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‘Doces Magnólias’: Netflix renova a série para sua 2ª temporada

A Netflix renovou o drama romântico ‘Doces Magnólias‘ para sua 2ª temporada. A notícia foi dada nas redes sociais do serviço de streaming.

Confira:

A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.

A primeira temporada da série conta com 10 episódios.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

Análise WandaVision | 7º episódio revela grande VILÃ, mas será que… [SPOILERS]

[SPOILERS A SEGUIR]

Conforme as especulações, o sétimo episódio de ‘WandaVision‘ revelou quem a Agnes realmente é.

E várias outras revelações que começam a montar o quebra cabeça da série.

Pensando nisso, o Renato Marafon trouxe um vídeo que explica porque Wanda está sendo [SPOILER] e a verdadeira identidade que a Monica Rambeau terá no MCU.

Assista:

 

O 7º episódio, intitulado “Quebrando a Quarta Parede” já está disponível na plataforma do Disney+.

Confira o mais recente trailer da série:

 

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘A Guerra do Amanhã 2’ vem aí…

Apesar de ter recebido apenas 53% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o sci-fi ‘A Guerra do Amanhã‘ agradou 82% do público e se tornou um dos filmes mais vistos da história do Amazon Prime.

Com o sucesso, o streaming CONFIRMOU a sequência do filme, que trará o retorno do astro Chris Pratt e do diretor Chris McKay (‘LEGO Batman: O Filme’).

Segundo a Variety, a Amazon Studios e Skydance já estão trabalhando na sequência do filme, que ainda deve trazer de volta Yvonne Strahovski, Sam Richardson, Betty Gilpin, Edwin Hodge e JK Simmons.

Não há previsão de estreia.

Assista nossa crítica:

Na trama do primeiro filme, Pratt interpreta um cientista convocado pelo governo para lutar contra alienígenas que invadiram a Terra, e a única forma de detê-los é criando uma toxina capaz de destruir seus corpos.

O longa também foi bastante elogiado nas redes sociais pro conta dos efeitos visuais, das reviravoltas e do toque sentimental entre o personagem de Pratt e Yvonne Strahovski, que interpreta a versão mais velha de sua filha.

Em seu perfil do Instagram, Pratt comemorou o sucesso do filme, dizendo:

“Parabéns! Vocês conseguiram! Vocês fizeram ‘A Guerra do Amanhã’ conseguir uma vitória com HOME RUN! ‎Feliz 4 de ‎‎Julho! ‎Obrigado a todos que assistiram neste fim de ‎‎semana. As primeiras 48 horas de exibição global na Amazon Prime quebraram todos os recordes. Este é o ‎ filme TOP 1 entre as plataformas de streaming no mundo! E não poderíamos ter feito isso sem todos vocês. Obrigado a todos por se juntarem a nós nesta aventura!”

Confira:

 


Adam Sandler é SUCESSO! Novo filme do ator conquista os críticos e abre em 1º lugar na Netflix

Apesar de às vezes fazer alguns filmes duvidosos, não há dúvidas do talento do astro Adam Sandler. E seu novo filme em parceria com a Netflix, que já rendeu ‘Mistério no Mediterrâneo‘ e ‘O Halloween do Hubie‘, se tornou um grande sucesso de público e crítica.

Arremessando Alto‘ (Hustle) estreou em primeiro lugar entre os títulos mais assistidos da Netflix, e conquistou os críticos com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com nota 7/10 baseada em 35 reviews até o momento. No Metacritic, outro agregador de críticas, a produção abriu com pontuação 67/100, indicando “recepção geralmente favorável”.

Na trama, um olheiro de time de basquete que está em baixa na carreira (Sandler) descobre um jogador excepcional no exterior e leva o fenômeno para os EUA sem a aprovação do seu time. Agora, a dupla tem apenas uma chance de brigar por um espaço na NBA.

Apesar de mencionarem os clichês na narrativa, os especialistas fizeram elogios à interpretação de Sandler e à despreocupação da história, caracterizando-a até mesmo como uma espécie de “prazer culposo”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Um drama esportivo e um prazer culposo” – Times (UK).

“Se ele continuar trabalhando duro, o mesmo homem que outrora simbolizou o comprometimento da Netflix à mediocridade poderia, eventualmente, se transformar em sua melhor escolha” – IndieWire.

“Há lugares em que ‘Arremessando Alto’ esbarra no clichê… Mas há uma profundidade de sentimento e uma sinceridade desarmante ao filme que mantêm você assistindo” – THR.

“É bom ver Sandler fazendo algo que ele ama em um ambiente em que está confortável, e em fazê-lo com tanta sinceridade” – Consequence.

‘Arremessando Alto’ dança com desespero e derrota mais do que esperaríamos de uma história assim” – Mark Reviews Movies.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jeremiah Zagar é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Queen Latifah, Ben Foster e Juancho Hernangomez.

QUE LINDO!! Universal Orlando revela novos detalhes e imagens da área temática Minion Land

O Universal Orlando Resort compartilhou hoje os novos detalhes da gastronomia, das travessuras e alegria que os visitantes terão ao lado dos Minions na tão esperada Minion Land, na Illumination Ave. – uma nova área imersiva criada em parceria entre a premiada equipe criativa da Universal e os aclamados cineastas da Illumination.

Com abertura nos próximos meses no Universal Studios Florida, a nova área se expande além da famosa atração Despicable Me Minion Mayhem e adicionará uma nova coleção de experiências para visitantes de todas as idades, todas inspiradas na amada franquia Minions.

Assim que os visitantes entrarem na área, eles serão recebidos por uma fachada “Minion Land” – divertida e perfeita para fotos com 22 Minions – antes de embarcar nas travessuras que os aguardam ao longo da Illumination Ave.

Além de se tornar um supervilão no Villain-Con Minion Blast da Illumination, saborear pratos saborosos no Minion Cafe, conhecer os personagens favoritos ao longo do caminho e até comer uma pipoca com sabor de banana no Pop-a-Nana, aqui estão os detalhes sobre as novas experiências emocionantes que aguardam os visitantes em Minion Land:

ILLUMINATION’S VILLAIN-CON MINION BLAST

Os visitantes podem testar suas habilidades de vilão na Illumination’s Villain-Con Minion Blast – uma atração totalmente nova onde os visitantes competem uns contra os outros em uma experiência de jogo interativa – tanta diversão é um crime. Depois, os visitantes saem pelo Evil Stuff, uma nova loja onde podem comprar produtos da Villain-Con e dos Minions. Mais detalhes sobre a Villain-Con Minion Blast serão revelados em breve.

ILLUMINATION’S MINION CAFE

Minions na cozinha, travessuras na sala de jantar e toneladas de comidas saborosas no novo Minion Cafe da Illumination – o principal local de refeições dentro da Minion Land. Este novo restaurante imersivo oferece algo para todos os paladares em uma experiência gastronômica altamente divertida, que apresenta três áreas temáticas inspiradas nos amados personagens Kevin, Stuart, Bob e Otto: a Kitchen – onde os visitantes poderão ver os equipamentos e máquinas que os Minions costumam usar para preparar o cardápio do local; a Breakroom – uma sala de descanso dos Minions – que pode ser usada pelos visitantes para suas refeições -, que inclui de tudo, desde “Dicas de segurança no escritório” até uma máquina de venda automática cheia de traquinagens; e a Dining Room – um espaço vibrante decorado com obras de arte coloridas feitas pelos Minions e muito mais. Os visitantes também podem saborear sua refeição em um pátio ao ar livre com vista para a diversão de Minion Land.

Tão atraente quanto o ambiente temático do Minion Cafe é seu menu delicioso – mais um exemplo de como a premiada equipe de culinária do Universal Orlando continua subindo o nível quando se trata de restaurantes em parques temáticos. Visitantes de todas as idades podem curtir um cardápio criativo com quase 20 itens inspirados em personagens memoráveis e produtos da franquia Minions, incluindo ecléticas “despica-bowls” como Carl’s Crispy Cauliflower (prato vegano), Otto’s Noodle Bowl e Agnes’s Honeymoon Soup, deliciosos sanduíches como o Steak & “Cheese Ray” Sandwich, sobremesas adoráveis como a Bob’s Teddy Bear Chocolate Cream Puff, um menu infantil para os “Mini Minions” da família que inclui itens como o Mini Boss’ Mega Melt; e muito mais.

O Minion Cafe também contará com uma janela para pedidos express, com um menu limitado, para aqueles que querem comer rápido e retornar às travessuras em Minion Land.

BAKE MY DAY

Com um enorme cupcake rosa no teto – que é visível de qualquer lugar da área -, o Bake My Day é uma loja e padaria extravagante com uma seleção de doces temáticos dos Minions, incluindo cupcakes, macarons, s’mores e muito mais, junto com produtos exclusivos dos Minions, como roupas, pelúcias, canecas, acessórios, chaveiros e muito mais.

POP-A-NANA

Alguém aí quer uma pipoquinha de banana? Este local oferece pipoca doce e salgada, inspirada no amor dos Minions por bananas. Aqui, os visitantes também podem encontrar uma variedade de baldes de pipoca fofos, incluindo o balde Minion Selfie.

