A Netflix anunciou a data de estreia de sua nova série original, ‘I Am Not Okay With This’, estrelada por Sophia Lillis: os episódios estarão disponíveis no dia 26 de fevereiro.
O show será baseado nos quadrinhos jovem-adulto homônimos de Charles Forsman, com Jonathan Entwistle (‘The End of the F***ing World’) servindo como showrunner e produtor executivo.
A história gira em torno de Sydney (Lillis), uma adolescente estranha e inteligente com um ácido senso de humor que descobre que é dotada de poderes telecinéticos que podem causar mais problemas do que imagina.
O elenco também é formado por Wyat Oleff, Sofia Bryant e Kathleen Rose Perkins. Aidan Wojtak-Hissong e Richard Ellis terão participações especiais na série.
As informações também indicam que Entwistle ficará a encargo da direção da primeira temporada, que será composta por oito episódios. Nenhuma data de estreia foi confirmada.
A sequência ‘The Last of Us Part II‘ estreou há pouco mais de uma semana e já se tornou um dos jogos mais aclamados e vendidos dos últimos tempos.
Segundo o site PlayStation.Blog, o game vendeu desde seu lançamento nada menos que 4 milhões de cópias, quebrando o recorde da obra para PS4 mais rápida a chegar a essa marca. Como se não bastasse, foi condecorado com o selo de Aclamação Universal no agregador de reviewsMetacritic, com nota 94/100 baseada em 107 críticas.
Confira o trailer:
Vale lembrar que a HBO está desenvolvendo uma série baseada no jogo.
Recentemente, o roteirista da nova produção, Craig Mazin, garantiu que manterá a identidade LGBTQ+ da protagonista Ellie.
A informação foi compartilhada por ele mesmo por meio da sua conta oficial do Twitter, ao ser questionado por um fã.
“É melhor vocês manterem os gays gays. Por favor e obrigado. Não apaguem essa representatividade, por favor. De qualquer forma, estou empolgada com isso”.
A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.
Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Neil Druckmann, um dos criadores do aclamado game, e Craig Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.
Confira o anúncio:
“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us’ sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:
“Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”
Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.
Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.
Lançado em 2013, ‘The Last of Us’ se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.
O terror cômico ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’ é a mais nova produção da Universal Pictures e da Blumhouse – e parece que está fazendo um estrondo gigantesco entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 92% de aprovação, com nota 7.70/10 baseada em 12 reviews até o momento.
Confira as principais reações:
“Imagine que ‘Sexta-Feira Muito Louca’ se encontrou com ‘Sexta-Feira 13’ e você acertou em cheio” – We Live Entertainment.
“O filme é uma carta de amor aos slashers e às produções adolescentes, mas também é um abraço cinematográfico coberto de sangue” – Bloody Disgusting.
“Vince Vaughn e Kathryn Newton estão se divertindo como nunca nesse mash-up entre horror e comédia” – JoBlo.
“‘Freaky’ é inteligente, pungente e divertido” – IGN Movies.
“‘Freaky’ é um dos melhores slashers sobrenaturais desta era” – Daily Dead.
‘Freaky‘ recebeu alta classificação etária e só poderá ser visto por pessoas maiores de idade ou acompanhadas de um responsável.
O longa foi classificado por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual e linguagem inapropriada”.
O thriller é dirigido por Christopher Landon (‘A Morte Te Dá Parabéns’), que também assina o roteiro ao lado de Michael Kennedy. Jason Blum entra como produtor.
Millie Kessler (Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.
Dana Drori, KatieFinneran e Alan Ruck completam o elenco.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de dezembro.
A HBO divulgou o novo cartaz oficial da vindoura série ‘The Nevers’, estrelada por Laura Donnelly.
Confira, junto ao trailer:
A produção será lançada no dia 11 de abril.
Philippa Goslett entra como showrunner.
A trama acompanha uma gangue de mulheres vitorianas que descobrem ter habilidades incomuns, inimigos implacáveis e uma missão que pode mudar o mundo.
O elenco ainda conta com Olivia Williams, James Norton, Tom Riley, Ann Skelly, Ben Chaplin, Pip Torrens, Zachary Momoh, Amy Manson, Nick Frost, Rochelle Neil, Eleanos Tomlinson e Denis O’Hare.
O cinema contemporâneo é uma fonte de diversas produções de altíssima qualidade, isso é inegável. Entretanto, não podemos fechar os olhos para as décadas passadas do cenário do entretenimento e para os clássicos que caíram no gosto do público e da crítica – e que, para o bem ou para o mal, não atingem as novas gerações com o mesmo impacto de antes.
De qualquer forma, é sempre válido revisitar tais longas-metragens e descobrir incríveis histórias atemporais que envelhecem como vinho, como é o caso do recém-aniversariante ‘De Volta para o Futuro’ ou o icônico suspense ‘Tubarão’.
Pensando nisso, o CinePOP separou uma breve lista com dez clássicos imperdíveis para você conferir na Netflix.
Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:
TUBARÃO (1975)
Direção: Steven Spielberg
É claro que o primeiro blockbuster do cinema não poderia ficar de fora da nossa lista. Comandado pelo lendário Steven Spielberg, ‘Tubarão’ colocou o cineasta no centro dos holofotes e é considerado por inúmeros especialistas como um dos longas-metragens mais importantes de todos os tempos. A história traz como foco o ataque de um terrível e gigantesco tubarão branco nas praias da Nova Inglaterra. O chefe de polícia Martin Brody quer fechar o local, mas o prefeito Larry Vaughn não permite, com medo de que o faturamento com a receita dos turistas deixe a cidade sem recursos. O cientista Matt Hooper e o pescador Quint se oferecem para ajudar Brody a capturar e matar a fera, mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.
MONTY PYTHON EM BUSCA DO CÁLICE SAGRADO (1975)
Direção: Terry Gilliam, Terry Jones
Nessa icônica comédia ácida, o Rei Artur sai à procura de cavaleiros que o acompanhem em uma jornada histórica: a busca do Santo Graal. Aparecem então Sir Lancelot, o Bravo; Sir Robin, o Não-Tão-Bravo-Quanto-Sir-Lancelot; Sir Galahad, o Puro, entre outros personagens surreais. Escrita pelo genial grupo de comédia britânico Monty Python, a trama do longa satiriza diversos eventos históricos ocorridos na Idade Média.
ROCKY: UM LUTADOR (1976)
Direção: John G. Avildsen
Estrelado por Sylvester Stallone em seu melhor, ‘Rocky: Um Lutador’ é uma das produções mais conhecidas do século passado e colhe frutos até os dias de hoje. Na trama, Rocky Balboa é um pequeno boxeador da classe trabalhadora da Filadélfia e é arbitrariamente escolhido para lutar contra o campeão dos pesos pesados, Apollo Creed, quando o adversário do invicto lutador agendado para a luta é ferido. Durante o treinamento com o mal-humorado Mickey Goldmill, Rocky timidamente começa um relacionamento com Adrian, a invisível irmã de Paulie, seu amigo empacotador de carne.
SCARFACE (1983)
Direção: Brian De Palma
Após receber residência permanente nos Estados Unidos em troca do assassinato de um oficial do governo cubano, Tony Montana se torna o chefe do tráfico de drogas em Miami. Matando qualquer um que entre em seu caminho, Tony eventualmente se torna o maior traficante da Flórida, controlando quase toda a cocaína que entra em Miami. Porém, a pressão da polícia, as guerras com cartéis colombianos e sua própria paranoia servem para alimentar as chamas de sua eventual queda.
DE VOLTA PARA O FUTURO (1985)
Direção: Robert Zemeckis
Bom, ‘De Volta para o Futuro’ é um título que certamente soa familiar em alguma medida, visto que se tornou uma das produções mais emuladas e referenciadas de todos os tempos. Estrelado por Michael J. Fox e Christopher Lloyd, a trama é centrada em Marty McFly, um adolescente de uma pequena cidade californiana que é transportado para a década de 1950 quando a experiência do excêntrico cientista Doc Brown dá errado. Viajando no tempo em um carro modificado, Marty conhece versões jovens de seus pais e precisa fazer com que eles se apaixonem, ou então ele deixará de existir. Para complicar, Marty precisa voltar para casa a tempo de salvar o cientista.
MEU AMIGO TOTORO (1988)
Direção: Hayao Miyazaki
As irmãs Satsuki e Mei se mudam para o campo para ficar mais perto do hospital onde sua mãe está internada. Lá conhecem os Totoros, adoráveis criaturas místicas e alegres, que só podem ser vistas pelas crianças. Com eles, as duas irmãs viverão mágicas aventuras no campo.
O EXTERMINADOR DO FUTURO 2: O JULGAMENTO FINAL (1991)
Direção: James Cameron
O clássico longa-metragem co-escrito e dirigido por James Cameron foi lançado em 1991 e trouxe todo o elenco protagonista de volta, incluindo Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton. Na trama, o jovem John Connor (Edward Furlong) torna-se a chave para a vitória da humanidade contra a rebelião de robôs do futuro – mas as coisas mudam drasticamente quando ele vira alvo de T-1000, um exterminador metamorfo que foi enviado para matá-lo.
A LISTA DE SCHINDLER (1993)
Direção: Steven Spielberg
Vencedor do Oscar de Melhor Filme, o poderoso drama dirigido por Steven Spielberg é um dos melhores de sua carreira. Na trama, o alemão Oskar Schindler viu na mão de obra judia uma solução barata e viável para lucrar com negócios durante a guerra. Com sua forte influência dentro do partido nazista, foi fácil conseguir as autorizações e abrir uma fábrica. O que poderia parecer uma atitude de um homem não muito bondoso, transformou-se em um dos maiores casos de amor à vida da História, pois este alemão abdicou de toda sua fortuna para salvar a vida de mais de mil judeus em plena luta contra o extermínio alemão.
