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‘Mulher-Maravilha’ comemora 80 anos com nova coleção em Funko POP; Confira!

A heroína ‘Mulher-Maravilha’ está comemorando 80 anos de criação e para marcar a sua longa trajetória tanto nos quadrinhos, como nos cinemas e na TV, a personagem ganhou uma nova coleção em Funk POP, que celebra algumas das suas fases e figurinos mais icônicos.

A Nova linha de “cabeçudinhos” foi lançada na Funko Fair 2021 e conta com seis versões distintas. As peças já estão na pré-venda, no site Entertainment Earth.

Confira:

Vale lembrar que ‘Mulher-Maravilha 1984’ foi disponibilizado por R$ 49,90 o aluguel em 4K, e R$ 69,90 para comprar o filme online em 4K.

Você encontrará o filme nas seguintes Plataformas digitais de Aluguel e Compra:
Apple TV (iTunes), Google Play, Microsoft Filmes &TV (Xbox)

Plataformas digitais exclusivamente para Aluguel:
Looke, NOW e SKY Play

Até agora, o filme já arrecadou US$ 142,5 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de dezembro.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha, e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Shazam! 2’: Filmagens da sequência ganham data de início

A guardada sequência ‘Shazam: Fúria dos Deuses‘ estreia apenas em 2023, mas produção do longa já está ganhando forma e segundo a atriz Meagan Good, as filmagens já possuem data de início.

Conforme revelado por ela durante uma entrevista ao The Carlos Watson Show, as gravações da continuação começam em maio deste ano.

Confira o trecho do bate papo em que a novidade foi revelada:

A sequência estreia em junho de 2023.

Recentemente, Zachary Levy compartilhou em seu perfil do Instagram o primeiro pôster da sequência.

Confira:

Em entrevista à Backstory Magazine, Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.

“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.

O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.

Sabe-se que as filmagens irão começar na primavera estadunidense de 2021 (período que compreende os meses de março e junho). Com essa data pré-estabelecida, o estúdio terá tempo o suficiente para finalizar o longa na pós-produção e na construção de seus efeitos visuais, para que possa ser lançado nas telonas em .

Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.

“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Crítica | WandaVision – 4º episódio apresenta a ESPADA, quem é Agnes e mais…. [SPOILERS]

A série ‘WandaVision‘ já é um sucesso na plataforma Disney+ e promete inaugurar uma nova era do universo compartilhado da Marvel Studios, unido cinema e TV.

O editor-chefe Renato Marafon comenta o episódio e traz teorias sobre a ESPADA, Agnes e o vilão Mephisto.

Assista:

O quarto episódio da série já está disponível no Disney+.

Confira o clipe do episódio:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Epic’: Nova série dos criadores de ‘Once Upon a Time’ ganha sinal verde na ABC

Segundo o The Hollywood ReporterAdam HorowitzEdward Kitsis estão retornando para a ABC para mais uma série de fantasia.

Intitulada Epic, a produção foi adquirida pela emissora recentemente e é descrita como “uma antologia romântica que reinventará contos de fada para um novo público”. As propriedades intelectuais dos estúdios Walt Disney serão utilizadas para o projeto.

Brigitte Hales será uma das roteiristas e produtoras do show.

Nenhuma outra informação foi reveladas.

Kitsis e Horowitz ganharam fama como roteiristas e produtores da lendária série Lost’ antes de comandarem o drama fantástico ‘Once Upon a Time’. A série estendeu-se por sete temporadas155 episódios, apresentando novos enredos para os clássicos personagens de contos de fada – incluindo Branca de Neve, Rainha Má, Chapeuzinho Vermelho, Mulan e muitos outros.

O sucesso comercial e a sólida recepção crítica renderam um spin-off intitulado Once Upon a Time in Wonderland, que durou apenas uma temporada e girou em torno do clássico romance ‘Alice no País das Maravilhas’.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Filmagens começam em breve no Reino Unido

De acordo com o Murphy’s Multiverse, o aguardado terceiro capítulo da franquia Guardiões da Galáxia começa a ser rodado em breve.

As informações indicam que o longa-metragem entrará em produção na segunda metade de 2021, no Reino Unido. A locação já foi usada no primeiro filme da saga.

James Gunn retorna como diretor.

Dave Bautista (Drax), Pom Klementieff (Mantis), Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Vin Diesel (Groot), Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Karen Gillan (Nebula) retornam para a próxima história.

Guardiões da Galáxia 3’ estreia apenas em 2023, com data a ser definida.

Há alguns meses, Gunn revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

‘Os Pequenos Vestígios’: Ouça a trilha sonora oficial do novo filme estrelado por Denzel Washington

Warner Bros. divulgou através de seu Twitter a trilha sonora oficial de Os Pequenos Vestígios, thriller estrelado por Denzel WashingtonJared LetoRami Malek.

A música original do longa foi composta por Thomas Newman, mesmo nome por trás de obras como ‘007: Operação Skyfall’Beleza Americana, e está disponível em todas as plataformas digitais.

Assista ao trailer:

O filme foi lançado ontem, 29 de janeiro de 2021.

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

John Harlan Kim, Sofia Vassilieva, Natalie MoralesTerry KinneyMichael Hyatt, Jason James Richter, Chris Bauer e Kerry O’Malley completam o elenco.

John Lee Hancock, conhecido por seu filme Um Sonho Possível, dirige.

Mark Johnson assume como produtor. Ele já trabalhou com Hancock no passado em ‘Desafio do Destino‘ e em ‘O Álamo‘.

‘Clouds’: Elenco fala sobre a cinebiografia do Disney+ em novo vídeo emocionante; Confira!

A cinebiografia ‘Clouds’, baseada na vida do jovem Zach Sobiech, já está disponível no Disney+ e, agora, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco explica como trouxe essa tocante história às telas.

Confira:

A história é centrada em Sobiech, um adolescente com um câncer terminal da cidade de Lakeland que conquistou uma carreira musical meteórica, após compartilhar suas canções no YouTube. Sua música mais famosa, intitulada Clouds, ganhou fama por ser também uma emocionante e inspiradora carta de despedida feita por ele mesmo, pouco antes de morrer. O jovem artista faleceu em 2013, em decorrência da doença.

Crítica | ‘Clouds’: Cinebiografia do Disney+ é emocionante e encantadora

Confira o emocionante trailer:

A cinebiografia é dirigida por Justin Baldoni.

Fin ArgusSabrina CarpenterMadison IsemanThomas Everett ScottNeve Campbell estrelam.

O longa é baseado no romance Fly a Little Higher, assinado por sua mãe, Laura Sobiech.

‘Os Eleitos’: Série sobre os primeiros astronautas dos EUA ganha novo teaser oficial; Confira!

A nova série do National Geographic e do Disney+, intitulada ‘Os Eleitos (‘The Right Stuff’), ganhou mais um teaser oficial.

O show estreia no dia 05 de fevereiro.

Confira, junto ao trailer legendado:

Os Eleitos é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

‘Abaixo de Zero’: Novo thriller policial já está disponível na Netflix

O novo thriller policial espanhol, intitulado Abaixo de Zero (‘Bajocero’, no original), já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (29) na grade de programação.

No meio da noite, uma van contendo prisioneiros é assaltada. O motorista (Javier Gutiérrez) precisará se defender dos detentos e dos que o ameaçam do lado de fora se quiser sair dessa vivo.

Confira:

O filme é dirigido por Lluís Quílez, que também fica responsável pelo roteiro ao lado de Fernando Navarro.

Àlex MonnerPatrick CriadoÉdgar VittorinoKarra ElejaldeFlorin OpritescuLuis Callejo e outros completam o elenco.

‘Liga da Justiça’: Darkseid e DeSaad são citados na versão do Zack Snyder; Confira!

O Snyder Cut deLiga da Justiça‘ teve sua sinopse divulgada, que faz menção a dois personagens importantes: Darkseid e DeSaad, que apareceram na arte conceitual que vazou antes da estreia do corte “original”.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

O filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

Confira o trailer e os cartazes:

Crítica em Vídeo | Destruição Final: O Último Refúgio – Meteoro ameaça a Terra em FILMÃO que estreou no Amazon Prime

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO de ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘ (Greenland), filme-catástrofe estrelado por Gerard Butler e Morena Baccarin.

O blockbuster finalmente chegou ao formato streaming e teve sua estreia na grade de programação da plataforma Amazon Prime Video com exclusividade, e já está disponível no catálogo.

Assista à crítica:

 

O longa foi dirigido por Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto‘).

Uma família luta para sobreviver enquanto um cometa segue em direção à Terra. John Garrity, sua esposa Allison e seu jovem filho Nathan fazem uma perigosa jornada à procura de um local seguro para se estabelecerem. Nessa jornada, eles enfrentarão o pior da humanidade em um momento de crescimento do pânico em um cenário onde a lei não mais existe.

O elenco ainda conta com Morena Baccarin, Andrew Bachelor, David Denman, Scott Glenn e Claire Bronson.

‘Mundo em Caos’: Tom Holland e Daisy Ridley estampam novos cartazes nacionais

Mundo em Caos‘ (Chaos Walking) teve novos cartazes nacionais divulgados pela Paris Filmes, estampados por Tom Holland e Daisy Ridley.

Confira, com o trailer:

Em entrevista ao Yahoo, a atriz Daisy Ridley revelou que foi chamada de ‘intimidante’ durante as filmagens do longa.

“Durante as filmagens de ‘Mundo em Caos’, me disseram que eu sou intimidante. Eu lembro que eu estava fazendo o meu cabelo, colocando minha peruca, e pensando: ‘Será que devo parecer menor? Será que eu devo ficar mais quieta?’.”

Ela continua, “Eu também fui chamada de agressiva, que a minha energia era ‘muito agressiva’. Isso foi durante uma reunião com um diretor. Eu pensei: ‘Mas, por quê? É porque eu mantenho contato visual? É porque eu estava muito empolgada com o que estávamos falando?’. Eu não sei.”

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance The Knife of Never Letting Go, escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas, e Kurt Sutter.

O filme será lançado nos cinemas nacionais apenas em 2021.

‘Liga da Justiça’: Patty Jenkins parabeniza Zack Snyder após filme ganhar data de estreia

O Snyder Cut deLiga da Justiça‘ teve sua data de lançamento divulgada pelo diretor Zack Snyder.

O filme será adicionado no catálogo da HBO MAX no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

Após o anúncio, a diretora Patty Jenkins – de ‘Mulher-Maravilha‘ – parabenizou o diretor e afirmou que mal pode esperar para ver a nova versão.

“Mal posso esperar para ver. Parabéns, Zack Snyder.”, afirmou.

Confira, com cartazes:

Recentemente, um fã perguntou ao Snyder se sua versão irá explorar as cenas do pesadelo de Bruce Wayne (Ben Affleck) em ‘Batman vs Superman‘.

Em reposta, Snyder foi direto e disse que sim. A conversa aconteceu no perfil do cineasta no Vero.

A confirmação faz todo sentido, porque Snyder já havia dito que o pesadelo teria uma grande importância na sequência de ‘Liga da Justiça‘.

Para quem não se lembra, o Flash aparece no pesadelo de Bruce e a cena indica que o velocista voltou no tempo para alertar o bilionário sobre uma possível ameaça, mas isso nunca foi explicado.

“Aquela cena teria uma explicação lógica… No futuro, a Liga da Justiça já estaria formada, e o Flash seria enviado ao passado para alertar Bruce sobre a queda do Superman, que acabaria sendo controlado por Darkseid através da equação anti-vida… Havia duas possibilidades, numa delas, o Flash é enviado cedo demais [como vimos em ‘Batman v Superman‘], na outra, ele seria enviado ao momento certo.”

O cineasta também explicou o significado da frase do Flash, que menciona Lois Lane como uma espécie de ‘chave’…

Quando o Flash é enviado para essa nova linha do tempo, ele vai para um momento mais próximo do futuro que ele estava tentando impedir… Nesse futuro, Lois Lane é morta, e ela era a única capaz de recuperar a natureza humana do Superman. Com Lois a salvo, o grupo teria uma chance de reverter o domínio de Darkseid sobre o Superman.”

Agora a aparição do Flash em ‘Batman vs Superman‘ faz mais sentido, não é?

Snyder deixou claro que aquilo era apenas uma referência e a confusão seria toda explicada em ‘Liga da justiça 2‘.

Agora resta aguardar para saber se o sucesso do Snyder Cut irá convencer a Warner Bros em investir numa sequência.

Enquanto isso, confira as imagens promocionais do Snyder Cut:

‘Cena do Crime’: Documentário da Netflix que investiga a misteriosa morte da Elisa Lam ganha trailer LEGENDADO

A Netflix divulgou o primeiro trailer LEGENDADO de ‘Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil‘, série documental sobre a misteriosa morte da estudante canadense Elisa Lam.

Confira:

A produção irá estrear no dia 10 de fevereiro.

O documentário é dirigido por Joe Berlinger.

Os quatro episódios da produção irão tentar desvendar o que realmente aconteceu com a estudante, que estava hospedada no Hotel Cecil, em 2013. Quando a Elisa Lam desapareceu, deixando para trás todos os seus pertences.

A produção trará entrevistas com os funcionários do hotel, assim como também os hóspedes. Além disso, algumas pessoas que investigaram o caso também participarão do documentário.

Cena do Crime‘ deve se tornar uma nova antologia criminal da Netflix.

Vale lembrar que a jovem de 21 anos foi encontrada dentro de uma cisterna do Cecil Hotel. Sem quaisquer marcas ou sinais de violência em seu corpo, a jovem também não apresentou a presença de álcool ou drogas em sua corrente sanguínea. Mas, com a crescente repercussão das circunstância estranhas que cercam sua morte, diversas teorias da conspiração passaram a circular sobre o caso.

O corpo e Elisa foi encontrado em uma das quatro caixa d’águas do hotel por um funcionário, após reclamações de hóspedes a respeito do sabor da água.

Um vídeo retirado da central de monitoramento do hotel registrou Elisa no momento em que ela chama o elevador para ir ao terraço. No entanto, um comportamento muito bizarro é registrado.

Confira o vídeo:

‘Os Pequenos Vestígios’: Denzel Washington fala sobre o comportamento ESTRANHO de Jared Leto no set

Jared Leto é bem conhecido pela reputação como um ator metódico e que muitas vezes assusta seus colegas de elenco, como em Esquadrão Suicida‘.

Na época, o astro chegou a enviar ratos embrulhados em papel de presente para os colegas e enviou dezenas de cartas sem sentido, parecendo ameaças.

Mas será que ele manteve a tradição enquanto estava gravando ‘Os Pequenos Vestígios‘? No suspense policial, Leto interpreta Albert Sparma, um suspeito de assassinato.

Durante uma entrevista para o USA Today, o protagonista Denzel Washington tocou no assunto e brincou que Leto não se atreveu a fazer piadas ou ameaças contra ele.

Na trama, Washington vive o xerife Joe Deacon, responsável por rastrear Sparma após ele se tornar um dos alvos de uma investigação.

“Ele não fez nada daquelas coisas estranhas comigo. Ahh, não comigo! Ele teria recebido uma visita minha. EIe não se atreveria”, brincou ele. “Na verdade, ele foi bem respeitoso comigo. Ficávamos longe um do outro e acenávamos com a cabeça de vez em quando.”

Ele continuou, dizendo que até vigiou Leto fora de seu apartamento.

“Um dia, eu o vi pela rua e o segui. Eu fiquei observando-o do lado de fora de seu apartamento e ele nem fazia ideia. Quis me certificar que suas esquisitices ficavam apenas dentro do set.”

O diretor John Lee Hancock também participou da entrevista e disse que os dois se viram pela primeira vez caracterizados para uma cena noturna em que Deacon revista o carro de Sparma, e disse:

“O fato deles não serem íntimos na vida pessoal deixou tudo mais tenso, foi ótimo para a cena. Eu me senti desconfortável analisando os dois ali.”

Depois dessa declaração, é impossível não criar expectativas pelo suspense, não é?

Lembrando que o filme chegará aos cinemas norte-americanos em 29 de janeiro, junto com a estreia na HBO Max..

Confira o trailer:

A história gira em torno de um xerife chamado Deke (Washington), que se junta com um detetive (Malek) para investigar um serial killer (Leto). Deke tem uma habilidade incrível em perceber os mínimos detalhes, mas lutará contra segredos de seu passado enquanto procura o assassino.

John Harlan Kim, Sofia Vassilieva, Natalie MoralesTerry KinneyMichael Hyatt, Jason James Richter, Chris Bauer e Kerry O’Malley completam o elenco.

John Lee Hancock, conhecido por seu filme Um Sonho Possível, dirige.

Mark Johnson assume como produtor. Ele já trabalhou com Hancock no passado em ‘Desafio do Destino‘ e em ‘O Álamo‘.

Natal Sangrento | A Polêmica do Terror mais Feminista do Cinema

Com produção da Blumhouse, distribuição da Universal Pictures e uma marca famosa atrelada a seu título, era de se esperar um sucesso garantido para um filme, certo? Não se a obra em questão for este Natal Sangrento. Afinal, você lembra de ter visto o longa em cartaz em nossos cinemas? Pois bem, o terror foi solenemente ignorado em nossas salas de exibição, mas chega agora ao streaming (antes tendo passado pelo VOD) da rede Telecine para poder ser apreciado – ou quem sabe ainda mais odiado (calma, chegaremos lá) – pelos fãs de cinema. Aqui, nesta nova matéria iremos comentar toda a polêmica envolvendo o filme e tentar explicar o motivo deste novo remake ter se tornado uma das obras mais detestadas da história do cinema.

Para começar devemos dizer que o motivo de seu lançamento direto em vídeo, se esquivando das telonas, dá-se unicamente por seu fracasso financeiro nas bilheterias norte-americanas e mundiais. Nada de novo, acontece sempre. Quando um filme não vai bem em certos mercados, raros são os casos de “comprarmos o barulho” de tal obra em nossas terras. Assim, Natal Sangrento, lançado no dia 13 de dezembro de 2019 nos EUA (a tempo para o natal, é claro) até tinha planos de estrear nas telonas de nosso país antes da pandemia, cancelados logo após. Num orçamento de US$5 milhões, o filme rendeu apenas US$10 milhões em sua jornada no circuito nos EUA. Sendo US$4 milhões apenas no fim de semana de estreia – o que demonstra que o boca a boca e a as críticas extremamente negativas foram danificando o gás do filme. O longa arrecadou um total de US$18.5 milhões pelo mundo.

Com a imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes, o filme soma 38% de aprovação. Uma nota baixa, mas longe de ser uma das piores no portal. O pior mesmo é com os fãs e o grande público, onde com uma nota 3.4 no IMDB, Natal Sangrento é considerado um dos piores filmes já feitos se tornando parte da infame e seleta lista “do lixo” dos 100 longas menos apreciados de todos os tempos (que é mutável, claro), marcando em número 74.

Voltemos ao início. Natal Sangrento é na verdade (ou ao menos deveria ser) a segunda refilmagem do clássico do terror Black Christmas (1974), dirigido por Bob Clark, um slasher angustiante que precede ícones famosos do gênero vide Halloween (1978) e Sexta-Feira 13 (1980). Podemos afirmar que Black Christmas (ou Noite do Terror) ajudou a iniciar o molde do que se tornariam tais filmes, em especial nos anos 1980. Pulando para 2006, numa época em que as refilmagens de clássicos (conhecidos ou não tão famosos assim) de terror estavam a toda, surgiu a primeira “reimaginação” do slasher adorado. Adicionando muito mais gore, ação e rostos conhecidos, Natal Negro (2006) ficava mais jovem e pop, porém, a nova versão falhou em agradar os fãs e críticos, apesar de alguns defensores. De qualquer forma, soou no mínimo estranho quando foi anunciado não uma continuação para o filme de 2006, ou sequer uma continuação tardia para a obra de 1974 (o esperado por alguns fãs do original – no estilo Halloween 2018), mas sim um segundo remake… num período de treze anos!

Ponto positivo: produção da Blumhouse, estúdio que nos deu Corra! (2017), Nós (2019), Halloween (2018) e A Morte te dá Parabéns (2017); e roteiro e direção da jovem Sophia Takal (também atriz), numa obra que prometia adicionar muitos elementos de empoderamento feminino na trama – sendo a primeira mulher a comandar um filme da franquia e de forma geral uma das poucas a dirigir um grande título do gênero. Ponto Negativo: uma produção apressada, anunciada em junho de 2019, pré-produzida, filmada e pós-produzida em cinco meses – na qual cenas tinham apenas um take e onde grande parte da violência, sanguinolência e palavreado precisou ser cortado para obter uma censura branda. A diretora, por outro lado, não se descabelou por causa disso, já que segundo a mesma, a opção era por abranger os mais jovens em especial meninas adolescentes.

No passado, já tivemos bons exemplares de filmes de terror de censura baixa. O maior problema neste quesito no que diz respeito a Natal Sangrento é que podemos sentir onde todos os cortes censurados estão. Eles são tão abruptos, que a sensação de um filme retalhado de forma grosseira não nos deixa. É inegável também que parte (veja bem, eu disse parte) do ódio que o filme recebeu foi por sua agenda extremamente feminista. Natal Sangrento é pra lá de provocativo neste sentido e, apesar desta ser sua melhor e mais forte característica, terminou por enfurecer machistas e misóginos de plantão. Mas este não é o principal problema da obra, e ela está longe, bem longe, de ser perfeita.

Assim como As Caça-Fantasmas (2016) e o novo As Panteras (2019), dois outros filmes que também não são bons, mas que se promoveram por seu viés feminista, Natal Sangrento recebeu imenso backlash (repercussão negativa) antes mesmo de ser lançado. E acredite, os outros dois filmes citados não chegam aos pés deste terror quando o assunto é discurso feminista. O que é simplesmente algo maravilhoso, e por que não deveríamos ter um filme de terror assim? Vi em algum lugar a que é possivelmente a melhor definição da obra: “Esse não é um filme com uma mensagem social atrelada, é uma mensagem social com um filme atrelado”. E o problema disso, neste caso específico, é que se tirarmos a mensagem social (importantíssima) que o longa carrega, não sobra muita coisa para apreciarmos, pois o que resta é mal e porcamente um filme. Os três filmes citados neste parágrafo (incluindo Natal Sangrento) parecem tão afobados e desesperados por um conteúdo representativo que se esquecem de fazer um bom filme para acompanhá-lo. Por outro lado, filmes como Mulher Maravilha (2017) e Capitã Marvel (2019), mirados ao mesmo grande público com viés de entretenimento, fazem um trabalho melhor e mais orgânico de inserir um contexto feminista sem esquecer todo o resto – já que um filme são várias partes se movendo juntas ao mesmo tempo.

De fato, Natal Sangrento talvez tenha mirado na polêmica para surfar na onda do “falem mal, mas falem de mim”, que determinou o sucesso de muitos filmes no passado. O elo com o original existe apenas através do título e o fato de termos jovens mulheres em uma casa de sororidade de uma universidade na noite de natal, todas se tornando alvo de um psicopata e sendo mortas uma a uma. O que a diretora Takal faz aqui é adaptar sua nova trama, tentando encaixá-la nesta premissa. E para isso ela usa alguns temas muito dignos de serem combatidos como pano de fundo, como machismo, a masculinidade tóxica e até mesmo o abuso sexual e estupro. A protagonista do longa, Riley (papel de Imogen Poots – o único rosto conhecido no elenco) é uma jovem que guarda o trauma de ter sido atacada sexualmente em seu histórico. De acordo com o centro de pesquisa sobre violência sexual, uma entre cinco mulheres são estupradas, e 25% de mulheres em campus universitários são estupradas. Números reais e alarmantes. Ou seja, tópico mais que necessário.

Natal Sangrento não é sutil em sua abordagem. O filme não deseja fazer comentários pincelados ao longo de sua projeção como se fossem mensagens subliminares para que ao fim da sessão seja debatido o que assistimos em tela. O resultado é uma martelada constante em nossas cabeças de seus temas, a cada diálogo, a cada exposição de trama e a cada cena. O recado é claro: os homens são os vilões e as mulheres as heroínas. A obra é ambiciosa e ousada. E seu maior atrativo é o teor provocativo. Em seu discurso, o longa dá aula, com a diretora falando com propriedade sobre tópicos que talvez nós homens não entendamos ainda cem por cento. E daí talvez o motivo de tamanha agressividade em empurrá-los em nossa goela abaixo. A melhor forma de aprender é repetindo, revisando e enfatizando um tema. Essa mensagem é tão direta que chega como um gancho de direita em nosso queixo. E no que diz respeito à propriedade de discurso, Natal Sangrento tem mais a dizer do que seus “primos” As Caça-Fantasmas e As Panteras, ambos da Sony.

Antes de adentrarmos o maior pecado do roteiro, que recai no território de spoilers, devemos dizer que Natal Sangrento não é particularmente assustador. Mais uma vez, podemos argumentar as ambições maiores que os realizadores possuíam, que passam por cima do conteúdo de terror. E tudo bem, ainda temos um ou outro momento mais inspirado no quesito. Fora isso, em mais uma demonstração de incompetência máxima, o departamento de marketing do filme simplesmente contou o filme todo no trailer, inclusive revelando o vilão e a reviravolta na trama; se tornando logo parte do acervo para o case do que NÃO fazer ao divulgar um filme. Por outro lado, não que no filme em si mude muito, afinal com algo em torno de meia hora de exibição, o grande segredo é logo revelado sem cerimônia. E novamente, só podemos pensar que todo o resto tenha ficado em segundo plano, em prol de seu discurso. Seja como for, este surge como mais um elemento que afetou a performance do público nas bilheterias e com o público – neste tipo de filme (ou em qualquer um na verdade), a graça está em sermos surpreendidos.

SPOILERS

Agora sim, iremos abordar o maior deslize do roteiro e filme de Sophia Takal. O que ocorre é que a diretora justifica o comportamento masculino. A reviravolta de Natal Sangrento é que quem está cometendo assassinatos são os homens jovens membros de uma fraternidade, comandados pelo líder, o professor vivido por Cary Elwes (tá bem, ele é o rosto mais conhecido do elenco). Dono de um discurso pra lá de machista, vê-los como antagonistas a serem combatidos pelas mulheres – não posso deixar de destacar a feminista mais fervorosa da trama, Kris (Aleyse Shannon) – e eles de fato o são – é uma mensagem clara o suficiente (do tipo “machistas não passarão”). No entanto, a cineasta adiciona um elemento sobrenatural nos 45 do segundo tempo, onde uma gosma preta serve como lavagem cerebral para que os homens se comportem desta forma e comentam os assassinatos. Numa espécie de magia sombria, a gosma é despejada do busto do fundador da universidade, um escravista que matava mulheres desobedientes. Segundo a diretora, a gosma representa a masculinidade tóxica, que pode ser usada para contaminar outros homens.

Por mais que exiba certa criatividade, o fato também exime os personagens de suas ações criminosas e assassinas, por estarem “dominados”. No episódio “Nem todos os Homens” (Not All Men) da nova Além da Imaginação (2019), de Jordan Peele, uma premissa semelhante rende um resultado bem melhor, ao termos confundido o comportamento agressivo e homicida de homens possuídos por um resíduo espacial e o mesmo comportamento de outros homens que sequer tiveram contato com a substância. O desfecho do episódio é perfeito e em sintonia ao apresentado. O de Natal Sangrento é outro ponto sensível, já que após o combate visceral de mulheres x homens (a violência deve ser combatida, mas não deve ser a solução), elas os aprisionam para morrer no prédio em chamas da fraternidade e o filme simplesmente acaba. Sem nenhuma mensagem ou pensamento sobre o que ocorreu ou sobre como resolver o assunto.

Natal Sangrento no fim das contas soa como um filme meio inacabado. Sem dúvidas apressada, a obra parece ter nascido morta, e a pouca vida que teve, terminou se tornando pouquíssimo apreciada (para não dizer nada apreciada) ou simplesmente ignorada. Boa ou ruim, a abordagem sem dúvidas é original e veio para sacudir. Mesmo que não tenha conseguido obter o resultado almejado, não fica em cima do muro mirando no seguro com muitos filmes do gênero fazem. Debaixo de sua superfície podemos encontrar boas ideias e um bom filme, que precisaria ser muito lapidado e aperfeiçoado. Mas ao menos se encontra, em partes, com uma boa intenção.

O Surrealismo no Terror e no Cinema – O Subgênero das Obras Interpretativas

Por não contar com uma narrativa tradicional, surrealismo pode gerar situações únicas que nenhum outro subgênero pode

O terror, invariavelmente, tem uma tarefa muito ingrata: ele não pode apenas funcionar como um filme em todas as suas tecnicalidades, ele não pode ter apenas um roteiro coeso mas ele também precisa deixar uma marca no público. Diferente de qualquer outro gênero, alguns mais próximos da realidade, que precisam apenas se destacar tecnicamente, o terror tem a desvantagem de muitas vezes lidar com o ceticismo prévio do público e então se esforçar para que ocorra alguma ligação com o público de modo que ele tenha medo.

Isso é difícil e conforme as gerações vão mudando o ceticismo também cresce e o público já vai “vacinado” contra qualquer amostra de terror tradicional. Só que existem tipos de narrativas que não se propõem a ser tradicionais, elas abraçam o surreal e proporcionam ao público cenas que não necessariamente possuem um conceito construído ao longo do filme, mas que para o espectador, de alguma forma, faça sentido da forma que ele a está interpretando.

Logo, em 1981, quando a personagem Anna olha fixamente para a câmera (para o público) e um leve sorriso vai se formando até ele atingir um ápice de loucura extrema, o espectador sabe que está presenciando algo inteiramente instintivo, algo que lhe incomoda. O que ele vê a culminação de uma experiência completamente interpretativa que ele teve sobre uma desventura e, portanto, é o seu horror pessoal.

A interpretação de Isabelle Adjani para “Possessão” é icônica para o gênero do terror

Esse cenário é apresentado em Possessão; a obra de Andrzej Zulawski se encaixa em um estilo muito especifico de terror que é o surrealista. Isto significa que ele tem uma certa licença poética para se apoiar em uma narrativa não tradicional (ou seja, que não segue uma ordem clara de acontecimentos) o que pode incomodar ou atrapalhar a experiência de certos espectadores porém essa mesma liberdade quase esquizofrênica concede ao filme a possibilidade ousar na estética.

Foi nesse subgênero que o diretor ucraniano se especializou e desenvolveu um estilo de contar histórias que não depende tanto de uma linguagem clara mas sim de imagens bastante impactantes. Em 1988, por exemplo, ele lançou Globo de Prata que se propôs a ser uma ficção científica sobre análise de comportamentos sociais, principalmente aqueles ligados ao culto religioso.

Para dissertar sobre algo tão efêmero e complexo, Zulawski utiliza de uma ambientação única para representar aquela sociedade e suas crenças, bem como de uma iluminação sombria e azulada para transpor o tom fantasioso e desesperançoso que ele deseja passar. No artigo Poetry, Politics and Polish Surrealism: Zulawski’s Last Film o autor Daniel Bird estipula como o cineasta lida com o surrealismo. “De acordo com Zulawski, seu próprio surrealismo é o resultado de pressionar a tendência do romantismo polonês ao excesso. Assim como Grombowicz, o relacionamento de Zulawski com o romantismo polonês é muito distante de algo definido”.

“Globo de Prata” é a desconstrução visual de como se forma uma sociedade

Dessa forma, a maneira como o diretor aborda o surreal com Possessão acaba se mostrando mais como uma maneira de exteriorizar os conflitos internos do casal protagonista. O que leva eventualmente a cenas como a liberação de loucura da personagem interpretada por Isabelle Adjani no túnel do metrô ou as visões tidas pelo marido interpretado por Sam Neill. Dessa forma, se o horror é o gênero que dialoga com medos particulares e primitivos do espectador, sua abordagem surrealista é a que, muito pelo absurdo que já lhe é próprio, é capaz de traduzir esse quadro. 

Surrealismo, é claro, não se limita apenas ao terror e já deixou seu rastro em um bom número de outros filmes. Quero ser John Malkovich é um drama\comédia sobre a insatisfação da auto identidade e a súbita chance de se conseguir uma nova por meio da descoberta de uma passagem que leva à mente alheia acaba surgindo, porém, ela já pertence a outra pessoa.

Um Cão Andaluz (um dos exemplares mais antigos do segmento, datando de 1929) não se limita a qualquer gênero cinematográfico e nem muito menos se dá ao luxo de ter uma trama. Ao invés disso são apresentadas sequências de cenas diferentes que não dialogam entre si ou fazem qualquer sentido à primeira vista.

Há muito o que se interpretar em “Um Cão Andaluz” e absolutamente nenhuma resposta

Obra foi uma produção do espanhol Luis Buñel com o artista surrealista Salvador Dalí e cujo roteiro foi baseado em sonhos que ambos tiveram. No livro Surrealism and Cinema é apontado pelo autor Michael Richardson uma certa característica desse estilo. “Na análise de filmes no contexto do surrealismo nós não deveríamos perguntar se um filme em particular ou um realizador é surrealista. A principal pergunta a ser levantada é: como a consideração desse filme ou desse realizador em particular em relação ao surrealismo nos ajuda a iluminar tanto o surrealismo quanto o filme?”

Essa linha de pensamento de Richardson é interessante por se adequar ao estilo de um certo cineasta. Não há em Hollywood um nome mais ligado ao surrealismo do que David Lynch, o diretor que construiu seu nome através de obras do suspense completamente interpretativas como Eraserhead, Veludo Azul e, acima de todos, Twin Peaks. A trama inicial sobre o assassinato de Laura Palmer serviu como justificativa para Lynch desenvolver toda uma mitologia para seu mundo de sonhos; não invariavelmente dificultando discernir o que é real e o que é sonho.

Do sucesso da série, o diretor pôde lançar em 1992 o suspense Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer; esse que apesar de ser uma prequel da série tem um ritmo diferente. De uma maneira direta esse filme consegue ser um exemplar de suspense turbinado pelo surrealismo.

Existe um drama pessoal aterrorizante implícito em “Os últimos Dias de Laura Palmer”

Os elementos fantásticos que são característicos do Lynch ainda estão lá e a parte inicial da projeção conta com uma narrativa não muito linear característica de obras surrealistas já mencionadas, mas a história desse filme é muito mais sobre abuso doméstico e o terror constante que ele gera na vítima. Da mesma forma que Possessão fez, o inexplicável aqui entra como uma ferramenta para a protagonista extravasar o horror que lhe consome por dentro.

Existem exemplos modernos desse subgênero, ainda que a maior parte se concentre fora do espectro de Hollywood. Talvez a grande amostra em tempos recentes tenha sido O Farol, onde dois marinheiros lidam com uma situação irreal em conceito mas cujas ramificações acabam se traduzindo em violência entre eles e portanto em algo totalmente real. O surrealismo no terror entende, como nenhum outro subgênero, que o irreal, apesar de não ser feito para ser digestivo a principio possui uma capacidade de se adaptar particularmente em cada espectador que ninguém mais possui. Essa muito provavelmente é a forma definitiva que resta à fantasia de driblar o ceticismo e alcançar o senso primitivo do ser humano.

‘Dear Evan Hansen’: Adaptação do aclamado musical ganha data de estreia nos cinemas!

Segundo a Variety, a adaptação do aclamado musical da Broadway Dear Evan Hansen ganhou data de lançamento: o filme chegará aos cinemas em 24 de setembro de 2021.

Ben Platt, intérprete de Evan Hansen na peça original, reprisa o personagem na versão cinematográfica. Vale lembrar que o astro foi premiado com o Tony Award por sua performance no musical.

Nik Dodani será Jared, amigo da família de artistas de Evan, enquanto Amandla Stenberg erá Alana, colega de classe de Evan que esconde uma profunda solidão. Stenberg também irá performar uma música original do longa. Julianne Moore interpretará a mãe do protagonista titular.

Kaitlyn Dever dará vida a Zoe, o interesse amoroso do desajeitado protagonista homônimo. Colton Ryan será Connor, um dos catalisadores principais da narrativa. Amy Adams será a mãe de Connor, enquanto Danny Pino será seu marido.

A trama acompanha um jovem estudante do Ensino Médio que sofre de ansiedade social e se vê preso em sua própria mentira, quando decidi fingir ter tido um relacionamento próximo com um colega de sala que cometera suicídio.

Dear Evan Hansen‘ conquistou seis Tony Awards em 2017, incluindo o de Melhor Musical.

Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível‘) assina a direção do projeto. Benj PasekJustin Paul ficam a encargo da trilha sonora.

Steve Levenson, que escreveu o livro do musical, fica responsável pelo roteiro. Marc Platt (‘La La Land: Cantando Estações‘) e Adam Siegel produzirão o filme.

‘Willow’: Série que dará sequência ao clássico contrata novo diretor

De acordo com o THR, Jonathan Entwistle, conhecido pelo seu trabalho nas séries ‘The End of the F***ing World‘ e ‘I Am Not Okay With This‘, foi contratado para dirigir a série sequência de ‘Willow – Na Terra da Magia‘, clássico filme de fantasia da Lucasfilm.

“Com seu universo épico de espadas, feitiçaria e aventura, ‘Willow’ cativou e influenciou muitas pessoas,” afirmou Entwistle em uma declaração. “Estou animado por continuar essa jornada e trabalhar com Jon e Wendy para criar algo que respeite o filme original e também acrescente algo novo, engraçado e charmoso à amada história. Ser capaz de entrar nesse mundo tão meticulosamente criado por Ron em 1988 é um sonho que se tornou realidade para mim.”

Ele se juntou à equipe criativa da produção, que também inclui os showrunners e produtores executivos Jonathan Kasdan (‘Solo: Uma História Star Wars’) e Wendy Mericle (‘Arrow’).

Warwick Davis reprisará o papel titular, Willow Ufgood. O elenco ainda conta com Ellie Bamber (‘Animais Norturnos’), Cailee Spaeny (‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’) e Erin Kellyman (‘Solo: Uma História Star Wars’).

Lançado em 1988, o longa original girava em torno de Willow Ufgood, um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.

‘Cloverfield’: Sequência DIRETA do primeiro filme está em desenvolvimento

De acordo com o THR, Joe Barton foi contratado para escrever o roteiro de uma sequência direta do filme ‘Cloverfield – Monstro‘, que está sendo desenvolvido pela Bad Robot.

O site afirma que a continuação não seguirá o formato found footage do primeiro filme, mas detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A franquia rendeu duas sequências independentes, ‘Rua Cloverfield, 10‘ e ‘The Cloverfield Paradox‘, que narram histórias completamente diferentes e sequer são ambientadas no mesmo universo.

Apesar de cada filme ter sua própria história, ‘The Cloverfield Paradox‘ explicou que uma fenda no espaço-tempo fez vários tipos de monstros aparecerem em diferentes timelines e realidades, o que ajuda a entender como os filmes são conectados tematicamente.