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‘Eu Vi – Haunted’: 3ª temporada da horripilante série documental já está disponível na Netflix

A 3ª temporada de ‘Eu Vi‘ (Haunted), série documental que apresenta histórias assustadoras baseadas em histórias reais, já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia na última sexta-feira (14) na grade de programação.

A proposta do seriado é mostrar o testemunho de pessoas que passaram por experiências paranormais assustadoras ou fenômenos inexplicáveis. São histórias reais que deixaram marcas naqueles que as vivenciaram e que agora estão dispostos a compartilhá-las.

Confira o trailer:

 

‘Sicario: Dia do Soldado’ já está disponível na Netflix

O longa ‘Sicario 2: Dia do Soldado’, sequência do elogiado indicado ao Oscar, ‘Sicario: Terra de Ninguém’, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia neste sábado (15) na grade de programação.

Na trama, para investigar cartéis mexicanos suspeitos de terrorismo, um agente federal pede a ajuda de um assassino. Mas essa guerra acaba virando uma batalha pessoal.

Confira o trailer:

O roteirista Taylor Sheridan retorna para a sequência, e o diretor Denis Villeneuve está envolvido no projeto como produtor. Stefano Sollima (‘Suburra’) dirige.

Sicario: Terra de Ninguém’ se passa crescente fronteira sem lei entre os Estados Unidos e o México, e acompanha uma agente do FBI (Emily Blunt) que é exposta ao mundo brutal do tráfico internacional de drogas por membros de uma força-tarefa do governo (Josh Brolin, Benicio Del Toro) que a escalam em seu plano para derrotar o chefe de um cartel mexicano.

O original é estrelado por Emily Blunt, Benicio Del Toro, Josh Brolin, Victor Garber, Jon Bernthal, Daniel Kaluuya, Jeffrey Donovan, Raoul Trujillo e Julio Cesar Cedillo.

‘The Northman’: Novo terror de Robert Eggers, diretor de ‘A Bruxa’, ganha data de estreia

A Focus Features finalmente anunciou quando o terror ‘The Northman‘, novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa‘ e ‘O Farol‘), será lançado.

O longa está programado para estrear no dia 8 de abril de 2022.

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-JoyEthan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

Em entrevista ao Screen Daily, o diretor de fotografia Jarin Blaschke deu detalhes sobre o terror:

“Esse filme será maior que os anteriores. Posso dizer que será uma trama de vingança Viking e nós iremos filmar na Europa. Será sombrio e violento.”

Ele continua, “Acho que o Eggers sente que precisa fazer uma trilogia. ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ exploram nosso ângulo sobre contos da Nova Inglaterra. Esses três filmes definitivamente se relacionam nesse nível.”

Crítica | Love, Death, Robots – 2ª Temporada é mais sombria e com tons de terror

Quando a primeira temporada de ‘Love, Death, Robots’ estreou na Netflix, em 2019, o público foi surpreendido por uma proposta inovadora de série que vinha no formato de uma coletânea de histórias em animação cujas temáticas giravam em torno de três pilares: amor, morte e robôs. Dois anos depois, chega hoje à plataforma a segunda etapa de ‘Love, Death, Robots’.

Com oito episódios que variam entre sete e vinte e três minutos de duração, a segunda temporada obedece a proposta original, trazendo histórias independentes que podem ser assistidas em qualquer ordem e não necessariamente maratonáveis, porém, com um elo em comum que atravessa o enredo geral desta nova temporada. Nesta, o que conecta as histórias é o senso de sobrevivência, que permeia as oito aventuras de maneira às vezes evidente, às vezes oculta, porém sempre colocando os personagens em algum tipo de situação que os fazem lutar por suas vidas por se sentirem ameaçados por um elemento externo (geralmente, um robô).

Outro ponto que se repete aqui é a proposta de estética diversa, de modo que ganhamos episódios em stop-motion, animação em 3D, animação hiper-realista estilo videogame, em 2D, animação sobre pintura e também em estilo HQ. Ou seja, tem para todos os gostos.

A temporada começa com um tom mais divertido em “Atendimento automático ao cliente”, contando a desventura de uma velhinha com seu robô-faxineiro; lá para a metade, o episódio infantil ‘Pela casa’ traz duas crianças à espreita do Papai Noel, no maior estilo Tim Burton encontra Guillermo Del Toro; o capítulo que encerra a temporada, ‘O gigante afogado’, tem um ar mais poético, reflexivo, fechando a trama com promessa de futuro – embora, talvez, não pareça ter sido a melhor escolha para o encerramento, pois o ritmo e o tom narrativo caem aqui neste último.

Todos os outros cinco episódios que recheiam a produção são carregados de terror e violência, com cenas de mutilação, tiros, sangue e até um quê de sobrenatural. Isso demonstra a preocupação de Tim Miller em dosar bem a coisa, sem sobrecarregar o espectador com histórias muito pesadas e, ao mesmo tempo, também agradar aqueles que não curtem tanta briga. É o caso, por exemplo, do episódio “Gaiola da sobrevivência”, estrelado por Michael B. Jordan, que conta o drama de um guerreiro do espaço que sofre uma aterrisagem forçada num planeta e, ao chegar na estação espacial, acaba enfrentando uma briga com um robô de reparação. Embora não seja muito colérico, esta trama é conduzida pelo suspense.

Com a maior parte dos episódios sombrios, a segunda temporada de ‘Love, Death, Robots’ traz bastante influência dos clássicos do terror que ficam facilmente identificáveis ao espectador, como ‘Alien’, ‘Halloween’, ‘O Estranho Mundo de Jack’ e ‘O Labirinto do Fauno’. É divertido reparar, também, como alguns episódios possuem easter eggs em outros, conectando-os em um mesmo universo, como a loja de brinquedos antigos Ipswich, ponto chave do terceiro episódio que volta a aparecer no último, ou a mesma linha temporal que junta “Esquadrão de extermínio” e “Snow no deserto” – que parece até um episódio de ‘O Mandaloriano’ em Tatooine.