A ÉPOCA DA INOCÊNCIA (1993)
Direção: Martin Scorsese
Estrelado por Michelle Pfeiffer, Daniel Day-Lewis e Winona Ryder, ‘A Época da Inocência’ é um filme imperdível para qualquer um apaixonado por dramas de época. A narrativa, arquitetada pelo icônico Martin Scorsese, foca em um triângulo amoroso entre membros da alta sociedade na Nova York de 1870. Um homem nobre se casa com uma moça bem educada e bonita, porém sem charme, e acaba se apaixonando por uma mulher independente com um passado escandaloso.
FORREST GUMP – O CONTADOR DE HISTÓRIAS (1994)
Direção: Robert Zemeckis
Mesmo com o raciocínio lento, Forrest Gump nunca se sentiu desfavorecido. Graças ao apoio da mãe, ele teve uma vida normal. Seja no campo de futebol como um astro do esporte, lutando no Vietnã ou como capitão de um barco de pesca de camarão, Forrest inspira a todos com seu otimismo. Mas a pessoa que Forrest mais ama pode ser a mais difícil de salvar: seu amor de infância, a doce e perturbada Jenny.
Em uma recente entrevista, a atriz Gal Gadot comentou sobre o controverso projeto ‘Cleópatra’, que gira em torno da icônica rainha titular do Antigo Egito, e disse que a abordagem para a personagem será mais “sexy” e “inteligente”.
Não demorou muito até que os comentários de Gadot se tornassem motivo de piada nas redes sociais, visto que Cleópatra é descrita como uma mulher bastante bela e sagaz – e a atriz basicamente revelou que o público verá a mesma coisa que já foi mostrada em diversas outras cinebiografias da faraó.
Veja os comentários:
Wow, so a major turnaround from the usual historical representation of Cleopatra as an ugly idiot? https://t.co/wr2LNkzPMW
Lembrando que Patty Jenkins, outrora atada ao longa-metragem, deixou a cadeira de direção em virtude de conflitos de agenda, e atuará apenas como uma das produtoras executivas.
Kari Skogland, que recentemente dirigiu a série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, substitui Jenkins na direção.
A Paramount Pictures venceu a disputa pelo projeto que também estava na mira da Netflix, Warner Bros. e Apple TV+ .
Ainda sem título oficial, o longa é descrito como um drama histórico, político e sangrento, contado através de uma perspectiva feminista.
O longa de 1963 entrou para a história como uma das produções mais elogiadas de Hollywood e quase causou a falência da 20th Century Fox, tudo por conta do cachê de US$ 1 milhão exigido por Elizabeth Taylor para estrelar o longa.
Depois de três anos esperando ansiosamente, os fãs foram agraciados hoje (27) com a estreia dos novos episódios da adorada e elogiada série sci-fi‘Stranger Things’.
A produção se tornou um dos títulos mais populares e aclamados da Netflix, elogiada por seus aspectos técnicos e criativos e, como se não bastasse, para as constantes homenagens aos clássicos dos anos 1980 que presta em seus capítulos. A trama nos leva para a fictícia Hawkins, Indiana, que se torna palco de eventos inexplicáveis que estão associados a um grupo de cientistas escondido nos subterrâneos da pequena cidade e a uma garota muito poderosa chamada Eleven (Millie Bobby Brown). Mas isso não é tudo: os nossos heróis também enfrenta criaturas perigosíssimas que habitam o Mundo Invertido, lutando contra o tempo para impedir que esses monstros destruam tudo o que conhecem.
Além de Brown, a produção trouxe um elenco de peso às telinhas, incluindo David Harbour, Winona Ryder, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Maya Hawke, Charlie Heaton, Noah Schnapp, Sadie Sink, Joe Keery e outros. A sólida recepção da série também garantiu a ela inúmeros prêmios, incluindo 39 indicações ao Emmy Awards (das quais conquistou seis).
Para celebrar o retorno de ‘Stranger Things’, montamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores do show em si.
Confira:
A vestimenta utilizada por Eleven na primeira temporada (o vestido rosa e a peruca loira) é bastante similar e uma possível homenagem ao disfarce do protagonista titular em ‘E.T.: O Extraterrestre’, de 1982.
Até julho de 2019, Dyer e Heaton estavam namorando na vida real. Na série, seus personagens (Nancy e Jonathan) também começam a desenvolver um relacionamento.
Em uma entrevista, Sink e Dacre Montgomery (Max Mayfield e Billy Hargrove, respectivamente) admitiram que se davam muito bem na vida real. Eles trabalharam juntos para aumentar a tensão de que desfrutavam na série.
A voz de Matarazzo mudou tanto depois que a produção da 1ª temporada terminou, que o time de som não pôde usá-lo para gravações adicionais.
Antes de trabalharem juntos no show, Matarazzo (Dustin), Sink (Max) e McLaughlin (Lucas) já se conheciam, visto que se encontraram em diferentes produções da Broadway, mas na mesma época: Gaten estava em ‘Os Miseráveis’; Sadie participava de ‘Annie’; e Caleb estava em ‘O Rei Leão’.
Para interpretar Eleven, Brown de fato raspou sua cabeça inteira, enquanto a mãe filmava a sessão com uma câmera. O pai de Brown ficou tão traumatizado pelo evento, que soluçava de tanto chorar e não conseguia assistir. A gravação foi disponibilizada no YouTube.
A 3ª temporada foi celebrada pelo chef de cozinha Jordi Roca, homenageado com uma estrela Michelin, com o lançamento de 2600 unidades de sorvete de ‘Stranger Things’, intituladas Dustin, Eleven’s Power, Grofession, Iceside down, Mini Gorgon e Wakikola.
A clássica canção “Should I Star or Should I Go”, da banda Clash, foi especificamente escolhida para ser tocada em momentos-chave da trama, como quando Will (Schnapp) tenta se comunicar com Joyce (Ryder) do Mundo Invertido.
Na 2ª temporada, há um momento em que Joyce e Bob (Sean Astin) resgatam Hopper (Harbour) dos túneis e, à medida que estão saindo, Hopper se lembra do chapéu e o pega antes de fugirem. Essa sequência é referências direta à franquia ‘Indiana Jones’, em que o personagem titular (vivido por Harrison Ford) nunca deixa seu chapéu para trás.
Na trama, Ryder interpreta uma mãe cujo filho sumiu. Na vida real, Ryder dedicou o filme ‘Adoráveis Mulheres’, de 1994 (em que interpretou Jo March) a Polly Hannah Klaas, uma jovem garota de sua própria cidade natal, Petaluma, na Califórnia, que sumiu e foi encontrada brutalmente assassinada. Na época, ela havia oferecido uma recompensa de US$200 mil para qualquer um com informações sobre o ocorrido e, até hoje, ela permanece como uma grande ativista na Fundação Polly Klaas para Prevenção de Sequestro de Crianças, auxiliando na pesquisa.
‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ definitivamente veio para abalar nossas estruturas. Afastando-se de modo considerável da série original, uma espécie de sitcom tragicômica fantástica, a nova investida da Netflix não apenas nos presenteia com uma perspectiva mais sombria e macabra, como também se respalda em vários elementos nostálgicos que homenageiam a protagonizada por Melissa Joan Hart. É fato dizer que a primeira temporada tornou-se bem controversa, principalmente por tratar sem qualquer tipo de tabu várias questões complexas, incluindo machismo, racismo e doutrinações religiosas. Ademais, a diversão e as inocentes alfinetadas são divertidíssimas e complementam atuações e diálogos bastante envolventes.
A profundidade do show já se inicia com a abertura à la anos 1960, retomando as HQs clássicas de Roberto Aguirre-Sacasa, que também fica responsável pela própria adaptação. O retorno às tramas de terror já nos é entregue nesses dois minutos de introdução antes da verdadeira narrativa ganhar forma, sem pressa alguma em relação à ocorrência dos eventos. Como já dito nas primeiras impressões, o início pode parecer um tanto coreografado demais; entretanto, a atitude é compreensível, visto que precisamos entender e mergulhar de cabeça no cosmos de Greendale e em todos os seus mistérios mais ocultos.
Sabrina Spellman (Kiernan Shipka em uma deliciosa rendição ao mesmo tempo amargurada e delicada) está prestes a fazer dezesseis anos e deve decidir entre permanecer em sua vida mundana ou entregar-se ao Lorde das Trevas e assinar seu livro, juntando-se ao clã de bruxas e trilhando o caminho de seu pai, ex-sumo sacerdote da Igreja da Noite. Porém, por ser mestiça e constante alvo de injúrias, ela renuncia e não renuncia a seus poderes, recusando-se a ceder às pressões dos que vivem à sua volta e utilizando seu livre-arbítrio, ainda que passe a ter inúmeros inimigos, incluindo a presença obscura e nada acolhedora do Padre Blackwood (Richard Coyle) e das Irmãs Sinistras conhecidas como Prudence (Tati Gabrielle), Agatha (Adeline Rudolph) e Dorcas (Abigail Cowen).
