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10 Filmes que abordam CONTURBADAS relações entre pai e filho

Problemas familiares é um dos temas preferidos de muitas obras que são lançadas a cada ano nos streamings ou circuito exibidor. Algumas se distinguem pelo foco, algumas sobre uma relação que muitas vezes pode ser bastante conturbada: entre pai e filho. Pensando sobre esse tema e para gerar reflexões, separamos abaixo uma lista bem legal:

 

Ainda Somos os Mesmos

Na trama, com seus 91 minutos de projeção, ambientada no início da década de 1970 em meio ao caótico domínio de ditaduras em vários lugares, conhecemos Gabriel (Lucas Zaffari), um estudante de medicina, que após precisar fugir do Brasil por conta dos militares brasileiros, chega até o Chile ainda no governo de Salvador Allende, onde acreditava estar seguro. Mas pouco tempo depois, um golpe de estado liderado pelo chefe das forças armadas chilenas, o general Augusto Pinochet, acontece, levando Gabriel a buscar refúgio na Embaixada da Argentina. Em paralelo a isso, seu pai, Fernando (Edson Celulari), um empresário influente da indústria calçadista, com forte ligação com os militares brasileiros, busca soluções para resgatar o filho.

 

Maestro (s)

Na trama, conhecemos Denis (Yvan Attal) um maestro em total ascensão na carreira após vencer um cobiçado prêmio. Ele possui uma trajetória de repleta tensão com seu pai François (Pierre Arditi), esse também maestro. Um dia, após um bizarro erro de comunicação a partir um inesperado convite para assumir uma prestigiada orquestra na Itália, Denis precisará lidar com uma situação que logo se torna um problema de família.

 

E a Festa Continua!

Na trama, acompanhamos Rosa (Ariane Ascaride) uma enfermeira, ativista, viúva cedo, que aceitou a solidão como uma companheira de sua trajetória de luta na criação dos filhos. No seu presente se embaralha para se dedicar à família, suas possibilidades na política e a chegada de um novo amor. Assim, conhecemos seu cotidiano e de alguns que a cercam.

 

Fim da Sentença

Na trama, conhecemos Frank (John Hawkes), um vendedor aposentado que passa seus dias de forma pacata ao lado da esposa Anna (Andrea Irvine) no estado do Alabama. Quando ela falece, vítima de câncer, Frank, precisa realizar o último desejo da esposa: uma viagem para a Irlanda junto do filho. A questão é que Sean (Logan Lerman), que acabara de sair da prisão, não se dá bem com o pai. Embarcando nessa viagem, muitas surpresas pelo caminho esperam pai e filho.

 

Um Filho

Na trama, ambientado na cidade de Nova York, conhecemos Peter (Hugh Jackman), um homem com enorme sucesso na sua vida profissional, que se tornou pai novamente faz pouco tempo e mantém um relacionamento com nova esposa Beth (Vanessa Kirby). Toda sua rotina muda completamente quando Kate (Laura Dern), sua ex-esposa o avisa que o filho adolescente deles Nicholas (Zen McGrath) está passando por uma fase difícil e precisa do pai. Assim, Nicholas vai morar com o pai e a relação deles irá passar por muitos conflitos, afetando em todas as esferas a vida do pai.

 

Estranho Caminho

Na trama, conhecemos um jovem (Lucas Limeira) cineasta que após longos anos volta para o lugar onde nasceu e morou para apresentar o seu mais recente trabalho em um Festival de Cinema. Com a pandemia da Covid batendo na porta, ele busca se encontrar com seu pai (Carlos Francisco) com quem não fala faz mais de uma década. Após uma tentativa quase frustrada, já que o pai se tornou uma pessoa cada vez mais reclusa, algumas situações peculiares começam a atingir seu caminho.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

Caminhos Violentos

Na trama, conhecemos Brad Jr. (Sean Penn), um jovem que trabalha com um bico pouco rentável e vive com a mãe, a avó e o irmão em uma simples casa na Pensilvânia. Brad Jr. se apaixona por Terry (Mary Stuart Masterson) com quem deseja fugir da cidade e ter uma nova vida. Mas, ao mesmo tempo, Brad tem em sua vida novamente o seu pai, o bandido Brad Sr. (Christopher Walken) com que começa a ter uma reaproximação que culminará em um desfecho tenso, frio e sangrento.

 

Uncle Frank

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

 

The Day After i’m Gone

Na trama, conhecemos o cirurgião veterinário Yoram (Menashe Noy), um homem de meia idade, sério e comprometido com seu trabalho. Quando sua filha Roni (Zohar Meidan) tenta o suicídio, ele precisa buscar ajuda aonde pode para voltar a ter diálogos com ela. Tentando ouvir todos que giram ao seu redor, Yoram embarca em uma viagem de autoconhecimento, quebrando paradigmas existentes em suas geladas e magoadas emoções.

Crítica | Millenium: A Garota na Teia de Aranha – Novo filme mantém um bom nível

Uma James Bond feminina

Nestes tempos de representatividade, nos quais personagens icônicos ou marcas estabelecidas ganham novas roupagens, temos recebido uma enxurrada de mudanças étnicas e sexuais – a maioria, bem-vinda (mesmo que seus filmes não as acompanhem). Um dos itens mais pedidos é a versão feminina de James Bond. Bem, se vai acontecer ou não ninguém sabe – mas não precisa, pois já temos aqui um exemplar do agente secreto bem mais subversivo.

Desde sua edição norte-americana, dirigida por David Fincher em 2011, o universo criado pelo falecido autor Stieg Larsson se aproximava das formas de 007. Ou melhor, a uma versão “modernoza” dele. Banhada pela atemporal Immigrant Song (de Led Zeppelin), cantada nas cordas vocais de Karen O, o longa ganhava uma introdução de créditos xerocada dos filmes do espião criado por Ian Fleming. Era o recado de que Lisbeth Salander é a espiã dos novos tempos e seus casos – mesmo mais voltados ao suspense (e donos de temáticas hardcore) – repletos de potenciais intrigas internacionais.

Nada, no entanto, escalado ao nível do que temos aqui, agora com este quarto exemplar. Vale contextualizar a carreira da protagonista, pelas folhas e telas. Nos livros, Larsson tinha planos para uma série em 9 capítulos. Faleceu no terceiro – os três transpostos para o cinema, em versões suecas estreladas por Noomi Rapace (que fez seu nome graças à suntuosa performance). Já no ano seguinte, Fincher lançaria sua aprimorada versão da mesma história, com planos para a segunda e terceira partes. Que nunca viriam graças ao desempenho abaixo do esperado nas bilheterias.

No papel, a história de Salander continuou com David Lagercrantz, o autor designado para dar seguimento às aventuras da hacker. No cinema, a Sony também não estava pronta para desistir. O caminho optado, no entanto, foi o reboot (palavra de ordem na Hollywood atual – se algo não funcionou da forma que deveria, se reinicia). Assim, sai Fincher e Rooney Mara (mesmo com indicação ao Oscar debaixo do braço e tudo) e entram Fede Alvarez (A Morte do Demônio e O Homem nas Trevas) e Claire Foy (The Crown e O Primeiro Homem). Assim, novo autor, novo livro, nova protagonista e novo diretor se encontram harmoniosamente.

Bem, e como dito de início, Lisbeth Salander nunca foi tão James Bond quanto em A Garota na Teia de Aranha. Sim, a trama ainda carrega muitas tintas de subversão, e a protagonista exala seu ar de justiceira, personificando a essência de nossa lei Maria da Penha com unhas e dentes. Se a lei ganhasse vida e assumisse a forma feminina, ela seria Salander. E sim, ainda existe muitas ligações com seu passado, o que continua tornando Millenium uma trama pessoal para a protagonista. Mas aqui também adentramos o terreno da espionagem internacional como nunca anteriormente, com direito a agente especial dos EUA interferindo em território sueco (papel de Lakeith Stanfield), planos de armas nucleares roubados de um cientista (Stephen Merchant), organizações terroristas e uma vilã tipicamente bondiana (Sylvia Hoeks).

Claire Foy não desaponta como Lisbeth, e consegue entregar uma atuação sólida – atingindo a nota certa, inclusive do sotaque sueco, sem soar forçado. De fato, sua Lisbeth ecoa a de Mara, e compramos logo de cara a substituição. O problema nem de perto é a performance dedicada da britânica. Também não se encontra na direção lúcida de Alvarez, abraçando com vontade seu trabalho mais ambicioso. O diretor uruguaio cria momentos estéticos belíssimos, imagens inspiradas, e uma edição dinâmica. A dupla encontra perfeita sintonia e entrega um novo filme digno da franquia.

O problema é a sanitarização pela qual o novo longa passa. A jogada da Sony para o reboot, foi tirar os 18 anos da censura do longa de Fincher, e jogar aqui – ao menos no Brasil – a censura 12 anos. O fato é perceptível ao repararmos num filme mais comportado, sem a mesma intensidade (especialmente sexual) dos anteriores – ou qualquer relação entre os personagens Lisbeth e Mikael Blomkvist (Sverrir Gudnasson). Esta pegada menos impactante, embora notável, não cria barreira ou atrapalha o andamento da obra. É apenas a versão que não necessitará de cortes ao passar na TV aberta.

No elenco, destacam-se ainda Vicky Krieps (de Trama Fantasma) como a editora Erika Berger e Synnove Macody Lund (de Headhunters) no papel de uma oficial do alto escalão.

Millenium: A Garota na Teia de Aranha é um bom entretenimento, longe da significância da obra de Fincher ou das originais. Por outro lado, se mostra exatamente o que era necessário para uma longeva e mais acessível incursão a este universo. E na outra palavra de ordem em Hollywood: franquia. Foy e Alvarez estão aprovados para seguirem nesta trajetória.

10 Filmes que Completam 10 Anos e que Talvez Nem Todos Conheçam – Mas Deveriam!

A cada ano que passa centenas de filmes são lançados nos cinemas pelo mundo. No Brasil, nem todos chegam às nossas salas, mas pode ter certeza que a maioria irá aportar hoje nas mais variadas plataformas de streaming disponíveis (papel realizado antes pelas locadoras e o mercado de home vídeo). Ou seja, se nem mesmo os críticos e profissionais que trabalham como jornalistas de cinema conseguem dar conta de assistir a tudo o que é produzido a cada ano no mundo, o que dirá o público comum.

É para isso que serve o nosso trabalho, para separarmos o trigo do joio e selecionar filmes para indicar que muitos provavelmente não conhecem. Essa nova matéria surge justamente para isso. Aqui iremos falar sobre filmes que estão completando 10 anos de seu lançamento (seja no grande circuito em de forma reduzida em festivais pelo mundo), mas que muitos provavelmente sequer ouviram falar. Mas deveriam tentar encontrar. Confira abaixo.

01) Get On Up – A História de James Brown

Você sabia que o icônico James Brown ganhou uma biografia há dez anos, em uma época em que elas ainda não haviam se tornado os blockbusters que viraram graças ao sucesso de ‘Bohemian Rhapsody’ (2018) e ‘Rocketman’ (2019). Hoje, elas estão quase se tornando lugar comum e só nos últimos anos tivemos as de Whitney Houston, Bob Marley e Amy Winehouse (a de Michael Jackson está chegando) – no Brasil as de Claudinho e Buchecha, Gal Costa e Mamonas Assassinas. A de James Brown não é uma qualquer pois conta com a presença do saudoso Chadwick Boseman protagonizando, e as vencedoras do Oscar Viola Davis e Octavia Spencer. A direção é de Tate Taylor, o mesmo de ‘Histórias Cruzadas’ e ‘A Garota do Trem’.

02) Antes do Adeus

Chris Evans hoje se tornou um grande astro de Hollywood graças aos filmes da Marvel nos quais interpretou o herói Capitão América. Mas o ator tem um lado artístico a ser consumado também. Nesse sentido resolveu arriscar, há 10 anos, no comando de seu primeiro filme como diretor. Uma pena que depois disso ele não tenha tentado mais nada, levando em conta o resultado muito satisfatório desse filme independente. No clima de Richard Linklater e a trilogia do ‘Antes’ (‘Amanhecer’, ‘Pôr do Sol’ e ‘Meia Noite’), Evans resolve contar sobre duas pessoas se conectando durante uma fatídica noite na estação de Nova York. Evans também protagoniza como o aspirante a músico Nick, que conhece, ajuda e se afeiçoa à Brooke (Alice Eve), uma mulher desesperada e com seus próprios problemas.

03) Trocando os Pés

Adam Sandler é um dos comediantes mais queridos da atualidade, e tem sua própria base de fãs pelo mundo. Mas talvez nem eles mesmo conheçam um de seus filmes mais obscuros: ‘Trocando os Pés’. Uma ideia muito interessante, Sandler interpreta o sapateiro Max Simkin, um sujeito que herdou a loja da família, mas está desiludido com sua vida e seu emprego. Ele ainda precisa lidar com o desaparecimento de seu pai. Injetando fantasia na trama, ele descobre um artefato mágico, capaz de literalmente transformá-lo nos donos dos sapatos que conserta.

04) Promessas de Guerra

Outro que andou se aventurando como diretor há dez anos foi o vencedor do Oscar Russell Crowe. Hoje, o ator está caindo aos poucos no território dos filmes B do cinema, realizando obras de calibre menor e menos badaladas. No entanto, quem foi rei jamais perde a majestade. Voltando dez anos no passado, víamos Crowe arriscando em seu primeiro longa como diretor. Um projeto ambicioso, ‘Promessas de Guerra’ é um épico australiano sobre um pai tentando encontrar seus três filhos desaparecidos após a famosa guerra de Gallipoli, viajando até a Turquia.

05) As Vozes

Antes de dar a volta por cima em sua carreira e se tornar um mega astro graças ao sucesso de ‘Deadpool’, Ryan Reynolds já era um nome bastante conhecido e confiável. Há dez anos ele entregava um de seus projetos cult mais interessantes, mas que ainda hoje nem todos conhecem. Sucesso no Festival de Sundance de dez anos atrás, ‘As Vozes’ traz Reynolds como Jerry, um homem dócil, simpático e aparentemente perfeito, porém, ele esconde uma terrível psicose. Jerry é extremamente perturbado e escuta seus animais (um cachorro e um gato) falarem. Logo ele dará asas ao seu lado mais sombrio perseguindo suas vítimas. Ah sim, trata-se de uma comédia sombria. No elenco, Anna Kendrick e Gemma Arterton.

06) A Entrega

Dennis Lehane é um dos autores mais prestigiados dos EUA. Seus livros se tornaram filmes de sucesso, vide ‘Sobre Meninos e Lobos’, ‘Medo da Verdade’ e ‘Ilha do Medo’. Seu texto menos conhecido que se tornou um filme é este ‘A Entrega’, mas esta injustiça precisa ser desfeita com mais gente conhecendo essa preciosidade. Um thriller policial, o longa traz Tom Hardy no papel principal de um sujeito que possui um bar em Boston em parceria com seu primo Marv – papel do saudoso James Gandolfini. O local é ponto de entrega de mafiosos russos. Um dia o pior acontece e o local é assaltado. Agora a dupla de primos está em dívida com os mafiosos e precisa se virar. Noomi Rapace, que estava com tudo na década passada, co-protagoniza.

07) O Duplo

Outro que estava com tudo na década passada era o “esquisitinho” (no bom sentido) Jesse Eisenberg, graças a sucessos como ‘Zumbilândia’ e principalmente ‘A Rede Social’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. No período ele também estrelou um de seus filmes mais interessantes, mas também um dos mais desconhecidos. ‘O Duplo’ é baseado em um livro de ninguém menos que Dostoevsky. Adaptado e dirigido pelo humorista Richard Ayoade, a história conta sobre um burocrata funcionário público, tímido e sem autoestima, cuja vida vira do avesso com a chegada de um novo colega de trabalho. O sujeito é sua cópia física idêntica, porém, suas essências não poderiam ser mais diferentes, pois o novo funcionário é tudo o que ele não é, e possui todas as qualidades que não têm.

08) O Hóspede

Thriller cult de ação, ‘O Hóspede’ fez sucesso e deu o que falar em sua estreia no badalado Festival de Sundance nos EUA há 10 anos. Na direção, o mesmo Adam Wingard que faz sucesso hoje com os blockbusters de ‘Godzilla vs. Kong’. Na trama, David (Dan Stevens) chega à porta da família Peterson, se apresentando como colega de seu filho que acabou de morrer em combate fora do país. Como também é um militar que serviu e os americanos são muito patriotas, o sujeito é acolhido no lar deles. Ele é um homem bastante educado e prestativo. Porém, misteriosos assassinatos começam a acontecer na cidade, que podem estar ligados com a presença do sujeito. Maika Monroe, de ‘Corrente do Mal’, também estrela.

09) 99 Casas

Podemos dizer que Andrew Garfield foi um ator injustiçado em seu início de carreira. Isso porque ao ter seu sonho realizado ao se tornar o segundo ‘Homem-Aranha’ do cinema, no equivocado reboot do ‘Espetacular Homem-Aranha’, teve também seu sonho interrompido sem a chance de um terceiro filme já planejado. Uma coisa que começa errada dificilmente termina certa. Mas Garfield deu a volta por cima e já tem no currículo duas indicações ao Oscar. No entanto, antes das duas, deveria ter recebido uma por este filme subestimado. Ele vive Dennis, um empreiteiro que vive com a mãe (Laura Dern), sua pequena filha e faz de tudo para pagar as contas e sobreviver. Mas não é o suficiente e acaba tendo sua casa confiscada. Sua única opção é começar a trabalhar confiscando casas de quem não faz os pagamentos em dia.

10) O Último Ato

Aqui temos o encontro de um trio de titãs da sétima arte. Na direção, Barry Levinson, de clássicos absolutos como ‘Bom dia, Vietnã’ e ‘Rain Man’. Protagonizando temos o monstro sagrado Al Pacino no papel de Simon, um ator que está envelhecendo (um paralelo com o próprio Pacino) e após um incidente em uma peça na Broadway, se interna em uma casa de repouso para tratar seu estado de nervos fragilizado. Voltando para casa, ele cogita o suicídio. Porém, recebe uma segunda chance de vida ao conhecer uma jovem atriz, muitos anos mais jovem, que tem adoração por ele e com ela inicia um relacionamento. A atriz e diretora Greta Gerwig (antes de iniciar sua carreira como cineasta) é quem vive o papel.

‘Monstro do Pântano’ será para maiores de 18 anos por “violência gráfica”

Em entrevista ao /Film, o roteirista Gary Dauberman (‘It: A Coisa‘) disse que a nova série da DC Comics, ‘Monstro do Pântano‘, será para maiores de 18 anos.

“Sempre foi o nosso desejo fazer ‘Monstro do Pântano’ com alta classificação indicativa e gravar cenas de violência gráfica, com temas adultos e fazê-lo o mais assustador possível. Por estarmos fazendo o projeto através do serviço de streaming da DC, eles realmente insistiram – apesar de não terem que insistir muito – para que fôssemos extremos. Nós realmente nos inspiramos na abordagem de Alan Moore do material. Queremos que a série siga o padrão que Moore apresentou nos anos 80. A criatura em si está incrível… Terá um visual maravilhoso.”

Dauberman continua, “Será uma história de origem do Monstro do Pântano, e Alec Holland lutando contra o que ele se tornou. Muitos desses elementos serão contados a partir do ponto de vista de Abby Arcane.”

Crystal Reed (‘Gotham‘, ‘Teen Wolf‘) será a protagonista da série, Abby Arcane. Maria Sten (‘Channel Zero‘) interpretará Liz Tremayne.

Len Wiseman, conhecido pela franquia Anjos da Noite, dirigirá o episódio piloto.

O projeto será roteirizado por Mark Verheiden (‘Constantine‘) e Gary Dauberman (It: A Coisa), e contará com a produção da Atomic Monster, a produtora de James Wan (Invocação do Mal), que também assumirá a produção executiva ao lado de Michael Clear (Quando as Luzes se Apagam).

Na trama, quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

A série do Monstro do Pântano está prevista para 2019. As gravações começam já nos próximos meses, nos Estados Unidos.

Confira a primeira imagem oficial:

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: 6ª temporada ganha trailer completo SENSACIONAL; Assista!

A ABC divulgou o trailer completo 6ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘.

Confira:

A sexta temporada irá estrear no dia 10 de maio, na ABC.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

Agents of S.H.I.E.L.D.‘ já está renovada para a 7ª temporada, que será a última da série.

‘Ozark’: 3ª temporada ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix finalmente divulgou quando a 3ª temporada de ‘Ozark‘ será lançada. O próximo ano irá estrear na plataforma no dia 27 de março.

Confira o teaser:

Crítica | Ozark 2ª Temporada – Série Consegue Manter a Tensão da Primeira Temporada

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Books of Blood’: Terror antológico do Hulu ganha trailer SINISTRO; Assista!

O Hulu divulgou o trailer completo do terror antológico ‘Books of Blood‘, que é baseado na obra de Clive Barker.

Confira:

O longa é dirigido por Brannon Braga (‘The Orville’), que também é responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Adam Simon (‘Salem’) .

Baseada nos contos de Clive Barker e trazendo histórias originais, a trama explora uma jornada por um território desconhecido e proibido através de três contos que estão conectados pelo tempo e o espaço.

O elenco inclui Andy McQueenFreda Foh ShenNicholas CampbellAnna FrielBritt RobertsonRafi GavronYul Vazquez.

O longa será lançado na plataforma no dia 7 de outubro.

‘Eu Nunca…’: Chrissy Teigen não irá mais participar da 2ª temporada após acusações de bullying

De acordo com o Variety, Chrissy Teigen não irá mais fazer uma participação especial na 2ª temporada de ‘Eu Nunca…‘ (Never Have I Ever) após ter sido acusada de praticar bullying com a modelo Courtney Stodden.

Recentemente, Stodden revelou ao Daily Beast que Teigen a assediava nas redes sociais pouco após seu casamento com o ator Doug Hutchison. “Ela não apenas tweetava sobre mim, como também ia nas minhas mensagens privadas dizendo para eu me matar,” afirmou a modelo. “Coisas do tipo: ‘Mal posso esperar para você morrer’.”

No dia 12 de maio, Teigen se desculpou publicamente através do Twitter: “Eu estou mortificada e triste com a pessoa que eu costumava ser. Eu era insegura e buscava atenção sendo tóxica. Estou envergonhada pelo meu comportamento… Sinto muito, Courtney. Eu espero agora que você possa se curar ao saber quão profundamente eu estou arrependida.”

Confira as primeiras imagens da 2ª temporada:

Crítica | 1ª temporada de ‘Eu Nunca…’ é um presente para quem gosta de comédias adolescentes

A série foi criada por Lang Fisher e Mindy Kaling.

A trama gira em torno de Devi, uma estudante ansiosa que tem um leve surto e se envolve em situações difíceis enquanto lida com o fato de ser a primeira geração moderna de descendentes de indianos nos Estados Unidos.

Maitreyi Ramakrishnan estrela a produção. Poorna Jagannathan, Richa Shukla, Darren Barnet, Aitana Rinab Perez, John McEnroe, Hanna Stein, Sendhil Ramamurthy, Jaren Lewison, Ramona Young e Lee Rodriguez.

Jovem caça monstro no trailer do terror ‘Take Back the Night’; Assista!

O terror ‘Take Back the Night‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Gia Elliot é responsável pela direção.

Após ter sido ataca por um monstro, Jane começa a caçar a besta que tentou matá-la. Enquanto os esforços da jovem se intensificam, seu passado com abuso de drogas e doenças mentais vem à superfície, causando todos a duvidarem da autenticidade de sua história. Subitamente sozinha em sua luta, Jane começa a duvidar das memórias de seu ataque, fazendo-a questionar da existência do próprio monstro.

Emma Fitzpatrick (‘O Colecionador de Corpos 2’) estrela a produção.

O terror será lançado em VOD pela Dark Sly Films no dia 4 de março.

‘A Casa do Dragão’: 2ª temporada fará mais ALTERAÇÕES na história

Em entrevista ao Variety, o showrunner Ryan Condal revelou que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ deve continuar explorando e surpreendendo os espectadores em sua adaptação do livro de George R.R. Martin.

O realizador afirma que a fonte narrativa apresenta espaço para interpretações diferentes, que irão pegar os leitores da obra desprevenidos – como no final da primeira temporada.

“O que nos fascina nessa trama, em um nível narrativo, é mostrar quão confusa e pouco confiável a história pode ser. Quero dizer, esse é um livro escrito por um autor tentando filtrar os acontecimentos através da perspectiva de três outros autores, com seus próprios pontos de vista. Há realmente uma história oficial? Não. Há algumas coisas que acontecem, que são bem documentadas e reais, mas há outras que cabem a interpretação. Não sabemos exatamente o que aconteceu.”

Ele completa, “Nossa história está tentando preencher essas lacunas na história, então haverá algumas mudança na série, que não acontecem exatamente no livro. Há vários exemplos disso na primeira temporada, onde você vê as consequências, mas também descobre como elas realmente aconteceram.”

Todos os episódios da 1ª temporada já está disponíveis na HBO Max!

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Xolo Maridueña afirma que os vilões em ‘Besouro Azul’ serão SURPREENDENTES

Em entrevista ao ComicBook – realizada antes da greve dos atores em Hollywood –, Xolo Maridueña revelou que os espectadores irão se surpreender com os vilões no filme do ‘Besouro Azul‘.

O longa trará muitas referências à mitologia da DC, e contará com Victoria Kord (Susan Sarandon) e Carapax (Raoul Max Trujillo) como antagonistas.

“Eu não quero revelar muito sobre o Carapax e a Susan, porque eu quero que os espectadores tenham a chance de descobrir sobre isso nos cinemas. Só posso dizer que será surpreendente. Pessoalmente, eu gosto de vilões que amamos odiar. Acredito que temos isso em nosso filme. Até mesmo os vilões mais fortes têm seus momentos e significado por trás deles. Estou ansioso para que as pessoas vejam como a história irá se desenvolver.”

Ele completa, “Em termos de poder fazer cenas de ação como um super-herói e vilões, eu realmente devo agradar aos dublês. Eles foram fantásticos. Uma das minhas coisas favoritas no meu personagem é que, como foi dito no trailer, a imaginação dele é o limite para o traje. E o Jamie é uma daquelas pessoas que cresceram assistindo filmes de super-heróis, anime e quadrinhos. Estou ansioso para que as pessoas possam ver todos os embates diferentes entre o Carapax e o Besouro Azul. Será fantástico.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de agosto.

Confira nossas primeiras impressões:

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor Angel Manuel Soto falou sobre a atriz brasileira Bruna Marquezine, e foi só elogios.

“Eu vi uma fita da Bruna e senti que ela era tão forte. Ela era muito consciente, muito vulnerável, muito feroz. Ela me deu tudo o que acho que representa uma mulher latina e as mulheres com quem eu cresci. E ter uma pessoa tão talentosa e tão profissional, durante toda a filmagem, trazendo suas próprias ideias, e realmente incorporando a personagem? Não consigo ver uma Jenny diferente na minha mente.”, ele afirmou.

A entrevista completa será lançada em breve no nosso canal do YouTube:

O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo também estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

O Sequestro do Papa

(Rapto)

 

Elenco:

Paolo Pierobon
Fausto Russo Alesi
Barbara Ronchi

 

Direção: Marco Bellocchio

Gênero: Drama

Duração: 134 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 18 de Julho de 2024

Sinopse: 

Em O SEQUESTRO DO PAPA, em 1858, no bairro judeu de Bolonha, os soldados do Papa invadiram a casa da família Mortara. Por ordem do cardeal, vieram levar Edgardo, seu filho de sete anos. A criança foi batizada secretamente por sua babá quando era bebê e a lei papal é inquestionável.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro Il caso Mortara, de Daniele Scalise, que foi inspirado em uma história real – o caso Mortara –, onde um jovem judeu de seis anos foi sequestrado pela Igreja Católica em 1858;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Mestres do Universo’: Atriz de ‘Agatha Desde Sempre’ se junta ao elenco do live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, Sasheer Zamata (‘Agatha Desde Sempre’) foi confirmada no elenco do live-action de ‘Mestres do Universo‘. Ela interpretará uma personagem chamada Suzie.

Além dela, Jon Xue Zhang (Ram-Man) e Christian Vunipola (Hussein) também foram anunciados na produção.

Vale lembrar que o longa está programado para o dia 5 de junho de 2026.

Confira as primeiras imagens dos bastidores, que trazem o ator Nicholas Galitzine filmando uma cena em que He-Man é preso:

Morena Baccarin (‘Deadpool’) viverá a Feiticeira em Mestres do Universo.

A personagem é uma usuária de magia poderosa que zela pelo Castelo de Grayskull, guardando os segredos e a sabedoria nele contidos. Teela Na, a mãe de Teela, é a feiticeira atual, tendo sucedido Kuduk Ungol há muito tempo.

Além dela, Haukur Jóhannesson (‘Game of Thrones’) será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

O elenco ainda conta com Camila Mendes como Teela, Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como o Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

O longa é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

A trama foca no Príncipe Adam, de 10 anos, que caiu no planeta Terra e se separou de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Após quase duas décadas, Adam está determinado a retornar para sua planeta natal e lutar contra as coisas malignas do Esqueleto.

Mas, para derrotar este poderoso vilão, Príncipe Adam terá que descobrir os mistérios do seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

Mestres do Universo‘ já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

‘O Sobrevivente’ e ‘Truque de Mestre 3’ irão disputar o TOPO das bilheterias nos EUA

De acordo com o Deadline, o reboot de ‘O Sobrevivente‘ e a sequência ‘Truque de Mestre: O 3° Ato‘ irão brigar pelo topo das bilheterias nos EUA.

Projeções recentes indicam que ambos filmes devem abrir acima de US$ 20 milhões no país.

Na última quinta-feira (13), o terceiro filme da franquia ‘Truque de Mestre‘ levou a melhor, somando US$ 2.1 milhões contra US$ 1.9 milhões arrecadados pelo reboot estrelado por Glen Powell (‘Todos Menos Você’).

O site destaca que a expectativa é que ‘Truque de Mestre 3‘ vença a disputa e conquiste o topo, especialmente por ter uma baixa classificação etária e ser uma opção atraente para públicos diferentes.

No Brasil, os filmes não terão um confronto direto. Enquanto ‘Truque de Mestre 3‘ já está em exibição nos cinemas nacionais, ‘O Sobrevivente‘ chegará às telonas do nosso país apenas no dia 20 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

‘O Sobrevivente’: Glen Powell revela que precisou da aprovação de Stephen King para protagonizar o filme

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

O elenco ainda conta com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

Escândalo entre Bill Clinton e Monica Lewinsky será o tema da 4ª temporada de ‘American Crime Story’

O The Hollywood Reporter confirmou que Ryan Murph, produtor executivo da série, adquiriu os direitos do livro “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President“, que conta a história do escândalo envolvendo o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, e uma estagiária que trabalhou na Casa Branca durante o mandato.

A obra  foi escrita por Jeffrey Toobin, que também escreveu “The People vs O. J. Simpson” – o livro usado como base da primeira temporada.

O THR ainda revela que Ryan Murphy está realizando entrevistas com atrizes para o papel de Monica LewinskyLinda Tripp – amiga da estagiária que gravou as conversas que revelam o caso entre o ex-presidente e a estagiária.

Há alguns dias, durante a apresentação do FX no TCA 2017, a emissora anunciou que ‘American Crime Story‘ terá episódio inéditos, apenas, em 2018.

O segundo ano da série vai focar nos acontecimentos do furação Katrina, que gerou quase 2.000 mortes em Nova Orleans e no sul da Flórida em 2005.

Mas não é só isso.

Muitos fãs ficarão tristes com essa notícia. No último ano, foi especulado que Lady Gaga voltaria a trabalhar com Ryan Murphy após o sucesso de sua participação em ‘American Horror Story‘, e migraria para outra série de sucesso do mestre da TV:  ‘American Crime Story‘.

Em entrevista à imprensa americana, Ryan revelou que Gaga não interpretará a icônica Donatella Versace, conforme se especulou no meio de 2016.

Uma pena. Vale lembrar que Gaga e Donatella são grandes amigas, e bastante parecidas fisicamente.

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A terceira temporada de ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo gigolô Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach.

O assassino se matou poucos dias depois.

Segundo Matt Mitovich do TV Line, a terceira temporada do programa deve estrear entre seis e sete meses após a segunda temporada.

Disney cancela ‘Gigantic’, nova versão de ‘João e o Pé de Feijão’

A Disney cancelou a realização da animação ‘Gigantic’, que traria uma nova versão do clássico conto ‘João e o Pé de Feijão’.

A informação foi revelada com exclusividade ao The Hollywood Reporter, pelo presidente da Walt Disney e da Pixar Animation Studios, Ed Catmull. Segundo o empresário, o estúdio tentou de todas as formas desenvolver a narrativa, mas não houve sucesso:

“É impossível saber, no instante em que começamos um projeto, de que forma o processo criativo se desdobrará e às vezes, independente do seu amor pela proposta e de sua disposição para fazê-la acontecer, nós acabamos chegando à conclusão de que o projeto simplesmente não funciona. Com ‘Gigantic’ aconteceu justamente isso. E embora tenha sido uma árdua decisão, nós estamos encerrando as atividades de desenvolvimento no momento. Estamos focando nossas forças em outro projeto que já está em andamento e logo em breve divulgaremos mais informações sobre ele, que chegará aos cinemas em novembro de 2020”.

 

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‘Homecoming’: Julia Roberts e elenco se reunem em novas imagens promocionais

A série ‘Homecoming‘, estrelada pela Julia Roberts, ganhou duas novas imagens, que traz a atriz ao lado de Bobby Cannavale e os demais membros da produção.

Confira:

A série dramática é uma adaptação do fictício podcast homônimo. Na versão original, a narrativa é conduzida através de ligações, conversas e sessões de terapia.

O podcast, produzido pela Gimlet Media, conta com Catherine Keener como uma assistente social em uma unidade secreta do governo, David Schwimmer, como seu chefe, e Oscar Isaac, que vive um soldado em busca de uma vida mais pacata e normal.

Roberts irá interpretará o papel de Keener. O roteiro e a produção de ‘Homecoming’ ficará a cargo do próprio Sam Esmail, criador de ‘Mr. Robot‘.

Produzida pela Universal Cable Productions, a série será exibida pelo Amazon.

Crítica | ‘Stranger Things’ 3ª temporada: Épica e bombástica, a melhor de todas

Que a década de 80 é um dos períodos mais gloriosos e fundamentais da cultura POP, isso é inegável. Desde as ombreiras em blazers texturizados e coloridos, ao Ray-Ban Wayfarer que marca bem os rostos, tudo na década exala uma autenticidade inimaginável e inigualável. Entre as cores neon, os penteados extravagantes e a maquiagem colorida, existe um universo de originalidade que estampa todas as esferas sócio culturais, principalmente do Ocidente. E coroada com bons clássicos contemporâneos, como os filmes de John Hughes, não é difícil compreender o frenesi permanente desse período. E capturando toda essa essência com maestria, a Netflix fez do passado uma coqueluche mundial do presente, trazendo o vigor unapologetic da época para as prateleiras de lojas, em incontáveis produtos licenciados e até mesmo inspirados. E após um longo inverno, eis que estamos de volta com a narrativa espelhada nos filmes de Steven Spielberg, nessa que é a melhor de todas as temporadas de Stranger Things.

Tímida e sorrateiramente, Stranger Things se transformou nesse fenômeno, nos fazendo apaixonar pela trajetória aventureira desse grupo de amigos adolescentes desajustados, que viram suas campanhas de RPG se transformarem em realidade, abrindo um portal (literalmente) para o sobrenatural. E após um 2018 de muito silêncio e poucos detalhes, a produção original da Netflix retomou o seu ritmo como se o tempo sequer tivesse passado, nos trazendo de volta a Hawkins, em uma sucessão eletrizantes de acontecimentos macabros, com novos personagens e novas ameaças. E sabendo exatamente onde querem chegar, os Irmãos Duffer não poupam os corações do público e fazem da terceira temporada a mais sangrenta, insana e caótica de todas.

Rompendo algumas barreiras e honrando a censura de +16, a nova temporada caminha em um ritmo admirável, introduz os novos personagens com leveza e naturalidade e traz substancialidade para todos, explorando cada qual – protagonistas e coadjuvantes – de maneira profunda e pontual, respeitando o timing da narrativa, para que tudo seja orgânico e não pareça fabricado. Esse brilhantismo entrega à audiência um roteiro impecável, inspirado nos clássicos oitentistas de Spielberg e inspirador para aqueles que assistem. Divertida e equilibrada, a nova leva de episódios entende seu variado público, que orbita entre adolescentes, jovens e adultos nascidos e crescidos entre os anos 80 e 90. E por respeitar a época na qual a narrativa se passa, a década em questão é reverenciada a todo momento, em takes que deixam claro a moda vanguardista e peculiar do período, bem como o comportamento dessa geração. Rapidamente, é como se vivêssemos os anos 80 novamente, em uma direção de fotografia que garante toda essa vibe de forma palpável. Uma nostalgia tão real que dá para sentir seu gostinho de perto.

Com efeitos visuais caprichados e produzidos com extremo realismo, Stranger Things 3 é uma mistura deliciosa de alguns dos aspectos que mais amamos do cinema oitentista. Unindo a ação ao suspense, temperando a trama com pitadas de humor que servem como uma pausa para o fôlego, a série vai ainda mais além naquilo que já havia entregado no passado, nos proporcionando um terror exageradamente sinestésico. Cruzando as fronteiras do thriller, a Netflix conquista o público – como se fosse a primeira vez – por ser visceral nas cenas mais fundamentais, fazendo o sangue escorrer pelas telas, acompanhado de muitas e inesperadas lágrimas em meio a um clímax necessário, mas impensável. Ousada, essa temporada dá trabalho para Eleven (Millie Bobby Brown), que foi levada aos seus limites físicos, mentais e emocionais do primeiro ao oitavo e último episódio.

Com referências da cultura POP da época que ajudam a caracterizar e preparar o mood de todo o ciclo, Stranger Things 3 ainda é uma jukebox visual, trazendo uma trilha sonora que vai de “Material Girl” da Madonna a “Wake Me Up Before You Go-Go” da banda Wham!. Cheias de simbolismos, é notável que as canções foram escolhidas a dedo e justamente por isso são capazes de proporcionar todas as sensações necessárias em cada momento chave da produção, conduzindo a trama de maneira progressiva e envolvente – fazendo dos oito capítulos uma breve jornada diante dos nossos olhos. Esse cuidado se estende também para a trilha original, que vai do synth pop ao ritmo mais chiclete, lembrando em alguns momentos o trabalho feito por Dave Grusin e Jerry Goldsmith nos filmes Os Goonies e Gremlins, respectivamente.

Com um final bombástico que promete deixar muitos fãs inconsoláveis, a série da Netflix se fortalece como uma das melhores coisas da televisão contemporânea. Trazendo uma trama que explora três arcos distintos e os conecta de maneira espetacular – sem deixar furos de roteiro, a terceira temporada traz cliffhangers que vão te fazer rir e chorar simultaneamente, à medida que – sem perceber – te prepara para um encerramento devastador. Com uma cena pós-créditos que mostra um velho conhecido dos nossos protagonistas, Stranger Things 3 finaliza seu ciclo ao som de uma releitura do hino Heroes, de David Bowie, apenas para nos deixar na posição fetal, clamando (a contra gosto) por mais um hiato, só para tentarmos superar tudo o que vimos. Vai ser mais um longo inverno pela frente.

 

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ chega na Netflix ainda neste mês

Há anos os fãs de ‘Harry Potter‘ têm implorado à Netflix para que os oito filmes da saga fiquem disponíveis na plataforma de streaming.

E após uma enxurrada de pedidos, as produções da franquia têm gradativamente chegado à grade de programação do serviço e mais um capítulo vem aí, para acalentar a exaustiva quarentena. O segundo capítulo da saga, ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘ será lançado na Netflix ainda neste mês, com sua estreia agendada para o dia 30 de julho.

Confira o trailer:

Com um orçamento total de US$ 1,2 bilhão, a franquia faturou mais de US$ 7 bilhões nos cinemas com seus oito filmes.

A saga de Harry Potter‘ ainda ganhou a franquia derivada ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘. 

Os 10 Filmes mais Amados dos anos 80

Vanguardista, o cinema oitentista era um reflexo futurista da moda, da revolução tecnológica que definiria o mundo digital contemporâneo e trazia uma visão ousada na arte de contar narrativas, fossem elas estreladas por crianças, adolescentes ou adultos. Da comédia teen coming of age à aventura de Indiana Jones, os anos 80 são responsáveis por alguns dos melhores filmes já feitos.

E exalando uma irreverência tão inigualável, a época foi capaz de transformar o cinema de maneira permanente, com longas que uniam a revolução tecnológica que emergia durante o período a um universo de narrativas peculiares e sinestésicas, onde a moda ditava os figurinos dentro e fora das telas e a música refletia o zeitgeist.

Originalidade, autenticidade e tendência faziam dos filmes um banquete imensurável de experiências divertidas. Foi nos anos 80 que os melhores filmes teens foram produzidos. Foi aqui também que muitos se imortalizaram, após fracassarem na mão de alguns críticos algozes que não compreendiam o quão à frente do seu tempo esses longas já eram (vide Roger Ebert).

E nesse ritmo de Stranger Things, separamos para você os 10 melhores filmes dos anos 80. Aqui constam aquelas produções essenciais que fizeram da década a memória histórica cultural mais deliciosa que o mundo possui.

10 – Os Caça-Fantasmas (1984)

Unindo quatro gêneros distintos (comédia, fantasia, aventura e ficção científica), Os Caça-Fantasmas traz efeitos visuais inovadores para a época, com uma narrativa original que brincava com o antigo imaginário infantil de que fantasmas estariam rondando ao nosso redor. Expandindo essa premissa para toda a cidade de Nova York, o longa traz um elenco divertido e com bom engajamento, à medida que promove um encontro hilário entre o mestre do humor Rick Moranis com Bill Murray, ambos cujas trajetórias iniciaram no programa de sketches Second City.

Com uma trilha sonora que traz a essência da batida do synthpop, Os Caça-Fantasmas conta com um elenco representativo e é dono de um humor absolutamente original, que faz do sobrenatural sua arma para construir uma narrativa cheia de ironias. E embora muitas de suas piadas não tenham sido percebidas pelo público infantil em primeira instância, elas hoje são consideradas algumas das grandes pérolas da comédia.

9 – E.T. – O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg possui um fascínio pelo imaginário infantil e sabe explorar narrativas fantásticas por uma ótica fascinante, capaz de agradar o público mais jovem, bem como o mais velho. Popular ao redor do mundo, seus longas possuem características que fortalecem a amizade entre as crianças, colocando-as sempre em uma posição de vantagem em relação aos adultos. Em seus filmes, são justamente a simplicidade e poder imaginativo que permitem os pequenos viverem aventuras que os adultos jamais conseguiriam.

E E.T. – O Extraterrestre traz exatamente essa essência. Destacando apenas a mãe de Elliot entre os personagens mais velhos, a trama é contada a partir da forte conexão entre o garotinho e esse peculiar ser de outro mundo. Enquanto os argumentos dos adultos costumam ser pouco explorados, os ângulos de filmagens os posicionam sempre na extremidade, muitas vezes até deixando de mostrar seus rostos (vide o professor da escola), para salientar a falta de importância para a construção narrativa. E para garantir o apelo emocional necessário, o cineasta ainda filmou o longa em ordem cronológica, a fim de extrair as sensações mais autênticas dos atores mirins.

8 – De Volta Para o Futuro (1985)

A trama de Robert Zemeckis e Bob Gale tinha tudo para ser um filme de sucesso da Disney, não fosse a bizarra história da mãe se apaixonando por seu filho (o estúdio rejeitou o projeto por conta disso). À primeira instância de gosto duvidoso, esse plot na verdade ajuda a construir o humor ideal do longa, envolvendo a audiência em uma narrativa onde a viagem no tempo vira uma divertida brincadeira sobre predestinação e os impactos que as nossas atitudes exercem no nosso futuro.

Com um elenco inusitado de gerações tão díspares, De Volta Para o Futuro reúne o popular ator teen Michael J. Fox ao peculiar veterano Christopher Lloyd, dando início a uma das aventuras mais apaixonantes e estilísticas da cultura POP. Muito mais que fazer rir, o filme se tornou um marco sócio cultural, lançou tendências futuristas em sua sequência e até hoje é ovacionado e replicado em produções contemporâneas. Irreverente e bem dirigido, o filme é um dos maiores presentes que a década de 80 poderia ter nos dado.

7 – Clube dos Cinco (1985)

A adolescência era um dos grandes focos dos filmes oitentistas. Como uma geração extravagante e unapologetic, ela por si só rendia boas produções. De Gatinhas e Gatões, passando por Mulher Nota Mil, Digam o Que Quiserem e A Garota de Rosa Shocking, os longas teen da época são tudo menos óbvios e entregam histórias que expressam com realismo a essência da juventude. E o pai/mentor dessa turma era justamente John Hughes. Mestre em filtrar toda a teen angst do período, ele é o dono dos melhores filmes coming of age, além de ser o mesmo responsável por nos fazer conhecer Kevin McCallister, de Esqueceram de Mim (o melhor filme natalino que você respeita!).

E em Clube dos Cinco ele vai muito mais fundo na sua narrativa estudantil/juvenil. Deixando o humor de Mulher Nota Mil e Curtindo a Vida Adoidado de lado, ele entrega uma dramédia que explora a fragilidade de cada uma das famílias das quais esses adolescentes pertencem, explicando – por meio de um tumultuado e desconfortável sábado de detenção – o quanto cada um deles é fruto de seu próprio meio. Usando os famosos estereótipos escolares como uma desconstrução social, o filme vai além do retrato da galera do fundão, dos nerds, das patricinhas e dos playboys, e faz uma reflexão sobre o peso que a juventude carrega em virtude das cobranças familiares, expondo uma ferida real existente entre os jovens. Sensível e tocante, a comédia dramática ainda permanece insuperável na estética e estilo que ela mesma criou.

6 – Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Spielberg nos presenteou com uma das melhores obras da história do cinema. Indiana Jones não é apenas um marco da infância das crianças nascidas e crescidas nos anos 80 e 90. A narrativa do personagem compreende um imaginário infantil poderoso, onde arqueologia, história e o universo da fantasia se encontram em uma única vez.

Se tornando a maior bilheteria do ano, ultrapassando a marca dos US$ 389 milhões, o longa foi indicado a nove Oscar – levando quatro estatuetas, possui uma produção riquíssima em termos visuais e em 1999 foi selecionado para preservação pelo National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significante”.

5 – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1983)

A década de 70 não estava preparada para o que iria lhe atingir. O ano de 1977 foi transformado por aquela que se tornaria a maior franquia da cultura POP do mundo. E embora ‘Uma Nova Esperança‘ tenha sido fundamental para fazer de ‘Star Wars‘ o sucesso imortal que ele é, é inegável que o melhor longa da trilogia original é de fato ‘O Império Contra-Ataca‘.

Com uma trama bem desenvolvida, a sequência traz novos personagens, explora a narrativa de maneira bem mais profunda e capricha nos efeitos visuais práticos, uma das melhores e mais elogiadas características do longa. Construindo todo aquele universo com o uso de miniaturas e muito stop motion, o filme é realista, palpável e ajuda a consolidar ainda mais a marca como o maior presente que George Lucas poderia ter dado para o mundo. #gratidão

4 – Robocop – O Policial do Futuro (1987)

Robocop é uma daquelas raras experiências cinematográficas onde cada quadro promove sensações sinestésicas muito imersivas. Com um roteiro que explora a decadência moral e social de Detroit, em meio a uma mudança comportamental, cultural e tecnológica brutal, o longa explora a vida de um policial sendo reduzida a uma simples máquina. E com uma mente parcialmente lúcida presa em um corpo mecânico, suas reações – até então supostamente programadas – o levarão a extremos que salientam, com muita autenticidade, a violência de uma cidade industrial acabada e todas as consequências que a negligência do poder público, em meio à ascensão de uma inovadora empresa, podem gerar.

Dirigido por Paul Verhoeven, Robocop é um relato cru e crítico da revolução tecnológica que emergia no auge dos anos 80 e mescla os gêneros de ação e ficção científica com maestria, entregando uma narrativa violenta, visceral e bem gráfica. Vencedor do Oscar de Melhor Mixagem de Som, o longa segue atemporal e continua fascinando o público, mesmo depois de tantas décadas.

3 – O Exterminador do Futuro (1984)

James Cameron tem poucos filmes em seu currículo, mas a maior parte deles vale por uma filmografia inteira. O Exterminador do Futuro é um desses casos, sendo uma obra-prima inovadora do começo ao fim. Riquíssimo em efeitos visuais práticos, o longa faz da atuação blasé de Arnold Schwarzenegger um instrumento importantíssimo para a própria construção de seu personagem. Com uma trama vanguardista, que pensa na tecnologia décadas à frente de seu tempo, o sci-fi segue como a maior referência quando o assunto é inteligência artificial nos cinemas e os perigos que a tecnologia robótica pode apresentar para o mundo.

Trazendo a temática da Skynet, que se assemelha muito à conectividade global que a internet trouxe a todos nós, a produção tem um roteiro impecável do começo ao fim, apresenta Sarah Connor ao mundo, consolidando-na como uma das personagens mais badass da história do cinema, referência para a construção conceitual de inúmeras personagens femininas futuras. Considerado um dos grandes precursores do gênero de ficção científica, o filme é mais um dessa lista que foi selecionado, em 2008, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, para ser preservado na National Film Registry, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significativo”.

2 – O Iluminado (1980)

Stanley Kubrick tinha um jeito todo peculiar de produzir seus filmes. Metódico e perfeccionista, ele tinha o dom de explorar a expressividade dos atores em ângulos categóricos e marcantes, que contribuíram para tornar suas obras em peças admiráveis e inesquecíveis para a história do cinema.

E embora essa adaptação do livro de Stephen King não seja uma das favoritas do autor, o longa é uma das melhores produções cinematográficas já feitas. Trazendo um Jack Nicholson exagerada e propositalmente overacting, o filme sabe construir a tensão do começo ao fim, entregando um terror que honra o gênero, à medida que se consolida como um cult impagável. Poderoso, O Iluminado não conseguiu ter uma jornada lucrativa nos cinemas, mas o tempo lhe consolidou como umas das joias raras eternas da indústria.

1 – Touro Indomável (1980)

Ainda é incompreensível o quão Martin Scorsese fora injustiçado no Oscar de 1981, quando Touro Indomável perdeu a estatueta de Melhor Filme para o coming of age Gente Como a Gente. Ainda assim, o tempo fez justiça e atestou a maestria que é essa cinebiografia do lutador Jake LaMotta. Com uma fotografia toda feita em preto e branco (salvo o pouco mais de um minuto de vídeo familiar, gravado com o que parece ser uma Super 8), o longa faz um relato fascinante da tumultuada vida do boxeador, que encerrou sua carreira como um fracassado comediante stand up. Com Joe Pesci e Robert DeNiro entregando suas melhores atuações e caracterizações, o longa é dirigido com um vigor surpreendente, promove uma experiência sinestésica e conta com uma trilha sonora simbólica e emocional, que ajuda a ditar o ritmo do drama.

Impecável, ele é um lembrete escancarado do inerente talento cinematográfico de Scorsese e recebeu oito indicações ao Oscar, levando a estatueta nas categorias de Melhor Edição e Melhor Ator. Recebendo críticas mistas na época de seu lançamento, a produção já se apresentava estilística e esteticamente à frente do seu tempo e hoje é considerada o Magnum opus do cineasta. Em 1990, tornou-se o primeiro filme a ser selecionado para preservação no National Film Registry, em seu primeiro ano de elegibilidade.

‘Superman’: David Corenswet, Nicholas Hoult e James Gunn são destaque em imagem INÉDITA dos bastidores; Confira!

Supermanpromete ser uma das grandes estreias de 2025 e o aguardado longa de James Gunn ganhou uma imagem inédita dos bastidores.

O material em questão, divulgado pela Warner Bros., traz David Corenswet, Nicholas Hoult e Gunn em destaque, no que aparenta ser uma estrutura subterrânea. Vale lembrar que a produção marcará o início do DCU.

Confira, junto ao vídeo dos bastidores e o trailer IMAX, e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Marvel vai demorar para anunciar os filmes que virão após ‘Vingadores 4’, diz Kevin Feige

Pelo visto, ainda tem muita água para rolar no Universo Cinematográfico da Marvel até a conclusão da Fase 3, com Vingadores 4, que está atualmente sendo filmado em sigilo total.

Em uma entrevista recente ao Collider, o produtor Kevin Feige revelou que os planos para a Fase 4 da Marvel ainda estão longe de serem anunciados.

“Ainda vai demorar um tempo. Nosso foco está nos próximos seis filmes. Terminar as três primeiras fases, lançar Vingadores 4 no mundo em Maio de 2019, antes de focar publicamente em qualquer outra coisa”.

Os próximos filmes confirmados que estão à caminho dos cinemas são: Pantera Negra, em 15 de Fevereiro de 2018; Vingadores: Guerra Infinita, em 26 de Abril de 2018; ‘Homem-Formiga e a Vespa, em 05 de Julho de 2018; ‘Capitã Marvel, em 28 de Fevereiro de 2019; Vingadores 4, em 02 de Maio de 2019.

Teoria aponta morte de Homem de Ferro em ‘Vingadores 4’; Confira!

Thor aparece novamente com os cabelos compridos no set de ‘Vingadores 4’; Confira!

Vilão de ‘Capitão América’ é visto no set de ‘Vingadores 4’ [SPOILER]

‘Guerra Infinita’: Importante personagem morre nos primeiros minutos do filme, afirma site

Já sabemos que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ marcará a despedida de alguns personagens do Universo Cinematográfico Marvel, e agora um novo relatório aponta que um deles deve partir logo nos primeiros minutos de filme.

De acordo com fontes do site Screen Geek:

“O começo do filme mostrará a morte de um grande personagem da Marvel. Alguns fãs estarão esperando por isso, enquanto outros ficarão surpresos. Isso define o tom para o resto do filme e consequentemente o futuro do Universo Cinematográfico Marvel

Apesar disso, o site não especifica quem será. Algum palpite?

‘Vingadores: Guerra Infinita’ pode ser a maior bilheteria de estreia da história dos EUA

‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Bleach’: Adaptação em live-action já está disponível na Netflix!

Adaptação em live-action do popular mangá japonês Bleach’ entrou nesta sexta-feira (14) para o catálogo da Netflix. O longa consta como uma produção original do serviço.

Vale destacar que a expectativa em relação ao filme é enorme e recentemente ele teve sua estreia no evento Japan Cuts 2018, em Nova York, e suas duas sessões foram completamente esgotadas rapidamente.

Assista ao trailer:

Na trama, Ichigo Kurosaki é um adolescente problemático capaz de ver espíritos que acaba recebendo os poderes de um Shinigami, ou Deus da Morte, e passa a enfrentar os espíritos perturbados conhecidos como Hollow.

O popular mangá foi escrito e ilustrado por Tite Kubo, publicado entre 2001 e 2016.

Crítica | Fullmetal Alchemist: Adaptação da Netflix não tem vergonha de si mesma

Dica do fim de semana | Novidades incríveis para ver nos principais streamings

Setembro trouxe uma série de novidades para os principais streamings, sendo o suspense policial o subgênero mais contemplado dessa vez. São projetos muito interessantes que desembarcaram nas plataformas e agora estão disponíveis para serem assistidas sem a cobrança de valores extras.

Como de costume, também indicamos duas produções que podem ser assistidas por públicos de todas as idades. Confira!

O Clube do Crime das Quintas-Feiras

Adaptando o livro homônimo, O Clube do Crime das Quintas-Feiras é aquele tipo de filme que exala “fim de semana”. Dirigido por Chris Columbus e protagonizado por um elenco de peso, esse longa mistura suspense e comédia para contar a história de um grupo de idosos que se reúnem às quintas-feiras para brincarem de detetive, solucionando crimes antigos. Porém, o que parecia apenas uma brincadeira, logo muda de rumo, quando um assassinato acontece bem debaixo de seus narizes. Agora, esses quatro amigos vão tentar solucionar esse crime misterioso, em que qualquer um pode ser o culpado.

Onde assistir: Netflix

Lilo & Stitch

Divulgação/ Disney. © 2025 Disney Enterprises Inc. All Rights Reserved.

Fenômeno de bilheteria de 2025, Lilo & Stitch é um daqueles casos que te fazem questionar muito sobre as decisões que acontecem nos bastidores dos grandes estúdios. Isso porque a maior bilheteria americana do ano esteve por um tris de ser lançado diretamente no streaming. Sério, passou muito perto mesmo. Enfim, o longa é um dos últimos da série de remakes em live-action dos clássicos animados da Disney. A trama acompanha Lilo e Nani, duas irmãs que tentam se reencontrar após a perda dos pais. Em meio ao caos da nova vida, um experimento alienígena cai no Havaí, sendo adotado pela Lilo como um cachorrinho. Agora, essa duplinha travessa vai tentar fugir da patrulha espacial para poder viver essa grande e divertida amizade.

Onde assistir: Disney+

Karatê Kid: Lendas

Vindo diretamente dos cinemas, o novo Karatê Kid une a franquia dos anos 80 com o reboot de 2009, em uma trama bem simples, mas com roupagem moderna. Nela, o jovem Li se muda da China para Nova York, onde tenta deixar de lado sua paixão pelas artes marciais. Devido a um trauma do passado, a mãe proibiu o garoto de praticar luta. No entanto, ele conhece uma jovem no bairro que o faz se reconectar à luta. O problema é que ele arruma confusão e agora terá de enfrentar o rival em um torneio transmitido pelas redes sociais. Para “desenferrujar”, ele recebe o apoio de Daniel LaRusso e do Mestre Han.

Onde assistir: HBO Max

Luta de Classes

Dirigido por Spike Lee e estrelado por Denzel Washington, Luta de Classes é um suspense carregado de drama sobre David, o mais invejado magnata da música dos EUA. Do alto de sua cobertura, ele mantém um império musical baseado em seu talento para encontrar novas estrelas. Porém, isso faz inimigos. E agora, um músico frustrado sequestra o filho do motorista – e melhor amigo do produtor – pensando ser o filho de David. Então, ele entrará em um dilema mortal para evitar que o pior aconteça.

Onde assistir: Apple TV+

Amsterdam

Lançado em 2022, Amsterdam é um drama policial que chegou aos cinemas sob forte expectativa, mas acabou decepcionando a muitos. Após alguns anos perambulando por streamings menos populares, ele acaba de desembarcar na Netflix. Ambientado na década de 1930, o longa acompanha o improvável pacto de amizade entre dois soldados e uma enfermeira, que juraram proteção ao trio independentemente do que viesse a acontecer. O problema é que os anos se passam e eles acabam embarcando em uma trama de homicídio, na qual entram na mira da polícia como os principais suspeitos. Agora, o trio vai recorrer ao impossível para investigar o caso e tentar provar sua inocência.

Onde assistir: Netflix

Crítica | Futuro Futuro – Vencedor do Festival de Brasília usa IA Para Contar Drama de Ficção

Um dos debates mais quentes nas conversas e festivais de cinema é o uso ou não uso das inteligências artificiais na feitura de filmes. E quando falamos de IA aqui estamos falando de recriação de voz de gente já falecida, recolocação de rosto em corpo de outras pessoas, rejuvenescimento e/ou alterações drásticas de características físicas. Em Hollywood, por exemplo, já há produções inteirinhas em live action realizadas com atores que não existem na vida real. Enquanto o debate ainda acontece e nenhuma regulação é definida, há quem faça uso dessa ferramenta e dessa pauta como argumento narrativo para construção de um longa-metragem. É o que ocorre em ‘Futuro Futuro’, longa que mistura live action de pessoas reais com uma boa dose de inteligência artificial.

Certa ocasião, um homem misterioso acorda, e não se lembra de nada. Nem o local, nem os objetos, nada lhe é familiar. Não se lembra nem de seu próprio nome, ao que passam lhe chamar de K (Zé Maria Pescador, do impactante ‘O Clube dos Canibais’). Sem ter para onde ir, K acaba sendo acolhido por um homem mais velho (João Carlos Castanha), de cerca de 60 anos, solitário, que vive e trabalha na zona empobrecida da cidade. De lá, eles veem a longínqua zona rica, do outro lado do horizonte, e K passa a ter vagas lembranças de estar ali. Quando K e o homem passam a se relacionar amorosamente e K começa a usar um dispositivo de inteligência artificial que vicia as pessoas, aos poucos K passa a acreditar que precisa ir para a zona rica (e proibida) da cidade para recuperar a vida que acha que tinha.

Com quase uma hora e meia de duração, ‘Futuro Futuro’ surpreendeu a todos os presentes no Festival de Cinema de Brasília do ano passado, onde conquistou simplesmente os prêmios de Melhor Longa-Metragem pelo júri oficial, Melhor Roteiro, Montagem e, de quebra, Menção Honrosa ao ator Zé Maria Pescador. Tudo isso, vale lembrar, para um filme que leva em seu cerne um dos maiores debates (e receios) da indústria cinematográfica, e em um dos mais longevos e tradicionais festivais de cinema do país.

Definido como uma ficção científica que aborda um futuro distópico porém próximo, o longa faz uso bem evidente da inteligência artificial e de uma maneira bem crua, quase em mp3, digamos assim, para o tipo de tecnologia utilizada. As definições são primárias, os movimentos, bruscos, e tudo fica tão evidente, que gera um contraste desconfortante ao espectador.

A história, num plano geral, desperta interesse, mas a perambulação do protagonista, as repetições das situações de simulação, lembrança e confusão e o envolvimento amoroso repentino inquietam o espectador sobre o objetivo da trama, que apresenta um esboço de tema político, mas que fica ali na superfície sem ganhar resolução na trama.

Para o bem ou para o mal, as inteligências artificiais estão aí, e ‘Futuro Futuro’ estreia nos cinemas a partir do próximo dia 23 para agitar o debate sobre o quanto nós cinéfilos queremos ou não ver essas tecnologias na feitura das artes. E, sobre isso, o longa gaúcho tem seu mérito: com suas imagens de condomínio de luxo em cores vermelhas vibrantes, a estética de ‘Futuro Futuro’ fica na nossa cabeça por muito mais tempo do que se imagina, assim como sua história. Um filme irregular, mas que pode sinalizar outros possíveis caminhos para a realização do audiovisual no Brasil, especialmente quando com baixos orçamentos e situações calamitosas para serem contornadas.

‘Fear the Walking Dead’: 5ª temporada ganha novas imagens; Confira!

A quinta temporada de Fear the Walking Dead ganhou novas imagens! Confira:

O episódio de estreia será exibido dia 17 de junho, duas semanas após a estreia nos EUA – que acontece no dia 2 de junho.

Assista ao trailer:

O novo ano do derivado contará com o retorno de diversos rostos conhecidos pelo público, incluindo Daniel Sharman (Troy Otto), Rubén Blades (Daniel Salazar) e Austin Amelio (o Dwight, da série original).

Derivado de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

O elenco inclui Alycia Debnam-Carey, Colman Domingo, Danay Garcia, Maggie Grace, Lennie James, Garret Dillahunt e Jenna Elfman.

‘The Boys’: Terminam as filmagens da 2ª temporada!

O produtor-executivo Eric Kripke anunciou em seu Twitter oficial que as filmagens da 2ª temporada de The Boys finalmente chegaram ao fim! De quebra, Kripke também divulgou um curta-metragem oficial da produção.

Os atores Jack QuaidKarl Urban já haviam terminado as gravações alguns dias atrás.

Confira:

O próximo ciclo tem previsão de estreia para julho de 2020, ainda sem dia confirmado.

Assista à nossa crítica da 1ª temporada:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

Ator de ‘The Witcher’ cria monstro baseado em Dungeons & Dragons; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo bastante divertido que traz o ator Joey Batey, conhecido por interpretar o bardo Jaskier na fan-favorite The Witcher, criando um monstro único baseado nos clássicos jogos de Dungeons & Dragons.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘The Witcher‘ já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘Mulan’ ganha artes promocionais chinesas BELÍSSIMAS; Confira!

Em seu Twitter oficial, a Walt Disney divulgou quatro novas artes chinesas incríveis do live-action de Mulan, feitas pelo artista Hucongmisuan.

Confira:

Sem Mushu e músicas, ‘Mulan’ é um espetáculo visual com roteiro pouco inspirado  

No Brasil, ainda não há previsão de estreia.

Devido ao sucesso crítico, a Disney já está discutindo ideias para desenvolver uma sequência de ‘Mulan‘. As informações são do Full Circle Cinema.

O projeto ainda está nos estágios preliminares, mas o estúdio está confiante no sucesso da produção.

Até o momento, a única informação é que os produtores Chris Bender, Jason Reed e Jake Weiner retornarão para a possível sequência.

Mas novidades não foram reveladas.

Confira as reações dos críticos ao Live-Action:

Rotten Tomatoes

Elogiado pela direção e pelos incríveis cenários, a adaptação “poderia ter contado a clássica história com maior profundidade”, mas eventualmente é um “espetáculo visual que serve como uma atualização envolvente de seu predecessor”.

James Berardinelli | ReelViews:

“Uma aventura envolvente e envolvente que representa não apenas uma recontagem eficaz do filme de 1998, mas indiscutivelmente a melhor das reconstruções de animação live-action do estúdio.” 

Johnny Oleksinski | New York Post

“Sim, o filme perdeu a música cativante da animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu pode ser difícil de agradar em 2020 – mas fiquei encantado pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco.” 

Kate Erbland | indieWire

“Em ‘Mulan’, de Niki Caro, a história avança com elegância e energia, uma mensagem atemporal feita para agora.” 

Travis Hopson | Punch Drunk Critics

“Um conto de fadas transformador com toda a esgrima de um épico chinês.” 

Joanna Langfield | Movie Minute

“Agora, este é meu tipo de filme de super-herói. O remake live-action da Disney é mais do que um filme da Marvel, é arrebatador, inspirador e lindamente feito, que qualquer família pode e deve desfrutar.”

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

‘RuPaul’s Drag Race’: Participantes lidam com dramas antigos na cena divulgada do próximo episódio

Para celebrar o mês da história negra, a VH1 divulgou um novo vídeo promocional do 6º episódio da 13ª temporada de RuPaul’s Drag Race’, intitulado “Disco-mentary”.

O capítulo vai ao nessa próxima sexta-feira, 05 de fevereiro.

Confira:

Os próximos capítulos terão participações surpreendentes, incluindo Cynthia ErivoNicole ByerLoni LoveTS MadisonJamal Sims como jurados extras ao lado de Michelle VisageCarson KressleyRoss MatthewsRuPaul.

Como se não bastasse, as lendárias atrizes Anne HathawayScarlett Johansson também irão surpreender as queens com “aulas” virtuais e interativas. Nina WestValentinaHeidi N Closet, Misses Simpatia das temporadas anteriores, também aparecerão.

As novas participantes são: DenaliElliott with 2 TsGottmilkJoey JayKahmora HallKandy MuseLaLa RiOlivia LuxRoséSymoneTamisha Iman, Tina BurnerUtica Queen.

As Melhores Músicas de 2021 (Até Agora)

Continuando nosso especial de meio de ano, está na hora de celebrar as melhores canções de 2021 – e montar uma lista com tantas músicas incríveis não é um trabalho fácil.

Em apenas seis meses, tivemos o inesperado retorno de Lorde, quatro anos depois de sua última incursão criativa. A cantora e compositora neozelandesa nos presenteou, de surpresa, com “Solar Power”, primeiro single de seu álbum homônimo. Como se não bastasse, Sofia Carson, a nova queridinha do Disney Channel, também entregou uma das melhores faixas do ano com “Fool’s Gold”, dando início ao que apenas podemos imaginar que seja seu álbum de estreia; e a banda de rock independente Of Monsters and Men nos deu mais um gostinho de álbum ‘Visitor’ com “Destroyer”.

Com isso, o CinePOP separou uma lista com as vinte melhores músicas de 2021 até agora.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

20. “CALMA”, Marisa Monte

Marisa Monte, uma das musas do MPB e um dos nomes mais conhecidos do cenário fonográfico nacional, fez um glorioso retorno em 2021 com o lançamento de “Com Calma”, música que se apoia na bossa-nova e flerta com as composições mais densas do samba para falar sobre a pressa da vida e ser guiada pelo som dos violinos, do piano e do saxofone.

19. “SOMETHING TO SAY”, Michaela Jaé

Michaela Jaé, conhecida por seu nome artístico de Mj Rodriguez e por seu papel como Blanca no aclamado drama ‘Pose’, já era conhecida no cenário fonográfico, ainda mais por ter participado de uma das rendições teatrais de ‘Rent’. Com “Something to Say”, a artista busca referências nos anos 1970 e presta homenagem ao grupo ‘Earth, Wind & Fire’ em uma dançante e explosiva faixa disco.

18. “FOOL’S GOLD”, Sofia Carson

Em “Fool’s Gold”Sofia Carson continua a investir em peso em sua carreira de cantora, ainda mais depois de ter participado da franquia infantil ‘Descendentes’, do Disney Channel, e ter colaborado ao lado de diversos DJs. Mantendo sua identidade bastante sensual e profunda, Carson construiu uma música bastante refrescante, sem perder elementos pontuais dos anos 1980, como os violinos e o baixo.

17. “DANCING WITH THE DEVIL”, Demi Lovato

Dancing with the Devilé um soul-rock à la James Bond que funde sensualidade e acidez em um único lugar. Flertando com o perigo narcótico daquilo que nos dá um pouco de tranquilidade, Demi Lovato pede desculpas da forma mais indesculpável possível por ter dançado com o diabo e ter se deixado levar pelo que lhe dava prazer.

16. “ELECTRIC”, Katy Perry

Quando Katy Perry não se leva a sério ou não ouve os haters que a cercam, ela acerta em cheio. Da mesma forma que fez com “Roar” e a recente “Never Really Over”, a cantora e compositora foi chamada para construir uma música promocional para o novo jogo da franquia ‘Pokémon’ e, seguindo os passos de outras investidas antêmicas, mergulhou de cabeça nos elétricos sintetizadores e nas mensagens de empoderamento e liberdade com “Electric”.

15. “ADIÓS”, Selena Gomez

Entre altos e baixos, Selena Gomez abriu um novo capítulo de sua carreira com o EP ‘Revelación’, exaltando as próprias raízes latinas – e, apesar de tropeçar no meio do caminho, o mini-álbum conta com a espetacular “Adiós”, faixa de construção propositalmente dissonante que mantém-se viva pela exaltação do empoderamento e da contemporaneidade musical.

14. “GOOD 4 U”, Olivia Rodrigo

Olivia Rodrigo se tornou uma powerhouse provinda do extenso panteão Disney e, depois de estrelar ‘High School Musical: A Série: O Musical’, resolveu apostar suas fichas na carreira de cantora e explodiu mundo afora. Em ‘SOUR’, seu álbum de estreia, Rodrigo presenteia os fãs com diversas canções incríveis, incluindo a nostálgica vendeta pessoal em soft-rock “good 4 u”.

13. “AINDA É TEMPO”, ANAVITÓRIA

Em ‘Cor’, álbum que abriu 2021 com o pé direito, a dupla ANAVITÓRIA volta a explorar o folk e o soft-rock com belíssimas faixas extremamente bem produzidas, como “Ainda é tempo”. Precedida pelo interlúdio “(dia 34)”, a música abre espaço para a profusão do new wave para o classicismo do piano, pincelados com brechas narrativas da guitarra e mantendo o tom simbólico da produção.

12. “DARK BUT JUST A GAME”, Lana Del Rey

Em “Dark But Just a Game”, presente no aclamado álbum ‘Chemtrails Over the Country Club’, a ovacionada cantora e compositora Lana Del Rey abre as cartas para a sensualidade de “National Anthem” enquanto reverencia nomes como Janelle Monáe e até mesmo Kacey Musgraves em uma balada sensorial e narcótica.

11. “WITCHES BURN”, The Pretty Reckless

A tríptica viagem oitentista de “Witches Burn”, um dos ápices do álbum ‘Death By Rock and Roll’, se guia pelos vocais de Taylor Momsen e pela restrição da guitarra e do baixo ao atmosférico segundo plano. Na trama, a cantora vive uma mulher sem escrúpulos e que não será diminuída pelas outras pessoas e que tem um poder destrutivo cataclísmico – refletido por um abrangente e bem estruturado alcance vocal

10. “SYMPTOM OF YOUR TOUCH”, Aly & AJ

“Symptom of Your Touch”, uma ótima entrada ao esplendoroso álbum A Touch of the Beat Gets You Up on Your Feet Gets You Out and Then Into the Sun’, pode até ter um panorama mais comercial, é claro, reiterado pelo uso impactante dos sintetizadores – mas é tão bem produzida que nos faz encará-la como uma personificação jovial da explosão de “Dancing on My Own”, incluindo a trama sobre um relacionamento complicado.

9. “PRIVATE LIFE”, Allie X

Assim como a primeira temporada, o segundo ano de ‘Com Amor, Victor’ trouxe uma trilha sonora original e recheada de cantores LGBTQIA+ para celebrar a diversidade e dar palco a artistas que fogem do radar mainstream“Private Life”, uma sensual e ambiciosa construção musical, é a que melhor representa o álbum em questão – e é performada com singelo divertimento por Allie X.

8. “LIKE I USED TO”, Sharon Van Etten & Angel Olsen

Antes de se envolver com a engenharia sonora de diversas obras de Dia das Bruxas, John Congleton já havia liderado a banda Paper Chase e se envolvido com as incursões do rock alternativo. Em 2021, ele voltou com uma estonteante colaboração country-rock com Sharon Van Etten e Angel Olsen, “Like I Used To”, cujas melodias dramáticas refletem a competência e a química compartilhada pelas duas cantoras.

7. “PLEASE”, Jessie Ware

Pouco tempo depois de fazer um estrondo com ‘What’s Your Pleasure?’, Jessie Ware resolveu revisitar um dos melhores álbuns de sua carreira com uma versão estendida e, com isso, lançar mais algumas faixas para os fãs. E foi então que nasceu “Please”, uma vibrante infusão de nu-discoEDMhi-NRG que não demorou muito para cair no gosto dos ouvintes e ser exaltada por sua franca composição.

6. “HIGHLY EMOTIONAL PEOPLE”, MARINA

Em ‘Ancient Dreams in a Modern Land’, MARINA faz um glorioso retorno aos estilos sobressalentes que a colocaram no centro dos holofotes e, apesar das mensagens das primeiras faixas, reencontra seu caminho com a singela balada “Highly Emotional People”, uma ode à melancolia calcada por Del Rey e um jeito elegante de explorar o fator X que nos torna humanos.

5. “PERSONAL CATHEDRALS”, Aly & AJ

Diferente do que esperaríamos de uma dupla que veio do pop-rockAly & AJ aumentaram nossas expectativas para o vindouro álbum ‘A Touch of the Beat’ ao apostarem em uma estética mais amadurecida e profunda. A densidade sonora é representada em seu ápice nas reflexões country de “Personal Cathedrals”, que foca em um relacionamento que independe da aceitação de outras pessoas.

4. “LIGHTHOUSE”, Birdy

O erro de Birdy no recente álbum ‘Young Heart’ foi se deixar levar pela extensa melancolia das músicas, o que o tornou relativamente repetitivo. Mas isso não significa que a artista não conseguiu nos entregar algumas das melhores faixas de 2021, como foi o caso de “Lighthouse”, uma repaginação countrybluegrass memorável pela presença fantástica dos violinos.

3. “BABY 95”, Liniker

Liniker, um dos mais importantes nomes do cenário fonográfico brasileiro, não deixaria seus fãs de mãos abanando e, algumas semanas atrás, lançou a delicada balada “Baby 95”. Estendendo suas ramificações para a simplicidade sonora dos anos 1980, marcada pelo piano e pela ecoante bateria, a artista fala sobre o enlace romântico entre duas pessoas e até mesmo se deixa levar pelas incursões da bossa-nova.

2. “SOLAR POWER”, Lorde

Em “Solar Power”, a ovacionada performer Lorde encarna uma versão contemporânea e nostálgica, ao mesmo tempo, de George Michael, mergulhando de cabeça no pop-funk dos anos 1990 sem perder a mão das incursões mainstream do dance e do nu-disco. Mais do que isso, a produção faz menções ao capricho estilizado e propositalmente afetado do compositor francês Bruno Coulais e até mesmo expande as referências à dissonante marca de Lucio Battisti.

1. “DESTROYER”, Of Monsters and Men

Dois anos depois do incrível ‘FEVER DREAM’, a banda de rock islandesa Of Monsters and Men começou a trabalhar no próximo compilado de originais – mas não foi até o lançamento do segundo single oficial que o grupo nos deixou bastante animados para o que estava por vir.

Em “Destroyer”, canção lançada sem muito apoio promocional e acompanhada apenas de um bem articulado lyric video, os vocalistas Nanna Bryndís Hilmarsdóttir e Ragnar Þórhallsson calcam uma jornada bastante simbólica, recheada de elementos que ressoam a produção anteriores, mas que se jogam de cabeça no chamber rock e na progressão explosiva de uma narrativa sobre não ter medo de enfrentar seus medos, por mais que caiamos várias vezes.

‘Walker’: Segredos são revelados na promo oficial do episódio 02×04; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “It’s Not What You Think”, 4º episódio da 2ª temporada do reboot ‘Walker’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

Na trama, “Walker conta à sua família sobre as câmeras de segurança na casa dele e de seus parceiro, com Denise criando um plano para despistar quem os estiver assistindo. Liam não confia em Denise ou no marido dela, Dan, o que frustra Walker – que está tentando resolver a rixa entre as famílias. Micki continua a lidar com as ramificações de sua descoberta”.

O capítulo vai ao ar no dia 18 de novembro.

Confira:

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.