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‘Fada Madrinha’: Conheça Mackenzie no novo teaser adorável da comédia natalina do Disney+

A Walt Disney divulgou um novo teaser oficial de ‘Fada Madrinha’ (‘Godmothered’), apresentando a dura e infeliz Mackenzie (Isla Fisher).

O filme será lançado no dia 04 de dezembro.

Confira, junto ao trailer:

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Jillian Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘Doctor Who’: Os Daleks estão de volta no trailer oficial do especial de Ano Novo; Confira!

Como já é de praxe, a adorada série Doctor Who vai ganhar mais um especial de fim de ano e, agora, a BBC divulgou o trailer oficial do episódio de Ano Novo intitulado “Revolution of the Daleks”.

A iteração trará diversos convidados especiais, incluindo John Barrowman como o Capitão Jack Harkness, ao lado de Chris Noth (Jack Robertson). Harrier Walter fará sua estreia na série ao lado de Nathan Stewart-Jarrett.

Confira:

No especial de Ano Novo, Yaz, Ryan e Graham estão na Terra e descobrindo como seguir em frente sem a Doutora. Entretanto, eles logo descobrem um perturbador plano ganhando vida: um plano que envolve um Dalek. E como lutar contra um Dalek sem a Doutora? Mesmo com a ajuda do Capitão Jack, o grupo caminha para enfrentar um dos desafios mais arrepiantes e perigosos de todos os tempos.

Jodie Whittaker vive a 13ª Doutora e se junta a Mandip Gill como Yaz, Tosin Cole como Ryan e Bradley Walsh como Graham.

‘Sonic 2’: Sequência ganha título de produção oficial!

Paramount Pictures já está se preparando para trazer aos fãs a sequência da adorada adaptação ‘Sonic – O Filme’, e detalhes sobre a continuação já estão sendo divulgados.

Segundo o British Columbia Film Commission, o próximo capítulo da franquia será rodado sob o nome de ‘Emerald Hill’. As filmagens devem começar no primeiro semestre de 2021, entre 15 de março e 10 de maio.

Em seu perfil do Twitter, Ben Schwartz, anunciou que o novo longa será lançado no dia 08 de abril de 2022.

O dublador do ouriço velocista na versão live action comemorou a notícia publicando um vídeo em que aparece em frente a um pôster gigantesco do filme.

Confira:

“‘Sonic 2‘ será lançado oficialmente em 08 de abril de 2022.“, escreveu ele. 

Lembrando que o longa terá o retorno do diretor Jeff Fowler e dos roteiristas Pat Casey e Josh Miller.

Jim Carrey também deve reprisar seu papel como o vilão Robotnik, e a sequência vai introduzir o Tails, um dos amigos corredores de Sonic.

Apesar da novidade, ainda não há previsão para o início das gravações por conta da pandemia do Coronavírus.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Fowler sobre a introdução de Tails e a expectativa para o próximo filme.

“Sinceramente, eu não esperava que ‘Sonic – O Filme‘ faria tanto sucesso, então fiquei muito feliz com a recepção do público. Quando Tails aparece na cena pós-créditos, me disseram que crianças e adultos foram à loucura… Imagina quando ele e o Sonic estiverem juntos na tela? Sim, Tails será um personagem essencial na sequência. Todos iremos nos emocionar.”, afirmou o diretor.

A performance das bilheterias de ‘Sonic – O Filme’ foi interrompida por conta do Coronavírus, mas a adaptação conseguiu acumular US$ 306,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

E você, está ansioso para o próximo filme?

Lembrando que o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).

O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).

Confira nossa entrevista:

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos. 

 

‘Amor com Data Marcada’: Netflix divulga os hilários erros de gravação da comédia romântica; Confira!

Para promover o lançamento da comédia romântica ‘Amor com Data Marcada‘ (Holidate), a Netflix divulgou os erros de bastidores oficiais do longa.

Confira:

Sloane (Emma Roberts) e Jackson (Luke Bracey) odeiam datas comemorativas. Solteiros, acabam sempre sentados na mesa das crianças ou levando a companhia errada para o evento da família. Após se conhecerem em uma festa de Natal, eles fazem um pacto: por um ano, serão o acompanhante um do outro em ocasiões especiais. Com o mesmo desdém por comemorações e sem interesse em se apaixonar, eles se tornam o par perfeito e embarcam juntos em divertidas situações. E quando o ano termina, Sloane e Jackson descobrem que compartilhar aquilo que odeiam acabou se tornando uma das coisas que mais amam na vida.  

John Whitesell é o diretor do filme, a partir de um roteiro assinado por Tiffany Paulsen.

‘The Adam Project’: Filme sobre viagem no tempo estrelado por Ryan Reynolds ganha primeiras imagens oficiais

Em seu Instagram oficial, o astro Ryan Reynolds divulgou as primeiras imagens sobre o longa-metragem sci-fi ‘The Adam Project’.

Confira:

Reynolds estrela a produção, que também traz Mark RuffaloZoe Saldaña, Catherine KeenerJennifer Garner no elenco.