A segunda temporada de ‘Love, Death, Robots’ entrega o que o espectador esperava: entretenimento, teorias doidas, histórias interessantes e uma refinada técnica de animação.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’: Marvel procura estrela mirim para papel de destaque

De acordo com o Murphy’s Multiverse, a Marvel Studios está procurando uma estrela para se juntar ao grande elenco de ‘Homem-Formiga e Vespa: Quantumania‘.

A chamada de elenco divulgada pelo portal mostra que o estúdio quer uma atriz em torno de 09 e 12 anos para interpretar uma das principais personagens.

Foi dito apenas que o papel requer uma atriz com habilidades de “canto, dança e comédia”… Maiores detalhes não foram revelados.

Considerando que o papel seja de grande importância na trama, é possível descartar alguma cena de flashback envolvendo Cassie Lang, filha de Scott (Paul Rudd), enquanto era criança.

Apesar da falta de informações, vale lembrar que o Murphy’s Multiverse tem um ótimo histórico de revelações sobre as produções da Marvel, sendo o primeiro portal a ter divulgado a produção da série ‘Miss Marvel e da presença de America Chavez em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, antes da confirmação oficial.

Enquanto isso, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ tem estreia marcada para 17 de fevereiro de 2023.

Há algumas semanas, o Film & Television Industry Alliance divulgou que as filmagens da sequência terão início em 31 de maio, e serão realizadas em Londres e em Atlanta, com previsão de término para 24 de setembro.

A obra será rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.

Além de Rudd, o elenco também conta com o retorno de Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne e Michael Douglas como Hank Pym.

As novidades são Kathryn Newton como a nova intérprete de Cassie Lang e Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

A sequência traz o retorno de Peyton Reed como diretor, a partir do roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

‘Druk – Mais uma Rodada’: Mads Mikkelsen comenta novo remake hollywoodiano com Leonardo DiCaprio

Druk – Mais uma Rodada‘ se um tornou um dos grandes sucessos da temporada de premiações de 2021, conquistando a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro.

E seu recente sucesso já veio acompanhado do anúncio de que o longa ganhará um remake hollywoodiano, estrelado e produzido por Leonardo DiCaprio, que adquiriu os direitos do longa por meio da sua produtora, a Appian Way.

E em uma entrevista à revista EW, o astro da comédia dramática, Mads Mikkelsen, comentou sobre a nova versão do recém lançado filme, salientando que existe a possibilidade da trama trazer uma nova abordagem a respeito da dinâmica entre as pessoas e o álcool:

“É sempre complicado fazer um remake, mas por outro lado eu entendo o porquê. Pois embora muitas pessoas possam ter assistido [o original], o público não é tão grande. Dito isso, eu creio que muitos americanos [já] assistiram ao nosso filme. Então, vai ser interessante o remake. Existem algumas diferenças culturais em relação ao álcool, de um país para outro, especialmente entre a Dinamarca e a América. Todo mundo deve estar pensando: ‘Será que eles não vão abordar isso de maneira muito diferente nos Estados Unidos?’ Talvez sim, talvez não. Quero dizer, o filme é sobre abraçar a vida e reencontrá-la em si. Eu acho que se eles acertarem, eles podem ter um pouco de liberdade com o álcool”.

Os direitos do filme geraram uma guerra de lances em Hollywood, com nomes no calibre de Jake Gyllenhaal e Elizabeth Banks disputando para adquirir o remake.

O filme é dirigido por Thomas Vinterberg. Ele também assina o roteiro ao lado de Tobias Lindholm.

Inspirados pela teoria de um filósofo norueguês que afirma que o homem nasce com um nível de álcool no sangue muito baixo, um grupo de amigos, todos professores com o desejo de escapar da rotina diária, começam a experimentar grandes quantidades de álcool. Primeiramente a experiência é bem sucedida, mas a certo ponto tudo se degenera.

Assista ao trailer:

Thomas Bo Larsen, Lars Ranthe e Magnus Millang completam o elenco do filme original.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: James Gunn confirma previsão para o início das filmagens

Guardiões da Galáxia Vol. 3’ estreia em maio de 2023, e as filmagens serão realizadas a partir do fim deste ano.

A informação foi compartilhada pelo diretor James Gunn através de seu perfil do Twitter, quando um fã o questionou sobre a trilha sonora.

Confira:

“E você tem que terminar a história do Rocket em ‘Guardiões da Galáxias 3′, bro… Já começou a trabalhar na trilha sonora? Eu tenho que perguntar, esse é o seu próximo filme? Assim como milhões [de fãs] pelo mundo, eu realmente espero que sim”, disse o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“A trilha sonora já está finalizada. As gravações do filme serão iniciadas no fim do ano.”

Infelizmente, Gunn revelou há alguns dias que pretende fazer apenas séries de TV após o lançamento do 3º filme da equipe de heróis da Marvel.

Por enquanto, não há como saber se ele falou sério ou se estava brincando, mas ele revelou que pensou sobre a ideia desde que começou a trabalhar na série do ‘Peacemaker‘.

“Estou adorando fazer [a série] do ‘Peacemaker‘. Acho que vou investir meu tempo apenas em séries de TV depois de ‘Guardiões da Galáxia 3‘. É uma possibilidade.”

Em seguida, ele compartilhou no Twitter a notícia replicada pelo The Direct e reforçou:

“Quero dizer, quem sabe! Estou aberto a tudo o que é mais gratificante e narrativo em todas as suas formas!”

Confira:

Por falar nisso, o público ainda está pedindo por novas atualizações sobre a sequência.

Quando um fã perguntou a Gunn se ele poderia revelar algo em torno do filme, o cineasta não escondeu sua empolgação e entregou algumas novidades sobre o desenvolvimento da sequência.

Confira:

“Ontem teve trailer de ‘Viúva Negra, hoje saiu o novo trailer de ‘Loki‘… James, você pode nos dar algo sobre o Guardiões da Galáxia Vol. 3‘? Só uma coisinha? Não consigo esperar mais”, disse o fã, desesperado.

Em reposta, Gunn comentou:

“Nossos designers e gênios dos efeitos visuais estão bem ocupados desenvolvendo novos e fantásticos outros mundos e seres alienígenas. Não tenho certeza se a galáxia é grande o suficiente para toda essa magia. Este filme será grandioso. Estou muito animado.”