FREEZE RAY POPS

Os visitantes podem se refrescar com uma visita ao Freeze Ray Pops, que traz uma variedade de picolés coloridos inspirados em Gru, nos Minions e no Vector, e também bebidas.

ILLUMINATION THEATER

Os visitantes podem conhecer, cumprimentar e interagir com personagens queridos como os Minions, Gru, Margo, Edith e Agnes, além de novas adições do filme de sucesso “Sing” – Rosita, Gunter e Johnny – em uma fachada externa do Illumination Theater.
Na Minion Land, os visitantes também podem encontrar murais e espaço para fotos que celebram outros personagens dos famosos filmes da Illumination.
A Minion Land é mais um exemplo de como a Universal Destinations & Experiences está elevando o nível da narrativa imersiva para toda a família, usando franquias amadas e histórias vistas em filmes. Essa notícia acompanha o anúncio emocionante feito no início do ano, quando a empresa anunciou planos para construir um parque temático original e único para famílias com crianças pequenas em Frisco, Texas.

Assinantes da Netflix estão adorando a nova série de zumbis disponível na plataforma; Confira!

A série coreana ‘Parasyte: The Grey‘, baseada no popular mangá criado por Hitoshi Iwaaki, já está disponível no serviço de streaming da Netflix.

Na trama, parasitas não identificados dominam os corpos humanos de forma violenta e ganham cada vez mais poder. Agora, a humanidade precisa combater essa crescente ameaça.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão fazendo comentários positivos sobre a adaptação, que consegue se sobressair em um gênero tão esgotado.

Inclusive, os elogios destacam que a produção é uma adaptação perfeita do material original.

Confira as reações:

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Apesar de ser baseada no popular mangá criado por Hitoshi Iwaaki, a série narrará uma história original.

O elenco conta com Jeon So-Nee, Koo Gyo-Hwan, Lee Jung-Hyun, Kwon Hae-Hyo e Kim In-Kwon.

Yeon Sang-Ho, de ‘Invasão Zumbi‘, é responsável pela direção.

‘O Senhor dos Anéis’: Filme ESPETACULAR voltou ao YouTube após ser deletado pela Warner e chegou a 14 MILHÕES de views

The Hunt for Gollum’ (A Caçada por Gollum), fã-filme que havia sido removido do YouTube após a Warner Bros. anunciar seu próprio filme com o mesmo título, voltou à internet e chegou a 14 milhões de visualizações em 15 anos.

A decisão inicial de derrubar o filme dos fãs foi tomada para evitar confusão entre o projeto oficial, dirigido por Andy Serkis, e a versão criada por fãs.

“Estamos de volta, graças ao WB por ser compreensivo conosco como fãs e artistas. Estamos muito positivos e animados com o que o novo filme será na sede do filme de fãs THFG. Enquanto isso, as pessoas felizes podem assistir a este nosso esforço de baixo orçamento na história”, escreveu o canal Independent Online Cinema.

O filme foi dirigido por Chris Bouchard e tem duração de 39 minutos.

Lançado em 2001, ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’ arrecadou impressionantes US$ 887 milhões e recebeu 13 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, conquistando 4 estatuetas. Em 2002, ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres’ arrecadou US$ 936 milhões e recebeu 6 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, ganhando duas estatuetas. O capítulo final da trilogia, ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ (2003), foi o mais lucrativo de todos, arrecadando US$ 1,146 bilhão, com 11 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, e venceu em todas as categorias.

Trailer de ‘O Diabo Veste Prada 2’ se torna o 8ª MAIS VISTO da história; Confira o TOP 10!

O trailer completo de ‘O Diabo Veste Prada 2‘, sequência do icônico filme de moda estrelado por Anne Hathaway e Meryl Streep., se tornou o mais visto da história da 20th Century Studios com 222 milhões de views em 24 horas.

Apesar do número alto e do buzz em cima do lançamento, o trailer não entrou para a lista dos mais vistos da história em suas primeiras 24 horas.

OS TRAILERS MAIS VISTOS DA HISTÓRIA:

1. Deadpool e Wolverine – 365 milhões
2. Homem-Aranha: Sem volta para Casa – 355,5 milhões
3. Vingadores Ultimato – Trailer 1 – 289 milhões
4. Vingadores Ultimato – Trailer 2 – 268 milhões
5. O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder – 257,0 milhões
6. Vingadores: Guerra Infinita – 230 milhões
7. O Rei Leão – 224,6 milhões
8. O Diabo Veste Prada 2 – 222 milhões
9. IT – A Coisa – 197 milhões
10. Vingadores: Guerra Infinita – 179 milhões
11 . O Rei Leão – 174 milhões

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de abril.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Anne Hathaway CONFRONTA paparazzi no set de gravações da sequência

Lucy Liu, Justin Theroux, B.J. Novak e Pauline Chalamet estão confirmados no elenco. A sequência também contará com os talentos da Broadway Helen J. Shen e Conrad Ricamora, além do comediante Caleb Hearon.

Os novos rostos se juntam à icônica equipe de Runway, em um enredo que promete colocar seus conhecimentos de moda à prova — e certamente desafiar os padrões da indústria mais uma vez.

Roteirista de ‘O Diabo Veste Prada 2’ celebra atenção às fotos do set: “É uma honra ver tanto interesse”

Além disso, dois personagens do filme original estarão de volta: Tracie Thoms, que interpretou Lily, a melhor amiga fashionista de Andy Sachs, e Tibor Feldman, o temido Irv Ravitz, presidente da Elias-Clark, empresa-mãe da Runway. Eles se unirão à atriz Simone Ashley.

Todos eles se juntam às estrelas já confirmadas Anne Hathaway, Meryl Streep, Emily Blunt, Stanley Tucci e Kenneth Branagh.

No novo capítulo da franquia, a poderosa editora Miranda Priestly enfrenta o desafio da decadência da mídia impressa em meio à ascensão das plataformas digitais. Sua ex-assistente Emily Charlton tornou-se uma executiva influente no mundo da moda, e agora as duas disputam ferozmente pela atenção, e pelos investimentos, das maiores marcas de luxo.

David Frankel também volta à direção.

Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna para escrever a história do projeto.

Lembrando que o filme original está disponível no Disney+.

Crítica | Rye Lane: Um Amor Inesperado – Quando a maturidade bate à porta para falar sobre conflitos ligados ao coração

Um dia muito especial. Em seu primeiro longa-metragem da carreira, a cineasta de 33 anos, Raine Allen-Miller, traz aos olhos do público uma narrativa dinâmica, inteligente, pulsante, atual, que aborda as desilusões amorosas por meio de dois personagens que estão se recuperando de términos recentes. Escrito pela dupla Nathan Bryon e Tom MeliaRye Lane: Um Amor Inesperado é cativante, com diálogos memoráveis, faz refletir sobre conflitos de muitos, em muitas idades, sem perder o ritmo contagiante tendo como plano de fundo a parte de Londres que fica ao sul do rio Tâmisa.

Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas, é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.

Situações de relacionamentos passados contornam esse dia especial. O pontapé da história, e onde a narrativa mantém sua base, é o complexo universo dos términos de relacionamentos. Nesse mundo tão instantâneo em que vivemos, onde a informação aparece por todos os lados, as dores e conflitos de um término se tornam cada vez mais incômodas quando pensamos na nossa privacidade. Quando não temos alguém para dividir mais profundamente o que estamos sentindo, tudo fica maior. Nessa parte, a do desabafo, é onde esse filme consegue jogar sua âncora nos fazendo a seguinte pergunta: como alguém tão diferente de mim consegue me entender tanto? Mas depois, outra é logo feita: Mas será que esse outro alguém é tão diferente de mim?

Em menos de uma hora e meia de projeção um leque de reflexões aparece em nossa frente, seja para mostrar a vida ao sul de Londres, seja para conhecermos gostos e conflitos dos carismáticos personagens. Há tempo também do roteiro falar sobre imigração, assunto muito debatido em todo o mundo. Nesse ponto, conhecemos um pouco mais sobre Brixton, bairro ao sul de Londres, um lugar com muitos descendentes de jamaicanos.

Com participação especial de Colin Firth (em uma cena rápida e bem engraçada), esse projeto lançado diretamente no streaming da Star Plus aqui no Brasil, é um filme contagiante, com personagens carismáticos, que reflete sobre as dores dos amores mas também abre uma janela de esperança de que mesmo quando tudo parece perdido, sempre há alguém para se encontrar por esse mundão.

Crítica | Especialista em Crise

Bullock turbinada, o filme nem tanto

A estrela Sandra Bullock conhece bem os altos e baixos de uma carreira. Bullock chegou ao mundo do cinema como a nova rainha das comédias românticas, em meados da década de 1990, apesar de conseguir encaixar um suspense ou um filme de ação aqui e ali. Mas o que todo ator quer de verdade é ser reconhecido, e para isso precisa investir em papeis sérios, em filmes idem.

