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‘Dream Scenario’: Comédia surreal da A24 com Nicolas Cage tem exibição SURPRESA no Fantastic Fest

‘Dream Scenario’, nova comédia escrita e dirigida por Kristoffer Borgli (‘Sick of Myself’), foi a grande surpresa do quarto dia do Fantastic Fest 2023, um dos maiores festivais dos Estados Unidos focado nos gêneros de terror, fantasia e ficção científica.

O festival acontece na cidade de Austin, no Texas, e tinha quatro exibições surpresas programadas. A primeira foi o badalado ‘Saltburn‘, dirigido por Emerald Fennell, vencedora do Oscar por ‘Bela Vingança‘, e estrelado por Jacob Elordi (‘Euphoria’) e Barry Keoghan (‘Os Banshees de Inisherin’).

A segunda exibição surpresa, revelada hoje, foi de ‘Dream Scenario’

Estrelado por Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’), a trama gira em torno de Paul Matthews, um infeliz homem de família que vê sua vida virada de cabeça para baixo quando milhões de estranhos de repente começam a vê-lo em seus sonhos. Mas, quando suas aparições noturnas tomam um rumo de pesadelo, Paul é forçado a navegar em seu novo estrelato.

Ainda sem previsão de estreia no Brasil, ‘Dream Scenario‘ chega aos cinemas norte-americanos em 10 de novembro.

Confira a prévia:

A produção fica a cargo de Ari Aster (‘Midsommar – O Mal Não Espera a Noite’).

Para quem não sabe, a A24 é uma das companhias mais aclamadas do cinema atual, sendo responsável por sucessos como ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’, ‘Joias Brutas’ e ‘O Farol‘.

Dakota Johnson FRACASSOU em ‘Madame Teia’! Conheça Outros Filmes que a atriz QUASE estrelou

A maior polêmica do mundo do cinema nesse início de 2024 se chama ‘Madame Teia’. O filme de super-heróis (ou heroínas) se tornou um fracasso retumbante de crítica e bilheteria, e pode acabar com a carreira de jovem estrela que protagonizou.

Você conhece Dakota Johnson, filha dos atores Melanie Griffith e Don Johnson, de filmes como a trilogia ‘Cinquenta Tons de Cinza’ – quem também foram excessivamente massacrados pela crítica, com a grande diferença de que foram também grandes sucessos de bilheteria. Para um filme se dar bem, é preciso atingir uma dessas duas coisas, ou uma bilheteria favorável, ou o prestígio de avaliações impecáveis.

Dakota Johnson demitiu seu empresário assim que ‘Madame Teia’ foi lançado nos cinemas – o que ligou um sinal de alerta em Hollywood de que as coisas não iriam bem para a atriz. Ela inclusive já deu entrevistas dizendo que será difícil se recuperar de um fracasso tão estrondoso em sua carreira. Será que a carreira de Dakota Johnson chegou mesmo ao fim? Acreditamos que não, é só uma questão de escolher os próximos projetos certos.

Enquanto Dakota Johnson não aparece em seu próximo filme, iremos voltar um pouco no tempo para dar uma olhada em sua trajetória nas telonas, mais especificamente nos filmes que quase protagonizou e quais atrizes desbancou nos projetos que estrelou. Confira abaixo.

 

Dakota Johnson derrubou meia Hollywood para ‘Cinquenta Tons de Cinza’

Quando foi anunciado que o best-seller apimentado ‘Cinquenta Tons de Cinza’ seria transformado em um longa-metragem de um grande estúdio, o fato parou Hollywood. Toda jovem atriz e jovem ator queriam estar no filme, e correram atrás dos papeis principais da polêmica produção. Como toda escalação de filme, as audições começam com basicamente todos os atores trabalhando em Hollywood, para finalmente ser cada vez mais afuniladas até chegar na intérprete escolhida.

As finalistas para ser Anastasia Steele tiveram gente do porte de Kristen Stewart, Shailene Woodley, Alicia Vikander, Felicity Jones, Imogen Poots, Lucy Hale e Elizabeth Olsen. Mas como sabemos, Dakota Johnson derrotou todas elas e ficou com o papel para si – que viria a se tornar, até o momento, o mais famoso de sua carreira.

O Mistério de Silver Lake

Existem diretores que se tornam famosos depois de apenas um filme. Basta que esse filme atinja um lugar muito almejado na cultura pop ou no zeitgesit. Mesmo que seja um lugar cult. Foi o caso com David Robert Mitchell – cineasta que achou ouro com o lançamento de ‘Corrente do Mal’, um dos melhores filmes de terror da última década. Os melhores filmes do gênero são aqueles que não são apenas terror, mas que se preocupam em entregar alguma conexão humana.

Sendo assim, é claro que todos estariam de olho no próximo passo do sujeito, e todo ator de Hollywood disputava um papel em seu projeto seguinte. ‘O Mistério de Silver Lake’ sem dúvidas foi uma obra ambiciosa e uma que havia escalado Dakota Johnson no elenco. A atriz tem a cara do filme, mas precisou sair do projeto por motivo de agenda – ela lançou no mesmo ano o remake de ‘Suspiria’, o terceiro ‘Cinquenta Tons de Cinza’ e o thriller ‘Maus Momentos no Hotel Royale’. Ou seja, seu tempo estava apertadíssimo.

No fim das contas, Dakota Johnson terminou sendo substituída por Riley Keough, a neta de Elvis Presley, amiga da atriz. Johnson foi inclusive madrinha do casamento de Keough em 2015.

 

Mulher-Gato

Não sabemos especificamente em qual projeto isso ocorreria, mas Dakota Johnson já expressou publicamente algumas vezes o desejo de viver a personagem Selina Kyle, o alter-ego da Mulher-Gato, nos filmes da DC/Warner. Pela idade da atriz, que completou 34 anos em outubro passado, ela se encaixaria mais no reboot da franquia do Homem-Morcego que ocorreu em 2022, com Robert Pattinson protagonizando ‘Batman’.

Como sabemos, a personagem terminou nas mãos de Zoë Kravitz, também de 34 anos e também filha de pais famosos. Kravitz se tornou a segunda Mulher-Gato negra do cinema (depois de Halle Berry) e a terceira do audiovisual (depois de Eartha Kitt do seriado dos anos 60). Resta saber se Dakota Johnson ainda mantém esse interesse após o fiasco que se tornou sua primeira incursão em uma personagem do gênero.

Uma Estranha Amizade

Starlet movie review & film summary (2012) | Roger Ebert

Filme indie não muito conhecido de 2012, o cult traz na direção Sean Baker, que se tornaria famoso nas rodinhas de cinéfilos poucos anos depois graças a produções como ‘Tangerina’ (2015) e ‘Red Rockett’ (2021), mas principalmente ‘Projeto Flórida’ (2017), filme indicado ao Oscar de ator coadjuvante para Willem Dafoe. ‘Uma Estranha Amizade’, como diz o título, mostra uma relação afetuosa nascendo entre uma jovem de 21 anos e uma idosa, que talvez tenha motivos escusos por trás.

O diretor Sean Baker chegou muito perto de escalar Dakota Johnson para viver Jane, a jovem de 21 anos no cinema, e de quebra trazer também a estrela clássica de Hollywood Tippi Hedren (‘Os Pássaros’), avó de Dakota na vida real, para viver Sadie, a idosa do filme. Por algum motivo a escalação não rolou, e Baker terminou optando por Dree Hemingway para a jovem e Besedka Johnson para ser a idosa – a senhora viria a falecer um ano depois da estreia do filme.

Girls

Agora falamos da série cult sensação da HBO criada e estrelada por Lena Dunham. A proposta do programa era ser um relato nu e cru sobre jovens mulheres americanas na faixa dos vinte e poucos anos, suas aspirações profissionais, sociais e de relacionamentos no início da década passada. O programa chamou atenção por ter criação de uma mente jovem brilhante como a de Dunham.

Do elenco de ‘Girls’, os atores que obtiveram maior destaque na atualidade são Adam Driver e Allison Williams. O que muitos talvez não saibam é que o programa teve produção de Judd Apatow, e que o próprio produtor testou Dakota Johnson para um dos papeis no programa. Johnson não foi aprovada, mas no mesmo ano estrelaria sua própria sitcom ‘Ben and Kate’.

Dakota Johnson substituiu Margot Robbie

Substituir Margot Robbie, a estrela mais “quente” de Hollywood na atualidade não é uma tarefa das mais fáceis. Mas é claro que não falamos do blockbuster ‘Barbie’. Isso foi em uma época em que Margot Robbie não era o tsunami que se tornaria logo no ano seguinte. Aqui falamos de uma Margot Robbie que havia “causado” em sua estreia em ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese.

Com uma estreia desse nível, as atenções de Hollywood estavam voltadas para a australiana. Assim, em um de seus primeiros trabalhos de destaque, Margot Robbie foi escalada para um papel em importante em ‘Um Mergulho no Passado’, remake de ‘A Piscina’ (1969), do diretor italiano Luca Guadagnino, o mesmo de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Poucos dias antes do início das filmagens, Robbie precisou deixar a produção, que correu desesperadamente atrás de uma substituta e encontrou Dakota Johnson.

Dakota confessou nervosismo em entrar em um projeto de maneira tão súbita, mas entregou um excelente trabalho, criando uma interessante parceria com Guadagnino, que se estendeu para seu trabalho vindouro, o remake de ‘Suspiria’.

James Marsters lamenta morte de Michelle Trachtenberg: “O mundo perdeu uma bela alma”

O ator James Marsters, que viveu o Spike em ‘Buffy – A Caça Vampiros‘, lembrou de Michelle Trachtenberg e disse que o mundo “perdeu uma bela alma” e que se lembra de Michelle como sendo “extremamente inteligente, engraçada e uma pessoa muito talentosa”.

Ele acrescenta que ela faleceu muito jovem… e deixou para trás muitas pessoas que a conheciam e a amavam.

Marsters diz que seu coração está com a família dela — e pede que as pessoas lhes deem espaço para se curarem durante esse momento incrivelmente difícil

Ele finalizou seus comentários para nós com uma mensagem destinada a Trachtenberg…

“Boa sorte, Michelle. Você faz falta.”

De acordo com o New York Post, Trachtenberg foi encontrada pela mãe por volta das 8h da quarta-feira, no One Columbus Place, no bairro Central Park South, em Manhattan. A atriz havia recentemente passado por um transplante de fígado. Sua morte não está sendo investigada como suspeita.

Nas redes sociais, fãs haviam expressado preocupação com a saúde da atriz devido à sua aparência visivelmente mais magra, levantando especulações sobre um possível envolvimento com drogas.

Em janeiro do ano passado, Trachtenberg respondeu aos comentários dos fãs, afirmando que estava “feliz e saudável”.

Nascida em Nova York no dia 11 de outubro de 1985, Michelle iniciou sua carreira aos nove anos, na série clássica dos anos 90 do Nickelodeon, ‘The Adventures of Pete & Pete’, onde interpretou a excêntrica amiga Nona F. Mecklenberg.

Desde então, trabalhou em diversos projetos, incluindo ‘Harriet, a Espiã’, ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e ‘Gossip Girl’.

‘Pânico 2’ | Mídia, Violência e a Metalinguagem à serviço de Ghostface

O sucesso estrondoso do primeiro filme garantiu que Pânico se tornasse uma franquia de sofisticada, sendo o segundo capítulo, em meu ponto de vista, o mais complexo de todos, primoroso tanto esteticamente quanto em seus requisitos dramáticos. Após os acontecimentos em Woodsboro, os sobreviventes são deslocados para o espaço de uma universidade. É lá que os novos assassinos começam a atacar, motivados por um arco gigantesco de horror que será devidamente encerrado apenas no terceiro filme. Sidney, Dewey, Gale e Randy, ecos da trama anterior, adentram agora numa bifurcada jornada de evolução de suas esferas pessoais e psicológicas enquanto personagens, delineados pelo ótimo roteiro de Kevin Williamson e dirigidos pela adequada orquestração do terror, regida pelo competente Wes Craven. Aqui, por meio de uma análise bastante minuciosa, analisaremos algumas cenas do filme, tendo em vista fazer um panorama revisionista do legado de Ghostface. Direção de fotografia, diálogos, metáforas visuais, elementos contextuais e outros traços próprios da análise crítica permitirão que vocês, caros leitores, embarquem numa viagem ao sofisticado universo de Pânico 2.

