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Ricky Martin em fotos de ‘Versace: American Crime Story’

O TMZ liberou as primeiras imagens de Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de Gianni Versace.

A cena da morte do icônico estilista para ‘Versace: American Crime Story‘ foi gravada nessa quarta-feira nas escadarias originais da mansão onde o próprio Versace foi assassinado, em Miami.

Confira:

Vale lembrar que Penélope Cruz viverá Donatella Versace, a irmã de Gianni Versace.

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A terceira temporada de ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach.

O assassino se matou poucos dias depois.

[SPOILER] retorna para crossover de ‘Supernatural’ com ‘Scooby-Doo’

[SPOILER]

 

Na coletiva de imprensa de ‘Supernatural’ realizada logo após o painel do TV Show na San Diego Comic-Con, Jensen Ackles revelou que Castiel – interpretado por Misha Collins – vai retornar para a série.

A volta de Castiel está agendada para o 16º episódio da nova temporada, que contará com a participação do Scooby-Doo.

“Será muito no estilo da série de Scooby-Doo. Mas, claro, uma versão um pouco mais sombria para também casar com a nossa série. E foi fantástico porque éramos eu, Jared e Misha. Foi muito engraçado.”

A exibição do especial ficará para meados de março/abril de 2018.

Já a 13ª temporada de ‘Supernatural‘ retorna dia 12 de outubro.

Crítica | Slasher 2ª temporada – Série de TERROR da Netflix estilo ‘Sexta-Feira 13’

A Netflix Brasil disponibilizou a 2ª temporada completa da série ‘Slasher‘, série de terror antológica em que cada temporada é focada em uma história.

A 1ª temporada prestava uma homenagem ao clássico ‘Pânico‘ (Scream), enquanto a 2ª temporada traz uma mistura de ‘Sexta-Feira 13‘ e ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘.

O CinePOP maratonou os 8 episódios da 2ª temporada para fazer a crítica para você.

Assista:

Produzida pelo canal canadense Chiller, a trama da segunda temporada traz um grupo de adultos retornando ao Acampamento de Verão em que eles assassinaram uma colega há cinco anos. Porém, o corpo desapareceu e eles começam a ser assassinados um a um.

Já a primeira temporada gira em torno de uma jovem que é confrontada por uma série de assassinatos horripilantes, que são baseados nos assassinatos amplamente conhecidos de seus pais anos atrás.

‘Pânico’ pode ganhar um reboot nos cinemas 

‘Scream’: Especial de Halloween tem várias mortes sangrentas e é divertido  

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‘Deadpool 2’: Mercenário com perninhas de bebê em trailer com cenas inéditas

A Fox divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Deadpool 2‘, que traz o anti-herói com suas polêmicas perninhas de bebê.

Assista, com a cena deletada na Mansão X e a cena em que o Mercenário mata o bebê Hitler:

‘Deadpool 3’: Fox pode estar desenvolvendo a sequência em silêncio! 

A Fox confirmou que a ‘Edição do *&#@$%@‘ chegará às plataformas digitais brasileiras no dia 23 de agosto.

A versão estará disponível para compra nos principais serviços de streaming (iTunes, NOW, Google Play Store, entre outras).

Mas antes disso, os fãs têm a oportunidade de conferir uma hora de piadas sujas, quebras de paradigmas e talvez uma performática aparição do herói com unicórnios*, na Comic-Con de San Diego, no dia 21 de julho.

*O painel talvez não tenha criaturas míticas 😊 

A sequência do primeiro filme! (Isso é apenas uma forma preguiçosa de escrever…)

Confira abaixo mais detalhes sobre as novidades do lançamento:

DEADPOOL 2 – EDIÇÃO DO *&#@$%@

EXTRAS
• Erros de gravação
• Cenas estentedidas/ excluídas
• Até que sua cara doa: tomadas alternativas
• Os lábios de Deadpool estão selados: segredos e easter eggs
• O membro mais importante da X-Force
• Valores da família Deadpool: elenco de personagens
• David Leitch, não Lynch: a direção de Deadpool 2
• Role com os socos: ação e proezas
• O experimento Deadpool na prisão
• Chadrez
• Bombado e sexy
• Monólogo de 3 minutos
• Comentário de Ryan Reynolds, David Leitch, Rhett Reese e Paul Wernick
• Saco de risada de Deadpool 2
• Fotografias 

Vale lembrar que ‘Deadpool 2‘ chegou aos US$ 722 milhões em todo o mundo (US$ 313 milhões nos EUA e US$ 410 milhões no resto do mundo), se tornando a terceira maior bilheteria da história para um filme Rated-R.

O filme ultrapassou a bilheteria de ‘It – A Coisa‘, e agora figura atrás do primeiro ‘Deadpool‘ e ‘Matrix Reloaded‘.

Nos EUA, o filme também já ultrapassou o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

 

‘Vingadores: Ultimato’: Vídeo inédito traz discurso emocionante do Capitão América

Falta muito pouco para ‘Vingadores: Ultimato‘ chegar aos cinemas, e a Marvel divulgou um comercial do filme com um discurso do Capitão América.

“Nós perdemos. Todos nós. Perdemos nossos amigos, nossa família. Hoje temos a chance de conseguir tudo de volta. E nós vamos, custe o que custar”, afirma.

Assista:

A Empire publicou uma vasta entrevista com o elenco e equipe do filme confirmando algo que muitos fãs já esperavam: cenas presentes nos trailers do filme foram alteradas para não revelar spoilers. Os diretores Anthony e Joe Russo afirmam:

“Nós vemos o trailer como uma experiência muito diferente do filme, e eu acho que o público é capaz de prever muita coisa agora, então você precisa ser muito esperto na hora de criar um trailer, porque o público pode assistir o trailer e basicamente te contar tudo o que acontece no filme. Nós consumimos muito conteúdo. Então temos à nossa disposição muitas tomadas diferentes que não estão no filme, e que nós podemos manipular através de efeitos visuais para contar a história que queremos contar especificamente para o propósito do trailer, e não do filme.”

Uma teoria alega que a cena que mostra Tony Stark e a Nebula ao lados dos Vingadores com o Traje do Reino Quântico é falsa, assim como eles fizeram com a cena do Hulk na batalha de Wakanda.

Confira:

O que você acha?

“Após os eventos devastadores de Vingadores: Guerra Infinita, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.”

Ou seja: o Estalar de dedos de Thanos não balanceou o Universo, mas criou um evento de destruição em massa. E para desfazer isso, nossos heróis provavelmente terão mesmo que viajar no tempo.

Vingadores: Ultimato estreia em 25 de abril de 2019

Os PIORES filmes de 2019

Ho ho ho, feliz Natal para todos. É 2019 chegando ao fim. Esperamos que tenham sido bonzinhos, porque como sabemos, os travessos não ganham presentes. E os filmes travessos e ruins entram como punição em nossa lista dos piores do ano.

Uma das listas mais divertidas de fazer (isso é, depois que passamos pelo sufoco de ter que assistir a tantos filmes ruins), a lista dos piores é conhecida como a vingança dos críticos. Assim, a redação do CinePOP entrou na brincadeira e com a ajuda de oito de nossos jornalistas formulou através de uma média as piores produções de 2019.

Participaram desta empreitada Rafa Gomes, Thiago Nolla, Lucas Salgado, Janda Montenegro, Pedro Sobreiro, Letícia Alassë, o editor-chefe Renato Marafon e este querido amigo que vos fala, Pablo Bazarello. Após a lista geral do site, você pode conferir abaixo também as listas individuais de todos. Vem conhecer.

10) Os Parças 2

Em décima posição começamos com um filme brasileiro. Os Parças 2 deveria se chamar as aventuras de Tirulipa e Whinderson, e continua as patacoadas de 2017. Um fato curioso sobre este item da lista é que ele figurou constando apenas na lista de uma de nossas jornalistas, que decidiu lhe dar o pódio como o pior filme de 2019. Acho que a sorte mesmo foi de todos os outros, que escaparam de assistir ao filme.

09) Um Funeral em Família / O Rei Leão

Aqui outro fato curioso, um empate no melhor sentido da palavra. Tentamos desempatar de todas as formas, mas simplesmente se mostrou uma tarefa impossível. O primeiro quesito para o desempate é a quantidade de listas individuais que os filmes apareceram. E foram exatamente em duas cada filme. O próximo passo seria em quais listas os filmes aparecem em posições mais altas. Novamente empate, pois o Rei Leão e Um Funeral em família aparecem respectivamente nas segundas e últimas posições de duas listas cada. Ou seja, é ir para o abraço. Embora tenha certeza que muitos irão chiar de ver a superprodução da Disney na lista, ninguém se atreverá a defender a péssima comédia de mau gosto de Tyler Perry.

08) Dumbo

Outro filme que pode causar controvérsia pela presença na lista, a adaptação de Tim Burton para um dos primeiros clássicos animados da Disney tomou muitas liberdades e terminou não agradando todos. O live-action se encontra em duas de nossas listas, mas em uma delas, na primeira posição como “o” pior de 2019.

07) Hellboy

Esta é unânime. Não conheço uma viva alma que tenha assistido a esta tentativa de reinvenção da franquia e a tenha elogiado. A frustração foi o sentimento de quem se aventurou. E pensar que Guillermo del Toro sonhava com uma terceira parte dirigida por ele. Hellboy apareceu em duas de nossas listas.

6) Rambo – Até o Fim

Rambo é um produto dos anos 1980 adorado por toda uma geração, a minha geração. Mas talvez devesse ter ficado estacionado por lá. Em 2008, Stallone já tinha tirado o personagem da aposentadoria, num filme que surpreende pela eficiência. Porém, ao decidir “aposentar” o personagem da maneira certa, Sly cria um filme de ação genérico que nem precisava se chamar Rambo. Até o Fim apareceu em três de nossas listas, e numa delas em primeira posição.

05)  After

O que? Que filme é esse, você pergunta. After talvez tenha fugido do radar da maioria, mas não pelo nosso, que o colocamos em quinta posição da lista. Se trata de mais uma adaptação de um romance literário juvenil. E se você achou este ruim, espere pela continuação After We Colide, que já está em pós-produção. After apareceu em duas listas e numa delas, em primeira posição.

04) Calmaria

O filme mais WTF!? do ano apresentou os vencedores do Oscar Matthew McConaughey e Anne Hathaway, além do ótimo Jason Clarke, pagando um dos maiores micos de suas carreiras. Um filme de alto conceito que começa bem, na forma de um noir detetivesco, remanescente de clássicos do gênero, mas lá pelas tantas decide se mostrar na verdade uma ficção científica (!?) a la Matrix. Acredite. Calmaria apareceu em duas listas e em ambas em primeiro lugar como o pior de 2019.

