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‘How I Met Your Mother’: Josh Radnor explica porque os fãs odiaram o final

How I Met Your Mother foi ao ar durante 9 temporadas, exibidas entre 2005 e 2014, mostrando as desastrosas tentativas de Ted Mosby (Josh Radnor) em encontrar o amor de sua vida.

No entanto, quando ele finalmente encontra a mulher perfeita, vivida por Cristin Milioti, ela adoece e morre após alguns anos de casamento.

No fim da história, Ted acaba ficando com Robin Scherbatsky (Cobie Smulders), a mulher pela qual ele era apaixonado desde o primeiro episódio…

No entanto, muitos fãs odiaram esse desfecho, dizendo que Robin só deu uma chance a Ted quando ficou sozinha e sentindo inveja de sua felicidade.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Radnor explicou porque os fãs odiaram o desfecho.

O astro disse que a intenção dos criadores sempre foi deixar Ted e Robin juntos, mesmo sabendo que isso traria raiva e tristeza.

“Aquele final foi triste, e as pessoas não sabem lidar com a tristeza, então a raiva é uma emoção mais fácil de lidar do que a tristeza. Mas essa empre foi a intenção dos criadores… Carter [Bays] e Craig [Thomas] sabiam que haveria essa discussão por anos: ‘Com quem Ted deveria ficar’? E quando a reposta foi diferente do que eles [os fãs] queriam, surgiu toda essa raiva e tristeza, e nem todo mundo está disposto a se sentir assim.”

E você, o que achou do final de ‘How I Met Your Mother‘?

 

Além de Radnor e Smulders, o elenco conta com Neil Patrick Harris, Alyson Hannigan e Jason Segel.

Relembre a abertura:

‘Pânico’: Diretores criaram várias versões diferentes do novo filme

Segundo o Bloody-Disgusting, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’) criaram várias versões do final do novo ‘Pânico‘ para evitar vazamentos.

Eles usaram a mesma técnica de Wes Craven, que filmou vários finais de ‘Pânico 2‘ após o roteiro vazar na internet. Até os assassinos foram alterados na versão final para que o público pudesse se surpreender.

O site afirma que os diretores filmaram finais diferentes com assassinos diferentes.

Tudo para não estragar a grande revelação final.

Pânico‘ teve sua estreia mantida no Brasil para 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Pânico 4 completa 10 anos | Confira várias curiosidades do quarto filme da franquia 

Pânico 4 | Conheça os Personagens do Filme que Quase foram Vividos por Outros Atores 

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

 

 

[EXCLUSIVO] ‘Falcão e o Soldado Invernal’: Wyatt Russell fala sobre as pressões de ser o novo Capitão América

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ segue a plenos pulmões, surpreendendo os fãs da Marvel a cada novo episódio. E o personagem John Walker, vivido por Wyatt Russell, tem protagonizado alguns dos momentos mais controversos da produção.

Sob a pressão de ser o novo Capitão América, o militar se encontra dividido entre seus princípios, seu passado como membro do Exército norte-americano e a responsabilidade que envolve sustentar o escudo do Steve Rogers.

E em uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, o intérprete do personagem comentou sobre a jornada de Walker, e como ele – enquanto ator – se sente vestindo o manto de um dos heróis mais amados da Marvel.

Em relação ao peso do escudo do Capitão América para John Walker, Wyatt Russell ponderou:

“Isso remonta às expectativas do país, mas na verdade são as expectativas que ele tem sobre si mesmo e sobre o que significa ser o Capitão América. Como um cara patriota que quer representar tudo o que isso significa para o resto do país, ele quer fazer o bem e representar o escudo da melhor maneira que puder. Ele é treinado para ser um soldado e fazer o que os soldados fazem. Ele não foi treinado para se envolver e falar com as pessoas – entrar no personagem. O peso disso é esmagador, até que ele decide que não pode ser tudo para todos e terá que fazer isso dar certo”.

O astro ainda refletiu sobre a sensação e os desafios de vestir o uniforme do herói, enquanto desempenha suas cenas de ação:

“Para mim, essa foi a parte mais difícil de tudo. É um acordo dividido em cinco partes para o qual você vai precisar de ajuda para se habituar. E você é colocado em uma posição em que parece estar preso em um gesso e pegou pesado em meus ombros – anos jogando hokey vieram gritando para me assombrar. Você tem que entrar em forma apenas para aguentar o peso do figurino. Então você tem que se mover, lançar um escudo e isso parece impossível. Mas o traje coloca você em uma postura de super-herói que seria estranho se você fizesse isso sem ele. Definitivamente, ajuda a criar a atitude do personagem”.

Vale lembrar que o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘LOVE: A História de Lisey’: Adaptação de Stephen King ganha novas imagens oficiais; Confira!

A nova minissérie da Apple TV+, intitulada ‘Lisey’s Story‘, ganhou novas imagens oficiais.

A produção é baseada no livro ‘LOVE: A História de Lisey‘, de Stephen King.

Confira:

A adaptação irá estrear oficialmente no dia 4 de julho.

Os episódios são dirigidos por Pablo Larraín, que também assina o roteiro ao lado de King.

