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Chris Evans tem RETORNO confirmado em ‘Vingadores 5’

De acordo com o Deadline, Chris Evans (‘Operação Natal’) retornará oficialmente ao Universo Cinematográfico da Marvel em ‘Vingadores 5‘, intitulado ‘Avengers: Doomsday‘.

Apesar do seu papel no filme ainda não estar claro, o site afirma que Anthony Mackie também deve retornar como o Capitão América.

Evans voltou recentemente ao MCU em ‘Deadpool & Wolverine‘, reprisando seu papel como o Tocha Humana de ‘Quarteto Fantástico‘. Sua última aparição como o Steve Rogers, no entanto, foi em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Vale lembrar que Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, retornará como o vilão Doutor Destino.

Joe e Anthony Russo retornam à direção.

Enquanto ‘Vingadores: Doomsday‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Dacre Montgomery, de ‘Stranger Things’, estrelará no SUSPENSE do diretor de ‘O Operário’

De acordo com o Variety, Dacre Montgomery (‘Stranger Things’) será o protagonista do suspense ‘Moral Capacity‘, novo filme do diretor Brad Anderson (‘O Operário’).

O elenco ainda contará com Sofia Boutella (‘A Múmia’), Diane Lane (‘O Homem de Aço’) e Tim Robbins (‘Sobre Meninos e Lobos’).

Na trama…

“James Fisher (Montgomery) é um homem que tem tudo a perder — família, reputação e a vida perfeita que construiu — até que seu caso com sua sócia Andrea (Boutella) é descoberto pelo marido dela, Cliff (Robbins).”

“Logo, James se vê diante de um ultimato mortal: cometer um assassinato ou ver seu mundo desmoronar. Enquanto Cliff comanda este jogo destrutivo de chantagem e manipulação, James recorre à sua terapeuta, Dra. Torre (Lane), sem saber que ela guarda segredos ainda mais profundos.”

Peter Moore Smith (‘V Para Vingança’) é responsável pelo roteiro.

As filmagens estão programadas para o início de 2026, no Reino Unido.

“O roteiro de Peter é fantástico. O jeito que ele combina um estudo de personagem com a paranoia de um suspense me lembra dos meus filmes ‘O Operário’, ‘A Nona Sessão’ e ‘Fratura’. Com este excelente elenco, sei que posso entregar um filme de sucesso comercial,” declarou o cineasta.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Coração Partido

(Your Heart Will Be Broken)

 

Elenco:

Veronika Zhuravleva
Daniel Vegas
Alya Mayer

 

Direção: Michael Vaynberg

Gênero: Romance

Duração: 134 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 20 de Agosto de 2026

Sinopse: 

Em CORAÇÃO PARTIDO, a adolescente Polina tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras. O que começa com um namoro falso logo evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo de Anna Jane, uma das autoras mais lidas do gênero;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Alicia Vikander fala sobre sua versão de Lara Croft para o reboot de ‘Tomb Raider’

A atriz Alicia Vikander conversou recentemente com a revista Entertainment Weekly sobre sua versão de Lara Croft e segundo a intérprete, os fãs da personagem conhecerão um outro lado ainda não explorado nos cinemas.

Diz ela:

“Ela tem toda aquela força, rigidez, curiosidade e inteligência características a sua personalidade, mas nós a despimos de toda sua vasta experiência. Neste reboot, ela não teve sua aventura. Ela ainda pensava que estava presa a essa vida moderna de mulher de negócios do subúrbio de Londres até que tudo se abre diante dela. É aí que as coisas começam. Nesta produção veremos esta personagem tão amada por outros ângulos”.

Alicia aproveitou a oportunidade para compartilhar um pouco sobre as cenas de ação que ‘Tomb Raider’ terá:

“Assim como no filme ‘A Onda’, temos muitas sequências na água. Os dois últimos dias de gravação eu fiquei em um tanque. No total, fiquei 16 dias totalmente encharcada ou submersa na água. Em uma cena em questão, nós gravamos no centro olímpico de rafting, onde eu fui jogada dentro do rio com as minhas mãos atadas! Isso acontece cerca de 50 vezes e eu nem precisei atuar, sou reagir a tudo aquilo!”

 

Alicia Vikander estrela como ‘Lara Croft‘. Walton Goggins (‘Os Oito Odiados‘) vai interpretar o vilão da trama.

Dominic West, da aclamada série ‘The Affair‘, será o pai de Lara Croft, Lord Richard Croft. A participação do pai de Lara na história é de extrema importância para que a personagem se desenvolva e mais ainda, para que ela enfrente as aventuras até chegar a ele.

“Sete anos após o desaparecimento de seu pai, Lara, de 21 anos de idade, se recusa a assumir as rédeas do seu império empresarial global. Ao invés disso, ela trabalha como entregadora de objetos em Londres, enquanto tinha aulas na faculdade. Eventualmente, ela se inspira no desaparecimento de seu pai e viaja para sua última localização conhecida. De repente, as apostas não poderiam ser mais altas para Lara, que – contra as possibilidades e armada apenas com sua mente afiada, fé e o espírito teimoso – deve aprender a ultrapassar seus limites enquanto viaja para o desconhecido. Se ela sobreviver a esta aventura perigosa, ela poderá fazer o seu próprio nome, Tomb Raider.”

As filmagens passarão por locações na África do Sul e na Inglaterra. A estreia acontece em 16 de março de 2018, com distribuição da Warner Bros.

O norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’) dirige. Geneva Robertson-Dworet roteiriza.

Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.

 

 

‘Deadpool 2’: “Não seja um pamonha” anuncia kombi do Mercenário nas ruas de São Paulo

Deapool 2‘ estreia nos cinemas essa semana e para marcar a chegada da produção, a Fox Film do Brasil decidiu realizar uma divertida ação pelas ruas de São Paulo, em uma kombi toda adesivada.

O carro de som traz a voz do dublador oficial do Mercenário vendendo pamonhas e convidando as pessoas na rua para conferir a produção, com o risco de elas levarem spoilers e serem também chamadas de “pamonhas”.

Confira:

Enquanto isso,Deadpool 2 ganhou um novo pôster hilário com a frase “Do mesmo estúdio que matou o Wolverine”, alfinetando a decisão da Fox de matar o herói no final de ‘Logan’. Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

‘Supergirl’: Superman não aparecerá na quarta temporada

A quarta temporada de ‘Supergirl‘ não trará o retorno do herói Superman. A informação foi compartilhada pelo portal ComicBook.

Segundo a publicação, a revelação foi feita pelos produtores Robert Rovner e Jessica Queller, após a exibição do último episódio.

Ao serem questionados sobre a volta do personagem, ambos foram categóricos em sua resposta, afirmando que ele “não retornará nesta temporada”.

Ainda não se sabe quais os planos para o herói no futuro, mas a expectativa é que ele tenha um pouco mais de destaque na quinta temporada, fazendo o seu retorno à produção.

 

Recentemente, foi revelado que o ator e diretor Kevin Smith vai dirigir um dos episódios do próximo ano. Smith revelou que conduzirá um dos capítulos da produção, mas não especificou qual deles ainda, salientando que o anúncio oficial virá em breve.

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘Friends’: Especial com o elenco original é adiado indefinidamente

Os fãs de Friends terão que esperar um pouco mais para conferir o aguardado especial com o elenco original.

Embora anteriormente a WarnerMedia tivesse reiterado que a estreia do programa manteria sua data original – estando disponível junto ao lançamento do streaming, a pandemia do coronavírus mais uma vez interrompeu os planos.

Segundo a revista EW, em virtude da paralisação das gravações – devido à reclusão social imposta nos Estados Unidos e ao redor do mundo -, o especial não pôde ser filmado.

As filmagens estavam originalmente agendadas para o final de março e a expectativa da Warner ainda era conseguir reunir o elenco no mês abril, caso a situação melhorasse no país.

No entanto, considerando que a pandemia ainda inspira cuidados mais severos, o estúdio decidiu não arriscar.

Ainda assim, o lançamento do serviço de streaming HBO Max permanece programado para o mês de maio, em data a ainda ser revelada.