Ainda sem muitos detalhes, sabe-se que o longa é dirigido por Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.

Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para um realizar um misterioso propósito.

A produção não possui previsão de lançamento, mas deve ser iniciada ao longo deste mês em Vancouver, no Canadá. Mas o cronograma pode ser alterado em virtude da pandemia do Coronavírus.

Lembrando que Reynolds já trabalhou com Levy em ‘Free Guy‘, que foi adiado devido ao COVID-19.

‘The Crown’: Novo vídeo compila os melhores momentos de Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma divulgou um vídeo compilando os melhores momentos de Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II.

Confira:

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Life In a Year’: Romance com Cara Delevingne e Jaden Smith ganha belíssimo cartaz; Confira!

Sony Pictures divulgou o cartaz oficial de Life in a Year, romance estrelado por Cara DelevingneJaden Smith.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Mitja Okorn.

Um jovem de 17 anos (Smith) com um promissor futuro reavalia seus planos futuros ao se apaixonar por Isabelle (Delevingne), uma jovem do lado errado dos trilhos que vira seu mundo de cabeça para baixo. Depois de descobrir que ela está morrendo, ele muda o foco para ter uma vida com ela em apenas um ano que lhe resta.

Nia LongCuba Gooding Jr.Chris D’EliaRobert Fitzgerald Diggs e outros completam o elenco.

Life In a Year conta com a produção de Will Smith, pai de Jaden, e ainda não tem previsão de lançamento nos cinemas nacionais.

Chadwick Boseman faria 44 anos hoje | Elegemos suas 10 Melhores Atuações

Chadwick Boseman, ator, diretor e roteirista norte-americano, completaria 44 anos hoje, dia 29 de Novembro de 2020.

Boseman tornou-se não apenas um dos melhores atores de sua geração, mas também um ícone de representatividade para a comunidade negra – principalmente ao encarnar o icônico Rei T’Challa no aclamado e indicado ao Oscar Pantera Negra.

Infelizmente, o ator e produtor veio a falecer em 28 de agosto em virtude complicações do câncer de cólon contra o qual vinha lutando por quatro anos.

De qualquer forma, seu legado permanece mais vivo do que nunca e reflete a importância de se contar histórias com personagens fortes para aqueles que não costumam se ver fora dos estereótipos na televisão e no cinema. E, para honrá-lo, separamos uma singela lista com os dez melhores papéis de Boseman.

EMOCIONANTE! Diretor de ‘Pantera Negra’ escreve tributo comovente a Chadwick Boseman

Confira abaixo nossas escolhas:

42 – A HISTÓRIA DE UMA LENDA (2013)

Ao longo de sua breve carreira, Boseman interpretou uma série de personagens históricos – como o jogador de basebol profissional Jackie Robinson em ‘42 – A História de uma Lenda’. O filme discorre acerca da integração racial nos Estados Unidos e rendeu ao ator aclame por sua competente atuação.

GET ON UP: A HISTÓRIA DE JAMES BROWN (2014)

Um ano depois de viver um astro do esporte, Chadwick voltou aos holofotes ao encarnar o ícone musical James Brown em Get On Up. Atuando ao lado de nomes como Viola Davis e Octavia Spencer, críticos internacionais rasgaram elogios por sua performance memorável e suas habilidades vocais.

A GRANDE ESCOLHA (2014)

A dramédia A Grande Escolha trouxe Boseman de volta para o mundo esportivo no papel de Vontae Mack. Apesar das críticas mistas à época de seu lançamento, o ator mais uma vez foi reconhecido por sua incrível presença e sua rendição vital e verdadeira.

KING: UMA HISTÓRIA DE VINGANÇA (2016)

‘King’ pode ter passado longe de seu radar, mas certamente merecia um lugar em nossa lista. O thriller de ação dirigido por Fabrice Du Welz conta a história de um homem da Cidade do Cabo chamado Jacob King (Boseman), que viaja para Los Angeles para encontrar sua irmã mais nova e, eventualmente, vingar seu assassinato.

MARSHALL (2017)

O drama jurídico Marshall trouxe Chadwick de volta para a esfera cinebiográfica e lhe colocou como o intérprete de Thurgood Marshall, o primeiro juiz negro da Suprema Corte dos Estados Unidos que ganhou notoriedade por uma série de casos famosos. Aqui, o astro mergulhou de cabeça em uma complexa figura recheada de controvérsias e com uma atuação arrepiante.

PANTERA NEGRA (2018)

Pantera Negra é, sem dúvida alguma, a produção que colocou Boseman no topo do mundo. O longa tornou-se o primeiro do gênero de super-heróis a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme, além de ter levado para casa uma série de prêmios. Boseman interpretou T’Challa, rei recém-coroado de Wakanda que foi enfrentado pela ideologia revolucionária de Killmonger e partiu numa missão para impedir que sua nação fosse revelada ao mundo.

