Em seu perfil do Instagram, Vin Diesel publicou uma comovente homenagem ao amigo Paul Walker, falecido há nove anos em um acidente de carro.
Diesel e Walker se tornaram grandes amigos quando estrelaram o primeiro filme da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, em 2001, reprisando seus papéis nas diversas sequências.
Infelizmente, Walker acabou falecendo em 2013 enquanto participava de um evento com o amigo Roger Rodas, que pilotava um Porsche Carrera GT 2005, levando Walker no banco do carona.
Ambos morreram carbonizados devido à magnitude do impacto, já que o carro estava acima dos 160 km/h quando Rodas perdeu o controle e se chocou contra uma árvore
Por conta disso, a última participação do astro na franquia foi em ‘Velozes e Furiosos 7‘, que contou com a participação de Caleb eCody Walker como dublês de corpo de seu irmão, que não havia terminado de concluir as gravações.
Na publicação, o intérprete de Dominic Toretto compartilhou uma imagem ao lado do amigo e escreveu:
Lembrando que a UniversalPictures confirmou que Velozes e Furiosos 10 entrará em cartaz em 19 de maio de 2023.
A direção, antes do veterano da franquia Justin Lin, agora será deLouis Leterrier (O Incrível Hulk).
Segundo a fanpage de ‘Velozes e Furiosos‘ do Brasil, o décimo filme da saga já teve suas filmagens realizadas por aqui nas praias de Copacabana e Arpoador, mas sem o elenco principal.
O ator Luis da Silva Jr., que fez uma participação especial em ‘Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio‘, vai retornar.
O novo filme da franquia passou por filmagens no Rio de Janeiro, teve gravações sem a presença do elenco, nas praias de Copacabana e Arpoador. 🔥🇧🇷 pic.twitter.com/U6bxdPh7Im
— Velozes e Furiosos BR #F10 (@FastAndFuriousj) November 2, 2022
A Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘A Sociedade da Neve‘, filme que reconta a história real de uma equipe de rúgbi uruguaia que sobreviveu a um acidente de avião em 1972.
Quando o voo alcançou a Cordilheira dos Andes, o avião despencou, causando a morte de boa parte dos tripulantes e apenas 29 permaneceram vivos, inicialmente.
Ao longo de três meses perdidos em um ambiente hostil e quase inacessível, eles precisavam fazer o que fosse necessário para sobreviverem até serem eventualmente resgatados.
Os filmes do ‘Deadpool’ abusam de cenas que os fazem merecer classificação para maiores de 18 anos, trazendo mutilações, excesso de sangue e violência e referência a drogas.
Por conta disso, boa parte dos fãs ficou preocupada quando a Disney anunciou ‘Deadpool e Wolverine’.
No entanto, os trailers já provaram que o longa vai manter a essência dos anteriores, com exceção da apologia às drogas, como revelou o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) em entrevista para o Games Radar.
“Sou muito cauteloso com o que posso dizer, mas certamente houve conversas iniciais sobre referência a drogas. E achamos que foi uma conversa interessante e produtiva. Nós até escrevemos uma cena de diálogo sobre essa questão.”
Inclusive, esse diálogo é visto no trailer quando a Al Cega (Leslie Uggams) pergunta se o Deadpool (Ryan Reynolds) quer “brincar na neve”, fazendo uma referência à cocaína, então ele responde que isso foi a única coisa que a Disney os proibiu de incluir no filme.
Vale lembrar que ‘Deadpool & Wolverine‘ deve estrear quebrando recordes históricos nas bilheterias.
De acordo com o Deadline, o novo filme do tagarela mercenário deve arrecadar em torno de US$ 200-239 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – tornando-se o primeiro filme para maiores a ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões na história do cinema.
O recordista atual é o primeiro filme do ‘Deadpool‘. Lançado em 2016, o longa arrecadou US$ 132.4 milhões em sua estreia no território norte-americano.
O novo longa do herói também deve se tornar a maior estreia do ano, superando o vindouro lançamento da animação ‘Divertida Mente 2‘, que deve ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões neste final de semana nos EUA.
E os recordes não devem parar por aí!
‘Deadpool & Wolverine‘ também deve se tornar a maior estreia da carreira de seus dois protagonistas, Ryan Reynolds e Hugh Jackman. Atualmente, o maior lançamento de Reynolds é ‘Deadpool‘, enquanto o maior de Jackman é ‘X-Men: O Confronto Final‘ (US$103M).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
De acordo com informações divulgadas pelo insider norte-americano Jeff Sneider, o ator Bill Skarsgård demonstrou interesse em interpretar um papel nos filmes da DC Studios.
Com a possível confirmação de Andy Muschietti como diretor de ‘The Brave and The Bold’, que adapta as famosas HQs do Batman, fãs começaram a especular sobre uma possível colaboração entre Skarsgård e Muschietti, que já trabalharam juntos em ‘It – A Coisa’.
Enquanto alguns sugeriram que o ator poderia ser uma ótima escolha para interpretar o icônico personagem Coringa, ou até mesmo o papel de Batman, Sneider informou que, supostamente, Bill Skarsgård já está sendo considerado para um papel em um filme diferente da DC, e não em ‘The Brave and The Bold‘.
É importante ressaltar que, de acordo com informações do insider Big Screen Leaks, James Gunn ePeter Safran, co-CEOs da DC Studios, já contrataram um diretor para o próximo filme do Batman.
Esse longa-metragem será responsável por introduzir a Batfamília no Universo DC, ampliando o escopo e explorando o mundo dos vigilantes de Gotham City.
Nos quadrinhos, a saga foi oficialmente publicada entre os anos de 1955 e 1983. Pouco depois, a narrativa foi acompanhada de uma minissérie, lançada entre 1991 e 1999, e de um revival, que seria publicado a partir de 2007.
A fase que vai servir de base para o filme foi escrita por Grant Morrison e terá ninguém menos que Damien Wayne como Robin, introduzindo no cinema a Batfamília, já que Damien é o filho de Bruce Wayne.
A história mostrará Damien como um pequeno assassino que terá que ser posto na linha por seu pai.
Pensando nisso, uma página do Instagram compartilhou uma bela fan art, imaginando os visuais da dupla.
O novo terror da Blumhouse Productions ‘Mergulho Noturno’, estreou recentemente e em meio a criticas e um desempenho inicial abaixo do esperado. O diretorBryce McGuire, revelou ter ideias para uma possível sequencia do longa.
“Olha, se houver uma sequência, eu tenho uma ideia e há muito mais da mitologia”, compartilhou McGuire com a Entertainment Weekly.
“Eu queria que esse primeiro fosse tão simples e arquetípico. Há muito mais que já foi discutido e poderia ter estado no filme que adoraria explorar, se as pessoas quiserem mais.”
De acordo com o Deadline, o terror ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim) arrecadou apenas US$ 12 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas.
O longa foi desbancado por ‘Wonka‘, que permaneceu no topo das bilheterias do país com US$ 14.4 milhões arrecadados em seu quarto final de semana.
Apesar de ter registrado números decentes para uma produção orçada em US$ 15 milhões, o site destaca que o mês de janeiro já rendeu um retorno muito maior para as produções do gênero.
