A trama acompanha uma família conhecida no ramo dos diamantes, mas que luta para superar uma sequência de tragédias. 

 

Ashley Benson (Hanna Marin)

Apesar de ter aproveitado muito do hype de PLL durante o andamento da série, fazendo inúmeros projetos importantes do cinema, Ashley Benson acabou diminuindo um pouco o ritmo após o fim da produção. Desde então, nossa Hanna Marin participou de apenas um filme: Her Smell, drama estrelado por Elisabeth Moss, Cara Delevingne e Dan Stevens, e que foi destaque do Festival de Toronto em 2018. No momento, a atriz possui dois filmes em pós-produção. The Birthday Cake, thriller estrelado por Ewan McGregor, Val Kilmer e Penn Badgley, e Lapham Rising, comédia com Bobby Cannavale.

 

Sasha Pieterse (Alison DiLaurentis)

De PLL para PLL. Isso mesmo, Sasha Pieterse foi o nome do elenco principal que seguiu ligada na série, afinal voltou a interpretar Alison DiLaurentis no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists. O projeto, no entanto, não deu muito certo e acabou cancelado após uma temporada. Recentemente, a atriz também atuou no drama A Lista de Honra, que foi lançado diretamente no streaming no Brasil (está disponível no Prime Video). No momento, Sasha está envolvida com a série interativa Epic Night.

 

Janel Parrish (Mona Vanderwaal)

Mais um nome que embarcou no spin-off Pretty Little Liars: The Perfectionists, no qual reprisou o papel de Mona Vanderwaal. Mas Janel Parrish não perdeu tempo após PLL e realizou vários outros projetos. Ela está no trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei, Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você e Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean, no papel de Margot Covey, irmã mais velha de Lara Jean. A atriz também fez uma participação na nova versão de Magnum P.I., isso sem falar dos filmes I’ll Be Watching, Hell Is Where the Home Is e Tiger

 

Ian Harding (Ezra Fitz)

Após sete anos na pele do professor que se envolve com uma aluna, Ian Harding fez algumas pequenas participações nos cinemas em filmes que nem entraram em cartaz no Brasil, como Office Uprising e No Apologies. Seu filme mais badalado foi o indicado ao Oscar Ford vs Ferrari, mas sua participação se resumia a uma ponta como um executivo da Ford. O ator viu a carreira dar uma nova esquentada quando decidiu voltar às telinhas. No momento, Harding está no elenco de série médica Chicago Med, na qual interpreta Phillip Davis.

 

Tyler Blackburn (Caleb Rivers)

Interesse amoroso de Hanna (e brevemente de Spencer), Caleb foi um dos principais personagens masculinos na série, só aparecendo menos que Ezra. Após o trabalho em Pretty Little Liars, o ator Tyler Blackburn participou de dois filmes: Hello Again, adaptação do musical da Broadway escrito por Michael John LaChiusa; e Capsized: Blood in the Water, sobre um grupos de jovens que fica perdido em alto mar após uma tempestade e acaba cercado por tubarões. No momento, Tyler é um dos nomes principais do elenco da série Roswell, New Mexico.

 

Keegan Allen (Toby Cavanaugh)

Toby sempre foi um dos personagens mais misteriosos de PLL. Ele surge como o cara esquisito que não queria papo com ninguém até se tornar par romântico de Spencer. No meio disso tudo, ele ainda consegue ser um dos aliados de A e até policial. O ator Keegan Allen não fez nada de muito destaque após o término da série. Ele fez participações eventuais nas séries Crimes Graves, Dilema e Rick e Morty, e assumiu papel secundário na comédia dramática Zeroville, estrelada e dirigida por James Franco. No momento, o ator está envolvido com o terror Follow Me e está gravando o piloto de uma nova série, Walker, com Jared Padalecki.

 

Tammin Sursok (Jenna Marshall)

Típica garota malvada – que ao mesmo tempo era vítima do quinteto principal – Jenna Marshall foi importante personagem na trama de Pretty Little Liars. O papel foi interpretado pela sul-africana Tammin Sursok. Logo após o fim de PLL, a atriz assumiu o papel de protagonista de outra série, Aussie Girl. A produção, no entanto, acabou durando apenas uma temporada, com sete episódios. Depois disso, a atriz participou do thriller Killer in a Red Dress e da comédia Braking for Whales, com Tom Felton

Fallout | Próxima Série da Amazon será baseada na franquia famosa de games

“Como eu aprendi a parar de me preocupar e amar a bomba”

Recentemente o serviço de streaming Amazon Prime Video e a desenvolvedora Bethesda Game Studios confirmaram por meio de suas redes sociais que uma adaptação da saga de jogos Fallout estava em planos de ser adaptada. À frente dela estarão os roteiristas Lisa Joy (Westworld) e Jonathan Nolan (Westworld, Batman: O Cavaleiro das Trevas, Interestelar).

Através de um release para anunciar o projeto, Jonathan e Joy foram enfáticos ao ressaltar o peso que a franquia de jogos da Bethesda possui. “Fallout é uma das grandes séries de jogos de todos os tempos. Cada capítulo dessa história insanamente criativa nos custou incontáveis horas que poderíamos ter tido com família e amigos. Por isso estamos  incrivelmente animados de trabalhar com Todd Howard (diretor dos jogos Fallout e The Elder Scrolls)  e o resto dos lunáticos brilhantes na Bethesda para trazer esse universo sombriamente divertido à vida com a Amazon Studios”.

Até o momento, apenas um pequeno teaser de anúncio foi liberado pela Bethesda com um estilo similar aos tradicionais trailers da franquia. A presença do estúdio Kilter Films também foi confirmada para auxiliar na produção do seriado, é mais um nome pertencente à produção de Westworld a se juntar na empreitada.

“Guerra. A guerra nunca muda”

A história de Fallout, apesar de variar os anos conforme os jogos vão saindo, possui um início básico: após atingir um ápice tecnológico notável o mundo começou a brigar por recursos naturais. A escalada das hostilidades eventualmente levou a uma guerra nuclear em que não só grande parte da raça humana foi dizimada, mas também deixou o mundo em frangalhos. Por ser um RPG, o jogador controla o personagem que irá personalizar e que é inserido nesse mundo de pouquíssimos recursos, relações humanas selvagens, risco de ser atacado por criaturas que sofreram mutações com a radiação e até de se infectar com a própria.

Esteticamente o mundo de Fallout pré-guerra nuclear possui uma identidade única, pois lembra muito as antigas artes de propaganda dos anos 50 e 60 quando diversas novas tecnologias surgiam (principalmente para o lar) e havia essa empolgação de que o futuro era algo palpável. Isso se traduziu na enxurrada de obras de ficção científica da época (a animação Os Jetsons e o filme O Dia em que a Terra Parou, por exemplo), no designer futurista de alguns carros e até na criação de um movimento estético chamado “futurismo” nos anos 60.

Já o cenário pós-guerra e predominante nos jogos lembra em muito os filmes de Mad Max principalmente pela vastidão desolada que se tornaram as cidades e pelas incontáveis facções que permeiam o ambiente. Esses grupos, aliás, geralmente possuem características únicas em sua estética para se diferenciarem uns dos outros. Outro fator notável da saga é a presença de uma grande variedade de raças que habitam aquele mundo, algo que não pode faltar em nenhum RPG.

Há humanos (única raça que o jogador pode escolher), ciborgues, robôs, cachorros, ghouls e super mutantes. Esses dois últimos já foram humanos que, infectados pela radiação, se deformaram em graus variados tanto de aparência quanto força e racionalidade. O primeiro Fallout foi desenvolvido pela Black Isle Studios e lançado em novembro de 1997 com a premissa de que o protagonista, vivendo em comunidade com outros sobreviventes dentro de um vault (uma espécie de abrigo nuclear no subterrâneo), deve ir para a superfície buscar um novo chip de purificação de água o mais rápido possível. Atualmente ele conta com uma avaliação profissional de 89 no Metacritic.