Meses atrás, o cineasta revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Lembrando que ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

‘Thor: Amor e Trovão’ tem “cartaz” divulgado por Chris Hemsworth

‘Thor: Amor e Trovão’ teve um novo “cartaz” divulgado pelo ator Chris Hemsworth, em tom de brincadeira.

“Realmente apertou o orçamento para o pôster oficial de Thor Love & Thunder, mas a mensagem é clara, muito amor e muito trovão. O álbum será lançado em breve… de novo …”, postou.

Confira:

O elenco é formado por Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Dirigido por Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

Tempo de Matar | O Melhor Filme de Sandra Bullock completa 25 anos em 2021 e está na Amazon

Tudo bem. Para ser justo com o título, Tempo de Matar não é um filme “de” Sandra Bullock. É um filme “com” Sandra Bullock. E uma Sandra Bullock que dava os primeiros passos em seu estrelato, ainda não consolidada como a “namoradinha da América” ou rainha das comédias românticas que viria a se tornar. Uma Sandra Bullock ainda sem autoconsciência de quem seria na indústria do cinema. Sua revelação havia sido dois anos antes com Velocidade Máxima (1994), e com o sucesso do filme de ação, Bullock pôde protagonizar seus próprios filmes badalados. Os primeiros foram a comédia romântica Enquanto Você Dormia e o suspense A Rede, ambos lançados em 1995.

Com Tempo de Matar, lançado em 1996, Sandra Bullock dava um passo importante rumo ao topo da cadeia alimentar de Hollywood, onde permanece até hoje: aceitava um papel coadjuvante dentro de seu primeiro drama sério e em larga escala. A manobra foi acertadíssima e ajudou a cimentar sua carreira. Mas não apenas a sua, como a de todos os envolvidos neste projeto. Na humilde opinião deste amigo que vos fala, Tempo de Matar ainda paira sobre as demais obras na filmografia desta talentosa artista. E 25 anos depois de seu lançamento, permanece mais atual e urgente do que nunca.

Tempo de Matar, como dito, completa 25 anos de seu lançamento em 2021, e se encontra neste momento disponível na plataforma Amazon Prime Video para todos que quiserem conhecer este grande filme, ou os fãs que quiserem revisitá-lo depois de todo esse tempo.

O filme é baseado no livro do autor John Grisham, advogado e sumidade quando se trata de obras literárias de ficção com temática do direito. São  dele, por exemplo, os textos que originaram produções como A Firma (1993), O Dossiê Pelicano (1993), O Cliente (1994), O Segredo (1996), O Homem que Fazia Chover (1997) e O Júri (2003). A ideia por trás da história é falar sobre preconceito racial, sobre justiça e encontrar brechas dentro da lei para fazer o que é certo, mesmo que isso varie muito de acordo com o pensamento de cada indivíduo.

Aqui, por exemplo, o mote e o que dá o pontapé inicial na história é: até que ponto fazer justiça com as próprias mãos e executar pessoas seria permito ou tolerável? Bem, essa é fácil. Qualquer um diria nunca, certo? Mas e se contextualizarmos com um homem negro fazendo justiça contra brancos que sequestraram, estupraram e tentaram matar sua filha criança, os quais ele sabia que seriam soltos devido às mesmas brechas e ao acobertamento deste tipo de ato por uma sociedade sulista norte-americana ainda muito racista. E isso voltando apenas 25 anos no passado. Grisham em seus livros nunca foi tão fervoroso, questionador e instigante. O autor cria um verdadeiro barril de pólvora com Tempo de Matar, o qual ele acendeu e continua a ver explodir ao longo dos anos – sem perder sua pungência de debate.

Na trama, como dito, dois caipiras brancos sulistas da cidade de Canton, Mississipi, se orgulham muito de seu racismo contra os negros. O local por si só é uma verdadeira panela de pressão segregada esperando para explodir. Em sua mais nova atrocidade pegam pelo caminho uma menina de 10 anos negra chamada Tonya, que havia saído para comprar mantimentos para a família. Eles a pegam, surram, estupram e a penduram numa árvore enforcada. O galho quebra e a garota sobrevive. Hospitalizada entre a vida e a morte, ela jamais poderá ter filhos devido aos danos causados durante o estupro. Os criminosos então são presos. Esse poderia ser o fim de uma história trágica, mas mesmo num país evoluído como os EUA, a justiça muitas vezes pode ser cega.

Acredito que em 25 anos muita coisa tenha mudado, mas Tempo de Matar apenas reforça a importância de movimentos como o black lives matter, e embora absurdos como a morte de George Floyd sigam acontecendo, não passam e não devem passar impunes. No filme, no entanto, dada a época, os algozes eram garantidos de sair impunes. É então que o pai da menina, Carl Lee Hailey (papel de Samuel L. Jackson em estado de graça), decide agir por conta própria, fazendo valer sua justiça para que o esfacelamento de sua filha não fique sem castigo. Ele se arma e escolhe ser juiz, júri e carrasco. Ao matar a dupla de delinquentes, a trama sofre sua grande virada. Este não será um conto sobre o julgamento de vilões, será o julgamento de um pai desesperado que embora atraia a simpatia e compaixão de muitos, principalmente dado o contexto racial, ainda assim cometeu o mesmo mal que lhe foi infligido.

Essa discussão é longa, mas é muito bom perceber que Tempo de Matar continua fazendo tais perguntas e desafiando o seu público. O que podemos afirmar é que um sistema judicial falho, regido por homens corruptos e preconceituosos empurra Lee Hailey ao ato, caso contrário ele poderia contar que os homens que atacaram sua filha seriam devidamente punidos pelo Estado. Indignação semelhante os cinéfilos puderam sentir em Os 7 de Chicago, da Netflix, um dos filmes recentes e mais comentados sobre julgamentos injustos.

É claro que cada um terá sua visão do que é “certo” e “errado”, do emocional versus o racional, mas a proposta do filme é justamente o debate. Em determinado momento, num dos melhores diálogos de Tempo de Matar, o personagem Lucien Wilbanks (Donald Sutherland), um grande advogado caído em desgraça devido à bebida, diz: “esse é um caso estranho, se ele ganhar a justiça será feita, mas se ele perder a justiça igualmente será feita”. É através desta frase que o autor John Grisham expõe suas intenções, contradizendo os detratores do livro e do filme, ambos lançados sob muita controvérsia, ao os acusar de fazer apologia ao assassinato.