Vamos nessa?

Os personagens da abertura, interpretados por Omar Epps e Jada Pinkett Smith, estão na fila de um cinema, conversando enquanto aguardam para assistir Facada, adaptação cinematográfica do livro de Gale Weathers, texto que narra os acontecimentos do filme anterior. Enquanto ela está interessada no filme com a Sandra Bullock, exibido numa sala de cinema do outro lado da rua, o namorado reforça a sua vontade de se divertir com assassinatos. No brilhante diálogo, a personagem feminina expõe a sua insatisfação sobre a presença do personagem afro-americano nos filmes de terror e, com isso, reforça o tom autocrítico e paródico de Pânico 2, narrativa que também presta homenagem ao clássico Psicose e sua cena do chuveiro, apresentada no filme dentro do filme, numa passagem bastante emblemática.

No interior da sala de cinema, os personagens são dizimados, com algo já costumeiro na abertura de um filme slasher: o estabelecimento de um assassinato, catalisador de tudo que ocorrerá mais adiante na história. Ao colocar a personagem para morrer de maneira bastante espetaculosa, Wes Craven traz questões sobre violência, apreciação do público e relação do conteúdo que a mídia expõe cotidianamente com a própria plateia. Num palco situado no interior da sala de exibição, Ghostface cumpre o seu papel criminoso e nos deixa diante do que será Pânico 2, um dos grandes momentos estéticos e dramáticos da franquia.

A final girl interpretada por Neve Campbell está mais forte que antes. Ciente da inevitabilidade de sua situação após o lançamento do filme, nesta cena, ela acorda com o telefone tocando. É um trote, alguém se passando por Ghostface. Abaixo, Kevin Williamson, roteirista da produção, faz uma pequena participação como jornalista em um programa de TV que entrevista Cotton Weary, personagem mais desenvolvido neste momento da franquia.

Ao sair para procurar Randy, Sidney Prescott precisa atravessar uma legião de jornalistas afoitos por seu depoimento acerca das mortes apresentadas na eficiente abertura de Pânico 2, conectadas diretamente com o seu passado recente. Na sala de aula, estudantes de Cinema discutem sobre as continuações: as sequências destruíram o terror? Eis o mote das reflexões. Indo além do gênero, o debate envolve questões sociológicas, análises estéticas e a assim, destacam como a metalinguagem encontra o seu melhor momento na franquia. É uma discussão bastante referencial, pois ao falar de partes 2, 3 e 4 de alguns filmes, eles colocam o próprio Pânico 2 em debate, uma sequência que consegue, por sinal, ser melhor que o antecessor.

Gale Weathers, personagem interpretada por Courteney Cox, retorna ainda mais ácida no filme, focada no sucesso de seu livro, material sobre os assassinatos em Woodsboro no contexto anterior. Ruiva e com figurino cromaticamente mais fechado que a sua coleção em 1996, a personagem atua de maneira mais severa e apesar de se tornar uma aliada de Sidney no desfecho, ainda assim comporta-se de maneira comprometedora enquanto ser humano ético. Ademais, abaixo, ela se aproveita de uma situação para render assunto em torno do encontro forjado entre Sidney e Cotton, isto é, o preso injustiçado e a garota que perdeu a mãe para assassinos frios, confusa ao depor e levar o amante de sua mãe para a cadeia. Repare no primeiro frame: a vilã, uma das assassinas, passa constantemente pelo campo de visão da câmera orquestrada por uma direção de fotografia que sabe aproveitar o melhor da profundidade.

Dewey, personagem de David Arquette, reencontra Gale depois do incidente midiático com Sidney e Cotton. Ele a observa, critica e os depois discutem, mas há algo na atmosfera do papo que nos permite crer na conciliação, algo que de fato ocorrerá, com ambos a lutar próximo ao desfecho, menos favorável para Dewey, mais uma vez ferido gravemente. Abaixo, Sidney conversa com as garotas da fraternidade, numa das diversas passagens do filme em steadicam, recurso que permite a circulação mais sofisticada da câmera, dando ao uso do plano-sequência, mais organicidade e valorização estética.

O uso de steadicam abre a cena do assassinato da personagem de Sarah Michelle Gellar, atriz que teve uma breve participação no desenvolvimento da trama. Ela assiste Nosferatu na TV, um dos maiores clássicos do terror, enquanto Ghostface inicia as ligações que vão culminar em sua morte. A passagem toda faz referência ao primeiro embate entre Sidney e Ghostface, na primeira metade de Pânico. A suspeita do “monstro” atrás da porta, as escadas, a batalha e por fim, a morte da personagem. Aqui, percebemos mais uma pista do filme sobre a quantidade de assassinos. São dois? Apenas um? Para saber, basta observar que enquanto um aterroriza a garota na ligação, o outro já está pronto para o ataque no interior da casa que a equipe de produção de Wes Craven alugou para a passagem, um espaço amplo, próprio para o uso de profundidade de campo e ideal para a histeria entre a vítima e seu algoz.

Aqui, todos os suspeitos usam azul. O namorado de Sidney, o colega Mickey, uma das meninas da fraternidade, dentre outros personagens que passam pelo local. É o momento antes do primeiro contato entre Sidney e Ghostface em Pânico 2, filme que teve o roteiro vazado na época e precisou mudar o seu final. Ao atender uma ligação no local da festa, esvaziado pelas pessoas que se deslocaram para a cena de crime anterior, Sidney percebe que o assassino está cada vez mais próximo. Abaixo, mais uma vez, a direção de fotografia do filme investe em bastante profundidade de campo, para criar diversas possibilidades narrativas sem precisar sobrepor planos no desenvolvimento da história.

Gale e seu faro jornalístico: aqui, ela apresenta para o policial responsável pela investigação, a relação do nome das vítimas com personagens importantes do filme anterior. Quem está por detrás das mortes tem plena consciência do projeto de matança que pretende chegar até Sidney. Observe mais uma vez que a vilã, lá atrás, espreita a repórter e Dewey num tenso diálogo.

Um dos elementos essenciais da franquia Pânico: a metalinguagem. Aqui, temos o filme dentro do filme sendo comentado numa determinada passagem, antes da apresentação do segundo palco da narrativa, o teatro onde Sidney ensaia uma peça sobre Cassandra, importante personagem da mitologia grega. De maneira circular, o filme abre e fecha com um palco. É uma referência que Wes Craven fez aos clássicos trágicos, conteúdo dramático que nos ajuda a compreender melhor a sina da final girl de Neve Campbell. Para o diretor, o “horror” nos acompanha desde os primórdios das civilizações, por isso, o teatro foi um importante elemento inserido na concepção da história em Pânico 2.

Wes Craven contou, certa vez, que assistiu a um filme do italiano Fellini e viu o uso de celofane como elemento cenográfico num ambiente teatral. Para ele, era uma questão de tempo utilizar o recurso, em seu ponto de vista, esteticamente interessante. O material é utilizado no ensaio em que Sidney tenta se concentrar, mas acaba tendo visões sobre Ghostface e perdendo todo o seu foco, haja vista a condição trágica das coisas que gravitam em torno de seu cotidiano em Pânico 2. A paranoia diante das incertezas sobre quem será o próximo encontra um bom momento na cena posterior, com Dewey e Gale cercados por pessoas com telefone, possíveis suspeitos. Neste momento, Ghostface estabelece contato e qualquer um pode ser o assassino. A profundidade de campo, mais uma vez, ajuda no estabelecimento da paranoia.

O design de som e a trilha sonora são elementos importantes em qualquer filme. Na franquia Pânico, não seria diferente. Aqui, Gale Weathers encontra-se ilhada num departamento de som da faculdade de cinema. Lá, os estúdios herméticos não permitem que ninguém escute os seus gritos de pavor enquanto Ghostface a persegue. Ademais, na cena posterior, Dewey é atacado e não temos certeza sobre a sua sobrevivência. Ela entra ainda mais em desespero. A textura percussiva de Marco Beltrami, então, cumpre o papel de transmitir para os espectadores o seu desespero, haja vista a demonstração da personagem do outro lado de uma película isoladora do som. É um uso interessante das possibilidades sonoras de um filme. São passagens que também flertam com a sonoridade no som da faca a desferir golpes no ar. É lógico que fisicamente, isso é algo impossível, mas na dinâmica da estética de um produto ficcional, funciona muito bem para aumentar a sensação de medo e perigo.

Num dos melhores momentos de Pânico 2, Sidney e sua melhor amiga, interpretada por Elise Neal, tentam sobreviver ao ataque de Ghostface depois que um acidente ceifa a vida dos seguranças da final girl. As feições de força de Sidney são contrastadas pelo olhar apavorado da amiga enquanto ambas tentam escapar do assassino. Num determinado trecho, quando Sidney quase arranca a máscara e desvenda a identidade do antagonista, ela se esbarra no volante do carro e aciona a buzina. Observe que o design de som amplifica a sensação de medo e tensão. O som da buzina é de um caminhão, acoplado num chevrolet básico, potencializando a atmosfera de terror proposta pela passagem filmada toda no interior de um estacionamento, repleta de closes para captação da tensão entre personagens e situação perigosa.

No desfecho, antagonistas são revelados. A cena no interior do teatro, anteriormente, tinha sido planejada para acontecer num dos quintais da fraternidade, com personagens pendurados em árvores, etc. Acabou que o fim foi estabelecido no teatro, escolha muito mais empolgante e complexa. Os assassinos, Mickey e a mãe de Billy Loomis, expõem os seus motivos, isto é, um incentivado pela vingança e o outro supostamente influenciado pela mídia e cinema na composição de seu comportamento psicopata. No embate entre Sidney e sua antiga sogra, as coisas ganham dimensão ampla, com referências ao processo de fúria da natureza, quando a moça resolve utilizar alguns elementos da cenografia de sua peça para lutar contra a mãe vingativa, tema já presente no slasher desde Sexta-Feira 13. Interessante observar que ao longo de todo o filme, não há cenas com as duas personagens no mesmo espaço.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o terceiro capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

Crítica | ‘Centro Ilusão’ – O choque entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca das frustrações [Festival do Rio 2024]

Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.

Na trama conhecemos Caio (Brunu Kunk) e Tuca (Fernando Catatau), dois músicos, de duas gerações diferentes, que estão em uma audição para uma vaga que pode mudar suas vidas. Na espera pelo resultado, durante um tempo rodam pelo centro de fortaleza entre os sonhos e as desilusões sobre o próximo passo na vida.

Há uma generosa poesia em cada momento de reflexão, aproximando as verdades com a realidade. Num choque proposto entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca acumulada por frustrações, somos testemunhas de um encontro urbano tendo a música como um satélite que personifica os conflitos emocionais de cada um dos personagens. Como um tradutor das camadas emotivas, através de um roteiro que não se desgruda de contextos para validar o presente, Diógenes joga para o centro do palco a angústia e muitas verdades de duas almas artísticas.

Amores perdidos, abandono de relações em busca da carreira musical, a luta diária pelo reconhecimento, confrontos com a família, as incertezas e as muitas interpretações de um atual momento. Esses são alguns dos muitos assuntos que ganham tons e ritmos através de números musicais marcantes, alguns brilhantes. Em quase declamações, sem esquecer de imagens que contemplam a cidade e seus movimentos, pegamos uma reta rumo ao valor da arte urbana, da poesia das ruas, além de todo o significado que as marcas do passado podem ter nas perspectivas de um futuro.

Vencedor do Prêmio de Melhor Longa da Mostra Competitiva Novos Rumos da 26a edição do Festival do Rio, Centro Ilusão deve estrear em breve no circuito exibidor. Um filme para você ficar de olho.

