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Moonage Daydream

(Moonage Daydream)

 

Elenco:

 

Direção: Brett Morgen

Gênero: Documentário

Duração: 140 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Contado através de imagens sublimes e caleidoscópicas, imagens de arquivo pessoal, performances inéditas e ancorado pela própria música e palavras de David Bowie, o filme convida o público a mergulhar no mundo único que é “Bowie”.

Curiosidades: 

» O longa é um documentário sobre a lendária figura do cantor David Bowie, que faleceu em 2016;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Grey’s Anatomy’: Atores veteranos têm RETORNO confirmado na 20ª temporada

De acordo com o Deadline, as negociações envolvendo o elenco veterano de ‘Grey’s Anatomy‘ finalmente foram encerradas. O site afirma que os atores fecharam um novo acordo para permanecerem no elenco regular do seriado.

O próximo ciclo contará com o retorno dos dois últimos membros do elenco original, James Pickens Jr. (Richard) e Chandra Wilson (Bailey), além de Kevin McKidd (Owen), que foi introduzido na quinta temporada, Kim Raver (Teddy), que foi introduzida na sexta temporada e retornou ao elenco regular no 14ª ciclo após uma pausa de cinco anos, Camilla Luddington (Jo), que foi introduzida no elenco recorrente da nona temporada, e Caterina Scorsone, que se juntou ao elenco recorrente na décima temporada após algumas participações especiais.

A nova temporada, no entanto, sofreu três baixas importantes. Além da saída da showrunner Krista Vernoff, as atrizes Ellen Pompeo (Meredith Grey) e Kelly McCreary (Maggie Pierce) deixaram o elenco regular da série.

Vale destacar que Pompeo continuará como narradora dos novos episódios, além de possíveis participações especiais no decorrer da temporada.

O ciclo anterior funcionou como uma espécie de reboot da série, apresentando diversos novos personagens – interpretados por Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Alexis Floyd, Niko Terho e Midori Francis.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kim Raver, Jake Borelli, Chris Carmack, Anthony Hill, Alexis Floyd, Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Midori Francis e Niko Terho.

‘Monkey Man’: Aclamado filme de AÇÃO comparado com ‘John Wick’ será lançado aqui com ‘Fúria Primitiva’

O aclamado filme de ação ‘Fúria Primitiva‘ (Monkey Man), que conquistou impressionantes 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já tem data para chegar ao Brasil.

O longa, estrelado e dirigido por Dev Patel (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio, pela Diamond Films.

Na trama, Kid é um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro. Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Dev Patel é aplaudido de pé após a exibição de ‘Moneky Man‘, filme que marca sua estreia diretorial durante o festival SXSW.”

“‘Monkey Man‘ é o tributo amoroso de Dev Patel a todas os filmes de ação. É como ‘John Wick’, mas com esteroides. Um filme de vingança insanamente violento. Dev Patel dirige tudo isso e há algumas sequências seriamente insanas que fazem você pensar, como eles fizeram isso?”


“‘Monkey Man, dirigido por Dev Patel, é um dos melhores filmes de ação do nosso tempo. É sua estreia na direção e ele a executa com maestria. Visceral e cheio de ação com um novo estilo nunca antes visto! As pessoas vão adorar isso! Talentoso pra caramba.”

Dev Patel não hesita em #MonkeyMan. Sua estreia na direção é sua carta de amor aos filmes de ação. Merecendo aplausos de pé por dois minutos. Vá assistir com todos os seus amigos.”

“#MonkeyMan é um incrível filme de estreia diretorial para Dev Patel. Carregado com violência de quebrar ossos que espalha sangue por toda parte, o público do #sxsw enlouqueceu muitas vezes durante a estreia mundial. Não posso acreditar que este é seu primeiro filme. Definitivamente vale a pena ver em uma sala de cinema.”

Monkey Man‘: Cada pedacinho deste filme é conquistador. Uma poderosa história de vingança que atravessa toda a gama de ação com força poderosa. Dev Patel arrasou com sua estreia diretorial.”

“Acho que nunca estive tão orgulhoso de uma trajetória de carreira como estou agora com Dev Patel… de ‘Skins’ a #MonkeyMan. Ele criou uma obra-prima de ação contundente, repleta de emoções pulsantes. Graças a Deus está chegando aos cinemas!”

O longa é produzido por Jordan Peele (‘Não! Não Olhe!’). Patel co-assina o roteiro ao lado de Paul AngunawelaJohn Collee.

Inspirado na lenda de Hanuman, um ícone que representa força e coragem, Monkey Man traz Patel como Kid, um jovem anônimo que ganha a vida em um clube de luta underground onde, noite após noite, usando uma máscara de gorila, é espancado por lutadores mais populares por dinheiro.

Após anos de raiva reprimida, Kid descobre uma maneira de se infiltrar no enclave da elite sinistra da cidade. À medida que o trauma de sua infância transborda, suas mãos misteriosamente marcadas desencadeiam uma campanha explosiva de vingança para acertar as contas com os homens que tiraram tudo dele.

O elenco também conta com Sharlto CopleySobhita DhulipalaPitobashVipin SharmaAshwini KalsekarAdithi KalkunteSikandar KherMakarand Deshpande.

ABC está desenvolvendo novo spin-off de ‘The Rookie’, série policial com Nathan Fillion

De acordo com o Deadline, a ABC está desenvolvendo um novo spin-off da série ‘The Rookie‘, drama policial estrelado por Nathan Fillion (‘Castle’).

Detalhes sobre o novo projeto não foram divulgados, mas o site afirma que o novo derivado deve ser ambientado em Washington, e deve seguir um policial que está entrando em uma nova fase de sua vida.

Alexi Hawley, criador da série original, servirá como roteirista e produtor executivo.

Lionsgate Television e 20th Television irão coproduzir o derivado.

Vale lembrar que este será o segundo spin-off de ‘The Rookie‘. Em 2022, a ABC havia lançado ‘The Rookie: Feds‘, série estrelada por Niecy Nash-Betts (‘Scream Queens’), que foi cancelada depois de apenas uma temporada.

A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).

Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.

O elenco ainda conta com Shawn Ashmore, Mekia Cox, Jenna Dewan, Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil e Eric Winter.

Confira o teaser da 3ª temporada de ‘Monstro’, sobre serial killer que inspirou ‘O Massacre da Serra Elétrica’

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Monstro‘, série antológica baseada em crimes reais.

Intitulado ‘Monstro: A História de Ed Gein‘, o próximo ciclo trará Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) como a figura infame que inspirou os clássicos ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, ‘Psicose‘ e ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

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Além disso, foi confirmado que a terceira temporada estreará no dia 3 de outubro.

Conhecido como “O Açougueiro de Plainfield”, Ed foi um ladrão de túmulos e assassino, que transformava ossos e pele humana em decoração e móveis.

Vale lembrar que a segunda temporada do seriado, intitulada ‘Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais‘, já está disponível no streaming.

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‘Pinóquio: Maldição de Madeira’ será para MAIORES de 18 anos por “violência extrema e nudez gráfica”

O terror ‘Pinóquio: Maldição de Madeira‘ (Pinocchio: Unstrung) recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore, linguagem e breve nudez gráfica”.

A classificação não é uma surpresa, considerando que essa leituras de clássicos infantis são conhecidos por serem especialmente sangrentos.

A adaptação sombria do clássico boneco de madeira será lançada nos cinemas nacionais no dia 1º de outubro, pela A2 Filmes.

Robert Englund, famoso por seu papel como o aterrorizante Freddy Krueger na franquia ‘A Hora do Pesadelo‘, dará vida ao Grilo Falante. Richard Brake (‘Noites Brutais’) interpretará o Geppetto.

O elenco ainda contará com Cameron Bell, Jessica Balmer, Jack Art Gray e Peter De Souza-Feighoney.

O design dos efeitos especiais fica a cargo de Todd Masters, artista vencedor do Emmy, reconhecido por seu trabalho em ‘Contos da Cripta: O Cavaleiro Demônio‘.

Rhys Frake-Waterfield, da franquia ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel‘, assume a direção.

A intenção é que todos esses projetos formem seu próprio universo compartilhado.

ITN Studios e Premiere Entertainment serão responsáveis pelas vendas, com Frake-Waterfield e Scott Jeffrey servindo como produtores.

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pinocchio unstrung

‘Stranger Things’: David Harbour fala mais detalhes de seu personagem na 2ª Temporada

A segunda e aguarda temporada de ‘Stranger Things’ vai trazer novos personagens e uma narrativa com um viés mais psicológico.

A informação partiu do ator David Harbour, durante o painel da produção na San Diego Comic-Con. De acordo com ele, alguns pontos complexos entrarão em cena:

“O segundo ciclo se passa um ano após o fim da primeira temporada. Então é claro que estaremos alguns passos adiante, não podemos começar de onde paramos. E aqui há uma complexidade em se tratando do heroísmo. O meu personagem teve um ato heróico e deve lidar com com a seguinte questão: será que ele consegue se manter assim na sua rotina, vivendo acima das expectativas criadas para ele após sua postura? Ou será que existem alguns perigos oriundos do seu próprio complexo de salvador? E há também a intrigante reflexão sobre o que te faz humano e as armadilhas que cercam isso. O seu arco é muito diferente daquele que temos na primeira temporada e é tão prazerosa quanto aquele final que tivemos. Tudo começa com ele dando panquecas para essa figura que ele espera que esteja por aí, em algum lugar do bosque. E isso também envolve os problemas que ele sofreu com sua própria filha”.

Assista ao trailer da 2ª Temporada de Stranger Things

A 2ª Temporada de Stranger Things estreia todos os episódios no dia 27 de outubro exclusivamente na Netflix. Fique ligado para novidades.

‘Westworld’: Episódio 2×07 ganha trailer misterioso; Assista!

O episódio sete da 2ª temporada de Westworldganhou um novo trailer, cheio de mistérios e com a participação do personagem Ford (Anthony Hopkins).

Confira:

Depois de apenas dois episódios de seu segundo ano exibidos, a HBO já confirmou oficialmente a renovação de sua série Westworld‘.

Ainda não se sabe quando a 3ª temporada estreará, considerando o hiatus de mais de um ano entre as duas primeiras temporadas.

A 2ª temporada tem registrado uma média, até o momento, de 0.81 na demo, e um total de 1.9 milhões de espectadores.

O que muita gente não sabe é que as temporadas de Westworld possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolanrevelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

‘Vingadores: Ultimato’ ganha belo cartaz oficial com os heróis sobreviventes; Confira!

O popular artista BossLogic, conhecido por desenvolver uma série de fan arts das produções mais aguardadas do cinema, fechou uma parceria com a Marvel Studios e, pela primeira vez, desenvolveu um cartaz oficial de ‘Vingadores: Ultimato’, sob o selo do estúdio.

O material foi divulgado nesta terça-feira (02) e traz  os heróis sobreviventes em destaque, com Thanos no centro, em posição bem menor.

Confira:

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Bloodshot’: Versão em Blu-ray trará cenas deletadas e final alternativo

A adaptação dos quadrinhos de Bloodshot ganhou data de lançamento no formato Blu-ray e DVD. A produção poderá ser adquirida a partir do dia 05 de maio e estará à venda no site da Amazon.

Entre as atrações presentes no formato estão várias cenas deletadas e estendidas, além de um final alternativo para a produção.

Os fãs que adquirirem o Blu-ray ou o DVD ainda poderão conferir os erros de gravação do longa e mais dois conteúdos especiais. Confira as descrições:

  • Sequência de Iniciação: Dirigindo BLOODSHOT: O artista de Efeitos Visuais e de Videogame, Dave Wilson, toma as rédeas de seu primeiro longa-metragem e revela toda a paixão, criatividade e trabalho duro que ele e sua equipe de artistas empregaram para dar vida ao BLOODSHOT.
  • Soldados Esquecidos: O elenco de BLOODSHOT: Vin Diesel toma o centro do palco para desvendar os aspectos convincentes de sua abordagem do super-herói dos quadrinhos, BLOODSHOT, e Guy Pearce, Eiza Gonzalez, Sam Heughan e Lamorne Morris detalham todos os aspectos do incrível grupo de personagens do filme.

O filme estará disponível para a locação digital a partir do dia 10 de Junho.

Filmes que ACABARAM de sair nos cinemas e você pode assistir em CASA; Confira!

Assista a nossa crítica:

Crítica | Bloodshot – Vin Diesel estrela estiloso filme recheado com ação e reviravoltas

A adaptação de Bloodshot arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, pois causa da epidemia de Coronavírus, que foi responsável pelo fechamento da maioria dos cinemas do país. No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.

O público deu ao longa uma nota B.

 

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Upgrade – Atualização’: Aclamado terror futurista da Blumhouse já está disponível na Netflix

O aclamado terror punk Upgrade – Atualização’, lançado em 2018, finalmente está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na última quarta-feira (14), na grade de programação.

Confira a sinopse oficial:

“No futuro próximo, a tecnologia controla quase todos os aspectos da vida. Mas quando Gray, um tecnofóbico, tem seu mundo virado de cabeça para baixo, sua única esperança de vingança é um implante experimental de chips de computador chamado Stem”.

Assista ao trailer:

 

Leigh Whannell dirigiu e roteirizou. O cineasta é conhecido por seu trabalho em Sobrenatural: A Origem, ‘Jogos Mortais’ e no recente terror O Homem Invisível.

Jason Blum produziu.

Betty Gabriel (Corra!’), Logan Marshall-Green, Rosco Campbell e Richard Cawthorne estrelaram.

Upgrade – Atualização’ tornou-se um sucesso de crítica e fez um barulho modesto na bilheteria – arrecadando US$17 milhões em cima de um orçamento de US$3 milhões.

 

Crítica | Um Homem Diferente: Sebastian Stan vive crise existencial em poderoso thriller da A24

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Seus olhos percorrem os ambientes como se vivesse em um constante estado de alerta, procurando algo em alguém, observando aqueles que atenta e indiscretamente o observam. Seu reflexo no espelho não nega suas características faciais, tão pouco as ameniza. Elas fazem parte dele, assim como pertencem à sua história. E por isso o desconforto paira no ar a todo momento. Edward tenta se desvencilhar da rara doença que lhe garantiu uma deformação facial, mas como ator ainda na peleja, é difícil ser aceito numa área onde a beleza sempre entra adiante do talento. E tudo que ele quer é ser diferente. Mais jovem, com traços mais suaves e, porque não…mais belo. E quando um procedimento experimental lhe oferece a oportunidade de “curar” sua aparência, ele verá ali a chance de sair das sombras de sua dita “feiura”, em direção a uma vida de oportunidades jamais apresentadas.

Ao adentrar em temas contraditórios para a própria indústria cinematográfica, como o abuso de pautas sociais a toque de caixa para uma mera sinalização de virtude, Aaron Schimberg convida a audiência para uma experiência metamórfica e metalinguística com Um Homem Diferente, através de personagens que orbitam em torno dessa tão “desconfortável” desfiguração facial. Na trama, à medida em que Edward aceita sua nova e bela face como Guy – a ponto de forjar sua morte -, mais ele internalizará seus traumas com suas antigas feições. Diante de uma nova realidade, ele será confrontado por seus próprios complexos, pelas pressões sociais e pela difícil arte da plenitude. E aqui, nem o mais agradável dos rostos lhe tira o peso da sua eterna insatisfação pessoal.

Em uma poderosa jornada catártica sobre identidade, amor próprio e apropriação de pautas na indústria do entretenimento, o cineasta entra em um profundo loop, onde se debruça sobre representatividade, autorização, estereótipos e tropos hollywoodianos. Abordando estética, preconceitos e capacitismo por uma ótica surrealista, ele faz de seu terceiro filme uma triunfante epopeia sobre caráter, personalidade e supressão de sentimentos, trazendo Adam Pearson em uma rodada dupla de papéis que se digladiam entre si, reiterando ainda mais a versatilidade do poderoso ator.

No mais novo suspense dramático da A24, somos constantemente colocados em uma intensa posição de desconforto, vendo Pearson passear pela tela como esse recluso homem que esconde seu rosto. E sua transformação facial, que acontece com o descolar de toda sua face ao melhor estilo de A Mosca – de David Cronenberg, é uma catarse por si só perante o público, que é diretamente confrontado a respeito da efemeridade e futilidade da beleza física. E ao longo de quase duas horas de filme, tais enfrentamentos continuam a se transformam, desafiando nossa compreensão sobre amor próprio, auto aceitação e insatisfação.