O que mais gosto em Tempo de Matar é que, assim como os espectadores, os personagens da história possuem pontos de vista diferentes sobre o caso, além de vivências e experiências distintas, todos visando o seu próprio lado desta causa. O personagem de Samuel L. Jackson (indicado ao Globo de Ouro por sua atuação), por exemplo, fez o que achava certo e tudo o que espera é que entendam sua visão o considerando inocente, mesmo correndo sério risco de ser condenado à pena de morte. O verdadeiro protagonista aqui, no entanto, é Jake Brigance (Matthew McConaughey), advogado branco que herdou de seu mentor (Lucien Wilbanks) um escritório de advocacia falido e luta para sair do vermelho e pagar as contas – mesmo que se veja “quebrado” na maior parte do tempo. Devido a seu histórico em causas do tipo, ele é o escolhido por Lee Hailey para defende-lo no julgamento da vida de ambos – a diferença é que só um deles corre o risco de ser executado caso percam.

Dentre os jogadores principais temos ainda Ellen Roark (Sandra Bullock), uma estudante de direito riquinha que deseja se provar e acumular experiência, disposta a um trabalho pro bono já que, segundo a própria, não precisa receber um salário por sua família ter muito dinheiro. Ela definitivamente é uma das personagens mais espertas e eficientes da obra. Rex Vonner (Oliver Platt) é o advogado rico, melhor amigo de Jake, especializado em casos fúteis e muito rentáveis de divórcio – que levanta por si só toda uma discussão sobre a profissão. O promotor Rufus Buckley (Kevin Spacey), candidato a Governador, o sujeito deseja apenas aparecer na mídia de forma vistosa defendendo que ninguém está acima da lei e que atos como estes não serão tolerados. Ele é o vilão de colarinho branco do filme. Já o vilão proletário é Freddie Lee Cobb (Kieffer Sutherland), irmão de um dos estuprados que, inconformado com morte do irmão pelas mãos de um negro, deixa exalar todo o seu ódio e racismo ao invocar a Ku Klux Klan do condado, cometendo atos criminosos terríveis a fim de prejudicar os envolvidos com a defesa de Carl Lee. Ele é o retrato odioso da imbecilidade conhecida como supremacia branca.

O diretor Joel Schumacher já havia adaptado um livro de John Grisham dois anos antes com O Cliente (1994), que contou com roteiro do mesmo Akiva Goldsman. Assim, ambos estavam confortáveis no segundo round, e conseguem criar uma obra ainda mais marcante e atemporal. É curioso notar que mesmo tendo um grande estúdio por trás (a Warner) e um orçamento de superprodução para a época (US$40 milhões), muitos astros se recusaram a aceitar papeis no filme devido à sua polêmica. Paul Newman, por exemplo, um dos maiores no panteão de Hollywood, não aceitou o papel do mentor Lucien Wilbanks, fazendo coro com uma parte dos detratores, por considerar a mensagem do filme de “mau gosto”.

Porém, na época, uma das maiores dúvidas na produção era sobre quem iria interpretar o personagem principal do advogado Jake Brigance. Supostamente, Schumacher teria oferecido o papel para Val Kilmer, com quem trabalhou em Batman Eternamente (1995), mesmo que a relação dos dois não tenha sido das melhores no set de tal filme. Kilmer recusou. Woody Harrelson estava muito interessado, mas John Grisham, pela primeira vez produzindo uma de suas adaptações, vetou. Brad Pitt, Alec Baldwin, Ralph Fiennes e Bill Paxton foram considerados. O que chegou mais perto foi Kevin Costner, que exigia controle total sobre a obra (na época, saído dos sucessos consecutivos de Dança com Lobos, JFK – A Pergunta que Não quer Calar, Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões e O Guarda-Costas, Costner tinha esse poder). Grisham novamente negou, e o astro seguiu seu caminho.

Assim, de forma inusitada, o papel foi parar no colo de um novato sem muita experiência para um filme deste porte. Matthew McConaughey tinha 27 anos e nenhum trabalho verdadeiramente significativo na bagagem para mostrar (isto é, antes de Jovens, Loucos e Rebeldes, 1993, virar um cult celebrado muitos anos depois de seu lançamento). Mesmo assim, terminou fisgando o cobiçado personagem, que viria a ser o divisor de águas em sua carreira e ironicamente o rendeu o título de “novo Paul Newman” do cinema. Às vezes tudo o que um bom ator precisa é de uma chance para demonstrar seu potencial.

Tempo de Matar chegou aos cinemas dos EUA no dia 24 de julho de 1996, enfrentando a pesada concorrência do fenômeno Independence Day – que havia estreado no início do mês e permanecido em primeiro lugar das bilheterias por três semanas consecutivas desde então. Tempo de Matar, mesmo sendo um filme de drama adulto teve força suficiente para tirar o titã do trono e nele sentar por duas semanas. No Brasil, o filme deu as caras no dia 9 de agosto do mesmo ano.

Em sua jornada nas salas de cinema norte-americanas, Tempo de Matar fez três vezes mais o valor de seu orçamento. Mundialmente, numa época em que o mercado estrangeiro não tinha o peso de hoje para produções Hollywoodianas, o filme subiu um nível terminando por quadriplicar seu orçamento. Com forte inspiração no clássico O Sol é para Todos (1962), segundo o próprio autor do livro, Tempo de Matar pode vir a ser ressignificado em breve em tempos de revisionismos históricos, porém, em seus 25 anos segue ecoando forte o seu legado.

Série de TV de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ É CANCELADA!

A plataforma de streaming Peacock decidiu cancelar a produção da série reboot do clássico teen ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘. A novidade foi revelada pelo portal The Hollywood Reporter.

O projeto, que estava sendo roteirizado por Jordan Reddout e Gus Hickey, traria uma versão contemporânea com um ar de mistério. Na trama, Dionne seria a grande protagonista, que passa a ser a garota mais popular da escola, em virtude do inesperado desaparecimento de sua melhor amiga, Cher.

