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‘Doutor Estranho 2’: Elizabeth Olsen confirma data de início das filmagens; Saiba quando!

Após tantos contratempos e entraves, a produção de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ está finalmente ganhando forma e as filmagens já têm data para começar.

Conforme revelado pela própria atriz Elizabeth Olsen em uma entrevista à Conde Nest Traveller, as gravações da produção serão iniciadas em dezembro, na cidade de Londres:

“Eu estarei me mudando em breve para filmar a sequência de ‘Doutor Estranho‘, então estarei lá em Londres para passar o Natal. E até mesmo em meio à tais circunstâncias, será uma viagem bem legal”.

Recentemente, a Marvel Studios anunciou que Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ ganhou seu título de produção oficial.

O filme será rodado sob o nome de ‘Stellar Vortex’, que não revela muitos detalhes sobre o que esperar da história.

Recentemente, o artista Valentino Romero compartilhou um belo fan pôster revelando Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) e a Feiticeira Escarlate com um visual digno de filmes de terror.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

“Após os eventos de Vingadores: Ultimato, o Dr. Strange continua sua pesquisa sobre a Pedra do Tempo. Mas um velho(a) amigo(a) que se tornou inimigo(a) põe fim em seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indizível. ”

Enquanto a amiga que se tornou inimiga poderia facilmente se aplicar a Feiticeira Escarlate (se ela realmente abraçar o lado negro em ‘WandaVision‘), parece muito mais provável que o Barão Mordo (Chiwitel Ejiofor) seja o causador dos conflitos da Fase 4.

Tendo inicialmente atuado como mentor de Strange, o ex-residente de Kamar-Taj acabou virando as costas para seus colegas para perseguir o poder da Anciã para si mesmo.

A menção da Pedra do Tempo também é interessante, considerando que a Joia do Infinito protegida dentro do Olho de Agamotto foi destruída durante os eventos de ‘Vingadores: Guerra do Infinito‘.

Uma intervenção do Barão Mordo pode abrir a porta para o mal entrar em nosso mundo de outras dimensões.

Lembrando que o estúdio contratou Michael Waldron (Loki) para reescrever o roteiro da continuação, que estava sendo escrito Jade Halley Bartlett.

Sam Raimi (Trilogia ‘Homem-Aranha) vai comandar o projeto no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas, mas permanece no cargo de produtor.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

Confira a logo:

‘Liga da Justiça’: Novo trailer do Snyder Cut ganha versão em cores; Assista!

Após o lançamento de um novo e dramática trailer em preto e branco, A HBO Max divulgou uma versão em cores do mesmo teaser do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘.

Assista:


Por conta do vindouro lançamento do corte de Snyder, muitos fãs começaram a questionar se a Warner Bros estaria disposta a investir em futuros projetos da ‘Liga da Justiça‘, como uma possível nova sequência sob o comando do diretor.

Mas, em uma entrevista ao Ping Pong Flix, o cineasta desmentiu os rumores de que ‘Liga da Justiça 2‘ e 3 possam acontecer, se dizendo estar tranquilo com a oportunidade que já teve:

“Eu não tenho nenhuma expectativa de que hajam mais filmes como esse. Se acontecer, isso seria incrível. Mas essa ponte está longe demais. Francamente, eu estou de boa”.

Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira imagens promocionais:

’30 Monedas’: Série de terror da HBO ganha incrível cartaz oficial; Confira!

HBO divulgou o novo cartaz oficial de ‘30 Monedas‘, sua nova série espanhola original que fala sobre exorcismo e explorações do oculto.

Confira:

A série foi criada pelo aclamado realizador Álex de la Iglesia (‘O Dia da Besta’).

Na trama, Padre Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista, boxeador e ex-presidiário que é enviado como sacerdote para o interior da Espanha. Entretanto, enquanto busca esquecer o passado, coisas estranhas começam a acontecer na cidade onde foi realocado e uma improvável força-tarefa formada pelo Prefeito Paco (Ángel Silvestre) e a veterinária Elena (Megan Montaner) parte em busca da verdade, enquanto a realidade é distorcida por uma moeda amaldiçoada que está no centro de uma conspiração mundial.

Iglesia também assina o roteiro ao lado de Jorge Guerricaechevarría.

A produção irá estrear em 2021, ainda sem previsão de lançamento.

‘Woke’: Comédia é renovada para a 2ª temporada

Hulu renovou oficialmente a comédia ‘Woke‘ para a 2ª temporada.

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

O elenco conta com Lamorne MorrisBlake AndersonT. MurphLara Goldie.

‘Herança Maldita’: Criatura sinistra ataca no trailer do remake; Assista!

O terror ‘Castle Freak‘, remake de ‘Herança Maldita‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O terror será lançado direto em VOD no dia 4 de dezembro.

Dirigido por Tate Steinsiek, o longa será a segunda parceria entre o Fangoria e a produtora Full Moon, após o reboot de ‘O Mestre dos Brinquedos‘.