Bullock já vinha tentando reconhecimento desde ganhou os holofotes, com filmes como No Amor e na Guerra (1996), por exemplo, e recebendo elogios, que viam além da doçura da namoradinha da América, por seu desempenho em filmes como Crash: No Limite (2005). Sua maturidade artística foi reconhecida somente no final da década passada, com a primeira indicação, seguida de vitória no Oscar por Um Sonho Possível (2009). Daí seguiram trabalhos elogiados como em Tão Forte, Tão Perto (2011) e Gravidade (2013) – sua segunda indicação e último trabalho como atriz até então.

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A atriz voltou às telas este ano com ‘Especialista em Crise‘ (Our Brand is Crisis), comédia política, que fez sua estreia mundial aqui no Festival de Toronto, onde pude conferi-lo em primeira mão. Primeiramente, vale dizer que o filme já vinha anunciado como a próxima tentativa de Bullock emplacar numa obra mais madura (apesar de ser uma comédia, é adulta) e, quem sabe, mirada a prêmios. Nos bastidores, esse era conhecido como o filme que Bullock tirou de George Clooney para protagonizar – o ator produz o longa ao lado da atriz e do parceiro atual, Grant Heslov (roteirista e produtor de seus últimos filmes).

Na trama, Bullock vive “Calamity” Jane Bodine, lobista especializada em campanhas políticas. O filme abre e fecha com a personagem em uma entrevista, dessas do tipo “Marília Gabriela”. Quando a encontramos, ela está relativamente aposentada, dando um tempo do emprego que a consome tanto física e emocionalmente, após uma mancada. Mesmo após o erro, todos reconhecem que ela é uma das melhores do jogo, e logo em sua porta aparecem os personagens de Anthony Mackie e Ann Dowd para recrutá-la em mais uma missão. Esta, no entanto, estará fora de sua área, e consiste em ganhar uma eleição para um político sul-americano, papel de Joaquin de Almeida, em seu continente.

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Especialista em Crise‘, assim como Freeheld (outro filme de destaque no TIFF), também é baseado num documentário homônimo, que narra justamente o uso de estrategistas norte-americanos em campanhas políticas sul-americanas. O filme tinha tudo para ir além, e ficamos o tempo todo esperando que decole, coisa que nunca faz de fato. De Mera Coincidência (1998) a Obrigado por Fumar (2005), o cinema já nos apresentou diversas sátiras políticas afiadas. Our Brand is Crisis não é uma delas.

Bullock é a melhor coisa aqui e sobressai ao roteiro escrito pelo geralmente talentoso Peter Straughan. Vale dizer que sua nova obra está mais para Os Homens que Encaravam Cabras (2009) do que para acertos como O Espião que Sabia Demais (2011) ou o recente Frank (2014). Nesse quebra-cabeça nem tudo se encaixa, e temos, por exemplo, a química zero entre a protagonista e seu “par”, vivido por Billy Bob Thornton; momentos dispensáveis como quando a personagem de Bullock fica “alta” junto com um grupo de jovens latinos numa montagem vergonhosa (trecho que deveria ter ficado na sala de montagem); ou a utilização da personagem de Zoe Kazan, que é apresentada como a salvação da lavoura, mas entra muda e sai calada.

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Os personagens não possuem destaque o suficiente e o foco na campanha política (que é o centro aqui) igualmente não nos captura. Tudo isso faz de ‘Especialista em Crise‘ um filme bem irregular, que poderia ter sido sem nunca chegar de fato lá. Nem por isso chega a ser um gol contra, apenas um zero a zero. A direção é do renovado David Gordon Green (Joe, Príncipes da Estrada e Manglehorn), que com o filme não chega a manchar sua restabelecida reputação.

De Pablo Bazarello, enviado especial a Toronto.

É Muito Dinheiro! Conheça os 10 Filmes mais CAROS de 2022 – Você adivinha qual é o 1º?

Se eu perguntasse quais foram os filmes mais caros lançados este ano, muitos não teriam dúvida em responder produções como Top Gun – Maverick (o maior sucesso financeiro de 2022), Jurassic World Domínio (o segundo filme mais rentável de 2022) ou ainda sucessos que ficaram entre as 15 maiores bilheterias do ano, vide Minions 2 – A Origem de Gru, Sonic 2, Uncharted – Fora do Mapa, Elvis e Trem Bala. E quem pensar isso não está de todo errado, já que estas superproduções foram algumas das mais caras do ano realmente. Mas e se eu disser também que nenhum deles se encontra entre os filmes mais caros de 2022.

Pois é, querido leitor, a cada ano que passa somos presenteados com filmes cada vez mais caros. Esses orçamentos inflados podem pesar muito em decisões futuras de cada um destes estúdios que bancam tais fortunas. Existem analistas que enxergam esse movimento como extremamente nocivo para a indústria, outros analisam como um movimento natural do passar dos anos, e da inflação mundial que faz a economia girar. Tudo custa mais hoje do que um dia custou. E os filmes entram nesse pacote. No entanto, em 2022 vimos surgir uma nova categoria de blockbuster com o quarto filme mais caro de todos os tempos. Isso mesmo, este ano fomos brindados com o quarto filme mais caro da história. Você imagina qual seja? Confira abaixo.

10 | Red: Crescer é uma Fera – US$175 milhões

Quem vê as animações da Disney tão perfeitas, que emulam de forma nítida todas as feições e emoções humanas em especial, com efeitos brilhantes não imagina que estas produções são caríssimas, contando com alguns dos maiores orçamentos de seus respectivos anos. Veja o caso de deste Red, representativo da cultura asiática e que faz um paralelo com a entrada na adolescência de uma menininha – que custou mais do que Sonic 2, Minions 2 e até mesmo que Top Gun Maverick. É sério! E pensar que em grande parte do mundo, como no Brasil, o filme sequer foi lançado nos cinemas – estreando diretamente na plataforma da Disney+.

09 | Adão Negro – US$195 milhões

Chegando em nona posição dos filmes mais caros de 2022, temos a superprodução da Warner/DC estrelada por Dwayne ‘The Rock’ Johnson, considerado um dos grandes nomes do cinema entretenimento da atualidade. Enquanto a Marvel sempre trata de emplacar todos os seus blockbusters dentre os mais rentáveis de cada ano, a DC por outro lado fica entre altos e baixos, erros e acertos. Esse ano, o filme do anti-herói Adão Negro prometia uma reviravolta na hierarquia de poder na casa – e fez muito barulho com o protagonista impulsionando do projeto em todo lugar que podia. Porém, o filme sofreu com críticas negativas, e mesmo os fãs que gostaram passaram muito longe de amar. Com o nono orçamento mais inflado do ano, é reportado que Adão Negro talvez tenha rendido prejuízo ao estúdio, o que pode afetar diretamente sua continuidade nas telonas em futuras sequências.

08 | Lightyear – US$200 milhões

Aqui temos um empate. Depois das duas primeiras posições dos mais caros, temos agora cinco filmes com o mesmo orçamento. Então, os separamos de forma aleatória e sem qualquer fator que defina seu ranking. Ou seja, levem em conta que da oitava posição até a quarta posição todos os blockbusters são equivalentes. Aqui chega Lightyear, primeiro derivado da franquia de sucesso Toy Story nos cinemas. Infelizmente, o longa não atingiu todo o potencial esperado pelo estúdio. Sabemos que quando a Pixar entra em campo ao lado da Disney, o resultado quase sempre é de excelência. E este ano, as duas animações da parceria entre a Disney e a Pixar ficaram entre os mais caros (com Red também). Lightyear, no entanto, foi aos cinemas e deu prejuízo ao estúdio quase não conseguindo se pagar.

07 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore – US$200 milhões

Voltamos para a Warner agora. Nas primeiras quatro posições dos filmes mais caros de 2022, tivemos apenas a dobradinha Disney (Pixar) e Warner. Sim, é verdade que eles são dois dos maiores de Hollywood, com quase um centenário de excelência. Aqui deixamos a divisão do universo da DC Comics (agora chefiada por James Gunn), para adentrar uma franquia igualmente bastante lucrativa para o estúdio: o universo bruxo de Harry Potter. A verdade é que por mais que o derivado Animais Fantásticos até seja popular e faça certo sucesso com sua base de fãs; jamais conseguiu chegar nem perto do fenômeno que foi a franquia original do bruxinho. Mas os produtores seguem tentando, agora com o terceiro filme. O terceiro Animais Fantásticos custou o mesmo valor que Lightyear, mas fez bem mais sucesso, lucrando o dobro de seu orçamento.

06 | Agente Oculto – US$200 milhões

Você achava que a Netflix ia ficar de fora dessa briga de cachorro grande? Achou errado. Na peleja entre Disney/ Pixar e Warner (DC/Harry Potter), a plataforma de streaming número 1 do mundo corre por fora e mostra que tem tanta força quanto os maiores estúdios de Hollywood na atualidade. E quem poderia imaginar? O mundo hoje é regido pelos streamings, seu reinado é inegável. Tanto que os maiores estúdios Hollywood possuem suas próprias plataformas. A Netflix começou a produzir seu próprio conteúdo em meados da década passada e nos últimos dois anos estreou suas duas produções mais caras até o momento. Ano passado veio Alerta Vermelho, com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot. Esse ano, a Netflix apresentou seu novo filme mais caro até hoje: Agente Oculto, dirigido pelos irmãos Russo da Marvel, e estrelado por Ryan Gosling, Chris Evans e Ana de Armas.

