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‘iCarly’: Revival ganha data de estreia no Paramount+

O Paramount+ finalmente anunciou quando o aguardado revival de iCarly, popular sitcom da Nickelodeon, será lançado.

A série irá estrear na plataforma de streaming no dia 17 de junho.

A produção se passará 10 anos após o término da série original, e mostrará Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco contará com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

Infelizmente, Jennette McCurdy não retorna como Sam no revival.

Assista ao primeiro teaser abaixo, a partir do minuto 00:43:

 

iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.

Todas as temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.

‘Snake Eyes’: Derivado de ‘G.I. Joe’ ganha belíssimo pôster animado; Trailer será lançado neste DOMINGO!

Paramount Pictures divulgou hoje (14) um belíssimo pôster animado do aguardado ‘Snake Eyes’spin-off da franquia ‘G.I. Joe’.

Além disso, foi revelado que o primeiro trailer oficial do longa-metragem será lançado neste próximo domingo, 16 de maio.

Confira:

Confira as primeiras imagens abaixo:

Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Haruka Abe plays Akiko in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
Andrew Koji plays Tommy in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 22 de julho.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

‘Bridgerton’: Netflix anuncia série spin-off focada na rainha Charlotte!

Bridgerton tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, para aqueles que a dramédia de época ficaria por isso mesmo, a plataforma de streaming anunciou hoje (14) uma série derivada focada em ninguém menos que a Rainha Charlotte, interpretada por Golda Rosheuvel.

Alem disso, a produção também irá focar nas jovens Violet Bridgerton (vivida por Ruth Gemmell na obra principal) e Lady Danbury (Adjoa Andoh).

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

Confira o anúncio:

Enquanto mais detalhes não são revelados, vale lembrar que a 2ª temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’) e Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Phoebe Dynevor, Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘The Goldbergs’ é renovada para a 9ª temporada

A ABC renovou oficialmente a comédia ‘The Goldbergs‘ para a 9ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma média de 0.64 na demo, e um total de 3.4 milhões de espectadores. Os números representam a comédia de maior audiência da emissora, seguida de perto por ‘The Conners‘.

A série foi criada por Adam F. Goldberg, e baseia-se a partir de memórias de sua própria infância.

A trama mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).

O elenco inclui Wendi McLendon-CoveyJeff GarlinSean GiambroneTroy GentileHayley OrrantiaGeorge SegalPatton Oswalt.

‘The Conners’ é renovada para a 4ª temporada

A ABC renovou oficialmente a comédia ‘The Conners‘ para a 4ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma média de 0.62 na demo, e um total de 3.6 milhões de espectadores. Em comparação ao ciclo anterior, há uma queda de quase 50% na audiência.

O derivado foi criado depois da série original ter sido cancelada devido a comentários racistas de sua protagonista, Roseanne Barr. No spin-off, sua personagem morreu por causa de uma overdose.

Após uma súbita reviravolta, os Conners são forçados a encarar as dificuldades diárias da vida em Lanford de uma forma que nunca tiveram antes. A família icônica – formada por Dan, Jackie, Darlene, Becky e D.J. – lidam com as questões de paternidade, namoro, gravidez inesperada, pressões financeiras, envelhecimento e trabalho.

O elenco inclui John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Alicia Goranson, Michael Fishman, Emma Kenney, Ames McNamara, Jayden Rey e Maya Lynne Robinson.

‘The Rookie’: Série com Nathan Fillion é renovada para a 4ª temporada

A ABC renovou oficialmente a série ‘The Rookie‘, estrelada por Nathan Fillion (‘Castle’), para a 4ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma média de 0.49 na demo, e um total de 3.7 milhões de espectadores. Em comparação ao ciclo anterior, há uma queda de apenas 23% na audiência.

Vale lembrar que a atriz Jenna Dewan fará uma participação especial no último episódio da 3ª temporada, intitulado Threshold, que irá ao ar no dia 16 de maio.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs‘).

“Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.”

Eric Winter, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Titus Makin Jr., Mercedes Mason e Melissa O’Neil completam o elenco.

Crítica | Birdy mergulha em uma longa melancolia com ‘Young Heart’, seu novo álbum de estúdio

Assim como diversos outros artistas musicais que resolveram voltar à ativa entre 2020 e 2021, Birdy saiu de seu hiato de cinco anos para dar aos fãs um presente bastante aguardado: seu quarto compilado de originais.

O alter-ego de Jasmine Lucilla Elizabeth Jennifer van den Bogaerde, que vinha despontando no cenário independente desde 2011, já havia entregado algumas das canções mais subestimadas da década, como as incríveis “Wild Horses” e “Keeping Your Head Up”, ambas da obra predecessora, ‘Beautiful Lies’. Agora, tempos depois de ter investido em uma nova era, Birdy resolveu apostar suas fichas num cândido amadurecimento lírico, talvez como forma de se curar de um coração partido e seguir em frente. ‘Young Hearts’, como ficou intitulada a nova incursão, é uma belíssima e longa expedição em busca de uma independência romântica, cujas explorações se estendem por nada menos que dezesseis faixas que parecem se dividir em dois álbuns distintos. Aliando-se aos produtores Ian Fitchuk, Daniel Tashian e James Ford, a construção musical pode até não soar tão original e envolvente quanto as anteriores, mas certamente não deve passar batido das playlists.