Uma das maiores conquistas da série é sua estruturação. Além de desenvolver um grandioso arco para cada um de seus personagens, alguns núcleos fecham-se em si próprios e partem da construção de ‘Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’. Em outras palavras, é possível entender a história de um capítulo sozinho, mas deve-se acompanhar desde o início para ter uma visão mais ampla. Aguirre-Sacasa, em colaboração com uma aplaudível equipe criativa, não se equivale de subtramas clichês, buscando sempre pela originalidade e pelo choque. Não é surpresa, pois, que ‘Mundo Sombrio’ seja explícito e tangencie o gore, com sequências explícitas de morte e de tortura. A discrição cênica é abandonada pelas “leis” do terror, incluindo cenas de possessão demoníaca, encontro com o próprio Satã e lutas com demônios tão horríveis quanto a própria natureza humana.
A narrativa também preza pelo sentimentalismo teatral, mas não se valendo do melodrama desnecessário. Os personagens têm problemas pessoais que são obrigados a enfrentar ao longo das jornadas: Sabrina, por exemplo, cresce sem o apoio dos pais e tem a vida moldada pela presença de suas tias, Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis), as quais mantêm segredos acerca de seu nascimento e seu batismo. A partir disso, ela lida com o luto de forma diferente, recriando características de sua família dos sonhos a parti da menção que outras pessoas fazem. Sua personalidade altruísta muitas vezes é contestada pelos membros do coven, e admirada em segredo pela Zelda, cuja performance se entrega de corpo e alma a uma das personas mais encantadoras da série (sem trocadilhos).
Cada um dos protagonistas e coadjuvantes, por mais que lute para viver uma vida normal dentro de suas concepções próprias, vê-se em um ciclo compulsório de enfrentar seus maiores medos e colocar à prova o que realmente acreditam. A única exceção, talvez, insurja na figura da Srta. Wardell (Michelle Gomez), a encarnação de Lilith que em momento algum deixa de dar ponto sem nó. A mãe de todos os demônios aproxima-se da heroína fingindo ajudá-la, mas arquitetando provações mortais para aproximá-la do Lorde das Trevas e deixá-la pronta para ser abraçada pelo próprio Satã. Gomez e Otto são as que mais dividem os holofotes, deixando-se levar por encenações teatrais dramáticas propositalmente floreadas e extremamente envolventes.
Ainda que seja, no geral, uma ótima iteração, ela apresenta alguns excessos. Hilda e Ambrose (Chance Perdomo) vêm como os escapes tragicômicos que suavizam a tenebrosa atmosfera, mas poderiam ser melhores utilizados; por vezes, ambos são esquecidos em prol da continuidade cênica da arquitrama, desvalorizando-os sem qualquer motivo aparente. Além disso, alguns diálogos soam falsos e autoexplicativos demais, mesmo que não tirem o peso dramático da obra.
As inúmeras referências, também mencionadas no texto anterior, permeiam constantemente o show. As mais sutis residem em valorizar a importância do julgamento de Salem para a ambiência histórica e política tão defendida pela comunidade bruxa, enquanto as mais óbvias expandem-se para as referências fotográficas e artísticas de ‘O Exorcista’, ‘A Bruxa’ e outros clássicos do suspense psicológico. Em uma determinada cena, Aguirre-Sacasa faz questão de estampar na cara do público suas aspirações e sua tentativa de conexão com o máximo de fãs do gênero possível.
‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ parece não ter o reconhecimento que merece – o que não faz o menor sentido. Apesar dos deslizes cometidos nas temporadas futuras, a série da Netflix consagra-se como uma das mais sólidas de seu catálogo, permeada por escolhas narrativas e imagéticas de tirar o fôlego e um espectro nostálgico que nos arrebata desde os primeiros minutos até o agridoce adeus.
Ever Anderson, filha de Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony interpreta Peter Pan.
O elenco também conta com Jude Law como o infame Capitão Gancho, Alyssa Alook como a princesa Tiger Lily, Rebecca Hall como a Sra. Darling, Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee e Yara Shahidi como a fada Sininho.
Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.
Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).
Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.
‘A Freira 2‘ chega em breve aos cinemas nacionais, mas as primeiras reações começaram a despontar nas redes sociais – e elas são bastante positivas.
Os comentários destacam que a sequência é uma sólida melhora em relação ao primeiro capítulo, com alguns denotando que o filme é uma das entradas mais competentes da franquia ‘Invocação do Mal’.
Confira:
The Nun 2 is infinitely better than the first film. It’s scarier and much more intense. This is what I wanted out of the first one, which was too heavy and bogged down with lore. Now we get to have FUN with this terrifying villain. Stay for the mid credit scene! #Nun2pic.twitter.com/DmXVGjtvi4
“‘A Freira 2’ é infinitamente melhor que o primeiro filme. É mais assustador e muito mais intenso. É isso o que eu queria ter visto no primeiro, que foi muito pesado e arrastado com mitologia. Agora, podemos nos divertir com essa vilã aterrorizante. E fiquem para a cena pós-créditos”.
#nun2 is a fun and creepy good time at the theater. The cast is solid and the visuals are dark and moody. I get happy and chills every time I see the nun appear on the screen. pic.twitter.com/vJ8WXRZD5q
“‘A Freira 2’ é uma aventura divertida e arrepiante nos cinemas. O elenco está sólido e os visuais são obscuros e atmosféricos. Fiquei feliz e com arrepios toda vez que via a Freira aparecer nas telonas”.
The #Nun2 is a masterclass of sound, lighting, perspective, and pacing that will have audience anxiety dialed to 11 pic.twitter.com/P3iL8QvqYQ
“‘A Freira 2’ é uma aula de som, luz, perspectiva e ritmo que deixará o público com a ansiedade lá em cima”.
Pleased to say #Nun2 is a big improvement over the first film. Bigger, better, and scarier with a much more solid story. It does potentially break some Conjuring canon. But I had a blast! One of my favorite in the #Conjuring series thus far! -Mike M@thenunmovie@wbpicturespic.twitter.com/MSgIpBM1ZJ
“Grato em dizer que ‘A Freira 2’ é uma grande melhora em relação ao primeiro filme. Maior, melhor e mais assustador, com uma história muito mais sólida. E, potencialmente, quebra um certo cânone [do universo] ‘Invocação do Mal’. Mas me diverti muito! Um dos meus favoritos da saga até agora”.
Recentemente, o diretor Michael Chaves garantiu que o longa será o mais violento da franquia ‘Invocação do Mal‘, criada por James Wan.
E, de acordo com o Comic Book, a tão aguardada sequência foi classificada para maiores de 18 anos devido ao seu “conteúdo violento e perturbador”.
A faixa etária foi classificada pelo Motion Picture Association, órgão que regulamenta a classificação indicativa das produções na América do Norte.
Em entrevista à SFX Magazine, Chaves revelou o que podemos esperar do longa, caracterizando-o como o mais violento da franquia de terror.
“Creio que [o filme] fica mais obscuro. Até o público disse isso, quando o exibimos [pela primeira vez]. É definitivamente mais violento do que eles esperavam para um filme de ‘Invocação do Mal’“, ele conta. “É sempre um balanço delicado. É definitivamente assustador, 100% entregue sobre isso. Apenas conforme o público de terror desenvolveu um apreço [pelo gênero], o apetite por violência começou a crescer – então há elementos de violência aqui”.
Lembrando que o filme chega ao Brasil no dia 07 de setembro.
Storm Reid, Anna Popplewell, Katelyn Rose Downey, Jonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.
Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.
1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.
Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.
A trama segue Sadie McCarthy (Melissa Benoist), uma jornalista que deixou sua vida de lado para ter a chance de cobrir a campanha presidencial para um jornal. Eventualmente, ela faz amizade com outras três competidoras, Grace (Carla Gugino), Lola (Natasha Behnam) e Kimberlyn (Christina Elmore). Apesar de suas diferenças, as mulheres se tornam uma família com cadeiras na primeira fila do maior evento dramático da cidade: a batalha pela Casa Branca.
O elenco ainda contará com Brandon Scott, Griffin Dunne, Leslie Fray, PJ Sosko, Becky Ann Baker, Kyle Vincent Terry, Tala Ashe e Richard Bekins.
A série foi criada por Amy Chozick e Julie Plec (‘The Originals’).
Rina Mimoun (‘Superman & Lois’) servirá como showrunner.
Relembre a tracklist oficial da versão padrão, que já está disponível em todas as plataformas de streaming:
1. 360 2. Club Classics 3. Sympathy Is a Knife 4. I Might Say Something Stupid 5. Talk Talk 6. Von Dutch 7. Everything Is Romantic 8. Rewind 9. So I 10. Girl, So Confusing 11. Apple 12. B2B 13. Mean Girls 14. I Think About It All the Time 15. 365
“A temporada se apresenta mais sombria, com menos momentos de humor e não necessariamente mais satisfatória — mas, se há algo a destacar, é que ela se aproxima ainda mais de forma assustadora da realidade”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.
“Independentemente do destino que Ruptura busca, a jornada dramatiza as regras arbitrárias e a natureza compartimentalizada do trabalho moderno melhor do que qualquer outra produção no ar”, disse Alison Herman da Variety.
“Ruptura ainda tem a fórmula. Há alguns tropeços na narrativa aqui e ali (como houve, para ser justo, na primeira temporada), mas, na maior parte do tempo, a nova temporada é tão empolgante, surpreendente, sombriamente engraçada e distinta quanto antes”, disse Alan Sepinwall da Rolling Stone.
“Na segunda temporada, Ruptura obriga tanto seus personagens quanto seus espectadores a confrontarem nossa feia tendência de avaliar o valor do outro com base principalmente em como as necessidades e desejos dessa pessoa se alinham com os nossos próprios”, disse Kristen Baldwin do Entertainment Weekly.
“Embora não atinja completamente a genialidade da primeira temporada, a série segue por direções empolgantes que irão encantar os fãs e deixá-los ansiosos por mais”, disse Sean Boelman do FandomWire.
“É como se Erickson, Stiller e sua equipe vissem a oportunidade à sua frente e estivessem determinados a tirar o melhor proveito dessa jornada; a colocar o trabalho necessário; a valorizar cada passo da mesma forma que esperam que o público faça”, disse Ben Travers do IndieWire.
O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 17 de janeiro na Apple TV+.
Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.
“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”
O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.
A trilogia animada ‘Como Treinar o Seu Dragão’ é uma das franquias mais belas e bem recebidas da década passada, alcançando uma recepção fortíssima através de longas-metragens muito bem-produzidos e que acompanharam de perto o sucesso inenarrável da DreamWorks Animation. Acompanhando as aventuras de Soluço e seus amigos em um reino viking povoado por humanos e dragões em uma disputa interminável que logo se transforma em uma improvável aliança, a saga transformou-se em um universo multimidiático que estende um importante legado até os dias de hoje.
Acompanhando a onda de remakes em live-action da Walt Disney Studios, o anúncio de uma nova adaptação pela DreamWorks veio com comoção generalizada por parte dos inveterados fãs, ansiando por uma nova perspectiva que reuniria boa parte da equipe do projeto original em uma celebratória carta de amor cinematográfica. E, mergulhando de cabeça nessa apaixonante e fabulesca empreitada, o resultado é extremamente positivo e aprazível, trazendo um time de atores de ponta que vibra nas telonas em um épico emocionante que nos tira o fôlego desde os primeiros segundos.
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Existe uma discussão acalorada entre cinéfilos que comenta sobre a fidelidade de produções em live-action quando em comparação com a obra original. Tivemos, em 2023, a estreia da primeira temporada de ‘The Last of Us’, que caiu nas graças dos espectadores e dos especialistas como uma joia da televisão contemporânea e uma das melhores séries do século – mas trouxe breves críticas que discorriam sobre a verossimilhança exagerada para com o game, como se fosse um projeto desprovido de autenticidade e de alma própria. E, após a primeira exibição oficial para os jornalistas, ‘Como Treinar o Seu Dragão’ atraiu comentários similares que denotavam a falta de um objetivo claro para a existência de tal produção – algo que não faz sentido, considerando que a animação já completou quinze anos desde sua estreia e que revitalizá-la para uma nova geração apenas ajuda a corroborar seu impacto.
As proclamações caem por terra à medida que o projeto se desenrola e nos convida a uma epopeia de tirar o fôlego e que passa em um piscar de olhos: aqui, Mason Thames, que ganhou notoriedade depois de estrelar o ótimo ‘O Telefone Preto’, encarna Soluço, um jovem que não se sente parte da comunidade em que vive, Berk. Afinal, sendo filho do chefe da tribo, Stoico (Gerard Butler reprisando o papel que eternizou nas animações), ele sofre uma pressão constante para seguir os passos do pai, mas não encontra sucesso por não sentir o mesmo ímpeto que os outros guerreiros em enfrentar o constante ataque de perigosos dragões que assola o cotidiano dos vikings. Aliás, ele tem muito mais apreço por criar invenções mirabolantes que são diminuídas por olhares tortos de desaprovação – incluindo do ferreiro Bocão Bonarroto (Nick Frost) e da corajosa guerreira Astrid (Nico Parker).
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Em uma determinada noite, Soluço faz o impossível: consegue atingir um Fúria da Noite, a raça de dragão mais perigosa de todas e que nunca foi capturado ou abatido por um viking. Porém, ao encontrá-lo no meio da floresta, ele desenvolve uma afeição pela criatura, que apelida carinhosamente de Banguela, e passa a estudar seu comportamento e a enxergar os dragões com um outro olhar – um olhar de companheirismo, de respeito e de amizade. E as coisas se complicam mais quando Stoico coloca seu filho no treinamento para combater dragões, supervisionado por Bocão e onde irá concorrer ao lado de cinco jovens, incluindo a impetuosa e determinada Astrid.
Dean DeBlois, que fez história ao trazer a história de Soluço às telonas há uma década e meia, retorna à cadeira de direção e demonstra estar ainda mais apaixonado pelo universo arquitetado por Cressida Cowell. Enquanto o projeto animado estendeu-se por pouco mais de uma hora e meia, o live-action brilha em mais de duas horas de pura diversão, transformando-se em uma mistura quase perfeita de drama, aventura e comédia. O realizador singra pela mitologia nórdica de maneira despojada, abraçando cada um dos personagens como se fossem seus próprios filhos, e permitindo que os atores escalados façam um trabalho magnífico. E, ficando responsável pelo roteiro, DeBlois consegue expandir os momentos certos e se esquiva de potenciais escolhas equivocadas.
A beleza do projeto desponta de maneiras diferentes e, à medida que as engrenagens vão se encaixando, é notável a preocupação estética do time em não repetir o que já nos presenteado há vários anos, mas garantir que novidades existam: temos a trilha sonora remanejada de John Powell, que acrescenta mais elementos palpáveis a um épico orquestral de tirar o fôlego; a fotografia de Bill Pope pega elementos do gênero fantástico para construir uma montanha-russa de sensações que nos aproxima dos personagens em momentos mais melodramáticos e que os coloca frente a forças inimagináveis quando partem para uma aventura mortal.
A cereja do bolo, é claro, vem com a entrega irretocável do elenco: Thames parece ter nascido para interpretar Soluço, apropriando-se da personalidade propositalmente estabanada do herói para nos encantar com seu charme performático; Parker, recém-saída de uma premiada performance em ‘The Last of Us’, explora novas camadas de Astrid e nutre de uma química invejável com Thames; e Butler, reprisando o papel de Stoico, diverte-se nas telonas em um dos melhores papéis de sua carreira, navegando pela complexa mentalidade de um homem dividido entre a tarefa de ser pai e de ser um líder. E é claro, nomes como Frost, Julian Dennison, Bronwyn James e Gabriel Howell são bem-vindas adições a essa equipe dos sonhos.
O remake em live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ honra o profundo legado deixado pela animação de 2010 – e faz isso não só ao manter-se extremamente fiel à obra original, mas ao acrescentar elementos inéditos em uma grande declaração de amor aos fãs.
A vencedora do Grammy e indicada ao Oscar Ariana Grande (‘Wicked’) terminou suas filmagens da aguardada comédia ‘Entrando Numa Fria 4’, que chega aos cinemas no ano que vem.
Grande, que dá vida à personagem Olivia Jones, revelou as boas novas através das redes sociais, escrevendo: “esses últimos meses foram inimaginavelmente especiais. Eu amo meus Fockers e amo meus Byrnes… Amo muito. Vou sentir muito a falta deles. Vejo vocês novembro que vem”.
Recentemente, o astro Ben Stiller falou sobre contracenar com Grande na sequência, elogiando a atriz e cantora de sucesso.
“O que é surpreendente, e talvez nem tão surpreendente assim, é o quão bem ela se integrou ao elenco”, disse Stiller, conforme o Deadline. “Ela é extremamente profissional, engraçada e talentosa. Obviamente, todos conhecem o talento dela como cantora, mas ela também foi incrível em Wicked. O que ela está fazendo neste filme é muito único, é um personagem realmente diferente, e estamos nos divertindo muito. É ótimo trabalhar com ela”.
O quarto filme da franquia se chamará Focker-in-Law e tem estreia marcada para 25 de novembro de 2026.
Jay Roach foi confirmado na direção, com roteiro de John Hamburg.
Th ‘Meet The Parents’ sequel has been titled ‘Focker in Law’.
Starring Robert De Niro, Ben Stiller, Owen Wilson, Blythe Danner, Teri Polo, and Ariana Grande.
O novo filme ainda contará com o retorno de Owen Wilson, Stiller, De Niro e Teri Polo.
John Hamburg, roteirista da trilogia original, assume a direção.
A produção está nas mãos de Jane Rosenthal e Robert De Niro pela Tribeca Productions, com Jay Roach (diretor dos três primeiros filmes) pela Delirious Media, Ben Stiller e John Lesher pela Red Hour Films, além de Hamburg pela Particular Pictures.
A franquia ‘Entrando Numa Fria’ teve início em 2001, seguido por ‘Entrando Numa Fria Maior Ainda‘ (2005) e ‘Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família‘ (2011), arrecadando juntos mais de US$ 1,1 bilhão em bilheteria mundial.
Segundo o Deadline, o drama esportivo ‘Perfect’, da Netflix, não seguirá mais adiante na plataforma de streaming. A confirmação vem após a saída da estrela Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’) do projeto.
Fontes afirmam que a saída da atriz se deve a divergências criativas com os produtores. Brown interpretaria a ginasta olímpica Kerri Strug no filme, cujas filmagens começariam em meados deste ano. O projeto foi oficialmente encerrado.
A Netflix e os representantes de Brown não comentaram o assunto.
Gia Coppola estava em negociações para comandar o filme. Ronnie Sandahl ficou responsável pelo roteiro.
Strug fez parte da lendária equipe americana de ginástica dos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, conhecida como “The Magnificent Seven”. Ela entrou para a história ao realizar um salto perfeito mesmo com o tornozelo gravemente lesionado, uma cena inesquecível que culminou com sua queda no solo e o técnico Béla Károlyi a carregando nos braços. O momento é até hoje um dos mais icônicos das Olimpíadas.
Segundo uma publicação feita no Reddit, a trama de ‘Aves de Rapina‘ reúne Harley Quinn, Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya por um motivo bem estranho.
O vilão Máscara Negra quer sequestrar Cassandra Cain porque ela roubou um diamante que contém fotos de seu pênis, e o vazamento da imagem pode arruinar a reputação do vilão.
Segundo a fonte, o filme traz o Máscara Negra como um gay narcisista que passa grande parte do filme flertando com o serial killer Victor Zsasz.
Cassandra Cain também não tem nada a ver com sua versão dos quadrinhos, sendo descrita como “uma menina asiática gordinha e que fala muito”. E nenhuma das personagens estará vestindo um traje específico.
Por fim, o canal Beyond the Trailer publicou um vídeo afirmando que o papel do Máscara Negra pode ser “potencialmente prejudicial à representação LGBT” por conta de uma “potencial falta de dignidade”, ameaçando jogar a franquia de volta aos seus “dias mais sombrios”.
Vale lembrar que nada disso foi confirmado, no entanto, rumores indicam que a Warner Bros. também não está satisfeita com a adaptação. Resta aguardar para saber se o filme será um sucesso ou mais um fracasso.
‘Aves de Rapina‘ trará um elenco formado apenas por mulheres, com Mary Elizabeth Winstead no papel de Caçadora, Jurnee Smollett-Bell como Canário Negro, e Margot Robbie como Harley Quinn. Ewan McGregor, por sua vez, viverá o antagonista Máscara Negra
O filme será dirigido por Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).
Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.
O elenco também conta com Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), e Chris Messina (Victor Zsasz).
‘Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.
Durante uma entrevista para o Podcast de Kevin Smith, o diretor Boaz Yakin (‘Duelo de Titãs’) revelou que estava desenvolvendo um filme do ‘Batman do Futuro‘ em 2000, e Clint Eastwood era o favorito para interpretar Bruce Wayne.
Yakin disse que a WarnerBros o convidou para repaginar a imagem do Homem-Morcego no cinema após o fracasso de ‘Batman & Robin‘, então ele sugeriu uma adaptação do aclamado desenho animado.
“Eu me encontrei com Alan Burnett e Paul Dini, os criadores de ‘Batman do Futuro‘ e começamos a desenvolver uma adaptação. Faríamos como na animação, com Terry McGinnis aprendendo a lidar com a responsabilidade de ser o Batman, num cenário parecido com ‘Blade Runner‘… E teríamos Clint Eastwood como velho Bruce Wayne.”
Enquanto a equipe trabalhava em algumas versões do enredo, Dini preparou um roteiro baseado na animação ‘O Retorno do Coringa‘, mas foi aí que as coisas deram errado.
Parece que a Warner Bros se interessou pelo roteiro de Dini, só que os executivos do estúdio não concordaram com a pegada sombria e violenta, então o forçaram a escrever uma história mais descontraída.
Por conta disso, Yakin decidiu abandonar a produção, seguido por Dini e Burnett.
“O projeto foi engavetado e nunca mais ouvi falar sobre uma adaptação do ‘Batman do Futuro’. Eu acho que seria algo a frente de seu tempo, porque a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ foi bastante sombria e faz sucesso até hoje. Foi uma pena, porque eu estava muito empolgado com a ideia.”, admitiu Yakin.
Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.
A maioria dos fãs de ‘Star Wars‘ ficou bem descontente com o que fizeram com Luke Skywalker (Mark Hamill) em ‘Os Últimos Jedi‘, já que ele foi retratado como um covarde e perdedor.
Por outro lado, o personagem foi redimido no último episódio da 2ª temporada de ‘O Mandalorino‘ quando demonstrou um pouco de glória ao salvar Grogu, Din Djarin (Pedro Pascal) e companhia de uma horda de Dark Troppers.
Por conta disso, o próprio Mark Hamill agradeceu aos criadores da séries pelo retorno triunfante do Jedi após a grande decepção do ‘Episódio VIII‘.
Em seu perfil do Twitter, o astro compartilhou a imagem de Luke com as seguintes palavras:
“Às vezes, os maiores presentes são os mais inesperados e algo que você nunca percebeu que queria até que foi dado.”
A trama já começa tensa quando Mando (Pedro Pascal) e Boba Fett (Temuera Morrison) rastreiam Bo-Katan Kryze (Katee Sackhoff) e Koska Reeves (Sasha Banks) na tentativa de convencê-las a ajudá-los a resgatar Grogu das garras do Império.
Em troca, as Mandalorianas poderiam ficar com o cruzador imperial de Gideon para retomar Mandalore, além de Kryze ter a oportunidade de recuperar o Sabre Negro das mãos do vilão.
No entanto, Reeves logo percebe que Boba é um clone do desprezível Jango Fett e um atrito surge entre os dois, mas a guerreira acaba aceitando participar da missão após a súplica de Din.
“Ajudem-me a resgatar a Criança”, implora ele, “e vocês podem ter o que quiserem. Ele é a minha única prioridade.”
Iniciado o plano, o grupo consegue invadir a nave de Gideon sem problemas.
Enquanto Cara Dune (Gina Carano), Fennec Shand (Ming-Na Wen), Bo-Katan e Koska abrem caminho contra os Dark Troopers, Fett distrai alguns TIE Fighters pelo espaço e Din aproveita para ir atrás da criança.
Ao longo do caminho, ele fica cara a cara com um Dark Trooper que o domina completamente, provando por que a guarda pessoal de Gideon é tão assustadora.
Felizmente, a lança de Beskar do Mandaloriano foi o suficiente para derrubar o droide após uma intensa luta.
Ao localizar Grogu, ele encontra Gideon à sua espera empunhando o Sabre Negro… Mando o ameaça e promete deixá-lo vivo e em posse do Sabre se ele devolvesse Grogu.
Gideon mente em concordar, alegando que já tem o que precisava do pequeno alien para restaurar a ‘ordem’ na Galáxia, mas o vilão ataca Mando de surpresa.
Enquanto duelam, Din mostra que é um habilidoso oponente e seu revestimento de Beskar deixa a luta bastante equilibrada, até que ele derrota seu adversário e recupera o Sabre Negro, tornando-se seu legítimo portador.
Assim que o herói se prepara para entregá-lo a Bo-Katan, ela é tomada em surpresa, pois sabe que só será digna de empunhar o Sabre Negro e governar Mandalore se derrotar o aliado em combate… Algo que deve ser explorado na próxima temporada.
Antes de chegarmos lá, os Dark Troopers retornam e bloqueiam a passagem dos Mandalorianos prestes a desintegrá-los com uma rajada de lasers.
No entanto, uma X-Wing se aproxima da nave imperial criando um novo momento de tensão, mistério e expectativas.
Uma misteriosa figura encapuzada com um sabre de luz verde desembarca e acaba com os droides com tanta facilidade que deixa os heróis e vilões sem reação, deixando claro que é um poderoso usuário da Força…
O Cavaleiro Jedi é ninguém menos que Luke Skywalker, numa cena que faz referência ao ataque de Darth Vader aos rebeldes em ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.
Luke abre caminho pelo corredor em direção à sala onde Grogu está e eles parecem se conectar mentalmente…
Com a promessa de treinar o Baby Yoda, Luke decide partir e levá-lo para a nova Academia Jedi. É aí que Mando remove seu capacete mais uma vez, com lágrimas em seus olhos, observando o pequeno ir embora com Luke e R2-D2.
O final da 2ª temporada foi muito mais grandioso que o da 1ª e promete grandes surpresas para o que vem… O treinamento de Grogu deve ser um dos destaques dos próximos episódios, assim como os desdobramentos de seu sequestro pelas mãos de Gideon.
Sem dúvida, tudo indica que o pequeno foi sequestrado para dar início ao plano de clonagem do Imperador e do possível nascimento do Supremo Líder Snoke.
E aí, o que você acha que está reservado para dezembro de 2021?
Assista ao trailer da 2ª temporada:
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
O elenco conta com Pedro Pascal, Gina Carano, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Carl Weathers, Omid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.
De acordo com o Comic Book, Chris Columbus, diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, está desenvolvendo uma nova série de TV para a Disney+.
Intitulada ‘House of Secrets‘, a série é uma adaptação dos romances homônimos escritos por Columbus e pelo falecido Ned Vizzini (‘Se Enlouquecer, Não se Apaixone’).
A atração é fruto de uma parceria da plataforma de streaming com a produtora 26th Street Pictures, responsável pela trilogia ‘Uma Noite no Museu’.
Para quem não conhece, a trama acompanha um trio de irmãos – Brendan, Eleanor e Cordelia Walker – depois que sua família se muda para uma velha casa vitoriana que já foi propriedade do romancista ocultista Denver Kristoff.
Enquanto lidam com um vizinho mal humorado, as crianças percebem que estão presas dentro da casa mágica, que as transporta entre os mundos interligados criados nos romances de Kristoff.
Além de dirigir, Columbus também será um dos produtores, junto com Michael Barnathan e Mark Radcliffe.
Como o projeto ainda está nos estágios inciais, não há informações sobre elenco, roteiristas e nem previsão de estreia.
Lembrando que Columbus também dirigiu outros grandes clássicos do cinema, como ‘Esqueceram de Mim‘ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, além de produzir ‘Um Herói de Brinquedo’ e ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’.
Seu filme mais recentes foi ‘Crônicas de Natal: Parte Dois‘.
A Netflix divulgou o primeiro pôster oficial da comédia de ação ‘O Homem de Toronto’, estrelada por Kevin Hart e Woody Harrelson.
Na imagem, os astros se encaram, enquanto Hart parece estar com medo da expressão de fúria de Harrelson.
Confira, junto com o trailer:
Anteriormente com estreia agendada nos cinemas, o longa-metragem migrou para a plataforma de streaming e tem lançamento marcado para o dia 24 de junho.
Dirigida por Patrick Hughes (‘Dupla Explosiva’), a trama acompanha um atrapalhado homem que é forçado a trabalhar junto a um assassino profissional depois de ambos serem confundidos após uma estadia em um Airbnb, abrindo espaço para travessuras enquanto ambos tentam sair vivos deste caso de identidade trocada.
O elenco também é formado por Kaley Cuoco (‘The Big Bang Theory’), Jasmine Mathews (‘A Guerra do Amanhã’), Lela Loren (‘American Gods’), Pierson Fodé (‘Supergirl’), Jencarlos Canela (‘Grand Hotel’) e Ellen Barkin (‘Animal Kingdom’)
O roteiro fica a encargo de Robbie Fox (‘A Creche do Papai 3’) e Jason Blumenthal, produtor de ‘À Procura da Felicidade’.
Chegou ao catálogo da Netflix esta semana o suspense psicológico ‘Excluídos‘ (The Strays), que está dando o que falar entre os assinantes da plataforma.
Na trama, Neve (Ashley Madekwe) é a vice-diretora de uma renomada escola particular e vive em uma bela e luxuosa casa junto com o marido e seus filhos adolescentes, Sebastian (Samuel Small) e Mary (Maria Almeida).
Mas sua vida cuidadosamente elaborada e aparentemente perfeita começa a desmoronar com a chegada de duas figuras sombrias de seu passado, Abigail (Bukky Bakray) e Marvin (Jorden Myrie).
Misturando críticas ao racismo em meio a uma trama de conflitos de interesse, ‘Excluídos’ explora como a ganância pode gerar consequências catastróficas quando o passado insiste em vir à tona.
Escrito e dirigido pelo estreante Nathaniel Martello-White, o longa se tornou um destaque entre os críticos e recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Inclusive, o crítico do The MacGuffin afirma que:
“Nathaniel Martello-White se anunciou com uma estreia fortíssima. Se este é seu ponto de partida, só posso imaginar a que alturas ele nos levará a seguir.”
Em apenas dois dias em exibição, ‘Excluídos‘ já ocupa o 2º lugar entre os filmes mais vistos da semana.
Por outro lado, parece que as reviravoltas não estão agradando o público…
Nas redes sociais, os usuários estão comentando que o longa se sai bem até um certo ponto, mas a trama começa a ficar entediante até que se perde vez em um final completamente sem sentido.
Confira as reações:
Excluídos, novo filme Netflix, rac*smo como tema principal, mas feito de uma forma podre, mal escrito, dirigido e muito mal atuado. A proposta é interessante, mas não chega nem aos pés das masterpieces que são os Jordan Peele, por exemplo…
Os Excluídos (Netflix) começa bem e até parece que vai ser um filme interessante, no estilo Jordan Peele, mas não. A história vai por um caminho tosco, raso e acaba da pior forma possível. Eu acabei rindo porque às vezes até gosto de um filmezinho ruim. pic.twitter.com/3miyATsRGp
Uma das maiores críticas à trama de ‘Ahsoka‘ foi o fato de Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) ser uma usuária da Força, já que ela nunca havia dado sinais de ser uma senstiva em ‘Star Wars: Rebels‘, animação que a introduziu à saga.
Além disso, a rapidez com que Sabine aprendeu a dominar a Força foi algo que incomodou a maior parte do público.
Em entrevista para o Dagobah Dispatch (via CBR), o criador da atração, Dave Filoni, foi questionado sobre como encarou essas críticas.
Em resposta, ele justificou que:
“A ideia de que ela não tm total domínio em manipular a Força é que é a graça de tudo, na minha opinião. É incrível como os fãs evoluíram junto com a saga ‘Star Wars‘, porque há todo esse questionamento, pensamentos, opiniões e grupos voltados a essas discussões. Você pode encontrar grupos que pensam diferente sobre como funciona a Força. Mas, basicamente, se você apenas prestar atenção aos filmes que George [Lucas] fez, entenderá que a Força é um campo de energia criado por todos os seres vivos.”
Ele continuou:
“É o mesmo que praticar artes marciais ou até mesmo pilates. Se eu fizesse isso, seria melhor para mim, seria mais saudável, seria fortalecedor. Então, por que não fazemos todos? Mas [a prática] leva tempo. É preciso comprometimento, e nem todas as pessoas são boas nisso. Vamos ver o que acontece.”
Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.
Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).
Lars Mikkelsen, Ray Stevenson, Ivanna Sakhno, Diana Lee Inosanto, David Tennant e outros também fazem parte do elenco.
Clássico da indústria de quadrinhos irá ganhar adaptação em breve mas sua fama é bem mais antiga
O recente anúncio de parte do elenco para a vindoura série de Sandman, para a Netflix, agitou novamente o interesse pela obra. Apesar de algumas informações técnicas já terem sido anunciadas (tais como número de episódios e trama) a data de estreia permanece uma incógnita; a única pista sobre ela é que provavelmente será em algum momento de 2021. O criador da obra original, Neil Gaiman, está diretamente envolvido no projeto.
A questão é que o material fonte no qual a série da Netflix pretende se inspirar remonta de décadas atrás, mais especificamente 29 de novembro de 1988. Esse material fonte, por sua vez, se inspirou parcialmente em outro mais antigo. O primeiro indivíduo a usar a alcunha de Sandman foi Wesley Dodds, personagem criado por Gardner Fox (co-criador do primeiro Flash) e Bert Christman em 1939. Dodds operava como um vigilante, bem ao estilo do Batman, no qual sua principal arma disparava um gás do sono e seu vestuário consistia em um terno, uma capa e uma máscara de gás da Primeira Guerra Mundial.
Apesar do personagem ter figurado em uma revista importante da DC Comics, a Adventure Comics, sua fama foi se apagando após a década de 40 até seu total desaparecimento. Isso até os anos 80, quando o ainda desconhecido Neil Gaiman sugeriu ao então presidente da DC, Janette Kahn, uma revitalização do antigo vigilante. Gaiman vinha de seu primeiro projeto para a editora, Black Orchid, que não só fora muito elogiado como também introduziu os elementos místicos que o tornaram famoso.
Wesley Dodds foi o primeiro a usar a alcunha de Sandman nos quadrinhos
Durante uma entrevista concedida à Phil Hoad sobre como foi o processo de criação de Sandman para o Guardian em 2013, Gaiman disse como a ideia de retrabalhar o personagem surgiu. “Em 1988, quando eu escrevi uma sequência de sonho para Black Orchid, minha primeira obra para a DC, me ocorreu que poderia ser legal se o Sandman… pudesse estar lá… Mais tarde eu recebi uma ligação me pedindo para fazer uma serialização mensal. Eles falaram: faça seu próprio. Logo eu comecei a pensar em algo mais místico; vamos ter alguém que está por aí desde o início dos tempos. Eu herdei da mitologia a ideia de que ele era Morfeus, rei dos sonhos”.
A lenda de Morfeus remete ao panteão divino da antiga Grécia, no qual ele como um deus ocupava o posto de responsável pelos sonhos e o sono. Ao mesmo tempo a figura do Sandman, importante também para o processo criativo do quadrinho, veio de uma lenda folclórica da Europa cuja responsabilidade era conceder sonhos agradáveis às crianças utilizando sua areia mágica.
A perspectiva de Gaiman para o projeto, no entanto, não era animadora. Na mesma entrevista ele conta que planejou inicialmente que a história tivesse oito edições, isso porque todos os seus trabalhos até então foram fracassos comerciais e dessa forma ele ponderou que essa seria uma quantidade razoável antes que ele fosse demitido do projeto. É importante lembrar que a DC Comics, no final dos anos 80, estava com uma política de priorizar investimento em histórias mais pesadas e adultas.
O sucesso de “Watchmen” entre 1986 e 1987 motivou a DC Comics a investir em histórias mais pesadas
A editora liderava o mercado de maneira absoluta com os revolucionários Watchmen e Retorno do Cavaleiro das Trevas mas antes disso já havia também emplacado sucessos de crítica como Monstro do Pântano (principalmente durante a fase em que Alan Moore esteve à frente da revista) e a própria Black Orchid de Gaiman.
A estratégia que parecia estar funcionando era incentivar o fluxo de mais autores britânicos (momento esse que ficou conhecido na indústria como a “invasão britânica”), de modo que mais histórias de teor maduro pudessem ser produzidas. Essa decisão também levou à criação do selo Vertigo, cuja linha editorial era voltada para histórias que não poderiam ser publicadas pelo carimbo normal da empresa graças ao público mais jovem que consumia essas revistas e pela censura da Comics Code Authority.
Dessa forma, não foi inesperado que Gaiman recebesse incentivo por parte de seus superiores de retrabalhar por completo um personagem esquecido. Em 1989, ao final da quinta edição de Sandman, o autor reservou duas páginas para abordar como a ideia nasceu. Apesar dela não diferir muito do que foi dito na entrevista para o Guardian, ele dá uma noção do que era para ser o tema central da revista.
A quinta edição é famosa por ter apresentado a versão mais ameaçadora de John Dee, o Doutor Destino
“Tentei visualizar uma revista que não explorasse estritamente o terror, fantasia ou super-heróis. Ela teria que ser um estranho amálgama dos três temas. Uma revista cujas fronteiras estivessem tão distantes quanto as de um sonho…”.
Mas, afinal, sobre o que é Sandman? Pode-se dizer que a trama central da série acompanha as jornadas de Sonho (o personagem título que também é chamado de Morfeus, Senhor do Sonhar, Oneiros e etc) através de diversos arcos em que ele se relaciona com a ambição e esperança tanto de mortais quanto de imortais. Por ser uma entidade atrelada ao mundo dos sonhos surge sempre uma dinâmica interessante entre ele e o tema do arco narrativo em questão (Sonho não chega a ser deslocado como o Dr. Manhattan, tendo seus momentos de carisma).
Outro fator muito interessante é como a escrita de Gaiman dialoga com acontecimentos do mundo real. Esse casamento entre fatos e fantasia cria ao redor do universo apresentado uma sensação de proximidade e seriedade no qual o leitor não se sente automaticamente compelido a rejeitar ou ridicularizar o que está sendo proposto.
Mesmo não sendo um mortal, Sonho consegue demonstrar sentimentos com bastante frequência
Um exemplo é o primeiro arco dos quadrinhos, que será adaptado pela Netflix, chamado de Prelúdios e Noturnos. Por ser a apresentação da obra ele segue uma linha bastante clara de apresentação do protagonista, do objetivo dele e do trajeto percorrido. Basicamente Sonho é capturado por um ocultista, no início do século XX, por acidente. Este por sua vez desejava capturar a irmã de Sonho, a Morte, mas errou de alvo.
Detido em uma redoma mágica e despojado de seus itens (dentre eles uma algibeira com areia encantada, igual ao folclore mencionado) ele aguarda o passar das décadas enquanto seus captores vão envelhecendo. Após conseguir a libertação ele parte em uma jornada em busca de seus itens que foram se perdendo no passar do tempo. Ao mesmo tempo, a ausência do senhor dos sonhos teve um efeito negativo no mundo onde muitos não conseguiram dormir ou dormiram para sempre.
Acontece que essa consequência da ausência de Sonho no mundo é livremente baseada em um acontecimento real. Entre 1915 e 1926 ocorreu uma epidemia de Encephalitis Lethargica em vários pontos do mundo. Também conhecida como “doença do sono” esse quadro implica na letargia completa do corpo e sonolência incontrolável dentre outros sintomas. Até hoje a causa dessa epidemia é desconhecida, mas a forma como a história de Sonho conta sua origem combina com dados reais.
A desordem no mundo dos sonhos causada pela ausência de Morfeu tem embasamento em algo real
É para tanto que Sandman é muito mais sobre como Sonho (e porque não seus irmãos também) lida com o universo e eventualmente as pessoas do que sobre uma aventura tradicional de quadrinhos. O abstracionismo dos cenários envolvendo diferentes seres e dimensões presentes em cada volume torna Sandman um exemplar puro de fantasia que tem muito a falar sem sacrificar a imaginação.
A escrita do autor, bastante inspirada para transmitir verbalmente a inexatidão de dimensões como o reino do sonhar, foi tema do artigo Les Figures du rêve dans The Sandman de Neil Gaiman no qual a autora Isabelle L. Guillaume aponta como a escrita tem papel essencial nessa narrativa.
“O ponto é que Gaiman não desenha uma linha limite clara entre os vários produtos da imaginação humana. No coração do sonhar existe uma biblioteca de livros aos quais Gaiman chama de livros dos sonhos, mas que na verdade são produtos da imaginação, ou de sonhar acordado… Com esse gesto unificador, Gaiman estabelece uma narrativa que visa confundir entre realidade e ficção, tanto para o leitor quanto para os personagens que fazem parte da narrativa”.
Sandman teve uma duração de setenta e cinco edições entre 1989 e 1996. Entretanto até os dias atuais são produzidos spin-offs (histórias relacionadas) ambientados naquele universo tais como uma minissérie focada em Morte, no sonhar e uma série solo focada em Lúcifer (esta que serviu levemente de inspiração para a famosa série da Netflix).
O seriado estrelado por Tom Ellis se inspirou na visão de Neil Gaiman sobre Lúcifer
Ao todo, a série conquistou mais de 26 prêmios Eisner (o mais importante da indústria dos quadrinhos). Em 1991 a décima nona edição ganhou o cultuado World Fantasy Award, que premia os melhores exemplares do gênero de fantasia em cada ano, como melhor curta de ficção. Dentro da DC Comics a série original mantém uma marca invejável de jamais ter recebido novos capítulos, algo que nem mesmo Watchmen alcançou.
Em termos de adaptação Sandman também não deve em nada. Recentemente os três primeiros volumes receberam uma adaptação em audiobook comandada pelo próprio Neil Gaiman e envolvendo nomes como James McAvoy (Morfeus), Michael Sheen (Lúcifer) e Kat Dennings (Morte). Há também um curta produzido por fãs que adapta a sequência de acontecimentos vistos no restaurante durante a sexta edição intitulada 24 Horas de forma visualmente bastante fiel ao visto na HQ. Um longa metragem estrelado por Joseph Gordon-Levitt também quase saiu do papel mas acabou morrendo em 2016. Agora é só aguardar a nova produção da Netflix.
Margot Robbie está prestes a colher os frutos financeiros de seu sucesso, com relatos indicando que ela a receberá uma quantia significativa de dinheiro por seu papel em ‘Barbie’.
De acordo com informações da Variety, a atriz está para receber um salário e bônus de bilheteria totalizando US$ 50 milhões, graças ao estrondoso êxito do filme da Warner Bros.
A fonte dessa informação é baseada em três pessoas que têm conhecimento dos negócios de Margot Robbie. O bônus foi atribuído devido ao extraordinário desempenho de ‘Barbie’ nas bilheteiras, que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.
Greta Gerwig, a diretora e co-roteirista do filme, também é esperada para receber generosos bônus devido ao triunfo do projeto.
Até o momento, o filmejá fez US$1.183 bilhão, superando os US$ 1.128 bilhão de ‘Capitã Marvel’ nas bilheterias mundiais.
Agora, os únicos filmes que ‘Barbie‘ precisa superar para se tornar oficialmente o filme de maior bilheteria dirigido ou co-dirigido por uma mulher são ‘Frozen’ e ‘Frozen II‘, ambos dirigidos por Jennifer Lee e Chris Buck.
O total mundial de ‘Frozen‘ foi de US$ 1.280 bilhão, enquanto ‘Frozen II’ arrecadou US$ 1.450 bilhão.
Esta semana, ‘Barbie‘ surpreendeu ‘Frozen II‘ nas bilheterias domésticas com US$ 526.3 milhões contra US$477.3 milhões, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o total mundial da sequência animada.
E aí, você acha que a adaptação estrelada por Margot Robbie e Ryan Gosling tem chances?
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-Adir, Alexandra Shipp e Marisa Abela.
Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.
Uma mudança significativa está ocorrendo na série live-action ‘Avatar: A Lenda de Aang’ da Netflix. Após a renovação para a segunda e terceira temporada, o showrunner Albert Kim está se afastando da produção da série.
Segundo a Variety, Christine Boylan, que atuou como co-produtora executiva na primeira temporada, e Jabbar Raisani, que foi produtor executivo, diretor e supervisor de efeitos visuais, assumirão como showrunners.
A reportagem ainda informa que Kim permanecerá a bordo como produtor executivo das temporadas 2 e 3. No entanto, ele buscará novas oportunidades e assinou um contrato com a Disney para trabalhar como produtor executivo na série ‘Percy Jackson’, além de desenvolver novos projetos para a empresa.
Christine Boylan é conhecida por seus trabalhos em ‘Era Uma Vez’, ‘O Justiceiro’, ‘Manto e Adaga’ e ‘Constantine’.
Jabbar Raisani é reconhecido por seu trabalho em efeitos visuais em ‘Stranger Things’, ‘Game of Thrones’ e ‘The Flash’.
Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.
O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).
Tye Sheridan, ator que interpretou o Ciclope nos filmes mais recentes dos ‘X-Men’ da Fox, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel no MCU.
Vale lembrar que Sheridan foi o terceiro ator a interpretar o mutante, sucedendo James Marsden e Tim Pocock.
Em uma entrevista ao Screen Rant, Tye Sheridan falou sobre seu possível retorno como Ciclope dos X-Men em um filme do MCU:
“Eu não sei. Não acho que a questão seja se há mais histórias a serem contadas. Acho que sempre há mais histórias a serem contadas. A questão é se o público tem desejo por essas histórias e se sentimos que esse tipo de filme foi saturado ou não, ou se há uma nova forma de fazer esses filmes. Mas sim, eu não tenho muita certeza”, afirmou.
Vale destacar que o filme mais recente do MCU foi ‘Deadpool & Wolverine’, já disponível no Disney+.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Além de Reynolds e Jackmann, o elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).
Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.
Joseph Kosinski, o diretor por trás do aclamado ‘Top Gun: Maverick’, revelou detalhes sobre a sequência, compartilhando as dificuldades de ir além.
“Acho que encontramos uma forma de fazer isso, não apenas pela escala do que estamos propondo, mas pela ideia central da história que queremos contar. Estamos pensando em algo muito maior do que… É realmente uma crise existencial que o Maverick enfrenta, e é algo muito maior do que ele mesmo. Na verdade… estou tentando explicar sem revelar nada. [Risos.] É uma questão existencial com a qual o Maverick precisa lidar, e que, como filme, provavelmente fará Top Gun: Maverick parecer pequeno diante do que estamos explorando agora”, disse Kosinski à GQ.
Sobre o retorno de Tom Cruise no longa, o cineasta garantiu: “Sim, ainda há mais história para contar sobre ele. Ainda tem uma última jornada. Estamos trabalhando nisso agora. Ehren Kruger, que escreveu ‘F1’, está escrevendo o roteiro. Como em tudo, leva tempo para resolver todos os detalhes, e só vamos seguir em frente se sentirmos que temos uma história forte o suficiente”.
