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‘Quarteto Fantástico’: Filme de origem pode ser ambientado na década de 1960

É um fato dizer que as adaptações cinematográficas de Quarteto Fantástico não fizeram o sucesso prometido – muito pelo contrário: desde a primeira investida em 1994 até o completo fracasso com o reboot de 2015, ficou bem claro que o time de heróis precisava de uma obra que lhes honrasse.

Talvez agora isso mude, visto que as propriedades intelectuais dos personagens retornaram à Disney com a compra da Fox e, consequentemente, para a Marvel, indicando que o grupo agora entrará para o MCU. Aliás, o longa-metragem introduzindo-os ao panteão já está em desenvolvimento, como Kevin Feige confirmou durante aparição na San Diego Comic-Con 2019 no último final de semana.

E isso não é tudo: segundo fontes próximas ao site We Got This Covered, a Marvel tem uma história de origem pronta que terá inspiração nos personagens que já existem no MCU. O Quarteto será estabelecido em meados da década de 1960, contemporâneos ao Homem-Formiga e à Vespa originais.

Logo, é quase óbvio questionar onde esses personagens estavam esse tempo todo – e a resposta, ainda de acordo com a fonte, é de que Reed, Sue e o restante do time estariam presos na Zona Negativa durante décadas. Quando conseguem escapar, se veem nos dias atuais sem ter envelhecido um dia sequer.

O site CBN também especula que a introdução do Quarteto seria acompanhada de Aniquilador – o principal antagonista da Zona Negativa – como o super-vilão a ser enfrentado. Inclusive, Mark Hamill poderá dar vida a esse personagem em Guardiões da Galáxia Vol. 3.

Acredita-se que o longa-metragem chegará na Fase 5 da Marvel, indicando estreia entre 2022 e 2013.

‘Katy Keene’ trilha seu próprio caminho na sinopse do novo episódio

Katy Keenespin-off de Riverdale, estreia em algumas semanas e, agora, a The CW divulgou a sinopse oficial do segundo episódio (“Chapter Two: You Can’t Hurry Love”).

Confira:

“Com a vida pessoal de Katy confinada em um padrão – que todos parecem conhecer graças ao blog jornalístico de Pepper -, ela não consegue nem mesmo escapar disso em seu trabalho. Josie encontra um trabalho para ajudá-lo a pagar as contas, além de conseguir um turno extra em uma loja de CDs, rapidamente descobrindo que ela pode vir à falência. Por causa da explosão de Jorge em sua última audição, ele se vê sozinho dentro da comunidade da Broadway. Depois de implorar por mais uma chance, ele deve decidir se desistirá da carreira performática como Ginger.”

Programada para chegar às telinhas no dia 06 de fevereiro, a produção recebeu uma adição de 13 novos episódios em sua primeira temporada.

Confira o trailer da série:

O elenco conta com Lucy Hale como a protagonista, bem como Jonny Beauchamp, Ashleigh MurrayZane Holtz, Katherine LaNasa, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount.

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

‘Lucifer’: Episódio noir da 5ª temporada ganha imagens promocionais; Confira!

A 5ª temporada de Lucifer chega em breve à Netflix e, por enquanto, sabe-se que o novo ciclo terá um episódio noir – ou seja, que resgata o estilo estético do gênero detetivesco dos anos 1940 e 1950.

Agora, a plataforma divulgou inúmeras imagens promocionais do capítulo em questão.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 21 de agosto.

Lembrando que o próximo ano será dividido em duas partes, cada qual com oito episódios.

Além disso, o TV Line confirmou que Tom Ellis assinou um contrato com a Netflix para retornar ao papel principal na 6ª temporada.

Além de Ellis, o elenco principal também deve retornar para os novos episódios, que devem ser gravados a partir de setembro, caso a pandemia do Coronavírus esteja controlada.

Em entrevista ao portal, Modrovich e Joe Henderson confirmaram que a 6ª temporada já está em desenvolvimento, com os roteiros em fase de pré-produção.

Maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão de estreia, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que as gravações começarem.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘Relatos do Mundo’: Tom Hanks explica a história do drama faroeste em novo vídeo LEGENDADO de bastidores

Universal Pictures divulgou o featurette oficial LEGENDADO do drama faroeste Relatos do Mundo, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Paul Greengrass.

Confira, junto ao trailer:

Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.

Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.

O longa chega aos cinemas brasileiros em 2021.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha cartaz destacando o novo Capitão América; Confira!

Disney+ divulgou através do Twitter mais um cartaz oficial da aclamada série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, destacando Wyatt Russell como o novo Capitão América.

Além disso, há um novo vislumbre do novo Capitão América (Wyatt Russell). 

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido na sexta que vem, dia 02 de abril.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Esticando a Festa’: Comédia com Victoria Justice e Midori Francis ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de Esticando a Festa (‘Afterlife of the Party’), nova comédia estrelada por Victoria JusticeMidori Francis.

Confira:

O filme é dirigido por Stephen Herek (‘101 Dálmatas’), com roteiro assinado por Carrie Freedle.

A super sociável Cassie passa pela experiência mais estraga-prazeres de todas: morrer durante a semana de aniversário. Para sua surpresa, ela ganha uma segunda chance para corrigir os erros na Terra, se reconectar com aqueles que ama e, mais importante, provar que merece entrar para a sala VIP do além-vida.

Adam GarciaSpencer Sutherland completam o elenco.

Esticando a Festa estreia no dia 02 de setembro.

‘Round 6’: Oh Yeong-su leva a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante em Série no Globo de Ouro de 2022

Os vencedores do Globo de Ouro 2022 já estão sendo anunciados e Round 6 acabou de faturar sua primeira estatueta.

O prêmio foi dado a Oh Yeong-su, intérprete do antagonista Oh Il-nam na aclamada produção da Netflix.

Para quem ainda não assistiu ‘Round 6, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Confira a nossa crítica da série:

 

Madonna divulga nova versão de “Deeper and Deeper” para o compilado ‘Finally Enough Love’; Ouça!

A rainha do pop Madonna divulgou recentemente uma nova versão da icônica faixa “Deeper and Deeper”, produzida por David Morales.

A faixa fará parte do compilado Finally Enough Love: 50 Number Ones’, que promove uma retrospectiva dos maiores hits de sua carreira.

A versão original integrou o lendário álbum ‘Erotica’, lançado em 1992, e é descrita segundo o nosso Thiago Nolla como uma “mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade”.

Confira:

O compilado em questão foi curado pela própria cantora e compositora e funcionará como um compilado de suas 50 canções que alcançaram o 1º lugar da parada Dance Club Songs, da revista supracitada no primeiro parágrafo.

A coleção será lançada primeiramente em uma edição de 16 faixas no dia 24 de junho, nas plataformas de streaming. Em 19 de agosto, as versões de 16 e de 50 faixas estarão disponíveis nos streamings, em CD físico e em vinil.

Dentre as faixas selecionadas, teremos títulos como “Vogue”“Like a Prayer”“Music”“Hung Up”.

Confira a tracklist das duas versões abaixo:

Finally Enough Love (pre-order)
Standard 16-track album
Streaming version out June 24
1-CD, 2-LP and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
2. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
3. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
4. “Express Yourself” (Remix/Edit)
5. “Vogue” (Single Version) +
6. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
7. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
8. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
9. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
10. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
11. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
12. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) °+
13. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
14. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
15. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
16. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

Finally Enough Love: 50 Number Ones (pre-order)
Deluxe 50-track album
3-CD, 6-LP, streaming and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Holiday” (7” Version) +
2. “Like A Virgin” (7” Version)
3. “Material Girl” (7” Version)
4. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
5. “Open Your Heart” (Video Version) +
6. “Physical Attraction” (You Can Dance Remix Edit) +#
7. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
8. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
9. “Express Yourself” (Remix/Edit)
10. “Keep It Together” (Alternate Single Remix) *+
11. “Vogue” (Single Version) +
12. “Justify My Love” (Orbit Edit)
13. “Erotica” (Underground Club Mix)
14. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
15. “Fever” (Radio Edit) +
16. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
17. “Bedtime Story” (Junior’s Single Mix)
18. “Don’t Cry For Me Argentina” (Miami Mix Edit)
19. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
20. “Ray Of Light” (Sasha Ultra Violet Mix Edit) +#
21. “Nothing Really Matters” (Club 69 Radio Mix) +
22. “Beautiful Stranger” (Calderone Radio Mix)
23. “American Pie” (Richard ‘Humpty’ Vission Radio Mix)
24. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
25. “Don’t Tell Me” (Thunderpuss Video Remix) +#
26. “What It Feels Like For A Girl” (Above And Beyond Club Radio Edit)
27. “Impressive Instant” (Peter Rauhofer’s Universal Radio Mixshow Mix) +#
28. “Die Another Day” (Deepsky Radio Edit) +#
29. “American Life” (Felix Da Housecat’s Devin Dazzle Edit) *+
30. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
31. “Me Against The Music” (Peter Rauhofer Radio Mix) + – Britney Spears featuring Madonna
32. “Nothing Fails” (Tracy Young’s Underground Radio Edit) *+
33. “Love Profusion” (Ralphi Rosario House Vocal Edit) +#
34. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
35. “Sorry” (PSB Maxi Mix Edit) +#
36. “Get Together” (Jacques Lu Cont Vocal Edit) +
37. “Jump” (Axwell Remix Edit)
38. “4 Minutes” (Bob Sinclar Space Funk Edit) + – featuring Justin Timberlake & Timbaland
39. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) +#
40. “Celebration” (Benny Benassi Remix Edit)
41. “Give Me All Your Luvin’” (Party Rock Remix) – featuring LMFAO & Nicki Minaj
42. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
43. “Turn Up The Radio” (Offer Nissim Remix Edit) *+#
44. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
45. “Ghosttown” (Dirty Pop Intro Remix)
46. “Bitch I’m Madonna” (Sander Kleinenberg Video Edit) +# – featuring Nicki Minaj
47. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
48. “I Rise” (Tracy Young’s Pride Intro Radio Remix)
49. “Crave” (Tracy Young Dangerous Remix) – with Swae Lee
50. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

‘Recomeço’: Minissérie romântica estrelada por Zoë Saldaña já está disponível na Netflix!

A minissérie de romance ‘Recomeço‘, estrelada por Zoë Saldaña (‘Avatar’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 21 de outubro na plataforma de streaming.

Uma artista encontra o amor na Itália e embarca em uma transformadora jornada de perda, resiliência e esperança que vai ultrapassar culturas e continentes.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Attica Locke e Tembi Locke, que também escreveu o livro From Scratch: A Memoir of Love, Sicily, and Finding Home, no qual o projeto é baseado.

O elenco ainda conta com Eugenio Mastrandea, Keith David, Danielle Deadwyler, Judith Scott, Kellita Smith, Lucia Sardo, Paride Benassai e Roberta Rigano.

Amityville – O Despertar | Um dos PIORES filmes da franquia de terror faz 6 anos em 2023

Na última década, a indústria cinematográfica hollywoodiana passou por uma hiperssaturação de um gênero narrativo que definitivamente já deu o que tinha que dar: os remakes. As inúmeras e imparáveis releituras de clássicos do cinema atingiram números escandalosos e, em sua maior parte, não se provaram dignas de seus originais – claras e indiscutíveis exceções incluem a recente duologia It: A Coisa’ e levemente a roupagem pop de A Bela e a Fera’. Entretanto, mesmo com a incessante queda nos clichês tanto imagéticos quando dialógicos, a busca por algo original continua – e, seis anos atrás, viemos o que apenas podemos chamar de “fundo do poço” das produções audiovisuais contemporâneas: Amityville – O Despertar’.

Nessa tentativa de reviver os eventos da pequena cidade que empresta o nome ao título, Belle (Bella Thorne) e sua família se mudam para o casarão conhecido por seu passado sangrento sem realmente conhecê-la. Ela, sua mãe Joan (Jennifer Jason Leigh) e seus irmãos Juliet (Mckenna Grace) e James (Cameron Monaghan), são recebidos com grande felicidade pela tia Candice (Jennifer Morrison), a qual já de cara parece esconder alguma coisa, apesar de não sabermos o quê. Bom, este é o prólogo do filme; o resto é tão previsível quando o final de uma comédia romântica adolescente de baixo orçamento. Os atuais moradores da casa serão assombrados por uma força maligna e antiga que tentará reacender os mesmos eventos ocorridos há quarenta anos no mesmo local. 

Grosso modo, não há nada que se salve nessa pútrida tentativa de honrar a franquia original de terror. Nem mesmo os filmes predecessores fizeram um trabalho digno o suficiente e que explorasse de forma convincente e assustadora a mitologia por trás da casa, incluindo a existência do Quarto Vermelho – aparentemente responsável por incitar o mais fraco dos habitantes da casa a assassinar sua família. Seu preciosismo cênico, o qual tenta inclinar-se para estilos próprios de outros diretores do gênero como James Wan ou até mesmo o falecido Wes Craven são risíveis, seja pela má condução atmosférica ou pelas composições metamórficas que transformam os cenários principais em algo praticamente irreconhecível. E isso não ocorre apenas à medida em que a narrativa procura acertar seu tom, mas sim durante todos os angustiantes 97 minutos de duração. 

Caso Amityville – O Despertar’ se restringisse apenas à criação de uma obra nostálgica, os danos colaterais dessa presunção cinematográfica praticamente não existiriam. Mas a praticamente inexistente homenagem do diretor Franck Khalfoun à franquia deixa tudo ainda mais insosso – e ainda nem entrei no âmbito narrativo. A câmera por muitas vezes não sabe que posição adotar e parece não ter um foco, sendo utilizada tanto como perspectiva subjetiva, adotando um falho tom intimista, ou alternando entre múltiplos planos gerais e fechados dentro de uma montagem frenética que não chega a lugar nenhum. Afinal, o próprio tom da cena, aliado a determinados diálogos, não segue a mesma identidade que o que nos é apresentado – e a montagem também não auxilia nesse processo: as quebras são feitas de forma tão brusca que a linha entre realidade e ficção se torna cada vez mais espessa, impedindo que o espectador consiga mergulhar no filme.

Por incrível que pareça, esses não são os deslizes que mais incomodam; o desperdício de seu elenco é, sem sombra de dúvida, o grande erro imperdoável do filme, visto que todos os seus atores e atrizes principais têm sua gama de participações em obras de terror, drama e suspense para fornecerem performances consideráveis, ainda que dentro de uma bolha fracassada. Jason Leigh é a que mais desaponta: depois de seu sucesso em Os Oito Odiados’, entregando-se ao papel de Daisy Domergue com uma crueza assustadora, ela pareceu deixar-se levar pelo comodismo em cena, renegando o personagem que lhe foi designado. Joan, a suposta matriarca da família, está insanamente perdida dentro do contexto que está inserida, com trejeitos pueris que não deveriam existir pela simples inexistência de tal abertura. Sua passividade nas sequências de maior tensão é mais tenebrosa que os eventos sobrenaturais – exceto por alguns momentos de ápice emocional que a deixam ainda mais jogada.

Thorne talvez seja a que mais consegue se conectar com o papel, principalmente se levarmos em consideração sua participação na série Scream’, derivada livremente da franquia Pânico’. Apesar de encarnar uma adolescente preocupada tanto com o irmão gêmeo James, que está num estado de coma desde o trágico acidente que culminou em sua queda do terceiro andar de um prédio, quanto com a estabilidade emocional dos outros membros da família, em nada é ajudada pelas insalubres falas autoexplicativas e convencionais para o tipo de estereótipo mal formulado que representa dentro dos clichês de terror. Ela se inicia como a descrente, até ser protagonista de acontecimentos a priori assustadores com a casa, incluindo sonhos com a recuperação total de James e aparições de um espírito desgarrado.

É complicado salvar qualquer cena que exista dentro do filme, exceto pela medíocre e eventualmente cômica sequência em que Belle e seus amigos irão assistir ao filme Horror em Amityville e discorrem sobre como remakes são desnecessários e “sempre muito ruins”. A própria autoafirmação metalinguística, apesar da obviedade, não deixa de arrancar algumas risadas por parte do público e ajuda a amenizar a pequenez presunçosa do longa-metragem.

Amityville – O Despertar’ é um filme que felizmente nos faz acordar para o momento em que ainda estamos: as incessantes e inúmeras tentativas de recuperar uma franquia saturada de produtos medianos ou ruins. Apesar da mitologia e dos acontecimentos supostamente verídicos, essa série fílmica parece estar amaldiçoada e fadada ao fracasso. Podemos esperar duas coisas: mais uma continuação (o que parece improvável, levando em conta que seu lançamento nos Estados Unidos foi cancelado), ou uma desistência mais que necessária para preservar o que restou de um passado nem tão glorioso assim.

Ryan Reynolds quer que Walker Scobell, de ‘Percy Jackson’, participe de ‘Deadpool 3’ como o Kidpool

A sequência Deadpool 3’ já foi confirmada pela Walt Disney Studios e, pouco a pouco, rumores sobre o longa-metragem vão ganhando força nas redes sociais.

O mais recente deles envolve um vídeo postado por um usuário do Twitter, expressando esperanças de que Ryan Reynolds, intérprete do personagem titular, tenha convidado Walker Scobell (‘Percy Jackson e os Olimpianos’) para interpretar Kidpool na continuação. E os boatos foram ainda mais alimentados quando o próprio Reynolds curtiu a publicação.

Confira:

Vale lembrar que Reynolds e Scobell trabalharam juntos no sci-fi ‘O Projeto Adam’, da Netflix.

De acordo com o DisInsider, ‘Deadpool 3‘ vai contar com surpreendentes participações especiais além do Wolverine (Hugh Jackman), dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar seu papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O vídeo aponta que:

“Neste momento, tudo isso não está confirmado. Deixe-me repetir isso, tudo não confirmado antes que isso exploda no Twitter, mas ouvimos esses nomes de várias fontes. Brian Cox como William Striker, Halle Berry como Tempestade, Owen Wilson como Mobius, Famke Jensen como Jean Grey, Lewis Tan como Shatterstar, Channing Tatum como Gambit, Ben Affleck como Demolidor, Taylor Swift como Dazzler, Taron Egerton como um Wolverine diferente, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff, Tara Strong como Srta Minutos, Tom Hiddleston como Loki, Dafne Keen como Laura Howlett/X23, Rebecca Romijn como Mística, Julian McMahon como Doutor Destino, Patrick Stewart como Professor X e Ian McKellen como Magneto. Nada está confirmado, mas seria insano se todos estivessem neste filme.”

Infelizmente, o lançamento agendado para 03 de maio de 2024 pode estar enfrentando um possível adiamento. Isso é sugerido por informações obtidas de uma planilha de resultados financeiros da Disney.

Uma análise da lista de lançamentos programados para o primeiro semestre de 2024 não inclui a sequência de ‘Deadpool‘. Isso pode indicar que o filme foi removido da programação original ou realocado para uma data posterior, que ainda será anunciada.

O adiamento, caso confirmado, não seria surpreendente, considerando que a produção de ‘Deadpool 3‘ foi interrompida devido à greve do SAG-AFTRA (Sindicato dos Atores de Hollywood), e não há uma previsão exata para o retorno das filmagens.

A paralisação ocorre após as negociações com a AMPTP, associação de produtores, não terem resultado em um acordo satisfatório sobre os novos contratos.

Essa greve marca um momento histórico, uma vez que é a primeira vez em mais de 60 anos que tanto os atores quanto os roteiristas (Writer’s Guild of America) entram em greve simultaneamente.

Durante esse período de paralisação, os atores estão proibidos de filmar longas-metragens ou produções para a televisão, participar de coletivas de imprensa ou estreias em tapetes vermelhos, além de promover qualquer trabalho durante a San Diego Comic-Con deste ano.

Vale lembrar que a Marvel Studios antecipou ‘Deadpool 3‘ para 3 de maio de 2024. Anteriormente, o longa estava previsto para 8 de novembro de 2024.

Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Mercenário Tagarela causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

SAG Awards 2024 | ‘Succession’ conquista o prêmio de Melhor Elenco em Série de Drama

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ chegou ao fim e se tornou uma das melhores incursões televisivas dos últimos anos.

Durante o anúncio de vencedores ao SAG Awards 2024, a produção levou o prêmio de Melhor Elenco em Série de Drama.

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘The Umbrella Academy’: Vídeo nos leva aos bastidores da 4ª e ÚLTIMA temporada; Confira!

A 4ª e última temporada de The Umbrella Academy chega esta semana ao catálogo da Netflix e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores dos próximos episódios.

O ciclo de encerramento será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 08 de agosto.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

https://youtu.be/oOFIxbotYCU?si=hZfLzAo7alF0ywYq

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist’), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

Crítica | Leigh Whannell reaviva clássica história de monstros com o sinestésico ‘Lobisomem’

Em 2020, Leigh Whannell dava vida a um dos filmes de terror mais aclamados da década – ‘O Homem Invisível’. Desvencilhando-se das fórmulas do gênero e construindo um suspense atmosférico que inclusive apostou fichas em temáticas como abuso psicológico e relacionamento tóxicos, Whannell mostrou que veio para revitalizar um gênero já maculado com produções repetitivas e formulaicas, deixando claro que sempre é possível apresentar novas perspectivas a narrativas clássicas. Agora, cinco anos depois de uma obra-prima que, de fato, merecia mais atenção, ele nos convida para mais um icônico conto sobrenatural com ‘Lobisomem’.

A trama é centrada em Blake (Christopher Abbott), um homem marcado por traumas de uma infância conturbada que volta para a casa de sua família no interior de Oregon após a morte do pai. Realocando-se para a fazenda que pertencia ao falecido patriarca ao lado de sua esposa Charlotte (Julia Garner) e da filha Ginger (Matilda Firth), ele descobre que segredos de décadas atrás ainda se escondem pela densa e obscura floresta que cerca a fazenda – incluindo uma criatura mortal que estava na mira do pai três décadas atrás e que, ao que tudo indica, permanece viva e sedenta por sangue.

Homem ferido caído no chão, braço estendido

Após chegarem a Oregon, Blake e sua família cruzam caminho com esse monstro e, a princípio sem perceber, o nosso protagonista se fere pelas garras de um ser metade lobo e metade homem. À medida que tenta proteger Charlotte e Ginger, ele percebe que, na verdade, o ferimento o está transformando, gradativamente, em uma criatura similar – dando início e continuidade a um reino de terror e caos que pode colocar em xeque a vida de todos. E é dessa maneira que a atemporal mitologia envolvendo os lobisomens e até mesmo os licantropos ganha um capítulo ao mesmo tempo mimético e original – garantindo uma experiência sinestésica aos espectadores, por mais que certas falhas despontem aqui e ali.

Antes de mais nada, é preciso notar que ‘Lobisomem’ não é um filme de terror, por assim dizer. Seguindo os passos de sua obra predecessora, Whannell traz à tona elementos do suspense para construir uma derradeira ambientação de angústia e medo, permitindo que a redonda narrativa transforme-se em um espetáculo visual. Em outras palavras, não espere uma contagem significativa de mortos ou uma quantidade exagerada de sangue, porque essa não é a ideia por trás do projeto. Ao trazer aspectos do body horror e aliá-los a efeitos especiais práticos e que remontam a obras dos anos 1980 e 1990, por exemplo – bem como às primeiras versões desse enredo bastante popular -, o cineasta nos convida para uma jornada burlesca e expressionista que pega convencionalismos e os remonta a seu bel-prazer, seja na escura e mística fotografia que permeia o casarão da família, seja na monocromática paleta de cores que auxilia na construção de um claustrofóbico cenário a céu aberto.

lobisomem

Diferente de ‘O Homem Invisível’, Whannell não quer utilizar o gênero como plataforma para críticas sociais, e sim arquitetar um conto com começo, meio e fim prático e que entrega exatamente o que promete. O realizador, também responsável pelo roteiro ao lado de Corbett Tuck, promove uma modernização inspirada que serve como carta de amor a obras similares e que estende-se por breves cem minutos de tela – impedindo que “barrigas” sejam criadas e suprimindo quaisquer excessos desnecessários. Afinal, essa frenética experiência cinematográfica não demora muito para nos fisgar, contando com sequências bem coreografadas que discorrem ao longo de uma noite e que usam pequenas explicações e backstories para fornecer um pouco de complexidade aos personagens – e que, num âmbito macrocósmico, fazem sentido dentro dos arcos delineados.

Se Whannell acerta em cheio em boa parte do que pretende fazer, o elenco tem espaço de sobra para brilhar com performances incríveis. Garner já nos encantara com sua versatilidade invejável em títulos como Ozark e ‘Inventando Anna’, e aqui rende-se a uma potente interpretação que presta homenagens às scream queens da sétima arte; a jovem Firth emerge como um emblema para as precoces crianças de filmes de terror e deixando que suas cruas emoções tomem espaço. Porém, é Abbott quem domina as telas ao transmutar-se no monstro titular se precisar abrir a boca – e carregando no olhar as mágoas de um passado não muito distante que humanizam uma das criaturas mais icônicas do cinema.

lobisomem

O longa não é destituído por completo de equívocos, boa parte restrita ao roteiro. Algumas escolhas de tom maculam o escopo de Whannell, principalmente quando resolvem se voltar para o drama familiar e culminam em um novelesco punhado de diálogos clichês e quase risíveis. É claro que tais deslizes são ofuscados, em sua maioria, pelas engrenagens que de fato funcionam na estrutura da obra – mas, às vezes, é impossível não pensar que alguns deles poderiam ter sido apagados através de uma cautela artística mais concisa.

Com ‘Lobisomem’, Leigh Whannell reitera sua habilidade e sua paixão por filmes de terror ao não se deixar levar pela ambição desmedida e garantir um entretenimento aprazível e satisfatório. Mesmo com erros pontuais, o filme reaviva um centenário imaginário popular através de uma sinestesia ímpar e envolvente.

Crítica | ‘Predador: Assassino de Assassinos’ é um visceral ESPETÁCULO artístico e uma das melhores animações do ano

A saga de ação sci-fi ‘Predador’ teve início em 1987 e acompanhou o sucesso iminente que ‘Alien, o 8º Passageiro’ e sua sequência, ‘Aliens: O Resgate’, trouxeram para o gênero de ficção científica. Com o sucesso do primeiro filme, uma franquia multimidiática ganhou forma, estendendo-se para diversas produções que culminaram na elogiada pré-sequência O Predador: A Caçada’, em 2022. Não é surpresa, pois, que a revitalização desse icônico universo viria acompanhado de inúmeras surpresas – como é o caso da animação Predador: Assassino de Assassinos, que chegou ao catálogo do Disney+ no último dia 6 de junho.

Trazendo Dan Trachtenberg de volta à cadeira de direção após ‘A Caçada’ e nos preparando para o vindouro ‘Predador: Terras Selvagens’, o breve longa-metragem é uma grata surpresa do cineasta e insurge como uma das melhores animações não apenas do ano, como da década – expandindo-se em três histórias antológicas que convergem para um mesmo ponto e que refletem o contínuo legado deixado pela franquia. E, contando com um cuidado estético e narrativo impecável que não apenas deve agradar aos fãs de longa data, mas à nova geração que, pouco a pouco, vai se apaixonando por esse enredo, o resultado é muito mais aprazível do que imaginávamos e nos envolve do começo ao fim, nos fazendo ansiar por mais.

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O projeto divide-se em quatro partes muito bem delineadas: a primeira delas nos leva para a Escandinávia do século IX, acompanhando a guerreira viking Ursa (Lindsay LaVanchy), que promove uma investida contra o povo Krivichi a fim de encontrar seu líder, o impiedoso Chefe Zoran, para vingar a morte do pai e honrar seu próprio legado antes de se juntar a ele em Valhalla – até, é claro, se tornar alvo de um perigoso Predador. Convidando-nos a navegar pela polvorosa cultura nórdica que tanto inspirou e continua inspirando realizadores ao redor do mundo, Trachtenberg une-se a um time muito competente de animadores para garantir o máximo aproveitamento em uma épica e sangrenta jornada que se repete nos dois capítulos subsequentes.

Pouco depois, somos transportados ao Japão Imperial, acompanhando os irmãos Kenji e Kiyoshi (ambos interpretados por Louis Ozawa), filhos de um chefe de guerra samurai que se veem separados pelas circunstâncias de uma vida marcada pelo combate e pela resiliência. Aqui, Kenji, tendo permanecido em exílio como um shinobi (um andarilho deserdado que funciona como espião e assassino), retorna para o império recém-adquirido de Kiyoshi para enfrentá-lo e recuperar sua glória – e se vê no centro de uma batalha cujo principal inimigo é uma perigosa criatura capaz de se tornar invisível que, eventualmente, sofre a ira dos dois irmãos.

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A terceira parte nos leva para 1942, no auge da II Guerra Mundial, e acompanha Torres (Rick Gonzalez), um piloto que tenta ao máximo provar seu valor não apenas para seu batalhão, mas para o pai, e acompanha seus colegas de guerra em uma investida contra uma nave espacial controlada por um impiedoso Predador que os elimina um a um (e tudo isso em meio à conhecida Batalha do Atlântico). Seguindo os passos de Ursa e Kenji, Torres derrota o Predador; porém, o que ele não esperava é que seria abduzido por sentinelas e asseclas de um Chefe Predador, sendo induzido ao sono criogênico até acordar em um planeta distante ao lado dos outros guerreiros, em uma arena de gladiadores onde devem se enfrentar até a morte (e que nos introduz ao capítulo final dessa incrível epopeia).

Trachtenberg encontra sucesso absoluto em delinear cada um dos capítulos com o máximo de potência e de apreço pela própria saga, garantindo que as sequências de ação tenham aspectos em comum e sejam diferentes entre si – marcada pelo proposital excesso de violência e de sangue que nos deixa em choque da melhor maneira possível. A cautela estética é inegável, e contribui para transformar o que poderia ser apenas mais uma entrada do universo ‘Predador’ em um espetáculo incomparável e instigante (que peca apenas pela curta duração). E, em colaboração ao roteiro de Micho Robert Rutare, percebemos a construção de jornadas do herói reformuladas que apostam fichas no classicismo aventureiro e numa originalidade única que não escorrega em quase nenhum momento.

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Benjamin Wallfisch, fazendo sua estreia no cenário animado, encontra uma maneira impecável de transformar a trilha sonora em parte ativa da narrativa, como se ela posasse como um personagem coadjuvante que impulsiona os objetivos e as motivações dos nossos protagonistas. E, como percebemos, essa tarefa não é nem um pouco difícil, considerando que Wallfisch assinou a trilha de aclamadas obras sci-fi, incluindo ‘Blade Runner 2049’, ‘O Homem Invisível’ e ‘Alien: Romulus’. Seguindo os passos da estrutura fílmica quatripartida, ele busca os tambores de guerra escandinavos, as notas fabulescas do shakuhachi e o clássico jazz dos anos 1940 como ponto de partida para orquestrações épicas práticas e vibrantes.

Predador: Assassino de Assassinos não apenas sagra-se como uma das melhores animações dos últimos anos, como também um dos capítulos mais bem delineados dessa memorável e adorada saga – mostrando que, mesmo quatro décadas depois de seu início, ainda há muito para se contar.

O PESADELO continua no novo trailer de ‘Five Nights at Freddy’s 2’; Confira!

Universal Pictures divulgou o novo trailer oficial da aguardada sequência ‘Five Nights at Freddy’s 2’.

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 4 de dezembro.

Confira:

Em 2023, o fenômeno de bilheteria do terror da Blumhouse, Five Nights at Freddy’s — baseado na famosa série de jogos de Scott Cawthon — se tornou o filme de terror de maior bilheteria do ano. Agora, um novo e chocante capítulo do terror animatrônico começa.

Um ano se passou desde o pesadelo sobrenatural na Freddy Fazbear’s Pizza. As histórias sobre o que aconteceu lá foram distorcidas e viraram uma lenda local exagerada, inspirando o primeiro Fazfest da cidade.

O ex-segurança Mike (Josh Hutcherson) e a policial Vanessa (Elizabeth Lail) esconderam a verdade da irmã de 11 anos de Mike, Abby (Piper Rubio), sobre o destino de seus amigos animatrônicos.

Mas quando Abby foge para se reconectar com Freddy, Bonnie, Chica e Foxy, isso desencadeia uma série assustadora de eventos, revelando segredos sombrios sobre a verdadeira origem da Freddy’s — e libertando um horror há muito esquecido, escondido por décadas.

Skeet Ulrich foi confirmado no elenco e voltará a contracenar com Matthew Lillard, seu parceiro de cena em ‘Pânico‘ (1996), filme que os consagrou como ícones do terror slasher nos anos 1990.

Ainda não há detalhes oficiais sobre o personagem que Ulrich interpretará, mas espera-se que ele desempenhe um papel central na nova fase da história, que promete expandir o universo sombrio e animatrônico de Freddy Fazbear’s Pizza. Lillard, que apareceu no primeiro filme como William Afton — o grande vilão da franquia — deve ter participação ainda mais destacada na sequência.

O primeiro ‘Five Nights at Freddy’s‘ estreou em 2023 e se tornou um sucesso de bilheterias, arrecadando mais de US$ 280 milhões mundialmente, mesmo com lançamento simultâneo na plataforma Peacock. O filme superou as expectativas da Universal e da Blumhouse e garantiu rapidamente a aprovação para uma continuação.

 

O elenco conta com o retorno de Josh Hutcherson, Elizabeth Lail, Piper Rubio e Matthew Lillard, além de introduzir Mckenna GraceWayne KnightMegan Fox.

Emma Tammi retorna à direção.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ ganha cartazes BELÍSSIMOS durante a #CinemaCon 2026; Confira!

A divulgação de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, longa que inaugura o aguardado novo ciclo do herói no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), ganhou força total nesta semana com a CinemaCon 2026.

CinePOP está in loco em um dos maiores eventos cinematográficos do ano e, durante o painel do filme, a Sony Pictures divulgou dois cartazes inéditos da vindoura sequência.

Confira:

Lembrando que embora a trama prometa ser emocionalmente densa, o astro revelou em entrevista à revista GQ que o filme recebeu ajustes para resgatar a leveza característica do personagem.

Segundo Holland, o processo de regravações e revisões de roteiro serviu para “polir” o que já estava sólido, trazendo mais camadas de comédia e aprofundando as motivações do vilão desta edição.

“Posso afirmar que as coisas que estamos fazendo, não precisamos”, explicou o ator. “[‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’] funciona e brilha como é. Estamos apenas adicionando algumas camadas no bolo, em certas áreas. Estamos encontrando formas de acrescentar um pouco mais de humor. Estamos esquadrinhando o arco do vilão de uma maneira nova e algumas coisas bem divertidas”.

Sob a direção de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

Dwayne Johnson pode retornar em ‘Velozes e Furiosos 10’, segundo produtor

Desde a briga entre Vin Diesel e Dwayne Johnson nos bastidores da franquiaVelozes e Furiosos, os fãs continuam imaginando como a relação entre os astros pode afetar o futuro dos filmes.

Em entrevista à Variety, o produtor de ‘Hobbs & Shaw’, Hiram Garcia, foi evasivo sobre o assunto, mas mantém esperanças de que Johnson possa retornar às principais sequências após Velozes e Furiosos 9’.

“Tudo é possível, meu amigo. Tudo é possível”, respondeu. “É show business!”

Garcia também falou sobre o que a equipe criativa espera fazer com os próximos filmes.

“Nós apenas fizemos [‘Hobbs & Shaw’] fora de ordem. Considerando o universo ‘Vingadores’ e a Marvel, eles começaram com seus filmes solo até chegarem aos ‘Vingadores’, nós começamos com nossos ‘Velozes e Furiosos’ e agora iniciamos os filmes solo. Mas é para expandir a franquia. Temos planos para o 10, mas quem não quer um 11, 12 e 13, assim por diante?”

Para quem não se lembra, Diesel e Johnson brigaram durante as filmagens de Velozes e Furiosos 8‘, e ainda não se reconciliaram.

‘Hobbs & Shaw’ chega aos cinemas nacionais em 1º de Agosto de 2019.

A trama acompanha Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.

A direção ficar por conta de David Leitch (Deadpool 2‘) e o roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9′ – que estreia em 10 de abril de 2020. Confira o trailer:

‘Venom’ da vida real é flagrado em vídeo BIZARRO e intriga os fãs; Confira!

Um misterioso vídeo publicado Twitter está mexendo com a curiosidade dos internautas, pois mostra uma estranha gosma preta semelhante ao simbionte do ‘Venom‘.

O curioso é que a gosma parece estar viva e até se contorce depois que é tocada.

Até o momento, não foi revelado o que é a substância grudenta e nem qual é sua origem. No entanto, não há como saber a veracidade do vídeo.

Confira:

O vídeo já foi compartilhado por diversos usuários das redes sociais e continua intrigando pela falta de respostas.

Falando nisso, um fã publicou uma incrível arte conceitual de ‘Venom 2‘, mostrando o anti-herói em uma intensa luta contra o Carnificina.

A imagem faz referência a uma clássica HQ, intitulada ‘Venom: Carnificina à Solta‘, do quadrinista Andrew Wildman.

Confira e compare:

“A maioria de vocês já deve ter visto algumas fotos vazadas do trailer de ‘Venom 2‘. Para ser sincero, o simbionte do Carnificina parece idêntico aos quadrinhos e eu estou louco para ver o vilão arrancar o simbionte do corpo de Eddie Brock. Então eu desenhei uma cena inspirada na capa da edição de ‘Venom: Carnage unleashed‘.”

Lembrando que ‘Venom 2‘ tinha sua estreia prevista para 8 de outubro de 2021, e agora segue sem uma nova data determinada.

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

Andy Serkis dirige a sequência. 

‘O Céu da Meia Noite’: Internautas estão DETONANDO o novo filme da Netflix com George Clooney

O Céu da meia Noite‘ chegou ao catálogo da Netflix há dois dias e parece que não está agradando os assinantes da plataforma.

Dirigido e estrelado por George Clooney, o longa acompanha um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.

Apesar da belíssima qualidade da fotografia e dos efeitos visuais, diversos internautas publicaram mensagens reclamando que o filme dá sono e é uma completa perda de tempo.

Confira as reações:

O roteiro é assinado por Mark L. Smith e inspirado no romance ‘Good Morning, Midnight’, de Lily Brooks-Dalton.

O elenco também conta com Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Tiffany Boone e a novata Caoilinn Springall.

 

‘Finch’: Aventura sci-fi com Tom Hanks ganha primeiro pôster oficial; Confira!

Através do Twitter, a Amblin Entertainment divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Finch‘, a vindoura aventura sci-fi estrelada por Tom Hanks.

Na imagem, o astro aparece em companhia de um robô e de seu cachorro de estimação numa zona deserta, devastada pelo cataclisma solar.

Confira:

Tom Hanks é ‘Finch‘, o chefe de uma improvável família em uma jornada para redescobrir a alegria e a maravilha do que significa estar vivo. O longa chega em 05 de novembro, exclusivamente na AppleTV+.”

Na trama, Hanks interpreta Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico, que acarretou na desolação da humanidade. Ao adquirir uma doença terminal, ele decide criar um robô (vivido por Caleb Landry Jones – ‘Corra!‘) para que ele possa cuidar do seu cachorro, Goodyear, quando ele morrer. A partir disso, os três vão embarcar em uma peculiar jornada em meio a uma América desolada, na qual Finch vai tentar ensinar ao seu robô o que significa ser humano e como cuidar do seu bichano, que terá que se adaptar ao seu novo mestre.

Este será o segundo filme estrelado por Hanks a ser lançado na Apple TV depois do thriller da Segunda Guerra Mundial, ‘Greyhound‘. Embora Hanks não tenha ficado totalmente satisfeito com a Apple ter enviado o drama de guerra direto para streaming, isso resultou no maior fim de semana de abertura do streamer como o filme mais assistido na época, com audiência equivalente a um blockbuster teatral de verão.

Miguel Sapochnik (‘Game of Thrones‘, ‘True Detective‘), assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Craig Luck (que marca sua estreia em longa metragem) e Ivor Powell.

O elenco ainda conta com Laura Harrier, Samira Wiley, and Skeet Ulrich.

Finalmente! DC ganha estúdio independente após fusão da Warner Bros. Discovery

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. Discovery emitiu um comunicado anunciando a criação de um estúdio independente para os próximos filmes baseados nos quadrinhos da DC.

A notícia foi confirmada pelo próprio presidente da companhia, David Zaslav.

A ideia é fazer com que as adaptações da DC sejam trabalhadas com maior liberdade criativa no futuro, assim como acontece com a Marvel Studios.

Para quem não sabe, as adaptações de quadrinhos da Marvel foram controladas pela Paramount Pictures entre 2008 e 2011, até que a Disney adquiriu os direitos de propriedade e atribuiu a independência da divisão dedicada aos filmes baseados nos heróis da editora.

Ainda sem marca registrada, o estúdio independente da DC será responsável por futuros filmes e séries baseados nas hqs da DC Comics.

Antes disso, os filmes eram supervisionados pela DC Films em parceria com a Warner Bros, enquanto os direitos das séries eram divididos entre a CW, Warner Bros Television e HBO Max.

Como a novidade ainda é recente, é possível que os detalhes sejam divulgados ao longo dos próximos meses.

Enquanto isso, o próximo filme da DC é a animação ‘Liga dos Superpets‘, que será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de julho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Jared Stern e Sam Levine são responsáveis pela direção.

Quando a Liga da Justiça é capturada por Lex Luthor, o cachorro do Superman, Krypto, forma uma equipe de animais de estimação que receberam superpoderes: um cão de caça chamado Ace, que se torna super forte; um porco chamado PB, que pode crescer até ficar gigante; uma tartaruga chamada Merton, que se torna super-rápida; e um esquilo chamado Chip, que ganha energia elétrica.

A produção conta com as vozes de Dwayne Johnson, Kevin Hart, Kate McKinnon, John Krasinski, Vanessa Bayer, Natasha Lyonne, Diego Luna e Jameela Jamil.

‘A Roda do Tempo’: 2ª temporada terá salto temporal e será muito mais sombria

As gravações da 2ª temporada de ‘A Roda do Tempo já foram finalizadas, mas os novos episódios seguem sem data de estreia.

Para provocar os fãs, o ator Marcus Rutherford, que interpreta o ferreiro Perrin Aybara, disse à revista Leftlion que o novo cilo será muito mais sombrio e maduro que os episódios de estreia.

Além disso, ele confirmou que haverá um salto temporal.

“Nos episódios da temporada anterior, a ingenuidade de nossos personagens é o que molda a história. Mas, na próxima temporada, há um salto temporal. Vemos que eles começaram a ter fé na profecia e em seus destinos, já que agora estão mais maduros. Serão episódios mais sombrio também, mais reais e um pouco mais brutais.”

O astro refere-se à profecia do Dragão Renascido, a qual acreditam que um jovem será a reencarnação de um poderoso feiticeiro, que pode muito bem usar seus poderes para o mal ou para o bem.

Ele continuou:

“A inocência daquelas crianças que encontramos na aldeia no primeiro episódio já se foi há muito tempo. Estou muito animado para que as pessoas assistam.”

Vale lembrar que a série foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.

Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.

Enquanto isso, relembre o trailer da 1ª temporada:

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como  Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

Julgamento de Jonathan Majors por violência doméstica começa hoje

O Deadline divulgu que, após repetidos atrasos e confrontos entre advogados sobre a condução do caso, Jonathan Majors vai a julgamento hoje na cidade de Nova York por acusações de contravenção, agressão física e psicológica e assédio.

Se for considerado culpado, o astro de ‘Creed III’ e ‘Homem-Formiga: Quantumania’ pode pegar até um ano de prisão – e consequências incalculáveis ​​para o que resta de sua carreira.

O juiz designado para o caso vai ouvir diversas testemunhas e desmembrar documentos que fontes disseram ao portal que co,provam a culpa de Majors, além de exporem incidentes passados ​​​​envolvendo o ator.

A principal acusação do processo é sobre as agressões de Majors à ex-namorada, Grace Jabbari, durante uma viagem de carro enqunto partiam de Chelsea até Chinatown na noite de 25 de março.

Os policiais da Delegacia de Nova York o prenderam depois que o próprio Majors ligou para o 911, mas os oficiais encontraram Jabbari com hematomas, inchaço, lacerações e um dedo quebrado.

Majors foi libertado após uma audiência e recebeu ordem de restrição para evitar contato com Jabbari, mas ele se declarou inocente de todas as acusações.

Posteriormente, Majors apresentou queixa contra a polícia, dizendo que Jabbari foi quem iniciou os ataques e ambos se machucaram enquanto ele tentava contê-la. Ele disse que ela o agrediu por acreditar que outra mulher estava mandando mensagens para ele enquanto eles estavam no carro.

Após sua prisão, o artista enfrentou consequências profissionais, perdendo seu agente e sendo dispensado de projetos cinematográficos e publicitários. Além disso, novas denúncias de violência surgiram contra o ator, com várias supostas vítimas cooperando com a promotoria do distrito de Manhattan.

Lembrando que seu trabalho mais recente foi na 2ª temporada de ‘Loki‘.

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

Conheça a TRISTE História do Cinema no Afeganistão

Setor comumente é afetado pelo cenário político do país

Em meados de setembro o governo do Afeganistão, representado por uma delegação, se reuniu com representantes do grupo Talibã em Doha para iniciarem conversas de paz. Dessa forma o recente número de embates armados, que nos primeiros seis meses de 2020 resultaram em quase 1.300 mortes de civis segundo a ONU, entre ambos poderia ter um fim. O Talibã comandou o país entre 1996 e 2001 sob um rígido código de conduta baseado em preceitos do islã.

Como consequência muitas formas de arte e comunicação que se encontravam no país foram encerradas, em particular o cinema. Existem dois anos diferentes que, sob diferentes perspectivas, servem para definir quando o cinema foi introduzido no país. O primeiro é 1946 com a estreia de Ishq Wa Dosti, porém, a obra foi filmada na Índia e para muitos não recebe o crédito de ser algo produzido pela nação árabe.

A segundo data é 1970, quando foi lançado Rozgārān (este que na verdade é um apanhado de três filmes diferentes produzidos durante os anos 60); o primeiro filme realizado por um estúdio afegão. Esse crédito foi conferido por uma manchete do jornal The Kabul Times (de propriedade estatal), na época, em que era conferido o título de primeiro filme do país.

Cena de Ishq Wa Dosti de 1946

No artigo When Did Afghan Cinema begin? A History of Kabul’s Filmic Pasts feito para a Ajam Media Collective, o autor Chihab El Khachab aponta um pouco do porquê esse é considerado o primeiro filme do país; “Enquanto que diferentes em estilo e conteúdo, os filmes que compõem Rozgārān foram os primeiros a ser produzidos pela Afghan Film, a instituição encarregada da produção e distribuição junto ao ministério afegão da informação e cultura… ”. 

Independente da época tida como marco inicial, é entendido que entre 1961 e 1980 o cinema afegão sofreu uma expansão de popularidade impressionante. A maioria das obras produzidas seguia a cartilha de representar a sociedade em todas as suas disparidades, não muito diferente do movimento “Nova Hollywood” que surgiu na década de 70. 

Esse período teve algumas obras que se tornaram bastante identificadas com o momento, tais como: Mardara ra Qawl ast e Saboore Sarbaz, ambas datando do final dos anos 70. Durante essa década é importante frisar que, politicamente, o país vivia sob uma administração comunista iniciada em 78 que, da mesma forma que já havia percebido desde 1922 na Rússia, sabia o potencial do cinema como veículo de educação para as massas.

No mesmo artigo mencionado anteriormente, Chihab El Khachab chama atenção para a época de meados dos anos 80, quando o governo encomendou a produção de diversos filmes com temáticas nacionalistas como Sabūr-e Sarbāz em 1985 e Hamasa-ye Ishq em 1989. Importante frisar que durante todo o período comunista do Afeganistão, a indústria de cinema contou com apoio constante pois, seguindo a experiência do que já estava consolidado em Moscou, o governo liderado pelo Partido Democrático do Povo do Afeganistão poderia contar com uma eficaz arma de propaganda.

Segundo Malek Shafi’i em seu artigo The Cinema´s Background Afghanistan! o momento em que o apoio soviético se tornou mais forte ao cinema é bem definido a partir de certo ponto. “A ajuda americana ao emergente cinema afegão parou completamente após o golpe comunista em 1978… e essa é a época em que a ajuda da União Soviética vem no lugar da ajuda americana e os cineastas afegãos tentam fazer filmes promocionais e que elogiem a revolução”.

A escalada de violência no país até 1979 assume contornos dramáticos; com constantes embates entre grupos guerrilheiros fundamentalistas do islã, que não aceitavam ações do governo comunista (este que seguia a cartilha do ateísmo) principalmente com relação a dar mais liberdade individual para as mulheres, e com forças do próprio governo. Com medo de perder o controle sobre o país a União Soviética comanda uma invasão em 1979, inicialmente com planos de fornecer apoio logístico ao governo local mas depois assumindo as operações totalmente.

Em uma guerra que durou dez anos e terminou com a retirada russa, seguiu-se uma verdadeira guerra civil no Afeganistão para decidir quem assumiria o comando. Se iniciou então um período de paralisação do cinema nacional que se intensificou após a ascensão do Talibã em 1993. Seguindo uma postura extremamente fundamentalista, diversos cinemas foram fechados e cópias de filmes foram destruídas, além de vários cineastas terem sido forçados a abandonar o país.

Somente após a queda do regime em 2001 (mas com a guerra ainda em andamento) e a instauração de um governo provisório que o cinema afegão passou a se reestruturar e voltar a produzir novos conteúdos. Um dos casos mais simbólicos foi o filme Osama (2003) que venceu o Globo de Ouro no ano seguinte de melhor filme em língua estrangeira.

Muito ainda precisa ser reconstruído no cinema afegão. Décadas de guerra e de esforços voltados para produzir propagandas partidárias jamais produziram o incentivo necessário para que a indústria cinematográfica local pudesse florescer. Ainda assim, cineastas autorais seguem se aventurando em produções independentes ou em documentários e isso é o melhor sinal possível de que nada está perdido.

‘O Exorcista: O Devoto’ ganha classificação indicativa para MAIORES de 18 Anos

A aguardada produção ‘O Exorcista: O Devoto‘ teve sua classificação indicativa confirmada nos Estados Unidos, de acordo com o FilmRatings.

O filme foi classificado como R (+18), indicando que é destinado a um público mais maduro.

A descrição fornecida pela MPAA (Motion Picture Association of America) revela que o filme contém “conteúdo violento, imagens perturbadoras, linguagem e referências sexuais”.

Vale lembrar que essa é a mesma classificação indicativa de ‘O Exorcista‘ de 1973.

Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.

“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”

Ele acrescentou que:

“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”

O filme estreia em 13 de outubro nos cinemas nacionais.

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Assista ao trailer e confira os cartazes:

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

‘Da Ponte Pra Lá’: Trailer da série de SUSPENSE estrelada pelo João Guilherme

A Max divulgou o trailer de ‘Da Ponte Pra Lá‘, suspense nacional estrelado pelo João Guilherme (‘De Volta aos 15’).

A série estreará no Max em 4 de abril, com um total de sete episódios.

Ambientada na cidade de São Paulo, a trama traça paralelos sobre diferenças sociais e culturais dos jovens da periferia e do centro das grandes cidades, ao mesmo tempo, em que fala sobre paixão e luto, temas contextualizados entre dois mundos divididos por um grande mistério. Nele, uma jovem periférica se infiltra na escola mais exclusiva da alta sociedade paulistana em busca de uma única resposta: quem matou seu melhor amigo?

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Com direção de Rodrigo Monte e Vicente Amorim, a série tem o roteiro assinado por Luh Maza, Thais Falcão e Rafael Spínola.

O elenco ainda conta com Gabz, Victor Liam, Marcello Antony, Augusto Madeira, Virginia Cavendish, Nina Tomsic e Breno Ferreira.

Confira:

‘Liga da Justiça’: James Gunn revela se o grupo existe no novo DCU

O novo DCU, sob a direção de James Gunn, está prestes a estrear com o lançamento de ‘Comando das Criaturas’, série animada que chega ao Max. Com isso, muitos fãs estão ansiosos para ver seus heróis favoritos de volta às telas, especialmente com a expectativa de um novo filme da Liga da Justiça.

Pensando nesse grupo icônico, que reúne os heróis mais poderosos da Terra, os fãs têm se questionado se a Liga já existe nesse novo universo, especialmente após a cena final de Pacificador, série canônica do DCU, que apresenta a Liga da Justiça.

No entanto, James Gunn descartou essa possibilidade em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, onde explicou o que é canônico e o que não é em Esquadrão Suicida e Pacificador.

Pacificador é bem direto, com exceção da aparição de um certo grupo [a Liga da Justiça] no final. Eles ainda não existem”, disse Gunn. “Mas a regra é: se mencionarmos [algo do passado] em um dos novos shows [e filmes] do DCU, então aconteceu. Então, é assim que estamos lidando com isso.”

Vale lembrar que ‘Comando das Criaturas’ estreia no serviço de streaming Max no dia 5 de dezembro.

Os sete episódios do seriado foram escritos por Gunn, que também serve como produtor executivo do projeto. Os episódios serão exibidos semanalmente até sua conclusão, que está marcada para o dia 16 de janeiro de 2025.

Lembrando que ‘Comando das Criaturas’ faz parte de ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.

O elenco inclui Frank Grillo como Rick Flag Sr., Maria Bakalova como Princesa Ilana Rostovic, Indira Varma como A Noiva, Zoe Chao como Nina Mazursky, Alan Tudyk como Dr. Phosphorus e David Harbour como Eric Frankenstein. Sean Gunn também emprestará sua voz a G.I. Robot, enquanto Steve Agee reprisa o papel de John Economos, que ele interpretou em Esquadrão Suicida e Pacificador.

Jovens homens preferem personagens masculinos sensíveis e mulheres fortes no audiovisual, aponta pesquisa

Uma pesquisa recente divulgada pelo Deadline trouxe à tona uma mudança significativa no consumo de conteúdo audiovisual pelo público jovem masculino: a crescente preferência por figuras masculinas sensíveis e mulheres fortes.

Essa é a conclusão da plataforma de inteligência de audiência DiO, que dedicou os últimos dois anos a analisar o impacto de trailers e outros conteúdos audiovisuais em públicos específicos.

A DiO utiliza ferramentas de análise avançadas, incluindo codificação facial, dados biométricos e cognitivos, para desafiar suposições tradicionais e revelar como os espectadores se envolvem emocionalmente com o que assistem.

A pesquisa, que envolveu 37 mil consumidores de conteúdo, destacou achados importantes:

  • Homens mais jovens respondem melhor a histórias centradas em personagens, com profundidade narrativa, do que a cenas de ação intensas e constantes.
  • Para esse público, há uma diferença de 5% nos índices de imersão entre trailers com foco em personagens e aqueles centrados em ação.
  • Esse mesmo grupo também prefere personagens femininas fortes e independentes em vez daquelas com aparência exagerada ou que ocupam apenas papéis secundários.

Ade Shannon, CEO e fundador da DiO, comentou sobre os resultados: “Esses dados indicam uma mudança na percepção de masculinidade e um apetite crescente por narrativas mais ricas e realistas.”

‘Vingadores: Guerras Secretas’: Nome da produtora pode revelar grande pista sobre o filme, diz rumor

Faltando cerca de dois anos para a estreia de ‘Vingadores: Guerras Secretas’, novos rumores trouxeram à tona o nome da produtora responsável pelo filme: Royale Productions LLC.

O nome da produtora, “Royale”, sugere possíveis referências ao enredo do filme, de forma semelhante ao que ocorreu com a produtora de Vingadores: Apocalipse (From Scratch Productions, LLC), que aludia a um “recomeço” e à criação do Battleworld por Doutor Destino.

A especulação mais provável, levantada pelo ComicBookMovie, é a seguinte: O termo “Royale” pode estar fazendo alusão a um grande Battle Royale (Batalha Real) que acontecerá entre os Heróis Mais Poderosos da Terra e o Doutor Destino e seus exércitos.

Faz sentido que grande parte de ‘Guerras Secretas’ seja dedicada a essa batalha, similar ao épico confronto contra Thanos emVingadores: Ultimato.

Também pode ser uma referência ao fato de que Victor Von Doom (Doutor Destino) se tornará o monarca do que restar do Multiverso, caso a Terra-616 seja destruída em Vingadores: Apocalipse’.

Revelada a DURAÇÃO da primeira prévia de ‘Vingadores: Doomsday’!

A história de ‘Guerras Secretas’ (Secret Wars) possui duas versões principais nos quadrinhos, ambas servindo de inspiração para a Saga do Multiverso no MCU:

  • A Clássica (1984): Heróis e vilões da Terra são transportados para o Battleworld por The Beyonder e forçados a lutar. Esta é a versão pela qual os irmãos Russo já declararam seu amor.
  • A Moderna (2015): Após uma série de Incursões destruírem o Multiverso, o Doutor Destino, que roubou os poderes dos Beyonders, cria um novo Battleworld e o governa como o “Deus Imperador Doom”.

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Jennifer Garner indica possível RETORNO como Elektra em ‘Vingadores: Doomsday’

‘Paradise Lost’: Série prelúdio de ‘Mulher-Maravilha’ ganha atualização promissora; Confira!

Paradise Lost, nova série altamente aguardada do Universo DC (DCU) que servirá como prequela para as produções da Mulher-Maravilha, ganhou novidades promissoras de bastidores e uma previsão de estreia.

De acordo com informações do ComicBookMovie, as roteiristas Kira Snyder (‘The Handmaid’s Tale’) e Janet Lin (‘Bridgerton’) foram listadas oficialmente na equipe criativa do projeto. O anúncio oficial confirma uma especulação de bastidores que circulava desde 2024. Além disso, a produção recebeu uma janela provisória para chegar às telas: entre 2027 e 2028.

A movimentação traz alívio para os fãs da franquia. Com outros títulos anunciados da DC Studios, como The Brave and the Bold, The Authority, Monstro do Pântano,Waller e Gladiador Dourado, aparentemente estagnados no chamado “inferno do desenvolvimento”, e com o projeto doSgt. Rock deixado de lado, havia o receio de que a produção sobre as Amazonas tivesse o mesmo destino.

James Gunn desmente rumores sobre Mulher-Maravilha no novo DCU

A proposta da série é explorar o passado de Themyscira gerações antes do nascimento de Diana Prince, adotando uma abordagem épica, madura e sombria. A sinopse oficial detalha:

“Ambientada em Themyscira, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher-Maravilha, esta série dramática explora as origens e as intrigas políticas de uma ilha habitada apenas por mulheres”, diz a sinopse.

Durante a apresentação inicial do projeto, o copresidente da DC Studios, James Gunn, não poupou elogios ao conceito da produção e estabeleceu uma comparação ambiciosa:

“Essa é uma história no estilo ‘Game of Thrones’, sobre a atmosfera da Ilha Paraíso, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher Maravilha. E isso envolve toda a obscuridade e o drama e a intriga política por trás dessa sociedade matriarcal. É uma história de origem sobre: como essa sociedade surgiu? O que ela significa? Como é a política delas? Quais são suas regras? Quem está no comando? Quais são os jogos que elas jogam entre si? Acho que é algo muito animador”, afirmou.

Crítica | O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

Sensação de dever cumprido

Durante todo tempo que aguardávamos o lançamento dessa nova trilogia tolkieniana de Peter Jackson, vimos muitas reclamações referente à duração e divisão fílmica, isso, principalmente, por ser sabido que a adaptação em três longas-metragens trata-se na verdade de apenas um livro de tamanho médio e proposta simples. É bem verdade que todos eles, sem exceção, mostram-se prolixos e suas intenções são absolutamente diferentes do conto original. Por outro lado, podemos enxergar algo positivo nesse aspecto.

Caso fosse uma transposição literal teríamos um esquemático filme caça-ao-tesouro, que provavelmente traria aventura e divertiria pelo carisma dos personagens, o que não é ruim. No entanto, temos agora (muito) mais que isso. Jackson e companhia transformaram o troço num épico gigantesco, em produção e substância. Introduziram vários elementos mitológicos da Terra Média, trouxeram novas tramas e desafios mais temíveis, ou seja, enriqueceram a história e deixaram-na ainda mais interessante, pelo menos em conteúdo.

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Essa terceira e última parte tem como intento focar nas batalhas. São inúmeras e extensas tomadas de muita ação, realizadas com precisão e ainda levando certo peso dramático, já construído nos títulos anteriores. Com um aparato técnico impressionante e possuindo o poder máximo dos efeitos gráficos e práticos – que vão de gigantescos cenários internos e externos a centenas diferentes vestimentas com minuciosos detalhes -, a equipe constrói uma enorme zona de guerra e transporta o espectador para aquele ambiente hostil. Como não citar também a cidade sendo devastada pelas chamas de Smaug, potencializada pelo desespero dos habitantes. O dragão é novamente interpretado por Benedict Cumberbatch, que quase sussurrando expressa a personalidade maliciosa e arrogante do monstro.

Por falar em personagens, de toda saga do Anel, o Bilbo de Martin Freeman certamente será uma das figuras mais lembradas. O carisma, as gags e as sacadas do ator são impagáveis. Aqui, em determinado momento, é exigido seu lado dramático, e este se entrega por inteiro. O ladrão Baggins vai deixar saudades. Richard Armitage talvez seja o grande destaque de fita, já que Thorin protagoniza e também vilaniza tal volume. Evangeline Lilly e Orlando Bloom têm aqui mais tempo de tela e não desperdiçam, são eficientíssimos. Bem como o veterano Ian McKellen e seu eternizado Gandalf. Somente Cate Blanchett parece exagerar nas caras e bocas de Galadriel.

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Pouco menor que os dois primeiros, o filme, no contexto geral, ainda parece inchado, já que a narrativa de Jackson, como foi já dito, aposta basicamente em seguidos combates, muitas vezes deixando de lado o desenvolvimento da trama, causando certa impaciência no público. No entanto, como sempre traz uma ou outra tomada chocante, entre as elipses, não chega a ser enfadonho como Uma Jornada Inesperada (2012). O ritmo é mais semelhante a seu outro irmão, A Desolação de Smaug (2013), que também depende de aventura e trilha sonora para alicerce. Howard Shore é hábil por aproveitar e mesclar as canções das duas trilogias. Andrew Lesnie dá o retoque final, sua fotografia confere uma estética luxuosa ao design de produção.

Afinal, se formos então somar os pontos negativos e positivos da saga do Hobbit, no cinema, veremos que o troço foi bem mais produtivo. Além de trazer novamente o clima da saga do Anel – gerando debates e aumentando a fanbase -, apresentar novos personagens que ficarão marcados na cultura pop e explanar ainda mais o universo da Terra Média, do ponto de vista temático e visual, a trilogia é um deleite. O diretor diz ser seu último trabalho baseado na obra de J. R. R. Tolkien, mas quem sabe a saudade não bate e junto a figurões como Guillermo del Toro, não vemos O Silmarillion sair do papel. Um seriado seria uma boa pedida, não acham?

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ recebe belo cartaz celebrando o fim da 1ª temporada

Agora com apenas dois episódios restantes na primeira temporada, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘ teve um novo cartaz divulgado pelo Prime Video.

A arte traz protagonistas como Galadriel (Morfydd Clark), Arondir (Ismael Cruz Córdova) e Durin (Owain Arthur). E não, ainda não temos nenhuma indicação de quem diabos será o Sauron.

O cartaz que celebra o fim da temporada foi divulgado no Twitter da Amazon Prime Video. Confira:

Lembrando que o sétimo e oitavo episódios da temporada chegam nos dias 7 e 14 deste mês, sempre à 1h da manhã. A equipe já prepara as gravações do segundo ano também para outubro.

Confira os trailers e siga o CinePOP no YouTube:

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.