Após Chris Terrio revelar que não gostou do título ‘Batman vs Superman‘, que a Warner escolheu sem sua aprovação, Zack Snyder revelou os títulos alternativos que ele escolheu e que não fazem menção a “Batman” ou “Superman”.
Uma lista de títulos potenciais títulos incluía ‘Homem de Aço: A Batalha do Cavaleiro‘ (“Man of Steel: Battle the Knight”), ‘Homem de Aço: O Escuro do Cavaleiro‘ (“Man of Steel: Black of Knight”) e ‘Homem de Aço: A Queda do Cavaleiro‘ (“Man of Steel: Knight Falls”).
“Eu teria adorado algo realmente simples, como ‘Batman e Superman’. Ou algo na veia de Homem de Aço que parece mais uma progressão de O Homem de Aço. Por um tempo, conversamos sobre realmente intitulá-lo ‘Liga da Justiça: [Subtítulo]’, para sugerir que esse filme seria o início da Liga da Justiça, embora não parecesse realmente com isso. Como ‘Justiça Liga: O Início’ ou ‘Liga da Justiça: Ascensão ‘. Só estou tentando, de improviso, pensar em títulos que batemos de um lado para o outro.”, revelou Zack Snyder durante a Justice Con.
Em entrevista à Vanity Fair, Terrio, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por ‘Argo‘, detonou a Warner Bros. e revelou que não gostou do título escolhido para ‘Batman vs Superman‘.
Terrio confirmou que ele não escolheu esse título, e que também que ele não gostou dele.
O roteirista não revelou como ele teria gostaria que o filme fosse chamado, ao invés disso, notou que o título soa mais como um confronto da WWE do que um filme.
“Eu escrevi os rascunhos do filme Batman/Superman, que não era chamado de ‘Batman vs Superman: O Despertar da Justiça’ por mim. Não dei o nome do roteiro. Na verdade, descobri como o filme se chamava junto com o resto do mundo na internet. Não fui consultado sobre o título do filme e fiquei tão surpreso quanto qualquer um. Não o teria chamado de ‘Batman vs Superman: O Despertar da Justiça'”, confirmou Terrio à Vanity Fair.
Ele acrescentou: “Não sei exatamente quem deu o nome, mas suspeito que foi o estúdio e suspeito que era marketing, para ser honesto com você. Pode ter sido o primeiro passo para criar má vontade para o filme. Eu suspeito que colocar as palavras ‘Batman’ e ‘Superman’ no título teve algum componente de marketing. “
Terrio afirma que os executivos do estúdio mandaram que 30 minutos do longa fossem cortados da edição final, sabotando a narrativa da produção – o que, eventualmente, foi responsável pela inúmeras críticas negativas.
“Se você removesse 30 minutos de ‘Argo’, como eles fizeram em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, não faria o menor sentido. Os críticos diriam: ‘Que roteiro preguiçoso’, porque os personagens não teriam motivações e não seria coerente. E eu concordo completamente com eles,” afirma o roteirista.
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
A adaptação ‘Duna‘ ganhou data de estreia na HBO MAX: dia 26 de novembro.
Para divulgar o lançamento, o streaming divulgou um novo trailer do filme.
Assista:
O filme ultrapassou a marca dos US$ 350 milhões mundialmente.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 258.1 milhões.
Ao total, a adaptação já arrecadou US$ 351.2 milhões mundialmente.
Segundo o jornalista Josh Encinias em atendimento a uma das sessões de ‘Duna’, o aclamado diretor Denis Villeneuve já deu início à produção da 2ª parte da adaptação – e que as filmagens devem começar em meados de 2022 (mais precisamente no dia 18 de julho do ano que vem).
Villeneuve já deu início à escrita do roteiro e começou a trabalhar no projeto antes mesmo de ganhar sinal verde na Warner Bros.. Segundo ele:
“Estou escrevendo a parte dois, agora, e me sinto com oito anos de idade de novo. Isso é muito incomum para mim. É a primeira vez que experimento ver um dos meus filmes e tenho um momento de pura gratidão, alegria e eu digo: ‘obrigado, vida, por me dar a oportunidade de trazer isso para as telas'”.
É de sustos que você gosta? Então sustos você vai ter! A série de terror ‘O Clube da Meia-Noite‘, criada pelo aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou à Netflix quebrando um curioso recorde.
Segundo a Entertainment Weekly, a produção entrou para o Guinness Book (O Livro dos Recordes) por trazer em um único episódio nada menos que 21 momentos de jump scare, que são aquelas famosas cenas de susto aleatórias.
O recorde foi oficializado durante a New York Comic Con com um certificado entregue aos criadores da atração por um representante do Guinness, o juiz Andrew Glass.
Nas redes sociais, os assinantes foram ao delírio com tantos jumpscares e elogiaram os sustos que a produção rende:
O Salem se assustou com um dos jumpscares do Clube da Meia Noite kkkk parabéns Mike Flanagan
Eu dei replay em absolutamente TODOS os jumpscares de O clube da meia noite, essa seria pra mim é a única das que saiu até agora que tá podendo bater de frente com A maldição da residência Hill
Mike Flanagan você realmente sabe o que tá fazendo
Primeiro episódio do clube da meia-noite, nova série do Mike Flanagan, é bem interessante e com aquele visual sombrio das produções do cara. A zueira de botar um monte de jumpscares no episódio é uma piada assustadora, mas confirma que sempre vem coisa boa desse diretor.
Vi dois episódios de ‘o clube da meia noite’ e to curtindo. Até aqui a história geral se desenvolveu pouco, mas sei que é um estilo de Flanagan, que curte apresentar bem seus personagens antes. Tem bons jumpscares também. Continuarei.
Flanagan reconheceu que essas cenas de susto são estratégias preguiçosas no gênero do terror, mas argumentou que fazia parte da diversão, considerando o contexto da série, que gira em torno de um grupo de crianças contando histórias de terror.
“Eu pensei: ‘Se for para dar susto, vamos fazer todos eles de uma vez, em um só episódio. Se fizermos direito, um único susto não terá sentido para o resto da série, ficaria aleatório demais’. Mas quando adicionamos mais, o público-teste ficou tipo: ‘Ótimo! Queremos Mais.”
E aí, você está acompanhando a série?
A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contatar os outros do além.
Um chiclete mascado pelo astro Robert Downey Jr. foi colocado a venda no eBay por um valor “um pouco” exorbitante (via New York Post).
No site, o vendedor está pedindo um total de 40 MIL dólares pela guloseima mascada, o que convertido em reais seria um pouco mais de R$ 206 MIL.
De acordo com o vendedor, o objeto é o mesmo que foi consumido pelo ator no dia 13 de fevereiro em uma cerimônia na Calçada da Fama, em Los Angeles, onde Downey Jr. foi prestigiar o ator e diretor Jon Favreau pelo recebimento de sua estrela na famosa calçada.
O ator mascou o chiclete e depois colocou em cima da homenagem ao amigo, brincando que seria “apenas para tornar a estrela oficial”.
Robert Downey Jr. gruda seu chiclete na estrela de Jon Favreau na Calçada da Fama, em Los Angeles.
Na descrição no eBay, o vendedor afirma que estava presente na cerimônia e pegou o chiclete do chão depois que foi deixado lá.
“Estou vendendo nas mesmas condições em que o peguei e pode ser testado para o DNA dele. Será enviado com frete rastreado e contido em um recipiente de plástico”, diz o usuário.
Foto do chiclete mascado por Robert Downey Jr, colocado em cima da estrela de Jon Favreau, na Calçada da Fama, em Los Angeles
E aí, você compraria o chiclete mascado pelo seu astro de cinema favorito?
Lembrando que o próxima aparição em filme de Robert Downey Jr. é em ‘Oppenheimer‘, do diretor Christopher Nolan, e que vai estrelar ao lado do ator Cillian Murphy.
O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.
A cinebiografia do Rei do Pop, intitulada ‘Michael’, ganhou data de estreia no Brasil.
A Universal Pictures lança o filme por aqui dia 17 de Abril de 2025 – um dia antes da estreia nos EUA.
O estúdio exibiu uma prévia da cinebiografia do cantor Michael Jackson no CineEurope com cinco minutos de cenas e com os bastidores das filmagens do clipe de “Thriller“.
Segundo o Deadline, o público ficou “incrivelmente impressionado positivamente” com o conteúdo.
Durante a CinemaCon 2024 em Las Vegas, foi exibido um trailer da obra, e a prévia emocionou o público.
O vídeo compartilhado mostra cenas de fãs gritando e corta para Jackson como um garotinho cuja mãe lhe diz: “Pode haver algumas pessoas que pensam que você é diferente e isso vai tornar a vida um pouco mais difícil para você, mas você nunca foi como ninguém”. Na narração, um Jackson adulto diz sobre a performance: “Isso transporta todo o seu ser, é isso que eu quero que o mundo sinta – magia”.
As imagens cobrem todas as eras icônicas de Jackson, desde suas raízes humildes com o Jackson 5 até o auge de sua fama como artista solo.
O trailer começa com cenas da infância de Jackson em Gary, Indiana, com a música “ABC” do Jackson 5 tocando ao fundo. Vemos então uma montagem que acompanha a ascensão de Jackson ao estrelato, desde suas aparições na televisão com seus irmãos até a era “Thriller”, que definiu sua carreira.