Questionado sobre um possível encontro entre Tom Cruise e Brad Pitt nas telonas, Kosinski brincou com a ideia:
“Bom, neste momento, seria o Cole Trickle, o personagem do [Cruise] em ‘Dias de Trovão’, e descobriríamos que ele e Sonny Hayes [personagem de Pitt em ‘F1’] têm um passado. Foram rivais em algum momento, talvez tenham cruzado caminhos… Ouvi falar sobre uma batalha épica de kart entre o Brad e o Tom nos bastidores de ‘Entrevista com o Vampiro’, e quem não pagaria para ver esses dois se enfrentando na pista?”, concluiu.
‘Top Gun: Maverick’ está disponível no Prime Video.
A estrela de ‘Euphoria’, Sydney Sweeney, fez uma revelação perturbadora ao contar que a página “For You Page – FYP” de sua conta pública no TikTok é quase inteiramente dominada por conteúdo de ódio direcionado a ela.
Conforme a Variety, a atriz compartilhou o incidente durante uma conversa com a colega de profissão, Amanda Seyfried, detalhando como o algoritmo do TikTok direciona seu conteúdo:
“Depende de qual TikTok eu estou usando”, disse Sweeney. “Se eu entro no meu TikTok privado, toda a minha For You Page é cheia de fatos históricos e artesanato. Se eu entro na minha página @syds_garage [sua conta pública], infelizmente é muito ódio sobre mim”.
A revelação chocou Seyfried: “Syd’s Garage? O seu TikTok público? Então foda-se o TikTok. Foda-se o TikTok!”.
Sweeney vem enfrentando ódio online durante grande parte de sua carreira, intensificado este ano por sua campanha de jeans para a American Eagle.
A campanha gerou indignação online, pois usava o slogan “Sydney Sweeney Has Great Jeans” (“Sydney Sweeney tem ótimos jeans”), um trocadilho com “great genes” (“bons genes”/“boa genética”). Alguns espectadores acusaram os anúncios de glorificar a “herança branca”e o físico magro da atriz, transformando a controvérsia em ataques pessoais.
O romance ‘Off Campus: Amores Improváveis’ foi um verdadeiro fenômeno no Prime Video, mas o enorme sucesso trouxe à tona um comportamento tóxico por parte do público. Diante de ataques e assédio direcionados aos atores nas redes sociais, a equipe responsável pela série e a plataforma de streaming decidiram se posicionar firmemente.
Conforme o Deadline, através da conta oficial da produção no X (antigo Twitter), foi divulgado um comunicado condenando a atitude de determinados perfis de fãs:
“A comunidade de Off Campus é construída com base no amor compartilhado por boas histórias, e no respeito pelas pessoas reais que as tornam possíveis. Pedimos que todos neste espaço estendam esse respeito ao nosso elenco e às pessoas em suas vidas. Contas que praticarem assédio direcionado serão removidas dos seguidores de nossas contas”, escreveu.
Essa medida segue uma tendência recente do Prime Video, que precisou emitir alertas semelhantes para conter o comportamento de internautas nos bastidores de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’.
Impulsionada pela imensa base de leitores dos livros de Elle Kennedy, a primeira temporada estreou em 13 de maio e se tornou um fenômeno instantâneo. Em apenas 12 dias, a produção acumulou 36 milhões de espectadores mundialmente. O sucesso foi tão avassalador que o Prime Video garantiu a renovação para a segunda temporada antes mesmo da estreia do primeiro ano. As gravações dos novos episódios, inclusive, já começaram este mês.
Se a primeira temporada focou no relacionamento de mentira, que virou amor real, entre a musicista Hannah Wells (Ella Bright) e o capitão do time de hóquei Garrett Graham (Belmont Cameli), o segundo ano trará novos protagonistas.
O Prime Video confirmou que os próximos episódios vão adaptar o terceiro livro da franquia, “The Score”, focando no romance entre o defensor Dean Di Laurentis (Stephen Kalyn) e Allie Hayes (Mika Abdalla), a melhor amiga de Hannah.
Com essa decisão, a série altera a ordem cronológica literária, já que o segundo volume original, “The Mistake”, acompanha a história de John Logan (Antonio Cipriano) e Grace Ivers (India Fowler).
Apesar da mudança, o romance de Logan e Grace não ficará de fora.
A segunda temporada apresentará rostos novos na Universidade Briar. Phillipa Soo entra para o elenco como Scarlett, uma artista de teatro que cruzará o caminho de Allie em busca do sonho de alcançar a Broadway. Já a cobiçada personagem Grace Ivers será vivida por India Fowler.
Em entrevista à People, o ator Antonio Cipriano celebrou o fato de seu personagem, Logan, não ter se apaixonado logo de cara na primeira temporada:
“Fico feliz que você não o veja apaixonado na primeira temporada. Acho legal que você conheça quem ele é como pessoa e as dificuldades pelas quais está passando. Assim, quando Grace aparece e ele vive esse relacionamento, ela consegue derrubar suas barreiras e você vê ainda mais camadas dele”, afirmou.
Cipriano também elogiou o formato antológico da produção, que destaca um casal diferente a cada ano, e revelou detalhes dos bastidores sobre a escolha de India Fowler, contando que a sintonia entre os dois foi imediata:
“Eu fiz testes com três versões incríveis e completamente diferentes de Grace, e todas eram fantásticas. Mas a India trouxe algo tão especial… Não sei explicar. Parecia que ela tinha saído diretamente dos livros. Era como se eu estivesse realmente conversando com a Grace”, acrescentou.
O ator relembrou o momento em que a equipe bateu o martelo sobre a escalação:
“Quando estávamos revendo os testes de química, depois das gravações, uma das showrunners comentou: ‘É legal porque dá para perceber que ela mesma não sabe o que vai dizer em seguida’. E isso é exatamente a Grace. Foi perfeito. Ela vai acrescentar muito à série. Vai elevá-la a outro nível, e estou muito animado para que o público veja a dinâmica entre Logan e Grace. É perfeito. Ela é exatamente a pessoa que precisávamos para esse papel. Mal posso esperar”, concluiu.
Um drama universitário baseado na série de romances best-seller, ‘Off Campus: Amores Improváveis’ acompanha um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto eles lidam com o amor, desilusões amorosas e a autodescoberta — forjando amizades profundas e laços duradouros ao navegarem pelas complexidades da transição para a vida adulta.
O elenco regular da próxima temporada ainda inclui Ella Bright, Belmont Cameli, Antonio Cipriano, Jalen Thomas Brooks, India Fowler, com Philipa Soo definida para retornar em papel recorrente.
Depois de estrelar ‘Sem Volta Para Casa‘, Tom Holland encerrou a nova trilogia do Homem-Aranha com um filme poderoso que foi aclamado pela crítica e adorado pelo grande público. Um feito que ambas as cinesséries anteriores não haviam conseguido. Porém, mesmo com o Homem-Aranha sendo hoje uma das maiores bilheterias de todos os tempos, o ator ainda se incerto sobre o seu futuro como o Cabeça de Teia.
Quem viu e curtiu o terceiro filme do Homem-Aranha sabe que a Marvel tentou acertar as contas com a Sony e fazer recomeçar a franquia do Teioso de maneira mais clássica. Com ele tendo que morar num apartamento, fazendo sua própria roupa, sendo esquecido pelos Vingadores e reconstruindo novamente sua vida – inclusive com a tarefa de reconquistar também a própria MJ.
Mas e se por acaso Tom Holland não voltasse para o papel, como a Marvel iria corrigir um problema desse tamanho? Essas são preocupação é válida, pois, num bate-papo que teve no portal Entertainment Weekly, Holland falou que o futuro do Homem-Aranha ainda é incerto para ele: “Tivemos conversas sobre o potencial futuro do Homem-Aranha, mas no momento são apenas conversas. Não sei ao certo como será o futuro e se eu estarei nele”.
É realmente de causar medo, mas considerando o enorme sucesso de Sem Volta Para Casa, esse novo Spidey tem tudo para retornar o mais cedo possível, com ou sem Tom Holland.
Tatiana Maslany, a protagonista de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, falou em uma entrevista recente sobre como reagiu ao último episódio da última série do Disney+ lançada.
Maslany disse em entrevista a Variety que a showrunner Jessica Gao sabia desde o início como uma certa parte dos fãs da Marvel enxergaria a Mulher-Hulk como uma mulher “invadindo” o Universo Cinematográfico Marvel.
A atriz continuou, dizendo que a equipe se divertiu muito lendo os comentários dos trolls online, sabendo que o final apontaria diretamente para eles.
“Jessica Gao é um gênio e conhece a cultura em que vivemos e sua posição nela quando está escrevendo essas histórias sobre uma super-heroína”, falou Maslany.
“Ela sabe qual será a resposta. Como elenco, foi delicioso enviar uns aos outros essas respostas de trolls, como ‘Oh meu Deus, dê a eles uma semana e eles vão literalmente ver isso aparecer literalmente, palavra por palavra, na série, e se tornarem os vilões do show.’ Foi emocionante”, confessou.
E aí, o que você achou do desfecho da série?
Lembrando que todos os episódios continuam disponíveis na Disney+.
A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapperMegan Thee Stallion fará aparições na produção.
Sinopse: A história começa introduzida por Xuxa Meneghel contando ao seu sobrinho Juliano (Pedro Malta), uma experiência com seu anjinho da guarda, Xuxinha. Xuxinha é o anjo da guarda de Guto, um menino de 7 anos que ao lado de seu amigo Jonas, descobrem que a Terra foi invadida por terríveis monstros, comedores de lixo, de um planeta chamado XYZ, que fica numa galáxia distante da nossa.
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