A nova série ‘Mundo Mistério’, apresentada pelo youtuber Felipe Castanhari, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na plataforma de streaming nesta terça-feira (04).
Na produção, Castanhari explora enigmas da história e da ciência com seus colegas de laboratório. Juntos, eles usam humor e experiências científicas para responder perguntas como “O que acontece no Triângulo das Bermudas?”, “É possível viajar no tempo?” e “Como eram os cães pré-históricos?”. Cada episódio teve a consultoria de especialistas como professores, médicos e pesquisadores.
A primeira temporada conta com oito episódios de meia hora cada.
Após uma curta jornada nos cinemas, o reboot de ‘Mortal Kombat‘ já pode ser conferido no aconchego do seu lar. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (06) na grade de programação da HBO Max.
Na nova versão, olutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?
Confira:
Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.
O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
O aclamado atorKevin Pollak é a mais nova adição ao elenco da 3ª temporada de ‘Tulsa King‘, série original da Paramount+ estrelada por Sylvester Stallone. A informação foi revelada com exclusividade pela revista Variety.
O veterano viverá o agente especial Musso, um personagem regular da trama descrito como “um agente do FBI com contas a acertar”.
Por meio de um comunicado oficial, o astro comemorou a escalação e demonstrou seu carinho por Stallone:
“Sempre admirei o trabalho do Sly ao longo de toda sua carreira e não poderia estar mais empolgado por integrar este elenco estelar e essa produção extraordinária”.
Com uma trajetória sólida no cinema e na televisão, Kevin Pollak construiu uma reputação como um dos intérpretes mais versáteis de sua geração. Seu currículo inclui títulos de peso como ‘Os Suspeitos‘, ‘Cassino‘, ‘Uma Questão de Honra‘ e as comédias ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘ e ‘Mom‘.
A entrada do ator reforça o prestígio crescente da série, que mistura ação, drama e crime, e reafirma o interesse da Paramount+ em consolidar sua produção original com nomes respeitados de Hollywood.
Na trama, Heathcote dará vida à Cleo Montague. A personagem é descrita como “uma nativa de Tulsa, nascida e criada, e filha de um dono de destilaria”. Já Russo interpretará “Quiet” Ray Renzetti, “um dos chefes da máfia em Nova York. Ele é calmo e comedido”.
A 3ª temporada já está em produção.
Os próximos episódios ainda vão contar com uma mudança, com o produtor executivo Dave Erickson assumindo a função como o único showrunner. Ele também é o responsável por conduzir outra série de Sheridan, ‘Mayor of Kingstown‘, e recentemente fechou um acordo de vários anos com a MTV Entertainment Studios.
Lembrando que todos os episódios de ‘Tulsa King‘ estão disponíveis na Paramount+.
Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.
A atriz Evangeline Lilly (‘Lost’) encerrou as filmagens de ‘Homem-Formiga e Vespa’. Na sua página no Facebook, ela postou uma foto do seu último dia no set, se despedindo dos amigos de trabalho, Paul Rudd e Michael Douglas. Confira:
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
O elenco conta com Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.
Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.
Novidade para os fãs de terror! O Facebook Watch, plataforma de streaming da rede social, vai ganhar uma nova série de terror intitulada ‘The Birch’, baseada em curta-metragem de mesmo nome.
A série gira em torno de um monstro protetor da floresta e de um adolescente de bom coração, que acaba chamando tal criatura em tempos de crise. Com 15 episódios, a série vai explorar essa história através da perspectiva de diversos personagens.
Além disso, o programa é produzida pela Crypt TV, de Jack Davis e Eli Roth. A produtora foca em criar uma nova geração de monstros para audiências de plataformas digitais. A companhia é afiliada à Blumhouse, produtora de ‘Corra’ e ‘Fragmentado’.
As filmagens começam no início de 2019, ainda não há data de estreia definida.
O ano de 2026 é especial para a franquia Pokémon, já que os 30 anos da criação da franquia serão celebrados no próximo dia 27 com o tradicional Pokémon Day. Além do evento, em que serão anunciadas as novidades para os próximos anos da franquia, outras diversas atividades serão realizadas ao longo de 2026 para marcar a comemoração desta idade tão expressiva.
O texto de hoje celebra, de certa forma, a franquia, mas pela perspectiva de uma das tramas mais famosas de toda a franquia: o nascimento de Mewtwo. Foi num dia 6 de fevereiro, como este, que esse Pokémon lendário surgiu para o mundo, segundo os diários da Mansão Pokémon encontrados na Ilha Cinnabar, como visto nos jogos.
A lenda de Mewtwo se tornou um dos capítulos mais marcantes e lembrados pelos fãs da franquia, não apenas por se tratar de um Pokémon que é definido como o mais poderoso de todos, mas também por ser uma origem repetida algumas vezes ao longo da saga, sendo contada e recontada em diferentes formatos ao longo desses 30 anos.
A história foi contada originalmente no videogame, foi adaptada para a animação 2D, tanto para a série animada quanto para o cinema, resultando no primeiro filme da franquia: Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca. Posteriormente, o longa ganhou um remake em animação 3D, que contou a mesma história e chegou ao Brasil direto para o streaming. A origem de Mewtwo também foi parte central da trama de Pokémon: Detetive Pikachu (2019), primeiro longa-metragem em live action da franquia.
A origem desse Pokémon pode sofrer algumas pequenas alterações, mas essencialmente pode ser resumida aos laboratórios e à arrogância humana, que se põe acima da ordem natural e tenta recriar a vida por meio da engenharia genética. Em todas as versões, Mewtwo nasce de uma tentativa de cientistas de recriarem Mew, um Pokémon ancestral, tão antigo quanto a própria vida, que supostamente carregaria o DNA de todos os Pokémon desse mundo dentro de si.
De acordo com as lendas, o próprio Mew estaria ligado às origens de todos os outros Pokémon. Então, ao encontrarem uma amostra de DNA deste monstrinho em um antigo templo do que seria a Amazônia deles, um grupo de cientistas começa a fazer testes em laboratório para tentar recriá-lo. A maioria das tentativas fracassa, mas uma delas acaba dando resultado. Eles criam um Pokémon humanoide que reúne características que fariam dele a criatura mais poderosa do planeta. Só tem um problema: ele tem consciência própria e não compreende o que é. Imbuído pelo ódio e pelo medo, Mewtwo destrói o laboratório e escapa para tentar entender sua própria existência. A partir daí que surgem variações de sua história.
O foco neste aniversário é Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca, aventura que muitos tomam como a origem definitiva do personagem. Lançado no Japão em 1998, esse filme demorou para chegar no Brasil. Isso porque a franquia sequer tinha chegado aqui. A famosa “Pokémania”, que tomou o Brasil no final dos anos 90, começou apenas em 1999, quando o programa da Eliana passou a exibir a série animada, transformando a franquia em uma verdadeira febre no país. Por isso, a primeira aventura de Ash Ketchum e Pikachu nas telonas só chegou aos cinemas brasileiros em 7 de janeiro de 2000. O longa levou a molecada ao cinema não só para conferir a chegada de novos Pokémon nunca vistos na série animada, mas também para ganhar cartas exclusivas que poderiam ser usadas no TCG (Trading Card Game) da franquia, que também fazia sucesso.
Isso levou a uma situação curiosa, porque diante do sucesso estrondoso que os monstrinhos estavam fazendo por aqui, o segundo filme da saga, Pokémon 2000, acabou entrando no calendário de lançamento simultâneo das Américas. Com isso, ele chegou aos cinemas do Brasil em julho de 2000, poucos meses após o lançamento do primeiro longa-metragem animado.
Dando prosseguimento às aventuras dos protagonistas da série animada, o filme mostra Ash e seus amigos recebendo um convite para enfrentarem o melhor treinador Pokémon do mundo, que está realizando um torneio em uma ilha misteriosa. Ao chegar no cais, o protagonista é informado que uma grave tempestade está impedindo as saídas dos barcos. Diante dessa intempérie, outros treinadores convidados decidem usar seus Pokémon para chegarem até a ilha. Claro que os heróis da história dão um jeito e chegam até o local, onde descobrem que a chuva era uma “prova” imposta pelo anfitrião, que queria que os convidados “provassem seu valor”, e que o tal melhor treinador do mundo era, na verdade… um Pokémon: o Mewtwo.
É interessante revisitar esse filme e perceber como ele foge das estruturas narrativas convencionais de heróis e vilões ao adotar um antagonista que não compreende muito bem a própria existência e apenas replica o único comportamento que ele conheceu em sua curta vida: a arrogância. Criado por cientistas que não tinham o menor apreço pela vida,Mewtwo entende que o sentido da vida é uma busca constante pelo poder. Tudo é feito para definir quem é o mais poderoso e quem deve estar no controle. Ele não percebe que ao organizar esse “torneio com os melhores”, realizado apenas para que ele derrote um por um e se consagre como o mais poderoso, é apenas uma repetição de tudo aquilo que o fez sofrer.
Ao trazer um antagonista tão moralmente ambíguo, a produção o coloca no centro da trama. Ao mesmo tempo que ele é introduzido como um vilão, suas motivações são bem desenvolvidas, dando a ele um ar filosófico muito curioso para uma animação claramente voltada para o público infantil. O abandono nas estruturas narrativas é tão nítido que o contraponto do Mewtwo, o simpático Mew, chega à ilha acompanhado da Equipe Rocket, que são os vilões da saga animada, pregando peças neles. Dessa forma, os heróis humanos entram numa jornada contra o vilão Pokémon, enquanto os vilões humanos são acompanhados pelo herói Pokémon. Ao se cruzarem na ilha, as narrativas se misturam e aí a perspectiva fica mais “normal”, flertando com uma velha história de bem contra o mal.
Só que a produção prefere aprofundar no antagonista ao desenvolver seu plano. Cego pelo ódio de ter sido criado e explorado pelos seres humanos, Mewtwo acaba repetindo o trauma que o assombra ao criar clones de Pokémon para provar sua superioridade. Ele chega num nível tão grande de arrogância que bloqueia os poderes especiais dos monstrinhos e dos clones para que as versões clonadas possam mostrar que são melhores até mesmo sem as habilidades especiais. Resultado? O ódio de Mewtwo se espalha pelas criaturinhas, que começam uma pancadaria franca sem precedentes. E aí que entra a grande sacada do filme, que é fazer um paralelo desse medo e ódio do desconhecido vivido pelos Pokémon e seus clones com o preconceito do mundo real. Mew faz uma reflexão sobre eles estarem focando nas diferenças quando deveriam estar concentrados em encontrar suas semelhanças, um discurso que é “traduzido” pelo Meowth, um dos vilões, que endossa os questionamentos do herói.
No fim das contas, diante dessa violência sem sentido, Mewtwo percebe que se tornou tão mau quanto aqueles que o criaram e entende que seu destino não é traçado por sua origem, mas por aquilo que escolhe fazer com sua vida. É uma mensagem incrível a ser passada para crianças e o filme consegue fazer com maestria. O vilão, então, encerra a pancadaria e, arrependido de suas ações, vai embora com os clones para que eles também possam encontrar sentido para suas vidas.
Então, de volta à normalidade, Ash,Pikachu e seus amigos têm suas memórias apagadas sobre o que viveram ali e seguem com sua missão de cuidar e desenvolver amizade com os Pokémon. O filme consegue ser uma continuação da série animada sem ter influência direta na trama, algo que viraria padrão da franquia nos cinemas. O público poderia assistir os filmes sem acompanhar a série e vice-versa. E deu muito certo, tanto que até hoje esses longas são lançados. No Brasil, nem todos chegam aos cinemas. Alguns estrearam em canais por assinatura, outros foram direto para o streaming, mas houve capítulos que chegaram às telonas, como Pokémon: O Filme 20 – Eu Escolho Você!, que lotou as salas de cinemas nacionais em sessões limitadas abarrotadas de fãs em 2017.
Revisitar Pokémon: O Filme hoje em dia é, acima de tudo, uma experiência estética fantástica. A franquia foi animada em células até 2002, a tradicional tecnologia de animação 2D em que os profissionais desenhavam cenários e personagens com tinta em folhas transparentes (as células), dando uma sensação de maior profundidade e até mesmo de carinho, já que a técnica original era mais detalhada e tinha uma iluminação diferente. Assistir o filme hoje, após anos de produções com animação digital, é quase como uma viagem no tempo.
O longa tem uma estética retrô que acabou virando sinônimo dos animes dessa época. As movimentações são fluidas, os personagens parecem mais vivos. Sem contar a influência de outras animações japonesas, como os breves momentos do icônico visual do Mewtwo de armadura, que foi introduzido na série animada e foi explicado no filme como um momento em que o Pokémon foi enganado por Giovanni, o desalmado líder da Equipe Rocket. Para quem gosta dos diferentes estilos de animação, revisitar esse filme pode ser uma atividade muito valorosa.
Neste “aniversário” do Mewtwo, rever Pokémon: O Filme – Mewtwo Contra-Ataca pode ser uma boa pedida. Não só para relembrar um dos capítulos mais queridos dessa franquia tão longeva, mas também para encarar essa aventura por outra ótica.
Uma das características mais marcantes dos filmes Marvel são as participações especiais de Stan Lee. Algo tão popular hoje que qualquer um seria taxado como insano em vetar a participação do quadrinista em uma pequena cena.
Porém, durante a produção de ‘Homem-Aranha‘ em 2000, Sam Raimi era abertamente contra colocar Stan Lee em qualquer trecho do filme.
Em entrevista ao THR, o diretor revelou:
“Me lembro de ter conseguido a vaga para ‘Homem-Aranha’ em 1999. Então, Avi Arad (presidente da Marvel na época) disse: ‘Quero que você coloque o Stan no filme’. Eu respondi ‘Não, eu conheço o Stan e ele não sabe atuar’. E Avi falou, ‘Eu quero ele no filme. Nós fizemos em ‘X-Men‘ e vamos fazer aqui.’ Agora, imagine você, um diretor de teatro na Inglaterra produzindo Macbeth, e alguém diz, ‘Coloque o autor na peça’. Parece absurdo. ‘Ok, se você quer Shakespeare na peça, vou colocar Shakespeare na peça’. Agora posso dizer que a participação do Stan Lee é uma das minhas partes favoritas do filmes.”
O amado diretor John Singleton morreu hoje, 29, aos 51 anos de idade. As informações foram confirmadas pelo site Deadline algumas horas atrás. O falecimento se deu em decorrência de um complicado derrame ocorrido no dia 17 de abril.
Após ser admitido na UTI, a família de Singleton resolveu desligar as máquinas que o mantinham vivo, visto que não havia possibilidade do diretor se recuperar do coma.
O cineasta indicado ao Oscar ganhou fama e prestígio por sua estreia nos cinemas com ‘Os Donos da Rua’, estrelando Cuba Gooding Jr., Laurence Fishburne e Ice Cube, recebendo aclame da crítica e duas indicações aos prêmios da Academia – Melhor Diretor e Melhor Roteiro.
Singleton também ficou conhecido por encabeçar projetos como ‘Shaft’,‘+Velozes +Furiosos’, ‘Sem Saída’ e ‘Quatro Irmãos’. Na televisão, ele ficou responsável por dirigir episódios das aclamadas séries ‘Empire’, ‘American Horror Story’ e ‘Billions‘, além de ser um dos criadores de ‘Snowfall’, que recentemente foi renovada para a terceira temporada na FX.
Os filmes Marvel sempre compartilharam uma característica única: a participação de Stan Lee em breves sequências de cada uma das histórias. Entretanto, o lendário idealizador da companhia faleceu em novembro de 2018, fazendo aparições póstumas em ‘Capitã Marvel’ e ‘Vingadores: Ultimato’.
Não demorou muito para que os fãs do MCU iniciassem uma petição para que as aparições (conhecidas como cameos) tivessem continuidade, mesmo que com outro personagem – e quem melhor para substituí-lo que Deadpool (Ryan Reynolds)?
Diversas campanhas foram feitas ao longo do último ano e, por enquanto, poucos fãs a assinaram. Entretanto, com a compra da Fox efetuada pela Disney e a confirmação de Reynolds retornaria como o anti-herói para o universo compartilhado, é possível que o número de aderências aumente exponencialmente.
Você pode conferir algumas das petições clicando aquie aqui.
Ainda que sem muitas informações divulgadas, o terceiro filme da franquia ‘Deadpool’ tem estreia prevista para 2022.
O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook.com o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.
“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.
Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.
Lembrando que o longa permanece com previsão de estreia para 18 de dezembro de 2020
Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.
Kassell foi escolhida pela New Line após uma extensiva pesquisa. Ela é conhecida por seu incrível e aclamado trabalho na série ‘Watchmen’, da HBO, na qual entrou como produtora executiva e comandou três dos episódios. Seus outros créditos incluem ‘The Americans’, ‘Westworld’ e ‘Better Call Saul’.
‘O Mágico de Oz’ foi publicado originalmente em 1890 e assinado por L. Frank Baum. Seu enorme sucesso crítico e comercial rendeu nada menos que treze sequências. A versão cinematográfica mais conhecida foi lançada em 1939 e estrelada por Judy Garland, que foi condecorada com um Oscar honorário por sua performance como Dorothy.
Detalhes sobre o novo projeto não foram revelados.
A HBO Max divulgou recentemente o trailer oficial LEGENDADO de ‘Veneno’, nova produção original centrada na icônica cantora e atriz Cristina Ortiz (também conhecida como La Veneno).
O vídeo anuncia a estreia da produção em território brasileiro para amanhã, 29 de junho (mesmo dia em que a plataforma será lançada).
Confira:
Baseado no livro de memórias ‘Not A Whore, Not a Saint, The Memories of La Veneno’, a série gira em torno de “Valeria, uma jovem estudante de jornalismo que descobre ter mais em comum com La Veneno que acredita. As duas mulheres nasceram em tempos bastante diferentes, mas suas histórias se entrelaçam quando Valeria escreve um livro sobre ela. Conforme aprende mais sobre ela, Valeria descobre quem é sua família de verdade, como amar a si mesma e o impacto da mídia de massa na vida da enigmática performer”.
‘Matrix Resurrections’ estreia no mês que vem e, para promovê-lo, a HBO Max divulgou um novo cartaz incrível da continuação.
Confira:
‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX. Ele reúne Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho. Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.
20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.
O filme tem estreia marcada para o dia 16 de dezembro nos cinemas nacionais.
Além de Reeves (Neo), o longa conta com o retorno de Carrie-Ann Moss (Trinity), Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era’ chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Universal Pictures divulgou um novo vídeo promocional recapitulando os acontecimentos do filme original, que foi lançado em 2019.
Confira:
A produção chega ao Brasil no dia 28 de abril.
De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.
Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.
Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) fica responsável pela direção, euquanto Fellowes assina o roteiro.
“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.
O primeiro filme foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.
O diretorTi West afirmou estar desenvolvendo o roteiro do terceiro filme.
“Sou muito grato à A24 por ter tido a oportunidade de fazer isso. Uma das partes mais legais desse filme é a noção que há algo maior por trás de tudo isso. O que eu posso dizer sobre [a pré-sequência] ‘Pearl’, que nós já filmamos, é que será focada nessa personagem. Nós iremos descobrir mais sobre ela. Terá uma estética muito diferente de ‘X’. Eles poderão ser assistidos de forma independente, mas os dois filmes se completam de uma forma específica.”
Ele completa, “O terror ‘X’ é influenciado pelos filmes independentes dos anos 70, enquanto ‘Pearl’ irá abordar uma era muito diferente do cinema. Se tivermos a chance de fazermos o terceiro filme, ele também será inspirado por uma era diferente.”
Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.
A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Luther: O Cair da Noite’, longa-metragem baseado na aclamada série e que traz Idris Elba de volta ao papel titular.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de março.
Enquanto o brilhante e decadente detetive John Luther (Elba) está atrás das grades, um assassino brutal aterroriza Londres. Assombrado por seu fracasso em capturar o psicopata cibernético que continua a desafiá-lo, Luther decide fugir da prisão para concluir a tarefa a qualquer custo.
O Prime Video divulgou o cartaz oficial de ‘Shelter’, série baseada na aclamada saga literária assinada por Harlan Coben.
Os três primeiros episódios têm lançamento marcado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming. O restante dos capítulos será divulgado em base semanal.
A história acompanha Mickey Bolitar que, depois da morte repentina do pai, começa uma nova vida em Kasselton, Nova Jersey. Mickey logo se vê envolvido no desaparecimento misterioso de uma nova estudante em sua escola, Ashley Kent, que o leva a descobrir segredos inimagináveis dentro daquela quieta e suburbana comunidade.
Com a ajuda de seus amigos – o inventivo Spoon e a introvertida Ema -, Mickey destrói a fachada sonolenta de Kasselton para revelar um poço submundo obscuro que pode conter as respostas para décadas de desaparecimentos, mortes e lendas… E talvez até mesmo para sua própria história.
O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 31 de janeiro.
Kya é uma garota abandonada, que teve que se criar sozinha no brejo da Carolina do Norte. Por anos, rumores da “Menina do Brejo” assombraram Barkley Cove, isolando a afiada e inteligente Kya de sua comunidade. Atraída por dois jovens na cidade, Kya se abre para um mundo novo e estimulante, mas quando um deles é encontrado morto, ela é imediatamente considerada a principal suspeita. Conforme o caso vai se desdobrando, a verdade sobre o que aconteceu se torna cada vez mais nebulosa, ameaçando revelar os muitos segredos que existem no brejo.
A 2ª parte da 3ª temporada de ‘Bridgerton‘ chega esta semana ao catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming revelou os artistas e as canções que farão parte da trilha sonora dos próximos episódios.
Confira:
Ariana Grande, “POV”
Coldplay, “Yellow”
Demi Lovato, “Confident”
Ellie Goulding, “Lights”
Imagine Dragons, “Thunder”
Taylor Swift, “You Belong With Me”
Lembrando que os novos capítulos têm estreia agendada para amanhã, 13 de junho.
“Na trama, Penelope Featherington entra na 3ª temporada finalmente pronta para desistir de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton. No entanto, isso não significa que ela acabou com o amor. Em vez disso, Penelope decidiu que é hora de ter um marido – e de preferência um que lhe dê a liberdade para continue sua vida dupla como Lady Whistledown, longe dos olhares indiscretos de sua mãe e irmãs. Sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente”.
Relembre o trailer:
1. A Flor Despertou 2. Sob a Luz do Luar 3. Forças da Natureza 4. Velhos Amigos 5. Corrida Contra o Tempo 6. Os Segredos de Colin Bridgerton 7. De Mãos Dadas 8. Revelações
‘Bridgerton’ está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.
Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.
Para aqueles que conhecem os quadrinhos da Marvel, sabe-se que um dos maiores vilões envolvendo o Hulk é uma versão futura dele mesmo conhecida como Maestro.
Introduzido em 1992 na minissérie ‘Hulk: Futuro Imperfeito’, de Peter David e George Pérez, o antagonista emerge como governante único após a maioria dos “heróis mais poderosos da Terra” terem sido destruídos por uma guerra nuclear.
Ao contrário do Hulk como o conhecemos, Maestro possui a inteligência de Bruce Banner, mas é manipulador, impiedoso e cego pelo poder. Utilizando os super-heróis que derrotou como troféus, ele enxerga a humanidade com desdém e sucumbe totalmente à própria raiva e ao próprio ego.
Caso apareça, é provável que ele faça parte do projeto conhecido como ‘World War Hulk/World War Hulks’ (cujos boatos de desenvolvimento existem há algum tempo).
Lembrando que o próximo filme do MCU é ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, estrelado por Anthony Mackie e Harrison Ford e com estreia agendada para o dia 14 de fevereiro de 2025.
Um dos graves problemas da sociedade atualmente é o fato da maioria de nós não conseguirmos ouvir o outro, e a partir disso vocês sabem: falta pouco pra acabar em confusão! No mundo do cinema muitos enredos giram em torno de situações como essas. Para lembrarmos alguns longas-metragens que caminham sobre tudo que foi dito aqui, segue abaixo uma lista com filmes para assistir e refletir sobre o tema:
Na trama, acompanhamos pessoas em situações de desequilíbrios emocionais. Um homem perturbado reúne desafetos em um avião com desenrolares inimagináveis; uma garçonete enxerga uma oportunidade quando seu destino se cruza novamente com um agiota inescrupuloso e arrogante que destruiu sua família; uma briga de trânsito toma enormes proporções em uma estrada isolada; um engenheiro, perito em demolição e dominado pelo estresse do cotidiano, vai até as últimas consequências com o Detran argentino; um empresário ricaço precisa lidar com as consequências de um ato trágico feito pelo filho; uma mulher descobre que foi traída em meio a comemoração de sua união.
Dirigido por Roman Polanski, baseado na peça teatral Le Dieu du Carnage, de Yasmina Reza, Deus da Carnificina nos mostra a história de jovens que acabam brigando. Após o ocorrido, seus pais, a partir da iniciativa de um dos casais, tentam resolver a situação se reunindo entre eles.
A Discussão (2020)
Com roteiro de Zac Stanford e dirigido por Robert Schwartzman, a comédia A Discussão nos leva até uma situação que ocorre em uma reunião de amigos, uma enorme discussão entre um casal. Tempos depois, esses mesmos amigos tentam recriar a discussão pra saber quem estava com a razão.
Lançado no Brasil em 2018, O Insulto, dirigido por Ziad Doueiri gira em torno de um libanês e um refugiado palestino que após se desentenderem acabam em um midiático processo judicial. O filme venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Veneza e foi o indicado do Líbano ao Oscar.
Sentimental
A fuga da mesmice. Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol Cesc Gay (do excelente Truman), a comédia espanhola Sentimental nos coloca em encontro a um casal que durante uma noite de vinhos e sarcasmos redescobre alguns novos sentidos para saírem da monotonia. Com diálogos fervorosos que misturam o constrangimento com uma visão simplista sobre a vida, vamos nos divertindo ao longo dos 82 minutos de projeção. O elenco é ótimo, com nomes como: Belen Cuesta e Javier Cámara.
O Homem ao Lado
Na produção, dirigida por Mariano Cohn e Gastón Duprat, um homem muito famoso por seu trabalho (que é uma espécie de designer) começa a se incomodar com o vizinho da frente de sua casa por conta de uma janela em construção por esse segundo.
Na trama, conhecemos o casal Sara (Paola Cortellesi) e Nicola (Valerio Mastandrea) que ‘estão grávidos’ pela segunda vez. Ela uma inspetora sanitária de estabelecimentos, ele um dono de um frequentado armazém, são surpreendidos pelas dificuldades que enfrentam pois achavam que seria mais fácil que na primeira gestação. À flor da pele com as emoções, o casal começa a observar um novo mundo ao redor, inclusive outras formas de se entenderem em busca de soluções para os conflitos que muito se devem aos problemas de comunicação entre ambos.
Nahir – Entre a Paixão e as Grades
Na trama, conhecemos a introspectiva Nahir (Valentina Zenere), uma jovem iniciando a fase adulta que está em um relacionamento repleto de idas e voltas com o jovem Fernando (Simon Hemp). Numa madrugada, após uma discussão, ao pegar sua moto voltando pra casa é assassinado. No dia seguinte Nahir assume o crime. Mas será essa toda a verdade do caso?
O Acidente
Na trama, conhecemos Joana (Carol Martins), uma jovem que trabalha como tradutora e está grávida do primeiro filho com a namorada, Cecília (Carina Sehn). Certo dia, durante um trajeto ao trabalho de bicicleta, acaba se envolvendo em uma ríspida situação no trânsito, inclusive sendo atropelada. Ela resolve deixar pra lá, não que dar queixa, mas um vídeo da situação é publicado na internet fazendo a mudar de ideia e acaba entrando na vida da família que causou o acidente. Durante esse período, busca entender os personagens dessa história, principalmente o filho da mulher que a atropelou.
Na trama, dirigida por Rodrigo Sorogoyen e exibida no Festival de Cannes em 2022, conhecemos um casal francês que mora numa cidadezinha da Espanha e sofrem com a represália e conflitos com moradores locais.
Exibido no Festival de Cannes 2018 (onde fez sua estreia mundial), Dogman é o novo trabalho do celebrado diretor italiano Matteo Garrone (Reality – A Grande Ilusãoe O Conto dos Contos). O cineasta é um destes casos de artistas que nunca se aventurou pelo cinema comercial (por assim dizer), mas conquistou uma legião de fãs devido ao seu trabalho pungente (vide Woody Allen e Pedro Almodóvar). Definitivamente, Garrone é um diretor de prestígio cuja carreira devemos acompanhar.
Escrito pelo próprio cineasta, Dogman possui trama e estrutura que remetem a faroestes clássicos, modernizado para os dias de hoje. Um dos conceitos apresentados no longa é a divergência de personalidade entre os dois personagens mais importantes, espectros totalmente opostos, mas igualmente prejudiciais a si mesmos e à comunidade.
Passado numa pequena vizinhança italiana bem pobre, acompanhamos Marcello (Marcello Fonte), o típico sujeito tímido e boa praça, que facilmente veríamos em um filme de Woody Allen e que em muitos filmes se passa pelo “homem comum”, com quem todos se identificam com facilidade. O sujeito divorciado é pai de uma pequena menina e dono de uma loja para cachorros – onde dá banho, cuida e mantém alguns animais. Na primeira cena, o vemos “encantar” uma raça feroz, até o cão permitir ser tratado por ele. E este momento inicial diz muito sobre o que virá a seguir.
A pequena comunidade é em sua totalidade pacífica, não fosse pelo grande espinho nesta rosa. Simone (Edoardo Pesce) é o delinquente local, um aspirante a criminoso, viciado em cocaína, que vive causando todo tipo de problema no bairro. De pavio curto, o sujeito é uma bomba esperando para explodir – uma ameaça em potencial que simplesmente não irá embora. Entre destruir propriedade (como máquinas caça-níquel de uma loja) a graves agressões e roubos, os locais encontram-se desesperados para lidar com esta instável situação.
É claro que o morador mais pacato e o mais truculento (dois lados de uma moeda) irão se encontrar, inicialmente para uma relação parasítica e depois para a inevitável colisão e confronto. Um precisa ser parado, e o outro precisa sair da inércia e tomar uma atitude pela primeira vez na vida.
O que vemos em Dogmané o exemplo do que um verdadeiro mestre da narrativa consegue fazer com uma trama aparentemente simples, que facilmente poderia recair no modo modorrento, se transformar numa obra da qual não conseguimos desgrudar os olhos. Situações cotidianas – e assim extremamente identificáveis – falam mais alto no cinema de Garrone do que centenas de explosões num enlatado hollywoodiano, e igualmente mais do que dezenas de prepotentes longas pseudo-artísticos.
Dogmancoloca a lupa num microcosmo e o expande para uma situação universal. A mensagem é clara e verdadeira: às vezes precisamos agir de forma mais assertiva e intensa a fim de nos livrarmos de um problema, ou ele pode crescer e nos prejudicar em dobro ou triplo.
A direção de arte do longa é definitivamente um dos maiores chamarizes do filme. O bairro em forma de um pequeno vilarejo aterrado, e suas lojas vizinhas, não irão deixar a mente do público tão cedo – ou quem sabe nunca mais – dando grande sensação de pertencimento.
As atuações igualmente sobressaem. O pequeno Marcello Fonte é a escolha perfeita para o protagonista. Mas o destaque fica mesmo com a transformação de Edoardo Pesce como o troglodita Simone, facilmente entrando na lista dos grandes vilões do ano. É só dar uma olhada nas fotos do ator descaracterizado para perceber que o trabalho de maquiagem é estupendo – porém, caminha lado a lado com a performance avassaladora do ator. O nível de ameaça imposto é exato, sem nunca ultrapassar o limite e se tornar caricato. Ao mesmo tempo buscando muita humanidade, transparente em diversas cenas (como o trecho na boate).
Dogman é mais um trabalho luxuoso de Matteo Garrone. Longe de qualquer prepotência, examina de forma honesta questões sociais e empurra até romper o ponto de quebra do ser humano.
Eddie Murphy, Axel Foley e a franquia ‘Um Tira da Pesada’ serviu para cimentar o subgênero dos buddy cop movie, filmes de parceiros policiais com bastante humor. Isso porque foi há exatos 41 anos que o primeiro longa foi lançado nas telonas.
Recentemente, ‘Um Tira da Pesada 4’ finalmente saiu do forno e todos puderam reencontrar o policial tagarela em nova fase de sua vida, agora na meia idade. Mas existe mais uma comemoração para ‘Um Tira da Pesada’, já que o terceiro filme da franquia estreava nos cinemas há 31 anos. E é justamente dele que iremos falar aqui.
‘Um Tira da Pesada 2’ foi considerado um passo para trás em relação ao fenômeno original, ainda assim o longa conseguiu arrecadar US$300 milhões mundiais, o que para a época (1987) é um feito impressionante e que poucas produções eram capazes de realizar. Assim, é claro que os executivos da Paramount iriam em algum momento exigir de Eddie Murphy um eventual ‘Um Tira da Pesada 3’. Porém, apesar do sucesso da franquia, a essa altura a carreira do astro não estava em sua melhor forma. O que aconteceu foi o seguinte, como na maioria dos casos com astros em ascensão, Murphy desejava seguir para novos desafios em sua carreira, e ‘Um Tira da Pesada’ teve que esperar por nada menos que sete anos de intervalo entre o segundo e o terceiro.
Caso tivesse sido lançado no fim dos anos 80 ou início dos anos 90, o filme se beneficiaria do hype em torno de sucessos do ator, como o segundo ‘Um Tira da Pesada’ e especialmente ‘Um Príncipe em Nova York’. Porém, a época planejada para o terceiro filme ganhar forma estava no meio de muitas produções questionáveis do astro, como ‘O Príncipe das Mulheres’ (1992), ‘Um Distinto Cavalheiro’ (1992), sua estreia na direção com ‘Os Donos da Noite’ (1989) e até mesmo a mal recebida continuação de um de seus primeiros sucessos, ’48 Horas – Parte 2’ (1990).
Com esse novo status de astro não mais rentável, a produção de ‘Um Tira da Pesada 3’ sofreria outro baque: a saída dos produtores Jerry Bruckheimer e Don Simpson, parte integral do sucesso da franquia. Para substitui-los regendo o terceiro longa, o veterano Joel Silver chegou a começar as negociações, porém, não conseguiria um acordo para um orçamento maior – o que terminou causando atrasos ao início das filmagens. Fora isso, Silver havia se queimado com a imprensa devido a relatos de um ambiente não saudável durante as produções de ‘Duro de Matar 2’ e ‘Hudson Hawk – O Falcão Está à Solta’, ambos estrelados por Bruce Willis. No fim, Silver desistiu da função e foi substituído por Mace Neufeld (‘Sem Saída’) e Robert Rehme (‘Jogos Patrióticos’).
‘Um Tira da Pesada 3’ reserva boas cenas de ação, como o resgate das crianças na roda gigante do parque.
Com produtores devidamente escalados, chegou a hora do verdadeiro empasse de todo blockbuster em Hollywood: qual será a história? Assim começava o jogo de empurra e ideias rejeitadas. Uma delas, baseada no argumento de Robert Towne (roteirista de ‘Chinatown’ e ‘Missão: Impossível’) traria Axel Foley precisando lidar com o status de policial celebridade, devido aos seus feitos nos filmes anteriores. Outra, teria Murphy atuando ao lado de Sir Sean Connery, que viveria um detetive da Scotland Yard – e seria algo como “Axel Foley se une a James Bond”.
Ainda na ideia de levar Axel para Londres, outra opção seria ter John Cleese (‘Um Peixe Chamado Wanda’) como parceiro de Murphy na Inglaterra. Por fim, ainda inclinados a levar Foley para a Europa britânica, o policial enfrentaria mafiosos ingleses baseados nos irmãos Kray da vida real, que seriam capturados em Detroit, se soltariam e matariam Jeffrey, o amigo de Foley vivido por Paul Reiser. Axel viajaria atrás dos bandidos para a vingança – como nos filmes anteriores. No entanto, essa ideia foi rejeitada pelos antigos produtores, Simpson e Bruckheimer, por acharem muito parecida com a de outro filme da Paramount na época, ‘Chuva Negra’, com Michael Douglas.
Por mais insano que possa parecer, ‘Um Tira da Pesada 3’ teria o crossover com Crocodilo Dundee.
A ideia mais louca no entanto, foi a do produtor e roteirista Brandon Tartikoff, que sugeriu o inusitado crossover entre Axel Foley com ninguém menos que Crocodilo Dundee, interpretado por Paul Hogan. Acontece que ambos haviam sido sucessos surpresa da Paramount, que virariam febre nos anos 80, e galinhas dos ovos de ouro do estúdio. Fora isso, tanto ‘Um Tira da Pesada’ quanto ‘Crocodilo Dundee’ haviam tido dois filmes nos anos 80 e procuravam enredo para um terceiro longa. O crossover resolveria o problema para ambas as franquias. Já imaginou? A premissa, no entanto, foi logo descartada por Eddie Murphy, e Paul Hogan talvez nem tenha ficado sabendo, pois não menciona nada em seu livro de memórias.
A narrativa que quase foi filmada, no entanto, novamente se passaria em Londres. Porém, levaria não apenas Axel, como também Billy Rosewood e John Taggart para resgatar o colega, Capitão Bogomil, sequestrado por terroristas durante uma convenção internacional da polícia no país europeu. No entanto, atrasos consecutivos na produção, primeiro envolvendo revisões de roteiro e depois de orçamento, causaram a desistência de dois elementos chave para essa história: Ronny Cox e John Ashton, que interpretam respectivamente Bogomil e Taggart nos outros dois filmes anteriores. Justamente por isso, eles terminaram de fora do terceiro longa. Os atores não podiam esperar mais, pois tinham compromisso com outras produções, que causou conflito de agendas.
Para a tarefa de comandar o filme, cineastas como Joe Dante (‘Gremlins’), Kevin Hooks (‘Passageiro 57’) e Robert Towsend (‘Homem Meteoro’) foram considerados. Mas no final das contas, como sabemos, quem terminou sentando na cadeira de diretor foiJohn Landis. E agora entramos em mais uma história complicada. A primeira parceria entre John Landis (‘Os Irmãos Cara-de-Pau’) eEddie Murphy aconteceu no filme ‘Trocando as Bolas’ (1983). E os dois se deram muito bem, gostando de trabalhar juntos. Porém, no mesmo ano a tragédia arrebataria a vida de Landis. Acontece que nos bastidores do filme ‘No Limite da Realidade’, o ator Vic Morrow perdeu a vida devido a um acidente de queda de helicóptero, junto a duas crianças. John Landis estava no comando do set e forçou toda a situação. O diretor foi a julgamento, correndo o risco de ser preso por homicídio.
Nesse período conturbado de sua vida,John Landis se viu incrivelmente ressentido com o então amigo Eddie Murphy, que segundo o diretor não o defendeu em julgamento. Segundo o astro, Landis precisava ser responsabilizado, por mais que fossem amigos, Murphy não concordava em passar a mão na cabeça do diretor ainda mais perante um ocorrido tão grave. Assim, a amizade dos dois ficou estremecida. Mesmo assim, Landis ainda viria dirigir Murphy em ‘Um Príncipe em Nova York’, um de seus maiores sucessos dos anos 80. Mas o relacionamento dos dois durante as gravações apenas piorou. Os dois constantemente trocavam farpas nos sets, e Landis começou a colocar a equipe contra o astro. Ao ponto de Eddie Murphy partir para a agressão física, sufocando o diretor e o ameaçando com seus seguranças. O clima ficou insustentável. Apesar disso, os dois foram forçados a fazer as pazes alguns anos depois, quandoJohn Landis se apresentou para dirigir ‘Um Tira da Pesada 3’, afinal em Hollywood não se nega trabalho, ainda mais desta magnitude.
Serge (Bronson Pinchot), ausente no segundo, retorna no terceiro filme da franquia.
Assim, ‘Um Tira da Pesada 3’ finalmente começava a ganhar forma e a ser filmado. O roteiro ficou a cargo de Steven E. de Souza, escritor de filmes de ação famosos como ’48 Horas’, ‘Comando para Matar’ e ‘Duro de Matar’. A opção foi por levar a trama a um parque de diversões, que seria uma paródia da Disneylândia chamada Wonder World. Como de praxe, o filme começaria com o assassinato de uma pessoa próxima a Axel, fato que o levaria à trilha do criminoso em Beverly Hills. A ideia original teria Bogomil como a vítima da vez. Mas foi só Ronny Cox dar uma olhada nesse roteiro para desistir de participar de vez da produção. Assim, a vítima foi retrabalhada para ser o Capitão Douglas Todd, chefe de Foley na polícia de Detroit, papel de Gill Hill. E Bogomil sequer é mencionado na trama, talvez por birra dos produtores.
Já quando falamos de John Ashton e seu Taggart, como dito, por motivos de agenda o ator não pôde participar. Assim, seu personagem foi reescrito para se tornar o policial John Flint, papel de Hector Elizondo. E com uma linha de diálogo a ausência de Taggart foi explicada como o policial tendo se aposentado e se mudado para outra cidade. Dentre os personagens principais, além de Foley, Rosewood, Todd e a adição de Flint, temos também a volta de um velho conhecido: Serge, de Bronson Pinchot. Fora isso, o veterano Alan Young foi o bondoso Tio Dave Thornton, a figura de Walt Disney aqui. Os vilões foram fornecidos por John Saxon como Sanderson, o policial corrupto envolvido na falcatrua Steve Fulbright (Stephen McHattie) e o principal antagonista, o filantropo Ellis De Wald (Timothy Carhart). Fora isso, pela primeira vez na franquia, Axel Foley ganharia um interesse amoroso na forma de Janice, a funcionária do parque interpretada porTheresa Randle.
Eddie Murphy desejava um filme mais sério para o terceiro ‘Um Tira da Pesada’, mas cenas botaram tudo a perder.
O que todos relatam dos bastidores de ‘Um Tira da Pesada 3’ é que Eddie Murphy estava imensamente deprimido pelo fracasso de seus últimos filmes e o ponto em que sua carreira se encontrava. A crise era tanta que muitas vezes o ator sequer conseguia terminar suas cenas e precisava ser substituído por um dublê. Esse é o caso do encontro usual de Axel e Serge, aqui filmado com Pinchot atuando sem a presença de Murphy (incluído depois na edição). Junto a isso, a ideia do astro era a de que Axel Foley havia finalmente amadurecido, era um homem agora e não mais um detetive inexperiente e novato. Dessa forma, sua intenção era diminuir as piadinhas e tiradas frenéticas do personagem. Murphy queria testar seu lado mais dramático para o papel e ser reconhecido como ator sério do nível de Denzel Washington ou Wesley Snipes na época – segundo relatos.
O mais curioso disso é que o resultado não aparece em tela. ‘Um Tira da Pesada 3’ é o mais bobo e infantil da série. Sim, ainda temos violência e muito tiro, porrada e bomba; mas temos tambémEddie Murphy se vestindo de elefante colorido em uma boa tarde das cenas, dançando ou fazendo outras bobagens. A temática do parque de diversões traz automaticamente um clima mais leve. Ao que parece, o filme se inclinou muito mais no aspecto cômico – como na cena de abertura no desmanche de carros, apesar das tentativas contrárias do astro do filme.
Axel Foley testa o “Aniquilador 2000”, a arma altamente tecnológica, que é um “canivete suíço” de utilidades.
No fim das contas, ‘Um Tira da Pesada 3’ teve o maior orçamento da franquia com US$50 milhões, dos quais US$15 milhões foram parar no bolso de Eddie Murphy, apesar de sua má vontade. O filme foi também o único a não estrear em primeira posição do ranking em seu fim de semana de lançamento, no dia 25 de maio de 1994. O filme terminou comendo poeira da outra estreia daquela semana: o blockbuster ‘Os Flintstones’, primeira adaptação em live-action do famoso desenho, produzido por Steven Spielberg – que abocanhou a primeira posição. E nem em segundo Axel Foley conseguiu ficar, pois em seu caminho ainda tinha ‘Maverick’, faroeste cômico com Mel Gibson e Jodie Foster, que havia estreado na semana anterior. Assim, restou para Murphy e Foley a terceira posição.
No fim de sua estadia nas telonas, ‘Um Tira da Pesada 3’ somou US$119 milhões mundiais, deixando todos os envolvidos desgostosos.
Por anos, Eddie Murphy brincou sobre a qualidade do terceiro filme, zoando o longa por todo lugar que passava. O astro chegou a dizer que Foley foi expulso de Hollywood, e não por menos os planos para um eventual quarto filme nunca pareciam se concretizar. Uma série de TV chegou a ser pensada e filmada em 2013, mas o piloto não foi ao ar. Eis que nada menos que trinta anos depois, Axel Foley ressurgiu em Beverly Hills novamente, agora com seu intérprete na casa dos 60 anos, e com uma filha que não se dá com ele. O quarto filme foi bem-aceito pelos fãs, pelos críticos e fez sucesso na Netflix. Mas ainda assim, não deixou de fazer piada sobre o terceiro, em uma das melhores tiradas do longa: “não foi o meu melhor momento”, diz o tira da pesada.
A Netflix divulgou um novo teaser e cartaz da 3ª temporada de ‘Demolidor‘.
Confira:
O terceiro ano chegará ao serviço de streaming bem antes do esperado, dia 19 de outubro.
Como já estava sendo especulado, 2018 será o ano em que todos os heróis da parceria Marvel/Netflix têm suas histórias continuadas em suas séries solo. Depois de novas temporadas de Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, o líder da equipe, o Demolidor, também voltará ainda esse ano.
O CEO da Netflix, Ted Sarandos, colocou um ponto final nas especulações, confirmando que a 3ª temporada de ‘Demolidor’ chega ao serviço de streaming antes do final do ano.
“Neste curto prazo no segundo semestre deste ano, teremos novas temporadas chegando, como ‘Orange is The New Black’, ‘Punho de Ferro’, ‘Demolidor’, ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e a sequência de ‘Making a Murderer’.”
A NBC renovou oficialmente a série ‘Blindspot‘ para a 5ª temporada, que também será o último ano da produção.
A quarta temporada tem registrado uma média de 0.48 na demo, e um total de 2.8 milhões de espectadores – o que é baixo até mesmo para os padrões das sexta-feiras. No entanto, o programa garante um bom retorno através das licenças internacionais.
Criada por Martin Gero, a série no Brasil é exibida pela Warner e também pela Globo, com o título ‘Ponto Cego‘.
A história acompanha uma vasta trama internacional que explode quando uma linda desconhecida aparece nua na Times Square, completamente coberta por misteriosas e complexas tatuagens, sem memória de quem é e de como chegou ali. No entanto, um nome se destaca em meio a todos os desenhos: o do agente do FBI Kurt Weller. Logo, eles descobrem que cada marca no corpo de “Jane” é um crime a se resolver, o que os levará para mais perto da resolução dos mistérios, incluindo a identidade da desconhecida.
De acordo com o site ComicBook.com, o filme deve abrir com bilheteria entre US$49 e US$55 milhões. A encargo de comparação, ‘Deadpool’ (outra produção R-rated) teve lançamento de US$132,4 milhões, enquanto ‘Logan’ fez uma considerável quantia de US$97 milhões. ‘Esquadrão Suicida’, última aparição de Arlequina nos cinemas, abriu com US$133 milhões.
Especula-se que a estreia morna do longa-metragem é resultado da história ter maior popularidade entre o público mais novo – que, devido à classificação indicativa, não poderão assistir à obra.
De acordo com o site IFCO, a adaptação terá 108 minutos de duração (ou seja, 1 hora e 48 minutos).
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
A ABC divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada da comédia ‘The Conners‘, que aborda a pandemia de coronavírus.
Confira:
Recentemente, a atriz e produtora executiva Sara Gilbert revelou como a pandemia de COVID-19 será abordada no novo ciclo.
“As pessoas provavelmente querem um descanso e não querem ficar sempre ouvindo sobre a pandemia. Há algumas narrativas [na próxima temporada] que abordam o COVID-19, sobre como afetou nossas vidas, mas também haverá muitas outras histórias que não terão relação com isso. No cartaz, nós estamos usando máscaras, mas esse não será o foco de toda narrativa.”
O derivado foi criado depois da série original ter sido cancelada devido a comentários racistas de sua protagonista, Roseanne Barr. No spin-off, sua personagem morreu por causa de uma overdose.
Após uma súbita reviravolta, os Conners são forçados a encarar as dificuldades diárias da vida em Lanford de uma forma que nunca tiveram antes. A família icônica – formada por Dan, Jackie, Darlene, Becky e D.J. – lidam com as questões de paternidade, namoro, gravidez inesperada, pressões financeiras, envelhecimento e trabalho.
O elenco inclui John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Alicia Goranson, Michael Fishman, Emma Kenney, Ames McNamara, Jayden Rey e Maya Lynne Robinson.
Apesar de nada ter sido confirmado, muitas teorias apontam que ‘Homem-Aranha 3‘ (Spiderman: No Way Home) irá se aprofundar no multiverso e apresentará diversas versões do amigão da vizinhança.
Pensando nisso, um fã criou uma arte INCRÍVEL com o Tobey Maguire, que estrelou a trilogia original do herói, enfrentando o vilão Electro.
Além deles, J.K. Simmons, que interpretou J. Jonah Jameson, dono do Clarim Diário da trilogia original, Alfred Molina, o vilão Doutor Octopus de ‘Homem-Aranha 2‘ (2004), e Jamie Foxx, o Electro de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘ (2014), foram confirmados no filme.
‘Homem-Aranha 3‘ está programado para estrear no dia 16 de dezembro.
De acordo com o Bloody Disgusting, Rachel Shenton, vencedora do Oscar de melhor roteiro pelo curta-metragem ‘The Silent Child‘, entrou para o elenco do remake de ‘Os Estranhos‘.
A atriz interpretará Debbie, irmã da personagem de Madelaine Petsch.
Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Ema Horvath e Gabe Basso.
Na trama…
Petsch viaja para o campo com seu namorado (Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.
A Lionsgate está desenvolvendo uma trilogia, que será filmada em Bratislava, na Eslováquia. Cada capítulo irá expandir a história de formas novas e inesperadas.
Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) será responsável pela direção.
O roteiro é assinado pela dupla Alan R. Cohen e Alan Freedland.
“Quando nos começamos a desenvolver o remake de ‘Os Estranhos’, sentimos que precisávamos contar uma história maior, que poderia ser tão tensa quanto a do filme original, e realmente expandir esse universo,” explicou a produtora executiva Courtney Solomon. “Filmar essa história como uma trilogia vai nos permitir realmente explorar esses personagens. Temos sorte de contarmos com a Madelaine Petsch, uma jovem talentosa cuja personagem será muito importante nessa jornada.”
Em 2018, a sequência ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ foi lançada, arrecadando apenas US$ 31 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar de ter dividido a opinião dos críticos na época (apenas 40% de aprovação no RT), a produção ganhou um pouco de reconhecimento com o passar dos anos, garantindo uma pequena base da fãs à produção.
1990. O Muro de Berlim caiu e é o último verão na Alemanha Oriental antes da reunificação. Maria está prestes a completar 19 anos e mora com o namorado na fazenda dos pais dele. Ela prefere se perder nos livros do que focar na graduação, quando esbarra em Henner, o fazendeiro vizinho. Um toque é tudo o que é preciso para acender uma paixão avassaladora entre Maria e o homem rústico e obstinado com o dobro de sua idade. Em uma atmosfera repleta de possibilidades, nasce uma paixão secreta cheia de calor e desejo que devora tudo em seu caminho.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Emily Atef também assina o roteiro ao lado de Daniela Krien;
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