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Cacau Protásio apronta todas no novo trailer da comédia ‘A Sogra Perfeita’; Assista!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer da comédia ‘A Sogra Perfeita‘, estrelada por Cacau Protásio.

Confira:

A comédia será lançada nos cinemas nacionais no dia 24 de dezembro.

Cris D’Amato é o responsável pela direção.

Neide está chegando aos 45 anos com várias realizações: é dona do salão de beleza mais badalado do bairro, separou do marido encostado e colocou dois filhos na faculdade. Um deles é advogado e já saiu de casa, mas o outro… Fábio Junior não dá nenhum sinal de que vai deixar a casa da mãe. Nerd e cheio de manias, ele adora os mimos da casa de Neide. A presença do filho marmanjo é a única coisa que separa Neide da sua tão sonhada vida de solteira. É aí que Neide cria um ambicioso plano: ela vai treinar uma funcionária do salão para se tornar a mulher perfeita para seu filho. A escolhida é Ciléia, moça simples e caipira que não poderia estar mais distante do universo nerd de Fábio Junior. Neide então faz tudo o que pode para transformar Ciléia e juntar o casal – mas acaba entrando numa confusão maior ainda!

O elenco ainda conta com André Mattos, Luis Navarro, Evelyn Castro, Polliana Aleixo, Marcelo Laham, Roberta Freitas e Inah de Carvalho.

‘Walker, Texas Ranger’: Reboot com Jared Padalecki ganha primeira imagem de bastidores; Confira!

As gravações do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’ seguem a todo vapor e, agora, a The CW divulgou a primeira imagem de bastidores oficial da série.

Jared Padalecki estrela a nova versão.

Confira:

reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’) completam o elenco como os filhos do casal ao lado de Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Monster Hunter’: Atriz brasileira Nanda Costa enfrenta criatura gigante em novo clipe; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo clipe da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, destacando a participação da atriz brasileira Nanda Costa.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de dezembro.

Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

Gostou de ‘A Morte te dá Parabéns’? Então você vai amar o novo “terrir” da Blumhouse!

Kathryn Newton as The Butcher in Millie Kessler's body in Freaky, co-written and directed by Christopher Landon.

Você gostou do “terrir” ‘A Morte te dá Parabéns‘? Então você vai AMAR o novo filme da Blumhouse que também mistura terror e comédia na medida certa.

Confira a crítica do Renato Marafon:

Crítica | Freaky – No Corpo de um Assassino é um ÓTIMO “terrir” no estilo A Morte Te Dá Parabéns

O terror cômico ‘Freaky: No Corpo de um Assassino‘ estreia nos cinemas brasileiros dia 10 de Dezembro.

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Kathryn Newton), de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vince Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.

Os 10 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema!

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

‘Metal Gear Solid’: Oscar Isaac estrelará adaptação com diretor de ‘Kong: A Ilha da Caveira’

De acordo com o Deadline, Oscar Isaac (‘Star Wars‘) irá estrelar a adaptação de ‘Metal Gear Solid‘, que será dirigida por Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira‘).

O ator interpretará o icônico protagonista Solid Snake. Vale lembrar que, ano passado, Isaac havia expressado interesse no papel.

Derek Connolly será responsável pelo roteiro da adaptação.

O jogo original, lançado em 1987 pela Konami, foi criado por Hideo Kojima. O sucesso foi enorme, o que gerou uma franquia com mais de cinco jogos e spin-offs.

A história do jogo original foca em Solid Snake, um soldado ex-aposentado que se infiltra numa instalação de eliminação de armas nucleares para neutralizar uma ameaça terrorista da FOXHOUND, uma unidade de forças especiais. Snake deve resgatar dois reféns: o chefe da DARPA e o presidente de uma fabricante de armas, além de enfrentar os terroristas e impedi-los de lançar um ataque nuclear.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Carlinhos & Carlão – Comédia da Amazon combate a homofobia com bom humor

…Nem couro de Lobisomem

O frio e avarento Ebenezer Scrooge descobriu sua humanidade no livro clássico de Charles Dickens, Um Conto de Natal. O advogado Fletcher Reede (papel de Jim Carrey) passou a dar valor ao filho e à família quando descobriu o poder da verdade na comédia O Mentiroso (1997). Agora, é a vez do machista e homofóbico Carlos ter um curso relâmpago em aceitação e tolerância na comédia nacional Carlinhos & Carlão, lançamento recente da Amazon Prime Video.

A fórmula da “grande mudança” na vida de um protagonista extremamente errático e pouco identificável não é novidade, mas o que os roteiristas Célio Porto e Carolina Castro fazem aqui é aplica-la a um tema muito relevante atualmente. Vivemos numa época fervorosa de colisão de pensamentos, muito trazida pela política mundial de determinações de “lados” – que mesmo muitos não percebendo termina colocando todos em caixas com seus rótulos. Este clima pesado trouxe uma regressão de valores, que constantemente nos faz discutir tópicos que já deveriam há muito ter sido superados: como o racismo e a homofobia. Itens estes inadmissíveis, independente de ideologia política ou religião.

E por justamente ainda precisarmos hoje constantemente reafirmar tais conceitos é que este filme chega de forma mais que propícia, tratando tudo com muito bom humor, fazendo rir (ou gargalhar), mas igualmente passando sua mensagem de forma mais clara impossível, e falando sério quando precisa.