Os Filmes Mais Esperados de Junho 2019

E chegamos à metade do ano. Junho, o sexto mês de 2019, indica que já assistimos a quase todos os filmes que o ano tinha a apresentar em sua primeira parte. Significa também a abertura oficial dos blockbusters do verão norte-americano – bem, será difícil algum filme superar Vingadores Ultimato este ano (que foi lançado ainda em abril).

Seja como for, Junho reserva algumas grandes estreias. Comédias, animações, suspense, terror e alguns dos blockbusters mais esperados do ano. Vem com a gente conhecer o que junho nos trará de mais interessante.

06/06

X-Men: Fênix Negra

O primeiro X-Men (2000) foi o responsável pelo início da retomada dos filmes de super-heróis no cinema – depois de amargar fases ruins nas décadas de 1980 e 1990. Mas de uns tempos pra cá a franquia vem cambaleando e já não empolga mais o público quanto antes. Fênix Negra, um dos arcos mais queridos pelos fãs, será a prova final, antes da franquia cair nos braços da Disney. Alguns dos chamarizes são as presenças de Sophie Turner (recém saída de Game of Thrones) como a personagem título, e a vilã misteriosa de Jessica Chastain.

O Homem que Matou Dom Quixote

Há nada menos do que 20 anos em produção, este filme entrou para a história como um dos (ou “o”) longa mais atrasado para sair do papel desde sua concepção. Enfrentando todo tipo de problema, desde mortes e desistência de atores, o cineasta Terry Gillian passou por uma verdadeira epopeia, mas finalmente conseguiu lançar seu filme. A história mostra um homem desequilibrado (Jonathan Pryce), que acredita ser Dom Quixote.

13/06

MIB: Homens de Preto – Internacional

Quem achava que a franquia Homens de Preto estava morta e enterrada depois da trilogia estrelada por Will Smith e Tommy Lee Jones (1997, 2002 e 2012), engana-se. Sete anos depois do último filme e a Sony resolve tomar novo fôlego e lançar esta sequência/reboot estrelada pelo casal de Thor: Ragnarok, Chris Hemsworth e Tessa Thompson. Desta vez, como diz o título, as aventuras vão além dos EUA.

Obsessão

Amamos um bom filme de suspense com doses de terror. E aqui é isso exatamente o que temos, dirigido pelo grande Neil Jordan (Entrevista com o Vampiro). Não bastasse isso, o elenco é encabeçado por duas atrizes quentíssimas, uma veterana e outra jovem. Chloe Grace Moretz vive a protagonista, que faz amizade com a viúva interpretada pela indicada ao Oscar Isabelle Huppert (Elle) – cujo nível de psicopatia começa a escalar até fugir do controle.

Dor e Glória

Junho é também o mês do retorno do prestigiado cineasta espanhol Pedro Almodóvar – três anos depois do lançamento de Julieta (2016). Aqui, como de costume, o diretor escreve e comanda o longa. A surpresa fica por conta do conteúdo, uma espécie de biografia própria, na qual Antonio Banderas (caracterizado a la Almodóvar) vive um diretor de cinema refletindo sobre suas escolhas, sua carreira e sua vida. Penélope Cruz e Leonardo Sbaraglia completam o elenco principal.

Fora de Série

O legal do cinema é justamente esta mistura heterogênea. Enquanto grandes diretores do cinema, como Almodóvar e Jordan retornam em nova forma, outros cineastas estreiam com o pé direito na função. E aqui temos a estreia da atriz Olivia Wilde no comando de uma obra, debutando de forma louvável e adquirindo todo elogio imaginável da imprensa especializada. O filme narra as desventuras de duas melhores amigas colegiais, super dedicadas aos estudos. Antes da formatura, no entanto, elas decidem cair na farra durante a última noite, tentando correr atrás do tempo perdido e fazer tudo o que perderam.

20/06

Toy Story 4

Após uma trilogia extremamente amada pelos fãs do mundo todo – que contou com um encerramento perfeito para a história de Andy e seus brinquedos vivos, encabeçados por Woody e Buzz – a Disney volta ao universo de Toy Story para um quarto filme, quase dez anos depois do terceiro. Precisava? Talvez não. Iremos perder? Diabos, não!!!

Casal Improvável

Charlize Theron é uma excelente esportista. Atriz vencedora do Oscar, modelo linda, ela parece ter tudo. Mas prova que sabe se divertir também, alternando obras dramáticas mais densas, com aventuras alucinantes, ficção científica, fantasia e tudo o que o mundo do entretenimento tem a oferecer. Ora, ela fez até Velozes e Furiosos 8. E por que não contracenar com Seth Rogen numa comédia escrachada? Aqui, eles vivem ex-colegas de colégio que tinham uma forte crush. Agora, ela é candidata à presidência dos EUA e ele um jornalista.

Espírito Jovem

Comparado a uma história de “Cinderela” com música, o longa fala sobre uma menina saída de uma pequena cidade, com sonhos de se tornar cantora. Após um concurso destes de TV, ela terá a chance de sucesso, mas será testada por sua integridade, talento e ambição. Depois de Natalie Portman em Vox Lux: O Preço da Fama, é a vez de Elle Fanning viver uma cantora no cinema.

27/06

Turma da Mônica: Laços

Fechado o mês e abrindo a época de férias escolares da criançada, Junho traz um dos filmes mais esperados do ano – tanto para crianças quanto adultos. A Turma da Mônica, quadrinhos criados pelo lendário Maurico de Sousa, fez parte da infância de crianças de diversas gerações, tendo sido criada ainda no fim da década de 1950. Agora, chega seu primeiro filme em live-action para os cinemas.

Annabelle 3: De Volta para Casa

A boneca endemoniada mais famosa do cinema está de volta em seu terceiro filme solo. Desta vez, no entanto, o novo longa se comporta como um verdadeiro capítulo da franquia Invocação do Mal, já que tem como protagonistas o casal Warren: Vera Farmiga e Patrick Wilson em pessoa. A direção é de Gary Dauberman, roteirista de A Freira (2018) e It: A Coisa (2017).

Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2

Tudo bem que a animação mais esperada do mês é Toy Story 4. Mas o segundo Pets não fica tão atrás na preferência da garotada. O primeiro foi um sucesso grandioso para a Illumination Etertainment, o mesmo estúdio de Meu Malvado Favorito e Minions. A trama mostra a vida secreta que os animais de estimação têm após seus donos saírem para trabalhar.

Divino Amor

Um dos filmes nacionais mais aguardados do ano, o longa foi sucesso de crítica em sua estreia no Festival de Sundance deste ano. O CinePOP é um dos poucos veículos nacionais que já assistiu ao filme e nossa crítica você confere no link abaixo. A obra é o novo trabalho de Gabriel Mascaro (Boi Neon). A trama passada no futuro, faz uma crítica ao fanatismo religioso.

Crítica | Divino Amor: Dira Paes em redenção espiritual em drama de cair o queixo

Eles tocam o terror! Conheça os Astros mais DETESTADOS nos bastidores dos filmes

Ah, o cinema. O mundo da sétima arte é repleto de magia e feito de sonhos. Bem, ao menos o que vemos na tela, pois os bastidores de uma produção podem ser verdadeiros pesadelos. Aquele filme que nós adoramos pode ser maravilhoso, mas sua criação pode ter sido um parto doloroso. E muitas vezes a dor é creditada aos astros e estrelas envolvidos, e seus comportamentos no mínimo, digamos, problemáticos. Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar dez casos de atores explosivos, difíceis de se lidar durante as gravações de um filme. Apertem os cintos, pois a viagem será turbulenta.

Shia LaBeouf

Shia LaBeouf CinePOP

De ator mirim adorável, de filmes como O Mistério dos Escavadores (2003), até astro do momento e queridinho do diretor Steven Spielberg (um dos maiores nomes da indústria, você sabe que chegou no topo quando cai nas graças do cineasta), vide Transformers (2007) e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), poucos são os que não sabem do trágico destino do jovem LaBeouf (de 29 anos).

Inicialmente seguindo os passos polêmicos de sua companheira de tela, Megan Fox, o ator foi escalando até se tornar um dos mais infames bad boys do cinema atual de Hollywood. A má fama do sujeito é tanta que muitos o comparam com Charlie Sheen e quem vem sofrendo com o fato é sua carreira. Prisões, alcoolismo, escândalos e polêmicas constantes cercam o ator.

LaBeouf já falou mal do diretor Michael Bay, foi acusado de plágio, saiu no meio da coletiva de imprensa do filme Ninfomaníaca (talvez querendo chamar mais atenção do que o filme em si), usou um saco de papel na cabeça com os dizeres: “Não sou mais famoso”, durante uma pré-estreia, participou de um vídeo clipe pornô e foi exibido em uma exposição na qual apenas ouvia o que os visitantes tinham para lhe dizer. As bizarrices parecem não terminar.

Além disso tudo, dois casos chamaram atenção recentemente. O primeiro foi o grande atrito com o ator Alec Baldwin (igualmente famoso pelo temperamento explosivo) durante a produção do espetáculo teatral “Orphans” na Broadway, o qual resultou na demissão de LaBeouf da peça – dizem as más línguas que os atores chegaram a sair no braço, o que o jovem chamou de “paixão”. E o segundo foi o que resultou na prisão do jovem ator, ao adentrar o espetáculo da Broadway “Cabaret” totalmente bêbado causando confusão. LaBeouf está afastado das telonas desde 2014, quando participou do drama de guerra Corações de Ferro, com Brad Pitt.

O caso mais recente foi em ‘Megalópolis’, o ambicioso épico de Francis Ford Coppola, cujas filmagens foram marcadas por relatos de caos e desorganização. Entre os desafios enfrentados pela produção, um dos que mais se destacou foi a relação conturbada entre o diretor e o ator Shia LaBeouf

Julia Roberts

Roberts CinePOP

Julia Roberts é sinônimo de elegância, beleza e muito bom humor, já que a estrela é outra associada a filmes cômicos e românticos. A grande explosão em sua carreira ocorreu em 1990, quando protagonizou Uma Linda Mulher (1990), trabalho pelo qual é lembrada até hoje e lhe rendeu a primeira indicação ao Oscar como atriz principal. No início da década de 1990, Roberts estava na crista da onda e foi justamente em tal época que desabou psicologicamente.

Durante as filmagens de Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), do diretor Steven Spielberg, no qual interpretou a fada Sininho (Tinkerbell), Roberts transformou o set em um verdadeiro inferno. A atriz se encontrava psicologicamente abalada devido ao término de um namoro e, num ataque de estrelismo, se isolava de todos os membros da equipe, proibindo muitos de falarem com ela. Nem mesmo o grande Spielberg, e sua persona de eterna criança, foi capaz de criar uma atmosfera agradável com a estrela.

O resultado foi a redução máxima das cenas com a atriz e o apelido que ganhou dos envolvidos na produção, incluindo o diretor: “Tinkerhell”, um trocadilho com o nome de sua personagem e a palavra “infernal”. Também é sabido o fato de que Julia tem relações cortadas com o irmão, o também ator Eric Roberts, mas o motivo é desconhecido. Coisas de família. A relação com a sobrinha, Emma Roberts, filha de Eric, no entanto, é boa. Hoje, Roberts se estabilizou e nada mais de ruim foi dito dela. Porém, a estrela revelou que atualmente só trabalha com amigos na frente e atrás das câmeras. Afinal, evitar problemas é sempre bom.

Jennifer Lopez

Jennifer Lopez CinePOP

Passando de um ataque de diva do passado para um do presente. Ao contrário de Julia Roberts, que parece ter se emendado, Jennifer Lopez ainda é conhecida por seus ataques de estrelismo. O curioso é que todos os veículos que relatam seus ataques não entendem o motivo, dizendo que Lopez possui uma autoestima demasiadamente elevada não correspondente ao seu nível de talento, que talvez seja grande somente para a mesma. Bem, em matéria de atuação não podemos discordar de tais afirmações.