Algumas das imagens mostradas revelam momentos da era Off the Wall e Bad, com a música “Man in the Mirror” como destaque. O sobrinho do cantor pop, Jaafar Jackson, interpreta seu tio no palco, e em um momento emocionante, a voz de Katherine Jackson diz: “Você tem uma luz muito especial, então deixe a luz brilhar no mundo”.
Imagens icônicas da carreira de Jackson são recriadas, desde o início com o Jackson 5 até a era “Thriller”, com Jaafar Jackson capturando a voz e os movimentos de seu tio com impressionante fidelidade.
O trailer também aborda os aspectos mais controversos da vida de Jackson. Uma cena mostra o cantor em um hospital após o acidente com a Pepsi, enquanto outra sugere o incidente do bebê pendurado. Há também um breve vislumbre de Michael tomando uma pílula, possivelmente um aceno para seus problemas com o uso de medicamentos.
Em um momento emocionante, a mãe de Michael diz a ele: “Você nunca foi como todos os outros”. O trailer termina com uma imagem poderosa de Michael se apresentando para uma multidão de fãs.
O filme também ganhou sua primeira imagem promocional, mostrando o sobrinho de Michael Jackson, Jaafar Jackson, retratando o artista e recriando o icônico visual de “Man in the Mirror”.
O elenco conta com Jaafar Jackson no papel de Michael Jackson na fase adulta, já Juliano Krue Valdi interpreta a fase infantil. Colman Domingo assume o papel de Joe Jackson, e Nia Long interpreta Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Enquanto Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.
A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”
Através do Twitter, um perfil dedicado ao rei do pop compartilhou um vídeo dos bastidores no qual Jaafar aparece ensaiando os movimentos de seu tio, além de ostentar o penteado de Michael na era das canções ‘Thriller’, ‘Billie Jean’ e ‘Beat It’.
Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.
Estão abertas as inscrições para o BONITO CINESUR– FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO 2025, festival que vem ganhando projeção nacional e que será realizado na cidade de Bonito – MS, entre os dias 25 de julho e 02 de agosto deste ano.
Entre 20 de fevereiro e 06 de abril, poderão se inscrever para o Festival filmes de longa e curta metragem (de até 20 minutos) sul-americanos concluídos em 2024 e 2025, desde que inéditos em circuito nacional. Esta é a terceira edição do Festival que tem como um dos objetivos tornar a cidade de Bonito (e o estado do Mato Grosso do Sul) um polo importante de difusão e debate da produção cinematográfica contemporânea do continente.
Em 2025, o Festival ocupará espaços centrais da cidade de Bonito e seguirá avançando na consolidação da convergência entre cultura, meio ambiente e turismo, intercomunicando cinematograficamente a América do Sul, destacando a temática ambiental e promovendo internacionalmente o destino turístico Bonito.
O diretor do Festival, Nilson Rodrigues, destaca que “na sua terceira edição, o festival se afirma definitivamente como um espaço de encontro e promoção do cinema sul-americano”.
Para se inscrever, os interessados devem acessar: bonitocinesur.com.br e/ou a plataforma Festhome.
Neste ano, o festival terá em sua programação 5 Mostras Competitivas, (com premiação no total de R$ 57.500,00) divididas nas seguintes categorias: filmes sul-americanos de longa metragem, filmes sul-americanos de curta metragem, filmes sul-mato-grossenses, filmes longa metragem ambiental sul-americano, filmes curta metragem ambiental sul-americano.
Prêmio do Júri Oficial de Melhor Filme Longa Metragem Sul-americano: R$ 20.000,00 e Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Oficial de Melhor Filme Curta Metragem Sul-americano: R$ 7.500,00 e Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Oficial de Melhor Filme Longa Metragem Ambiental Sul-americano: R$ 15.000,00 e Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Oficial de Melhor Filme Curta Metragem Ambiental Sul-americano: R$ 7.500,00 e Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Oficial de Melhor Filme Sul-mato-grossense: R$ 7.500,00 e Troféu Pantanal
Além das premiações:
Prêmio do Júri Popular de Melhor Filme Longa Metragem Sul-americano: Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Popular de Melhor Filme Curta Metragem Sul-americano: Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Popular de Melhor Filme Longa Metragem Ambiental Sul-americano: Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Popular de Melhor Filme Curta Metragem Ambiental Sul-americano: Troféu Pantanal
Prêmio do Júri Popular de Melhor Filme Sul-mato-grossense: Troféu Pantanal
Em 2025, o BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO chega à sua terceira edição mais consolidado. Além das Mostras Competitivas, o evento terá uma mostra paralela com filmes sul-americanos destinados ao público infantojuvenil, sessões especiais e atividades formativas.
No coração da América do Sul, Bonito é parte do Parque Nacional da Serra da Bodoquena e um dos pontos de ecoturismo mais importantes do país. Em 2024, o BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO enriqueceu o calendário cultural da cidade, do país e do continente com a exibição de 42 filmes da América do Sul, em 120 horas de programação. O Bonito CineSur também fomentou a economia criativa local com a contratação de profissionais de produção, equipamentos técnicos e de inúmeros serviços de hotéis, restaurantes e transporte terrestres e aéreos e teve mais de cinco mil pessoas envolvidas nas atividades do Festival: oficinas, sessões de cinema, mesas e debates.
O festival é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura, em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal), com a emenda parlamentar do deputado Vander Loubet; conta com patrocínio da Prefeitura de Bonito, da EMGEA e apoio da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (FUNDTUR), Governo do Mato Grosso do Sul.
Tem tanto seriado bom por aí que as vezes ficamos perdidos se não nos organizarmos. Buscando ajudar você leitor com ótimas dicas de brilhantes projetos seriados, separamos abaixo uma grande lista com 10 dessas produções:
Voo 370 – O Avião que Desapareceu (Netflix)
Como é possível com a tecnologia de hoje um avião desaparecer e não ser mais encontrado? Tentando encontrar respostas para algumas perguntas que geram inúmeras interpretações, chegou nesse início de 2023 na Netflix a minissérie documental Voo 370 – O Avião que Desapareceu, dividida em três partes, que nos faz entender alguns pontos sobre uma inacreditável história sem conclusão que começou em um dia de março de 2014, quando, decolando de Kuala Lumpur na Malásia, em direção à Pequim, na China, um avião comercial marcaria para sempre a história da aviação mundial ao sumir menos de uma hora após decolar e nunca mais ser encontrado.
Fallout (Prime Video)
Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, principalmente uma, a Vault- Tec , resolvem criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido. A cada caminhada, uma nova descoberta, e assim seu destino se cruza com Maximus (Aaron Moten), um sobrevivente de um dos ataques nucleares mais impactantes e o enigmático necrótico Cooper (Walton Goggins), esse último com um passado com vivas memórias do início do fim.
The Chosen (Netflix)
Criada pelo norte-americano de 48 anos, Dallas Jenkins, The Chosen de forma simples e inspiradora nos leva a conhecer os ensinamentos de Jesus. Sob a perspectiva daqueles que o seguiam, começando na Galileia do século I, depois indo para Samaria, e fugindo de uma obviedade muitas vezes maçantes quando pensamos em assuntos bíblicos, fato que afastava logo de cara grande parte do público em outras produções, o seriado de impressionante sucesso se sustenta em um equilíbrio entre narrativa de entretenimento e a exatidão das interpretações do que está na bíblia, elevando assim a qualidade da produção. Para tal, na equipe da série tem diversos estudiosos sobre o tema que influenciam de forma positiva a direção e contextos da trama.
Sr. e Sra. Smith (Prime Video)
Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações. Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.
Cangaço Novo (Prime Video)
Na trama, ambientada na Cidade fictícia de Cratará, no Ceará, conhecemos Ubaldo (Allan Souza Lima), um homem com um presente repleto de conflitos em São Paulo, cidade onde mora. Recém demitido de um banco onde trabalhava, apertado para pagar as despesas hospitalares do pai internado, atravessa o país por causa de uma carta dizendo sobre uma possível herança, fato que o leva para uma cidadezinha no sertão cearense onde descobre ser filho de um cangaceiro conhecido na região. Logo se vê em novos conflitos, com a violência inserida no cotidiano e entre vinganças, corrupções políticas em terras repletas de histórias ligadas à desgraças, acaba virando parte de um bando violento que assalta bancos por toda a região ao mesmo tempo que tenta se conectar com as duas irmãs que nem sabia que existiam, isso tudo em um lugar onde ele não é invisível.
Agatha Christie: Poirot (Belas Artes a La Carte)
Ao longo do período entre 1989 a 2013 uma produção fantástica chegava aos telinhas trazendo vida aos misteriosos casos de um dos personagens mais emblemáticos da escritora britânica Agatha Christie, o detetive belga Hercule Poirot. Entre tramas macabras, reviravoltas surpreendentes, traições, ambição, o seriado Agatha Christie: Poirot nos leva para um tour sobre a mente humana, acompanhando histórias profundas que tem na sua base os deslizes da moral sob pontos de vistas diversos.
Goliath (Prime Video)
Um dos grandes seriados da Prime Video, que poucos falam, Goliath é um dos mais impactantes projetos quando pensamos em dramas jurídicos. Na série, na sua primeira temporada, acompanhamos Billy Mc Bride, um ex-advogado de prestígio que busca retomar os dias de glória em um enorme processo contra a poderosa firma de advocacia que ajudou a criar.