Dirigido por Pedro Amorim, um especialista no gênero tendo em seu repertório produções como Mato sem Cachorro (2013) e Divórcio (2017), Carlinhos & Carlão apresenta o protagonista do título, vivido por Luis Lobianco, um sujeito retrógrado, repleto de preconceitos, cuja vida se encontra estagnada. Se formos analisar psicologicamente, dá para apontar ao menos dois motivadores para a condição odiosa de Carlão: a primeira é a criação do pai – muito associada à “pessoas de mentalidade de outra época” – e a segunda é seu estigma de “zero à esquerda”, pouco apreço pessoal, solitário e preso em sua própria rotina sem grandes aspirações. Tal amargor interno termina exalando ao exterior e na forma como o personagem trata todos ao redor. Seria necessário terapia, e Carlão terá a melhor que poderia lhe ocorrer.

A fórmula citada logo nos primeiros parágrafos quase sempre necessita de um elemento fantástico, algo de sobrenatural que chega para sacudir o coração e a mente destes personagens incorretos. No caso do avarento Scrooge, ele é visitado por três fantasmas na noite de natal, que lhe mostram seu passado, presente e futuro caso não mude o jeito de ser. Em O Mentiroso é um desejo de aniversário do próprio filho pequeno que impossibilita o advogado ardiloso de mentir por pelo menos um dia. E aqui, não existe “castigo” ou aprendizado melhor para um sujeito intolerante do que se transformar exatamente no que mais teme ou simplesmente não compreende. E através de um armário mágico, banhado em muita purpurina de Drag Queen, é que Carlão se transforma em Carlinhos.

A ideia dos realizadores ainda, de forma muito esperta, brinca com a estrutura de clássicos do terror, como O Médico e o Monstro e O Lobisomem, já que a nova faceta do protagonista surge toda noite quando a lua sai. As inúmeras situações que a transformação homossexual de um típico machão, jogador de futebol, boca suja e paquerador de quinta em um gay afetadíssimo criam, são todas muito bem construídas e retiram de cada cena o máximo de humor. E como dito, Carlinhos & Carlão ainda tem espaço para momentos mais dramáticos, como alguns ataques homofóbicos físicos com repercussões muito reais – que deixa tudo mais sensível por chegar muito perto do horror que sabemos ocorrer de forma diária pelo mundo. Impactante e necessário.

No entanto, esse texto não pode terminar sem adereçarmos a entrega de Luis Lobianco, num verdadeiro show virtuoso dando tudo de si em “ambos” os papeis. É difícil dizer em qual dos dois o ator está mais engraçado, mas eu arriscaria dizer que é na pele de Carlão – por imaginarmos que seja algo totalmente oposto de sua persona na vida real. Ambos são caricaturas, mas Lobianco os cria na medida certa, sem nunca passar da nota exagerando mais do que precisa. É seguro dizer que, com seu jeito cínico e sua forma de recitar os diálogos, Luis Lobianco é um dos melhores e mais engraçados humoristas da atualidade. E só nos resta esperar por seus próximos filmes e desejar que sejam tão engraçados quanto este.

Carlinhos & Carlão, como dito, não poderia ter vindo em melhor hora. É um grande acerto de todos os envolvidos, e embora óbvio desde o início na questão de para onde essa história irá caminhar, reserva sim suas surpresas. O que conta mesmo são suas entrelinhas, hilárias e atuais. E claro, sua mensagem essencial.

‘Malignant’: Novo TERROR de James Wan ganha logo e será lançado também no streaming

Depois de seu trabalhar em ‘Aquaman e na franquia ‘Invocação do Mal‘, o próximo filme de James Wan será um terror investigativo chamado ‘Malignant‘.

E o filme acaba de ter seu logotipo divulgado pela Warner Bros.

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e assassinatos, aos moldes do subgênero Giallo Film. Para quem não sabe, os Giallo Films surgiram na Itália antes do terror slasher americano, e se baseiam em crimes de serial killers. Eles inspiraram clássicos como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

Confira:

A estreia foi adiada por tempo indeterminado, mas o filme será lançado simultaneamente nos cinemas e streaming.

TODOS os filmes da Warner programados para chegar aos cinemas em 2021 seguirão o modelo de lançamento de ‘Mulher-Maravilha de 1984‘. Isso inclui ‘O Esquadrão Suicida‘, ‘Duna‘, ‘The Many Saints of Newark‘, ‘Em um Bairro de Nova York‘, ‘Space Jam 2‘, ‘Mortal Kombat‘ e ‘Godzilla vs. Kong‘.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, a atriz Annabelle Wallis (‘Peaky Blinders‘), disse que ainda não vou nada parecido com o projeto em toda a sua carreira, e será algo surpreendente para o público.

“Posso garantir que temos algo muito especial vindo aí, é um filme corajoso, deslumbrante, original e imprevisível. Não vi nada como isso em toda a minha carreira. E eu acho que o público vai ficar realmente impressionado porque James [Wan] está apaixonado pelo que está fazendo… Esse filme reflete a arte do cinema, literalmente, e estou muito animada para saber como as pessoas vão reagir.”

Wallis também revelou como começou a colaborar com Wan e disse que pretende trabalhar ao seu lado em qualquer oportunidade que tiver.

“Quando o conheci, eu estava passando por um momento em que precisei me arriscar e me jogar de cabeça [na carreira de atriz]. Quando James assistiu minha atuação na série ‘The Loudest Voice’, ele me procurou para trabalharmos em ‘Annabelle‘. Eu já conheço o trabalho dele e confio em seu talento, quando ele me falou deste novo projeto, eu não poderia recusar. Encontrei nele um colaborador maravilhoso e sei que continuaremos trabalhando juntos nos próximos anos. Ele é gentil e é tão bom no que faz.”

Além de dirigir, Wan também assina o roteiro, ao lado de Ingrid Bisu.