O principal ponto positivo do CD é, sem sombra de dúvida, sua coesão. Ficando responsável por cada uma das tracks, em companhia aos colaboradores, é notável como Jasmine se preocupa com minúcia em amarrar as pontas entre as músicas e permitir que os ouvintes tenham uma experiência completa, migrando de investida em investida para descobrir os sutis elementos que escondeu em meio aos acordes do violão e à sinestesia clássica do piano – mesmo quando coloca em profusão a “Valsa em A Menor” de Chopin como interlúdio. É nesse escopo que reside a faceta mais verdadeira de uma performer que merecia mais reconhecimento: entre altos e baixos, ela se mantém verdadeira às mensagens que quer entregar e, por esse motivo, calca laços fortes com qualquer um que deseje apreciá-la em toda a sua complexidade sonora.

As duas faixas de abertura já dão o espetacular tom do álbum, ao menos em sua primeira metade. “The Witching Hour” é uma ótima forma de começar a jornada a que Birdy se propõe, mostrando uma versatilidade invejável através do dinamismo pungente do piano de cauda – preparando terreno para a envolvente country-folk “Voyager”, cujas reminiscências nos arremessam para os anos com 1990 com Natalie Imbruglia e para o despontar de Taylor Swift com seu début homônimo. A diferença está na teatralidade arrepiante dos vocais e na criação de um enredo poético que, ao contrário do que poderíamos imaginar, fala essencialmente sobre liberdade. Isso acontece também com a impecável “Surrender”, uma das melhores rendições do ano, que resolve descobrir o sentido da vida através do amor e através de uma reflexiva contemplação sobre o que já se foi.

No capítulo inicial, Birdy tem uma afeição monumental pela melancolia sensorial – algo que imprime com cautela aplaudível ao menos no capítulo inicial dessa aventura. A linha identitária que orquestra com maestria alastra-se para a potente “Nobody Knows Me Like You Do”, que parece pegar uma página das obras confessionais de Adele, e para a repaginação country e bluegrass com “Lighthouse”, outro dos ápices da produção – cuja presença dos violinos é fantástica e muito bem demarcada. Aliás, o que mais nos chama a atenção é a delicadeza com que o trio por trás da produção maneja cada uma das iterações, permitindo que Jasmine tenha toda a soberania criativa possível para, ainda que faça menções a seus contemporâneas, almeje a uma estética única ou ao menos diferente do que já existe no cenário mainstream.

A verdade é que a última canção mencionada poderia facilmente encerrar um dos melhores álbuns de 2021 – mas Birdy resolve ir além, como precisasse de mais um tempo para se livrar daquilo que guardara na garganta. Pouco depois do resgate de Chopin, temos início a uma espécie de segundo capítulo fragmentado e repetitivo que esbarra no esquecimento mais de uma vez. “Evergreen” soa familiar demais para trazer quaisquer inovações que não tenhamos ouvido antes, dentro até das próprias composições da artista; “Celestial Dancers” retoma o piano e pega influências do chamber folk e do soul que Jessie Ware imprimira no irretocável ‘What’s Your Pleasure?’ – exceto pelo respiro inventivo; “Little Blue” e “New Moon”, por sua vez, parecem reciclarem instrumentais já visto nas tracks anteriores, numa mimética performance que não diz muito mais que o óbvio.

Felizmente, os equívocos não conseguem ofuscar por completo a densidade dramática dos pontos altos, como é o caso de “Deepest Lonely”. O evocativo crescendo é o que, no final das contas, a transforma na inflexão mais mercadológica – mas isso não importa quando lidamos com uma interpretação poderosa. Há, também, um flerte com o experimentalismo em “The Otherside”, enquanto “River Song” bebe da mesma fonte folk que o recente ‘evermore’, de Swift – tudo amalgamado e amarrado em uma espiritualidade bastante consistente.

‘Young Heart’ pode não ter o mesmo frescor que os outros álbuns de Birdy, mas sem dúvida é uma boa entrada à sua discografia. Com uma bagagem cultural que transparece em cada uma das músicas, o único grande defeito da obra é sua longa e cansativa duração.