Os 236 episódios de Friends ficarão disponíveis na estreia da plataforma de streaming. No Brasil, a série continuará com a Netflix temporariamente, até que o serviço da Warner seja lançado por aqui.

 

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Isso deve ajudar o serviço a começar bem, juntamente com os outros exclusivos que a Warner Bros. terá na manga.

Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.

Demi Lovato estampa bela capa virtual da revista EW; Confira!

A cantora Demi Lovato está compartilhando a sua tumultuada trajetória com traumas de infância e vícios em substâncias ilícitas, por meio de seu novo documentário ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

E para comemorar a estreia da produção, que está disponível em seu canal oficial no YouTube – gratuitamente -, a artista se tornou o grande destaque da mais recente edição da revista EW, estampando a capa da publicação.

Confira:

Produzido pelo YouTube, a produção teve a sua estreia mundial no Festival South by Southwest, e já está disponível na conta oficial da cantora – com legendas em português. A terceira e quarta partes da produção serão lançadas nas duas próximas semanas.

Assista a Parte 1:

Parte 2:

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Demi Lovato não esconde nada nesse impactante documentário dividido em quatro partes, que explora os aspectos que levaram à overdose que quase lhe tirou a vida em 2018, e o despertar que veio a seguir. O diretor Michael D. Ratner obteve um acesso sem precedentes à jornada pessoal e musical da estrela durante o período mais difícil de sua vida, na medida em que ela revela traumas antigos e descobre a importância de sua saúde física, emocional e mental. Muito mais do que uma análise que ultrapassa a superfície de celebridade, este é um retrato íntimo do vício e do processo de cura e empoderamento.

Michael D. Ratner assume a direção de ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

Crítica | Os Encanadores da Casa Branca: Comédia e drama se misturam em minissérie política com Woody Harrelson e Justin Theroux

Como um caleidoscópio, o caso Watergate se revela em diversas facetas a partir da ótica pela qual você o observa. Trazendo uma coletânea de 40 envolvidos no que se tornaria um dos maiores escândalos de corrupção da história norte-americana, o grampeamento ilegal do escritório do partido democrata ainda hoje desperta o interesse e o imaginário da opinião pública. Desde Todos Os Homens do Presidente (1976), passando por Frost/Nixon (2008) e até a mais recente série Gaslit (2022), o tema continua permeando a cultura POP sempre com uma nova perspectiva de um mesmo crime. E agora, a HBO traz o outro lado dos relatos com Os Encanadores da Casa Branca, mostrando os átrios da operação política mais catastrófica dos Estados Unidos – dessa vez pela visão dos próprios criminosos.

E. Howard Hunt e Gordon Liddy foram de veteranos de guerra a espiões de Richard Nixon, o único presidente americano “forçado” a renunciar em meio a um escândalo de corrupção. Em Os Encanadores da Casa Branca, eles voltam à vida pelas excepcionais performances de Woody Harrelson e Justin Theroux, que formam um peculiar e impecável duo em tela. Sempre em contraste um com o outro, mas inevitavelmente complementares em suas personalidades, ambos os personagens vão de uma espécie de bromance a um nível completo de estranheza, impessoalidade e inimizade. E com uma dinâmica em tela excelente e fluída, os atores passeiam pelos cinco episódios da minissérie com leveza, acidez e sarcasmo.

Em meio a diálogos afiados, que exalam uma caricatura impressionante do que é a idolatria política, Harrelson e Theroux dominam a produção, conduzindo habilmente um time de atores coadjuvantes tão poderoso quanto os protagonistas. Aqui, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Judy Greer, Kim Coates, Toby Hass e Liam James dão vida aos principais personagens de apoio, orbitando em torno do caos e afetando-o drasticamente. E com um roteiro bem detalhado e muito bem desenvolvido, Os Encanadores da Casa Branca faz um paralelo entre a corrupção, o desvio de caráter e as consequências catastróficas que a servidão cega a líderes de Estado podem trazer como efeito colateral.

Um dos aspectos mais poderosos da minissérie é justamente sua sutil e contemporânea percepção dos fatos, que datam os anos de 1972,1973 e 1974. Nos mostrando que a idolatria política é atemporal e estupidamente repetitiva ao longo das décadas, a produção naturalmente ainda faz um paralelo com a obsessão que seus protagonistas nutriam por Nixon. E sem direcionar indiretas especificamente – embora haja um viés partidário por razões óbvias, Os Encanadores da Casa Branca faz um relato visual de como o fanatismo por presidentes ou qualquer outro agente do alto escalão governamental é a epítome da estupidez humana, capaz de custar famílias inteiras , a segurança pública e a vida de pessoas inocentes.

E embora a trama facilmente pudesse ser comprimida no formato cinematográfico, tal como o clássico Todos os Homens do Presidente, é inegável que Alex Gregory e Peter Huyck fizeram um trabalho excelente com a série. Administrando muito bem todo o “causo”, a produção sabe dosar os momentos mais intensos em cada episódio, nos mantendo interessados e envolvidos. E com um humor sarcástico afiado, Os Encanadores da Casa Branca ainda se torna um deleite para os menos apaixonados pelo gênero de thriller político. Flertando com o pastelão em momentos pontuais, se atendo mais à rispidez e acidez em seus diálogos inteligentes, a nova minissérie é mais um presente de originalidade que só a HBO sabe entregar.

David Fincher em Paris | “Nós aprendemos com nossos erros”, confessa diretor sobre um dos seus filmes

Após ser aplaudido de pé no Festival de Cinema em Veneza e em Londres (BFI), David Fincher completou sua turnê europeia de O Assassino (The Killer) com a sessão de abertura da retrospectiva de sua obra na Cinémathèque Française, em Paris, na última sexta-feira, 13 de outubro. 

Disponível a partir de 10 de novembro na Netflix, O Assassino teve poucas oportunidades de ser apreciado nos cinemas em festivais e pré-estreias, como a partir de 26 de outubro em poucas cidades brasileiras. Com Michael Fassbender como o protagonista do título e Tilda Swinton, o longa é uma dos títulos mais aguardados de 2023 e conta com a participação da atriz brasileira Sophie Charlotte

Depois da sessão, David Fincher conversou com os convidados nas instalações da Cinemateca e participou de um coquetel de celebração da sua carreira. Como um dos convidados da noite, o CinePOP conta os detalhes da “masterclass” dada pelo cineasta durante o evento.

Como nasceu o projeto

Com a presença dos autores franceses Luc Jacamon & Matz no evento, David Fincher contou ter sido presenteado por uma amiga com a graphic novel The Killer. Segundo o diretor, ela acreditava que ia lhe interessar por conta do enorme número de corpos no chão durante a história.

Gravado na memória do público pelos suspenses Seven – Os Sete crimes Capitais (1995), Clube da Luta (1999), O Quarto do Pânico (2002), Zodiaco (2007); Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011) e Garota Exemplar (2014), O Assassino é a impressão digital do gênero suspense policial cunhado pelo diretor norte-americano ao longo de sua carreira. 

Leia mais: Crítica | O Assassino – David Fincher entrega suspense intimista, perturbador e cômico

Os “corpos no chão” não foi somente um ponto decisivo para o cineasta escolher adaptar a obra, mas também o enorme monólogo niilista do personagem título. O objetivo do diretor era apresentar uma relação mais estreita entre um assassino em série e o espectador. Para ele, a questão era desafiar a si e ao público: “apontar a câmera para o pensamento de alguém é bastante intimista. Mas será que é verdade? Porque as pessoas mentem para si mesmas”, reflete.  

Construção do roteiro

Em parceria com os autores da graphic novel e Andrew Kevin Walker — roteirista de Seven – Os Sete Crimes Capitais —, o projeto foi criado com base nos 13 volumes da coleção The Killer e levou ao menos dois anos para sair do papel e ser ajustado algumas vezes pelo cineasta. Um dos destaques é exatamente a dose de humor ácido injetada na produção, algo não tão habitual nos longas anteriores do diretor. 

Se você vai submeter a audiência a um enorme número de violência, acho importante ter um tempo de descanso, por isso coloquei alguns momentos de risos”, conta Fincher e ainda revela: “A piada do turista alemão veio do escritório de produção em Paris, ouvimos e decidimos guardar.”. Desculpe-nos o spoiler, mas todo auditório gargalhou uníssono neste momento do longa; ou seja, funcionou. 