VINGADORES: GUERRA INFINITA (2018)

O ator retornou como T’Challa em diversas produções, incluindo Vingadores: Guerra Infinita, lançado pouco depois de Pantera Negra. Boseman é o centro dos holofotes do penúltimo capítulo da Saga do Infinito, tendo comandado uma das maiores batalhas da história do cinema e conquistado, mais uma vez, o coração dos fãs.

VINGADORES: ULTIMATO (2019)

Apesar do pouco tempo de cena, Boseman causou comoção generalizada pela última vez como T’Challa ao ser o primeiro a voltar do “mundo dos mortos” em ‘Vingadores: Ultimato’. Em 2019, o ator já era um fenômeno global, adorado por basicamente todo mundo – fato que se confirma com a erupção de emoções que o público teve ao vê-lo de volta nas telonas.

CRIME SEM SAÍDA (2019)

Crime Sem Saída pode ter tido uma recepção mista por parte dos especialistas, mas isso não apaga a incrível performance de Boseman no thriller de ação. Aqui, ele interpreta um detetive da Polícia de Nova York que literalmente fechas as 21 pontes de Manhattan para encontrar dois suspeitos de assassinato.

DESTACAMENTO BLOOD (2020)

Boseman nos deu adeus esse ano – mas antes de ser aplaudido uma última vez. Em Destacamento Blood, o ator pode não ter sido um dos protagonistas, mas foi a força-motriz para cada um dos veteranos de guerra que atravessaram a selva do Vietnã para resgatarem o corpo do companheiro. Encarnando o jovem Norman Earl Holloway, Chadwick mostra que não precisa de muito tempo para encantar o público – e para definir cada reviravolta na narrativa.

‘Pânico 5’: Courteney Cox afirma que “Wes Craven ficaria orgulhoso do novo filme”

As filmagens do quinto filme da franquia ‘Pânico‘ já terminaram, e os fãs já estão ansiosos para a estreia, que acontece em 13 de janeiro de 2022.

Para atiçar ainda mais nossa curiosidade, a atriz Courteney Cox fez uma postagem elogiando a produção e dizendo que o diretor Wes Craven ficaria orgulhoso do novo filme.

Pânico acabou de terminar. Tudo começou há 25 anos, dirigido pelo amado Wes Craven. Voltando ao set 25 anos depois, eu não sabia o que esperar. O que encontrei foi um novo elenco incrível e dois diretores super talentosos. Tenho certeza de que Wes ficaria muito orgulhoso. Obrigado @kevwilliamson por criar este legado “, escreveu Cox.

Confira:

Durante um painel virtual, o roteirista Kevin Williamson, que escreveu quase todos os filmes da franquia (com exceção do terceiro), afirmou que o roteiro do novo ‘Pânico‘ é “inovador e nostálgico”.

“O que eu mais amei no roteiro do novo ‘Pânico’ é que traz uma abordagem inovadora. É um filme novo, mas também há elementos nostálgicos. Para mim, é o equilíbrio perfeito de como deveria ser um próximo filme da franquia. É por isso que estou muito animado com o novo filme. Eu fiquei impressionado pelos diretores, e eu estava muito nervoso, porque ninguém é igual ao Wes Craven. Eu estava hesitante em participar do projeto, mas estou feliz por ter aceitado. Acredito que eles deixarão o Wes orgulhoso.”

Ele completa, revelando qual o melhor caminho para dar continuidade à franquia: “Sem desconstrução. Sem autoconsciência. Apenas faça o oposto do que fizemos. Eu me preocupado que a franquia tenha se desgastando com toda a metalinguagem e desconstrução que fizemos do gênero. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror nesse mesmo estilo.”

O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

À convite da Paramount Pictures, o CinePOP foi o ÚNICO SITE DO BRASIL a entrevistar o elenco do filme, que estreia dia 13 de Janeiro de 2022.

No vídeo abaixo, o editor Renato Marafon conta com quais astros ele teve a oportunidade de conversar, além de divulgar as primeiras fotos e o logotipo nacional.

Assista:

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘Aladdin’: Disney+ fará filme derivado do live-action com outro protagonista

O serviço de streaming Disney+ já é um sucesso com vários títulos inéditos, mas a Casa Mouse já está dando mais sinais verdes para produções originais.

Segundo o The Hollywood Reporter, o live-action de Aladdin vai ganhar um spin-off focado no Príncipe Anders (introduzido no remake e interpretado por Billy Magnussen). Jordan DunnMichael Kvamme ficarão a encargo do roteiro.

Entretanto, essa produção derivada não funciona como sequência direta do longa-metragem, e sim um projeto complementar.

Aladdin superou todas as expectativas e arrecadou mais de US$1,05 bilhão nas bilheterias mundiais. Com esse sucesso, os estúdios Walt Disney estão considerando produzir uma sequência e trazer o elenco principal de volta, incluindo Mena Massoud no papel-titular, Will Smith (Gênio), Naomi Scott (Jasmine) e Marwan Kenzari (Jafar).

A ideia ainda está em estágio inicial e só sairá do papel se o roteiro agradar os executivos.

Assista à nossa crítica de ‘Aladdin‘:

10 Filmes Sobre Pandemia e Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira epidemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

‘Host’: Diretor do terror FENÔMENO promete novos filmes no mesmo estilo found footage

Em entrevista ao Fear Frequency, o diretor Rob Savage revelou que tem várias outras ideias que seguem o mesmo estilo found footage de ‘Host‘, terror que se passa completamente durante uma chamada de vídeo e que foi filmado durante a quarentena.

“Nós estamos desenvolvendo vários projetos. Acredito que found footage é apenas mais uma média para contar histórias de terror. Não é como se porque nós fizemos um filme nesse estilo que não podemos fazer mais. Nós temos muitas ideias legais que podemos utilizar nesse formato.”

Ele completa, “Nós discutimos sobre outras ideias enquanto estávamos em quarentena. Nós temos ideias incríveis que irão superar o que fizemos em ‘Host’.”

Assista nossa crítica de Host:

Dirigido por Rob Savage, a produção segue o mesmo estilo que ‘Amizade Desfeita‘. O filme foi escrito, filmado e editado em menos de três meses e todos os atores filmaram suas cenas em suas próprias casas.

A trama segue seis amigos que contratam um medium para realizar uma sessão espírita através do Zoom durante a quarentena, mas eles percebem que foi um erro quando a situação sofre uma reviravolta sombria. Quando um espírito maligno invade suas casas, eles começam a perceber que podem não sobreviver a noite.

O elenco inclui Haley BishopRadina DrandovaEdward LinardJemma MooreCaroline WardEmma Louise Webb.

‘Hannibal’: Revela o POLÊMICO motivo que fez a série com Mads Mikkelsen ser cancelada

Em entrevista ao Collider, Bryan Fuller revelou que a NBC não queria que Mads Mikkelsen interpretasse o icônico vilão canibal na série ‘Hannibal‘, alegando que o canal queria alguém mais famoso que tive mais apelo ao público americano.

O criador da produção chegou a revelar que a emissora queria que John Cusack ou Hugh Grant assumisse o papel.

“Nós tivemos alguns problemas em torno de quem iria interpretar o Hannibal Lecter. Havia uma diferença de opiniões sobre o que uma emissora tradicional queria e o que nós queríamos que simbolizasse a personificação do personagem. Acredito que o canal queria alguém mais popular, mais conhecido pelo público.”

Ele continua, “Nós estávamos lidando com uma emissora americana que queria um ator americano para a produção ter maior apelo para o público americano e todas as forças criativas da série queriam alguém que melhor representasse o papel.”

Recentemente, Fuller revelou que ainda tem esperanças de poder fazer uma quarta temporada do show – que foi cancelado devido a uma baixíssima audiência.

“Eu tenho muitas esperanças. O bom dessa ideia é que, se vamos nos reencontrar com Hannibal, e levar cinco, seis, sete anos para isso, é o quão longe iremos vê-lo. A história continua desse ponto. E nós vamos adaptá-la”.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

Diretor da Pixar confirma detalhes PERTURBADORES sobre ‘Toy Story’

Apesar de recheados de imaginação, ideias fantásticas e emoção de sobre, o mundo de Toy Story abre espaço para diversas perguntas – sendo uma das principais delas a seguinte: os brinquedos da franquia podem morrer ou eles são imortais?

A resposta dessa questão veio diretamente de Lee Unkrich, um dos icônicos diretores da Pixar que tem suas raízes na saga.

Além de ter dirigido e co-escrito Toy Story 3’, trabalhou como editor em Toy StoryToy Story 2’, co-escreveu o segundo longa-metragem e retornou como produtor executivo no último capítulo, lançado em 2019.

Quando se deparou com a pergunta, Unkrich escreveu no Twitter que os brinquedos podem tanto morrer quanto serem imortais.

“Eles vivem o tanto que existirem. Mas e se eles fossem completamente destruídos? Digamos, em um incinerador. Fim de jogo”, ele escreveu, fazendo referência à dramática cena de Toy Story 3’ em que Woody e os brinquedos se preparam para o fim.

Ou seja: se nossos amados brinquedos forem destruídos, eles podem sim morrer. Imagina que triste?

Toy Story 4’, o último filme de saga, alcançou a impressionante marca de 1,073 bilhão de dólares, tornando-se o mais rentável de todos os capítulos. Além disso, o longa levou para casa o Oscar de Melhor Animação neste ano, sendo o segundo a conquistar o feito.

5 Suspenses Nacionais Baseados em CRIMES REAIS

O cinema norte-americano sempre trouxe as figuras mais horripilantes da sua história criminal como personagens âncoras de algumas obras. Seja para representar as marcas deixadas na memória social do seu povo, seja para canalizar as dores dessas tragédias em uma projeto catártico. 

Conhecemos, a título de exemplos, a história de Ted Bundy, vivido por Zac Efron, em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal (2019), assim como Aileen Wuornos, vivida por Charlize Theron, em Monster: Desejo Assassino (2003), além do já clássico Monsieur Verdoux, interpretado por Charlie Chaplin em filme homônimo de 1947. 

Todavia, não são apenas os estadunidenses que fazem filmes baseados nas manchetes de jornais e crimes bárbaros. Se você é curioso para saber sobre as histórias e os detalhes dos processos judiciais dos casos que chocaram o nosso país, prepare-se para a lista a seguir selecionada pelo CinePOP

Com previsão de lançamento para o próximo ano, A Menina Que Matou os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais são exemplos de obras como os listados abaixo. Confira!

Macabro (2020)

Lançado em julho deste ano nos drive-ins brasileiros, o longa de Marcos Prado (Tropa de Elite), apresenta o sargento Teo (Renato Góes) como o encarregado de realizar a prisão dos irmãos Ibraim e Henrique de Oliveira, conhecidos como Irmãos Necrófilos. Os jovens foram responsáveis por oito assassinatos, entre eles de uma criança, e de ter relações sexuais com os cadáveres após os homicídios. 

Recorrente nas páginas do jornal A Voz da Serra, entre 1991 e 1995, os irmãos aterrorizaram a região rural de Janela das Andorinhas, em Nova Friburgo, o que levou a evasão de 70% da população local e a criação de diversos mitos sobre os dois acusados. A maioria das pessoas acreditava que ambos eram possuídos pelo demônio e tinham poderes de atravessar a densa mata da região pulando de copa em copa das árvores. 

O Lobo Atrás da Porta (2014)

Com um talentoso elenco, Fernando Coimbra retomou o já esquecido caso de Neyde Maria Maia Lopes, batizada pelos jornais de 1960 de A Fera da Penha. Na produção, Leandra Leal dá vida à acusada, na pele de Rosa. Ela envolve-se num relacionamento amoroso com Bernardo (Milhem Cortaz), após se conhecerem no trem, na estação Central do Brasil. O romance torna-se trágico a partir da descoberta de Rosa sobre o casamento e a filha de Bernardo. 

Com ciúmes, Rosa aproxima-se da mulher do seu amante (Fabíula Nascimento) e da pequena Clara (Isabelle Ribas), de 4 anos. Ao ganhar a confiança da menina, Rosa a sequestra da escola e a leva para um matadouro. Com repercussão exaustiva na mídia após o corpo da menina ter sido encontrado, no dia 30 de junho de 1960, num Matadouro na Penha, a amante do pai da menina é levada para depor na polícia e depois de 24h confessa o crime. 

A amante matou a menina de 4 anos com um tiro à queima-roupa e depois queimou o cadáver. O fogo assustou os cavalos e os funcionários do local encontraram o corpo carbonizado. Com uma enorme revolta popular, a polícia não conseguiu levar Neyde para a reconstrução do crime por risco de linchamento público. O caso foi encenado no programa Linha Direta Justiça (2003) e também no filme Crime de Amor (1965), com Joana Fomm, além de render diversos livros. 

Última Parada 174 (2008)

Se você tem por volta dos seus 30 anos ou mais, com certeza, lembra-se da transmissão ao vivo do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro, pelo jovem Sandro Barbosa do Nascimento (Michel Gomes). Na obra de Bruno Barreto, a narrativa acompanha Sandro desde o seu desamparo familiar, o qual o leva às ruas, até o caso da Chacina da Candelária, em 1993. Sobrevivente do atentado, responsável por matar oito garotos em situação de rua, ele passa por inúmeras instituições de auxílio a jovens delinquentes. 

Após um assalto, no dia 12 de junho de 2000, Sandro consegue um revólver 38 e entra no ônibus 174 já alterado pelo uso de entorpecentes. A partir da abordagem de um policial militar, avisado por um dos passageiro do porte de arma do rapaz, Sandro faz de refém 11 pessoas dentro do ônibus. 

O caso repercute imediatamente em todas as casas brasileiras por conta da transmissão televisiva. O terror é estabelecido por horas aos olhos de milhões de brasileiros e acaba com a morte da professora Geisa Firmo Gonçalves, grávida de dois meses, com três tiros nas costas, e do próprio Sandro, asfixiado pelos policiais militares envolvidos na lamentável operação. 

Carandiru (2003)

Baseada no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, o obra de Hector Babenco retrata personagens e cotidianos dentro do presídio Carandiru até o dia 2 de outubro de 1992, quando ocorreu a chacina comandada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. O evento causou a morte de morte de 111 detentos. A intervenção da Polícia Militar, liderada pelo coronel Ubiratan Guimarães, tinha como justificativa acalmar uma rebelião no local.

Considerada como desastrosa, a justiça julgou o comandante Ubiratan e 23 policiais pelo homicídio de 102 detentos dos 111 mortos naquele dia, o coronel nunca respondeu pelo crime e foi ainda eleito deputado estadual de São Paulo em 2002. Em 2006, Ubiratan foi assassinado com um tiro no abdômen. No muro do seu prédio foi escrita a frase “aqui se faz, aqui se paga”, em referência ao massacre do Carandiru.

Para representar todas as histórias dentro desta tragédia, o elenco contou com Rodrigo Santoro (Lady Di), Lázaro Ramos (Ezequiel), Wagner Moura (Zico), Milhem Cortaz (Peixeira), o rapper Sabotage (Fuinha) e Luiz Carlos Vasconcelos, como Dr. Drauzio Varella. 

O Bandido da Luz Vermelha (1968)

Considerado clássico do cinema nacional, a obra do então jovem de 22 anos Rogério Sganzerla é baseada livremente no verdadeiro criminoso João Acácio Pereira da Costa, apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha’. A nomenclatura é advinda do recorrente porte de uma peculiar lanterna de bocal vermelho, semelhante ao notório criminoso estadunidense Caryl Chessman, o qual tinha o mesmo apelido. 

Narrado de forma jocosa por radialistas, o filme apresenta a infância de abuso do protagonista vivido por Paulo Villaça e seus maneirismos, além de incluir o detetive Cabeção (Luiz Linhares) e a prostituta Janete Jane (Helena Ignez) em seu percurso. Ele sempre assaltava casas luxuosas, entre 2 e 4 da manhã, cortava a energia da propriedade e usava um lenço para cobrir o rosto, além da simbólica lanterna. 

Constantemente manchete do jornal Notícias Populares, o bandido da luz vermelha infernizou a cidade de São Paulo durante cinco anos. Diferente do destino do filme, no qual comete suicídio, o verdadeiro meliante foi preso em 1967 em Curitiba, sob a identidade falsa de Roberto da Silva. 

João Acácio confessou quatro assassinatos e foi julgado por outras sete tentativas de homicídio e 77 assaltos. Passou 30 anos na cadeia e retornou em liberdade à sua cidade natal em Joinville, onde foi morto a tiro numa briga de bar em 1998. O criminoso tornou-se célebre por vestir-se de maneira extravagante, com perucas e cores fortes, e usar todo o dinheiro dos roubos com prostitutas e boates. 

Bônus:

O Caso dos Irmãos Naves (1967)

Aqui o crime é cometido pela justiça e polícia brasileira, sob o regime autoritário de Getúlio Vargas em 1937. Apesar de esquecido na nossa memória social, o filme de Luís Sérgio Person denuncia a tortura e as barbaridades cometidas pelos militares com os irmãos Joaquim (Raul Cortez) e Sebastião Naves (Juca de Oliveira) para confessar um crime, o qual eles não cometeram. 

Os irmãos eram comerciantes de cereais na cidade de Araquari, no interior de Minas Gerais. Após o sumiço do primo e sócio Benedito com o pagamento de 90 contos de réis, algo em torno de 270 mil reais, eles foram dar queixa na delegacia. O delegado local, no entanto, foi substituído pelo tenente militar Chico Vieira, o qual acusou os irmãos de inventar a história, matar o primo para ficar com a parte dele e ocultar o cadáver. 

Por meses, o tenente e seus soldados submeteram os irmãos a diversas torturas para que confessassem o crime e o esconderijo do dinheiro. Um dos métodos era amarrar os corpos dos irmãos em árvores e untá-los com mel para serem atacados por abelhas e formigas. Outra estratégia do militar foi prender a mãe, as esposas e os filhos de ambos, os quais também foram torturados psicologicamente e sexualmente. 

Após 15 anos, cumprida a pena de oito anos e a morte de Joaquim, Sebastião reencontra Benedito vivo e busca provar sua inocência perante a sociedade, com a ajuda do advogado João Alamy Filho, o qual escreveu o livro homônimo (1960) sobre os acontecimentos dos seus clientes. O caso foi apresentado no programa Linha Direta Justiça (2003) e na série de reportagens Os Olhos Que Condenam no Brasil (2019), da TV Cultura.

Crítica | Os Últimos Dias de Gilda – Karine Teles Estrela Trágica Minissérie do Canal Brasil

Uma pessoa atenta é capaz de observar que a vida cotidiana é rica de histórias, que poderiam facilmente ganhar as telonas. São situações inacreditáveis e pessoas indescritíveis que encontramos ao longo da vida que nos marcam de alguma forma. Algumas dessas pessoas impactam não só na vida de outro indivíduo, mas de toda uma comunidade, como a carismática Gilda, de ‘Os Últimos Dias de Gilda’, nova minissérie do Canal Brasil que estreia essa semana ao grande público.

Gilda (Karine Teles) é uma mulher branca solteira, um pouquinho acima do peso e super bem resolvida. Ela tem uma bela autoestima, é bem vaidosa e sabe correr atrás do próprio sustento. Moradora de uma pequena vila no interior, Gilda tem vários parceiros sexuais, cria as próprias galinhas para vender, é praticante de candomblé e adora uma roda de samba com uma cervejinha. Para ela, a vida é boa, porém muitos de seus vizinhos – como o candidato a vereador Ismael (Higor Campagnaro) e a esposa dele, Cacilda (Julia Stockler) – não gostam da forma liberta e libertina com que Gilda leva a vida, e passam a atormentá-la por causa dos seus costumes. Com o passar do tempo, isso vai gerando uma enorme cisão no núcleo comunitário da pequena vila.

Os Últimos Dias de Gilda’ foi inicialmente uma peça de teatro, encenada por Karine Teles há cerca de quatorze anos – um texto escrito para ela por seu amigo, Rodrigo De Roure –; foi adaptado novamente ao teatro alguns anos depois e agora chega ao Canal Brasil no formato de minissérie de quatro episódios, com roteiro escrito pela própria Karine e por seu ex-marido, o diretor e produtor Gustavo Pizzi – uma parceria que também pode ser vista no recente sucesso ‘Benzinho’.

Em ‘Os Últimos Dias de Gilda’ o espectador acompanha uma tragédia anunciada, estilo ‘Dogville’. Assim como no filme de Lars von Trier, a protagonista é o centro dos problemas da comunidade – seu estilo de vida causa inveja, sua liberdade incomoda, sua autoaceitação não é bem aceita, sua autonomia não é bem vista, seu posicionamento não é desejável. A repressão e o controle são apresentados na produção brasileira através da doutrinação religiosa, que autodeclara-se dona da rua e cujos preceitos devem ser seguidos por todos os moradores, encabeçada por Cacilda; do monopólio político, com o candidato Ismael, que demonstra como funciona o esquema de troca de favores e de interesses políticos em pequena escala; e o terrorismo das milícias e da polícia, personificados por Jordão (Erom Cordeiro) e Wallace (Antônio Saboia), que impõe regras aos moradores que, caso não obedeçam, são submetidos à violência e tortura. Não passa despercebido a forma com que o roteiro entrelaçou esses três vieses com o extremismo religioso, que se espalha por todos os âmbitos da sociedade impondo-se à força na sociedade.

Com uma história curta e metafórica, ‘Os Últimos Dias de Gilda’ é uma minissérie que reflete a década carioca de maneira teatral e direta. Faz o espectador refletir sobre como chegamos ao ponto em que chegamos no mundo. Não à toa, estreia às vésperas do segundo turno das eleições.

Crítica | Pacarrete – Filme Brasileiro Questiona Lugar do Sonho e do Idoso na Sociedade Moderna

Qual o lugar do idoso em uma sociedade que só olha para frente, sendo atropelada pelas modernidades e sua incansável desejo de progresso? Qual o lugar que sobra para o sonho e para o lúdico em uma sociedade que busca incansavelmente se automatizar, desvalorizando as múltiplas vertentes da arte e suas manifestações?

A cidade de Russas, no interior do Ceará, vai completar 200 anos, e, para celebrar, a prefeitura está planejando uma grande festa. Mas não é a única – Pacarrete (Marcelia Cartaxo) também está planejando um presente para a cidade: uma apresentação de balé. Só que as pessoas da cidade não só não se importam com o balé de Pacarrete como também a consideram maluca e desequilibrada, e provocam-na o tempo todo. Mas Pacarrete não sei deixa abalar, e, teimosa, vai correr atrás do seu lugar no palco principal, custe o que custar.

Exibido pela primeira vez ao público no Festival de Gramado de 2019, o longa chega agora aos cinemas brasileiros ganhando uma nova perspectiva: em um ano como o de 2020, em que tivemos que pensar nos nossos idosos e no lugar que reservamos para eles em nossa sociedade, ‘Pacarrete’ retrata na ficção exatamente o descaso que vimos na realidade. Essa reflexão é construída pelo roteiro de André Araújo, Samuel Brasileiro, Natália Maia e Allan Deberton ao intercalar a perseverança do sonho da protagonista recebido com deboche e desprezo pelos seus vizinhos e até mesmo em contraste com a relação afetuosa e paciente de Miguel (João Miguel) com ela. As situações atravessadas pela personagem são genuínas, condizentes com o universo em que está inserida e balanceada por uma dose ácida de humor de seu gênio forte, conduzida por uma linha narrativa melancólica e profunda.

A forma como Allan Deberton rege esse projeto é extremamente sensível, abrindo espaço para toda a evolução de sua protagonista desde a primeira cena; o filme abre com Marcelia Cartaxo num momento bastante solar e, ao longo do filme, vamos vendo como esse sol vai sendo apagado em sua jornada por conta das participações externas da sociedade. Allan Deberton faz da poesia o tom do seu filme, desde o posicionamento da câmera, ao figurino, ao tom amarelado da cidade de Russas e à belíssima trilha sonora, que conduz essa personagem icônica – obcecada pela cultura francesa – em contraste com o ambiente em que está inserida.

Pacarrete’ é um filme simples e, talvez por isso mesmo, profundo. Sua genialidade reside justamente em jogar luz nessas figuras que existem em todas as cidades – homens e mulheres dados como exóticos, considerados malucos e malucas, mas que possuem toda uma história por trás que ninguém nunca se dá ao trabalho de ouvir. O que o argumento do longa faz é mostrar o passado desses personagens reais e convidar o espectador a ter um olhar diferente sobre eles, afinal, na sua cidade, no seu bairro, na sua rua pode ter uma ‘Pacarrete’. Ou você mesmo pode ser uma ‘Pacarrete’, hoje ou amanhã.

 

‘Shang-Chi’: “Finalmente teremos nossa representação asiática nos filmes da Marvel”, afirma Michelle Yeoh

A atriz Michelle Yeoh está feliz que os asiáticos finalmente terão sua representação nos filmes de super-heróis.

Yeoh disse que o Universo Cinematográfico da Marvel está “finalmente” trazendo sua primeira estrela de super-herói asiático em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, comparando a chegada de Shang-Chi (Simu Liu) à do Pantera Negra.

A atriz da Malásia – conhecida por ‘O Tigre e o Dragão‘, ‘Podres de Ricos‘ e ‘007 – O Amanhã Nunca Morre‘ – aplaudiu a Marvel Studios por trazer o primeiro filme asiático da Marvel que ainda conta com as estrelas Awkwafina, Ronny Chieng e Tony Leung.

“Estou muito, muito feliz por finalmente termos nosso próprio super-herói. Vocês tem o Pantera Negra, certo? Você até tem o Hulk, Thor, a Viúva Negra.”, disse Yeoh à BBC News

“Finalmente, sim. Teremos representatividade asiática nos filmes de super-heróis”, concluiu.

 

‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em 29 de abril de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Morre Dave Prowse, ator que viveu o vilão Darth Vader na saga ‘Star Wars’

O ator britânico David Prowse, que interpretou Darth Vader nos três filmes originais da franquia ‘Star Wars‘, morreu neste domingo (29) aos 85 anos.

Segundo a BBC, a causa da morte ainda não foi divulgada.

“Que a força esteja com ele, sempre!. Embora famoso por interpretar muitos monstros – para mim e para todos que conheceram Dave e trabalharam com ele, ele foi um herói em nossas vidas”, disse seu agente Thomas Bowington.

Apesar de Dave ter vivido o maior vilão de todos os tempos na trilogia inicial: Star Wars (1977), O Império Contra-Ataca (1980) e O Retorno de Jedi (1983),  James Earl era quem fazia a voz do vilão na pós-produção, o esgrimista Bob Anderson foi quem realizou as lutas com o Sabre de Luz e quando finalmente o rosto foi revelado, George Lucas escolheu Sebastian Shaw.

A carreira de Prowse como ator durou mais de 50 anos, mas foi seu papel como Darth Vader que lhe trouxe fama internacional.

‘Pantera Negra’: Disney altera abertura do filme com homenagem a Chadwick Boseman; Assista!

A versão de ‘Pantera Negra‘ lançada no Disney+ altera a abertura logotipo Marvel Studios com uma homenagem especial homenageando Chadwick Boseman – que faria 44 anos.

O redesenho de 29 de novembro é uma atualização comemorativa do logotipo em uso desde 2016, e mantém a abertura clássica do “flipbook” antes de seguir para as imagens de arte conceitual e trechos do roteiro de ‘Pantera Negra‘. Enquanto a introdução padrão mostra os super-heróis do universo cinematográfico da Marvel preenchendo as formas das letras do logotipo da Marvel Studios com filmagens de filmes anteriores, esta homenagem é dedicada inteira e exclusivamente a Boseman.

Assista:

Segundo o Hollywood Reporter, a Marvel voltou a desenvolver ‘Pantera Negra 2 e as filmagens começam em Julho de 2021.

Não foi revelado quem protagonizará o longa após a morte repentina e inesperada do astro Chadwick Boseman.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, está se juntando ao elenco do filme e irá interpretar o vilão.

Tenoch Huerta

Na semana passada, surgiram rumores de que os produtores da Marvel Studios estariam considerando ‘reviver’ Chadwick Boseman através de um modelo em CGI.

A informação foi revelada pela jornalista insider Grace Randolph, que afirmou que a sequência abriria com uma grande batalha em Wakanda – que terminaria na morte de T’Challa, e Shuri (Letitia Wright) assumiria o manto da Pantera Negra.

No entanto, Victoria Alonso, vice-presidente da Marvel, fez questão de desmentir os boatos em respeiro ao astro, falecido aos 43 anos, vítima de câncer.

Durante uma entrevista para o Clarin, ela foi questionada sobre assunto e disse que:

“Só há um Chadwick Boseman, e ele não está mais conosco. Nosso rei, infelizmente, morreu na vida real, não apenas na ficção, e estamos demorando um pouco para saber como iremos lidar com isso e o que faremos para homenageá-lo da forma correta, mas não [não será através de CGI]. Sua morte foi tão inesperado, tão dolorosa… Por isso, temos que pensar cuidadosamente sobre o que vamos fazer e como vamos honrar a franquia.”

 

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de ‘Pantera Negra 2‘, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.