O Rei da TV (Disney Plus)
Na trama, voltamos à décadas atrás, no início no Rio de Janeiro na época dos bondinhos onde o carioca Senor Abravanel vivia com seus pais (uma mãe dona de casa e um pai com problemas com jogos) e começara a entender que tinha um certo dom para vendas e logo se inicia como camelô pelas ruas do centro da cidade maravilhosa. Ele começa a aproveitar as oportunidades que a vida lhe coloca pelo caminho e parte para São Paulo, onde conhece Manuel de Nóbrega (seu grande padrinho) e começa a fazer shows e descobrir o fascinante e recém criado universo televisivo, além do lucro que alcança com o polêmico Baú da Felicidade criado no final da década de 60, nessa fase já era conhecido pelo nome artístico: Silvio Santos. Em paralelo, vamos vendo o protagonista já na sua fase mais velha, buscando soluções para um problema na voz, sempre com a ajuda da esposa Iris (Leona Cavalli), e da crise que se instaura no SBT, além de disputa com a toda poderosa Globo mais presente aqui na figura de Rossi, um alto executivo da emissora. Silvio, nessas três fases é interpretado pelos atores: Guilherme Reis, Mariano Mattos Martins e José Rubens Chachá.
A Diplomata (Netflix)
Na trama, conhecemos Kate Wyler (Keri Russell), uma diplomata que as véspera de viajar para o oriente médio recebe o convite para ser a nova embaixadora dos Estados Unidos na Inglaterra, logo após um incidente com um navio britânico ser foco de tensões geopolíticas. Pega de surpresa, ela logo aceita o convite e junto com ela embarca para a terra da rainha seu marido Hal (Rufus Sewell), um famoso diplomata que dessa vez precisa ficar nos bastidores mesmo seu ego não deixando muitas vezes isso acontecer. Além de tudo, o casamento entre os dois está no pico de uma crise praticamente irreversível. Assim, tendo que lidar com um jogo político ardiloso e cheio de variáveis, Kate se vê em enormes conflitos pois ainda por cima precisa resolver sua situação com o marido.
Treta (Netflix)
A raiva é um estado transitório da consciência? Uma das gratas surpresas no universo das séries que chegaram aos streamings em 2023, sem dúvidas, é o projeto criado pelo sul-coreano Lee Sung Jin, Treta. Com uma trama sólida e com camadas e mais camadas que giram em torno da história principal, o seriado reflete sobre por duas pessoas ligadas por uma inusitada situação que se veem presos numa crise existencial onde o limite para ações e consequências extrapolam qualquer normalidade. O projeto tem uma curiosidade bem legal, alguns dos chamativos títulos de episódios são citações de mentes famosas, como uma do escritor tcheco Franz Kafka e outra da poeta norte-americana Sylvia Plath.
Nas cabeças da corrida por indicações ao Oscar 2019 – entre elas melhor filme e melhor ator – Vice tem estreia programada para o dia 31 deste mês pela Imagem Filmes. Novo trabalho do diretor Adam McKay, criado nos mesmos moldes de seu prestigiado filme anterior (A Grande Aposta, 2015), o longa é a biografia de uma figura pouco popular da história recente norte-americana, Dick Cheney. O sujeito foi o vice-presidente do governo George W. Bush (2001-2009).
Este quadro de impopularidade não procura ser revertido como proposta desta produção, tampouco pelo retrato do camaleônico (e sempre ótimo) Christian Bale, que vive o protagonista. O ator inclusive vem papando todos os prêmios prévios e é um dos fortes candidatos a levantar a estatueta (de novo) no dia da cerimônia da Academia. Com a ajuda de uma impressionante maquiagem – do nível de O Destino de uma Nação(vencedor na categoria no ano passado), o intérprete desaparece e surge apenas seu personagem. Aliás, a história pode se repetir, com uma segunda vitória de um ator enterrado sobre quilos (falsos e reais) de maquiagem. Mas ao contrário do Winston Churchill de Gary Oldman – que enfrentou os últimos grandes vilões (do cinema e da humanidade), a luta de Cheney e Bale é menos simpática, e banhada em tonalidades de cinza.
O próprio Bale fez questão de se afastar o mais rápido possível de seu personagem e repudiá-lo – muitos intérpretes procuram entender o ponto de vista de seus papeis, até mesmo vilões, não é o caso aqui. Vice segue a juventude desajustada de Cheney, que entrou na política cedo e figurou em cargos importantes durante sua trajetória (como Chefe de Gabinete da Casa Branca na década de 1970, e Secretário de Defesa dos EUA – 1989 a 1993), e mostra que seu desejo verdadeiro era o poder no cargo máximo, algo que nunca conquistou. Ou será?
Como nos mostrou recentemente o jogo político brasileiro, os vices podem ser tão poderosos quanto os presidentes, ou quem sabe mais. No caso de Cheney, um acordo foi feito para que aceitasse ser o braço direito de Bush, e assim o ardiloso personagem ficou a cargo do comando de porções importantes do governo norte-americano, como as Forças Armadas. Cheney esteve por trás e articulou a Guerra do Iraque, em retaliação aos atentados de 11 de setembro – marcado na história como o pior atentado jamais imaginado pelo mundo. Cheney é um político extremo e duro, que não tem medo da impopularidade. Justamente por isso, não faltam paralelos com Trump – detratores e adoradores.
Voltando ao primeiro parágrafo, quando digo que Vice é produzido nos mesmos moldes de A Grande Aposta, me refiro à sua estrutura e narrativa. McKay parece ter criado para si este estilo, no qual aplica muita criatividade (seja na montagem ou na cena em si) para criar uma sátira adulta, dona de um humor histérico, porém, retratando um tema seríssimo. Se em A Grande Aposta tínhamos pausas para gente como Margot Robbie (interpretando a si mesma) explicar um pouco em termos leigos a crise econômica de 2008 – em Vicea gozação vai de devaneios dos personagens, brincadeiras com interações (quando Bale e Amy Adams recitam Shakespeare na cama) e quebra da quarta parede (a cena pós-créditos vale ouro).
O elenco está afiadíssimo, e além do irreconhecível Bale, temos Amy Adams como a esposa do protagonista, Sam Rockwell como George W. Bush e Steve Carell na pele do mentor Donald Rumsfield. A sintonia de todos pulsa em tela. Mas é preciso destacar Tyler Perry como Colin Powell, numa breve, porém, impactante atuação.
Independente de sua ideologia política, Vice consegue transcender devido a sua qualidade artística. Esta não é apenas mais uma biografia política, é uma obra autoral de um cineasta que conseguiu entender que hoje é necessário mais, é preciso arrojar a forma, mesmo que o conteúdo siga o mesmo. Nas entrelinhas, a intenção de McKay não é perdoar Cheney (embora tente humanizá-lo brevemente, em especial no que diz respeito à opção sexual da filha), mas sim apontar publicamente seus muitos erros – afinal não existe muita defesa para tortura. Vice procura ser o mais isento possível (ou tenta), como apresenta o discurso liberalista ao desfecho, mas surge como libelo ácido e muito crítico – como um bom filme deve ser. Doa a quem doer.
Eddie Murphy é um dos maiores astros de Hollywood ainda em atividade e é considerado um verdadeiro ícone representativo por ter se tornado o ator negro mais popular de todos os tempos ainda na década de 1980. Saído do programa humorístico ‘Saturday Night Live’, Murphy já protagonizava seus próprios filmes em meados dos anos 80, em especial após o mega sucesso que foi ‘Um Tira da Pesada’.
Eddie Murphy chegou ao mais alto patamar da maior indústria de cinema do mundo, recebendo cachês de US$20 milhões em alguns de seus filmes – quantia atingida por poucos, considerados a realeza de Hollywood. Em breve o ator retornará para seu papel mais marcante, interpretando pela quarta vez o policial Axel Foley em ‘Um Tira da Pesada 4’, o primeiro longa da franquia que não receberá um lançamento nos cinemas, mas sim na plataforma número 1 de streaming do mundo, a Netflix.
Eddie Murphy estrela como um talentoso cozinheiro em ‘Mr. Church’ e sua atuação despertou falatório de indicação ao Oscar.
A carreira de Eddie Murphy é repleta de sucessos, vide ‘O Professor Aloprado’, ‘Um Príncipe em Nova York’ e ‘Os Picaretas’; e mesmo quando seus filmes não atingem o sucesso esperado, ainda assim se tornam obras famosas. Porém, existe um filme verdadeiramente obscuro na filmografia de Eddie Murphy, e é sobre ele que iremos falar aqui.
‘Mr. Church’ mal chegou a ser lançado no Brasil. Não estreou nos cinemas e era difícil encontra-lo na época de transição entre as locadoras, os canais de VOD (vídeo on demand) e as plataformas de streaming, que ainda engatinhavam de forma tímida. O filme será exibido hoje, nesta quarta-feira, dia 21 de fevereiro de 2024, na Sessão da Tarde da rede Globo, para os que quiserem conferir este que é um dos filmes mais elogiados da carreira de Eddie Murphy.