Dois anos depois da morte de seu marido, Lisey Landon decide que está a hora de ir até seu escritório e começar a limpar toda a papelada. Scott Landon era um romancista best-selles e Lisey já foi contatada por pessoas que desejam comprar seus trabalhos não publicados, mas ela está determinada a não deixar isso acontecer. Quando começa o processo de limpeza, um estranho homem entra em contato com ela e diz que, caso não entregue os papéis, Lisey sofrerá as consequências.

Julianne MooreClive Owen estrelam. O elenco ainda inclui Dane DehaanJoan AllenJennifer Jason Leigh e Sung Kang.

A produção contará com oito episódios.

Sessão espírita dá terrivelmente errado no trailer do terror ‘Seance’; Assista!

O terror sobrenatural ‘Seance‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Simon Barrett, que escreveu ‘Você é o Próximo‘, ‘Bruxa de Blair‘ e ‘O Hóspede‘, será responsável pela direção, sendo este o primeiro longa-metragem sob o seu comando.

A trama acompanha a chegada de uma jovem em uma escola só para meninas, a prestigiada Edelvine Academy. Logo após sua chegada, seis garotas a convidam para se juntar a elas em um ritual noturno, evocando o espírito de um ex-aluno morto que supostamente assombra seus corredores. Mas, antes do amanhecer, uma das meninas acaba morrendo, deixando as outras se perguntando o que elas podem ter despertado.

O elenco conta com Suki Waterhouse, Stephanie Sy, Inanna Sarkis, Madisen Beaty, Djouliet Amara e Ella-Rae Smith.

O terror será lançado pela RLJE Films em VOD no dia 21 de maio.

‘Thor: Amor e Trovão’: Chris Hemsworth surge com novo penteado em vídeo

As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘ seguem a todo vapor e o ator Chris Hemsworth postou um em que ensina técnicas de luta de boxe para seu filho.

Os fãs logo repararam que ele já está com um novo penteado que o Thor usará no filme.

Confira, com fotos:

Vale lembrar que o vencedor do Oscar Russell Crowe (‘Gladiador’, ‘A Múmia’) foi confirmado no elenco (via Heroic Hollywood).

Detalhes sobre o seu papel não foram revelados.

O ator se junta aos previamente anunciados Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Ben Falcone também está no elenco em um papel não revelado.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

‘Slumber Party Massacre’: SyFy está desenvolvendo remake do slasher!

De acordo com o Deadline, o canal SyFy e a produtora Shout! Studios estão desenvolvendo um remake para o slasher ‘Slumber Party Massacre‘, lançado originalmente no Brasil como O Massacre.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a nova versão está sendo descrita como “uma reimaginação do longa original”.

Danishka Esterhazy (‘The Banana Splits Movie’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Suzanne Keilly (‘Ash vs. Evil Dead’).

“Fazer um remake desse filme é emocionante e ousado, mas não há pessoas mais capazes para enfrentar esse desafio do que Danishka Esterhazy, Suzanne Keilly e a equipe da produtora Blue Ice Pictures. A visão criativa deles irá honrar o longa original e atrair o público atual,” afirmou Brent Haynes, presidente da Shout! Studios.

O elenco contará com Hannah Gonera, Frances Sholto-Douglas, Mila Rayne, Alex McGregor e Reze-Tiana Wessels.

No filme de 1982, dirigido por Amy Holden Jones, uma festa do pijama se transforma em um banho de sangue quando um serial killer psicótico com uma furadeira aparece na vizinhança.

A expectativa é que o remake seja lançado ainda esse ano.

‘Just Beyond’: Mckenna Grace estrelará série cômica de terror da Disney+

De acordo com o Deadline, Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) estrelará a nova série de terror cômica da Disney+, intitulada ‘Just Beyond‘.

Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) também foi confirmada no elenco.

A produção é uma adaptação dos quadrinhos criados por R.L. Stine (‘Goosebumps’).

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.

O roteiro será escrito Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis‘), que também será o showrunner do projeto.

“Eu cresci assistindo reprises de ‘Além da Imaginação’ com meus pais,” afirmou Grahame-Smith ao Deadline. “Eu sempre quis fazer uma série antológica do gênero que as famílias pudessem assistir juntas de um jeito que agradasse tanto os adultos, quanto as crianças. R.L. Stine fez parte da infância de muitas pessoas e a Disney+ já se provou um lugar de conteúdo com alta qualidade para toda a família.”

Stine servirá como produtor executivo da série.

A expectativa é que a produção seja lançada ainda em 2021, mas nenhuma data específica foi agendada.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse do primeiro quadrinho da saga:

“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além ?”

Netflix pretende lançar episódios semanais ao invés da temporada completa; Entenda!

De acordo com o Comic Book, a Netflix está analisando a possibilidade de lançar os episódios de suas séries semanalmente em vez de disponibilizar temporadas completas para maratonas.

Para medir a reação do público, a plataforma já testou o formato com ‘O Expresso do Amanhã’, que conta com lançamento semanal por acordo com o canal que exibe a série nos EUA.

A estratégia é uma forma de disputar a audiência com a Disney+, que veio com a mesma proposta sobre o lançamento dos episódios de suas séries.

A medida também pode refletir na permanência dos assinantes por mais tempo na plataforma, além de garantir repercussão de um determinado programa durante meses, e não apenas durante uma semana, como tem acontecido desde o avanço dos canais de streaming.

Mesmo assim, a Netflix ainda não se pronunciou sobre a mudança, e ainda não há confirmação se o formato de exibição será permanente ou se será adotado em todas as produções do catálogo.

Atividade Paranormal 7

(Paranormal Activity 7)

 

Elenco:

 

Direção: William Eubank

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: – Direto no Paramount+ – 14 de Abril de 2022

Sinopse:

Christopher Landon foi contratado para assinar o roteiro. Landon não é um estranho à franquia, visto que ficou responsável pelas histórias da segunda e da quinta iterações.

Vale lembrar que já se passaram seis anos desde o lançamento do capítulo anterior, ‘Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma‘, que fracassou nas bilheterias.

Detalhes sobre o enredo do filme ou os cineastas por trás do empreendimento não foram revelados, mas a Paramount Pictures contratou o conceituado produtor Jason Blum – dono da Blumhouse – para desenvolver a sétima sequência.

Curiosidades:

» “Nós estamos nos unindo com o grande produtor de terror, Jason Blum, para trazer um novo capítulo de ‘Atividade Paranormal’“, afirmou o presidente e CEO do estúdio, Jim Gianopulos

» O primeiro filme teve orçamento de míseros US$ 15 mil, foi vendido para a Paramount por US$ 350 mil e faturou US$ 194 milhões mundialmente.

» ‘Atividade Paranormal 2‘ custou US$ 3 milhões e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

» ‘Atividade Paranormal 3‘ se tornou a maior abertura da história para um filme de terror, com US$ 54 milhões.

» Christopher Landon, responsável pelo roteiro de Atividade Paranormal 2, 3 e 4, além do spin-off ‘Marcados Pelo Mal‘, retornará como roteirista do novo filme;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Critica | Meu Pai – Drama sobre demência traz Anthony Hopkins em atuação avassaladora

Envelhecer é um processo inerente e muitas vezes assustador. À medida que este novo tempo se abre diante dos olhos de forma encorajadora, é inegável seu fator intimidador. Com a memória muitas vezes definhando e a estrutura do corpo se comprimindo, o envelhecimento parece um regresso ao princípio, uma quase analogia ao Curioso Caso de Benjamin Button. E em Meu Pai (The Father), os maiores temores dessa fase da vida ganham uma profundidade inquietante pela belíssima atuação de Anthony Hopkins. Aqui, no primeiro filme do então dramaturgo Florian Zeller, o veterano vencedor do Oscar se despe da forma mais vulnerável possível, nos lembrando que há uma dolorosa dureza em viver uma longa vida.

Meu Pai acompanha um fragmento tão peculiar da existência humana, ao tratar a extrema fragilidade da nossa vida a partir de uma determinada idade. Com as memórias comprometidas e uma certa confusão mental quanto a lugares, feições e circunstâncias, Anthony (Hopkins) é um senhor de idade irreverente, de fala dura e gênio indiscreto e difícil de lidar. Acostumado a uma certa independência, ele tem uma resistência enorme em viver a velhice com o auxílio de uma cuidadora, uma insistência da sua filha, vivida por Olivia Colman. Com uma agressividade que não tem quase nada de passiva, ele sempre deixa bem claro que sua sanidade segue como de costume e não se sujeitará à qualquer submissão que tente provar ao contrário.

Mas como alguém que já apresenta um quadro inicial de demência, Anthony vive os seus dias em uma constante luta interna para obter um certo controle sobre sua própria vida. Sabendo, em seu íntimo, que seu raciocínio já não é tão ávido como em sua juventude, ele ainda digladia com comportamentos passivos agressivos na tentativa de se provar dono da sua mente. Como alguém sufocado pelo medo de perder suas memórias e sua própria essência, ele internaliza o doloroso sofrimento de diariamente tentar se reconhecer, revelando nesse entrave uma feição completamente diferente na atuação de Hopkins. Como um ator que, incrivelmente, ainda é capaz de surpreender as audiências, o veterano se apresenta de forma profundamente debilitável e exposta, não tem medo de explorar um universo totalmente vinculado à sua própria faixa etária e hipnotiza os olhos do público, que marejados sofrem o mesmo sofrimento que ele.

De uma delicadeza tão dolorosa e sensível, Meu Pai traz um roteiro surpreendente, que explora a simplicidade do envelhecimento em toda a sua complexidade. Como uma peça que fora adaptada às telonas, a obra de Zeller revela ainda uma riqueza de detalhes que só poderia ser extraída de uma experiência pessoal. E nesta trama, o cineasta explora os dilemas que englobam todos os envolvidos nesse processo tão angustiante. A partir da atuação de Colman, vemos ainda o outro lado dessa atmosfera, ao testemunharmos a difícil decisão de ter que colocar seu pai em uma casa de amparo, gerando quase um abismo emocional de distância entre pai e filha.

Com um design de produção que se incorpora à história, Meu Pai conta com uma estratégia narrativa inteligente, ao transformar todos os elementos técnicos da produção em uma extensão direta da trama. Fazendo-nos enxergar o mundo pela ótica turva de Anthony, Zeller contrasta a ótica fictícia do protagonista com a visão verdadeira dos fatos e das circunstâncias, nos levando a perceber – literalmente – como funciona a confusão mental de uma pessoa que apresenta um quadro de demência. Nos confundindo de propósito, o roteiro do drama é certeiro ao também conseguir justificar sua própria técnica narrativa e principalmente o seu final, quando as pequenas dúvidas que ainda permaneciam na mente do personagem principal e da audiência são sanadas quando ele tem a visão completa de seu pleno definhamento físico e mental.

E quando ficamos diante deste clímax, Anthony Hopkins atinge um novo pico em sua atuação, regado por profundas lágrimas e uma sensação de abandono que beira o comportamento infantil. Entre alucinações e uma pequena crise de pânico, sua genuína entrega no proporciona uma das experiências mais difíceis de assistir. E como um remédio amargo que desce rasgando a garganta, Meu Pai é o retrato mais autêntico e real da fase mais temida pelo ser humano. Doloroso de assistir, mas belíssimo de contemplar, o primeiro filme do francês Florian Zeller é ainda a entusiasmada expectativa pelo que mais esse brilhante e novato cineasta tem a compartilhar com o restante do mundo.

Filme fica disponível na plataforma a partir dessa quinta-feira, dia 15 de abril, para aluguel a R$24,90

Meu Pai

(The Father)

 

Elenco:

Anthony Hopkins

Olivia Colman

Mark Gatiss

Olivia Williams

Imogen Poots

 

Direção: Florian Zeller

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível em VOD

Sinopse: 

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Florian Zeller também coescreveu o roteiro ao lado de Christopher Hampton, que é baseado na peça homônima dele;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Netflix lança fracasso de bilheteria com Jennifer Aniston e Paul Rudd; Assista ao trailer!

Viajar é Preciso‘ (Wanderlust), comédia com Jennifer Aniston, Paul Rudd e Justin Theroux, estreou no catálogo da Netflix.

Lançado em 2012, o filme é considerado um dos maiores fracassos de bilheteria da carreira de Aniston, e arrecadou apenas US$ 23 milhões mundialmente.

Assista ao trailer:

A trama acompanha um casal de Nova York que decide fugir da correria e modernidade para viver uma vida mais calma e cultural. A caminho de Atlanta, eles deparam com Elysium, uma idílica comunidade que tem um estilo de vida bem diferente. Será que esse é o recomeço que eles precisam, ou Elysium vai causar mais problemas que soluções?

David Wain dirige e roteiriza a produção.

10 Beijos INESQUECÍVEIS do Cinema e da Televisão

Hoje, 13 de abril, comemora-se o Dia Internacional do Beijo – e nada melhor que celebrar uma das datas mais divertidas do ano.

Para tanto, o CinePOP separou uma breve lista com os dez beijos mais inesquecíveis do cinema e da televisão, desde o icônico momento entre Jack e Rose em Titanic até a avassaladora sequência entre Chiron e Kevin no aclamado vencedor do Oscar Moonlight: Sob a Luz do Luar.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito (separados em ordem cronológica):

RACHEL E ROSS (FRIENDS, 1995)

A história de Ross (David Schwimmer) e Rachel (Jennifer Aniston) é uma das mais angustiantes da televisão e, depois de amores platônicos, demonstrações de afeto e brigas, os dois protagonistas da premiada sitcom Friends finalmente se beijaram pela primeira vez após (é claro) uma acalorada discussão sobre navios.

JACK E ROSE (TITANIC, 1997)

Um dos casais mais famosos (e mais injustiçados) de todos os tempos não poderia jamais ficar de fora da nossa lista. Jack Dawson (Leonardo DiCaprio) e Rose DeWitt (Kate Winslet) se conheceram a bordo do Titanic e, apesar do breve relacionamento que teve um abrupto fim com o naufrágio do transatlântico, trouxeram química de sobra para as telas. A sequência em que estão dentro da cabine de um automóvel e na proa do navio são memoráveis e recheadas de emoção e sensualidade.

KATHRYN E CECILE (SEGUNDAS INTENÇÕES, 1999)

Segundas Intenções ficou marcado na história do cinema como um controverso e importante longa-metragem, não apenas pelo manipulativo e chocante enredo, mas também pela icônica cena entre Kathryn (Sarah Michelle Gellar) e Cecile (Selma Blair). Na sequência em questão, as personagens discutem sobre casais homoafetivos antes de se beijarem e entregarem um vital capítulo para o gênero dos dramas adolescentes – ainda mais considerando os cruéis capítulos enfrentados pela comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990.

SHREK E FIONA (SHREK, 2001)

Shrek desconstruiu absolutamente todos os preceitos dos contos de fada e entregou um enredo original, divertido, ácido e como nenhum outro de Hollywood. E são essas razões que transformam a redenção do ogro titular (Mike Myers) e de Fiona (Cameron Diaz) em algo espetacular e fora dos padrões: após lutarem contra os mais diversos inimigos, os dois amantes selam sua paixão com um Beijo de Amor Verdadeiro e, por fim, encontrando um merecido final feliz.

MIA E MICHAEL (O DIÁRIO DA PRINCESA, 2001)

Mia Thermopolis (Anne Hathaway) passou a vida esperando por algo de espetacular acontecer em sua vida – e em como seria dar o seu primeiro beijo. Apesar das coisas não terem saído como o planejado e ela ter descoberto ser uma princesa no meio do caminho, seu final feliz a aguardava logo nas últimas cenas de O Diário da Princesa e do modo mais perfeito possível: beijando seu melhor amigo, Michael (Robert Schwartzman), em um belíssimo jardim iluminado.

PETER E MARY JANE (HOMEM-ARANHA, 2002)

Homem-Aranha continua no pódio como um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos – e é claro que uma produção com esse calibre também traria um dos beijos mais aplaudidos da história. Na cena (que eu tenho certeza que todos conhecem), traz uma recém-salva Mary Jane (Kirsten Dunst) encontrando aquele que a impediu de ser roubada, Peter Parker (Tobey Maguire). Sem conhecer a identidade do herói, ela conversa com ele e remove a máscara apenas para lhe dar um singelo beijo.

ALLIE E NOAH (DIÁRIO DE UMA PAIXÃO, 2004)

Ryan GoslingRachel McAdams pararam o mundo e fizeram os fãs pularem de alegria ao se beijarem debaixo da chuva em Diário de uma Paixão. Aliás, poucas cenas são tão bem construídas como essa – e não é surpresa que a dupla tenha repetido o feito ao se encontrar carinhosamente durante o MTV Movie Awards 2005, ao recriarem o beijo enquanto aceitavam um dos prêmios.

CHIRON E KEVIN (MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR, 2016)

Quando Moonlight: Sob a Luz do Luar ganhou o merecido Oscar de Melhor Filme, quebrou barreiras históricas ao trazer às telonas um protagonista gay, negro e pobre, em toda sua multiplicidade narrativa. Um dos momentos principais do longa é demonstrado na singela e apaixonante cena em que Kevin (Jharrel Jerome) e Chiron (Ashton Sanders) se beijam na praia, destilando uma explosiva e, ao mesmo tempo, íntima química que os reúne anos depois quando adultos.

DAMON E RICKY (POSE, 2018)

Damon (Ryan Jamaal Swain) e Ricky (Dyllón Burnside) tiveram uma relação um tanto quanto turbulenta em Pose, facilmente a melhor série já criada por Ryan Murphy. Damon, recém-assumido gay e expulso de casa em meio à LGBTQfobia dos anos 1980, ele entra para uma Casa e vive sob os cuidados de Blanca (MJ Rodriguez). Apesar de nunca ter ficado com outro homem, Damon nutre de uma atração inequívoca por Ricky; quando sozinhos, o charmoso e experiente personagem interpretado por Burnside o deixa confortável o suficiente para beijá-lo pela primeira vez – e dar início a um enlace amoroso memorável.

RUE E JULES (EUPHORIA, 2019)

Assim como ‘Moonlight’, Euphoria trouxe inúmeras discussões importantes sobre orientação sexual e identidade de gênero ao cenário mainstream – culminando com o impactante beijo entre Rue (Zendaya) e Jules (Hunter Schafer). Na cena, Jules visita Rue através da janela de seu quarto e pede para passar a noite – e, depois de piadas e risadas, elas finalmente se beijam da forma mais cândida possível.

PERFEITOOO! Trailer DUBLADO dos episódios finais de ‘Falcão e O Soldado Invernal’

Falcão e o Soldado Invernal‘ ganhou um novo trailer DUBLADO para preparar o público para os dois últimos episódios.

Além de recapitular os melhores momentos da série até agora, o vídeo provoca o iminente confronto de Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) contra John Walker (Wyatt Russell).

Em um rápido trecho, Walker faz questão de deixar claro que não vai abandonar o escudo de Steve Rogers ao afirmar:

“Eu sou o Capitão América.”

Assista:

Lembrando que o 5º episódio será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Confira o trailer e a sinopse da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Crítica | Alvorada – Anna Muylaert provoca novas perspectivas do Impeachment de Dilma Rousseff

Desde as manifestações de 2013, a política brasileira tornou-se tema de incontáveis projetos de documentários e ficções. Pelas mãos de Anna Muylaert (Que Horas Ela Volta?) e Lô Politi (Jonas), Alvorada acompanha o dia a dia da presidente Dilma Rousseff, entre julho e setembro de 2016, no decorrer da abertura até a votação do seu processo de impeachment. Lançado no 26º Festival É Tudo Verdade, o documentário observa a agenda e as elucubrações da chefe de estado em um dos momentos mais marcantes da recente história do nosso país. 

Diferente das obras Democracia em Vertigem (2019), de Petra Costa, O Processo (2018), de Maria Augusta Ramos, e Excelentíssimos (2018), de Douglas Duarte, a abordagem de Muylaert e Politi é mais intimista e despojada. Como se elas estivessem a observar a “casa” da presidente, seus visitantes, e, por vezes, sentam-se à mesa para ouvir a anfitriã contar suas percepções e entreter os convidados com análises filosóficas e políticas. Uma delas é uma bonita e certeira analogia entre a expressão “a banalidade do mal”, cunhada por Hannah Arendt (1906-1975), a Eduardo Cunha, então presidente da Câmara de Deputados. 

Os acontecimentos são desenvolvidos no mesmo período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, a televisão pelos cômodos da casa testemunha o momento, enquanto a voz de Dilma enuncia apenas um lamento de não poder participar de uma cerimônia do evento, já que estava afastada do seu mandato. A pressão do período é estabelecida nos encontros da presidente com a imprensa, seja nacional seja internacional. Suas respostas são ponderadas e passivas, no entanto, os jornalistas buscam uma “confissão” ou uma explicação lógica para o desenrolar do processo no congresso. 

Quando Dilma Rousseff não está em destaque, os cômodos do Palácio da Alvorada ganham status de personagens, não apenas cenário. Entre suas paredes, funcionários do governo circulam e cumprem suas funções, desde o preparo do menu do dia, passando pela vigilância de emas e patos, até a preparação de um discurso. Em cena, grande parte das discussões ficam em torno da elaboração de uma carta aos apoiadores, ministros e até mesmo aos “inimigos” do governo. 

Sem deixar a peteca cair, Dilma mostra-se ostensiva na sua defesa e consciente do jogo político. A emblemática foto de sua auditoria no tribunal militar em 1970 recebe um enquadramento preciso, enquanto funcionários e assessores acompanham a votação do impeachment. Se outros documentários mostram o circo do processo no congresso, Alvorada estabelece um paralelo entre a tranquilidade da acusada e sua indefensável imputação: não fazer parte de um grande acordo político. 

A visita de um grupo de mulheres afro-descendentes exemplifica o acesso a diálogos inéditos da presidência com a sociedade civil, assim como as divagações de Dilma sobre a construção ficcional do “grande mal” invocam uma figura política interessante. A grande questão do documentário é se Dilma Rousseff encarnou um personagem para passar firme pelo processo de impeachment ou se o semblante inabalável diante da deslegitimação do seu mandato era autêntico. Ao mesmo tempo que, ao acompanhar os passos da ocupante do Alvorada, as diretoras talvez não quisessem respostas, mas memórias. 

Após a votação de 31 de agosto de 2016, a imagem de guerreira permanece ao ser recebida ao som de “Olê, olê, olá, Dilma, Dilma” na porta do palácio. Contudo, aos poucos, os móveis e objetos pessoais vão sendo removidos do local e endereçados ao Rio Grande do Sul. Dilma volta à cena em montagens da única conversa direta com as diretoras, nas quais cita José Saramago, Guimarães Rosa e o poema Paraíso Perdido, do britânico John Milton, no século XVII. Ela guarda a amargura, a revolta e a estupefação em digressões sobre a figura do diabo, o qual, para ela, é “uma criação intrigante”. 

Com a câmera como testemunha e, poucas vezes, no papel de inquisidora, Anna Muylaert e Lô Politi retratam um período da história política brasileira do ponto de vista de uma infraestrutura sem voz. A personagem principal sai de cena e deixa uma cadeira vazia, o enquadramento final do documentário é exatamente essa provocativa constatação de efemeridade. Junto à cadeira, o quadro de Di Cavalcanti na parede do salão presidencial permanece até o último segundo de tela, e Alvorada testemunha a expiração de seus ocupantes. 

 

10 Romances MARAVILHOSOS para Assistir no Dia do BEIJO

No dia 13 de abril, é comemorado o Dia do Beijo. E para celebrar essa data, o CinePOP  resolveu trazer 10 Filmes Clássicos de Romance que conseguem encantar, apaixonar, fazer chorar e deixar com vontade de dar aquele beijão na boca.

Confira:

Tudo por Amor (Dying Young, 1991)

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O que seria de qualquer lista romântica sem uma das representantes máxima do subgênero, a musa Julia Roberts. Mas nem só de comédias leves e sonhos de Cinderela viveu a musa. Aqui, com 24 aninhos, e já duas indicações ao Oscar no currículo, Roberts vive uma jovem com desejo de recomeçar a vida. Ela arruma emprego cuidando de um rapaz com câncer, interpretado por Campbell Scott. Nem precisa dizer que os dois se apaixonam, e lá vêm as lágrimas. A obra é baseada no Livro de Marti Leimbach e a direção é do inconstante Joel Schumacher.

Um Amor para Recordar (A Walk to Remember, 2002)

1

Segundo romance do escritor Nicholas Sparks adaptado para o cinema, Um Amor para Recordar é também um dos mais adorados pelos fãs do autor. Esta lista, aliás, poderia contar somente com obras de Sparks, já que seus textos sempre contam com os mesmos elementos, o principal deles sendo “um amor sofrido demais”. Aqui, os sumidos Mandy Moore e Shane West interpretam Jamie, a filha do pastor da cidade e Landon, o rebelde infrator local. Tais personalidades tão distintas se apaixonam de forma inesperada, somente para serem testados pela doença terminal da menina. A veterana Daryl Hannah também está no elenco, e a direção é de Adam Shankman, de Rock of Ages: O Filme.

Doce Novembro (Sweet November, 2001)

8

Talvez só exista um par tão perfeito quanto Sandra Bullock para o ator Keanu Reeves no cinema. E ele é Charlize Theron. Aqui, a dupla refaz a parceria do suspense Advogado do Diabo (1997), num filme bem diferente. Trata-se da refilmagem de Por Toda a Minha Vida (1968), de Robert Ellis Miller. O remake é dirigido pelo irlandês Pat O´Connor, de Círculo de Paixões (1997) – com Liv Tyler e Joaquin Phoenix, e também apresenta um romance inusitado entre duas pessoas bem diferentes. Uma delas, no caso Theron, é uma doente terminal de câncer. Apesar de adorada pelas românticas irremediáveis, a produção recebeu três indicações ao Framboesa de Ouro, o anti-Oscar (pior ator e atriz para Reeves e Theron respectivamente, e pior refilmagem ou sequência).

Agora e Para Sempre (Now is Good, 2012)

10

Talvez o filme atual que venha à mente da maioria quando se pensa em jovem terminal de câncer buscando novas experiências. A menina Dakota Fanning entrou na fase mais madura de sua carreira, embora muitos ainda não tenham percebido. O motivo é que a atriz tem optado por produções do cinema independente americano (este aqui, britânico, com direito a sotaque) e muitas dessas obras são desconhecidas do grande público. De cabelos curtos, Fanning é uma jovem que resolve criar uma lista com tudo o que deseja realizar antes de partir. Agora e Para Sempre é baseado no livro de Jenny Downham.

Diário de uma Paixão (The Notebook, 2004)

5

Eu disse que a lista poderia ter apenas produções baseadas em Nicholas Sparks, mas esta será a última selecionada, prometo. Não por menos, esta é considerada a obra quintessencial no que diz respeito a adaptações do escritor. Mesmo quem não tem consciência de se tratar de uma adaptação, aprova este romance intenso protagonizado por Ryan Gosling e Rachel McAdams. E tem um dos MELHORES BEIJOS DO CINEMA! A história de Romeu e Julieta, ou da Dama e o Vagabundo, é recriada nos anos 1940. Um jovem pobre e apaixonado começa um relacionamento com uma burguesa e passam por todos os empecilhos imagináveis. O interessante aqui é mostrar o depois, com o casal de pombinhos agora interpretado pelos veteranos James Garner e Gena Rowlands (mãe do diretor do filme, Nick Cassavetes, do recente Mulheres ao Ataque), enfrentando o Alzheimer dela.

50% (50/50, 2011)

3

Agora, um filme no qual o doente é o rapaz, para variar. Esse é também provavelmente o melhor filme da lista. Uma mistura de comédia, com drama edificante e sério, esta produção trata o câncer de forma indulgente e para cima, de forma respeitosa. O ótimo Joseph Gordon-Levitt é Adam, um jovem que se descobre com câncer. Ao mesmo tempo em que é deixado pela egoísta namorada, vivida por Bryce Dallas Howard (que não quer lidar com este problema em sua vida), seu melhor amigo interpretado pelo sempre divertido Seth Rogen, faz de tudo para animá-lo e fazê-lo seguir. O rapaz reata os laços com mãe, papel de Anjelica Huston (ótima) e vê surgir em sua vida uma nova promessa de felicidade, na forma de sua psicóloga, Anna Kendrick.

Amor Louco (Mad Love, 1995)

7

Outro saído diretamente dos anos 1990, esse filme traz como protagonistas a dupla saída de Batman Eternamente, do mesmo ano. O sumido Chris O´Donnell (então com 25 anos) e Drew Barrymore (20 aninhos na época) interpretam estudantes colegiais muito diferentes que… você adivinhou, se apaixonam. Onde estão os casais parecidos do cinema? Ele é Matt, um rapaz certinho, e ela vive Casey (o mesmo nome da primeira vítima do terror Pânico, interpretada pela própria), a doidinha de plantão. Depois de problemas e do comportamento errático constante, Casey é internada num hospital psiquiátrico. Seu cavaleiro reluzente a resgata do local, somente para depois perceberam que a menina sofre de transtorno bipolar.

Antes que o Dia Termine (If Only, 2004)

4

Este filme feito para a TV nos Estados Unidos, traz a sumida Jennifer Love Hewitt como a protagonista. A atriz, que teve o seu auge com filmes de terror e algumas comédias no fim da década de 1990, vive Sam, uma musicista americana vivendo em Londres com o marido Ian, papel de Paul Nicholls. O casal passa por dificuldades de relacionamento. É quando de forma impactante, a personagem de Hewitt sofre um acidente de trânsito fatal. Na manhã seguinte, o casal recebe uma nova chance de ficar junto. A obra tem elementos que depois foram utilizados no suspense romântico com Sandra Bullock, Premonições (2007). Duas curiosidades são a presença do talentoso Tom Wilkinson (Conduta de Risco) no elenco e a direção de Gil Junger, do cultuado 10 Coisas que eu Odeio em Você (1999). Hewitt também produz o filme.

Para Sempre (The Vow, 2012)

9

Muitos acreditam que este romance é baseado num livro de Nicholas Sparks. Talvez até mesmo os produtores, que o venderam de forma agressiva desta maneira. O motivo para isso é que temos como protagonistas as estrelas de duas de suas obras mais conhecidas e adoradas, Rachel McAdams (Diário de uma Paixão) e Channing Tatum (Querido John). No filme, Tatum é um jovem precisando lidar com uma realidade devastadora: Após envolverem-se em um acidente de carro, sua esposa (McAdams) o apagou de sua memória. De todo o resto ela lembra. O fato faz seus pais (Jessica Lange e Sam Neill) tentarem resgatar a antiga vida da filha longe dele, enquanto o marido tenta desesperadamente reconquistá-la. O filme fez sucesso com o público jovem e figurou com indicações no MTV Movie Awards e Teen Choice Awards.

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012)

6

O único filme da lista indicado ao Oscar, O Lado Bom da Vida também trouxe uma indicação para o protagonista Bradley Cooper e deu a vitória para a talentosa Jennifer Lawrence. Esse também não é um filme sobre câncer, mas sim sobre doenças mentais, como a bipolaridade. Após pegar a traição da esposa, o professor Pat (Cooper) surta e é internado num hospital psiquiátrico. Ao ser liberado, a coisa que parece lhe dar forças é a amizade com a igualmente atormentada Tiffany (Lawrence), uma recente viúva, que usa o sexo como forma de escape. A obra é baseada no livro de Matthew Quick, e inspirou o cineasta David O. Russell, que sofre com o filho, portador de um mal similar.

Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson QUEBRAM TUDO no trailer de ‘Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime’

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime‘, estrelada por Samuel L. JacksonSalma HayekRyan Reynolds.

Confira, com a sinopse oficial e o cartaz:

“O casal estranho mais letal do mundo – o guarda-costas Michael Bryce (Ryan Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Samuel L. Jackson) – estão de volta em outra missão com risco de vida. Ainda sem licença e sob vigilância, Bryce é forçado a entrar em ação pela esposa ainda mais volátil de Darius, a infame vigarista internacional Sonia Kincaid (Salma Hayek). Enquanto Bryce é levado ao limite por seus dois protegidos mais perigosos, o trio se mete em uma trama global e logo descobre que eles são tudo o que está no caminho de um louco vingativo e poderoso (Antonio Banderas). Entrando na diversão e no caos mortal está Morgan Freeman como… bem, você terá que ver.”

A produção, que havia sido reagendada para chegar às telonas no dia 20 de agosto, agora será lançada com quase dois meses de antecedência, estreando no dia 16 de junho nos Estados Unidos.

Ainda não há confirmação quanto à data de lançamento no Brasil.

Além do trio, a sequência terá o retorno do diretor Patrick Hughes e do roteirista Tom O’Connor.

O elenco também conta com Antonio Banderas, Morgan Freeman, Frank Grillo, Richard E. Grant Tom Hopper.

‘Velozes e Furiosos 9’ ganhará novo trailer AMANHÃ; Confira o anúncio!

A Universal está lançando um novo trailer de ‘Velozes e furiosos 9‘ para deixar os fãs animados mais uma vez.

A conta oficial no Twitter anunciou que um novo trailer chegará amanhã, dia 14.

Confira o anúncio:

“Bem-vindos, família! Novo trailer sai amanhã”…

Lembrando queVelozes e Furiosos 9’ teve sua estreia adiada pela terceira vez pela Universal Pictures.

Inicialmente previsto para maio de 2020, o filme havia sido adiado para abril de 2021 e depois para maio.

Com o terceiro atraso, o filme agora está programado para chegar aos cinemas em 25 de junho, cerca de um mês depois do esperado.

O movimento é um indicativo das últimas tentativas de Hollywood de prever quando a pandemia vai diminuir o suficiente para que os fãs voltem aos cinemas.

Confira:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Produtor fala sobre o possível retorno de Isaiah Bradley ao MCU

Isaiah Bradley (Carl Lumbly) foi introduzido ao MCU no 2º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, mas como ele já está idoso, é pouco provável que o público o veja em ação.

Para quem não o conhece, ele foi um super soldado usado secretamente pelos EUA durante a Guerra da Coreia do Sul, mas acabou sendo aprisionado como cobaia de experiências após seus anos de serviço.

Apesar de alguns fãs torcerem por seu retorno, sua presença na série serviu mais como uma homenagem do que uma preparação para o futuro.

No entanto, o produtor Nate Moore conversou com a Vanity Fair e disse que o personagem pode voltar a aparecer no MCU em algum momento.

“Com certeza, ainda há mais por vir na história de Isaiah. Ele é um personagem essencial quando se trata das implicações morais e psicológicas do programa super soldado. E acho que [o showrunner] Malcolm [Spellman] foi muito inteligente ao descobrir como abordar essa história na estrutura geral do programa.”

Infelizmente, Moore não deu mais detalhes sobre o possível retorno do veterano de guerra.

Mas vale lembrar que seu neto se torna o Patriota e membro dos ‘Jovens Vingadores’ nos quadrinhos da Marvel

Então é possível que Bradley seja uma espécie de mentor para ele quando chegar o momento certo.

Enquanto isso, o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.