Ainda não se sabe qual teria sido o motivo do engavetamento da ideia, mas segundo a publicação, o streaming norte-americano teria dispensado diversos roteiros de séries em potencial, sendo um deles o de ‘As Patricinhas‘.

Lançado em 1995, ‘As Patricinhas de Beverly Hills‘ faturou US$ 55.6 milhões só nos Estados Unidos, se tornando um sucesso popular e até mesmo um clássico cult consagrado nos anos seguintes.

A produção se tornou uma das comédias teens mais celebradas de Hollywood por ter lançado diversas tendências da moda, frases emblemáticas, bem como por seu cativante elenco, que traz Alicia Silverstone, Stacey Dash, Donald Faison, Wallace Shawn, Paul Rudd, Breckin Meyer e Jeremy Sisto.

Confira o trailer do clássico:

 

Séries Gêmeas? Conheça 5 Semelhanças entre The Good Doctor: O Bom Doutor e Dr. House

As séries médicas sempre fizeram muito sucesso na televisão e tem muita gente que ama acompanhar seus dramas e personagens enquanto eles salvam vidas. Não é à toa, pois num hospital de verdade você pode acabar se deparando com muitas histórias plurais, o que torna tudo muito identificável para o público.

Uma das séries mais famosas nesse estilo é House. O drama médico que teve seu encerramento em 2012 com 8 temporadas, trouxe uma trama cheia de reviravoltas encabeçada pelo Doutor Gregory House (Hugh Laurie), um médico bastante inconveniente e irônico, com dores constantes na perna e que é viciado em narcóticos. Apesar desse histórico complicado, ele é excelente em diagnósticos difíceis de serem descobertos.

Outro drama médico que vem chamando bastante atenção atualmente é The Good Doctor. Shaun Murphy (Freddie Highmore) é um brilhante médico autista que faz parte de um programa de residência em cirurgia. A série acompanha as dificuldades e a superação de Shaun, provando que ele é excelente no que faz e muito capaz, apesar de todo o preconceito recebido por ele.

E por que falar sobre essas duas séries? Um dos principais motivos vem do seu criador. Ambas foram idealizadas, roteirizadas e produzidas por David Shore. Coincidentemente ou não, os dois projetos têm muitas coisas em comum. Se você gosta de um, provavelmente vai gostar do outro. Abaixo citamos 5 das principais semelhanças entre as duas.

1- Protagonistas Brilhantes e Peculiares

Sim, seus personagens principais são muito diferentes em personalidade, mas o que chama bastante a atenção é a genialidade de ambos e a maneira como eles conseguem resolver problemas difíceis da medicina. Shaun tem uma abordagem criativa nas soluções, enquanto House utiliza o método socrático com a sua equipe para tentar entender que tipo de doença o paciente tem, e numa abordagem meio “Sherlock Holmes” ele acerta, geralmente com diagnósticos raros de serem percebidos de primeira

2- Sucesso de Audiência

As duas são sucesso na audiência tanto nos Estados Unidos, como fora dele. House esteve entre as 10 melhores séries americanas de sua segunda à quarta temporada. Também foi o programa de televisão mais assistido do mundo em 2008. A série recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco Emmys, dois Globos de Ouro, um Prêmio Peabody, e nove People’s Choice Awards.

The Good Doctor recebeu múltiplas críticas positivas, altos índices de audiência e elogios ao desempenho de Freddie Highmore, que foi indicado ao Globo de Ouro em 2018. Foi renovada para a quarta temporada, que está passando atualmente.

3- Soluções ou Diagnósticos Complicados

Como foi dito anteriormente, os médicos lidam com situações adversas. Tanto para diagnóstico, como para uma solução em alguma cirurgia complicada. Ambos tomam decisões médicas visando o melhor cenário e sempre envolvendo um ar de mistério no meio disso tudo. Até as animações quando os dois médicos estão pensando são bastante parecidas, sendo uma característica muito marcante nas duas histórias.

4- Ética e Cotidiano

Como todo bom drama médico, a questão ética é uma pauta debatida com frequência. Como uma outra característica marcante da criação de David Shore, suas séries tem uma tendência filosófica muito presente, às vezes até superando toda a parte médica de cada trama, principalmente na maneira como os personagens são e eram colocados à prova em situações em que teriam que tomar decisões difíceis.

5- Diversidade

As duas séries acertam em cheio no quesito diversidade dentro do elenco. Ambas possuem um cast bem dividido entre mulheres e homens, negros, judeus, latinos e etc. The Good Doctor é ainda mais ambiciosa por proporcionar ao espectador um protagonista autista. Um grande passo para a indústria audiovisual que ainda tem uma longa entrada a ser percorrida no quesito inclusão.

Onde encontrar:

House – Globoplay e Amazon Prime.

The Good Doctor – Globoplay.

‘Halloween Kills’: Nova imagem consegue deixar Michael Myers mais assustador do que nunca; Confira!

A revista Empire divulgou uma imagem inédita do assassino Michael Myers em ‘Halloween Kills: O Terror Continua’, que estreia em 15 de outubro nos cinemas nacionais.

Mais assustador do que nunca, o vilão mascarado aparece segurando uma faca ensanguentada e está em busca de vingança depois de ter sido trancafiado num porão por Laurie, Allyson e Karen no filme anterior, lançado em 2018.

Confira a imagem:

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a atriz Andi Matichak, que interpreta a neta da Laurie Strode nos novos filmes da franquia já havia adiantado que Myers vai tentar dar o troco pelo que ela e suas amigas fizeram com ele.

“Acho que os fãs ficarão muito satisfeitos com a sequência. O novo filme será grandioso e tenso. Eu acho que a Laurie, Allyson e a Karen irritaram um pouco o Michael ao trancá-lo no porão e sua vingança será outro nível.”

Ela completa, “[Os adiamentos] são decepcionantes porque todos querem que o filme seja lançado. Todos estavam muito ansiosos para conferir o resultado final. Mas, no final do dia, uma das melhores experiências em filmes de terror são assisti-los nos cinemas – você precisa ouvir a trilha sonora do John Carpenter nas telonas. Esse filme merece ser visto nos cinemas.”