05 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$200 milhões

Mais um blockbuster se junta ao clube dos 200 milhões de dólares de orçamento. Esse, uma superprodução esperada em tal patamar. Trata-se de um filme da Marvel no cinema – desta forma sabemos logo de cara que será um projeto inflado. Aqui quem se apresenta é a segunda aventura solo do mago supremo da casa de ideias, o Doutor Estranho. A continuação do filme original de 2016 é maior em todos os sentidos, tem mais personagens e conta inclusive com uma das cenas mais faladas de todo o MCU: a dos Iluminati, repleta de easter eggs, surpresas com personagens e um massacre promovido pela Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), mais visceral que a censura baixa permite. Além disso, a criatividade correu solta com cenas de “terror”, um Doutor Estranho zumbi e tudo o que a mente do diretor Sam Raimi foi permitida dentro da caixinha que Kevin Feige o deixou brincar. Mas Doutor Estranho 2 não foi o filme mais caro da Marvel em 2022…

04 | The Batman – US$200 milhões

Fechando a lista dos filmes que custaram US$200 milhões, chega uma superprodução da rival DC/Warner. Como dito, desde o item oito da lista, todos os filmes custaram o mesmo. Lightyear, Animais Fantásticos 2, Agente Oculto, Doutor Estranho 2 e este novo filme do Batman estão no mesmo patamar e ocupam a quarta posição dos mais caros de 2022. Ou melhor, como veremos a seguir, na verdade estão entre os três mais caros do ano. O que custa caro em um filme é o mesmo que conseguimos sentir e nos pula aos olhos quando assistimos a uma superprodução. Ou seja, na maioria das vezes é o escopo de uma produção. O mundo que é criado. Os efeitos visuais, mesmo que muitas vezes não os percebamos pelo realismo. E com o novo filme do Homem Morcego, de 3 horas de duração, o diretor Matt Reeves atingiu justamente isso. Sentimos o realismo de uma nova cidade e da carpintaria de cada detalhe, em cada cena. É um filme intimista e grandioso ao mesmo tempo. Não por acaso, se tornou um dos filmes mais bem sucedidos de crítica, público e o filme mais popular de 2022 com os fãs.

03 | Thor: Amor e Trovão – US$250 milhões

Como dito acima, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura não foi o filme mais caro da Marvel no ano. Pelo contrário, dos três blockbusters que o MCU lançou em 2022, o filme de Sam Raimi foi o mais “barato”. Isso porque o estúdio reservou US$50 milhõezinhos a mais para o quarto filme do Deus do Trovão, Thor. Novamente dirigido pelo Midas Taika Waititi, de Thor: Ragnarok, a Marvel resolveu pesar no orçamento e investir não apenas num elenco renomadíssimo – de nomes como Christian Bale como o vilão Gorr, Russell Crowe como o fanfarrão Zeus e até mesmo trouxe Natalie Portman de volta à franquia como Jane Foster, em sua versão “Turbinada”. A vencedora do Oscar não dava as caras no MCU desde 2013. Fora isso, caprichou na ação, em cenários bem trabalhados (como o harém de Zeus numa arena de gladiadores) e até apresentou os Guardiões da Galáxia em uma participação no início do filme. Tudo isso custa caro. Por outro lado, Waititi errou a mão exagerando na comédia besteirol.

02 | Pantera Negra: Wakanda para Sempre – US$250 milhões

Doutor Estranho 2 foi o filme “mais barato” da Marvel em 2022. O estúdio separou US$100 milhões extras e os distribuiu entre o quarto Thor e o segundo Pantera Negra, enxertando US$50 milhões a mais em cada um deles. Esse talvez tenha sido o projeto mais desafiador do MCU, isso porque se trata de uma continuação sem seu protagonista. Algo impensável, mas que os realizadores (em especial do diretor Ryan Coogler) acharam que precisava ocorrer. O que acontece é que o astro da franquia, Chadwick Boseman, faleceu em 2020 aos 43 anos devido a um câncer. Assim, ao invés de substituir o ator no papel do herói, a Marvel achou por bem matar o personagem também, para homenagear seu intérprete e celebrar seu luto e seu legado também em tela. Um novo Pantera Negra surge, num elenco comandado pelas mulheres de Wakanda. E também somos introduzidos a um novo mundo subaquático, de Talokan, com a apresentação do vilão do filme: Namor, o príncipe submarino.

01 | Avatar: O Caminho da Água – US$350 milhões

Você quer recorde? Avatar traz recorde para você. Em James Cameron we trust. Por mais que o ano de 2022 prometesse alguns filmes muito badalados que certamente atrairiam a atenção dos fãs, como Batman, Top Gun 2, Doutor Estranho 2 e Thor 4, no fundo mesmo o que o público mais esperava para ver eram dois filmes em específico: Pantera Negra 2 e Avatar 2. E os dois foram lançados no fim do ano. O primeiro, Pantera Negra 2 carregava o legado do filme original, um dos grandes fenômenos dos últimos anos e também a tragédia da morte de Boseman e a curiosidade de um filme sem ele. É seguro dizer, no entanto, que não correspondeu às expectativas e nem ao primeiro filme. Já Avatar 2, que ainda não estreou oficialmente, promete revolucionar novamente a parte técnica no cinema e os efeitos especiais e em 3D. Quem viu, garante que é ainda melhor que o original – que por sua vez era a maior bilheteria de todos os tempos por muitos anos. Ninguém imaginava que Avatar teria continuações, mas James Cameron prometeu e treze anos depois cumpriu a promessa. E para isso, nada mais justo que a Fox, agora nas mãos da Disney, desembolsasse um valor recorde para 2022, com um orçamento de absurdos US$350 milhões. Não por menos, entrou no ranking dos filmes mais caros de todos os tempos, se situando em quarto lugar e atrás somente de Piratas do Caribe – Navegando em Águas Misteriosas (2011), Vingadores – Era de Ultron (2015) e Vingadores – Ultimato (2019).

‘Assassination Nation’: Violento suspense ganha trailer para maiores; Confira!

O violento suspense ‘Assassination Nation‘ ganhou um trailer para maiores, que traz um aviso para os seus espectadores.

Assista:

Dirigido por Sam Levinson, o filme será lançado nos cinemas nos EUA no dia 21 de setembro.

“Lily e seu grupo de amigos vivem em uma névoa de textos, posts, selfies e chats como o resto do mundo. Então, quando um hacker anônimo começa a postar detalhes da vida privada de todos em sua pequena cidade, o resultado é uma loucura absoluta, deixando Lily e seus amigos questionando se eles viverão até o final da noite.”

Odessa Young, Suki Waterhouse, Hari Nef, Abra, Bill Skarsgard, Bella Thorne, Colman Domingo, Joel McHale e Aniki Noni Rose estrelam.

Última temporada de ‘Veep’ ganha trailer e cartaz; Confira!

A 7ª (e última) temporada da aclamada série cômica ‘Veep‘ ganhou o primeiro trailer e cartaz.

Confira:

O último ano terá apenas 7 episódios e estreará no dia 31 de março.

Na série, acompanhamos a vida da ex-senadora Selina Meyer, agora vice-presidente dos Estados Unidos, que se vê despreparada ao encarar a possibilidade de assumir a presidência quando o estado de saúde do presidente chega a um estado crítico. Selina e sua equipe vão descobrir que nada é como se esperava e terão muito trabalho para passar pelas intrigas da política com classe.

O elenco inclui Julia Louis-Dreyfus, Anna Chlumsky, Tony Hale, Reid Scott, Timothy Simons e Matt Walsh.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha trailer FINAL com cenas inéditas; Assista!

O aguardado ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ ganhou um trailer final, com cenas inéditas.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘The Beach House’: Infecção se espalha nas novas imagens sinistras do terror

O terror ‘The Beach House‘ ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

O longa é dirigido por Jeffrey A. Brown.

“Com planos para passar um tempo na casa de praia da família para se reconectar, Emily e Randall tem sua viagem interrompida por Mitch e Jane, um casal mais velho que tem um estranha ligação como pai do Randall. Inesperadas amizades são formadas enquanto os casais aproveitam o isolamento, mas um estranho fenômeno começa a perturbar a paz do local. Enquanto os efeitos da infecção se tornam evidentes, Emily luta para entender o contágio antes que seja tarde demais.”

O elenco conta com Liana Liberato, Noah Le Gros, Jake Weber e Maryanne Nagel.

O terror será lançado no serviço de streaming no Shudder no dia 9 de julho.

George Segal, da comédia ‘The Goldbergs’, morre aos 87 anos

O ator George Segal, conhecido por interpretar o “Pops” na comédia ‘The Goldbergs‘ pelas últimas oito temporadas, morreu aos 87 anos.

