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Ken? Sylvester Stallone quer este ator para interpretar o NOVO Rambo nos cinemas!

Em uma recente entrevista ao The Tonight Show, o icônico astro Sylvester Stallone revelou que já tem em mente quem ele quer que interprete o próximo Rambo nos cinemas.

Caso a franquia seja oficialmente revisitada, Stallone comentou que está pronto para “passar o manto” para ninguém menos que o indicado ao Oscar Ryan Gosling (‘Barbie’, ‘La La Land’).

“Eu conhecei [Gosling] em um jantar. [Ele] disse: ‘eu fiquei fascinado por Rambo e costumava ir à escola vestido como ele, e as pessoas me mandavam embora e eu não parava. Eu tiraria férias como Rambo’. Ele continuava a fizer que tinha muita afiliação com Rambo, Stallone conta.

O ator continua: “e eu pensei: ‘sabe, isso é interessante. Se eu um dia passar o manto, passarei para ele, porque ele ama o personagem'”.

Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Toronto, Stallone confirmou que não retornará ao papel de John Rambo, encerrando uma era de cinco filmes de ação icônicos.

Ele expressou sua decisão de maneira clara:Rambo, posso dizer que chegou a hora de deixá-lo ir. Ele fez muita coisa, mesmo querendo fazer outra. O que seria a próxima luta? Contra a artrite?”, declarou ao JoBlo.

Apesar dessas declarações, parece que ainda existe uma possibilidade para um sexto filme.

Os produtores Kevin King-Templeton e Les Weldon afirmaram que a decisão de continuar a franquia dependerá da demanda do público.

Em entrevista ao Coming Soon, Kevin King-Templeton declarou:

“Há várias franquias diferentes em que estamos envolvidos e pensando no futuro. Com Rambo, novamente, é apenas uma questão de se houver uma demanda do público. Desse jeito, poderíamos mergulhar nisso. É por isso que Os Mercenários está acontecendo novamente.”

Les Weldon acrescentou: “Às vezes, Kevin e eu dizemos: ‘Bem, não sei se haverá outro’. E aí vem a demanda, e as pessoas estão perguntando, perguntando e perguntando. Os compradores estão perguntando, e foi esse caso aqui. É algo que levamos muito a sério, você sabe, para que fizéssemos certo. E sim. E entregar algo que as pessoas queriam.”

 

Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze Jr. e elenco em fotos do novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’

A revista People divulgou fotos do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘. Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Hewitt falou sobre revisitar Julie James, um de seus primeiros e mais icônicos papéis, para a próxima sequência e admite que foi “muito estressante”.

“Vou ser super honesta, fiquei com muita ansiedade por 48 horas antes [das filmagens] porque eu pensava: ‘Será que consigo? Será que vou conseguir?’ É muita pressão”, afirmou ela à PEOPLE.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

Confira, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

DUBLADO

LEGENDADO

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Márcia Regina volta a emprestar sua voz para Jennifer Love Hewitt. Ela dublou os filmes anteriores.

Márcia também é conhecida por dublar a Draculaura em Monster High, Zelena em Once Upon a Time, Misty em Pokémon, Michiru em Sailor Moon…. e mais.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências.

Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar.

À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

De Pânico e A Hora do Pesadelo | Ranqueamos TODOS os filmes de Wes Craven do Pior ao Melhor

Wesley Earl Craven, um nome que viria a marcar para sempre a indústria do cinema, em especial o cinema de gênero (o terror no caso), sendo considerado um verdadeiro mestre em sua arte. É claro que falamos do saudoso Wes Craven, que nos deixou em 30 de agosto de 2015, aos 76 anos de idade.

Além de muitos filmes queridos pelos fãs, que marcarão para sempre a sétima arte – como A Hora do Pesadelo (1984) e Pânico (1996), Craven também era roteirista, produtor e ator – tendo aparecido em alguns de seus filmes vivendo personagens importantes e até topado a brincadeira de aparecer nos filmes de colegas. Craven começou a carreira no início da década de 70 e acumulou 36 créditos como diretor, entre curtas, longas, filmes para a TV e séries de TV.

Como forma de comemorar esta verdadeira lenda da sétima arte, topamos uma empreitada muito desafiadora. Iremos ranquear TODOS os filmes do diretor Wes Craven. Mas antes algumas regras. Aqui iremos contar apenas os filmes que dirigiu, os que produziu somente ficarão de fora. Além disso, também não contaremos com seus filmes produzidos diretamente para a TV (embora existam alguns), por serem produções mais obscuras, fugindo do conhecimento de muitos, inclusive de críticos. Apesar disso, na lista teremos nossa cota de produções desconhecidas do cineasta. Confira abaixo e comente quais seus favoritos. Ah sim, lembrando que a ordem é sempre do pior para o melhor.

20) Quadrilha de Sádicos 2 (1984)

Todos nós conhecemos bem o termo “caça-níquel”, que se refere no cinema a produções sem vergonha cujo único propósito de existir é surfar na onda de um filme que deu certo, sem acrescentar nada em retorno. Pois bem, o primeiro Quadrilha de Sádicos (The Hills Have Eyes, 1977) foi o segundo filme de Wes Craven um de seus primeiros grandes sucessos, contando a história de uma família de canibais deformados vivendo no deserto e atacando todos que por lá aparecem. Nesta continuação, escrita e dirigida por Craven, os azarados são um grupo de motoqueiros a caminho de uma corrida. E o pior, este filme foi lançado no mesmo ano de A Hora do Pesadelo. Em 2006, o original ganhou o remake intitulado Viagem Maldita, que por sua vez ganhou uma continuação logo no ano seguinte, em 2007.

19) A Sétima Alma (2010)

O vilão Freddy Krueger foi tanto uma benção quanto uma maldição na carreira de Wes Craven. Isso porque sua criação foi tão icônica, com o personagem virando ícone da cultura pop, que o cineasta seguiu tentando reprisar seu sucesso em novas criações. E na maioria dos casos, falando solenemente. Foi o que ocorreu aqui, com o penúltimo filme da carreira de Wes Craven. Novamente escrito e dirigido pelo cineasta, a ideia aqui era criar um filme extremamente jovem e arrojado, no clima de Pânico, mas fazendo uso de elementos sobrenaturais. A trama falava de um grupo de adolescentes, todos nascidos na mesma data em que um famoso serial killer de sua cidade finalmente foi, teoricamente, morto. Anos depois o maníaco retorna e parece possuir um estranho elo com todos eles. O visual do assassino aqui não agradou, com a aparência de um “mendigo grandalhão”.

18) Um Vampiro no Brooklyn (1995)

Confesso a vocês que tenho um prazer muito culposo neste que é uma de muitas escorregadas de Wes Craven, o qual ele lançou no ano anterior de revigorar sua carreira com Pânico. A ideia por si só, mesmo não tendo funcionado muito, é pra lá de inusitada e só por isso já merece nossa atenção. Essa foi a mistura do mestre do terror Wes Craven, com o mestre do humor Eddie Murphy. Ambos estavam saindo de sua zona de conforto para tentar algo novo em suas carreiras. Craven molhava os pés na comédia e Murphy apostava no primeiro filme de terror de sua filmografia (e único). Grande homenagem ao cinema blaxploitation, em especial Blacula – O Vampiro Negro (1972), o filme foi escrito e protagonizado por Murphy no papel de um príncipe vampiro de uma ilha do Caribe.

17) Amaldiçoados (2005)

Já esse se encontra acima de qualquer redenção. Os problemas por trás desta produção se tornaram lendários (eu mesmo escrevi uma matéria sobre isso, confira abaixo). De fato, o filme soa todo remendado e inacabado. Essa era a tão aguardada reunião de Wes Craven com o roteirista Kevin Williamson, de Pânico, que não se encontravam num filme desde Pânico 2 (1997). A ideia era fazer pelo subgênero dos lobisomens, o que eles fizeram com os filmes de serial killers. Ou seja, um filme bem espertinho, dono de diálogos rápidos, muitas referências, personagens descolados e metalinguagem. Infelizmente, devido à constante interferência do estúdio, nada disso pode ser encontrado no produto final.

Amaldiçoados | Os 15 Anos do FLOP de Wes Craven e Kevin Williamson

16) Benção Mortal (1981)

Completando 40 anos em 2021, este foi o terceiro filme da carreira de Craven, que igualmente assina o roteiro. Aqui, o plano do cineasta era mostrar amadurecimento em suas tramas, explorando um lado mais questionador e crítico. Na história, o cineasta aborda uma seita religiosa que muito lembra os Amish. Porém, eles escondem terríveis segredos. Quem viu (e se traumatizou) o recente Midsommar já entende um pouco mais a proposta dos filmes de terror religiosos. Benção Mortal marcou também por ser um dos primeiros trabalhos da carreira de uma jovem e então desconhecida Sharon Stone.

15) A Maldição de Samantha (1986)

Clássico terror da TV aberta brasileira, este filme assustou muitas crianças que cresceram no fim dos anos 80 e início dos anos 90, em sua estreia e reprises noturnas. Afinal, quem não lembra da infame cena da cabeça e da bola de basquete (hoje resultando em muitas risadas por seu teor extremamente mambembe)? Em nada o filme mete medo nos adultos, mas naquela época… . Até mesmo Craven desdenhava do filme e de sua qualidade, digamos, duvidosa – dizendo estar passando por uma fase difícil de sua vida pessoal, com um divórcio na época. Na trama, um jovem inventor cria um robozinho com inteligência artificial, ao mesmo tempo em conhece e se apaixona por sua vizinha loirinha Samantha (Kristy Swanson). A menina é vítima de abuso doméstico e termina morrendo nas mãos do pai violento, somente para ser trazida de volta pelo amigo, como uma “zumbi-robô”. Vocês precisam ver isso, é sério!