A trama segue a recentemente cega Rebecca, seu namorado John, e seus amigos enquanto eles viajam para Albania para gerenciar a inesperada herança de um castelo de sua desconhecida mãe. Uma vez lá, eles descobrem que a família de Rebecca tem segredos sombrios. Enquanto misteriosos e horríveis assassinatos começam a acontecer, Rebecca deve descobrir a história de sua própria família antes de se tornar uma vítima da… aberração do castelo.

A elenco conta com Clair Catherine, Jake HorowitzChris Galust, Kika Magalhães, Emily SweetElisha PrattOmar Brunson.

Barbara Crampton, que estrelou o longa original, é a produtora do remake.

Rachel McAdams | Do Pior ao Melhor – Ranqueamos todos os filmes da atriz

Hoje, dia 17 de novembro, a talentosa atriz Rachel McAdams completa 42 anos de vida. É, parece que foi ontem que vimos ela como uma menina colegial ao lado de Lindsay Lohan e envolvida num romance pós-adolescente com Ryan Gosling em filmes como Meninas Malvadas e Diário de uma Paixão. Mas só para termos uma ideia, ambos completam dezesseis anos de seu lançamento em 2020. Pois é.

Indicada ao Oscar em 2016, a honraria foi apenas o ápice do que vinha sendo as boas escolhas consecutivas desta carismática, mas talvez ainda subestimada, jovem artista. Seu potencial é grande, e com apenas 37 créditos como intérprete em sua filmografia, a canadense McAdams ainda possui uma trajetória longa de muito sucesso (assim esperamos) pela frente, e temos certeza que grandes prêmios não demorarão a chegar para ela.

Como forma de comemorar o aniversário de Rachel McAdams resolvemos investir numa empreitada audaciosa, aproveitando que ela não tem ainda um currículo muito extenso. Para a homenagem, fizemos um ranking com todos os filmes da atriz, escalando seus longas do pior até o melhor. Veja abaixo e não esqueça de comentar qual a sua ordem de preferência. Ah sim, para que não haja grande comoção, usamos como base as notas de seus filmes, tirando uma média entre a avaliação da crítica (no Rotten Tomatoes) e do grande público (no IMDB). Vamos lá

Sob o Mesmo Céu (2015)

O diretor Cameron Crowe sem dúvidas é talentoso, e tem no currículo bons filmes como Jerry Maguire (1996), e até mesmo uma obra-prima, vide Quase Famosos (2000). Mas quando ele erra, erra feio, que o diga Tudo Acontece em Elizabethtown (2005). No entanto, Crowe e Pabllo Vittar foi ainda mais longe entregando esta obra que, entre outras coisas, foi considerada racista colocando a caucasiana Emma Stone como descendente de asiática. Mesmo com um timaço que conta ainda com Bradley Cooper e Bill Murray esse é um filme difícil de assistir. Ainda bem que McAdams tem um papel pequeno – deixando o mico maior para Cooper e Stone.

Garota Veneno (2002)

Para percebermos o tamanho da falta de prestígio do item acima, era esperado que o pior filme de Rachel McAdams fosse essa comédia escrachada, veículo para o humorista pra lá de sem-graça Rob Schneider (parça de Adam Sandler). Essa é uma história sobre troca de corpos, onde uma patricinha (McAdams) se vê no corpo de um assaltante (Schneider) e vice versa. Nem podemos culpar a atriz, já que este foi seu primeiro papel de destaque no cinema.

Tudo Vai Ficar Bem (2015)

Apesar do prestígio dos nomes envolvidos, este é um dos filmes menos apreciados da carreira da atriz, que igualmente tem um papel menor de coadjuvante no longa. Essa foi a chance de McAdams ser comandada por um diretor do porte do alemão Wim Wenders. Na trama, quem protagoniza é James Franco, como um escritor que acidentalmente atropela um menino e segue sem prestar socorro. O fato será seu tormento. Charlotte Gainsbourg também está no elenco.

Paixão (2012)

Por falar em diretores renomados comandando filmes nada apreciados, aqui temos ninguém menos que o icônico Brian De Palma (que já viu dias melhores) à frente deste remake do francês Crime de Amor (2010). Na trama, McAdams e a sueca Noomi Rapace são duas rivais numa agência de publicidade, indo até as últimas consequências em seus jogos de manipulação. O thriller ficou conhecido pelas cenas quentes envolvendo as atrizes.

Para Sempre (2012)

No mesmo ano de Paixão, era lançado esse romance meloso com toda a cara de uma adaptação de livro do autor Nicholas Sparks. Para a surpresa geral, esta é uma ideia “original”. McAdams faz par com Channing Tatum, e eles vivem um casal perfeito até um acidente coloca-la em coma. Agora, ela acorda com amnésia, e cabe ao maridão reconquistá-la novamente. O longa conta ainda com os veteranos Jessica Lange e Sam Neill no elenco.

Gente de Sorte (2008)

Fala a verdade, você nunca havia ouvido falar sobre este filme da atriz, certo? Tudo bem, não o culpamos. Esse é um dos longas mais obscuros de sua carreira. Dirigido por Neil Burger (Divergente), McAdams, Tim Robbins e Michael Peña são um trio de militares veteranos precisando se reajustar à vida civil após retornarem de seu serviço. O filme possui leves toques de comédia.

