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‘Espiral’: Máscara clássica de ‘Jogos Mortais’ é destaque em novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw) ganhou um novo clipe, que traz o retorno da icônico máscara de porco da franquia original.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

‘Dexter’: Michael C. Hall retorna em novo teaser do revival; Assista!

O Showtime divulgou um novo teaser do revival de ‘Dexter‘, que conta com o retorno do ator Michael C. Hall.

Confira:

 

Michael C. Hall retorna como o personagem-título.

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country‘), Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘Borderlands’: Gina Gershon interpretará Moxxi na adaptação de Eli Roth

De acordo com o Deadline, Gina Gershon (‘Riverdale’) entrou para o elenco da adaptação de ‘Borderlands‘, que será dirigida pelo Eli Roth (‘O Albergue’).

A atriz interpretará a Moxxi, personagem clássica dos jogos descrita como “sádica, sedutora e perigosa”.

Vale lembrar que as filmagens já começaram!

O elenco ainda conta com Cate Blanchett (Lilith), Jack Black (Claptrap), Florian Munteanu (Krieg), Kevin Hart (Roland), Jamie Lee Curtis (Dra. Patricia Tannis), Ariana Greenblatt (Tiny Tina), Edgar Ramirez (Atlas), Janina Gavankar (Knoxx), Cheyenne Jackson (Jakobs), Charles Babalola (Hammerlock), Benjamin Byron Davis (Marcus), Steven Boyer (Scooter) e Ryann Redmond (Ellie), além de Bobby Lee e Haley Bennett como personagens originais.

Confira a sinopse oficial:

Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.

A franquia original gira em torno de um grupo de “Caçadores de Cofres” que procuram por um esconderijo alienígena no planeta de Pandora, o que combina muito bem com os trabalhos anteriores de Roth.

Ele é conhecido por comandar inúmeros longas-metragens de terror ou suspense, incluindo CanibaisHostelCabana do InfernoBata Antes de Entrar.

Lembrando que o roteiro é escrito por Craig Mazin (criador do drama Chernobyl).

“Estou animado em mergulhar no mundo de Borderlands, e não poderia estar fazendo isso com um roteiro, uma produtora e um estúdio melhores. Tenho uma história longa e de grande sucesso com a Lionsgate – sinto como se tivéssemos crescidos juntos e que tudo na minha carreira culminou nesse momento”, disse Mazin.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias megacorporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

‘Deixe-me Entrar’: Grace Gummer entra para o elenco da série de vampiro

De acordo com o TVLine, Grace Gummer (‘Mr. Robot‘) entrou para o elenco da série ‘Let the Right One In‘, adaptação que está sendo desenvolvida pelo canal Showtime.

A atriz interpretará Claire, a herdeira de um império farmacêutico e uma cientista brilhante que recusou o negócio de um bilhão de dólares da família para seguir uma carreira mais humilde e nobre na pesquisa de doenças. Mas sua vida vira de cabeça para baixo quando seu pai distante e enfermo a convoca para casa e revela um terrível segredo.

Anika Noni Rose (‘THEM‘) e Demián Bichir (‘A Freira‘) estrelarão a série.

A produção é baseada no romance escrito por John Ajvide Lindqvist, que rendeu duas adaptações para as telonas, a sueca ‘Deixa Ela Entrar‘ (2008) e a americana ‘Deixe-me Entrar‘ (2010).

A trama segue um pai (Bichir) e sua filha de 12 anos cuja vida mudou para sempre há 10 anos, quando ela foi transformada em uma vampira. Presa na mesma idade para sempre, Eleanor vive uma vida fechada, podendo sair apenas à noite, enquanto seu pai faz o possível para fornecer a ela a quantidade mínima de sangue humano que ela precisa para se manter viva.

Andrew Hinderaker (‘Penny Dreadful’) será o showrunner da série.

“Essa série será uma carta de amor ao filme original e também seguirá o seu próprio caminho,” afirmou Hinderaker em uma declaração. “E contratar um ator extraordinário como o Demián potencializa a nossa ousada missão em criar umas das séries mais assustadoras da televisão, além de ser uma das mais emocionantes.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Spiral’: Selena Gomez estrelará terror produzido por Drake

De acordo com o Deadline, Selena Gomez (‘Os Mortos não Morrem’) foi contratada para estrelar o terror ‘Spiral‘, que será produzido pelo rapper Drake.

Petra Collins, que já trabalhou com a atriz no videoclipe da música Fetish, será responsável pela direção.

A trama irá girar em torno de uma influencer cujo vício pelas redes sociais está fazendo o seu corpo literalmente cair aos pedaços.

O site ainda afirma que os produtores estão vendendo o projeto para os principais serviços de streaming, e não deve demorar para o longa encontrar um lar oficial.

Phoebe Fisher escreveu a versão mais recente do roteiro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Castlevania’: Drácula retorna dos mortos no violento trailer da ÚLTIMA temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada de ‘Castlevania‘.

Confira:

O ciclo final, que contará com 10 episódios, será lançado na plataforma no dia 13 de maio.

Criada por Warren Ellis, a série é baseada na franquia homônima de jogos da Konami.

Um caçador de vampiros luta para salvar uma cidade sitiada por um exército de criaturas demoníacas controladas pelo Drácula.

A produção conta com as vozes de Richard Armitage, James Callis, Alejandra Reynoso, Theo James, Adetokumboh M’Cormack e Jaime Murray.

Thor | 10 anos da franquia que falhou em trazer romance para o Universo Cinematográfico Marvel

Quando se analisa o MCU atualmente, produzindo épicos espaciais, grandes batalhas em escala universal e tudo mais, parece difícil lembrar que começou de forma bem mais pé no chão, com um filme sobre a indústria armamentista, cujo protagonista era um bilionário fanfarrão. E isso deu certo para público e crítica, que se apaixonaram pela proposta diferente do estúdio. Porém, tinha uma parcela da audiência que ainda não havia embarcado tanto no hype: o público feminino. Dessa forma, se espelhando pelo tipo de filme que fazia sucesso para essa galera na época, surgiu a franquia Thor, que resolveu introduzir o herói mitológico-espacial nos cinemas deixando as guerras mitológicas e espaciais de lado para apostar numa versão mais romântica. O resultado foi a franquia com menor avaliação de todo esse universo.