Anteriormente, John Carpenter havia revelado que há chances do longa ser lançado direto no streaming, por causa da crise na indústria cinematográfica causada pela pandemia de COVID.

“‘Halloween Kills’ pode acabar sendo lançado no streaming porque os cinemas estão mortos. Essa é a realidade atualmente. É uma tragédia, mas é verdade. Nós temos que encará-la. O estúdio entrou em contato com comigo e com o David [Gordon Green] para adiar o lançamento em um ano na esperança que as coisas melhorassem. Então, nós ainda estamos esperando pelo melhor.”

Lembrando que a sequência terá alta classificação etária, e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

E o terceiro filme, Halloween Ends‘, foi adiado para outubro de 2022.

Os novos títulos trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Jamie Lee Curtis estrela ambas as sequências.

‘A Mulher na Janela’: Suspense com Amy Adams é DETONADO pela crítica e amarga 24% de aprovação

O suspense A Mulher na Janela, baseado no romance homônimo de Tracy Letts e estrelado por Amy Adams, estreia na Netflix nesta sexta-feira (14) e as primeiras avaliações já estão entre nós.

E amargando meros 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi duramente criticado por sua falta de ousadia e por não corresponder às expectativas em relação à sua construção narrativa.

Ainda segundo a crítica, o thriller peca por não saber aproveitar seu grande elenco de forma mais rica e profunda, se tornando mais um filme esquecível da Netflix.

Confira:

“Como exercício de suspense, é muito menos bem-sucedido”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club

A Mulher na Janela seria um thriller incrível se simplesmente ousasse se comprometer com uma visão singular e a executasse sem desculpas”. – Anne T. Donahue, Globe and Mail

“Efetivamente temperamental, mas oferecendo calafrios frustrantes, A Mulher na Janela subestima seu herói de várias maneiras”. – Sheri Linden, Hollywood Reporter

A Mulher na Janela nunca consegue transcender a impressão de que está apenas sendo esperta”. – Pat Brown, Slant Magazine

“Um terrível desperdício de um grande elenco”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

“Vamos apenas dizer que, embora a composição óbvia aqui seja ‘Janela Indiscreta‘, há um pequeno toque de ‘Psicose‘ também. Isso faz sentido. Assim como sempre há espaço no Bates Motel, há muito espaço naquela casa feita em brownstone”. – Mark Feeney, Boston Globe

Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.

Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.

Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?

O filme é dirigido por Joe Wright (‘O Destino de uma Nação‘).

Assista ao trailer:

O elenco também conta com Gary Oldman, Brian Tyree Henry, Julianne Moore, Wyatt Russell e Anthony Mackie.

‘Friends’: Dois personagens amados NÃO retornam para reencontro e fãs estão ARRASADOS

O elenco de ‘Friends‘ está pronto para se reunir novamente em ‘Friends: The Reunion‘, especial que estará disponível exclusivamente na HBO Max no dia 27 de maio, nos EUA.

Ontem, a lista completa de participações especiais foi divulgada e os fãs sentiram falta de três importantes nomes da série.

Paul Rudd, que interpretou Mike, e Cole e Dylan Sprouse – que viveram o Ben Geller, filho Ross – não tiveram seus retornos confirmados.

Nas redes sociais, os fãs expressaram tristeza e se revoltaram. Confira:

Friends: The Reunion‘ trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

As estrelas da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer voltam ao Stage 24, cenário original da icônica comédia nos estúdios Warner Bros., para uma celebração inesquecível.

Assista ao teaser:

Ben Winston dirigiu o especial junto com os produtores executivos de “FriendsKevin Bright, Marta Kauffman e David Crane.

Todos os episódios e temporadas completas de ‘FRIENDS‘ também estarão disponíveis na HBO Max no seu lançamento, no próximo mês.

Valor da assinatura do Disney+ vai aumentar

A Disney está preparando uma série de novos conteúdos originais para os cinéfilos e após anunciar diversos projetos para o universo de ‘Star Wars‘, Disney Animation, MCU, dentre outros, a empresa revelou ao mundo que sua mensalidade da plataforma Disney+ sofrerá um aumento em 2021.

O aumento, que será bem pequeno para o assinante, é também uma forma da Disney arrecadar os investimentos necessários para impulsionar a produção de todos os novos conteúdos originais recém anunciados.

O acréscimo na mensalidade será de apenas US$ 1, elevando os valores de US$ 6,99 para US$ 7,99. A taxa anual do Disney+ passará de US$ 69,99 para US$ 79,99.

Ainda não se sabe de que forma o aumento refletirá na versão brasileira do serviço de streaming, mas a expectativa é de que os assinantes locais também sejam futuramente contemplados com uma nova cobrança.

De acordo com o Comic Book, a Disney+ ultrapassou oficialmente a marca de 100 milhões de assinantes pelo mundo em tempo recorde.

Lançado em novembro de 2019, o serviço de streaming alcançou um rápido sucesso com aclamadas produções originais, como ‘O Mandaloriano’, o musical ‘Hamilton‘ e a recente ‘WandaVision’.

Além de disponibilizar títulos que seriam lançados originalmente nos cinemas, como a versão live action de ‘Mulan‘ e as animações ‘Soul’ e ‘Raya e o Último Dragão’.

Com um catálogo recheado de produções da Marvel, Lucasfilm, Pixar, National Geographic e vários outros estúdios, a Disney+ é um dos serviços de streaming mais populares da atualidade, ao lado da Netflix e da Amazon Prime.

Star Wars – George Lucas completa 77 anos!

George Walton Lucas Jr. Esse é um nome que você com certeza já viu – repetidas vezes – nos créditos de alguns dos filmes mais bem-sucedidos da história do cinema. O jovem tímido que nasceu em 14 de maio de 1944 na cidade de Modesto, ao norte da Califórnia, se aventurou a cursar Cinema na Universidade da Carolina do Sul, na década de 1960, e foi lá que – pasmem! – ele conheceu ninguém menos que Francis Ford Coppola, com quem mais tarde fundou a American Zoetrope, uma instituição que visava apoiar a criação de filmes independentes fora do circuito de Hollywood.