14) Shocker – 100 Mil Volts de Terror (1989)

Mais um filme que sofreu com a pressão de criar um novo Freddy Krueger. Aqui, Horace Pinker é um serial killer que é morto, mas volta na forma de uma entidade para continuar assombrando a todos. Soa familiar? Novamente escrito por Craven, as diferenças são que Horace (Mitch Pileggi) é um assassino que trabalha consertando TVs (daí sua ligação com eletricidade). Ele possui um elo psíquico inexplicável com o jovem protagonista e após ser preso e condenado à cadeira elétrica, o sujeito retorna na forma de uma entidade movida à energia elétrica. Horace, ao contrário de Freddy, não tem uma aparência monstruosa, se mantendo em sua forma humana.

13) Pânico 3 (2000)

Pânico (1996) revolucionou os filmes slasher para a década de 90 e se tornou referência para tudo o que viria depois. Mas quando chegou ao seu terceiro exemplar, já em 2000, a fórmula parecia um tanto quanto desgastada. Junte a isso a entrada de um novo roteirista e diversos problemas na produção – que resultaram no mais irregular da franquia. Mesmo assim, Pânico 3 tem seus pontos positivos, como a grande brincadeira ácida ao submundo das celebridades de Hollywood. Este terceiro filme mergulha por completo nos bastidores de uma produção cinematográfica, assim como Craven havia feito anteriormente em O Novo Pesadelo (1994).

12) O Monstro do Pântano (1982)

Você sabia que muitos anos antes da série O Monstro do Pântano (2019), o diretor Wes Craven havia adaptado o obscuro personagem da DC para os cinemas? Esse foi o quarto filme do diretor, que desta vez optava por algo diferente em sua carreira, mas ainda mantendo o clima de terror que tanto gostava. A história era a mesma e mostrava um cientista sofrendo um grave acidente no pântano e se juntando com vida vegetal do lugar. No elenco, uma das musas do terror dos anos 80, Adrianne Barbeau, ex-mulher de John Carpenter. Embora não tenha sido sucesso na época, o longa se tornou cult.

11) Aniversário Macabro (1972)

Primeiro filme da carreira de Wes Craven, The Last House on the Left (no título original) é um filme experimental, muito realista e cru. Com seu ar amador, o filme se torna quase um documentário – e suas cenas de violência explícitas contra uma jovem mulher elevaram sua polêmica causando o filme a ser banido em diversos países. Muito criticado por seu teor fortíssimo, o filme gerou rapidamente a reputação de ser uma fita proibida. Em 2009, gerou uma refilmagem mais hollywoodiana, embora ainda intensa, da qual Craven foi produtor.

10) Pânico 4 (2011)

O último filme do saudoso Wes Craven, o diretor não poderia ter se despedido de forma melhor. Embora não tenha sido um sucesso unânime em sua época de lançamento – completando dez anos em 2021 – o quarto Pânico é muito querido pelos fãs e com o passar dos anos adquiriu ainda mais entusiastas. O longo espaço de tempo entre o três e o quatro pode ter desmotivado alguns, mas foi justamente o que o filme precisava para abordar temas presentes em nossa sociedade, em especial com a modernidade e os jovens. Uma grande vantagem foi a volta de Kevin Williamson no roteiro.

09) Quadrilha de Sádicos (1977)

O segundo Quadrilha de Sádicos pode ser considerado o pior filme de Wes Craven, mas o original figura dentre os melhores de sua carreira. Um passo além do que o diretor havia criado com o cru Aniversário Macabro, Quadrilha de Sádicos não era apenas um exercício em tortura, mas sim uma obra genuinamente assustadora, que acima de tudo discutia os males causados pela radiação ao criticar os testes nucleares nos desertos americanos. Que era o motivo da criação da família mutante que ataca uma família tipicamente americana perdida no deserto.

08) A Maldição dos Mortos Vivos (1988)

Outro clássico das exibições da TV aberta brasileira, o longa é um “filme sério” de terror de Wes Craven. Justamente por isso se tornou um cult muito querido, adentrando o top 10 dos filmes preferidos do cineasta. Baseado num livro que por sua vez aborda a crença da cultura vudu africana, onde segundo relatos do passado, medicamentos e poções eram capazes de trazer os mortos de volta à vida. Vem daí a lenda dos zumbis. Aqui, o protagonista é um antropólogo renomado (Bill Pullman) que decide investigar tal cultura viajando para o local e experimentando em primeira mão toda a loucura e insanidade.

07) As Criaturas Atrás das Paredes (1991)

Mais um filme muito cultuado do diretor, este longa completa 30 anos de lançamento em 2021. Aqui, Craven decide criar seu terror social, abordando entre outras coisas a luta de classes. Justamente por isso, um remake está sendo preparado por Jordan Peele. E podemos dizer que tem tudo a ver. Escrito por Craven, a trama apresenta um bairro do gueto onde um menino negro é aliciado para o crime com a proposta de invadir uma casa vazia. No local, o menino vive um pesadelo não apenas pelos donos (um casal de psicopatas) estarem no local, mas por esconderem uma legião de crianças deformadas no porão – as tais criaturas do título.

06) Música do Coração (1999)

Por falar em filmes inusitados na filmografia de Wes Craven, o mais diferente de seu acervo sem dúvidas é este Música do Coração. O longa teria outro diretor que desistiu, e assim Craven assumiu a missão de adaptar para as telonas este roteiro. Este, no entanto, não é um terror, um suspense, ou sequer uma fantasia. Trata-se de um drama sobre professoras de música ensinando crianças pobres de uma escola. Sim, sabemos que não tem nada a ver com o diretor. Mas o que podemos dizer é que se tornou seu filme mais prestigiado, já que além do trio de protagonistas Meryl Streep, Angela Bassett e Gloria Estefan, a produção recebeu indicações ao Oscar de música e, claro, atriz para Streep.

05) Voo Noturno (2005)

Protagonizado pela talentosa Rachel McAdams em sua escalada rumo ao estrelato, este é um dos poucos trabalhos de Craven que não foram escritos pelo próprio. Em compensação, seu comando à frente do longa cria um dos filmes mais gelados de sua carreira. Um suspense de primeira, com contornos políticos e de espionagem. O que parecia ser um voo tranquilo de madrugada para a personagem de McAdams, com um homem simpático e atraente ao seu lado (Cillian Murphy), desenvolve-se para um eletrizante jogo de gato e rato, quando o sujeito se mostra um psicopata.

04) Pânico 2 (1997)

Com o item acima havíamos chegado ao top 5 do diretor. E o filme que fica em quarta posição é a primeira sequência do querido Pânico. Essa continuação segue de perto o que foi criado no primeiro filme e para muitos conseguindo expandir a mitologia e elevar a proposta a novos níveis. De fato, a brincadeira aqui gira em torno das continuações, sendo ele mesmo uma. Muitos fãs da franquia chegam inclusive ao ponto de considerar Pânico 2 um filme melhor que o original. O que podemos dizer é que Craven, Williamson, os atores e todos os envolvidos realmente estavam inspirados.

03) O Novo Pesadelo (1994)

Dez anos depois de ter revolucionado o mundo do terror com A Hora do Pesadelo, a franquia caminhava sem Wes Craven e já havia gerado mais cinco filmes até o início dos anos 90. Assim, vendo sua criação ser usada e abusada durante anos, o diretor decidiu colocar ele mesmo a mão na massa e retornar ao universo para criar algo que iria revolucionar novamente. Assim, Craven iria criar um filme de terror único, que mistura ficção e realidade, filmes e vida real, personagens e atores. Ele trazia o mundo de A Hora do Pesadelo para atormentar os atores que trabalharam no filme original. De fato, O Novo Pesadelo serviu muito de escola para o que o diretor faria em Pânico (1996).

02) Pânico (1996)

Chegando para pegar sua medalha de prata, Pânico se tornaria um verdadeiro marco não apenas do cinema adolescente slasher, mas também do terror de forma geral. Na época, o roteirista Kevin Williamson mostrava realmente conhecer os jovens, suas gírias, pensamento e a forma como agiam. Pânico marcou uma geração com seu jeito extremamente descolado e repleto de referências a obras da cultura pop em geral. Podemos agradecer bastante ao roteirista Williamson e o que ele criou em sua carreira, seja aqui em Pânico ou na série Dawson’s Creek (1998), por tudo que temos hoje em matéria de personagens espertinhos que vivem citando filmes, séries, música e tudo que faz parte de seu universo.

01) A Hora do Pesadelo (1984)

Essa é uma tarefa ingratíssima. Escolher entre Pânico e A Hora do Pesadelo. Grande parte do público mais jovem provavelmente colocaria Pânico em primeiro lugar. Sua importância revolucionária não pode ser negada. Com o filme, Craven trouxe vida de novo para tais filmes em meados dos anos 90 e teve mais controle de suas continuações. Mas A Hora do Pesadelo veio antes e se tornou um fenômeno ainda mais comentado, dominando os anos 80 e depois o mundo. Freddy Krueger se tornou ícone pop, ganhou diversas continuações, uma série de TV, álbuns de figurinha e todo tipo de merchandising. Podemos dizer que o vilão ajudou a criar o que temos hoje em matéria de produto de entretenimento. Era a época em que os filmes começaram a deixar de ser apenas filmes e se tornar eventos que dominavam outras mídias.

‘Hereditário’: Novo trailer do terror celebra o Dia das Mães; Assista!

O terror Hereditário (Hereditary), considerado por alguns críticos como “um filme visceral e traumatizante”, ganhou um novo trailer celebrando o dia das mães.

Assista:

O longa é dirigido pelo novato Ari Aster e produzido pela ótima A24Alguns críticos chegaram a considerar o filme como o “novo O Exorcista“.

Diamond Films lança o filme no Brasil dia 21 de Junho.

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

O elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido‘)Zachary ArthurMallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’ ganha novas imagens oficiais

O EW divulgou novas imagens oficiais de ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘, estrelado por Chris Hemsworth Tessa Thompson.

Confira:

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

O novo filme irá girar em torno de Em (Thompson), que tenta se superar ao se juntar à MIB de Londres, e será pareada com o Agente H (Hemsworth). A dupla se envolverá em um mistério de assassinato que os levará a uma jornada global.

Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa estreará nos cinemas em 14 de junho de 2019.

‘As Panteras’: Música tema do reboot será lançada nesta sexta-feira!