Na época, as sagas de romance adolescente, como Crepúsculo, estavam movendo milhões em bilheteria e dominando as revistas voltadas para o público feminino. Provando que ninguém é perfeito, Kevin Feige apostou nessa abordagem para tentar atrair essa galera. Para isso, Kenneth Branagh, famoso por sua visão shakespeariana de cinema, foi chamado para comandar as aventuras amorosas do deus nórdico do trovão na Terra. Foi uma adição interessante porque permitiu, principalmente na questão da ambientação e da caracterização, que muito do universo clássico de Asgard dos quadrinhos fosse explorado. Em termos estéticos, foi um dos longas mais ousados do MCU. O problema é que o roteiro se esforçou tanto em empurrar um romance goela abaixo entre Thor e Jane Foster, que toda a questão da origem do herói ficou em segundo plano. É praticamente uma comédia romântica cheia de diálogos metafóricos embalando uma trama água com açúcar com o mesmo ritmo de uma telenovela mexicana.

A direção desse primeiro filme é tão perdida que eles dão um close na Natalie Portman apenas para ela falar “meu Deus” e olhar maravilhada para o Thor

E essa questão da construção dos personagens foi realmente terrível, não só por desperdiçar uma atriz do calibre da Natalie Portman em um papel completamente esquecível e de motivações pífias, mas também por trazer um inexperiente Chris Hemsworth para fazer um Thor ausente de personalidade. É complicado quando um personagem conhecido por sua personalidade forte vai para os cinemas e fica irreconhecível. Se não fosse o martelo e o capacete com asinhas, talvez nem identificassem que era o Thor. Isso sem contar a subutilização de atores consagrados, como Anthony Hopkins e Rene Russo, para servirem de escada para a trama.

Odin, o (Meu) Pai de Todos, ficou subutilizado na trama original

Essa questão dos personagens sem personalidade refletiu diretamente em toda a bagunça que foi o Thor nos anos seguintes. Com o desempenho mediano do filme, o personagem ficou meio em baixa e teve pouco tempo de tela em Os Vingadores (2012), onde ganhou uma abordagem mais grosseira, quase como um Viking Playboy. E mesmo com esse pouco tempo, os fãs já viram um avanço ali. Assim, a sequência deveria ter esse jeitão mais de “épico mitológico”. Então, chamaram Patty Jenkins (Mulher Maravilha), para a dirigir a continuação. Só que, por divergências criativas, ela pediu para sair e foi substituída por Alan Taylor, que dirigiu alguns episódios de Game Of Thrones. Mais uma vez, o Thor sofreu com a falta de personalidade e excesso de romance meia boca, e ganhou um filme vazio, avaliado como um dos piores do MCU. Paralelamente a esse fracasso nos filmes solo, o personagem ganhava um jeitão mais divertido e poderoso quando estrelava cenas nos filmes dos Vingadores. E assim, em 2017, chegou aos cinemas Thor: Ragnarok, que redefiniu toda a franquia e enfim deu uma personalidade ao deus do trovão. Dirigido por Taika Waititi, o longa abandonou de vez os laços amorosos do herói e deu a ele um upgrade nos poderes e um jeito mais irônico, arrogante e divertido. A partir deste filme, o Thor se tornou um dos personagens favoritos dos fãs e foi muito bem desenvolvido, se tornando peça chave para Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

A falta de personalidade do Thor em seu filme de introdução fez com que o personagem passasse por diversos ‘reboots’ ao longo da franquia.

Entretanto, se teve uma coisa positiva no filme que completa dez anos de existência hoje, essa coisa é o Loki. Interpretado de forma irônica e charmosa por Tom Hiddleston, o deus da trapaça se tornou um dos queridinhos dos fãs. Além disso, não é absurdo dizer que ele foi o único que conseguiu o objetivo principal do filme: se aproximar do público feminino. Quem habitava a internet na década passada provavelmente se lembra da enxurrada de GIFs e vídeos postados por meninas no Tumblr, Twitter e Facebook exaltando o Loki. E veja só, foi logo um dos poucos personagens do filme que não tinham absolutamente nada a ver com a pegada romântica e acabou fazendo sucesso com o público feminino. É uma prova de que esse planejamento e mapeamento de mercado que é constantemente associado ao Marvel Studios nem sempre foi tão bom como é hoje.

O sucesso do Loki foi tão grande que, além de ter roubado o protagonismo do filme, se fazendo mais popular que o herói do título, ele retornou para praticamente todas as outras produções envolvendo o meio-irmão, incluindo três dos quatro filmes dos Vingadores. Ele também ganhará uma série própria que estreia no Disney+ em 11 de junho desse ano.

E mesmo que o Loki acabe se revelando o verdadeiro vilão da trama, o filme acaba gastando um dos rivais icônicos das HQs em um única cena completamente esquecível no meio de uma rua numa cidadezinha do interior. Chega a ser triste ver como utilizaram uma arma poderosíssima como o Destruidor – que teve uma caraterização perfeita, diga-se de passagem – e o coloca em cena por apenas 10 minutos para uma batalha besta que desperdiça totalmente o potencial visual que esse embate teria nas mãos de alguém focado em contar uma boa história de aventura.

Sério, isso aqui não tem perdão.

Outro personagem que apareceu na trama, mas aposto que muitos esqueceram, foi o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). Sim, ele foi introduzido em uma cena rapidinha de “Thor”, na qual o herói que dá nome ao filme invade uma instalação da S.H.I.E.L.D. e tenta recuperar o Mjölnir. Entretanto, ele ainda não é digno e fracassa na tentativa, fazendo com que o Gavião não jogasse uma flecha nele, apenas o observasse falhar.

Responda com honestidade: você lembrava dessa cena?

Atualmente, os personagens que sofreram com a introdução em Thor estão sendo resgatados e “rebootados” em outras produções do MCU. O próprio Thor ganhou uma nova personalidade e está viajando com os Guardiões da Galáxia, Loki vai ganhar um série própria viajando pelas linhas temporais, Darcy Lewis (Kat Dennings) virou doutora em WandaVision, e agora é a vez da Dra. Jane Foster ganhar poderes ao se tornar a Poderosa Thor no vindouro Thor: Amor e Trovão.

Darcy voltou para as telas em WandaVision

É interessante ver como o fracasso inicial da franquia resultou em algo não muito comum de se ver nas telonas, que é a “correção” de praticamente todos os personagens. A ideia inicial era muito promissora e até louvável, que era levar o mundo dos super-heróis para algo que atraísse mais as meninas e mulheres, só que a abordagem foi errada, baseada numa visão deturpada do que queria o público feminino, que acabou sendo eventualmente conquistado pelas outras aventuras que se preocupavam mais em contar boas histórias do que criar algum tipo de romance. Entre erros e acertos, essa franquia foi se acertando com o tempo e, atualmente, o Thor é um dos heróis mais amados pelos e pelas fãs de todo o mundo.

