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‘Bullet Train’: Zazie Beetz entra para o elenco do filme de ação do diretor de ‘Deapool 2’

Segundo o DeadlineZazie Beetz foi elencada no vindouro filme de ação Bullet Train, dirigido por David Leitch. Os dois já trabalharam juntos em Deadpool 2.

Beetz terá um papel coadjuvante ainda não revelado e se junta aos previamente anunciados Brad PittJoey King, Andrew Koji e Aaron Taylor-Johnson.

Lembrando que Pitt (‘Era Uma Vez… em Hollywood’) será o protagonista da trama, desempenhando o papel de um lendário e temido assassino.

Com roteiro assinado por Zak Olkewicz (Rua do Medo), o longa-metragem é baseado no romance ‘Maria Beetle‘, de Kotaro Isaka, e é focado em um grupo de assassinos que está a bordo do mesmo trem. .

Na trama, cinco assassinos se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?

Desde o anúncio, o filme vem sido comparado com produções como Sem EscalasVelocidade Máxima.

A ideia é que Bullet Train comece a ser rodado no outono norte-americano deste ano, mesmo com as restrições sanitárias dos estúdios acerca da pandemia do novo coronavírus. Entretanto, nenhuma outra informação foi divulgada.

Leitch também entra como produtor ao lado de Kelly McCormickAntoine FuquaKat Samick. A Sony Pictures entra como distribuidora.

Leitch não estranho ao gênero de ação, visto que é conhecido por ter comandado projetos como Deadpool 2‘Atômica’ e a aclamada franquia John Wick. Seus próximos trabalhos incluem Deadpool 3, o thriller Nobody e a ação Kate (esses dois últimos já em estágio de pós-produção).

‘Tuca e Bertie’: 2ª temporada ganha novo teaser oficial; Confira!

Depois de ser resgatada e renovada pelo Adult Swim, a 2ª temporada da série de animação ‘Tuca e Bertie’ ganhou um novo teaser oficial.

O próximo ciclo será composto por 10 episódios e tem estreia prevista para 2021.

Confira (a partir do minuto 17:40):

Lisa Hanawalt criou a produção.

A amizade entre duas mulheres-pássaro por volta dos 30 anos de idade que moram no mesmo prédio. Enquanto Tuca é uma tucano convencida e despreocupada no geral, Bertie é uma ave cantora bastante ansiosa e sonhadora.

Tiffany HaddishAli Wong estrelam.

Oscar Isaac estreia como o ‘Cavaleiro da Lua’ em ÉPICO trailer de fã; Confira!

Oscar Isaac vem sendo rondado como o protagonista titular de ‘Cavaleiro da Lua’ e, agora, um habilidoso fã criou um épico trailer introduzindo o ator como o herói.

Confira o incrível resultado abaixo:

As gravações do projeto começam em Budapeste, em 2021, e ficarão a encargo de Mohamed Diab.

Gregory Middleton foi recentemente contratado como diretor de fotografia, enquanto Stefania Celia encontra como designer de produção.

O Cavaleiro da Lua é Marc Spector, um mercenário com diversas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua. O Cavaleiro da Lua foi criado por Doug Moench e Don Perlin, e foi introduzido em Werewolf by Night #32.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Capitão América seria uma das Joia do Infinito

Antes da estreia de Vingadores: Guerra Infinita‘, ninguém imaginava onde estava a Joia da Alma, até que Gamora (Zoe Saldana) revela que o artefato estava escondido no planeta Vormir.

No entanto, os diretores Joe e Anthony Russo revelaram que o Capitão América (Chris Evans) seria revelado como a Joia da Alma nas primeiras versões do roteiro.

A surpresa foi revelada depois que um fã questionou se a Joia sempre esteve em Vormir ou se a dupla planejava mostrá-la em Wakanda ou através de Adam Warlock.

Confira:

“Havia algum plano para incluir a Joia da Alma em outro lugar além de Vormir? Tipo Wakanda ou através do próprio Adam Warlock?”, perguntou o fã.

Ao que eles responderam:

“Nas primeiras versões do roteiro, nós consideramos transformar o Capitão América na Joia da Alma, mas mudamos de ideia rapidamente.” 

Sinceramente, parece que essa ideia só iria deixar a trama ainda mais complicada para o desfecho de ‘Guerra Infinita‘ e até de ‘Vingadores: Ultimato‘.

O que você acha?

Lançado em 2018, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 2,048 bilhões e tornando-se uma das maiores bilheterias mundiais.

Assista nossa crítica sobre o filme:

‘Fronteiras do Universo’: Assista aos incríveis créditos de abertura da 2ª temporada!

A HBO divulgou os créditos de abertura da 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (‘His Dark Materials’).

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 16 de novembro.

A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

‘Star Trek: Discovery’: As coisas ficam cada vez mais complicada para a Frota Estelar na promo do episódio 03×06; Confira!

CBS All Access divulgou a promo oficial de “Scavengers”, sexto episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

O capítulo vai ao ar no dia 19 de novembro.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘Homem-Aranha 2’: Artes revelam visual ALTERNATIVO do Dr. Octopus; Confira!

Homem-Aranha 2 foi lançado em 2004 e, até hoje, continua como uma das melhores adaptações de quadrinhos das últimas décadas – principalmente pela presença do temível vilão Dr. Otto Octavius/Dr. Octopus (Alfred Molina).