Nota por faixa:

1. The Witching Hour – Intro – 5/5
2. Voyager – 5/5
3. Loneliness – 4/5
4. The Otherside – 4,5/5
5. Surrender – 5/5
6. Nobody Knows Me Like You Do – 4,5/5
7. River Song – 4/5
8. Second Hand News – 2,5/5
9. Deepest Lonely – 4,5/5
10. Lighthouse – 4,5/5
11. Chopin Waltz in A Minor (Interlúdio) – 5/5
12. Evergreen – 2,5/5
13. Little Blue – 2,5/5
14. Celestial Dancers – 3/5
15. New Moon – 2/5
16. Young Heart – 4/5

‘Law & Order: Organized Crime’ é renovada para a 2ª temporada

A NBC renovou oficialmente a série derivada ‘Law & Order: Organized Crime‘ para a 2ª temporada.

Anteriormente, o criador da produção, Dick Wolf, havia revelado que o segundo ciclo apresentaria três arcos narrativos de 8 episódios, totalizando 24 episódios na 2ª temporada.

“O primeiro terço será como ‘O Poderoso Chefão’. O segundo terceiro será como ‘O Gângster’. E a parte final será como ‘Scarface’. Os vilões serão realmente malignos e darão ao Stabler uma constante fonte de energia, ódio, crença na justiça e em diferentes formas de procurar esses criminosos,” declarou Wolf.

Criada por Dick Wolf, Ilene Chaiken e Matt Olmstead, a série é um spin-off de ‘Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais‘.

Na trama, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.

O elenco ainda conta com Danielle Moné, Tamara Taylor, Ainsley Seiger e Dylan McDermott.

‘Black-ish’: 8ª temporada será a ÚLTIMA da série!

A ABC renovou a comédia ‘Black-ish‘ para a 8ª temporada, que será a ÚLTIMA da série.

“Para TODAS as pessoas nesse mundo que eu amo, honro, respeito e me importo, é emocionante e agridoce compartilhar que ‘Black-ish’ foi renovada pela ABC para a 8ª temporada, que será a última,” declarou o showrunner Kenya Barris em seu Instagram. “Atualmente, é difícil poder decidir quando sua série deveria ser finalizada, e nós somos gratos à ABC por termos um ciclo final para fazermos exatamente o que esperávamos – e faremos isso com o incrível elenco, que retornará para esse capítulo final.”

A sétima temporada tem registrado uma média de 0.5 na demo, e um total de 2.4 milhões de espectadores. Em comparação à audiência do ciclo anterior, há uma queda de apenas 17% nos números.

No Brasil, as cinco primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime.

Criada por Kenya Barris, a série principal já possui dois spin-offs intitulados ‘Grown-ish‘ e ‘Mixed-Ish‘.

Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.

O elenco conta com Anthony Anderson, Tracee Ellis Ross, Marcus Scribner, Miles Brown, Marsai Martin, Peter Mackenzie, Deon Cole e Jenifer Lewis.

‘A Mulher na Janela’: Adaptação é DETONADA pelos assinantes da Netflix; Confira as reações!

O suspense A Mulher na Janela, baseado no romance homônimo de A.J. Finn já chegou ao catálogo da Netflix, mas parece que está decepcionando tanto a crítica quanto o público.

Estrelado por Amy Adams, o longa conquistou apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes por sua falta de ousadia e por não corresponder às expectativas em relação à construção narrativa.

E, nas redes sociais, alguns assinantes da plataforma não estão nem fazendo questão de assistir ao filme.

Os que já assistiram estão detonando a adaptação, alegando que o roteiro não está à altura do romance original e que suas expectativas foram por água abaixo.

Ainda hpá aqueles que arriscaram dizer que o filme levará o ‘Framboesa de Ouro’, ‘premiação’ dedicada aos piores filmes e artistas de um determinado ano.

Confira as reações:

Ainda segundo a crítica, o thriller peca por não saber aproveitar seu grande elenco de forma mais rica e profunda, se tornando mais um filme esquecível da Netflix.

Confira:

“Como exercício de suspense, é muito menos bem-sucedido”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club

A Mulher na Janela seria um thriller incrível se simplesmente ousasse se comprometer com uma visão singular e a executasse sem desculpas”. – Anne T. Donahue, Globe and Mail

“Efetivamente temperamental, mas oferecendo calafrios frustrantes, A Mulher na Janela subestima seu herói de várias maneiras”. – Sheri Linden, Hollywood Reporter

A Mulher na Janela nunca consegue transcender a impressão de que está apenas sendo esperta”. – Pat Brown, Slant Magazine

“Um terrível desperdício de um grande elenco”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

“Vamos apenas dizer que, embora a composição óbvia aqui seja ‘Janela Indiscreta‘, há um pequeno toque de ‘Psicose‘ também. Isso faz sentido. Assim como sempre há espaço no Bates Motel, há muito espaço naquela casa feita em brownstone”. – Mark Feeney, Boston Globe

Na trama, Anna Fox (Adams) mora sozinha em uma casa que um dia abrigou sua família feliz. Separada do marido e da filha e sofrendo de uma agorafobia que a mantém reclusa, ela passa os dias bebendo vinho, assistindo filmes antigos, conversando com estranhos na internet.