Ele também estrelou a comédia clássica ‘Just Shoot Me!‘.

“Nossa família está devastada em anunciar que o George Segal faleceu após complicações com sua cirurgia de ponte de safena,” afirmou a esposa do artista, Sonia, em declaração. Seu empresário, Abe Hoch, acrescentou: “Estou triste porque meu amigo próximo e cliente de longa data faleceu. Sinto falta do seu humor, camaradagem e amizade. Ele era um ser humano extraordinário.”

No decorrer de seis décadas, Segal participou de produções na Broadway, nos cinemas e na televisão. Ele recebeu uma indicação ao Oscar por Melhor Ator Coadjuvante pela sua performance em ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?‘ (1966).

Intitulado Bever-lé, o próximo episódio de ‘The Goldbergs‘ irá ao ar no dia 31 de março.

A série foi criada por Adam F. Goldberg, e baseia-se a partir de memórias de sua própria infância.

A trama mostra a realidade dos anos 80 através dos olhos de um pré-adolescente. O patriarca da família é o rabugento Murray, casado com a super protetora Beverly. Seus dois filhos mais velhos são Erica e Barry. O filho mais novo, Adam, documenta sua vida familiar com sua câmera de vídeo. O pai de Beverly, Albert “Pops” Solomon, está sempre por perto para dar conselhos ou ajudar seus netos (geralmente sem sua filha saber).

O elenco inclui Wendi McLendon-CoveyJeff GarlinSean GiambroneTroy GentileHayley Orrantia e Patton Oswalt.

‘Rebelde’: Elenco solta a voz em música INÉDITA do reboot; Confira o videoclipe!

A Netflix divulgou o videoclipe de uma música inédita do reboot de ‘Rebelde‘, intitulada Pensando em Ti.

Confira:

A nova versão será lançada na plataforma no dia 5 de janeiro de 2022.

A nova geração será protagonizada por Azul Guaita, Sergio Mayer Mori, Andrea Chaparro, Jeronimo Cantillo, Franco Masini, Lizeth Selene, Alejandro Puente e Giovanna Grigio.

A série é baseada na história de Cris Morena Group e Dori Media Group, adaptada posteriormente pela Televisa.

Rebelde’ foi produzida pelo canal mexicano televisa e foi exibida entre 2004 e 2006. Aqui no Brasil, a novela foi ao ar pelo SBT.

Morte Morte Morte

(Bodies Bodies Bodies)

 

Elenco:

Amandla Stenberg
Maria Bakalova
Pete Davidson
Rachel Sennott

 

Direção: Halina Reijn

Gênero: Terror

Duração: 95 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 6 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

Curiosidades: 

‘Morte Morte Morte’: Terror slasher da A24 é ACLAMADO com 97% de aprovação; Confira as críticas!

» Esse será o primeiro slasher da aclamada produtora A24;

» A trama (e o título) do filme é baseada no jogo Murder In The Dark, em que os jogadores correm em um quarto escuro enquanto o assassino os “mata” ao tocá-los;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tubarão GIGANTE retorna no trailer da sequência ‘Megatubarão 2’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Megatubarão 2‘, que conta com o retorno de Jason Statham como protagonista.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de agosto.

Ben Wheatley, diretor de ‘Rebecca: A Mulher Inesquecível‘, comanda a produção.

A viagem de uma equipe de pesquisa exploratória do oceano se transforma em um verdadeiro caos quando uma operação de mineração maquiavélica ameaça sua missão e os força a entrar em uma batalha de alto risco pela sobrevivência. Enfrentando Mega Tubarões colossais e saqueadores ambientais implacáveis, nossos heróis devem ser mais rápidos, mais inteligentes e superar os predadores impiedosos em uma corrida pulsante contra o tempo.

A sequência ainda conta com o retorno de Jason Statham, Cliff CurtisSophia CaiPage Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.

Filha do Drácula toca o TERROR em novas imagens de ‘Abigail’; Confira!

O terror cômico ‘Abigail‘, que traz a filha do Drácula tocando o terror em um grupo de sequestradores, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Com estreia marcada para 25 de abril, ‘Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

Depois que um grupo de criminosos sequestra uma bailarina de 12 anos, filha de uma figura poderosa do submundo, tudo o que eles precisam fazer para receber um resgate de US$ 50 milhões é vigiar a garota durante a noite.

Numa mansão isolada, os sequestradores começam a diminuir, um por um, e descobrem, para seu crescente horror, que estão trancados lá dentro, sem nenhuma garotinha normal.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

FENÔMENO! ‘Ainda Estou Aqui’ se torna o filme com MAIOR público de Walter Salles no Brasil

O aclamado ‘Ainda Estou Aqui‘, novo filme de Walter Salles (‘Diários de Motocicleta’), está se tornando um verdadeiro fenômeno nas bilheterias nacionais.

De acordo com O Globo, o longa já foi assistido por mais de 1.7 milhões de espectadores no Brasil – ultrapassando o público do clássico ‘Central do Brasil‘ (1.6M) e se tornando o filme mais popular do diretor em nosso país.

O site também destaca que a produção ainda deve superar os números de ‘Minha Irmã e Eu‘ (2.3M), tornando-se a maior bilheteria nacional desde a pandemia de COVID-19.

Vale lembrar que, apesar da estreia dos blockbusters ‘Wicked‘ e ‘Gladiador 2‘, ‘Ainda Estou Aquise manteve no topo das bilheterias nacionais.

Confira o Top 10, segundo a Comscore:

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas CONFIRMOU que a produção está ELEGÍVEL ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional.

A Variety revelou que a categoria tem inscritos 31 longas-metragens de animação, 169 documentários e 85 longas-metragens internacionais, e incluiu o filme dirigido por Walter Salles.

A Sony Pictures está fazendo uma campanha milionária para o sucesso brasileiro e inscreveu o filme em OITO categorias para o Oscar 2025.

São elas:

Melhor Filme
Filme Internacional
Direção
Roteiro Adaptado
Atriz (Fernanda Torres)
Ator Coadjuvante (Selton Mello)
Fotografia
Montagem

A atriz brasileira Fernanda Torres está conquistando o mundo e, principalmente, o coração dos brasileiros. Após seu trabalho em ‘Ainda Estou Aqui’, a atriz se tornou a grande aposta do país para a próxima edição da premiação.

E após o perfil oficial do Oscar compartilhar uma imagem da artista durante o jantar de gala do Governors Awards, os brasileiros não demoraram a demonstrar seu apoio à atriz.

A imagem de Fernanda Torres, vestindo um elegante vestido preto, rapidamente viralizou nas redes sociais. Em menos de 24 horas, a publicação alcançou mais de 245 mil curtidas e 55 mil comentários, números que superam em muito o engajamento de outras celebridades presentes no evento, como Tilda Swinton, Andrew Garfield e Lupita Nyong’o.

A reação dos brasileiros foi imediata e intensa. Nos comentários, os fãs exaltaram a beleza e o talento da atriz, expressaram seu orgulho e exigiram uma indicação ao Oscar para Fernanda Torres.

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8 Segundos: O Desafio

(8 Segundos: O Desafio)

 

Elenco:

Rafael Cardoso
Letícia Augustin
Juliano Laham

 

Direção: Márcio Trigo

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 20 de Agosto de 2026

Sinopse: 

8 SEGUNDOS: O DESAFIO retrata a jornada de João Donato, um renomado campeão internacional de rodeios que, após um acidente grave que o afastou das arenas, retorna ao Brasil em busca de redenção. De volta às origens, entre duas imponentes fazendas que respiram cultura sertaneja, João luta para reencontrar seu lugar no mundo, enfrentando as pressões da família, antigas rivalidades e amores do passado.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Márcio Trigo também assina o roteiro ao lado de Claudio Torres Gonzaga, Rodrigo Santos e Luisa Prochnik;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maika Monroe é uma ‘Psicopata Vitoriana’ no teaser LEGENDADO do terror gótico; Confira!

A Diamond Films divulgou o teaser trailer legendado do terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho), estrelado pela Maika Monroe (‘Corrente do Mal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

 

‘Confederate’: Série dos criadores de ‘Game of Thrones’ é considerada “racista”

A nova série da dupla criativa David Benioff e Dan Weiss ainda nem foi lançada, mas já foi alvo de críticas por usuários das redes sociais, que consideraram a temática “racista”.

A produção, que ganhou sinal verde da HBO, trará uma linha do tempo alternativa, onde os estados sulistas se dividiram da União, dando vazão ao surgimento de uma nação completamente distinta, onde a escravidão ainda é considerada legal ao ponto de se condensar em uma espécie de instituição.

Para os internautas, a temática dá vazão ao racismo, mostrando uma realidade diferente e dolorosa, caso a Terceira Guerra Civil Americana tivesse tomado rumos distintos.

Já para os criadores, a preocupação é válida, mas o julgamento é infundado, considerando que nem se quer o roteiro do episódio piloto foi escrito. Para Benioff, Weiss, Nichelle e Malcolm Spellman, a abordagem será feita com propriedade e de maneira respeitosa.