Agora, o site CBR divulgou artes conceituais exclusivas que revelam os primeiros visuais do antagonista e como sua construção foi evoluindo com o tempo.

Confira:

 

Durante uma entrevista para o IGN, David Koepp, o roteirista do ‘Homem-Aranha‘ dirigido por Sam Raimi, revelou que a ideia das teias orgânicas foi influenciada por ninguém menos que James Cameron (Avatar’, ‘Titanic).

Koepp disse que escreveu a adaptação de 2002 a partir de um roteiro que Cameron preparou na década de 1980, mas o material nunca foi filmado, obviamente.

“Eu li um resumo do roteiro que James Cameron escreveu para uma adaptação na década de 1980, na qual Peter não usava lançadores de teias artificiais e isso fez muito mais sentido para mim. Teias orgânicas, era genial. Isso foi ideia dele e fiquei feliz em trazer isso para os filmes, apesar de alguns fãs odiarem.”

Relembre a cena em que Peter Parker (Tobey Maguire) descobre como lançar suas teias:

E você, prefere as teias orgânicas ou os lançadores artificiais?

Lembrando que as gravações do próximo filme do ‘Homem-Aranha‘ de Tom Holland foram adiadas devido ao surto de Coronavírus.

Mesmo assim, a Sony Pictures revelou que as expectativas em relação ao início das filmagens permanecem para o verão norte-americano, mas não há nada confirmado.

Dirigido por Jon Watts, o lançamento do longa foi adiado de julho de 2021 para outubro do mesmo ano.

Além de Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

Polêmica: Megan Fox esclarece notícia sobre abuso sexual envolvendo Michael Bay

No último fim de semana, uma antiga entrevista de Megan Fox ressurgiu online e gerou polêmica por conta de um suposto caso de abuso sexual envolvendo o diretor Michael Bay.

Na entrevista realizada por Jimmy Kimmel em 2009, Fox revelou que participou de ‘Bad Boys 2‘ como figurante numa cena em que aparece de biquíni embaixo de um cascata d’água, mas ela tinha apenas 15 anos, na época.

Ao revelar que a equipe de produção desaprovou a ideia, Fox disse que Bay insistiu em gravar a cena de forma improvisando para não parecer algo tão drástico.

“Na cena, eu estava usando um biquíni com estrelas e listras, um chapéu vermelho de cowboy e um salto de 15 centímetros. Ele [Michael Bay] aprovou, mas os outros membros da equipe disseram: ‘Michael, ela só tem 15 anos, você não pode colocá-la no bar com uma bebida nas mãos.’ Então ele me fez dançar debaixo de uma cascata d’água para ficar encharcada.”, disse ela, ao som de risos e aplausos da plateia.

Constrangida, ela refletiu sobre a sexualização do corpo feminino:

“Eu tinha 15 e estava na 10ª série. Esse é o microcosmo de como a mente do Bay funciona.”

Depois disso, diversos internautas criticaram a atitude de Bay e até cobraram pedidos de desculpas do cineasta para a estrela, que voltou a trabalhar com ele na franquia ‘Tranformers’.

Falando nisso, diversos boatos apontaram que Bay se aproveitou da atriz para filmá-la com trajes minúsculos enquanto ela lavava uma Ferrari na casa dela como parte do teste de elenco para o 1ª filme, lançado em 2007.

Ao tomar conhecimento da polêmica, Fox publicou um esclarecimento em seu perfil do Instagram, dizendo:

“Eu fiquei sabendo que uma discussão surgiu online envolvendo algumas das minhas experiências em Hollywood e a subsequente manipulação dessas informações pela mídia e pela sociedade em geral. Eu aprecio muito o apoio, mas sinto que preciso esclarecer alguns detalhes qu se perderam no caminho.”

Fox deixou claro que era menor de idade quando participou de ‘Bad Boys 2‘, mas a entrevista com Jimmy Kimmel não foi uma forma de denúncia, e sim uma “história inusitada.”

Ela explicou:

“Eu tinha uns 15 ou 16 anos em ‘Bad Boys 2‘, e há várias entrevistas nas quais eu falo sobre o caso de ter participado da cena e a polêmica que surgiu em torno disso.”

Ela também falou sobre o episódio envolvendo a Ferrari de Bay, esclarecendo:

“Eu realmente trabalhei na Ferrari de Bay (fingindo que sabia usar uma chave inglesa). Eu estava no estacionamento do estúdio Platinum Dunes, onde havia vários outros membros da equipe e funcionários presentes e eu não estava em nenhum momento despida ou algo parecido. Espero que qualquer opinião formada em torno desses assuntos seja baseada em fatos, pelo menos. Sou grata pelo apoio, mas esses casos específicos foram irrelevantes em uma longa jornada na qual sofri algumas experiências verdadeiramente angustiantes em uma indústria misógina.”

Confira a publicação:

 

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May we all continue waking up❤️

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‘Invocação do Mal 2’: Fotos do demônio ASSUSTADOR que estaria no terror antes da ‘Freira’

Através do seu Instagram, o cineasta James Wan compartilhou artes conceituais e imagens inéditas do demônio original que foi, posteriormente, substituído por Valak na sequência ‘Invocação do Mal 2‘.