Para termos de comparação, ‘M3GAN‘ e ‘Escape Room‘ arrecadaram US$ 57 milhões e US$ 18.2 milhões em seu primeiro final de semana no país, respectivamente. Isso mostra que há público para filmes de terror em janeiro, mas que os espectadores simplesmente não se interessaram pelo novo terror da Blumhouse.
Além disso, a produção recebeu uma baixa nota C dos espectadores no CinemaScore, o que provavelmente afetará sua estabilidade nas próximas semanas nas telonas.
Infelizmente, o longa também não agradou aos críticos. O terror foi massacrado pelos especialistas, amargando apenas 25% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que o longa entrega poucas cenas de terror, desperdiçando o conceito simples e falhando em causar qualquer impacto no gênero.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de janeiro.
Confira o trailer:
Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.
“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”
As polêmicas envolvendo ‘Megalópolis’ continuam, e agora o cineasta Francis Ford Coppola está sendo processado por Lauren Pagone, uma figurante do longa, que o acusa de assédio sexual.
Pagone alega que, durante as filmagens de uma cena de festa, Coppola a abraçou e beijou sem seu consentimento e a apalpou. O processo está tramitando no Tribunal do Condado de Fulton, na Geórgia (EUA). Além de Coppola, o processo inclui as empresas de contratação de figurantes Rose Locke Casting e DL Casting, responsáveis por sua contratação.
De acordo com os advogados de Pagone, “A autora não recebeu nenhum contrato adicional que explicasse os detalhes das diretrizes para conteúdo sexual e/ou nudez no set, nem houve qualquer descrição sobre o que ela ou outros atores poderiam enfrentar”.Pagone também critica a ausência de Coordenadores de Intimidade no set de ‘Megalópolis’.
Entrando com a ação em 10 de setembro, Pagone busca danos não especificados e um julgamento com júri, afirmando ter sido agredida sexualmente por Coppola.
Em uma declaração à Deadline, os representantes de Coppola disseram que não tinham “nenhum comentário adicional no momento”.
Lembrando que em uma entrevista à Rolling Stone, Coppola desmentiu as alegações: “Você está se referindo à matéria do Guardian, que é completamente falsa. Se você ler a matéria, verá que as fontes — e eu realmente não sei quem são — são as mesmas que forneceram citações para a matéria do Hollywood Reporter, que afirmava que todas essas pessoas haviam sido demitidas ou tinham pedido demissão, e que houve um êxodo em massa. A verdade é que estavam apenas procurando algum tipo de sujeira. As jovens que beijei na bochecha, na cena de Ano Novo, eram jovens que eu conhecia”.
“É tudo tão absurdo. Veja o momento da publicação dessa matéria. É bem antes de estarmos prestes a estrear o filme em Cannes. Eles estão apenas tentando prejudicar o filme. Quero iniciar uma conversa. Não se pode ter uma utopia sem uma conversa”, completou.
Quando questionado se sente que está sendo perseguido, o cineasta respondeu:
“Existe uma tendência predominante em Hollywood de dizer que, se você seguir nossas regras, terá uma chance melhor de sucesso. ‘Bem, e quanto ao Francis? Ele não segue suas regras.’ ‘Bem, veja, o que vai acontecer com ele é que ele vai falhar.’ Estou tentando fazer algo diferente aqui. O cinema é mudança. Quero dizer, os filmes que seus netos vão fazer serão nada parecidos com o que vemos agora”, afirmou o cineasta.
Lembrando que em uma entrevista ao The New York Times, Coppola compartilhou: “Minha mãe sempre me ensinou que avançar em direção a uma mulher é desrespeitoso, então com as garotas por quem eu tinha uma queda, eu certamente não as desrespeitei”.
“Eu não sou tão expressivo, sou muito tímido”, concluiu o cineasta.
Já em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Darren Demetre afirmou: “Durante todo o curso do projeto, nunca fui informado de qualquer reclamação de assédio ou comportamento inadequado”.
Ele continuou: “Conheço e trabalho com Francis e sua família há mais de 35 anos. Como um dos primeiros assistentes de direção e produtor executivo em seu novo épico, Megalopolis, ajudei a supervisionar e aconselhar a produção e comandei a segunda unidade. Francis produziu e dirigiu com sucesso um enorme filme independente, tomando todas as decisões difíceis para garantir que fosse entregue no prazo e dentro do orçamento, ao mesmo tempo em que permanecia fiel à sua visão criativa. Houve dois dias em que filmamos uma cena de boate celebratória, semelhante ao Studio 54, onde Francis percorreu o set para estabelecer o espírito da cena dando abraços gentis e beijos na bochecha para o elenco e os figurantes. Foi a maneira dele de ajudar a inspirar e estabelecer a atmosfera da boate, que era tão importante para o filme. Nunca tive conhecimento de qualquer reclamação de assédio ou comportamento inadequado durante o curso do projeto”.
De acordo com um relatório do The Guardian, Coppola foi responsável por assediar várias mulheres durante as gravações. Ele teria puxado mulheres para sentar em seu colo e durante uma cena de boate, o cineasta entrou no set e tentou beijar algumas das figurantes femininas de topless e seminuas. Ele aparentemente alegou que estava “tentando colocá-los no clima”.
As coisas vieram à tona em dezembro de 2022, mais ou menos na metade das filmagens de 16 semanas, quando a maioria das equipes de efeitos visuais e arte foram demitidas ou se demitiram.
‘Megalópolis’, que Coppola começou a escrever em 1983, teve um custo aproximado de US$ 120 milhões, financiado em parte pela venda de uma parte significativa de seu império vinícola, avaliada em mais de US$ 500 milhões em um acordo de 2021.
O longa chegará aos cinemas brasileiros no dia 31 de outubro.
Assista:
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
‘Thunderbolts’ chega em breve aos cinemas, apresentando a nova equipe da Marvel formada por anti-heróis e vilões do universo. Agora, um novo clipe foi divulgado, destacando a intensa ação do longa.
Na cena, vemos a personagem Fantasma enfrentando ninguém menos que o Agenete Americano, a nova Viúva Negra e o Treinador.
O filme tem lançamento agendado para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O astro Keanu Reeves revelou recentemente que quase mudou seu nome quando iniciou sua carreira em Hollywood. Segundo a celebridade, a ideia foi de seu empresário, que insistiu que o ator, ainda adolescente, adotasse outro nome.
“Eu comecei a receber cachê quando tinha uns 16 anos, então me tornei um ator profissional por volta dos 16, 17 anos”, disse Reeves, conforme a Variety. “Eu morava em Toronto, no Canadá, e depois arrumei um empresário que morava em Los Angeles… Com 20 anos, dirigi meu carro até Los Angeles. Saí do carro e meu empresário disse: ‘Queremos mudar seu nome’. Então foi tipo um ‘bem-vindo a Hollywood’. Lembro que estava andando na praia e pensei: ‘Meu nome? E se eu mudar meu nome? O quê?’”.
O pedido do empresário levou Reeves a uma crise existencial. Então ele começou a pensar em possíveis nomes que poderia adotar caso decidisse seguir como ator em Hollywood.