Canções e Efusão Sonora

Será que a cena final de Clube da Luta ia ser igualmente memorável sem a canção Where is my mind?, da banda Pixies? Ou o término de A Rede Social (2010), sem Baby, You’re A Rich Man, dos Beatles? Esses são apenas dois exemplos de como Fincher encaixa sempre música e imagem para contar uma história. Vale lembrar que o diretor começou a carreira realizando clipes musicais. 

Em O Assassino, a efusão do som é bastante utilizada com a intenção de deixar o espectador desnorteado. O matador vivido por Fassbender executa suas vítimas com fones de ouvidos e imerso nas melodias de The Smiths. Por quê? Para o diretor, a música era o material de motivação do personagem e todos os envolvidos na produção acharam engraçado. 

Afinal, matar ao som de There Is a Light That Never Goes Out, do The Smiths, soa realmente cômico. Vale ressaltar que a banda britânica dos anos 1980 não foi a primeira opção para o filme, antes eles tentaram Joy Division e Siouxsie and the Banshees, mas não obtiveram sucesso com o licenciamento. As trilhas sonoras “fincheanas” são realmente boas, escute uma das várias playlists no Spotify.

Aprender com os Erros 

Como a premissa de O Assassino é um erro no trabalho minucioso do matador de aluguel, David Fincher compartilhou um dos seus momentos de dúvida ao longo de sua gloriosa carreira. Ao contrário do personagem título que repete o mantra: “Stick to the plan” (Siga o plano), ele confessa não poder cometer erros com milhões de dolàres dos produtores em mãos, mas seria idiota não aproveitar uma ideia melhor do que a do plano inicial. 

Nesse mérito, ele expressa alguns arrependimentos em relação ao seu terceiro longa, Vidas em Jogo (1997), com Michael Douglas e Sean Penn. Como já dito em entrevistas anteriores, ele lamenta o desenrolar do terceiro ato do filme e sua resolução, mas ele sentencia de modo otimista: “digamos que também aprendemos com nossos erros”. 

Apologia à Violência

Com 12 longas-metragens aclamados pela crítica e público, David Fincher é sempre contestado sobre o seu critério em lidar com temas extremamente violentos. O filme Clube da Luta, por exemplo, ficou estigmatizado por incentivar jovens a começarem clubes de lutas e atentados com explosivos. Se o tema da violência instiga o cineasta, ele declara que não acredita no fetiche da violência e seu objetivo é fazer o público se sentir nauseado.

Se você vai incluir violência no seu filme é necessário fazer com que as pessoas sintam que é algo a ser evitado e mesmo no filme ela vai querer evitar [virar o rosto ou fechar os olhos] como na única cena de violência explícita no filme Garota Exemplar”, explica o diretor de 61 anos. 

Com um contrato vigente com a Netflix, os próximos projetos do cineasta estarão ainda na plataforma, mas não revela incômodo de não ter os seus dois últimos filmes distribuídos nas salas de cinema comerciais. No Brasil, o filme estreia no dia 26 de outubro em cinemas selecionados e, logo em seguida, chega à plataforma. 

Com simpatia e disposição, David Fincher distribuiu autógrafos e conversou com os presentes sobre os detalhes das gravações e efeitos visuais. Em uma noite com David Fincher, o nosso erro (e aprendizado) foi não ter registrado o momento ao lado de um dos grandes cineastas da nossa atualidade. 

Bumblebee

(Bumblebee)

 

Elenco:

Hailee Steinfeld

John Cena

Pamela Adlon

Direção: Travis Knight

Gênero: Ação

Duração: 114 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 128 milhões

Estreia: 27 de Dezembro de 2018

Sinopse:

No ano de 1987, Bumblebee encontra refúgio em um ferro-velho de uma pequena cidade praiana da Califórnia. Charlie (Hailee Steinfeld), prestes a fazer 18 anos e buscando seu lugar no mundo, encontra Bumblebee machucado e sem condições de uso. Quando o revive, Charlie logo percebe que este não é qualquer fusca amarelo.

Crítica | Bumblebee – Melhor Transformers da franquia é uma deliciosa aventura nostálgica (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Spin-off de Transformers focado no robô Bumblebee;

» A estreia foi antecipada para o Natal de 2018!

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

Crítica | Você Nunca Esteve Realmente Aqui – ‘Taxi Driver’ encontra a fúria de Joaquin Phoenix

Sem dúvida, uma das tarefas mais difíceis no processo de fazer um filme, é encontrar o elenco perfeito, ou nesse caso, o ator perfeito, que não apenas servirá como base da trama, mas também como propulsor que guiará a história para frente. Toda boa obra sabe utilizar seu elenco, com todas as suas qualidades e limitações, à seu favor. E este é um caso perfeito que funciona.

Joaquin Phoenix recebe a difícil tarefa (quer dizer… difícil para atores inexperientes), de segurar um thriller intenso nas costas. Intenso porém contido, essa seria a melhor forma de descrever Você Nunca Esteve Realmente Aqui (You Were Never Really Here), longa-metragem distribuído pela Amazon Studios nos Estados Unidos e pela produtora Supo Mungam Films no Brasil, que apresenta Joe, um veterano de guerra atormentado pelos fantasmas do passado, que ganha a vida resgatando jovens desaparecidas, porém, quando uma missão fica fora de controle, os seus pesadelos o alcançam e começa então uma luta intensa em busca de vingança.

A direção é da brilhante Lynne Ramsay, diretora por trás dePrecisamos Falar Sobre Kevin, uma importante mulher em ascensão no machista cinema hollywoodiano. Nessa obra, ela utiliza com maestria muitos planos detalhe e planos longos, ângulos de câmeras estilosos, jogo de câmera (particularmente nas cenas dos assassinatos), criando uma interessante atmosfera sombria para o roteiro escrito por ela mesma, baseado no livro de Jonathan Ames.

Com uma direção tão dedicada e um ator comprometido em passar sua angustia, todo o restante parece funcionar de forma equilibrada, desde a perfeita mise-en-scène até a belíssima direção de fotografia de Thomas Townend, que realça os tons escuros e esverdeados, passando uma completa sensação de tristeza e solidão. A trilha sonora eletrizante também acrescenta positivamente ao suspense que está sendo criado.

Apesar de todo brilhantismo técnico, o destaque mesmo fica para o protagonista e suas múltiplas camadas. Toda sua jornada, desde o começo do filme até seu fatídico final, sua ambiguidade e sua transformação interna são cativantes. Somos levados a comprar sua vilania, até descobrimos seu lado afetuoso com sua mãe, seu passado conturbado, suas fragilidades e pensamentos suicidas.

A partir daí que a trama avança e seu ritmo lento e dramático do primeiro ato, cansativo em suas minuciosidades, assume um intrigante suspense violento, digo de obras aclamadas como John WickOldboy’, ‘Taxi Driver’ e Drive, aliás, qualquer semelhança com essas três últimas pode não ser mera coincidência, afinal, existe uma visível inspiração na trama, como por exemplo o martelo que Joe utiliza em seus assassinatos e a fotografia voltada para o neon com trilha sonora frenética em cenas no carro. Uma perfeita homenagem ao gênero.

Você Nunca Esteve Realmente Aqui definitivamente vai permanecer com você após a sessão, te fazendo refletir sobre o rumo que a trama tomou ou mesmo emocionando ao lembrar daquela triste cena do lago. Talvez seja um filme sem muita esperança e cruciante, afinal, a proposta não era ser nada menos que brutal, e talvez por essas qualidades negativas que vai te fazer lembra-lo daqui a um tempo.

Joaquin Phoenix é espantoso e, se existia alguma dúvida de que ele não dará um Coringa marcante no projeto de Martin Scorsese, esse filme existe para te provar o contrário.

Lembra dele? | Antes do sucesso de ‘Barbie’, Mattel fracassou com ‘Max Steel’

A cada dia que passa, as projeções de bilheteria de Barbie só aumentam. O sucesso é tão grande que diversos cinemas no Brasil tiveram que abrir sessões extra para atenderem a demanda de público completamente fora do normal nesses últimos tempos. Com isso, a aventura da boneca mais famosa do mundo já soma números muito expressivos não apenas aqui, mas em todo o mundo. Parece simplesmente impossível ir a um shopping ou complexo de cinemas e não ver pelo menos metade das pessoas do recinto vestidas de rosa, o que se deve ao trabalho publicitário fantástico do longa e principalmente à qualidade inquestionável da produção, que é efetivamente um filmaço.

Nas redes sociais, porém, existe uma piada que parece revelar uma demanda reprimida dos fãs da Mattel. Desde que Barbie foi anunciado, surgiram diversos memes sobre a cena pós-créditos anunciar a chegada de um filme de outro brinquedo da marca, o parrudo Max Steel. Sucesso entre os meninos e principal pesadelo do Ken, o boneco foi lançado no final dos anos 90 sob forte inspiração da linha Big Jim, que a Mattel lançou nos EUA entre os anos 70 e 80. O mais curioso é que a nova linha não era exatamente popular nos Estados Unidos, mas se tornou um verdadeiro sucesso nos países da América Latina e na Europa. No Brasil, inclusive, a linha se tornou um hit com a parceria entre a marca de brinquedos e o canal SBT, após fecharem uma parceria para exibição dos filmes e desenhos animados do Max, que mostravam o rapaz como um agente especial da N-Tek, que viajava o mundo resolvendo missões contra vilões completamente excêntricos, como o Psycho e o monstrão Elementor.

O Max Steel fez bastante sucesso com seus filmes animados em 3D

Porém, após mais de uma década de sucesso de vendas, a Mattel decidiu fazer um reboot na linha de brinquedos e consequentemente nas animações. Assim, em 2013, o jovem bombado de supostamente 19 anos deu espaço às aventuras de Max, um adolescente magrinho de 16 anos com aquele cabelo ao estilo Justin Bieber em 2010, e Steel, um robozinho alienígena foragido na Terra após se voltar contra seu povo e impedir que seu líder, Makino, tomasse o planeta dos humanos.

Assim, ele se liga ao jovem Max após seu pai, Jim McGrath (lembram do Big Jim?) – o primeiro a se conectar com o Steel, desaparecer no espaço, e começa uma série de novas aventuras da dupla se entendendo e criando os mais diversos aparatos para lutar, rendendo uma série animada, alguns filmes animados e o tão sonhado live action.

Reboot do Max Steel não foi exatamente um sucesso

O problema é que o reboot conseguiu manter um número razoável de vendas, mas não o bastante para replicar o sucesso da franquia no início da década passada. Com isso, a saga de Max Steel foi entrando numa espiral de obscuridade tão grande que decidiram envelhecer um pouco mais o personagem e deixá-lo mais próximo do visual de antes. Só que até chegarem a essa conclusão, o filme de cinema já estava encomendado, com elenco escalado e contava até mesmo com o medalhão Andy García na história.

Lançado em 2016, Max Steel foi um verdadeiro fracasso de público e crítica. Adaptando uma história que não tinha cativado nem mesmo seu público alvo (a molecada que brincava com os bonecos), o longa chegou aos cinemas e arrecadou míseros 6,2 milhões de dólares ao redor do mundo. Sem contar o valor usado na divulgação, a aventura custou aproximadamente 10 milhões de dólares. Ou seja, prejuízo brabo para a Mattel. Além disso, a repercussão foi tão negativa que certamente contribuiu para a queda nas vendas da franquia. Afinal, criança nenhuma quer brincar com um ‘herói’ que virou sinônimo de piada. Para complicar ainda mais a reputação de Max, o filme segue até hoje com um humilhante 0% da crítica especializada no agregador de notas Rotten Tomatoes.

A pior parte acerca desse projeto que já nasceu fadado ao fracasso é que ele começou com uma parceria que poderia ter feito sucesso, mas foi afetada pelo malfadado reboot do personagem. Em 2009, numa época em que os filmes baseados em brinquedos estavam em alta em Hollywood, com produções como Transformers e G.I. Joe tomando as salas, a Mattel fechou uma parceria com a Paramount para desenvolver um filme de ação sobre o Max Steel, trazendo no papel principal o galã da época, Taylor Lautner, em alta com a franquia Crepúsculo.

Porém, poucos meses depois, Taylor deixou o projeto para fechar com a Universal o papel de protagonista em um projeto teoricamente parecido. Quando você pensar numa gestão de carreira complicada, lembre-se que Lautner saiu de Max Steel para ser o Stretch Armstrong (aquele boneco loiro de borracha que estica), em um filme que sequer saiu do papel, terminando com o próprio ator abandonando o barco em 2012.

Em 2013, sem ninguém topando assumir o desafio de viver o Max Steel, o projeto sofreu uma nova derrota: o contrato com a Paramount venceu e o estúdio decidiu não renovar com a Mattel pelos direitos de adaptação. Dessa forma, roteiro e ideias para o filme foram completamente descartados mais ou menos na mesma época que a empresa decidiu fazer o tal reboot do boneco. E mesmo assim, eles acreditavam que essa nova roupagem da franquia seria o bastante para aproximar o personagem do público fã dos super-heróis que dominavam as bilheterias.

Então, entre 2013 e 2014, a Mattel firmou uma parceria com a Dolphin Entertainment para bancar o filme, que seria estrelado por Ben Winchell e Andy García. Um claro retrocesso em comparação com o projeto ambicioso de anos antes. O maior mistério disso tudo é como conseguiram convencer o Andy García a entrar nessa barca furada. E com um visual bem similar ao do Homem de Ferro, Max Steel chegou aos cinemas apenas em 2016, adaptando a história da animação que já não fazia sucesso entre a molecada.

Na trama, Jim McGrath é um cientista que morre misteriosamente, deixando sua esposa grávida sozinha. A partir daí, ela tem o bebê, o chama de Max e eles começam a mudar de cidade em cidade, sem que o menino entendesse o motivo. Com 16 anos, Max e a mãe chegam a uma nova região em que Jim era muito conhecido. Na mesma época, ele começa a manifestar poderes que partem de uma energia azul estranha que sai de seu interior.  E para ajudar a entender e a controlar esses poderes especiais, o robozinho Steel aparece com seus comentários sarcásticos para se unir a ele e juntos canalizarem essa energia tão poderosa. O problema é que há vilões nessa mundo, então a dupla decide atuar como um grande super-herói: o poderoso Max Steel.

A história é terrível, as atuações são tenebrosas e os efeitos visuais são dignos de uma produção de US$ 10 milhões. Resultado: fracasso total e prejuízo. O impacto negativo foi tão grande que nunca mais se cogitou publicamente sequer uma nova adaptação do Max Steel para as telonas… Até agora. Dias antes do lançamento de Barbie, foi confirmado o interesse da Mattel em desenvolver um universo de filmes inspirados em suas principais franquias de brinquedos. Dentre elas, Max Steel. Não há notícias de um projeto em desenvolvimento, nem de qualquer nome ligado a ele, apenas que há um interesse.

E com o sucesso que Barbie está fazendo nos cinemas do mundo, provavelmente alguns desses projetos ganharão sinal verde nos próximos meses. E se o filme da boneca loirinha deixou lições é que serão necessários três elementos para o pleno funcionamento dessa ideia da Mattel. O primeiro, obviamente, é uma parceria com um estúdio que tenha porte e relevância para vender franquias deste tamanho; O segundo é o investimento. Não adianta economizar e tentar conseguir bilheterias bilionárias. Ainda mais com Max Steel, cuja graça está nos aparatos criativos e criaturas misturadas com máquinas, tipo aqueles tigres robóticos; O terceiro e mais importante é uma lição que fica para todas as produções de Hollywood: liberdade criativa. Sem essas duas palavrinhas, certamente a diretora e roteirista Greta Gerwig não teria feito um trabalho tão brilhante e divertido quanto o que vimos nas telonas.

Você assistiu o filme do Max Steel? Diga nos comentários!

Barbie está em cartaz nos cinemas.

 

Crítica | Noites Alienígenas – Suspense e Ficção Científica se Misturam na Realidade da Capital do Acre

Há muito do Brasil ainda desconhecido pela maior parte dos brasileiros. Com as narrativas, as produções e os fomentos quase todos centrados no eixo Rio-São Paulo, o país, de dimensões continentais, mesmo hoje desconhece boa parte das histórias que acontecem em outros estados, que não aqueles de força econômica. Assim, é através do cinema que muitas dessas narrativas acabaram ganhando espaço, especialmente nos últimos anos, e consequentemente alcançaram um público para além de suas fronteiras, como ocorre com ‘Noites Alienígenas’, filme acreano vencedor de diversos Kikitos no último Festival de Gramado, incluindo o de Melhor Filme.

Na Amazônia contemporânea, na periferia de Rio Branco, capital do Acre, as vidas de três personagens se entrecruzam enquanto as milícias do sudeste invadem a cidade com seu poderio armamentício e violento. Assim acompanhamos Paulo (Adanilo Reis), um rapaz indígena que sofre com os efeitos das drogas e, isolado, tenta se desintoxicar dos produtos químicos, ao mesmo tempo em que cede às necessidades do vício e procura a mãe de seu filho, Sandra (a ex-BBB Gleici Damasceno), atrás de dinheiro. Paralelamente, Rivelino (Gabriel Knoxx), atual namorado de Sandra, vive um dilema entre ser um bom filho para sua mãe, a Loira, com seu grafite pelos muros da cidade, ou se entra para o mundo do crime, que lhe proporcionaria mais dinheiro e segurança em um universo incerto da periferia. Enquanto isso, Alê (Chico Diaz) tenta orientar a juventude sobre os bons caminhos a seguir, mas ele mesmo tem suas desconfianças sobre o que acontece naquelas redondezas.

Um dos maiores acertos de ‘Noites Alienígenas’ é centrar a narrativa em três personagens de raças diferentes, mostrando não só a pluralidade do Brasil, mas também as ambições e soluções distintas encontradas pelo homem branco, pelo negro e pelo indígena. Outro acerto é que o filme de Sérgio de Carvalho também elenca pessoas indígenas para os papéis que lhes cabem, com destaque para Adanilo Reis, cujas cenas de desintoxicação são bastante impactantes e retratam uma realidade bem comum, infelizmente, de muitos povos indígenas: a entrada de drogas sintéticas nas aldeias tem causado quadros muitas vezes irreversíveis nos jovens. Felizmente, como o filme retrata, a sabedoria ancestral continua sendo solução mesmo nos momentos mais desesperadores.

O roteiro de Camilo Cavalcanti, Rodolfo Minari e do próprio Sérgio de Carvalho entrelaça os três protagonismos para, através da ficção científica (aliás, uma piada que roda pelo país, tamanho o desconhecimento que a população brasileira tem sobre o estado do Acre, mas sobre a qual o filme se apropria em seu favor) construir uma história de suspense baseada em eventos totalmente possíveis, uma vez que a fuga e a disseminação das facções criminosas do sudeste para a região norte têm trazido consequências pesadas para essa região, que já não recebe a devida atenção dos governos.

Assim, ‘Noites Alienígenas’ é um belo exemplo de como o cinema pode contribuir para trazer outras realidades para o grande público, e ao mesmo tempo aproximar esse público dessas realidades que não são tão distantes quanto as fronteiras geográficas fazem parecer. Um filme envolvente, que faz bom uso dos elementos cinematográficos em favor da sua história.

‘Tartarugas Ninjas’: Novo filme será lançado pela Netflix

Ao longo dos anos, As Tartarugas Ninja’ já tiveram diversas entradas para o cinema e para a televisão, principalmente uma quantidade considerável de iterações animadas e um novo filme em live-action em desenvolvimento. Agora, parece que os répteis mutantes irão parar na Netflix.

Ganhando as telinhas em 1984, Leonardo, Donatello, Raphael e Michelângelo ganharam um espaço no serviço de streaming graças a um acordo assinado entre a plataforma e a Nickelodeon. A primeira parte das negociações abre portas para uma série baseada em The Loud House e a segunda, um longa-metragem spin-off baseado em Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles.

Os dois estúdios já estão trabalhando juntos em outros projetos, incluindo Pinky Malinky e também estão produzindo um live-action de Avatar: A Lenda de Aang.

Além disso, a Paramount Pictures contratou o roteirista Andrew Dodge, que tem no currículo apenas a comédia ‘Palavrões‘, para criar um novo reboot nos cinemas – com produção de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller.

Durante uma entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘, Megan Fox revelou que já havia assinado para o terceiro filme da franquia.

“Eu já assinei [para o terceiro]. Quando você assina para o primeiro, você assina para, tipo, 20 sequências… Eu já estou dentro para fazer, e eu espero que eles façam, pois só tive boas experiências. E estão falando que iríamos para Tóquio, o que seria incrível…”, afirmou.

Assista:

Diretora de ‘O Mandaloriano’ vai comandar projeto do Disney+ focado em Obi-Wan Kenobi

Segundo a VarietyDeborah Chow, conhecida por seus créditos diretoriais na produção ‘O Mandaloriano’, foi contratada para comandar o vindouro projeto spin-off da saga Star Wars que focará em Obi-Wan Kenobi.

A série trará o retorno de Ewan McGregor como o personagem-titular e será produzida pelo serviço do Disney+

A trama será ambientada oito anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio 3 – A Vingança dos Sith‘. Com isso, veremos o Jedi após ele perder seu pupilo Anakin Skywalker, que se tornou o Darth Vader.

Também veremos o que aconteceu com o personagem nos anos em que ele ficou em Tatooine, e a série ainda pode incluir um jovem Luke – que era criança nesse período.

McGregor interpretou Obi-Wan em ‘Star Wars — A Ameaça Fantasma‘, ‘Star Wars — Ataque dos Clones‘ e ‘Star Wars — A Vingança dos Sith‘.

De acordo com o We Got This Covered, Darth Maul deve fazer uma participação na série e não se sabe se Ray Park irá reprisar seu papel como o vilão.

No entanto, está claro que o estúdio tem planos para o personagem, levando em conta seu surpreendente retorno em ‘Solo: Uma História Star Wars‘.

O reencontro entre Maul e Kenobi já foi explorado nas animações ‘Star Wars: The Clone Wars’ e Star Wars: Rebels’.

As séries já tiraram muita vantagem da rivalidade entre o mestre Jedi e o lorde Sith, então resta aguardar para saber como a Disney irá lidar com os personagens.

Crítica | ‘Coletivo Terror’ explora a loucura humana, mas não mergulha de cabeça

Na última década, o estilo antológico destinado anteriormente à literatura parece ter encontrado espaço de sobra na esfera televisiva – e a preferência de vários realizadores e roteiristas está dando frutos: depois, na esfera mainstream, as duas grandes séries de Ryan Murphy (American Horror Story e American Crime Story), que estão no ar até os dias de hoje e já abarcaram uma legião inenarrável de fãs; temos a produção distópica Black Mirror, que vem sido utilizada como um pessimista reflexo da sociedade contemporânea e sua dependência complexa da tecnologia; e, agora, a Netflix nos presenteou com um interessante – apesar de um pouco áspero – show norueguês intitulado Coletivo Terror(cuja primeira temporada tenta palatalizar o sobrenatural de Murphy em narrativas arrepiantes que podem muito bem acontecer).

Os seis breves episódios da meia hora cada são uma sólida adição ao catálogo da gigante do streaming e, mesmo com os claros erros de roteiro e de direção, nos prendem do começo ao fim em arcos bizarros com reviravoltas inesperadas. Mais do que isso, a representação nua e crua da psique humana é trazida à tona como uma das principais premissas – e, caso renovada, esperamos que essa análise ainda superficial não tenha medo de mergulhar de cabeça. A princípio, a escolha dos showrunners Kjetil Indregard e Atle Knudsen em jogar na zona de conforto é compreensível, preferindo valer-se de certas fórmulas para arrebatar os espectadores e prepará-los para algumas escolhas ousadas nos capítulos finais, explorando gêneros que oscilam desde a comédia dramática até o mistério.

O ciclo é bem estruturado e tem um forte início com “Ultimate Sacrifice”, viajando para o interior da Noruega e respaldando-se na cultura viking que ainda marca presença na atualidade. Aqui, Molly (Ine Marie Wilmann) é uma citadina mulher que está tendo dificuldades em se adaptar na sua nova casa, cuja mudança foi consequente à quase falência da família. E, para ajudar, ela lida com estranhos vizinhos que são extremamente apegados aos seus bichinhos de estimação – até descobrir que eles são acalentados e quase venerados por um motivo arrepiante: sacrifício. Na verdade, a cidade possui uma espécie de pedra mágica onde os habitantes fazem oferendas em troca de dinheiro, o que a transforma numa ambiciosa e inconsequente psicopata.

Ao longo dos episódios, percebemos que os breves enredos seguem a mesma linha de raciocínio chocante e surpreendente, refinando-se conforme nos aproximamos do season finale. Temos a história de um esquizofrênico rapaz que inventa em sua cabeça um arco de sequestro ao lado de dois irmãos que simplesmente não existem, culminando num sacrifício acidental que nos tira o fôlego. Logo depois, somos apresentados ao perfeito mundo de Olivia (Dagne Backer Johnsen), uma aspirante à escritora que começa a ser caçada por suas colegas de quarto até descobrir que está presa dentro de um conto (o que eventualmente não faz muito sentido pela forçada metalinguagem, mas logo explica-se com um cruel recomeço).

Coletivo Terror é uma ode à loucura e definitivamente não é guiada pela lógica; na verdade, o time criativo abraça e integra a si mesmo uma emoção gutural e impiedosa que acomete os mais diversos tipos de pessoas, sejam elas membros de uma companhia científica (como na tensão exacerbada de “Lab Rats”), seja numa festa de empresa que é o espaço perfeito para uma vingança (“The Elephant in the Room”, o melhor episódio da série sem sombra de dúvida). Eventualmente, percebemos que a delineação dos microcosmos almejam à originalidade, mas por vezes voltam-se à familiaridades conhecidas e batidas de produções de alto calibre: em “The Old School”, por exemplo, vemos uma recém-formada pedagoga que aceita trabalhar numa escola reaberta após décadas fechada e cruza caminho com um grupo de meninas assassinada que precisa de ajuda para seguir em frente (uma mistura de O Orfanato com Invocação do Mal que não dá muito certo por sua artificialidade).

Ademais, nota-se um apreço estético pelo drama seriado em sua mais pura forma: os enquadramentos e o jogo de campo-contracampo segue o estilo de tantos outras longas-metragens e séries que despontam na esfera audiovisual; mas não faço esse comentário de modo pejorativo. Pelo contrário, as escolhas artísticas auxiliam no entendimento das iterações e funcionam como um convite aberto para simples contos de terror que cumprem, na maior parte do tempo, o que prometem nos entregar desde o primeiro momento – e é isso que a torna um pouco diferente de obras adjacentes. Em outras palavras, não vemos muitos elementos do expressionismo ou arquiteturas excêntricas ou eventos preternaturais; temos a presença essencial do gore, sim, que faz alusão aos slasher dos anos 1980, e isso é tudo.

Coletivo Terror tem um início satisfatório o bastante para nos manter vidrados do começo ao fim e para nos fazer esquecer de seus deslizes; mais do que isso, a primeira temporada prepara um terreno mais que fértil para o futuro, cujas lapidação e cautela podem transformar essa mais nova antologia em uma das grandes séries da década.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Kristen Wiig revela que Mulher-Leopardo terá diversas evoluções no longa

Em entrevista ao InStyle, a atriz Kristen Wiig falou que a Mulher-Leopardo, vilã que interpreta no vindouro Mulher-Maravilha 1984’, terá diferentes evoluções conforme o filme se desenrola.

“Não podíamos tirar nenhuma foto. Era quarentena”, ela disse sobre sua experiência no set de filmagens. “Eles têm as coisas em algum lugar. Mas minha personagem tem diferentes evoluções. Posso contar isso”.

Anteriormente, a diretora Patty Jenkins conversou com a SYFY Wire e deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Lembrando que o filme chega ao Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

Marca Fox vai deixar de existir no Brasil e será substituída pela Star

Depois de anunciar mais um serviço de streaming para o Brasil, intitulado Star+, a Walt Disney revelou que a marca Fox deixará de existir na programação televisiva nacional.

A partir de fevereiro de 2021, a grade local não terá mais os canais supracitados, com exceção da Fox Sports, que permanecerá com o título original. Em vez disso, eles serão substituídos por ramificações da plataforma Star.

O Fox Channel se chamará Star Channel; o Fox Life será substituído por Star Life; o Fox Premium 1 passará a ser chamado de Star Hits, enquanto o Fox Premium 2 será Star Hits 2.

O Star+ será exclusivo na América Latina, e será uma extensão do Disney+ para conteúdos com classificação alta, com lançamento previsto para junho do ano que vem.

No Star+, veremos títulos mais adultos do estúdio, como ‘Logan‘, ‘Aliens‘ e ‘Deadpool‘  e produções e séries do Hulu, FXABC.

Aproveite e confira os altos e baixos do Disney+ no Brasil.

Pontos Altos:

Interface interativa

Antes da chegada do Disney+, a discussão que imperava no mercado de streamings no Brasil era o embate entre Netflix e Amazon Prime Video. Enquanto a Netflix tinha a vantagem de estar a mais tempo no mercado e ter uma interface mais intuitiva e organizada, o Prime Video apostava em um catálogo mais extenso e variado, com a chegada de superproduções originais e com filmes e séries de outros países, para tentar se sobrepor a uma interface bagunçada e pouco intuitiva.
O Disney+ consegue unir o melhor dos dois mundos nesse ponto. Além do catálogo ser absurdamente vasto, com materiais para atender a praticamente todos os públicos, ele possui uma interface intuitiva. Ou seja, ela reconhece seus gostos e é fácil de procurar e encontrar as produções que você quer assistir. Isso é fantástico não só para o público jovem, que não gosta de perder tempo, mas também para o público mais velho, que fica confuso procurando filmes e séries no Amazon Prime Video, por exemplo. Bola dentro do Disney+.

 

Catálogo

Atualmente, a Disney é dona de 1/3 do mercado cinematográfico americano, então era de se esperar que as principais franquias estivessem à disposição no catálogo do streaming. Com Star Wars, Marvel, Pixar, NatGeo, filmes vindos da Fox e os clássicos Disney, entretenimento é o que não falta. Além disso, uma série de novos filmes e produções está programada para entrar nos próximos meses.

 

Coleções

Eu pensei em colocar isso aqui no tópico de Interface, mas a verdade é que as Coleções são tão boas que merecem um destaque próprio. Sabendo da vastidão do seu catálogo, o Disney+ conta com organizadores chamados Coleções, onde ele separa seu conteúdo por temas. Se você quiser assistir a um filme das princesas da Disney, não precisa perder horas procurando pelo filme. Basta entrar na coleção Princesas e procurar dentro das opções delimitadas. Quer assistir a um filme do Universo Cinematográfico Marvel? Star Wars? Um live-action dos anos 1960? É só procurar nas coleções.

Mas a categoria na qual fica mais nítida a diferença e o benefício que é ter as coleções é a dos curtas. A The Walt Disney Company produz curtas espetaculares e muitos deles sequer foram lançados no Brasil. Ou seja, com muitas produções inéditas que provavelmente passariam despercebidas, a coleção de Curtas reúne todos eles em um só lugar. E a melhor parte é que há segmentações dentro da própria coleção. Ou seja, se você quiser ver um curta da Pixar, basta entrar na segmentação da Pixar… E por aí vai. É um avanço enorme que ajuda a explorar ainda mais o catálogo do serviço.

 

Polêmica:

Confusão no Rio

Uma das partes mais legais da campanha de chegada do Disney+ ao Brasil foi a exibição de um clipe de alguns minutos que foi projetado no morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Finalizado com o papagaio Zé Carioca adentrando o morro, o vídeo ficou fantástico, mas causou confusão com a Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ). Eles alegaram que o Pão de Açúcar não é “outdoor” e que a luz da projeção poderia causar danos ambientais.

No entanto, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) emitiu um comunicado à imprensa rebatendo as acusações da Federação ao esclarecer que a ação foi autorizada após a chegada de um relatório feito por biólogos atestando impacto ambiental mínimo. “Os organizadores do evento deram entrada no Carioca Digital seguindo os protocolos necessários para sua realização”, completou a secretaria, em nota.

 

Decisão Criativa

A polêmica mais famosa dessa chegada do Disney+ foi sobre a adaptação de Hamilton. O filme chegou ao Brasil sem dublagem ou legenda em português. Quando questionada sobre isso, a Disney respondeu que o longa não teria esse tipo de conteúdo em português por conta de “Decisões criativas”. A resposta causou revolta nos fãs do país inteiro, já que a produção era uma das mais aguardadas. Após um tweet do youtuber Imaginago questionando a decisão da empresa, o próprio Lin-Manuel Miranda, criador do musical, desmentiu a afirmação da Disney e se desculpou, em português, pela demora na chegada da legenda ou da dublagem.

 

Pontos Baixos:

Séries e episódios faltando

Uma das coisas mais legais que foram prometidas pelo Disney+ era a presença de filmes e séries que há muito não eram vistos. Infelizmente, grande parte das séries que mexiam com a nostalgia dos assinantes não entraram no catálogo nacional ou vieram incompletas, como é o caso de Lizzie Maguire, que tem o filme, mas não a série, As Visões da Raven, X-Men: Evolution e por aí vai. Ainda há casos de séries que entraram incompletas, como a última temporada de Star Wars: The Clone Wars, que só entrou um episódio, e Os Simpsons, que só contam com as temporadas 29 e 30 no catálogo.

 

Originais

Apesar de ridiculamente bem produzidos e apresentando qualidade inquestionável, as produções originais do Disney+ ainda não justificam a assinatura. A verdade é que em uma semana eu já assisti a todas as produções originais do serviço, como The Mandalorian, O Mundo Segundo Jeff Goldblum, A Dama e o Vagabundo, a seleção de Curtas, os documentários. São produções impecáveis e de muita qualidade mesmo, mas ainda são muito poucas para uma assinatura de R$27,90 por mês. A tendência é que elas aumentem, já que o serviço, por exemplo, será peça fundamental do Universo Cinematográfico Marvel na Fase 4. Ah, vale destacar também que há séries originais, como High School Musical: The Musical: The Series e Bis!, que estão adicionando episódios novos a cada semana. Um formato que deve ser explorado para as séries originais.

 

Lançamento de um novo serviço

Ok, essa aqui pegou muita gente de surpresa, já que essa galera pensou que o alto preço do Disney+ já envolveria todo o conteúdo possível numa plataforma só. No entanto, nessa semana, a Disney já começou a fazer perfis nas redes sociais para o lançamento do Star Plus, que vai contar com produções mais adultas, como os filmes do selo Searchlight, conteúdos vindos do Hulu e produções da Fox. A ação já levantou protestos nas redes sociais.

 

Ou seja, o Disney+ estreou com todos os pontos bons e ruins que uma plataforma streaming pode ter. Porém, a tendência é que eles expandam o catálogo com novas produções originais e ainda surfe bastante nessa empolgação do lançamento. Quem assinou deve explorar ao máximo o catálogo, porque tem muitas coisas boas mesmo à disposição. Quem ainda não assinou, talvez economize um pouco esperando pela chegada dos novos originais.

‘Ragnarok’: 2ª temporada ganha teaser trailer incrível; Confira!

A Netflix divulgou hoje (10) o teaser trailer oficial da 2ª temporada da série nórdica Ragnarok, que tem estreia marcada para 27 de maio.

Confira, junto às imagens:

A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.

“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para a Netflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.

O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.

Menino controla o futuro através de desenhos no trailer do terror ‘Marionette’; Confira!

S&R Films divulgou o trailer oficial de ‘Marionette’, novo terror que gira em torno de uma criança que consegue controlar o futuro através de desenhos arrepiantes.

Confira:

O filme é dirigido por Elbert van Strien (‘Two Eyes Staring’).

Pouco depois de perder o marido em um acidente de carro aparentemente aleatório, a psiquiatra infantil Marianne Winter começa uma nova vida na Escócia. Lá, começa a tratar um garoto de dez anos que diz conseguir controlar o futuro através de seus desenhos. Quando suas gravuras começam a se tornar realidade, Marianne dá início a uma obsessão que irá destruir sua vida e o que acredita ser verdade.

Thekla ReutenPeter MullanElijah Wolf estrelam.

‘Marionette’ estreia nos Estados Unidos em 03 de novembro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘9-1-1: Lone Star’: Atriz da série derivada deixa o elenco após duas temporadas

Más notícias para os fãs da série 9-1-1: Lone Star’!

Lisa Edelstein, que interpreta Gwyneth Morgan no spin-off, deixou o elenco da produção depois de duas temporadas (via ComicBook.com).

Na derivada, a atriz deu vida à esposa de Owen Strand (Rob Lowe) e, de acordo com o episódio exibido na última segunda-feira (“Red vs. Blue”), o filho do casal, T.K. (Ronen Rubinstein), recebeu uma ligação que lhe informou sobre a morte da mãe. Segundo a sinopse do próximo capítulo, Edelstein terá uma parte significativa na trama, mas em flashback.

Em entrevista à Variety, o showrunner Tim Minear comentou sobre o adeus da personagem e revelou que queria que Gwyneth saísse da série de forma inesperada.

“A vida nunca é apenas uma coisa. E é implacável. Queria que a morte de Gwyn acontecesse de uma forma que às vezes acontece – inesperada e sem muita fanfarra”, ele disse. “Vem em um momento em que as coisas para T.K. estão boas. Ele e Carlos estão no próximo nível. Sua família de bombeiros se reuniu. E a morte da mãe muda tudo para ele. Mas também para Owen e Carlos. O modo como TK lida com essa perda e com o luto irá nos dizer muito sobre onde ele está e de onde ele veio”.

O episódio de despedida, intitulado “In the Unlikely Event of an Emergency”, será exibido no dia 28 de fevereiro.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

Um novo mistério vai começar no trailer OFICIAL da 3ª temporada de ‘Clube do Terror’; Confira!

Nickelodeon divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?).

Intitulado ‘Are You Afraid of the Dark?: Ghost Island‘, o novo ciclo irá estrear no dia 30 de julho.

Confira:

A nova iteração será composta por quatro episódios e contará uma história inédita, que gira em torno de um grupo de jovens que partem no que acreditavam ser uma viagem de férias de verão em uma ilha paradisíaca – apenas para descobrirem que algo sinistro espreita os hóspedes.

Como é de costume, a próxima temporada apresentará novos membros da Sociedade da Meia-Noite, que serão: Kayla (Telci Huyhn), Max (Conor Sherry), Leo (Luca Padovan), Summer (Dior Goodjohn) e Ferris (Chance Hurstfield).

Julian Curtis também estrela a produção como Stanley Crane, gerente do hotel da ilha.

Lembrando que as duas primeiras temporadas do reboot estão disponíveis na Paramount+.

A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.

James Cameron CONFIRMA briga com diretor de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’

James Cameron é um dos cineastas mais ambiciosos e conhecidos da história do cinema e, em 1984, alcançou sucesso enorme com o impecável O Exterminador do Futuro. O longa-metragem causou impacto tão grande no cenário do entretenimento que rendeu nada menos que cinco sequências – sendo a mais recente intitulada O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’.

O mais recente capítulo, lançado em 2019, ignorou os eventos dos três filmes anteriores e serviu como sequência direta de ‘O Julgamento Final’. Apesar de uma recepção relativamente sólida (com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção foi um fracasso de bilheteria, arrecadando pouco mais de US$261 milhões contra um altíssimo orçamento de US$190 milhões).

Recentemente, Cameron falou sobre os conturbados bastidores do longa, assumindo a culpa e dando detalhes sobre os conflitos criativos que teve com o diretor Tim Miller.

“Acho que, na verdade, estou razoavelmente feliz com o filme”, ele disse em entrevista ao Deadline“Tim e eu tivéssemos nossas batalhas e ambos falamos sobre isso – mas o mais louco é que ainda somos amigos. O que é estranho. Eu gostava dele antes do filme, não gostava muito dele durante o filme, e eu gosto dele agora. E acho que ele se sente do mesmo jeito. Nós dois somos fissurados em sci-fi e gostamos das mesmas coisas. E eu amo a série dele, ‘Love, Death + Robots’. Mas sim, nós batemos de frente”.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘Avatar: O Caminho da Água’, chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

‘The Idol’: Série com The Weeknd e Lily Rose-Depp ganha DOIS novos teasers oficiais; Confira!

HBO divulgou dois novos teasers oficiais de The Idol, série co-produzida pela A24 e estrelada pelo vencedor do Grammy The Weeknd e pela atriz Lily Rose-Depp.

A produção tem estreia agendada para o dia 4 de junho, tanto no canal quanto na plataforma da HBO Max.

Confira:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

‘A Idade Dourada’: 2ª temporada da série de época estreia na HBO Max!

A 2ª temporada de ‘A Idade Dourada‘, série de época estrelada por Carrie Coon e Christine Baranski, já estreou na HBO Max.

O novo ciclo foi lançado hoje, 29 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que 13 atores foram recentemente promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.

As promoções incluem: Kelli O’Hara como Aurora Fane, Donna Murphy como Mrs. Astor, Debra Monk como Armstrong, Kristine Nielsen como Mrs. Bauer, Taylor Richardson como Bridget, Ben Ahlers como Jack Trotter, Kelley Curran como Turner, Douglas Sills como Baudin, Celia Keenan-Bolger como Mrs. Bruce, Michael Cerveris como Watson, Erin Wilhelmi como Adelheid Weber, Patrick Page como Richard Clay e Sullivan Jones como T. Thomas Fortune.

Thomas Cocquerel, que deu vida a Tom Raiker, não retornará para a 2ª temporada.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’: Série COMPLETA já está disponível no Star+!

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, teve seu último episódio exibido hoje, 23 de abril – e, agora, os assinantes podem conferir a produção na íntegra na plataforma de streaming.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A obra conquistou nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 58 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Diretor de ‘Coringa: Delírio a Dois’ sabe que o FINAL do filme vai provocar reações FORTES

Coringa: Delírio a Dois’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo – trazendo ninguém menos que os vencedores do Oscar Joaquin PhoenixLady Gaga como Arthur Fleck/Coringa e Lee Quinzel/Arlequina, respectivamente.

Após sua primeira exibição no Festival de Veneza, tornou-se um consenso de que o final do filme irá dividir o público – e o próprio diretor Todd Phillips tem plena consciência de que isso irá acontecer.

“Para as pessoas que assistiram a esse filme, no geral… No final, elas ficam sentadas e não se mexem durante três a cinco minutos”, ele revelou ao Slash Film“Então, elas me mandam mensagem, aquelas que me conhecem, ou me mandam e-mail escrevendo: ‘eu preciso de um tempo para processar o filme”.

Phillips continua: “acho que vai deixar você bem desconfortável. Acho que é desconfortável”.

Por fim, o cineasta disse que a sequência “esclarece várias coisas sobre as quais você se perguntava no primeiro filme. Espero que todas sejam respondidas”.

Segundo o jornalista Matthew Belloni, do Puck, o longa-metragem deve arrecadar US$68 milhões em seu primeiro final de semana no mercado norte-americano (via CBM).

O valor é um pouco abaixo do previamente anunciado, US$70 milhões. Vale lembrar que, a princípio, projeções apontavam para uma forte abertura de mais de US$100 milhões.

Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Oscar 2025 | Sean Baker leva o prêmio de Melhor Roteiro Original por ‘Anora’

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Baker foi condecorado com a estatueta de Melhor Roteiro Original por seu aclamado trabalho.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

anora

Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Cole Escola, vencedor do Tony Award, é escalado para a animação NATALINA ‘Margie Claus’

Segundo o Deadline, o vencedor do Tony Award Cole Escola (‘Oh, Mary!’) foi escalado para a nova animação da Warner Bros. PicturesMargie Claus.

Escola se junta a Melissa McCarthy (‘Poderia Me Perdoar?’), que será a protagonista titular e produtora do longa-metragem.

Em ‘Margie Claus‘, acompanhamos a adorável e atrapalhada Margie, esposa do Papai Noel, que leva uma vida tranquila e afastada dos holofotes no Polo Norte. Mas tudo muda quando, em plena véspera de Natal, o trenó de Noel desaparece misteriosamente durante uma entrega ao redor do mundo.

Com a missão em risco e o mundo à beira de um Natal sem presentes, Margie decide sair de sua zona de conforto e embarcar em uma jornada épica para encontrar seu marido — enfrentando desafios mágicos, criaturas inusitadas e redescobrindo seu próprio valor. Ao lado de uma equipe de ajudantes carismáticos, ela descobre que também pode ser uma heroína natalina.

Escola será Levi, elfo “braço-direito” de Margie.

A animação chega aos cinemas norte-americanos em 5 de novembro de 2027.

Descrito como um musical animado, o filme será recheado de canções originais, humor pastelão e emoção na medida certa — seguindo a tradição de produções natalinas queridas como ‘O Expresso Polar‘ e ‘Meu Papai é Noel‘.

A nova versão animada de ‘Margie Claus‘ marca uma guinada no projeto original, que foi anunciado em 2017 como um live-action natalino da New Line. Com mudanças de formato e cronograma ao longo dos anos, o projeto renasceu em 2024 como animação pelas mãos de talentos experientes do estúdio.

Shane Prigmore, conhecido por seu trabalho em animações como ‘Coraline‘, ‘O Pequeno Príncipe‘ e como supervisor criativo na Disney Television Animation (Rapunzel, A Princesa Sofia), assina a direção.

Já o roteiro fica a cargo de Ben Falcone (marido e colaborador frequente de McCarthy) e Damon Jones (roteirista de Central de Inteligência, Dead to Me).

McCarthy e Falcone assinam como produtores pela On the Day Productions.

‘Primal’: Spear está de volta no INSANO trailer inédito da 3ª temporada; Confira!

Adult Swim revelou o novo trailer oficial da 3ª temporada de Primal, aclamada série animada adulta criada por Genndy Tartakovsky (‘Hotel Transilvânia’).

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro, com transmissão na HBO Max.

A terceira temporada de Primal começa com uma reviravolta chocante que ressuscita Spear em uma nova forma — desprovido de memória e humanidade — e o força a vagar por um mundo brutal e indomável como uma sombra de si mesmo. Enquanto Spear luta contra paisagens selvagens e inimigos mortais, tênues ecos de seu passado começam a surgir, levando-o a um reencontro emocionante e explosivo que testará os limites da sobrevivência.

Confira:

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

Taylor Swift lança a INÉDITA “I Knew It, I Knew You” para a trilha sonora de ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, terá uma música inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção foi lançada hoje, 5 de junho, em todas as plataformas de streaming.

Ouça:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Marvel está considerando ator de ‘Shazam!’ para o papel de Galactus

De acordo com o We Got This Covered, Mark Strong e Liam Neeson são fortes candidatos ao papel do vilão Galactus no MCU.

A Informação veio da mesma fonte que revelou o Mandarim como vilão de ‘Shang-Chi’ e a presença do Máscara Negra em ‘Aves de Rapina‘.

No entanto, a Marvel ainda não iniciou o processo de escalação para o personagem, e os astros estão apenas na lista de desejos do estúdio.

Considerando que a introdução do ‘Quarteto Fantástico no MCU ainda vai demorar, outros nomes podem ser considerados para o papel.

Uma curiosidade é que Strong já interpretou Sinestro em ‘Lanterna Verde‘, Frank D’Amico em ‘Kick-Ass’, e o Dr Silvana em ‘Shazam!’

Será que ele vai adicionar mais um vilão ao currículo?

Para quem não se lembra, Galactus apareceu pela primeira vez no cinema em ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘ (2007), surgindo como uma nuvem cósmica sem formação, o que desagradou a maioria dos fãs.

Agora resta torcer para que a Marvel introduza o vilão de forma mais ameaçadora e fiel aos quadrinhos.