O lance é que Lopez se tornou uma artista multifacetada e seu tino para negócios vem sempre à frente. Lopez é cantora, empresária, dona de marcas de perfume, roupas, bolsas, maquiagem, apresentadora, entre outras coisas, tudo antes de ser atriz atualmente. Por isso, a estrela é conhecida por fazer exigências ridículas para participar de um projeto, só aceitando de fato se as mesmas forem cumpridas. Quem lembra do caso na última copa do mundo, sediada em nosso país, na qual Lopez havia desistido de cantar na abertura e só compareceu nos 45 do segundo tempo. Quem sabe o que rolou por trás? Seja como for, a atriz desmentiu recentemente, no programa do apresentador James Corden, que fez seguro de sua retaguarda (e que retaguarda).

Existe uma teoria de que Lopez apenas crie este mito de diva como forma de se promover. Em 2005, a veterana Jane Fonda (também conhecida por um temperamento difícil) falou em entrevista sobre participar com Lopez da comédia A Sogra (que marcaria o retorno de Fonda às telonas, afastada então há quinze anos). Fonda disse que estava preparada para o comportamento de diva de Lopez, pelas histórias que havia ouvido, mas o que encontrou foi algo totalmente diferente. Será que a veterana estava apenas querendo ser simpática? O fato é que Lopez já foi casada três vezes, e após a separação com o cantor Marc Anthony, exigiu que nenhum membro da equipe da produção O Que Esperar Quando Você Está Esperando (2012), no qual fazia uma participação, se dirigisse a ela para evitar perguntas sobre o fim do casamento.

 

Marlon Brando

Brando CinePOP

O maior ator de todos os tempos é também notoriamente conhecido por seu temperamento excessivo. E poderia ser diferente? O ego inflado de Brando não o fez uma pessoa ruim necessariamente, o ator era conhecido por abraçar causas humanitárias e no recente documentário A Verdade Sobre Marlon Brando (2015) sua vida pessoal, um tanto trágica, é exposta.

No terreno profissional, no entanto, a coisa muda de figura. Brando se tornava uma figura cada vez mais difícil de se lidar durante as gravações de determinados filmes. No mesmo documentário, o astro diz que se sentiu humilhando em ter que fazer teste para o papel em O Poderoso Chefão (1972), que terminou se tornando seu trabalho mais icônico. Talvez por isso, o ator tenha dado o troco no diretor Coppola quando este o comandou novamente no drama de guerra Apocalipse Now (1979). Brando não decorava suas falas, precisando usar um ponto no ouvido ou ler de cartões fora de tomada enquanto rodava suas cenas.

Seu último trabalho no cinema ficou conhecido pelos bastidores conturbados. Robert De Niro, então considerado o grande ator de sua geração, queria trabalhar com Brando, seu ídolo pessoal. O projeto escolhido por De Niro para tanto foi A Cartada Final (2001), precisando convencer o ícone a dividir a cena com ele na produção, mesmo que por míseras três cenas. Já o diretor do longa, Frank Oz (a voz de Yoda no original), não teve tanta sorte. Brando se aborreceu com o cineasta e não aceitava que o diretor lhe dirigisse a palavra, precisando ser instruído nas cenas através de De Niro. Além disso, Brando se referia ao cineasta somente como Miss Piggy, a porquinha dos Muppets, personagem igualmente dublado por Frank Oz.

 

Lindsay Lohan

Lindsay Lohan CinePOP

Essa é uma piada pronta. É difícil não sucumbir à vida das estrelas de Hollywood, e se você não tiver uma base e uma fundação sustentável, pode facilmente encontrar o fundo do poço. Lohan guarda muitas semelhanças com LaBeouf, igualmente começou a carreira ainda na infância (protagonizando filmes da Disney) e inclusive tem a mesma idade do ator (29 anos). O ano de 2004 trouxe seu maior sucesso, Meninas Malvadas, e no ano seguinte ela aproveitava a popularidade com o reboot de Herbie – Meu Fusca Turbinado, também da Disney.

Depois disso, os problemas com alcoolismo e drogas foram se agravando, tornando impossível a convivência profissional com a moça. Lohan chegava atrasada aos sets de filmagens e causava desconforto aos colegas. As entradas e saídas consecutivas em clínicas de reabilitação igualmente danificaram sua carreira. Em 2007, trabalhou com a musa Jane Fonda em Ela é a Poderosa, que a aconselhou sem grande êxito. No início desta década já havia virado uma paródia de si mesma e estacionado no patamar de persona non grata.

Lohan trabalhou com Charlie Sheen, que tentava igualmente colocar sua carreira nos trilhos, duas vezes: participando de um episódio da série Tratamento de Choque e da comédia Todo Mundo em Pânico 5. Mas sua má fama era tanta, que nem mesmo Sheen a aguentou, reclamando de seus atrasos, da falta de profissionalismo da atriz e até mesmo do sumiço de alguns itens dos sets, que possivelmente foram levados pela problemática jovem. Em 2013, a atriz fez sua última aparição até o momento no filme The Canyons (ainda inédito no Brasil), do diretor Paul Schrader, no qual retratava uma personagem bem próxima de sua própria vida conturbada. O diretor disse em entrevistas que queria retratar a atmosfera do que seria ter Lindsay Lohan em seu filme, o que no final das contas acabou se arrependendo.

Charlie Sheen

Charlie Sheen CinePOP

Falando no ator, ele ocupa um lugar especial em nossa lista. Sheen começou a carreira ainda adolescente e em meados da década de 1980, protagonizou dois filmes de prestígio dirigidos pelo cultuado Oliver StonePlatoon e Wall Street: Poder e Cobiça. Aos poucos seus problemas com a lei também foram se tornando notórios e Sheen, adepto de festas selvagens, drogas, álcool e prostitutas, começou a manchar sua reputação.

Seus casamentos duravam pouco e eram motivo de piada, vide a união com a beldade Denise Richards. O auge dos problemas ocorreu com o caso envolvendo a série Two and a Half Man, a qual Sheen protagonizava, foi responsável por salvar sua carreira (diversos atores recorrem para a telinha quando a carreira no cinema perde o gás) e fez do ator um dos mais ricos da atualidade – chegando a ganhar um milhão de dólares por episódio.

As festas do ator se tornaram cada vez mais intensas, o que causava atrasos, e até mesmo ausência de ensaios e gravações. O produtor do programa, Chuck Lorre, resolveu parar a produção até segunda ordem, deixando a equipe inteira do seriado à deriva. Sheen estava cada vez mais magro, portando uma aparência nada saudável devido às drogas e sua imagem estampava as primeiras páginas de tabloides, como no caso em que trancou uma prostituta no armário, causando pânico em um hotel. A batalha judicial entre Sheen e os produtores do programa terminaram por afastar o ator da bem sucedida série, sendo substituído por Ashton Kutcher nas últimas temporadas.

Mike Myers

Myers CinePOP

Taí um sujeito que vocês jamais imaginariam ver nesta lista. Pois é, o humorista Mike Myers é conhecido por sua persona brincalhona e amável. Nos bastidores de seus filmes, no entanto, o sujeito exige controle criativo e não está para brincadeiras. O criador de Quanto Mais Idiota Melhor e Austin Powers é conhecido por causar pavor na equipe de seus filmes e “segundo a lenda”, já exigiu a demissão de membros da equipe que o olharam nos olhos em seus momentos de chilique. Myers está afastado das telonas como protagonista desde seu último fracasso retumbante, O Guru do Amor (2008).

Katherine Heigl

Heigl CinePOP

Outra atriz de aparência tranquila, cujos filmes românticos fazem passar uma imagem de pessoa adorável, Katherine Heigl tem fama de falar mal das produções que participa, muitas vezes se negando a divulgar tais filmes. Isto é, após descontar seus cheques pelas participações, é claro. Heigl renegou Ligeiramente Grávidos (2007), por exemplo, o filme que a colocou no mapa, acusando-o de sexista. Em diversas entrevistas, ela não esconde a falta de apreço pela obra.

O mesmo ocorreu com sua participação no seriado Grey´s Anatomy, no qual permaneceu pelas quatro primeiras temporadas. Colegas de elenco revelaram a insatisfação de trabalhar com a moça, que sempre desmerecia a produção. Não demorou para Heigl, a eterna insatisfeita, deixar a série.

Christian Bale

Christian bale CinePOP

Quando o ator britânico foi anunciado como o novo Batman do cinema em 2005, todos acharam perfeita sua escalação. O motivo era a atuação de Bale como o psicótico Patrick Bateman de Psicopata Americano (2000). Bem, talvez não tenha sido um grande esforço para o astro personificar um homem com a psique abalada.

Todos conhecem o caso de exaltação extrema envolvendo o ator durante as filmagens de Exterminador do Futuro: A Salvação (2009), no qual Bale solta toda a sua fúria para cima do diretor de fotografia do longa, Shane Hurlbut. Acontece que Bale é um ator metódico, muito sério e concentrado em sua performance (será que era realmente necessário algo do nível para este filme?), e no momento em que entregava uma atuação dramática e intensa, Hurlburt resolveu passear de um lado para o outro atrapalhando a cena. Nem precisa dizer (pois está na internet) que Bale espumou pela boca e soltou os bichos pra cima do fotógrafo, ameaçando demiti-lo e dar umas pancadas no profissional. O caso ficou famoso como um dos maiores escândalos recentes de bastidores.

Em outra ocasião, perto da cerimônia do Oscar 2011, que terminou por premiar Bale pelo filme O Vencedor, outro escândalo veio à tona, ocorrido em um hotel onde o ator estava hospedado. Segundo rumores, o ator teria se envolvido em uma briga e agredido a esposa Sibi Blazic (com quem tem dois filhos e permanece casado até hoje) e a mãe Jennifer James Bale. Nada foi confirmado.

Bônus: Gwyneth Paltrow

Paltrow CinePOP

Esta pode causar espanto aos leitores, já que a atriz possui uma aparência e fama bem serenas. No entanto, Paltrow (de 43 anos), não é a figura mais popular de Hollywood, por tentar forçar seu estilo de vida ultra saudável em seus colegas e fãs em geral (algo que a jovem Shailene Woodley repete). Além disso, o que chama atenção negativamente em Paltrow são suas exigências, no mínimo, dignas de uma dondoca mimada. De acordo com fontes, Paltrow exige, por exemplo, que o chuveiro de sua academia seja seco por funcionários antes de usá-lo. Acontece que a Sra. Paltrow não gosta de encostar na água em que outras pessoas tomaram banho.

‘Stranger Things 3’: Millie Bobby Brown bem diferente em novas imagens dos bastidores

Novas imagens dos bastidores da 3ª temporada de ‘Stranger Things‘ revelam cenas dramáticas com Millie Bobby Brown filmando na praia.

Confira:

Segundo o produtor executivo da série, Shawn Levy, embora o novo ciclo se passe no verão norte-americano, a atmosfera aparentemente leve e colorida será apenas um background para um ciclo cheio de mistérios.

Em entrevista ao Playlist, ele disse:

“Sem sombra de dúvidas, assim como foi mostrado no viral, o shopping Starcourt será parte da terceira temporada. Assim como o verão. Então, o novo ciclo terá essa dose saudável, bem alegre, leve, com uma diversão cultural. Mas posso te garantir que ele também irá para lugares mais sombrios e teremos muito mais ação do que jamais tivemos.”

A nova temporada trará a fase de transição da personagem Eleven, da pré-adolescência para a adolescência.

Segundo a própria atriz Millie Bobby Brown e o diretor Shawn Levy, o novo ciclo apresentará o seu amadurecimento.

Brown compartilhou a informação com os fãs, durante um evento realizado pela Netflix. Ela ainda comentou sobre a experiência de dar vida a uma figura tão complexa como a Eleven.