O elenco também inclui Maddie Hasson, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Taylor Lautner não quis retornar como Sharkboy… Saiba o motivo!

Quando foi anunciado que Sharkboy e Lavagirl iriam retornar ao mundo do cinema em ‘Pequenos Grandes Heróis‘, diversos fãs ficaram animados com a ideia de rever Taylor Lautner e Talor Dooley como os amados personagens.

No entanto, as primeiras imagens oficiais mostraram que Lautner não vai reprisar o papel, sendo substituído pelo ator J.J. Dashnaw… O que explica a máscara do personagem.

Depois disso, o público começou a se perguntar por que Lautner ficou de fora da sequência, e a resposta é que ele pode ter desistido da carreira de ator.

De acordo com o IGN, Lautner disse em 2018 que estava dando prioridade à família em vez de se dedicar à fama e que não faria questão de voltar aos sets de gravação até que surgisse um trabalho interessante.

“Por enquanto, estou satisfeito em aproveitar o tempo livre com a minha família, Eu amo atuar, mas essa não é a minha prioridade no momento, não até surgir algo que desperte o meu interesse.”, disse ele.

Para quem não se lembra, o último trabalho marcante do astro foi no drama ‘Os Irmãos‘ (‘Run the Tide’), que passou despercebido à epoca de seu lançamento em 2016.

Massacrado pelos críticos, o longa registrou apenas 09% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Antes disso, Lautner atuou em ‘The Ridiculous Six‘, comédia estrelada por Adam Sandler e que também foi muito mal recebida pelo público e pela crítica.

Apesar de seu sucesso como Jacob Black na saga ‘Crepúsculo’, Lautner revelou que detestava ser reconhecido apenas por seu corpo e isso contribuiu para que ele fosse se afastando cada vez mais das câmeras.

Quando ele se recusou a tirar a camisa a num evento para promover o filme ‘Idas e Vindas do Amor‘ (2009), ele criticou os organizadores do evento e afirmou que seu corpo e sua imagem não o definiam.

Ainda assim, ‘Pequenos Grandes Heróis‘ poderia ser a chance de Lautner mostrar um outro lado de sua carreira, recuperar a admiração do público e investir em trabalhos menos apelativos no futuro.

Agora só resta aguardar para saber se o astro irá retomar sua carreira nos próximos anos.

O que você acha?

A Netflix divulgou um novo trailer legendado do filme ‘Pequenos Grandes Heróis‘ (We Can Be Heroes), que teve sua estreia ANTECIPADA!

Inicialmente previsto para 1º de Janeiro de 2021, o filme agora estreia na Netflix no Natal, dia 25 de Dezembro de 2020!

Assista ao novo trailer:

Apesar de Taylor Dooley retornar como a Lavagirl, o ator Taylor Lautner não reprisa o seu papel como o Sharkboy. De acordo com o IGN, Lautner disse em 2018 que estava dando prioridade à família em vez de se dedicar à fama e que não faria questão de voltar aos sets de gravação até que surgisse um trabalho interessante.

Robert Rodriguez (‘Alita: Anjo de Combate‘) será responsável pela direção.

Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, seus filhos são levados para uma área de segurança máxima do governo. Mas a esperta Missy Moreno (Gosselin) não desiste de resgatar o seu pai super-herói, Marcus Moreno (Pascal). Missy se une às super-crianças, também filhas dos heróis em apuros, para escapar da supervisão da misteriosa agente do governo, Sra. Granada (Chopra-Jones). Para salvar seus pais eles terão de juntar esforços e trabalhar em equipe utilizando cada um seu super poder — desde a elasticidade, ao controle do tempo e até prever o futuro — formando uma equipe de outro mundo.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

10 Grandes FRACASSOS de Bilheterias que Completam 20 Anos em 2020

Entra ano e sai ano, o mundo do cinema nos apresenta novos sucessos que iremos lembrar e comentar pelos próximos tempos, ou quem sabe para sempre. Mas para isso, como forma de equilibrar o universo, também ganhamos anualmente fiascos monumentais. Fracassos de crítica, público ou ambos, algumas produções azaradas simplesmente se tornam uma grande dor de cabeça para seus realizadores e podem inclusive marcar carreiras – chegando a terminar o sonho de estrelato para muitos.

A cada geração, no entanto, alguns fracassos (ou flops, como são carinhosamente chamadas atualmente estas obras) são redescobertos e reanalisados, podendo vir a se tornar filmes cults. São os casos com produções como Blade Runner e O Enigma de Outro Mundo, por exemplo, ainda hoje fortes na cultura popular após seus fracassos na época de lançamento.

Seja como for, aqui iremos abordar em especial os fracassos financeiros de alguns lançamentos do cinema, que custaram muito, renderam pouco, e em 2020 completam 20 anos. Vem conhecer.

A Reconquista

Não tem como começar a lista de outra forma. A Reconquista, ou Campo de Batalha Terra (no título original), é definitivamente um dos maiores fracassos da história do cinema. Projeto de estimação do astro John Travolta, a ficção científica é adaptada do livro homônimo de L. Ron Hubbard, o pai da cientologia, religião da qual o ator faz parte. A trama se passa no ano 3000 e é uma espécie de Planeta dos Macacos (1968) onde desta vez os humanos são escravizados por uma raça alienígena – da qual Travolta faz parte, ele é o vilão Terl.

