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‘Stranger Things’: Divulgados supostos títulos dos episódios da 5ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

Através do Twitter, o insider Jeff Sneider compartilhou os supostos títulos dos episódios finais de ‘Stranger Things‘, aclamada série da Netflix criada pelos irmãos Matt e Ross Duffer.

Além dos títulos, ele revelou que os episódios serão dirigido pelos próprios Duffer, junto com Shawn Levy (‘Deadpool e Wolverine’) e Frank Darabont (‘À Espera de um Milagre’).

Apesar da novidade, Sneider alerta que os títulos ainda não foram oficializados.

Confira:

Vale lembrar que a expectativa é que o ciclo final seja lançado apenas em 2025.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Mamma Mia 3’: Produtora dá atualizações EMPOLGANTES sobre sequência

Mamma Mia!‘ pode ganhar um terceiro filme, de acordo com a criadora e produtora Judy Craymer.

Em entrevista ao Deadline, Craymer revelou que um novo filme da franquia está em estágios iniciais de desenvolvimento e que há potencial para uma trilogia, e ainda sugeriu o retorno de Meryl Streep:

“Não quero bater na mesma tecla, mas eu sei que tem uma trilogia aqui. Há história a ser contada, e acredito que Meryl [Streep] retornaria se o roteiro estiver bom, já que ela amou interpretar Donna”, disse Craymer

Anteriormente, o ator Dominic Cooper, que esteve nos dois filme, comentou sobre a possibilidade de um terceiro filme:

“Olha, não sei. Eu mandei uma mensagem para o produtor de Mamma Mia! quando o álbum recebeu críticas boas e ouvi algumas das músicas… Pensei tipo: ‘Isso é fenomenal! Eles estão fazendo música nova de novo! Excelente!”, disse Cooper.

Que completou com: “Mas quem sabe? Eu não sei… O último levou 10 anos para chegar às telas. Em 10 anos, não sei o que estarei fazendo, se alguém iria querer isso daqui a 10 anos, se ainda vou estar por perto”.

Lily James, que interpretou uma versão jovem de Donna em ‘Mamma Mia!: Lá Vamos Nós de Novo‘, disse que também torce para a franquia ganhar mais um filme: “Estou desesperada para que aconteça. Aquilo foi surreal! Foi tão divertido cantar em uma praia e em um barco. Eu não sei. Por que não está acontecendo? Todos nós precisamos disso agora”.

Confira o trailer de ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!‘:

A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.

O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.

‘Pânico 7’: Artistas APOIAM Melissa Barrera após sua demissão

As polêmicas em torno de Pânico 7 não cessam! Recentemente, a atriz Melissa Barrera foi dispensada da franquia após fazer declarações em apoio à Palestina durante os conflitos recentes. Desde então, várias celebridades demonstraram apoio à atriz.

O astro John Cusack, escreveu no X/Twitter: “é louco esse artista ser demitido por dizer fatos.”

A atriz Rowan Blanchard escreveu: “Isso é muito insidioso e vem de cima para baixo.”

Além disso os artistas Asia Jackson, Marwan Salama e Bex Taylor-Klaus também demostraram apoio a atriz.

Melissa foi demitida após afirmar que “a mídia ocidental só mostra o lado [israelense]. Por que eles fazem isso, deixarei você deduzir por si mesmo.” Após sua demissão, ela escreveu: “Continuarei a falar por aqueles que mais precisam e continuarei a advogar pela paz e segurança, pelos direitos humanos e liberdade”.

Após ser dispensada a Spyglass Entertainment, afirmou: “Não toleramos o antissemitismo ou o incitamento ao ódio de forma alguma, incluindo referências falsas a genocídio, limpeza étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”.

A atriz Jenna Ortega também anunciou sua saída de Pânico 7 logo após a demissão de Melissa Barrera.

No vídeo abaixo, Renato Marafon fala sobre a saída inesperada de Jenna e a possibilidade do filme ser cancelado:

A saída de Ortega do próximo filme foi discutida antes da greve dos atores. Um roteiro para o filme ainda não está pronto, e a atriz vai viajar para a Irlanda em abril para filmar a segunda temporada de ‘Wandinha’. Com isso, a atriz alegou “conflito de agenda” para não retornar.

Agora, um internauta criou um abaixo-assinado pedindo a ajuda dos devotos da franquia para reverter a decisão do estúdio em encerrar o contrato de Barrera.

“Sou um fã dedicado da franquia ‘Pânico’ e fui profundamente afetado pelas notícias recentes sobre Melissa Barrera. Chegou ao meu conhecimento que há planos para demiti-la de seu papel no próximo ‘Pânico VII’, apesar de ela não ter feito nada de errado. Isso não é apenas injusto para a Srta. Barrera, mas também estabelece um precedente perigoso para outros intervenientes que poderão enfrentar situações semelhantes no futuro”, diz o texto.

Melissa Barrera é uma atriz talentosa conhecida por seus papéis em ‘Em Um Bairro de Nova York’‘Vida’, entre outros. Seu talento e dedicação lhe renderam um lugar no coração de muitos fãs em todo o mundo, inclusive eu. Demiti-la sem justa causa seria uma grande perda tanto para o filme quanto para o público”.

Até o momento da escrita da notícia, 1733 pessoas assinaram a petição. Para ajudar, clique aqui!

Melissa ajudou a revitalizar a franquia com ‘Pânico‘, o longa de 2022 que arrecadou US$ 137,7 milhões globalmente e combinou gerações de membros do elenco da franquia.

Barrera foi a estrela dos dois últimos filmes, interpretando o protagonista Sam Carpenter, filha ilegítima de Billy Loomis e alvo frequente de Ghostface.

Pode parecer inimaginável, mas a notícia vem minutos após a agência de talentos UTA descartar Susan Sarandon como cliente por também demonstrar apoio à Palestina.

Segundo rumores, o filme iria trazer todos os sobreviventes da franquia, incluindo Neve Campbell e Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’) como Mark Kincaid.

Vale lembrar que o cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

As filmagens devem começar em março de 2024 e rumores indicam que a estreia pode acontecer em Outubro de 2025 – dependendo de quando a greve dos atores vai acabar.

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ já está disponível na Paramount+!

 

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

‘Vingadores’: Rumor revela destino de Kang, O Conquistador

Desde a demissão de Jonathan Majors e o anúncio de Robert Downey Jr. como Doutor Destino, o novo vilão da saga do Multiverso, os fãs têm se questionado sobre o destino de Kang, O Conquistador.

Agora, segundo um rumor divulgado pelo ComicBook, Kang pode simplesmente desaparecer do UCM.

A ideia seria que a TVA, junto com Loki, lidou com as Variantes do vilão, embora isso contrarie a cena pós-créditos de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, que mostrava a reunião do Conselho dos Kangs.

Com os próximos filmes dos ‘Vingadores’ ainda em desenvolvimento, isso pode mudar. No entanto, parece que o arco de Kang pode terminar sem uma conclusão definitiva.

Além disso, a reportagem revela que os planos originais envolviam uma jornada dos Vingadores da Terra-616 pelo Multiverso, culminando em um confronto épico com os X-Men na Terra-100005.

A presença de Monica Rambeau nesse universo seria o gatilho para uma Incursão. No entanto, com as recentes mudanças, não se sabe se essa trama ainda está em andamento.

Lembrando que durante a San Diego Comic-Con 2024, a Marvel Studios trouxe diversas novidades sobre seus lançamentos – incluindo a confirmação de que Robert Downey Jr. (‘Home de Ferro’) voltará ao MCU como o Doutor Destino.

Ele será o vilão do 5º capítulo da saga Vingadores ‘Avengers: Doomsday’, substituindo ‘Vingadores: A Dinastia Kang’, bem como da sequência, que continua como ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Além de Downey e dos Russo, a trilha sonora deve ser composta por Alan Silvestri, responsável pelos temas musicais de todos os filmes da equipe, além de ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘.

Em seu perfil do Instagram, o compositor comemorou os anúncios da Comic Con e escreveu que “mal podia esperar”, e os irmãos Russo responderam com um “vamos começar”.

Confira:

A Marvel também divulgou os dois novos logotipos oficiais do quinto e do sexto filmes.

Confira:

vingadores
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Avengers: Doomsday‘ estreia em Maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em Maio de 2027.

‘O Morro dos Ventos Uivantes’: Margot Robbie aparece vestida de noiva em nova foto; Confira!

A estrela Margot Robbie (‘Barbie’) apareceu vestida de noiva em uma foto nas redes sociais durante as gravações de O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, na Inglaterra.

A nova adaptação será lançada nos cinemas pela Warner Bros. Discovery em 14 de fevereiro de 2026.

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A obra de Brontë acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

Robbie será Catherine Earnshaw na adaptação.

A produção será dirigida por Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança’ e que já trabalhou com Elordi no polêmico ‘Saltburn’. Fennell também assina o roteiro e atua como produtora.

As filmagens estão previstas para começar no Reino Unido em 2025.

‘Da Magia à Sedução 2’: Nicole Kidman revela fim das filmagens da sequência

A estrela Nicole Kidman usou suas redes sociais para confirmar o encerramento das filmagens deDa Magia à Sedução 2’. Ela compartilhou um breve vídeo dos bastidores, o primeiro divulgado do filme.

No vídeo, gravado em um campo, Kidman e sua colega de elenco Sandra Bullock (ambas vencedoras do Oscar) aparecem caminhando juntas, se afastando da câmera. Em tom descontraído, Bullock brinca: “Tirar uma foto de perfil? Vamos fazer uma foto de perfil”, enquanto Kidman ri e a abraça.

Na legenda, Kidman escreveu: “Encerramos as filmagens de #PracticalMagic2! Obrigada ao elenco e à equipe por toda a magia”.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Da Magia à Sedução 2’ tem estreia marcada para 18 de setembro de 2026.

‘Da Magia À Sedução 2’: Evan Rachel Wood revela que NÃO RETORNARÁ para a sequência

O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga de Alice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.

Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.

Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.

Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”

Ela completa,  “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”

Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.

Dirigido por Griffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, Da Magia à Sedução não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.

‘Da Magia À Sedução 2’: Dianne Wiest e Stockard Channing irão RETORNAR na sequência

Da Magia à Sedução está disponível no Google Play.

‘Invencível’: Criadores revelam o que esperar de Mark na 4ª temporada

A série Invencível está prestes a retornar para sua quarta temporada, e o criador Robert Kirkman, ao lado do showrunner Simon Racioppa, detalhou o que os fãs podem esperar do novo ano. Com estreia marcada no Amazon Prime Video para o dia 18 de março, Mark Grayson e seus aliados enfrentarão uma ameaça alienígena sem precedentes.

Em entrevista ao ComicBook, Kirkman e Racioppa garantiram, com bom humor, que o sofrimento físico do protagonista continuará sendo uma marca registrada da produção:

“Se você está assistindo à quarta temporada de Invencível, precisa admitir que parte de você gosta de ver o Mark apanhando, porque isso acontece muito. E vai continuar acontecendo. Mas a ameaça aumenta a cada temporada, e Thragg é o próximo nível”, afirmou

Thragg, o Grão-Regente dos Viltrumitas, é amplamente considerado o vilão mais poderoso e implacável de toda a obra.

A dupla também comentou sobre a intensidade e o escopo dos novos episódios, desafiando a percepção do público sobre o clímax da série: “Espero que você comece a temporada pensando: ‘Eles não vão conseguir superar o Conquista. Não dá para aumentar as apostas todo ano’. Pode parecer assim, mas queremos surpreender o público. Se você estiver pensando desse jeito, volte a falar comigo após assistir ao final da temporada”.

Além disso, os produtores destacaram que o Império Viltrumita, cujas sombras pairam sobre a trama desde o início, finalmente mostrará sua verdadeira face: “Estamos provocando a presença dos viltrumitas há três temporadas. Vimos pequenas partes deles, mas você ainda não conheceu o Império de verdade. É isso que acontece no quarto ano”.

Invencível acompanha a jornada de Mark Grayson, um jovem que tenta equilibrar a vida comum com o peso de ser filho do Omni-Man, o herói mais poderoso do planeta. Ao despertar seus próprios poderes, como voo, superforça e velocidade, Mark descobre que o legado de seu pai esconde segredos sombrios e uma herança intergaláctica violenta.

A produção mantém seu elenco de vozes estelar, incluindo Steven Yeun (Mark), J.K. Simmons (Omni-Man), além de nomes como Mark Hamill, Walton Goggins, Gillian Jacobs e Seth Rogen.

O detalhe de ‘Homem-Aranha’ que ENCANTOU Steven Spielberg

Lançado em 2002, ‘Homem-Aranha’ se tornou um dos maiores filmes de super-heróis já feitos e um dos trabalhos mais conhecidos da carreira de Sam Raimi.

Chegando aos cinemas em um período em que os live-action de quadrinhos não estavam em alta, o filme ajudou a alavancar o gênero, assim como ‘X-Men’.

O filme de sucesso também chamou a atenção de Steven Spielberg, um dos maiores nomes da história do cinema, que revelou, em conversa com Roger Ebert, qual detalhe o agradou muito no filme dirigido por Sam Raimi.

Spielberg elogiou o CGI utilizado nas cenas de ação do filme, afirmando ter gostado do fato de que os efeitos afastavam o filme de algo muito real e faziam com que as cenas realmente lembrassem os quadrinhos.

“Em ‘Homem-Aranha,’ que eu realmente gostei, apreciei os efeitos de CGI que faziam o voo do Homem-Aranha parecer uma história em quadrinhos e não a realidade. Isso me levou de volta às revistas do Homem-Aranha que eu lia quando era mais jovem. Sam Raimi estava tentando capturar essa estética de quadrinhos, e o que isso exige é que as cenas ao vivo com Tobey Maguire pareçam o mais possível com a arte das histórias em quadrinhos, assim como as cenas de voo do Homem-Aranha em CGI. O desafio é fazer esses elementos se encontrarem no meio”, declarou Steven Spielberg.

Após comandar a trilogia ‘Homem-Aranha’, estrelada por Tobey Maguire, o diretor Sam Raimi retornou para a Marvel em 2022, dirigindo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.’

O elenco do filme foi formado por Benedict Cumberbatch, Elizabeth Olsen, Xochitl Gomez, Rachel McAdams e Benedict Wong.

Confira o trailer abaixo:

‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ seria DIVIDIDO em duas partes; Veja o motivo!

O final da saga do bruxinho foi dividido em duas partes, com ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte‘, mas outro filme da franquia quase seguiu a mesma ideia. Os capítulos finais da franquia foram baseados no mesmo livro e divididos em dois filmes, se tornando grandes sucessos de bilheteria e cativando as audiências de todo o mundo para o grande final.

Contudo, outra adaptação quase foi dividida em dois filmes, o caso de Harry Potter e o Cálice de Fogo‘, o quarto filme e livro da saga. Segundo um artigo lançado pela Empire da época, em que o filme estava em produção, houve muitas conversas e rumores de que o quarto livro da franquia poderia acabar se tornando dois filmes separados.

Essa especulação aconteceu porque os três filmes iniciais da saga do Menino-Que-Sobreviveu já tinham em torno de duas horas e meia, e os livros são bem menores do que ‘O Cálice de Fogo‘.

E fora o Torneio Tribruxo, que é a trama central do filme, ainda existe a transição dos personagens para a adolescência, as paixões que começam a surgir e a ameaça dos seguidores de Lord Voldemort.

Apesar de uma divisão possibilitar que mais detalhes fossem trazidos à tona e uma maior profundidade e riqueza ao Torneio Tribruxo e todos os acontecimentos que rondam a história, é possível que isso causasse a perda da coesão da história.

A rainha voltou! Madonna vai celebrar 40 anos de carreira com turnê MUNDIAL… e o Brasil?

Madonna, a eterna rainha do POP, anunciou nesta terça-feira (17) as primeiras datas da turnê mundial em comemoração aos seus 40 anos de carreira.

A notícia foi divulgada através de um vídeo com referências ao filme ‘Na Cama com Madonna‘ (1990). O vídeo conta com a participação de Judd Apatow, Jack Black, Lil Wayne, Diplo, Bob the Drag Queen, Berlant, Larry Owens, Meg Stalter, Eric Andre e termina com a humorista Amy Schumer desafiando Madonna a sair em turnê e apresentar os seus maiores hits.

Confira o anúncio abaixo:

Sendo então produzida pela Live Nation, a ‘The Celebration Tour‘ vai começar no dia 15 de julho, em Vancouver, no Canadá. A primeira perna da turnê será na América do Norte de julho a outubro.

A partir do dia 14 de outubro, Madonna leva o show para 11 cidades da Europa até 1º de dezembro. Os ingressos poderão ser comprados a partir da próxima sexta (20) no site oficial.

Até o momento, nenhuma data na América do Sul foi divulgada. Vamos aguardar se ela também voltará ao Brasil!

‘Meu Passado Me Condena 2’, com Fabio Porchat, será filmado em Portugal

A diretora carioca Julia Rezende começa este mês a rodar a sequência da comédia que levou aos cinemas mais de 3 milhões de espectadores em 2013: ‘Meu Passado me Condena 2‘, com Fábio Porchat e Miá Mello. Se no primeiro filme, rodado a bordo de um navio durante um cruzeiro de verdade, os protagonistas estavam em lua-de-mel, agora eles viajam para Portugal e tentam salvar o casamento, que três anos depois já entrou em crise.

“Vai ser um prazer voltar a dirigir Fabio e Miá, que estão cada vez mais afinados. E o bacana é que, com a entrada de novos atores, a dinâmica se renova”, diz Julia Rezende, que também está finalizando o romance ‘Ponte Aérea‘, com data de estreia marcada para 26 de março de 2015.

As filmagens de ‘Meu Passado me Condena 2‘ começam no dia 15 de novembro no Rio e, no dia 23 de novembro, equipe e elenco viajam para Portugal, onde rodam a maior parte do longa em outras quatro semanas, finalizando no dia 21 de dezembro. Além de uma quinta em Lisboa, a principal locação será Sortelha, que tem apenas 25,72 Km² de área e 200 habitantes. Ao todo, embarcam 7 atores e 12 pessoas da equipe.

“Portugal é um país muito amado pelos brasileiros, mas quase nunca mostrado em nossos filmes. Já filmei em Veneza e Barcelona (Meu Nome Não é Johnny), em Nova York (De Pernas pro Ar 2) e em um navio que saiu do Brasil em direção à Itália. Agora chegou a vez de Portugal! Gosto de desafios”, diverte-se Mariza Leão.

Sua parceira de produção, Erica Iootty, conta as dificuldades dessa empreitada:

“Filmar fora do Brasil não é fácil, requer uma operação logística rigorosa. Dessa vez a gente está aprendendo com os portugueses e sua metodologia de trabalho, o que está sendo muito bacana porque a língua e as experiências nos aproximam”.

Os protagonistas Miá Mello e Fabio Porchat também aprovam a ida à Terrinha.

“Essa viagem traz um novo fôlego para a relação dos personagens, que estava bastante desgastada. Os dois terão que enfrentar situações que serão muito importantes para o relacionamento”, conta Miá. Já Fábio aposta na longa parceria com ela para gravar a continuação do filme. “Eu e Miá já temos um tipo de química que ajuda muito. Nós estamos em cartaz com a peça em São Paulo e fizemos o seriado, além do primeiro longa. Esses personagens já fazem parte das nossas vidas”, explica.

Meu Passado me Condena 2‘ mostra o que aconteceu com Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello), que resolveram se casar com apenas um mês de namoro e tiveram uma lua-de-mel cheia de surpresas, em alto mar. Agora que caiu na rotina, o casal apaixonado está estressado e tem que lidar com suas diferenças, que não são poucas. Fábio, que trabalha com seu pai num bufê infantil e pode acordar tarde todos os dias, não aguenta mais as reclamações de Miá, que é jornalista e dá o maior duro.

“Fábio, eu não sou de ficar contando dinheiro, mas esse mês eu gastei 2 mil, 738 reais e 50 centavos a mais que você nas contas da casa”, dispara ela. “Sério que você vai me desmerecer enquanto o supermacho dessa casa? Depois reclama que a gente tá transando pouco!”, rebate. Mas a gota d´água é quando ele se esquece do terceiro aniversário de casamento, vai jogar pelada e deixa a mulher plantada esperando por ele em casa.

Na mesma noite, logo depois de Miá pedir “um tempo”, Fábio recebe uma ligação de seu avô, Nuno (Antonio Pedro), que mora em Portugal, contando que acabou de ficar viúvo. Enxergando uma oportunidade de salvar seu casamento, ele apela para o emocional e a convence a ir com ele para o funeral.