Disse:

“A Eleven tem uma narrativa muito linda nesta temporada. Será muito focada em seu amadurecimento e em sua compreensão sobre como é ser uma adolescente normal. E sobre interpretá-la, eu descobri um outro lado da minha atuação que até então eu não conhecia. Descobri novas técnicas para chorar, ficar brava e eu aprendi tanto com a personagem, com aqueles episódios em que fiquei isolada. Isso vai impactar no terceiro ciclo, quando coisas ainda mais estranhas acontecerem. Eu só quero dizer que eu uso aquele estilo de atuação agora e meu método de interpretação para a temporada 3”.

A estreia é prevista para 2019!

3ª temporada de ‘Claws’ ganha trailer completo; Assista!

A TNT divulgou o trailer completo da 3ª temporada de ‘Claws‘.

Confira:

A série foi criada por Eliot Laurence.

No salão de beleza Nail Artisan of Manatee County, ninguém é quem parece ser. As cinco manicures principais são traiçoeiras e venenosas, com vidas que parecem saídas de um reality show.

O elenco conta com Niecy Nash, Carrie Preston, Kevin Rankin, Judy Reyes, Jason Antoon, Jack Kesy, Harold Perrineau, Karrueche TranJenn Lyon.

A terceira temporada irá estrear no dia 9 de junho.

‘Locke & Key’: Assista aos 10 primeiros minutos da série!

A Netflix divulgou um novo vídeo com os 10 primeiros minutos da série ‘Locke & Key‘.

Confira:

A produção conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.84/10 (até agora). O consenso geral afirma que “apesar de se esforçar às vezes para alcançar um tom consistente, [a série] captura o suficiente da essência do material original para proporcionar um momento assustador e divertido o bastante”.

Confira algumas das críticas abaixo:

“A investida televisiva de ‘Locke & Key’ parece uma amálgama de ideias que ficariam melhores em outro lugar” – Rolling Stone.

“O assustador é algo grande no serviço de streaming, bem como dramas de colégio. Coloque os dois juntos e então verá a mágica de verdade” – Pittsburgh Post Gazette.

“Como um todo, a temporada inaugural de ‘Locke & Key’ funciona melhor para os espectadores que não estão familiarizados com o material original, apesar de vários pontos da narrativa aderirem bastante aos quadrinhos” – Bloody Disgusting.

“Talvez o histórico complicado de desenvolvimento do show explica o porquê da encarnação dessa série parece jogar no seguro o tempo todo” – TV Guide.

“Há um pouco para cada um nesse show. Apenas dê tempo no começo de ser envolvido, e terá uma aventura selvagem” – TV Fanatic.

A série estreia amanhã, 07 de fevereiro, na plataforma.

Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill, e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas, tentando mantê-las protegidas das forças malignas do vilão Caravaggio.

De acordo com o Deadline, a série trará Connor Jessup e Jackson Robert Scott como protagonistas, interpretando os irmãos Tyler e Bode Locke, respectivamente. 

Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) também fazem parte do elenco. Gluck será Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.

Além deles, Coby Bird dará vida à Rufus Whedon, um personagem neurodivergente que se torna uma peça essencial na missão de Bode e Tyler Locke. 

 Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de HillAndre Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.

‘Evil’: Elenco encena o trailer da 2ª temporada de suas casas; Confira o resultado!

Durante o painel da New York Comic Con, a CBS divulgou o primeiro vídeo da 2ª temporada do drama sobrenatural ‘Evil‘.

Curiosamente, as gravações do novo ciclo ainda não começaram, então os atores encenaram, de suas casas, cenas que irão fazer parte da nova temporada.

Confira o resultado:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Globoplay!

A produção foi criada por RobertMichelle King, dupla responsável pela aclamada ‘The Good Wife‘.

A trama gira em torno da batalha entre ciência e religião. A narrativa principal foca em Kristen Benoist (Herbers), uma psicóloga cética que cruza caminho com David Dacosta (Colter), um padre católico ainda em treinamento, e um empreiteiro corrupto para investigar supostos milagres, possessões demoníacas e outras ocorrências extraordinárias para encontrarem alguma explicação científica ou sobrenatural por trás dos eventos.

O elenco conta com Katja Herbers, Mike Colter, Aasif Mandvi e Michael Emerson.

‘SING 2’: Elenco solta a voz no novo trailer DUBLADO da sequência; Assista!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer dublado da sequência ‘SING 2‘ .

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Garth Jennings.

Buster e seu elenco transformaram o Novo Teatro Moon em um sucesso local, mas Buster está de olho em um prêmio maior: estrear um novo show no Teatro Torre Crystal na glamorosa cidade de Redshore.

A produção conta com as vozes de Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly, Nick Kroll, Bobby Cannavale, Halsey, Pharrell Williams, Letitia Wright, Eric Andre, Chelsea Peretti e Bono.

SING 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de dezembro.

‘Wrecked’: Série de terror estilo ‘Pânico’ ganha as primeiras imagens oficiais; Confira!

A BBC Three divulgou as primeiras imagens da série de terror cômica ‘Wrecked‘.

Confira:

Ryan J. Brown é responsável pelo roteiro.

“A trama será ambientada em um navio cruzeiro e seguirá o novo recruta Jamie, um jovem de 19 anos que se junta à tripulação para procurar pela sua irmã desaparecida. Ela estava trabalhando a bordo do mesmo navio em uma viagem anterior e nunca voltou para casa. Jamie é iniciado na vida de cruzeiro e tem um curso intensivo sobre os grupos de adolescentes dentro da equipe que festejam muito e permanecem alheios aos assassinatos sangrentos que acontecem a bordo. Jamie é forçado a virar detetive e descobrir a verdade sinistra.”

“Nessa série, as mortes serão brutais, as risadas serão altas e os momentos emotivos serão reais,” declara o roteirista Brown. “Eu queria criar algo no mesmo estilo de ‘Pânico’, com a atmosfera de ‘O Iluminado’ e a mitologia de ‘O Segredo da Cabana’. No final das contas, ‘Wrecked’ é uma história de amadurecimento sobre um jovem gay e perdido que embarca em uma jornada de paranoia e autodescoberta.”

O elenco conta com Oscar KennedyThaddea GrahamJack RowanHarriet WebbJodie Tyack, Louis BoyerAnthony RickmanAmber GrappyDiego AndresPeter ClaffeyMiya OcegoWarren James DunningRamanique AhluwaliaAlice Nokes.

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Sorria’ supera ‘Invocação do Mal 3’ e se torna o MAIOR terror lançado pós-pandemia

SUCESSO! Com US$ 209.9 milhões arrecadados mundialmente, o terror ‘Sorria‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (US$206.4M), tornando-se a maior arrecadação do gênero desde o início da pandemia.

Além disso, o longa original da Paramount Pictures também já superou ‘Pânico‘ (US$140M) e ‘O Telefone Preto‘ (US$159.5M), conquistando o título de maior terror de 2022.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 102.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 107.2 milhões.

Vale lembrar que a produção registrou uma queda de APENAS -18.3% no segundo final de semana, o que representa a segunda maior retenção da história para um filme de terror – atrás apenas de ‘Corra!‘, que teve uma queda de -17% durante seu segundo final de semana, em 2017.

Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, o terror já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.

Assista a crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

Segredos de um Escândalo

(May December)

 

Elenco:

Natalie Portman
Julianne Moore
Charles Melton

 

Direção: Todd Haynes

Gênero: Drama

Duração: 113 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 18 de Janeiro de 2024

Sinopse: 

Vinte anos depois de seu notório romance nos tabloides ter dominado o país, um casal cede à pressão quando uma atriz chega para fazer pesquisas para um filme sobre seu passado.

Crítica: 

Crítica | Segredos de um Escândalo – Todd Haynes cria sátira melodramática com Natalie Portman e Julianne Moore

Curiosidades: 

» Samy Burch e Alex Mechanik assinam o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Atriz de ‘Sorria’ estrelará novo TERROR dirigido por seus pais, Kevin Bacon e Kyra Sedgwick

De acordo com o Variety, Sosie Bacon (‘Sorria’) será a protagonista de um novo terror, ainda sem título, dirigido pelos seus pais, Kevin Bacon (‘MaXXXine’) e Kyra Sedgwick (‘The Closer’).

O casal está desenvolvendo o projeto através de sua produtora Big Swing, e também têm a intenção de estrelar a produção ao lado da filha.

“É muito difícil ganhar crédito duplo na direção. Se você prometer ao Sindicato dos Diretores da América que sempre irá dirigir ao lado dessa pessoa, a situação fica mais simples. Mas se isso não for o caso, eles não liberam. Vamos dar um jeito. Sou muito estratégica,” declarou Sedgwick.

Ela completa, “Me pergunto se mais pessoas irão querer assistir ao filme se for dirigido pelo Kevin Bacon do que um filme dirigido pela Kyra Sedgwick.”

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Vale lembrar que Bacon é extremamente conhecido no gênero. Além de ter iniciado sua carreira no clássico ‘Sexta-Feira 13‘, o artista ainda estrelou ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘, ‘Linha Mortal‘, ‘Garotas Selvagens‘, ‘Ecos do Além‘, ‘O Homem Sem Sombra‘ e ‘A Escuridão‘.

Sedgwick, por sua vez, foi a protagonista de ‘Possessão‘ e ‘Vilões‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Dois novos atores são CONFIRMADOS no elenco de ‘Pânico 7’

De acordo com o Deadline, dois novos atores se juntaram ao elenco de ‘Pânico 7‘.

Michelle Randolph (‘Landman’) e Jimmy Tatro (‘Anjos da Lei 2’) foram confirmados no próximo filme da franquia. Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Eles se juntam aos novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale.

O novo filme ainda contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown.

Além deles, os finados David Arquette (Dewey Riley), Matthew Lillard (Stu Macher) e Scott Foley (Roman Bridger) também foram confirmados no elenco.

Lembrando que ‘Pânico 7‘ está atualmente em produção e tem lançamento previsto para 27 de Fevereiro de 2026.

Na trama…

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

Madelaine Petsch retorna no 1º cartaz de ‘Os Estranhos: Capítulo 3’; Confira!

A sequência ‘Os Estranhos: Capítulo 3‘, que marcará o desfecho da trilogia, ganhou o primeiro cartaz.

A arte destaca a atriz Madelaine Petsch (‘Riverdale’), que retornará como a sobrevivente Maya, em seu último embate contra os assassinos mascarados.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O terror está programado para estrear no dia 6 de fevereiro de 2026.

No segundo filme, após descobrirem que sua vítima, Maya (Madelaine Petsch), ainda está viva, três maníacos mascarados retornam para terminar o serviço. Sem ter para onde correr e sem ninguém em quem confiar, Maya se vê em uma luta pela sobrevivência contra psicopatas.

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

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“Zé do Caixão não se converteu”, diz filha do cineasta

Os boatos sobre a conversão de José Mojica, popularmente conhecido como Zé do Caixão, à denominação adventista, não passam de rumores, segundo Lins Marins, filha do cineasta. De acordo com ela, as fotos de sua visita ao culto evangélico são reais, mas o pai estaria acompanhando sua esposa, que pertence à Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Segundo Lins, que atualmente está trabalhando com o pai em uma produção que será lançada ainda neste semestre, Zé do Caixão não acredita nem em Deus, nem no diabo – embora seja católico não praticante. Ela admitiu para a imprensa que o pai nunca seguiu nenhuma religião fielmente.

Rumores

Os rumores sobre a conversão do Zé do Caixão começaram a circular após a publicação de uma foto do pastor Erzon Aduvirin nesta segunda-feira (30), em seu Facebook. O registro foi feito em um culto realizado pela congregação no último sábado (28).

Confira a foto divulgada a rede social:

 

 

Amber Heard descarta roteiros que tratem mulheres de forma fútil; Entenda!

A atriz Amber Heard, a rainha Meera de ‘Aquaman’ tem uma postura bem específica contra projetos que tratem a mulher como objeto ou a reduzam com papéis pouco substanciais.

Em uma entrevista ao Allure, Heard falou que roteiros que tragam a palavra “linda” como sua primeira descrição são jogados fora:

“Não me venha com roteiros onde o primeiro adjetivo da personagem seja ‘linda’. E se o segundo for ‘enigmática’, ai eu realmente descarto no lixo. A palavra ‘enigmática’ sempre tem uma conotação que remete a algo do tipo: ‘sua trajetória ou história de fundo não tem importância’. E eu já cai nessa por tempo demais”.

 

 

Leia a nossa crítica: Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

 

‘The O.C.’ – 15 Anos Depois: Série continua mais atual do que NUNCA!

Agosto de 2003, horário nobre da canal de TV a cabo Warner Channel. ‘The O.C.’ fez – primeiramente – sua estreia nos Estados Unidos, tornando-se imediatamente um sucesso absoluto, se consagrando com o piloto com a maior audiência da história, até então. Sua ascensão meteórica antecipou sua chegada ao Brasil, em uma época onde sincronizar o timing de maneira global das séries não era uma prioridade dos grandes estúdios. Agitada e bem ritmada, a trama se abria para o público com o arrombamento de um carro. Dois jovens, até então desconhecidos do público, desavisadamente se apresentam como irmãos. O que se segue a partir desse momento decisivo em tela é uma perseguição policial, prisão e uma quase adoção. Simultaneamente, os olhos da audiência são hipnotizados, carregados por um submundo avassalador e tão vital culturalmente, que só descobriríamos o quanto precisávamos dele quando todo esse universo se dilacerou abruptamente diante da nossa atenção.

O primeiro capítulo de ‘The O.C.’ já apresentava tudo que deveríamos saber sobre a produção e também anunciava uma sucessão de episódios que seguiriam a mesma maestria em termos de roteiro, abordagem, desdobramento, núcleos e ritmo. Em uma época onde não era exagero produzir extensas temporadas divididas em mais de 22 partes, a produção de Josh Schwartz trazia 27 capítulos, cada um mais insano do que o outro. E o fascínio, que imortalizou o programa teen como um dos mais emblemáticos e game changers dos anos 2000, resistiu ao teste do tempo. E 15 anos desde sua estreia na TV, a produção permanece pontual e pioneira, tendo pavimentado uma jornada que beneficiou as séries do gênero mais amadas da atualidade. Confusão, gritaria e conflitos existenciais profundos expostos no horário nobre é algo que começou em ‘The O.C.’, que redefiniu a cultura POP como a conhecemos hoje, sendo a vanguarda da televisão de boa qualidade.

Eu decidi reassistir a primeira temporada inteira, 15 anos depois, e pontuar pra você o que faz ‘The O.C.’ mais atual do que nunca.

Protagonista nerd, porque não?

Nos anos 2000, vigorava a premissa preconceituosa que segregava os nerds – amantes de ‘Star Wars’, quadrinhos da Marvel e DC e frequentador assíduo da San Diego Comic-Con – do restante dos jovens. Estranhos, antissociais e desajeitados, eles foram tachados como a escória escolar. Nas mãos de Schwartz – que brigou para manter Seth Cohen (Adam Brody), ele se torna um pedaço de todos nós. Irônico, com piadas cheias de referências do universo POP e carismaticamente desengonçado, ele foi a voz para uma leva de adolescentes que – assim como eu – passaram tempo demais se escondendo dos olhos condenadores dos colegas de escola. Seu jeitão o tornou muito mais que um alívio cômico que garantia o equilíbrio perfeito entre o drama e o humor, fazendo dele um ícone que calçava a estrada que – poucos anos depois – faria da Comic-Con o evento mais must-have do universo do entretenimento.

Welcome to The O.C., bitch!

Uma única frase, a referência pelos próximos 10 anos. Muito mais que anunciar “seja bem vindo ao submundo”, o piloto foi ainda mais além, apresentando a essência desse tal universo paralelo. Para as audiências brasileiras, Orange County não significava nada. Para os americanos, a distinção significava pouco. Para mostrar a que veio, Josh Schwartz solta um “welcome to The O.C., bitch!”, trazendo um significado universal para algo tão específico. Ainda que você desconheça o condado, entenda que uma nova ordem – de poder, ganância, status, luxo, ostentação e sem freios sexuais – rege o local. E você é quem tem que se adaptar a ela. A frase de efeito fez o dever de casa e esteve nos lábios dos fãs por anos a fio. Em uma época sem memes, Facebook e Instagram, seu impacto – que já se tornara soberbo -, seria ainda mais astronômico.

As imperfeições da perfeição

Em um contexto atual onde as redes sociais maquiam dores, lutas e ostentam vidas irreais e impecáveis – onde não há sofrimento algum e todos são estranhamente felizes, ‘The O.C.’ já trazia esse complexo ostensivo, fazendo de Newport Beach o “feed de notícias” dos moradores. Com um visual deslumbrante, mansões magnânimas e a (falsa) sensação de plenitude e poder, bastava esgueirar-se mais perto, olhando pela fresta da porta, que tudo isso desmoronaria diante dos nossos olhos, em constantes brigas em festas de gala beneficentes, tentativas de suicídio camufladas, vícios em álcool e drogas, falência financeira e traições das mais diversas. Fazendo um contraste entre o que os personagens aparentavam ser e o que de fato eram, a série dramática ilustrava bem o que vemos hoje em nossos smartphones, com um realismo impressionante e críticas excepcionais sobre a política global do “tem que parecer, não precisa ser”.

Personagens substanciais e reais

O que torna ‘The O.C.’ ainda pertinente em pleno 2018 é justamente a construção de personagens significativos. Independente de cada qual possuir origens que – em boa parte – não se encaixam nos contextos sociais de sua audiência global, os problemas reais enfrentados criaram uma ligação profunda com o público. A sensação de abandono de Marissa Cooper (Mischa Barton) era real. O sentimento de estar sempre deslocado e desconfiado de todos – por não ter uma base familiar -, de Ryan Atwood (Benjamin McKenzie), era genoíno. O jeito meio metido, mas engraçado, de Summer (Rachel Bilson) também. E Seth, com seu humor, amor por super heróis e falta de habilidades sociais, era a personificação de metade da juventude da época e – porque não – de hoje.

Uma boa história toda semana, sem se arrastar

Algumas séries com mais de 15 episódios custam para tornar cada capítulo intrigante e necessário (‘Once Upon a Time‘ é um exemplo). Essa dificuldade acaba resultando em um “miolo” cansativo, com a metade da temporada sempre muito arrastada e prolixa, onde as grandes revelações, os plot twists e o desmembramento da trama ficam retidos, aguardando os quatro episódios finais. Em ‘The O.C.’, aquele mundinho particular de Newport era tão vasto que Schwartz foi capaz de reter um conteúdo excelente para cada um dos 27 e 24 capítulos dos primeiro e segundo ciclos, respectivamente. Reassistindo a temporada um, é impressionante a quantidade de brigas, confusão e treta que permearam a narrativa. Totalmente incansável.

Além disso, a produção construiu-se em torno da personalidade dos personagens, fazendo com que a narrativa caminhasse a partir da forma como cada um lidava com as circunstâncias trazidas. Com diversos ângulos e abordagens distintas, um mesmo problema recebia várias interpretações que – estranhamente – estavam todas corretas, em partes. Trazendo os maneirismos peculiares de cada uma dessas figuras, a trama se desenrolava com temáticas reais e atuais, como a descoberta sexual na juventude, problemas familiares, complexos de inferioridade, sensação de abandono, aspirações profissionais, autocrescimento, vícios, opção sexual, entre outros.

Você quer referência POP?

Hoje em dia, ter referências da cultura POP em séries de TV e filmes é quase um aspecto sine qua non. Se não há, tem alguma coisa errada ali. ‘The O.C.’ foi a série precursora no gênero, fazendo do personagem Seth Cohen o porta-voz de piadas que remetiam aos quadrinhos do Superman, Batman, X-Men, Homem-Aranha, além das franquias clássicas ‘Star Wars’ e ‘Star Trek’. A San Diego Comic-Con já aparece logo no começo. Ainda sem toda a pompa que hoje possui, ela é apresentada como a famosa convenção geek de quadrinhos, que também serve como uma válvula de escape para ele e Ryan viajarem para Tijuana. Citar todas as sacadas brilhantes renderia uma lista enorme, com menções a filmes de ação dos anos 80/90/2000, personagens emblemáticos como Rocky Balboa, etc, etc.

*Indo mais longe, a produção criou suas próprias referências, como o Natanukka, a fusão de Natal e Hanukkah, a data fictícia que você mais respeita.

A trilha sonora mais conhecida da TV

A série ficou instantaneamente marcada por sua emblemática trilha sonora, que reúne hinos – até então – independentes, que se consagraram com uma vasta geração de jovens e adolescentes. Com um ouvido tão bom quanto o de James Gunn, Josh Schwartz fez da música um dos símbolos registrados da produção, com canções de The Killers (que apareceu na segunda temporada da série), Rooney (que apareceu na primeira), Death Cab for Cutie, entre outros. Com seis álbuns lançados ao longo das quatro temporadas, ‘The O.C.’ tem até um disco Especial de Natal, com hits originais ou regravados por artistas indies. Melhor álbum de Natal da vida. Foi mal Michael Bublé.

*No Spotify há uma playlist com TODAS as canções da trilha sonora.

Suprindo um vácuo e pavimentando o futuro da TV

The O.C.’ surgiu em uma época bem pertinente. ‘Buffy – A Caça Vampiros’ se despediu do público em 20 de maio de 2003. ‘Dawson’s Creek’, que também dividia o horário nobre da TV, encerrou sua jornada em 14 de maio do mesmo ano. Com um vácuo nos corações dos jovens, o drama teen tinha o público ideal em mãos, só precisava convencê-lo disso. O primeiro episódio foi o bastante e o resto é história.

Já em se tratando de pavimentar o futuro, o formato da produção – com leves toque da soap opera ao melhor estilo adolescente – abriu os caminhos para outras séries que se inspiraram diretamente nela, como ‘One Tree Hill’, ‘Gossip Girl’ (também criada por Josh Schwartz) e ‘90210’.

Nota: O único problema que ‘The O.C.’ não “resolveu” foi a representatividade racial. Sem nenhum protagonista negro e asiático, ela pecou em manter sua série com um elenco absolutamente caucasiano.

‘Homem-Aranha 3’: Mulher-Hulk pode aparecer na sequência

A sequência ‘Homem-Aranha 3‘ pode trazer uma nova personagem do MCU. Segundo o portal Cosmic Book News, a Mulher-Hulk deve ser introduzida de maneira grandiosa no universo compartilhado da Marvel, na continuação do Teioso.

Caso a informação seja realmente genuína, a conexão da personagem viria justamente a partir da cena pós-créditos de ‘Longe de Casa‘. Em uma delas, J. Jonah Jameson revela a identidade real de Peter Parker para o mundo, à medida que ainda o acusa da morte do Mystério.

E com um problema judicial gigantesco, Parker – sem sombra de dúvidas – precisará de um advogado. É nesse contexto que a Mulher-Hulk entra, principalmente pelo fato da heroína, que também atende pelo nome de Jen Walters, exercer essa profissão.

Se esses rumores se comprovarem, Walters apareceria em ‘Homem-Aranha 3‘ como a advogada do Amigo da Vizinhança, iniciando sua jornada como uma nova personagem do MCU.

Você concorda com a possibilidade?

Homem-Aranha 3‘ ainda não possui previsão de lançamento.

 

 

‘American Horror Story’: Produção da 10ª temporada ganha data de início

O produtor Ryan Murphy surpreendeu os fãs de ‘American Horror Story‘, trazendo novidades a respeito da aguardada 10ª temporada.

Após as filmagens terem sido adiadas por tempo indeterminado – em virtude da pandemia do coronavírus -, o início da produção do vindouro ciclo finalmente ganhou data.

Segundo o criador da série, as gravações serão iniciadas no mês de outubro. O anúncio – feito pelo Instagram – veio acompanhado de uma misteriosa imagem, que seria uma pista a respeito do tema da nova leva de episódios.

Confira a publicação:

“Parece que a 10ª temporada de ‘American Horror Story’ vai começar sua produção em outubro. Obrigado a todos que estão trabalhando duro para garantir um começo seguro para o nosso elenco e equipe de apoio. E sim, isso é uma pista”.

Recentemente, Murphy revelou que o tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ pode ser alterado por causa do surto de Coronavírus, que havia impedido a programação das filmagens.

“Muitas das coisas que eu ia filmar dependiam de um momento muito específico; era um tema que dependia do clima. Então, agora eu não sei mais. Não sei o que nós faremos. Não sei o que farei com o tema da próxima temporada. Não sei se crio um novo conceito ou espero até o próximo ano para filmar essa temporada.”

Ele continua, “Sabe, ninguém me ligou e disse: ‘Nós temos um plano para as filmagens’. Então, até que esse dia aconteça, nós estamos pausados. Honestamente, eu não sei. Mas é uma temporada incrível e eu sei que todos os atores estão ansiosos para participar dela.”

O elenco do novo ano contará com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Sarah Paulson, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

‘Quanto Vale?’: Drama sobre o atentado às Torres Gêmeas já está disponível na Netflix

O drama ‘Quanto Vale?’ (‘Worth’), centrado nas consequências e no processo de recuperação que sucedeu o atentado terrorista às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (03) na grade de programação.

Na trama, Michael Keaton estrela como Feinberg, um advogado e mediador que é apontado pelo Congresso dos Estados Unidos para liderar o Fundo de Compensação à Vítimas, instituído após os trágicos eventos. Feinberg e seu time enfrentam a tarefa impossível de determinar quanto vale uma vida para as famílias que perderam entes queridos no atentado, à medida que a nação se reergue do chocante acontecimento.

Confira:

A direção fica a encargo de Sara Colangelo, com roteiro assinado por Max Borenstein. A trama foi baseada no livro de não-ficção ‘What Is Life Worth?’, de Kenneth R. Feinberg.

Amy Ryan dá vida a Camille Biros, chefe de operações da firma, enquanto Stanley Tucci é um organizador comunitário que perdeu a esposa nos ataques.

O elenco também conta com Tate DonovanShunori RamanathanTalia BalsamLaura BenantiMarc MaronAto Blankson-WoodChris TardioCarolyn Mignini e Victor Slezak.

‘Nove Desconhecidos’: 2ª temporada da série com Nicole Kidman estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A 2ª temporada de ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers) teve sua estreia no catálogo do Prime Video.

Os dois primeiros capítulos tiveram sua estreia nesta quinta-feira, 22 de maio, na grade de programação. Os demais capítulos serão lançados semanalnente, sempre às quintas.

Nicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) retorna como Masha Dmitrichenko.

O elenco completo da nova temporada ainda contará com Henry Golding, Lena Olin, Annie Murphy, Christine Baranski, Murray Bartlett, Maisie Richardson-Sellers, Dolly De Leon, Lucas Englander, King Princess, Mark Strong e Aras Aydin.

No segundo ciclo, a trama é ambientada em um retiro de bem-estar transformacional nos Alpes Austríacos. Ao longo de uma semana, Masha ajudará nove estranhos que se encontram à beira do abismo. Ela está disposta a tentar qualquer coisa para curar todos os envolvidos, incluindo ela mesma.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Trailer sai AMANHÃ; Confira uma prévia e o cartaz!

A Marvel pegou todos de surpresa e acaba de anunciar, com um emocionante vídeo, que o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ será lançado amanhã, dia 29 de Novembro.

Assista:

Além disso, Tom Holland, o Homem-Aranha, revelou em seu stories do Instagram, o primeiro teaser pôster:

 

Ontem, a Vanity Fair divulgou o primeiro ensaio e imagens oficiais de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, trazendo todo o elenco atual do MCU.

 

Entre as mudanças mais notórias, está o novo visual da Viúva Negra (Scarlett Johansson) – que sempre foi ruiva nos filmes e nas HQs.

Segundo a publicação, a personagem decide mudar seu visual após os eventos de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, quando trai Tony Stark e começa a ser caçada pelo governo dos Estados Unidos.

Após Stark avisá-la que o governo vai atrás dela, ela decide pintar seus cabelos de loiro e fugir do país. O mesmo acontece com Steve Rogers, que agora está barbudo.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, explicou à Vanity Fair, os planos para o futuro da produtora nos cinemas.

Segundo ele, ‘Vingadores 4′ irá surpreender muitos fãs e será um divisor de águas para os heróis.

“Temos 22 filmes na Marvel e outros 20 guardados que são completamente diferentes de tudo que veio antes, intencionalmente. Vingadores 4 trará algo nunca visto em filmes de super-heróis: um final. Haverá dois períodos distintos. Tudo antes de Vingadores 4 e tudo depois. Sei que não será do jeito que as pessoas estão esperando.”

O CEO da DisneyBob Iger, ressaltou que o estúdio tem direito a cerca de 7 mil personagens e muitas histórias ainda podem ser contadas nos cinemas.

“Estamos procurando mundos que sejam completamente individuais, geograficamente ou com relação a tempo, dos mundos que já visitamos e conhecemos”

Astros estampam capas e imagens comemorativas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

UAU! Assista as primeiras cenas de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

‘Vingadores 4’: Chamada de elenco pode ter confirmado filhos de heróis no filme

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Fãs criam cartazes únicos e diferentes baseados em cada herói; Confira!

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Destroyer’: Mel Gibson está trabalhando em projeto sobre a Segunda Guerra Mundial

Segundo o THR, o astro Mel Gibson retorna à direção para comendar um novo drama chamado ‘Destroyer’. O ator também dirigiu o aclamado ‘Até o Último Homem’.

O filme será baseado no livro ‘Hell From the Heavens: The Epic Story of the USS Laffey and World War II’s Greatest Kamikaze Attack’, de John Wukovits, que mostra como os tripulantes do Laffey defenderam seu navio de guerra de um impressionante ataque de 22 kamikazes em 16 de abril de 1945, durante a famosa Batalha de Okinawa.

Além disso, o ator está cotado para estrelar o longa ‘The Six Billion Dollar Man’ ao lado de Mark Wahlberg, uma adaptação da série dos anos 1970, que conta a história do militar Steve Austin, que é salvo por inovações tecnológicas que o transformam em um homem-máquina após um grave acidente. Com direção de Damián Szifron, de ‘Relatos Selvagens’.

‘O Grande Circo Místico’ vai encerrar o Festival do Rio 2018; Veja programação completa!

A produção do Festival do Rio anunciou que ‘O Grande Circo Místico’, de Carlos Diegues, será o filme de encerramento da edição deste ano. Além disso, ‘As Viúvas’, mais novo longa do cineasta Steve McQueen (’12 Anos de Escravidão’), será o filme de abertura da edição.

O festival de Cinema contará com 84 produções brasileiras – 64 longas e 20 curtas – de diversos temas.

Confira a programação completa dos filmes brasileiros:

Longas em Mostras Competitivas

Competição Principal Ficção:

A Sombra do Pai (The Father’s Shadow), de Gabriela Amaral Almeida, 92 min – SP

A Terra Negra dos Kawa (Kawa), de Sérgio Andrade, 99 min – AM

Azougue Nazaré (Azougue Nazaré), de Tiago Melo, 82 min – PE

Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora, 113 min – MG

Deslembro (Unremember), de Flavia Castro, 93 min – RJ

Domingo (Domingo), de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, 95 min – RJ

Morto Não Fala (The Nightshifter), de Dennison Ramalho, 110 min – RS

Nóis por Nóis (Us by Us), de Aly Muritiba e Jandir Santin, 100 min – PR

Tinta Bruta (Hard Paint), de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, 117 min – RS

Competição Principal Documentário (Documentary)

Clementina (Clementina), de Ana Rieper, 75 min – RJ

Eleições (Elections), de Ana Riff, 80 min – SP

Gilda Brasileiro – Contra O Esquecimento (Gilda Brasileiro – Against Oblivion), de Roberto Manhães Reis e Viola Scheuerer, 90 min – ES

Meu Nome é Daniel (My Name is Daniel), de Daniel Gonçalves, 83 min – RJ

Relatos do Front (Stories From The Frontline), de Renato Martins, 105 min – RJ

Torre das Donzelas (Maiden’s Tower), de Susanna Lira, 92 min – RJ

Competição Novos Rumos:

El Último País (The Last Country), de Gretel Marín Palacio, DOC, 70 min – GO

Ilha (Island), de Ary Rosa e Glenda Nicácio, FIC, 96 min – BA

Inferninho (My Own Private Hell), de Pedro Diogenes e Guto Parente, FIC, 72 min – CE

Luna (Luna), de Cris Azzi, FIC, 89 min – MG

Mormaço (Sultry), de Marina Meliande, FIC, 96 min – RJ

Para’i (Para’i), de Vinicius Toro, FIC, 82 min – SP

Sócrates (Sócrates), de Alex Moratto, FIC, 70 min – SP

Curtas em Mostras Competitivas

Competição Principal:

A Retirada para um Coração Bruto (The Last Song for a Rude Heart), de Marco Antônio Pereira, FIC, 14 min – MG

À Tona (Surfacing), de Daniella Cronemberger, DOC, 15 min, DF

Antes que o Tempo me Esqueça (Before Time Forget Me), de Leo Goodgod e Paulo Rodrigues, FIC, 13 min, MG

Boi (Awake Nights), de Lucas Bettim e Renan Carvalho, FIC, 13 min – SP

Gopi (Gopi), de Viviane D’Avilla e Paulo Dimantas, DOC, 15 min – RJ

Mais Triste que Chuva num Recreio de Colégio (Sadder than Playtime on a Rainy Day), de Lobo Mauro, DOC, 14 min – RJ

Nomes que Importam (Names that Matter), de Muriel Alves e Angela Donini, DOC, 15 min – RJ

O Órfão (The Orphan), de Carolina Markowicz, FIC, 15 min – SP

Preciso Dizer que te Amo (I Have to Say I Love You), de Ariel Nobre, DOC, 13 min SP

Princesa Morta do Jacuí (Dead Princess of Jacuí), de Marcela Ilha Bordin, FIC, 15 min – RS

Universo Preto Paralelo (Black Parallel Universe), de Rubens Passaro, DOC, 12 min – SP

Você não me Conhece (You don’t know me), de Rodrigo Séllos, DOC, 14 min – RJ

Competição Novos Rumos:

Cadelas (Cadelas), de Rita Toledo, FIC, 22 min – RJ

Cascudos (Tough Kids), de Igor Barradas, FIC, 18 min – RJ

Invasão Drag (Drag Invasion), de Rafael Ribeiro, DOC, 13 min – RJ

Jéssika (Jéssika), de Galba Gogóia, FIC, 19 min – RJ

Lembra (Remember), de Leonardo Martinelli, FIC, 10 min – RJ

Sempre Verei Cores no seu Cinza (I’ll Always See Colors in Your Gray), de Anabela Roque, DOC, 18 min – RJ

Vigia (Night Watch), de João Victor Borges, FIC, 24 min – RJ

Longas em Mostras não competitivas

Premiere Brasil HORS CONCOURS:

Ficção

Aconteceu na Quarta-Feira (Stage Devil), de Domingos Oliveira, 70 min – RJ

Cine Holliudy 2 – A Chibata Sideral (Cine Holliudy 2), de Halder Gomes, 100 min – CE

Correndo Atrás (Running After), de Jeferson De, 86 min – RJ

Diamantino (Diamantino), de Gabriel Abrantes, Daniel Schmidt, 96 min – RJ

Intimidade Entre Estranhos (The Intimacy of Strangers), de José Alvarenja Jr., 111 min – RJ

Los Silencios (Los Silencios), de Beatriz Seigner, 89 min – SP

Rasga Coração (Rend Your Heart), de Jorge Furtado, 113 min – RS

Sequestro Relâmpago (Express Kidnapping), de Tata Amaral, 79 min – SP

Simonal (Simonal), de Leandro Domingues, 105 min – RJ

Sueño Florianópolis (Sueño Florianópolis), de Ana Katz, 107 min – SP

Uma Noite Não É Nada (Uma Noite Não É Nada), de Alain Fresnot, FIC – SP

Documentário:

Amazônia, o Despertar da Florestania (Amazon, the Awakening of Florestania), de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski, 111 min – RJ

Excelentíssimos (Lower House), de Douglas Duarte, 152 min – RJ

Humberto Mauro (Humberto Mauro), de André Di Mauro, 90 min – RJ

THF: Aeroporto Central (Central Airport: THF), de Karim Ainouz, 97 min – SP

Curta:

O Mundo é Redondo Para Ninguém se Esconder Nos Cantos – Parte I: Refúgio (The world is round so that nobody can hide in the corners – Part I: Refuge), de Leandro Goddinho, DOC, 10 min

Premiere Brasil RETRATOS:

A Turma do Pererê.DOC (PERERE.DOC) de Ricardo Favilla, 77 min – RJ

Angel Viana – Voando Com os Pés no Chão (Angel Viana Grounded in Flight) de Cristina Leal, 88 min – RJ

Carvana (Carvana), de Lulu Corrêa, 104 min – RJ

Filme Ensaio (Rehearsal Film), de Maria Flor, 72 min – RJ

Marcia Haydée (Marcia Haydée) de Daniela Kallmann, 80 min – RJ

Meu Samba É Meu Dom (Samba Is My Gift), de Cristiano Abud, 93 min – MG

Paulo Casé (Paulo Casé), de Paula Fiuza, 70 min – RJ

Rindo à Toa: Humor sem limites (Laughing out loud: Humor and Democracy), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 102 min – RJ

Tá Rindo de Quê? (What are you laughing at? Humor and Dictatorship in Brazil), de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, 95 min – RJ

Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto (Rogéria Mr. Astolfo Barroso Pinto), de Pedro Gui, 82 min – RJ

Zuza Homem de Jazz (Zuza The Man of Jazz), de Janaina Dalri, 72 min – RJ

Première Latina:

Família Submersa (Família Submergida), de María Alché, FIC, 91 min (Argentina, Brasil, Alemanha, Noruega)

Happy Hour (Happy Hour), de Eduardo Albergaria, FIC, 104 min (Brasil, Argentina)

La Cama (The Bed), de Mónica Lairana, FIC, 90 min (Brasil, Argentina, Holanda, Alemanha)

Rojo (Rojo), de Benjamin Naishtat, FIC, 109 min (Argentina, Brasil, França, Alemanha, Holanda)

Tarde Para Morir Joven (Too Late To Die Young), de Dominga Sotomayor, FIC, 110 min (Chile, Brasil, Argentina, Holanda, Qatar)

Expectativa:

Palace II – 3 Quartos com Vista para o Mar (Palace II), de Rafael Machado e Gabriel Corrêa e Castro, DOC, 80 min – RJ

Pedro e Inês (The Dead Queen), de António Ferreira, FIC, 120 min (Portugal, Brasil, França)

Panorama:

Cano Serrado (2 Gauge Highways), de Erik de Castro, FIC, 87 min – RJ

O Olho e a Faca (The Eye and the Knife), de Paulo Sacramento, FIC, 99 min – SP

Midnight:

Personas Humanas (Humanpersons), de Frank Spano, FIC, (Panamá, Brasil, Espanha)

Midnight Docs:

Amazônia Groove (Amazônia Groove), de Bruno Murtinho, DOC, 78 min – RJ

The Cleaners (The Cleaners), de Hans Block, Moritz Riesewieck, DOC, 95 min (Alemanha, Brasil)

Clássicos e Cults:

Central do Brasil (Central Station), de Walter Salles, FIC, 105 min (Brasil, França)

Pixote: A Lei do Mais Fraco (Pixote), de Hector Babenco, FIC, 128 min – SP

Rio 40 Graus, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 100 min – 1955

Rio Zona Norte, Nelson Pereira dos Santos, FIC, 90 min 1957

Filme de Encerramento:

O Grande Circo Místico (The Great Mystical Circus), de Carlos Diegues, FIC, 106 min (Brasil, Portugal, França)

O Festival acontecerá de 1º a 11 de novembro.

O Festival do Rio surgiu em 1999, como resultado da fusão de dois festivais de cinema anteriores, o Rio Cine Festival e a Mostra Banco Nacional de Cinema, criada em 1988.

Assista ao trailer de ‘Viúvas’:

‘Game of Thrones’: VÁRIOS SPOILERS da última temporada são revelados

Desde que a revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens da 8a temporada de Game of Thrones, mostrando Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) juntinhos, os fãs ficaram em polvorosa.

A revista também divulgou uma lista com alguns detalhes revelados da última temporada (nada muito importante, claro, mas o suficiente para aguçar a ansiedade dos fãs). Por isso, a partir de agora, esta reportagem contém SPOILERS.

A última leitura

A última leitura em grupo foi, óbvio, muito emocionante para boa parte do elenco da série, porém, foi ainda mais especial para o ator Kit Harignton, uma vez que ele não tinha a menor ideia do que esperar da temporada, já que havia decidido não ler o roteiro sozinho antes.

Ao que parece, o ator teria chorado duas vezes durante a leitura em grupo. “Em todas as temporadas, você lê ao final da última página do roteiro: ‘Fim da Temporada 1’ ou ‘Fim da Temporada 2′”, confessou o ator. “Neste roteiro estava escritor ‘Fim de Game of Thrones‘”.

 

Rumores sobre um possível filme são verdade

Uns anos atrás houve rumores de que os showrunners da série, David Benioff e Dan Weiss, queriam transformar Game of Thrones em um filme. Bom, isso é verdade. Os dois acreditavam que uma trilogia de filmes seria a única maneira de ter o orçamento necessário para produzir o final da série. A produtora, entretanto, prometeu a Benioff e a Weiss que eles teriam tudo que precisassem para produzir um final de série que fosse “digno de um espetáculo”.

 

A oitava temporada trará personagens que irão te surpreender

Durante a visita da revista aos sets de filmagem, os repórteres ficaram chocados ao verem a gravação de uma cena que continha diversos atores que eles não esperavam ver. Não se tem mais informação sobre quem seriam esses personagens, mas começa uma especulação de que poderia ser a Lady Stark finalmente como Lady Stoneheart. Será?

 

Cena de abertura

“A temporada 8 começa em Winterfell, com uma cena que contém diversas menções ao piloto da série, mas repaginados. Em vez da chegada da comitiva do Rei Robert, é a chegada de Daenerys e seu exército. Em seguida, há uma intensa e arrepiante intercalação de personagens – alguns dos quais sequer se conheceram antes, muitos dos quais com histórias bastante perturbadas -, uma vez que todos eles estão prestes a enfrentar a inevitável invasão do Exército dos Mortos“, diz a reportagem.

Sim, isso significa que iremos ver Daenerys e Sansa se encontrando pela primeira vez, e parece que a Lady Stark não será tão amistosa com a Mãe dos Dragões: “Sansa não está feliz pelo fato de Jon ter se ajoelhado para a sua nova namorada.”

 

A Batalha Final

O diretor Michael Sapochnik irá voltar agora para trazer aos fãs aquilo que com certeza será um confronto final épico entre os defensores de Westeros e o Exército dos Mortos, e, ao que tudo indica, será a sequência de batalha mais inacreditável jamais vista na televisão.

Parece que a maior parte da sequência se passará em Winterfell, embora a batalha vá ser intercortada entre “muitos personagens envolvidos em suas próprias histórias de sobrevivência”.

“É brutal”, disse Peter Dinklage (Tyrion Lannister). “Faz a Batalha dos Bastardos parecer um parque temático”.

 

Ryan Reynolds está em guerra contra Hugh Jackman por conta de crossover entre Wolverine e Deadpool

Infelizmente não temos mais Hugh Jackman interpretando o Wolverine. Além de diversos fãs estarem ansiando por um retorno do ator ao papel, algumas celebridades também querem isso.

No caso, é Ryan Reynolds, o atual Deadpool dos cinemas. Em entrevista ao programa da Ellen DeGeneres, Reynolds confirmou que não desistiu de trazer Jackman de volta ao papel em uma ocasião crossover especial:

“Quero muito que ele volte. Iria amar fazer um Deadpool encontra Wolverine em algum ponto, algo como ‘Logan’. Eu não sei. Ele que tem que decidir. Não sei como fazê-lo voltar. Não sei fazê-lo voltar ao caos e violência. Estou tentando. Falo com ele quase todos os dias. Então já não é mais uma rivalidade. Agora é guerra.”

A versão para menores de ‘Deadpool 2‘, intitulada ‘Era Uma Vez Um Deadpool’ (Once Upon A Deadpool), ganhou um belo e angelical cartaz.

Confira, com o trailer:

O filme estreia no Brasil dia 27 de dezembro mostrando ‘Deadpool 2‘ em sua versão conto de fadas.

“A Fox pediu uma versão leve de Deadpool, basicamente, desde o começo de 2006”, disse Ryan Reynolds ao Deadline. “E eu disse ‘NÃO’ desde 2006. Agora, essa única vez, eu disse ‘SIM’ com duas condições. Primeiro, uma parte dos lucros tinha que ir para a caridade. Segundo, eu queria sequestrar Fred Savage. A segunda condição demandou algumas explicações…”, afirmou.

Fred Savage se junta  a Reynolds em ‘Era Uma Vez Um Deadpool‘ em uma homenagem ao papel principal de Savage no clássico ‘A Princesa Prometida‘, de 1987.

Fred explicou:

“Enquanto a minha participação neste filme foi tudo, menos voluntária, estou feliz em saber que alguma entidade séria será a beneficiária desse dinheiro sem vergonha”.

Assista a crítica:

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

 

‘Keyhole Garden’: Zoe Saldana irá protagonizar novo drama romântico

Zoe Saldana irá estrelar o novo romance do diretor Marco Perego-Saldana‘Keyhole Garden’. O anúncio foi feito durante o Festival de Cannes 2019.

As filmagens devem começar em agosto deste ano, com roteiro assinado por Rick Rapoza e Perego-Saldana, marido da atriz. Rick Yorn entra como produtor executivo.

A história gira em torno do romance entre um homem e ume mulher cujo amor um pelo outro luta para ultrapassar as barreiras divisivas dos Estados Unidos e do México. A trama explora o lado humano da imigração e a fragilidade da vida em três arcos interligados: um jovem garoto tentando salvar seu amigo sem documentação legal da deportação; um agente da imigração condenando uma ex-amante sem saber; e um traficante de drogas embarcando em sua última missão.

Saldana recentemente retornou como Gamora em ‘Vingadores: Ultimato’, além de ter estrelado na franquia ‘Star Trek’. Ela também voltará para as sequências de ‘Avatar’ como a princesa Neytiri.

‘Keyhole Garden’ ainda não tem data de estreia definida.

‘The Walking Dead: World Beyond’: Derivada ganha possível data de estreia

spin-off ‘The Walking Dead: World Beyond’ – terceira série da franquia televisiva – havia sido anunciada com lançamento previso para a primavera norte-americana de 2020 e, segundo a própria AMC, é nesse período que a derivada chegará às telinhas.

O novo show deve estrear no final de abril, pouco depois do retorno da série principal no dia 23 de fevereiro. Ambas as produções farão parte da programação 42 domingos de Walking Dead da emissora.

O projeto será comandado por Matt Negrete, roteirista e produtor da série original desde a 5ª temporada.

Com apenas 10 episódios, a série irá estrear apenas em 2020.

O elenco do spin-off conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

 

‘O Homem Invisível’ ganha novo vídeo de bastidores incrível; Confira!

O aclamado terror ‘O Homem Invisível’ ganhou um novo vídeo de bastidores exclusivo do ComicBook.com que traz o diretor Leigh Whannell explica o processo de construção do filme.

Confira:

A produção chega no formato digital nesta terça-feira (12).

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 122.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 7 milhões.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.