Bancada pela Warner, a produção recebeu um orçamento de US$73 milhões, e viu de volta apenas algo em torno de US$21 milhões nos EUA. No mundo, não chegou nem a US$30 milhões. Fora isso, soma pífios 3% de aprovação no Rotten Tomatoes, e junto ao grande público no IMDB é o número 15 dos piores de todos os tempos. O filme fez a limpa nos prêmios Framboesa de Ouro, onde voltou a ser destaque no fim da década – eleito como o pior filme dos últimos dez anos, além do pior “drama” dos últimos 25 anos. Ah sim, e A Reconquista era planejado como uma trilogia, deixando até um gancho ao final para isso. E pensar que o diretor Roger Christian teve envolvimento com a saga Star Wars

Dungeons & Dragons

Igualmente membro do seleto clube dos piores filmes de todos os tempos no IMDB (este em número 74), o filme é a adaptação do famoso jogo de RPG criado em 1974 – que fez e faz a alegria dos aficionados. Este longa, por outro lado, é uma aula de como NÃO fazer uma aventura de fantasia medieval (muito em voga nos anos 1980, e que voltaria com tudo no ano seguinte ao seu lançamento, com Senhor dos Anéis e Harry Potter).

Sim, o adorado desenho conhecido no Brasil como Caverna do Dragão (1983-1985) também é baseado em tal jogo e possui este título na versão original. Ao invés de adaptar o icônico cartoon, os envolvidos preferiram criar esta enfadonha história do zero dentro de tal universo. Dungeons & Dragons é uma das maiores vergonhas da carreira do vencedor do Oscar Jeremy Irons (que vive o vilão) e junto à crítica no Rotten Tomatoes soma histéricos 10% de aprovação. A produção custou US$45 milhões aos cofres da New Line (subsidiária da Warner) e viu o retorno de apenas US$15 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$33 milhões ao redor do mundo.

O diretor Courtney Solomon seguiu para trabalhos melhores, como produtor do drama Cake, com Jennifer Aniston. E curiosamente, Dungeons & Dragons saiu ileso sem indicações ao Framboesa de Ouro.

Os Flintstones em Viva Rock Vegas

Muito antes de SCOOBY! fazer sucesso online com sua intenção de um Hanna-Barbera-verse, outras criações do clássico estúdio de animação já haviam emplacado nas telonas. O primeiro Os Flintstones (1994) chegava na esteira dos sucessos de Batman (1989), Dick Tracy (1990) e As Tartarugas Ninja (1990), que apesar de mais sombrios, mostravam que produtos como quadrinhos e desenhos podiam se dar muito bem nos cinemas. E apesar do primeiro filme, que tinha produção de Steven Spielberg, não ter caído no gosto dos críticos, arrecadou impressionantes US$341 milhões num orçamento de US$46 milhões para a Universal.

Porém, ao invés de engatilhar rapidamente a continuação, o estúdio resolveu esperar nada menos que 6 anos, perdendo totalmente o timing e hype do longa original. Assim, Viva Rock Vegas, uma pré-sequência, mudou seus atores e Spielberg saiu, mas trouxe novamente a direção de Brian Levant. E apesar de seguir não impressionando os críticos (com 25% de aprovação), o prego no caixão foi a irrisória bilheteria de US$35 milhões para um orçamento de US$83 milhões nos EUA. Mundialmente, o filme fez um pouco mais que US$59 milhões. Ah sim, o segundo Flintstones teve indicações no Framboesa e no Stinkers Bad Movie Awards e consta como um dos piores de todos os tempos (número 79) no IMDB.

Sobrou pra Você

A rainha da música pop Madonna é uma estrela irretocável nos palcos, mas sua carreira como atriz talvez tenha visto mais baixos do que altos. Quatro anos depois das críticas sofridas por Evita, Madonna, a atriz, retornava como protagonista nesta comédia dramática sobre uma mulher que decide ter seu primeiro filho (no auge dos 42 anos da atriz) com seu melhor amigo gay. A crítica deu apenas 19% de aprovação, e afirmou que “os elementos da história colidem e as atuações deixam a desejar”.

Sobrou pra Você não escapou dos prêmios ruins do cinema, e foi indicado para o Framboesa e o Stinkers Bad Movie Awards, sendo indicado para pior filme e “vencedor” de pior atriz para a material girl. O grande e saudoso diretor John Schlesinger (Perdidos na Noite e Maratona da Morte) já viu dias melhores. O filme fez uso de um orçamento mediano, de US$25 milhões, mas viu de volta apenas US$14 milhões nos EUA, e US$24 milhões mundialmente aos cofres da Paramount, não conseguindo sequer se pagar.

Supernova

Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, a ficção científica com ares de terror é um dos inúmeros filhotes de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), mas um bem problemático. Orçamentos estourados, roteiro reescrito, adiamentos da estreia, e até mesmo a mudança do diretor. Sim, desde que Hollywood é Hollywood estas tretas acontecem. Aqui foi o icônico Walter Hill quem sofreu com esta superprodução da MGM, precisando assinar como Thomas Lee, e dizem que Francis Ford Coppola foi chamado às pressas para terminar o filme.

O resultado final é basicamente um slasher espacial, com uma força galáctica maligna possuindo um tripulante resgatado pela nave dos protagonistas. Em tela desfilam nomes como James Spader, Angela Bassett, Robert Forster, Lou Diamond Phillips e os então jovens talentos Robin Tunney e Peter Facinelli. Com um orçamento pra lá de inflado de aproximadamente US$90 milhões (é de deixar qualquer um de cabelo em pé), o filme não conseguiu recuperar mundialmente nem ao menos US$15 milhões. Os críticos não perdoaram e tascaram uma aprovação de meros 10%, elegendo o longa como “um insulto ao gênero da ficção científica, sem qualquer empolgação e efeitos especiais ruins”.

As Aventuras de Alceu e Dentinho

E quem disse que filmes infantis não podem ser um verdadeiro desastre de trem? Quando dói no bolso, quem sente é o estúdio. Assim, por mais inofensiva que possa parecer esta primeira adaptação para as telonas de um desenho clássico e adorado dos anos 1950, quem “entrou bem” foi a Universal, que distribuiu o longa. Alceu e Dentinho foram personagens criados para um desenho na TV, e aqui a proposta era levá-los ao cinema numa espécie de Roger Rabbit dos novos tempos, misturando atores reais com os personagens animados. Tudo parecia estar no lugar, e até mesmo o grande Robert De Niro estava a bordo no papel do vilão.

O problema é que o estúdio desembolsou US$76 milhões para o projeto, e o desejo do público de ver o filme era tão pouco, que ele só viu de volta US$26 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$35 milhões mundialmente, se tornando assim um prejuízo. Fora isso, a imprensa especializada deu apenas 43% de aprovação ao filme, e o definiu como “um roteiro decepcionante e sem graça, apesar de se manter fiel à natureza do desenho original”. Para os fãs dos personagens, no entanto, nem tudo está perdido, já que foi lançada uma nova série de animação com o alce o esquilo na Amazon em 2018, com 26 episódios.

Jogo Duro

Já pensou um filme de ação protagonizado por Charlize Theron e Ben Affleck? Hoje isso seria o suficiente para deixar os fãs ansiosos. E se eu disser que esta produção já existe, e foi lançada há nada menos que 20 anos. Para começar, devemos dizer que na época, o segundo nome mais quente no elenco não era o de Theron (que ainda se firmava em Hollywood) e sim o do sumido Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump. Um thriller de ação igualmente problemático, que usa como temática a época de natal, mas que devido aos inúmeros empecilhos foi lançado em fevereiro. Já começa errado aí.

Na trama, Affleck vive um sujeito atraído por Theron para integrar a gangue do irmão dela (Sinise), que planeja um assalto na época do natal. A direção é do consagrado John Frankenheimer (que saía do sucesso do eletrizante Ronin) e o roteiro é de Ehren Kruger (Pânico 3). O filme produzido pela Dimension Films contou com um orçamento de US$42 milhões, mas só arrecadou US$23 milhões nos EUA, e US$32 milhões no mundo, não conseguindo se pagar. A crítica também não pegou leve, com 25% de aprovação, o considerando “um filme decepcionante, dono de um enredo forçado e atuações fracas, apesar do elenco decente”.

África dos Meus Sonhos

Projeto pessoal da ex-modelo Kim Basinger, este filme foi o seu primeiro após a vitória no Oscar em 1998 por Los Angeles – Cidade Proibida, ou seja, existia hype dos cinéfilos. Baseado no livro homônimo de Kuki Gallmann sobre suas próprias experiências, Basinger interpreta Gallmann no longa, uma socialite que recebe um “despertar” e muda sua vida após um acidente. Para tanto, a Columbia/Sony desembolsou US$50 milhões e escalou o cineasta Hugh Hudson (indicado ao Oscar por Carruagens de Fogo) para o comando – pretendendo assim dar mais credibilidade à obra.

No entanto, ao invés de prêmios, África dos Meus Sonhos viveu um fracasso de crítica e bilheteria. Com apenas 10% de aprovação no Rotten, a opinião geral foi que a obra “não emociona, nem entretém o espectador, com seu retrato simples e didático da vida da protagonista”. Nos EUA, o público tampouco se interessou, garantindo uma bilheteria de míseros US$6 milhões, que somados com a bilheteria mundial fizeram um total de US$14 milhões. Ou seja, longe de pagar seu investimento. Para não dizer que o filme não viu “prêmios”, Basinger foi indicada para pior atriz no Framboesa e no Stinkers Awards.

A Filha da Luz

A área do entretenimento pode ser cruel, e é preciso ter uma cabeça muito boa para suportar a pressão e os altos e baixos. Afinal, um dia se está no topo do mundo como a atriz mais quente de Hollywood, ganhando Oscars, e no outro, fracassos consecutivos podem colocar um ponto final ao seu estrelato. Mais ou menos isso ocorreu com Kim Basinger, que viu sua carreira cair em declínio após a vitória do Oscar. Tudo devido ao fatídico ano de 2000 que a atriz teve. Seguindo África dos Meus Sonhos, Basinger apostou neste terror, igualmente baseado num livro.

Se juntar com bons diretores é o primeiro passo para o sucesso de qualquer atriz. No entanto, muitas vezes isso pode não ser tudo. Aqui, trabalhar com Chuck Russell, vindo dos sucessos de O Máskara (1994) e Queima de Arquivo (1996), por exemplo, não quis dizer nada. E pior, essa era a volta do cineasta ao gênero que o consagrou em filmes como A Hora do Pesadelo 3 (1987) e A Bolha Assassina (1998). Resultado: com um orçamento inchado de US$65 milhões (mais caro que o drama acima), bancado pela Paramount, o terror só viu o retorno de um pouco mais de US$29 milhões nos EUA, e US$40 milhões mundialmente.

A Filha da Luz é mais um que pegou carona nos thrillers sobrenaturais com temática apocalíptica da virada do milênio na época, e trazia Basinger como uma mulher precisando proteger uma menina, sequestrada por um culto satânico. A crítica avaliou o longa com irrisórios 3% de aprovação e sobre ele disse que “desperdiça o talento do elenco numa trama mais propícia a inspirar risadas não intencionais do que arrepios e sustos”.