Em uma entrevista feita ao site Vulture, o quarteto esclareceu algumas dúvidas, pedindo para que audiência inicie seus julgamentos quando a série for exibida.

Segundo Benioff:

“Tudo é muito novo ainda e nada foi escrito. Eu creio que isso pode ter sido um pouco surpreendente para aqueles que se revoltaram. Mas estamos em uma fase prematura e sabe, existe aquela chance da gente fazer uma porcaria e estragarmos tudo…Mas nós ainda não fizemos isso”.

Para Nichelle, que é negra, a preocupação é compreensível, mas a produção merece uma chance:

“Nós entendemos, mas eu espero que essa preocupação possa emergir no dia da estreia da série, na HBO, em um domingo à noite, quando eles finalmente assistirem a um episódio de meia hora e testemunharem o que preparamos. Queremos que eles tomem essa decisão de reagir negativa ou positivamente quando tudo estiver pronto. A preocupação é real, mas nós quatro somos pessoas de grande sensibilidade, que levam seus trabalhos a sério e não estão pensando em ganhar dinheiro com aquilo que estamos fazendo a qualquer custo. O que eu e todos estes três criadores fizemos no passado prova isso. E então eu espero e anseio para que o debate comece mesmo assim que a série estrear”.

Segundo Malcolm Spellman, as pessoas não devem basear o conceito inteiro de uma produção partindo apenas de um release de imprensa e precisam considerar que estes produtores também possuem parentes amigos negros, vítimas de racismo frequentemente.

De acordo com ele:

“Isso não é um assunto para ser debatido com profundidade no Twitter, simplesmente não é possível. E eu sei que não podemos mudar a mente das pessoas, mas novamente voltamos a repetir aquilo que dizemos em cada entrevista que oferecemos: Nós temos parentes negros. Tias, sobrinhos, tios. Pais e avós negros e estamos com eles sempre, nós sentimos a luta diária que enfrentam. E as pessoas não devem embasar todo um conceito a partir de uma rápido release de imprensa e quando foram tratar do assunto em suas respectivas redes sociais, devem considerar que nenhum de nós aqui é vendido, que só busca ganhar dinheiro em cima de produções, fazendo tudo de qualquer jeito sem qualidade. Eu e Nichelle não somos fantoches que serão usados para proteger alguém. Somos pessoas que sentem a necessidade de abordar assuntos do mesmo jeito que estes usuários e todos eles deveriam ter mais cuidado e humanizar seus tweets e artigos”.

Benioff e Weiss assumiram o papel de chefes da série, que contará com a produção executiva de Nichelle Spellman (‘Justified’), Malcolm Spellman (‘Empire’) e a dupla Carolyn Strauss e Bernadette Caulfield, ambos de ‘Game of Thrones’.

 

 

 

‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon e Kathryn Newton em nova imagem direto do set

As gravações do segundo ano de ‘Big Little Lies’ estão a todo vapor e a atriz e produtora da série, Reese Witherspoon, publicou uma nova imagem em sua conta oficial do Instagram.

Nela, vemos a vencedora do Oscar ao lado de sua filha fictícia, vivida por Kathryn Newton, dentro do quarto de sua personagem.

Confira:

Back on set with my girl @kathrynnewton ! #BigLittleLies @hbo

Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em

Recentemente, a atriz Nicole Kidman publicou em seu Instagram a primeira foto oficial de Meryl Streep na 2ª temporada de ‘Big Little Lies’. Confira:

First day on the set with Meryl and “my” darling boys! #BigLittleLies

Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em

Streep irá interpretar Mary Louise Wright, mãe de Perry Wright (Alexander Skarsgard, o grande papa prêmios da temporada). Depois da morte de seu filho, ela chega à Monterey procurando respostas.

Segundo fontes da Variety, Streep vai embolsar US$800 mil por episódio. A atriz possui três estatuetas do Oscar.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon serão novamente as produtoras da nova temporada, e também retornarão às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold irá comandar os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

Oi? Petição quer que Homem-Formiga entre no ânus de Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’

Os fãs Hue Br não estão de brincadeira e iniciaram uma petição para trazer um fim bem doloroso e rápido para o vilão Thanos em ‘Vingadores: Ultimato‘.

A petição insiste que a Marvel deveria fazer o Homem-Formiga reduzir sua forma e entrar no anus do vilão. Lá dentro, ele aumentaria de tamanho, acarretando na instantânea morte do personagem. Obviamente a divisão da Disney jamais tomaria decisão, mas a brincadeira está conquistando vários adeptos e já ultrapassou a marcar de 5.600 assinaturas. A meta final é chegar a 7.500.

Se você quer conhecer a petição, clique aqui.

Segundo uma nova reportagem do site AMC Theaters, mais especificamente na seção ocupada pela Marvel, a duração de ‘Vingadores: Ultimato’ será de 181 minutos (3 horas e 2 minutos). A última reportagem indicava que o longa-metragem teria 182 minutos.

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer pede desculpas por abordagem machista da Arlequina

O diretor David Ayer, de ‘Esquadrão Suicida‘, pediu desculpas publicamente pela abordagem machista dada à personagem Arlequina em seu filme.

Por meio de uma publicação no Twitter, o cineasta compartilhou uma postagem feita por uma fã, que questionava a objetificação dela, apresentando-na como uma mulher que fora tratada de forma política, envolvida em um relacionamento amoroso abusivo.

Ao retuitar o comentário em questão, Ayer elogiou a observação feita, afirmando que ela fora escrita de forma cuidadosa. O diretor ainda agradeceu o fato de ter sido confrontado por essa abordagem, salientando que está aprendendo em um mundo em constante mudança.

Confira:

“Retuitando isso porque foi escrito de forma tão cuidadosa. Obrigado por isso. Estou crescendo e aprendendo em uma mundo em constante mudanças”.

Em seu argumento, a fã pontuou a objetificação de Arlequina em ‘Esquadrão Suicida‘:

“Uma personagem feminina em um relacionamento abusivo já é político cara. A forma como sua câmera olhava para ela era política. A forma como você a usou foi política. Você a tratou como um objeto e ainda assim ela ressurgiu acima disso. Isso também foi político”.

 

Recentemente, Ayer divulgou o visual alternativo de Arlequina para o filme, que remete à sua caracterização dos quadrinhos.

Confira:

OTHER: Harley Quinn alternative look by David Ayer from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Crítica Netflix | Esquadrão Trovão: Comédia com Melissa McCarthy e Octavia Spencer é fraca e esquecível

Em um contexto onde os super-heróis nunca estiveram tão em alta como atualmente, a indústria de Hollywood tenta sempre espremer uma nova história envolta no subgênero. E Esquadrão Trovão é a tentativa da Netflix de flertar com o universo dos quadrinhos de maneira mais popular e abrangente, trazendo a dupla Ben Falcone e Melissa McCarthy novamente à frente do projeto. Mas infelizmente, nem a presença da vencedora do Oscar Octavia Spencer é capaz de garantir um fôlego sustentável nesta, que entra para a lista de fracas produções originais da gigante do streaming.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram mais de trinta anos depois, para combater uma ameaça mortal de um grupo de supervilões que segue aterrorizando sua cidade natal. Com estilos de vida bem distintos, elas serão submetidas a um experimento que lhes garantirá os super poderes necessários para conquistar a paz dos moradores locais. Formando um contraste peculiar, McCarthy e Spencer tentam dar corpo e gás a uma trama que se inspira nas dinâmicas dos longas buddy cop, mas infelizmente não conseguem garantir aquele delicioso sabor de uma comédia de ação inusitada, como vemos em filmes como Um Tira da Pesada, A Hora do Rush e Máquina Mortífera.

Mas as intenções são boas e Falcone – que assina o roteiro, a direção e ainda faz uma ponta no longa – tenta mesclar o humor pastelão com o screwball, a fim de promover o riso a partir de situações simples, banais e mais práticas. No entanto, os clichês de outros dos seus filmes anteriores não funcionam tão bem aqui, fazendo com que o longa caia em um limbo em sua primeira metade. Com um roteiro que se estende exageradamente na introdução de suas personagens, Esquadrão Trovão segue a maior parte do tempo sem conseguir aquelas risadas esperadas e a seriedade excessiva da protagonista de Spencer não causa o contraste inicialmente idealizado pelo diretor.

THUNDER FORCE (L-R): MELISSA MCCARTHY as LYDIA, POM KLEMENTIEFF as LASER. Cr. HOPPER STONE/NETFLIX © 2021.

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.

Com uma ideia comum até demais, mas que poderia muito bem ter se desenvolvido com maior habilidade, a comédia inspirada no mundo dos quadrinhos é fraca em suas piadas e quase chega a ser repetitiva em alguns momentos. Deixando a audiência a ver navios, Esquadrão Trovão nos coloca à espera de uma comédia que, embora apareça em sua descrição oficial, esqueceu de comparecer ao longo de suas quase duras horas de produção.