A aparência do demônio foi inspirada por ‘Castlevania‘, projeto que Wan estava desenvolvendo antes de ser engavetado. O diretor afirma que a substituição ocorreu porque o design da criatura, apesar de incrível, não combinava com o tom do filme. Durante o processo de edição, Wan optou por algo mais pessoal e realista – algo que tentaria corromper a fé da Lorraine. E foi assim que o demônio Valak – a ‘Freira‘ – foi criado.

Confira as imagens:

 

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CONJURING 2 is one of my personal fav. I focused on character-storytelling above anything else. Here’s my first design of the demonic entity haunting the family and Lorraine. Aaron Sims (concept designer) and myself took inspiration from our Dracula design for a movie I was attached to a long time ago called Castlevania. @justin.raleigh/Fractured FX built an awesome animatronic suit, and we were going to augment it with CGI wings. But alas, during editing, I deemed this beautifully designed/sculpted horned demon too out of left-field for the film. It needed to be more grounded and personal — something that would take Lorraine’s faith and try to test/corrupt it. I remember the real-life Lorraine Warren talking about her love and reverence for her nun friends, and a lightbulb went off — thus… the Demon Nun was born. So we went back and replaced all the Horned Demon with the Nun during additional photography. I call the last image “Beauty and the Beast”. #Halloweenretrospect

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Vale lembrar que ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de junho de 2021, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam como Lorraine e Ed Warren. 

‘The Crown’: 4ª temporada é a MELHOR até agora, diz a crítica internacional; Confira as reações!

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já estreou na Netflix e fez um estrondo gigantesco entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, os novos episódios conquistaram 96% de aprovação (a maior porcentagem até agora), com nota 8.64/10 baseada em 55 reviews. Segundo o consenso geral, “quaisquer que sejam as liberdades histórias que The Crown leva para a quarta temporada, elas são rapidamente perdoadas graças ao poder de seus performers – particularmente Gillian Anderson como [Margaret Thatcher] e Emma Corrin como a Princesa Diana”.

Confira:

“A melhor temporada até agora” – Newsday.

“Esta é a temporada de The Crown pela qual vocês estavam esperando” – Awards Daily.

Gillian Anderson é uma revelação no papel de Thatcher, entregando uma da melhores performances de sua carreira” – The Queer Review.

“O retrato brilhante de Anderson mostra a primeira-ministra em seu lado mais humano e mais inumano” – The Spool.

“10 episódios que podem não ser tão uniformes, mas são seus mais autênticos” – RogerEbert.com.

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Criador de ‘Rick e Morty’ já está trabalhando na SÉTIMA temporada!

Durante um painel promocional da aclamada e premiada série ‘Rick e Morty’, o criador Dan Harmon revelou aos fãs que está trabalhando na sétima temporada da animação.

Vale lembrar que nem o quinto, nem o sexto anos foram lançados pelo Adult Swim.

“Creio que estamos trabalhando na sétima temporada agora, nem consigo saber. Não saberia se estou contando detalhes da quinta ou da sexta temporadas”.

Durante o mesmo painel, Harmon também revelou alguns detalhes sobre os próximos episódios da saga, falando sobre um dos maiores mistérios: a Clone Beth. Segundo o criativo, a personagem também será abordada na nova temporada:

“Nós nunca estivemos tão em dia com o nosso cronograma como hoje. Isso meio que te faz focar em todo o processo, quando você já não tem essa atmosfera do escritório. Todos temos que conduzir essa colônia de abelhas de forma remota, para que o mel seja feito de forma consistente. Está funcionando para nós”.

A segunda metade da 4ª temporada da animação ‘Rick e Morty‘, composta por cinco novos episódios, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outros ciclos, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

A série foi criada por Dan HarmonJustin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Inside Pixar’: Série do Disney+ sobre os bastidores das animações ganha primeiro teaser

Os bastidores das grandiosas e aclamadas animações da Pixar ganharão vida diante dos olhos da audiência, na nova série documental da plataforma Disney+, intitulada ‘Inside Pixar’.

E a produção, que estreia no streaming no próximo dia 13 de novembro, ganhou um belo teaser, que mostra detalhes dos estúdios da Pixar, à medida que leva o público a uma jornada de infinitas possibilidades.

Assista:

A próxima animação da Disney/Pixar, intitulada ‘Soul’, ganhou um novo trailer dublado.

O longa será o primeiro do estúdio a ser lançado diretamente no streaming do Disney+, no dia 25 de dezembro. A trama explora o mundo espiritual de uma maneira emocionante e através da música.

Assista:

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com pontuação perfeita (100%), com nota 7.78/10 baseada em 19 reviews até o momento.

Confira, com as críticas:

“É triste, divertida e lindamente feita” – Times (UK).

“Para qualquer um que já tenha se sentido como se não fosse o bastante, ‘Soul’ sugere aceitar que a vida não é algo que você possa entender da primeira vez” – Little White Lies.

‘Soul’ é, talvez, o filme mais existencialmente ambicioso feito pela Disney” – TheWrap.

“Um conto original sobre viver a vida ao máximo sem ser sacarino” – South Chine Morning Post.