“Meu nome do meio é Charles, então pensei: ‘…Chuck?’ E eu cresci numa rua chamada Spadina, então ficou Chuck Spadina”, contou Reeves. “Depois pensei em algo como Templeton. Então virei KC Reeves. Cheguei a ser creditado como KC Reeves… Mas eu não conseguia. Eu ia para as audições e chamavam ‘KC Reeves’, e eu nem respondia. Seis meses depois, falei: ‘Não vou continuar com isso’. Esse foi um momento bem típico de Hollywood”.
A icônica franquia da Pixar se prepara para retornar aos cinemas com seu capítulo mais desafiador. Em ‘Toy Story 5’, Woody, Buzz e sua turma enfrentarão um antagonista que reflete as mudanças drásticas na infância contemporânea: o Lilypad, um tablet eletrônico de última geração que promete redefinir a dinâmica entre crianças e brinquedos tradicionais.
Conforme o ComicBook, o diretor Andrew Stanton trouxe reflexões que sugerem um tom mais sóbrio e realista para a conclusão da trama. Para Stanton, o filme não ignora a hegemonia das telas no cotidiano atual.
“Quando a tecnologia entra, ela vence”, afirmou o cineasta. “Isso acontece com adultos e crianças. Ela simplesmente vence. Coloque uma criança brincando com brinquedos, introduza um dispositivo com tela e veja o que acontece. Nós abraçamos essa verdade e nos divertimos com isso.”
As declarações indicam que a produção pode se afastar do tradicional final triunfante, onde o “vilão” é superado. Em vez disso, o longa deve explorar como o ato de brincar na vida real foi substituído, posicionando Lilypad não apenas como uma ameaça, mas como o símbolo de uma mudança geracional inevitável.
Apesar da premissa potencialmente melancólica, o otimismo em torno da qualidade da obra é alto. De acordo com o jornalista Skyler Shuler, do The DisInsider, exibições-teste realizadas recentemente geraram reações extremamente positivas.
O insider afirma que, “aparentemente, houve uma exibição-teste de ‘Toy Story 5’ na semana passada, e aqueles que participaram amaram [o filme]”.
Shuler acrescenta que “uma pessoa até disse: ‘mais uma vez, outro filme emocionante nessa franquia’”.
O longa contará com o retorno indispensável de Tom Hanks e Tim Allen, reprisando seus papéis como Woody e Buzz Lightyear. Joan Cusack também retorna como Jessie, a cowgirl.
Um dos destaques do elenco é a inclusão de Ernie Hudson, que assumirá o papel de Combat Carl. O personagem, originalmente dublado por Carl Weathers (falecido em 2024), receberá uma homenagem especial na produção, celebrando o legado do ator.
O elenco de The Boys já está reunido para as gravações da última temporada da série de sucesso do Prime Video.
Em seu perfil oficial no Instagram, o ator Laz Alonso, que interpreta o Leitinho na série, compartilhou uma imagem com os membros do elenco reunidos em um jantar e escreveu:
Recentemente, em entrevista ao Collider, o showrunner Eric Kripke (‘Supernatural’) expressou o seu medo da série ‘The Boys‘ se tornar exatamente o que vem criticando desde o começo de sua existência.
Apesar de ter sido criada para tirar sarro do gênero de super-heróis, a produção – que se tornou um enorme sucesso para o Prime Video – está tendo o seu universo cada vez mais expandido e explorado através de spin-offs, formando um inevitável universo compartilhado.
“Eu vivo aterrorizado com a possibilidade da série ‘The Boys’ se tornar o mesmo que temos satirizado por cinco anos. ‘The Boys’ é punk rock, e seria doloroso ver a série caindo no clichê [do gênero]. Estou tentando garantir que isso não aconteça.”
Ele completa, “Nós fazemos essas séries porque realmente nos importamos e somos apaixonados por elas. As produções [derivadas] podem contar histórias novas que não podemos contar em ‘The Boys’, mas somos muito cuidadosos e conscientes sobre as escolhas que estamos fazendo. Eu me preocupo com isso todos os dias.”
Lembrando que a temporada final de ‘The Boys‘ deve estrear apenas em 2026.
Mason Dye (‘Stranger Things’) fará parte da nova temporada interpretando Bombsight, um dos supers mais antigos que estava bastante ativo nos anos 1950. Além disso, Jensen Ackles (‘Supernatural’) reprisará seu papel como Soldier Boy
Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.
De acordo com o Dealine, o sotaque italiano de Chris Pratt no filme animado de Super Mario não será exagerado e ofensivo, segundo o produtorChris Meledandri.
A escalação de Pratt como Mario e Charlie Day como Luigi foi bastante criticada pelos fãs quando anunciada, porque nenhum dos atores é italiano – ou é descendente de alguém do país europeu. No entanto, Meledandri sempre tentou contornar essas preocupações e dizer como o resultado agradará.
“Colaboramos com Chris e a equipe experiente dele não apenas para criar um filme licenciado por personagens, mas uma nova peça de entretenimento que dá vida aos jogos de Super Mario Bros”, disse o produtor.
Que continuou: “Quando as pessoas ouvem a performance de Chris Pratt, as críticas desaparecem, talvez não totalmente – as pessoas adoram expressar opiniões, como deveriam. Não tenho certeza se esta é a defesa mais inteligente, mas como uma pessoa com herança ítalo-americana, sinto que posso tomar essa decisão sem me preocupar em ofender italianos ou ítalo-americanos… apenas fiquem tranquilos”, finalizou.
Lembrando que essa não foi a primeira vez na qual o produtor defende o trabalho de Chris Pratt no filme de Super Mario. Em novembro de 2021, ele opinou como a dublagem do ator de Guardiões da Galáxiaestá “fenomenal.”
‘Super Mario Bros‘ vai chegar aos cinemas em 28 de abril de 2023.
Confira o cartaz:
“A moeda que roubei do poço dos desejos de jogar Super Mario Bros. tornou-se realidade que consegui ser a voz de Mario, mas claramente roubei o desejo de outra pessoa. Então, apenas esperando que aquela fileira de dominós do carma desabasse sobre mim. Eu vou ser o Mário”, Pratt brincou em uma publicação.
Esse filme tem sido a prova de que não é preciso orçamentos astronômicos e litros de sangue falso para se fazer um bom filme de terror.
Com uma história simples, Atividade Paranormal tem o mérito de dar medo, mas não é só aquele medo enquanto se assiste, com certeza após assisti-lo você irá pensar duas vezes na hora de apagar a luz do quarto e ir dormir.
Com cenas tensas e perturbadoras, o filme dá um novo ar ao subgênero de assombrações. Os personagens do filme, Micah e Katie, dão um show de interpretação e são melhores que muitos atores que vemos recentemente nas telas, em determinado momento do filme, você passa a acreditar que tudo aquilo está acontecendo de verdade.
Destaque para os gritos de Katie na cena em que é literalmente, arrastada de sua cama.
A filmagem feita com câmeras ‘’caseiras’’ dá uma realidade imensa ao filme. Eu fico pensando o que seria de Atividade Paranormal se fosse feito por um grande estúdio com o orçamento nas nuvens. Com certeza seria, correria, gritaria, sustos fáceis, muito sangue e muitos efeitos especiais. Felizmente a prova que ficou ao final do filme é que nem tudo isso importa, o que vale mesmo é o clima de tensão estabelecido e o pensamento contínuo de ‘’O que vai acontecer agora?’’. Todas as cenas, sem exagero, todas as cenas passadas no quarto, você morde as unhas, tentando ver algo acontecendo e quando você menos espera, está pulando da poltrona. Nada de sustos fáceis.