O Caminho para El Dorado

Disputar com a Disney no terreno das animações sempre foi uma missão suicida. Mas no fim da década de 1990, a Dreamworks, estúdios de três figurões do ramo do entretenimento, entre eles ninguém menos que Steven Spielberg, chegou forte. Foram filmes como Formiguinhaz (1998) e O Príncipe do Egito (1998) em seus primórdios, por exemplo. Mas antes de Shrek (2001) e no mesmo ano de A Fuga das Galinhas (2000), o estúdio lançava uma animação tradicional que iria amargar um dos maiores fracassos para a Dreamworks – embora depois tenha ganhado seus fãs: O Caminho para El Dorado.

Com uma história típica das aventuras de matinê do passado, o filme traz os aventureiros Tulio e Miguel – com as vozes de Kevin Kline e Kenneth Branagh respectivamente – em busca da cidade perdida de El Dorado, após se verem em posse de um mapa. O investimento para o longa animado foi um dos maiores do ano, com inacreditáveis US$95 milhões, daí um dos motivos de seu fracasso. A obra, embora fosse planejada como uma franquia para as aventuras da dupla, viu o retorno de US$50 milhões nos EUA, e US$76 milhões mundialmente, o que cancelou os projetos das continuações. Fora isso, as críticas também não animaram, com 48% de aprovação e a conclusão da imprensa de que os personagens eram fracos e a história previsível, resultando num filme raso.

Bônus: Um Tira à Beira da Neurose

Você lembra da comédia romântica protagonizada por Sandra Bullock e Liam Neeson? Pois é, nem mesmo os atores devem lembrar. Ou quem sabe querem esquecer. Mas tal filme de fato existe, e foi lançado há 20 anos por ninguém menos que a Disney – através de sua subsidiária Hollywood Pictures. Este é um dos filmes mais obscuros da carreira dos astros e fala sobre um agente estressado (Neeson) se apaixonando pela enfermeira que o trata (Bullock) enquanto tenta derrubar mafiosos. Ainda bem que a atriz lançaria 28 Dias e, principalmente, Miss Simpatia no mesmo ano.

Com um orçamento pra lá de modesto para os padrões Hollywoodianos, de US$14 milhões, o filme foi rapidamente ignorado e esquecido, recuperando menos de US$2 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$3 milhões mundialmente. Com a crítica também falhou em agradar, conquistando 24% de aprovação, e sendo considerado “uma comédia de humor negro pouco inteligente, cheia de piadas de peidos e de gays, que nem mesmo Liam Neeson e Sandra Bullock conseguem salvar”.

Dica do fim de semana | Filmes que você talvez não saiba que estão no streaming

O ano de 2020 viu as plataformas de streaming se popularizarem de uma forma impressionante. Com a pandemia do Novo Coronavírus e a quarentena, essas plataformas garantiram a única diversão de milhões de pessoas pelo mundo nesse período tão difícil. No entanto, com essa grande variedade de streamings à disposição, fica até difícil de acompanhar qual filme entrou em qual serviço. Por isso, a dica deste fim de semana são cinco filmes que você provavelmente não sabia que estavam no streaming. Confira!

Dredd (2012)

Baseado em histórias em quadrinhos Dredd é um filme de super-herói para maiores de 18 anos. Muito antes de Deadpool explodir, o Juiz Dredd (Karl Urban) já fazia o trabalho sujo nas telonas. O filme se passa em um futuro distópico, no qual a radiação tomou conta dos EUA e a população passou a viver um cidades verticais gigantescas em uma zona delimitada. O problema é que a criminalidade aumenta desenfreadamente e o tráfico toma conta desses edifícios-cidades. Para manter o controle da violência, o juízes prendem, julgam e executam a punição dos criminosos. Dredd é um dos juízes mais exemplares do sistema, logo um dos mais temidos. Porém, a situação muda quando ele é enviado para um prédio que inicia um processo de lockdown. Preso lá dentro, ele vai precisar encontrar uma forma de sobreviver, escapar da criminalidade e julgar a chefe do tráfico. Tudo isso com um visual psicodélico e assassinatos explícitos. É um filme bem subestimado.

Dredd está disponível no Amazon Prime Vídeo.

 

Fome de Poder (2016)

Estrelado por Michael Keaton, esse filme conta como o McDonald’s deixou de ser um restaurante familiar no sul da Califórnia até se tornar esse verdadeiro império alimentício que é hoje. Mas calma lá! Esse não é um daqueles filmes motivacionais melosos que volta e meia aparecem por aí. Não mesmo. A história é cercada de controvérsias, reviravoltas, ações judiciais e uma sacanagem gigantesca feita por Ray Kroc (Michael Keaton) para tirar os irmãos McDonald’s do negócio que eles mesmos criaram. É uma trama de corrupção, ambição, empreendedorismo e crueldade dirigida de forma fenomenal.

Fome de Poder está disponível na Netflix.

 

Rocketeer (1991)

Dirigido por Joe Johston e baseado nas graphic novels homônimas dos anos 1980, Rocketeer se passa em 1938 e conta a história do piloto Cliff Secord, que acaba sendo baleado em um confronto do FBI com gângsters. Nisso, ele encontra um protótipo de mochila a jato sendo traficada pelos bandidos. Em posse do objeto, ele assume a identidade do super-herói Rocketeer. Junto a um espião anti-nazistas que se disfarça de astro de Hollywood, ele vai combater o mal e tentar impedir que o mundo seja dominado pela vilania. É um daqueles filmes clássicos com jeitão das películas das matinês.

Rocketeer está disponível no Disney+

 

Rush: No Limite da Emoção (2013)

Estrelado por Chris Hemsworth e Daniel Brühl, o filme conta a história de rivalidade entre dois grandes astros da Fórmula 1: James Hunt e Nikki Lauda. A direção de Ron Howard é impecável e consegue trazer a adrenalina das pistas para as telas, além de recriar com perfeição a atmosfera dos anos 1970. O longa trata a relação de rivalidade e até mesmo amizade de um piloto despojado e adepto aos exageros disputando contra um perfeccionista caxias e mais regrado. É uma história alucinante de dedicação, rivalidade e admiração, além de contar com a melhor atuação da carreira de Chris Hemsworth.

Rush: No Limite da Emoção está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

 

Blade Runner 2049 (2017)

Continuação de um dos filmes mais aclamados da história da ficção científica, Blade Runner 2049 tinha o peso do mundo nas costas para continuar a história do Universo no qual Humanos e Andróides Replicantes compartilham a Terra. Para não correr riscos, o diretor Denis Villeneuve trouxe de volta Harrison Ford para reviver um desaparecido Rick Deckard e apostou na vinda do carismático Ryan Gosling para unir as tramas de passado e futuro. Com ritmo lento e fotografia abusando de neons e tons pastéis, o filme flerta com a monotonia filosófica acerca de questões éticas e morais da sociedade. É uma excelente pedida para os fãs do anterior.

Blade Runner 2049 está disponível na Netflix.

‘Ammonite’: Drama com Kate Winslet e Saoirse Ronan ganha novo trailer oficial; Confira!

A NEON divulgou o novo trailer oficial do drama lésbico-histórico estrelado por Kate WinsletSaoirse Ronan‘Ammonite’.

Francis Lee comanda o projeto.

Confira:

Winslet dá vida à famosa paleontóloga britânica Mary Anning, que se torna amiga de uma mulher londrina pela qual se apaixona (Ronan). A história é ambientada nos anos 1920, numa cidade costeira do Reino Unido.

O elenco também é formado por Fiona ShawJames McArdleGemma JonesAlec Sacareanu.

Antes mesmo de ser confirmado, o filme já passou por uma polêmica controvérsia envolvendo a família de Anning, que alegaram que a sexualidade da paleontóloga nunca havia sido confirmada. Seus parentes declararam que a vida sexual de Mary a traria humilhação, por ser exposta nas telonas.

Lee, por sua vez, respondeu às acusações dizendo que “depois de ver a história LGBT ser heteronormatizada na nossa cultura, e dado uma figura histórica cuja vida não traz evidências de relacionamentos heterossexuais, não é permitido que ela ganhe uma nova perspectiva, em outro contexto? Como um diretor gay, continuarei a explorar temas de classe, gênero e sexualidade em meu trabalho, tratando meus personagens com a verdade e o respeito que merecem”.

O cineasta ganhou aclame crítico por seu trabalho em ‘Reino de Deus’, que estreou no Festival de Sundance de 2017. O drama focado no romance entre um fazendeiro e um imigrante foi indicado ao prêmio BAFTA de Melhor Filme Britânico.

Winslet, por sua vez, é conhecida por ter protagonizado o drama histórico Titanic, além de ter levado para casa o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho em ‘O Leitor’. Recentemente, participou do longa ‘Roda-Gigante’, de Woody Allen.

Ronan ganhou bastante aclame por diversas performances, tendo sido indicada duas vezes na categoria e Melhor Atriz por LadybirdBrooklyn. Seu último trabalho foi em Duas Rainhas, história baseada em fatos reais no qual contracenou com Margot Robbie.

‘Ammonite’ estreia em breve no Brasil.

‘Amigas para Sempre’: Katherine Heigl e Sarah Chalke são melhores amigas no trailer da nova série da Netflix

Netflix divulgou hoje (04) o trailer oficial de Amigas para Sempre, série de dramédia estrelada por Katherine HeiglSarah Chalke.

Confira:

A produção é inspirada no romance homônimo de Kristin Hannah e terá dez episódios.

Amigas para Sempre gira em torno de Kate e Tully. Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo.

Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas.

Maggie Friedman entra como roteirista, showrunner e produtora executiva ao lado de Stephanie Germain e Hannah.

Amigas para Sempre estreia em breve na Netflix.

‘Superman & Lois’: CW divulga títulos oficiais dos cinco primeiros episódios da série; Confira!

Com Superman & Lois’ caminhando para sua estreia em fevereiro de 2021, chegou a hora da The CW revelar alguns detalhes sobre sua mais nova produção.

Recentemente, a emissora divulgou a público os títulos oficiais dos cinco primeiros episódios da produção.

São eles:

1. “Pilot”
2. “Heritage”
3. “The Perks of Not Being a Wallflower”
4. “Haywire”
5. “The Beacon”

Nenhuma informação sobre os capítulos foi divulgada.

Confira o teaser:

“Em Superman & Lois’, anos depois de enfrentarem supervilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem.

Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Tyler HoechlinElizabeth Tulloch vivem os personagens titulares, respectivamente. Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh completam o elenco.

Vale lembrar que a CW já encomendou uma temporada completa da atração.

A trama será bem semelhante à ‘Lois & Clark‘ (1993-1997), e irá acompanhar a rotina do casal enquanto tentam lidar com a pressão e o estresse em dividir suas vidas como jornalistas e guardar o segredo do maior herói da América, o Superman.

O projeto é escrito por Todd Helbing, produtor executivo de The Flash‘, e supervisionado por Greg Berlanti, produtor da DC Universe e da Warner Bros. Television.