03) Invasão ao Serviço Secreto

O primeiro filme, acredite se quiser, é bom! Dirigido pelo talentoso Antoine Fuqua (Dia de Treinamento), Invasão a Casa Branca (2013) é uma nova versão de Duro de Matar, melhor que o quinto exemplar de tal franquia lançado no mesmo ano. Mas sua continuação, Invasão a Londres (2015) se mostrou um vídeo game em live-action muito sem graça. O mesmo caminho é seguido de perto nesta terceira parte, de uma franquia que já deu o que tinha que dar. Saudades de Busca Implacável. O filme apareceu em quatro listas.

02) Malévola – Dona do Mal

O conceito do primeiro filme de 2014, de subverter o conto da Bela Adormecia sob a ótica da vilã, é mais legal do que o filme em si. E o fato de Angelina Jolie ter realmente vestido a camisa da personagem, segundo a atriz um de seus filmes preferidos de infância, deu sabor especial à coisa. Já esta sequência, assim como a de Alice no País das Maravilhas, soa como puro caça-níquel desalmado. Malévola apareceu em quatro listas, e numa delas em primeiro lugar.

01) X-Men: Fênix Negra

Que rufem os tambores. O Campeão no pódio do CinePOP como o pior filme de 2019 é Fênix Negra, o mais recente exemplar na franquia que já bambeia há um tempo. Adiado para refilmagens, o que nunca é um bom sinal, alguns duvidaram se ele seria lançado, após a compra da Disney. Mas em quanto Novos Mutantes segue no limbo, Fênix Negra viu a luz do dia, embora fosse melhor que não tivesse. O filme apareceu em seis das oito listas.

Listas Individuais:

Renato Marafon

01)Calmaria
02) X-Men: Fênix Negra
03) Annabelle 3: De Volta para Casa
04) As Trapaceiras
05) Cópias – De Volta à Vida
06) Invasão ao Serviço Secreto
07) Malévola – Dona do Mal
08) Rambo – Até o Fim
09) Mistério no Mediterrâneo
10) Campo do Medo

Pablo Bazarello

01) Calmaria
02) Um Funeral em Família
03) A Sereia – Lago dos Mortos
04) Os 3 Infernais
05) A Rebelião (Captive State)
06) Invasão ao Serviço Secreto
07) X-Men: Fênix Negra
08) Crimes Obscuros (Dark Crimes)
09) Shaft
10) As Trapaceiras

Rafa Gomes

01) Amor em Obras
02) Malévola – Dona do Mal
03) MIB: Homens de Preto – Internacional
04) O Pintassilgo
05) Playmobil – O Filme

Thiago Nolla

01) Dumbo
02) O Rei Leão
03) O Príncipe de Natal: O Bebê Real
04) Malévola – Dona do Mal
05) X-Men: Fênix Negra
06) Vidro
07) Campo do Medo
08) Midsommar: O Mal Não Espera a Noite
09) Brightburn: Filho das Trevas
10) It: Capítulo 2

Pedro Sobreiro

01) Malévola – Dona do Mal
02) Hellboy
03) As Panteras
04) X-Men: Fênix Negra
05) A Maldição da Chorona
06) Dumbo
07) Yesterday
08) Rambo – Até o Fim
09) Um Funeral em Família

Janda Montenegro

01) Os Parças 2
02) X-Men: Fênix Negra
03) Descendentes 3
04) Mistério no Mediterrâneo
05) Sai de Baixo – O Filme
06) Cascavel
07) Intruso
08) MIB: Homens de Preto – Internacional
09) Invasão ao Serviço Secreto
10) Não Olhe (Look Away)

Letícia Alassë

01) After
02) Crush à Altura
03) Yesterday
04) Godzilla 2 – Rei dos Monstros
05) Pássaro do Oriente
06) Elisa e Marcela
07) Obsessão (Greta)
08) A Cinco Passos de Você
09) Vidro
10) It: Capítulo 2

Lucas Salgado

01) Rambo – Até o Fim
02) X-Men: Fênix Negra
03) Invasão ao Serviço Secreto
04) Hellboy
05) After
06) Amigos Para Sempre
07) Star Wars – A Ascensão Skywalker
08) O Pintassilgo
09) Socorro! Virei uma Garota
10) O Rei Leão

‘Lovecraft Country’: Trailer LEGENDADO da série de terror de Jordan Peele e J.J. Abrams

Lovecraft Country‘, nova série de terror original da HBO, ganhou um intenso novo trailer LEGENDADO.

A série estreia no dia 16 de agosto.

Confira, com as novas imagens:

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

O elenco inclui Courtney B. Vance, Michael Kenneth WilliamsJurnee Smollett-Bell, Elizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Jonathan Majors.

Lovecraft Country
Photograph by Elizabeth Morris/HBO
Courtney B. Vance, Jonathan Majors, Jurnee Smollett
HBO
Season 1
Lovecraft Country
Michael Kenneth Williams
Lovecraft Country
Courtney B. Vance, Jonathan Majors, Jurnee Smollett

‘Monstros S.A.’: Série do Disney+ com Mike e Sulley ganha data de estreia!

A Disney+ divulgou a data de estreia de ‘Monsters at Work‘, série derivada de ‘Monstros S.A.‘ que trará o retorno de John GoodmanBilly Crystal, que deram vida aos protagonistas Sully e Mike, respectivamente.

A série estreia dia 2 de Julho no Disney+.

Confira:

 

O elenco da série também é composto por John RatzenbergerJennifer Tilly e Bob Peterson.

A história se passa seis meses após o filme original, com os Monstros descobrindo que geram mais energia ao fazerem as crianças rirem.

Além de ‘Monsters at Work’, a plataforma da Disney terá séries baseadas em ‘Star Wars’ e ‘High School Musical’, que serão produções originais da nova plataforma.

A série de ‘Star Wars‘ será live-action e terá como showrunner Jon Favreau, de ‘Homem de Ferro‘ .

‘Monstros S.A.’ ganhou dois filmes pela Disney/Pixar, um em 2001 e a continuação ‘Universidade dos Monstros’, em 2013.

Ansioso?

 

Conheça o suspense da Netflix que CONQUISTOU os críticos e o público!

Recentemente, a Netflix adicionou ao catálogo um suspense dramático que está fazendo sucesso entre os críticos e assinantes.

Rust Creek – Águas que Corroem‘ acompanha uma garota que se dirigia para uma entrevista de emprego quando percebe alguns homens carregando um corpo. Na tentativa de se afastar da cena do crime, ela acaba se perdendo numa floresta do Kentucky.

Além de tentar fugir do bando de perigosos bandidos, ela terá que se defender das condições da natureza, sendo forçada a uma aliança desconfortável com um estranho solitário de intenções duvidosas.

Ao longo de 1h48 de duração, a trama é repleta de momentos de tensão e cenas angustiantes, prendendo a atenção dos espectadores e fazendo-os se envolver com o sofrimento da protagonista.

Não é à toa que o filme recebeu 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e ganhou o prêmio de Melhor Filme de Suspense no Festival Internacional de Cinema de San Diego de 2018.

Além disso, o título permaneceu no TOP 10 da plataforma em outros países por semanas consecutivas, segundo o PureWow.

Apesar de não ter um nome tão conhecido entre o público, Hermione Corfield (‘Missão Impossível – Nação Secreta’) consegue carregar todo o filme nas costas com um atuação extremamente convincente como uma jovem indefesa lutando por sobrevivência.

Além da estrela, ‘Águas que Corroem‘ também é estrelado por Jay Paulson (Lowell), Sean O’Bryan (O’Doyle), Micah Hauptman (Hollister), Daniel R. Hill (Buck), Jeremy Glazer (Katz), John Marshall Jones (Slattery ), Laura Guzman (Charlotte) e Jake Kidwell (Josh).

Assista ao trailer:

Cena DELETADA de ‘Top Gun: Maverick’ mostra importante momento que remete ao original

Top Gun: Maverick‘ se tornou um fenômeno de bilheterias com mais de US$ 760 milhões arrecadados mundialmente, tornando-se a terceira MAIOR bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$930.2M) e ‘Batman‘ (US$770.3M).

Agora, a Paramount divulgou uma cena estendida cortada do filme que traz Rooster (Miles Teller) tocando a música Great Balls of Fire, mesma que seu pai Goose (Anthony Edwards) tocou no filme original de 1986.

No filme, a cena foi diminuída.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 409,3 milhões – o que representa a MAIOR bilheteria doméstica da carreira do astro Tom Cruise. No mercado internacional, foram US$ 353.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou sólidos US$ 763 milhões mundialmente. Por enquanto, ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (US$791.6M) permanece como a maior arrecadação global do Tom Cruise.

Assista a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris. 

‘A Pequena Sereia’ e sua grande POLÊMICA | Quando a internet ficou tão chata?

O remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ nem estreou ainda e já tem uma legião de pessoas que o odeiam sem nem assisti-lo. Pessoas intolerantes que acham que podem destilar ódio na internet simplesmente por que não gostaram que a protagonista mudou de etnia.

No vídeo abaixo, o Renato Marafon traz um debate sobre esse ódio desenfreado que tomou conta da internet nos últimos anos:

No Rotten Tomatoes, ‘A Pequena Sereia’ abriu com 70% de aprovação, com nota 6.80/10 baseada em 33 reviews até o momento.

Os especialistas internacionais comentaram sobre a adaptação quase idêntica feita pelo diretor Rob Marshall (que foi motivo de elogios e de comentários mais críticos), além de falarem sobre o elenco – principalmente de Halle Bailey como Ariel.

Veja os principais comentários:

“[O filme] serve como uma homenagem linda, enquanto nos persuade ao criar uma entidade própria e discreta” – Daily Telegraph.

“A rica performance de Halle Bailey faz o filme valer a pena; ela nasceu para interpretar Ariel” – AwardsWatch.

“Não é totalmente perfeito, mas ‘A Pequena Sereia’ é o melhor dos live-actions da Disney até agora” – Mama’s Geeky.

“Uma coisa completamente inútil para ganhar dinheiro, esta nova Pequena Sereia é um dos filmes menos inspirados a sair da Disney desde que a empresa começou a invadir seu próprio cofre” – Globe and Mail.

“O live-action de ‘A Pequena Sereia’ tem uma trilha incrível, como esperado, mas o filme em si é muito longo” – Solzy at the Movies.

Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).

“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.

Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.

Melissa Barrera e Alisha Weir falam sobre ‘Abigail’ e seus filmes de terror preferidos! [EXCLUSIVO]

Abigail’ estreia hoje (18) nos cinemas nacionais e giram em torno de uma quadrilha que sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Melissa Barrera e Alisha Weir falaram sobre o terror e seus filmes preferidos do gênero.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

 

Rachel Zegler canta música INÉDITA em novo teaser ‘Branca de Neve’

O live-action de ‘Branca de Neve’ ganhou um teaser com Rachel Zegler cantando a música Um desejo em mim (Waiting on a Wish).

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

Assista, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

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Warner Bros. pode cancelar venda para a Netflix e se fundir com a Paramount Pictures

Segundo o Deadline, a Warner Bros. Discovery poderá anunciar já amanhã sua intenção de iniciar negociações com a Paramount Skydance sobre uma possível fusão. Apesar de já ter fechado um acordo com a Netflix, a última oferta da família Ellison pode ser irrecusável para a empresa, que também é dona da HBO e da DC Studios.

As ofertas de aquisição não solicitadas da Paramount, todas rejeitadas anteriormente, chamaram a atenção de muitos investidores da Warner Bros. Discovery. Eles têm se manifestado publicamente sobre a necessidade de o conselho considerar todas as opções, apesar de já existir um acordo assinado com a Netflix.

Até o momento, a gigante do streaming adquiriria os ativos de cinema e televisão da Warner Bros. por US$ 27,75 por ação, totalmente em dinheiro (uma oferta revisada após um acordo inicial em dinheiro e ações). A Paramount, por sua vez, recebeu uma oferta de US$ 30 por ação em dinheiro. A empresa também tornou a proposta mais atraente, enfatizando o enorme poder — e dinheiro — que os Ellisons detêm.

Segundo informações da empresa, “Sua última oferta adicionou uma nova ‘taxa de acompanhamento’ de US$ 0,25 por ação, pagável aos acionistas da WBD para cada trimestre em que a transação não for concluída após 31 de dezembro de 2026, o que, segundo a empresa, equivale a cerca de US$ 650 milhões em valor monetário por trimestre.” 

“A empresa também concordou em financiar uma taxa de rescisão de US$ 2,8 bilhões a ser paga à Netflix e fez uma série de concessões relacionadas aos custos e obrigações de financiamento da dívida da WBD. A Paramount ainda não definiu essa proposta como sua última e melhor oferta.”

Tudo isso pode ser uma manobra da Warner Bros. Discovery para forçar a Netflix a aumentar sua oferta atual. De qualquer forma, agora está claro que nada está definido, apesar do que possam dizer os comunicados de imprensa.

Justiça NEGA pedido da Paramount em disputa agressiva pela compra da Warner Bros. Discovery

 

Vale lembrar que a Netflix está adquirindo os estúdios de cinema e TV da Warner Bros., além da HBO Max, por US$ 83 bilhões. Já a Paramount tentou barrar a negociação ao apresentar uma oferta hostil pela Warner Bros. Discovery, mas a proposta foi rejeitada.

‘Fuja’: Elogiado suspense com Sarah Paulson já está disponível na Netflix

O aclamado suspense ‘Fuja‘, estrelado por Sarah Paulson, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (02), na grade de programação.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe e acaba descobrindo um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

O filme seria lançado nos cinemas pela Paris Filmes, mas teve sua estreia cancelada devido ao fechamento das salas pelos crescentes casos de COVID-19. Eventualmente, a gigante do streaming acabou adquirindo os direitos de distribuição internacional do longa.

Nos Estados Unidos, a produção foi lançada pela plataforma Hulu.

Assista a nossa crítica:

Crítica | Sarah Paulson e Kiera Allen brilham em ‘Fuja’, um dos melhores thrillers do ano

O longa já estreou nos circuitos internacionais e fez um grande e surpreendente estrondo entre a crítica.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 93% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 83 reviews até o momento. Segundo o consenso gerla, o filme é “solidamente atuado” e “sagazmente construído”, transformando-se em um “thriller de suspense incrível”.

Confira os principais comentários:

“Uma frágil e sórdida diversão” – Entertainment Weekly.

“Um thriller perfeitamente dinâmico, bem editado e ágil” – FilmWeek.

“Representação de pessoas com deficiência é necessária, e ‘Fuja’ faz isso do jeito certo” – The Mary Sue.

“Rápido e limpo – o filme vem, faz o que tem que fazer, e vai embora antes de conseguirmos agradecer” – The MacGuffin.

“A performance de Paulson é o que ajuda a transformar esse thriller em uma diversão distorcida” – Entertainment Voice.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando…‘.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

Invasão Secreta | Kevin Feige e elenco falam sobre tom sombrio e o que mais esperar dos próximos episódios da minissérie

Um cauteloso silêncio de oito meses é o que separa as séries Mulher-Hulk e Invasão Secreta. Diante de uma tumultuada e controversa temporada – marcada por uma significativa rejeição de parte do público – o hiato de pouco mais de 300 dias parece ter sido o refrigério ideal que a Disney precisava para lapidar o futuro do MCU a longo prazo. E cá estamos, junho de 2023, adentrando naquilo que já se anuncia como uma nova era do universo da Marvel.

Invasão Secreta se volta para as raízes da Marvel Studios, olhando para o retrovisor como uma forma de inspiração para o presente. Trazendo referências estilísticas da amada sequência Capitão América 2: O Soldado Invernal, a nova minissérie original do Disney+ assume para si o subgênero de thriller político com espionagem. 

E trazendo uma atmosfera mais sombria, onde o negrume das ruas ajuda a ditar o ritmo da história, Kevin Feige, o criador Jonathan Schwartz e o diretor Ali Selim tentam fazer da nova produção, mais do que uma redenção, mas sim uma oportunidade de amadurecer a narrativa dos Vingadores e de seus pares.

E durante uma coletiva de imprensa fechada, da qual o CinePOP foi convidado, Feige, Schwartz, Selim e o elenco principal refletiram sobre o novo projeto, aguçando a mente e criatividade do público a respeito de como Invasão Secreta promete conduzir e impactar o MCU em larga escala.

Na ocasião, o presidente da Marvel Studios e produtor do projeto, Kevin Feige, comentou sobre como a série se entrelaça com o espectro mais amplo do MCU, bem como sobre o tom narrativo:

“Bem, há pontos de conexão na história que as pessoas verão ao longo da série, obviamente. Mas Jonathan veio ao meu escritório há alguns anos atrás, quando estávamos pensando em que tipo de programa fazer para o Disney+. E ele veio com a ideia de traduzir o enredo da grande Invasão Secreta dos quadrinhos em uma série de espionagem mais sombria e misteriosa, o que não havíamos feito até então. E adoramos trabalhar com gêneros diferentes para tudo e esta foi uma tentativa de realmente mergulhar de volta nas coisas que abordamos em Capitão América 2: O Soldado Invernal e que não tínhamos trabalhado já há algum tempo, além de realmente mergulhar no tom de uma série de espionagem. Queríamos também explorar uma dinâmica bem diferente entre Fury e Talos, algo que não havíamos mostrado no nosso filme buddy cop dos anos 90, o Capitã Marvel”. 

E nessa nova aventura, em que Nick Fury assume o genuíno protagonismo, os fãs terão a oportunidade de – pela primeira vez em 15 anos de MCU – conhecer a história do amado agente. Se aprofundando em seu passado, Invasão Secreta promete responder a um antigo anseio do público, mostrando um lado até então desconhecido do personagem.

Indo mais além, a nova minissérie ainda se concentra em explorar a vulnerabilidade de Fury, que agora surge mais fatigado em virtude das circunstâncias que viveu, como o  famigerado estalar de Thanos. 

Segundo Samuel L. Jackson:

“Esta é a minha segunda aparição pós-snap e Fury estava meio sumido há um tempo. Ele está um pouco cansado, um pouco vulnerável, mas decide voltar para a Terra porque foi convocado. E veremos o que acontece. Tenho um joelho ruim agora e já não estou tão feliz”, comentou com bom humor.

Esse retorno à Terra será acompanhado por alguns conflitos relacionais, que vão explorar ainda mais a trajetória de Fury dentro do universo compartilhado. Em Invasão Secreta, a longeva amizade entre o veterano e o skrull Talos será colocada à prova, conforme salientou o ator Ben Mendelsohn:

“Encontramos Talos em um momento difícil. Sem revelar spoilers, posso dizer que é um momento ruim, sabe? É uma hora ruim. E ele bem que poderia contar com a ajuda de Fury, que já está lá no espaço por tempo demais!”

E é também nesse contexto que a vencedora do Oscar Olivia Colman entra em cena, como a espiã Sonya Falsworth. A atriz estreia no MCU como uma perspicaz e ácida agente do MI6, com uma peculiar e intrigante relação com Fury, como ela mesmo comenta:

“Eles têm uma amizade adorável. Embora ela goste de intimidá-lo com seu jeitão. Não me parece uma grande amizade, mas eles de fato possuem uma história e confiam um no outro”.

Isso tudo afeta diretamente a maneira como o público será apresentado a Fury. Ao contrário de suas 14 aparições anteriores, essa é aquela em que o veremos em seu estado mais cru e honesto. E para Sam Jackson, explorar o personagem de forma tão profunda fará com que os fãs se apaixonem por ele por uma ótica diferente:

“Bem, quanto mais você descobrir sobre ele, mais você vai gostar dele. Isso aconteceu comigo. É como tirar as diversas camadas de uma cebola, de forma divertida. Você conhecerá pessoas que meu personagem conhece e com quem ele até então nunca havia compartilhado uma cena profunda – como é o caso do personagem de Don. Então isso foi incrível. Estamos esperando para fazer isso há anos, sabe? Então foi maravilhoso fazer e ter aquele toque mais abrasivo. É ótimo saber que Fury e Rhodey possuem esse tipo de relacionamento, que antes eu só presumia existir. Isso é informação nova! Além disso, conheceremos sua casa pela primeira vez!”, comemorou Jackson.

E em se tratando de Rhodey, a audiência o verá em uma função muito mais diplomática e política. Ao contrário do seu extenso envolvimento com Os Vingadores, aqui ele surge como um mediador entre o governo norte-americano e o serviço de inteligência do país.

“Acho que estamos apenas descobrindo o que está acontecendo com Rhodey à medida que esta série avança. Ele está em um papel diferente. Nós o vemos mais como um animal político do que no passado. Ele antes era mais um militar, mas agora ele é uma espécie de braço direito do presidente. E eu estou muito ansioso para saber mais sobre seu arco, entender quem ele é e ver como esse relacionamento, não apenas com Nick Fury, mas com os outros membros do elenco, evoluirá”, afirmou Don Cheadle.

E é claro, como toda boa adaptação de quadrinhos, Invasão Secreta também possui o seu vilão, encarnado aqui pelo astro Kingsley Ben-Adir. Ao longo dos seis episódios da minissérie, ele interpretará Gravik, um homem ferido pelas circunstâncias da vida. 

Ao longo da coletiva de imprensa, o intérprete do personagem refletiu sobre como construiu a persona de Gravik:

“Sabe o que é engraçado? Eu estava pensando, quando conversamos sobre o projeto, apenas Sam e Ben estavam confirmados e Brian decidiu me enviar algumas cenas para testar, que foram como uma espécie de confronto entre mim e Sam. Na época, o personagem era chamado Manuel e eu sabia muito pouco sobre a trama. Mas aos poucos fui percebendo que haviam esses estranhos paralelos com a realidade e vi que a série buscava ser mais fundamentada e sombria. E, sim, acho que me inspirei muito nisso e em como torná-lo o menos sentimental possível em seu próprio ódio”. 

E a humanidade de seus personagens será um dos grandes aspectos a ser tratado ao longo do thriller político. Para o diretor Ali Selim, era fundamental apresentar a trajetória de Nick Fury por uma perspectiva mais complexa e madura, o que levará o protagonista em sua própria jornada heroica:

“Bem, eu acho que essa é uma série muito mais humana. É a história de Nick Fury. Ele é um humano. Ele tem sua própria versão de super poderes, mas eles não são como os dos super-heróis. E é uma história sobre ele voltar a colocar os pés no chão depois de algum tempo. E gosto disso, porque gosto de histórias humanas que vêm do coração e que alcançam um apelo universal, e não o contrário disso. E eu gostei da espionagem, do elemento de suspense político. E espero que tenhamos trazido o suficiente disso para criar o tom certo. E em um determinado momento, Fury perceberá que essa é também sua própria batalha, o que vai meio que torná-lo um clássico herói de faroeste americano. E o tom meio que mudará nos episódios posteriores, passando de Nick Fury para John Wayne”, concluiu o diretor.

De ‘Premonição’ a ‘X-Men’ | 20 Filmes IMPERDÍVEIS que Completam 24 anos em 2024

No mesmo ano em que as rádios nacionais eram dominadas por Raimundos (Mulher de Fases), P. O. Box (Papo de Jacaré) e Karametade (Morango do Nordeste), o cinema nos presenteou com inúmeras produções as quais o CinePOP não vai deixar cair no esquecimento. Aquele ano começou com o Bug do Milênio e terminou com George Bush sendo eleito presidente dos Estados Unidos, contra Al Gore (roteirista de Uma Verdade Inconveniente [2006]). 

Por terras verde-amarelas, a comemoração dos 500 anos do Brasil tornou-se tema recorrente nas ruas, no Carnaval e obras televisivas, mas também chegou ao cinema umas das obras mais memoráveis do acervo nacional, com Selton Mello e Matheus Nachtergaele. Igualmente foi o ano do sequestro do ônibus 174, no Rio de Janeiro. O infeliz episódio foi representado no documentário Ônibus 174 (2002), de José Padilha, e na ficção Última Parada 174 (2008), de Bruno Barreto

Voltando às produções de 2000, confira a nossa lista de 20 obras marcantes daquele ano, sem ordem de preferência: 

1- O Auto da Compadecida (A Dog’s Will, Brasil)

Encurtado do seriado homônimo exibido pela rede Globo no ano anterior, o filme de Guel Arraes tornou-se fenômeno de bilheteria em 2000 no país. Podem passar 20, 30, 50 anos e as tiradas de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) não perderão jamais a graça e a irreverência sobre o bem e o mal, a riqueza e a pobreza, e, sobretudo, o céu e o inferno. Com participação especial de Fernanda Montenegro, a obra de Ariano Suassuna é um retrato alegórico das crenças do nosso Brasilzão e a gente jamais esquecerá este bordão: “eu não sei, só sei que foi assim”. 

2 – Todo Mundo em Pânico (Scary Movie, EUA)

Quando lançado o filme tornou-se sucesso imediato, apesar de condenado pela crítica que não via muita graça e originalidade na paródia de outros filmes do gênero terror, além da comédia [American Pie (1999)] e romance [Grease (1978)]. Baseada principalmente nos enredos de Pânico (1996) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), a obra dos irmãos Wayans foi a sensação de 2000, tanto que rendeu mais quatro sequências entre 2001 e 2015. 

3 – Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento (Erin Brockovich, EUA)

Aproveitando ao máximo o talento de Julia Roberts, esta cinebiografia supera alguns deslizes e proporciona uma trama inteligente, simpática e engraçada. Apesar das cinco nomeações ao Oscar, a obra de Steven Soderbergh garantiu apenas a estatueta à irreverência de Roberts.  A atriz já havia recebido duas indicações anteriores por Uma Linda Mulher (1990) e Flores de Aço (1989).

4 – Missão: Impossível 2 (Mission: Impossible II, EUA)

Seu cérebro pode desejar algo mais substancial, no entanto, os  seus olhos se deleitarão com todas as incríveis cenas de ação desta sequência do agente Ethan Hunt (Tom Cruise). No estilo James Bond, Tom Cruise domina a tela com seu carisma e cenas engenhosas. Nesta continuação, o diretor John Woo introduz as artes marciais ao estilo de Hong Kong e evita as manobras políticas do seu antecessor em favor da adrenalina. 

5 – X-Men (X-Men, EUA)

Este é o primeiro filme da franquia X-Men, a qual coleciona altos [Logan (2017)] e baixos [X-Men: Fênix Negra (2019)]. Fiel aos quadrinhos e repleta de ação, a produção de Bryan Singer foi bem recebida pelo público e tornou atores como Hugh Jackman (Wolverine), Famke Janssen (Jean Grey) e James Marsden (Ciclope) eternizados em seus personagens. Não podemos esquecer também da incrível dobradinha de Patrick Stewart (Professor Xavier) e Ian McKellen (Magneto).

6 – Premonição (Final Destination, EUA)

Com a premissa de que a gente não pode escapar da morte, o filme de James Wong tornou-se um dos maiores sucesso do gênero terror na virada do milênio. O estilo serviu de inspiração para uma dúzia de obras com mortes bizarras, tais como Jogos Mortais (2004) e A Hora da Sua Morte (2019). O sucesso rendeu mais quatro sequências, entre 2003 e 2011, e nos deixou apavorados com os antes inofensivos elevadores e escadas de incêndio.

7 – A Praia (The Beach, EUA)

Após o estrondoso sucesso de Titanic (1997), Leonardo DiCaprio arriscou-se nesta adaptação do aclamado romance de Alex Garland, sob a direção de Danny Boyle. Apesar de controverso entre os críticos, a história do norte-americano (DiCaprio) que encontra um local paradisíaco e quase inabitado na Tailândia é instigante. Seu problema, no entanto, é o roteiro superficial e confuso comparado à obra literária, embora tenha uma belíssima fotografia. Posteriormente, o local de filmagens na ilha de Koh Phi Phi Leh tornou-se uma famosa atração turística, entretanto, atualmente é considerado zona de preservação ambiental. 

8 – Gladiador (Gladiator, EUA/ Reino Unido/ Malta)

Ganhador de cinco Oscars, a grandiosa (2h51m) obra de Ridley Scott é um dos melhores filmes lançados em 2000, seja pelo primor cinematográfico de reconstrução do império romano, seja pelas excelente atuações de Russel Crowe e Joaquin Phoenix. Saudosistas das superprodução sessentistas, tal como Spartacus (1960) e Ben-Hur (1959), vibraram com a chegada desta obra-prima aos cinemas. Infelizmente, em tempos mais recentes presenciamos a tentativa sem êxito de Êxodo: Deuses e Reis (2014) e a desnecessária refilmagem Ben-Hur (2016).

9 – Traffic (Traffic, EUA/ México/ Alemanha)

Com uma narrativa entrecortada entre três histórias, Steven Soderbergh dirige magistralmente  um elenco repleto de estrelas nesta brilhante dinâmica sobre poder e corrupção. Caminhando pelos diversos meandros do mundo das drogas, a obra mostra que as questões éticas são mais cinzas do que em preto e branco, ou seja, não existem mocinhos e nem vilões bem definidos. Destaque para uma das melhores atuações do porto-riquenho Benicio Del Toro. Lançando em dezembro de 2000 nos Estados Unidos, o filme chegou ao Brasil em março de 2001. 

10 – Náufrago (Cast Away, EUA)

O que torna este filme tão memorável? Com certeza, a resistência dos envelopes FedEx e a icônica bola Wilson. Merchandising à parte, a aventura de Robert Zemeckis é mais que uma história de solidão e superação, na verdade, é uma ode ao amor, tendo a doação física e emocional total de Tom Hank em uma das suas mais brilhantes performances. Esta foi uma das suas seis nomeações ao Oscar. 

11 – Alta Fidelidade (High Fidelity, EUA)

Nesta adaptação fiel do romance de Nick Hornby, John Cusack exerce um dos mais brilhantes papéis da sua carreira. Celebrado por todos os adoradores do cinema alternativo, o personagem Rob Gordon (Cusack) é ícone da faceta do anti-herói. Desolado pelo abandono da atual namorada (Iben Hjejle), ele entra em uma viagem narrativa ao elencar seus cinco piores términos, além de todos os outros elementos da sua vida. Tudo merece um TOP 5!

Após 20 anos, no dia 14 de fevereiro, o canal Hulu lançou um seriado de 10 episódios baseado na mesma história, só que com o gênero dos personagens invertidos. Isto é, a obra é protagonizada por Zoë Kravitz, no papel de Rob, mas, vale lembrar, que a sua mãe Lisa Bonet viveu a cantora Marie de Salle na produção original. 

12 – Miss Simpatia (Miss Congeniality, EUA)

Embora Sandra Bullock seja responsável pelo charme e todos os momentos cômicos do filme, a produção ainda é bastante vilipendiada pelo roteiro pouco criativo. Recheado de clichês e, principalmente, a velha fórmula do banho de loja e maquiagem para tornar uma mulher atraente, o filme não foi bem recebido pela crítica. Por outro lado, tornou-se fenômeno de público e a Warner lançou uma sequência, ainda mais desgastada, em 2005. 

13 – Quase Famosos (Almost Famous, EUA)

Assim como Alta Fidelidade (2000), a produção de Cameron Crowe é queridinha dos amantes do cinema cult. Afinal quem não ama a época do sexo e rock ‘n’ roll, misturada a um pouco de ingenuidade e romance?  Através do olhar de um adolescente de 15 anos (Patrick Fugit), a obra é um belo retrato dos anos 1970 e acompanha a turnê da fictícia banda Stillwater pelos Estados Unidos. Destaque para atuação impecável de Kate Hudson, como Penny Lane, e a memorável cena de todo o elenco cantando “Tiny Dancer”, de Elton John, lançada em 1971.

14 – Malena (Malèna, Itália/EUA)

Mais uma vez sob a perspectiva de um adolescente, a obra italiana de Giuseppe Tornatore conta a história do despertar sexual de Renato Amoroso (Giuseppe Sulfaro) com a chegada da bela Malena (Monica Bellucci) em uma pequena vila da Sicília em 1941. Esposa de um dos soldados em combate durante a Segunda Guerra, Malena é cobiçada pelos homens da região e invejada pelas mulheres. Quando seu marido é dado como morto, sua odisseia de sofrimento e desgraça é embalada pela trilha sonora de Ennio Morricone, além da belíssima fotografia de Lajos Koltai

15- Dançando no Escuro (Dancer In the Dark, Dinamarca/França/EUA)

Se você apenas conhece as obras de Lars Von Trier dos últimos 10 anos, é hora de voltar 24 anos atrás e assistir a este primor cunhado pelo diretor dinamarquês ao lado da cantora islandesa Björk. O musical apresenta um enredo de sonhos, superação e abnegação, sendo impossível sentir-se indiferente em relação à personagem Selma Jezkova (Björk). Prepare-se para o angustiante percurso de uma mãe em meio a cegueira crescente para salvar o filho da mesma doença genética. Destaque para a canção “I’ve Seen It All”, indicada ao Globo de Ouro e ao Oscar.

16 – Amor à flor da pele (Faa yeung nin wa, Hong Kong/ China, 2000)

Através da deslumbrante fotografia de Christopher Doyle, a obra-prima de Wong Kar-Wai é uma inebriante história de amor nunca consumada e completamente envolvente pela estética de cores quentes e pulsações sexuais. Lançada no festival de Cannes em 2000, a obra chegou aos cinemas nacionais apenas em fevereiro de 2001, mas a gente não poderia deixar de data-lhe com a exatidão do seu sucesso. A produção ganhou duas palmas de ouro: uma para equipe técnica e outra para o ator Tony Leung Chiu-Wai

17 – Batalha Real (Battle Royale, Japão)

Você provavelmente conhece a franquia Jogos Vorazes (2012-2015), não é mesmo? Contudo, conhece a obra que provavelmente inspirou a escritora Suzanne Collins? Com o lançamento da adaptação cinematográfica em 2012, a comparação entre as duas obras foi imediata, no entanto, o filme japonês é baseado no romance homônimo do escritor Koushun Takami, de 1999.

Brutal e violento, o longa apresenta a premissa de um governo autoritário que aprisiona 42 alunos do ensino médio em um campo e lhes propõe como única saída: apenas um sobrevivente. Sem nenhuma preparação e totalmente surpresos pela proposta dada, os adolescentes lutam para escapar de suas coleiras eletrônicas e assassinar os seus amigos. Evidentemente, a obra é bem mais intensa que Jogos Vorazes

18 – Réquiem para um sonho (Requiem for a Dream, EUA)

Logo depois da obra surrealista Pi (1998), Darren Aronofsky foi catapultado ao estrelato por meio deste drama com elementos de horror e gore. O diretor novaiorquino apresenta o mundo do vício de forma grosseira e vibrante, tornando a maioria de suas cenas indeletáveis da memória. Com um elenco de atuação extraordinária, destaque para Ellen Burstyn, o filme é obrigatório aos ávidos por uma imersão cinematográfica. Aliás, como toda a cinematografia de sete longas-metragens de Aronofsky

19 – Psicopata Americano (American Psycho, EUA)

Para alguns a adaptação está aquém do romance de Bret Easton Ellis, entretanto, sob a tutela da canadense Mary Harron, o filme ganhou o seu próprio tempero na mistura de horror e humor. Seu sucesso é advindo principalmente da assustadora performance de Christian Bale. A premissa desta sátira é simples: se você é um homem branco e rico na América, pode se safar de tudo. Assassinato e estupro? Cometa-os sem pudor, porque o mundo está aos seus pés. Atenção: as últimas frases são uma grande ironia. 

20 – Amnésia (Memento, EUA)

Christopher Nolan adora colocar os nossos neurônios para trabalhar, este é o segundo longa do então promissor diretor. Após lançar Following (1998), o suspense protagonizado por Guy Pearce foi o seu grande salto ao sucesso e o levou à indicação de dois Oscars: melhor roteiro original e edição, ou seja, as duas maçãs douradas da  trama. Sua original narrativa deslocada da linearidade e picotada entre episódios é um dos mais engenhosos roteiros do cinema até a atualidade.

Feiticeira Escarlate é destaque de nova arte de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Um fã compartilhou no Reddit uma nova arte promocional de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que destaca a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). Confira:

Um fã da Marvel também criou cartazes sensacionais para ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e publicou em seu Instagram. Confira:

Sucesso! Trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ se torna o mais assistido da história 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ chega aos cinemas em 26 de abril.

Marvel Studios confirma SEIS novos filmes entre 2021 e 2022; Vem ver!

‘The Witcher’: Henry Cavill quer viver o protagonista da série da Netflix

A série de TV baseada no popular game, ‘The Witcher‘, está avançando a passos largos e de acordo com a showrunner da produção, Lauren Schmidt Hissrich, partes do roteiro da produção devem circular pela internet em breve, em virtude do início da escalação dos atores.

Com o início da produção, alguns nomes estão interessados em participar da série, como o astro Henry Cavill (‘Missão: Impossível 6’), que disse ao IGN ser grande fã dos games e que adoraria viver o protagonista Geralt de Rivia no projeto.

“Meu favorito é ‘The Witcher 3’. Voltei a jogá-lo até ao fim. Adoro esse jogo. Absolutamente. Sim, seria um papel espantoso”

Vocês acham que o ator ficaria bem no papel?

Por meio de sua conta oficial do Twitter, a criadora compartilhou uma página do roteiro, conferindo detalhes da escolha do elenco para os seus seguidores. Além disso, ela explicou como todo o processo de seleção será conduzido – salientando que atores estrangeiros também serão escolhidos.

Confira:

“É noite de sexta-feira em Los Angeles e tivemos uma semana seriamente ótima para The Witcher.

Então, vamos falar sobre o elenco. Sim, eu disse a palavra mágica! A escalação começará em breve e não, não posso te dizer quais são nossas principais opções, então não pergunte. Mas tem algo muito importante que você precisa saber”.

 


“Normalmente, quando você vai escolher o elenco de um programa, o diretor de escalação traz cenas específicas para o personagem, oriundas do roteiro do episódio piloto, para os testes de audição. No entanto, como estamos fazendo escolhas internacionais (o que significa muitos e-mails e fitas) e porque nós sabemos que a internet não mantém segredos…”


“…A equipe de roteiro decidiu criar cenas inteiramente novas para os nossos personagens principais. Elas foram escritas para ilustrar o tom preciso, a vibe, a profundidade e a ressonância emocional que precisamos de Geralt e seus amigos… e voila! Os roteiros são livres de spoiler para nós e vocês. O que significa…”

 


“….que se você começar a ver cenas de Witcher flutando pela internet nas próximas semanas, sim, elas provavelmente são reais! Mas não, elas não entregarão nada a respeito da história que estamos contando ou da forma como estamos fazendo isso. Você está seguro. Por hora”.
Na trama, o bruxo Geralt, um mutante caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que os demônios.

A produção executiva é de Sean Daniel (‘A Múmia’) e Jason Brown (‘The Expanse’), com a produtora de efeitos especiais polonesa Platige Image, comandada por Tomek Baginski, que dirigirá pelo menos um episódio de cada temporada.

The Witcher’ já virou livro e série de TV, mas só ganhou fama internacional após o lançamento do game, em 2007.

Ainda não há previsão de estreia para a série da Netflix.

Crítica | ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’ cansa e não inova em filme FRUSTRANTE

Considerado o vampiro mais famoso da história, o Conde Drácula, criado há 126 anos, já foi retratado, seja com fidelidade ou por meio de paródias, de todas as formas possíveis nas telonas. Despertando medo ou se vendendo como uma figura carismática, o personagem já aprontou com as mais diversas vítimas, e agora vai aterrorizar a tripulação de um navio mercante indo da Bulgária para a Inglaterra, em 1897.

A história do filme é a adaptação de um capítulo do Drácula de Bram Stoker, que conta como o vampirão saiu da Bulgária para Londres nos porões do Deméter, um navio mercante cuja tripulação achou que estava fazendo um baita negócio ao topar transportar 50 caixas de madeira para a Inglaterra. Afinal, eles estavam pagando um valor muito acima do normal para uma viagem de aproximadamente um mês, com direito a bônus se os caixotes fossem entregues no prazo.

O que eles não esperavam, porém, é que um endiabrado vampiro estaria repousando sob a terra da Transilvânia depositada no interior de uma dessas caixas. Agora, em alto-mar, Drácula desperta e vai atrás dos membros da tripulação. Um por um.

Apesar de ser contado pelo diário de bordo do falecido capitão do navio, o longa é conduzido sob a ótica de Clemens (Corey Hawkings), um médico que embarca de última hora no buffet marítimo do Conde Drácula. Ele é apresentado como um rapaz cético que, tal qual todo jovem recém-formado na faculdade, sofre para encontrar um emprego. Porém, isso só é abordado no final, quando acontece um discurso sobre o preconceito sofrido por ser um médico negro. É um ponto abordado de forma bem superficial, praticamente como todo o resto do filme. Ele tem um grande potencial para explorar personagens, cenários e criar situações para o terror, mas se prende a uma fórmula que já cansa na segunda morte.

Por meio das impressões de Clemens, que é um típico cara legal que entrou de gaiato no navio, o público conhece um pouco mais do perfil dos marinheiros do Deméter. E o que poderia ser uma ferramenta interessante para humanizar esses personagens, fazendo com que o espectador venha a sentir suas vindouras mortes, acaba sendo um tiro no pé, porque o médico os enxerga como uns mocorongos, ao melhor estilo “marinheiro estereotipado”. Eles só querem saber dos prazeres do dinheiro, para gastar tudo em barbeiros, bebidas e bordéis. E cá entre nós, depois de passar um mês em alto-mar sem tomar banho, racionando comida e matando rato pra se divertir, poder curtir um pouco da vida mundana é um desejo completamente justificável e até mesmo humano desses navegadores. Por isso que o filme se perde. As vítimas do Drácula não são carismáticas, mas também não são detestáveis. E num filme de terror, é fundamental você criar algum tipo de sentimento pelas futuras vítimas, nem que seja ódio para conseguir torcer por sua morte o quanto antes.