Confirmado! A música tema do reboot de ‘As Panteras‘, intitulada Don’t Call me Angel, será lançada oficialmente nesta sexta-feira (13).

A faixa conta com as vozes de Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana del Rey.

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/447947239352499?s=100012310020498&v=e&sfns=mo

 

Dirigido por Elizabeth Banks (‘A Escolha Perfeita 2‘), o longa será uma nova adaptação da série clássica homônima, lançada em 1976.

A trama segue três belas, corajosas e inteligentes mulheres que trabalham na Agência de Detetives Charles Townsend comandada pelo misterioso chefe que jamais aparece, apenas passa as orientações por meio de um viva-voz.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

Zumbis atacam no trailer do terror coreano ‘Alive’; Assista!

O terror coreano ‘Alive‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

 

O longa foi dirigido por Cho Il-hyung, que coescreveu o roteiro ao lado do Matt Naylor.

Uma cidade é infectada por um vírus misterioso, causando um caos sem controle. Joon-Woo (Yoo Ah-In) and Yoo-Bin (Park Shin-Hye) em um complexo de apartamentos, isolados dos infectados, com tudo – internet, telefone e eletricidade – fora do ar.

O terror ainda não tem previsão de estreia.

Guerra entre vampiros no trailer do terror ‘Death Rider in the House of Vampires’; Assista!

O terror faroeste ‘Death Rider in the House of Vampires‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Glenn Danzig.

O elenco conta com Devon Sawa, Kim Director e Julian Sands, além da participação especial de Danny Trejo e Eli Roth.

“Todo mundo no filme é um vampiro,” afirma o diretor ao Bloody Disgusting. “Então, você não terá que esperar para ver um vampiro na tela. Todos eles são vampiros!”

Ainda não há previsão para o lançamento do filme.

‘Round 6’ é comparado com ‘Jogos Vorazes’ e ‘Free Fire’ em trailer honesto HILÁRIO; Confira!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) ganhou um trailer honesto HILÁRIO, que compara a produção com ‘Jogos Vorazes‘ e até mesmo o jogo ‘Free Fire‘.

Confira:

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

‘Lightyear’ é DOMINADO por ‘Jurassic World’ e decepciona nas bilheterias dos EUA

A animação ‘Lightyear‘ decepcionou em sua estreia nos cinemas norte-americanos, arrecadando apenas US$ 51 milhões durante o seu primeiro final de semana – quase um terço abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 70 milhões.

O longa da Pixar foi barrado do topo das bilheterias por ‘Jurassic World: Domínio‘, que fez jus ao seu título e arrecadou US$ 58.6 milhões em seu segundo final de semana. De acordo com o Deadline, a vitória de ‘Domínio‘ se deve ao maior número de salas especiais em exibição, como IMAX. O site destaca que ‘Jurassic World‘ ocupou 51% do formato premium contra 43% de ‘Lightyear‘.

Internacionalmente, ‘Lightyear‘ arrecadou US$ 34.6 milhões através de 43 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 85.6 milhões.

Apesar do resultado abaixo do esperado, o longa ainda registrou a MAIOR estreia para uma animação após o período de pandemia, conseguindo se manter no mesmo nível da estreia de outros sucessos da Pixar, como ‘Viva – A Vida É uma Festa‘ (US$51M) e ‘Ratatouille‘ (US$47M).

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘Renfield’ enfrenta o Conde Drácula em novas imagens do terror cômico; Confira!

O terror cômico ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, que trará o ator Nicolas Cage como o lendário Conde Drácula, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de abril – uma semana antes do que havia sido originalmente programado.

Dirigida por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

 

John Boyega estrelará pré-sequência de ‘O Livro de Eli’

De acordo com o Deadline, John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) irá estrelar e produzir a pré-sequência de ‘O Livro de Eli‘, filme pós-apocalíptico estrelado por Denzel Washington, de 2010.

Na série, o ator interpretará uma versão mais jovem do personagem de Washington.

Gary Whitta, roteirista do longa original, retornará para a prequel. Além disso, os diretores The Hughes Brothers irão servir como produtores executivos.

Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas o site afirma que a pré-sequência será ambientada 30 anos antes dos eventos do filme – com a trama se passando no período ou imediatamente depois do evento nuclear.

Na trama do longa original, trinta anos depois da guerra ter dizimado o mundo, um guerreiro solitário chamado Eli caminha por horizontes arruinados dando esperança para os que restaram. Apenas um outro homem compreende o poder de um livro que Eli carrega e está determinado a se apoderar dele. Apesar de Eli preferir a paz, ele arriscará a sua vida para proteger a sua carga preciosa, pois precisa cumprir o seu destino de ajudar a restaurar a humanidade.

Com 47% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘O Livro de Eli‘ arrecadou US$ 157.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 80 milhões.

Kerry Washington lidera batalhão de mulheres no teaser do novo drama de guerra da Netflix; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser de ‘Batalhão 6888‘, novo drama de guerra estrelado por Kerry Washington (‘Scandal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 20 de dezembro.

Pôster do filme 'The Six Triple Eight' na Netflix.

Tyler Perry é responsável pela direção.

A produção conta a história do 6888º Batalhão, um grupo formado apenas por mulheres negras que contribuiu para o esforço de guerra de uma maneira única: classificando uma carteira de correspondência não entregue de três anos e entregando a correspondência a soldados americanos longe de casa.

Diante da discriminação e de um país vasto e desconhecido dividido por um conflito global, as 855 mulheres que compuseram o grupo trouxeram esperança para a linha de frente. “Sem correspondência, moral baixa” foi o lema que deram a si mesmos, cumprindo a promessa de entregar nada menos que 17 milhões de artigos e a elevar os ânimos quando os Estados Unidos mais precisavam.

O elenco ainda conta com Oprah Winfrey, Ebony ObsidianMilauna JacksonPepi SonugaSarah JefferyShanice ShantayJay ReevesDean NorrisSam WaterstonKylie JeffersonJeanté GodlockMoriah BrownSusan Sarandon.

Perry entra também como roteirista, marcando sua quarta colaboração com a gigante do streaming.

Nos anos mais recentes, a história do 6888º Batalhão foi levada a público através de um artigo da revista WWII History, assinado por Kevin M. Hymel.

‘A Viagem’: Filme baseado em novela clássica da Globo está em desenvolvimento

O site O Globo confirmou que um filme baseado na novela clássica ‘A Viagem‘ está oficialmente em desenvolvimento.

Jaqueline Vargas, de ‘Sessão de Terapia‘, será responsável pelo roteiro.

O portal ainda destaca que a nova versão contará com o retorno do personagem Alexandre (interpretado por Guilherme Fontes na novela original), mas outros devem ficar de fora.

Lançada originalmente em 1994 e reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, ‘A Viagem‘ gira em torno de Alexandre, um jovem problemático que comete um assassinato durante um roubo e, após ser condenado, se mata na prisão.

No plano espiritual, Alexandre, agora um espírito obsessor, busca vingança contra aqueles que considera responsáveis por sua morte, especialmente seu irmão, cunhado e o advogado que o condenou.

Vale destacar que a obra da Globo é uma releitura da novela da TV Tupi, exibida entre 1975-76.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | ‘Os Estranhos: Capítulo Final’ repete erros e encerra uma das PIORES trilogias da história

Depois de dois filmes que desagradaram tanto os críticos quanto o público, a franquia ‘Os Estranhos‘ retorna para o capítulo final de sua trilogia. Esta conclusão até tenta surpreender, mas não se arrisca o suficiente para apagar a péssima impressão desta investida como um todo. Apesar do esforço em regravar cenas com base nas críticas recebidas pelo primeiro capítulo, qualquer tentativa de aprimoramento já estava fadada ao fracasso – especialmente quando os envolvidos demonstram não compreender o que tornou o longa original tão especial. Mantendo-se consistente até o fim, ‘Os Estranhos‘ entra para a história como uma das piores trilogias de todos os tempos.

Depois de sobreviver a uma invasão domiciliar, uma perseguição no hospital, um ataque de porco selvagem e à própria mãe natureza, Maya (Madelaine Petsch) retorna para um último confronto contra os assassinos mascarados que já não são mais tão estranhos assim. Ela só precisou de dois filmes inteiros para descobrir seu potencial homicida, mas agora o líder dos Estranhos está solteiro e a sede de sangue dela promete despertar um interesse renovado nele.

Apesar de ter contado com dois filmes para introduzir e desenvolver sua narrativa, a direção deste terceiro capítulo parece abrupta. O roteiro até tenta inserir novos elementos na saga de sobrevivência de sua protagonista, mas é possível apontar com precisão quais cenas foram adicionadas após as regravações.

Talvez a parte mais espantosa seja perceber que, em mais de quatro horas de duração, o roteiro desconexo falha em criar um desenvolvimento convincente. Este terceiro filme tropeça entre tentar explicar o que ninguém perguntou e em amarrar as migalhas narrativas plantadas no decorrer dos capítulos anteriores, mas falha em absolutamente todos os aspectos. Enquanto personagens que deveriam ser importantes são descartados sem o menor impacto, a sobrevivente Maya se arrasta em direção a uma conclusão previsível, sustentada por uma evolução forçada.

De todas as franquias de terror que mereciam ganhar uma trilogia, ‘Os Estranhos‘ certamente não é uma delas. Não há história suficiente para sustentar uma narrativa contínua ao longo de três filmes, e as poucas tentativas de desenvolvimento consistem em revelações irrelevantes que empobrecem a premissa prometida pelo próprio título: Os assassinos são ESTRANHOS. Ao desmistificar cada detalhe em torno de suas identidades, o roteiro cria antagonistas genéricos que poderiam existir em qualquer outra produção do gênero.

E o veterano Renny Harlin, que já comandou filmes divertidos como ‘A Ilha da Garganta Cortada‘, ‘Do Fundo do Mar‘ e ‘O Pacto‘, parece tão entediado quanto o público e entrega uma direção morna, sem qualquer inspiração. Em meio a ideias mal aproveitadas e oportunidades perdidas, é quase possível imaginar o que esta trilogia poderia ter se tornado se tivesse sido concebida como um único filme. Mais do que ruim, porém, este projeto não apenas mancha o legado de seus antagonistas, como também elimina qualquer traço de identidade ao remover suas máscaras – um típico erro hollywoodiano do qual nenhum estranho conseguiria escapar.

‘Lovecraft Country’: Diretor de ‘Corra’ e J.J. Abrams vão produzir série para HBO

A vida do comediante e agora cineasta Jordan Peele deu uma reviravolta surpreendente desde o estrondoso sucesso do terror sobre racismo, ‘Corra’.

Com uma série de projetos em vista, o diretor agora está comprometido a produzir uma nova série de TV para a HBO e para a produtora de J.J. Abrams, Bad Robot.

Intitulada ‘Lovecraft Country’, a produção será uma antologia que vai adaptar o livro homônimo de Matt Ruff. A história se passa nos anos 50 e traz um jovem de 25 anos chamado Atticus Black, que ao lado do seu tio George e de sua melhor amiga Letita, viaja ao redor do país em busca de seu pai desaparecido. Os três devem lutar contra o crescente racismo da época, além de alguns espíritos que querem impedi-los de completar a jornada.

Peele e J. J. Abrams assumem o projeto como produtores executivos e o roteiro ficará a cargo de Misha Green.

Em uma entrevista ao site Deadline, a roteirista comentou sobre o entusiasmo de trabalhar na nova série antológica:

“Quando eu li ‘Lovecraft Country’ pela primeira vez eu soube que ele tinha potencial para ser diferente de tudo na televisão. Jordan, J.J., Bad Robot, Warner Bros. e HBO estão todos no ramo para empurrar os limites quando se trata de narrativa e eu estou além de empolgada para trabalhar com eles nesse projeto”.

Jordan Peele

‘Extreme Universe’: Netflix desenvolverá filmes baseados nas HQs do criador de ‘Deadpool’

A série de quadrinhos ‘Extreme Universe’, criada por Rob Liefeld, o mesmo criador do mercenário bocudo, ‘Deadpool’, vai ganhar sua própria saga de filmes.

Segundo o portal Deadline, o quadrinhista e a Netflix fecharam um acordo que adaptará a narrativa da HQ para a plataforma de streaming.

O produtor e roteirista Akiva Goldsman (‘A Torre Negra’) vai ficar responsável por supervisionar os roteiros do projeto, visando uma franquia com vários filmes.

O ‘Extreme Universe‘ inclui quase 100 personagens, incluindo Bloodstrike, Brigade, Lethal, Re-Gex, Cybrid, Bloodwulf, Battlestone, Kaboom e Nitro-Gen.

Ainda não se sabe quais personagens serão apresentados nas produções, mas Bloodstrike certamente deve ser um deles.

 

 

 

‘Stranger Things 3’ ganha trailer natalino; Assista!

A 3ª temporada de ‘Stranger Things‘ ganhou um novo trailer natalino, que traz o elenco da aclamada série embrulhando presentes para alguns fãs.

Assista:

O showrunner Shawn Levy revelou que a trama se passará no verão de 1985 e mostrará o último ano que da infância dos nossos protagonistas.

Além disso, o gigante monstro Devorador de Mentes, apresentado na segunda temporada, retornará.

“A segunda temporada termina deixando claro que o Devorador de Mentes não foi eliminado, e talvez ele tenha encontrado seu adversário. A batalha entre a escuridão e a luz ficará ainda mais forte na terceira temporada.”, afirmou Levy.

Ao que parece, veremos uma grande batalha entre Eleven (Millie Bobby Brown) e a enorme criatura cheia de tentáculos que tomou conta do Mundo Invertido.

A estreia é prevista para 2019!

‘The Stars At Noon’: Robert Pattinson e Margaret Qualley vão estrelar novo filme de Claire Denis

Os astros Robert Pattinson e Margaret Qualley vai se unir em um novo projeto, dirigido pela cineasta Claire Denis, intitulado ‘The Stars At Noon‘. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, a produtora A24 adquiriu os direitos de distribuição nos Estados Unidos. O longa é uma adaptação do livro homônimo de Denis Johnson, publicado em 1986.

A trama se passa no ano de 1984, durante a Revolução Sandinista. Aqui, um misterioso empresário britânico e uma jornalista americana acabam se apaixonando de forma bem intensa, mas ambos acabaram envolvidos em um labirinto de mentiras e conspirações, sendo forçados a fugir do país absolutamente sozinhos.

O roteiro é assinado por Denis, Andrew Litvack e Lea Mysiu. As filmagens da produção ainda não têm data para começar, principalmente em virtude do intenso trabalho de Pattinson em ‘The Batman’.

 

 

‘O Mandaloriano’: Mark Hamill agradece pelo retorno triunfante de Luke Skywalker

A maioria dos fãs de ‘Star Wars‘ ficou bem descontente com o que fizeram com Luke Skywalker (Mark Hamill) em ‘Os Últimos Jedi‘, já que ele foi retratado como um covarde e perdedor.

Por outro lado, o personagem foi redimido no último episódio da 2ª temporada de ‘O Mandalorino‘ quando demonstrou um pouco de glória ao salvar Grogu, Din Djarin (Pedro Pascal) e companhia de uma horda de Dark Troppers.

Por conta disso, o próprio Mark Hamill agradeceu aos criadores da séries pelo retorno triunfante do Jedi após a grande decepção do ‘Episódio VIII‘.

Em seu perfil do Twitter, o astro compartilhou a imagem de Luke com as seguintes palavras:

“Às vezes, os maiores presentes são os mais inesperados e algo que você nunca percebeu que queria até que foi dado.”

Confira o resumo do episódio:

A trama já começa tensa quando Mando (Pedro Pascal) e Boba Fett (Temuera Morrison) rastreiam Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff) e Koska Reeves (Sasha Banks) na tentativa de convencê-las a ajudá-los a resgatar Grogu das garras do Império.

Em troca, as Mandalorianas poderiam ficar com o cruzador imperial de Gideon para retomar Mandalore, além de Kryze ter a oportunidade de recuperar o Sabre Negro das mãos do vilão.

No entanto, Reeves logo percebe que Boba é um clone do desprezível Jango Fett e um atrito surge entre os dois, mas a guerreira acaba aceitando participar da missão após a súplica de Din.

“Ajudem-me a resgatar a Criança”, implora ele, “e vocês podem ter o que quiserem. Ele é a minha única prioridade.”

Iniciado o plano, o grupo consegue invadir a nave de Gideon sem problemas.

Enquanto Cara Dune (Gina Carano), Fennec Shand (Ming-Na Wen), Bo-Katan e Koska abrem caminho contra os Dark Troopers, Fett distrai alguns TIE Fighters pelo espaço e Din aproveita para ir atrás da criança.

Ao longo do caminho, ele fica cara a cara com um Dark Trooper que o domina completamente, provando por que a guarda pessoal de Gideon é tão assustadora.

Felizmente, a lança de Beskar do Mandaloriano foi o suficiente para derrubar o droide após uma intensa luta.

Ao localizar Grogu, ele encontra Gideon à sua espera empunhando o Sabre Negro… Mando o ameaça e promete deixá-lo vivo e em posse do Sabre se ele devolvesse Grogu.

Gideon mente em concordar, alegando que já tem o que precisava do pequeno alien para restaurar a ‘ordem’ na Galáxia, mas o vilão ataca Mando de surpresa.

Enquanto duelam, Din mostra que é um habilidoso oponente e seu revestimento de Beskar deixa a luta bastante equilibrada, até que ele derrota seu adversário e recupera o Sabre Negro, tornando-se seu legítimo portador.

Assim que o herói se prepara para entregá-lo a Bo-Katan, ela é tomada em surpresa, pois sabe que só será digna de empunhar o Sabre Negro e governar Mandalore se derrotar o aliado em combate… Algo que deve ser explorado na próxima temporada.

Antes de chegarmos lá, os Dark Troopers retornam e bloqueiam a passagem dos Mandalorianos prestes a desintegrá-los com uma rajada de lasers.

No entanto, uma X-Wing se aproxima da nave imperial criando um novo momento de tensão, mistério e expectativas.

Uma misteriosa figura encapuzada com um sabre de luz verde desembarca e acaba com os droides com tanta facilidade que deixa os heróis e vilões sem reação, deixando claro que é um poderoso usuário da Força…

O Cavaleiro Jedi é ninguém menos que Luke Skywalker, numa cena que faz referência ao ataque de Darth Vader aos rebeldes em ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.

Luke abre caminho pelo corredor em direção à sala onde Grogu está e eles parecem se conectar mentalmente…

Com a promessa de treinar o Baby Yoda, Luke decide partir e levá-lo para a nova Academia Jedi. É aí que Mando remove seu capacete mais uma vez, com lágrimas em seus olhos, observando o pequeno ir embora com Luke e R2-D2.

O final da 2ª temporada foi muito mais grandioso que o da 1ª e promete grandes surpresas para o que vem… O treinamento de Grogu deve ser um dos destaques dos próximos episódios, assim como os desdobramentos de seu sequestro pelas mãos de Gideon.

Sem dúvida, tudo indica que o pequeno foi sequestrado para dar início ao plano de clonagem do Imperador e do possível nascimento do Supremo Líder Snoke.

E aí, o que você acha que está reservado para dezembro de 2021?

Assista ao trailer da 2ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Pânico’: Courtney Cox ainda é “assombrada” pelo seu polêmico visual em ‘Pânico 3’

A franquia de ‘Pânico‘ é marcada por vários momentos icônicos que até hoje são celebrados tanto em Hollywood, como pelos fãs do gênero de terror.

E dentre os aspectos mais polêmicos e comentados da franquia está certamente o visual de Gale Weathers em ‘Pânico 3‘. A duvidosa escolha de corte de cabelo feita pela atriz Courtney Cox para a sua personagem já foi alvo de muitas piadas e críticas e frequentemente volta a ser assunto na mídia.

E durante sua participação no talk show The Drew Barrymore Show, Cox novamente falou sobre a controversa franja adotada na sequência em questão. Ao lado de Neve Campbell e David Arquette, a atriz relembrou a escolha e revelou o que a motivava a sempre optar por visuais duvidosos a cada novo filme da franquia.

“Em cada ‘Pânico‘ eu tentava criar um visual diferente para ela, que fosse excessivamente estranho, feio ou exagerado”.

A colega de elenco Neve Campbell complementou seu raciocínio, relembrando da famigerada franja desfiada e bem curta, usada por Cox em ‘Pânico 3‘. Em resposta, a atriz falou:

“Nossa, essa foi a pior! Tinha me esquecido dessa, não havia nada pior. Essa foi uma grande lição de vida, porque ficará para sempre registrada no filme!”

Assista a este trecho da entrevista:

Confira a entrevista EXCLUSIVA do elenco do novo Pânico ao jornalista Renato Marafon.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Caso as projeções se concretizem, o novo filme deve conquistar a MAIOR estreia da franquia nas bilheterias dos EUA, ultrapassando o lançamento de ‘Pânico 3‘, que arrecadou US$ 34.7 milhões em seu primeiro final de semana no país.

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Barbara Sturm fala sobre investimento em diretoras do cinema brasileiro

Na última quinta-feira (5), durante Rio2C (Rio Creative Conference), na Cidade das Artes, localizada na Barra da Tijuca (RJ), a Elo Company, empresa de conteúdo brasileiro de desenvolvimento, distribuição em salas de cinema e digital, e vendas nacionais e internacionais, com filmes como O Menino e o Mundo (concorrente do Oscar de Melhor Animação, em 2016) no catálogo, lançou o selo ELAS.

Tendo em vista a defasagem que existe entre a porcentagem de homens e mulheres com filmes sendo lançados no mercado audiovisual do Brasil, o selo tem o intuito de equilibrar os números e aceitará somente projetos de diretoras mulheres. Com nove obras em diversos estágios de produção, sendo seis ficções e três documentários, a empresa já está convidando nomes do mercado brasileiro, de diversas profissões como atrizes, diretoras, produtoras, roteiristas, advogadas, que irão doar horas de trabalho para os projetos.

A jornalista Karolen Passos conversou com Barbara Sturm, diretora de conteúdo da Elo Company, durante a Rio2C, para entender um pouco melhor como funcionará o selo ELAS, qual a diferença que isto pode trazer para o audiovisual no Brasil, entre outras coisas. Acompanhe:

Karolen Passos: Como surgiu a ideia de criação do selo ELAS dentro da Elo Company? Foi uma ideia que vocês já tinham pensado anteriormente ou ela apareceu devido as conquistas mundiais de produções lideradas por mulheres?

Barbara Sturm: Dentro da nossa área de projetos a gente foi percebendo que tinha muito menos projetos que chegavam dirigidos por mulheres. Isso foi uma coisa. A outra coisa foi que a gente participou de diversos eventos, o primeiro foi há um ano do dia de ontem, que foi o foro da Ancine de Mulheres do Audiovisual, em São Paulo, onde divulgaram pesquisas de que apenas 17% dos filmes lançados em 2016 (brasileiros) eram dirigidos por mulheres. A partir disso, a gente foi acompanhando, durante o ano, a tendência e o interesse do público por essas histórias como The Handmaid’s Tale, Big Little Lies, Lady Bird, Mulher-Maravilha. Realmente entendemos que do começo do ano passado até agora, é uma demanda consolidada. Portanto, com todas essas questões juntas justificamos ter a criação deste selo, pelo acesso direto, por mostrar que a gente se interessa por esses projetos. Então, uma pessoa que está fazendo produção executiva, que com a gente é mais de 50% feito por mulheres, ou escrevendo, vê que sim, existem empresas que são interessadas em distribuir e comercializar conteúdos dirigidos por mulheres. Dois, percebe que existe uma demanda de mercado. E três, por ver que existe uma defasagem de um nicho que tem grande potencial.

KP: Por qual razão você acredita que o público esteja mais engajado em conferir produções lideradas por mulheres?

BS: Acho que não é uma escolha entre um e outro. Na verdade, acredito que as pessoas estão cansadas de ver os mesmos pontos de vista que são poucos, são pontuais. Acho que, com o on demand, a gente tem mais opções, a gente consome mais audiovisual e vem um espaço para novas narrativas e novos pontos de vista. E com certeza existe uma mudança mundial, pelo menos no Ocidente, do lugar da mulher como num todo. Desde o corpo, desde a gravidez, da igualdade de salários e etc.. Vejo que é uma questão social. Mas acho que existe uma potência nessas histórias que citamos (The Handmaid’s Tale, Big Little Lies, Lady Bird, Mulher-Maravilha) que são conteúdos incríveis e este é o nosso foco, achar projetos incríveis dirigidos por mulheres. Então o ELAS é uma parte da nossa área de projeto inteira.

KP: No ano passado e ainda este ano, nos Estados Unidos, diversos movimentos como o #MeToo e o #TimesUP tem falado não somente de assédio dentro da indústria cinematográfica, como também, em todas as áreas, e além disso, sobre pagamento igualitário entre mulheres e homens. Com o selo ELAS, além de dar oportunidades para que mulheres possam apresentar seus projetos e ser financiadas por tais, pretende estabelecer uma política para que estas mulheres recebam pagamentos iguais aos dos homens?

BS: Não. A gente acredita nisso (o selo) e entendemos que tendo um selo que joga luz sobre projetos dirigidos por mulheres, nós trazemos, confirmamos e aceitamos estar junto com todas essas iniciativas relacionadas à mulher e à igualdade de gênero, em qualquer nível profissional dentro da indústria. Mas não teremos nenhum tipo de regra, assim como, não vamos selecionar um projeto por caridade porque ele é dirigido por mulher, os critérios são os mesmos. O nível da qualidade artística, executiva, da produtora em si que vai apontar, seja homem ou mulher, o currículo de quem vai dirigir.

KP: Como diretora de conteúdo, qual o critério que você utiliza na hora de divulgar um filme nas redes sociais? O que é mais levado em conta já que nos tempos atuais vivemos uma era de convergência midiática?

BS: Tanto para os projetos que a gente recebe e financia, quanto os filmes prontos que recebemos só para distribuir e não participamos conceitualmente dele, sempre falo que não tem modelo, a gente não trabalha com modelo pré-estabelecido. Analisamos cada produto, criamos uma estratégia e um posicionamento para ele (o produto) de acordo com o mundo em que vivemos naquele momento. O grande segredo, além de estar numa empresa que trabalha dessa forma, sem modelos pré-estabelecidos, priorizando o produto; “que história é essa? Falada por quem? De que forma? Qual o tom? Vamos pensar nisso”. Eu tenho um ponto de vista que é um filme que é lançado hoje, sexta-feira, 6 de abril, com o que está na capa de todos os jornais, com o que nós todos estamos pensando, é completamente diferente de lançar em 6 de agosto.

Por fim, perguntei para a Barbara sobre os projetos que estão em andamento no selo ELAS e ela me disse que Amores de Chumbo, de Tuca Siqueira, será lançado em junho. A Chave de Casa, que leva o nome de Simone Elias na direção, é protagonizado pela Camila Pitanga, a madrinha da iniciativa, e será filmado na Turquia. O Rir Para Não Chorar, de Cibele Amaral, entra em filmagem agora e será protagonizado pelo Rafael Cortez (CQC). Já sobre os documentários, a diretora me contou que Soldado Sem Arma, de Maria Carolina Telles, contará a história do André Liohn, fotógrafo de guerra brasileiro, pela perspectiva de uma mulher. E Torre das Donzelas, de Susanna Lira (Rotas do Ódio), contará sobre as mulheres que foram presas na ditadura.

Os outros longas-metragens que estão em processo de produção são Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo; É Tempo de Amoras, de Anahí Borges;  Fairplay, de Malu Schroeder; e Meu Querido Supermercado, de Tali Yankelevich. A expectativa é que todos esses filmes cheguem ao público até 2020. E se você é uma diretora mulher, com um bom projeto e gostaria de enviar para a Elo Company, só anotar o e-mail: [email protected].

Wesley Snipes quase foi o ‘Pantera Negra’ em filme dos anos 1990

O ator Wesley Snipes, famoso pela série de filmes ‘Blade: O Caçador de Vampiros’, quase estrelou uma adaptação de Pantera Negra para os cinemas, lá nos anos 1990. Pelo menos foi o que o ator declarou em entrevista ao Hollywood Reporter.

Snipes revelou que o projeto nunca saiu do papel pois enfrentou muitas dificuldades. O ator estava no auge da carreira na época, já a Marvel, estava prestes a declarar falência, apesar disso, Snipes disse que não pensou duas vezes quando lhe ofereceram o papel principal.

Pantera Negra conquistou minha atenção, ele era nobre e diferente dos esteriótipos apresentados sobre os africanos e a história da África. Tinha um significa cultural e era algo que as comunidades negra e branca nunca tinham visto antes.

É um personagem icônico, com o qual a maior parte do mundo não tem familiaridade e que as comunidades onde cresci adorariam. Nunca passou pela minha cabeça que o público não fosse gostar desse tipo de filme”

O ator contou que, após a aprovação de Stan Lee, ele entrou para o projeto, mas as dificuldades começaram. Desde o tom do filme, que nunca chegaram a um acordo, até a escolha do diretor e roteirista. A Columbia desejava que o longa se passasse durante o movimento dos direitos civis, em 1960.

“Contei para John [Singleton] sobre a minha visão para o filme, algo próximo dessa produção atual: toda a África seria essa sociedade avançada e escondida, protegida por um campo de força, o Vibranium, mas ele disse ‘não'”

Por conta de todas as desavenças, o projeto acabou sendo engavetado e Snipes logo assumiu o papel de outro herói, o Blade, e utilizou tudo que aprendeu para fazer o herói que desejava desde o início.

“Tanto o Pantera Negra quanto o Blade tinham nobreza e eram lutadores. Então pensei, se não podemos fazer o Rei de Wakanda, vamos fazer um vampiro negro”

Enquanto isso, ‘Pantera Negra’ está cada vez mais próximo e com a liberação do embargo para comentários nas redes sociais, as primeiras reações da produção começaram a emergir. Com o CinePOP não seria diferente, já assistimos ao novo filme da Marvel e o editor-chefe, Renato Marafon, fez um vídeo com as primeiras impressões do filme. Confira:

A crítica completa vai ao ar no dia 06 de fevereiro, às 15h!

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘Intervenção’: Começam as filmagens de filme de ação do autor de ‘Tropa de Elite’

Começaram no Rio as filmagens do longa de ação Intervenção, com direção de Caio Cobra e roteiro original de Rodrigo Pimentelautor dos livros ‘Elite da Tropa’ 1 e 2, que inspiraram o sucesso Tropa de Elite, de José Padilha.

Produzido pela Media Bridge (produtores de Chacrinha – O Velho Guerreiro), o longa será rodado em quatro semanas, em locações na comunidade Tavares Bastos, no Catete.

A trama, baseada em fatos reais, vai mostrar a história de Larissa (Bianca Comparato), uma policial militar recém-concursada, que acredita no projeto de pacificação através das UPPs e vê na instituição uma saída para a situação de violência de sua comunidade, além de um caminho para uma vida melhor. Empolgada com a nova empreitada e com a possibilidade de contribuir para a segurança da cidade, a recruta vê seu sonho virar pesadelo diante da realidade cotidiana na Unidade Pacificadora onde é alocada.

Com Marcos Palmeira no papel do Major Douglas, o elenco ainda conta com Zezé Motta, Dandara Mariana, Juliana Araújo, Rainer Cadete, Babu Santana e Antonio Grassi

Intervenção será distribuído pela Paris Filmes e já tem data marcada para o lançamento: 15 de novembro de 2018.

 

‘Todo Mundo Odeia o Chris’ estreia em Outubro no HBO MAX | Saiba mais sobre a série!

A HBO MAX pegou todos de surpresa na manhã deste sábado (2) ao confirmar que TODAS as quatro temporadas de Todo Mundo Odeia o Chris estreia no catálogo em Outubro, com dia a ser divulgado. Os 88 episódios poderão ser conferidos pelos assinantes sem a necessidade de pagar um valor adicional. Antes, a série estava no Amazon Prime Video.


A adição veio em boa hora porque Janeiro de 2021 parecia ser o mês em que a plataforma menos trouxe novidades para os assinantes. Lançada em 2005 pela
Paramount e posteriormente adquirida pela CW, a série teve quatro temporadas  e, ao contrário do que algumas pessoas sugerem, fez sucesso nos Estados Unidos, porém nada comparado ao fenômeno que é no Brasil. A estreia do episódio piloto, por exemplo, registrou a terceira maior audiência da história da Paramount e manteve média de 4 milhões de espectadores. Já na CW, a audiência caiu, mas ainda assim se manteve relevante, com mais de 2 milhões de espectadores.

No Brasil, Todo Mundo Odeia o Chris foi adquirido pela Record em 2006 e desde então virou um espécie de “coringa” da emissora, já que sempre que é exibida, rende muita audiência, mais ou menos como era Chaves no SBT. Isso só comprova o sucesso da série no país.


E não é tão difícil de entender o porquê dela ter explodido aqui no Brasil: representatividade e humor cotidiano bem feito. De acordo com dados de 2019 recolhidos pelo IBGE, 56,10% da população brasileira se declara negra. Inversamente proporcional a esse número, somos bombardeados com elencos majoritariamente brancos em filmes, séries e novela. Então, séries com atores negros ocupando papéis de protagonista causam muita identificação para mais da metade da população brasileira. Além disso, a série aborda problemas muito familiares ao cotidiano dos brasileiros, como o racismo, o bullying, as dificuldades financeiras e muitos personagens carismáticos que estão tentando se virar na vida.

Fora, claro, a qualidade incontestável da produção. A série é ridiculamente bem dirigida, tem um elenco que dá a vida em tela, faz uso de uma trilha sonora espetacular e conta com uma caracterização perfeita. Como ela se passa nos anos 1980, houve um empenho incrível em recriar a atmosfera, a ambientação oitentista, que é conseguida com cenários, figurinos, referências e situações típicas da década favorita do entretenimento americano. Tudo isso foi reconhecido com indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e pelas outras 16 premiações das quais Todo Mundo Odeia o Chris saiu vencedora.

Ambientada nos anos 1980, Todo Mundo Odeia o Chris é baseada em casos reais da infância do humorista Chris Rock. Na trama, ele e sua família se mudam para Bed-Stuy (só doido vai), no Brooklyn, para começar uma nova vida. Lá, eles vivenciam as mais loucas e diversas experiências enquanto tentam viver normalmente.  

Crítica | A Mansão – Blumhouse entrega TERROR psicológico paranormal no Amazon Prime

Envelhecer é assustador. A sétima arte já abordou este tema inúmeras vezes, afinal, ainda hoje o ser humano não tem respostas sobre como é o pós-morte, se é que há um. Porém, pior do que não saber o que acontece depois é perceber o lento retrocesso do corpo humano dia após dia à medida que envelhecemos na vida. Partindo deste mote vem o lançamento da Blumhouse para a Amazon Prime neste mês de Halloween, ‘A Mansão’ (The Manor), que chega para entreter os assinantes no feriadão prolongado.

Tudo ia bem na vida de Judith (Barbara Hershey), uma senhora superativa que dava aulas de dança às crianças do bairro. Quando em sua festa de aniversário Judith tem um derrame, sua filha (Kate A. Keane) entende que não tem mais condições de cuidar da mãe em sua própria casa, e, com a concordância dela, a interna em uma casa de repouso para idosos. A casa, afastada de tudo, é meio esquisita, com internos cujas saúdes parecem bem frágeis. Entretanto, Judith conhece três idosos que a fazem se sentir bem vinda no local: Ronald (Bruce Davison), Ruth (Fran Bennett) e Trish (Jill Larson). Apesar da boa impressão inicial, eventos sinistros começam a acontecer na mansão, e, para tentar salvar a própria vida Judith terá que convencer seu neto, Josh (Nicholas Alexander), a acreditar que tudo que ela fala é verdade, e não delírio.

Com uma abertura muito legal com um estilo de animação, ‘A Mansão’ é um filme que infelizmente promete mais do que entrega. Em cerca de uma hora e meia de duração, passamos a maior parte do tempo acompanhando o dia a dia da protagonista nesta casa de repouso, onde os maiores terrores são na verdade sintomas de doenças reais – o que é de fato assustador, porém, quando não usados diretamente no enredo, acaba sobrando na trama, levando-nos a concluir que essa parte da história funcionaria melhor em uma produção dramática, não em uma que se apresenta como filme de terror.

Apesar da demora em engatar no terror, o roteiro de Axelle Carolyn (que também dirigiu o longa) vai inserindo lentamente, especialmente no segundo arco, elementos cujas funções são tentar assustar o espectador – como o surgimento repentino de um personagem, uma sombra que dá a entender outra coisa, enfim, provocações suaves nesse estilo. O terror só engata mesmo no terceiro e último ato, e, embora seja uma conclusão interessante para a trama, pouco da história indicou o caminho escolhido pelo roteiro, de modo que quando a coisa toda se resolve ficamos com uma sensação de uma ligeira forçada de barra.

A Mansão’ é um filme de terror suave da Blumhouse, cujo maior mérito é centrar sua história no universo da terceira idade, fazendo-nos pensar no horrível que poderia ser termos essa idade e sermos ao mesmo tempo acometidos por sintomas de doenças terríveis e assombrações sobrenaturais as quais não temos certeza se existem. Com um final interessante para sua história, ‘A Mansão’ se configura mais como um filme de terror psicológico paranormal para aqueles espectadores que possuem baixa tolerância a cenas de susto e de suspense prolongado.

‘Supergirl’: Jon Cryer aparece como Lex Luthor em nova prévia; Confira

A CW divulgou uma nova prévia de ‘O Brother, Where Art Thou?‘, novo episódio da 4ª temporada de ‘Supergirl‘. O vídeo dá destaque ao Lex Luthor interpretado por Jon Cryer que traz uma novidade chocante em seu visual: o personagem usa cadeira de rodas.

Confira no vídeo e em novas imagens:

Recentemente, foi revelado que o ator e diretor Kevin Smith vai dirigir um dos episódios do próximo ano. Smith revelou que conduzirá um dos capítulos da produção, mas não especificou qual deles ainda, salientando que o anúncio oficial virá em breve.

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘Velozes e Furiosos 9’: Lutador de UFC entra para o elenco da sequência

Segundo o site ComicBook.com, o elenco de ‘Velozes e Furiosos 9’ cresceu ainda mais: o lutador de UFC Francis Ngannou assinou contrato para participar do longa-metragem.

Seu papel, entretanto, ainda não foi revelado para o público.

Essa não é a primeira vez que um lutador participa da franquia, visto que Gina Carano fez seu début nas telonas com Velozes e Furiosos 6Ronda Rousey deu as caras em Velozes e Furiosos 7.

Ngannou se junta aos previamente anunciados Vin Diesel, Michelle RodriguezNathalie Emmanuel, John Cena, Tyrese Gibson, Jordana Brewster e Ludacris.

Diesel também confirmou o retorno Charlize Theron e Helen Mirren.

Theron interpretou a vilã Cipher no longa anterior, e Mirren deu vida à Magdalene Shaw, que também deve retornar em ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’, derivado da franquia, que estreia em 1º de agosto.

Lembrando que o astro Dwayne “The Rock” Johnson não retornará para o longa, após diferenças criativas no passado com Vin Diesel.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 21 de Maio de 2020, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Swimming with Sharks’: Kiernan Shipka e Diane Kruger entram para a nova série do Quibi

Segundo a VarietyKiernan ShipkaDiane Kruger foram elencadas na nova série do Quibi, intitulada ‘Swimming with Sharks’.

A série é uma releitura contemporânea de ‘O Preço da Ambição’, filme de 1994 dirigido por George Huang e estrelado por Kevin Spacey.

Girando em torno do sistema de estúdios de Hollywood, Kruger dará vida a Joyce, CEO de uma das companhias de cinema da cidade, enquanto Shipka dará vida à sua assistente.

Shipka ganhou fama por sua interpretação na série O Mundo Sombrio de Sabrina, na qual interpreta a icônica bruxinha Sabrina Spellman. Seus outros créditos incluem Deixe a Neve CairThe Silence.

Kruger, por sua vez, é conhecida por inúmeros trabalhos, incluindo TroiaA Lenda do Tesouro Perdido e Bastardos Inglórios. Ela recentemente estrelou Em Pedaços‘The Operative’.

‘Patrulha do Destino’: 2ª temporada teria mais um episódio, revela Abigail Shapiro

Em entrevista ao Insider, a atriz Abigail Shapiro, que vive Dorothy Spinner na aclamada série Patrulha do Destino, revelou que a 2ª temporada da produção teria um episódio adicional – e que ele foi eventualmente cortado devido à pandemia do novo coronavírus.

“Estava tudo basicamente finalizado. Haveria um episódio a mais e nós tínhamos apenas algumas cenas para rodar, mas nunca conseguimos terminá-lo”.

O próximo episódio da iteração, intitulado “Space Patrol”, vai ao ar no dia 16 de julho.

Confira a promo:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘The Last of Us’: Série ganha sinal verde na HBO; Confira a primeira arte oficial!

HBO revelou hoje (20) que a vindoura adaptação da franquia de jogos The Last of Us ganhou sinal verde e entra em produção em breve.

De quebra, a emissora também compartilhou a primeira arte oficial da série.

Confira:

Em entrevista à BBC, o produtor e roteirista Craig Mazin (‘Chernobyl’) revelou que a trama irá expandir o universo dos games, esclarecendo que a série não vai alterar os principais elementos dos jogos, apenas trazer mais informações.

“Se você já jogou ‘The Last of Us‘, nossa intenção é que você assista ao programa e diga: ‘isso não violou nada do que eu amava no jogo’. Não vamos alterar nada, seja em relação à trama ou aos personagens, mas vamos trazer muito mais informações sobre esse universo. Acreditem, a história é muita ampla e abre espaço para diversas novas ideias, ideias realmente incríveis.”

Infelizmente, o cineasta não quis revelar o que a equipe de produção está preparando para a adaptação, o que só aumenta a curiosidade dos fãs.

Há algumas semanas, Mazin já havia conversado com o portal e foi questionado porque o game nunca foi adaptado para o cinema.

Em resposta, ele explicou que a ideia para um filme já foi abordada, mas não funcionaria porque:

“A graça de uma história como ‘The Last of Us‘ está em seu comprimento. O sucesso do game está fundamentado na lenta jornada de Ellie e seu relacionamento com os outros personagens. Acho que os jogadores se sentem atraídos pela história ao longo do tempo em que vão jogando… Não poderíamos reproduzir essa sensação em um filme de duas horas. Seria preciso um formato mais adequado, por isso que uma série de TV é perfeita para isso.”

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto também terá Neil Druckmann (um dos criadores do game) como produtor executivo.

O projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

‘Schitt’s Creek’, Sam Smith e mais na lista de vencedores do GLAAD Media Awards 2021

Nesta última quinta-feira (08), foram revelados os vencedores do GLAAD Media Awards 2021.

A cada ano, a GLAAD também apresenta prêmios de reconhecimento especial não-competitivos para projetos que não entram para as categorias principais. Neste ano, a lista de homeagens inclui a trilha sonora deAlguém Avisa?’, novo filme do Hulu estrelado por Kristen StewartMackenzie DavisOut, primeiro filme com um protagonista gay dos estúdios PixarAfter Forever, série da Amazon Prime Video; e muitos outros.

A premiação também restituiu o Prêmio Barbara Gittings de Excelência Midiática LGBTQ+, que honra um grupo, comunidade de mídia ou indivíduo pioneiro que fez uma contribuição significante para o desenvolvimento e a representatividade queer. Neste ano, o recipiente do prêmio será Windy City Times, jornal LGBTQ+ de Chicago estabelecido em 1985 por Jeff McCourtBob BeardenDrew BadanishTracy Baim.

Confira a lista de ganhadores abaixo:

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA INGLESA

MELHOR FILME – LANÇAMENTO AMPLO
Jovens Bruxas: Nova Irmandade (Sony Pictures)
Alguém Avisa? (Hulu)
A Voz Suprema do Blues (Netflix)
The Old Guard (Netflix)
A Festa de Formatura (Netflix)

MELHOR FILME – LANÇAMENTO LIMITADO
Ammonite (NEON)
And Then We Danced (Music Box Films)
The Boys in the Band (Netflix)
Você Nem Imagina (Netflix)
I Carry You With Me (Sony Pictures Classics)
Kajillionaire (Focus Features)
Rosa e Momo (Netflix)
Lingua Franca (ARRAY/Netflix)
Monsoon (Strand Releasing)
The True Adventures of Wolfboy (Vertical Entertainment)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Circus of Books (Netflix)
Revelação (Netflix)
Equa(HBO Max)
For They Know Not What They Do (First Run Features)
Howard (Disney+)
Mucho Mucho Amor (Netflix)
Scream, Queen: My Nightmare on Elm Street (Virgil FIlms/Shudder)
Visible: Out on Television (Apple TV+)
We Are The Radical Monarchs (PBS POV)
Bem-Vindo à Chechnya (HBO)

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Big Mouth (Netflix)
Disque Amiga para Matar (Netflix)
Everything’s Gonna Be Okay (Freeform)
Harley Quinn (HBO Max)
Com Amor, Victor (Hulu)
Uma Galera do Barulho (Peacock)
Schitt’s Creek (Pop)
Sex Education (Netflix)
Superstore (NBC)
Twenties (BET)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
9-1-1: Lone Star (FOX)
Killing Eve (BBC America)
PValley (Starz)
Ratched (Netflix)
Star Trek: Discovery (CBS All Access)
Supergirl (The CW)
The Umbrella Academy (Netflix)
Vida (Starz)
The Wilds: Vidas Selvagens (Amazon)
Wynonna Earp (Syfy)

MELHOR FILME PARA TV
Alice Júnior (Netflix)
Má Educação (HBO)
The Christmas House (Hallmark Channel)
The Christmas Setup (Lifetime)
Dashing in December (Paramount Network)
La Leyenda Negra (HBO Latino/HBO Max)
The Thing About Harry (Freeform)
Tio Frank (Amazon Studios)
Unpregnant (HBO Max)
Your Name Engraved Herein (Netflix)

MELHOR SÉRIE LIMITADA OU ANTOLOGIA
Dispatches from Elsewhere (AMC)
A Maldição da Mansão Bly (Netflix)
Hollywood (Netflix)
I May Destroy You (HBO)
Little Fires Everywhere (Hulu)

MELHOR PROGRAMA DE REALITY
Deaf U (Netflix)
Legendary (HBO Max)
Queer Eye (Netflix)
RuPaul’s Drag Race (VH1)
Were Here (HBO)

MELHOR PROGRAMA INFANTIL
“Challenge of the Senior Junior Woodchucks!”, DuckTales (Disney XD)
“Dogbot”, Clifford, o Gigante Cão Vermelho (PBS)
“Nancy Plays Dress Up” Fancy Nancy (Disney Junior)
The Not-Too-Late Show with Elmo (HBO Max)
Summer Camp Island (HBO Max)

MELHOR PROGRAMAÇÃO INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Craig of the Creek (Cartoon Network)
Diário de uma Futura Presidente (Disney+)
First Day (Hulu)
Kipo e os Animonstros (Dreamworks Animation/Netflix)
The Loud House (Nickelodeon)
“Mary Anne Saves the Day”, O Clube das Babás (Netflix)
“Obsidian”, Hora de Aventura (HBO Max)
The Owl House (Disney Channel)
SheRa e as Princesas do Poder (Dreamworks Animation/Netflix)
Steven Universo (Cartoon Network)

MELHOR ARTISTA MUSICAL
Adam Lambert, Velvet (More Is More/Empire)
Brandy Clark, Your Life Is a Record (Warner Records)
Halsey, Manic (Capitol)
Kehlani, It Was Good Until It Wasn’t (Atlantic)
Lady GagaChromatica (Streamline/Interscope)
Miley Cyrus, Plastic Hearts (RCA)
Pabllo Vittar11(BMT/Sony Music Brasil)
Peppermint, A Girl Like Me: Letters to My Lovers (Producer Entertainment Group)
Ricky MartinPausa (Sony Latin)
Sam Smith, Love Goes (Capitol)

ARTISTA REVELAÇÃO
Arca, KiCk i (XL)
Chika, Industry Games (Warner Records)
FLETCHER, The (S)ex Tapes (Capitol)
Keiynan Lonsdale, Rainbow Boy (Keiynan Lonsdale)
Kidd Kenn, Child’s Play (Island Records)
Orville Peck, Show Pony (Columbia/Sub Pop)
Phoebe BridgersPunisher (Dead Oceans)
Rina SawayamaSawayama (Dirty Hit/Avex Trax)
Trixie MattelBarbar(Producer Entertainment Group/ATO Records)
Victoria Monét, Jaguar (Tribe Records)

MELHOR VIDEOGAME
Assassin’s Creed Valhalla (Ubisoft)
Borderlands 3: Guns, Love, and Tentacles (2K Games)
Bugsnax (Young Horses)
Hades (Supergiant Games)
If Found… (Annapurna Interactive)
Ikenfell (Humble Games)
Immortals Fenyx Rising (Ubisoft)
The Last of Us Part II (Sony Interactive Entertainment)
Tell Me Why (Xbox Game Studios)
World of Warcraft: Shadowlands (Blizzard Entertainment)

MELHOR REVISTA EM QUADRINHOS
EmpyreLords of Empyre: Emperor HulklingEmpyre: Aftermath Avengers, escrito por Al Ewing, Dan Slott, Chip Zdarsky, Anthony Oliveira (Marvel Comics)

Far Sector, escrito por N.K. Jemisin (DC Comics)
Guardians of the Galaxy, escrito por Al Ewing (Marvel Comics)
Juliet Takes a Breath, escrito por Gabby Rivera (BOOM! Studios)
Lois Lane, escrito por Greg Rucka (DC Comics)
The Magic Fish, escrito por Trung Le Nguyen (Random House Graphic)
Suicide Squad, escrito por Tom Taylor (DC Comics)
Wynd, escrito por James Tynion IV (BOOM! Studios)
X-Factor, escrito por Leah Williams (Marvel Comics)
You Brought Me the Ocean, escrito por Alex Sanchez (DC Comics)

MELHOR EPISÓDIO DE VARIEDADES OU TALK SHOW

“Andy Cohen Calls for Change So He Can Donate His Plasma”, Watch What Happens Live with Andy Cohen (Bravo)
“Black Trans Lives Matter”, Full Frontal with Samantha Bee (TBS)
“Emily’s Coming Out Story”, Red Table Talk: The Estefans (Facebook Watch)
“Laverne Cox – Exploring Trans Representation with ‘Disclosure’”, The Daily Show with Trevor Noah (Comedy Central)
“Lilly Responds to Comments About Her Sexuality”, A Little Late With Lilly Singh (NBC)

MELHOR SEGMENTO JORNALÍSTICO TELEVISIVO
“Black Trans Activists on Being the ‘Blueprint for the Struggle for Black Freedom’”, MSNBC Live with Hallie Jackson (MSNBC)
“Dwyane Wade One-On-One: Basketball Legend Opens Up About Supporting Transgender Daughter”, Good Morning America (ABC)
“Faith, Foster Care and LGBTQ Rights Collide in Supreme Court”, ABC News Prime (ABC News Live)
“One-on-One with Transportation Secretary Nominee Pete Buttigieg”, State of the Union (CNN)
“Trans and Non-Binary People Face Voting Barriers Ahead of 2020 Election”, (CBSN)

MELHOR PROGRAMA JORNALÍSTICO
“ABC News Joe Biden Town Hall” (ABC)

“The Deciders” (CBS)
“Pride and Protest: Being Black and Queer in America in 2020” (NBC News NOW)
“Pride on ABC News Live: The Landmark Decision” (ABC News Live)
“Prideland” (PBS)

MELHOR ARTIGO IMPRESSO
“20 LGBTQ+ People Working to Save Lives on the Frontline”, de Diane Anderson-Minshall, David Artavia, Tracy Gilchrist, Desiree Guerrero, Jeffrey Masters, Donald Padgett e Daniel Reynolds (The Advocate)
“The AIDS Quilt Marches Home”, de Jason Sheeler (People)
“As Homeless Shelters Brace for Funding Cuts, LGBTQ Youths Take Desperate Measures to Get By”, de Samantha Schmidt (The Washington Post)
“Delaware’s Sarah McBride Makes History as the Nation’s First Openly Transgender State Senator”, de Meg Ryan (Delaware Today)
“How a March for Black Trans Lives Became a Huge Event”, de Anushka Patil (The New York Times)
“It’s Time for a New Tipping Point for Transgender Folks in Hollywood”, de Tre’vell Anderson (Out)
“LGBTQ Americans Are Getting Coronavirus, Losing Jobs. Anti-Gay Bias is Making it Worse for Them”, de Petruce Jean-Charles (USA Today)
“Lutheran High School Athletic Trainer, Coach Says She Was Fired for Being Gay”, de Arika Herron (The Indianapolis Star)
“States Won’t Collect LGBTQ Data on COVID-19 — and Advocates Aren’t Happy”, de Chris Johnson (Washington Blade)
“Why Billy Porter is a National Treasure”, de Tre’vell Anderson (Essence)

MELHOR COBERTURA EM REVISTA
The Advocate
Billboard
People
Plus
Variety

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE
“The Battle Over Title IX and Who Gets to be a Woman in Sports: Inside the Raging National Debate”, de Katie Barnes (epsnW.com)
“Gay Men Speak Out After Being Turned Away from Donating Blood During Coronavirus Pandemic: ‘We are Turning Away Perfectly Healthy Donors’”, de Tony Morrison and Joel Lyons (GoodMorningAmerica.com)
“Here’s how Reggie Greer Takes on LGBTQ Outreach for Joe Biden in this ‘Very Personal’ Election”, de John Gallagher (LGBTQNation.com)
“No Medicine, No Food: Coronavirus Restrictions Amplify Health Risks to LGBT+ People with HIV”, de Nita Bhalla e Oscar Lopez (Openlynews.com)
“An Oral History of Fashion’s Response to the AIDS Epidemic” [série], de Phillip Picardi (VOGUE.com)
“Queer Spaces Project” [série], de  Nico Lang, Samantha Allen, Marke B., Matt Baume, Steven Blum, Alexander Cheves, Devlyn Camp, Michael Cuby, James Factora, KC Hoard, Sophie Hurwitz, Michelle Kim e Daniel Villareal (them.us)
“Trans Athletes’ Fight for Inclusion in World Rugby” [série], de Dawn Ennis, Alex Reimer, Karleigh Webb e Cyd Zeigler (Outsports.com)
“Trans Freedom Fighters” [série], de Sam Levin (TheGuardian.com)
“Trans, Imprisoned — and Trapped” by Kate Sosin (NBCNews.com)
“‘You Don’t Belong Here’: In Poland’s ‘LGBT-Free Zones’ Existing is an Act of Defiance”, de  Ivana Kottasová e Rob Picheta (CNN.com)

MELHOR JORNALISMO ONLINE
“A Closer Look: Transgender in Kashmir”, de Robert Leslie (Business Insider)
“I’m an Immigrant Fighting for Queer Rights and Racial Justice”, de Abigail E. Disney, Catherine King, Maria Nunez, Sharmeen Obaid-Chinoy, Patty Quillin, Julie Parker Benello, Susan Sherrerd e Lynda Weinman (Refinery29)
“Stop Killing Us: Black Transgender Women’s Lived Experiences”, de Talibah Newman Ometu, Thomas Blount, Juliana Schatz Preston e Mariah Dupont (Complex World)
“They Will See You: LGBTQ+ Visibility in Advertising”, de Brent Miller, Otto Bell e Jordan Shavarebi (Great Big Story)
“Why LGBTQ Rights Hinge on the Definition of ‘Sex’”, de Laura Bult, Ranjani Chakraborty, Melissa Hirsch e Sidnee King (Vox)

MELHOR BLOG
Gays With Kids
JoeMyGod
Pittsburgh Lesbian Correspondents
The Reckoning
TransGriot

RECONHECIMENTO ESPECIAL
After Forever (Amazon)
New Hollywood, novo podcast do Deadline
Trilha Sonora de Alguém Avisa? (Facet/Warner Records)
Noah’s Arc: The ‘Rona Chronicles (Patrik Ian-Polk Entertainment)
Ou(Pixar/Disney+)
Razor Tongue (YouTube)
“The Son”, Little America (Apple TV+)

INDICADOS NAS CATEGORIAS DE LÍNGUA ESPANHOLA

MELHOR SÉRIE EM LÍNGUA ESPANHOLA
An(Amazon/Comedy Central/Pantaya)
Élite (Netflix)
#Luimelia (Atresplayer Premium)
Someone Has to Die (Netflix)
Veneno (HBO Max)

MELHOR JORNALISMO TELEVISIVO EM LÍNGUA ESPANHOLA
“Decisión de la Corte Suprema Para Comunidad LGBTQ”, Un Nuevo Día (Telemundo)
“La Hermana de Aleyda Ortiz Narra Cómo Salió del Clóset y Cómo se lo Comunicó a su Familia”, Despierta América (Univision)
“Proyecto ser Humano: La Terapia del Engaño”, Camilo (CNN en Español)
“Refugio para Pacientes de COVID-19 y Comunidad LGBTI en México”, Un Nuevo Dí(Telemundo)
“Sanación Milagrosa”, Despierta América (Univision)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA
“El Brutal Asesinato de una Mujer Transgénero Conmociona a Puerto Rico y Renueva una Conversación Sobre la Transfobia”, de Harmeet Kaur e Rafy Rivera (CNNEspañol.com)
“Desapareció en México, Solo se Hallaron sus Restos: La Historia de la Doctora María Elizabeth Montaño y su Importancia para la Comunidad Trans”, de Albinson Linares e Marina E. Franco (Telemundo.com)
“Entrevistas para el mes del Orgullo LGBT+”, de Paula Velasco, Aurora Villaseñor e Sofía Viramontes (Gatopardo.com)
“Elliot Page y el Dilema Social del Género”, de Marcos Billy Guzmán (ElNuevoDía.com)
“La Historia de un Amor Moderno”, de María Torres Clausell (Quién.com)

MELHOR ARTIGO JORNALÍSTICO ONLINE EM LÍNGUA ESPANHOLA (VÍDEO OU MULTIMÍDIA)
“Abril Zamora: Sin Filtros” (Elle España)
“Ciudad de México Prohibe las ‘Terapias’ Contra la Homosexualidad” por Elías Camhaji, Jonás Cortés, y Rodrigo Floriano (El País)
“La Liga Deportiva de la Diversidad” por Lucía Anaya (VICE en Español) “Mujeres LGBT+ en México: Ari Vera” (Homosensual)
“Soy Trans: El Camino a un Nuevo Despertar”, deSarah Moreno, Esther Piccolino e José Sepúlveda (El Nuevo Herald)

RECONHECIMENTO ESPECIAL EM LÍNGUA ESPANHOLA
Jesse & Joy, “Love (Es Nuestro Idioma)”

‘What If…?’: Episódio focado em Doutor Estranho ganha novo teaser oficial; Confira!

A Marvel Studios divulgou, através do Twitter, um novo teaser oficial do quarto episódio da animação What If…?’, dando destaque ao Doutor Estranho Supremo.

Lembrando que o episódio vai ao ar nesta quarta-feira, 01 de setembro.

Confira:

What If é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?

Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.