Enfim, Atividade Paranormal merece to o hype que está tendo e com certeza ainda fará milhões nas bilheterias mundiais. É uma pena que já estão planejando uma seqüência, para este filme brilhante, que a meu ver já está completo.
Laura Regan (‘Mad Men’, ‘O Olho que Tudo Vê’) foi escalada para o piloto da versão televisiva de ‘Minority Report’.
Segundo o Deadline, a atriz ficou com o papel da Precog Agatha, originalmente interpretada por Samantha Morton. Assim como seus irmãos adotivos, os gêmeos Dash e Arthur, Agatha possui a habilidade de ver o futuro, porém, com mais clareza do que eles. Morton chegou a ser convidada para reprisar a personagem, mas as negociações falharam.
Regan se juntará a Daniel London, que reprisa Wally, o cuidador de precogs que viveu no longa original, e Li Jun Li.
Ao contrário do filme, a série será estrelada por uma personagem feminina e se passará em 2064, dez anos depois dos eventos do filme de 2002, acompanhará Dash, um dos paranormais que antecipam homicídios, tentando manter uma vida normal. Tudo muda quando ele se junta com a detetive Lara Vega e empresta suas habilidades para deter crimes.
Max Borenstein, roteirista do remake de ‘Godzilla’, escreverá os episódios. Steven Spielberg, diretor do longa original, está produzindo a série por meio de sua companhia, a Amplin Television. O cineasta quer um nome de peso para o papel principal, a exemplo de sua recém-lançada série ‘Extant’, estrelada por Halle Berry.
Protagonizado por Tom Cruise, o longa futurista é situado na Washington de 2054 e acompanha a divisão pré-crimes da polícia, que utiliza os precogs para antecipar homicídios e punir os culpados antes que os crimes sejam cometidos.
A série de ‘Minority Report‘ irá ao ar nos EUA pelo canal Fox. Sua estreia deve acontecer entre setembro e novembro.
A gente por aqui não ver a hora de conferir o Oscar 2016, porque além da corrida estar mega acirrada, Chris Rock aparenta trazer um humor forte e original.
Então, vamos ao comercial.
A premiação será realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, em 28 de fevereiro de 2016.
Os indicados serão anunciados em 14 de janeiro.
O número de indicados ao Oscar de Melhor Filme em 2016 poderá ser reduzido para cinco. Até 2009, eram indicados apenas cinco filmes ao prêmio principal, mas as regras foram modificadas e desde então a Academia indica no máximo dez filmes. Uma fração significativa dos votantes agora deseja retomar a antiga política de indicar cinco filmes na tentativa de recuperar o prestígio do Oscar.
Com o aumento no número de indicados, a Academia esperava também impulsionar a audiência da cerimônia, mas seis anos depois o experimento se mostrou um fracasso. Este ano, a transmissão do Oscar nos EUA teve uma queda na audiência de 15% em relação a 2014.
Em 2015, apenas um sucesso de bilheteria estava entre os indicados ao prêmio máximo, ’Sniper Americano’, já que a preferência dos 6.000 membros da Academia continua sendo por filmes de arte. Nos anos anteriores, super arrecadações como ‘Avatar’ e ‘Toy Story 3’ conseguiram indicações a Melhor Filme e, consequentemente, elevar os índices de audiência da cerimônia.
A Academia revelou as datas para a 88ª, 89ª e 90ª edições do Oscar. As próximas três cerimônias serão realizadas em 28 de fevereiro de 2016, 26 de fevereiro de 2017 e 4 de março de 2018.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, o diretor Zack Snyder falou sobre o corte Ultimate:
“A versão em Home Video tem meia hora a mais, e terá cenas que nós tiramos por causa da censura. Tudo que eu não pude manter na versão cinematográfica, eu coloquei na versão do diretor. Quando a MPAA avaliou essa versão, deram a censura alta. Não tem nudez, só um pouco de violência”.
A personagem de Malone supostamente foi revelada – leia mais!
Após a Paramount Pictures divulgar o primeiro trailer de ‘Chamados‘, o filme ganhou dois cartazes – pra lá de sinistros.
O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’) é quem comanda a produção.
Confira, com o trailer:
Previsto inicialmente para novembro de 2015, o terceiro longa da franquia aportará nos cinemas dos EUA dia 28 de Outubro de 2016. No Brasil, a estreia acontece em 10 de Novembro.
O filme amaldiçoado de Samara começa a circular novamente e faz mais vítimas. Entre os que têm o destino alterado ao assistir o vídeo, está a jovem Julia (Matilda Lutz). Assim como o namorado Holt (Alex Roe), ela recebe uma ligação sinistra, avisando que só lhe restam sete dias de vida. Até lá, ela precisa descobrir um meio de se libertar da maldição de Samara e de sobreviver às aparições malignas da menina.
O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. A direção ficará a cargo do espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’).
O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.
Após ganhar um teaser sensacional que traz uma Scarlett Johanssoninvisível lutando na água, ‘Ghost in the Shell‘ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.
Baseado na famosa série mangá homônima, a ficção científica estreia no Brasil em 30 de março de 2017 – um dia antes da estreia nos EUA.
Inspirada na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow, a trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major. Interpretada por Scarlet Johansson, a personagem é uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.
Assista aos vídeos divulgados:
Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.
Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.
A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).
Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, ‘Get Out‘ fez uma abertura grandiosa nas bilheterias norte-americanas e liderou o fim de semana.
Com um orçamento de apenas US$ 4,5 milhões, o filme arrecadou US$ 35 milhões e tirou a liderança de ‘Fragmentado‘.
De maneira surpreendente, o filme escrito e dirigido pelo também comediante Jordan Peele conquistou 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um dos maiores termômetros do cinema.
‘Get Out‘ traz a história de um casal inter-racial, Rose (Allison Williams) e Chris (Daniel Kaluuya). Após um período juntos, Rose leva seu namorado para a casa de seus pais, no norte do estado de Nova York. No entanto, Missy e Dean (Catherine Keener e Bradley Whitford) não sabem que o atual parceiro de sua filha é de fato negro. Ao chegar na residência da família, Chris passa a se sentir desconfortável em meio aos sogros, que o convidam a se submeter à hipnose. Com o passar do tempo na casa de Missy e Dean, o jovem começa a descobrir segredos macabros que envolvem a casa localizada no subúrbio, além de uma sinistra história sobre jovens homens negros constantemente desaparecendo na região.