“É difícil pensar em outro filme que se seja tão rico ou tão poderoso.” – HeyUGuys.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 13: Lufe Steffen

O cinema é a luz que ilumina os nossos tempos, o passado e o futuro. Pensando em dividir com você leitor, dicas e curiosidades de inúmeros cinéfilos espalhados por nosso país, criamos essa coluna semanal onde convidado amantes da sétima arte que trabalham ou não com cinema.

Hoje conversaremos com um artista completo do audiovisual. O cinéfilo, cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão, Lufe Steffen. Já dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados São Paulo em Hi-Fi (2016) e A Volta da Pauliceia Desvairada (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Curador e produtor de algumas mostras audiovisuais, atualmente ministra oficinas de cinema e mantém o canal Naftalufe, no YouTube além de acabar de rodar seu primeiro longa de ficção, o musical queer ambientado nos anos 80 Nós Somos o Amanhã.

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

CineSesc, tanto em termos de programação como de tudo, localização, instalações, a sala em si, tela, o café, tudo. É um recanto, um refúgio, um oásis. A programação costuma ter retrospectivas de grandes cineastas. Aí então vira uma apoteose, é maravilhoso acompanhar essas retrospectivas lá. Nos anos mais recentes tivemos do ViscontiMilos Forman, e o Fellini este ano infelizmente foi interrompido pela pandemia.

 

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

Xanadu, de 1980. Assisti no cinema quando era muito pequeno, mal podia acompanhar as legendas, mas até hoje lembro desse impacto.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Difícil rs! Tenho vários diretores favoritos… Vou escolher um mas só porque tenho que escolher: Pedro Almodóvar e o filme é Má Educação.

4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Também aqui teria de escolher vários, eu poderia citar uns 50 filmes brasileiros que são meus preferidos. Então tomo a liberdade de escolher 3: Bye Bye Brasil do Cacá Diegues, considero um retrato brilhante do Brasil e suas contradições, e permanece atual; Onda Nova, de Ícaro Martins e Zé Antônio Garcia, também um retrato, mas da juventude dos anos 80, e está super atual, moderno; e Anjos da Noite, de Wilson Barros, um filme moderno e ousado em sua linguagem, que vem sendo redescoberto.

5) O que é ser cinéfilo para você?

É viver em função do cinema, balizar a vida a partir disso.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

Complicado responder isso rs! Eu teria de conhecer melhor as pessoas que fazem a programação, e conheço poucas. As que conheço, sim, entendem.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Espero que não. Se depender de mim, não vão, pois continuarei frequentando enquanto existirem.

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Vou indicar 2 filmes de terror do diretor Carlos Hugo ChristensenEnigma para Demônios de 1974 e A Mulher do Desejo de 1975. São excelentes obras do terror nacional pouco lembradas hoje.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Não sei… É complicado. O ideal seria esperar a vacina. Por outro lado, se abrirem e os tais protocolos forem respeitados, tudo bem. No fim, a decisão cabe ao espectador: ir ou não ir.

 

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Acredito que tem muita coisa legal, tecnicamente a qualidade sempre cresce e melhora, isso deixou de ser um problema no cinema brasileiro. O que sinto falta é de mais variedade e ecletismo nas propostas e linguagens. Aí é uma questão de gosto meu. Sinto que muitos filmes se parecem entre si, existem estilos e padrões e os filmes acabam se encaixando em algum deles. Sinto que está faltando ousadia, atrevimento e despudor.

 

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Gosto muito da Gilda Nomacce, atriz que faz muita coisa no cinema, é sempre bom vê-la em ação.

12) Defina cinema com uma frase:

Poção mágica.

 

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema.

O que mais me lembro é das ocasiões em que o público aplaudiu, às vezes de pé, o filme no final. Quando isso acontece é sempre arrebatador e emocionante, me lembro da sessão de Hair no CineSesc em 2018, que teve isso, por exemplo.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Nunca vi esse filme rs… Uma falha no meu currículo.

15) Qual pior filme que você viu na vida?

Não sei responder essa pergunta, porque acho que quase todo filme sempre tem algo de bom, algo sempre se salva. E além disso, a memória guarda os filmes que gostei, que vejo, revejo. Os filmes que não gostei, acabo esquecendo!

E aí, querido cinéfilo?! – Nossa Coluna de Entrevista | Parte 12: João Rocha

O cinema é a luz que ilumina os nossos tempos, o passado e o futuro. Pensando em dividir com você leitor, dicas e curiosidades de inúmeros cinéfilos espalhados por nosso país, criamos essa coluna semanal onde convidado amantes da sétima arte que trabalham ou não com cinema.

Nosso convidado de hoje é produtor, diretor, ator, formado em Marketing, foi fundador e curador do Brazil Cine Fest / Macaé Cine International Film Festival entre os anos de 2011 e 2015. João Rocha, sobrinho de um dos maiores diretores que o Brasil já produziu, Glauber Rocha, segue seu próprio caminho no audiovisual, que teve início tempos atrás como designer do filme indicado ao Oscar O Que é Isso, Companheiro?

1) Na sua cidade, qual sua sala de cinema preferida em relação a programação? Detalhe o porquê da escolha.