Eddie Murphy estava há 4 anos sem participar de um filme, quando aceitou substituir Samuel L. Jackson em ‘Mr. Church’.
Ao contrário das comédias para toda a família, ou algumas mais apimentadas e escrachadas que Murphy já fez em seu repertório, ‘Mr. Church’ é um drama, que deu início a uma boa fase de filmes do ator, sendo seguido por ‘Meu Nome é Dolemite’ (2019), da Netflix. Ambos despertaram falatório de indicações ao Oscar para Murphy em suas respectivas épocas, ‘Dolemite’ mais, porém, ‘Mr. Church’ também chamava atenção daqueles que se disponibilizaram a assisti-lo.
‘Mr. Church’ fez sua estreia em 2016 no Festival de Tribeca, em Nova York, e depois seguiria para o Festival de Xangai dois meses depois, para finalmente receber uma estreia de forma restrita (ou seja, em circuito reduzido nos cinemas) nos EUA em setembro – época que costumam sair os filmes com chances de indicações aos prêmios do cinema. É uma estratégia utilizada pelos estúdios. Fora estes países, ‘Mr. Church’ só foi lançado nos cinemas na Holanda, e na Alemanha em janeiro de 2017 – nos demais países do mundo chegando diretamente no mercado de DVD.
O astro Eddie Murphy teve um ótimo relacionamento com a roteirista Susan McMartin, cujas experiências reais inspiraram a história do filme.
O filme passou estes últimos 7 anos como uma das obras mais obscuras do cinema contento um grande astro como protagonista. Afinal, você já tinha ouvido falar dele? A exibição na Globo, mesmo em um programa diurno, pode jogar luz no longa e torna-lo conhecido por mais pessoas.
A história do filme é baseada em acontecimentos reais. A roteirista Susan McMartin (da série ‘Mom’), desenvolveu o texto para o filme usando suas próprias experiências com o verdadeiro Mr. Church. A trama é centrada no relacionamento de amizade que surge entre uma menininha e o cozinheiro talentoso contratado por sua mãe. No filme, Marie (Natascha McElhone) cria sua pequena filha sozinha, a menina Charlie (Natalie Coughlin). Precisando criar a filha sozinha, ela contrata a ajuda de Mr. Church (Eddie Murphy), que inicialmente trabalharia para a família por seis meses. Mas a relação termina se estendendo por 15 anos.
No centro da história de ‘Mr. Church’ está o relacionamento paternal entre o protagonista Murphy e a menina Charlie, aqui já crescida nas formas de Britt Robertson.
Nesse período de mais de uma década, Marie luta contra uma doença letal que a acomete, e a pequena Charlie cresce e se torna uma jovem mulher, nas formas de Britt Robertson. Ao longo dessa trajetória também, Charlie e Mr. Church desenvolvem um laço muito forte, que vai além de uma grande amizade, com o sujeito se tornando a figura paterna conselheira para a moça. Segundo a roteirista McMartin, que desenvolveu a obra por 10 anos até chegar aos cinemas, por mais mudanças que a história real tenha sofrido para se tornar um filme de Hollywood, o núcleo da trama permanece o mesmo: o relacionamento entre sua persona e seu “pai adotivo”.
Em uma entrevista ao Hollywood Reporter na época da estreia do filme em solo norte-americano, McMartin tocou no assunto das críticas que o filme vinha sofrendo em relação ao estigma do “magical negro”. O termo, pejorativo para a comunidade negra, se refere a um artifício muito utilizado por filmes e obras do passado, em que pessoas negras eram retratadas como figuras quase místicas, cujo único propósito era ajudar, aconselhar e guiar os brancos, quase como serviçais, sem ter uma vida própria, objetivos ou desejos. Sua única motivação era aconselhar e ajudar os brancos.
O amigo Arnold Schwarzenegger foi prestigiar a estreia de ‘Mr. Church’. A certa altura Murphy iria protagonizar ‘Trigêmeos’, a continuação de ‘Irmãos Gêmeos’.
Em relação a estas críticas, McMartin disse que sentiu seu sangue ferver com tais pensamentos e acusações. Ela diz apenas ter retratado a relação mais significativa que teve na vida, e que a questão da raça nunca foi sequer mencionada entre os dois. Ela diz que o filme não é sobre isso, e que poderia ser um homem branco. Mas calhou de ser um homem negro e ela ser uma menina branca. Segundo McMartin a amizade e a relação paternal foi construída acima de questões raciais, como um elo forte entre dois seres humanos.
Coincidência ou não, para a direção do longa foi contratado Bruce Beresford, responsável pelo vencedor do Oscar ‘Conduzindo Miss Daisy’ (1989), que também fala sobre a amizade de um homem negro, servindo como motorista para uma patroa branca e idosa na década de 1950. Nos papeis principais, Morgan Freeman e Jessica Tandy.
Duas gerações de amizade. Mr. Church aconselha a pequena Izzy (Mckenna Grace), filha de Charlie.
Incialmente, ‘Mr. Church’ teria Samuel L. Jackson como protagonista. O ator havia sido contratado, mas precisou deixar o projeto, sendo substituído por Eddie Murphy. Além disso, a produção teria outra cara totalmente. Isso porque de início, Uma Thurman faria o papel que terminou com Natascha McElhone, e a personagem de Britt Robertson teria as formas de Juno Temple. Na direção, antes de Beresford, o filme seria comandado por David Anspaugh (dos filmes esportivos ‘Momentos Decisivos’ e ‘Rudy’) – que terminou se tornando produtor executivo de ‘Mr. Church’.
Antes de aceitar protagonizar este filme, Eddie Murphy mantinha um hiato de 4 anos sem participar de nenhum longa; com o último tendo sido o infantil ‘As Mil Palavras’, de 2012. Murphy vinha de uma safra de filmes para toda a família, digamos, nada memoráveis. E no período ainda precisou encarar o engavetamento de uma pretensa série de ‘Um Tira da Pesada’, que veria seu filho como protagonista, interpretado por Brandon T. Jackson (que já havia sido o filho da ‘Vovó Zona’ no terceiro filme estrelado por Martin Lawrence). Murphy faria uma participação no piloto como Axel Foley.
Dessa forma, Eddie Murphy precisava reinventar sua carreira se quisesse seguir relevante. E o hiato fez bem para a reestruturação. ‘Mr. Church’ foi o primeiro passo rumo a esta nova onda de popularidade do ator, e abriu portas para ‘Meu Nome é Dolemite’, ‘Um Príncipe em Nova York 2’, ‘Certas Pessoas’, ‘A Batalha do Natal’ e ‘Um Tira da Pesada 4’, em um acordo do ator com as duas principais plataformas de streaming da atualidade: a Netflix e a Amazon Prime Video.
‘Mr. Church’ pode ser considerado um filme independente, pois não contou com a distribuição de nenhum dos estúdios considerados major em Hollywood. Financeiramente, não foi considerado um sucesso. Pelo contrário. O longa custou US$8 milhões para os investidores, mas não arrecadou sequer US$1 milhão. Porém, precisamos levar em conta o lançamento super restrito que o filme teve nos EUA e no mundo.
Quando falamos do prestígio e elogios, a história é outra. Em especial do público, que o colocou em um pedestal. E o elogio dos fãs é o que motiva grande parte dos realizadores. No Rotten Tomatoes, embora a nota dos críticos não seja nada elogiosa, com 33 resenhas somadas, o grande público, com mais de 2.500 avaliações o enaltece com 81% de aprovação. O mesmo ocorre no IMDB, onde ‘Mr. Church’ soma 76% de aprovação com 31 mil avaliações.
A 3ª temporada de ‘The Good Place’, comédia de Mike Schur (Parks and Recreation), ganhou um novo vídeo, com entrevistas, bastidores e cenas inéditas da próxima temporada.
Confira:
A temporada terá 13 episódios e estreia dia 27 de setembro.
A trama acompanha Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), uma mulher que é mandada ao paraíso por engano e teme ser descoberta e ter que ir para o inferno.
No Brasil, ‘The Good Place’ é transmitida pela Netflix.
O último episódio de ‘Game of Thrones‘ não parece ter sido muito bem recebido pelos fãs, e até mesmo a atriz Jessica Chastain foi ao Twitter criticar um momento específico do episódio.
A cena em questão é quando a Sansa afirma que tudo o que ela passou – incluindo os abusos sexuais – a ajudou a torná-la mais forte. Chastain, no entanto, defendeu que estupro não deve ser usado como ferramenta para um personagem deixar de ser fraco.
Rape is not a tool to make a character stronger. A woman doesn’t need to be victimized in order to become a butterfly. The #littlebird was always a Phoenix. Her prevailing strength is solely because of her. And her alone.#GameOfThronespic.twitter.com/TVIyt8LYxI
“Estupro não é uma ferramenta para fazer personagens ficarem mais fortes. Uma mulher não precisa ser vitimizada para se tornar uma borboleta. O ‘pequeno pássaro’ sempre foi uma fênix. Sua força é um mérito dela. E apenas dela.”
Confira o trailer do próximo episódio:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
No quinto episódio, ainda sem título revelado, haverá o embate decisivo pelo futuro dos sete reinos, em um confronto direto pelo trono de ferro. O episódio irá ao ar no dia 12 de maio.
O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.
A Sony Pictures divulgou o trailer da série ‘Alex Rider‘.