Confira alguns trechos das análises dos principais veículos do ramo do entretenimento:
“’Get Out‘ é extremamente assustador, e também traz muito valor nutricional como bônus” – Kyle Smith, New York Post
“Um show de terror com choques a cada minuto, com tensão racial e uma percepção satírica picante. Como apenas um filme é tudo isso? Assista ‘Get Out‘, filme de estreia na direção de Jordan Peele (aquela metade cômica da série ‘Key and Peele’) e leve um chacoalhão” – Peter Travers, Rolling Stone
“O elenco perfeitamente em sintonia de Peele e o ágil trabalho de câmera desencadeiam seu hilário humor ao lado de uma ira política; Com seu primeiro filme, ele já se torna uma versão americana do cineasta espanhol Luis Buñuel”. – Richard Brody, New Yorker
“Ele é vestido de homenagens e ainda sim é uma história original que por si só será homenageada nas gerações que ainda estão por vir ” – Scott Mendelso, Forbes
“Peele pega o conceito por trás de ‘Adivinhe Quem Vem Para Jantar?’ e leva ao seu limite, no gênero mais extremo possível” – Edward Douglas, Den of Geek
“’Get Out‘ pode ser profundamente imperfeito, mas já era a hora de Hollywood dar corpo a um filme que é mais interessado em assustar sua audiência diretamente, do que de fato agradá-la” – David Ehrlich, IndieWire
‘Get Out‘ chega aos cinemas americanos nesta quinta-feira, 24. Ainda não há data de estreia para o Brasil.
No final de semana, foi revelado que a franquia ‘Resident Evil‘ ganhará um reboot nas telonas, sem o envolvimento do diretor Paul W. S. Anderson e da atriz Milla Jovovich.
Agora, o projeto começa a ficar mais interessante.
A Constatin Film anunciou que o filme terá como produtor o mago James Wan, diretor de ‘Jogos Mortais‘ e ‘Invocação do Mal‘.
O roteiro será escrito porGreg Russo, de ‘Mortal Kombat‘.
Embora possa parecer repentino, não é realmente surpreendente que eles querem trazer de volta esta série. A franquia original arrecadou US$ 1,2 bilhão no mundo, e é a série de filmes de maior bilheteria baseada em um videogame.
A 11ª temporada de ‘Arquivo X‘ ganhou um featurette focado no relacionamento dos agentes Fox Mulder e Dana Scully .
A série estreia na Fox Brasil dia 10 de janeiro de 2018, uma semana após a estreia nos EUA. A exibição começa às 23h, com episódio duplo.
Confira, com o trailer:
A nova temporada terá 10 episódios, sendo que dois deles serão focados em Mulder e Scully, enquanto os demais seguirão o modelo de “monstro da semana” já apresentado anteriormente na série.
Depois do episódio que aprofunda a história do Homem Fumante (William B. Davis) e nos laços familiares aparentes com Mulder, a segunda hora abre com um salto de tempo que mostra Mulder e Scully separados novamente. As consequências da abdução de Scully e do chip que foi implantado em seu pescoço continuam a moldar o mundo de Mulder e Scully.
‘Arquivo X‘ segue os passos dos agentes especiais do FBI Scully (Gillian Anderson) e Mulder (David Duchovny), que investigam casos inexplicáveis em que a única resposta possível parece envolver fenômenos paranormais. Também voltará a série o ator Mitch Pileggi, como Walter Skinner, Diretor Adjunto do FBI, que caminha em uma linha tênue entre a lealdade a Mulder e Scully e a prestação de contas a seus superiores.
‘Arquivo x’ retorna em 10 de janeiro de 2018 na Fox.
A Netflix divulgou o trailer de seu documentário ‘Miss Americana’, que contará a vida da cantora e compositora Taylor Swift.
Confira:
A produção será exibida no Festival de Sundance em 23 de janeiro e chegará à plataforma de streaming em 31 de janeiro.
O longa é dirigido por Lana Wilsone irá mostrar a performer “abraçando seu papel como compositora, intérprete e como mulher, cultivando todo o poder de sua voz”.
Swift já levou para casa dez estatuetas do Grammy, duas na categoria Álbum do Ano. Ela está indicada para mais três prêmios na próxima edição, além de ter sido homenageada pelo American Music Awards como Artista da Década e pelo GLAAD Awards por sua contribuição para a comunidade LGBTQ+.
‘Miss Americana’ é a segunda obra sobre a artista na Netflix. A primeira, que ainda está no catálogo, é o filme da ‘Reputation Tour’.
Swift também vem para o Brasil este ano, apresentando-se no Allianz Parque nos dias 18 e 19 de julho.
A primeira cena de ‘Biohackers’, a nova série alemã da Netflix,, é daquelas difíceis de se esquecer. Em uma viagem de trem, uma passageira dorme tranquilamente quando alguém pede por ajuda e pergunta se há algum médico a bordo. A jovem usa um colar com o nome ‘Mia’, se identifica como estudante de medicina e vai ajudar o homem sofrendo de um ataque cardíaco. Em seguida, uma mulher começa a ter os mesmos sintoma. Em questão de segundos, todos os passageiros daquele vagão estão caídos no chão — inclusive o suposto namorado de Mia. Todos, menos ela.
Ciência e mistérios
A claustrofóbica cena de abertura que sugere a eclosão repentina de uma pandemia nada tem de relação com o coronavírus. Ainda que neste primeiro momento possa parecer que essa é a verdade da série, em seguida ela parte para assuntos bem distintos. Estamos falando de biologia sintética, mutação genética e o limite da ética, um caminho que se inicia duas semanas antes do acontecimento no trem. É neste momento que Mia conhece seus excêntricos colegas de apartamento, antes de iniciar os estudos em medicina na renomada Universidade de Freiburg.
Criada por Christian Ditter (‘Como Ser Solteira’, ‘Simplesmente Acontece’, ‘Girlboss’), ‘Biohackers’ passa bem longe das comédias e romances anteriores do diretor, e navega num caminho tortuoso de um thriller que investiga até onde vai o limite da ética dentro do estudo da genética. A protagonista, Mia (Luna Wedler), logo deixa claro que tem naquela faculdade um objetivo além de sua paixão pela medicina. Seu objetivo é encontrar a badalada professora Tanja Lorenz (Jessica Schwarz), e um embate entre ambas fica claro desde o primeiro episódio.
O ritmo frenético do piloto, aliás, é cativante por uma trilha sonora ágil e otimista, que corre junto à personalidade sarcástica da nossa protagonista. Ela é inteligente e sabe disso, mas também esconde seus dotes em um tipo de falsa modéstia que faz dela uma pessoa que você iria facilmente subestimar e deixar ir até onde quiser, antes de perceber que ela é mais do que você havia suposto. Os seus segredos, e aquilo que a levou até a universidade e Lorenz, têm relação com sua família e um irmão gêmeo cuja existência ela esconde.
Embora mais movida pela curiosidade em volta dos mistérios, ‘Biohackers’ também conta muito com o carisma de Wedler como a personagem principal. O emaranhado de informações aos poucos se encaixam no lugar e compõem o que é um thriller e suspense com pitadas intrigantes de drama e um debate filosófico sobre medicina, religião e o ato de “brincar de Deus.” A disputa de Mia com Lorenz, os colegas de apartamento não convencionais, um triângulo amoroso, segredos familiares e as infinitas possibilidades que surgem da investigação e do hack genético. Eventualmente, tudo isso se encaixa.
Em alguns momentos, a série excede em explicações óbvias, o que acaba sendo um problema. Ela coloca na boca dos personagens diálogos que são claramente destinados à contextualização da audiência. Mesmo assim, isso jamais chega a comprometer a experiência. Embora a série esteja tratando de um tema delicado, consegue imprimir leveza e um ar melodramático que compõem muito bem todo o cenário e jamais a deixam o ritmo cair em algo monótono. A série também não excede o tempo em tela. Em seis episódios, constrói tensão e curiosidade de forma orgânica, sem que esconda fatos do espectador apenas pelo andamento da história.