Um ano depois a Black Isle Studios lançou Fallout 2, cuja história se passa oitenta anos após o primeiro. O protagonista, um descendente do anterior, vive em um agrupamento de costumes tribais e, tal como no jogo anterior, deve abandonar a segurança de sua comunidade para encontrar um recurso que garantirá a sobrevivência da mesma. O jogo foi tão bem recebido quanto o anterior, tendo a crítica ressaltado o aumento de NPCs (personagens não jogáveis) ativos na história.

Após o fechamento da Black Isle Studios em 2003, os direitos de Fallout foram obtidos pela Bethesda, que a esta altura já era referência no gênero de RPG com a saga The Elder Scrolls, e em 2008 era lançado Fallout 3. Se passando 36 anos depois do segundo jogo, foi mais um sucesso de público e crítica para a franquia. A edição também se tornou a mais lucrativa da série até então, com mais de 12 milhões de unidades vendidas até 2015 segundo a Eletronic Entertainment Design and Research.

Em outubro de 2010 veio aquele que para muitos é o melhor saga, Fallout: New Vegas. Desenvolvido pela Obsidian Entertainment o jogo se tornou memorável para muitos devido a nova mecânica de relações sociais que foi retrabalhada pelos desenvolvedores, pela profundidade moral que algumas escolhas carregavam e pela maior personalidade que as novas facções apresentavam, em especial a cruel Caesar’s Legion.

Já em 2015, foi lançado o aguardado Fallout 4, novamente pela Bethesda. Seria o primeiro Fallout da empresa a usar o novo motor gráfico Creation Engine que já havia sido utilizado no clássico Skyrim, quatro anos antes. Enquanto que abraçado pela crítica especializada, a avaliação dos usuários do Metacritic foi bem abaixo dos outros jogos da franquia, com uma nota de 6,7. O jogo também se tornou infame por seus bugs (eventuais problemas que surgem na programação), tornando-o muitas vezes praticamente não jogável.

O ponto baixo da saga veio, porém, em 2018, com o lançamento de Fallout 76; a primeira incursão da franquia no terreno do multiplayer (algo que a Bethesda já vinha testando com The Elder Scrolls Online). Os primeiros meses pós-lançamento foram verdadeiramente terríveis para o jogo, que apresentava problemas de servidor, os mesmos bugs presentes no Fallout 4, relacionados à possibilidade de ter seus itens roubados por outros jogadores, microtransações (prática de gastar dinheiro real para comprar algum item no jogo), e por aí vai. As avaliações do game no Metacritic são terríveis também: nota 52 no metascore (avaliação da crítica especializada) e 2,7 no User Score (avaliação popular).

Resta saber de quais narrativas os produtores tirarão inspiração para a série.

Netflix decidiu cancelar série após caso de HOMOFOBIA

A Netflix confirmou o cancelamento de uma série original turca depois que autoridades do governo local do país exigiram a remoção de um personagem gay.

A plataforma decidiu abandonar a produção turca ‘If Only‘ em vez de ceder a reclamações do governo sobre sua imoralidade.

Ece Yorenc, roteirista turca que escreveu o roteiro da série, revelou que o drama foi cancelado na semana passada às vésperas das filmagens porque o governo se recusou a conceder uma licença.

“Devido a uma personagem gay, a permissão para filmar a série não foi concedida e isso é muito assustador para o futuro”, disse ela ao site de notícias turcas Altyazi Fasikul.

A Netflix insistiu na segunda-feira que permaneceu “profundamente comprometida” com a comunidade criativa do país após rumores de que estava interrompendo todas as produções na Turquia, um importante mercado em crescimento e um centro criativo. A empresa disse que tinha várias séries turcas originais em andamento, com mais por vir no futuro.