Escolher uma sala de cinema por programação sempre foi difícil. A crescente difusão das redes das salas comerciais acaba fazendo adequações de mercado e de distribuição, as programações vão de acordo com as bilheterias, retorno financeiro e de mídia. Existem alguns refúgios que mantém uma programação ‘off-broadway’ com filmes que recebem pouco ou nenhum espaço de exibição, que permitem ao público alcançar produções menos parrudas, midiáticas e com narrativas menos comerciais. Valorizo muito esses locais. Aqui no Rio o Estação é um deles. O cinema Laura Alvim também.

2) Qual o primeiro filme que você lembra de ter visto e pensado: cinema é um lugar diferente.

A Dança dos Vampiros de Roman Polanski e seguida O Destino do Poseidon dirigido por Ronald Neame.

3) Qual seu diretor favorito e seu filme favorito dele?

Não tenho um. Tenho alguns. O australiano Baz Luhrmann, Darren Aronofsky, tem o Brian de Palma. Diretores com assinatura forte. Sei lá, não me ligo no nome de diretores. Toda mente brilhante tem altos e baixos. Ninguém é criativo o tempo todo, tão pouco genial. Eu gosto de filmes, ponto! Gosto filmes para pensar, filmes para não pensar, para rir, para chorar, para sentir medo, só não gosto de filmes para cochilar. Filmes que começam, acabam e não chegam em lugar nenhum.

 

 4) Qual seu filme nacional favorito e porquê?

Vou ser nepotista, gosto do O que é isso, Companheiro?! (risos) sou o design do filme e concorremos ao Oscar, né?! Mas é difícil escolher, sou fã do cinema nacional. Nasci e cresci nos bastidores, vendo tudo acontecer. Tenho uma relação muito pessoal com quase todos. Poderia listar um monte aqui.

5) O que é ser cinéfilo para você?

É ter amor pelo cinema como um todo. Sem distinção de segmento. De gênero. É se permitir conhecer o cinema em sua totalidade e apreciar todo o universo que se relaciona direta ou indiretamente com essa maravilhosa sétima arte.

6) Você acredita que a maior parte dos cinemas que você conhece possuem programação feitas por pessoas que entendem de cinema?

As salas de cinema são um serviço comercial, são instituições financeiras. Acho que isso já responde.

7)  Algum dia as salas de cinema vão acabar?

Da forma que conhecemos, sim. As telas migram mas o cinema nunca morre!

 

8) Indique um filme que você acha que muitos não viram mas é ótimo.

Irreversível (2002) escrito e dirigido por Gaspar Noé.

9) Você acha que as salas de cinema deveriam reabrir antes de termos uma vacina contra a covid-19?

Uma pergunta difícil que exige uma resposta mais difícil ainda. Tenho opiniões divididas.

10) Como você enxerga a qualidade do cinema brasileiro atualmente?

Somos uma das maiores potências mundiais, porque fazemos filmes incríveis com o mínimo de recursos. É como o carnaval. Avançamos muito desde a retomada e podemos avançar ainda mais quando colocarmos nosso preconceito sobre os gêneros, sobre os aspectos comerciais, sobre indústria de lado. E principalmente, quando pararmos de fazer cinema para satisfazer nossos frágeis egos.

11) Diga o artista brasileiro que você não perde um filme.

Tem isso? Então nenhum. Vejo ‘o filme’, não vejo o artista. Até mesmo porque um filme não é a obra de uma única pessoa, é uma obra coletiva. É uma comunhão de talentos.

12) Defina cinema com uma frase:

Mágica.

13) Conte uma história inusitada que você presenciou numa sala de cinema:

Lembro quando eu era pequeno em Salvador e uma senhora pulou da cadeira e foi até a tela beijar o pé de uma personagem e começou a gritar coisas que não posso repetir aqui. Acho que era A Rosa Púrpura.

14) Defina ‘Cinderela Baiana’ em poucas palavras…

Um produto do momento, igual a tantos outros no mundo todo. Para todo filme existe um público.

15) Você é cineasta. Como você enxerga o setor audiovisual brasileiro? Há muita dificuldade em se realizar um filme e colocar ele em um cinema?

Enxergo como uma roleta russa. Fazer cinema no Brasil é um sacrifício. O incentivo é zero, o retorno quase nenhum e a exibição nos cinemas dependem de uma série de acordos, lobbies e contratos. Na verdade sempre foi assim. Atualmente existem plataformas digitais e canais de tv para assinantes, oferecendo novas possibilidades de exibição para um público muito mais abrangente, globalizado. Muita gente está voltando a produzir pensando nesses novos veículos.

 

16) Você acha que após a pandemia, vão haver muitos filmes com temática sobre a quarentena que o mundo vive nos dias de hoje?

Sim, com certeza! Na verdade já tem muita gente produzindo na quarentena, se adequando, falando sobre todo esse universo novo e solitário, que antes assistíamos apenas na tela grande. São experiências, sentimentos, sensações novas e que fazem parte de um momento nunca antes vivido em toda a humanidade nessas proporções. Falar sobre esse assunto é necessário para termos as impressões, os registros, as percepções de como cada um viveu e observou essa histórica pandemia.

‘Red Notice’: Dwayne Johnson divulga novas imagens de bastidores da ação; Confira!

Em seu Instagram oficial, o astro Dwayne Johnson divulgou novas imagens de bastidores da vindoura ação Red Notice, na qual estrela ao lado de Gal GadotRyan Reynolds.

Confira:

Na trama dirigida por Rawson Marshall Thurber, Johnson interpreta um agente da Interpol que busca um ladrão internacional de obras de arte (Reynolds), conhecido por ser o mais procurado no mundo.  

A estreia acontece em 2021.

Os ‘cameos’ de Stan Lee muito além dos filmes da Marvel

Na última quinta-feira (12), a morte do lendário quadrinista Stan Lee completou 2 anos. Famoso por suas aparições especiais nos filmes da Marvel, Lee realizou assim seu sonho de infância de ser um ator famoso. O momento em que ele aparecia era sempre um dos mais aguardados pelos fãs, que se divertiam com o easter egg vivo. No entanto, não foi só nos longas da Casa das Ideias que ele deu o ar da graça. Pensando nisso, o CinePOP selecionou algumas aparições de Stan Lee em filmes que não tinham envolvimento com a Marvel. Confira!

Barrados no Shopping

Escrito e dirigido por Kevin Smith, Barrados no Shopping é um dos filmes clássicos dos anos 1990 por abordar a juventude da época de jeito divertido e repleto de referências a cultura pop. Smith é conhecido por ser um grande fã de quadrinhos, então a participação de Stan Lee, que aparece em uma loja de quadrinhos para dar um conselho amoroso para Brodie Bruce (Jason Lee), foi uma grande conquista para o diretor. A cena é tão icônica que foi referenciada no cameo póstumo do quadrinista em Capitã Marvel (2019). Na cena, a heroína que dá nome ao filme encontra Lee lendo o roteiro do filme em um vagão de metrô.

O Diário da Princesa 2: Casamento Real

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Antes mesmo da Disney comprar a Marvel, Stan Lee já adentrava nas produções dos estúdios do Mickey para fazer suas participações inesperadas. Em O Diário da Princesa 2: Casamento Real, ele aparece como um convidado do Casamento Real que “aprendeu a falar inglês assistindo Os Três Patetas“. A aparição é bem curta, mas dá tempo dele constranger a rainha (Julie Andrews) falando que “o dia só não está melhor porque ainda não estamos casamos”.

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas

Um dos cameos mais inesperados da história dos cameos de Stan Lee foi a participação dele interpretando a si mesmo no filme animado dos Jovens Titãs, o grupo de heróis abobados da DC nos cinemas. O longa da Warner faz uma sátira em geral dos filmes de super-heróis, então não tinha como não brincar com as famosas aparições do quadrinista, que aparece umas duas vezes ao longo do filme sendo uma versão surtada dele mesmo.

 

Pizza Man

Passando de astro teen para sub-celebridade que poderia andar tranquilamente nas ruas do Brasil que não seria reconhecido, Frank Muniz teve seus dias de glória durante a infância, quando emplacou diversos sucessos juvenis. Porém, Hollywood perdeu o encanto pelo ator quando o mesmo cresceu, e ele passou a estrelar filmes estranhos e de qualidade duvidosa. É exatamente este o caso de Pizza Man, que conta a história de um entregador de pizzas (Muniz) que come um tomate geneticamente modificado e acaba virando um tipo de super-herói. Sua batalha contra uma grande corporação o leva a encontrar ninguém menos que o Batman dos anos 1960 Adam West e o quadrinista Stan Lee, que fazem participações como eles mesmos.

 

Madness in the Method

Por mais que Lee tenha ficado famoso por suas participações nos filmes da Marvel, seu último papel antes de falecer foi nesta comédia metalinguística, que conta a história do ator Jason Mewes, astro de filmes como O Balconista, Barrados no Shopping e da franquia Jay & Silent Bob. Na trama, Jason Mewes (Mewes) percebe que ninguém o leva a sério em sua profissão e decide mostrar para o mundo que é um ator metódico, capaz de fazer filmes sérios. O problema é que ninguém acredita no potencial do cara, nem mesmo Stan Lee, que aparece para tirar sarro do ator.

 

Pois é, já faz dois anos que não temos mais Stan Lee entre nós. Os fãs sentem sua falta, Stan. Esperamos que esteja bem. Excelsior!

‘I Am Greta’: Documentário sobre ativista Greta Thunberg ganha novo teaser PODEROSO; Confira!

O Hulu divulgou um novo teaser oficial de ‘I Am Greta‘, documentário que gira em torno da vida da jovem ativista ambiental Greta Thunberg.

Confira:

A produção já está disponível na plataforma, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

O filme é produzido por Cecilia NessenFrederik Heinig, com Nathan Grossman comandando o projeto.

Em agosto de 2018, Thunberg, uma estudante sueca de 15 anos, começa uma greve escolar contra as mudanças climáticas. Sua pergunta para os adultos: se você não se importa com o meu futuro na Terra, porque deveria me importar com meu futuro na escola? Dentro de meses, sua greve se transformou em um movimento global. A introspectiva adolescente com espectro autista se tornou uma famosa ativista.

Thunberg recentemente foi nomeada Personalidade do Ano pela revista Time, sendo a pessoa mais jovem a conseguir esse reconhecimento. Ela também fez seu nome nos Estados Unidos durante uma turnê pela América do Norte, participando de passeatas, reunindo-se com líderes mundiais e palestrando na reunião da ONU em Nova York.

Por seu trabalho, a jovem despertou a fúria de diversos governantes, incluindo os presidentes Donald TrumpJair Bolsonaro, que já atacaram-na diversas vezes.

Thunberg também recebeu uma bolsa de estudos para a Royal Scottish Geographical Society, bem como uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz deste ano.

Crítica | Sophia Loren faz um glorioso retorno às telas com o drama ‘Rosa e Momo’

Sophia Loren é um dos nomes mais poderosos da indústria do entretenimento – e se você não a conhece, está mais que na hora de revisitar sua extensa filmografia. Afinal, Loren se tornou a primeira atriz de língua não-inglesa a levar para casa o Oscar por sua incrível performance no aclamado drama ‘Duas Mulheres’, ainda em 1960 – mas sua carreira não se restringe apenas a seus feitos no passado. Ela também emprestou sua voz e sua presença para o controverso musical ‘Nine’, de Rob Marshall, e até mesmo dublou uma das personagens na versão italiana de ‘Carros 2’. Aos 86 anos, ela é única mulher da lista das estrelas clássicas de Hollywood ainda viva e fez um glorioso retorno para aquilo que mais sabe fazer nestes últimos dias com o poderosos tour-de-force Rosa e Momo.

Dirigido por Edoardo Ponti, filho de Loren, o mais novo longa-metragem da Netflix é baseado no romance ‘A Vida Pela Frente’, de Romain Gary, e é centrado em dois personagens principais: o primeiro deles, que entra como narrador de uma jornada através de obstáculos familiares e do senso de pertencimento a uma comunidade, é encarnado pelo jovem Ibrahima Gueye em Momo, um menino muçulmano senegalês órfão que basicamente não tem nenhuma ambição quanto ao futuro. Deixado às mãos do Dr. Coen (Renato Carpentieri), Momo se rendeu ao crime e ao tráfico de drogas como forma de buscar independência e provar que não precisa de ninguém, nem mesmo quando ele é levado para a casa de Madame Rosa (Loren) até que outro lar seja encontrado.

De fato, Loren e Gueye são os grandes astros da produção e nutrem de uma química gigantesca desde o primeiro momento em que dividem as telas. Momo e Rosa não se gostam – isso fica claro desde o começo: o menino rouba dois castiçais da frágil senhora apenas para depois cruzar caminhos com ela novamente e perceber que o carma nunca falha. De qualquer forma, nenhum dos dois possui muita paciência e nem vontade de criar quaisquer laços um com o outro, talvez para se protegerem, talvez porque se sintam melhores sozinhos. A identidade de Momo é posta em xeque constantemente através dos breve 95 minutos da narrativa, visto que o roteiro é pungente o suficiente para transformá-lo em várias dissonâncias de uma mesma personalidade conforme ele segue pelas estreitas ruas do bairro italiano Libertà; enquanto isso, Rosa sofre com uma espécie de síndrome de estresse pós-traumática, revisitando os anos em que ficou presa no holocausto durante a II Guerra Mundial.

Todos esses temas são canalizados pelas habilidosas mãos de Ponti e de Ugo Chiti, que auxilia na adaptação do livro. Diferente do que poderíamos esperar de outras iterações do gênero, o panfletarismo e o pedantismo caprichoso não existem em nenhum lugar: o que insurge é um retrato singelo, sutil e emocionante de duas pessoas completamente diferentes que se unem por um acaso mais similar do que imaginam. Ambos sofreram com perdas e tentam seguir em frente sem deixar que os fantasmas de um conturbado passado voltem para assombrá-los – por mais que não consigam ou traduzam suas frustrações de outras maneiras. Rosa, volta e meia, se transforma numa carcaça sem vontade própria que se refugia num quartinho no subsolo do prédio onde mora, fitando inexpressiva fotos antigas e objetos de valor que se escondem na escuridão; Momo, além de “trabalhar” ao lado de um traficante, materializa uma leoa que o protege e que sempre o acompanha a qualquer lugar que vá.

É através de detalhes que a conexão entre os dois personagens vai crescendo em um explosivo e exuberante relacionamento que é movido pelos conflitos de gênero, raça, idade e religião – tudo isso sem cair nas formulaicas e apressadas saídas melodramáticas ou em forçadas tramas novelescas repletas de estereótipos datados. Como já mencionado, a sutileza e a maior arma do filme, sendo utilizada com tanta paixão que chega a ser difícil não soltar uma ou duas lágrimas frente às turbulências que eles enfrentam: Momo se acostuma à sua nova vida antes de perceber que, a qualquer momento, Rosa pode ser levada embora para um hospital devido à sua fraca condição mental e aos episódios de nescidade – uma dormência que a leva para longe do presente no qual está e mantém presa num ciclo vicioso sem fim.

É interessante o modo como Ponti guia o enredo que nos apresenta através de pinturas quase eclesiásticas, flertando com o impressionismo imediatista que dialoga diretamente com a realidade que quer retratar. A sóbria paleta de cores acompanha a completa ausência de prospecto dos protagonistas – anti-heróis que tentam fazer do pior algo suportável. Afinal, como Rosa menciona na transição do segundo para o terceiro ato, “quando estamos sem esperança, as coisas melhoram”. Em outras palavras, quando se está no fundo no poço, o único caminho a seguir é para cima – e isso se mantém até a derradeira verdade que decai sobre Momo: Rosa não está em condições de ser quem outrora era, uma dama austera, disciplinadora e protetora; cabe a ele fazer de seus últimos momentos uma jornada evocativa.

Rosa e Momo é facilmente um dos dramas mais poderosos do ano e uma adição quase irretocável ao catálogo da Netflix, cujos principais espólios são a química de seu elenco e o glorioso retorno de Sophia Loren àquilo que, um dia, a colocou no topo do mundo.

‘O Sono da Morte’: Terror do criador de ‘A Maldição da Residência Hill’ estreia na Netflix

O terrorO Sono da Morte‘, dirigido por Mike Flanagan (criador da aclamada série ‘A Maldição da Residência Hill‘), estreou no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, um casal adota uma criança cujos sonhos – e pesadelos – se manifestam fisicamente enquanto ele dorme.

Confira o trailer:

Kate BosworthThomas JaneJacob Tremblay estrelam a produção.

O casal Jessie (Bosworth) e Mark (Jane) decide adotar Cody (Tremblay), um adorável garoto de 8 anos. Sem o conhecimento deles, Cody tem pavor de cair no sono e logo descobrem o por que: os sonhos de Cody se manifestam em realidade enquanto ele dorme. Jessie e Mark então embarcam em uma jornada perigosa para desvendar a natureza horrível dos pesadelos do garoto.

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Crítica | Dash & Lily – Série Natalina Perfeitinha na Netflix Para Aquecer os Corações

Pensa numa história perfeitinha, que te faz rir, chorar, se emocionar, dançar, torcer, ficar triste, com raiva, questionar e, por fim, amar. Agora, coloca essa história no Natal. Em Nova York. E veja-a pela primeira vez em um ano como o de 2020. É isso que se sente com ‘Dash & Lily’, nova série natalina da Netflix.

Dash (Austin Abrams) é um rapaz rabugentinho, entojado, solitário e que detesta o Natal – tipo o Grinch. Porém, dias antes da celebração, ele vai a Nova York para ficar na casa do pai, que está viajando. Seu desejo é poder fugir das festas e passar um tempo sozinho, por isso se refugia numa livraria, onde encontra um caderninho vermelho com a anotação “você tem coragem?”. É o caderno de Lily (Midori Francis), que o deixou ali na esperança de que algum adolescente o encontrasse e conversasse com ela. Assim, Dash e Lily passam a se conhecer através do caderno, e constroem uma verdadeira caça ao tesouro no coração de Nova York, na esperança de descobrir se o outro é seu verdadeiro amor.

A história é baseada no livro homônimo de Rachel Cohn e David Levithan (que também escreveu o livro que inspirou o filme ‘Todo Dia’), e isso por si só já seria sinônimo de sucesso. Mas o roteiro escrito por Lauren Moon, Harry Tarre e Joe Tracz é simplesmente perfeito. Em oito episódios de menos de meia hora, tanto o arco geral do enredo quanto os atos dentro dele evoluem no mesmo ritmo, sem deixar nenhuma ponta solta. Todos os elementos inseridos na história têm um porque; os diálogos são naturais e condizem com os personagens; o roteiro consegue ainda inserir a própria cidade de Nova York – e, mais ainda, a Nova York na época de Natal, tão mundialmente conhecida – como um personagem, de modo que o romancezinho juvenil só faz sentido porque acontece durante uma das maiores festas novaiorquinas. O quarto episódio é zero defeitos, convidando o espectador a experenciar todas as emoções em um turbilhão de hormônios.

Só que um bom romance só faz sentido se os atores principais tiverem química. E, em Dash & Lily, os protagonistas não só têm química, mas conseguem absorver a essência de seus personagens e transmitir todo o misto de sensações que os dois vão atravessando durante a série, incluindo as transformações que os dois experimentam por conta do que vão vivendo e aprendendo um com o outro. Austin Abrams – um misto de Timothée Chalamet e John Cusack novo, inclusive por recuperar a áurea de ‘Escrito nas Estrelas’ – é um cultzinho completamente apaixonável; já Midori Francis confere à sua Lily ares de Emilia Clarke como Louisa Clark, de ‘Como Eu Era Antes de Você’, e constrói uma adolescente super querida e alto astral, mas totalmente insegura – como muitas de nós. E tem ainda o irmão dela, Langston (Troy Iwata) e o crush dele, Benny (Diego Guevara), dois divertidíssimos conselheiros amorosos.

Tantos acertos devem ser conferidos à competente direção de Fred Savage, Pamela Romanowsky e Brad Silberling, que conseguiram capturar a essência do primeiro amor juvenil e transpor o clima de natal novaiorquino na medida certa, deixando inclusive a direção de arte brilhar tanto no visual (os cenários, os figurinos, as decorações) e como na trilha sonora (tem até punk rock judeu!), que se destacam nos seus momentos.

Por todos esses motivos e muito mais, ‘Dash & Lily’ é a série perfeitinha para aquecer o coração nesse fim de ano. Dá para maratonar sem parar, porque é simplesmente impossível deixá-la de lado. Se você ainda não entrou no clima de Natal, é porque ainda não conheceu ‘Dash & Lily’.