A trajetória do roteirista, diretor e produtor George Lucas caminha em paralelo com a história da cultura pop mundial, e, por isso, para comemorar os 77 anos do criador do universo de ‘Star Wars’, listamos aqui os principais momentos de sua vida longa e próspera – com o perdão do trocadilho. ; )

Industrial Light & Magic (1975)

Não, este não é o nome de um filme, mas sim de uma empresa, criada pelo George Lucas com a finalidade de conseguir atender suas próprias necessidades de efeitos visuais em longas-metragens. Sim, esse é o nível de perfeccionismo que o divo tem: criar uma empresa porque as que existem no mercado não são capazes de reproduzir em imagem a megalomania que ele tem na cabeça. E deu super certo, pois ela continua ativa no mercado e já foi responsável por efeitos em ‘Jurassic Park’, ‘O Exterminador do Futuro 2’ e ‘Os Vingadores: A Era de Ultron’, por exemplo. Nada mal, hein?

Star Wars – Episódio IV: Uma Nova Esperança (1977) – direção, roteiro e produção

Tecnicamente, este foi o terceiro longa do Georgito, porém foi com o sucesso desse – juntamente com o lucro do filme anterior, ‘Loucuras de Verão’, uma comédia dramática – que ele conseguiu dinheiro o suficiente para montar a própria empresa, a Lucasfilm. Também foi o pontapé inicial que apresentou ao cinema efeitos especiais jamais vistos, levando o espectador a uma experiência realmente intergaláctica. É também neste filme que começa uma das melhores parcerias do mundo do cinema: George Lucas e o compositor John Williams.

Star Wars – O Império Contra-Ataca’ (1980) – produtor executivo

Esse foi o filme que solidificou Darth Vader como um dos maiores vilões de todos os tempos. É também nesse filme que uma das paternidades mais famosas do cinema foi revelada, gerando uma das falas mais icônicas da indústria cinematográfica, e abriu a década que seria recheada de cultura pop.

Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida’ (1981) – produtor e roteirista

Porque em time que se está ganhando, não se mexe, e George chama Harrison Ford para uma empreitada sobre arqueólogos aventureiros que lutam contra o mal em nome de proteger o patrimônio da humanidade. Falando assim parece até sinopse de documentário do History Channel, mas esse é o mote da franquia Indiana Jones, que ajudou a firmar Steven Spielberg como um dos maiores diretores de Hollywood – e também marcou mais uma parceria de sucesso da indústria, além de uma das mais longevas amizades sinceras da vida de Georgito.

‘Labirinto: A Magia do Tempo’ (1986) – produtor

Um filme de magia que tem ninguém menos do que David Bowie no papel principal. Só que ele na verdade é o vilão, mas é também o Príncipe dos Duendes, e fica difícil não se apaixonar por ele. George Lucas foi produtor desse belo filme, porque tudo que envolve fantasia tem que ter o dedo dele.

‘Willow na Terra da Magia’ (1987) – roteirista e produtor

Como dito, tudo que tem magia, tem George Lucas no meio, e nesta aventura ele foi roteirista e produtor da história de um anão bem feio – mas que igualmente gera atração e empatia no espectador, o que nos deixa com sentimentos muito confusos – que acha um bebê humano e atravessa toda uma jornada para proteger essa criança.

Depois disso, George Lucas continuou a saga de ‘Star Wars’, intercalando com ‘Indiana Jones’. Porém, no meio do caminho, outros episódios interessantes fizeram a diferença em sua trajetória, como, por exemplo, o fato de ter conhecido o mitólogo Joseph Campbell, em 1984, quando o escritor foi dar uma palestra no Palace of Fine Arts, em São Francisco, do ladinho das instalações da Lucasfilm. George estava na plateia e foi cumprimentar o palestrante ao final do discurso. Nascia ali uma amizade profunda, uma vez que os estudos da jornada do herói de Campbell influenciaram a forma como Lucas escrevia seus roteiros, incluindo os da saga de ‘Star Wars’. A amizade também rendeu uma entrevista memorável de Cambell para o jornalista Bill Moyers no Rancho Skywalker, de George Lucas, na Califórnia, que mais tarde se tornaria o livro ‘O Poder do Mito’ – um dos livros mais cultuados por escritores no mundo todo.

Dentre os acontecimentos mais recentes, uma das notícias que abalaram o mundo cinematográfico foi o anúncio que George Lucas fez, em 2012, de que iria vender a Lucasfilm para a Disney, o que significava que a franquia dos Skywalkers passaria a ser da empresa do Mickey Mouse. A venda atingiu o valor de U$4,05 bilhões e, por mais que muitos fãs não tenham gostado da transação no início, fato é que, graças à essa venda, hoje podemos desfrutar dos parques temáticos de Star Wars (o primeiro será inaugurado no final de maio, no parque da Califórnia).

Como vocês podem ver, George Lucas é um nome de fundamental importância não só para a indústria do cinema, mas para a cultura pop de modo geral. Apesar disso, até hoje George Lucas nunca recebeu um Oscar, embora tenha sido nomeado algumas vezes. Será que agora, depois de completar 77 anos, a Academia vai começar a considerar finalmente dar uma estatueta para ele, nem que seja pelo conjunto da obra? Cenas dos próximos capítulos…

 

‘Snake Eyes’: Henry Golding brilha nas novas imagens do spin-off de ‘G.I. Joe Origens’; Confira!

O spin-off ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘ ganhou novas imagens oficiais, que trazem o astro Henry Golding em destaque.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de julho.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

‘O Duende’: Diretor de ‘Jogos Mortais 2’ revela detalhes sobre o reboot que pretende comandar

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Darren Bousman (responsável por ‘Jogos Mortais 2, 3 e 4‘) voltou a expressar seu desejo em dirigir um filme da franquia ‘O Duende‘, revelando detalhes sobre sua visão para a produção.

“Eu adoraria fazer uma sequência direta da franquia original. Eu não quero fazer um reboot. E eu iria querer trazer o Warwick Davis de volta. Eu não faria o filme sem ele. É a mesma coisa se tiver outro ‘A Hora do Pesadelo’… é por isso que o filme com o Jackie Earle Haley não funcionou muito bem, porque os fãs amam o Robert Englund. Eles amam o Warwick Davis. É isso que eles querem.”

Ele completa, “Os filmes do Duende são bobos e divertidos. Essa é uma marca da franquia. Eles são violentos, mas divertidos. Eu não tentaria mudar o tom. Eu faria algo igualmente insano. Seria algo em torno do tom do primeiro filme e ‘O Duende Perverso’. Seria algo nessa escala de humor. A franquia ficou bastante ridícula conforme foi ganhando continuidade, mas é isso que torna os filmes divertidos.”

Vale lembrar que o diretor já pediu publicamente para a Lionsgate para comandar um filme da franquia.

“Então, Lionsgate, se ‘Espiral’ for um sucesso, podemos conversar sobre finalmente me deixar dirigir um filme da franquia ‘O Duende’ e tentar fazer algo diferente com ela? Só estou dizendo… (pelos últimos dez anos). Amo você.”

E, inesperadamente, a Lionsgate respondeu o cineasta, afirmando: “Meu pessoal duende vai ligar para o seu pessoal duende.”

Será que um novo filme vem aí?

Anteriormente, Bousman já havia revelado que tinha desejo de dirigir um filme da franquia, detalhes possíveis ideias para um reboot:

“Eu sempre amei a franquia ‘O Duende’. Eu implorei tanto para alguém me dar a oportunidade de dirigir um reboot há uns anos. Há algo ridiculamente divertido e bobo sobre esses filmes. Muitas pessoas falam mal das sequências, mas nada é melhor do que assistir uma franquia deixar o seu vilão ir para Las Vegas, o espaço sideral, o subúrbio e depois de volta ao subúrbio.”

Seu conceito para um novo filme seria transportar o vilão para o velho oeste: “Você coloca ele em uma máquina do tempo e o envia para o velho oeste. Há corrida por ouro. Tiroteios. Seria incrível! Eu teria muito material com que trabalhar.”

A franquia recentemente ganhou um novo capítulo, ‘O Retorno do Duende‘, que é uma sequência direta do original. O longa foi lançado em parceria entre a Lionsgate e o canal Syfy.

Confira o trailer:

‘Hotel Transilvânia 4’ ganha teaser; Trailer completo será lançado segunda-feira!

A Sony Pictures divulgou o primeiro teaser da sequência Hotel Transilvânia: Transformonstrão‘.

Além disso, foi anunciado que o trailer completo será lançado segunda-feira (17).

Confira o teaser dublado:

Dirigido por Derek DrymonJennifer Kluska, este será o último capítulo da franquia.

A produção contará com o retorno das vozes de Adam Sandler, Selena Gomez, Keegan-Michael Key, Molly Shannon, David Spade e Andy Samberg.

Vale lembrar que o longa anterior, ‘Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas‘, se tornou a animação de maior bilheteria da Sony Pictures, com arrecadação de US$ 526.5 milhões.

Juntos, os três filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1.3 bilhão.

Suspense da Netflix está deixando as pessoas angustiadas; Confira as reações!

A Netflix acertou em cheio com seu novo filme de suspense de ficção científica, que conquistou os críticos e os assinantes do streaming.

Oxigênio‘ (Oxygen), longa dirigido por Alexandre Aja (‘Predadores Assassinos‘) e estrelado por Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios‘), está dando o que falar.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 100% de aprovação dos críticos, baseado em 27 reviews. TODAS positivas.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram a produção afirmando que ficaram angustiadas.

Confira:

Entre os principais comentários, os jornalistas elogiam a direção muito bem executada apesar de alguns furos no roteiro, o clima de tensão que prende o espectador do início ao fim e a surpreendente atuação de Laurent.

Confira as principais críticas:

Crítica Netflix | Oxigênio – Suspense é TENSO e prende o fôlego até os últimos minutos

Oxigênio tem alguns momentos de suspense que valem a pena, [enquanto Alexandre] Aja e seu frequente diretor de fotografia Maxime Alexandre conseguem encontrar maneiras de posicionar várias câmeras dentro do espaço apertado da câmara criogênica.” – Casey Chong

“A ideia de alto conceito do filme pode parecer boba depois de passar mais de 90 minutos com a protagonista, mas o diretor garante que ele faça com que o processo pareça plausível e divertido.”, Marianna Neal 

“É eficaz, tem um ritmo adequado, é bem executado, me manteve na dúvida, e eu fiquei na ponta da cadeira o tempo todo.”, Impression Blend

“Talvez a maior conquista seja como uma história aparentemente limitada consegue ser repleta de reviravoltas, cada uma mais emocionante e encantadora do que a anterior.”, The Spool

“Mesmo com alguns furos de roteiro, grandes o bastante para caberem um asteroide, a forma como Aja executa essa história é muito impactante, é uma jornada bem intrigante.” – Variety.

“Laurent é incrível, mesmo não sendo a única atriz no filme, merece todo o destaque.” – Financial Times.

“Um verdadeiro exercício que faz a gente se sentir sufocado e desconfortável.” – The Hollywood Reporter.

“Na melhor das hipóteses, ‘Oxigênio‘ se aproxima com sucesso da sensação de estar preso numa ‘sala de fuga’. – Slant Magazine.

“‘Oxigênio, teu nome é INTENSO.” – What She Said.

“Embora muitas das melhores ideias do filme não sejam originais, a trama é envolvente e impressionante, apesar das limitações.” – Radio Times.

“‘Oxigênio‘ continua zumbindo em um ritmo acelerado, com um enredo que tem diversas reviravoltas. Embora não seja completamente sem substância, certamente tem um estilo envolvente, que quase compensa as oportunidades narrativas perdidas.” – Screen Anarchy.

Assista nossa crítica em vídeo:

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

Escrito por  Christie LeBlanc, o filme também conta com Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul‘) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror‘) estrelam a produção.

“Um dos melhores roteiros que já li em anos – uma experiência de sobrevivência com um grande mistério central,” disse Aja. “Mesmo sem o oxigênio acabando, o suspense naquelas páginas me deixou sem fôlego.”