A decisão de retirar o ‘If Only‘ é um momento significativo para a empresa norte-americana, que tem promovido uma série diversificada de shows, pois se expandiu para quase 200 milhões de assinantes em todo o mundo, a maioria dos quais está fora dos EUA.

Mahir Unal, porta-voz do Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), da Turquia, reconheceu no domingo que as autoridades levantaram problemas com alguns scripts da Netflix.

“Devemos pedir desculpas coletivamente à Netflix?” ele disse. “O que eles querem de nós? Temos que abençoar tudo o que a Netflix faz, achar adequado e santificá-lo? Não existe nenhum assunto em que tenhamos o direito de levantar reservas?”

A disputa ocorre no momento em que ativistas de direitos humanos alertam para a deterioração dos direitos LGBT no país.

A Turquia já foi vista como um porto relativamente seguro para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros de países do Oriente Médio. Mas, nos últimos anos, as marchas do orgulho gay que atraíram milhares de participantes foram canceladas. Altos funcionários do partido de Erdogan e de instituições governamentais frequentemente criticam a homossexualidade.

‘Doutor Estranho 2’ pode incluir o poderoso [SPOILER]

Uma nova notícia do site The Direct sugere que o vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ pode incluir um personagem bastante interessante à trama: Rintrah.

O personagem, que, segundo as informações, será interpretado por Adam Hugill, é um minotauro interdimensional que tem habilidades similares às de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch).

Rintrah apareceu pela priemeira vez na revista Doutor Estranho #80, conforme ele e seu mestre, Enitharmon – um mago parecido com um dinossauro – foram tabulados com a missão de consertar um rasgo na Capa da Levitação utilizada pelo herói.

Rintrah

Em uma recente aparição à New York Filme Academy, o presidente da Marvel, Kevin Feige, deixou claro que a produção trará sequências assustadoras similares a filmes dirigidos ou produzidos pelo lendário Steven Spielberg:

‘Multiverso da Loucura’ é o melhor título que já pensamos até hoje, inclusive, o que já nos deixa animados. Mas não necessariamente diria que é um filme de terror… Será um grande filme do MCU com sequências de terror”.

Confira abaixo o que podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E como a série WandaVision influenciou diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

‘Ma 2’: Diretor do suspense com Octavia Spencer revela excêntrica ideia para sequência

Quem já assistiu Ma‘ sabe que esse é um dos suspenses mais bizarros e insanos produzidos pela Blumhouse.

Na trama, Octavia Spencer interpreta uma psicopata anti-social que vive assediando, torturando e assassinando adolescentes com uma alegria perversa enquanto se diverte com seus próprios atos.

O sucesso foi tão grande que o longa arrecadou U$ 60 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de apenas US$ 05 milhões, motivo suficiente para investir numa sequência.

Durante uma entrevista para Entertainment Weekly, o diretor Taylor Tate foi questionado sobre o assunto e apoiou a ideia.

“Não imaginávamos que ‘Ma‘ seria tão falado depois do lançamento, é tipo falar sobre vida após a morte num culto. E uma sequência é algo que vale a pena ser discutido.”

Para a alegria dos fãs, o cineasta garantiu que Spencer toparia reprisar o papel, já que não foi revelado se a personagem realmente morreu no incêndio ao fim da trama.

“Eu sei que Octavia faria isso, é por isso que eu deixei sua morte ambígua, foi de propósito! Minha ideia é que ela se mudou para outra cidade, e mata as pessoas dessa outra cidade, é como uma nômade. Eu acho que ela seria uma agente imobiliária no Noroeste do Pacífico assassinando pessoas brancas curiosas sobre as McMansões (casas de baixo custo). Isso é o mais longe que eu consegui imaginar!”

Apesar da ideia, Tate parece estar brincando com a possibilidade, mas o final do longa deixa claro que o diretor não descarta uma possível continuação.

E aí, você já assistiu? O que acha de uma sequência?

Mesmo tendo agradado o público, vale lembrar que Ma‘ recebeu críticas mista e conquistou apenas 55% aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer: