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‘Namorado de Natal’ causa problemas no trailer da nova comédia da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série de comédia natalina, ‘Namorado de Natal‘ (Home for Christmas).

Confira:

É Natal, e todos estão prontos para curtir as festas de fim de ano com seus respectivos pares. Todos menos Johanne! Determinada a dar um basta em todas as perguntas indiscretas sobre sua vida amorosa, Johanne vai à luta para encontrar o date perfeito para o Natal.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 5 de dezembro.

‘The Boys’: Heróis se reúnem em novos cartazes da 2ª temporada

A Amazon divulgou novos cartazes da 2ª temporada de ‘The Boys‘, que foram lançados em duas versões: clean e explícita.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Esquadrão Trovão’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da comédia!

Para promover o lançamento da comédia ‘Esquadrão Trovão‘ (Thunder Force), filme de super-heroínas estrelado por Melissa McCarthyOctavia Spencer, a Netflix divulgou um vídeo hilário com os erros de gravação do longa.

Confira:

Na trama, duas amigas de infância se reencontram e acabam formando uma dupla de super-heroínas quando uma delas cria uma fórmula que dá superpoderes à pessoas comuns.

O longa é roteirizado e dirigido por Ben Falcone.

O elenco ainda conta com Jason Bateman, Pom Klementieff, Bobby Cannavale, Sarah Baker e Melissa Leo.

‘Snowfall’: 5ª temporada ganha data de estreia; Confira a 1ª imagem oficial!

O canal FX finalmente anunciou quando a 5ª temporada de ‘Snowfall‘ será lançada.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 23 de fevereiro.

Além disso, a primeira imagem oficial do novo ano foi divulgada.

Confira:

SNOWFALL” — Season 5, Episode 1 — Pictured: Damson Idris as Franklin Saint. CR: Ray Mickshaw/FX

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

A história gira em torno da epidemia de cocaína que ganhou os holofotes em Los Angeles nos anos 1980.

O elenco conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus HendersonDamson IdrisCarter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

George Miller escreveu o roteiro de ‘Mad Max: Furiosa’ ANTES das filmagens de ‘Estrada da Fúria’

Em entrevista ao The AV Club, o diretor George Miller revelou que já havia finalizado o roteiro da pré-sequência ‘Furiosa‘ antes mesmo das filmagens de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘.

O cineasta revelou que o projeto nasceu a partir de uma necessidade de explorar e explicar o universo do filme para os envolvidos em seu desenvolvimento.

“Em ‘Mad Max: Estrada da Fúria’ há diversas referências sobre o passado da Furiosa e suas motivações. Nós nunca explicamos com ela perdeu o seu braço. Nunca explicamos o que é o Lugar Verde das Muitas Mães. Nunca explicamos como a Citadel funciona. Nós tínhamos basicamente o roteiro de ‘Furiosa’ completo antes das filmagens de ‘Estrada da Fúria’, porque queríamos explicar para todos quem era a Furiosa – para a Charlize, quando ela assumiu o papel, e para todos os atores, designers e os outros que trabalharam na Citadel. Senti que era um roteiro muito bom, então eu disse para mim mesmo: ‘Se ‘Estrada da Fúria’ der certo, eu quero contar essa história’.”

Ele completa, “Foi assim que [a pré-sequência] acabou acontecendo. Não estou dizendo que foi acidental, mas nasceu de uma necessidade de explicar o universo de ‘Estrada da Fúria’, cuja história se passou basicamente no decorrer de três dias.”

Vale lembrar que o longa chegará aos cinemas em 24 de maio de 2024.

Anya Taylor-Joy substituirá a atriz Charlize Theron como a Furiosa, interpretando uma versão mais jovem da personagem. Chris Hemsworth interpretará o vilão da trama.

Lançado em 2015, o antecessor é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

‘Toc Toc Toc: Ecos do Além’: Terror com Lizzy Caplan ganha trailer ASSUSTADOR; Confira legendado!

Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘Toc Toc Toc: Ecos do Além‘ (Cobweb), terror estrelado pela Lizzy Caplan (‘Atração Fatal’).

Confira:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de setembro.

Escrito por Chris Thomas Devlin, o longa será dirigido por Samuel Bodin, responsável pela série de terror ‘Marianne‘, cancelada pela Netflix.

Na trama, o filho de um casal é atormentado por sons de batidas vindos de dentro das paredes, até que ele começa a suspeitar que seus pais escondem um terrível segredo.

O elenco também conta com Antony Starr (‘The Boys’), Cleopatra Coleman (‘The Last Man on Earth’) e Woody Norman (‘Poldark’).

‘O Menino e a Garça’: Aclamado anime ultrapassa US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O aclamado anime ‘O Menino e a Garça‘ (The Boy and the Heron) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 46.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 126.4 milhões – incluindo US$ 60.7 milhões do Japão, seu país de origem –, totalizando uma arrecadação global de US$ 173.1 milhões.

Com estreia de US$ 12.8 milhões, o longa se tornou o maior lançamento da história do Studio Ghibli e do diretor Hayao Miyazaki no território norte-americano.

Além de ter sido aclamado pelos críticos – com impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também parece ter agradado os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore.

O filme, que recentemente ganhou o Globo de Ouro e o Oscar de Melhor Animação, será lançado no Brasil pelo serviço de streaming da Netflix. Infelizmente, a data de estreia ainda não foi anunciada.

Dica | Filmes ‘Ghibli’ para quem gostou de ‘O Menino e a Garça’

“Depois de perder a mãe durante a guerra, o jovem Mahito muda-se para a propriedade de sua família no campo. Lá, uma série de eventos misteriosos o levam a uma torre antiga e isolada, lar de uma travessa garça cinzenta. Quando a nova madrasta de Mahito desaparece, ele segue a garça cinzenta até a torre e entra num mundo fantástico partilhado pelos vivos e pelos mortos. Ao embarcar em uma jornada épica com a garça como guia, Mahito deve descobrir os segredos deste mundo e a verdade sobre si mesmo.”

Hayao Miyazaki (A Viagem de Chihiro) assina o roteiro e direção.

A animação é inspirada em uma obra infantil de 1937, escrita por Yoshino Genzaburo. O livro original acompanha um jovem de 15 anos que reflete sobre a vida em um Japão pré-guerra, o filme foi descrito como uma “grande e fantástica história”.

OI? Nicholas Hoult exibe prótese peniana usada por Bill Skarsgård em ‘Nosferatu’

Através do seu Instagram, Nicholas Hoult (‘O Menu’) compartilhou uma imagem inusitada, exibindo a prótese peniana usada por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’) no remake de ‘Nosferatu‘.

O ator recebeu a prótese de presente do próprio diretor Robert Eggers: “Há uma cena em que o Bill Skarsgård está sugando o meu sangue, e o [diretor] me perguntou como havia sido. E eu respondi: ‘Eu senti a prótese peniana dele na minha perna’. Então, como um presente de encerramento [das filmagens], ele a emoldurou e a enviou para a minha casa,” explicou.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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‘Dead of Winter’: Suspense com Emma Thompson ganha data de estreia no Brasil

O suspense ‘Dead of Winter‘, estrelado pela vencedora do Oscar Emma Thompson, finalmente ganhou data de estreia no Brasil.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de fevereiro de 2026, pela Paris Filmes.

Na trama, após ser atingida por uma nevasca, uma mulher solitária se perde em estradas secundárias perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Isolada e sem sinal de celular, essa heroína improvável percebe que é a única esperança de sobrevivência da mulher.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Brian Kirk (‘Crime Sem Saída’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nicholas Jacobson-Larson e Dalton Leeb.

O elenco ainda conta com Judy Greer, Marc Menchaca, Laurel Marsden, Gaia Wise, Cuan Hosty-Blaney e Brian F. O’Byrne.

Confira o divertido trailer DUBLADO de ‘Stuart Não Consegue Salvar o Universo’, spin-off de ‘The Big Bang Theory’

A HBO Max divulgou o trailer dublado da comédia ‘Stuart Não Consegue Salvar o Universo‘, série derivada de ‘The Big Bang Theory‘.

A nova série se passa após os eventos da produção original e acompanha Stuart, o dono da loja de quadrinhos, que acidentalmente desencadeia uma catástrofe multiversal ao quebrar um dispositivo criado por Sheldon e Leonard.

Agora, ele precisa restaurar a realidade ao lado de sua namorada Denise (Lauren Lapkus), do geólogo Bert (Brian Posehn) e do físico quântico Barry Kripke (John Ross Bowie), enquanto encontra versões alternativas dos personagens queridos pelos fãs…

Confira:

A série derivada será lançada no serviço de streaming no dia 23 de julho.

O elenco conta com Kevin SussmanLauren LapkusBrian PosehnJohn Ross BowieRyan CartwrightJosh BrenerTommy Walker.

Chuck Lorre retorna como produtor executivo ao lado de Bill Prady e Zak Penn (‘Os Vingadores’), prometendo uma proposta ousada: unir o humor clássico de The Big Bang Theory com elementos de super-heróis, ficção científica e fantasia.

Esse será o terceiro spin-off do universo deThe Big Bang Theory, após o sucesso de ‘Young Sheldon’ e ‘Georgie & Mandy’s First Marriage’.

O vencedor do Emmy e do Grammy Danny Elfman (‘Desperate Housewives’, ‘O Estranho Mundo de Jack’) ficará responsável pela trilha sonora da série.

Sequência de ‘Atômica’ pode acontecer, diz Charlize Theron

A Universal Studios pode acabar dando o sinal verde para a sequência de ‘Atômica‘, thriller de ação que estreou esta semana nos cinemas norte-americanos.

A informação foi revelada pela própria protagonista, Charlize Theron, em uma entrevista recente ao site The Hollywood Reporter.

Segundo atriz, conversas sobre a possibilidade se iniciaram logo após os bons números que a adaptação teve nas bilheterias de estreia:

“O que eu posso dizer é que isso é realmente verdade. Nesta semana começamos a ter conversas deste tipo e estamos avaliando a alternativa”.

Nas pré-estreias de ‘Atômica‘, realizadas nessa quinta-feira (27) nos Estados Unidos, o thriller de ação com Charlize Theron faturou US$ 1.5 milhão.

 

Na produção, Charlize interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.

Atômica’ conta também com Sofia Boutella, John Goodman e Toby Jones no elenco. A direção fica a cargo de David Leitch, responsável por ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ e o roteiro é assinado por Kurt Johnstad.

Atômica’ chega aos cinemas norte-americanos em 11 de Agosto, e uma semana antes no Brasil!

Filmes de Christopher Nolan ganham hilário trailer honesto; Assista!

Christopher Nolan e sua filmografia são os mais recentes alvos do divertido quadro Honest Trailer, do canal do Youtube, ScreenJunkies.

Em um compilado completo, o trailer honesto brinca com o fato do cineasta ser daltônico, além de elogiar satiricamente sua forma de construir plot twist e belas fotografias.

Confira:

‘Quatro Casamentos e um Funeral’: Série baseada em filme ganha data de estreia

A série ‘Quatro Casamentos e um Funeral’, baseada no filme homônimo, ganhou data de estreia no streaming da Hulu. A produção será lançada no dia 31 de julho.

O seriado segue o formato antológico e conta a história de quatro amigos norte-americanos que se reúnem para um fabuloso casamento londrino. Mas após uma revelação bombástica no altar, a vida deles vira uma grande confusão e eles terão que enfrentar um tumultuoso ano cheio de romances e fins de relacionamentos.

Segundo a descrição oficial, “relacionamentos começam e se quebram, escândalos políticos são expostos, a vida social de Londres é ridicularizada, casos amorosos incendeiam e, claro, quatro casamentos… e um funeral”.

A série antológica ainda vai trazer uma participação especial da atriz Andie MacDowell, que estrela a comédia original. Na trama, ela interpretará a sra. Howard, mãe da amiga de Maya (Nathalie Emmanuel), chamada Ainsley (Rebecca Rittenhouse).

Quatro Casamentos e um Funeral’ será produzido pela plataforma de streaming Hulu.

 

 

‘Westworld’: Vídeo explora a construção da inteligência artificial da 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘Westworld‘ se encerrou no último domingo (03) e a produção ganhou um novo vídeo, que explora os bastidores da construção da inteligência artificial da série, bem como de seu universo.

Assista:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 4ª temporada.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica Netflix | Passageiro Acidental: Toni Collette e Anna Kendrick estrelam maravilhoso sci-fi dirigido por brasileiro

Cercados pela imensidão do espaço em uma jornada absolutamente científica à Marte, uma pequena tripulação de astronautas se vê diante de um problema grandioso demais, incapaz de ser administrado e resolvido por meio de meros cálculos matemáticos e engenharia. E com a presença de um novo e inesperado passageiro na nave, uma caótica e sufocante jornada conflituosa colocará a ética, os valores morais e a ciência em um enorme confronto, que convida a audiência a uma dura reflexão sobre o valor da vida.

Passageiro Acidental é uma experiência cinematográfica que é capaz de nos levar para muito além de seu próprio roteiro. Com uma premissa um tanto simples, a narrativa em si é cercada por uma complexidade grandiosa, onde ciência e princípios colidem entre si a todo momento. Com uma bagagem de conhecimento específico surpreendente, o longa dirigido pelo brasileiro Joe Penna e co-escrito com Ryan Morrison, é muito prático em sua abordagem científica e carrega em si uma infinidade de possibilidades factíveis, embasadas por especialistas da área que serviram como consultores para o projeto.

Mas a contragosto de sua própria racionalidade, Passageiro Acidental equilibra sua balança trazendo o fator emocional e psicológico como um excelente contraste, mostrando que nem tudo é preto no branco – principalmente quando uma vida inocente está em jogo. E o que faz o roteiro do sci-fi ser tão prazeroso é a forma como a sua parte científica é absolutamente calcada em uma carga dramática tão complexa e conflitante. Não desassociando ambos os elementos narrativos entre si, a produção original da Netflix é um deleite pois se desenvolve como um grande questionamento na mente da audiência, que se vê em um enorme dilema entre a frieza de anos de pesquisas e a vida de um passageiro indesejado e aleatório.

Sem precisar se estender demais ou exagerar no sentimentalismo – o que levaria a trama para um viés piegas e cafona -, o sci-fi dramático de Joe Penna consegue construir os seus personagens com perspicácia e simplicidade, em pequenos e corriqueiros diálogos que são fundamentais para a construção do caráter de cada personagem. Com muito pouco, Penna e Morrison nos levam à uma rápida identificação, fazendo um outro e interessante contraste entre eles, que é a presença de Collette – o ponto neutro e de impasse, que garante o equilíbrio necessário entre todos os protagonistas.

Com efeitos visuais que não perdem em nada para as grandes produções hollywoodianas, o longa consegue escalonar sua intensidade de forma gradativa. Nos intrigando mais e mais, quanto mais se aproxima da densidade espacial, Passageiro Acidental usa tal imensidão para nos lembrar que ainda que sejamos um pequeno ponto em meio a tanta riqueza astronômica, uma vida sempre valerá muito mais que um mundo. Angustiante e reflexivo em seu clímax, o novo original da Netflix ainda nos presenteia com um final que – inevitavelmente – remete a nossa atenção ao mesmo sacrifício de Cristo na cruz.

Crítica | O Casal Perfeito: Minissérie criminal com Nicole Kidman abusa do formato de ‘Big Little Lies’ e ‘The White Lotus’, mas sem a mesma criatividade

Luxo e luxúria cruzam seus caminhos em uma idílica e suntuosa casa de veraneio, para o que promete ser um venenoso casamento entre poder, dinheiro, desejos mal consumados e problemas familiares jamais resolvidos. O Casal Perfeito é embebido dos mesmos elementos que tornaram o gênero criminal com toques de elitismo um fenômeno nas prateleiras das livrarias ao redor do mundo. Caminhando pelas mesmas rotas que fizeram as obras de Liane Moriarty best-sellers do gênero, o livro de Elin Hilderbrand é um forte coquetel que abusa da curiosidade alheia em bisbilhotar a vida de milionários, com o acréscimo da clássica rachadura que tenta despistar os horrores dos bastidores.

o casal perfeito 2
o casal perfeito 2

E o formato é excelente para os fãs do estilo “whodunnit”. Mas na adaptação original da Netflix, enquanto o luxo exala a plenos pulmões a cada cena, muito da essência da história se perde ao longo do caminho. Incisiva em mostrar o poder da família Winbury e sua falta de tato com a realidade social da média mundial, O Casal Perfeito quer, a todo custo, nos convencer que estamos diante de um poderoso e rico clã, que não entende o significado de desperdício e faz pouca questão de qualquer coisa. Mas se esquivando das aulas de quiet luxury, a criadora Jenna Lamia peca por tentar demais nesse quesito.

Perdendo a oportunidade de abordar a opulência sem se tornar verborrágica no processo, ela fica enfadonha em seu discurso, transforma tudo em dinheiro a todo momento, enquanto poderia ter se inspirado em séries como Succession, que fazem da questão um delicioso e ácido elemento à parte dentro da narrativa. E aí está o erro da minissérie. Enquanto Lamia tenta nos convencer com obviedades, ela se esquece do principal, que é justamente a construção de seus personagens. Falta carisma, falta argumento em seu roteiro e falta agilidade no desenrolar dos arcos. No estilo de “essa reunião poderia ser resolvida em um e-mail”, O Casal Perfeito poderia muito bem ser melhor desenvolvida no formato de um longa.

o casal perfeito 4
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Estendendo algumas subtramas que, eventualmente, não impactam o desfecho da série em si, a original Netflix tem um enorme potencial e acerta por querer se inspirar nos grandiosos sucessos de Big Little Lies (1ª temporada) e The White Lotus, que unem esplendor, beleza e crimes em uma única taça de cristal. E mesmo com os seus tropeços e pouca ousadia na sua concepção final, seria injusto afirmar que a produção é um completo tempo perdido. Nicole Kidman e Meghann Fahy brilham em tela, mas quem realmente domina a produção é Dakota Fanning, que sabe distrair a audiência muito bem ao longo dos seis episódios. Exuberância resplandece dela a todo momento, em uma personagem que, de fato, é a expressão do quiet luxury e de uma abafada soberba em uma constante falsa gentileza.

Irregular ao longo dos episódios, mas divertida em diversos momentos, a minissérie é ambiciosa por tentar criar seu próprio mistério, trazendo Nicole Kidman e Liev Schreiber como os maiores destaques do elenco, mas falha por não saber aproveitá-los e por não inovar em nada. Reproduzindo vagamente aquilo que a HBO já faz com enorme precisão, a série é marcada por muitos erros, que podem tirar boa parte do brilho de seus acertos. Capaz de convencer os fãs do gênero a permanecerem até o fim, mas incapaz de atrair outros tipos de público, a original Netflix nos deixa incertos até seus instantes finais. Com um encerramento murcho, digno de série de super-herói da CW, a produção faz das suas inconsistências a nossa maior frustração. Ela é boa e ruim. Instigante, mas fica insossa. Empolgante, mas logo em seguida cansativa. Difícil maratonar O Casal Perfeito como um ciclo completo. Suas trepidações durante o percurso lhe custam muito do que a tornaria uma ótima pedida para o fim de semana.

Cannes 2025 | Halle Berry e Jeremy Strong se unem a Juliette Binoche e outros seis grandes nomes no júri do Festival

A contagem regressiva começou: faltam apenas 15 dias para a 78ª edição do Festival de Cinema de Cannes, e o aguardado anúncio dos jurados já foi feito. Com Juliette Binoche como presidente, o júri deste ano reúne oito personalidades marcantes do cenário artístico internacional — incluindo a atriz Halle Berry e o ator Jeremy Strong — que terão a missão de escolher o vencedor da cobiçada Palma de Ouro.

Considerado o maior evento cinematográfico do ano e um termômetro para a temporada de premiações, o festival acontece de 13 a 24 de maio. O CinePOP marcará presença pela quarta vez consecutiva, trazendo cobertura completa dos principais acontecimentos direto da Croisette, tanto no site quanto nas redes sociais.

Na edição anterior, Anora, de Sean Baker, foi consagrado pelo júri presidido por Greta Gerwig. Agora, o novo vencedor será revelado na cerimônia de encerramento, no dia 24 de maio. Entre os 21 concorrentes à Palma, está o brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho — que será avaliado por um time de jurados de peso. Conheça quem são os responsáveis por essa decisão:

Juliette Binoche 

Juliette Binoche e Meryl Streep na Cerimônia de Abertura de Cannes 2024 (Foto: AP)

Vencedora dos prêmios mais prestigiosos — Oscar, BAFTA, César, Cannes, Berlim e Veneza — Juliette Binoche dispensa apresentações. Marca 40 anos desde sua estreia no tapete vermelho do festival com o filme Rendez-vous (1985), de André Téchiné. Com participação em mais de 70 filmes, esteve na abertura da última edição para homenagear Meryl Streep. Sua participação mais recente foi com O Sabor da Vida (2023).

Halle Berry 

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Halle Berry em John Wick (Foto: reprodução)

Primeira mulher afro-americana a ganhar o Oscar de Melhor Atriz, por sua atuação em A Última Ceia (2002), de Marc Forster, Halle Berry é mundialmente conhecida pelo papel de Tempestade na franquia X-Men. Em 2020, dirigiu seu primeiro filme, Ferida, lançado pela Netflix. Seu trabalho mais recente é o terror Não Solte! (2024), dirigido pelo francês Alexandre Aja.

Payal Kapadia

Vencedora do Grande Prêmio em Cannes 2024 com Tudo Que Imaginamos Como Luz, Payal Kapadia fez história com seu primeiro longa-metragem. Formada no Instituto de Cinema e Televisão da Índia, dirigiu diversos curtas, incluindo Afternoon Clouds (Cinéfondation 2017). Ganhou destaque com o documentário introspectivo Uma Noite Sem Saber Nada, apresentado na Quinzena dos Diretores de 2021.

Alba Rohrwacher 

Uma das atrizes italianas mais renomadas da atualidade, Alba Rohrwacher brilhou em filmes como A Solidão dos Números Primos (2010), de Saverio Costanzo, e Feliz como Lázaro (2018), dirigido por sua irmã, Alice Rohrwacher. Presença constante em Cannes, esteve recentemente na competição com La Chimera (2023). Seu trabalho mais recente é na cinebiografia Maria Callas (2024), de Pablo Larraín.

Leila Slimani

A escritora franco-marroana Leila Slimani

A maior surpresa entre os jurados, a escritora franco-marroquina Leïla Slimani não vem do cinema, mas teve sua obra adaptada para as telas. Seu primeiro livro, No Jardim do Ogro, foi publicado em 2014, e seu segundo romance, Canção de Ninar, virou filme em 2019, dirigido por Lucie Borleteau. Leïla recebeu o prêmio Simone de Beauvoir por sua luta pelos direitos das mulheres e coescreveu a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris.

Dieudo Hamadi

Após dirigir os curtas Ladies in Waiting (2009) e Tolérance Zéro (2010), o congolês Dieudo Hamadi entrou na Seleção Oficial de Cannes com Downstream to Kinshasa (2020), que critica as instituições de seu país. Fundou a produtora Kiripifilms em 2015 e ganhou o Grande Prêmio no Festival Cinéma du Réel com Mama Colonel (2017). Atualmente trabalha em La Vie est un Chemin de Fer.

Hong Sang-soo

Prolífico cineasta sul-coreano, Hong Sang-soo é presença frequente nos maiores festivais do mundo. Já competiu em Cannes com A Mulher é o Futuro do Homem (2004), Conto de Cinema (2005), A Visitante Francesa (2012) e O Dia Depois (2017), além de quatro filmes exibidos na seção Un Certain Regard. Seu mais recente trabalho, What Does That Nature Say to You, estreou no Festival de Berlim. Está desenvolvendo At the Middle of Life.

Carlos Reygadas 

Com seu primeiro filme Japão (2002), Carlos Reygadas ganhou a Distinção Especial Caméra d’Or por sua cinematografia. Entrou na competição do Festival de Cannes 2005 com Batalha no Céu e retornou com Luz Silenciosa, em 2007, ganhando o Prêmio do Júri, compartilhado com Persépolis (2007). Seu próximo projeto, Wake of Umbra, está em fase de desenvolvimento.

Jeremy Strong

jeremy strong
Jeremy Strong

Conhecido por seu papel como Kendall Roy em Succession, série da HBO, Jeremy Strong foi indicado ao Oscar por sua interpretação de Roy Cohn em O Aprendiz, presente na competição de Cannes 2024. Atuou em A Grande Aposta (2015), de Adam McKay e Lincoln (2012), de Steven Spielberg. Em breve, ele vai estrelar a cinebiografia de Bruce Springsteen, Deliver Me From Nowhere, prevista para o fim de 2025.

Fãs notam furo no trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Após a divulgação do primeiro trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, alguns internautas notaram um pequeno furo no vídeo, ou provavelmente algo que ainda não foi explicado.

Sabemos que ninguém pode aparatar em Hogwarts a menos que seja Dumbledore, porém, logo nas primeiras cenas do trailer podemos ver possíveis membros do Ministério da Magia aparatando nos terrenos do castelo sem o menor problema. Esse fato chamou a atenção de muita gente nas redes sociais:

 

Será que a magia que impede de aparatar na Escola não existia naquela época, ou será que Membros do Ministério possuem passe-livre, assim como Dumbledore?

Enquanto isso, encontramos todos os easter eggs e segredos do trailer. Confira a nossa matéria:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Assista ao trailer, junto com o novo pôster:

Uma nova sinopse de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ foi liberada pela Warner Bros. Brasil, que lançará o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Confira:

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘O Mundo Sombrio de Sabrina’: Foto inédita mostra a nova versão de Salem

A Netflix divulgou a data de estreia da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ (Chilling Adventures of Sabrina), a nova versão de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira.

Os episódios da primeira temporada estarão disponível no dia 26 de Outubro.

Além disso, para celebrar o Dia Internacional dos Gatos, a Netflix também divulgou uma nova imagem que mostra a nova versão de Salem. Confira:

 

Confira um teaser e o cartaz:

 

 

A atriz Kiernan Shipka, das aclamadas séries ‘Mad Men‘ e ‘Feud: Bette and Joan‘, será a grande estrela do reboot da popular ‘SabrinaAprendiz de Feiticeira‘.

A produção conduzida pela Netflix será baseada nos quadrinhos ‘The Chilling Adventures of Sabrina‘, um drama que vai reimaginar a história de ‘SabrinaAprendiz de Feiticeira’ como um relato sombrio sobre a fase de transformações da adolescência para a juventude.

A nova trama será regada de terror, ocultismo e bruxaria, um viés bem distinto daquele que testemunhamos na série cômica dos anos 90/2000.

Crítica 2ª temporada de ‘What If…?’ | Episódio natalino é mais chato que receber meia de presente

[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.

Desde que foi anunciada a segunda temporada de What If…? veio com uma grande promessa que era o episódio de Natal. A expectativa ganhou ainda mais força com os materiais promocionais trazendo o Vigia (Jeffrey Wright) todo trajado como Papai Noel nos cartazes e banners. E agora que ele enfim estreou… Dá uma dorzinha no coração dizer, mas não correspondeu às expectativas.

Ele tem uma estrutura diferente por trazer o Vigia narrando a história tal qual um conto natalino, com direito a rimas e toda uma ‘embalagem’ especial. A trama gira em torno de uma festa de natal na Torre dos Vingadores. Nesta realidade, Tony Stark deu prosseguimento ao programa das armaduras de segurança e a Darcy (Kat Dennings) pegou um estágio com Stark. Só que é aquele negócio, com chefe pão duro, todo mundo trabalha desempenhando função pra qual não foi contratado. Então, Happy Hogan (Jon Favreau) e Darcy ficam responsáveis por garantir que a festa dos heróis saia toda nos conformes.

O problema é que Justin Hammer (Sam Rockwell) escapa da cadeia, bola um plano e invade a torre durante as festividades. E o resultado disso é uma confusão que termina com o Happy virando o Hulk. Por mais absurdo que isso pareça, até que se encaixa bem na proposta de comédia natalina. Ou vai me dizer que essa história é mais absurda que o Arnold Schwarzenegger invadindo uma parada de natal com uma mochila à jato para conseguir um boneco pro filho? Ok, talvez seja, mas você entendeu, né? As comédias natalinas gostam dessas tramas exageradas.

No entanto, a comédia perde a dose aqui. Há momentos brilhantes, como a sequência que acompanha o que cada Vingador está fazendo na véspera de natal – e mostrar Steve Rogers, vestido de duende, sendo assediado por um monte de mães solteiras me arrancou um riso sincero –, mas no resto do tempo, o roteiro parece saturar as piadas entre Happy e Hammer, que repete a famosa dancinha de Homem de Ferro 2 (2010) umas três ou quatro vezes. Ainda assim, Sam Rockwell consegue extrair um certo tipo de humor canalha com sua entonação que vez ou outra funciona.

Para complicar ainda mais as coisas, a direção procura pautar seu humor quase que exclusivamente nas piadas por meio de referências. Eles pegam as citações mais óbvias possíveis dos principais filmes natalinos e jogam uma atrás da outra, como se isso fosse garantir as risadas.

Por fim, para um episódio natalino, é tudo escuro demais. Há momentos em que fica difícil sequer enxergar o que está acontecendo em tela. E é um desperdício você ter a chance de brincar e explorar Nova York na época do ano em que a cidade vira praticamente um neon gigante com cenas escuras e sem vida. Infelizmente, prometeu muito e entregou pouco.

Os episódios da segunda temporada de What If…? estreiam diariamente até o dia 30 de dezembro, somente no Disney+.

Crítica | Em Uma Terra Muito Distante… Havia um Crime – Chapeuzinho Desvenda Crime em Suspense Fantástico

Dizem que depois de determinada idade a gente para de acreditar nos contos de fadas. A ideia de que existe um mundo fantástico com personagens fabulosos que atravessam jornadas e encontram um final feliz aos poucos vai se tornando mais inacreditável quando vamos crescendo e nos tornando adultos. Então, como manter o mundo dos contos de fadas relevante e interessante para as atuais gerações de crianças e adolescentes, tão imergidas nos mundos tecnológico e digital? A partir desse desafio chegou recentemente à plataforma da Netflix o longa japonês ‘Em Uma Terra Muito Distante… Havia um Crime’.

Chapeuzinho Vermelho (Kanna Hashimoto) estava casualmente passeando pela floresta quando é interrompida por uma Bruxa, que cisma em fazer um feitiço. Nesse interim, a jovem acaba perdendo os sapatos e os encontra nos pés de Cinderela (Yûko Araki). Diante da pobreza da menina e de seu desejo de ir ao baile do Príncipe (Takanori Iwata) naquela noite, a Bruxa decide fazer o feitiço elaborando vestidos luxuosos e uma carruagem para levar as duas ao evento. Deslumbradas e felizes, as duas novas amigas se deslocam para a festa quando, no meio do caminho, acabam atropelando o cabeleireiro e estilista oficial do reino. Silenciosamente, elas concordam em ocultar o cadáver, porém, quando no meio da festa descobre-se este e outros crimes, Chapeuzinho Vermelho e Cinderela deverão descobrir quem é o verdadeiro culpado nessa história toda, e, ao mesmo tempo, conquistar o coração do Príncipe.

Em Uma Terra Muito Distante… Havia um Crime’ mistura duas das clássicas histórias de contos de fada – Chapeuzinho Vermelho e Cinderela – para elaborar uma história de ficção fantasiosa costurada com muita influência dos romances policiais estilo Agatha Christie. Uma proposta ousada e bem diferente das roteiristas Aito Aoyagi, Yûichi Fukuda e Tetsurô Kamata, numa tentativa de trazer para o tempo atual as clássicas histórias medievais ocidentais numa pegada mais dinâmica e modernosa dos temas de antigamente trazidos para hoje.

Chama a atenção nesta produção a direção de arte, o figurino e toda a parte estética do projeto, marcadas com cores bem fortes e um bom investimento financeiro na produção de cenário e objetos de cena, além da pós-produção com inserção de efeitos especiais para tornar possível as magias da história. Essa dedicação torna o longa agradável e belo aos olhos, além de favorecer a imersão no mundo da fantasia.

Em se tratando de uma produção japonesa, ‘Em Uma Terra Muito Distante… Havia um Crime’ mescla o estilo narrativo daquele país, com movimentos mais contidos e certa timidez nos personagens, com uma pegada mais pop que permite liberdades na ficção para dialogar com o público jovem antenado. Entre o suspense policial e o romance de fantasia, o longa acaba se tornando uma opção de filme para ver com toda a família, pois é facilmente compreensível por qualquer pessoa acima de 8 ou 10 anos.

Para quem curtiu produções como ‘Enola Holmes’ e ‘Wandinha’, ambas da Netflix, ‘Em Uma Terra Muito Distante… Havia um Crime’ vai na mesma pegada inocente investigativa, só que através da fantasia clássica, trazendo uma nova roupagem para os contos de fadas já tão conhecidos do grande público.

‘Howard, o Pato’: Kevin Smith vai roteirizar a série da parceria Marvel/Hulu

Apesar da parceria Marvel/Netflix ter acabado, a subsidiária da Disney já firmou parceria com a Hulu para realizar quatro séries adultas baseadas nos personagens mais irreverentes do panteão de super-heróis. E agora, Kevin Smith, o criador de um dos shows, revelou alguns detalhes sobre a primeira produção da nova fusão: ‘Howard, o Pato’.

Smith postou um rascunho do personagem-título em sua conta oficial do Instagram, dizendo que “essa notícia é fantástica, mas como profissional, estou à beira de um ataque, porque ELES ME CONTRATARAM PARA ESCREVER TAMBÉM! Graças a Deus, eles contrataram o ótimo Dave Willis para me ajudar, então é bem provável que teremos um show de grande sucesso”.

 

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Last week @hulu announced a deal to carry four new @marvel animated shows: #Modok, #HitMonkey, #TigraAndDazzler and #HowardTheDuck! This is fantastic news to me as a fan, but as a professional, it’s quacking me up because THEY HIRED ME TO WRITE IT! Mercifully, they hired the great #DaveWillis to write it too, so we might have a successful show! Dave and I are going Full-Gerber on Howard: Beverly, Bong and the entire cast of characters that made this fowl legend fly! I saw tests for Hit Monkey and M.O.D.O.K. already and holy duck, are they astounding! Like, legit next level shit! So Dave and I have our work cut out for us. But since Dave’s the cartoon genius behind #meatwad and the #aquateenhungerforce, Howard is in some fine feathered fingers! Thank you to #jephloeb and the #marveltelevision folks who egged me on, #hulu for the home, and #stevegerber and #valmayerik for not only an amazing character, but also the eventual job for me your work provided! I can’t spoil where we’re going, but I can tell you this: I already asked movie-Howard heroine @lea_thompson to lend us her vocal Quack Fu in a to-be-revealed-later role! And she did NOT say no! The duck versions of @jayandsilentbob come courtesy of @jeremysimser! #KevinSmith #davewillis #howardtheduckmovie #marvel

Uma publicação compartilhada por Kevin Smith (@thatkevinsmith) em

As séries adultas serão baseadas nos populares personagens da Marvel Television‘M.O.D.O.K.’Hit-Monkey‘Tigra & Dazzler’Howard the Duck já ganharam encomendas para episódios pilotos.

Similar à parceria que mantinha com a Netflix, todos os shows culminarão em um especial intitulado The Offenders. Todas elas terão como produtor executivo Jeph Loeb. É válido dizer que a Hulu e a Marvel já possuem uma produção juntas intitulada ‘The Runaways’, que deve ganhar renovação para terceira temporada em breve.

Confira as descrições das séries:

  • ‘M.O.D.O.K.’  é centrado em um supervilão megalomaníaco com uma cabeça gigantesca e um corpo minúsculo, que luta para manter o controle de sua organização do mal e de sua família.
  • Hit-Monkey conta a história de um macaco da neve japonês, cujo mentor é o fantasma de um assassino estadunidense e que o guia através do submundo de Tóquio em uma obscura saga de vingança.
  • Tigra & Dazzler Show é ua história de dois super-heróis e melhores amigos e suas lutas por reconhecimento entre pessoas poderosas na cidade de Los Angeles.
  • ‘Howard the Duck’ está preso em um mundo do qual nunca conseguiu escapar, mas ele espera voltar para casa com a ajuda de sua amiga Beverly antes que o Dr. Bong continue a “torturá-lo”.
  • The Offenders traz todos os personagens mencionados em um único time para tentar salvar o mundo e certas partes do universo.

Ainda não há previsão de estreia para nenhuma das séries.

Crítica | ‘A Festa de Léo’ – Filme do Grupo Nós do Morro para os cinemas EMOCIONA [Festival do Rio 2023]

Conflitos que amadurecem. Exibido no Festival do Rio 2023, o longa-metragem carioca A Festa de Léo nos mostra um dia na vida de mãe e filho, moradores de uma famosa favela carioca, que precisam lidar com situações que fortalecerão o elo que possuem. Primeiro projeto longa-metragem do Grupo Nós do Morro para os cinemas, o filme transforma um lugar em personagem com uma série de reflexões sociais, onde as desilusões se convergem com os sonhos quando a realidade bate na porta mas sem se distanciar da esperança. O projeto é dirigido por Luciana Bezerra e Gustavo Melo.

Na trama, conhecemos Rita (Cintia Rosa), uma mulher batalhadora que luta diariamente para conseguir seguir em busca de dias melhores ao lado do filho Léo (Nego Ney), no Morro do Vidigal, Rio de Janeiro. No dia do aniversário de 12 anos do filho, Cintia passará por uma série de situações com enormes desgastes muitas dessas ligadas ao pai de Léo, Dudu (Jonathan Haagensen), um malandro com dívidas que rouba o dinheiro contado para a festa. Assim, ao longo de 24 horas, vamos conhecendo muitos conflitos e outros personagens que ajudam a contar essa história.

Como amadurecer em meio a conflitos que chegam em nosso destino? Algumas variáveis da vida não são possíveis serem controladas, sendo assim, como vencer em dias de fortes conflitos emocionais? A narrativa se coloca em duas estradas, a visão da mãe e a do filho. Na primeira, enxergamos uma visão geral da luta diária em manter o sustento do seu lar, as dificuldades financeiras, os fortes laços com os vizinhos, o cotidiano no Vidigal e situações que refletem à realidade. A visão de Léo sobre tudo que ocorre também é muito bem detalhada, percebemos os sonhos se chocando com a realidade quando a situação do pai é exposta aos seus olhos. Ambos embarcam em conflitos que geram dor mas que amadurecem. O roteiro é cirúrgico, a direção é certeira, conseguindo transmitir todas as emoções em uma narrativa que nos leva para o refletir constantemente.

Vale a pena falarmos do Nós do Morro, organização social que liga o jovem ao mundo das artes e ao longo de seus 37 anos de vida se tornou um grande formador de talentos em oficinas culturais. Um dos criadores da ONG foi o mato grossense Guti Fraga, diretor e preparador de elenco. A Festa de Léo tem em seu elenco uma maioria de artistas que tem sua formação ligada ao projeto. Ainda sem previsão de estreia nos cinemas, o filme é mais um ótimo achado na excelente seleção de uma das melhores edições do Festival do Rio.

Crítica | O Rastro – Terror esquizofrênico esquece de assustar

Cadê o Medo?

Fazer filme de gênero no Brasil é muito difícil e parecemos estar sempre correndo atrás do próprio rabo. Por aqui, os únicos gêneros que emplacam de verdade comercialmente são as comédias (a maioria de pouca inteligência) e filmes sobre a realidade do país, sejam os favela movies ou biografias de alguma personalidade nacional. As obras de maior qualidade se restringem a dramas independentes oriundos do cinema de arte, raramente abrangendo um grande público.

Dentre os gêneros mais cultuados do cinema, está o muito específico do terror. E no quesito, nosso país ainda se encontra bem deficiente. Diversas produções tentaram, mas assim como acontece com os dramas, os bem sucedidos ficam presos a nichos, sem nunca emplacar com os jovens, consumidores mais ávidos de tal produto. O novo exemplar atende pelo nome O Rastro, filme que usa como mote e cenário um ambiente perfeito para o gênero, um hospital abandonado.

Na trama, pacientes precisam ser relocados às pressas, já que o hospital aonde se encontram será desativado em breve por falta de verba do governo. O fato faz com que o protagonista Dr. João Rocha (Rafael Cardoso) bata de frente com os antigos companheiros de trabalho, Olívia Coutinho (Claudia Abreu) e o ex-chefe Heitor Almeida (Jonas Bloch), ambos aparentemente escondendo um assombroso segredo sobre o local.

No ínterim desta crítica social e política, a menina Júlia (Natalia Guedes), internada no local, desenvolve afeto pelo médico, somente para depois desaparecer sem deixar vestígios. Como intrépido herói que é, o Dr. Rocha não irá descansar até descobrir o paradeiro da pequena, no caminho se deparando com inúmeros mistérios, os quais desejará jamais ter tomado ciência.

Por esta sinopse, a coisa parece realmente ser melhor do que é. E talvez eu a esteja vendendo demais – melhor até do que os próprios realizadores. O que ocorre é que O Rastro não pode ser considerado verdadeiramente um filme de terror, como vem sendo divulgado. As prévias, o que inclui o estiloso cartaz e o trailer exibido na CCXP do ano passado, exalam a errônea concepção de que este será um thriller de horror envolvendo fantasmas num cenário assustador. Bem, não é exatamente isso o que recebemos.

Vamos por partes. O grande problema de O Rastro é amontoar em seu roteiro muitos assuntos e tópicos, sem focar em qual será seu norte. Se a opção era por um filme de terror, digamos que o caminho escolhido havia de ser a menininha assombrada vagando pelos escombros. Mas ao invés disso, de maneira amnésica, o longa esquece a subtrama para centrar em outros assuntos, como se quisesse falar de tudo um pouco, resultando no não aprofundamento de nenhum deles.

Como dito, mais do que um filme de fantasmas, O Rastro é uma crítica, tendo a pretensão, mesmo que de forma muito descoordenada, de falar sobre o cenário político atual, aonde governantes passam por cima do povo como verdadeiros rolos compressores. Ok, a intenção é válida, mas para isso seria necessário uma transição mais limpa e eficaz da parte do roteiro, que não consegue casar bem suas subtramas – ainda envolvendo um terceiro arco sobre o verdadeiro enigma do hospital e seus funcionários – resultando em momentos desconexos, como vindos de filmes distintos.

A narrativa de O Rastro é bem lenta também, e seu ritmo beira o letárgico. Isso quando não falamos da falta de ritmo da obra, que possui cenas bem quadradas e capengas. A montagem não transmite bem os famosos jumpscares, como são conhecidos os desavergonhados sustos, daquele tipo em que a música alta sobe no momento em que algo pula na tela – de preferência um gato. Vocês sabem bem. O que reforça que até mesmo para isso é preciso timing. Aqui, a maioria ocorre fora de lugar, e com o som estourando – problema da edição.

A esquizofrenia de O Rastro não o deixa funcionar bem como terror, tampouco como crítica, ou qualquer outro gênero ao qual almeja. Ficamos apenas olhando para a tela, compreendendo um pouco o que desejava o diretor J.C. Feyer, e imaginando em que momento da pós-produção as coisas saíram completamente dos trilhos. Os atores, em sua maioria são mal utilizados, e isso porque ainda não citei a presença de Leandra Leal, musa do cinema brasileiro na atualidade, mais perdida do que cego em tiroteio, no papel da esposa grávida do protagonista. E o saudoso Domingos Montagner entrega um de seus últimos trabalhos na pele do corrupto governador do Rio de Janeiro.

É duro falar mal do nosso cinema, que produz sim muita coisa boa. Mas quando o assunto é terror, ainda existe pouco rastro de qualidade…

FRACASSOU! ‘Shazam 2’, ‘Matrix’, ‘Mulher-Maravilha’ e as Sequências que Foram um FÍASCO de público e crítica…

No passado, a continuação de um filme tinha o único propósito de seguir com uma história que os produtores, diretor ou roteirista achavam que ainda precisava ser contada. Hoje, vivemos uma era em que a palavra de ordem no cinema comercial é I.P. (termo muito usado atualmente em Hollywood), que significa a boa e velha propriedade intelectual, ou seja, uma marca registrada e um produto potencialmente rentável. Grande parte disso se deve a produções que deram certo, quase todas obrigatoriamente rendendo continuações para estabelecerem a tão sonhada franquia. Afinal, quem não quer um sucesso fenomenal, do nível de ‘Star Wars’ ou da Marvel, em mãos. É preciso ser louco para negar tanto dinheiro.

E daí partimos de dois princípios. O primeiro é: para termos uma continuação, é necessário que o filme original tenha feito sucesso suficiente, em especial de bilheteira, para que seu lucro justifique uma nova investida dos produtores. O segundo é: caso a continuação igualmente obtenha sucesso, ou quem sabe renda ainda mais que o original, sua franquia está garantida. Aqui, no entanto, iremos lidar com uma outra possibilidade, que é o tema da matéria. O assunto aqui são as continuações – pode ser a primeira, a segunda, a terceira e por aí vai, que se tornaram fracasso de bilheteria ou crítica, divergindo de seu antecessor. Todos os filmes aqui selecionados foram lançados em anos recentes. Confira abaixo.

 

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Outro filme de 2023, esse produzido pela rival Marvel. Ao contrário do primeiro item da lista, o terceiro ‘Homem-Formiga’ não pode ser considerado um fracasso financeiro retumbante. Mesmo assim, vem sendo considerado pelos maiores fãs da Marvel como um dos piores (ou quem sabe “o” pior) filmes da empresa – deixando 10 entre 10 fãs decepcionados com seu resultado. Tudo bem que a sub-franquia do ‘Homem-Formiga’ dentro da Marvel sempre foi a “menor” de todas (com o perdão do trocadilho) e a menos rentável – parecendo estar ali somente para constar.

Mesmo assim, o filme original de 2015 rendeu meio bilhão de dólares e o segundo, de 2018, rendeu US$622 milhões – ambos igualmente tiveram avaliações acima dos 80% no Rotten (com o segundo chegando perto dos 90%). Com o terceiro a intenção era aumentar as apostas, elevando a trama a um nível dos Vingadores (era o que anunciava o diretor). Com essa expectativa esperava-se que o terceiro ‘Homem-Formiga’ quebrasse todo tipo de recorde. E realmente o quebrou, mas de forma negativa. Se tornou o filme mais mal avaliado do MCU (com 47% de aprovação) e, com o orçamento mais inflado da franquia (de US$200 milhões), rendeu “apenas” US$474 milhões, se tornando não apenas o ‘Homem-Formiga’ menos rentável, como também um dos filmes menos lucrativos do MCU. Na Disney+.

Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Infelizmente, 2023 já tem o primeiro grande fiasco financeiro para chamar de seu. E ele atende pelo título ‘Shazam! Fúria dos Deuses’. O filme original de 2019 é puro charme e coração, e caiu instantaneamente no gosto do grande público. Com seu clima de Sessão da Tarde dos anos 80/90, o primeiro ‘Shazam!’ também não havia sido um fenômeno de bilheteria, rendendo US$367 milhões num orçamento de US$100 milhões. Mas foi o suficiente, somado a críticas extremamente positivas dos fãs e especialistas (com 90% de aprovação no Rotten), para dar sinal verde para uma sequência.

Quem viu ‘Fúria dos Deuses’ afirma que é tão divertido ou ainda melhor que o original, mas os críticos não acharam, com uma avaliação de 49%. O que jogou uma pá de cal na pretensa franquia, no entanto, foi a bilheteria de pouco menos de US$135 milhões para um orçamento de US$125 milhões – ao que tudo indica puxando o plugue para futuras investidas do menino Billy Batson e seu alter-ego adulto. Na HBO Max.

 

Matrix Resurrections (2021)

No mesmo ano em que Star Wars voltava aos cinemas com ‘A Ameaça Fantasma’, em 1999, era lançado um filme que se tornaria revolucionário e uma obra tão querida para a sua geração quanto os filmes de George Lucas haviam sido para a geração anterior. ‘Matrix’ não foi um sucesso fenomenal de bilheteira em seu lançamento nos cinemas, mas se tornou um cult tão grande no mercado de DVD que escalava a toda na época, que rapidamente se tornou um filme extremamente popular em todos os círculos. Foi essa fama que gerou a ‘Matrix-mania’ em 2003, quando há 20 anos o mundo da cultura pop era invadido nos cinemas e nas locadoras pelo, agora sim, fenômeno. O primeiro ‘Matrix’ custou “apenas” US$63 milhões, era uma aposta arriscada, mas deu certo, recuperando US$467 milhões mundiais. A primeira continuação, ‘Reloaded’, foi um enorme sucesso de crítica e público, mas o encerramento da trilogia, ‘Revolutions’ deixou um gosto amargo na boca dos fãs, com a maneira com que os produtores e as hoje irmãs Wachowski resolveram encerrar a história.

Numa era de reboots e continuações tardias, ‘Matrix’ entrava também nessa dança quase vinte anos depois, com o lançamento de ‘Matrix Resurrections’ – uma nova investida no universo querido do passado, que poderia ter aberto portas para uma nova trilogia. No entanto, a proposta de Lana Wachowski (que assumia a obra sozinha pela primeira vez, sem a irmã Lilly) foi tão fora da caixinha e inesperada, que se tornou muito mais uma crítica metalinguística em relação aos “fãs chatos” do que um filme da franquia Matrix em si. Existe um filme por trás de tudo, mas sua mensagem nada sutil acaba entrando na frente, e terminou por impedir o sucesso do quarto Matrix. Dizer que não era o que os fãs queriam é pouco. Ninguém consegue agradar todo mundo o tempo todo, mas o que o novo Matrix conseguiu foi agradar ninguém. A bilheteria mundial abaixo do orçamento foi o que selou se vez o destino da franquia. Disponível na HBO Max.

Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Nunca os fãs de Star Wars haviam vivido uma ruptura tão significativa de amor e ódio em relação à franquia como o que foi direcionado em relação à nova trilogia. ‘Star Wars’ é uma das marcas mais rentáveis da história da sétima arte – e podemos considera-la inclusive a franquia original de todas. Isso porque ‘Guerra nas Estrelas’ (o primeirão lá de 1977) foi o segundo blockbuster da história – seguindo o rastro de ‘Tubarão’. As duas continuações ‘O Império Contra-Ataca’ (1980) e ‘O Retorno de Jedi’ (1983) serviram para cimentar o que temos hoje em matéria de cinema entretenimento e fenômeno midiático, com a trilogia de George Lucas aparecendo em todo tipo de merchandising, desde bonecos até videogames.

No fim dos anos 90, o próprio Lucas resolvia revisitar sua criação com uma nova trilogia, que logo foi tratada como filho bastardo, principalmente pelos fãs mais antigos, apesar de ter capturado toda uma nova geração de fãs mais novos. No entanto, nada prepararia a “comunidade” Star Wars para o tiro pela culatra (o famoso “backlash”) que ocorreria com o lançamento de mais uma trilogia moderna. A trilogia do meio de Lucas era uma pré-sequência (que contava a juventude de personagens como Obi-Wan Kenobi e o surgimento de Darth Vader). Já a mais recente trilogia iria mostrar pela primeira vez o que aconteceu após ‘O Retorno de Jedi’ e trazer de volta os queridos personagens, como Han Solo, Luke Skywalker e Leia.

A coisa começou de forma positiva, com ‘O Despertar da Força’ (2015), que agradou os fãs e os críticos, despertou inúmeras teorias sobre as continuações, e bateu todo tipo de recorde de bilheteria. Mas foi só a continuação (‘Os Últimos Jedi’) estrear em 2017, que todos sentiriam um desequilíbrio na “força”. O filme de Rian Johnson ousou demais e mexeu com a mitologia de uma forma que não agradou os fãs – se tornando o filme mais odiado da franquia para muitos. Rendeu menos, mas os críticos gostaram. Correndo para apagar o incêndio, os produtores alistaram novamente J.J. Abrams para “consertar” o que havia sido tentado, resultando no Star Wars mais sem personalidade de toda a franquia, com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que tenta tudo e não acerta nada. Os críticos torceram o nariz e o longa se tornou o menos rentável da nova trilogia. Disponível na Disney+.

Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Terminando a matéria das continuações que todos detestaram, temos agora o segundo ‘Mulher-Maravilha’. O filme original, de 2017, foi o primeiro sucesso do chamado ‘Snyderverse’, o universo da DC nos cinemas supervisionado pelo diretor Zack Snyder. ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’, ambos de 2016, eram duas grandes promessas de sucesso que terminaram decepcionando bastante grande parte dos fãs e do público, se tornando fracasso de crítica e/ou bilheteria. Assim, quando ‘Mulher-Maravilha’ estreou a expectativa era grande, e o filme mostrou o que poderia ser feito com um foco mais minimalista, dando atenção em especial aos personagens e suas relações. Foi o suficiente para transformar Gal Gadot numa estrela.

A continuação para este grande sucesso, desde seus primórdios vinha gerando certas polêmicas. Tudo era mais ambicioso, e cada informação vazada trazia descrença em relação ao projeto. A pandemia não ajudou, e com o advento das plataformas de streaming e o lançamento da HBO Max, o plano era que a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984’ ocorresse de forma simultânea nas telonas e nas telinhas, levando em conta que a pandemia estava a toda e os cinemas estavam às moscas. Mas a diretora Patty Jenkins fez coro com Christopher Nolan e Denis Villeneuve, batendo o pé por uma estreia nos cinemas. A trama sobre uma “pedra dos desejos” e o visual da Mulher-Leopardo (de Kristen Wiig) eram elementos da narrativa que surgiam como feridas expostas, que nem o cenário divertido dos anos 80 e a presença de Pedro Pascal no filme conseguiam remediar. O segundo ‘Mulher-Maravilha’ sofreria uma queda vertiginosa em qualidade, crítica e bilheteria em relação ao original – e o pior de tudo, colocou em risco uma terceira aventura estrelada por Gal Gadot. Disponível na HBO Max.

‘Shameless’: 9ª Temporada ganha trailer e cartaz; Confira!

A 9ª temporada de ‘Shameless‘ ganhou trailer e cartaz.

Confira:

O novo ano estreia 9 de setembro no Showtime.

O elenco conta com William H. Macy, Emmy RossumEthan CutkoskyShanola HamptonCameron MonaghanSteve Howey.

‘The Twilight Zone’: Chris O’Dowd entra para o elenco do reboot de ‘Além da Imaginação’

De acordo com o Deadline, Chris O’Dowd se juntou ao elenco da série de terror antológica ‘The Twilight Zone‘, reboot do clássico ‘Além da Imaginação‘.

O ator estrelará, ao lado de Amy Landecker, um episódio chamado The Blue Scorpion.

O reboot irá estreará no dia 1º de abril, com um episódio duplo, na CBS All Access.

A série de terror antológica terá produção de Jordan Peele, que também será o narrador dos episódios.

Baseada na série original de 1959, a trama abordará temas como viagens no tempo, histórias sobrenaturais, vidas em outros planetas e entre outros.

O elenco grandioso conta com Taissa Farmiga, Zazie Beetz, Betty Gabriel, Seth Rogen, John Cho, Greg Kinnear, Sanaa Lathan, Kumail Nanjiani, Adam Scott, Alison Tolman, Jacob Tremblay, Jessica Williams, DeWanda Wise, Rhea Seehorn, Lucinda Dryzek, Jefferson White, Ginnifer Goodwin, Zabryna Guevara, James Frain, Jonathan Whitesell, Luke Kirby, Ike Barinholtz, Percy Hynes-White e Steven Yeun.

‘Coringa 2’: Site NEGA que sequência está em desenvolvimento; Saiba mais!

Ao contrário do que foi reportado anteriormente, o site Deadline afirma que a sequência ‘Coringa 2‘ ainda NÃO está oficialmente em desenvolvimento e nenhum acordo para o novo filme está sendo feito. Pelo menos, por enquanto.

O THR havia publicado que o diretor Todd Phillips estava em negociações para retornar, e que também estaria responsável pelo roteiro da continuação ao lado de Scott Silver.

Apesar de ter revelado não estar interessado em uma história de origem do Batman, o diretor afirmou que adoraria contar a história de origem de outros vilões, tais como Darkseid, um ditador adorado como o deus do mal, ou Lex Luthor, o eterno nêmesis do Superman.

Vale lembrar que o diretor irá ganhar aproximadamente US$ 100 milhões por ter dirigido ‘Coringa‘, pois renunciou de um grande salário antecipado em troca de participações nos lucros da bilheteria da produção – o que se provou uma escolha sábia, considerando que a adaptação ultrapassou US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Recentemente, Phillips admitiu que está aberto a dirigir uma sequência após o sucesso da adaptação.

“Não poderia ser apenas um filme selvagem e louco sobre o Palhaço do Crime. Teria que ter alguma repercussão temática semelhante ao original, porque foi isso que conectou o público à narrativa. Muitos filmes são sobre a faísca, Coringa é sobre as cinzas. Se pudermos capturar isso novamente de uma maneira real, seria interessante numa sequência.”

Phillips se refere ao fato da adaptação abordar a dramática situação do protagonista enquanto trabalha como palhaço de aluguel e enfrenta a crueldade e o desprezo da sociedade para cuidar de sua mãe doente, ao mesmo tempo em que tenta lidar com sua condição mental.

Anteriormente, o diretor refletiu sobre o sucesso financeiro do filme e disse que a recepção do publico à história é muito mais importante que o dinheiro:

“Não se trata da bilheteria, mas sim da recepção do público. Eu recebi e-mails de gente dizendo que passou a olhar de forma diferente para pacientes com esquizofrenia.”, disse Phillips ao LA Times. “No fim das contas, a mensagem do filme é sobre o poder da gentileza e sobre a falta de empatia no mundo, e parece que isso agradou o público. É incrível como o filme tem inspirado as pessoas, eu vi um monte de gente dançando em escadarias pelo país. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa.”

Os comentários de Phillips também parecem ser uma resposta à grande parte da controvérsia por trás do lançamento do filme, já que houve diversos protestos e preocupações de que a adaptação poderia inspirar atos de violência em massa.

Lembrando que ‘Coringa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Diretor de ‘Host’ fala sobre seu novo terror produzido por Sam Raimi

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Rob Savage, diretor do elogiado ‘Host‘, revelou detalhes sobre o seu novo terror, ainda sem título, que será produzido pelo Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘).

“Nós temos um ótimo roteiro que eu estou animado. Não é spoiler dizer que o novo filme trará elementos sobrenaturais, mas segue em uma direção muito diferente do que em ‘Host’. É uma ideia muito simples e você acaba ficando surpreso que algo assim não foi feito antes. Quando conversamos sobre isso, nós imediatamente jogamos no Google e não conseguíamos acreditar que ninguém havia pensado em fazer algo assim.”

Ele continua, “Esperamos que, quando o mundo voltar ao normal, esse filme será o próximo que nós vamos filmar fora do subgênero found footage.”

Dirigido por Rob Savage, a produção segue o mesmo estilo que ‘Amizade Desfeita‘. O filme foi escrito, filmado e editado em menos de três meses e todos os atores filmaram suas cenas em suas próprias casas.

A trama segue seis amigos que contratam um medium para realizar uma sessão espírita através do Zoom durante a quarentena, mas eles percebem que foi um erro quando a situação sofre uma reviravolta sombria. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles começam a perceber que podem não sobreviver a noite.

O elenco inclui Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb.

‘The Resident’: [SPOILER] deixa o elenco da série após 4 temporadas

*SPOILERS ABAIXO*

No episódio mais recente da 4ª temporada de ‘The Resident‘, intitulado Into the Unknown, nos despedimos da personagem Dr. Mina Okafor, que deixou o Chastain Park Memorial Hospital para retornar à Nigéria.

Essa foi a despedida da atriz Shaunette Renée Wilson, que deixou oficialmente o elenco da série.

“Depois de muita consideração, eu abordei os produtores há algum tempo para pedi-los que eu deixasse a série e eles concordaram – e eles criaram uma despedida incrível para a minha personagem,” afirmou a atriz em uma declaração. “Eu sou muito grata por ter interpretado essa personagem incrível. Gostaria de agradecer o estúdio, a emissora, o elenco, a equipe e, acima de tudo, aos nossos dedicados fãs pelo apoio à série nas últimas quatro temporadas.”

O próximo episódio, intitulado After the Storm, irá ao ar no dia 27 de abril.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Liga da Justiça Sombria’: Guillermo del Toro revela DETALHES da adaptação cancelada

Em entrevista ao Happy Sad Confused, o diretor Guillermo del Toro compartilhou detalhes sobre sua cancelada adaptação de ‘Liga da Justiça Sombria‘, revelando quais personagens poderíamos esperar em sua versão da história.

“Eu nunca me envolvo em um projeto sem ter paixão pelo o que estou fazendo, porque é extremamente trabalhoso e você não quer ficar preso em algo que não ama. Você precisa se dedicar a um projeto por um ano no processo de desenvolvimento do roteiro. Se você dirigir o filme, são necessários mais três ou quatro anos.”

Ele completa, “Acredito que há uma versão do meu roteiro na internet. Para mim, o mais importante era tentar encontrar o equilíbrio perfeito entre a química desses personagens. Eu me inspirei um pouco no John Constantine de Alan Moore, além de pegar a dinâmica entre Abby [Arcane] e o Monstro do Pântano. Eu queria todos os meus personagens favoritos, como Demon e Etrigan. Eu amo esses personagens, então tentei reuni-los. Zatanna é outra personagem que é muito poderosa e interessante para mim.”

Para aqueles que não estão familiarizados, o projeto seria um filme com incursões dentro do gênero do terror e que traria personagens como Zaranna, Deadman e John Constantine em uma batalha contra a Magia das Trevas espalhada pelo universo DC. Del Toro arquitetou a produção, a qual passou por várias mudanças até perder força – isso é, até J.J. Abrams revivê-la através da HBO Max.

O filme original giraria em torno de Constantine. O anti-herói seria líder de um famoso grupo de super-heróis sobrenaturais conhecido como Shadowpact (Pacto das Sombras, em tradução livre) e formado por nomes como Pandora, Orquídea Negra e Vingador Fantasma

Antes da HBO Max ter anunciado uma versão seriada da história, a Warner Bros. também estava desenvolvendo uma adaptação baseada nos quadrinhos, que acabou sendo engavetada.

Recentemente, o artista Houston Sharp divulgou artes conceituais do Monstro do Pântano que ele criou para a adaptação, destacando o visual sombrio que o personagem poderia ter tido no longa.

Confira:

Além disso, também foram divulgadas outras artes focando um menino possuído coberto por moscas:

Vale lembrar que a adaptação que está sendo desenvolvida pela HBO Max será produzida pela Bad Robot, do J.J. Abrams.

Detalhes sobre a trama ou sobre os personagens que estrelarão a produção não foram divulgados. Nos quadrinhos, a equipe da Liga da Justiça Sombria conta com John Constantine, Monstro do Pântano, Madame Xanadu, Deadman, Doctor Mist, entre outros.

A Liga da Justiça Sombria foi introduzida em 2011, e um filme live-action estava em produção há alguns anos, com o Guillermo del Toro na direção, mas o projeto não saiu do papel.

‘Cruella 2’: Taylor Swift pode interpretar a VILÃ da sequência [RUMOR]

De acordo com o The Disney Insider, a cantora Taylor Swift está em negociações para interpretar a vilã da sequência ‘Cruella 2‘, que deve ser um musical.

Caso a informação seja verdadeira, a produção deve seguir um caminho similar à sequência ‘Coringa 2‘. Infelizmente, nada foi confirmado, então trate a notícia apenas como um rumor.

Curiosamente, há uma teoria na internet de que Swift fez uma participação secreta no primeiro filme, com o seu rosto aparecendo brevemente em uma ilustração no fundo de determinada cena.

Anteriormente, o diretor Craig Gillespie revelou o que podemos esperar da sequência:

“Estamos discutindo sobre como voltaremos a explorar esse universo. Eu amo que, no final do primeiro, há uma certa hesitação da Cruella ao entrar no Hellman’s Hall. Ela lutou por isso durante todo o filme, e, então, percebe o sacrifício que teve que fazer. É como se ela tivesse perdido a Estella. É perdeu uma parte de si mesma, sabe? Agora é existe como essa persona pública que precisa viver às expectativas dos outros. Senti que esse conflito era interessante. Para mim, até os eventos de ‘101 Dálmatas’, ela já foi completamente consumida por esse lado sombrio. Por enquanto, ela está nessa área cinza. Será interessante explorar como ela irá sucumbir às trevas.”

Emma Stone já teve o seu retorno confirmado como a personagem titular.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa conseguiu incríveis US$ 233.3 milhões em plena pandemia do Coronavírus, além de conquistar 74% de aprovação da crítica.

E aí, você está animado para a sequência?

Natasha Henstridge, de ‘A Experiência’, estrelará TERROR inspirado no clássico ‘Cinderela’

De acordo com o Deadline, Natasha Henstridge (‘A Experiência’) estrelará ‘Cinderella’s Revenge‘, versão terror do clássico ‘Cinderela‘.

A atriz interpretará a Fada Madrinha. Lauren Staerck viverá a personagem titular.

A trama mostrará o surto psicótico da Cinderela, após ser constantemente humilhada pelas irmãs e pela madrasta – o que a leva a trocar seus sapatos de cristais por uma vingança sangrenta com a ajuda de sua Fada Madrinha.

Andy Edwards será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Stephanie Lodge, Beatrice Fletcher, Megan Purvis e Darrell Griggs.

Vale lembrar que uma outra versão terror da Cinderela também está em desenvolvimento, intitulada ‘A Maldição da Cinderela‘ (Cinderella’s Curse). Esta versão será dirigida e produzida por Louisa Warren.

Em comunicado oficial, a cineasta prometeu que o terror será sangrento: “Essa será uma versão única da história da Cinderela, que nós conhecemos e amamos. Teremos algumas mortes realmente brutais pelas mãos dela. Quem gosta de violência vai adorar minha reimaginação sombria.”