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Krysten Ritter se junta ao elenco da sequência ‘Sonic 3’

De acordo com o ComicBook, Krysten Ritter (‘Jessica Jones’) entrou para o elenco da sequência ‘Sonic 3: O Filme‘, que será lançada pela Paramount Pictures.

Alyla Browne e Cristo Fernandez também serão introduzidos no novo longa.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O site ainda confirmou o retorno de Jim Carrey, Ben Schwarrtz, Idris Elba, Colleen O’Shaughnessey, Lee Majdoub, Tom Butler, James Marsden e Tika Sumpter no terceiro filme.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

O filme tem estreia agendada para 10 de dezembro de 2024.

O segundo capítulo da franquia arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais. Nos EUA, a produção abarcou US$ 190.8 milhões – o que supera a arrecadação do primeiro filme (US$ 148.9m), quebrando o recorde de MAIOR bilheteria para um filme baseado em videogame no país.

No mercado internacional, foram US$ 211 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou sólidos US$ 402.2 milhões mundialmente.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

Kaley Cuoco investiga serial killer no trailer da 2ª temporada de ‘Baseado Numa História Real’; Confira!

O Peacock divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Baseado Numa História Real‘, série de suspense cômico estrelada por Kaley Cuoco (‘The Flight Attendant’) e Chris Messina (‘The Mindy Project’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue a corretora de imóveis Ava Barlett , e seu marido, ex-estrela do tênis, Nathan Barlett. Passando por problemas financeiros e com um bebê a caminho, o casal encontra uma oportunidade única para capitalizar a obsessão dos americanos por crimes reais e serial killers.

O elenco ainda conta com Chris Messina (‘The Mindy Project’) e Tom Bateman (‘Por Trás de seus Olhos’), Liana Liberato (‘Pânico VI’), Natalia Dyer (‘Stranger Things’) e Priscilla Quintana (‘Good Trouble’).

‘V/H/S/8’ ganha título, diretores e data de estreia

O Variety divulgou novas informações sobre o oitavo filme da franquia ‘V/H/S‘, que será intitulado ‘V/H/S/Halloween‘.

Os novos segmentos contarão com a direção de Bryan M. Ferguson (‘Pumpkin Guts’), Casper Kelly (‘Too Many Cooks’), Micheline Pitt-Norman & R.H. Norman (‘Grummy’), Alex Ross Perry (‘Rainha do Mundo’), Paco Plaza (‘REC’) e Anna Zlokovic (‘O Monstro que Vive em Mim’).

A nova sequência estreará no Shudder no dia 3 de outubro.

Confira o cartaz promocional e siga o CinePOP no YouTube:

Anúncio VHS 8, estreia em 2025.

Vale lembrar que o filme mais recente da saga, ‘V/H/S/Beyond‘, focou em uma coleção de segmentos voltados para o gênero de ficção científica.

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‘Maldição da Múmia’ arrecada US$ 34 milhões em estreia GLOBAL

De acordo com o Deadline, o terror ‘Maldição da Múmia‘ arrecadou US$ 34 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa dirigido por Lee Cronin (‘Maldição da Múmia’) abriu com US$ 13.5 milhões.

Para termos de comparação, o valor supera o lançamento de ‘Lobisomem‘ (US$10.8M) e de outros títulos recentes do gênero, como ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ (US$12.5M), ‘Primata‘ (US$11.1M), ‘Casamento Sangrento 2‘ (US$9M), ‘A Noiva!‘ (US$7M) e ‘Eles Vão te Matar‘ (US$4.9M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 20.5 milhões através de 77 mercados.

É um desempenho sólido para um filme orçado em apenas US$ 22 milhões.

Com 46% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C+ do público no CinemaScore. A média de aprovação supera a de ‘Lobisomem‘ (C-), mas fica abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (B+).

Vale lembrar que ‘Maldição da Múmia‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Lee Cronin joga no seguro com o mediano terror ‘Maldição da Múmia’

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na história, a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.

‘Killing Eve’: Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy’, vai estrelar drama da BBC America

A atriz Sandra Oh, de ‘Grey’s Anatomy’, vai estrelar a próxima série da BBC America, intitulada ‘Killing Eve’.

A primeira temporada da produção contará com 8 episódios e será lançada em 2018.

A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com o assassino Villanelle.

Baseada nos contos do autor Luke Jennings, a série foi criada por Phoebe Waller-Bridge.

 

 

 

‘Luke Cage’: Metade da temporada será diriga por mulheres

A segunda temporada de ‘Luke Cage‘ está reunindo um grupo de mulheres poderosas, que assumirá a direção de metade dos episódios. O anúncio foi feito pelo portal Blackfilm.

Segundo a publicação, além de Lucy Liu, outras cinco cineastas dirigirão parte dos episódios do novo ciclo. Os nomes anunciados referem-se a Neema Barnette (‘Queen Sugar‘), Millicent Shelton (‘Jessica Jones‘), Kasi Lemmons (‘Shots Fired‘), Setph Green (‘The Man in the High Castle‘) e Salli Richardson-Whitfield (Agents of S.H.I.E.L.D.).

Os novos episódios chegam à Netflix dia 22 de Junho.

Depois de limpar seu nome, Luke Cage tornou-se uma celebridade nas ruas de Harlem com uma reputação tão à prova de balas quanto a sua pele. Mas ser tão visível aumentou sua necessidade de proteger a comunidade e encontrar os limites de quem ele pode e não pode salvar. Com o surgimento de um novo inimigo formidável, Luke é forçado a enfrentar a linha fina que separa um herói de um vilão.

 

‘Aquaman’: Versão em Blu-ray ganha data de lançamento

O sucesso bilionário de bilheterias, Aquaman’, chegará em breve nas versões Blu-ray, DVD e 4K HD. Segundo o Batman News, o material será lançado nestes formatos em 26 de março.

Já os fãs que desejam ter a cópia digital do filme não precisarão esperar tanto assim, com a versão sendo lançada em 05 de março.

Dentre os materiais extras disponíveis, o Blu-ray vai trazer conteúdos inéditos sobre a construção da produção, com atrações como “Going Deep Into The World of Aquaman” e “Creating Underseas Creatures”. Além disso, o formato home video ainda vai contar com conteúdos exclusivos do filme ‘Shazam!‘.

 

Assista nossa crítica:

 

 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Disney antecipa lançamento digital em virtude do coronavírus

O capítulo final da Saga Skywalker, intitulado ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, já está disponível para aquisição no formato digital.

A venda da versão em questão foi antecipada pela Disney para este sábado (14), em virtude do período de quarentena estipulado ao redor do mundo. Anteriormente, o formato digital estaria disponível para compra apenas a partir do dia 17 de março.

A informação foi confirmada pelo portal SWNN, que realizou um teste e conseguiu efetuar a compra do filme.

Confira a imagem de confirmação da aquisição:

A versão em Blu-ray ainda está agendada para ser lançada em 31 de março.

Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Pit Stop’: Nova série de comédia com Kevin James já está disponível na Netflix

A nova série de comédia ‘Pit Stop‘, estrelada por Kevin James, já está disponível na Netflix. A nova produção original da plataforma de streaming teve sua estreia nesta segunda-feira na grade de programação.

Na trama, o chefe de uma equipe da NASCAR tem dificuldade em lidar com os jovens trazidos para modernizar o time. Estrelado por Kevin James.

Confira o trailer:

Criada por Jeff Lowell, ‘Pit Stop‘ conta com Dan Ahdoot, Freddie Stroma, Sarah Stiles, Jillian Mueller no elenco.

‘Dupla Explosiva 2’: Sequência com Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson estreia na Amazon Prime Video

A sequência ‘Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime‘ já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, a dupla mais estranha e letal do mundo – o guarda-costas Michael Bryce (Ryan Reynolds) e o assassino de aluguel Darius Kincaid (Samuel L. Jackson) – está de volta em outra missão com risco de morte. Ainda sem licença e sob vigilância, Bryce é forçado a entrar em ação pela esposa ainda mais volátil de Darius, a infame vigarista internacional Sonia Kincaid. Enquanto Bryce é levado ao limite por seus dois protegidos mais perigosos, o trio se mete em uma trama global e logo descobre que eles são tudo o que está no caminho de um louco vingativo e poderoso. Entrando na diversão e no caos mortal está Morgan Freeman como… bem, você terá que ver.

Relembre o trailer

O elenco também conta com Salma Hayek, Antonio Banderas, Morgan Freeman, Frank Grillo, Richard E. Grant Tom Hopper.

Crítica | Boneca Russa – ‘Feitiço do Tempo’ com muito cinismo e roteiro original

Como repetir o mesmo dia todos os episódios e mesmo assim ter um dos roteiros mais originais dos últimos anos? O grande nome por trás do sucesso de Boneca Russa (Russian Doll), lançado na Netflix no início de fevereiro, é Natasha Lyonne. Não somente ela é criadora da história, como produz, protagoniza e dirige o último episódio da série. Ao seu lado neste projeto está a co-criadora Amy Poehler e a diretora/roteirista Leslye Headland (Dormindo Com Outras Pessoas).

Aos moldes de Feitiço do Tempo (1993), Nadia revive sua festa de 36 anos repetidamente em busca de descobrir o motivo da sua volta, no entanto, não é fim do dia que a traz de volta, mas as suas mortes. O seriado começa com Nadia encarando-se no espelho, enquanto lava as mãos, e as batidas da porta do banheiro chamam a sua atenção para a festa do lado de fora ao som de Gotta Get Up, de Harry Nilsson.

Em uma miscelânea de pessoas, ela recebe um baseado da sua amiga anfitriã Maxine (Greta Lee), encontra Mike (Jeremy Bobb) e acaba levando-o para casa. Ela, no entanto, busca seu gato desaparecido Oatmeal e ao atravessar a rua atrás dele, é atropelada por um carro e morre. Nos segundos seguintes, Nadia está em frente ao espelho novamente, batida na porta, a canção de Harry Nilsson e a impressão de que algo está errado.

Conforme ela vive na sensação de déjà vu e continua a morrer acidentalmente repetidas vezes, as coisas começam a tomar rumos mais estranhos. Natasha Lyonne dá vida à Nadia com maestria, tal como se fosse ela mesma. Cada capítulo tem entre 24-29 minutos, no total de quatro horas de história, e é possível assistir a todos os episódios de uma vez e sentir uma empatia natural por Nadia. Ela é a mulher desta Era, livre das amarras do lugar do sexo feminino nas narrativas modernas. Ela foge de compromissos, é desbocada, cheia de vícios, trabalha como engenheira de software e não se importa com pré-julgamentos.

Sua presença em tela já é imponente, seu cabelos vermelhos, volumosos e cacheados a apresentam de forma impactante. Os seus maneirismos são divertidos e suas frases sensacionais, sempre tem o que dizer, mas de forma ponderada e racional, tal como os personagens de Nick Hornby (Alta Fidelidade e Um Grande Garoto), mas só que feminina.

Após sucessivas voltas, Nadia começa a tentar achar os meandros para transpor os obstáculos, a sua grande reviravolta e o encontro com Alan (Charlie Barnett), que também morre todos os dias. Com o aprisionamento no tempo em comum, os dois desenvolvem uma amizade necessária.

A narrativa de Alan vai ao encontro da jornada de Nadia e eles tentam entender como pausar o ciclo de voltas pós-morte. Novos personagens coadjuvantes brotam pelos caminhos, mostrando como a vida de cada um deles é rica em redes e conexões. Conforme mais eles vasculham os motivos para esta punição, Alan faz conjecturas religiosas como um purgatório, já Nadia mais racional busca explicações mais científicas no espaço-tempo.

Como uma analogia às bonecas russas, as quais sempre há uma nova dentro da casca anterior, o seriado abre as camadas da protagonista expondo desde as suas memórias mais tristes da infância até sua dificuldade de se aproximar das pessoas. É, claro, que a resolução do looping infinito é o grande desejo de todos, mas, na verdade, é o percurso dos reviventes que faz deste um dos seriados mais fantásticos da Netflix e do ano.

Como diz a amiga e psicanalista Ruth (Elizabeth Ashley), “nós somos narradores pouco confiáveis da nossa própria vida” e, assim, a gente testemunha os dois e nos vemos no espelho para lidar com a resolução de nossos próprios dilemas. Como se Boneca Russa fosse uma corda para impulsionar o público a pensar em cada momento como uma decisão que muda todo o entorno e, principalmente, seu próprio futuro.

‘RuPaul’s Drag Race’: 10ª temporada ganha data de estreia; Veja trailer!

Novidade para os fãs de RuPaul! A 10ª temporada do reality RuPaul’s Drag Race’ finalmente ganhou data de estreia. A VH1 começa a exibir o programa em 22 de Março de 2018. Assista ao trailer do retorno, que terá um episódio especial de duas horas:

Assista também um novo e divertido trailer de ‘All Stars 3’, que traz Chad Michaels e Alaska encarando as protagonistas da aclamada série dramática, ‘The Handmaid’s Tale’:

‘All Stars’ é derivado do programa principal de Drag Race e dá uma segunda chance à participantes de temporadas passadas em uma nova competição, também apresentadas por RuPaul.

Rumores dizem que RuPaul também está trabalhando em uma versão brasileira do reality show.

‘A Freira’: Derivado de ‘Invocação do Mal’ ganha novo cartaz nacional

A Warner Bros. divulgou um novo cartaz nacional do aguardado terror A Freira, estrelado por Taissa Farmiga.

Um novo trailer deve ser divulgado durante a Comic-Con, que começa amanhã, dia 19.

Confira:

 

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Taissa Farmiga revelou alguns detalhes do terror ‘A Freira‘.

“Muitas pessoas adoram o suspense, os sustos e a adrenalina, mas acho que o mais incrível é que o Corin [Hardy] queria fazer um filme que você podusse se conectar com os personagens. A emoção humana e a base nesses filmes são ambientadas em um tipo de mundo embelezado, ancorando-o com emoções humanas reais.”

Quando perguntada se sua irmã, Vera Farmiga, que estrelou ambos ‘Invocação do Mal‘, deu algum conselho sobre como participar de uma das franquias mais assustadores dos últimos anos, a atriz contou:

“Bem, eu sei que ela [Vera Farmiga] teve momentos difíceis [nas gravações]. Ela voltava para casa sozinha à noite, então uma das dicas que ela me deu foi deixar o trabalho no set. Deixar todo o stress, as coisas pesadas e o terror. Tentar separar essas coisas de você. Isso faz parte da meditação que tenho feito – controlando meus pensamentos –, e não é fácil. Por outro lado, ela disse: ‘não deixe isso te afetar’. Houve algumas vezes que eu mandava mensagem para ela, ‘Eu acabei de chegar em casa, tenho que desligar as luzes, te amo’, e ela respondia ‘Tudo bem, se cuida’, e me mandava o emoji de um anjinho.”

O terror é roteirizado por David Leslie Johnson, um dos responsáveis pelo script de ‘Invocação do Mal 2’. James Wan e Peter Safran são os produtores.

A Freira‘ estreia dia 7 de setembro.

“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”

Taissa Farmiga, Demian Bichir, Bonnie Aarons, Charlotte Hope, Jonas Bloquet e Ingrid Bisu estão no elenco.

5 CASOS REAIS de Ed e Lorraine Warren que podem inspirar ‘Invocação do Mal 3’ 

“Invocação do Mal 3 não será focado em Amityville”, afirma James Wan 

Dica do fim de semana | Produções para todos os gostos no Disney+

O catálogo do Disney+ ficou mais conhecido por conta das séries originais, que lançam episódios novos praticamente toda semana, pulando de produção em produção a cada mês. No entanto, ele tem uma boa variedade de filmes, sejam eles animados ou live action, e documentários que valem a pena ser vistos. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções que você pode assistir neste final de semana. Confira!

Lilo & Stitch

Vamos começar as dicas deste fim de semana com um filme clássico que completa 20 anos na próxima terça-feira (28). Lilo & Stitch é uma animação maravilhosa sobre uma família disfuncional no Havaí, que tem suas vidas mudadas para sempre quando um alienígena fugitivo passa a fazer parte de seus dias. O problema é que os agentes espaciais não vão se dar por satisfeitos enquanto não o encontrarem. Assim, enquanto o Stitch aprende sobre a vida na Terra, os agentes começam a suspeitar de Lilo e sua família.

Tico e Teco: Defensores da Lei

Sucesso recente do Disney+, essa comédia original é uma grande sátira sobre Hollywood e a própria Disney, que não tem um tratamento muito legal com seus artistas mirins depois que o hype sobre eles passa. Na trama, vários anos depois do sucesso da série de Tico e Teco, os esquilinhos não conseguiram manter suas carreiras relevantes e acabaram seguindo rumos diferentes. Agora, com o desaparecimento de um amigo em comum, eles precisam se unir para investigar e tentar salvá-lo antes que ele seja “pirateado”. É uma mistura muito divertida de animação com live action e uma verdadeira caçada por easter eggs.

Dublê de Risco

Uma categoria que acaba sendo pouco explorada no catálogo do Disney+ é a de documentários. Mesmo que nem todos sejam espetaculares, é possível encontrar alguns bem interessantes e diferentes. Dublê de Risco acompanha o dublê Eddie Braun, que trabalha nesse ramo há quase 30 anos, tendo sobrevivido a incontáveis explosões, acidentes de carro e todo tipo de loucura que a profissão pode proporcionar. Agora, pensando em se aposentar com chave de ouro, Eddie começa uma jornada para realizar um feito que apenas seu ídolo, Evel Knievel, foi capaz de fazer: saltar o Snake River Canyon dentro de um foguete.

Amor, Sublime Amor

Um dos melhores filmes de 2021 e um dos melhores trabalhos da gloriosa carreira de Steven Spielberg, o novo Amor, Sublime Amor é uma obra fantástica, que acabou sendo prejudicada pela pandemia e pelas polêmicas pessoais do protagonista. Inspirado no musical de mesmo nome da Broadway, que foi inspirado no clássico Romeu e Julieta, o filme se passa na Nova York dos anos 50, quando gangues tomavam a cidade. Nesse contexto, uma jovem chega para um casamento arranjado, mas não gosta muito do abençoado que escolheram para ela. Em uma vez, porém, ela se apaixona perdidamente por um rapaz. O problema é que faz parte de uma gangue rival da família dela. Agora, eles vão precisar lutar – e dançar – por esse romance proibido.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

A grande esteia do mês, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura dá prosseguimento à saga do ex-Mago Supremo em proteger sua realidade, enquanto lida com seus problemas pessoais. Dessa vez, no entanto, ele começa a sonhar com uma adolescente em perigo que viaja por dimensões. Então, quando ela aparece em sua realidade, o mago vai tentar protegê-las das ameaças que vagam pelo Multiverso, só que isso pode não ser tão fácil, já que uma antiga amiga perdeu o controle e vai complicar bastante esse processo: a Feiticeira Escarlate. Apesar de ter dividido a opinião dos fãs, o filme conta com uma direção maravilhosa de Sam Raimi, que trouxe seus elementos clássicos do terror para o MCU.

Crítica | Becoming Elizabeth é uma produção sedutora e cheia de REVIRAVOLTAS sobre a Rainha Elizabeth I

No mês de celebração do jubileu de platina da icônica Rainha Elizabeth II chega aos fãs da coroa britânica mais uma produção que joga luz sobre a vida de uma importante personagem da realeza. Trata-se da Rainha Elizabeth I, última monarca da dinastia Tudor, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, que já virou série de TV pela BBC com Helen Mirren no papel principal e que a partir do último domingo, Dia dos Namorados, chega aos assinantes brasileiros da plataforma Starzplay através da produção seriada ‘Becoming Elizabeth’, cujos capítulos serão disponibilizados semanalmente todo domingo.

O ano é 1547. O então Rei Henrique VIII acaba de falecer, longe de sua então esposa, Lady Catarina de Aragão (Jessica Raine). Sem filhos com esta, enquanto Catarina celebra a viuvez na cama com Sir Thomas (Tom Cullen), o irmão deste, o Duque de Somerset (John Heffernan), sai em viagem para buscar o filho homem de Henrique VIII com Lady Bolena: Edward (Olivier Zetterström). Empossado no novo Rei Edward VI no trono, aos dez anos, se mudam com ele para a corte suas irmãs: Lady Mady (Romola Garai) e Elizabeth (Alicia Von Rittberg). Dentre traições, luxúrias, cobiças e muitos segredos, o reinado de Edward VI será marcado por uma forte perseguição aos devotos da religião católica, incluindo sua própria irmã, Mary. No meio disso tudo, Elizabeth, que mais tarde se tornaria uma das rainhas mais justas da coroa britânica, busca entender como funciona a política e a diplomacia dos homens, ao mesmo tempo que tenta resistir seus impulsos apaixonados por seu tio, Thomas.

Dividido em oito episódios com quase uma hora de duração, ‘Becoming Elizabeth’ é uma série bem realizada e envolvente, cujo roteiro de Anya Reiss equilibra bem a romantização de personagens públicos com dados históricos que não podem ser contestados. Assim, ao mesmo tempo que Thomas se casa com a viúva Catarina de Aragão, também se mostra como um jovem bonitão que desperta a atenção da adolescente Elizabeth; fora da ficção, sabemos que nenhum deles seria tão bonito ou asseado, mas o que vale é a romantização da história em prol do entretenimento. Entretanto, o roteiro é claramente desenvolvido para conhecedores da história da coroa britânica, pois os eventos acontecem sem nenhuma explicação histórica prévia, de modo que se o espectador não souber por que Lady Bolena é tão odiada na corte ou o porquê de Henrique VIII ser um personagem tão chave na história (a ponto de influenciar os atos do novo Rei Edward, que se torna o primeiro rei criado como protestante na história britânica), muitas informações importantes poderão passar distraídas, pois a série não se propõe explicar quem é quem na trama: tem que chegar sabendo.

Feito o dever de casa, ‘Becoming Elizabeth’ é uma produção sedutora, que vai agradar àqueles que gostam de acompanhar as tramoias dos bastidores que a História não revela, mas que são largamente deleitadas pela ficção. O diretor Justin Chadwick entrega uma boa primeira temporada que cumpre o papel de apresentar personagens já os direcionando para aqueles que um dia se tornarão, em especial atenção ao jovem e mimado Rei Edward, com ares de Joffrey de ‘Game of Thrones’. Não à toa, na série há um acordo para que o personagem se case com Lady Jane, interpretada por Bella Ramsey, a destemida Lyanna Mormont, de ‘GOT’ – uma ótima sacada para atrair público!

Friends 25 anos | As 10 melhores participações especiais de celebridades na série

Friends estreou no dia 22 de setembro de 1994. Passados 25 anos, a série segue sendo um importante fenômeno cultural. Ainda hoje, a produção é destaque no streaming (está inteira na Netflix, embora passará para a HBO Max) e ocupa grande espaço na programação da Warner Channel.

Ao longo de dez temporadas, Friends contou com inúmeras participações especiais marcantes. Aproveitando o clima de celebração, o CinePOP decidiu relembrar quais foram as dez melhores participações de celebridades na série.

São tantas as participações que nomes como Jennifer Coolidge, Alec Baldwin, Brooke Shields, Susan Sarandon, Billy Crystal, Robin Williams, Helen Hunt, Charlie Sheen, Jean-Claude Van Damme, Anna Faris, Ben Stiller, Gary Oldman e John Stamos ficaram de fora da seleção final.

É importante destacar ainda que atores que integraram o elenco recorrente da série, como Tom Selleck e Paul Rudd foram desconsiderados para esta matéria.

 

10) George Clooney e Noah Wyle

Primeira temporada, episódio 17

Lançadas quase que ao mesmo tempo, Friends e ER foram verdadeiros fenômenos da TV nos anos 90. E renderam um quase-crossover na primeira temporada de Friends, que contou com a participação de George Clooney e Noah Wyle como médicos que atendem Rachel e Monica em uma emergência e acabam topando sair em um encontro com elas. Embora não sejam os mesmos personagens de Plantão Médico, a presença de Clooney e Wyle remetia diretamente à produção. Uma participação bem divertida. E ainda significativa se pensarmos em todo o contexto.

 

9) Dakota Fanning

Décima temporada, episódio 14

Dakota Fanning tinha apenas nove anos quando gravou sua participação em Friends, mas já era uma estrela de Hollywood, com trabalhos marcantes em Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher. Em Friends, ela vive Mackenzie, uma menininha que mora na casa que Monica e Chandler estão pensando em comprar. Ela não quer que os pais vendam a casa e acaba se identificando com Joey, que não quer que os amigos se mudem. A relação entre Dakota e Matt LeBlanc torna esta pequena participação em uma das mais marcantes para os fãs da série.

 

8) Sean Penn

Oitava temporada, episódios 6 e 7

Pai de Dakota Fanning em Uma Lição de Amor, Sean Penn também fez uma participação especial bem marcante na série. Vencedor de duas estatuetas do Oscar, o ator interpretou Eric, um professor e ativista que é noivo de Ursula, e participa de um clássico episódio de Dia das Bruxas. Incomodada com as mentiras da irmã, Phoebe acaba contando a Eric toda a verdade. Com o fim do noivado, Eric e Phoebe acabam saindo juntos, mas a sombra da irmã faz com que a relação não vá pra frente.

 

7) Danny DeVito

Décima temporada, episódio 11

Monica e Rachel acabam chamando um stripper de última hora para a despedida de solteira de Phoebe. Para surpresa de todas, Danny DeVito é quem aparece. A participação é divertida e conta com uma reviravolta. Se no início a sensação de todas é de decepção, ao final todas se divertem ao lado do stripper, que reconhece que precisa se aposentar. Danny DeVito chorando como um stripper de 50 anos é, de fato, inesquecível. O ator, inclusive, recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia pelo trabalho.

 

6) Winona Ryder

Sétima temporada, episódio 20

Muito antes de assumir o papel de Joyce Byers em Stranger Things, Winona Ryder foi um ícone do cinema dos anos 80 e 90, com trabalhos como Os Fantasmas se Divertem, Edward Mãos de Tesoura, Drácula de Bram Stoker e Garota, Interrompida. A primeira década do século XXI, no entanto, não foi das melhores para a atriz. Uma exceção em meio a vários projetos de pouco destaque – e polêmicas na vida pessoal – foi sua marcante participação em Friends. Ela viveu Melissa Warburton, uma amiga que Rachel havia beijado nos tempos de faculdade. A notícia é recebida com empolgação por Joey e por desconfiança por Phoebe. Para tentar provar para a amiga que o beijo havia mesmo acontecido, Rachel acaba recriando a situação.

 

5) Julia Roberts

Segunda temporada, episódio 13

Julia Roberts já era uma das maiores estrelas do cinema quando aceitou participar de Friends. A atriz de Uma Linda Mulher interpretou Susie Moss, uma ex-colega dos tempos de colégio de Chandler. Ela guarda um trauma da infância e acaba saindo com Chandler para se vingar. Além da divertida participação na série, Julia Roberts deixou Friends com um namorado. Ela e Matthew Perry chegaram a namorar por um tempo após trabalharem lado a lado na produção.

 

4) Reese Witherspoon

Sexta temporada, episódios 13 e 14

Muitos rumores envolvem a participação de Reese Witherspoon em Friends. Segundo boatos, a atriz teria se revelado muito difícil de trabalhar e teria causado problemas nos bastidores, o que teria feito a série buscar uma nova irmã para Rachel nas temporadas seguintes. Mesmo assim, não dá para negar que Reese fez um belo trabalho na pele da mimada Jill Green. A dinâmica entre ela e Jennifer Aniston funciona perfeitamente, e tudo fica ainda mais divertido quando Jill começa a se interessar por Ross.

 

3) Christina Applegate

Nona temporada, episódio 8 / Décima temporada, episódio 5

Após a passagem de Jill, a série apresentou outra irmã de Rachel: Amy Green. Vivida por Christina Applegate, a personagem aparece em dois episódios da série, em temporadas diferentes, e sempre rouba a cena. No primeiro, ela surge em pleno Dia de Ação de Graças e gera toda uma discussão sobre quem ficaria com Emma em caso de morte de Rachel e Ross. No segundo, ela se muda temporariamente para o apartamento de Rachel e Joey, e se oferece para ser babá de Emma. Christina recebeu um Emmy de Melhor Atriz Convidada pela primeira participação. E ainda foi indicada pela segunda. Muito merecido.

 

2) Bruce Willis

Sexta temporada, episódios 21, 22 e 23

Bruce Willis em Friends é daqueles casos de escalação perfeita. E que só aconteceu por acaso. Willis perdeu uma aposta para Matthew Perry na época em que trabalharam em Meu Vizinho Mafioso, e acabou “obrigado” a fazer a série. Mas não deve ter se arrependido, pois saiu do trabalho com um Emmy de Melhor Ator Convidado. Bruce interpretou Paul Stevens durante três episódios. O personagem era pai de Elizabeth, aluna e namorada de Ross. Durão, mas sentimental, ele não ficou nada feliz com o relacionamento da filha. Por outro lado, engatou um breve namoro com Rachel.

 

1) Brad Pitt

Oitava temporada, episódio 9

Aquela participação especial inesquecível. Brad Pitt já era um dos maiores nomes de Hollywood quando atuou em Friends, e seu casamento com Jennifer Aniston ocupava constantemente capas de revistas pelo mundo. Assim, foi realmente brilhante quando a série colocou Brad na pele de Will Colbert, um amigo do colegial de Ross que nutria um ódio bem especial por Rachel. À época, foi muito divertido ver o casal de lados opostos na série. E os dois pareciam estar se divertindo bastante, assim como o público. Brad Pitt recebeu uma indicação ao Emmy pela participação.

‘The Flash’: Episódio da 6ª temporada dirigido por Danielle Panabaker ganha novas imagens; Confira!

A sexta temporada de The Flash chega em menos de um mês e, para aumentar as nossas expectativas, duas novas imagens do novo ano apareceram nas redes sociais.

As fotos de bastidores elucidam o público acerca do sexto episódio, que será dirigido pela atriz Danielle Panabaker, a qual não é estranha atrás da câmeras, visto que comandou um dos capítulos mais adorados pelos fãs, “Godspeed” (quinta temporada).

Confira:

Veja as fotos promocionais do próximo ciclo:

Os novos episódios da série estão marcados para 08 de outubro, no CW. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

‘Capitã Marvel’: Nova arte revela visual alternativo (e assustador) dos Skrulls

O artista Ian Joyner revelou recentemente em seu Instagram oficial uma arte alternativa para a raça alienígena Skrull, que deu as caras em Capitã Marvel no ano passado – e o design original desses personagens é bem mais assustadora que a versão final.

Confira:

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘O Príncipe Dragão’: Série da Netflix é renovada para mais QUATRO temporadas

Durante o evento virtual da Comic-Con 2020, a Netflix revelou que a aclamada e adorada animação O Príncipe Dragão não apenas voltaria para mais uma temporada, e sim para mais quatro.

A série foi renovada pela plataforma até a sétima iteração e que a narrativa será contínua até o último ano.

O quarto ano, que será o próximo da obra, ainda não tem data de estreia confirmada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana será bem mais complexa que no primeiro filme, revela Gal Gadot

Durante uma recente coletiva de imprensa, Gal Gadot revelou alguns detalhes sobre o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ e de que forma os eventos do primeiro filme implicaram numa transformação radical em Diana Prince.

“No primeiro filme, tivemos o nascimento da Mulher-Maravilha e, pela primeira vez, ela descobre seus poderes. De Diana, ela se tornou Mulher-Maravilha. No primeiro filme, ela olha a humanide de fora, falando abertamente quando as coisas não estão certas e enfatizando como elas deveriam ser. Agora, ela entende completamente as complexidades da raça humana por ser parte deles. Ela já desenvolveu todos os seus poderes e, ainda assim, está sozinha e sofre dos mesmos problemas que todos sofrem. Então tive bastante com que ‘brincar’, foi uma experiência bem diferente do primeiro filme.”

O filme já foi assistido por parte da crítica especializada e conquistou impressões extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Sem identidade ou foco, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ vale a pena pela impecável atuação de Andra Day

Billie Holiday, conhecido alter-ego artístico de Eleanora Fagan, é um dos nomes mais importantes da cultura estadunidense. Ao lado de nomes como Ella Fitzgerald e Dinah Washington, Holiday mudou o escopo musical de sua época e apresentou, bem como suas conterrâneas, uma revolução estilística do jazz – não apenas por seu fraseamento e por suas improvisações, que viriam a influenciar praticamente todos os atos futuros, mas também pelas discussões sociopolíticas que trazia à tona e que permeavam uma plataforma mainstream que boa parte dos negros não tinham à época. Ora, se a canção “Strange Fruit” permanece viva na mente dos apreciadores de música, é em virtude da rendição de Holiday e de uma trama pungente sobre o linchamento da comunidade afrodescendente pelo supremacismo branco.

Nos últimos meses, foi anunciada uma aguardada cinebiografia sobre um período bastante específico de sua vida – restrito ao estrelato, à queda e à relação tóxica com as drogas e com diversos homens que passaram por sua vida. Comandado por Lee Daniels, nome por trás dos aclamados ‘A Última Ceia’ e ‘Empire’, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ despertou um senso de curiosidade crescente entre o público, mas, no final das contas, falhou em cumprir quaisquer das expectativas prometidas; o longa-metragem, pecando em aspectos essenciais, deixou que a performance do elenco roubasse os holofotes, mas a que custo? Afinal, nem mesmo os melhores conseguem se afastar de uma insossa e formulaica história, a qual não faz jus a nenhum dos temas apresentados.

Daniels é conhecido por ser um realizador bastante único que, mesmo não sendo independente, é reconhecido por um estilo que oscila entre o poético e o realismo com fluidez incrível. De qualquer forma, sua última rendição cinematográfica, O Mordomo da Casa Branca, já dava ares de uma inconsistência dramática que viria a se tornar uma bola de neve na presente obra. Honestamente, nem mesmo a técnica artística empregada no filme faz muito sentido, com exceção de breves sequências que não são acompanhadas de uma obviedade de enredo ou de caprichos circinais de uma edição horrível, para dizer o mínimo: desde os momentos iniciais, a montagem de Jar Rabinowitz não tem direção alguma e mistura referências que visam a uma repaginação de ‘Chicago’ e acertam numa novela mais insípida que ‘Burlesque’ (algo chocante, considerando o trabalho de Rabinowitz em ‘8 Mile’ e ‘Réquiem para um Sonho’).

Como se não bastasse, a estrutura panorâmica não é a única a falhar em entregar qualquer resquício de coesão; o roteiro, assinado por Suzan-Lori Parks, insurge como um amontoado de acontecimentos sem distinção de causa e consequência, aglutinando-se em uma massa amorfa que não atinge a completude de um propósito bem-intencionado e digno. Aliás, é um tanto quanto estranho a decisão de Daniels e de sua equipe em adaptar um romance de não-ficção cujo foco é analisar a guerra às drogas nos Estados Unidos e a transformação dos negros em alvo. Claro, Holiday tornou-se um símbolo da comunidade, mas é mencionada brevemente (e com propósitos descritivos) como uma das personalidades que se renderam aos opioides. O motivo pelo qual uma abordagem mais palpável à cantora e compositora não foi abraçada talvez nunca veja a luz do dia, mas merece certa explicação.

Problemas à parte, é notável como a obra tenta ser mais do que consegue e, por essa razão, acaba por afastar espectadores que talvez nunca tenham sequer ouvido uma das canções de Billie. É nesse âmbito que Andra Day se entrega de corpo e alma à persona titular, caminhando trôpega por todas as fases de sua turbulenta vida, fazendo homenagens e buscando inspirações em suas conterrâneas. Day, em seu primeiro papel protagonista, vem do background fonográfico e molda a própria voz em surpreendentes dialogismo e candura com Holiday, como se estivesse cantando para a própria jovem que morreu vítima de sua confiança nas pessoas erradas. Não é com espanto que ela tenha faturado uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, juntando-se a nomes como Lady Gaga e Cher, que também migraram da música à atuação com perfeição.

Acompanhada por nomes como Trevante Rhodes, Natasha Lyonne, Garrett Hedlund, Da’Vine Joy Randolph e Tyler James Williams, Day e o restante do elenco são a força-motriz que se empenha em salvar, a todo custo, a tragédia de um longa-metragem que não prestou atenção aos próprios deslizes. Ao procurar fornecer uma explicação e uma humanização de fatos cruciais para o entendimento da situação segregacionista dos anos 1940, Daniels mergulha na soberba superficialidade do panfletarismo e nem ao menos fecha o ciclo narrativo, como se a luta promovida por Billie e por tantas outras cantoras negras da época não tivessem surtido efeito; mais do que isso, a utilização constante da sépia e de um enlace fotográfico antigo criam um anacronismo doído e que, mais uma vez, não tem necessidade alguma para a compreensão dos eventos.

É infeliz imaginar que ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ poderia ter sido bem diferente do resultado final. Manchado por uma condução descarrilada e se apoiando inteiramente na performance de uma recém-descoberta atriz que terá um futuro brilhante pela frente, o filme morre na praia sem uma identidade para chamar de sua – e dentro de uma tristonha e repetitiva previsibilidade.

‘Everybody’s Talking About Jamie’: Adaptação do musical já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada adaptação do aclamado musical ‘Everybody’s Talking About Jamie’ finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Animação da Pixar ganha teaser novo ADORÁVEL; Assista!

O Disney+ divulgou um novo teaser adorável do aguardado ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar, que será lançada na plataforma de streaming no dia 11 de março.

No filme, “quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam”.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

‘Only Murders in the Building’: 2ª temporada estreia no Star+!

A 2ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘, aclamada série estrelada por Steve MartinMartin Short Selena Gomez, finalmente estreou no Star+.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo chegaram hoje, 28 de junho, à plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que o icônico ator Nathan Lane reprisa seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.

Além de Lane, o próximo ciclo também traz Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingne como Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Dirty Dancing 2’: Jennifer Grey revela que rostos familiares irão aparecer na sequência

Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, clássico dos anos de 1980, que foi estrelado pelo saudoso astro Patrick Swayze, teve sua sequência recentemente anunciada com a confirmação do retorno da atriz original Jennifer Grey como Baby.

Agora, em entrevista ao jornal Extra (via PEOPLE), Grey revelou que as gravações do projeto começarão na próxima primavera norte-americana (isto é, entre março e maio de 2023) e que trará rostos familiares de volta.

“Posso dizer que iremos retornar ao Kellerman’s”, ela comentou, fazendo referência ao cenário do filme original. Ela também comentou que Baby estará “alguns anos mais velha” e que “outros personagens do [longa] original” irão aparecer na história.

Anteriormente, em entrevista à EW, Grey revelou o quão complicado foi fazer uma continuação sem a presença de Swayze, que morreu em virtude de um câncer pancreático, aos 57 anos.

“Nunca haverá outro Johnny”, ela disse, fazendo referência ao personagem interpretado pelo astro. “Nunca haverá outro Patrick. Esta sequência tem que funcionar por conta própria. É bem complicado”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Los Angeles Times, Grey, que também entra como produtora executiva, revelou que está muito interessada em ver como a continuação irá abordar uma narrativa que se passa trinta anos depois da original – e que está muito animada para o resultado.

“Estou muito animada pelo desafio de olhar [para o filme] de um ponto de vista do que acontece quando se passam trinta anos e estamos nos anos 1990”, ela comentou. “O que acontece com a pessoa que teve aquela experiência – o que aconteceu a ela e o que é relevante agora sobre a história original, vista sob um olhar diferente. Acho que, com sorte, [o filme] vai realmente satisfazer sem competir com o primeiro ou fazê-lo melhor que o primeiro. É mais sobre: que história nova pode ser contada?”.

De acordo com o Collider, o novo longa já tem também sua data de estreia programada e será no dia 9 de fevereiro de 2024.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’) é quem vai comandar a sequência pela Lionsgate. A dupla Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, que fez ‘A Maldição da Chorona‘, assina esse novo roteiro.

Vale destacar que o elenco em geral ainda não foi anunciado, até porque as filmagens estão previstas para começar neste ano.

Dirty Dancing se tornou um dos maiores sucessos dos anos 1980, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

O filme também ganhou uma prequel intitulado Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

Chris Pratt está disposto a voltar como Senhor das Estrelas no MCU – mas com uma condição

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ marca o encerramento da adorada trilogia de James Gunn para a Marvel Studios – e traz nossos queridos heróis de volta para uma última aventura.

Agora, em entrevista ao GamesRadar+, o astro Chris Pratt, que interpreta Peter Quill/Senhor dos Estrelas na franquia, revelou que está aberto a retornar mais vezes como o personagem mesmo com Gunn agora responsável pelo comando da DC.

“Seria estranho continuar a história de Peter sem James”, ele disse. “Ele fez um trabalho incrível nos primeiros três filmes. Realmente encontramos a voz de Peter Quill juntos e, sem ele, obviamente, eu nunca teria tido essa oportunidade. Ele escreve, dirige, sonha com a música – é a imaginação dele nas telas”.

Pratt continua: “então, para continuar contando a história, seria muito importante honrar o que ele fez nos filmes e honrar o que os fãs passaram a amar sobre o personagem – e não apenas fazer porque as pessoas pagam, entende?”.

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘The Crown’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 6ª e última temporada do aclamado drama de época The Crown.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Confira:

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ ganha trailer INÉDITO!

Netflix divulgou o trailer inédito de ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman.

A produção tem estreia marcada para o dia 25 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Os 10 Melhores Álbuns NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

8. DOCE 22, Luísa Sonza (2021)

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

7. FUNK GENERATION, Anitta (2024)

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – Thiago Nolla

6. SUPERNOVA, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

5. COR, ANAVITÓRIA (2021)

“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

4. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat (2021)

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, ‘Te Amo Lá Fora’ merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

3. QVVJFA?, Baco Exu do Blues (2022)

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

2. SÓ, Adriana Calcanhotto (2020)

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – Thiago Nolla

1. INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker (2021)

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – Thiago Nolla

‘Mickey 17’: Comédia SCI-FI com Robert Pattinson ganha clipe inédito; Confira!

A Warner Bros. Pictures divulgou um clipe inédito de ‘Mickey 17‘, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) e estrelado por Robert Pattinson.

Confira:

Mickey 17′ estreia dia 06 de março nos cinemas.

O longa é uma adaptação do livro ‘Mickey7, escrito por Edward Ashton

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘Remain’: Thriller ROMÂNTICO de M. Night Shyamalan escala oito novos membros ao elenco

Segundo o Deadlineoito novos atores foram escalados para o elenco de Remain, suspense romântico dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan (‘Armadilha’, ‘Fragmentado’).

As informações indicam que Ashley Walters (‘Adolescência’), Julie Hagerty (‘Uma História de Casamento’), Jay O. Sanders (‘As Três Filhas’), Tracy Ifeachor (‘The Pitt’), Hannah James (‘Mercy Street’), Caleb Ruminer (‘The Irrational’), Kieran Mulcare (‘Jessica Jones’) e Maria Dizzia (‘Orange Is the New Black’) foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’).

O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John’, ‘Um Amor para Recordar’).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

‘Platonic’: Série de comédia com Seth Rogen e Rose Byrne é RENOVADA para a 3ª temporada!

Platonic, elogiada série de comédia estrelada por Rose ByrneSeth Rogen, se tornou uma das produções mais populares da Apple TV – e, agora, os fãs podem celebrar!

A plataforma de streaming confirmou recentemente que a atração foi renovada para a 3ª temporada.

Mais detalhes não foram divulgados.

Confira o anúncio:

A trama gira em torno de dois ex-melhores amigos, que se conheceram na juventude e se reconectam depois de muito tempo, agora como adultos.

Na tentativa de reconstruir a antiga amizade e superar os motivos que os levaram a se afastar, eles percebem porque não deu certo à medida em que suas vidas começam a se desgastar, então eles são obrigados a reavaliarem o plano.

O projeto também marca o reencontro entre a dupla e o diretor Nick Stoller, depois que o trio trabalhou junto em ‘Vizinhos‘ (2014).

Além de escrever, Stoller dirige os episódios.

Diretor anuncia TÉRMINO das filmagens de ‘Sonic 4’ e revela visual do Metal Sonic; Confira!

Ótimas notícias para os fãs da franquia Sonic!

Através do X (antigo Twitter), o diretor Jeff Fowler, que comandou todos os capítulos da adaptação cinematográfica, revelou que as gravações do quarto filme foram oficialmente encerradas.

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores dando destaque ao próprio realizador ao lado do doppelganger robótico do personagem titular, o vilanesco Metal Sonic.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento