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Por que as pessoas não estão gostando do final de ‘Stranger Things’?

Ninguém esperava que ‘Stranger Things’ se tornasse o fenômeno mundial que se tornou. Esses tipos de erupções de popularidade são muito difíceis de prever e não podem ser planejadas. É preciso cair no gosto do grande público – e para o espectador dos quatro cantos do mundo abraçar um produto, não há qualquer planejamento. Veja bem, todo e qualquer título almeja tal sucesso, e pensando assim, podemos dizer que toda e qualquer obra audiovisual é planejada para ser consumida pelo maior número de pessoas. Todos almejam quebrar tais recordes. Mas o que eu quero dizer é que são pouquíssimos os que de fato conquistam, e para isso não há fórmula. É preciso quase um alinhamento das estrelas e planetas.

Voltando para 2016, quando a primeira temporada de ‘Stranger Things’ estreou na plataforma da Netflix, em 15 de julho, de forma tímida, esse alinhamento ocorreu, e em pouco tempo o programa se tornava a “febre” daquela temporada. Este amigo que vos fala foi um dos primeiros a poder assistir à temporada completa, antes da estreia na plataforma. A Netflix disponibiliza para os jornalistas um acesso único para que assistam antes e possam dar o seu parecer ao público, para que as pessoas saibam o que irão assistir e se realmente vale à pena. Desta forma, sem qualquer alarde, sem grandes nomes no elenco (a não ser uma Winona Ryder buscando credibilidade na carreira novamente), o programa chegava de forma sorrateira.

Leia também: Crítica 1ª Temporada | Stranger Things: Terror e mistério na fantástica série da Netflix

Confesso que não dei a importância necessária ao programa logo de cara. Como dito, é impossível fazer qualquer previsão neste sentido. No meu caso, existia ainda um outro fator. Eu havia acabado de assistir à série ‘The Returned’ (2015), que fazia parte do catálogo como chamariz de uma recém-inaugurada Netflix, e o programa guardava muitas similaridades com ‘Stranger Things’. ‘The Returned’ era na verdade o remake americano da francesa ‘Les Revenants’ (2012), sobre um mistério sobrenatural envolvendo os moradores de uma pequena cidade, em especial crianças e suas famílias. Na versão americana, de criação de Carlton Cuse, produtor de ‘Lost’ (2004-2010), Mary Elizabeth Winstead era um dos nomes emergentes.

Assistindo a ‘The Returned’ e ‘Stranger Things’ sequencialmente, qualquer um esperaria que o programa criado pelo produtor do sucesso ‘Lost’ seria o dono de uma vida mais longeva. ‘Stranger Things’ também se garantia na emulação da nostalgia dos anos 80 – artifício muito utilizado na época, como por exemplo em filmes como ‘A Ressaca’, ‘Férias Frustradas de Verão’, ‘Uma Noite Mais que Louca’, ‘Super 8’ e ‘Terror nos Bastidores’, só para citar os que foram lançados mais ou menos na mesma época. Ou seja, pegar pela nostalgia oitentista não era assim algo muito inovador. Porém, não é preciso fazer primeiro, é preciso fazer bem. Nenhum dos filmes citados se tornou sucesso e a maioria ficou esquecido. ‘The Returned’, que não era um programa original da Netflix (e sim do canal A&E) – apenas exibido pela plataforma, foi cancelado na primeira temporada e rapidamente desapareceu. Você já tinha ouvido falar?

No final, tudo o que restou foi ‘Stranger Things’. A popularidade do programa foi tão grande, que ele ganharia um especial no SBT apresentado por Marília Gabriela, junto a boatos de que a emissora do homem do baú havia fechado um acordo para exibir a série, com o título de ‘Coisas Estranhas’. Isso nunca viria a se concretizar. Para nós jornalistas, ‘Stranger Things’ era legal, mas nada perto de ser um divisor de águas, e poderia ser cancelada, assim como ‘The Returned’, na primeira temporada. A coisa funciona mais ou menos como no cinema, em que as críticas saem antes da avaliação de bilheteria. Muitas vezes temos casos de filmes rechaçados pelos críticos, mas que se tornam sucessos financeiros retumbantes. Ou vice e versa. No caso de ‘Stranger Things’, foi só quando o programa ficou disponível para o público, que pudemos dimensionar o tamanho do abraço que receberia.

Esse sucesso garantiu logo no ano seguinte a segunda temporada. E daí foi um pulo. A sensação já estava consolidada, os personagens já haviam caído no gosto do grande público e a audiência atingia o pico para a primeira plataforma de streaming. ‘Stranger Things’ rapidamente se tornou o programa mais popular da empresa e um dos mais populares de todos os tempos. Com a terceira temporada, de 2019, os memes dominavam a internet, e todo mundo passou a conhecer o seriado. Quem poderia esquecer, por exemplo, a namorada secreta de Dustin, Suzie (Gabriella Pizzolo), cantando a música de ‘História sem Fim’, que viralizou com a ajuda das redes sociais – algo que as temporadas anteriores não contaram.

Finalmente chegamos à última temporada, o quinto ano do programa que também marcou sua despedida. É engraçado notar essa diferença da era do streaming e TV à cabo com os canais convencionais de antigamente, onde tínhamos ano após ano uma nova temporada de uma série que ainda estava no ar. ‘Stranger Things’, por exemplo, está em nossas vidas há praticamente 10 anos, mas só teve cinco temporadas.

Mas por que, com tanta adoração pela série, as pessoas não estão gostando do seu encerramento? Existem muitos fatores por trás disso. Os motivos podem ser os mais variados, dependendo do tipo de espectador que se analisa. Existem aqueles que nunca acharam ‘Stranger Things’ algo muito especial, mas assistiam sem compromisso para ficar por dentro das rodinhas de conversa. Esse tipo de espectador dificilmente se encantaria com o final de uma série a qual nunca morreram de amores verdadeiramente. A não ser que o final fosse realmente algo inovador e único. E devo dizer que realmente não foi. Não foi a reinvenção da roda. Mas ele é extremamente condizente com o que ‘Stranger Things’ sempre foi.

Agora vem o segundo grupo de espectador: o que se decepciona com qualquer coisa. E eu poderia facilmente me incluir neste grupo também. É da natureza humana criar expectativas em nossa mente sobre o que deveria ser, e quando não recebemos, ocorre o inevitável. Junte a isso o fato de que é muito difícil criar o final de uma série, pois qualquer que ele seja, não irá agradar. Vamos usar com exemplo duas das séries consideradas as melhores de todos os tempos por grande parte dos fãs: ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’. Ainda hoje ambas entram na conversa quando o assunto é série adorada, no entanto, ambas são consideradas também séries com os piores finais. Estes finais talvez tenham decepcionado pela expectativa em torno do tamanho que tais programas atingiram. E bem, podemos dizer que ambos ousaram em suas abordagens, fugindo do esperado. E não foram bem aceitos.

Com ‘Stranger Things’ ocorre o contrário, as maiores críticas foram a falta de ousadia e a previsibilidade. Certamente, se o final entregasse o inesperado também não agradaria e os argumentos seriam os mesmos que elegem ‘Game of Thrones’ e ‘Seinfeld’ como dois dos piores de todos os tempos. ‘Stranger Things’ fez o feijão com arroz? Com certeza. A série não se arriscou, não ousou. Correto de novo. Ela entregou exatamente o que o público que acompanhou esse tempo todo queria, afinal a série sempre foi convencional e nada ousada, apenas brincava de ser afiada, mas é conservadora no sentido narrativo. Não dá para esperar que uma série assim entregue um final mirabolante e que fuja de sua essência. É esperar que ‘E.T. – O Extraterrestre’ tenha um final de ‘Clube da Luta’.

A vantagem de ‘Stranger Things’ é que ela nunca foi ‘Lost’. Ou seja, ao jogar no seguro, ela nunca deu um passo maior do que a perna. ‘Lost’ se tornou um programa ambicioso demais para o seu próprio bem, e os fãs no fundo sabiam que não existiria “payoff” que justificasse. É como sair amarrado em muitos balões, você levanta voo e é excitante, sobe, sobe, mas sabe que não vai ter mais como descer. ‘Lost’ não tinha como agradar em seu desfecho, e este é o caminho que parece estar seguindo uma série como ‘Ruptura’, por exemplo, em que ganhamos mais perguntas do que respostas, até se acumularem tanto, que até esquecemos qual foi a primeira pergunta que fizemos e não tivemos resposta. É a esquisitice pela esquisitice.

Stranger Things’ pode ser uma das séries mais populares de todos os tempos, mas é uma das melhores de todos os tempos? Bem, não. O que ela possui é o apelo do chamado “quatro quadrantes”, ou seja, apela aos quatro grupos demográficos: homens e mulheres, mais jovens e mais velhos. Isso explica sua chamada falta de ousadia, afinal é preciso continuar agradando todo tipo de espectador.

Em resumo, o final de ‘Stranger Things’ foi condizente com a proposta da série ao longo de todos esses anos. E como não vibrar ao ver a personagem de Winona Ryder arrancar a machadadas a cabeça de Vecna, empalado no dente da criatura colossal, lembrando de todas as vidas que ele tirou e o mal que causou a cada um dos personagens, em flashbacks de temporadas anteriores. Ele teve inclusive a chance de redenção, porém, se optassem por esse caminho aí sim que o povo iria chiar. Afinal o que todos queriam ver era o acerto de contas entre o bem e o mal, a mais antiga fórmula de todas. A decapitação é catártica, é a lavada na alma, e remete, por exemplo, a ‘Halloween H20’, o desfecho perfeito daquela franquia.

E o que dizer da corajosa afirmação de Will (Noah Schnapp), o mais sofrido dos quatro amigos, que finalmente ascendeu duplamente, ao mostrar sua verdadeira força e assumir sua sexualidade. O vislumbre de seu futuro na cena final foi um dos mais satisfatórios, mostrando que agora o personagem pode finalmente assumir as rédeas de sua vida sem medo, livre e sem restrições, se descobrindo por completo. Impossível não se emocionar. Assim como a mais bem-vinda adição ao elenco principal: a graciosa Holly (Nell Fisher), a irmã mais nova de Mike (Finn Wolfhard), que sempre esteve lá de pano de fundo, e ganha grande importância nesta temporada final. É ela quem fica na linha de frente, encarando os terrores de Vecna, dentro da mente do vilão. Ela é a responsável por salvar as outras crianças e no último episódio se mostra uma verdadeira líder, corajosa e confiante.

Todos os personagens tiveram os finais que precisavam ter. O mais interessante e emocionante, no entanto, foi o círculo perfeito que se fecha quando a última cena do programa se conecta com a primeira da temporada um. ‘Stranger Things’ abriu sua narrativa em 2016 com os quatro amigos jogando o RPG ‘  ’ no porão da casa de Mike. Todos que cresceram naquela era analógica se identificam de imediato. E aqui, no final, assim como o público, eles mesmos voltam àquela nostalgia inicial agora mais velhos, tendo se formado no colégio. Ao invés de festas com garotas, eles resgatam o tempo perdido de sua amizade após tantos entraves e perigos, ao mesmo tempo em que vemos uma passagem de bastão – com uma nova geração assumindo seus lugares, encabeçada pela mesma Holly.

O final de ‘Stranger Things’ foi repleto de emoção, suspense, ação e claro, drama – a despedida de Eleven (Millie Bobby Brown) foi de partir o coração. Ao mesmo tempo, deixou migalhas no chão para possibilidades no futuro. Foi um final perfeito? Bem, depende do que se entende pelo conceito. Para muitos sim. Para outros tantos não, bem longe disso. O que eu diria é que foi um final perfeito para ‘Stranger Things’ – o que não significa que foi um final perfeito para você.

‘Heathers’: Episódios voltam a ser engavetados após novo tiroteio nos EUA; Saiba mais!

Depois de um longo tempo, a Paramount finalmente decidiu exibir a polêmica série ‘Heathers‘, que adapta o clássico oitentista ‘Atração Mortal‘. No entanto, depois que um lamentável tiroteio que deixou 11 mortos em Pittsburgh, o canal optou por engavetar novamente a produção.

Os dois episódios que deveriam ter sido exibidos ontem (28) foram removidos da grade. E não serão exibidos.

Estranhamente, o canal ainda pretende exibir o último episódio da série hoje (29) – que foi pesadamente reeditado para remover as tramas consideradas muito “controversas” para audiência americana –, mesmo sem os espectadores terem visto os anteriores.

Em junho, a Paramount havia engavetado o projeto porque o conceito satírico de violência dentro de um colégio “não parecia certo”.

Heathers‘ traz de volta a mesma história do filme de 1988, tornando a trama mais atual e trazendo, também, uma nova protagonista. Mas a principal diferença, é que a atração seria comandada por meninas “desajustadas”, a série teria caráter antológico.

Selma Blair (‘Segundas Intenções’) interpreta Jade, madrasta interesseira de Heather Duke (Brendan Scannell). A série ainda conta com Shannen Doherty, de ‘Barrados no Baile‘.

O filme original foi protagonizado por Winona Ryder (‘Stranger Things‘), Christian Slater (‘Mr. Robot‘) e Shannen Doherty, e contou com a direção foi de Michael Lehmann. Na época, ‘Atração Mortal‘ fracassou nas bilheterias, mas com o passar dos anos foi considerado um clássico cult do cinema – assim como outros vários filmes, por exemplo, ‘Blade Runner, O Caçador de Androides‘.

‘Into the Dark’ é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o SpoilerTV, o Hulu renovou a série antológica de terror ‘Into the Dark‘, produzida em parceria com a Blumhouse, para a 2ª temporada.

A produção do próximo ciclo está prevista para começar no dia 25 de julho.

Diferente das séries tradicionais, os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘Insecure’: 4ª temporada da aclamada comédia da HBO ganha trailer COMPLETO; Assista!

A HBO divulgou o trailer completo da 4ª temporada de ‘Insecure‘.

Assista:

A nova temporada irá estrear no dia 12 de abril.

‘Insecure’ conta a história de Issa Dee (Issa Rae), uma jovem negra talentosa e cheia de inseguranças, que após um relacionamento frustrante, tenta encontrar sua própria beleza e vigor como uma mulher solteira. A busca por si mesma a leva a uma série de situações diversas, sempre compartilhadas com sua melhora amiga, Molly (Yvonne Orji).

‘Ozark’: Alfonso Herrera entra para o elenco da última temporada

De acordo com o TVLine, Alfonso Herrera (‘Sense8‘ e ‘The Exorcist‘) entrou para o elenco da 4ª (e última) temporada de ‘Ozark‘.

O ator vai interpretar Javi Elizonndro, um membro desconhecido da família Navarro que transita entre a tênue linha entre ser um tenente obediente e conspirar para assumir o cartel de seu tio.

As novas adições ao elenco também contam com Adam Rothenberg, Bruno Bichir, CC Castillo e Katrina Lenk.

Ainda sem previsão de estreia, o próximo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.

Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao Oscar Laura Linney como sua mulher, Wendy.

Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.

O elenco conta com Esai Morales, Julia Garner, Marc Menchaca, Jason Butler Harner e Harris Yulin.

‘Kandisha’: Entidade é invocada no clipe do novo terror dos diretores de ‘A Invasora’

O terror sobrenatural ‘Kandisha‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer completo:

Alexandre Bustillo e Julien Maury, do perturbador ‘A Invasora‘, são responsáveis pela direção.

Durante as férias de verão três amigas se juntam aos outros adolescentes do bairro. Todas as noites, eles se divertem compartilhando histórias assustadoras e lendas urbanas. Mas quando Amélie é agredida por seu ex, ela se lembra da história de Kandisha, uma demônio poderosa e vingativa. Com medo e chateada, Amélie a convoca. No dia seguinte, o ex dela é encontrado morto. A lenda é verdadeira e Kandisha está à solta. Agora, cabe às três meninas quebrar a maldição.

Mathilde LamusseSamarcande Saadi e Suzy Bemba estrelam a produção.

Nos EUA, o terror foi lançado pelo Shudder. No Brasil, segue sem previsão.

A Colheita

(Dark Harvest)

 

Elenco:

Elizabeth Reaser

Jeremy Davies

Luke Kirby

 

Direção: David Slade

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 3 de Maio de 2024

Sinopse: 

Um monstro lendário chamado Garoto do Outubro aterroriza os residentes de uma cidade pequena quando ele surge dos milharais todo Halloween com sua faca de açougueiro em busca de alguém corajoso o suficiente para confrontá-lo.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo de Norman Partridge;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

’65’: Sci-fi com Adam Driver é ADIADO para evitar competição com ‘Pânico VI’

Inicialmente previsto para 10 de março, o suspense sci-fi ‘65‘, estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’), foi adiado em uma semana para evitar a concorrência direta com ‘Pânico VI‘ – que está previsto para o mesmo dia.

Agora, a produção está programada para estrear no dia 17 de março.

Confira o trailer:

O longa foi escrito pela dupla Scott BeckBryan Woods, do aclamado ‘Um Lugar Silencioso‘. Infelizmente, detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

Ariana GreenblattChloe Coleman também foram confirmados ao elenco

Além de roteirizar, Beck e Woods também são responsável pela direção.

Sam Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi e Debbie Liebling.

Produtor indica o possível retorno de [SPOILER] em ‘Jogos Mortais XI’

Em entrevista ao Slash Film, o produtor Mark Berg indicou o possível retorno de uma personagem inesperada do elogiado ‘Jogos Mortais X‘, filme que se passa entre o primeiro e o segundo capítulo da franquia original.

O décimo primeiro filme pode contar com o retorno da antagonista Dra. Cecilia Pederson (Synnøve Macody Lund), que venceu o seu jogo e aparentemente sobreviveu para contar a história.

“Você acha que o John Kramer realmente gostaria que alguém soubesse quem ele é? Só há uma pessoa que não confiável que sabe a sua identidade: a Cecilia, que é interpretada pela brilhante Synnøve Macody Lund. Nós a mantivemos viva neste filme só para garantir [o seu possível retorno].”

E o próximo filme também pode contar com ainda mais retornos, indica o produtor Oren Koules: “Em ‘Jogos Mortais X’, queríamos mostrar que o John já conhecia o Hoffman, o que explica o fato do personagem saber tanto [sobre as investigações policiais]. Ele tem um detetive como seu ajudante. Tentamos fazer as peças se encaixarem, mostrando que eles já estavam trabalhando juntos. É incrível voltar a trabalhar com o Costas Mandylor. Adoraríamos vê-lo retornar [em ‘Jogos Mortais XI’]. E também há outros atores, cujos personagens ainda estavam vivos neste período da franquia – que se passa cronologicamente antes do segundo filme – que gostaríamos de trazer de volta.”

Sucesso nos cinemas, ‘Jogos Mortais X‘ já arrecadou sólidos US$ 78.3 milhões nas bilheterias mundiais. A produção conseguiu superar a arrecadação total de ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘ (US$40.6M) e ‘Jogos Mortais 6‘ (US$68.2M).

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

O filme segue em exibição nos cinemas nacionais.

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

ÚLTIMA temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras’ ganha data de estreia

Durante a Comic-Con San Diego, os primeiros cartazes promocionais da 6ª (e última) temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows) foram divulgados.

As artes ainda revelaram a data de estreia do ciclo final: 21 de outubro.

Confira:

Em entrevista ao Deadline, Harvey Guillén, que interpreta o Guillermo na série, revelou o que podemos esperar da última temporada: “Vamos começar exatamente de onde paramos. Às vezes, nossos sonhos e objetivos não acontecem na forma que queremos, mas acredito que esse é o verdadeiro propósito do renascimento, né? A última temporada será como um renascimento. A trama vai explorar uma nova direção, novas ideias e uma nova abordagem. Estou muito ansioso para que o público possa ver um novo lado do Guillermo.”

Ao ser perguntado sobre como interpretar o Guillermo o inspirou na vida real, Guillén completa: “Nunca é tarde demais para se encontrar. Nunca é tarde demais para renascer e se reinventar. Não há nenhuma data de expiração para nossos sonhos e nossas esperanças podem se tornar verdade.”

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”.

Vale lembrar que, no Brasil, a série está disponível através do Star+.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

‘Baseado Numa História Real’: Série com Kaley Cuoco é CANCELADA após 2 temporadas

O Peacock cancelou oficialmente a série de suspense cômico ‘Baseado Numa História Real‘ (Based on a True Story) depois de apenas duas temporadas.

Anteriormente, a showrunner Annie Weisman havia comentado sobre sua expectativa para o terceiro ciclo: “Sinto que há mais histórias para contar, ainda não terminamos. O mundo do ‘true crime’ continua a trazer fascínio e transformação. E eu gostaria de refletir sobre essa evolução.”

Kaley Cuoco (‘The Flight Attendant’) e Chris Messina (‘The Mindy Project’) estrelam a produção.

Na trama, a corretora de imóveis Ava Barlett, e seu marido, ex-estrela do tênis, Nathan Barlett encontram uma oportunidade única para capitalizar a obsessão dos americanos por crimes reais e serial killers.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

O elenco ainda conta com Tom Bateman (‘Por Trás de seus Olhos’), Liana Liberato (‘Pânico VI’), Natalia Dyer (‘Stranger Things’) e Priscilla Quintana (‘Good Trouble’).

Confira o novo trailer LEGENDADO de ‘Para Sempre Medo’, próximo TERROR do diretor de ‘Longlegs’

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado de ‘Para Sempre Medo‘ (Keeper), próximo filme do diretor Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=MqLahm93ERg

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de fevereiro.

A trama acompanha Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), um casal que viaja para comemorar um ano de relacionamento em uma cabana da família de Malcolm, que é afastada da sociedade.

No entanto, quando ele precisa voltar às pressas para a cidade, Liz fica sozinha no local, onde passa a ser atormentada por uma força maligna e por segredos sombrios escondidos ali, precisando entender não só o que está acontecendo, mas como sair viva dessa experiência.

Além de dirigir, Perkins também assina o roteiro ao lado de Nick Lepard (‘Animais Perigosos’).

‘Game of Thrones’: Isaac Hempstead Wright fala sobre o retorno de Bran na sétima temporada

O ator Isaac Hempstead Wright, intérprete de Bran Stark na aclamada produção da HBO, ‘Game of Thrones’, conversou com o site da Entertainment Weekly a respeito de seu retorno para a sétima temporada da série.

Ao longo da entrevista, ele comentou sobre o nível de maturidade de Bran, que diante de todas as circunstâncias da vida, se viu forçado a crescer rapidamente e hoje se encontra sozinho, como o Corvo de Três Olhos.

Segundo Isaac, que completou a filmagem de suas cenas no final de 2016 (antes do resto do elenco, que encerrou no fim de fevereiro):

“Bran se encontra na mesma posição de antes, em que ele se questiona: ‘O que eu vou fazer? O que vai acontecer? Será que conto para o Jon? Será que encontrarei alguém? Será que conseguirei atravessar a Muralha?’. Ele está só com a Meera agora, no meio do nada…então não está nada bem”.

O ator também compartilhou sobre o atual estado de Bran, que perdeu seu grande parceiro, Hodor. Para Isaac, as mortes que se sucederam ao seu redor o fizeram ir além do amadurecimento:

“Eu acho que Bran transcendeu o “crescimento”. Crescer e se tornar um adulto não está mais em sua lista de afazeres. Ele está fazendo o que deve fazer. Ele está em outro plano. Não se trata mais de ele ter que crescer e se provar como homem. Ele simplesmente sabe que ele tem que fazer aquilo que lhe foi incumbido”.

Sobre o final de ‘Game of Thrones’, que já se anuncia, o jovem ator revelou sobre o assustador adeus que se aproxima:

“Eu estou pirando mais do que qualquer coisa. Tem sido uma grande parte da minha vida por sete anos, apenas fazendo esse show todo ano, com os mesmos rostos, a mesma equipe. É empolgante, é algo novo com muitas possibilidade. Será tão triste terminar”.

‘Game of Thrones’ passa ‘Stranger Things’ como série mais popular de 2016

 

 

‘Raio Negro’: Série da DC ganha novo teaser e sinopse; Confira!

A nova série da CW, ‘Raio Negro‘, ganhou um novo teaser e sinopse.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

“Jefferson Pierce (Cress Williams) é um homem batalhando contra um segredo. Como pai de Anissa (Nafessa Williams) e Jennifer (China Ann McClain), e diretor de uma escola que também serve como abrigo para jovens em um bairro cercado por violência entre gangues, ele é um herói em sua comunidade.

Nove anos atrás, Pierce era um herói diferente. Dotado com o super poder de aproveitar e controlar a eletricidade, ele usou essas habilidades para manter as ruas de sua terra natal seguras, mascarado como o vigilante Raio Negro. No entanto, ele deixou seus dias de super herói no passado. Quase uma década depois, seus dias de luta contra o crime parecem estar bem distantes de si…ou pelo menos era o que ele achava”.

Christine Adams, James Remar, Damon Gupton e Marvin Jones III também estrelam a produção. O primeiro episódio foi escrito por Salim Akil.

 

A série será lançada no Brasil pela Netflix. O serviço de streaming anunciou que o episódio piloto será lançado dia 23 de Janeiro, com episódios semanais.

Nos EUA, a série estreia dia 16 de janeiro de 2018.

 

Confira outros trailers:

 

‘The Laundromat’: Netflix vai produzir cinebiografia de Steven Soderbergh com Meryl Streep

A Netflix vai produzir e lançar o mais novo longa do aclamado cineasta Steven Soderbergh, intitulado ‘The Laundromat‘. A informação foi veiculada pelo Deadline.

A cinebiografia conta a história dos jornalistas que trabalharam no caso Panama Papers (ou Documentos do Panamá). Esse compilado consiste em 11,5 milhões de documentos confidenciais de autoria da sociedade de advogados panamenha Mossack Fonseca, que forneceu informações detalhadas de mais de 214.000 empresas de paraísos fiscais offshore, incluindo as identidades dos acionistas e administradores.

A produção será estrelada por nomes grandes do cinema, como Gary Oldman, Meryl Streep, Antonio Banderas, David Schwimmer, Riley Keough e Will Forte.

 

 

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’: Reboot de ‘Jay and Silent Bob’ ganha divertido trailer

O Reboot de ‘Jay and Silent Bob’‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’, ganhou um novo e divertido trailer, que traz algumas das reações dos internautas do Instagram, que comemoraram a realização da aguardada sequência.

Confira:

Confira o cartaz do longa:

Kevin Smith, Jason MewesShannon ElizabethJason LeeDonnell RawlingsJoey Lauren Adams retornam para o reboot.

Joe Manganiello, Craig Robinson, Frankie Shaw e Stephen Blatt completam o elenco.

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silent Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Confira a descrição da cena de abertura do filme

Mulher-Maravilha 1984‘ é uma das estreias mais aguardadas de 2020 e a descrição  da cena de abertura do filme já foi divulgada, com exclusividade, pela revista Vanity Fair.

A publicação, que traz a atriz Gal Gadot como o grande destaque da sua mais nova edição, teça elogios a respeito da parte técnica da tomada em questão, que evidencia as habilidades atléticas da atriz mirim que vive Diana Prince no longa.

Confira

“Na cena de abertura de ‘Mulher Maravilha de 1984’, a versão mirim da princesa guerreira Diana Prince (interpretada por Lilly Aspell, de 12 anos, uma premiada atleta) se envolve em uma longa competição física, uma espécie de Olimpíadas da Amazônia, que acontece em Themyscira. É uma sequência deslumbrante do ponto de vista técnico, com muitos feitos impossíveis executados em grande escala. Mas o que realmente fica marcado no público é o puro atletismo por parte da pequena garota, que aparenta ser muito determinada”. 

A atriz ainda comentou a respeito do poder de empoderamento da cena em questão, afirmando que se emociona todas as vezes que a assiste:

“Sempre que vejo essa parte do filme, fico chorando – com lágrimas boas e animadas. Uma das coisas que mais acredito é o fato de que você só consegue sonhar em se tornar alguém ou algo, depois de ver isso visualmente. E os meninos – sorte deles – puderam vivenciar, desde o começo dos filmes, que eram os protagonistas, eram os fortes e salvavam o dia. Mas nós não tínhamos essa representação. E eu acho que é tão importante – e claro, para mim é ultra importante, porque eu sou mãe de duas garotas – poder mostrar as elas o potencial do que elas são capazes de fazer. E isso não necessariamente significa que elas precisam ser atléticas ou fisicamente fortes – isso também -, mas significa que elas podem ser maiores que a vida”.

‘Mulher-Maravilha 1984’ permanece agendado para 24 de dezembro.

Assista ao trailer:

“Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?” 

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

Patty Jenkins entra novamente como diretora e roteirista.

‘De Volta aos Rafters’: Conheça a nova série de comédia familiar da Amazon Prime Video

Uma nova série de comédia dramática familiar chegou na grade de programação da Amazon Prime Video.

A produção, intitulada ‘De Volta aos Rafters‘, é o revival de uma amada série australiana intitulada ‘Packed to The Rafters‘, que acompanha a vida de Dave e Julie e seus três filhos adultos, que finalmente parecem ter decidido se mudar de casa.

A série original contou com seis temporadas, exibidas entre 2008 e 2013.

Agora no revival, a trama é situada seis anos após a última visita à família Rafter. Dave e Julie têm uma vida nova no campo com a filha mais nova, Ruby, enquanto seus filhos mais velhos enfrentam novos desafios. Já o vovô Ted vem se sentindo cada vez mais confuso. Dave gosta de sua nova liberdade, mas Julie deve reavaliar suas responsabilidades em relação à família.

Essa será a primeira série australiana da Amazon Prime Video.

Confira o trailer:

Bevan Lee assina a criação da série.

Crítica | Girlboss – 1ª Temporada: série bem humorada e empoderada

Girlboss, criada por Kay Cannon (A Escolha Perfeita 2), é baseado na história de Sophia Amoruso, um dos nomes mais respeitados da moda, contudo, é uma releitura bem livre, como descreve a própria Netflix na abertura.

“As coisas vão de mal a pior quando Sophia (Britt Robertson) perde o emprego e recebe um aviso de que está para ser despejada, até que um achado num brechó acende uma luz.”, esta é a sinopse do primeiro episódio. Imagine as trapalhadas que vem ao longo dos outros doze.

A sitcom possui um roteiro bem elaborado, constituído de leveza, piadas inteligentes, evolução da história e dos personagens. Não economiza nos palavrões e presenteia o público com um excelente humor ácido. Um ponto a se destacar na narrativa é o fato de que apesar de ser uma comédia, ela não se entrega ao besteirol e realiza cenas que levam a refletir sobre as atitudes que possuímos no dia a dia.

A direção de Girlboss cumpre o papel necessário durante os treze episódios e a trilha sonora também faz um trabalho excelente. O real destaque, contudo, é da direção de arte que consegue transportar o espectador diretamente para o período em que a série se passa, entre 2006 e 2008, e proporcionar um guarda-roupa de deixar qualquer pessoa ligada em moda, especialmente nas roupas vintage, de água na boca. É como entrar em uma loja dos sonhos onde o maior desejo é poder ter um cartão de crédito sem limites e comprar tudo.

Britt Robertson interpreta uma protagonista controversa. Você torce pela jovem e, ao mesmo tempo, repudia algumas das ações da mesma. Porém, todos merecem uma segunda chance, e é visível como todo o processo vivido em dois anos contribui para a evolução dela. E a atriz consegue entregar tudo isso em seis horas e meia.

Ellie Reed, que interpreta Annie, a melhor amiga de Sophia (Robertson), é a coadjuvante que você respeita e merece mais tempo na tela. Ela é engraçada, com um lado um pouco louco, quem mantém a criadora da Nasty Gal na linha, e a sidekick que todos gostariam de ter. Você pode até não gostar da Amoruso, mas é impossível não se apaixonar por Annie. Johnny Simmons, Alphonso McAuley, RuPaul (você realmente quer perder essa?), Dean Morris, entre outros que compõem o elenco, merecem a sua atenção.

A série consegue trazer à mesa alguns debates interessantes sobre mulheres que gerenciam negócios, o feminismo nosso de cada dia e sobre os questionamentos que quase todos os jovens com 20 e poucos anos passam.

Por fim, como fã de humor ácido, me vejo na obrigação de deixar esta pequena nota – existem dois tipo de pessoas neste mundo: as que gostam de humor ácido e as que não gostam de humor ácido. Entretanto, se você não gostar e quiser tentar, não vejo motivos pelos quais não tentar com Girlboss.

Ouça ‘Mystery of Love’, canção indicada ao Oscar por ‘Me Chame Pelo Seu Nome’

O artista Sufjan Stevens compartilhou um videoclipe feito exclusivamente para a canção “Mystery of Love”, que faz parte de trilha sonora de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, drama gay que tem quatro indicações ao Oscar 2018, incluindo Melhor Filme e Melhor Canção Original. Assista!

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana.

Os vencedores da 90ª edição da premiação serão revelados no dia 4 de março, em uma cerimônia apresentada por Jimmy Kimmel.

‘Bloodshot’: Mais um ator entra para o elenco da adaptação estrelada por Vin Diesel

De acordo com o The Wrap, o ator Johannes Haukur Johannesson, de ‘Game of Thrones’, se juntou ao elenco de ‘Bloodshot’, novo filme do Vin Diesel, junto com Toby Kebbell (‘Kong: A Ilha da Caveira‘).

Eiza Gonzalez (‘Em Ritmo de Fuga‘), Michael Sheen (‘Anjos da Noite‘), Talulah Riley (‘Westworld‘), Alex Hernandez (‘UnReal‘) e Sam Heughan (‘Outlander‘) já foram confirmados.

Vin Diesel interpretará o herói dos quadrinhos da Valiant, ‘Bloodshot’.

Um relatório do site The Hashtag Show divulgou os primeiros detalhes da trama:

“Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos”

Além disso, o longa começará a ser gravado em breve na República Tcheca.

Essa será a segunda vez que o ator participa de uma adaptação dos quadrinhos, anteriormente fez Groot, em ‘Guardiões da Galáxia’. Novas informações devem sair em breve.

Um grupo de fãs criou uma arte mostrando como ficaria o visual do ator no papel do protagonista. Veja:

A HQ, criada por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton, acompanha a história de Angelo Mortalli, um matador de aluguel que trabalhava para a máfia e que acaba sendo jurado jurado de morte e incriminado por um assassinato.

O projeto, que será desenvolvido pela Sony Pictures, conta com Neal Moritz (‘Preacher’, ‘Prison Break’) como produtor e traz Dave Wilson como diretor. Vale ressaltar que este é o parceiro de Tim Miller (‘Deadpool’) na empresa de animação Blur Studios.

Ainda não há date de estreia.

Dica do fim de semana | Produções para entrar no clima de Olimpíada

Os Jogos Olímpicos de Tóquio já começaram e é provável que muitos de vocês já tenham virado a madrugada assistindo a diversas modalidades diferentes. Porém, como a Olimpíada é no Japão, os dias ficam meio vazios, então separamos cinco dicas de produções para você conferir antes de sua modalidade favorita começar. Confira!

O momento em que a pira olímpica foi acesa na cerimônia de abertura. Foto: Reprodução/ Tokyo 2020

Arremesso Final (Netflix)

O “Dream Team”. Foto: Reprodução.

Fenômeno de 2020, a série Arremesso Final conta a história da Era de Ouro do Chicago Bulls nos anos 1990, enquanto faz uma biografia completa sobre a passagem e revolução de Michael Jordan no basquete americano. Dentre seus episódios, há momentos dedicados ao histórico Dream Team, a seleção americana de basquete que foi campeã em 1992, ganhando todos os jogos com uma diferença de pelo menos 32 pontos para cada adversário.

 

Raça (HBO Max)

Berlim, 1936: a Alemanha nazista planejava usar a Olimpíada em seu território para promover o ideal ariano pelo mundo com a gravação do filme Olympia, que mostraria os grandes feitos dos atletas alemães. O que eles não contavam era com a presença de Jesse Owens (Stephan James), a futura lenda do atletismo que, contrariando o racismo sofrido nos EUA e na Alemanha, se consagraria ao conquistar quatro medalhas olímpicas, fazendo com que Hitler tivesse que engolir um homem negro no ponto mais alto do pódio. O filme não foca tanto na vida pessoal de Owens, mas sim nos momentos chave para sua preparação para os Jogos.

 

Eu Sou Bolt (Telecine)

Você não precisa ser o maior fã de esportes do mundo para conhecer o nome Usain Bolt. A lenda do atletismo virou sinônimo de velocidade ao dominar e quebrar recordes do atletismo entre 2008 e 2016. Neste documentário, a produção acompanha a história do jamaicano, mostrando sua recuperação de lesão e preparação intensa para os Jogos da Rio 2016.

 

Eu, Tonya (Apple TV)

Abrindo uma exceção para os Jogos de Inverno – que contam com muitos filmes clássicos a mais que os Jogos de Verão -, Eu, Tonya é uma obra de arte. Adaptando a história real da patinadora Tonya Harding (Margot Robbie), o longa conta a sofrida história de vida dela, repleta de abusos e agressões, até ela chegar à seleção olímpica americana e se envolver na polêmica que acabaria com sua carreira. Apesar do fim melancólico, o filme fala sobre o lado humano dos atletas, a espetacularização que a mídia promove acerca da vida pessoal dos atletas e as polêmicas do esporte.

Da Colina Kokuriko (Netflix)

Ambientado em 1963, na cidade de Yokohama, essa animação dos Estúdios Ghibli mostra o Japão ainda se recuperando da Segunda Guerra Mundial e se preparando para a Olimpíada de 1964, que traria uma grande reforma na região. Nesse contexto, uma estudante e um jovem ativista estudantil, membro do clube do jornal da escola, se conhecem e vão criando uma grande amizade. Então, quando um empresário decide demolir o prédio do jornal por conta das reformas olímpicas, a dupla precisa se unir para fazê-lo reconsiderar. Apesar de não falar do esporte em si, o filme retrata muito bem os impactos que a chegada de uma Olimpíada pode causar, além de ser um drama muito interessante de se acompanhar.

Menção Honrosa:

 

Jamaica Abaixo de Zero (Disney+)

Baseado na história real de quatro jamaicanos que participaram de forma improvável das Olimpíadas de Inverno de 1988, o filme conta a história de Irving Blitzer (John Candy), um jamaicano que carregava a desonra de ter trapaceado na prova olímpica de bobsled. Anos mais tarde, ele se une a um velocista também jamaicano que fracassou em se classificar para as Olimpíadas de Verão e o convence a buscar uma equipe para eles tentarem se classificar para as Olimpíadas de Inverno na prova de Bobsled. O problema é que eles moram na Jamaica, onde o clima é bem quente, impedindo que eles empurrem trenós na neve. Mas nem isso impede que eles deem um jeito de treinar e embarquem rumo ao Canadá para fazerem história como uma das equipes mais carismáticas da história do esporte.

 

 

Crítica | Raízes Macabras – Possessão Demoníaca em BIZARRO terror da Netflix

Um determinado filme de terror de 2020 chegou devagarzinho na Netflix e rapidamente conquistou os espectadores, por se tratar de um filme de possessão demoníaca cuja execução é bem diferente do que comumente é trazido por Hollywood. Estamos falando de ‘Raízes Demoníacas’ – que também é encontrado na plataforma por seu nome original, ‘The Old Ways’.

Já de cara conhecemos Cristina (Brigitte Kali Canales), uma jornalista que está acorrentada em um casebre abandonado, refém de Javi (Sal Lopez), um senhor que fica defumando o quarto, e Luz (Julia Vera), uma velha senhora nativa mexicana. Desesperada, Cristina clama por ajuda, até que sua prima, Miranda (Andrea Cortés), aparece e lhe explica que ela desobedecera às instruções de não ir à caverna de La Boca; agora, uma presença demoníaca vive no corpo dela e precisa ser exorcizado à moda antiga. Numa batalha de luta por sua vida, Cristina deve decidir se quer tentar escapar do local ou se acredita na sua própria ancestralidade mexicana, e acredita na cura espiritual feita por la bruja.

A estrutura narrativa do roteiro de ‘Raízes Macabras’, escrito por Marcos Gabriel, é diferente do que estamos costumados a assistir: o longa começa com a ação já ocorrendo, com a protagonista já presa numa situação que nem sabemos como ela chegou lá – algo que causa até uma sensação de “termos perdido o filme 1”; seguindo para o segundo arco, o filme finalmente explica como a protagonista foi parar lá, quem é ela e o que tá rolando com esse tal demônio; por fim, uma vez a trama exposta ao espectador, o último arco se dedica a construir os laços ancestrais que são, em si, a resolução para o problema espiritual dos personagens.

Os efeitos utilizados para a constituição do demônio são bem-feitinhos, embora não espetaculares, e, somados a cenas bem tensas de possessão – com direito a cuspir bolo de cabelo e sangue para todos os lados – se tornam um recurso muito bem utilizado pelo diretor Christopher Alender para ambientar seu filme de terror com um aspecto sombrio e especialmente bizarro.

O que é mais legal em ‘Raízes Macabras’ é o elemento diferencial que torna essa produção igualmente assustadora e particular: a utilização da sabedoria ancestral indígena mexicana – las brujas – como solução para o demônio. Isso significa construir um argumento contando com o alheamento e o distanciamento do espectador com relação a esse universo, e, embora tenha sido uma escolha acertada para o filme, também reflete a triste realidade das sociedades ocidentais, distantes de todas as temáticas indígenas. Apesar disso, por se tratar de uma produção estadunidense, o longa desliza aqui e ali em alguns estereótipos, seja na trilha sonora (com as três músicas hispânicas mais famosas), seja pela jornada pessoal da protagonista, que fica meio vaga e somos meio que forçados a aceitar sua superação pelo simples fato de ela ser estadunidense – algo que ela afirma em todas as suas ações desde a primeira cena.

Críticas sociais a parte, ‘Raízes Macabras’ é uma ótima aposta de terror na Netflix, com cenas bem marcantes que podem causar algum pesadelo. Para quem curte um filminho macabro e chocante, ‘Raízes Macabras’ entrega tudo que se espera de um intenso filme de possessão demoníaca e exorcismo raiz.

 

‘The Batman’: Ben Affleck está ansioso para ver o filme

Em entrevista ao MovieWeb, Ben Affleck revelou que está ansioso para ver ‘The Batman‘:

“Eu estou ansioso pra assistir. Eles têm um ótimo diretor. Eles estão fazendo meio que uma, eu não quero entregar porque eles têm… Mas eles estão fazendo uma versão mais jovem, uma versão iniciante com um cara mais jovem… Eu tenho certeza que vai ser ótimo”, afirmou.

O astro de ‘Liga da Justiça’ recentemente também falou sobre sua saída, incluindo uma espécie de “aposentadoria”, durante aparição no programa Jimmy Kimmel Live.   

O ator previamente falou sobre suas tentativas de fazer o filme dois anos atrás, quando ainda estava cotado para a cadeira de direção. Mas mesmo naquela época, ele disse que não iria se apressar quanto às produções e que precisava estar confiante o bastante para contar a história que queria.

‘The Batman’ está marcado para chegar aos cinemas no dia 25 de junho de 2021, com direção e roteiro de Matt Reeves.

‘Army of the Dead’: Zack Snyder divulga nova imagem de bastidores; Confira!

O novo filme de zumbis de Zack Snyder, intitulado ‘Army of The Dead’, ganhou uma nova imagem de bastidores.

Confira:

“Queria agradecer a Jarred Land da Red Digital Cinema por construir essas câmeras incríveis. Elas são ótimas!”, diz a legenda da foto.

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, já está em produção em Las Vegas.

Dave Bautista estrela a produção, que também tem no elenco Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘).

A trama se passa em meio a uma epidemia de zumbis em Las Vegas, e segue um homem que monta um grupo de mercenários para a maior aposta de sua vida: se aventurar na zona de quarentena para realizar o maior assalto já tentado.

Army of The Dead‘ é produção da e teNetflix m estreia prevista para 2020.

‘Timmy Failure’: Autor detalha seu envolvimento na adaptação do Disney+

Em entrevista ao ComicBook.com, o autor Stephan Pastis revelou detalhes sobre seu envolvimento com ‘Timmy Failure: Mistakes Were Made’, filme do Disney+ baseado em seu livro homônimo.

“Se você é autor do livro, quase nunca se envolve com o filme, especialmente se nunca tiver escrito um filme antes. A razão pela qual eles não querem o autor na sala e roteiristas quando falamos de adaptação, é porque ele pode ser bastante cauteloso com o trabalho e acaba ficando no caminho. Eu disse para [o diretor] Tom [McCarthy] que não seria assim. Eu disse, ‘se você quiser mudar alguma coisa e eu achar engraçado e bom, eu farei. A única coisa que quero é garantir que Timmy tenha sua voz'”.

“Foi generosidade de Tom dizer que eu poderia escrever com ele, confiando em mim com uma cena, e depois duas e então mais”, ele acrescentou.

Assista ao trailer completo:

O longa é dirigido por Tom McCarthy, que também fica responsável pelo roteiro ao lado de Stephan Pastis.

A história gira em torno de um menino de 11 anos que acredita ser o melhor detetive da cidade. Ele comanda a grande agência de investigação Total Failure Inc. ao lado de um urso polar (imaginário) de meia tonelada. O outro parceiro importante chama-se Rollo Tookus, o amigo que chama atenção para todas as pistas que o distraído Timmy deixa passar.

O elenco é formado por Winslow Fegley, Ophelia Lovibond, Craig Robinson, Kei, Ai-chan Carrier, Chloe Coleman, Wallace Shawn e outros.

‘Timmy Failure’ estreia no dia 07 de fevereiro.

Neil Gaiman implorou para a Warner Bros. não fazer um filme de ‘Sandman’

Durante uma recente coletiva de imprensa para promover a série fonográfica de ‘Sandman’ da Audible, o aclamado autor e roteirista Neil Gaiman falou sobre a cancelada adaptação para os cinemas que seria supervisionada pela Warner Bros. – revelando que, nas primeiras conversas sobre o projeto, pediu para a companhia não continuar investindo no longa-metragem.

“Acho que grande parte dos problemas em adaptar ‘Sandman’ estavam no tempo muito adiantado em termos do que iria demandar do mundo. Eu me lembro da primeira reunião sobre o filme, em 1990, e pedir para que eles não fizessem. E eu me lembro da chefe executiva da Warner, Lisa Henson, olhando para mim bastante intrigada e dizendo ‘ninguém nunca entrou em meu escritório e me pediu para não fazer um filme antes. Eu falei: ‘bom, eu estou. Por favor, não faça. Estou trabalhando nos quadrinhos, e incluir um filme nisso iria me atrapalhar e me confundir”.

O cineasta James Mangold, que estava atado para desenvolver a adaptação mais recente da aclamada saga de quadrinhos para a HBO, falou um pouco sobre o motivo da série nunca ter visto a luz do dia.

“Eu apresentei um projeto para a HBO anos atrás e eles compraram a ideia em forma de série, e então ela nunca foi feita por uma guerra política na Warner Bros.. De qualquer forma, agora está acontecendo e estou muito feliz [pelo criador] Neil [Gaiman], que eu considero uma pessoa incrível e um artista brilhante. Sua visão única viaja entre o psicológico, o psicodélico, o romântico, o sexual e o fantástico de uma forma que é tanto pessoal quanto épico”.

‘Sandman’, agora, ganhará uma versão na Netflix e, em seu blog no Tumblr, Gaiman ofereceu algumas atualizações sobre a adaptação – incluindo o fato de que os episódios estavam prontos para serem rodados (até a pandemia do novo coronavírus atacar).

“[A série] vai muito bem, tirando o fato de que estamos em hibernação agora até as pessoas voltarem a fazer TV de novo. Os roteiros para a primeira temporada estão prontos, o processo de elencamento começou, os diretores foram contratados, os cenários estavam sendo construídos. Tudo estava pronto para começar, e então demos uma pausa. Assim que o mundo estiver pronto de novo, ‘Sandman’ vai se transformar em algo pronto. Enquanto isso, estamos conversando sobre a oportunidade de lapidar os roteiros”.

As gravações da série deveriam começar em julho de 2019, mas foram suspensas por tempo indeterminado.

Há alguns meses, Gaiman revelou aos fãs o que eles devem esperar para o primeiro ciclo da produção:

“A primeira temporada terá 11 episódios. Esse é o começo de tudo. Prelúdios e Noturnos e um pouco mais”, revelou o escritor.

Por anos, ‘Sandman’ ficou no limite de processos criativos para o lançamento de adaptação cinematográfica para o material de origem, mas devido à complexidade da temática, o projeto nunca saiu do papel.

“A parceria com a brilhante equipe formada por Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg nos empolgou demais e finalmente iremos trazer a icônica HQ de para as telas. De personagens carismáticos e histórias ricas, até esse universo construído de forma épica, estamos animados em criar essa série original de algo adorado pelos fãs”, afirmou Channing Dungey, Chefe de programação oficial da Netflix.

O projeto é descrito como a série de TV mais cara que a DC já fez.

O roteirista da ‘Mulher Maravilha’, Allan Heinberg atuará como escritor, produtor e showrunner para a série, com Neil Gaiman e David Goyer atuando como produtores executivos.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Sandman‘ é a criação mais popular de Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

‘Fuja’: As coisas não são o que parecem ser no novo clipe do terror; Confira!

Através do Twitter, o Hulu divulgou uma nova cena oficial do terror ‘Fuja’, estrelado pela vencedora do Emmy Sarah Paulson.

Confira, junto ao mais recente trailer:

Nos EUA, o longa será lançado na plataforma no dia 20 de novembro, chegando seis dias mais tarde ao Brasil.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo thriller ‘Buscando…‘.

A trama acompanha uma adolescente que passou toda a sua vida reclusa com sua mãe descobre um terrível segredo até então ocultado durante muitos anos. Será que a garota está ficando louca após tanto tempo enclausurada, ou a mãe é uma psicopata?

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

A revolução vai começar no novo trailer incrível de ‘Cruella’; Confira!

Walt Disney Studios divulgou hoje (07) o novo trailer oficial de ‘Cruella’live-action de origem estrelado pela vencedora do Oscar Emma Stone.

Confira:

O longa-metragem, que tem data de estreia confirmada para 28 de maio, será lançado tanto no Disney+ com o Premier Access quanto nos cinemas.

‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Duna’: Timothée Chalamet surge imponente no novo pôster IMAX do filme; Confira!

Collider divulgou com exclusividade um novo cartaz em IMAX oficial do aguardado ‘Duna’remake comandado pelo aclamado cineasta Denis Villeneuve (‘A Chegada’, ‘Blade Runner 2049’).

O pôster traz Timothée Chalamet como o protagonista Paul Atreides.

Confira:

O filme terá duração de 155 minutos (2 horas e 35 minutos), dezoito a mais que a versão original de David Lynch.

Em entrevista à Total Film, Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.

“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendary estão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.

‘Duna’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Star Trek: Picard’: 2ª temporada ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

Através das redes sociais, o icônico ator Patrick Stewart divulgou um novo cartaz belíssimo da 2ª temporada de ‘Star Trek: Picard’.

O pôster confirma a estreia do próximo ciclo para o dia 3 de março.

Confira:

Anne Wersching, conhecida por seu trabalho nas séries ‘Bosch’‘Runaways’, fará parte dos novos episódios e dará vida à icônica Rainha Borg, vilã introduzida em 1996 no panteão intergaláctico, mais precisamente no filme ‘Star Trek: Primeiro Contato’. A personagem foi interpretada por Alice Krige.

A série tem como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (‘The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful’) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  completam o elenco. Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. 

Artigo | ‘O Estranho Mundo de Jack’: um macabro e magnífico conto de Natal

Halloween Town é uma cidade como você nunca viu antes. Nela, o Dia dos Mortos acontece todos os dias, reunindo as criaturas mais horripilantes que insistem em invadir nossos sonhos e transformá-los em perturbadores pesadelos, e cada habitante da medonha comunidade sai dos esgotos, dos obscuros castelos e dos profundos lagos para confraternizar e celebrar a presença de Jack Skellington, o Rei das Abóboras e monarca responsável pela manutenção da boa convivência entre cada uma das criaturas. E é claro que tais personagens não poderiam ter surgido de outra mente senão a de Tim Burton que, apesar de não entrar como roteirista ou diretor, já começou a cultivar seu extraordinário nome com uma narrativa ao mesmo tempo encantadora e distorcida ao extremo – que ganhou o nome de ‘O Estranho Mundo de Jack’.

Após uma incrível introdução desse mundo com a canção This Is Halloween”, a partir do qual somos apresentados a cada um dos personagens – e a prováveis tramas que ganharão mais força conforme a narrativa se desenrola -, Jack percebe que sua vida mantém-se numa constante monotonia, levando-o a perambular pelos enevoados montes de seu reino, cantando sobre gostaria de como as coisas fossem diferentes até que, chegando em uma clareira no meio de uma floresta outonal, na qual descobre a passagem para diversos outros reinos, inexplorados, desconhecidos – e novos.

É justamente aí que Jack, dublado em conjunto por Danny Elfman durante as canções e Chris Sarandon nos diálogos, descobre Christmas Town que, como o nome já precede, é lar do Papai Noel e de seus ajudantes, além de ser diferente de tudo que o personagem já viu. Ao chegar lá, depara-se com luzes pisca-pisca, neve, presentes e um trabalho árduo que se mantém durante o ano todo e atravessa as dimensões para chegar aos meninos e meninas do mundo terrestre – coisa que apenas acontece uma vez ao ano para os moradores de Halloween Town. É nesse momento que Jack tem a brilhante ideia de levar essas comemorações para seus súditos e amigos, sequestrando o jocosamente intitulado Sandy Claws (Garras de Areia, numa tradução livre) e tomando controle de toda a produção natalina.

É bastante perceptível as inclinações do diretor Henry Selick para o expressionismo alemão – aliás, é muito difícil encontrar alguma sequência que não respalde nessa estética. Os cenários, tortuosos, distorcidos, cheios de curvas e uma neblina indissociável que aumenta todo o misticismo acerca dos personagens. Jack, em união a seu par romântico, Sally (Catherine O’Hara), constituem uma bizarra e inesperada versão de Romeu e Julieta, dançando pelas lápides do cemitério que cerceia a cidade enquanto ambos constroem um arco dramático e deliciosamente envolvente que culmina em uma tragédia cômica.

A trama não se mantém na linearidade desses personagens, abrindo margens para a insurgência de antagonistas múltiplos. Jack, por um lado, funciona como vilão de sua própria história ao querer mexer no status quo e, ainda que suas intenções sejam as melhores, isso ocasiona uma quebra brusca naquilo a que todos estavam acostumados. Porém, é Oogie Boogie (Ken Page), uma versão mais assustadora do que conhecemos como Bicho-Papão, que transforma-se na verdadeira figura vilanesca. Desde sua concepção imagética, uma fluida sombra que transmuta-se num lençol maltrapilho perscrutado por nojentos insetos, até seus momentos de glória, Oogie deseja matar o Papai Noel, destituir Jack e tomar controle de Halloween Town.

O antagonista vive nas profundezas de um abismo, solitário e responsável por assombrar os pensamentos de todos que ousarem pronunciar seu nome. Assim que Jack percebe o que fez, desagradando aos moradores de sua cidade, ele volta para buscar Papai Noel, agora nas garras de Oogie, e trava uma épica luta regada a canções emocionantes e diálogos extremamente ácidos. E, como se não bastasse, cada uma das falas encontra uma teatralidade incrivelmente bem estruturada, conversando com a estilização dos cenários e as opções de paleta de cor que se engolfam em divertidas construções estroboscópicas apaixonantes e bastante bem-vindas. O mais interessante é observar como todos os elementos conversam entre si, desde as músicas orquestradas também por Elfman até o lapidado roteiro de Caroline Thompson.

De qualquer forma, a preocupação cênica também pode ser encontrada na  própria direção. Selick busca se afastar do convencionalismo romântico-dramático de narrativas similares, brincando com a câmera à medida que os personagens dançam nos atos de ballet, procurando alcançar o que desejam e depois arrependendo-se de pensamentos apressados e procurando por redenção. A profundidade da obra permanece fincada à sua sutileza – e, caso não seja percebida, o público ainda se sente bastante satisfeito com as aventuras de cada um dos habitantes de Halloween Town.

‘O Estranho Mundo de Jack’ é um auto de Natal como nunca antes visto cuja premissa funde dois cosmos bastante conhecidos pelas pessoas em uma jornada heroica de autoconhecimento e sacrifício que, ainda que não faça parte de sua própria filmografia, é uma das melhores obras de Tim Burton.

‘Warrior Nun’: 2ª temporada já está disponível na Netflix; Confira!

A 2ª temporada de ‘Warrior Nun’ finalmente chegou à Netflix.

Os novos episódios foram lançados hoje, 10 de novembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série, que é baseada nos quadrinhos de Ben Dunn, acompanha Ava, uma jovem que acorda no necrotério e descobre um artefato em suas costas que oferece poderes sobrenaturais. Por ter sido escolhida, ela precisa lutar contra criaturas demoníacas que ameaçam a Terra, enquanto tenta recuperar uma vida normal.

Através do trailer, já deu para notar que os personagens lidam com as consequências dos eventos da temporada passada, e novas alianças podem nascer.

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.