Quando uma nova família se mudam para a casa do outro lado do parque, Anna fica obcecada por aquela vida perfeita. Até que certa noite, bisbilhotando através de sua câmera, ela vê um assassinato que muda tudo para sempre.

Mas será que ela realmente presenciou o crime ou o criou em sua mente?

O filme é dirigido por Joe Wright (‘O Destino de uma Nação‘).

Assista ao trailer:

O elenco também conta com Gary Oldman, Brian Tyree Henry, Julianne Moore, Wyatt Russell e Anthony Mackie.

Crítica | A Mulher na Janela – Amy Adams brilha em suspense que discute depressão e síndrome do pânico

Janela Indiscreta

Filmes que possuem uma produção tranquila são uma verdadeira dádiva. Tudo precisa funcionar de forma cronometrada. Quando se trata da adaptação de um material complexo vira e mexe ouvimos relatos sobre a epopeia de alguns cineastas e estúdios. É o caso com este A Mulher na Janela, baseado no livro homônimo de suspense do autor A. J. Finn, best-seller lançado em 2018. O escritor é dono de suas próprias polêmicas, e o filme de sua obra não seria diferente.

Inicialmente planejado para estrear em 2019, as exibições teste deixaram a audiência confusa e assim o longa foi empurrado para 2020 a fim de realizar algumas refilmagens. Segundo a produtora Elizabeth Gabler, trata-se de um processo natural já que a obra é de difícil adaptação e a ideia era deixa-la mais palatável ao grande público. Nesse meio tempo, primeiro veio a aquisição da Fox pela Disney (A Mulher da Janela marca o último lançamento da Fox 2000 antes da reestruturação do novo estúdio), e depois a pandemia do Coronavírus, o que adiou o filme uma segunda vez, agora para 2021 com lançamento restrito na Netflix.

Com este “touro indomável” em mãos, somente um diretor do porte de Joe Wright (Orgulho & Preconceito, Desejo e Reparação e O Destino de uma Nação) para segurar suas rédeas conseguindo montá-lo até o fim da exibição. Se não ganha com louvor, ainda assim entrega um thriller honesto e eficiente, com salpicos de brilhantismo, pairando acima de grande parte do entretenimento atual. Percebemos toques magistrais inseridos no longa que conseguem transcender sua história, em partes, simplista; seja através de uma técnica apurada (fotografia, direção de arte, coreografia de cenas, etc.), na atuação comprometida (em especial da protagonista Amy Adams) do elenco, ou no roteiro acelerado e enxuto do dramaturgo Tracy Letts (na primeira adaptação de um texto que não seja seu) – que também coadjuva no papel do terapeuta Dr. Landy.

Na trama, o grande chamariz é a presença da talentosa Amy Adams dando tudo de si no papel da personagem repleta de camadas Anna Fox, uma psicóloga que se vê no outro lado da moeda, extremamente abalada emocionalmente devido à sua atual condição de agorofóbica: uma espécie de síndrome do pânico, que faz com que pessoas se tornem reclusas, impossibilitadas de sair na rua. Ou seja, algo muito condizente com nosso estado durante a pandemia. Adams já é conhecida por ser não apenas uma das melhores intérpretes de sua geração, mas também por ser uma das maiores injustiçadas no Oscar, dona de 6 indicações em 15 anos sem vitórias ainda.

A mudança de uma família para a casa de frente da protagonista é o que dá o pontapé inicial na história. Assim, a reclusa Anna começa a observar (ou espionar) seus novos vizinhos como a mais recente distração. Assim como Jeffries (James Stewart), o filme exibe suas tintas de Janela Indiscreta (1954), do mestre Alfred Hitchcock, alterando o percalço de uma perna quebrada para a agorofobia. Um a um ela conhece os membros do clã. Ethan (Fred Hechinger), o filho adolescente, é o primeiro, um rapaz sensível e incompreendido, demonstrando uma estrutura partida. Depois chega Jane (Julianne Moore), a mãe, acelerada, divertida e cheia de atitude. O último, Alistair (Gary Oldman), o pai, é ríspido, duro e aparentemente dono de seus próprios segredos. Dentre os jogadores principais temos também David (Wyatt Russell), o inquilino de Anna que mora em seu porão.

Logo de cara a protagonista percebe que esta família está longe de pertencer a um comercial de margarina. Mas é quando, numa de suas espiadinhas, acredita ter presenciado o assassinato da matriarca, que a situação se eleva a um nível sem retorno. Para piorar, “outra mãe” surge apresentada como Jane (Jennifer Jason Leigh), como se ali sempre estivesse. E agora, tudo não passa de delírios da mente da protagonista (que vive se entupindo de remédios e bebida) ou existe uma conspiração nefasta por trás de tudo?

O cineasta Joe Wright homenageia o cinema antigo em diversos momentos de seu thriller, como se brincasse feliz com o gênero. Além de sua condição clínica, podemos dizer que a protagonista é também uma cinéfila. Ela dorme sempre em frente à TV com algum clássico em preto e branco sendo exibido, sabe citar de cor os diálogos em tais filmes (que parecem ser um dos poucos pontos de alegria em sua vida), e em casa tem uma coleção de DVDs de respeito, os quais empresta com orgulho ao vizinho, citando que seu ex-marido a acusava de possuir filmes demais – o dilema de todo colecionador. Fora isso, Wright monta A Mulher na Janela cheio de trejeitos dos suspenses da era de ouro, com se utilizasse os artifícios do passado em sua construção. Assim temos flashbacks que interrompem a narrativa para revelações, dúvidas que se amontoam nas reviravoltas, explanações finais e uma obra que se apoia bastante em atuações.

A Mulher na Janela pode se gabar de ter um dos melhores elencos de anos recentes, com Adams puxando o bonde e seguida de perto por Gary Oldman (vencedor do Oscar), Julianne Moore (vencedora do Oscar), Jennifer Jason Leigh (indicada ao Oscar), Brian Tyree Henry, a revelação do jovem Fred Hechinger, e para os fãs da Marvel a reunião da dupla de Falcão e o Soldado Invernal, Anthony Mackie e Wyatt Russell. Todos eficientes pontuando suas deixas, porém, como dito, esse é um show de Amy Adams – colocada para “rebolar” pelo diretor, ela luta, corre, se molha na chuva, faz suas cenas de ação e ainda é severamente golpeada de forma visceral como nunca anteriormente foi visto em tela. Ah sim, também atua dramaticamente demonstrando todo seu alcance performático.

Aqui podemos encontrar material para dois filmes. O primeiro é um estudo psicológico, funcionando como drama da personagem de Adams. Como dito sua condição é especial por si só, e rende uma discussão séria sobre depressão e autoexclusão social. O outro filme é um suspense mais rotineiro, desses que podem ser achados facilmente nas exibições do Supercine, mas um que promete agradar a parcela do público aficionado pelo gênero. O que posso dizer é que a trama nos mantém querendo adivinhar a todo instante qual será a solução do grande mistério. E quando ela vem… bem, digamos que precisava terminar de alguma forma, não é?

‘Kate’: Mary Elizabeth Winstead vira assassina profissional no vindouro filme da Netflix; Confira as imagens!

A Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens de Kate‘, vindouro thriller de ação da Netflix estrelado por Mary Elizabeth Winstead.

Na trama, a estrela vive uma assassina profissional correndo contra o tempo depois que é envenenada e tem apenas 24 horas de vida para buscar o antídoto e descobrir quem pôs um alvo em sua cabeça.

Confira as imagens:

KATE (2021),Mary Elizabeth Winstead (“Kate”)
CR: Jasin Boland/Netflix
KATE (2021) Mary Elizabeth Winstead (“Kate”), Miku Martineau (“Ani”)
CR: Jasin Boland/Netflix
KATE (2021),Mary Elizabeth Winstead (“Kate”)
CR: Netflix

Em entrevista ao portal, Winstead detalhou a personagem, descrevendo:

Kate é uma assassina implacável que está trabalhando em Tóquio e foi envenenada. Quando descobre que tem apenas 24 horas de vida, ela sai parte numa missão para descobrir quem a envenenou e matá-los antes que ela morra. Ao longo do caminho, ela estabelece um vínculo com uma adolescente chamada Ani (Miku Martineau), e elas acabam assumindo esta missão juntos. É uma história de assassinato bem sincera e brutal!” 

Com estreia previsto para o segundo semestre de 2021, ‘Kate‘ é dirigido por Cedric Nicolas-Troyan (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’), a partir do roteiro de Umair Aleem

O diretor também comentou sobre a produção e provocou o público sobre as cenas de ação:

“A mais difícil das cenas de ação do filme foi um confronto direto entre a hassassina vivida por Winstead e um personagem igualmente perigoso interpretado pelo ator e músico japonês Miyavi. Tenho certeza que o público vai perder a cabeça durante essa parte do filme.”

Ele continuou:

“Gravamos dentro de um apartamento e não usamos dublês porque as câmeras ficaram bem próximas deles. É uma cena de ação bem íntima e sufocante. Particularmente, fico nervoso só de lembrar.”

Pelo visto, Kate‘ será bastante impactante e cheio de surpresas!

E aí, você já está ansioso?

O elenco também conta com Tadanobu Asano, Michiel Huisman e Jun Kunimura.

‘Batman – O Longo Dia das Bruxas’: Animação ganha novas imagens oficiais; Confira!

A Warner Bros. divulgou novas imagens oficiais da primeira parte da animação ‘Batman – O Longo Dia das Bruxas‘ (Batman: The Long Halloween).

Com estreia marcada para 22 de junho, a produção é baseada nos quadrinhos homônimos escrito Jeph Loeb com arte de Tim Sale. Com 13 edições, lançadas em 1996 e 97, a saga permanece sendo um dos arcos mais amados do herói.

Confira as imagens, junto com o trailer:

Vale lembrar que a segunda parte será lançada ainda em 2021, no segundo semestre.

Dirigido por Chris Palmer (‘Superman: O Homem do Amanhã’), o longa trará Jensen Ackles (‘Supernatural’) dando voz ao icônico Bruce Wayne/Batman.

A produção ainda contará com as vozes de Naya Rivera (Selina Kyle/Catwoman), Josh Duhamel (Harvey Dent), Billy Burke (James Gordon), Titus Welliver (Carmine Falcone), David Dastmalchian (Homem Calendário), Troy Baker (Coringa), Amy Landecker (Barbara Gordon), Julie Nathanson (Gilda Dent), Jack Quaid (Alberto), Fred Tatasciore (Solomon Grundy) e Alastair Duncan (Alfred).

Na trama…

“Natal. Dia de São Patrício. Páscoa. Conforme os dias do calendário se acumulam, o mesmo ocorre com os corpos espalhados pelas ruas da cidade de Gotham. Um assassino está à solta, matando apenas nos feriados. O único homem que pode parar esse demônio? O Cavaleiro das Trevas.”

“Trabalhando com o procurador distrital Harvey Dent e o tenente James Gordon, Batman corre contra o calendário enquanto tenta descobrir quem é o assassino antes dele reivindicar sua próxima vítima. Um mistério que faz o leitor adivinhar continuamente a identidade do assassino, esta história também está ligada aos eventos que transformam Harvey Dent no inimigo mortal do Batman, Duas Caras.”

Michael Jordan é CONFIRMADO em ‘Space Jam: Um Novo Legado’

Desde que o ‘Space Jam 2‘ foi anunciado, muitos fãs do filme original ficaram curiosos se Michael Jordan apareceria no novo filme. Parecia improvável, considerando que LeBron James vai estrelar.

Porém, foi confirmado que Jordan aparecerá de alguma maneira.

Em entrevista o Access Hollywood, o astro Don Cheadle foi questionado se Jordan poderia aparecer e ele respondeu:

Michael Jordan está no filme. Mas não da maneira que você esperava. “

Ansiosos?

Assista ao trailer:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta também com Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Oxigênio’: Final EXPLICADO do suspense da Netflix!

A Netflix acertou em cheio com seu novo filme de suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen), que conquistou os críticos e os assinantes do streaming.

Porém, algumas pessoas não entenderam o final do filme. Em entrevista ao Inverse, o diretor Alexandre Aja explicou o desfecho.

CONFIRA COM SPOILERS:

“Sempre fui fascinado por como de alguma forma transcendemos nossos limites. O que mantém as pessoas de pé quando provavelmente vão morrer? O que mantém as pessoas lutando em seus momentos mais sombrios?”, disse Aja ao Inverse.

Vemos essas perguntas respondidas explicitamente quando Liz grava uma mensagem de áudio para seu marido Leo quando ela está quase sem ar. Ela diz a ele que vai valorizar as memórias que tem deles, mesmo que nunca tenham se conhecido. Isso a estimula a encontrar uma solução para seu problema e salvar sua vida. 

Acontece que Liz está viva há apenas 102 minutos. Ela é um dos 10.000 Omicrons, clones geneticamente modificados criados para povoar um novo planeta para a regeneração da raça humana. O marido de Liz, Leo, morreu na Terra de um vírus mortal. Mas a versão clone Omicron dele sobrevive, presa em êxtase quando a nave cheia de pods chega em seu novo planeta, Wolf 1061c.

É uma grande reviravolta no final de um filme de ficção científica, mas há mais ciência real nele do que você pode imaginar. O Wolf 1061c é um planeta real, que tem um lado sempre iluminado e o outro sempre escuro. A estreita faixa entre os dois poderia ser habitável, mas a estrela está a 13,8 anos-luz de distância da Terra. Com isso, os clones são congelados para chegarem lá vivos.

No final do filme, vemos Leo e Liz se abraçando em uma praia no novo planeta. Eles não são tecnicamente Leo e Liz, mas o clone deles. A verdadeira história de amor deles terminou quando Leo morreu de volta na Terra, deixando Liz envelhecer e continuar suas pesquisas sobre o transplante de memória.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 100% de aprovação dos críticos, baseado em 27 reviews. TODAS positivas.

Nas redes sociais, os assinantes elogiaram a produção afirmando que ficaram angustiadas.

Confira:

Entre os principais comentários, os jornalistas elogiam a direção muito bem executada apesar de alguns furos no roteiro, o clima de tensão que prende o espectador do início ao fim e a surpreendente atuação de Laurent.