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Criando um caleidoscópio de cores neon, Emerald Fennel faz de Saltburn um sonho de uma noite de verão. Luxúria, obsessão amorosa e desejos não consumados se fundem em um anseio compulsivo por algo que ainda não sabemos. Arranhando apenas a superfície de sua história, percorremos 1h30 de filme observando o suntuoso palácio de Saltburn como o palco para o que aparenta ser um vindouro crime passional. Mas enquanto nos distraímos com a beleza fugaz de uma família rica e mesquinha, custamos a perceber uma outra narrativa que gradativamente se aflora ao nosso redor. E de maneira quase metalinguística, a vencedora do Oscar transforma seu filme em uma catarse sobre si mesmo. Enquanto achamos que a trama se retém unicamente a uma paixão jamais consumada, Fennel vai além dessa superficialidade, para narrar um conto sobre poder, ostentação e um outro tipo de obsessão.

Não seria incorreto afirmar que Saltburn flerta com os mesmos temas de O Talentoso Ripley. Mas muito mais suntuoso e verborrágico em seus diálogos, o longa da cineasta e atriz britânica é muito mais do que o suspense sobre golpes milimetricamente arquitetados. Vendendo um ideal simultaneamente idílico e sombrio, ela transforma a belíssima e aristocrática paisagem da Inglaterra dos anos 2000 em um cenário satisfatório de personagens peculiares e belamente configurados. Como se estivéssemos diante de uma pintura renascentista que ganha vida diante dos nossos olhos, o suspense ainda faz um amálgama entre o drama e a comédia, pautando sua trilha sonora por acordes tensos e instigantes, a fim de sempre nos deixar atentos e à espreita – à espera de uma iminente tragédia que só verdadeiramente chega em seus 20 minutos finais.

Nos convidando a desfrutar desse pequeno universo de possibilidades infinitas em meio a um verão quente que exala sensualidade, Saltburn é a história sobre um lugar maldito e como ele rege o comportamento daqueles que o frequentam. Nesse contexto, Barry Keoghan é um desajeitado estudante universitário que parece não se encaixar no rico cenário da Oxford University, mas se encontra em uma estranha amizade com o ótimo Jacob Elordi – o belo aristocrata com quem divide parte de seu cronograma escolar. Em uma relação pautada por uma constante tensão sexual, ambos são como diferentes partes de um único corpo. Suas personas se completam, ainda que se distanciem por seus contextos socioculturais. São de mundos dispersos, mas se encontram em um ponto em comum. Não se desejam, mas parece que sim – o que torna tudo ainda mais turvo. E assim seguimos até o grande plot twist.

E essa é a riqueza criativa por trás de Saltburn. Há sempre uma segunda agenda escondida nas entrelinhas, que nós nunca conseguimos tocar. É como se sempre chegássemos perto de algo absolutamente revelador e conclusivo, mas nunca o bastante para compreendermos a dimensão da história. Essa habilidade de storytelling desenvolvida por Fennel torna nossa experiência cinematográfica um espetáculo à parte. Sempre progressiva e evolutiva, ela nunca é plenamente satisfeita, mas é sempre satisfatória. Somos hipnotizados por seus personagens, seduzidos por suas falas mansas e diálogos regados de pedantismo, somos induzidos pela linguagem corporal dúbia de cada um deles. E todos esses elementos criam a tempestade perfeita de toxicidade que nos levará a ruína de (quase) cada um deles.

E dentro disso, a direção de fotografia se incorpora à belíssima performance de seu elenco, nos banhando com cores neon e sombras profundas que flertam com a estética gótica e que evidenciam ainda mais a opulência desse pequeno universo de excessos, prazeres subversivos e comportamentos destrutivos. Nessa efervescência artística tão conceitual, Barry Keoghan é um espetáculo à sua maneira, com uma atuação poderosa e inebriante, que transita entre uma estranha inocência e uma peculiaridade, que escondem em si um comportamento muito mais perturbador, que jamais poderíamos imaginar. Dominando a tela a todo momento, ele uma vez mais prova ser um dos melhores atores da atualidade e caminha em direção ao Oscar como quem sabe a dimensão de seu talento.

Rosamund Pike não fica atrás e transforma sua verborragia em uma espécie de artefato criativo para compor sua performance. De sua postura altiva aos diálogos lindamente pausados e repletos de adjetivos passivo-agressivos e pedantes, a indicada ao Oscar mostra sua versatilidade em tela como a personificação da soberba aristocrática. Trajando figurinos que deslizam pelo seu corpo e agregam movimento e leveza ao seu andar, ela brilha em tela com uma atuação onde a serenidade e a necessidade de sustentar uma fachada imperam. Seguindo essa mesma toada, Carey Mulligan faz uma ponta como a epítome de Camden Town dos anos 2000, exalando estilo e exageros fashionistas no pouco, mas excepcional tempo de tela que possui. E assim segue o restante do elenco, que ainda traz Jacob Elordi e Richard E. Grant em destaque.

Proporcionando uma experiência sinestésica que jamais sacia toda nossa curiosidade e anseios, Emerald Fennell faz de Saltburn uma suntuosa e imprevisível jornada. Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma aventura cinematográfica regada de elementos satisfatórios que vão desde sua soturna fotografia ao belíssimo e clássico design de produção, o novo longa da aclamada cineasta é o encontro perfeito entre arte e entretenimento. Pode até trazer elementos familiares do cinema de outrora, mas é impossível não ficar fascinado por esse distante e exibicionista palácio de desejos nefastos e perigosos.

Crítica | Megalopolis – Coppola cria fantasia ancorada em discurso político, porém com CAPENGA tom burlesco

Será que a ambição nos leva a cometer loucuras? Esta pergunta é pertinente tanto do ponto de vista da trama quanto dos bastidores da produção. É impossível falar de Megalopolis, de Francis Ford Coppola, sem contextualizar os anos de produção que o filme levou para ser feito e a rejeição de investidores ao projeto.

Desde da década de 1980, o renomado diretor — ganhador de cinco Oscar e duas Palmas de Ouro — sonha com este filme. Megalopolis é uma fantasia sobre política social, no entanto, ancorada em elementos do cinema de várias épocas e, principalmente, no caráter burlesco. 

Enquanto a encenação dos atores é propositalmente teatral, a estética do longa é futurista e espelha-se na ambientação de ficção-científica. Confuso? Pois é. Francis Ford Coppola apresenta uma montagem de elementos sobrepostos de maneira bastante desarmoniosa. 

Se nas cenas iniciais temos a sensação de pisar em um solo parecido com o de Christopher Nolan, onde temos que descobrir a lógica da obra para segui-la. Logo depois, compreendemos que esta é apenas uma ponta do espetáculo proposto pelo cineasta, o qual faz referências de dezenas de obras cinematográficas, assim como literárias, num roteiro em que a citação é rainha de todos os discursos. 

Em uma alusão direta a Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Megalopolis propõe ser futurista, mas ancorado nas mazelas atuais, principalmente sobre a insustentabilidade do modelo capitalista, ao invés de ser na era industrial, é na digital. Para isso, no entanto, utiliza-se de linguagens antigas de forma cômica e satírica. 

Outra ponte traçada pelo cineasta é o Império Romano, sucumbido pela soberba de poder de poucos homens, uma referência, talvez, ao aumento de bilionários nesse planeta. A própria cidade fictícia chama-se New Rome, uma mistura de New York a ao império de Júlio César, e o narrador (Laurence Fishburne) nos lembra a cada momento desse espírito histórico em suas interferências.  

A interpretação mais memorável é a de Shia LaBeouf como Clodio Pulcher, por conta do seu caráter dúbio e andrógeno, tal como o bobo da côrte, já que todos os outros personagens  parecem terem saído de folhetins dos anos 1930. Além disso, os papéis femininos são unidimensionais. 

Uma é a mocinha Júlia Cicero (Nathalie Emmanuel), que vai apaixonar-se pelo arquiteto utopista Caesar Catalina (Adam Driver) a contragosto do seu pai, o prefeito Franklyn Cicero (Giancarlo Esposito) e inimigo n°1 dos projetos do amado da filha. A segunda personagem feninina é a femme fatalle Wow Platinum (Audrey Plaza), uma repórter interessei que utiliza dos seus atributos físicos para manipular, enganar e roubar os homens ricos. 

Dentro do arco principal da disputa de narrativas do que é melhor para as pessoas: uma cidade sustentável ou um mundo capitalista em ruínas, o enredo engendra ainda tons de filme noir e comédia pastelão. Em uma cena sobre a revelação do segredo de uma celebridade da música pop (Chloe Fineman), o desenrolar remete à cena do tribunal do filme O Mentiroso (1997), com Jim Carey. Sem contar as diversas citações de William Shakespeare e Marco Aurélio, como se o reinventar de frases fosse desnecessário diante de tantas palavras já ditas. 

Com tantos componentes a analisar em cena, a trama principal de Megalopolis sobre o arquiteto ganhador do prêmio Nobel, por conta da descoberta do Megalon, fica quase como um pano de fundo do que uma intriga latente. Ao invés de instigar a curiosidade, o longa nos aborrece com tanta espetacularização da riqueza, cenas exageradamente teatrais e de zombaria.