À medida em que Edward, que agora atende como Guy, vê que os seus sonhos mais profundos se tornaram realidade na vida de outro homem com a mesma doença, ele passa a viver em um constante desconforto com sua própria beleza. Jamais reconhecendo genuinamente que tomara a decisão errada, ele caminha com o fardo do arrependimento. Sempre tenso e inconformado, ele se agarra às migalhas da vida que poderia ter tido – se tivesse se aceitado. Essa jornada catártica e tão desconfortável ainda nos presenteia com a belíssima performance de Sebastian Stan, que interpreta a versão “bela” do protagonista.

Reproduzindo os trejeitos tão habilmente criados por Pearson, Stan se apresenta em tela como o inadvertido reflexo de um homem que, por desejar tanto ser outra pessoa, esqueceu-se da riqueza e singularidade de toda sua história. E livre de falsas sinalizações de virtude, “meas culpas” ou justificações para se esquivar de qualquer cancelamento, Schimberg se atém à incrível e impactante história da eterna insensatez humana diante de tudo. Sempre insatisfeitos e inquietos, enxergamos as circunstâncias pelo filtro de perfeição que vemos no outro. Em Um Homem Diferente, tais películas se desmembram diante dos nossos olhos, através de um breve e caricato toque cômico que reflete sobre as sequelas de uma existência regada por negação e falta de aceitação.

Nos incomodando a todo momento com personagens excelentes e profundamente envolventes, o mais novo longa da A24 é um convite metalinguístico para refletirmos sobre a condição humana na era das comparações e das doenças psicoemocionais. Um brilhante experimento surrealista que nos hipnotiza para dentro da peculiar trajetória de seu protagonista, Um Homem Diferente é um sombrio conto visceral sobre identidade, que não tem medo de trazer à tela conversas desconfortáveis sobre a nossa pequenez em fazer do belo a força motriz que rege a sociedade.

‘Manto e Adaga’: Nova série da Marvel recebe críticas positivas; Vem ver!

A nova série da Marvel pelo canal Freeform, Manto e Adaga’, teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:

“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”

“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”

“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”

A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.

Confira:

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A produção estreia em 7 de junho.

‘Lizzie’: Kristen Stewart e Chloë Sevigny no pôster do suspense sobre serial killer

thriller psicológico Lizzie, estrelado por Kristen Stewart (‘Personal Shopper’) e Chloë Sevigny (‘American Horror Story’) acabou de ganhar seu primeiro pôster e trailer. Confira:

A trama explora os eventos que levaram aos lendários assassinatos da família Borden pela filha, Lizzie Borden, se concentrando no relacionamento de Lizzie (Sevigny) com Bridget Sullivan (Stewart), uma das empregadas da casa de sua família.

O longa estreia em 14 de setembro de 2018, nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Marvel | Como fica a ‘Fase Cinco’ com as novas mudanças no MCU?

Nos últimos anos, a Marvel vem sofrendo para conquistar o interesse do público da mesma forma como fazia antes da pandemia. Com o encerramento da saga dos principais Vingadores originais, os fãs parecem não ter se empolgado tanto com os novos personagens introduzidos nas fases seguintes, causando uma série de longas com bilheterias e críticas bem abaixo do que havia virado padrão na década passada.

Conforme comentamos na análise do momento do estúdio, partindo da ótica do fracasso de As Marvels, um dos pontos mais complicados desse novo MCU é a falta de uma “luz no fim do túnel”. Aquele filme-evento ao fim da fase que reúne os personagens e faz o público se interessar pelos outros projetos. No entanto, segundo informações do insider Daniel Richtman, mais conhecido como DanielRPK, parece que a Disney vai aproveitar esse atraso causado pela Greve de Hollywood para realinhar a rota da Marvel nos cinemas.

Opinião | Machismo? Cansaço? O que está implícito no desinteresse em ‘As Marvels’?

Segundo ele, as reações iniciais a Capitão América: Admirável Mundo Novo, que vai trazer Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América pela primeira vez nos cinemas, foram um fracasso. E o filme é considerado de alta importância, não só por envolver um dos maiores ícones da casa, mas por estar sendo trabalhado para resgatar o universo do Hulk, cujos direitos de adaptação voltaram para a Marvel há alguns meses.

Com o filme tendo seu lançamento adiado para 2025, a produção vai poder reescrever e regravar tudo aquilo que não está funcionando em cena. Mais do que isso, há rumores de que os eventos do longa vão influenciar diretamente em outro projeto que chegará aos cinemas em 2025: Thunderbolts. Ao que parece, o novo Capitão América será uma peça-chave para um núcleo de heróis mais urbanos que talvez não influenciem tanto nos próximos filmes-eventos do estúdio, mas que certamente terão importância para resolver pontas soltas de projetos anteriores, como o próprio O Incrível Hulk (2008) e Eternos (2021). E há rumores de que a trama desses dois filmes podem preparar o terreno para o tão aguardado filme dos X-Men.

Harrison Ford estreia no MCU assumindo o papel do General Ross, anteriormente interpretado por William Hurt, que faleceu.

Falando da “luz no fim do túnel”, haverá dois filmes dos Vingadores que prometem fechar essa fase tão polêmica do estúdio, Vingadores: Dinastia Kang (2026) e Vingadores: Guerras Secretas (2027). E diante de tantos problemas envolvendo o ator Jonathan Majors e a falta de interesse do público nesse núcleo do Kang, parece que os executivos entenderam que a chance maior de redenção é voltando seus esforços para fazer um Guerras Secretas inquestionável.

Para isso, segundo o insider, a Marvel trabalha com quatro projetos fundamentais para construir essa trama e chamar a atenção do público: Deadpool 3 (2024), Quarteto Fantástico (2025), Shang-Chi 2 e Homem-Aranha 4. Esses dois últimos ainda não têm data de lançamento, mas Daniel afirmou que o estúdio já trabalha com uma data para o início das filmagens da segunda aventura do Mestre do Kung Fu entre 2024 e 2025. Com isso, os rumores de que o filme sairia entre os dois próximos Vingadores ganha força.

Shang-Chi ganhará uma importância ainda maior no MCU. Seus ‘Dez Anéis’ devem entrar no centro do Multiverso.

Por fim, ele afirma que o motivo da Marvel não ter adiado Deadpool 3, assim como fez com outros projetos, mantendo sua estreia para 2024, é que o estúdio entende que a trama é importantíssima para o desenrolar dessa trama de guerra no Multiverso e que confia muito no poder e carisma do Deadpool (Ryan Reynolds), e no antigo desejo do público de ver o Wolverine de Hugh Jackman no MCU para atrair os fãs.

Isso, inclusive, teria pesado muito na hora da torná-lo o único filme do Universo Cinematográfico Marvel a ser lançado nos cinemas em 2024. Eles entendem que será também uma forma de dar um “descanso” para que o público fique ansioso pelas próximas produções do estúdio que virão em 2025.

Ah, ele também afirmou que duas séries do Disney+ que fizeram bastante barulho, Cavaleiro da Lua e Mulher-Hulk, terão suas segundas temporadas confirmadas em breve, para a alegria dos fãs.

Deadpool 3’ chega em 2024 para juntar Deadpool e Wolverine em cena, algo aguardado pelos fãs há mais de uma década

Ou seja, diante das notícias trazidas pelo insider, dá para perceber que a Marvel mudou sua estratégia nessa fase. Em vez de apostar nos novos personagens, trazendo tramas aparentemente desconexas, a Marvel vai voltar a usar o método que fez sucesso nas Fases 2 e 3, que é se apoiar na imagem de heróis consagrados para despertar o interesse do público até o grande filme-evento que irá encerrar a Fase 5.

Deadpool 3 chega aos cinemas em 25 de julho de 2024.

Crítica | ‘After – Para Sempre’ – Capítulo Final da Franquia Desvia a História e tem Desfecho Acelerado

Não é exagero reconhecer que é a franquia ‘After’ é um tremendo sucesso. Com milhões de páginas lidas na plataforma do Wattpad e com livros em formato físico lançados em seguida, não foi difícil adivinhar que o caminho para a adaptação cinematográfica era inevitável. Assim, os fãs do casal Hardin e Tessa puderam sonhar de olhos abertos com os quatro filmes produzidos sobre o universo do vaivém do casal. E, a partir desta semana, os fãs poderão assistir ao último filme, o último episódio dessa história, pois chega aos cinemas brasileiros o longa ‘After – Para Sempre’.

Hardin (Hero Fiennes Tiffin) fez uma escolha: escreveu sua história de amor com Tessa (Josephine Langford) e a enviou para editores sem pedir o consentimento de Tessa antes. Acontece que o livro foi publicado e se tornou um tremendo sucesso, mas Tessa se sentiu exposta e vulnerável ao ter sua vida íntima publicada para todos lerem antes mesmo dela. Por conta disso o relacionamento dos dois termina e Tessa volta para casa, decidida a seguir adiante com sua vida. Dois anos se passam e Hardin está empacado no mesmo lugar: sem conseguir o perdão do grande amor da sua vida e sem conseguir escrever seu próximo romance. No intuito de tentar desbloquear sua criatividade Hardin viaja para Lisboa e para reencontrar Nathalie (Mimi Keene), com quem vacilara no passado e com quem precisa se redimir por conta dos seus erros, para somente assim se tornar um homem melhor para Tessa.

Em aproximadamente uma hora e meia ‘After – Para Sempre’ é definitivamente um desvio no percurso da história original. Se até agora os fãs acompanharam o vaivém do casal, com entrada de concorrentes aos corações dos dois e muitas decisões erradas tomadas que os afastava do almejado final feliz, neste último capítulo a história se passa exclusivamente com o protagonista masculino, de modo que Tessa aparece majoritariamente em cenas de flashback, que se repetem com muita frequência. Além de cansar – uma vez que a protagonista da série é menina – essa técnica acaba quebrando o ritmo do filme, pois o tempo todo Hardin para o que está fazendo para olhar uma foto da ex-namorada, lembrar de seu rosto, rememorar momentos junto a ela, etc.

Baseado nos livros de sucesso de Anna Todd o roteiro dela com Castille Landon busca redimir o bad boy para torná-lo um homem direito, digno de um final feliz. Para tal, cria uma personagem do passado a quem ele aleatoriamente decide pedir desculpas mas que, no final das contas, não se desculpa, porque ambas as personagens mulheres o perdoam antes mesmo de ele abrir a boca. Uma mensagem bastante errada, que apenas passa pano para os erros do personagem masculino.

Apesar do exagerado desvio na trama, Mimi Keene traz cor e frescor à franquia cinzenta de ‘After’: por se passar na ensolarada Lisboa o longa acaba oferecendo alguma novidade para o enredo geral – dessa vez com menos cenas de pegação, porém mais bem-feitas. Para quem leu todos os livros e viu todos os filmes pode sobrar um quê de frustração pois a resolução de Hardin e Tessa ocorre muito rapidamente, quase como um epílogo no filme de Castille Landon.

After – Para Sempre’ encerra a franquia de sucesso e cumpre a promessa aos fãs de entregar filmes de entretenimento bastante semelhante aos livros que conquistaram tantos leitores.

‘Avatar’: James Cameron confirma que [SPOILER] se casaram e tiveram uma filha

Em um podcast especial feito pela revista Empire sobre AvatarJames Cameron declarou que Avatar 2’ se passa vários anos depois do original, quando Jake e Neytiri, os protagonistas do filme original, já se casaram e têm uma filha de oito anos de idade.

Porém, nem tudo são flores, e ambos os personagens irão passar por conflitos de extrema importância para a narrativa central:

Há uma cena de três páginas com uma discussão entre Jake e Neytiri, uma disputal marital muito, muito crítica para a narrativa. Eu decidi gravar tudo da perspectiva de uma criança de oito anos se escondendo embaixo da cama e observando a briga. E tendo tido a experiência com [Sam Worthington] em Avatar, agora eu sabia como o arco de Jake seria pelos próximos quatro filmes. Tem sido pesado para ele. Ele fez dois filmes num vai-e-vem sem parar.

Segundo o site BBC, as sequências de Avatar se chamarão:

Avatar 2‘ estreia em 18 de dezembro de 2020; e ‘Avatar 3‘ em 17 de dezembro de 2021.

Se forem aprovados, ‘Avatar 4‘ só chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2024; e ‘Avatar 5’ em 19 de dezembro de 2025.

Recentemente, foi divulgado um novo logotipo da franquia, descartando a fonte Papyrus que foi apresentada no filme original de 2009.

Confira e compare com o anterior:

‘Avatar 2’: James Cameron revela os desafios de gravar cenas subaquáticas; Confira!

Vale lembrar que ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,7 bilhões entre dezembro de 2009 e o primeiro semestre de 2010.

Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

‘Servant’: Nova série de M. Night Shyamalan ganha data de estreia!

Durante a NYCC 2019, o diretor M. Night Shyamalan falou um pouco sobre sua nova série para a AppleTV+Servant, e aproveitou para divulgar o dia de lançamento: 28 de novembro.

A primeira temporada terá dez episódios de trinta minutos cada.

Confira os primeiros teasers:

O show foi criado por Shyamalan (‘Vidro’, ‘Fragmentado’).

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

‘Jurassic World: Dominação’: Foto aérea revela estúdio abandonado devido ao Coronavírus

DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento de Jurassic World: Dominação devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

Roteirista de ‘Abracadabra’ fala sobre o retorno do elenco original para a sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista Mick Garris, conhecido por seu trabalho no clássico cult de Halloween Abracadabra, falou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica ParkerBette MidlerKathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.

“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”

Numa recente publicação do Instagram, Parker confirmou que ela, Midler e Najimy assinaram contrato para reprisar seus papéis como Sarah, Winifred e Mary Sanderson, respectivamente. Adam Shankman será o diretor.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia High School Musical), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Apesar de não ter feito muito sucesso de bilheteria e de crítica, arrecadando pouco mais de 39 milhões de dólares à época do lançamento, o longa foi elevado ao status de cult. Rumores de sua sequência já despontam nas redes sociais há vários anos.
Mick GarrisNeil Cuthbert assinaram o roteiro do primeiro filme.
Abracadabra 2’ ainda não tem estreia confirmada. A plataforma do Disney+, por sua vez, será lançada em território nacional no dia 12 de novembro deste ano.

‘Atlantis’: Romance pós-apocalíptico ganha arrepiante trailer oficial; Confira!

Atlantis é o novo longa-metragem ucraniano que fará parte da seleção oficial do Oscar 2021 e ganhou seu poderoso primeiro trailer recentemente.

O romance distópico pós-apocalíptico gira em torno de um casal improvável que tenta transformar uma vida trágica em um cotidiano normal da forma que conseguirem – e depois de um período em que a Ucrânia conseguiu derrotar a Rússia em uma guerra sangrenta e que trouxe consequências para os dois lados.

Confira:

O longa é dirigido por Valentyn Vasyanovych (‘Black Level’).

Ucrânica Oriental, 2025. Um deserto inóspito para habitação humana. Água é uma mercadoria de alto valor trazida por caminhões. Um Muro está sendo construído nas fronteiras. Sergiy, um ex-soldado, tem dificuldades em se adaptar à nova realidade. Ele conhece Katya durante a missão da Tulipa Negra, dedicada a exumar cadáveres de guerra. Juntos, eles tentam construir uma vida normal, na qual podem se apaixonar de novo.

Andriy RymarukLiudmyla Bileka e Vasyl Antoniak estrelam.

Atlantis tem estreia marcada nos Estados Unidos para 22 de janeiro de 2021, ainda sem previsão de lançamento no Brasil e nos circuitos internacionais.

Crítica | Billy Porter brilha no 4º episódio da última temporada de ‘Pose’

Tem sido um longo e estonteante caminho para os nossos queridos protagonistas de Pose, facilmente uma das melhores produções de Ryan Murphy e companhia – e um desses complexos e apaixonantes personagens é, sem dúvida, Pray Tell, interpretado com maestria pelo vencedor do Emmy Billy Porter.

Começando como mestre de cerimônias do ballroom frequentado por Blanca (Mj Rodriguez), Electra (Dominique Jackson), Angel (Indya Moore) e tantos outros, Pray Tell mergulhou em um arco de queda e de redenção belíssimo e cativante, transformando-se em vilão e em mocinho a partir de inúmeros elementos, desde a traumática e abusiva infância aos amores que encontrou em Nova York e ao fato de ter sido diagnosticado com HIV/AIDS. Agora, em “Take Me To Church”, quarto episódio da temporada final da obra, chegou seu momento de enfrentar certos fantasmas do passado, regressar à terra natal e entender, da maneira que conseguir, o que o levou a se afastar com tanta convicção da mãe e dos amigos.

Não é surpresa que, para um capítulo tão importante quanto este, o próprio criador e showrunner Janet Mock tenha retornado para a direção e o roteiro – ainda mais por ter emprestado suas habilidosas mãos para a incrível estreia “On the Run”. Apesar dos obstáculos que encontra pelo caminho, incluindo um trôpego ritmo e algumas escolhas estéticas desnecessárias, Mock transforma a iteração em uma ode à vida e uma reparação metafísica de problemas que ainda não se resolveram, mesmo vinte anos depois. E é dessa maneira que tudo se articula como uma inversão de papéis e uma narrativa que, por mais óbvia que aparenta, ainda consegue nos arrancar lágrimas pelas performances indescritíveis de cada ator e atriz.

A parte mais interessante, por incrível que pareça, resume-se a uma meticulosa e relativamente ousada condução, que, respaldando-se nas fórmulas dramáticas, não deixa que transpareçam com a facilidade imaginada. Enquanto na semana passada Jackson tomou as rédeas para uma “história de origem” de Elektra, Porter faz o máximo para seguir esses passos antológicos – mas focando mais no término de uma subtrama que clamava por uma conclusão. Afinal, ao longo da série, o público teve contato com alguns aspectos de sua infância e adolescência, até o momento em que não se sentiu mais acolhido pela comunidade de nascença e resolveu recomeçar em um dos principais centros urbanos do planeta. Mock, levando em conta tal premissa, transmuta a visceralidade citadina em uma aspiração suburbana e católica que preza pela simplicidade e pelo tradicionalismo.

Entre simetrias gritantes e uma sutileza metafórica que demonstra os dois lados de uma mesma persona, o enredo fica em segundo plano e se esquece de si mesmo. Era de se imaginar que, resolvendo visitar a mãe (Anna Maria Horsford) após descobrir que tinha apenas seis meses de vida, houvesse um confronto acerca da orientação sexual de Pray Tell e o fato de ter contraído HIV/AIDS. Consecutivamente, era também de se esperar que ambos perdoassem um ao outro pelos erros que cometeram e redescobrissem a alegria de uma família há muito desmantelada – ora, ela até mesmo o convence de ir para a igreja onde cantava uma última vez, permitindo-lhe que mostre toda sua fragilidade através do gospel.

O relacionamento entre os dois é um tanto circinal e “forçado”, por assim dizer, preferindo encontrar-se numa felicidade fabulesca do que numa realidade pungente. Mas os laços com a tia (vivida majestosamente por Jackée Harry) e com um ex-amante que não aceita a si mesmo, Vernon (Norm Lewis) são as momentâneas investidas que deixam tudo ainda mais intrincado, flertando com um cru saudosismo que nunca toma forma. As reflexões que Pray Tell faz quanto ao passado limitam-se a uma frustrante breve sequência em que ele e Vernon se beijam pela primeira vez e atraem olhares maldosos de pessoas que, tecnicamente, deveria respeitar e não julgar o próximo.

Imprimindo críticas ao fanatismo religioso e às controversas ideologias do catolicismo, Mock, Steven Canals e Brad Falchuk, todos contribuindo para o roteiro, não tira sarro de extremismos indefensáveis, mas abre portas para uma exploração de mentalidade preponderante dos anos 1980 e 1990, em que tabus sobre HIV/AIDS e sobre a comunidade LGBTQIA+ regiam uma sociedade patriarcal e estagnada no tempo (não que isso seja muito diferente, hoje, apesar de termos evoluído consideravelmente). Porém, mais do que apenas jogar profusamente comentários, vê-se uma análise que, mesmo arranhando a superfície, já um começo digno para o que precisa ser discutido na atualidade e que data de décadas atrás.

A terceira temporada de Pose pode ter deslizado em certos momentos nesse mais novo episódio, mas ainda tem potencial de sobra para entregar aos fervorosos fãs um grand finale mais que merecido – despedindo-se aos poucos de personagens memoráveis e que, com a mais absoluta certeza, deixarão saudade.

‘O Hóspede Americano’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova minissérie brasileira da HBO Max; Confira!

A nova série brasileira/americana ‘O Hóspede Americano‘ já está disponível na HBO Max e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo que nos leva para os bastidores da produção.

Confira:

Na trama, a jornada do ex-presidente americano Teddy Roosevelt, junto com o oficial do exército brasileiro Cândido Rondon em uma aventura para desbravar regiões desconhecidas e encontrar-se com habitantes indígenas da Amazônia.

Chico Diaz, David Herman, Chris Mason e Aidan Quinn estrelam a minissérie.

Bruno Barreto assina a criação da série.

A minissérie conta com quatro episódios, que serão lançados semanalmente.

Artigo | Misticismo, revolução e fábula na clássica animação da Disney ‘A Bela e a Fera’

É inegável que, na década de 1990, os estúdios Disney já estavam com seu império cinematográfico extremamente consolidado. Desde o final da década de 1930, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, as técnicas para filmagem em animação alcançaram uma evolução exponencial, atravessando a utilização de lâminas de vidro para a ilusão de profundidade até culminar nas animações em 3D que conhecemos hoje. Entretanto, ouso dizer que não há animação mais marcante que ‘A Bela e a Fera’, uma das principais obras que colocaram os estúdios na chamada Era de Ouro – e que permitiu a produção de outros clássicos como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’.

Devemos ter em mente de que a narrativa desta obra é atemporal, até mais que outras histórias adaptadas pela companhia supracitada. A trama principal gira em torno de uma jovem garota, emprestando seu nome ao título, que vê sua vida mudar completamente ao incidentalmente se tornar prisioneira de uma terrível criatura – que também dá nome às cartas do jogo. Conhecendo o estilo de releituras de contos de fada seculares, já é de se esperar que os maniqueísmos conflituosos entre “bem x mal” acompanhem as viradas no roteiro – mas, diferente do que estávamos acostumados, cada entrada de personagem tem um propósito muito maior.

O longa começa com uma composição sonora essencialmente formada por violoncelos e a suave melodia modal de um piano, arquitetada por um dos grandes mestres da música, Alan Menken – em companhia de seu letrista Howard Ashman. A câmera desliza por paisagens quase paradisíacas até se aproximar de um vitral adornado por campânulas murchas – cujos tons de lilás casam perfeitamente com a sobriedade da narração de David Ogden Stiers (também dublador original de outro personagem, Cogsworth). Somos apresentados ao pano de fundo da obra, e a utilização das janelas como recurso estilístico confere uma aura angelical e macabra, combinada com uma geometria exacerbada que prevê conflitos e obstáculos.

O foco desta introdução é a Fera (Raymond Benson), um personagem arrogante e mimado que se importa mais com as aparências que com as essências – uma metáfora interessante inclusive para a sociedade contemporânea. Seu reino e sua estabilidade monárquica são ameaçados pela inevitável aparição de uma Feiticeira, cuja maldição é fortalecida pelo símbolo da rosa vermelha (uma flor associada à paz, à pureza e aos novos começos). A potência de seu feitiço é tamanha que todos os habitantes do Castelo são transformados em mobília, enquanto o príncipe regente exterioriza toda a podridão de sua personalidade, ganhando chifres, presas, garras e um temperamento agressivo.

O foreshadowing entra como um recurso óbvio aqui, indicando que a outra protagonista será a responsável por quebrar a maldição e livrá-los de um destino muito pior que a morte. Deste modo, prever o desfecho não é um trabalho complicado, mas isso em momento algum interfere na grandiosidade de sua composição e no desenrolar dos eventos. Os acontecimentos são muito bem delineados pelo roteiro assinado por Linda Woolverton, cujas inúmeras referências à história original e a produções anteriores (vide a ópera ‘La Belle et la Bête’) contribuem para endossar A Bela e a Fera como uma obra-prima.

Já aqui percebemos a identidade teatral do filme: o foco oscila entre os vários elementos dentro de uma sequência, como se seguisse um holofote invisível capaz de desviar ou canalizar a atenção do público. Os takes em que a Fera entra em autocomiseração logo a colocam em pontos cegos para que o espectador seja atraído pelo mortal brilho da rosa e da redoma encantada, pincelada com um misticismo aterrorizante.

Até mesmo a brutal diferença de atmosferas entre o Castelo e o vilarejo é tratada com naturalidade. O corte é acompanhado pelo fade out antes de sermos finalmente apresentados à comunidade de Villeneuve, um lugar praticamente saído dos livros de ficção e que não é muito diferente de outras cidadelas tão presentes em narrativas épicas. Temos cenários levemente distorcidos e curvilíneos, como se estivessem buscando uma estabilidade dentro de um microcosmos homogêneo, tudo adornado com simplicidade de humildade – em contraste com a imponência exacerbada da morada da Fera. A paleta de cores encontra sua voz na excentricidade e na mistura de cores vivas como amarelo, dourado e vermelho, indicando a inegável ficcionalidade daquele lugar.

E então, finalmente, Bela (Paige O’Hara) se mostra. E sua presença é notada quase de imediato, justamente por não seguir o padrão dos outros moradores – ela é excêntrica por não ser excêntrica. Suas vestes restringem-se à simples combinação transparecida de branco e azul, conferindo-lhe uma graça à medida que anda pelas ruas de pedra. Ela sai de casa carregando uma cesta de cânhamo em uma mão, e um livro em outra, como se estivesse flutuando – e então vemos a primeira característica de sua personalidade: o instinto de aventura. Através de seu solo, chamado “Belle” (no original), ela constantemente diz para si mesma que “deve haver mais além desta vida provinciana”. Bela deseja e está pronta para expandir seus horizontes e sair da bolha à qual todos os outros parecem estar presos; ela é um arquétipo sobrepondo-se em meio a tantos estereótipos.

Seja o padeiro, o vendedor, a dama-de-companhia ou a dona-de-casa, seus vizinhos são cobertos com uma luz dura que os funde às instalações do vilarejo; eles já fazem parte daquela comunidade e não querem alguma mudança – e a protagonista é rechaçada justamente por estar à frente de seu tempo e remexer no comodismo social, seja pelo fato de ler, seja pelo fato de sonhar grande. O próprio arranjo orquestral traz uma animação interior que se aproxima da psique libertária de Bela.

Mas a narrativa não seria envolvente o suficiente caso ela não encontrasse obstáculos – e em A Bela e a Fera, tais conflitos vêm encarnados pelas personalidades extremamente caricaturadas de Gaston (Richard White) e LeFou (Jesse Corti), a “dupla herói-ajudante” que claramente faz uma referência irreverente às construções heroicas das narrativas gregas. Gaston é um homem sem caráter e completamente cego pela própria megalomania – o típico valentão musculoso e primitivo da épica antiga -, enquanto LeFou é uma vítima da circunstância, cuja adoração por seu “mestre” o transforma em um escape cômico submisso e sem qualquer traço de personalidade aparente.

Suas tentativas para conquistar Bela são no máximo cômicas, se não fossem trágicas. Ele constantemente tenta submetê-la ao padrão milenar do casamento, diminuindo sua incrível força de vontade para transformá-la num fantoche. Mas é claro que ela não se deixa vencer e volta a sonhar com uma vida completamente diferente – note que a protagonista não se restringe aos valores que lhe são impostos, mas deseja criar seu próprio entendimento sobre o mundo, afastando-se da massa amorfa e inalterável da comunidade em que vive.

Um dos grandes motivos dessa afinidade com a mudança é representado por seu pai, Maurice (Rex Everhart), que também emerge como o estereótipo do cientista louco de bom coração. Sua caracterização se baseia principalmente na falta de senso coletivo e na individualização de seus problemas – citando aqui seu enclausuramento no porão que utiliza para suas criações. Entretanto, ele não consegue passar um sentimento de segurança totalmente legível, sendo amparado diversas vezes pela filha, a qual deseja se desprender de sua vida campesina e explorar o desconhecido.

É possível até dizer que, se não fosse por seu pai, Bela jamais teria o motivo essencial para abandonar sua vida campesina. Afinal, logo depois que consegue fazer uma de suas últimas invenções funcionar, Maurice viaja até a cidade mais próxima para vendê-la, mas acaba entrando no caminho errado e chegando ao Castelo da Fera. A transição entre segurança e mortandade é evidenciada principalmente pela paleta de cores, a qual oscila entre tons de vermelho e verde para os mais neutros e pastéis, e pela melodia – uma composição em piano e xilofone tétrica que contribui para a atmosfera de suspense.

A estética expressionista é também muito presente na animação. Além dos cenários distorcidos do vilarejo, a arquitetura do Castelo é uma mistura híbrida e muito certeira das obras góticas do século XIII com toques da vanguarda artística supracitada. As sombras metamórficas são constantes e, a princípio, indicam a presença de um perigo eminente – ainda que se revelem inofensivas, como podemos ver em algumas sequências de Maurice dentro da morada da Fera. Árvores secas e com galhos retorcidos, a constância da névoa e a sensação de aprisionamento se relacionam ao locus horrendus da escola simbolista – e mostram a capacidade de intertextualidade que este filme traz consigo.

A imponência é também evidenciada pela composição dos planos: contra plongées muito bem colocados, exacerbação da dramaticidade, o contraste entre a pequenez dos personagens humanos e o gigantismo do “refúgio simbólico” e a continuidade azulada que reafirma a sensação de solidão, mesmo num cenário tão vasto quanto aquele. A superposição de tons cálidos e frios entra como um elemento assertivo para a sensação de profundidade e de infinitude, além de ajudar a narrativa a declarar que há mais coisas além do que observamos na superfície.

Ao descobrir que seu pai tornou-se prisioneiro da Fera (o suposto antagonista), Bela finalmente decidi sair do enclausuramento e firmar-se como a heroína da história, atravessando o mesmo perigoso bosque para dar de cara com uma cenário inesperado: torres alterosas rasgando um céu nublado, e um jardim seco tomado pela neve. E é aí que o incidente incitante da narrativa tem seu objetivo cumprido.

Talvez eu possa dizer que, assim que a protagonista se oferece para ocupar o lugar do pai, A Bela e a Fera comece a se configurar como um filme realmente da Disney, primeiramente pela presença dos personagens coadjuvantes e segundamente por alguns traços identitários difíceis de abandonar – mas que garantiram a solidez deste império cinematográfico.

É necessário dizer que, na obra original (assinada por Gabrielle-Suzanne Barbot), as criações secundárias que nos permitiram se apaixonar ainda mais pelo filme não existem. Sua grandiosidade é acompanhada de uma narrativa simples e brilhante, que foca nas relações intimistas entre os protagonistas. Provavelmente uma adaptação literal do romance não teria sido bem-vista e bem aceita pelo público – levando em conta a densidade da estória. Deste modo, optar por introduzir uma mobília encantada foi um tiro certeiro.

A adorabilidade de personagens como Lumière (Jerry Orbach), Cogsworth (Stiers), Mrs. Potts (Angela Lansbury), Chip (Bradley Pierce) e outros entra em constante conflito com a impetuosidade de seu mestre. A paixão pela servitude e a cordialidade extremas são valores inerentes a suas personalidades, mas, diferentemente dos camponeses da vila, estes traços não os transformam em um coletivo homogêneo – muito pelo contrário: enquanto Lumière é mais irreverente e mais sedutor, Mrs. Potts preza pela justiça e pelo equilíbrio, enquanto Cogsworth deixa-se levar ao pé da letra pelas regras.

A primeira noite de Bela no Castelo retoma elementos de outras criações audiovisuais dos estúdios, principalmente ‘Branca de Neve’ e ‘Bela Adormecida’. A utilização de planos holandeses, atrelada ao jogo de luz e sombra, aumentam o clima de tensão. Mas conforme o tempo vai passando, percebemos que a protagonista talvez tenha encontrado seu lugar em meio a um caos aparente – concretizada pela música “Something There”, sequência na qual duas personalidades completamente diferentes começam a se entender. A Fera não consegue compreender o conceito de altruísmo e de benevolência emanado por Bela, enquanto ela não consegue entender sua falta de controle temperamental e sua arrogância constante.

A mudança atmosférica entre os dois cenários principais é gradativa, mas notável. Enquanto o vilarejo a priori se mostra embebido por cores vivas e por uma instabilidade amorfa, a morada da Fera parece ter sido retirada diretamente de obras como ‘Drácula’ ou ‘Nosferatu’, afastando os viajantes que ousassem passar por ali. Mas conforme a narrativa se desenrola, toda a identidade visual é transgredida: a trilha sólida e dramática do Castelo dá espaço para o misticismo de um piano de causa, indicando uma compreensão mútua entre os protagonistas.

A chegada de um inverno brusco também marca uma reviravolta na história. É preciso compreender que o território comandado pela Fera se configura como um microcosmos independente, no qual o abandono de esperança é constante – e aqui a melodramaticidade registrada das adaptações Disney encontra o espaço com o puro sofrimento de Bela. Mas a primavera logo vem com mais força, transformando inclusive as sensações que outrora tínhamos quanto àquele lugar.

Um dos grandes ápices da animação é a sequência musical de “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. A escolha das cores é muito bem pensada – um hibridismo psicodélico entre cores complementares e harmônicas que arranca um sorriso até dos mais céticos (a composição entre verde e rosa é de uma perfeição inenarrável).

Outro ponto extremamente positivo é a consumação romântica entre Bela e a Fera com o baile de gala, sustentado por uma rendição emocionante de Lansbury com “Beauty and the Beast” – música ganhadora do Oscar em 1992. A justaposição entre dourado e azul é encantadora, e enquanto nas sequências anteriores as cores se fundiam, aqui a profusão é quase inexistente, marcando uma evolução no relacionamento e no amadurecimento entre eles.

Os momentos de tensão também encontram um crescimento exponencial na metade do terceiro ato, em que Gaston, mergulhando de cabeça em sua própria personalidade evasiva e controladora, consegue manipular todo o vilarejo para invadirem o Castelo e matarem a Fera, como forma de livrar Bela e Maurice de um “estado letárgico das trevas” – mas, na verdade, é o modo em que o real antagonista encontra para reafirmar sua virilidade e sua superioridade perante aos outros personagens.

A batalha final, travada e coreografada com maestria entre dois símbolos paradoxais, funciona como uma sequência resumida de todos os elementos da animação. Os planos holandeses encontram ainda mais voz, bem como as angulações distorcidas e os contra plongées. Mas diferentemente dos dois primeiros atos, o comportamento antissocial e repulsivo da Fera está subjugado à cegueira exacerbada de Gaston. À medida em que os dois se aproximam de uma construção semelhante a um penhasco, o antagonista levanta sua arma, pronto para desferir o golpe no príncipe amaldiçoado. Toda a composição do quadro mostra por segundos angustiantes o triunfo do mal sobre o bem, até que Bela, surgindo como objeto de foco, consegue – ainda que indiretamente – inverter a situação.

É quase automático prever o desfecho da obra: assim como filmes antecessores, o bem triunfa sobre o mal e os personagens encontram sua redenção perante à maldição da Feiticeira. Além disso, a evolução dos protagonistas se concretiza de modo a declarar independência à personalidade aventureira de Bela – que, além disso, encontrou seu amor verdadeiro – e mostrando a generosidade e o altruísmo da Fera – que voltou ao seu estado original (assim como todos os servos do Castelo. Este finalzinho do último ato é completamente perscrutado pela melodia em crescendo de Menken, e a re-transformação é toda acompanhada por uma construção orquestral épica.

Caracterizar A Bela e a Fera como uma obra-prima é um trabalho complicado, principalmente pelas diversas e complexas camadas que compõe a animação. Sua superioridade frente a outros filmes do estúdio vai além da narrativa emocionante e envolvente, alastrando-se para vertentes simbólicas muito bem estruturadas. Temos, como exemplo mais visível, a rosa, cujo significado usual está diretamente relacionado à segurança e ao novo começo. Entretanto, o próprio design deste objeto cênico é diferenciado, e seu brilho mortal entrega as reais intenções da Feiticeira: uma versão inanimada do príncipe arrogante (bonito por fora e intragável por dentro).

O espelho é outro elemento de grande importância narrativa, e está presente na animação de diversas formas – água, janela, o objeto em si e até no reflexo dos olhos dos animais. Com grande associação ao mito de Narciso, jovem grego que se apaixonou pelo próprio reflexo do lago e acabou por se afogar, o espelho funciona como elemento de autocontemplação pessoal e universal, correlacionando-se ao fato da Fera não se importar com outras criaturas além de si mesma. Mas ele também está conectado à pureza e à sinceridade, fatores muito presentes com a chegada de Bela ao Castelo, prevendo uma mudança drástica na vida de todos que ali vivem.

Uma das comparações mais marcantes de todo o longa é, sem dúvida, os dois frames que iniciam e fecham a história. Como já dito, os vitrais do começo estão tomados por uma geometria extenuante que conversa com as flores mortas ao redor – afinal, os conflitos apenas começaram. Nos segundos finais, a mesma composição aparece, mas com uma paleta de cores mais uniforme e, desta vez, com ramos de botões de rosa formando uma pérgula arqueada.

A Era de Ouro da Disney talvez não tenha um melhor representante. A Bela e a Fera permanece até hoje conservada em sua atemporalidade, servindo como grande exemplo narrativo e técnico e entrando como o primeiro longa de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme. E, bom, convenhamos que um conto tão eterno quanto o próprio tempo não merece menos que este patamar na história.

‘He-Man e os Mestres do Universo’: A batalha final vai começar no trailer INCRÍVEL da 3ª temporada; Confira!

Durante a San Diego Comic-Con, a Netflix revelou incrível trailer oficial da 3ª temporada da animação ‘He-Man e os Mestres do Universo‘.

Os episódios têm retorno marcado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

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No planeta de Eternia, um jovem príncipe perdido descobre os poderes de Grayskull e se transforma em He-Man, mestre do universo! A clássica batalha entre He-Man e o maligno Esqueleto se eleva a novas alturas enquanto o herói e o vilão formam equipes novas e poderosas. Uma nova geração de heróis lutando pelo destino de todos nós. No final, quem se tornará o Mestre do Universo?

O elenco de dublagem conta com Yuri LowenthalDavid KayeKimberly BrooksAntony Del RioJudy Alice LeeTom KennyBenjamin DiskinGrey GriffinRoger Craig Smith e outros.

Gostou de ‘Glass Onion’? Aqui estão outros DEZ filmes de mistério para você conferir!

Glass Onion, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso de crítica e de público.

A trama, que traz Daniel Craig de volta como o detetive Benoit Blanc, conta a história do magnata Miles Bron (Edward Norton), que convida seus amigos excêntricos para sua ilha para jogar um jogo de detetive. Mas um assassinato real é cometido e as coisas saem do controle. Todos são suspeitos e a morte pode vir de onde se menos imagina.

Enquanto a já estabelecida mini-franquia de Rian Johnson reavivou nosso gosto por produções de mistério, é quase impossível não sentir um gostinho de quero mais. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez longas-metragens de mistério para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

UM CORPO QUE CAI (1958)

Em São Francisco, o detetive aposentado John ‘Scottie’ Ferguson (James Stewart) sofre de um terrível medo de alturas. Certo dia, encontra com um antigo conhecido, dos tempos de faculdade, que pede que ele siga sua esposa, Madeleine Elster (Kim Novak). John aceita a tarefa e fica encarregado da mulher, seguindo-a por toda a cidade. Ela demonstra uma estranha atração por lugares altos, levando o detetive a enfrentar seus piores medos. Ele começa a acreditar que a mulher é louca, com possíveis tendências suicidas, quando algo estranho acontece nesta missão.

OS 7 SUSPEITOS (1985)

Baseado no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue’‘Os Sete Suspeitos’ pode não ter sido bem recebido à época de seu lançamento, mas se tornou um clássico cult que merece ser revisitado. Na trama, seis indivíduos com históricos comprometedores em Washington se reúnem para um jantar na mansão do ostentoso Sr. Pessoa (Lee Ving). Eles são recebidos pelo mordomo, que atribui a cada convidado um pseudônimo a fim de proteger suas identidades. Após o jantar, eles descobrem que foram chamados para conhecer o seu chantageador: o Sr. Pessoa, e cada um deles recebe uma arma. Quando o anfitrião aparece morto, o grupo se apavora e procura por pistas para revelar o assassino. Só que já é tarde demais e mais pessoas aparecem mortas. Agora só resta descobrir: quem matou quem, em qual cômodo e com qual arma.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

Nesta incrível adaptação de Tim Burton, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.

O CÓDIGO DA VINCI (2006)

Um assassinato no museu do Louvre em Paris e pistas enigmáticas em alguns dos quadros mais famosos de Leonardo DaVinci levam à descoberta de um mistério religioso. Por mais de dois mil anos, uma sociedade secreta guarda informações que, se descobertas, poderiam comprometer o cristianismo. Robert Langdon, um professor especialista em simbologia e história, se envolve na investigação.

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (2011)

Ovacionado pela crítica e considerado como um dos melhores filmes de espionagem do século, O Espião que Sabia Demais é baseado no romance homônimo de John le Carré e traz Gary Oldman como o protagonista. Ambientado na Guerra Fria, a história acompanha George Smiley, um veterano da divisão de elite do serviço secreto inglês conhecida como Circo. Após a morte de seu ex-chefe e de alguns fracassos em missões internacionais, ele é chamado para desvendar um mistério sobre a identidade do agente duplo que, durante anos, trabalhou também para os soviéticos. Todos à sua volta são suspeitos, mas, como bons espiões que são, foram treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão.

A CASA TORTA (2017)

Agatha Christie é uma das maiores escritoras de todos os tempos e é, até hoje, considerada a primeira dama do crime. Em 2017, uma das várias adaptações que chegaram ao cinema foi A Casa Torta. Na trama, o octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinquenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. Porém, somente um se revelará o verdadeiro assassino.

ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (2017)

O divertido remake de Assassinato no Expresso do Oriente, baseado no aclamado romance homônimo de Agatha Christie, envelheceu muito melhor do que poderíamos imaginar. Comandado por Kenneth Branagh, a trama acompanha o detetive Hercule Poirot (também vivido por Branagh) embarca de última hora no trem Expresso do Oriente. Já a bordo, ele conhece os demais passageiros e resiste à insistente aproximação de Edward Ratchett (Johnny Depp), que deseja contratá-lo para ser seu segurança particular. Na noite seguinte, Ratchett é morto em seu vagão. Com a viagem momentaneamente interrompida devido a uma nevasca que fez com que o trem descarrilhasse, Bouc convence Poirot para que use suas habilidades dedutivas de forma a desvendar o crime cometido.

MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE (2018)

Em Maus Momentos no Hotel Royalethriller neo-noir comandado por Drew Goddard, sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, Califórnia, na década de 1960. Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite, antes que tudo dê errado. A produção vale a pena por seu caráter nostálgico, pela condução da obra e pelo estelar elenco formado por nomes como Jeff BridgesCynthia ErivoDakota JohnsonJon Hamm e muitos outros.

ENOLA HOLMES (2020)

Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Allan Poe, Enola Holmes conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer: ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la – e, no caminho, se envolve em um perigoso e instigante mistério.

VEJA COMO ELES CORREM (2022)

Dirigido por Tom GeorgeVeja Como Eles Correm teve um breve circuito nos cinemas antes de chegar ao Brasil pelo Star+. Nessa divertida e nostálgica aventura misteriosa, um desesperado produtor de cinema de Hollywood decide transformar uma peça popular em um filme. Quando membros da produção são assassinados, o exausto inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a novata Constable Stalker (Saoirse Ronan) se veem no meio de um mistério intrigante.

O fim está próximo no novo cartaz oficial da 2ª parte da ÚLTIMA temporada de ‘Manifest’; Confira!

A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da segunda parte da 4ª (e última) temporada de ‘Manifest‘.

Os episódios finais irão estrear na plataforma no dia 2 de junho.

Nos últimos capítulos, os passageiros irão enfrentar repercussões alarmantes em um mundo dominado pelo ódio, não mais livres para resolver seus próprios chamados sem supervisão constante do inescrupuloso Registro 828. Logo, um acidente misterioso oferece avisos sinistros em escala bíblica que comprometerá ainda mais a subsistência de todos.

Confira, junto ao trailer:

A série é inspirada no desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

Dica da Semana | 5 filmes indicados ou vencedores do Oscar para você conferir no Star+

Com a popularização crescente das plataformas de streaming, assistir a clássicos do cinema se tornou bem mais simples do que poderíamos imaginar – e títulos um tanto quanto difíceis de serem abocanhados pelo público agora estão disponíveis em um piscar de dedos.

E, para os cinéfilos de plantão, tais serviços carregam títulos e mais títulos que dominam a temporada de premiações, principalmente o Oscar – o maior prêmio da sétima arte.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens indicados e/ou vencedores dos prêmios da Academia para você conferir no Star+, uma das plataformas que mais conquista os assinantes.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CISNE NEGRO (2010)

Baseado no ballet de Pyotr Ilyrich Tchaikovsky, o longa-metragem estrelado por ninguém menos que Natalie Portman (que levou o Oscar de Melhor Atriz para casa) acompanha uma jovem bailarina chamada Nina que faz parte de uma companhia de dança respeitada e bastante rígida. Ela logo se prepara para a audição para O Lago dos Cisnes, fazendo de tudo para conseguir o papel principal da Princesa Odette (que é transformada em um cisne branco por um terrível feiticeiro). Todavia ela é forçada a enfrentar a própria mãe (Barbara Hershey) e seus demônios interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer – e para provar que ela é a única que está à altura da protagonista.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

O vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Atriz Coadjuvante para Lupita Nyong’o é, até hoje, considerado uma das melhores produções do século. A trama é baseada na incrível história da luta de um homem pela sobrevivência e liberdade. Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade (personificada pelo perverso dono de escravos interpretado por Michael Fassbender), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (Brad Pitt) mudará sua vida para sempre.

BIRDMAN (2014)

Lançado em 2014, Birdman acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente. O longa levou para casa quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme Melhor Direção.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Guillermo Del Toro é um nome do qual você com certeza já ouviu falar. O diretor mexicano conquistou o mundo com suas histórias fantasiosas, abarcando aclame por parte do público e da crítica – e é claro que o vencedor do Oscar A Forma da Água não poderia ficar de fora da nossa lista. Trazendo aspectos da ficção científica para uma homenagem a obras como ‘O Monstro da Lagoa Negra’ e até mesmo ‘A Bela e a Fera’, a história é ambientada em meio aos conflitos político-sociais da Guerra Fria e acompanha Elisa, uma zeladora muda que trabalha em um laboratório experimental secreto do governo e que se encanta com uma criatura mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate, ela recorre ao melhor amigo Giles e à colega de turno Zelda, em uma aventura que pode custar muito mais do que o seu emprego.

A FAVORITA (2018)

O aclamado drama cômico de época de Yorgor LánthimosA Favorita, veio sem muitas expectativas para as salas do cinema e ganhou aplausos por absolutamente todos os seus aspectos – além de ter garantido o Oscar de Melhor Atriz a Olivia Colman. Dividindo os holofotes com Rachel Weisz e Emma Stone, a trama acompanha a frágil rainha Anne, da Inglaterra, que é acompanhada por sua grande amiga Lady Sarah. Quando uma nova serva Abigail chega, seu charme a leva a Sarah. Sarah toma a novata como uma pupila e vê uma chance de retornar às suas raízes aristocráticas. Como a política de guerra passa a ocupar muito tempo de Sarah, Abigail entra na brecha para preencher o espaço como companheira da rainha. Sua crescente amizade dá a ela uma chance de cumprir suas ambições e ela não deixa que ninguém fique em seu caminho.

‘A Family Affair’: Comédia romântica com Nicole Kidman, Joey King e Zac Efron ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Netflix divulgou duas imagens inéditas de A Family Affair, nova comédia romântica estrelada por Nicole KidmanJoey KingZac Efron.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira:

O filme é dirigido por Richard LaGravenese, enquanto Carrie Solomon assina o roteiro.

Uma jovem chamada Zara trabalha como assistente do astro de cinema Chris Cole – isto é, até Chris se apaixonar pela mãe dela.

Liza KoshyKathy BatesShirley MacLaine completam o elenco.

‘The Beast In Me’: Brittany Snow, Natalie Morales e mais são escaladas para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou recentemente que quatro novos membros foram escalados para a nova minissérie de suspense The Beast In Me (via Deadline).

As informações indicam que Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’), Natalie Morales (‘Que Horas Eu Te Pego?’), David Lyons (‘Truth Be Told’) e Tim Guinee (‘Horizon: An American Saga’) farão parte do elenco.

O grupo se junta aos previamente confirmados Claire Danes, que é a protagonista e uma das produtoras executivas, e Matthew Rhys.

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Fique ligado para mais informações!

‘Código Alarum’: Ação com Isis Valverde e Sylvester Stallone ganha nova data de estreia nos cinemas!

‘Código Alarum (Alarum), o novo filme estrelado por Sylvester Stallone e Scott Eastwood, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

Anteriormente programado para 27 de março, o longa agora chega às telonas em 10 de abril.

Lembrando que atriz brasileira Isis Valverde também faz parte do elenco.

Joe (Scott Eastwood) e Lara (Willa Fitzgerald) são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos (Isis Valverde), eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.