O desenrolar da história se passa na Quinta do avô de Fábio, onde ele reencontra uma antiga namorada, Ritinha (a atriz portuguesa Mafalda Rodilles), e o charmoso Alvaro (o português Ricardo Pereira), com quem foi criado e rivaliza desde garoto. Longe de casa, Fábio e Miá avaliam os prós e contras de estarem casados e passam, mais uma vez, pelas provações típicas dos jovens casais. As filmagens também ocorrem em Lisboa e na aldeia de Sortelha, próxima da Serra da Estrela, local mítico e romântico.

Inez Viana (Suzana) e Marcelo Valle (Wilson), que se destacaram no primeiro filme como um adorável casal de trambiqueiros, também estão no elenco. Agora, eles abriram uma agência funerária em Portugal e dão golpes em velhinhos.

Com lançamento já marcado para junho de 2015, o longa tem coprodução da Globo Filmes, Paris Filmes e RioFilme. A distribuição é da Paris Filmes e Downtown Filmes.

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A direção fica por conta de Julia Rezende. ‘Meu Passado Me Condena‘ é a adaptação da série de televisão de mesmo nome, escrita por Tati Bernardi.

A estreia acontece dia 25 de Outubro.

‘The Walking Dead’: Norman Reedus é mordido por fã em evento

Em uma participação especial na New Jersey Walker Stalker Con neste fim de semana, o ator Norman Reedus foi mordido por uma fã.

Segundo o TMZ, “a segurança do evento foi acionada quando uma fã correu em direção a Reedus e mordeu seu peito”

A segurança policial rapidamente retirou a fã do evento, e ela foi proibida de participar das próximas edições e de “qualquer evento em que Norman esteja presente”.

Felizmente, a mordida não foi tão forte e o ator não precisou de atenção médica. Reedus também não prestou queixa contra a sua agressora.

Reedus brincou com o incidente em sua conta no Instagram. Ele postou uma imagem caracterizado como Daryl Dixon com uma camisa estampando a frase:

“Não me Morda”.

 

Confira:

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A sexta temporada retorna nos EUA dia 16 de FevereiroJeffrey Dean Morgan (‘Supernatural’, ‘Watchmen’) foi o escolhido para interpretar Negan , o maior e mais malvado vilão dos quadrinhos, líder do que pode ser chamado de “máfia zumbi”.

Negan será introduzido no final da sexta temporada, e entrará para o elenco fixo da sétima. Responsável pela morte de um dos protagonistas nos quadrinhos, ele ataca cidades e faz seus habitantes dividirem seus recursos em troca de salvação.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

A AMC renovou a série para a sua sétima temporada. A próxima temporada irá estrear em 9 de Outubro de 2016, e trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse  leia.

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

Após trailer, ‘A Bela e a Fera’ ganha data de estreia

Após o teaser-trailer fantástico divulgado pela manhã, a Walt Disney divulgou divulgou a data de estreia de sua versão-live action de ‘A Bela e a Fera‘.

O romance musical chega aos cinemas nacionais dia 16 de março de 2017, e nos norte-americanos no dia seguinte.

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

Assista:

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O elenco conta com Josh Gad (Lefou), Dan Stevens (Fera), Emma Watson (Bela), Luke Evans (Gaston), Ian McKellen (o relógio Horloge), Gugu Mbatha-Raw (o espanador Babette), Ewan McGregor (o candelabro Lumiere), Kevin Kline (Maurice) e Stanley Tucci estrelam.

Emma Watson faz selfie com elenco de ‘A Bela e a Fera’

Bill Condon, responsável pelos dois últimos filmes da ‘Saga Crepúsculo‘, assume a direção, substituindo Guillermo Del Toro (‘Círculo de Fogo’), antes cotado para o cargo.

Stephen Chbosky, autor do livro ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, roteiriza a adaptação para o cinema.

Luke Evans, que vive o vilão Gaston, revelou que todo o elenco da versão live-action de ‘A Bela e a Fera‘ cantou as canções Ao Vivo no set de filmagens. Com isso, o longa da Disney torna-se  a quarta produção a ser filmada dessa forma.

Os outros três longas filmados desse modo foram: ‘Across de Universe‘, ‘Os Miseráveis‘ e ‘Caminhos da Floresta‘, também da Disney.

Assista a prévia do novo trailer de ‘Rogue One – Uma História Star Wars’

O canal norte-americano ABC divulgou uma prévia do novo trailer de ‘Rogue One – Uma História Star Wars‘.

O trailer completo será lançado na quinta-feira, dia 11.

Assista:

‘Rogue One’: Teoria afirma que  Jyn Erso é a mãe de Rey 

Rogue One – Uma História Star Wars‘ estreia nos cinemas nacionais: 15 de dezembro de 2016, um dia antes da estreia norte-americana.

A ação ficção científica é baseada na franquia ‘Star Wars‘, de George Lucas, e faz parte de uma nova série de spin-offs produzidos pela Disney com base na série.

A história se baseia em um grupo de combatentes da resistência se unindo para uma missão de roubar os planos da Estrela da Morte e trazer uma nova esperança para a galáxia.

Rogue One‘ está situado antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘ e fará um desvio dos filmes da saga, mas tem elementos que são familiares para o universo de Star Wars. O filme entra em um novo território, explorando a luta galáctica na perspectiva de uma guerra terrestre, mas mantém a essência que os fãs de Star Wars já conhecem.

Cena de ‘Rogue One’ poderá vir no pós-crédito de ‘Star Wars – O Despertar da Força’

‘Rogue One: A Star Wars Story’: Foto mostra os capacetes dos Stormtroopers

O elenco inclui Felicity Jones, indicada ao Oscar® por seu papel em ‘A Teoria de Tudo‘; Diego Luna, que estrelou no filme vencedor do Oscar® de 2008, ‘Milk‘, e no longa aclamado pela crítica ‘O Homem da Máfia‘; Ben Mendelsohn, recentemente indicado ao Emmy® por seu papel em ‘Bloodline‘; Jiang Wen, que co-escreveu, produziu , dirigiu e estrelou os premiados ‘Let the Bullets Fly‘; Forest Whitaker,  vencedor do Oscar® por seu papel em ‘O Último Rei da Escócia‘ de 2006; Mads Mikkelsen, que estrelou ‘A Caça‘ e o memorável vilão de ‘Casino Royale‘.

Jones viverá a protagonista, uma soldado rebelde. Jonathan Aris (da série ‘Sherlock’) viverá o Senador Jebel, personagem nunca apresentado na franquia antes.

Três comerciais dublados super fofos da animação ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A Disney Brasil divulgou três comerciais dublados de ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘.

Confira, com um clipe em que Maui solta a voz dando as boas-vindas a nova Princesa da Disney.

Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

moana

Começa o processo para trazer Elena de volta à vida em prévias de ‘The Vampire Diaries’

Com quatro episódios para o final concreto de The Vampire Diaries‘, os próximos capítulos vão se concentrar em trazer de volta boa parte do elenco das primeiras temporadas, mas que em linhas gerais estão mortos.

Elena e Jeremy, seu irmão, serão os primeiros.

Assista:

 

 

 

Bruce Wayne continua seus treinamentos na prévia do episódio 3×18 de ‘Gotham’

A seguir, você confere o que vem por aí no próximo episódio de Gotham‘.

Confira:


Após ‘Interestelar’, Matthew McConaughey e Anne Hathaway estrelam ‘Serenity’; Veja foto!

Foi divulgada a primeira imagem oficial de ‘Serenty’, thriller que acompanha um capitão de barco de pesca no Caribe, cuja vida passada está prestes a colidir com o seu presente.

Steven Knight é quem dirige a produção.

Sabe-se que Matthew McConaughey viverá o barqueiro, mas a personagem de Anne Hathaway ainda não teve mais informações divulgadas.

As filmagens estão em andamento e a estreia da produção deverá ser para 2018.

Confira:

 

“Fiquei nua para o teste e me chamaram de gorda”, diz Jennifer Lawrence

Durante a cerimônia do Elle Women in Hollywood Award, a atriz e ganhadora do Oscar Jennifer Lawrence, compartilhou uma história de arregalar os olhos sobre como as mulheres são tratadas em Hollywood.

Embora, ultimamente, o assunto “assédio sexual” tem sido, automaticamente, relacionado a Harvey Weinstein, o que Lawrence contou vem bem de antes, do tratamento degradante que ela recebeu no começo de sua carreira.

“Quando eu era bem mais nova e estava começando, os produtores disseram que eu deveria perder 6 quilos em duas semanas. Uma garota antes de mim já tinha sido demitida por não perder peso suficiente e rápido o suficiente.”

“E nessa mesma época, uma produtora feminina me colocou em um lineup de ‘nu’ com outra cinco mulheres bem mais magras do que eu para um teste. E nós ficamos lado a lado apenas com ‘tapa-sexo’. Depois desse lineup degradante e humilhante,  a produtora falou que eu deveria usar minhas fotos nuas para me inspirar a fazer dieta. O diretor daquele filme me perguntou se eu estrelaria em um filme pornô e muitas outras coisas que são inapropriadas demais para dizer aqui.”

Jennifer tentou se defender e falar com outros produtores para conseguir ajuda. Mas era difícil, uma vez que ela já estava trabalhando num projeto.

“Eu pedi para falar com um produtor sobre as regras da minha dieta irreal, e ele não sabia porque todo mundo me achava gorda. Ele me achava completamente ‘pegável’.”

Hoje, Lawrence é uma atriz premiada, com Oscar e com filmes renomados em seu currículo, o que deu a ela um poder maior para lidar com esse tipo de situação.

“No momento em que eu peguei Jogos Vorazes, eu podia dizer ‘não’. Eu malhei todos os dias, mas eu estaria condenada se passasse a ideia de que um corpo esquelético era bom. Qual a diferença entre aquela época e hoje? Eu me tornei uma ‘estrela de cinema’. E quando você é uma estrela, você tem o poder de dizer ‘não’. Mas todo ser humano, sem pensar no quão bem sucedido ele seja, deveria ter o poder de ser tratado com respeito porque ele é humano.”

‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ ganha divertido trailer dublado!

A animação ‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ ganhou um novo trailer dublado!

Confira, com o novo cartaz:

Recentemente, foi revelado que o filme terá um cameo de ninguém menos que Stan Lee, conhecido por participar de todos os filmes do universo cinematográfico da Marvel. Segundo o Variety, na cena em questão, Lee surge do nada e diz: “Aqui é Stan Lee! Curtam minha aparição sutil! Isto é um filme da DC? Preciso sair daqui!”

‘Os Jovens Titãs Em Ação! Nos Cinemas’ conquista 100% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 30 de Agosto de 2018. A

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘Cemitério Maldito’ ganha vídeo dos bastidores e nova data de estreia no Brasil

O remake de ‘Cemitério Maldito‘ ganhou um vídeo legendado dos bastidores, que traz entrevistas e cenas inéditas.

Além disso, a estreia foi alterada e o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

Confira, com um comercial e novas imagens:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2313945115303525?sfns=mo

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

‘Tenet’: Robert Pattinson e John David Washington nas primeiras fotos do longa de Christopher Nolan

Foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de ‘Tenet‘, o novo filme de Christopher Nolan, estampadas por Robert Pattinson e John David Washington.

Especula-se que o primeiro trailer será divulgado amanhã, dia 19 de Dezembro.

Confira:

Ainda não se sabe muito sobre ‘Tenet‘, mas o Comic Book sugere que o longa terá um elemento de viagem no tempo, com o astro John David Washington (‘Infiltrado na Klan’) sendo capturado em algum tipo de loop. A legenda do teaser-trailer revela que a “hora chegou para um novo protagonista e uma nova missão”.

Muitos fãs estão fazendo comparações e conexões entre os filmes de Nolan, imaginando que a tecnologia dos sonhos de ‘A Origem‘ evoluiu para lidar com viagens no tempo.

A principal teoria diz que ‘Tenet‘ poderia revelar que a tecnologia de ‘A Origem‘ se transformou em algo ainda mais perigoso, permitindo que as missões de espionagem ultrapassem o reino dos sonhos, invadindo as linhas temporais. O que serviria como uma sequência para o filme de 2010.

É claro que ainda não há um vínculo concreto entre os dois filmes, mas o visual surreal do teaser de ‘Tenet‘ é muito semelhante ao trabalho de Nolan em ‘A Origem‘.

A reposta será revelada em 17 de julho de 2020, quando ‘Tenet‘ chega aos cinemas..

Além de John David Washington, Robert Pattinson e Michael Caine, que já trabalhou em vários filmes de Nolan, incluindo os três filmes do ‘Cavaleiro das Trevas’, o elenco é composto por Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clemence Poesy e Elizabeth Debicki.

Confira o cartaz:

 

‘X-Men’: Hugh Jackman volta a viver o Wolverine em vídeo

Após 17 anos vivendo o Wolverine, Hugh Jackman decidiu aposentar as garras de adamantium após interpretar o personagem pela última vez em ‘Logan‘.

Agora, o ator prova que é um dos caras mais gente boa do cinema e volta a viver o personagem em uma entrevista postada por ele nas redes sociais.

“Alguém poderia pensar que depois de milhares de entrevistas interpretando o #Wolverine, eu ficaria imune à isca de ser convidado a deixar minha cadeira. Jamais”, brincou.

Assista:

Quem é que não gostaria de ver o Wolverine se unindo aos ‘Vingadores‘ em algum momento do MCU? Infelizmente, Hugh Jackman se aposentou do papel antes da aquisição da Fox pela Disney.

Durante uma entrevista para o The Daily Beast, Jackman foi questionado se ainda gostaria de se juntar ao MCU, ao que ele respondeu:

“Eu sempre quis fazer parte do MCU. Sinceramente, se houvesse essa possibilidade há uns sete anos, eu diria: ‘Mas é claro!’ Mas já passou… Não me arrependo de aposentar o personagem, eu sabia que era o momento certo para isso. Agora está na hora de outra pessoa dar vida ao Wolverine.”

Ele continuou:

“Já me perguntaram dezenas de vezes se eu voltaria a interpretá-lo, mas eu encaro isso como um show, sabe? Às vezes você está cansado e só quer ir embora, mas sempre há alguém dizendo: ‘Ei, tem um novo DJ, novas músicas, não quer continuar?’ Você fica tentado, mas diz: ‘Parece bom, mas é melhor não’.”

Lembrando que a última atuação de Jackman como Wolverine foi há três anos, em Logan‘, adaptação dirigida por James Mangold

Dirigido por James Mangold, ‘Logan‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 619 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Assista nossa crítica:

Noah Centineo toparia fazer ‘Para Todos os Garotos que Já Amei 4’

A trilogia de livros escrita por Jenny Han foi adaptada em forma de filmes na Netflix, e a terceira e última produção já foi lançada no catálogo.

Mas com o sucesso, nada impede a Netflix de desenvolver mais filmes.

Pensando nisso, o ator Noah Centineo revelou que adoraria voltar a viver Peter Kavinsky em um possível quarto filme.

“Se a autora Jenny Han escrever um quarto livro, podem contar comigo”, revelou à Variety.

Além disso, a autora Jenny Han revelou em entrevista ao Collider que existe espaço para continuar a história em um quarto livro desenvolver seus protagonistas:

“Sempre deixo minhas histórias abertas pois, para mim, os personagens seguem em frente. Sempre terá um ‘E se?’ e ‘O que vem depois?’. Nunca sabemos o que irá acontecer. Eu gosto de deixar a porta aberta.”, afirmou.

‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ conquistou 70% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, recebendo elogios pela dinâmica entre os protagonistas e pela doçura do seu roteiro.

Além disso, o longa foi elogiado pela maturidade do enredo, embora tenha recebido algumas críticas por não conseguir capturar a mesma essência do original, lançado em 2018.

Confira as principais críticas disponíveis no momento:

“A energia afetuosa entre as estrelas Condor e Centineo mantém as faíscas voando”. -Monica Castillo, RogerEbert.com

“Após o amargo desvio de P.S. Ainda Amo Você, Agora e Para Sempre retorna ao brio do primeiro filme”. – Helen Shaw, New York Magazine/Vulture

“É um final adequado para a saga, não apenas como um capítulo final para a vida de seus protagonistas no colégio enquanto eles avançam para a faculdade, mas também como uma admissão de que a franquia ficou sem o que dizer”. – Karen Han, Slate

“O diretor Michael Fimognari e a roteirista Katie Lovejoy fizeram uma carta de amor para todos esses personagens – não apenas para Lara Jean e Peter – e o público achará difícil não se apaixonar também”. – Kimber Myers, Los Angeles Times

“Este filme é mais pesado que seus antecessores. Apaixonar-se é mais divertido de assistir do que tentar permanecer apaixonado, e crescer pode ser difícil”. – Nicole Clark, San Francisco Chronicle

“É uma pena, porém, que o que antes era um pouco de uma história de amor de menina sem muita sorte, toda representada em um azul sonhador e sentimentos calmos, tenha explodido em uma fantasia de devoção pegajosa”. – Mary Sollosi, Entertainment Weekly

 

 

‘Missa da Meia-Noite’: Nova série do criador de ‘A Maldição da Mansão Bly’ para Netflix ganha TENSO trailer

A Netflix divulgou o trailer legendado de Missa da Meia-Noite(‘Midnight Mass’), nova série de terror do aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Mansão Bly’).

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Confira:

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

Neve Campbell vai voltar em ‘Pânico 6’? Filmagens são adiadas! [VÍDEO]

Após a repercussão negativa da notícia de que a atriz Neve Campbell não vai retornar em ‘Pânico 6‘ por causa do cachê, as filmagens do novo filme foram adiadas…

Inicialmente previstas para começarem nesta segunda, dia 6, as filmagens agora devem começar apenas amanhã (10), e o motivo pode ser uma renegociação com a atriz.

No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon fala sobre a possibilidade do retorno de Neve:

A atriz confirmou que a Paramount ofereceu um salário abaixo do que ela gostaria de receber. E merecia.

Segundo rumores, o estúdio ofereceu apenas US$ 750 mil para que a atriz voltasse para o sexto filme, valor BEM ABAIXO do que ela recebeu para os filmes anteriores.

Para se ter uma ideia, Campbell recebeu US$ 1.500.000 pelo primeiro, US$ 3.500.000 pelo segundo e US$ 4.000.000 pelo terceiro.

Para ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico 5‘, o valor foi na faixa dos US$ 5 milhões por filme.

Isso explica a declaração da atriz, que disse que “a oferta apresentada não iguala ao valor que entregou para a franquia”

A notícia continua repercutindo e o ator David Arquette saiu novamente em defesa da atriz em um post que fez em uma rede social: “Para ser claro: eu apoio Neve Campbell e acho um GRANDE erro não ter ela no próximo filme”, afirmou David. 

E você, vai assistir ‘Pânico 6‘, mesmo sem a presença de Neve Campbell?

Confira as reações dos fãs abaixo:

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que fizeram o quinto filme, comandarão ‘Pânico 6‘, que tem roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick.

As filmagens devem começar este ano e ‘Pânico 6‘ tem previsão de estreia para 31 de março de 2023.

Disney pode ter DESISTIDO da adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame’

Desde o anúncio de uma adaptação live-action de ‘O Corcunda de Notre Dame‘ em meados de 2019, poucas atualizações relevantes sobre o projeto foram divulgadas.

Porém, com as críticas negativas das últimas adaptações live-action da Disney, o estúdio pode ter cancelado o projeto.

A informação foi revelada pelo compositor Alan Menken em uma entrevista ao ComicBook.

Menken revelou que há complicações no desenvolvimento da adaptação e expressou incerteza sobre sua continuidade.

Ele destacou as questões delicadas e importantes abordadas pela história de ‘O Corcunda de Notre Dame‘, que precisam ser cuidadosamente exploradas e resolvidas antes que o projeto possa avançar.

“Não faço ideia se ainda está em desenvolvimento. É difícil, porque o filme ‘O Corcunda de Notre Dame’ aborda muitas questões reais, que são importantes e devem ser exploradas. É necessário chegar a um acordo sobre como lidaremos com essas questões.”

Segundo relatórios anteriores, Josh Gad é o produtor da adaptação, enquanto David Henry Hwang está encarregado do roteiro. No entanto, diante das incertezas mencionadas por Menken, fica no ar a dúvida sobre o futuro do projeto.

Recentemente, ‘Peter Pan & Wendyfoi BOMBARDEADO por críticas NEGATIVAS pelo público.

Lembrando que o próximo live-action da Disney é com ‘A Pequena Sereia‘, que estreia dia 25 de maio nos cinemas, e as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história estreia na Netflix

A sequência de uma das MAIORES FRANQUIAS de ação da história acabou de estrear na Netflix.

No terceiro capítulo da saga John Wick, o universo da franquia se expande e prova que é possível ir além dos tiros e de uma bela estética.

Desde o primeiro capítulo da saga, a palavra “noir” se destaca, como uma explicação, e justificativa, para a trama do assassino aposentado que “volta ao jogo“ por um motivo, aparentemente, esdrúxulo: recuperar um carro e vingar a morte de seu cachorro. E ai de quem mexer com o cachorro de John Wick! Ao contrário de João da Neves, ele cuida de seu parceiro com uma dedicação e fidelidade, perdão o trocadilho, canina. Na eterna vingança, nunca saciada, de Charles Bronson e o, quase, inumano poderio bélico e resistência de Chuck Norris, Wick encontra paralelos para se firmar como o anti-herói (nunca gostei do termo, mas aqui, não cabe outro) que precisamos.

Pensando na estética, ele tem muito do chamado Neo-Noir: as cores escuras e profundas, os contrastes de azul e rosa ou, em contraste de sombras duras em brilhantes recortes, que deixam bem claras e definidas a luz e a escuridão. Sem esquecer o clima, sempre chuvoso da grande metrópole, intercalando excêntricos cenários que evocam o perigo – e a sujeira – da marginalidade, tanto quanto um universo secreto escondidos atrás das paredes mais insuspeitas… como a de um hotel de luxo no centro da cidade. Tem tiro, tem briga, tem mistério, tem pactos de sangue, tem juramentos (mais de um, uma verdadeira farra da troca de favores), elementos suficientes para ganhar a “pecha”, mas ainda sim, pouco define esse universo.

O novo capitulo, já em seu título, deixa clara as pretensões de ser maior e mais barulhento. Derivado, diretamente, do provérbio em latim “Si vis pacem, para bellum” ou “se quer paz, prepare-se pra guerra” em tradução livre.“Parabellum” define o papel de John, e o destino que ele vem desenhando desde o primeiro filme, para si: a disposição de, mesmo sozinho, mover uma batalha contra tudo e contra todos para viver a memória de seu grande amor. Soa piegas, eu sei, mas é bem Noir. Isso define bem as motivações que levam John pelo caminho que segue. Ele vive, e segue querendo viver pela memória de Helen, a mulher que perdeu.

Se a perda da cadela Daisy foi o estopim para sua vingança desmedida na primeira parte, os capítulos seguintes, foram uma sequência de provações para que ele permanecesse inteiro, e assim, a lembrança de Helen. “Parabellum” começa pouco depois do fim do segundo capítulo – na verdade, quase imediatamente – característica, inclusive, que faz todo o sentido, uma vez que esse filme parece ser uma continuação direta de eventos do anterior e assim por diante, como s capítulos de um livro. A trama aqui resgata personagens, fatos e eventos que foram importantes, direta e indiretamente, para os acontecimentos dessa narrativa. Esta é outra caraterística própria da saga de John Wick, não ser uma história fechada. E ainda deixa uma bela abertura para um futuro capitulo 4. No fim do capítulo 2, John era “excumunicado”, tendo sua cabeça colocada a prêmio para quem estiver disposto a se arriscar pela grana. E aqui, entendemos o significado disso.

A primeira metade do filme temos John numa corrida enlouquecida para sobreviver as hordas de assassinos que tentam a sorte numa luta contra a lenda. Ele vaga por Nova Iorque tentando juntar peças para conseguir uma saída e, a cada grupo de matadores que surge, nos vemos em uma série de planos sequências que misturam artes marciais, tiros, piruetas e lances que beiram o cômico, de tão insanos. A estética de videogame reina. John Wick consegue emular melhor os videogames na tela do cinema, que o cinema consegue emular os videogames na tela grande. E é aqui que reside uma das grandes vantagens, como também, um dos grandes defeitos desse filme. É muito divertido ver John navegando de um espaço para outro, como em fases de um jogo de ação, usando diferentes armas, técnicas e artifícios locais de acordo com o cenário em que se encontra.

A Nova Iorque, plural e cosmopolita, permite isso. Não é estranho sair de uma louca briga de facas numa loja de armas antigas e, em minutos, se lançar numa disputa de tiros em um estábulo. A brincadeira segue com John correndo para cenários ainda mais exóticos que cavam seu passado e nos mostram um personagem com cores ainda mais ricas, e uma nova miríade de personagens vão surgindo nessas novas camadas. Temos Halle Berry que entra como uma versão feminina de John (o que poderia render, nas mãos de uma Hollywood sedenta por spin offs, uma série só dela) com direito a seu próprio amor incondicional pelos amigos de quatro patas (ao melhor estilo John, disposta a começar uma guerra pelos cães dela). Ela entra com uma série de questões passadas com John que quase não chegam a ser exploradas nesse filme. Não soa tanto como uma falha, mas mais como um convite a “vamos ver mais dela no futuro”. Não duvido nem um pouco.

Outra adição interessante é de Anjelica Huston, mais um personagem que entra e sai da trama para ajudar Wick quando ninguém mais pode (afinal, ele quebrou as regras, ninguém pode ajudar John e correr o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas). John tem meios que podem soar com uma sucessão de “Deus Ex machina” pela forma abrupta com que surgem, e se emendam, no momento em que John precisa, mas acabam se aninhando dentro da trama e abrindo possibilidades. É difícil explorar a trama de alguém que DEVE ter um passado riquíssimo, lendário (e muitas cenas com pretensão cômica deixam isso claro, com movimentos de cortesia e frases soltas de admiração, de um assassino ou outro, por John, quase como fãs de um clubinho) e certas coisas não surgem de forma bem “conveniente”.

O importante é que John apanha. E muito. ele sangra, várias vezes, nos mesmos lugares. facas e tiros não são como raios, e pelo tanto que ele lutou, não é difícil ele já ter levado uma facada, ou tiro num lugar que já tinha um buraco ou um ferimento ainda cicatrizando. Neste capítulo, mergulhamos um pouco no passado de John, tanto pessoal como profissional, assim como nos embrenhamos um bocado nos meandros da Alta Cúpula, uma estrutura que se mostra muito mais burocrática, recheada de regras e leis internas que uma organização criminosa qualquer. Algumas conversas – das raras que o filme permite – deixariam George Lucas, e suas pretensões de discussão política na primeira trilogia de Star Wars, com inveja. A figura da Juíza (Asia Kate Dillon), a estrutura administrativa vintage, quase steampunk, do centro de informações (que parece, novamente, arrancado de algum jogo de videogame), a reverência das conversas, acordos, debates, todos pautados em honra e regras cria o contraste da violência a que seus agentes são submetidos.

Winston quase não se movimenta em quanto as balas voam, apenas alguns metros da sala onde está. Aproveitando, Ian McShane quase não se esforça na construção de seu chefão magnânimo, com um olhar que evoca desdém, mas também uma certeza cruel que só um demônio, ou um “Deus” pode expressar. Ele nasceu para esse tipo de papel. John pode chegar sujo, sangrando, quebrado, depois de ter matado uns 50 soldados, e ainda sim, conversa com a calma e civilidade de um negociador de papéis da bolsa sobre os termos de uma trégua. Toda a trama é permeada desses contrastes que funcionam como respiros dentro de uma sequência quase ininterrupta de pancadaria. E aqui, chego em um dos problemas mais visíveis pra mim. Ação e pancadaria, por si só, não são um problema, ainda mais quando tão bem coreografadas, registradas, em cenas belamente construídas.

O ritmo de videogame, com sequência de briga, abertura de conversa, e nova sequência de briga (sempre procurando variar o cenário, o modo, as armas e a dificuldade e, vez ou outra, apresentando um “chefão” de fase – temos fase com motos, com balé, com cavalos, num mercadinho, hotel, etc) é contínuo e funciona. Mas o excesso, em volume e em tempo, às vezes, briga com a narrativa, tornando alguns momentos enfadonhos. Mesmo apresentando novos elementos, eles pouco são desenvolvidos. Tudo gira em torno de explicar porque John é perigoso, é o melhor no faz e como ele vai sair da situação. Até os elementos de seu passado, que citei mais acima, pipocam para dar um passe livre para John seguir em frente. Algo é pincelado mas logo dá-lhe pancadaria. Um pouco de história não faria mal.

A gente se diverte, ri de momentos de auto paródia, ou auto homenagem, como quando Keanu recita uma frase clássica de Neo em Matrix. Tem a aparente inocência, ou falta de cinismo que esperamos dos vilões malvadões, quando eles querem passar a sensação de que são “gente como gente” entre seus iguais. O momento de leveza, de piada em meio a tanta violência. Aqui, levanto a bandeira de Mark Dacascos. Ele segue como um Bruce Lee que não chegou lá. Quase. Bateu na trave. Ele e seus alunos são os donos de alguns dos momentos mais “cômicos” do filme. Ainda que Dacascos tenha certo carisma, parece não ter o carisma certo. Enfim, esse não era, realmente o ponto. John Wick entrega um filme de ação que expande sua mitologia e, como um bom livro, deixa portas abertas, e um imenso desejo de querer mais. Talvez o melhor filme da franquia.

Você sabia que o Richard Gere foi BANIDO do Oscar por 20 anos? Entenda o motivo!

O renomado ator Richard Gere, conhecido por seus papéis em filmes como ‘Uma Linda Mulher‘ e ‘Chicago‘, nunca ganhou um Oscar e, por muito tempo, ficou afastado da cerimônia.

No entanto, existe um motivo para o astro ter sido “banido” de Hollywood por longos 20 anos, o que certamente atrapalhou sua carreira.

A polêmica que levou ao seu “banimento” ocorreu durante a cerimônia do Oscar de 1993, quando Gere aproveitou seu momento ao microfone para abordar as violações de direitos humanos na China.

Richard Gere era um ícone de Hollywood e sua presença na premiação atraía atenção significativa. Porém, ele surpreendeu ao direcionar seu discurso ao então líder chinês Deng Xiaoping, ressaltando a opressão do povo tibetano.

Gere pediu ao público que enviasse amor e verdade a Deng, clamando pela retirada das tropas chinesas do Tibete e pela liberdade do povo tibetano.

O produtor da cerimônia, Gil Cates, expressou sua desaprovação, alegando que a premiação deveria se concentrar em filmes e entretenimento, não em questões políticas.

Cates chegou a afirmar, em entrevistas após a cerimônia, que não convidaria Richard Gere para novas edições do Oscar, definindo as declarações do ator como “arrogantes” e “desonestas”.

Com sua declaração gerando outras reações negativas, Richard Gere viu o Oscar de 1993 ter um grande impacto em sua carreira. O ator enfrentou dificuldades em conseguir papéis devido ao seu ativismo e ao boicote de Hollywood em relação ao mercado chinês.

Em 2013, Gere voltou ao Oscar e afirmou que, com o tempo, as pessoas podem esquecer as proibições. Ao longo de sua carreira, Gere continuou lutando por causas humanitárias e se dedicou a projetos que abordam esses temas.

Aos 75 anos, o astro segue ativo em sua carreira e atualmente estrela ‘A Agência‘, série de espionagem da Paramount+.

Na trama, o astro dá vida a um personagem chamado Bosko, o chefe da estação de Londres com um passado histórico depois de servir como agente secreto por 8 anos.

‘Velozes e Furiosos Eternamente’: 11º Filme da franquia ganha título e data de estreia

A Universal Pictures revelou que o próximo capítulo da famosa franquia ‘Velozes e Furiosos’ se chamará ‘Fast Forever‘ (Velozes e Furiosos Eternamente).

O longa tem estreia prevista para 17 de março de 2028 e dará continuidade direta aos eventos de ‘Velozes e Furiosos 10‘, lançado em 2023 e dirigido por Louis Leterrier. A nova produção será o 11º filme da saga principal e promete marcar um momento histórico para a série.

O anúncio foi celebrado por Vin Diesel, protagonista da franquia e intérprete de Dominic Toretto, que usou suas redes sociais para compartilhar a novidade com os fãs.

Em uma publicação no Instagram, o ator divulgou uma imagem ao lado do saudoso Paul Walker, que deu vida a Brian O’Conner, um dos personagens mais icônicos da saga. Walker faleceu em novembro de 2013, durante as filmagens de ‘Velozes e Furiosos 7‘, e suas cenas finais no longa foram concluídas com o auxílio de computação gráfica, imagens de arquivo e a participação de seus irmãos, Caleb e Cody Walker, como dublês.

“Ninguém disse que a estrada seria fácil… mas ela é nossa”, escreveu Diesel na legenda da postagem. “Uma estrada que nos definiu e se tornou nosso legado… E um legado dura para sempre. 17 de março de 2028! FAST FOREVER.”

A escolha do título e o tom da mensagem reforçam a ideia de despedida que vem sendo construída nos bastidores da franquia. Em fevereiro de 2024, Vin Diesel já havia revelado que o então futuro 11º filme representaria o encerramento da história principal de Velozes e Furiosos. Na ocasião, o ator compartilhou sua empolgação após uma reunião com os roteiristas e a equipe criativa.

“Acabei de terminar nossa reunião de fim de semana com os roteiristas e toda a equipe… dizer que a empolgação para o nosso final foi incrível é pouco”, escreveu Diesel. “Este grande final não é apenas um fim; é uma celebração da incrível família que construímos juntos. Espero que vocês se orgulhem de nós!”

No ano passado, Diesel também participou do Fuel Fest, evento automobilístico organizado por Cody Walker, irmão de Paul Walker, reforçando a conexão emocional da franquia com seu passado.

Durante o encontro, o ator revelou que o novo filme trará um retorno às origens da saga, com foco na cultura automobilística e nas corridas de rua — elementos que consagraram os primeiros filmes.

Além disso, Diesel deixou no ar uma das maiores expectativas dos fãs ao sugerir um possível reencontro entre Dominic Toretto e Brian O’Conner.

“É isso que vocês verão no final”, afirmou, alimentando especulações sobre como a produção pretende homenagear o personagem e encerrar a jornada da “família” que conquistou o público ao longo de mais de duas décadas.

Com ‘Fast Forever‘, a franquia se prepara para acelerar rumo à sua reta final, prometendo emoção, nostalgia e uma despedida à altura do legado que construiu nas telas.

Diesel anunciou que Brian fará parte da história do próximo filme e “terá um reencontro significativo com Dominic Toretto”, o que levou muitos fãs às lágrimas.

Embora Vin Diesel não tenha entrado em detalhes sobre como isso será feito, tudo indica que os irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb Walker – que já serviram como base corporal para Brian em Velozes e Furiosos 7 (2015) após a morte do ator – voltarão a interpretar o personagem com apoio de tecnologia de computação gráfica e inteligência artificial para recriar digitalmente o rosto de Walker.

A expectativa é de que o longa feche o arco central de Dominic Toretto e sua “família”, resgatando elementos que marcaram a trajetória dos personagens desde o início.

Crítica | ‘Na Terra de Santos e Pecadores’ – Agitado e sangrento longa traz de volta o brilho de Liam Neeson

Sangrento, pulsante, imprevisível. Vamos falar agora sobre o novo filme protagonizado por Liam Neeson que entrou recentemente na prime video, Na Terra de Santos e Pecadores. Exibido no Festival de Veneza ano passado, nesse projeto somos apresentados a um choque entre a frieza e as desilusões pelo olhar de um protagonista, um clássico anti-herói, em total crise existencial que se vê envolvido em um último conflito ligando seu passado à vida que quer abandonar. O longa-metragem é dirigido pelo norte-americano Robert Lorenz, em seu terceiro projeto atrás das câmeras após uma carreira de sucesso como produtor de alguns filmes de Clint Eastwood, como: Sobre Meninos e Lobos e Menina de Ouro.

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

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O ar fúnebre se mistura as reflexões sobre ideologia, dentro do contexto de uma guerra política que causou caos a terceira maior ilha da Europa. A narrativa é empolgante, com o ritmo dosado, explicando de forma trivial paralelos interesses, como um contorno do discurso que bate de frente com o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski. Numa linda paisagem, o contraste com o violência é uma marca e assim vamos aos poucos entendendo as crises existenciais que se amontoam, toda essa parte é muito bem conduzida pelo olhar detalhista de Lorenz que consegue extrair não só os dilemas mas preenche as lacunas de muitos porquês.

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Esse é um filme onde os personagens se mostram muito presentes em cada espaço. E nesse campo aberto rumo ao imprevisível, já inserido na iminência de uma guerra civil, de um lado um assassino experiente em crise existencial, já não sabendo mais lidar com o ganha pão que escolheu, do outro um grupo de jovens imersos nos limites emocionais de sua incursão à revolução que escolheram, um modo de vida instável sempre à espera das consequências dos atos que se seguem. Heróis e vilões ganham interpretações diversas. Ajudam a contar essa história três excelentes artistas irlandeses indicados ao Oscar: Liam Neeson, Kerry Condon e Ciarán Hinds.

Algo que o cinema faz como muitas artes, não deixar cair no esquecimento, se junta à força de um discurso. Esse projeto, mesmo sendo uma total ficção, é mais um capítulo na vasta história que liga o famoso grupo paramilitar IRA, que passou por diversas modificações ideológicas desde seu início lá em 1919, à conflitos por toda a Irlanda.

Crítica | Histórias de Amor que Não Pertencem a este Mundo – Bom drama italiano sobre relações

A difícil arte de se relacionar

Muito se fala sobre feminismo e empoderamento da mulher hoje. Bem, essa luta é antiga, mas parece ter atingido um novo patamar, como um marco nesta sociedade moderna, o que é maravilhoso. No cinema, o mesmo acontece, mas ainda existe muito a ser conquistado. Num indústria dominada por homens, como Hollywood, mais ainda. Fora dos EUA, outros países também almejam esta inclusão de mercado, e a Itália é um deles. Podemos dizer que Histórias de Amor que não Pertencem a este Mundo serve bem à causa.

Escrito por um trio de mulheres, Francesca Manieri, Laura Paolucci e Francesca Comencini, e dirigido pela última (Gomorra: A Série), Histórias de Amor – que fez seu debute em agosto no Festival de Locarno, na Suíça, tem como proposta um olhar sincero sobre a forma como a mulher moderna pode vir a se posicionar dentro de uma relação. Suas frustrações, ansiedades e aspirações são captadas através de Claudia, a protagonista interpretada por Lucia Mascino (Viva a Liberdade).

No começo, a típica contestadora, Claudia põe em cheque a qualificação acadêmica de Flavio (Thomas Trabacchi), expondo na realidade suas deficiências e medos internos, resultados da falta de alegria que constitui sua existência. Por outro lado, seu espírito feminista questionador cria um curioso embate diante de um irritado corpo docente e dos alunos durante uma palestra. Como resultado, do atrito nasce uma amizade, seguido de um relacionamento amoroso. Isso é, após dizerem exatamente o que acham um do outro.

Histórias de Amor na realidade narra “uma” história de amor. Um amor complexo que mostra que nosso comportamento quando em uma relação pode ser mais indecifrável do que a mais intrincada ficção científica. Ao longo do caminho Claudia e Flavio se perdem, mas aqui o foco são as insatisfações da mulher. A chamada problematização. Quando percebe que abriu mão do companheiro, tenta reconquistá-lo. Mas talvez seja tarde demais.

O roteiro do filme, escrito a três mãos (de mulheres) define com exatidão as angústias e leva o público para bem perto desta história, conseguindo criar identificação imediata. Claudia, uma mulher em seus 50 anos, parece ainda não ter se achado. É o mal dos novos tempos. O peso ditatorial da sociedade sobre nossas vidas, e suas exigências, pode cobrar um preço alto.

Novos relacionamentos são adicionados à mistura, tanto de Flavio, com uma mulher mais jovem, quanto de Claudia, que em seus caminhos tortuosos do autoconhecimento se envereda numa relação com uma aluna, a dançarina exótica Nina (Valentina Bellè). Histórias de Amor que Não Pertencem a Este Mundo ganha pela honestidade e por seu reflexo do incomum comum. De relações modernas de naturalidade afirmada, cuja funcionalidade se mostra eficaz, não fosse pelos humanos nelas envolvidas.

Os Filmes de Tim Burton | Do Pior ao Melhor

Conhecido por seu estilo visual único, o diretor Tim Burton tem uma carreira que já dura 47 anos e 33 como diretor de longas para o cinema. Burton é alvo de adoração de diferentes gerações. Seja quem cresceu com seus filmes do final da década de 1980 e início de 1990 – seus primórdios – ou os que o conheceram na década passada, o cineasta segue escrevendo seu nome na história da sétima arte, encantando pessoas de todas as idades.

O cinema de Burton sempre teve grande apelo visual, e o uso de efeitos sempre se mostrou presente – ele somente foi atualizado em seus últimos trabalhos. O visual sombrio e gótico de tempos em tempos também volta a marcar presença. Fora isso, a carreira do diretor completa um ciclo, já que começou na Disney como animador e depois de anos, já estabelecido e cultuado, marcou presença no comando de Alice no País das Maravilhas (2010) – um dos maiores sucessos financeiros de sua carreira.

Como forma de homenagem para este grande nome do cinema de Hollywood, o CinePOP criou uma lista com todos os 18 filmes em longa-metragem para o cinema assinados por Tim Burton na direção, ranqueados do pior ao melhor. Esta lista tem como base o grande público votante do maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Ou seja, esta não é uma lista que reflete nossa opinião ou a opinião dos críticos, mas sim a do público, ou seja, vocês. Vem conhecer.

18 | Planeta dos Macacos (2001)

Em 2001, o diretor Tim Burton já era um grande nome quando decidiu arriscar em um de seus projetos mais ambiciosos: a reimaginação do clássico absoluto da ficção científica O Planeta dos Macacos (1968). O longa de Burton gerou grande hype na época, ao ponto de se tornar o filme mais esperado de seu respectivo ano no cinema, dentro todos os lançamentos de blockbusters. E não era para menos.

Foi aqui também que o diretor viria a conhecer a atriz Helena Bonham Carter, que se tornou sua companheira por 13 anos, mãe de seus dois filhos. Planeta dos Macacos, de certa forma, é uma das obras mais diferentes na filmografia do diretor, não sendo facilmente reconhecível como um trabalho seu. Parte disso se deve pela escolha do maquiador Rick Baker em bater o pé e não transformar as criaturas humanoides em parte do acervo das criaturas caricaturais de Burton, como confessa em entrevistas.

17 | Sombras da Noite (2012)

Projeto de estimação do ator Johnny Depp, esta adaptação de um seriado novelesco da década de 1960 ficou em desenvolvimento por anos. Depp, um fã declarado do programa na infância, foi contatado pela Warner quando o estúdio adquiriu os direitos para uma produção cinematográfica. O ator então levou o projeto para seu amigo de longa data, o diretor Tim Burton, não imaginando outra pessoa para dar forma a seu sonho nas telonas.

Respeitoso com o material original, Sombras da Noite pode ser considerado uma versão moderna de A Família Addams (1991) e conta uma história sobre uma disfuncional família vivendo na década de 1970, da qual um dos membros é um vampiro. Parte do  elenco renomado da obra, Michelle Pfeiffer desejava trabalhar novamente com o cineasta desde 1992, e quando soube que a Warner estava planejando um longa baseado na série, da qual igualmente era fã, entrou em contato para um possível papel. E assim nasceu a segunda parceria entre a atris e o diretor.

16 | Marte Ataca! (1996)

Um dos filmes mais incompreendidos do diretor, Marte Ataca! foi muito confundido com a versão cômica de Independence Day, que havia explodido nos cinemas no mesmo ano, meses antes. De certa forma, é até compreensível, já que o filme de Burton era o segundo sobre uma invasão alienígena em larga escala em pouco tempo naquela época. As propostas, no entanto, não poderiam ser mais distintas.

Embora muitos não saibam até hoje, Marte Ataca! é baseado numa série de cards e figurinhas antigas, da década de 1950, das quais Burton era fã e colecionava. As criaturas retratadas são iguaizinhas, e a ideia do diretor foi transformar aquelas imagens em um longa-metragem. Para isso, recrutou o que é provavelmente o maior elenco renomado de um filme seu. O monstro sagrado Jack Nicholson, por exemplo, não hesitou sobre a possibilidade de trabalhar novamente com o cineasta e pegou logo dois papeis no filme. Infelizmente, o resultado passou longe do almejado, embora atualmente a obra tenha atingido o status de cult. O consagrado crítico Roger Ebert talvez tenha pego pesado demais em sua definição, ao afirmar que: “Burton havia feito a biografia de Ed Wood em seu filme anterior e agora, no seguinte, estava encarnando o próprio Wood”. Maldade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Certas coisas nem sempre caminham juntas. Alice é a maior bilheteria da carreira de Tim Burton. Junto ao grande público e críticos, no entanto, se mostra um de seus filmes menos satisfatórios. Esta pode ser considerada uma das primeiras investidas da Disney em uma adaptação em live action (e muito CGI) de suas animações clássicas. Muitos anos depois e Burton voltaria à proposta, com a versão de Dumbo a ser lançada ano que vem.

Ao contrário de obras recentes no estilo, vide Cinderela (2015), Mogli (2016) e A Bela e a Fera (2017), Alice no País das Maravilhas não é uma reedição quase frame a frame da obra de 1951. O filme de Burton funciona como uma espécie de sequência para a animação, mostrando a protagonista Alice (Mia Wasikowska) já mais velha, com casamento arranjado, fugindo desta realidade indesejada e retornando para o País das Maravilhas para novas aventuras. Este molde de subversão foi repetido em Malévola (2014), reimaginação de A Bela Adormecida, contada através da vilã da trama, a bruxa que dá título ao longa.

14 | O Lar das Crianças Peculiares (2016)

Raramente os filmes de Tim Burton são ideias originais. Em sua maioria, se tratam de adaptações, reimaginações, biografias ou desenvolvimento de obras prévias. Aqui, o diretor resolve levar para as telonas o livro de Ramson Riggs, que funciona quase como a premissa dos X-Men para um público ainda mais infantil. A ideia aqui é uma escola para crianças “diferentes”, com dons sobrenaturais. No lugar do Professor X, entra a personagem de Eva Green, se reunindo com o diretor após Sombras da Noite (2012).

Por sua vez, o livro de Riggs usou como base não o universo mutante da Marvel, apesar das coincidências, mas sim uma série de fotografias antigas, vendidas em feiras, que exibiam figuras consideradas “aberrações”. O tema, recorrente nos filmes de Burton, é a aceitação do diferente e dos marginalizados. E que o mais importante é o que não podemos ver, o interior.

13 | A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

Depois de ter reimaginado o clássico Planeta dos Macacos – utilizando um estilo que não casava tanto com o tipo de filme que estava acostumado a dirigir – Burton era a escolha perfeita para dar nova roupagem a outro clássico imortal, este do cinema infantil. A Fantástica Fábrica de Chocolate (1971) é um musical icônico do cinema, recomendado para toda a família, que conta com o desempenho de Gene Wilder, eterno no papel do titereiro de crianças Willy Wonka.

Baseado no livro de Roald Dahl, a versão de Burton não é sombria como muitos imaginavam, inclusive se mostrando mais voltada para as crianças do que o filme original. Johnny Depp, parceiro recorrente do diretor, foi a aposta para o novo chocolateiro Willy Wonka. O ator, que adora se transformar nos filmes do amigo, escolhe uma estranha (mas não no bom sentido) abordagem para o papel, se tornando mais creepy do que o personagem pedia. Na época, muitos o compararam com o ícone Michael Jackson, inclusive em sua androgenia.

12 | As Grandes Aventuras de Pee-wee (1985)

Primeiro longa-metragem dirigido por Tim Burton, que havia feito carreira como animador da Disney e comandado inúmeros curtas, alguns dos quais inclusive transformou em longas anos depois. Era uma transição natural para a especialidade do cineasta que seu primeiro filme fosse uma obra repleta de fantasia e surrealismo. Pee-wee Herman, personagem imortalizado por Paul Reubens, saído de especiais de comédia e que depois ganharia um programa infantil, caiu como uma luva para o tipo de cinema que Burton viria a ficar conhecido.

O filme serviu como primeiro passo para todos os elementos com os quais o diretor viria a construir sua carreira e podemos inclusive notar o estilo de certas cenas neste primeiro trabalho, as quais Burton viria a desenvolver melhor em seus próximos projetos.

11 | Grandes Olhos (2014)

Na lista até o momento já tivemos refilmagens, reimaginações, adaptações de livros e seriados antigos, e até mesmo de figurinhas. Agora, chega a primeira biografia. Aqui, o foco é a pintora Margaret Keane e seus quadros retratando figuras femininas de grandes olhos. Suas imagens se tornaram um sucesso fenomenal na década de 1950, quando todos ainda acreditavam que o autor era seu marido, que se autopromovia de tal forma.

Um dos temas do longa é a independência feminina. A mulher calada que finalmente encontra sua voz e tem a liberdade para gritar contra o abuso do homem. Na história, acreditando que quadros criados por mulheres não venderiam, Walter Keane constrói um império baseado em fraude artística, assumindo a autoria das pinturas de sua mulher. Este é um dos filmes mais sérios e adultos de Burton, os quais ele entrega de tempos em tempos. Aqui, os renomados Amy Adams e Christoph Waltz dão credibilidade a este material, que foi mirado à época de prêmios e indicado ao Globo de Ouro.

10 | Frankenweenie (2012)

Tim Burton também dirige animações, já que tal gênero de cinema tem tudo a ver com ele e foi onde iniciou sua carreira. Antes de assumir o comando completo de tais produções, ele produziu obras como O Estranho Mundo de Jack (1993), por exemplo. Frankeweenie é um dos filmes que mais representam o resumo do universo Burton raiz que aprendemos a amar, e que se encontra meio escondido em seus últimos trabalhos.

Frankenweenie é também a adaptação de um curta do próprio diretor, de 1984, com atores reais. Burton resolve levar a história para as telonas, utilizando o tipo de animação que mais defende e que infelizmente se encontra quase extinta: o stop-motion. A ideia aqui é parodiar o clássico do horror Frankenstein (1931), usando um cachorro como o morto-vivo trazido de volta por seu dono. A animação dá o passo além e brinca muito referenciando o cinema do gênero.

09 | Batman – O Retorno (1992)

Tim Burton foi o responsável pela consolidação dos filmes de super-heróis. Seu Batman (1989) foi um fenômeno, como nenhum outro filme do gênero havia sido. Podemos dizer que Superman – O Filme (1978) foi um enorme sucesso para o gênero, trazendo renome e respeito. Mas Batman deu um passo além, mostrando que este tipo de filme poderia atingir bilheterias astronômicas e gerar intermináveis mercadorias, fazendo o capital fluir como um rio.

Em time que está ganhando não se mexe, ou quase. Este foi o pensamento da Warner ao trazer o diretor de volta para comandar a continuação do sucesso monstruoso. O lance de Batman – O Retorno foi que Burton queria mais liberdade criativa, e como o primeiro filme havia se mostrava extremamente rentável, a Warner resolveu conceder o desejo do diretor, o deixando livre, leve e solto para fazer o filme do personagem que havia imaginado. Particularmente, Batman – O Retorno é um dos melhores filmes do cineasta e consegue elevar o que havia sido construído anteriormente. O problema é que nem todos pensaram assim. E com mais violência, esquisitices, e um teor pesado para crianças, o estúdio precisou arcar com a dificuldade de produzir mercadorias voltadas aos pequeninos com uma obra tão sombria. Resultado: mesmo imaginando uma terceira parte para as aventuras do Homem-Morcego, Burton foi afastado da direção. Hoje, Batman – O Retorno é um filme cult, dono de uma verdadeira legião de fãs.

08 | A Noiva Cadáver (2005)

Embora tivesse produzido animações no passado, este foi o primeiro filme do gênero dirigido por Tim Burton, se tornando também uma das obras mais queridas e elogiadas de sua filmografia. Tudo a ver com Burton, o filme utiliza elementos clássicos do cinema do diretor e muito bem poderia ter sido criado em live action. A Noiva Cadáver marca também uma das três ideias originais transformadas em filme da carreira de Burton – ao lado de Os Fantasmas se Divertem (1988) e Edward Mãos de Tesoura (1990).

A animação marca o reencontro do diretor com um texto da roteirista Caroline Thompson, escritora de Edward Mãos de Tesoura (1990). Uma história gótica e tipicamente “Burtoniana”, o filme apresenta um sujeito nervoso tentando fugir de um casamento arranjado na era vitoriana, que inadvertidamente se torna noivo de uma mulher morta, enterrada na floresta. Burton brinca com o conceito do mundo dos mortos e dos vivos, o primeiro dono de cores berrantes e muita energia, e o segundo, monocromático e enfadonho.

07 | A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999)

Outro filme que representa bem a estética do cinema Tim Burton raiz: pálido, gótico e dono de laços com o terror. Nesta reimaginação do clássico conto ‘The Legend of Sleepy Hollow’, de Washington Irving, inúmeras vezes adaptado, inclusive na forma de animação, Burton se sente em casa em uma história que parece ter sido criada para ele dirigir.

Em uma cidadezinha do interior, chamada Sleepy Hollow, uma maldição parece em andamento. Diversos moradores são encontrados mortos, com a cabeça decapitada. Os crimes são creditados a uma folclórica figura, o cavaleiro sem cabeça, que segundo diz a lenda se trata de um guerreiro amaldiçoado retornando do inferno. Um detetive cético, guiado meramente pela ciência e sem qualquer crendice no fantástico, é enviado de Nova York para investigar as ocorrências. Johnny Depp realiza aqui sua terceira parceria com o diretor, até então, e vive o protagonista. É dito que Depp queria fazer uso de uma maquiagem mais extensa para se esconder na pele do personagem, vontade esta negada por Burton. Percebemos também que a personagem de Christina Ricci deveria ser vivida por Winona Ryder, caso o relacionamento dela com Depp não tivesse acabado em uma nota negativa.

06 | Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)

Um dos longas mais prestigiados da carreira do diretor, Sweeney Todd foi indicado para três Oscar e levou o de direção de arte. Primeiro e único musical na filmografia de Burton, o filme conta com seus colaboradores recorrentes Johnny Depp e a então esposa Helena Bonham Carter, além de se encaixar perfeitamente no tipo de obra na qual o cineasta fez carreira em cima. Podemos dizer inclusive que Sweeney Todd foi o último full on hard no estilo Burton raiz (Sombras da Noite trouxe elementos sem conseguir êxito completo).

Sweeney Todd é baseado no musical dos palcos, com elementos de terror e canibalismo, criado por Hugh Wheeler. Na trama, um homem injustiçado pela corrupção de uma cidade inglesa, retorna muitos anos depois com a nova identidade de um barbeiro e forja uma aliança macabra com a dona de uma loja de tortas.

05 | Os Fantasmas se Divertem (1988)

O primeiro sucesso da carreira de Tim Burton, este filme marcou a infância de toda uma geração. Muitos, inclusive, consideram este o primeiro filme de Burton, já que aqui o diretor deixou sua imaginação correr solta, utilizando todos os elementos que viriam fazer de seu cinema tão único. Foi devido a este filme que Burton conseguiu o trabalho no comando da ambiciosa superprodução Batman. Os executivos da Warner teriam ficado tão satisfeitos com o resultado de Beetlejuice, que escolheram o diretor para o comando do grande filme de super-herói.

Uma das únicas ideias originais para um filme de Burton, Os Fantasmas se Divertem brinca bem com os gêneros da comédia e terror, se tornando a marca registrada do cineasta. Na história, um casal morre e volta como fantasmas para sua grande casa. Quando uma família inconveniente vai morar no local, eles precisam da ajuda de outros fantasmas para expulsá-los de lá. O filme fez tanto sucesso que gerou uma série animada. Uma continuação há muito tempo é planejada e agora se encontra muito perto de sair do papel.

04 | Batman (1989)

Como dito, para este que vos fala, assim como para muitos, a continuação Batman – O Retorno (1992) consegue transcender este filme em todos os quesitos. Mas esta é a opinião do grande público, que prefere o que foi confeccionado aqui. Indiscutivelmente, não importando sua opinião sobre qual dos dois filmes do personagem dirigidos por Burton é o melhor, o primeiro Batman foi extremamente influente e até mesmo revolucionário. Primeiro, por mostrar que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser não apenas um grande sucesso, mas um fenômeno mundial no quesito marketing e merchandising, modificando para sempre o conceito de cinema entretenimento e o blockbuster.

Segundo, por trazer o herói de forma nunca anteriormente apresentada, mostrando que histórias em quadrinhos poderiam ser coisa de adulto. Batman é sombrio e, como disse o crítico Roger Ebert, “repleto de sentimentos ruins, não recomendado para crianças”. De fato, o filme se encaixa mais na categoria noir criminal, se distanciando ao máximo da imagem que todos tinham anteriormente do personagem no audiovisual, a série colorida e galhofa dos anos 1960. Até o visual do personagem era remodelado para os novos tempos, com uma armadura preta e utensílios altamente tecnológicos ao invés de cômicos. Aqui, tínhamos mortes, violência e sangue.

03 | Ed Wood (1994)

Se dependesse unicamente de mim, este filme ocuparia a primeira posição dentre os melhores da carreira de Burton. Já tivemos a biografia de Grandes Olhos (2014) na lista, mas a primeira na filmografia do diretor foi esta, que inclusive tem muito mais a ver com seus gostos pessoais. Ed Wood, o filme, não foi apenas isso, mas também o primeiro trabalho considerado “sério” do cineasta, antes associado ao cinema de fantasia e entretenimento.

Com Ed Wood, o cinema de Tim Burton dava o passo além, inegavelmente amadurecendo artisticamente, porém, sem fugir por completo do tipo de filme que ama e representa. Considerado até hoje um dos piores (ou quem sabe o pior) diretor de cinema que a sétima arte já viu, Edward D. Wood Jr. virou sinônimo de cineasta cult após sua morte. Seus filmes eram de baixíssimo orçamento e sua paixão era as obras de terror e ficção científica. Em seus trabalhos contava muito mais a vontade do que a qualidade. Plano 9 do Espaço Sideral (1959) é o ápice de sua carreira. Em Ed Wood, o filme, Tim Burton cria uma grande homenagem ao marginalizado diretor. O filme foi indicado e levou dois prêmios no Oscar – de maquiagem e ator coadjuvante para Martin Landau, que interpreta o lendário Bela Lugosi, o eterno Drácula.

02 | Edward Mão de Tesoura (1990)

Não é grande surpresa que este filme esteja no pódio, ocupando o segundo lugar da lista. A obra encantou crianças da minha geração em seu lançamento e continua a fazer o mesmo pelas novas gerações. Edward resume muito do que é o cinema de Burton também, se mostrando na época o filme com mais alma e coração de sua jovem carreira – até hoje se mantendo no topo da lista nesta categoria.

A ideia para o filme, que se mostrou recorrente em outros trabalhos do diretor, é uma reimaginação do clássico Frankenstein (1931), desta vez, um jovem criado por um inventor, que termina morrendo antes de concluir sua obra. Assim, inconcluído e esquecido, Edward é encontrado e levado para a cidade, onde precisa aprender a lidar com o maior dos monstros, o ser humano. Um festival de desencontros faz com que o protagonista constantemente seja incompreendido. Mesmo assim, ele se torna parte de uma grande história de amor – que se estenderia para fora das telas entre Johnny Depp e Winona Ryder. Mas esta é uma história de amor de doer o coração, como Tim Burton gosta e sabe fazer bem.

01 | Peixe Grande (2003)

Por mais que não seja surpresa ver Edward Mãos de Tesoura em segunda posição, ver Peixe Grande na primeira é. Este é o filme do diretor mais adorado pelo grande público. É também um dos filmes menos conhecidos de Tim Burton e um dos que mais foge de seu estilo raiz. Obviamente, não é um disparate vê-lo em primeira posição, já que definitivamente se trata de um dos melhores trabalhos do diretor. Voltando para o tópico acima, este é igualmente um dos filmes sérios do cineasta, que foge, mesmo que levemente, do padrão de seus filmes mais conhecidos e mais associados a sua figura.

Um ótimo exemplar para o dia dos pais, um dos temas levantados por esta obra baseada no livro de Daniel Wallace é o relacionamento entre pai e filho. Como dito, embora seja um longa com questões mais sérias, Burton não esquece o lado fantasia, trazido na trama pelas histórias inacreditáveis do personagem principal, as famosas “histórias de pescador”. São em tais trechos que Burton pode deixar sua imaginação fértil correr solta, quando elementos como Gigantes, bruxas e lobisomens adentram a narrativa, mesmo que de mentirinha.