Confira:
A série é baseada na popular saga adolescente escrita por Anthony Horowitz.
Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.
Otto Farrant viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.
O longa ‘O Primeiro Tiro – A Lenda de Wyatt Earp‘ ganhou trailer legendado.
Confira:
O longa é dirigido por Christopher Forbes.
Wyatt Earp é um dos melhores homens da lei do Oeste e um pistoleiro muito habilidoso. Mas ele é um homem em conflito, que é assombrado pelo que viu no início de sua carreira. Nunca atire primeiro. Entretanto, mesmo um bom homem aprende que às vezes as regras precisam ser quebradas para sobreviver.
O elenco inclui William Adams, Jezibell Anat, Meganiiq Barlet, Thomas Barlet, Dan Beck, Karl Bishop, Ronald Blanton e Gunner Bridger.
No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.
A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser trailer da série sci-fi ‘Invasion‘, que contará com 10 episódios.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 22 de outubro.
Criada por Simon Kinberg (‘Deadpool’) e David Weil (‘Hunters’), a série conta com a direção de Jakob Verbruggen (‘The Alienist’ e ‘The Fall’).
A trama foca em uma invasão alienígena contada através de diferentes perspectivas ao redor do mundo.
O elenco conta com Shamier Anderson (‘Awake’), Golshifteh Farahani (‘Extraction’), Sam Neill (‘Jurassic Park’), Firas Nassar (‘Fauda’) e Shioli Kutsuna (‘Deadpool 2’).
Audrey Chon (‘The Twilight Zone’), Amy Kaufman (‘Olhos que Condenam’) e Elisa Ellis servem como produtores executivos ao lado de Andrew Baldwin (‘The Outsider’), que também é responsável pelo roteiro.
De acordo com o Variety, Daniella Pineda (‘Cowboy Bebop’) entrou para o elenco da série derivada antológica ‘Tales of The Walking Dead‘.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
O elenco ainda contará com Terry Crews, Parker Posey, Jillian Bell, Anthony Edwards e Poppy Liu.
A primeira temporada será composta por seis episódios autônomos, que serão “focados em personagens novos e conhecidos do mundo da série original”.
A produção será uma antologia episódica com capítulos individuais ou arcos de episódios focados em personagens novos ou existentes, reunindo histórias de background ou outras experiências novas e únicas.
Segundo o diretor de conteúdo do universo Walking Dead, Scott M. Gimple, o novo projeto trará novas perspectivas e visões da amada franquia, sendo algo diferente de tudo que os fãs de zumbis já viram.
“Esta série, mais do que qualquer outra no universo de Walking Dead, gira em torno de novas vozes, perspectivas e ideias – trazendo histórias de vida diferentes de todas as que já contamos antes. Estou emocionado por ser o consigliere de Channing Powell, ajudando de todas as maneiras que puder para tornar essas novas visões reais para os melhores fãs da TV”.
‘Tales of the Walking Dead‘ será lançado oficialmente em 2022.
Confira a primeira arte da produção:
Channing Powell será o showrunner da série derivada.
“Essa série, mais do que qualquer outra no universo de ‘The Walking Dead’, trará novas vozes, perspectivas e ideias, com histórias completamente novas,” afirmou Scott Gimple, supervisor da franquia. “Estou animado em ajudar a trazer essas novas visões à vida.”
Essa será a quarta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.
De acordo com o Deadline, Florence Pugh (‘Viúva Negra’) vai estrelar o thriller ‘The Pack‘, que será dirigido pelo Alexander Skarsgård.
A produção marcará a estreia diretorial do ator, que também participará do elenco.
Na trama…
Um grupo de documentaristas que se aventura na remota natureza selvagem do Alaska para tentar salvar uma espécie quase extinta de lobos. Quando a equipe volta a se reunir em uma prestigiada premiação, as tensões aumentam quando mentiras mortais ameaçam o resultado de seu trabalho. Eles conseguiram sobreviver aos perigosos elementos da natureza, mas o segredo que compartilham irá sobreviver à noite?
Descrito como um “suspense psicológico”, a produção deve seguir um estilo parecido com o aclamado ‘O Abutre‘.
Jennifer Fox servirá como produtora do roteiro original assinado por Rose Gilroy.
As filmagens estão programadas para começarem em março de 2023.
A Supermassive Games e Bandai Namco anunciaram oficialmente o jogo ‘Little Nightmares III‘ – que será o primeiro capítulo da saga sem o envolvimento da Tarsier Studios.
No novo jogo, seguiremos a jornada de Low e Alone, enquanto eles buscam por um caminho que leve para fora de Lugar Nenhum. Presos na Espiral, que está repleta de lugares sinistros, os dois amigos terão que trabalhar juntos para sobreviver neste mundo perigoso cheio de desilusões e escapar das garras de um mal ainda mais poderoso que espreita nas sombras.
Pela primeira vez, o jogo contará com um modo cooperativo online, além de uma opção solo com um companheiro de inteligência artificial.
Confira o trailer:
O novo jogo será lançado para PC, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch, PlayStation 4 e PlayStation 5, e está previsto somente para 2024.
‘Little Nightmares‘ é um jogo sombrio com elementos de terror, lançado em 2017. No jogo original, os jogadores incorporam uma menina faminta de nove anos chamada Six, que está presa na “A Bocarra” – um navio misterioso que serve os caprichos de criaturas doentes e poderosas. Depois acordar nas profundidades mais baixas da “Bocarra”, Six decide escapar de seu confinamento, tendo momentos regulares de fome excruciante.
A sequência, ‘Little Nightmares II‘, foi lançada três anos depois, em 2021.
De acordo com o Variety, uma série baseada no épico ‘300‘ está sendo desenvolvida pela Warner Bros. Television.
Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’), diretor do longa original, está em negociações para comandar a produção. Além disso, o cineasta também deve assumir como produtor executivo.
Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a série deve servir como pré-sequência do longa de 2006.
Ainda em “estágios iniciais” de desenvolvimento, ainda não há nenhum roteirista ou plataforma de streaming associados ao projeto.
‘300‘ foi um dos maiores sucessos na carreira de Snyder, o que acabou gerando a sequência ‘300: A Ascensão do Império‘ – que traz o retorno do Rodrigo Santoro. No entanto, o terceiro filme, intitulado ‘Sangue e Cinzas‘, nunca chegou a ser concretizado.
Na trama, o rei Leônidas e seus 300 guerreiros de Esparta lutam bravamente contra o numeroso exército do rei Xerxes. Após três dias de muita luta, o sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa.
Na sexta temporada, o espírito inflexível e a determinação de June a puxam de volta para a luta para derrubar Gilead; Luke e Moira se juntam à resistência; Serena tenta reformar Gilead enquanto o Comandante Lawrence e a Tia Lydia avaliam o que fizeram; e Nick enfrenta testes desafiadores de caráter.
Vale lembrar que todas as cinco iterações continuam disponíveis no catálogo do Disney+.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Wicked: Parte 2‘ deve abrir em torno de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.
Projeções indicam que o longa deve arrecadar entre US$ 125-150 milhões em sua estreia nos EUA. Internacionalmente, a produção deve somar cerca de US$ 70 milhões através de 78 mercados.
A expectativa é que a continuação supere a abertura global do primeiro filme, tornando-se a maior estreia da história para um longa baseado em um musical da Broadway.
Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ alcançou 72% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram os visuais do filme, chamando-o de “esplêndido”. Apesar de considerarem a segunda parte tão boa quanto o primeiro e uma adaptação incrível, muitos ainda a veem como um pouco inferior ao longa original.
“Os efeitos visuais são de primeira linha. Assim como toda essa esplêndida e cinematográfica adaptação musical que, se você somar os tempos de duração dos dois filmes, fica apenas dois minutos abaixo de cinco(!) horas. Para ser honesto, eu queria mais”, afirmou Pete Hammond do Deadline.
“O filme corrige uma queixa comum do espetáculo, dando à dupla mais cenas (e músicas) juntas nesse trecho final, que agora soa como uma história robusta por si só”, disse Peter Debruge do Variety.
“Ariana Grande a preenche com tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, o filme inteiro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Se você gostou do que Wicked fez com o material, Wicked: Parte 2 é exatamente o que você estava esperando. Toda a empolgação que ficou ali, no fundo da sua mente, volta com tudo no momento em que o primeiro número musical começa”, disse Alex Harrison do Screen Rant.
“As coisas que não funcionaram da primeira vez, bem, elas ainda não funcionam. As coisas que deram certo em Wicked? Elas ainda dão, só que um tantinho melhor”, disse Kate Erbland do IndieWire.
“Wicked: Parte 2 não é apenas uma adaptação fiel, mas também desenvolve o que funcionou no primeiro filme enquanto se apoia nas atuações principais. Os personagens são mais maduros e complexos, tornando-o um sucessor digno do primeiro filme”, disse Therese Lacson do Collider.
“Uma Parte Dois bem mais sombria e emocional, que culmina em uma conclusão incrivelmente catártica, embora não seja tão cativante quanto sua predecessora”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.
“Ainda assim, a sensação de uma obra que, na tradução de um meio para outro, deixa de desafiar a gravidade e meio que despenca de modo brusco de volta à terra firme não é algo fácil de dissipar”, disse David Fear do Rolling Stone.
Com estreia marcada para 20 de novembro, a sequência dá continuidade ao sucesso global de 2024, que se consolidou como a maior adaptação cinematográfica da Broadway de todos os tempos.
A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).
O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.
‘A Cura‘ (‘A Cure for Wellness’), terror sobrenatural do diretor Gore Verbinski (‘O Chamado’, ‘Piratas do Caribe’), ganhou um novo clipe, divulgado pela 20th Century Fox.
Confira, com o trailer:
Um jovem e ambicioso executivo é enviado para buscar o CEO de sua empresa em um “centro de bem-estar” idílico, mas misterioso, em um local remoto nos Alpes suíços. Ele logo suspeita que os tratamentos milagrosos do spa não são o que parecem. Quando ele começa a desvendar os segredos aterrorizantes do lugar, sua sanidade é testada e ele é diagnosticado com a mesma curiosa doença que mantém todos os convidados ali à espera da cura.
Jason Isaacs, o Lucius Malfoy da franquia ‘Harry Potter‘, viverá o diretor do spa, um homem aristocrático que tem planos obscuros para uma paciente (Mia Goth).
A estreia no Brasil acontece dia 16 de Fevereiro de 2017.
A atriz Allison Williams, do estrondoso sucesso de bilheterias ‘CORRA!‘, vai encarar mais uma produção do gênero de terror. Desta vez, a jovem vai estrelar ‘The Perfection‘.
A trama acompanha uma dupla de talentosas violoncelistas conectadas graças a uma obsessão misteriosa. O roteiro e a direção ficam a cargo de Richard Shepard, com quem Allison já trabalhou na aclamada série da HBO, ‘Girls‘.
As filmagens de ‘The Perfection‘ começam no início de 2018 em Shanghai e Vancouver.
Os fãs de ‘Stranger Things’ podem esperar uma terceira temporada bem mais sombria e com muitas cenas de ação.
Segundo o produtor executivo da série, Shawn Levy, embora o novo ciclo se passe no verão norte-americano, a atmosfera aparentemente leve e colorida será apenas um background para um ciclo cheio de mistérios.
Em entrevista ao Playlist, ele disse:
“Sem sombra de dúvidas, assim como foi mostrado no viral, o shopping Starcourt será parte da terceira temporada. Assim como o verão. Então, o novo ciclo terá essa dose saudável, bem alegre, leve, com uma diversão cultural. Mas posso te garantir que ele também irá para lugares mais sombrios e teremos muito mais ação do que jamais tivemos”.
A nova temporada trará a fase de transição da personagem Eleven, da pré-adolescência para a adolescência.
Segundo a própria atriz Millie Bobby Brown e o diretor Shawn Levy, o novo ciclo apresentará o seu amadurecimento.
Brown compartilhou a informação com os fãs, durante um evento realizado pela Netflix. Ela ainda comentou sobre a experiência de dar vida a uma figura tão complexa como a Eleven.
Disse:
“A Eleven tem uma narrativa muito linda nesta temporada. Será muito focada em seu amadurecimento e em sua compreensão sobre como é ser uma adolescente normal. E sobre interpretá-la, eu descobri um outro lado da minha atuação que até então eu não conhecia. Descobri novas técnicas para chorar, ficar brava e eu aprendi tanto com a personagem, com aqueles episódios em que fiquei isolada. Isso vai impactar no terceiro ciclo, quando coisas ainda mais estranhas acontecerem. Eu só quero dizer que eu uso aquele estilo de atuação agora e meu método de interpretação para a temporada 3”.
Com uma narrativa invertida, que apresentava vislumbres de uma tragédia, Big Little Lies foi se consolidando a cada episódio de seu primeiro ciclo com um roteiro intrínseco, conectado e bem alinhavado. Trazendo arcos – aparentemente – desconexos e aleatórios entre si, a trama cresceu de maneira vertiginosa, indo para além do subgênero à la Desperate Housewives, nos mostrando que um pequeno mistério de um caso de bullying, de fato representava uma fina camada que escondia uma sucessão de abusos e agressões. Em seu segundo ano, essa mesma e intrigante história chegou a uma novo ápice, onde a complexidade da feminilidade é explorada a plenos pulmões. Readequando sua perspectiva narrativa para um viés onde flashes do passado cruzam as memórias dolorosas de mulheres que carregam o peso da culpa, a nova temporada se mantém atual e voraz, ainda que não supere seu ano inaugural.
Havia uma certa incerteza quanto à necessidade de continuar a trama dessa que, genuinamente, é uma minissérie com final pronto. Em se tratando de teor construtivo, existia uma boa história a ser narrada. Por fins estilísticos, poderíamos ter ficado sem uma sequência. Mas Jean-Marc Vallée sempre soube como agir e faz da segunda temporada uma necessidade em se tratando de sua pontualidade sócio cultural. Como uma produção que explora um núcleo absolutamente feminino, Big Little Lies cata os cacos da morte de Perry (Alexander Skarsgard) pela ótica da mulher, abordando como o tumultuado (porém honroso) assassinato do agressor/esposo de Celeste (Nicole Kidman) afetou não apenas a percepção das protagonistas sobre si mesmas, bem como sobre as circunstâncias que as rodeiam.
Ultrapassando a fase da conexão de arcos – quando ainda caminhávamos no escuro em se tratando do tipo de clímax que a série nos traria -, a nova temporada é uma espécie de aftermath, mostrando os reflexos que uma tragédia pode acarretar na vida de um grupo de mulheres que, a contra gosto ou não, eventualmente se submeteram a um certo nível de opressão familiar, seja por parte de um homem, de uma mãe ou até mesmo de uma terrível sogra. E nesse embolado contexto, Meryl Streep emerge como a surpresa que sempre pedimos a Deus, entregando uma complexa personagem que transita entre a – antagônica – loucura lúcida e a mais pura insensatez de uma mulher que se ergue de seu próprio passado, subjugando aqueles que também possuem suas próprias mazelas e feridas abertas. Como uma figura incrivelmente passiva agressiva, Mary Louise é a resposta do porque precisávamos de uma nova temporada, ainda que fosse possível viver (não diria que bem) sem ela.
E sob uma direção que explora a luz natural, em contraste com as sombras da noite, a segunda temporada de Big Little Lies traz a ascensão suprema das atuações de Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Shailene Woodley, Zoë Kravitz e – principalmente – de Laura Dern. Como aquela que provavelmente se viu sendo confrontada com seu maior temor, sua adorável arrogância se desabrocha, mostrando uma voraz guerreira, que de fato teme pela derrota e pelo fracasso. E a fim de se manter como essa fênix que surgiu da pobreza ainda em sua juventude, ela está disposta a lutar pelas aparências e – quem diria – por sua própria essência. Nisso tudo, vemos a atriz se destacando com maestria, se apresentando de cara como aquela que mais merece levar as estatuetas em 2020.
E ainda que seu desfecho tenha sido extremamente previsível, a segunda e última temporada de Big Little Lies faz aquilo que um bom fã espera, que nada mais é que ser servido. Encerrando a narrativa de maneira promissora e otimista, a produção entrega uma trajetória que foca muito mais no desenvolvimento de suas personagens a partir das circunstâncias, revelando as adversidades que as mulheres sofrem – em meio a um contexto essencialmente machista. Abordando também a habilidade de se adaptar e transformar as situações, mesmo em meio à incertezas e inseguranças, a série original da HBO acertou em seu timing, provando à audiência mundial que há sempre uma boa história feminina a ser contada. Inteligente, contemporânea e – ainda assim – atemporal, Big Little Lies se despede do público com uma jornada de descobertas sobre o poder que a voz da mulher tem, dentro e fora da ficção.
A pré-sequência King’s Man – A Origem‘ é um dos grandes destaques da futura edição da revista britânica Empire e a produção teve mais uma de suas imagens divulgada.
O material em questão faz parte de uma matéria especial feita para a publicação sobre o filme e traz o ator Ralph Fiennes em destaque.
Confira:
Recentemente, a Empire divulgou outras imagens da produção.
Confira:
Dirigido por Matthew Vaughn, ‘King’s Man: A Origem’ ainda não tem previsão de estreia nos cinemas.
Assista ao trailer:
Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.
O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson,Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci.
As filmagens da série ‘Peacemaker‘, derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, já foram encerradas, mas uma nova imagem dos bastidores das gravações foi compartilhada.
A foto em questão foi publicada por meio da conta oficial da série no Instagram e traz o veterano Sylvester Stallone ao lado de John Cena, que aparece caracterizado como o polêmico anti-herói.
A série irá explorar as origens do personagem vivido por John Cena em ‘O Esquadrão Suicida‘, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.
Gunn escreveu o roteiro da série e comandou diversos episódios.
Além de estrelar, John Cena também servirá como produtor executivo do projeto.
O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert Patrick, Nhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.
Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ já está em exibição nos cinemas.
A Peacock está apostando na expansão do universo irreverente de ‘Ted‘ com uma nova série animada. A plataforma de streaming encomendou oficialmente ‘Ted: The Animated Series’, que contará com o retorno de Seth MacFarlane na voz do urso politicamente incorreto, além de nomes de peso do elenco original.
O projeto marca uma nova fase para a franquia criada por MacFarlane, que já inclui dois filmes de sucesso e uma série live-action lançada em janeiro de 2024. A produção animada terá o comando criativo de Paul Corrigan e Brad Walsh (‘Modern Family’), que também atuaram como produtores executivos da série live-action.
Além de MacFarlane, Mark Wahlberg, Amanda Seyfried e Jessica Barth reprisarão suas vozes como John, Sam e Tami-Lynn, respectivamente. O elenco também contará com Kyle Mooney (Saturday Night Live), que dará voz ao novo personagem Apollo, e Liz Richman como Ruth.
Produzida pela UCP (Universal Studio Group), Fuzzy Door e MRC, a série conta com um time robusto de produtores executivos, incluindo Erica Huggins, Alana Kleiman, Jason Clark, Aimee Carlson e Claudia Katz.
O investimento na versão animada acontece após o estrondoso sucesso da série live-action, que se tornou a produção original mais assistida da história do Peacock. Segundo dados da Nielsen, ‘Ted’ foi a comédia original mais vista no streaming nos Estados Unidos por mais de dois meses consecutivos, e a série já está confirmada para uma segunda temporada.
A trajetória da franquia
Criada por Seth MacFarlane (‘Family Guy’), a franquia ‘Ted’ teve início em 2012 com o lançamento do primeiro filme, que mesclava comédia adulta, elementos fantásticos e crítica cultural. Na trama, um homem adulto (Mark Wahlberg) lida com a amizade e os dilemas causados por seu melhor amigo de infância: um ursinho de pelúcia falante e desbocado que ganhou vida após um desejo infantil. A fórmula inusitada rendeu enorme sucesso comercial, arrecadando mais de US$ 549 milhões mundialmente.
A sequência, ‘Ted 2′, chegou aos cinemas em 2015 e expandiu a mitologia do personagem, agora lutando por seus direitos civis. Apesar de receber críticas mistas, o segundo longa consolidou a popularidade do urso entre o público adulto.
Agora, com a nova série animada, ‘Ted’ busca alcançar uma nova geração ao mesmo tempo que mantém viva a essência provocadora que marcou a franquia desde o início.
A Fox já desenvolve uma continuação para ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, inspirada no universo da escritora Agatha Christie. O próximo longa será ‘Death on the Nile’, baseado no romance ‘Morte no Nilo’, segundo a Variety.
Em entrevista ao Cinema Blend, Kenneth Branagh já havia revelado que gostaria de fazer uma sequência para o filme, com foco em seu personagem, o detetive Hercule Poirot.
Michael Green voltará como roteirista. Kenneth Branagh ainda não tem contrato, mas é esperado que ele volte como o diretor e como o protagonista.
Publicado em 1937, Morte no Nilo mostra Poirot de férias no Egito, onde ele investiga um caso de homicídio que resultou de um triângulo amoroso.
O grandioso elenco conta com Johnny Depp, Michelle PfeifferPenélope Cruz, Daisy Ridley (‘Star Wars – O Despertar da Força‘), Michael Pena (‘Homem-Formiga‘) e Judi Dench (‘007’).
O que começa como um luxuoso passeio de trem pela Europa rapidamente se desdobra em um dos mistérios mais elegantes, tensos e emocionantes já contados. Do romance da autora mais vendida do mundo, Agatha Christie, ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘ conta a história de treze estranhos presos em um trem, onde todos são suspeitos. Um homem deve correr contra o tempo para resolver o quebra-cabeça antes que o assassino ataque novamente.
A estreia de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ no Brasil está marcada para 23 de novembro.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
O ator Joan Fernández anunciou em seu perfil no Instagram que não retorna para a aguardada 3ª temporada de ‘La Casa de Papel’.
O ator viveu o personagem Coronel Pietro, representante da polícia. A sua saída é repentina, no entanto, as filmagens da próxima temporada devem ter início dentro de mais ou menos dois meses.
Uma publicação compartilhada por Juan Fernández (@juan_fernandez_oficial) em
Pouca coisa se sabe a respeito da misteriosa 3ª temporada de ‘La Casa de Papel‘. No entanto, em entrevista ao El País, o criador da série, Álex Pina, falou sobre o novo ano, e garantiu que será emocional.
“É preciso criar novos universos, porque o plano original teve fim, os personagens se desenvolveram e estão em um lugar diferente de onde começaram. Sem contar que agora eles são ricos! A desculpa de ser Robin Hood não funciona mais. Nós precisávamos encontrar um motivo crível para que eles voltassem a roubar, algo emocional. E agora nós o temos!”
Sobre o sucesso mundial, Pina revela sua surpresa: “A série foi lançada sem campanha promocional, não apostavam nela. Tivemos uma enorme sorte que as pessoas com quem trabalhamos confiavam em nós.”
A nova temporada chega em 2019.
Após a Netflix confirmar a 3ª parte de ‘La Casa de Papel‘, a emissora Antena 3, responsável pela produção dos episódios originais, anunciou os retornos de Álvaro Morte (O Professor), Úrsula Corberó (Tóquio), Alba Flores (Nairobi), Miguel Herrán (Rio), Jaime Lorente (Denver), Esther Acebo (Mónica Gaztambide)… e Pedro Alonso (Berlim).
Na primeira temporada, oito ladrões se trancam com reféns na Casa da Moeda da Espanha. Seu líder manipula a polícia para realizar um plano. Será o maior roubo da história, ou uma missão em vão?
O futebol brasileiro é riquíssimo em personagens. Pouquíssimos países no mundo produziram tantos personagens tão exóticos e lendários quanto o Brasil nos esportes, principalmente no futebol. Não apenas pelo contexto social em que esses jogadores surgiram, mas principalmente porque além de serem grandes personagens, também foram grandes jogadores. E talvez o caso que melhor exemplifique isso é justamente o de Ronaldinho Gaúcho. Nascido em lar humilde, o menino chegou a jogar futebol descalço pela família não ter condições de comprar chuteiras. Quem diria que essa seria a origem do homem que viria a conquistar o mundo e fazer com que milhões de torcedores ao redor do globo viessem a se apaixonar pelo futebol?
Por outro lado, se o Brasil tem essa riqueza de personagens, as produções sobre eles ainda parecem não ter encontrado o tom certo para contar suas histórias. Há uma porção de filmes e documentários sobre craques históricos, como Pelé, Garrincha, Ronaldo, Romário e muitos outros. A grande maioria deles é de uma pobreza narrativa de dar desgosto. Uma porção é incapaz de traduzir a grandiosidade dos protagonistas em cena. Sem contar aqueles que tentam adotar um formato mais tradicional de entrevistas, dependendo apenas de relatos tímidos e histórias que não costumam agregar. Curiosamente, um filme documental que conseguiu derrubar essa barreira foi Senna (2010). Dirigido pelo britânico Asif Kapadia, o documentário tem uma curadoria impecável de informações e imagens de bastidores da vida de Ayrton Senna, o herói brasileiro que conquistou a Fórmula 1 antes de morrer no trágico acidente de Ímola. A trama conta sua história com uma narrativa impecável, construindo heróis e vilões, abordando polêmicas de bastidores e mergulhando de forma honesta e profunda na psique do piloto. É um filmaço!
No caso do futebol brasileiro, o difícil acesso a imagens de bastidores – muitos se perderam com o tempo ou sequer foram registrados em vídeo na época – e o ego dos atletas costuma impor barreiras insuportáveis para o registro artístico nos documentários. Um caso que se destaca nesse meio é o de Garrincha, Alegria do Povo. O filme de 1962 acompanha o anjo das pernas tortas entre seus momentos de atleta no Botafogo e na Seleção Brasileira, com momentos pessoais, como o craque indo ao Centro do Rio de Janeiro para comprar discos e eletrodomésticos. É diferente, é ousado… É um filme que consegue dar a grandiosidade de seu protagonista ao mostrar como ele mal conseguia transitar pela Avenida Rio Branco sem ser tietado por centenas de brasileiros.
Pois bem, acabou de chegar ao catálogo da Netflix a minissérie documental Ronaldinho Gaúcho. Dividida em três episódios de aproximadamente 1h, cada, a produção conta um pouco da vida pessoal do eterno camisa 10, mostra sua chegada à Espanha e idolatria no Barcelona, até sua melancólica volta ao Brasil e a conquista da Glória Eterna no Atlético-MG, finalizando com a polêmica prisão no Paraguai, durante a pandemia, após entrar no país utilizando um passaporte falso. Só por aí já dá para ter uma noção do que esse homem representou para o futebol mundo afora. Porém, a produção parece não conseguir dar essa dimensão de grandiosidade justamente por apostar em um formato tradicional – e apressado – demais.
O primeiro episódio talvez seja o melhor. Com depoimentos do próprio Ronaldinho, além de nomes como o irmão e empresário, Assis, e personagens presentes nessa história, como o narrador Galvão Bueno, o jornalista PVC e a irmã do ‘Bruxo’, Deise de Assis, o capítulo inicial viaja até a infância de Ronaldo, com relatos sobre como era a infância, da importância do pai, de como a mãe parecia ter uma ligação especial com o caçula e como a vida mudou repentinamente quando Assis virou jogador de futebol profissional e conseguiu colocar a família para trabalhar junto ao clube, dando melhores condições de vida para todos.
É nesse capítulo que o público entende como o futebol deixou de ser apenas um divertimento para o garoto e passou a virar seu dia a dia. Ele acompanhava o irmão nos treinos no Grêmio, ele via as habilidades dos jogadores e tentava replicá-las em campo. Conforme ia crescendo, esse mundo boleiro virou sua realidade, o que acabou facilitando sua adaptação às categorias de base. Ele foi moldado pelo ambiente em que cresceu, o do futebol, quase como se fosse uma obra do destino. Só que capítulos como a polêmica transferência do Grêmio para o PSG são abordados de forma superficial. Não existe uma narrativa ali, assim como também não é utilizado tanto material informativo. É como se fosse algo banal, o que certamente não foi. Basta perguntar para qualquer gremista a opinião sobre o jogador para entender o quanto essa saída foi traumática para ambos os lados. Seria uma oportunidade para esclarecer e passar a limpo esse caso, mas a produção não consegue extrair nada além do superficial.
Da mesma forma, Assis é um personagem tão interessante quanto o próprio Ronaldinho. Mas também se resume ao superficial. São pouquíssimos comentários que trazem novidades sobre as histórias. Até mesmo no capítulo mais polêmico das carreiras dos irmãos, a prisão no Paraguai, a participação é a mais branda possível. Dizendo que foi enganado por alguém e que assume a responsabilidade pelo que aconteceu com o irmão, resultando em um dos capítulos mais pitorescos da carreira do craque, que foi o título do campeonato de futebol do presídio paraguaio, cujo prêmio era uma leitoa de 16kg. Os relatos do Bruxo sobre a prisão são hilários, mas é um caso que merecia mais do que 15 minutos de atenção.
“Com o Ronaldinho, nós não éramos apenas os melhores. Nós éramos queridos” – Joan Laporta.
O segundo episódio é voltado para a ascensão e glória de Ronaldinho, com sua transferência histórica para o Barcelona. Um momento que muitos definem como o renascimento do clube catalão, que vinha de anos e anos de marasmo e fracasso desportivo. Em um casamento espetacular, o brasileiro tomou a camisa 10 do clube e reergueu a instituição, levando o Barça ao Olimpo do futebol e abrindo caminhos para o clube ser o colosso que virou referência entre os anos 2000 e 2010.
No Brasil, por exemplo, o sucesso de Ronaldinho fez com que uma geração inteira de brasileirinhos deixasse de sonhar com um dia virar jogador de seu clube do coração e passasse a ter como meta jogar na Europa, mais especificamente no Barcelona. Esse é o tamanho do impacto que as temporadas do Bruxo na Espanha causou no mundo. Principalmente naquela temporada mágica de 2005/ 2006, em que conduziu o clube à conquista da Champions League e foi eleito o melhor jogador do planeta. Porém, a minissérie foca apenas nos relatos de Joan Laporta, presidente que contratou Ronaldinho para o Barça, e conta com alguns depoimentos rápidos de craques como Messi e Puyol. O que é frustrante.
É frustrante porque a passagem de Ronaldinho pelo Barcelona foi algo grandioso demais para ser abordado de forma tão superficial. Ele praticamente refundou uma instituição centenária com seu futebol encantador e carisma fora do normal. Com sua habilidade, ele fez com que o planeta se apaixonasse pelo time, sonhasse com fazer parte do time, imaginasse ser ele, nem mesmo que apenas por um dia. Mais do que isso, ele viu nascer e treinou Lionel Messi, aquele que entraria de vez no debate com Pelé sobre quem ocupa o posto máximo no Olimpo do futebol. Com a camisa Blaugrana, Ronaldinho fez valer o apelido de “Bruxo” ao enfeitiçar diferentes torcidas com lances impossíveis acontecendo diante de seus olhos. Tanto que ele conseguiu o feito de ser aplaudido de pé pela torcida do maior rival do clube, o Real Madrid, ao acabar com os Galácticos em uma partida histórica.
É um capítulo tão rico e glorioso da história do futebol que poderia ser tema de um documentário exclusivamente para si. Ainda assim, é algo que merecia mais destaque e mais carinho da produção. Até porque a relação viria a ficar mais complexa conforme o desempenho do brasileiro caía, após levar o clube a glórias eternas. O que acabaria culminando na saída para o Milan, que é mencionada quase como uma nota de rodapé na minissérie documental.
O episódio final é dedicado à não convocação de Ronaldinho para a Copa do Mundo FIFA 2010, na África do Sul, e sua controversa volta ao futebol brasileiro, que contou com um ‘drible’ no Grêmio, que já dava o retorno do ‘filho pródigo’ como certo, e acabou vendo o jogador acertar com o Flamengo, onde viria a ter uma passagem decepcionante para os torcedores, que ficaria marcada por polêmicas, como os atrasos salariais, Assis entrando em uma loja oficial do clube e levando camisas sem pagar sob a justificativa de que “se não pagam meu irmão, não vou pagar também”, e o histórico jogo contra o Santos de Neymar, no Brasileirão de 2011.
Dessa passagem pelo Rubro-Negro, obviamente, a produção só aborda decentemente o jogo contra o Peixe. São relatos, histórias de bastidores e depoimentos muito interessantes sobre o 4×5. Se toda a minissérie documental fosse conduzida com a vontade e esmero que eles falam sobre esse jogo, seria uma obra incrível. A polêmica saída do clube também foi tratada de forma superficial, o que é uma pena, porque foi outro capítulo para lá de pitoresco do futebol carioca. A transferência para o Atlético-MG, em que ele viria a desempenhar similar ao que teve no Barcelona, de chegar à instituição e mudar para sempre o nível do clube no cenário do futebol, também ocupa um tempo considerável de tela, mas merecia mais.
A conquista da Copa Libertadores da América 2013 e o impacto institucional que a chegada de Ronaldinho Gaúcho teve no Atlético-MG merecia um episódio só para contar essa história, mas acabou precisando dividir tempo de tela com a passagem pelo Flamengo, a prisão no Paraguai e os rolés aleatórios, que viraram marca do jogador após se aposentar dos campos. É como se a minissérie documental não entendesse o tamanho do jogador que decidiu tomar como protagonista, sabe? Três episódios foram muito pouco, criando uma obra apressada e sem muito a dizer. Um dos capítulos mais bonitos do Bruxo nessa passagem pelo Galo, curiosamente, aconteceu na eliminação do Mundial de Clubes, quando os jogadores do Raja Casablanca, incrédulos que haviam acabado de eliminar Ronaldinho Gaúcho, foram até o jogador para pedir fotos, autógrafos e uma peça do uniforme, deixando o brasileiro quase de cueca em campo, tamanha a idolatria que ele construiu. Saber o que foi dito, o que foi sentido naquele momento de tantas emoções conflitantes, poderia agregar tanto à obra, mas foi apenas ignorado.
No fim das contas, por mais irônico que possa parecer, o grande pecado dessa produção sobre Ronaldinho Gaúcho foi ser protocolar demais. Por ser a biografia de um jogador que encantou o mundo por sua imprevisibilidade, contar essa história de um meio tão engessado, tão tradicional e superficial tirou qualquer possibilidade de magia que essa história precisava. É uma produção esquecível e frustrante, bem aquém do ícone retratado em cena.
Ronaldinho Gaúcho está disponível no catálogo da Netflix.
A versão live-action do clássico ‘O Rei Leão‘ (The Lion King) pode finalmente ganhar seu trailer amanhã! Segundo o site Screen Rant, a Disney quer aproveitar o feriado de Ação de Graças para impulsionar as visualizações do trailer.
Além disso, o trailer estando pronto agora, poderia ser veiculados na sessões de ‘O Retorno de Mary Poppins‘ que deve estrear em dezembro.
A estreia por aqui acontece no dia 18 de Julho de 2019, um dia antes da estreia norte-americana. O filme será lançado em versões 3D, 2D e IMAX.
O título nacional ficou igual ao original: ‘O Rei Leão‘.
O elenco traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.
Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.
O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.
O filme dirigido por Jon Favreau está em pós-produção em Los Angeles.
Caso ‘Luke Cage’ não retorne para as telinhas, o astro da série Mike Colter já sabe quem gostaria de interpretar dentro do universo Marvel. Durante uma aparição no Fan Expo Dallas neste final de semana, o ator revelou que não se importaria em dar vida ao Incrível Hulk.
“Eu sempre brinquei que, se há um trabalho em que você possa ser, tipo, Bruce Banner, e você fica muito irritado e se transforma no Hulk, não necessariamente deveria ficar tão bravo assim”, ele disse. “Tipo, você é e não é o Hulk ao mesmo tempo. Há toda a ideia da tela verde, o CGI, então você brinca de ser o Hulk nesses momentos. Eu amo isso. Então se fosse para escolher, seria o Hulk”.
‘Luke Cage’ foi criada por Cheo Hodari Coker. Sucesso de crítica, a 2ª temporada da série conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
“Após um experimento sabotado dar a ele super força e pele impenetrável, Luke Cage se torna um fugitivo tentando reconstruir sua vida na moderna Harlem, de Nova York. Mas ele é logo tirado das sombras e deve travar uma batalha pelo coração da cidade, forçando ele a encarar um passado que tentou enterrar. “
Mike Colter, Simone Missick, Theo Rossi e Alfre Woodard estrelaram o show.
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