Amor Pleno (2012)

Uma das melhores manobras para atores crescerem como profissionais é se juntarem a diretores renomados – e Rachel McAdams seguiu de perto esta cartilha, ganhando mais visibilidade e sendo levada mais a sério. No mesmo ano em que se “colava” com De Palma, a atriz trabalhou com o minucioso Terrence Malick – no que poderia ser chamado “Rodopio – o Filme” (entendedores entenderão). Na trama, quase sem diálogos, McAdams se vê no meio de um triângulo amoroso com Ben Affleck e Olga Kurylenko. Completando o elenco no papel de um padre, o espanhol Javier Bardem.

Te Amarei para Sempre (2009)

Baseado no livro da escritora Audrey Niffenegger, este romance vestido de ficção científica foi a primeira investida da atriz na temática da viagem no tempo. O curioso é que nunca quem faz o deslocamento temporal é sua personagem. Aqui, como diz o título original, ela é a “esposa do viajante temporal”, vivido por Eric Bana.

Vida de Casado (2007)

Pode olhar mais de perto. Tenho certeza que você estranhou este título também, não é? Não o reconhece, certo? Tem nada não. Esse é outro da galeria dos esquecidos ou sequer descobertos da atriz. Aqui, ela vive a amante de um homem casado (papel de Chris Cooper), que planeja o assassinato de sua esposa (Patricia Clarkson) ao invés de lhe pedir o divórcio. Pierce Brosnan completa o elenco.

Tudo em Família (2005)

Parte de um grande elenco, de nomes como Diane Keaton, Sarah Jessica Parker e Claire Danes, por exemplo, esta é uma típica comédia américa sobre uma grande família se reunindo numa grande casa para uma data especial. Tipo de filme que é basicamente um subgênero. McAdams vive a irmã mais nova, e ganhava notoriedade.

Uma Manhã Gloriosa (2010)

Por falar em comédia para toda a família, McAdams repete a parceria com a veterana Diane Keaton, e tem a chance de contracenar num embate de atuação com o icônico Harrison Ford. Na trama, a atriz vive uma produtora de TV encarregada com a missão de revitalizar um programa diurno com dois astros apresentadores rivais e donos de grande ego – Ford e Keaton.

Festival Eurovision da Canção (2020)

Último filme lançado até então de Rachel McAdams, ninguém acreditou quando o trailer estrou, que a atriz toparia participar de uma comédia tão “amalucada” nesta fase de sua carreira. Mas, mostrando que sabe se divertir, McAdams embarca na zoação ao lado do humorista Will Ferrell, nesta produção da Netflix. A dupla vive aspirantes a cantores adentrando um festival de música europeu.

Diário de uma Paixão (2004)

Esse foi o filme que colocou no mapa o nome de Rachel McAdams e o primeiro filme protagonizado de fato pela atriz. Agora sim, baseado num livro de Nicholas Sparks, esta foi a obra que fez o público se apaixonar pelas histórias do autor, e pelo casal (na época também da vida real) Ryan Gosling e McAdams. Na trama, eles se apaixonam, mas vêm de classes sociais distintas. Anos mais tarde, já na velhice, precisam lidar com novos problemas, como uma doença intratável.

Nocaute (2015)

Outro filme no qual a participação de McAdams, embora aparentemente anunciada como grande, se restringe a uma pequena coadjuvação. Embora apareça no cartaz, o foco aqui é no protagonista vivido pelo igualmente talentoso Jake Gyllenhaal, que transformava seu corpo em músculos para viver um boxeador. O sujeito passa por um trauma e precisa criar sua pequena filha sozinho.

Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras (2011)

Por menores que sejam as participações de McAdams em alguns filmes, creio que nenhuma se compare a esta aqui, no melhor estilo piscou perdeu. Em poucos minutos do início, a personagem da atriz é descartada. Ninguém sabe o que aconteceu, mas existe rumor de que ela voltará na terceira parte, novamente interpretando Irene Adler, já em fase de pré-produção.

Voo Noturno (2005)

Talvez o filme que chegue mais perto de ser considerado um terror na filmografia da atriz, este longa é comandado por um verdadeiro mestre do gênero, o saudoso Wes Craven. Aqui, McAdams interpreta uma mulher que conhece um sujeito encantador (papel de Cillian Murphy) num voo da madrugada. Os dois começam a se entrosar até que ele demonstra seus verdadeiros interesses. Um thriller gélido.

Penetras Bons de Bico (2005)

No mesmo ano de Voo Noturno, McAdams dava uma guinada de 180 graus nos gêneros para estrelar uma comédia muito querida pelos fãs. Veículo para os humoristas amigos Owen Wilson e Vince Vaughn, a dupla vive dois caras de pau que se especializaram em invadir casamentos, comer e beber de graça e ainda por cima descolar conquistas nas festas. Porém, sua última missão trará também o amor de Wilson pela personagem de McAdams.

Sherlock Holmes (2009)

Nesta versão para lá de acelerada dos casos de Sherlock Holmes (mais centrada nas cenas de ação e efeitos, do que nas investigações criativas em si) capitaneada por Guy Ritchie, como dito, Rachel McAdams vive a personagem feminina principal, interesse amoroso de Sherlock (Robert Downey Jr). A química entre os dois é boa, mas inexplicavelmente, sua personagem é descartada na sequência. Ao que tudo indica, porém, irá retornar no terceiro filme.

Questão de Tempo (2013)

Esse é provavelmente o filme mais subestimado da carreira de Rachel McAdams, e um favorito pessoal. Como dito, mais uma vez a atriz se vê numa trama envolvendo viagem no tempo, mas de uma forma sem qualquer controle. Domhnall Gleeson é quem protagoniza na pele de um jovem que “recebe de presente” de seu pai o dom de voltar no tempo. Ele o usa para todo tipo de coisa, mas em especial para conquistar a mulher de sua vida, papel da atriz.

Desobediência (2017)

Um dos mais recentes trabalhos da atriz, este drama oriundo de festivais merecia ter recebido mais atenção. Dono de uma história importante e necessária, este é um projeto corajoso que conta com performances igualmente intensas. As “Rachels” Weisz e McAdams são parte de uma comunidade judaica ortodoxa que descobrem um amor proibido, contrariando as crenças e tradições de sua religião.

A Noite do Jogo (2018)

Comédia hilária, muito criativa e moderna, o filme traz McAdams e Jason Bateman como um casal extremamente competitivo que se une devido à sua paixão por jogos. Casados, eles passam seus fins de semana se divertindo com amigos, jogando todo tipo de jogos. Quando o irmão do sujeito entra em cena, a competição é elevada de nível, e o casal ao lado dos amigos participam de uma “brincadeira” que envolve investigação de crimes.

Meninas Malvadas (2004)

A geração milênio pira! Um grande favorito dos jovens na faixa dos 20, 30 anos, este filme adolescente é para os anos 2000, o que as produções de John Hughes foram para a geração dos anos 80. Escrito pela comediante Tina Fey, a história é uma olhada muito sincera, mas imensamente cômica, na vida de meninas colegiais e suas “tribos”. McAdams vive a megera inesquecível Regina George, e já demonstrou interesse em retornar ao papel numa possível sequência.

O Homem Mais Procurado (2014)

Thriller intenso de espionagem, baseado no livro do especialista no gênero John le Carré. No filme, McAdams divide as telas com o saudoso Philip Seymour Hoffman, como dois agentes combatendo terroristas. O filme conta ainda com Daniel Brühl e Robin Wright no elenco.

Intrigas de Estado (2009)

Talvez este filme tenha preparado a atriz para seu papel em Spotlight. Aqui, ela também interpreta uma jovem repórter de um jornal, encarregada de manter o blog do veículo. Ela ajuda o protagonista vivido por Russell Crowe a investigar uma trama envolvendo um famoso político e um escândalo de corrupção e assassinato. O senador é vivido por Ben Affleck, e Helen Mirren interpreta a editora do jornal. Baseado numa minissérie britânica. Filmaço.

Doutor Estranho (2016)

Se dependesse unicamente deste que vos fala, Doutor Estranho jamais ficaria no topo da lista, em terceira posição, já que para mim se trata de uma das investidas mais fracas do MCU. No entanto, para os fãs, o grande público e os críticos o filme se posicionou aqui, no pódio. E precisamos respeitar. Uma coisa deve ser dita, este é um dos melhores elencos de um filme da Marvel. E McAdams, mesmo que meio relutante (no melhor estilo Natalie Portman), entrega um bom desempenho na pele do interesse amoroso do protagonista, uma médica. Até agora a atriz não foi anunciada na sequência.

Meia Noite em Paris (2011)

Agora sim, assino totalmente embaixo elegendo esta obra-prima do mestre Woody Allen como um dos melhores filmes de Rachel McAdams e também um dos melhores longas da década passada. A obra fecha a trinca das histórias sobre viagem no tempo com a atriz, novamente não participando do evento sobrenatural em si. Aqui ela vive a mulher insuportável de Owen Wilson, um escritor que não tem escolha a não ser encontrar sossego voltando no tempo para sua época favorita.

Spotlight – Segredos Revelados (2015)

O grande favorito dos fãs e críticos no acervo da jovem atriz é também o filme que lhe rendeu sua única (até o momento) indicação ao Oscar, como atriz coadjuvante. Baseado numa história real, McAdams vive uma das jornalistas que ajudaram a descortinar um escandaloso esquema envolvendo pedofilia na igreja católica nos EUA. Ah sim, o filme levou o Oscar principal pra casa.

Atriz de ‘Problemas Monstruosos’ estrelará novo terror dos roteiristas de ‘Um Lugar Silencioso’

De acordo com o Deadline, Ariana Greenblatt (‘Problemas Monstruosos‘) entrou para o elenco do novo terror de ficção científica ‘65‘, que será escrito pela dupla Scott BeckBryan Woods, roteiristas do elogiado ‘Um Lugar Silencioso‘.

O elenco ainda contará com Adam Driver.

Sam Raimi será um dos produtores do projeto.

Além do roteiro, Beck e Woods também serão responsáveis pela direção do longa.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

O projeto está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tom Holland e Daisy Ridley no teaser da ficção científica ‘Caos: O Início’

Após ter passado por diversos problemas nos bastidores e várias refilmagens, o longa ‘Caos: O Início‘ (Chaos Walking) finalmente ganhou seu primeiro teaser. O trailer completo será divulgado amanhã, dia 18.

O elenco conta com Tom Holland, Daisy Ridley, Mads Mikkelsen, David Oyelowo, Mylène Dinh-Robic e Nick Jonas.

Assista:

Segundo rumores, a produção tem sido “um grande desafio” para a Lionsgate, e que seu orçamento já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões.

“O resultado final foi considerado uma bomba pelos executivos que assistiram o primeiro corte do filme, de acordo com antigos funcionários. A Lionsgate atrasou os planos de um lançamento em março e começou três semanas de filmagens adicionais, o que custará mais milhões de dólares, na esperança de melhorar a qualidade do longa.”

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é baseado no livro The Knife of Never Letting Go, escrito por Charlie Kaufman.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Ridley).

Caos: O Início‘ tem estreia prevista para 2021.

 

‘Pânico’: Kevin Williamson afirma que o roteiro do novo filme é ‘inovador e nostálgico’

Durante um painel virtual, o roteirista Kevin Williamson, que escreveu quase todos os filmes da franquia (com exceção do terceiro), afirmou que o roteiro do novo ‘Pânico‘ é “inovador e nostálgico”.

“O que eu mais amei no roteiro do novo ‘Pânico’ é que traz uma abordagem inovadora. É um filme novo, mas também há elementos nostálgicos. Para mim, é o equilíbrio perfeito de como deveria ser um próximo filme da franquia. É por isso que estou muito animado com o novo filme. Eu fiquei impressionado pelos diretores, e eu estava muito nervoso, porque ninguém é igual ao Wes Craven. Eu estava hesitante em participar do projeto, mas estou feliz por ter aceitado. Acredito que eles deixarão o Wes orgulhoso.”

Ele completa, revelando qual o melhor caminho para dar continuidade à franquia: “Sem desconstrução. Sem autoconsciência. Apenas faça o oposto do que fizemos. Eu me preocupado que a franquia tenha se desgastando com toda a metalinguagem e desconstrução que fizemos do gênero. Desde então, muitas pessoas fizeram filmes de terror nesse mesmo estilo.”

O longa é dirigido por Matthew Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (Ready or Not) e trará uma nova geração de atores promissores de Hollywood, incluindo Jack Quaid (The Boys), Jenna Ortega (You) e Melissa Barrera (Vida), que já estão confirmados no elenco.

Williamson será o produtor.

O filme é distribuído pela Paramount Pictures e produzido pela Radio Silence.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘A Dança da Morte’: O caos está armado no comercial da minissérie baseada em obra de Stephen King

A minissérie ‘A Dança da Morte‘ (The Stand), adaptação da obra de Stephen King para a CBS ALL Accessganhou uma nova e intensa promo.

O vídeo promocional mostra o mundo em caos, diante de uma praga que dizimou quase toda a população.

Assista:

A produção, que terá seus episódios lançados semanalmente, estreia no dia 17 de dezembro.

A série é escrita e dirigida por Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘).

A trama gira em torno de um professor viúvo que vive uma vida solitária quando um praga dizima 99% da população mundial. Imune à doença, o professor terá de lidar com a solidão até se juntar a outros sobreviventes, que se envolvem numa antiga rivalidade entre a luz e a escuridão.

O elenco grandioso conta com Alexander Skarsgård, Whoopi Goldberg, Jovan Adepo, Owen Teague, Greg Kinnear, Brad William Henke, Nat Wolff, Daniel Sunjata, James Marsden, Amber Heard, Odessa Young, Eion Bailey, Katherine McNamara, Heather Graham, Marilyn Manson, Hamish Linklater e Henry Zaga.

‘Shameless’: Os Gallaghers lidam com a pandemia no trailer da última temporada; Assista!

(L-R): Christian Isaiah as Liam Gallagher and William H. Macy as Frank Gallagher in SHAMELESS, ÒNimbyÓ. Photo Credit: Paul Sarkis/SHOWTIME.

O canal Showtime divulgou o primeiro trailer da última temporada de ‘Shameless‘, que aborda o cenário pandêmico que vivemos atualmente.

Confira:

O ciclo final da série irá estrear no dia 6 de dezembro.

A série conta a história dos Gallaghers, uma família pobre da cidade de Chicago que precisa lidar com os altos e baixos de seu relacionamento familiar e situação financeira.

O elenco conta com William H. Macy, Ethan CutkoskyShanola Hampton e Steve Howey.

Jovens participam de jogo mortal no trailer de ‘Alice in Borderland’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o novo trailer de sua nova série de suspense, intitulada ‘Alice in Borderland‘.

Confira:

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

A primeira temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

‘Toy Story 4’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

A sequência ‘Toy Story 4‘ ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

O quarto filme da saga alcançou a impressionante marca de US$ 1,073.3 bilhão de dólares mundialmente, tornando-se o filme mais rentável da franquia.

‘Homem-Aranha 3’: Tom Holland e Zendaya fazem suas próprias acrobacias em vídeo do set

As filmagens de ‘Homem-Aranha 3‘ continuam em Atlanta e um novo vídeo dos bastidores mostram os astros Tom Holland e Zendaya fazendo suas próprias acrobacias.

Suspensos no ar usando equipamentos de fiação, os atores saltam de uma tela azul enquanto a câmera os segue até o chão.

Confira:

 

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Wear a mask, I’m wearing two…

Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em

Segundo o Atlanta Filming, o astro Benedict Cumberbatch já está em Atlanta, na Georgia, para as gravações do terceiro filme da franquia ‘Homem-Aranha’.

O ator volta a viver o Doutor Estranho, antes de começar a filmar as cenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Após a morte de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em ‘Vingadores: Ultimato‘, Peter Parker (Tom Holland) ficou sem uma figura que pudesse guiá-lo em sua jornada como herói.

No entanto, agora que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) foi confirmado em Homem-Aranha 3‘, o Mago Supremo é a escolha perfeita para assumir a mentoria do amigão da vizinhança.

Mas por que ele seria o escolhido para essa função? Ao longo da franquia, o herói já teve Stark e Nick Fury (Samuel L. Jackson) como mentores, se bem que Fury era Talos (Ben Mendelsohn) disfarçado.

Ainda assim, Stark e Fury representaram sabedoria ao lidar com problemas terrestres ou alienígenas, mas não místicos.

Como Electro (Jamie Foxx) foi confirmado na sequência, tudo indica que o Cabeça de Teia irá enfrentar ameaças de outras dimensões, ou seja, o Multiverso.

E como já foi explicado, os Mestres das Artes Místicas são os defensores jurados do Multiverso, aproveitando a energia de outras dimensões para proteger a Terra de ameaças extradimensionais, como o Dormammu.

Além disso, Kevin Feige, o diretor criativo da Marvel já sugeriu ao Screen Rant que o Homem-Aranha poderá fazer parte de universos distintos, já que o MCU e o universo compartilhado da Sony são distintos.

“Homem-Aranha é um herói com potência suficiente para cruzar os limites de universos cinematográficos distintos. Então, à medida que a Sony continua a desenvolver seu próprio Aranhaverso, você nunca sabe quais surpresas o futuro pode trazer para ele no MCU.”, disse o cineasta.

Mas além de toda essa trama envolvendo universos paralelos, o Doutor Estranho e o Homem-Aranha possuem uma forte relação nos quadrinhos, e o mago é um dos poucos que realmente sente o peso que Peter Parker carrega em seus ombros.

Em ‘Doutor Estranho’ #390, HQ escrita por Donny Cates em 2015, o mago até deu ao Homem-Aranha a chance de conversar com uma aranha de verdade, fazendo o herói se conectar ainda mais com seus poderes e fortalecendo a amizade entre eles.

E aí, o que você espera dessa parceria?

Anteriormente, o Comic Book divulgou que o novo longa será intitulado ‘Spider-Man: Homesick‘ (Homem-Aranha: Saudade de Casa, em tradução livre).

O título faz sentido e combina perfeitamente com os filmes anteriores estrelados pelo Tom Holland, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, respectivamente.

Obviamente, a informação não foi confirmada, mas a evidência mais concreta é que o título já havia sido publicado pelas revistas Esquire e Maximum.

Curtiram o possível título da sequência?

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Megan Is Missing’: Diretor faz ALERTA importante sobre o polêmico terror que viralizou no TikTok

Recentemente, o polêmico terror ‘Megan Is Missing‘, lançado em 2011, ganhou sobrevida no aplicativo do TikTok, onde a produção viralizou e ganhou muita popularidade nos últimos meses.

Por causa disso, o roteirista e diretor do filme, Michael Goi, foi ao aplicativo fazer um importante alerta aos usuários.

“Eu recebi uma mensagem da Amber Perkins, a protagonista do filme, afirmando que ‘Megan Is Missing’ havia se tornado um enorme sucesso atualmente no TikTok e eu não tive a chance de fazer os alertas necessários: não assista esse filme no meio da noite, não assista o filme sozinho, e se você vê as palavras ‘foto número um’ na tela, você tem uns quatro segundos antes de começar a ver coisas que talvez você não queira. Sinto muito por todos os que postaram sobre o filme tê-los assustado, mas fica o alerta para aqueles que ainda estão pensando em assistir o filme. Obrigado.”

@michaelgoi##meganismissing♬ original sound – Michael Goi

Confira o trailer:

Seguindo o formato found footage, a trama segue uma adolescente, Megan Stewart (Rachel Quinn), que desaparece depois de se encontrar com um garoto que ela havia conhecido online. Então, sua amiga Amy Herman (Amber Perkins) começa uma investigação sobre o seu desaparecimento.

Apesar de não ser baseado em uma história real, Goi se inspirou em diversos casos reais de sequestro enquanto escrevia o roteiro do filme.

Universal e Cinemark fazem acordo para diminuir a janela de lançamentos em VOD

De acordo com o Indiewire, a Universal fez um acordo com a rede de cinemas do Cinemark para diminuir a janela entre o lançamento de um filme nos cinemas e em VOD.

O acordo especifica que os cinemas terão ao menos 17 dias de exclusividade (três finais de semana) para todos os lançamentos da Universal Pictures e Focus Features. A partir desse período, o estúdio terá a opção de disponibilizar o longa em VOD.

Segundo os outros termos, qualquer filme que tiver uma estreia maior que US$ 50 milhões nos EUA terá que ser exibido por um, no mínimo, um total de 5 finais de semana (31 dias) antes de ser disponibilizado nas plataformas digitais.

Em 2019, apenas três filmes do estúdio teriam que ser exibidos exclusivamente durante 31 dias: ‘Nós‘, ‘Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw‘ e ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘.

O acordo é parecido com o que a Universal fechou com as redes de cinema da AMC em julho.

Rumores apontam que a marca dos US$ 50 milhões foi imposta pelo estúdio, pois qualquer filme que arrecadasse essa quantia nos três primeiros dias consequentemente iria necessitar de uma passagem estendida pelas telonas.

Vale destacar também que a Universal poderá continuar exibindo os filmes nos cinemas mesmo após eles estarem disponíveis em VOD.

O acordo é um reflexo do cenário pandêmico atual, que afetou profundamente a indústria cinematográfica em 2020. Ainda tentando descobrir estratégias para não saírem no prejuízo, estúdios e cinemas estão tentando negociar para chegar a um resultado que beneficie ambos.

10 Grandes FLOPS do Cinema que Completam 30 Anos em 2020

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2020.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 30 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 30 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 30 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder desmente rumores sobre outras duas sequências para o filme

O anúncio oficial de que a Warner Bros. lançaria o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ surpreendeu so fãs mais ávidos do cineasta, que por anos fizeram campanhas ao redor do mundo pedindo para que a sua versão fosse lançada.

Essa decisão sem precedentes abriu brecha para que muitos começassem a se questionar a respeito do quão disposto o estúdio estaria em reviver a ideia original de Snyder para futuros projetos da ‘Liga da Justiça‘, como uma possível nova sequência sob o comando do diretor.

Mas em uma entrevista ao Ping Pong Flix, o cineasta desmentiu os rumores de que ‘Liga da Justiça 2‘ e 3 possam acontecer, se dizendo estar tranquilo com a oportunidade que já teve:

“Eu não tenho nenhuma expectativa de que hajam mais filmes como esse. Se acontecer, isso seria incrível. Mas essa ponte está longe demais. Francamente, eu estou de boa”.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

https://www.facebook.com/280573935859531/posts/734443143805939/?vh=e&extid=7ShtT8ACpsNhL3kg

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada tem 91% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ já estreou no Disneye parece que manteve o altíssimo nível da produção derivada do universo Star Wars.

No Rotten Tomatoes, o novo ano abriu com 91% de aprovação com nota 7.93/10 baseada em 26 reviews até o momento.

Confira:

“‘The Marshall’ faz tudo o que os melhores episódios da primeira temporada fizeram” – Exclaim!.

“A 2ª temporada tem um forte começo e consegue fazer o que parece impossível nestes dias – agradar a todos” – Beyond the Trailer.

“É melhor que a primeira temporada” – Tribune News Service

A estreia nacional das duas temporadas acontece amanhã, no dia 17 de novembro.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Crítica | 4ª temporada de ‘The Crown’ é a melhor da série até agora

“Pesada sempre se encontra a fronte coroada”.

A emblemática frase proferida por Henrique IV na peça homônima assinada por William Shakespeare serve de premissa atemporal para literários, dramaturgos e realizadores audiovisuais que resolvem voltar suas habilidades criativas para um retrato mais humanizado das monarquias mundiais – especialmente a realeza britânica, que constantemente ganha os holofotes com centenas de versões que apresentam perspectivas das mais diversas sobre seus complexos e controversos personagens. Entretanto, nenhuma produção conseguiu atingir tal objetivo como The Crown, drama da Netflix focado no reinado da icônica Rainha Elizabeth II.

Caminhando para o fim de mais um ciclo da mesma forma que fez com a vencedora do Emmy Claire Foy, chegou a vez da premiada Olivia Colman dizer adeus ao papel da monarca ao interpretá-la em um período extremamente conturbado de seu reinado (não que não houve outros). Saindo de uma incrível terceira temporada, o criador e showrunner Peter Morgan tinha bastante material com o qual trabalhar para dez episódios fresquinhos e recheados das mais chocantes reviravoltas e uma reflexão sobre os segredos que se escondem nas maciças paredes do Palácio de Buckingham e adjacências. E, conforme nos aproximamos de mais um evocativo season finale, as imprecisões históricas (que parecem mais vivas aqui do que em iterações predecessoras) não ofuscam a química estupenda de um elenco estelar e a sólida equipe técnico-artística que nos guia com cautela e emoção através da segunda parte da era elizabetana.

Picture shows: Margaret Thatcher (GILLIAN ANDERSON) **VANITY FAIR EXCLUSIVE**

De fato, o anúncio do quarto ciclo veio acompanhado de expectativas majestosas, ainda mais pela introdução de figuras importantíssimas para a compreensão dessa intrincada engrenagem real: Princesa Diana, a queridinha do público e uma das principais denunciadoras da obsolescência britânica, e Margaret Thatcher, cruel articuladora do neoliberalismo inglês que já havia sido levada para as telonas por Meryl Streep, rendendo-lhe mais um Oscar de Melhor Atriz. Agora, coube a dois outros nomes encarnarem essas poderosas mulheres – a novata Emma Corrin como Lady Di em uma rendição espetacular e memorável; e ninguém menos que a simplesmente aplaudível Gillian Anderson como Thatcher e no melhor papel de sua carreira até hoje.

Se The Crown nos ensinou alguma coisa, é que nada é o que parece ser. A pose quase eclesiástica com a qual os membros da coroa britânica surgem em público – com sua aparente inexpressividade e uma calculista frieza estampada em rostos plásticos – é apenas uma máscara para todos os problemas que se alastram pelos gigantescos corredores de sua morada e até mesmo para aqueles que ousam chegar mais perto. A análise melodramática, em seu melhor sentido, abre portas para recontar uma história incessantemente contada nas salas de aula e, com firmeza e convicção assustadoras, convidam os espectadores a ver as coisas de outra forma – e essa oscilação de perspectiva foi exatamente o que trouxe esse enlace sem precedentes em um enredo envolvente e arrepiante.

Elizabeth (Colman) enfrenta seu primeiro grande obstáculo com a eleição de Thatcher ao cargo de primeira-ministra, cujas políticas incisivas e sua impetuosidade a deixaram conhecida como Dama de Ferro. Na verdade, Thatcher veio como força de combate para enfrentar a realeza e seu principal símbolo, constantemente criticando hábitos desnecessários e “cruéis” por parte da família e entrando em conflito com certas decisões humanitárias demais que impediriam a prevalência e o retorno à glória do outrora imbatível Reino Unido. Não é surpresa, pois, que os episódios tragam essas subtramas ao plano frontal e façam o máximo para explorar o que deve ser explorado – com certas mudanças que, para o bem ou para o mal, enfeitam a fórmula do drama seriado com dinamismo instigante.

Como se não bastasse, o casamento do filho mais velho da Rainha, Charles (Josh O’Connor), com a tímida Diana, toma boa parte dos capítulos – não apenas o matrimônio em si, mas a ascensão e a queda de um casal problemático e tóxico ao extremo. Diana e Charles se conhecem ao acaso e logo se apaixonam – apenas para descobrirem que, com exceção de uma história levemente semelhante, não têm nada em comum. Corrin se transmuta na Princesa com simetria assustadora, seja no modo em que sorria para os fotógrafos e jornalistas, seja em sua narcótica beleza que encantava qualquer um que quisesse conhecê-la; O’Connor, por sua vez, traz um lado sombrio para Charles que não víamos a algum tempo, revelando um lado pirracento e mimado que não aceitava que sua esposa tivesse mais atenção da mídia do que o herdeiro do trono. Ambos unem forças para uma exuberante montanha-russa de conivência, traição e resignação que, no final das contas, era tudo o que esperávamos de uma produção deste calibre.

Enquanto a imagética da série não foge muito do que havíamos visto – optando por cores mais frias em momentos mais dramáticos e uma espetacularização propositalmente forçada de teatralidades e um glamour invejável em sequências pacíficas ou celebratórias -, deve-se notar a competência de um roteiro que não peca em deixar os personagens em defasagem. Helena Bonham Carter traz uma amarga maturidade ao regressar para o papel da Princesa Margaret, que percebe que sua importância na família vem sendo posta em xeque com dezenas de intermináveis protocolos tradicionalistas; Tobias Menzies se mostra como um camaleão performático ao nos fazer odiá-lo como o petulante Príncipe Philip; e Erin Doherty retorna numa fantástica interpretação de uma compreensiva e exausta Princesa Anne.

The Crown acerta em cheio com um quarto ano bombástico, repleto de intrigas emocionantes que são levados com pungência cirúrgica às telas. O esboço adaptado da monarquia britânica, por mais denso que se torne a cada episódio, faz o máximo para se tornar acessível ao público e, com uma clareza que não se vê em muitas produções contemporâneas, traça uma linha em direção a uma catártica realização de que, no fundo, tudo é válido quando falamos de poder.