A expectativa dos fãs agora é que Jane ganhe um papel maior do que a cientista apaixonada.

Todos os filmes do Thor estão disponíveis no Disney+

‘Invincible’: Série do criador de The Walking Dead para Amazon Prime terá mais 2 temporadas

Antes de lançar o último episódio da primeira temporada em 30 de abril, o Amazon Studios anuncia hoje que a série de animação para adultos ‘Invincible‘, de Robert Kirkman (The Walking Dead), foi renovada para uma segunda e terceira temporadas. Os episódios inéditos serão exibidos exclusivamente no Amazon Prime Video em mais de 240 países e territórios em todo o mundo.

“Sou extremamente grato à Amazon pelo apoio e dedicação que colocaram em Invincible”, diz Kirkman. “A história em quadrinhos é realmente uma carta de amor a um gênero que Cory (Walker) e eu crescemos lendo e amando, e tem sido uma jornada gratificante ver nossos personagens ganharem vida novamente por meio da série animada. Estamos muito animados para continuar esta história por pelo menos mais duas temporadas”.

Invincible é um exemplo culminante de como uma abordagem nova e ousada do gênero de super-heróis pode ressoar com o público em todo o mundo e estamos muito contentes que Invincible, um de nossos primeiros investimentos no gênero de animação adulta, conseguiu exatamente isso”, afirma Vernon Sanders, Co-Head de televisão do Amazon Studios. “A narrativa sem barreiras de Robert juntamente com um grande elenco de voz correspondeu às expectativas mais extravagantes dos fãs e estamos entusiasmados em oferecer a eles mais de Invincible”. 

Intitulada ‘Invencível‘ (Invincible), a série animada traz um elenco de peso como seus dubladores, contando com as vozes de astros de Hollywood como Zazie Beetz, o vencedor do Oscar J.K. Simmons e a premiada com o Globo de Ouro, Sandra Oh.

O elenco completo é composto também por Mark Hamill, Steven Yeun, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

 

 

Crítica em vídeo | A Vida Depois do Tombo – Documentário sobre Karol Conká é um AFRONTE…

A Globoplay lançou em seu catálogo nessa madrugada (29) o documentário sobre Karol Conká, chamado ‘A Vida Depois do Tombo‘.

Na Crítica em Vídeo, o editor-chefe Renato Marafon fala sobre o documentário – que é um afronte para quem acompanhou o comportamento da Karol no BBB 21 – e também analisa como algumas pessoas usam a internet para disseminar o ódio.

Assista a crítica:

A produção tem como intenção melhorar a imagem da cantora após sua polêmica passagem pelo BBB, aonde Karol foi responsável por diversas confusões que levaram à saída de outros participantes.

Após assistir o documentário, o público foi às redes sociais detonar a tentativa de salvar a imagem da cantora.

Confira as reações no Twitter:

O documentário mostra uma equipe seguindo a artista desde sua saída do reality show.

A produção narra a ascensão, queda de sua carreira e renascimento, trazendo uma restauração da sua imagem.

Desde sua eliminação com 99.17%, que quebrou recordes com o maior índice de rejeição da história do BBB, Conká apareceu não só no Mais Você, como também foi destaque no Domingão do Faustão e ganhou uma matéria especial no Fantástico.

Você assistiu o documentário? O que achou?

 

Crítica | Godzilla Vs Kong – Monstros se pegam na porrada e quem ganha é você!

Em meio a tanto caos, morte e destruição que vivemos nos tempos de pandemia, nada como escapar do mundo real prestigiando caos, morte e destruição nos cinemas. Ou, neste caso, no streaming. Estreou hoje nos cinemas e no HBO Max, nos países em que a plataforma já chegou, Godzilla Vs Kong, um dos filmes mais aguardados dos últimos anos e que chega com a missão de subir o nível do MonsterVerse da Warner.

Spoiler: ele consegue!

Mas antes de começar a falar mesmo sobre o filme, é curioso ver como ele acabou sendo impulsionado pela pandemia. Com a ausência de grandes filmes chegando aos cinemas no último ano, a maioria dos estúdios começou a postergar o lançamento de suas maiores produções na expectativa de que a vacina chegasse e chutasse o coronavírus para longe da nossa realidade. Infelizmente, a vacinação ainda não chegou para todos e os cinemas continuam fechados em algumas partes do mundo, enquanto algumas salas até estão abertas, mas funcionando com baixa capacidade. Nesse cenário, o público ficou ansioso por um blockbuster daqueles que faziam a gente pagar caríssimo num ingresso Imax só para prestigiá-lo num telão colossal com som nas alturas e um par de óculos que mais parecia uma máscara de mergulho. Então, na ausência dessa possibilidade, o lançamento de Godzilla Vs Kong no streaming veio como um sopro atômico de esperança para aqueles que não aguentavam mais ver filmes indies, de baixo orçamento ou filmes repetidos na televisão. Nada disso! Agora é um filmaço inédito de centenas de milhões de dólares de orçamento chegando direto na sua casa, o que é incrível. Juntamente a isso, a campanha #TeamGodzilla Vs #TeamKong movimentou o Twitter, criando debates e memes divertidíssimos, e elevando nossas expectativas ao máximo.

E a melhor parte disso tudo é que eles conseguem entregar aos fãs um filme do tamanho exato da expectativa criada por esse contexto louco em que vivemos hoje. Sim, Godzilla Vs Kong é puro suco de entretenimento, uma obra de arte do cinema de pancadaria e uma ode aos monstros gigantes das telonas. O roteiro é simples como deve ser. Kong estava sendo observado por uma organização especializada em Kaijus, quando o Godzilla, até então um herói para a humanidade, começa a realizar ataques pelo mundo de forma descontrolada. Então, quando um empresário ricaço convence um geólogo decadente (Alexander Skarsgård) a trabalhar para ele em uma exploração que vai provar ao mundo que a Terra é oca e cheia de túneis que se conectam, o grupo entende que precisam de uma criatura capaz de atravessar essas passagens para seguirem ela e atravessarem junto. Quem é essa criatura? O Godzilla. Como fazer para atraí-lo? Chamando ele para enfrentar um Titã a sua altura. Quem é esse Titã? Isso mesmo, o King Kong. Porrada vai, porrada vem, a história vai se desenvolvendo em um ritmo maravilhoso, repleto de ação e sem perder tanto tempo com o elenco humano.

E isso é um feito e tanto. Nos dois filmes do Godzilla, os momentos em que os monstros apareciam eram fantásticos, mas eles eram meio que pareciam uma recompensa pelo público aturar duas horas de dramas humanos chatos e sem sentido. Aprendendo com os erros do passado, o longa é todo construído em torno dos encontros cheios de ódio dos dois Titãs, que não se gostam, então não se importam de acabarem eventualmente matando o adversário. Com isso, o drama acaba ficando bem dosado, sendo focado na relação entre Kong e a garotinha Jia (Kaylee Hottle), que se comunicam por meio da linguagem de sinais. Mesmo sem falar uma só palavra, a dupla transmite emoções nos gestos e nos olhares. É bem interessante e não ocupa tanto tempo. Fora isso, os humanos estão ali para apenas duas coisas: agilizar a trama com uma piadinha ou ameaça, e para serem esmagados pelos dois gigantes.

Jia e Kong roubam a cena nos momentos de drama.

É realmente importante ressaltar mais uma vez que a decisão do diretor Adam Wingard de botar os humanos como personagens secundários foi a grande chave para o sucesso desse filme. Falando no diretor, ele desempenha um trabalho interessantíssimo ao abordar o Kong tanto como um personagem com camadas, não se restringindo apenas ao lado guerreiro. O gorila gigantesco acaba funcionando como um ponto de conexão humana na trama, fazendo oposição a todo o poder e brutalidade do Godzilla. O uso de câmeras dele é perfeito para quem for assistir ao filme com a expectativa de ver violência à moda antiga. Em outras palavras, a direção não adota aquele esquema de muitos cortes por sequência e também não apela para o plano-sequência. Cada cena dura o suficiente para o público apreciar cada soco, chute, mordida, rajada e machadada sem ser muito extenso ou muito picotado. Fora isso, os confrontos dos monstrões são bem criativos, capazes de extrair o melhor de cada um.

Outro ponto que merece elogios são os efeitos especiais. A tecnologia é tão bem trabalhada que provavelmente vai fazer as crianças acreditarem que o Godzilla e o King Kong existem mesmo, e que a Terra é realmente oca. Toda a ambientação é bem realista, mas sem perder a personalidade, como acontece em O Rei Leão (2019). As expressões faciais do Godzilla, que parece estar gostando mesmo da briga, são maravilhosas, assim como a expressão corporal do Kong traduz com perfeição a saudade de casa e a frustração do gorila. É um trabalho digno de aplausos, ainda mais no embate noturno, que é iluminado pelos neons da cidade, o que rende cenas belíssimas que vão empolgar muita gente. E diferentemente de outros filmes que prometem duelos mirabolantes entre dois personagens icônicos e terminam sem entregar efetivamente um vencedor, Godzilla Vs Kong termina, sim, com um campeão. Mas fiquem tranquilos, fãs do perdedor, vocês também sairão satisfeitos com o final.

Godzilla Vs Kong é um filme que se propõe a mostrar o combate entre os dois monstros mais famosos do cinema para o público curtir a pancadaria, se divertir como nunca, sair enlouquecido para comprar uma camiseta oficial e sair por aí discutindo com seus amigos sobre qual dos dois venceria numa eventual revanche. E gloriosamente é exatamente isso que ele entrega. Não espere ver discussões filosóficas ou diálogos contemplativos sobre a existência humana e como somos o câncer do planeta. Não! É um filme sobre monstros se estapeando e destruindo tudo o que aparece pela frente. Dentro dessa proposta, é uma obra de arte. Dessa forma, seria uma completa injustiça não dar 10 para um longa que entrega com tanta competência exatamente aquilo que prometeu – com direito a uma ou duas surpresas ainda por cima. Porém, essa grande aventura pipoca de ação e ficção tem um único defeito: a duração. Sério, depois de três filmes com duas horas ou mais recheadas de dramalhão besta, justamente o melhor longa do MonsterVerse chega com menos de duas horas. Se mantivessem esse nível altíssimo de ação e pancadaria, poderiam fazer Godzilla Vs Kong ser maior que a versão estendida de O Retorno do Rei que não teria o menor problema. Por conta desse detalhe e considerando toda a ação e diversão proporcionada, a nota para o melhor blockbuster de 2021 até aqui será 9,0.

Godzilla Vs Kong estreia no Brasil em 6 de maio de 2021.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Sam Wilson ganha incrível colecionável da Hot Toys; Confira!

O final da temporada de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ mostrou Sam Wilson (Anthony Mackie) finalmente abraçando seu destino como o novo Capitão América.

E a Hot Toys comemorou a novidade divulgando algumas imagens do colecionável inspirado no personagem.

Com uma modelagem perfeitamente esculpida para reproduzir o rosto de Mackie e material maleável para seu novo traje, a peça ainda vem com asas articuladas com 80 cm de envergadura.

Infelizmente, o item não teve seu preço revelado e ainda não está disponível para pré-venda.

Confira as imagens:

 

Na semana passada, o The Hollywood Reporter afirmou que Mackie vai estrelar ‘Capitão América 4‘, e os fãs do mundo inteiro ficaram bastante empolgados com o projeto.

O intérprete de Sam Wilson assumiu o papel de Capitão América em ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, e nada mais justo que seguir o legado de Steve Rogers nas telonas, não é?

No entanto, Mackie conversou com a Entertainment Weekly e disse que não ficou sabendo de nada oficialmente.

“Eu literalmente só descobri isso ontem em um supermercado. O cara do caixa, chamado Dwayne, levantou o celular e me mostrou a notícia. Ele ficou: ‘Caramba, cara. Isso é real mesmo?’ Eu fiquei sem reação e só disse o que eu sabia: ‘Então, amigo, não ouvi nada da Marvel oficialmente’.”

Mesmo assim, o astro disse que está empolgado com a ideia:

“Mas é isso que eu adoro na Marvel, eles fazem surpresas. Eles te chamam e dizem: ‘Venha para Los Angeles. Queremos contar a você o que está acontecendo’. Então, estou animado para ver o que acontece, mas não ouvi nada oficial.”

Anteriormente, o roteirista e produtor executivo Malcolm Spellman – que roteirizou a série e foi linkado ao roteiro do filme – também deu um banho de água fria nos fãs.

Enquanto conversava com o ComicBook, Spellman minimizou esses relatos e sugeriu que os fãs não ficassem muito animados até ouvirem essas notícias das fontes oficiais, como o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige.

“Quem disse que o filme vai acontecer? Foi o Kevin [Feige]. Eu não colocaria fé em nada que você não ouça diretamente do próprio homem!”, afirmou. 

Ou seja, enquanto a confirmação oficial não vier da Marvel, é melhor não se empolgar muito.

Lembrando que o THR afirmou que o filme continuará as aventuras de Sam Wilson enquanto ele assume seu papel como o novo Sentinela da Liberdade.

O produtor executivo Nate Moore já havia adiantado os planos para uma continuação durante uma entrevista com o IndieWire no início desta semana.

“Definitivamente trocamos ideias porque sempre gostamos de continuar pensando sobre onde as coisas podem ir, mas também, francamente, no auge da pandemia, estamos apenas tentando terminar a série e garantir que ele saia em um assunto oportuno “, disse Moore. “Esperançosamente, no final desta temporada, vocês verão o potencial para o que podemos contar na próxima temporada.”

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Como ‘Nomadland’ aborda um estilo de vida chamado “nomadismo”

Obra abordou estilo de vida nômade que tem se tornado a opção de sobrevivência para muitos

Lançado em 2020 com ampla aclamação, Nomadland abordou um estilo de vida que tem se tornado a opção mais viável para muitos: o nomadismo. Ambientado em 2011, a trama segue Fern após sua cidade colapsar devido ao fechamento da maior indústria local (e principal empregadora) em uma jornada em diferentes pontos do país em busca de trabalhos temporários. 

Munida unicamente de seu trailer, ela conhece diversas pessoas em sua jornada que, de uma forma ou de outra, foram afetadas pela economia e agora buscam quaisquer meios para sobreviver. Dessa maneira, a diretora e roteirista Chloé Zhao desenvolve um retrato sobre um estilo de vida minimalista e pautado principalmente na solidão daqueles que estão em constante movimento, mesmo quando são integrantes de comunidades móveis (as assim chamadas caravanas).

Em entrevista concedida à Wendy Mitchell para a matéria Chloe Zhao on her journey bringing ‘Nomadland’ to the big screen, para o portal Screendaily, é dito pela cineasta a importância de determinado sentimento para o resultado final do filme. “Eu gosto de fazer filmes que aparentam final em aberto, onde as pessoas podem tirar o que elas precisam… Para mim, eu tiro essa importância da solidão. Desde o momento em que nascemos, nós somos constantemente definidos pela sociedade em que vivemos, a família, a comunidade – então o que acontece quando todo esse barulho some e você está por conta própria?…”

A vida móvel está no epicentro a trama de Fern

A questão é que o nomadismo, ou melhor dizendo os fluxos migratórios internos, como estilo de vida se tornou uma tendência preferível no cenário de desaceleração econômica em muitos países, principalmente do ocidente. Inicialmente motivados pelos efeitos da crise de 2008, atualmente são as consequências da pandemia de Covid-19, decorrentes principalmente das medidas de prevenção necessárias para conter a proliferação, que regem os fluxos de pessoas em nações afetadas.

Essa nova configuração permitiu o aumento nunca antes visto dos chamados nômades digitais; termo que identifica os funcionários ou trabalhadores no geral que exercem suas funções à distância e com auxílio de equipamentos eletrônicos. No artigo Will Covid-19 unleash a new generation of digital nomads? publicado no Oxford Business Group é chegado a uma conclusão sobre a possibilidade do nomadismo digital ser o novo normal.

“Com a Covid-19 facilitando uma nova mudança relacionada ao trabalho remoto, o fenômeno do nomadismo digital é previsto para continuar se expandindo nos próximos anos, conforme as empresas vão desistindo de ter espaços mais caros e empregados e empregadores vão se acostumando mais a trabalhar remotamente”.

Nomadismo digital tem sido uma opção barata para as companhias

No entanto, a questão dos fluxos migratórios nacionais é um fator de análise há muito presente nos levantamentos populacionais. As variações estaduais sobre disponibilidade de empregos é tradicionalmente o fator imperativo que motivam o indivíduo a atravessar longas distâncias de seu estado de origem até um novo local.

Em 2019 foi lançado o artigo Migração interna em tempos de crise no Brasil, assinado pelos professores Ednelson Mariano Dota e Silvana Nunes de Queiroz, para a Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais em que é analisado o quadro econômico necessário que incentiva o nomadismo de uma localidade para outra no âmbito brasileiro.

“Contudo no segundo período (2011-2015) , a desaceleração provocada pela crise econômica em anos recentes representou redução considerável no saldo de vagas criadas no Brasil que passou de positivo durante toda a série para a “queima” de vagas ou saldo negativo em 2015 (-1,6 milhão)… Portanto, diante desse cenário de baixo crescimento econômico conjugado com o aumento do desemprego no país, como se comportou a dinâmica migratória nacional? Aumentou ou diminuiu a intensidade/volume da migração? As migrações de longa distância (inter-regional) permanecem se arrefecendo e as de média distância (intrarregional) e curta distância (intraestadual) crescem?”

Ao passo que a sociedade vai se adaptando à nova realidade e tendo que lidar com o recuo do mercado, além da escassez de oportunidades, é notável o aumento da preferência de alguns grupos pelo estilo de vida itinerante. Não só deles como também da versão digital do nomadismo, que pode muito bem vir a ser a nova tendência do mercado de trabalho. A questão é que independente de quantos milênios tenham se passado, um dos hábitos mais antigos da humanidade ainda está bem presente; tanto no cotidiano quanto na ficção. 

Billie Eilish lança “Your Power”, novo single seu 2º álbum de estúdio

A jovem popstar Billie Eilish divulgou hoje (29) o single e o videoclipe oficiais de “Your Power”, que integrará seu vindouro segundo álbum de estúdio Happier Than Ever.

Confira:

O álbum será lançado no dia 30 de julho.

“My Future”“Therefore I Am” também entram como singles oficiais do álbum.

Billie fez sua estreia oficial no mundo da música em 2019 com ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que teve aclamação por parte da crítica e rendeu a ela diversos prêmios.

Eilish também se tornou a artista mais jovem a levar para casa o prêmio de Álbum do Ano no Grammy Awards e a segunda da história a conquistar as quatro principais – Álbum, Música do Ano, Gravação do Ano e Artista Revelação. Em 2021, levou mais duas – Gravação do AnoMelhor Música Escrita para Mídia Visual.

‘Espiral’: Terror com Chris Rock e Samuel L. Jackson ganha nova cena oficial; Confira!

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (Spiral: From the Book of Saw) ganhou um novo clipe trazendo os astros Chris RockSamuel L. Jackson.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de junho.

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Conheça a origem do ‘Godzilla’ na história do Cinema!

Em evidência atualmente, o Rei dos Lagartos é um símbolo de um período diferente do cinema japonês

O mais novo crossover entre Godzilla e King Kong está atraindo a atenção de muitos pela premissa: um embate entre dois grandes símbolos do cinema ao estilo de lutas entre kaijus (monstros gigantes) visto anteriormente em produções como Círculo de Fogo e as obras antigas do próprio Godzilla

Esse filme, parte do assim chamado Monsterverse, é portanto uma culminação da versão moderna de King Kong apresentada em Kong: Ilha da Caveira e em ambos os filmes do Godzilla lançados em 2014 e 2019. Estes sendo tentativas visíveis de modernizar dois ícones criados em momentos específicos do cinema. 

O primeiro, por exemplo, remonta aos anos 30 quando os filmes de aventura tinham grande interesse pelos ambientes florestais; Tarzan é um grande ícone desse período por todo o simbolismo do homem desbravando a selvageria da natureza. Dessa maneira, quando King Kong chega em seu filme próprio em 1933 ele surge como uma subversão dessa onda aonde agora é a natureza que desbrava a selva de pedra.

Tarzan: o Homem Macaco” de 1932 era o referencial representativo até então da relação homemnatureza

Godzilla só veio alguns anos depois, mais especificamente em 1954, na obra Gojira. Na superfície essa pode ser encarada como uma tentativa do mercado cinematográfico japonês de seguir o movimento iniciado nos Estados Unidos durante os anos 30, com o próprio King Kong, de elaborar produções com monstros gigantes em ambientes urbanos. No entanto, o contexto mundial ao redor da produção de Gojira faz toda a diferença.

Na chamada Era Atômica se tornou a obsessão de muitas nações a necessidade de possuir mais armamentos que seus vizinhos e, para alguns, que esses armamentos fossem nucleares. As diversas revoluções e contra-revoluções que ocorreram durante a Guerra Fria invariavelmente estavam ligadas à corrida armamentista de países mais pobres e pela disputa de influência entre Estados Unidos e União Soviética, a quem muito era interessante essas instabilidades espalhadas.

As farpas trocadas entre as duas potências no período não se limitaram apenas ao campo político e econômico mas ao cinema também, este visto com bons olhos por ambos como uma potencial ferramenta de propaganda. No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War escrito pelo professor Pierre Sorlin é apontado que em meados do século XX o cinema detinha um poder invejável junto as massas.

“Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva pública sobre o mundo contemporâneo. As imagens eram inicialmente destinadas aos países ocidentais, especialmente na Europa, onde elas contribuíram para formar a opinião pública”.

Não acidentalmente muitas das obras produzidas em meados dos anos 50 tinham um elevado teor de ficção cientifica pessimista, quase que conscientes de que o fim do mundo poderia ocorrer por meio da tecnologia. Guerra dos Mundos de 1953 foi, por exemplo, uma atualização interessante da obra de H.G. Wells feita no século XIX sobre a destruição perpetrada por uma invasão marciana com tecnologia superior à humana.

Guerra dos Mundos” atualizou para os anos 50 o medo da tecnologia

Portanto, essa noção de que a instabilidade global estava ligada de alguma forma ao progresso científico e consequentemente a proliferação de armas nucleares não se limitou apenas no ocidente mas encontrou reverberações no Japão, este com ligações bem mais sensíveis com todo o drama atômico do período devido às explosões em Hiroshima e Nagasaki ao final da Segunda Guerra Mundial..

Correndo em concordância vinha a indústria de cinema japonesa que atravessava um período de reconstrução. Da mesma forma que ocorreu na Alemanha, o cinema no Japão durante o período pré-fascismo já havia se estabilizado como um negócio rentável e que via novos estúdios surgindo com regularidade, sendo capaz de competir com o fluxo de filmes que vinham do ocidente.

Esse período inicial de século é retratado como um período empolgante quando estilos consagrados do cinema nacional passaram a se popularizar como os filmes de época conhecidos como Jidaigeki e os de samurai (em uma época pré Akira Kurosawa o nome de Daisuke Ito era a grande referência do gênero de samurais) e, durante os anos 30, foi implementada a tecnologia sonora em filmes. 

Daisuke Ito: um dos primeiros grandes cineastas japoneses

Nas palavras de Vibeke Oseth Gustavsen para o artigo The Evolution of the Japanese Period Film é dito que “os custos de filmagem triplicaram, porém enquanto os diretores eram desencorajados em assumir quaisquer riscos em seus projetos o público desejava experimentos e as companhias desafiando umas às outras…”

Essa rápida evolução viria a sofrer um redirecionamento após o princípio de expansão do império japonês a partir de 1931 quando o cinema passou a ser explorado como uma ferramenta publicitária para incitar o apoio ao imperador e a validação da expansão e após o fim da guerra, de forma similar ao que aconteceu na França durante o mesmo período, houve uma forte interferência estrangeira na gerência do cinema.

Dessa forma, quando chegam os anos 50 o efeito da cultura ocidental era bastante forte no Japão; em especial para o produtor Tomoyuki Tanaka, que poderia dar seguimento a um velho projeto esquecido pela Toho Studios, e para a referência em efeitos especiais do cinema japonês Eiji Tsuburaya (que alguns anos depois participaria da produção de Ultraman). O ponto que tornou o projeto de Gojira diferente de King Kong foi quando Ishiro Honda assumiu a direção com o objetivo de tornar o monstro gigante uma metáfora para discutir como o trauma nacional do Japão dialogava com a instabilidade do mundo.

Tsuburaya e sua maior criação

Peter H. Brothers aponta nas linhas de Japan’s Nuclear Nightmare: How the Bomb Became a Beast Called Godzilla que Honda possuía uma ligação bastante pessoal com os traumas do pós-guerra japonês. “Honda conhecia em primeira mão os horrores da guerra… Após a rendição ele passou seis meses como prisioneiro de guerra e depois de ser repatriado ele andou pelas ruínas do que havia sido a cidade de Hiroshima. Como resultado desses eventos, esse filme é um mórbido testemunho dessas experiências”.

Ainda segundo Brothers a condução da obra por Honda é levada como um simulador dos momentos finais do Japão na guerra, ainda que o desejo do diretor não fosse que essa correlação parecesse muito explícita ou interferisse na diversão do espectador. O surgimento da criatura, nascida de um clarão avistado por pescadores no início do filme, remete à experiência visual daqueles que presenciaram as explosões em Hiroshima e Nagasaki; o rugido de Godzilla nasce de uma edição dos sons reais de alertas antibombardeio, assim como seus passos remetem as subsequentes explosões que vinham após essas sirenes.

A aposta era arriscada para os estúdios Toho, afinal eles estavam lidando com um novo gênero inexplorado dos kaijus, diferente de tudo que havia dado certo no cinema do Japão anteriormente. Mesmo assim o retorno cultural inesperado tornou Gojira não só um ícone no Japão como também o filme nipônico mais conhecido e reverenciado da história.

‘Cruella’: Filme com Emma Stone e Emma Thompson ganha nova cena oficial; Confira!

Walt Disney Studios divulgou recentemente uma nova cena oficial de Cruella, vindouro longa de origem da icônica vilã de 101 Dálmatas, que será vivida por Emma Stone.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

James Gunn diz que ‘Guardiões da Galáxia Vol 3’ pode ser seu ÚLTIMO filme

Durante uma entrevista para o ‘Den of Geek‘, o diretor James Gunn falou sobre seus futuros projetos e assustou seus fãs com uma afirmação repentina.

O cineasta responsável por ‘Guardiões da Galáxia‘ disse que pretende fazer apenas séries de TV após o lançamento do 3º filme da equipe de heróis da Marvel.

Por enquanto, não há como saber se Gunn falou sério ou se estava brincando, mas ele revelou que pensou sobre a ideia desde que começou a trabalhar na série do ‘Peacemaker‘.

“Estou adorando fazer [a série] do ‘Peacemaker‘. Acho que vou investir meu tempo apenas em séries de TV depois de ‘Guardiões da Galáxia 3‘. É uma possibilidade.”

Em seguida, ele compartilhou no Twitter a notícia replicada pelo The Direct e reforçou:

“Quero dizer, quem sabe! Estou aberto a tudo o que é mais gratificante e narrativo em todas as suas formas!”

Confira:

Por falar nisso, o público ainda está pedindo por novas atualizações sobre o aguardado Guardiões da Galáxia Vol. 3’.

Quando um fã perguntou a Gunn se ele poderia revelar algo em torno do filme, o cineasta não escondeu sua empolgação e entregou algumas novidades sobre o desenvolvimento da sequência.

Confira:

“Ontem teve trailer de ‘Viúva Negra, hoje saiu o novo trailer de ‘Loki‘… James, você pode nos dar algo sobre o Guardiões da Galáxia Vol. 3‘? Só uma coisinha? Não consigo esperar mais”, disse o fã, desesperado.

Em reposta, Gunn comentou:

“Nossos designers e gênios dos efeitos visuais estão bem ocupados desenvolvendo novos e fantásticos outros mundos e seres alienígenas. Não tenho certeza se a galáxia é grande o suficiente para toda essa magia. Este filme será grandioso. Estou muito animado.”

Anteriormente, Gunn participou de uma sessão de perguntas e respostas na rede social e afirmou que dará total atenção ao filme assim que as filmagens da série do ‘Peacemaker’ forem finalizadas.

Quando questionado se as filmagens do 3º filme começarão ainda em 2021, o diretor e roteirista foi bastante categórico e respondeu: “Sim”.

Confira:

Vale lembrar que o próximo capítulo da trilogia ainda não tem previsão de estreia, mas especula-se que a sequência chegará aos cinemas somente em 2023.

Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Lembrando que ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie reage ao seu primeiro colecionável do Capitão América

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ mal encerrou sua jornada e já ganhou um novo colecionável, que traz o personagem Sam Wilson agora como o primeiro Capitão América Negro.

E durante uma entrevista ao talk show do Stephen Colbert, o astro Anthony Mackie viu pela primeira vez o seu inédito colecionável. Emocionado, ele expressou surpresa ao se deparar com o produto, uma vez que nem ele mesmo sabia da sua existência.

Assista, a partir do minuto 7.54:

Lembrando que Mackie vai reprisar o seu papel em Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

 
 
 
 
 
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Nas redes sociais, os fãs da Marvel rapidamente reagiram ao novo uniforme do herói, construído pelo povo de Wakanda.

Como não poderia ser diferente, diversos usuários compartilharam seu entusiasmo com a grandiosa transformação do personagem:

Confira as reações:

“O traje do Capitão América é um dos mais preciso em relação aos quadrinhos”. 

“Eu não vou parar de fala do Sam Wilson no traje do Capitão América. Eu quero um prato cheio disso, meu Deus, ele está tão bem”. 

“Eu vendo o traje do Capitão América pela primeira vez”. 

“Espere, essa era a primeira vez que o Bucky vê o Sam no traje, eu vou chorar”. 

“Capitão América (Sam Wilson) em seu novo traje, pensado e construído pelo povo de Wakanda”. 

“O jeito que eu gritei quando vi o novo traje do Sam Wilson, aaaah”. 

“Então, Bucky pediu ao povo de Wakanda para fazer um traje para o Sam, certo? Bucky Barnes colocou uma armadura ao redor do seu mundo”. 

“O design preciso do traje aos moldes dos quadrinhos traz muito mais satisfação à Falcão e o Soldado Invernal”. 

Wanda e Sam arrasando em seus novos trajes”. 

“Entrada de super-herói top de linha e a revelação do traje, estou tão feliz pelo Anthony Mackie”. 

Lembrando que o astro vai reprisar o papel em Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

6 Filmes Indicados ao Oscar Que Não Levaram Nenhum Prêmio

Quando vem na nossa cabeça a premiação do Oscar, lembramos logo de uma noite recheada de glamour e astros do cinema, onde todo cinéfilo que se preze fica enlouquecido para estar por dentro dos melhores filmes do ano que foram selecionados pelos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Porém, nem todos os indicados recebem o famoso e cobiçado prêmio. Tem aqueles filmes que, mesmo sendo ótimos, saem de mãos vazias apesar das inúmeras indicações. Injustiçados ou não, a lista a seguir prova que não é preciso um Oscar para ser uma incrível experiência cinematográfica com bastante qualidade. Confira!

Psicose

Um grande clássico do suspense, considerado um dos melhores filmes da carreira do célebre diretor Alfred Hitchcock, Psicose foi indicado em 4 categorias no ano de 1961: Melhor Atriz Coadjuvante para Janet Leigh, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Direção.

A trama cheia de reviravoltas nos apresenta inicialmente a história de Marion Crane (Janet Leigh), uma secretária que rouba 40 mil dólares do seu patrão para sanar as dívidas do seu amante. No meio da sua fuga, ela precisa se hospedar no decadente Motel Bates. Com uma das cenas mais icônicas do cinema, Psicose fincou sua marca na história devido às cenas sangrentas para a época e a imprevisibilidade dos seus acontecimentos.

Embora o longa não tenha levado nenhuma estatueta para casa, ele acabou arrebatando uma legião de fãs do gênero por gerações e ainda se mantém significante atualmente.

Onde encontrar: Telecine.

Bravura Indômita

Remake de um faroeste de 1969 nas mãos dos irmãos Coen (Ethan e Joel) foi mais um dos esnobados pela Academia. Bravura Indômita conta a história de Mattie Ross (Hailee Steinfeld) de apenas 14 anos, que busca encontrar o responsável pelo assassinato de seu pai. Para essa missão ela contrata o impiedoso pistoleiro e beberrão Rooster Cogburn (Jeff Bridges), com a finalidade de perseguir e matar o assassino, mas ele não fica muito satisfeito quando a menina decide acompanhá-lo nessa caçada.

Com muita perseguição no deserto, o filme fez a sua marca no ano de 2011, conseguindo um total de 10 indicações para o Oscar. Dentre elas, incluíam: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator (Jeff Bridges) e Melhor Atriz Coadjuvante (Hailee Steinfeld). Porém, apesar de ser um bom filme, perdeu os prêmios principais para outro grande filme que é O Discurso do Rei.

Onde encontrar: Netflix, Google Play e Youtube.

Cidade de Deus

Um dos maiores e mais importantes filmes do cinema nacional, com grande notoriedade também internacionalmente, Cidade de Deus deixou a sua marca no Oscar com 4 indicações: Melhor Diretor (Fernando Meirelles), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Montagem. O problema desse filme foi a concorrência de um dos grandes vencedores de todos os tempos da premiação, o aclamado Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, vencedor de 11 estatuetas no ano de 2004.

O filme tem como pano de fundo uma das maiores e mais violentas comunidades do Rio de Janeiro, a Cidade de Deus, retratando o crescimento do crime organizado daquela região. A trama desenvolve a sua história a partir do ponto de vista de Buscapé (Alexandre Rodrigues), um jovem morador da favela que cresce imerso nesse universo de muita violência. Utilizando o seu talento com a fotografia, Buscapé analisa todos os eventos cotidianos através da lente de sua câmera, transportando o espectador para aquela realidade.

Onde encontrar: Telecine.

A Cor Púrpura

Primeiro filme de drama do consagrado diretor Steven Spielberg e com nomes de peso em seu elenco como: Whoopi Goldberg, Danny Glover e Oprah Winfrey, encontramos talvez uma das maiores injustiças do Oscar, o clássico A Cor Púrpura. No ano de 1986, o filme recebeu 11 indicações que incluíam: Melhor Filme, Melhor Atriz para Whoopi Goldberg e Melhor Roteiro Adaptado, mas perdeu em todas as categorias.

Baseado no livro de Alice Walker, o longa que se passa no início do século XX nos apresentando a comovente história de Celie (Whoopi Goldberg), uma representação dura sobre as dificuldades da vida de uma mulher negra, além de tratar sobre abuso sexual e da própria discriminação racial. Celie escrevia cartas para compartilhar a sua vivência, de forma a aliviar a tristeza devido aos terrores que ela estava passando.

Onde encontrar: Google Play e Youtube.

Lion: Uma Jornada para Casa

Em uma emocionante história baseada em fatos, um menino indiano de 5 anos se perde de seu irmão em uma estação de trem no interior da Índia. Passando por diversas dificuldades, ele acaba parando em Calcutá até ser adotado por um casal australiano. Aos 25 anos, Saroo (Dev Patel) resolve ir atrás das suas raízes e com a inesperada ajuda do Google Earth, ele finalmente poderá ser capaz encontrar o que tanto procura.

Esse tocante drama recebeu 6 indicações em 2017, dentre elas: Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante para Dev Patel e Melhor Atriz Coadjuvante para Nicole Kidman. Entretanto, uma das atuações que mais chamou a atenção foi a do jovem Saroo (Sunny Pawar), que misturava uma grande carga de expressividade e emoção, comovendo muita gente logo no início do filme.

Onde encontrar: Amazon Prime, Google Play e Youtube.

Carol

Um romance proibido e de época, essa é a premissa de Carol, o drama estrelado pela talentosíssima Cate Blanchet. Carol é uma mulher forte e elegante que está passando por um divórcio conturbado. Durante esse processo, ela conhece Therese (Rooney Mara) e acaba se apaixonando. Quando seu marido descobre, acaba utilizando como chantagem, ameaçando tornar público o caso para tirar sua guarda da filha do casal.

Além da merecida indicação em 2016 de Melhor Atriz para Cate Blanchett, o romance ainda recebeu outras 5 indicações: Rooney Mara em Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Figurino e Melhor Fotografia.

Onde encontrar: Amazon Prime, Google Play e Youtube.

Co-criador de ‘The Boys’ revela pôster inédito da 2ª temporada

Em seu perfil do Twitter, Darick Robertson, co-criador dos quadrinhos que deram origem à série ‘The Boys‘, publicou um incrível pôster inédito da 2ª temporada.

Inicialmente, a arte foi criada para ser divulgada na San Diego Comic Con, que acabou sendo cancelada por conta da pandemia do Coronavírus.

Confira:

“Finalmente posso compartilhar esse pôster da 2ª temporada de ‘The Boys‘ que seria divulgado na San Diego Comic Con do ano passado, evento cancelado por conta da pandemia.”

Lembrando que as filmagens da 3ª temporada de ‘The Boys já estão em andamento, e parece que os novos episódios serão ainda mais violentos que os das temporadas anteriores.

Durante uma entrevista para o Collider, Laz Alonso, intérprete do Leitinho de Mamãe, disse que a próxima temporada será um verdadeiro banho de sangue.

“Na 2ª temporada, ultrapassamos alguns limites, mas a 3ª será insana, será um verdadeiro banho de sangue. Eu estava conversando com a encarregada de cuidar dos galões de sangue falso… A 2ª temporada é considerada pesada e gastamos apenas 1 galão de sangue, mas agora foram encomendados 3, você tem noção?”

Na temporada anterior, uma baleia foi atropelada por uma lancha pilotada por Billy Bruto (Karl Urban) e dezenas de cabeças foram explodidas em cenas dignas do banho de sangue em ‘Carrie, A Estranha‘…

Então não é difícil imaginar que a 3ª vai quebrar as barreiras das bizarrices que já foram mostradas até agora.

E aí, você está ansioso para os novos episódios?

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.