Confira as principais críticas:

Crítica Netflix | Oxigênio – Suspense é TENSO e prende o fôlego até os últimos minutos

Oxigênio tem alguns momentos de suspense que valem a pena, [enquanto Alexandre] Aja e seu frequente diretor de fotografia Maxime Alexandre conseguem encontrar maneiras de posicionar várias câmeras dentro do espaço apertado da câmara criogênica.” – Casey Chong

“A ideia de alto conceito do filme pode parecer boba depois de passar mais de 90 minutos com a protagonista, mas o diretor garante que ele faça com que o processo pareça plausível e divertido.”, Marianna Neal 

“É eficaz, tem um ritmo adequado, é bem executado, me manteve na dúvida, e eu fiquei na ponta da cadeira o tempo todo.”, Impression Blend

“Talvez a maior conquista seja como uma história aparentemente limitada consegue ser repleta de reviravoltas, cada uma mais emocionante e encantadora do que a anterior.”, The Spool

“Mesmo com alguns furos de roteiro, grandes o bastante para caberem um asteroide, a forma como Aja executa essa história é muito impactante, é uma jornada bem intrigante.” – Variety.

“Laurent é incrível, mesmo não sendo a única atriz no filme, merece todo o destaque.” – Financial Times.

“Um verdadeiro exercício que faz a gente se sentir sufocado e desconfortável.” – The Hollywood Reporter.

“Na melhor das hipóteses, ‘Oxigênio‘ se aproxima com sucesso da sensação de estar preso numa ‘sala de fuga’. – Slant Magazine.

“‘Oxigênio, teu nome é INTENSO.” – What She Said.

“Embora muitas das melhores ideias do filme não sejam originais, a trama é envolvente e impressionante, apesar das limitações.” – Radio Times.

“‘Oxigênio‘ continua zumbindo em um ritmo acelerado, com um enredo que tem diversas reviravoltas. Embora não seja completamente sem substância, certamente tem um estilo envolvente, que quase compensa as oportunidades narrativas perdidas.” – Screen Anarchy.

Assista nossa crítica em vídeo:

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

Escrito por  Christie LeBlanc, o filme também conta com Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul‘) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror‘) estrelam a produção.

“Um dos melhores roteiros que já li em anos – uma experiência de sobrevivência com um grande mistério central,” disse Aja. “Mesmo sem o oxigênio acabando, o suspense naquelas páginas me deixou sem fôlego.” 

Disney lançará mais um streaming para concorrer com a Netflix no Brasil; Você pretende assinar?

A Disney lançará um OUTRO serviço de streaming para concorrer com a Netflix no Brasil.

O Star+ (Star Plus),será lançado na América Latina em 31 de agosto deste ano como um serviço de streaming para o público adulto que oferecerá: conteúdo da ESPN, como eventos ao vivo das Ligas mais importantes e programas esportivos; séries, desenhos animados, filmes, documentários e produções originais Star, regionais e internacionais, incluindo conteúdos exclusivos.

Por meio do novo serviço de streaming, e ao alcance de um clique onde estiver e quando quiser, os assinantes da região terão acesso a uma experiência personalizada de um catálogo que no Brasil incluirá, entre outros conteúdos:

  • Desenhos animados, como todas as temporadas de Os Simpsonse outros conteúdos adorados pelo público, como todas as temporadas de “Uma Família da Pesada”, “American Dad!”, “Futurama”, “Bob’s Burgers”, “Duncanville” e a nova série original do Star: “Solar Opposites”.
  • Filmes que vão desde clássicos que conquistam todas as gerações até sucessos de bilheteria e lançamentos recentes que estrearam em streaming no Star+. Star+ incluirá também sucessos de bilheteria, comoDeadpoole Deadpool 2”, Logan, “Bohemian Rhapsody” e “O Diabo Veste Prada”; franquias de filmes como “Alien”, “Duro de Matar”, “O Planeta dos Macacos” e “Busca Implacável”.
  • Um catálogo que não para de crescer com produções originais Star, desenvolvidas integralmente na América Latina. A partir do lançamento do Star+, vão estrear séries de diversos gêneros que trarão relatos históricos, culturais e sociais específicos da região e relevantes para o público local. Entre outros títulos, chegarão ao Star+ dramas como “Santa Evita”, “No fue mi culpa” e a terceira temporada de “Impuros”; comédias, como “El Galán” e “Los Protectores”; filmes biográficos, como as histórias de Pancho Villa e Silvio Santos,; comédias dramáticas, como “Terapia alternativa” e “El Encargado”; realities documentais, como Vidas que marcaram a sua” (episódios inéditos); e o thriller “Insânia”.
  • O apaixonante conteúdo de esportes com a qualidade incomparável de produção e imagens da ESPN, que permitirá viver o esporte de maneira inédita, ampliando as opções de acesso ao esporte ao vivo. O conteúdo esportivo nacional e internacional da marca ESPN incluirá uma extensa gama de Ligas e campeonatos, com eventos ao vivo da CONMEBOL Libertadores, Premier League, LaLiga, NHL, MLB, além de jogos de rúgbi, tênis, golfe, ciclismo, boxe e MMA (como, por exemplo, Bellator), entre outros esportes. Ao, mesmo tempo, o Star+ oferecerá programas de sucesso na América Latina, como SportsCenter e ESPN KNOCKOUT, além de séries e documentários da marca ESPN.

O serviço estará disponível em dispositivos com conexão de Internet e poderá ser contratado separadamente ou como parte de um pacote combinado com o Disney+.

Confira o anúncio:

 

‘Loki’ é confrontado por agentes da Autoridade de Variação Temporal em imagem inédita; Confira!

A Entertainment Weekly, divulgou uma nova imagem da série Loki‘, na qual o deus da trapaça é confrontado por dois agentes da Autoridade de Variação Temporal.

Confira:

Lembrando que a produção estrelada por Tom Hiddleston será formada por seis episódios de 40 a 50 minutos cada, mesma quantidade de ‘Falcão e Soldado Invernal’.

O primeiro episódio teve a estreia antecipada para o dia 09 de junho, e a série será exibida toda quarta-feira.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Loki‘ apresenta o Deus da Trapaça enquanto ele sai da sombra de seu irmão em uma nova série que ocorre após os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘. Tom Hiddleston retorna como personagem-título, acompanhado por Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Confira o trailer:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

 

‘Stargirl’: 2ª temporada ganha seu primeiro teaser; Assista!

A CW divulgou o primeiro teaser da aguardada 2ª temporada de Stargirl, que tem estreia marcada para 10 de agosto deste ano.

No breve vídeo, a heroína vivida por Brec Bassinger relembra que é seu destino se juntar à cruzada contra os vilões e se tornar um inspiração para a nova geração de heróis da Sociedade da Justiça da América.

Confira:

Com a proximidade da estreia, significa que novos materiais promocionais, como imagens, pôsteres e trailers, devem ser divulgados em breve.

A atração será exibida às 20h na emissora norte-americana.

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Enquanto isso, relembre o trailer da 1ª temporada:

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘The Water Man’: Estreia diretorial de David Oyelowo conquista 75% de aprovação da crítica

A aventura familiar ‘The Water Man‘, que marca a estreia de David Oyelowo na direção, já foi lançada nos Estados Unidos e conquistou a crítica especializada, com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A produção, que teve sua premiere mundial no Festival de Toronto 2020, recebeu fortes elogios pela poderosa mensagem presente na sua construção narrativa e por explorar a inocência e doçura infantil a partir de um tema tão delicado, como o câncer.

Crítica | Water Man: David Oyelowo estreia na direção com brilhante aventura dramática sobre luto e esperança

Confira as principais avaliações:

“Há uma seriedade tão vencedora nisso que acho que [o diretor David Oyelowo] vem honestamente”. – Christy Lemire, FilmWeek (KPCC – NPR Los Angeles)

“Os componentes bem executados dão suporte ao conto de fadas quando o próprio conto se esgota”. – Robert Daniels, Polygon

“‘The Water Man’ é uma história sensível de amadurecimento sobre perda, amizade e a necessidade de acreditar em magia e Oyelowo prova ser um contador de histórias talentoso com uma grande imaginação”. – Adam Graham, Detroit News

“O resultado final, ‘The Water Man’, embora não seja totalmente sem graça, é registrado como um tom desarticulado e, em última análise, inconseqüente, apesar de seu grandioso elenco”. – Carlos Aguilar, Los Angeles Times

“Este filme de monstro familiar vai deliciar as crianças e comover os adultos…” – Richard Roeper, Chicago Sun-Times

Confira o trailer:

Além de dirigir, Oyelowo também estrela a produção. Emma Needell assina o roteiro.

Gunner (Lonnie Chavis) parte em uma aventura para salvar sua mãe adoecida (Rosario Dawson) ao procurar uma mítica figura que possui o segredo da imortalidade – o Homem da Água. Depois de pediu ajuda a uma misteriosa garota local, Jo (Amiah Miller), eles viajam juntos na remota floresta de Wild Horse – mas, à medida que adentram nas densas árvores, mais estranhas e perigosas elas ficam. O único que pode resgatá-los é o pai de Gunner (Oyelowo), que fará de tudo para encontrá-los.

Alfred MolinaMaria Bello completam o elenco, enquanto Oprah Winfrey entra como produtora executiva.

‘The Water Man’ ainda segue sem previsão de lançamento no Brasil.

‘A Caminho do Céu’: Nova série coreana já está disponível na Netflix

A nova série coreana dramática, intitulada ‘A Caminho do Céu‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (14) na grade de programação.

Existe vida nos lugares e nas coisas das pessoas que morreram. Um homem com síndrome de Asperger e seu tio ex-presidiário descobrem e relatam essas histórias para quem ficou.

Confira:

A série foi criada por Kim Sung-ho e Yoon Ji-ryun.

O elenco conta com Lee Je-hoon, Tanh Jun-sang, Hong Seung-hee, Choi Soo-young, Lee Jae-wook, Ji Jin-hee e Lim Won-hee.