Desta forma, ‘Biohackers’ se firma dentro da leva de produções alemãs da gigante do streaming que ganham o mundo com carisma e questões universais. O gancho do episódio final abre caminho para um novo mistério no potencial segundo ano, e pode até frustrar por deixar uma grande pergunta sem resposta, mas também mostra que há uma perspectiva mais profunda que heróis e vilões com lugar marcado.
De acordo com o Moviehole, ‘King’s Man – A Origem‘ foi adiado mais uma vez e vai chegar aos cinemas norte-americanos em 22 de Dezembro de 2021.
A decisão foi tomada por conta da pandemia do Coronavírus, já que diversos cinemas pelo mundo ainda permanecem fechados.
É a quinta vez que a produção foi adiada.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia aqui no Brasil.
Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, o diretor Matthew Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de ‘Kingsman 3‘.
“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”
Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.
Confira as imagens promocionais:
Uma delas mostra Ralph Fiennese Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
A série ‘Gavião Arqueiro‘ é uma das mais aguardadas do segundo semestre de 2021. Para aumentar ainda mais a ansiedade dos fãs, a plataforma Disney+ divulgou um novo trailer da produção, que traz a dupla de atores Jeremy Renner e Hailee Steinfeld prontos para o combate.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Lembrando que a série estreia em 24 de novembro, noDisney+.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
O CinePOP entrevistou com EXCLUSIVIDADE o ator Dakota Beavers, que faz sua estreia como ator no ÓTIMO ‘O Predador: A Caçada‘.
No vídeo, ele se empolgou com a possibilidade de Arnold Schwarzeneggervoltar para a sequência, contou qual é o seu filme preferido da franquia e como foi estrelar sua primeira produção cinematográfica.
O filme já está disponível no Star+ e conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ambientado no mundo da Nação Comanche no início de 1700, “O Predador: A Caçada” é a história não contada de uma jovem guerreira altamente qualificada, desesperada para proteger seu povo do perigo iminente. Ela persegue e finalmente confronta sua presa, que acaba sendo um predadoralienígena altamente evoluído com um arsenal tecnologicamente avançado, resultando em um confronto brutal e aterrorizante entre os adversários.
O maior fracasso comercial da carreira de Will Smith e M. Night Shyamalanestá fazendo sucesso no HBO Max. “Depois da Terra” conquistou apenas 12% de aprovação dos críticos e arrecadou apenas US$ 243.8 milhões nas bilheterias mundiais.
Mil anos após um cataclisma obrigar os seres humanos a se retirar do Planeta Terra, a Nova Prime se tornou o novo lar dos humanos.
O lendário general Cypher Raige (Will Smith) retorna para sua família depois de uma longa ausência servindo o governo, agora preparado para cumprir seu dever de pai de Kitai (Jaden Smith), de 13 anos. Quando uma tempestade de asteroides prejudica a nave de Cypher e Kitai, eles caem em um Planeta Terra perigoso e sem vida. Seu pai fica à beira da morte, e Kitai precisa correr em terra hostil para conseguir de volta o sinalizador de resgate. Por toda a sua vida, Kitai quis ser um guerreiro como o pai. Agora, ele tem sua chance.
Assista ao trailer:
Não tem como esconder o nepotismo impregnado em “Depois da Terra”, onde o astro Will Smith prepara o terreno e passa a tocha para seu primogênito. Criada por Will, a trama de “Depois da Terra” é também bancada por sua produtora, a Overbrook Entertainment. Um dos grandes problemas, é que embora não seja péssimo,Jaden Smith também não é um jovem ator talentoso para carregar basicamente sozinho uma produção desse porte.
Will aceita um papel coadjuvante em prol de alavancar a carreira do herdeiro. Entra na jogada o diretor indianoM. Night Shyamalan, que embora tenha começado a carreira como uma das vozes mais inovadoras do cinema americano atual, se encontra em baixa devido a consecutivos trabalhos execrados pelos especialistas, que igualmente ficaram longe de render boas bilheterias.
Shyamalan também aceita um trabalho genérico aqui, como um operário padrão de qualquer empacotado hollywoodiano. Para não dizer que nada em “Depois da Terra” remete ao cinema de Shyamalan, os mais meticulosos podem notar algum traço de assinatura em momentos de diálogos entre pai e filho, na trilha sonora, e no desenvolvimento da cena do clímax. A curiosidade fica por conta da direção de arte, que cria numa obra futurística um design no mínimo estranho. A civilização humana parece viver em grandes cavernas tecnológicas no novo planeta. Panos e velas de tecido fazem parte das estruturas e casas.
Tudo parece ser extremamente frágil dentro dos utensílios usados pelos humanos nesse futuro, seja com fins militares ou domésticos. “Depois da Terra” não mostra nada verdadeiramente incrível ou novo. Ao final o sentimento é o de se ter mascado um bom chiclete, não delicioso, no qual não se deposita um pensamento após ter sido descartado no lixo. Uma missão onde um jovem precisa atravessar um percurso enfrentando macacos, aves, e espécies de tigres não é exatamente um material digno do melhor blockbuster.
Dizem as más línguas que a produção é uma espécie de propaganda da Cientologia sobre dominar o medo. Alguém aí falou em “A Reconquista”?
As gravações do novo filme do ‘Superman‘, estrelado por David Corenswet, começaram em março, mas a produção já avançou bastante em apenas dois meses e está perto da conclusão.
Conversando com um fã através do Instagram, o roteirista e diretor James Gunn confirmou que as gravações já estão na metade, e o público está ansioso para que imagens oficiais e teasers sejam divulgadas em breve.
No entanto, quem já está esperando por um trailer, pode acabar se decepcionando.
No post, o fã disse o seguinte:
“Quando o trailer de Superman será lançado? ‘Deadpool 3‘ provavelmente vai ultrapassar US$ 200 milhões durante a abertura e seria uma ótima vitrine para Superman.”
Mas Gunn jogou m balde de água fria ao dizer:
“Estamos apenas na metade das gravações.”
Confira:
Anteriormente, a Warner Bros. deu aos fãs de ‘Superman’ um gostinho do que esperar do próximo filme do Homem de Aço na Licensing Expo anual em Las Vegas. Uma experiência interativa imersiva transportou os participantes para a Fortaleza da Solidão, o refúgio ártico do kryptoniano.
As imagens compartilhadas pelo site Collider mostra cristais e formações de “gelo” que surgem do chão, criando uma atmosfera gelada e alienígena.
Lembrando que o personal trainer Paolo Mascitti revelou à GQ que o astro David Corenswet ganhou 20 quilos de músculos para interpretar o ‘Superman‘.
“David treinava intensamente antes de conhecê-lo, mas ele é naturalmente um cara muito magro… Ele provavelmente passou dos 90 para 110 kg, mas parte dessa massa será perdida à medida que ele continuar a tonificar.”
Confira o físico do ator:
O personal trainer Paolo Mascitti revelou à GQ que o astro David Corenswet ganhou 20 quilos de músculos para interpretar o ‘Superman’.
“David treinava intensamente antes de conhecê-lo, mas ele é naturalmente um cara muito magro… Ele provavelmente passou dos 90 para 110 kg” pic.twitter.com/QOUszUMFyo
Agendado para julho de 2025, o novo filme do ‘Superman‘ finalmente ganhou sua primeira imagem oficial com o novo traje completo do herói.
Diferente da versão de Henry Cavill, a cueca vermelha volta a compor o visual do personagem.
Além disso, o traje tem também gola alta e um cinto dourado em referência ao uniforme clássico usado por Christopher Reeve no filme de 1978.
Mas será que o público gostou da nova versão?
Confira as reações:
não gostei dessa textura do traje do superman não, mas o traje em si tá lindo (e com a cuequinha vermelha porra, isso que importa). só acho que na foto ficou meio desproporcional, com certeza no filme vai estar mil vezes melhor pic.twitter.com/mP9WFX040R
>Entrei no Instagram
> Perfil do James gunn
> Foto do traje do Superman
> Na dúvida se é fosse fanart ou não
> É real
Reação: pic.twitter.com/Ruj9YTIJol
Lembrando que a atualização mais recente sobre o longa foi a adição de Wendell Pierce como intérprete de Perry White.
White é um dos jornalistas do Planeta Diário, onde trabalha ao lado de Lois Lane (Rachel Brosnahan) e desempenhou um papel fundamental para que Clark Kent conseguisse emprego no jornal.
Para quem não sabe, Pierce é conhecido por seus trabalhos em ‘Jack Ryan’, ‘A Escuta’, ‘Elsbeth’ e ‘Suits’.
A notícia foi divulgada pelo Hollywood Reporter e posteriormente confirmada por Gunn através das redes sociais.
“Caso esteja se perguntando, isto é preciso. Feliz por receber Wendell Pierce na família DC Studios”, escreveu Gunn.
Lembrando que ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.
Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.
O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.
O filme contará com o retorno de David Koepp, roteirista de ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’, o primeiro filme da franquia.
Em conversa com o The Wrap, Koepp revelou ter criado três regras para trabalhar no novo filme da saga jurássica, sendo uma delas a obrigação de respeitar as obras anteriores.
“A primeira regra foi: os eventos de todos os filmes anteriores não podem ser negados ou contraditos, porque odeio retcon. A segunda: toda a ciência deve ser real. A terceira e última: humor é oxigênio”, disse Koepp.
Koepp deu algumas pistas sobre como o novo filme levará a franquia a uma direção inédita.
“Não queríamos desconsiderar nenhum evento que ocorreu. [O novo filme se passa] nesse mundo. Mas como esse mundo pode ter mudado nos últimos cinco anos, e de quem é a história agora? Foi uma oportunidade de recomeçar e ainda brincar nesse sandbox incrivelmente divertido, com o entusiasmo de um grande estúdio por trás. Foi o melhor dos mundos possíveis. E Steven e eu pudemos fazer a parte mais divertida da produção de filmes, que é ‘Ei, e se…?’ e então você simplesmente cria novas possibilidades”, afirmou Koepp.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Quando ‘O Diabo Veste Prada‘ chegou aos cinemas em 2006, ninguém imaginava que um filme sobre os bastidores de uma revista de moda se tornaria um verdadeiro marco cultural — e muito disso passa diretamente pelas grifes envolvidas na produção. Mesmo com um orçamento relativamente “modesto” para os padrões de Hollywood, girando em torno de US$ 35 milhões, o longa conseguiu reunir peças de marcas de luxo como Chanel, Prada, Dolce & Gabbana, Calvin Klein e Valentino, em um verdadeiro feito liderado pela figurinista Patricia Field.
Na época, a estratégia era bem diferente do que vemos hoje. Muitas dessas peças não foram sequer compradas: foram emprestadas pelas próprias grifes, que enxergaram no filme uma oportunidade de exposição global. Ainda assim, o valor estimado do figurino impressiona — só o guarda-roupa de Miranda Priestly, vivida por Meryl Streep, ultrapassaria facilmente a casa de US$ 1 milhão em valor de mercado.
Já a transformação de Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, foi marcada por dezenas de trocas de figurino, simbolizando sua ascensão dentro daquele universo extremamente competitivo.
Quase duas décadas depois, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ surge em um cenário completamente diferente, tanto para Hollywood quanto para a indústria da moda. Se antes o filme dependia de empréstimos e boa vontade das marcas, agora a lógica se inverteu: as grifes querem — e muito — fazer parte do projeto.
Com um orçamento que pode ultrapassar os US$ 100 milhões, a continuação deve investir pesado não apenas em figurino, mas também em parcerias estratégicas com gigantes como Gucci, Balenciaga, Louis Vuitton, Versace e Dior.
O PRIMEIRO FILME: LUXO “DISFARÇADO” (E UM MILAGRE DE PRODUÇÃO)
A figurinista Patricia Field (sim, a mesma de Sex and the City) fez mágica: mesmo com limitações, conseguiu reunir peças de grifes como:
Chanel
Prada
Dolce & Gabbana
Calvin Klein
Valentino
💡 Curiosidade: muitas dessas peças não foram compradas — foram emprestadas pelas próprias marcas, interessadas na visibilidade do filme.
O figurino de Miranda Priestly (Meryl Streep) sozinho teria ultrapassado US$ 1 milhão em valor de mercado.
Já Andy Sachs (Anne Hathaway) passou por mais de 60 trocas de roupa — simbolizando sua transformação no mundo da moda.
O SEGUNDO FILME: A ERA DO “MEGA LUXO” (E PARCERIAS MILIONÁRIAS)
Com ‘O Diabo Veste Prada 2‘, o cenário muda completamente. Hollywood hoje trabalha com integrações de marca muito mais agressivas — e lucrativas.
Embora o orçamento oficial ainda não tenha sido totalmente divulgado, estimativas apontam que o filme pode ultrapassar US$ 100 milhões, com uma fatia MUITO maior dedicada ao figurino e marketing fashion.
Entre as grifes cotadas (e algumas já praticamente confirmadas nos bastidores), estão:
Gucci
Balenciaga
Louis Vuitton
Versace
Dior
Aqui entra o pulo do gato: diferente do primeiro filme, agora muitas dessas marcas não só cedem roupas — elas INVESTEM diretamente no filme.
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A principal diferença está no fato de que, hoje, essas marcas não apenas cedem peças — elas investem diretamente no filme como parte de estratégias globais de marketing.
Isso inclui desde a criação de roupas exclusivas para os personagens até campanhas promocionais integradas, desfiles inspirados no longa. O que antes era apenas um figurino de apoio à narrativa agora se transforma em protagonista de uma engrenagem publicitária multimilionária.
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Outro ponto que evidencia essa evolução é a própria divulgação. Enquanto o primeiro filme seguiu uma linha mais tradicional, com trailers, entrevistas e pôsteres, a sequência deve apostar em campanhas muito mais agressivas e conectadas com o universo fashion contemporâneo, incluindo editoriais em revistas como a Vogue e colaborações com influenciadores digitais. Não se trata apenas de lançar um filme, mas de criar um evento global que mistura cinema, moda e cultura pop em escala massiva.
Entre as curiosidades que cercam essa transição, vale lembrar que a personagem Miranda Priestly foi amplamente inspirada em Anna Wintour, uma das figuras mais poderosas da moda mundial, que inicialmente não via o projeto com bons olhos. Ironicamente, o sucesso do primeiro filme ajudou a consolidar ainda mais a relação entre Hollywood e grandes grifes, abrindo caminho para esse novo modelo de integração que deve atingir seu ápice na sequência.
No fim das contas, a comparação entre os dois filmes revela muito mais do que uma evolução estética — mostra como a indústria do entretenimento e a moda passaram a caminhar lado a lado de forma cada vez mais estratégica. Se ‘O Diabo Veste Prada‘ apresentava ao público os bastidores desse universo glamouroso, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ promete escancarar quem realmente dita as regras do jogo — e, pelo visto, com muito mais dinheiro envolvido.
‘O Diabo Veste Prada 2’ abriu com 76% de aprovação dos especialistas, com base em 54 reviews publicadas até o momento. No geral, os jornalistas disseram que o filme cumpre com as expectativas e irá agradar aos fãs do projeto original, lançado em 2006.
A encargo de comparação, o filme original conquistou 75% de aprovação.
Confira os comentários:
“Nenhuma das estrelas aqui está se arrastando, e a química entre elas, que se renova facilmente, garante que esta sequência, por longos períodos, pareça como nos velhos tempos” – Variety.
“É difícil imaginar alguém ficando muito chateado com alguma coisa em ‘O Diabo Veste Prada 2′. É bonito, elegante e tão leve quanto uma matéria elogiosa de revista; sem dúvida, vai faturar uma fortuna” – The Hollywood Reporter.
“‘O Diabo Veste Prada 2’ vai impactar muito mais os jornalistas na plateia, mas mesmo para todos os outros, é uma produção mediana, sem graça e sombria, onde o diabo não faz absolutamente nada” – Bleeding Cool.
“Sequências inteligentes e elegantes nunca saem de moda” – NME.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais amanhã, 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
Fico realmente triste quando um grande diretor não consegue superar seus trabalhos anteriores. Ao menos, A Colina Escarlate (Crimson Peak) não chega a ser uma obra ruim, mas apenas um filme deficiente. O diretor Guillermo Del Toro ainda brilha, mas nada que chegue à tonalidade referida no título.
O traço mais conhecido de Del Toro é sua capacidade de construir um universo fantástico de forte qualidade visual está presente neste filme. Como amante do gênero terror/fantasia, ele vem trazendo lufadas de renovação. Basta falar da releitura que fez dos tokusatsus, as séries/filmes de super-herói japoneses, em Círculo de Fogo (Pacific Rim) ou de sua obra-prima O Labirinto do Fauno (El Laberinto Del Fauno) para lembrar dos ambientes e das criaturas. Um artesão da fantasia.
Del Toro privilegia em seus filmes os efeitos práticos – aqueles criados em estúdio – deixando o digital como coadjuvante. Um dos pontos fortes de A Colina Escarlate está aí. Para contar a história de uma casa mal assombrada, e desejando fazer dela a protagonista da história, o diretor simplesmente montou essa casa no estúdio, o que se demonstrou um acerto. A ideia de uma mansão que lentamente afunda em um terreno de argila vermelha, traduzindo a decadência dos irmãos Sharpe, só não encanta mais do que ver o átrio constantemente atingido pelas intempéries das estações por falta do teto, uma conciliação entre lirismo e terror como poucas vezes o cinema atual fez.
Pelo apuro técnico, poderíamos usar a velha expressão e dizer que A Colina Escarlate é o tour de force de Del Toro. Todos os elementos plásticos estão afiadíssimos. A fotografia do diretor Dan Laustsen delimita, visualmente, os dois momentos do filme. A primeira parte passa-se nos Estados Unidos, e acompanhamos o início do envolvimento amoroso entre Edith Cushing (Mia Wasikowska) e Thomas Sharpe (Tom Hiddleston) e algumas outras coisas mais bizarras. Na segunda parte, Edith muda-se para Allerdale Hall, a casa dos Sharpe, na Europa, momento no qual o filme foca no suspense. Nas cenas americanas, a iluminação privilegia tons amarelados, criando imagens pesadas e quentes. Nas cenas europeias, temos uma paleta de cores de tons azulado e vermelhado, transmitindo a sensação de terror e mau agouro.
Os figurinos demarcam a personalidade de cada personagem, sem apelar para saídas fáceis – nem mesmo o vestido vermelho de Jessica Chastain, em sua primeira aparição. Todo o desenho da casa e os seus móveis contribuem para criar o clima de romance gótico – objetivo declarado do diretor – e nos faz lembrar de filmes como o diretor italiano Mario Bava. Os fantasmas do filme não ficam entras as melhores concepções de Del Toro, mas seu traço é perceptível, especialmente no caso do primeiro fantasma que aparece em cena. Infelizmente, a computação gráfica ainda não alcançou a eficiência em criar espíritos assustadores.
Então, o que o filme tem de ruim? Há uma ausência.
O projeto foi concebido como um romance gótico – isto fica explícito no começo, quando um plano foca na capa de um livro. E de um romance gótico, espera-se o clima de opressão e que o espectador sinta o horror.
Na primeira parte, ainda nos Estados Unidos, Del Toro, competentemente, expõe os fatos que vão resultar nos acontecimentos em Allerdale Hall. Nesta segunda parte, Del Toro constrói um clima de opressão em torno de Edith, mas não necessariamente um clima de suspense. Sejam os ruídos da casa, ou até a ranger da colher na xícara, há uma engenharia sonora impressionante que, somado aos demais elementos, transmite essa opressão gótica sofrida por Edith. Mas, algo está ausente, deixando o filme incompleto. Mesmo o ótimo final não consegue dar isso à película. E o problema não são os fantasmas digitais.
Quem conhece o trabalho do diretor sabe que em seus filmes o perigo não vem das criaturas fantásticas ou nem dos ectoplasmas, mas dos vivos. Em O Labirinto do Fauno, a fantasia é fuga e metáfora do sofrimento da protagonista e dos horrores da ditadura e da guerra civil espanhola. Ocorre que, em O Labirinto…, existe a tensão que falta em A Colina Escarlate. É um vácuo tão complicado de ser afastado pelo espectador, que coisas como diálogos excessivamente expositivos, ou algumas atuações fora do tom, passam despercebidas.
Podemos atribuir esse vácuo à expectativa criada em torno do filme. Quando se recebe a notícia de que um amante do terror e da fantasia como Del Toro fará uma obra de tintas góticas, expectativa do público é de um grande suspense. Claro que não podemos debitar tudo na conta das expectativas, nem julgar uma obra em razão do marketing feito. Talvez, parte do problema esteja no excesso explicativo do começo do filme, mastigando a mitologia. Talvez, seja a fraqueza da metáfora, que permanece frouxa depois do desfecho. Quem sabe, tenha sido apenas um problema de comunicação entre público e diretor.
Se essa ausência impede que toda a potência de Del Toro manifeste-se, por outro lado, é um estímulo para rever A Colina Escarlate. Quem sabe, em uma revisão, sem a expectativa do horror gótico, possa-se apreciar o romance gótico. Na pior das hipóteses, teremos revisto um universo deslumbrante, um tour de force raro hoje em dia.
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