Megalopolis é um filme sobre um megalomaníaco utópico, dessa forma a cidade almejada não existe (e nunca existirá), mas o utopista luta pelo direito de imaginá-la. Algo que o protagonista diz em alto e bom tom na narrativa é que não importa se ele projetá-la um dia, só de as pessoas começarem a discutir sobre o processo é uma vitória. A reflexão soa piegas como boa parte da estética do filme e seus personagens. Olhando pelo prisma de deixar-se levar pela comicidade, é possível divertir-se aqui e ali durante a projeção. 

Ao tentar abraçar um mundo, isto é, todos às estéticas e referências, Megalopolis parece um filme mal acabado, com um pouco de beleza  — as cenas das estátuas desmoronando são ímpares  —, e sem lucidez. Aos 85 anos, Francis Ford Coppola permite-se confundir, enjoar e desagradar, já o público decide se vai aplaudir sua loucura ou escarnecer de sua ridicularização utópica.

Kevin Feige quer começar a trabalhar com os ‘X-Men’ após concluir os filmes planejados

Durante uma nova entrevista ao EW, o chefão da Marvel StudiosKevin Feige se mostrou empolgado com a possibilidade de trabalhar com os ‘X-Men’ e ‘Quarteto Fantástico’ dentro do universo que estão construindo nos cinemas, porém garantiu que só pensará nisso após concluir todos os filmes que estão em andamento.

“É  uma questão de terminar ‘Guerra Infinita’ e começar ‘Capitã Marvel’, ‘Homem-Formiga e Vespa’, ‘Vingadores 4’, o próximo ‘Homem-Aranha’ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Estamos ocupados com estes por agora. Só pensaremos nisto quando o acordo com a Fox estiver completo e eles nos disserem ‘Ei, agora você pode trabalhar nisto e pensar nisto’. Honestamente, será divertido ter acesso a todos os personagens”

A expectativa é de que o acordo com a Fox seja aprovado em 2019.

Recentemente, o diretor James Gunn também confirmou em uma live que os ‘X-Men‘ não vão aparecer em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores 4‘.

Segundo ele, a compra da Fox pela Disney ainda não foi finalizada e vai levar um tempo para acontecer.

“A fusão não existe ainda. Eles estão tentando fazer dar certo, mas ainda não aconteceu. Ou seja: Você não verá nenhum personagem de X-Men em ‘Vingadores 3 ou 4… mesmo porque esses filmes já foram filmados”, afirmou.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Heroína aparece deslumbrante em novas fotos

Está circulando pela internet novas fotos dos bastidores de ‘Mulher-Maravilha 1984’, que mostra a versão civil da heroína, Diana Prince, com um clássico vestido deslumbrante dos anos 1980. Confira:

A diretora Patty Jenkins divulgou a primeira imagem do ator Pedro Pascal (‘Narcos’) em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, junto com um elogio.

“Não consigo para de assisti-lo”, ela escreveu.

Não foram revelados detalhes de seu personagem.

Confira:

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

‘Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

20 anos de ‘Escola do Rock’, a melhor aventura musical de Jack Black nos cinemas

Celebrado mundialmente pela Trilogia do Antes e pelo ousado Boyhood: Da Infância à Juventude, Richard Linklater trabalhou em um projeto interessante, que apesar de abordar os desafios da juventude, desceu um pouco a faixa etária e abordou a fase escolar como tema de um musical pra lá de inesperado, cujo sucesso foi tão grande que acabou sendo adaptado para a Broadway e virou até mesmo série de TV. E agora, o clássico Escola de Rock, ícone da molecada que cresceu entre o fim dos anos 90 e início dos anos 2000, completa nada menos que 20 anos.

Para quem nunca viu ou não se lembra bem da história, o filme acompanha o acomodado Dewey (Jack Black), que criou uma banda de rock e achou que essa seria sua carreira até o fim da vida. Porém, os membros da banda decidem continuar sem ele, deixando o rapaz frustrado e encostado, vivendo às custas de um amigo da adolescência que trabalha como professor substituto, Ned. Quem não gosta nada disso é a namorada de Ned, que dá uma esculachada no músico, mandando ele arrumar um emprego e deixar de ser vagabundo.

Em situações normais, essa bronca deveria dar um choque de realidade no cara. No entanto, ele atende um telefonema para Ned com uma oportunidade para trabalhar como professor substituto em um colégio caríssimo. Ao ouvir sobre os valores envolvidos, ele decide se passar pelo amigo e acaba sendo contratado para dar aula para as crianças. Na escola, ele não tem a menor ideia do que fazer até descobrir que os alunos têm talento para música. Então, ele decide secretamente iniciar um banda de rock com a molecada para tentar ganhar a Batalha das Bandas.

Apesar de abordar um caso de falsidade ideológica, o filme é uma aventura musical divertidíssima, que se difere dos outros filmes da época por tratar as crianças como seres humanos comuns que traziam inseguranças típicas da idade. Numa época em que os filmes infantis mostravam a molecada como pequenos espiões ou potenciais psicopatas em miniatura, foi quase revolucionário mostrar que a galerinha na casa dos 10 anos de idade precisava ter voz e que seus problemas importavam.

Então, ao longo do filme, eles abordam a timidez, a pressão dos pais pelo futuro dos filhos, o “temperamento forte”, a insegurança com a própria imagem e por aí vai. Ao mesmo tempo, sai de cena aquela imagem clássica dos anos 80 e 90 dos professores e diretores como figuras sem profundidade, quase como criaturas sem personalidade própria, cuja única função era perseguir seus alunos. No fim das contas, esse filme é justamente sobre essa rebeldia infantil na busca por sua própria voz.

E o mais incrível disso tudo é que o protagonista consegue ser o herói e o vilão da história simultaneamente. Dewey é um adulto irresponsável que está cometendo um crime perigosíssimo em prol de benefício próprio. Ao mesmo tempo, é ele quem ajuda uma turma de crianças reprimidas a levantarem suas vozes contra a rígida figura opressora de um internato, ajudando elas a se resolverem com suas inseguranças. É um caso muito interessante de anti-herói, que certamente só funcionou em tela porque a figura caricata de Jack Black permite isso. Convenhamos que não seria nada surpreendente se surgisse uma notícia de que o ator fez algo parecido na vida real.

E o mais interessante da presença do ator nesse filme é que além dele ter sido muito participativo em praticamente todas as áreas possíveis, o projeto só existiu por conta dele agindo “naturalmente” em sua casa. Isso porque o roteirista do filme, Mike White, teve a ideia de escrever essa história depois de se mudar e virar vizinho de Jack Black. O ator era constantemente visto correndo pelado pelos corredores e enchia a paciência da galera ouvindo música nas alturas. E era um verdadeiro incômodo para Mike, que não gostava de rock clássico. Com isso, não tinha nem como pensarem em outro ator para o papel de Dewey.

Não por acaso, a trilha musical do longa veio quase toda do próprio gosto do ator. Sabe as músicas que ele ficava ouvindo feito doido em casa? Quase todas entraram no filme, incluindo Immigrant Song, do Led Zeppelin, que só teve seu uso autorizado depois do próprio Jack Black reunir mais de mil fãs da banda num auditório para gravarem um vídeo junto com ele implorando para que os membros vivos do Led Zeppelin deixassem a produção usar a música no filme. Além disso, ele teve participação direta na escolha dos nomes dos personagens infantis e seus apelidos. O que explica, por exemplo, o menino loiro metido a líder (Kevin Alexander Clark) se chamar Freddy Jones, o mesmo nome do líder da turma do Scooby-Doo.

Outro ponto legal é que uma das exigências de Linklater para assumir a direção era contar com atores capazes de tocar instrumentos e cantar de verdade, para passar veracidade aos personagens. Inclusive, isso refletiu diretamente na abordagem deles no filme. Por exemplo, o menino que toca os teclados (Robert Tsai) era muito inseguro na vida real e chegou a pedir ao diretor que ele o demitisse do papel porque não se achava bom o bastante para isso. Em um gesto simbólico, Linklater explicou a ele que o motivo dele ser perfeito para o papel era justamente essa insegurança. Essa conversa entre eles rendeu um diálogo exatamente sobre isso no filme. Da mesma forma, a estreante Miranda Cosgrove sabia cantar e tinha um pouco da confiança de sua personagem. No entanto, eles precisaram treiná-la para aprender a desafinar, já que a Summer não seria membro da banda, apesar de se achar bastante.

Em meio a essas questões, Escola de Rock bebeu do viés revolucionário do clipe de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, mostrando que um colégio poderia e deveria ser muito mais do que um “moedor de crianças”, ensinando a elas coisas mais interessantes que apenas o material didático, como se expressar por meio da arte. Com o passar dos anos, o filme, que foi aclamado pela crítica, foi se tornando um clássico ainda maior por seguir dialogando com questões comuns às crianças de diferentes gerações de forma bem humorada e recheada de músicas incríveis, fazendo a molecada acreditar que até mesmo um grupo de pirralhos pressionados pelos pais são capazes de fazer coisas incríveis além de tirar notas boas.

Escola de Rock está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.