No filme, os únicos personagens que ganham algum tipo de desenvolvimento são o próprio Clemens, o Capitão do Navio e o pequeno Toby, que é justamente aquele que mais se aproxima e chega a desenvolver uma amizade com o protagonista. A forasteira Anna também ganha um certo destaque, mas nada que se mostre realmente interessante. É complicado porque o anúncio de um filme do Drácula atacante gente no meio do oceano deixou muitos animados, justamente pelas possibilidades de criar um terror embalsamado pela tensão e claustrofobia de não ter para onde ir, restando apenas lutar ou aceitar a morte como seu destino. Há de se convir que é uma ideia promissora, principalmente pensando na linguagem cinematográfica, mas faltou criatividade e até mesmo vontade da direção de brincar com as estruturas do navio e explorar suas possibilidades.

É completamente frustrante constatar que 80% das mortes do filme acontecem no deck do navio. E como o Drácula só se manifesta na parte da noite, a própria direção praticamente ignora os períodos diurnos, mostrando esse período quase como um fardo narrativo. Os personagens discutem sobre o monstro à noite, eles fazem seus planos à noite, eles procuram a criatura só depois que o sol se põe. Pelo amor de Deus, tudo bem que a escolaridade era baixa na época, mas até nesse contexto fica difícil de comprar a ideia de uma série de mortes misteriosas acontecerem à noite e os consagrados acharem que é coincidência. E o pior é que a direção poderia até mesmo preencher esses períodos diurnos com diálogos que realmente desenvolvessem os personagens ou criando situações que trouxessem o mínimo de empatia do público para com eles. Só que o roteiro se preocupa mesmo em se livrar ao máximo das 12h diárias de sol.

Essa falta de tato com os personagens e de criatividade em lidar com as possibilidades do terror em um ambiente fechado, sem escapatória para as vítimas, piora quando acontecem as poucas sequências realmente boas do filme, porque explicita que toda a construção do terror poderia ser boa. Faltou inspiração, mas há, sim, momentos em que o longa não se apoia apenas em cenas silenciosas seguidas de uma aparição repentina acompanhada de um barulho ou trilha no volume máximo (como acontece na maior parte do tempo). São poucos, mas estão lá.

Então fica o questionamento: Se o diretor André Øvredal sabe construir boas cenas de tensão, por que se contentou em preencher a maior parte do filme com os “sustos” mais genéricos possíveis? Poxa, é o Drácula, o vilão da ficção que, segundo o Guinness Book, é o mais vezes retratado na mídia, sabe? Se você não fizer um trabalho com personalidade, sua obra será completamente engolida pelas outras tantas que já foram feitas. E é justamente isso que acontece aqui. O filme é construído de forma completamente esquecível. Desperdiçar um personagem tão icônico quanto o Conde Drácula em uma obra que será esquecida imediatamente após as intermináveis 2h (que parecem 3h) de filme é muito complicado.

Entretanto, para não dizer que o filme é uma série de decepções, a estética suja e fria é interessante, com um trabalho bem competente de reconstrução histórica, principalmente no porto da Bulgária. Só que, ainda nessa questão estética, durante o anúncio do filme foi prometido um verdadeiro banho de sangue. Quem for nessa expectativa vai, novamente, se frustrar. As lesões causadas pelo vampiro são bem padrões e não tem um momento que realmente choque pelo grafismo.

Já o próprio Drácula, a grande estrela da produção, foi criado numa mistura de efeitos práticos com CGI. Sim, o ator Javier Botet entrou num traje de borracha e usou quilos de maquiagem para interpretar um Drácula com jeitão de Nosferatu e teve suas expressões finalizadas com a computação gráfica. O problema é que o resultado final ficou mais próximo de um bonecão de CGI do que um ator fantasiado. Complicado.

Drácula: A Última Viagem do Deméter é uma empreitada com potencial que termina como uma experiência cansativa, repetitiva e frustrante. O final dá a entender que o longa foi feito pensando em iniciar uma franquia. No entanto, no que depender desse filme, parece pouco provável que essa saga vá para frente.

Drácula: A Última Viagem do Deméter chega aos cinemas em 24 de agosto de 2023.

Crítica | The Last Kingdom: Seven Kings Must Die – Filme da Netflix Entrega Final ÉPICO à Premiada Série

As histórias medievais até hoje permanecem no imaginário das pessoas. A imaginação sobre esse período é passada de geração em geração nos países da Europa, criando lendas como a do rei Arthur e construindo mocinhos e vilões ao longo de séculos e séculos de história. Um dos maiores especialistas vivos em criar ficção baseada em história real da Grã-Bretanha é o escritor Bernard Cornwell, que basicamente dedicou a sua vida a recontar a história do Reino da Bretanha. Uma de sua coleção de livros foi adaptada em formato seriado levando o mesmo título, ‘The Last Kingdom’. Inicialmente produzida para um outro canal, foi a partir do momento em que a Netflix adquiriu os direitos de exibição que esta série excelente acabou ganhando fãs no mundo inteiro. Agora, cinco temporadas depois, o desfecho dessa trajetória chega à plataforma através de um longa-metragem intitulado ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’.

Uma sombria profecia começa a circular: a de que sete reis e uma mulher a quem se ama precisam morrer para a paz acontecer. Uhtred (Alexander Dreymon) e seus companheiros ficam ressabiados, mas tentam não dar importância ao anúncio. Porém, quando a saúde do rei Edward começa a ficar frágil e ele vem a óbito, e sua viúva (Elaine Cassidy) e seu filho Edmund (Zak Sutcliffe) pedem refúgio no reino de Wessex, Uhtred começa a desconfiar de que de fato as coisas possam estar em perigo na Bretanha. Quando visita um dos filhos de Edward para assegurar a pacífica passagem de coroa, Uhtred é surpreendido pelo comportamento inesperado de Athelstan (Harry Gilby), que, sob a influência de um conselho ultra cristão, Ingilmundr (Laurie Davidson), mata o irmão e se autointitula rei da Bretanha. Mais ainda: declara que conseguirá unir todos os reinos a partir da conversão forçada de todos ao cristianismo. Assim, uma última vez, Uhtred precisará entrar em batalha para estabelecer a paz entre os reinos saxões, e, quem sabe assim, unir de vez a Grã-Bretanha.

Uma das coisas que chamam a atenção em ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’ é que o filme consegue se resolver em menos de duas horas de duração, contrariando a tendência contemporânea de fazer longas mais estendidos. O filme tinha história suficiente para ser uma nova temporada, mas foi acertada a decisão da produção de encerrar a história em outro formato, justamente para não desgastar a franquia.

Para quem não viu absolutamente nada da série, este filme trará bastante dificuldade, pois são muitos os personagens – e com nomes incomuns –, muitos reinos e territórios com mais de um nome, além relações entre personagens que, se você estiver com sono, não conseguirá acompanhar. Tipo aquela sensação de ver ‘Game of Thrones’ pela primeira vez. Por outro lado, apesar do susto inicial o roteiro de Martha Hillier com colaboração do próprio Bernard Cornwell consegue construir uma história que, mesmo que a princípio o espectador não consiga entender quem é quem, aos poucos tudo vai se encaixando, de modo que mesmo a pessoa que nunca leu nada da história da Inglaterra ou que sequer acompanhou a série poderá entender mais ou menos como se deu o início de tudo o que entendemos como Inglaterra nos dias de hoje.

O diretor Edward Bazalgette cria ambientes diferentes em cada um dos pilares dessa equação: mais obscuro no núcleo saxão, mais solar no núcleo do rei Athelstan. Ainda assim, dá uma leve incomodada ver cenários e figurinos muito limpinhos para um contexto histórico em que a higiene não era uma preocupação.

Apesar do título em inglês aqui no Brasil, ‘The Last Kingdom: Seven Kings Must Die’ encerra de forma épica a trajetória bem-sucedida de uma série que, inspirada em eventos reais, ajudou a reviver o mito de criação do Reino da Grã-Bretanha de maneira epopeica e valente, dando o devido protagonismo a um personagem cujo sangue danês precisava ser relembrado ao público. Vai deixar saudade.

‘Uma Aventura LEGO 2’: Sequência pode ter feito referência a futuros filmes do Batman

Parece que ‘Uma Aventura LEGO 2’ faz referência ao futuro dos filmes live-action do Batman – e, se isso for verdade, o diretor Matt Reeves pode ter uma trilogia em seus planos.

O rumor foi postado hoje no Reddit, quando um usuário compartilhou seus pensamentos sobre o filme. Ele disse que, em um momento particular do filme, o Caveleiro das Trevas celebra o quão popular é porque tem nove filmes feitos até agora e mais três em desenvolvimento.

Então, eu assisti ‘Uma Aventura LEGO 2’ e tem uma cena onde o Batman diz que ele é popular porque já tem nove filmes e tem mais três em desenvolvimento… Tenho certeza de que ele não incluiu os filmes animados. Então acho que esses três serão a trilogia de Matt Reeves.

A franquia ‘Uma Aventura LEGO’ tornou-se famosa por seu impecável senso de humor e profundidade no tocante a dissecar os sentimentos das mini-figuras. A cena pode ser uma piada para levar os fãs a acreditarem em uma trilogia.

Por enquanto, o único filme em desenvolvimento é ‘The Batman’, dirigido sim por Reeves e que agora procura um novo ator para encarnar o protagonista.

Ouça a música tema da sequência:


Mike Mitchell (‘Trolls‘) assume a direção da sequência, que traz o retorno dos roteiristas Phil Lord e Chris Miller. O diretor do primeiro filme, Rob Schrab (‘A Casa Monstro‘), se desligou do projeto por causa de “diferenças criativas”.

Na trama, “Já faz cinco anos que tudo estava incrível e os cidadãos de Bricksburg agora enfrentam uma nova ameaça: invasores LEGO DUPLO vindos do espaço, destruindo tudo em seu caminho a uma velocidade mais rápida do que eles são capazes de reconstruir. A batalha para derrotá-los e restaurar a paz no universo LEGO levará Emmet, Lucy, Batman e seus amigos a mundos distantes e inexplorados, incluindo uma galáxia estranha onde tudo é um musical. Sua coragem, criatividade e habilidades de construção serão testadas, mostrando o quão especiais eles realmente são.”

Chris Pratt, Elizabeth Banks, Tiffany Haddish, Will Arnett, Stephanie Beatriz e Alison Brie estrelam.

A sequência já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

‘Delilah’: Ator de ‘Narcos’ entra para nova comédia da HBO

Segundo a VarietyArturo Castro foi elencado na nova série de comédia da HBO Max‘Delilah’. O ator, que é conhecido por seu papel como David Rodriguez no drama ‘Narcos’, vai interpretar o afável Pastor Dale na produção.

O ator se junta aos previamente anunciados Jessica Rothe, que dará vida à personagem-titular, e a Michael McKean, que será Tom Childs, um charmoso e bem-sucedido dono de uma concessionária que ainda está de luto devido à morte de sua esposa, que lhe deu três filhos, uma casa feliz e uma vida confortável. Tom agora deve lidar com os preparativos do funeral e a chegada de Delilah, uma jovem mulher que alega ser sua filha.

Castro também participou do drama ‘The Good Wife’ e da antologia ‘Room 104’. Ele também participará do remake em live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’, como Marco.

O roteiro foi assinado por Aisling Bea Sharon Horgan, com reescrita a encargo de Kirker Butler.

‘Delilah’ ainda não tem previsão de estreia.

TODOS os filmes adiados devido ao surto do Coronavírus [ATUALIZADO]

A indústria do entretenimento vem sofrendo com o surto de Coronavírus que, outrora restringido apenas à China, agora se espalhou para o restante do mundo em velocidade recorde.

Emergindo ao patamar de pandemia global (com mais de 400 mil infectados e quase 19 mil mortes), várias distribuidoras e produtoras resolveram adiar o lançamento de alguns dos longas-metragens mais esperados do ano – como foi o caso de ‘Mulan’‘007 – Sem Tempo para Morrer’ e ‘Velozes e Furiosos 9’.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com todos os filmes que foram adiado devido ao Coronavírus – e que será atualizada em tempo real.

Confira:

VELOZES E FURIOSOS 9

Lançamento original: 20 de maio de 2020.

Nova data: 02 de abril de 2021.

‘Velozes e Furiosos 9’ pode não ter sido o primeiro filme a ser adiado, mas certamente é um dos maiores. O anúncio foi feito por Vin Diesel através de suas redes sociais e é bem provável que a espera de um ano também implique o futuro da franquia.

007 – SEM TEMPO PARA MORRER

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: 25 de novembro de 2020.

O 25º filme de James Bond (e o último a ser estrelado por Daniel Craig) já havia passado por alguns problemas de produção – mas nada poderia ter previsto seu adiamento em mais de seis meses. Agora, a nova entrada da franquia seguirá os passos dos lançamentos predecessores ao chegar aos cinemas no final do ano.

UM LUGAR SILENCIOSO 2

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ chegaria semana que vem aos cinemas de todo o mundo, mas o Coronavírus acabou atingindo a grande aposta da Paramount para este ano. Ainda não se sabe qual será o novo dia de estreia do longa, mas acredita-se que o diretor John Krasinski deva fazer um anúncio oficial nos próximos dias.

PEDRO COELHO 2: O FUGITIVO

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: 07 de agosto de 2020.

De todos os filmes adiados até agora, ‘Pedro Coelho 2: O Fugitivo’ foi o que menos sofreu com as mudanças nas datas: em vez de ser lançado em abril, a sequência chega aos cinemas em agosto deste ano.

THE LOVEBIRDS

Lançamento original: 03 de abril.

Nova data: ainda não confirmada.

Paramount parece estar cautelosa acerca de seus lançamentos e, assim como ‘Um Lugar Silencioso 2’, a comédia ‘The Lovebirds’ também foi adiada por tempo indefinido.

MULAN

Lançamento original: 26 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Já era de se esperar que o remake em live-action de ‘Mulan’ eventualmente fosse adiado. Apesar da impactante estreia mundial há alguns dias, os estúdios Walt Disney perceberam que a caótica situação que o Coronavírus vem deixado impactaria no mercado cinematográfico – decidindo tirar o filme de seu cronograma oficial até segunda ordem.

OS NOVOS MUTANTES

Lançamento original: 02 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A estreia de ‘Os Novos Mutantes’ parece uma utopia do entretenimento: afinal, para aqueles que não se recordam, o filme deveria ter chegado aos cinemas em abril de 2018, sendo movido para fevereiro de 2019, agosto de 2019 e, enfim, abril deste ano. Porém, a Disney anunciou recentemente que o longa foi adiado mais uma vez, ainda sem uma nova data definida.

ESPÍRITOS OBSCUROS

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

O novo terror produzido Guillermo Del Toro deveria chegar aos cinemas em abril de 2020, ao lado de diversas outras produções aguardadas da Casa Mouse. Entretanto, o filme também foi adiado em meio à crise do Coronavírus e agora não tem data para chegar aos cinemas.

TROLLS 2

Lançamento original: 09 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência da animação ‘Trolls’ também não ficou fora da lista de adiamentos. Programada para abril, a Universal Pictures emitiu uma declaração oficial dizendo que, “em função do cenário de acontecimentos globais”, o lançamento foi cancelado. Ainda não foi confirmada uma nova data.

VIÚVA NEGRA

Lançamento original: 30 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Era de se esperar que um dos maiores lançamentos do ano também fosse vítima do Coronavírus. A estreia de ‘Viúva Negra’ foi adiada por tempo indeterminado pelos estúdios Walt Disney. A confirmação foi feita pela Variety no dia 17 de março.

ESPIRAL – O LEGADO DE JOGOS MORTAIS

Lançamento original: 15 de maio de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

rebootspin-off de ‘Jogos Mortais’ estrelado por Chris RockSamuel L. Jackson foi recentemente adiado pela Lionsgate devido à pandemia. Ainda não se sabe qual será a nova data de estreia do longa-metragem, mas acredita-se que a companhia deva fazer um novo anúncio oficial em breve.

ESCOLHIDA

Lançamento original: 24 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Quatro anos depois de estrelar os premiados ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’‘Estrelas Além do Tempo’Janelle Monáe retornaria às telonas com o thriller sci-fi ‘Antebellum’. Entretanto, o filme (que estava programado para estrear em abril deste ano) foi adiado para uma nova data ainda não confirmada.

FUJA

Lançamento original: 08 de maio de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Sarah Paulson vive uma mãe obcecada e superprotetora no thriller ‘Fuja’, mas parece que uma das grandes estrelas do terror contemporâneo vai demorar um pouco mais para chegar às telonas: a Lionsgate também adiou indeterminadamente a estreia do longa, que estava programado para maio de 2020.

MINIONS 2: A ASCENSÃO DE GRU

Lançamento original: 03 de julho de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A sequência da Universal Pictures e da Illumination Entertainment foi o primeiro longa-metragem de julho a ser adiado. As restrições da quarentena insurgiram como obstáculo para a pós-produção da animação e, dessa forma, obrigaram as produtoras a adiar por tempo indeterminado o filme.

MULHER-MARAVILHA 1984

Lançamento original: 05 de junho de 2020.

Nova data: 14 de agosto de 2020.

A maior aposta da Warner Bros. para este ano não ficou de fora da lista dos filmes afetados pelo Coronavírus. A companhia anunciou no dia 24 de março que a continuação de ‘Mulher-Maravilha’ seria adiada em mais de dois meses para um lançamento em agosto.

EM UM BAIRRO DE NOVA YORK

Lançamento original: 26 de junho.

Nova data: ainda não confirmada.

A adaptação do aclamado musical ‘In the Heights’, escrito e composto por Lin Manuel-Miranda, também não vai chegar aos cinemas na data prevista. Na verdade, o adiamento foi realizado por tempo indefinido e, nas próximas semanas, um novo dia deve ser escolhido (provavelmente para o início da primavera norte-americana).

SCOOB! O FILME

Lançamento original: 15 de maio de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

Era só uma questão de tempo até que a nova releitura de Scooby-Doo fosse adiada. Afinal, a animação da Warner Bros. era um dos poucos filmes ainda confirmados para maio – mesmo que algumas dicas mostrassem que a produção teria outra data de lançamento.

MALIGNANT

Lançamento original: 14 de agosto de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

James Wan voltaria para o mundo do terror com o aguardado ‘Malignant’ em agosto de 2020, mas o filme acabou dando espaço para ‘Mulher-Maravilha 1984’. Considerando que o retorno de Gal Gadot para as telonas é a grande aposta da Warner Bros., era mais que previsível que o longa de Wan também sofresse adiamento.

A MENINA QUE MATOU OS PAIS / O MENINO QUE MATOU MEUS PAIS

Lançamento original: 19 de março de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A inédita produção brasileira sobre o caso Richthofen – que se dividiria em duas sessões complementares – também foi vítima da pandemia viral. Antes programada para chegar aos cinemas nacionais na próxima semana, o longa foi adiado por tempo indefinido.

NO GOGÓ DO PAULINHO

Lançamento original: 16 de abril de 2020.

Nova data: ainda não confirmada.

A comédia de Roberto Santucci com Maurício Manfrini teria lançamento marcado para abril de 2020 e competiria com inúmeras produções de grande calibre. Entretanto, a Downtown Filmes cancelou a estreia e ainda não decidiu um novo dia para o longa.

‘The Boys’: Ator de ‘X-Men’ entra para a 2ª temporada da série

Segundo o Collider, a Amazon contratou mais um nome para integrar a 2ª temporada de ‘The Boys’Shawn Ashmore.

Conhecido por seu papel como Bob/Homem de Gelo na franquia ‘X-Men’, Ashmore dará vida a Lamplighter, descrito como uma “ex-superestrela e membro dos Sete antes de deixar o grupo sob circunstâncias misteriosas e ser substituído por Starlight”.

O próximo ciclo estreia no dia 04 de setembro.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

  • Butcher, Baker, Candlestick Maker – Escrito por: Craig Rosenberg
  • Nothing Like It In The World – Escrito por: Michael Saltzman
  • Over The Hill With The Swords Of A Thousand Men – Escrito por: Craig Rosenberg
  • Proper Preparation and Planning – Escrito por: Rebecca Sonnenshine
  • The Big Ride – Escrito por: Eric Kripke
  • The Bloody Doors Off – Escrito por: Anslem Richardson
  • We Gotta Go Now – Escrito por: Ellie Monahan
  • What I Know – Escrito por: Rebecca Sonnenshine

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘The Wilds: Vidas Selvagens’: Série da Amazon ganha belíssimas artes conceituais; Confira!

‘The Wilds: Vidas Selvagens’ é a mais nova sensação da Amazon Prime e, para promover a série no estilo ‘Lost’, a plataforma de streaming divulgou artes promocionais trazendo as protagonistas Rachel, Fatin, Dot, Nora, Toni, Martha, Shelby e Leah.

Confira:

Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.

Sarah Streicher (‘Demolidor’) entra como roteirista principal e produtora executiva ao lado da ABC. Amy B. Harris (‘Sex and the City’) serve como showrunner.

Rachel Griffiths, David Sullivan, Troy Winbush, Sophia Ali, Sarah Pidgeon, Jenna Clause e Erana James estrelam a produção.

‘Família Upshaw’: Comédia com Wanda Sykes já está disponível na Netflix!

‘Família Upshaw’, nova sitcom estrelada por Wanda SykesMike Epps, já está disponível na Netflix.

A série de comédia foi disponiblizada hoje, 12 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A história gira em torno de uma família negra da classe trabalhadora que luta, com muito bom humor, para pagar as contas e se sustentar – ainda que ela não faça ideia de como conseguir isso.

Além de protagonizarem, Sykes e Epps serão os produtores executivos da série, ao lado de Regina Y. Hicks (‘Insecure‘). Hicks e Sykes também compartilham o cargo de showrunners.

Kim Fields, Page Kennedy, Diamond Lyons, Khali Daniya-Renee Spraggins, Jermelle Simon, Gabrielle Dennis e Journey Christine completam o elenco.

‘The Black Phone’: Novo terror do diretor de ‘A Entidade’ tem estreia ADIADA em uma semana

Blumhouse anunciou através das redes sociais que ‘The Black Phone’, novo filme do diretor Scott Derrickson (‘Doutor Estranho’ e ‘A Entidade’), teve sua estreia adiada em uma semana.

Em vez de chegar aos cinemas em 28 de janeiro, o filme agora será lançado em 04 de fevereiro de 2022.

Confira o anúncio:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 5 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“[O filme] é significativo, assustador, arrepiante e recheado de performances poderosas” – VitalThrills.com.

“A performance de Hawke é corajosa. Mas é Mason Thames como Finney que mantém o filme pé no chão quando os elementos mais sobrenaturais chamam” – Dread Central.

“Um filme assombroso e divertido que nos lembra de que o terror é onipresente” – IndieWire.

‘The Black Phone’ expande um conto de formas bastante verdadeiras ao material original” – THR.

“Derrickson e Cargill […] traansformam o conto de Joe Hill em um longa-metragem de pesadelos, recheado de crianças fantasmas, violência, sustos e um trio de performances inesquecíveis” – Bloody Disgusting.

Na trama, “uma garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino”.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelarão a produção. O elenco ainda contará com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

‘Vikings: Valhalla’: Vídeo promocional nos leva para os bastidores da série derivada; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da série derivada ‘Vikings: Valhalla‘, reelando detalhes sobre a trama.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma amanhã, dia 25 de fevereiro.

A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘The Idol’: Filha de Johnny Depp e The Weeknd se envolvem em um romance perigoso no trailer da nova série da HBO

‘The Idol’, série da HBO Max estrelada pelo vencedor do Grammy The Weeknd, ganhou seu primeiro trailer oficial.

A produção ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Lily Rose-Depp também estrela o projeto. Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

‘Matilda’: Adaptação musical já está disponível na Netflix!

Matilda‘, adaptação musical do famoso livro de Roald Dahl e da aclamada peça teatral, finalmente estreou na Netflix.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming no último dia 25 de dezembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Repaginando o musical vencedor dos prêmios Tony e Olivier, ‘Matilda: O Musical’ conta a história de uma garotinha extraordinária e muito criativa, que ousa se impor para mudar sua trajetória de vida e acaba conquistando resultados inacreditáveis.

Andrea RiseboroughStephen Graham substituem os papéis de Danny DeVitoRhea Perlman do filme original como os pais da protagonista titular, Sr. e Sra. Wormwood.

O elenco ainda conta com Lashana Lynch (Jenny Honey), Emma Thompson (Srta. Trunchbull) e Alisha Weir (Matilda).

Matthew Warchus comanda o projeto.

Publicado pela primeira vez em 1988, o romance gira em torno da pequena Matilda Wormwood, uma menina muito inteligente que adora ler e se sentir desafiada intelectualmente.

Por conta das diferenças com seus pais preguiçosos, Matilda é matriculada em uma escola administrada pela perigosa Diretora Agatha Trunchbull, que trata seus alunos com mãos de ferro e aplica castigos rigorosos.

Diferente das outras crianças, Matilda não se intimida e acaba chamando a atenção da gentil professora Honey, a única adulta que a compreende.

No filme original, Matilda foi vivida por Mara Wilson. A produção foi aclamada pela crítica especializada e conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar da fraca bilheteria de apenas US$33 milhões.

Crítica | ‘A Pequena Sereia’ surpreende como um dos MELHORES live-actions da Disney

A jornada da Walt Disney Studios com seus remakes em live-action não tem sido tão frutífera quanto imaginávamos: desde que a onda de adaptações começou, tivemos mais baixos do que altos que, apesar de traduzirem uma ótima bilheteria (como foi o caso de ‘O Rei Leão’ e ‘Aladdin’, por exemplo), boa parte passou longe de resgatar o encanto das animações originais e de comover o público. E, com o anúncio de ‘A Pequena Sereia’ para 2023 – sete meses depois do terrível ‘Pinóquio’, dirigido por Robert Zemeckis -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás (não pelo estelar elenco ou pelos nomes por trás da produção do longa-metragem, e sim pelo histórico duvidoso da Casa Mouse).

Felizmente, o resultado não poderia ter sido mais positivo: ainda que não chegue aos pés da obra original, lançada em 1989, o remake focado em uma das princesas mais adoradas do panteão Disney cumpre com seu papel, expandindo a história e dando destaque a uma das artistas de maior versatilidade no cenário contemporâneo, Halle Bailey, em seu primeiro papel protagonista no cinema. Aqui, o elemento de maior sucesso é não querer reinventar a roda ou recriar uma narrativa atemporal, mas sim reorganizá-la para a nova geração e garantir que os fãs da animação se sintam contemplados em, mais uma vez, poder visitar o fundo do mar nas telonas.

A trama é centrada em Ariel, uma jovem sereia que vive ao lado de suas outras seis irmãs sob o comando do poderoso Tritão (Javier Bardem), rei dos sete mares. Apesar de terem sido ensinadas a temer e a odiar os humanos, Ariel, tem o sonho de explorar o mundo para além do próprio lar, coletando objetos estranhos e escondendo-os em uma estrutura cavernal, longe dos olhos do pai. E, à medida que a curiosidade acerca do que existe lá em cima aumenta, ela cruza caminho com Eric (Jonah Hauer-King), herdeiro do trono e que, assim como a protagonista titular, se sente deslocado no palácio em que vive. É claro que a ideia de Ariel se misturar com aqueles que trouxeram tanta catástrofe à sua espécie enfurece Tritão – que destrói toda a coleção preciosa da filha e a leva a confiar na perigosa bruxa Úrsula (Melissa McCarthy).

Desesperada para ser compreendida e, talvez, encontrar seu lugar junto àqueles que a entendem, ela fecha um acordo drástico: abrindo mão de sua mística e apaixonante voz, Ariel teria a chance de ganhar pernas humanas e subir à superfície; todavia, para permanecer daquele jeito para sempre, ela deveria, num prazo de três dias, dar um beijo de amor verdadeiro em Eric. E, conhecendo a clássica antagonista da animação, é claro que as coisas não seriam tão fáceis assim. Úrsula, guiada por um desejo sombrio de vingança contra o irmão, Tritão, faz o possível para impedir que o beijo aconteça e garantir que Ariel seja sua prisioneira para toda a eternidade.

O responsável por comandar o remake é Rob Marshall, cineasta cuja carreira é marcada por grandes acertos e erros. O diretor é celebrado por seu espetacular trabalho em obras como ‘Chicago’, ‘Caminhos da Floresta’ e ‘O Retorno de Mary Poppins’, que lhe garantiram aclame por parte da crítica e inúmeros prêmios; todavia, ele também é o nome por trás de sólidos fracassos da sétima arte, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’, ‘Nine’ e ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’. E, levando isso em consideração, o receio era certo; mas Marshall parece ter compreendido os excessos criativos presentes em suas obras e, sem abandonar uma imagética familiar, usou e abusou da nostalgia para apresentar ao público uma perspectiva diferente e saudosista.

Um dos principais pontos de discussão logo após o lançamento do trailer foi a falta de cor – um argumento falho, considerando que vídeos promocionais não costumam contemplar o tratamento final de títulos audiovisuais. E, se esse era o seu temor, posso tranquilizá-los ao dizer que os vibrantes tons do fundo do mar estão lá e entram em contraste com os momentos de drama, autorrealização e tragédia; ora, eles até mesmos são utilizados como ponto de convergência entre o reino subaquático e o terrestre, como se fizessem parte de uma história similar. Não é surpresa, pois, que “Under the Sea” receba uma importância ainda maior e seja uma garantia emocional para os espectadores.

Os equívocos existem, mas não com força suficiente para nos drenar de toda a maravilhosa aventura eternizada por Marshall. McCarthy adota os trejeitos propositalmente exagerados de Úrsula no melhor estilo camp – e até ousa aqui e ali com o solo “Poor Unfortunate Souls”; Awkwafina e Daveed Diggs dividem os holofotes como os escapes cômicos, interpretando Sabidão e Sebastião, respectivamente: o trabalho de voz dos atores é motivo de deleite puro e, pouco a pouco, nos fazem esquecer da construção hiper-realista dos personagens; Hauer-King também faz um ótimo trabalho como Eric, mas parece colocado em segundo plano ao lado de Jacob Tremblay como Linguado. E, como é de esperar, Bailey é o nosso principal foco, imprimindo uma identidade fantástica em todos os aspectos ao encarnar Ariel – fazendo jus ao legado que lhe foi dado em mãos e nos tirando o fôlego quando começa a cantar “Part of Your World”.

Problemas à parte – incluindo a frustrante cena da batalha final e alguns enquadramentos que ficam fora do lugar -, o live-action de ‘A Pequena Sereia’ se consagra como uma das melhores adaptações da Disney. Mais do que isso, ela se eleva como uma carta de amor à animação dos anos 1980 e aos próprios fãs, novos ou antigos, que com certeza irão se (re)apaixonar pela produção.

‘Sweet Home’: Monstros dominam o MUNDO no primeiro teaser da 2ª temporada da série pós-apocalíptica; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada da série de terror pós-apocalíptica ‘Sweet Home’.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 01 de dezembro.

Na trama, enquanto humanos se transformam em monstros e tocam o terror, um adolescente problemático e seus vizinhos tentam sobreviver – e manter suas humanidades.

Confira:

Criada por Lee Eung-Bok, a série é uma adaptação do homônimo Webtoon.

Song Kang, Lee Jin-wook e Lee Si-young estrelam.