‘The Wilds: Vidas Selvagens’: Novo drama da Amazon será transmitido DE GRAÇA pelo Twitter

Em seu Twitter oficial, a Amazon revelou que The Wilds: Vidas Selvagens’, seu mais novo drama jovem de sobrevivência, será transmitido gratuitamente pelas redes sociais.

Confira o anúncio:

The Wilds: Vidas Selvagens’ estreia no dia 11 de dezembro.

Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.

Sarah Streicher (Demolidor) entra como roteirista principal e produtora executiva ao lado da ABC. Amy B. Harris (Sex and the City) serve como showrunner.

Rachel GriffithsDavid Sullivan, Troy Winbush, Sophia Ali, Sarah Pidgeon, Jenna Clause e Erana James estrelam a produção.

‘Monster Hunter’: Criaturas gigantes estampam novos cartazes chineses da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou quatro novos cartaz incríveis da adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de dezembro.

Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.

Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.

O elenco ainda inclui Tony JaaT.I. Harris, Meagan GoodDiego Boneta, Josh Helman e Ron Perlman.

‘Pequenos Grandes Heróis’: Filme da Netflix com Sharkboy e Lavagirl ganha cartazes individuais; Confira!

A Netflix divulgou belíssimo cartazes individuais do filme ‘Pequenos Grandes Heróis‘ (We Can Be Heroes), que teve sua estreia ANTECIPADA!

Inicialmente previsto para 1º de Janeiro de 2021, o filme agora estreia na Netflix no Natal, dia 25 de Dezembro de 2020!

Confira:

Robert Rodriguez (‘Alita: Anjo de Combate‘) será responsável pela direção.

Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, seus filhos são levados para uma área de segurança máxima do governo. Mas a esperta Missy Moreno (Gosselin) não desiste de resgatar o seu pai super-herói, Marcus Moreno (Pascal). Missy se une às super-crianças, também filhas dos heróis em apuros, para escapar da supervisão da misteriosa agente do governo, Sra. Granada (Chopra-Jones). Para salvar seus pais eles terão de juntar esforços e trabalhar em equipe utilizando cada um seu super poder — desde a elasticidade, ao controle do tempo e até prever o futuro — formando uma equipe de outro mundo.

O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.

We Can Be Heroes: Boyd Holbrook as Miracle Guy. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020
We Can Be Heroes: Priyanka Chopra as Ms. Granada. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020
We Can Be Heroes: (L-R) Vivien Blair as Guppy, Isaiah Russell-Bailey as Rewind, Lotus Blossom as A Capella, YaYa Gosselin as Missy Moreno, Akira Akbar as Fast Forward, Hala Finley as Ojo, Dylan Henry Lau as Slo-Mo. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020
We Can Be Heroes: (L-R) J. Quinton Johnson as Crimson Legend, Brittany Perry-Russell as Red Lightening Fury, Pedro Pascal as Marcus Moreno, Christian Slater as Tech-No, Haley Reinhart as Ms. Vox. Cr. Ryan Green/NETFLIX © 2020

‘O Sangue de Zeus’: Netflix anuncia 2ª temporada da série animada; Confira o primeiro teaser!

Depois do tremendo sucesso da série animada O Sangue de Zeus, a Netflix confirmou que a produção ganhará sua segunda temporada.

Ainda sem data confirmada, confira o primeiro teaser:

Criada por Charley Parlapanides e Vlas Parlapanides, a série originalmente era intitulada Gods & Heroes.

Na Grécia antiga, uma guerra entre os deuses do Olimpo e os titãs está para começar. Ao descobrir segredos de seu passado, o plebeu Heron se torna a melhor chance da humanidade de sobreviver a um exército de demônios.

A produção será lançada na plataforma no dia 27 de outubro.

Conheça a websérie bem humorada que desmente informações falsas sobre a COVID-19

A Lupa, primeira agência de fact-checking do Brasil, se une às Nações Unidas em uma iniciativa em prol do compartilhamento de informações precisas sobre a COVID-19 com uma abordagem que atrai o interesse dos mais diferentes públicos: o humor.

A campanha PAUSE, ação global da ONU que combate a desinformação sobre o novo coronavírus, lança no dia 8 de dezembro a websérie #SÓQUENÃO, que contará ainda com outros três episódios lançados nos dias 15, 22 e 29.

Confira o teaser:

Com o intuito de desmentir informações falsas compartilhadas ao longo da pandemia, a série de quatro episódios será comandada pelo ator Hamiltinho (“Estranha Mente” – Multishow , “Ana vitoria – O filme” , “Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças” e “O Jeitinho Carioca”) e terá participação especial de Rafael Infante (“Porta dos Fundos”, “Vai Que Cola”, “Divã A 2”, “Bom Sucesso”) em três episódios.

Na série, os humoristas vão levar informações corretas sobre o vírus e derrubar mitos que circulam desde o início da pandemia como, por exemplo, a versão de que a máscara aumenta a taxa de dióxido de carbono e altera a flora oral. Eles também vão explicar que as vacinas não geram seres humanos geneticamente modificados nem permitem controle externo através de microchip, e vão mostrar que chá de limão, alho e jambu não tem eficácia na cura da COVID-19.

Crítica em Vídeo | Mulan – Remake live-action estreia na Disney+ e merece ser visto!

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do remake em live-action de Mulan‘, que estreou no Disney+ do Brasil hoje.

Assista a crítica:

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.  

Sem Mushu e músicas, ‘Mulan’ é um espetáculo visual com roteiro pouco inspirado  

Na trama, Hua Mulan é a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação, provando-se uma grande guerreira.

Assista ao trailer:

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas.